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Editor Pedro Gabriel

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SUA OPINIÃO CONTA PARA A GENTE! É de suma importância a sua contribuição para esta revista dando sua opinião! Só assim poderemos melhorar e sanar os gostos e dúvidas de cada um. Por isso, envie nos um email sobre o que tem achado de nossas publicações. pedrogds.souza@icloud.com

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Sobre mim Estudante do Instituto Federal do Sul de Minas, fiquei responsável pela editoração da revista Lado Verde. Atualmente sou Designer e tem sido de grande valia a realização deste trabalho pois nos dias de hoje o mercado de trabalho da área tem sido cada vez mais desafiador.


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NATUREZA E BIODIVERSIDADE

OCEANOS, O MUNDO DEBAIXO D’ÁGUA

O PROBLEMA DA POLUIÇÃO POR PLÁSTICO

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ECOTURISMO, VIAJANDO P NATUREZA

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EMPREENDEDORISMO E SUSTENTABILIDADE

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CONSUMISMO DESENFREADO E SUAS CONSEQUÊNCIAS


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NATUREZA E

BIODIVERSIDADE

A biodiversidade é fonte primária de recursos, fornecendo comida (colheitas, animais domésticos, recursos florestais e peixes), fibras para roupas, madeira para construções, remédios e energia. Esta “diversidade de colheitas” é também chamada agrobiodiversidade. Os ecossistemas também nos fornecem “suportes de produção” (fertilidade do solo,

Robert Barbault  6

polinizadores, decompositores de resíduos, etc.) e “serviços” como purificação do ar e da água, moderação do clima, controle de inundações, secas e outros desastres ambientais. Para os biólogos zoólogos ou botânicos, a biodiversidade não é só apenas a diversidade de populações de organismos e espécies, mas também a forma como estes organismos funcionam.

Organismos surgem e desaparecem. Locais são colonizados por organismos da mesma espécie ou de outra. Algumas espécies desenvolvem organização social ou outras adaptações com vantagem evolutiva. As estratégias de reprodução dos organismos dependem do ambiente. Para os biólogos, também significa a relação duradoura entre as espécies.

Robert Barbault é um reconhecido especialista em biologia das populações humanas e, a partir dos anos 1980, foi um dos primeiros a refletir sobre o conceito de “biodiversidade”. Em sua reflexão, se reúnem duas fontes dissociadas: a ecologia naturalista e a ecologia política. O resultado ressalta uma evidência nem sempre destacada: “Nossa existência se funda-

menta sobre os sistemas vivos”. Daí sua cruzada científica contra o crescimento do PIB como única variável do desenvolvimento e sua defesa de uma “cooperação” com o tecido vivo do planeta. O que é a vida? Um passeio pelas passarelas da Galeria da Grande Evolução do Museu de História Natural de Paris oferece uma resposta singular: os elefantes,


os dinossauros, as girafas, as zebras, os macacos, os tigres, os rinocerontes, as focas, os incontáveis pássaros e borboletas compõem um retrato alucinante da diversidade da vida terrestre. Do silêncio atomizado desses animais, de sua eterna imobilidade científica oferecida à observação, desprende-se uma sensação de admiração, de estranheza e de irmandade substancial com aquele labirinto de espécies. A terminologia moderna define essa variedade de seres vivos que povoam a Terra com um termo nem sempre compreendido em sua exata profundidade: a biodiversidade, isso que o biólogo francés Robert Barbault chama de “o tecido vivo do planeta”. Tecido, rede, malha, entrela-

do é um trabalho rigoroso e claro que ressalta uma evidência nem sempre destacada pela ecologia política: “Nossa existência se fundamenta sobre os sistemas vivos”. Daí sua cruzada científica contra o crescimento do PIB como única variável do desenvolvimento e sua defesa de uma “cooperação” com o tecido vivo do planeta, isto é, com os seres vivos. Robert Barbault observa fre-

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çado, entramado, a relação entre as espécies é uma interconexão permanente que não exclui o ser humano. Barbault é um reconhecido especialista da biologia das populações humanas e, a partir dos anos 1980, foi um dos primeiros a refletir sobre o

conceito de “biodiversidade”, que o entomólogo Edward Wilson pôs de moda quando advertiu sobre o acelerado desaparecimento das espécies. Barbault reúne em sua reflexão duas fontes dissociadas: a ecologia naturalista e a ecologia política. O resulta-

quentemente que, da “biodiversidade”, só percebemos a palavra, que o Ocidente vive tão afastado da biodiversidade que até perdeu a consciência de que a aventura do ser humano no planeta é possível graças a ela, até quando consumimos gás ou petróleo. O que é a vida? Pois precisamente isto: um tecido de diversidades que a espécie humana se empenhou em destruir.

A velocidade de destruição da biodiversidade é consideravelmente maior do que a natural, e, principalmente, se não mudarmos nada, essa destruição continuará se acelerando. Essa é a principal preocupação, que muitos poucos levam a sério. Como transmitir esse saber, essa consciência, para asessencial. A educação deve ser um instrumento de formação para o espírito crítico.


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Oceanos, o mundo debaixo d’água A biodiversidade, ou diversidade biológica, é o nome dado à variedade de organismos que vivem em determinado ambiente. A biodiversidade marinha, portanto, diz respeito à fauna, flora, microorganismos e ecossistemas de mares e oceanos. A biodiversidade marinha é maior que a terrestre — especialmente se levarmos em conta que dois terços da superfície terrestre são cobertos por mares e oceanos. Como a vida se originou em ambiente marinho, há 3,5 bilhões de anos, é natural que a maior diversidade de espécies e linhagens seja encontrada nos mares e oceanos. Apesar disso, os oceanos ainda são um território misterioso para a ciência. Somente no fim da década de 1980, por exemplo, é que foram descobertas as Prochlorophytas — cianobactérias fotossintetizantes, responsáveis por 40% da clorofila existente nas regiões oceânicas, onde há poucos nutrientes. Mesmo assim, a biodiversidade marinha sofre ameaças devido à ação humana. En-

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tre os principais problemas, destaque para a aquicultura, a pesca predatória e a poluição. Estima-se que 27% dos recifes de todo o mundo tenham desaparecido. Segundo especialistas, um aumento de 2 a 3ºC na temperatura do planeta já poderia acarretar no desaparecimento desse ecossistema, já que os recifes têm capacidade de adaptação limitada. Os manguezais, que funcionam como berçários para diver-

sas espécies, também são frágeis e sofrem principalmente com o desmatamento. É nos oceanos que ocorrem algumas funções básicas fundamentais, como os ciclos do Carbono, Nitrogênio e Fósforo, essenciais para a manutenção do clima terrestre. Por isso, entender melhor a biodiversidade marinha é importante para a conscientização ambiental e preservação do equilíbrio do planeta


biodiversidade marinha será celebrada este ano no Dia Internacional da Biodiversidade, comemorado na terça-feira (22/05). Como parte dos debates sobre riqueza dos mares, áreas costeiras e cuidados necessários para a preservação marinha, a Convenção sobre Diversidade

Biológica da Organização das Nações Unidas (ONU) lançou on line em comemoração à data o livro “Um oceano: muitas palavras, muita vida”. A publicação destaca, ainda, o problema da acidez nos oceanos, o valor das reservas marinhas e o impacto humano. Os oceanos cobrem cerca de

70% da área de superfície do planeta. “São águas que abrigam os maiores animais que já viveram na terra e também bilhões e bilhões de animais minúsculos”, destaca o coordenador da Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros da Secretaria de Biodiversida-

de e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Gallucci. Para ele, a biodiversidade marinha representa um inestimável patrimônio da humanidade com diversidade de espécies maior que a de ecossistemas terrestres.

res de mais de 80 países, revela números representativos a partir do estudo da água do mar superficial e profundamente. “Cientistas apontam que a estimativa do número de espécies marinhas conhecidas” as espécies que foram identificadas e as que foram documentadas, mas aguardam classificação”- tem aumentado como resultado di-

Gallucci relata que o censo da vida marinha, realizado entre 2000 e 2010 por pesquisadoreto dos esforços do censo, e agora está em torno de 250 mil”, disse. Para ele, esses números apontam que tivemos avanços na área de pesquisa e conhecimento da biodiversidade, entretanto, não relevam a totalidade da biodiversidade que permanece desconhecida para a ciência. s pessoas vivem próximas ao oceano e pescam há milhares de anos. Hoje, cerca de 40% da população mundial vivem

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a 100 km da costa, a pesca produz mais de 15% da dieta de proteína animal, toxinas produzidas por certas espécies podem auxiliar na produção de remédios contra o câncer e outros fármacos podem valem mais de US$ 5 trilhões (R$ 10 trilhões) e os ecossistemas costeiros produzem serviços ambientais como o turismo e a proteção de linha de costa contra tempestades. E isso acontece muitas vezes .


O problema da poluição por plástico. Pesquisadores da The University of Western Australia e da CSIRO Wealth from Oceans Flagship fizeram um estudo, ao fim de 2013, em que puderam apurar que a cada quilômetro quadrado de água da superfície do mar australiano está contaminado por cerca de quatro mil pequenos fragmentos de plástico. Essa pesquisa permitiu o primeiro mapeamento de plásticos flutuantes marinhos no litoral australiano. O professor Charitha Pattiaratchi afirmou que, em hotspots (“pontos quentes” - regiões de grande biodiversidade), plásticos foram encontrados no mar perto de áreas densamente povoadas, em regiões em que as correntes oceânicas convergem. Mas esse problema está muito mais próximo do que podemos imaginar. No litoral brasileiro, a maior parte de lixo marinho é plástico. Fatores como o descarte incorreto dos banhistas, de embarcações e falta de coleta seletiva em determinadas regiões faz com que esse resíduo sólido entre em contato no ambiente marinho e acarrete diversos tipos de problemas para o ecossistema. No país, o aumento de con-

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sumo de peixe aumentou 196% entre 2002 e 2010, conforme último levantamento feito pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Isso tem gerado preocupações, uma vez que existe o problema com relação à toxicidade do plástico em animais marinhos. Pesquisas realizadas no Brasil comprovaram que alguns peixes apresentam alto índice de toxinas pesadas em seu organismo e isto está diretamente ligado à poluição de plásticos nos mares, rios e oceanos. O professor Alexander Turra do Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico, criado no ano de 2012, quer coletar e monitorar o lixo marinho com o objetivo de compreender a fonte do resíduo, identificar características como: tipos, materiais, porcentagem, número e peso. O projeto monitora seis praias do litoral de São Paulo e está em expansão para abranger um maior número de praias. Os plásticos têm altos índices de absorção de poluentes e substâncias tóxicas e podem sofrer alteração com a exposição aos raios ultra violetas e a água salgada, juntando-se ao plâncton. Logo, um peixe ou qualquer tipo de

animal marinho que se alimente desses materiais corre o risco de contaminação. Há investimentos em tecnologias que podem ajudar nesse controle do lixo humano, como o desenvolvimento do “robô aquático” que navega pelos oceanos coletando plásticos e do “filtro auto-sustentável marinho”, que filtra o resíduo de diversos tamanhos. E também há o processamento do plástico encontrado no oceano para utilizar na produção de embalagens como a “garrafa feita de plástico do oceano”. Essas iniciativas junto com outras podem contribuir na redução desse material nos oceanos, mas ainda são muito iniciais. Se você tem dúvidas de onde descartar aquele material que você não utiliza mais, Veja locais onde você possa descartar corretamente e evite contribuir para aumentar a poluição marinha. Problemas como formação de ilhas de plásticos nos oceanos, asfixia, ingestão e envenenamento em animais marinhos, são resultantes do lixo humano nos mares. Estudos realizados no atum destinado ao consumo humano detectaram microplásticos em seu estômago, o que sig-


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nifica que também estamos expostos a esse problema. “Há cada vez mais evidências de que animais marinhos, que vão desde o plâncton às baleias, ingerem grandes quantidades de plásticos carregados de poluentes, que possa então ser incorporado na cadeia alimentar”, explica Doutor Reisser, PHD do UWA Oceans Institute. Problemas como formação de ilhas de plásticos nos oceanos, asfixia, ingestão e envenenamento em animais marinhos, são resultantes do lixo humano nos mares. Estudos realizados no atum destinado ao consumo humano detectaram microplásticos em seu estômago, o que significa que também estamos expostos a esse problema. “Há cada vez mais evidências de que animais marinhos, que vão desde o plâncton às baleias, ingerem grandes quantidades de plásticos carregados de poluentes, que possa então ser incorporado na cadeia alimentar”, explica Doutor Reisser, PHD do UWA Oceans Institute. todos os anos, desde 1972, 5 de junho é celebrado como o

Dia Mundial do Meio Ambiente. A Organização das Nações Unidas (ONU) anualmente escolhe um tema relacionado às questões mais prementes da atualidade e este ano o mote é Beat Plastic Pollution (Combater a Poluição Plástica, em tradução livre). A poluição causada pelo descarte de objetos de plástico é um dos grandes desafios da atualidade. De acordo com a ONU, são necessários pelo menos 450 anos para que uma garrafa de plástico se decomponha e desapareça do meio ambiente. Até 2050, 99% das aves marinhas terão ingerido plástico. O lixo prejudica mais de 600 espécies marinhas, 15% delas em extinção. De acordo com a campanha da ONU Mares Limpos (Clean Seas), outro grande vilão dos mares são os microplásticos, partículas que medem menos de 5mm e que estão presentes também em cosméticos e produtos de higiene. Pelo menos 51 trilhões de partículas de microplásticos já estão nos oceanos. A campanha Beat Plastic

Pollution, que tem a Índia como país anfitrião este ano, convida as pessoas a agirem, individual ou coletivamente, para combater a poluição plástica. São exemplos práticos como parar de usar canudinhos e talheres de plástico, levar sua própria caneca para o trabalho, pressionar as autoridades locais para melhorar a maneira como administram o lixo da sua cidade, utilizar sacolas de tecido ao fazer as compras e recolher lixo plástico que encontrar nas praias, florestas e cachoeiras que for visitar, entre outras iniciativas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, reforçou - em um comunicado - o apelo pelo combate à poluição plástica. “Nosso mundo é inundado por resíduos plásticos prejudiciais. Todos os anos, mais de 8 milhões de toneladas acabam nos oceanos. Os microplásticos nos mares agora superam as estrelas da nossa galáxia. De ilhas remotas ao Ártico, nada é intocado. Se as tendências atuais continuarem, até 2050 nossos oceanos terão mais plástico do que peixes”.


Ecoturismo, viajando pela natureza Ecoturismo ou turismo ecológico é o “segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações”. A definição acima é dada pelo Ministério do Meio Ambiente em conjunto com o EMBRATUR – Instituto Brasileiro de Turismo e segue aquela criada pela Socieda-

de Internacional de Ecoturismo. Este ramo do turismo é caracterizado pelo contato com ambientes naturais, pela realização de atividades que promovam a vivência e o conhecimento da natureza e pela proteção das áreas onde ocorre. Isto é, ele está fundado nos conceitos de educação, conservação e sustentabilidade. O ecoturismo pode ser entendido, então, como as atividades turísticas baseadas na relação sustentável com a natureza, comprome-

tidas com a conservação e a educação ambiental. É um segmento turístico importante ao fazer contribuições positivas significativas para o bem-estar ambiental, social, cultural e econômico dos destinos e das comunidades locais ao redor do mundo: através dele são oferecidos incentivos econômicos eficazes para a conservação e valorização da diversidade biológica e cultural e ajuda a proteger o patrimônio natural e cultural ao redor do mundo.

Lençóis Maranhenses Em constante transformação, as dunas, lagoas e rios do Parque Nacional Lençóis Maranhenses, no norte do estado do Maranhão, são uma ótima escolha para os aventureiros. O melhor acesso até lá é pelo município de Barreirinhas,

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a 260 km de São Luiz, mas há alternativas: por Atins ou Santo Amaro do Maranhão. A maioria dos passeios é feita em caminhonetes 4x4, equipadas para garantir segurança e aventura aos turistas. Mas, para quem preferir, é possível

seguir alguns roteiros fazendo caminhadas pela areia. Entre os atrativos, o destaque fica para a Lagoa Azul, cartão postal da região. Já a bordo das voadeiras (barcos rápidos), são belezas e sem dúvidas paisagens exuberantes!


Bonito - MS

A cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, já foi eleita 14 vezes o melhor destino de ecoturismo do Brasil, pela revista Viagem & Turismo, sendo 12 delas, consecutivas. E, além disso, já ganhou o prêmio internacional de Best Destination for Responsible Tourism World da World Travel Market (WTM). Os prêmios que consagram o local como a capital do ecoturismo, movimentam a

economia da região e influenciam diretamente no crescimento das empresas do município. Mas Bonito (MS) faz parte de um ecossistema maior, já que o estado praticamente zerou o desmatamento ilegal de Mata Atlântica, entre os anos de 2016 e 2017, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica do Inpe. lhões ao município. E agora no primeiro semestre de 2018 já foram recebidos mais de 80 mil turistas. imponência natural da Chapada dos Guimarães justificou a criação, em 1989, do parque nacional que leva seu nome. Na área de conservação e em seus arredores ficam a maior gruta de arenito do Brasil, cachoeiras como a emblemática Véu de Noiva, uma profusão de paredões de pedra alaranjados e belos rios. Recentemente, a cidade ganhou um estruturado parque de ecoturismo. Muitos restaurantes só abrem nos fins de semana, quando as pousadas costumam lotar. A Chapada dos Guimarães também é o nome da cidade onde fica o parque nacional. O acesso é superfácil. A partir do aeroporto de Cuiabá são cerca de 70Km até lá, menos de uma hora em estrada asfaltada (com alguns buracos, vale falar). Não é à toa que o local é destino de muitos cuiabanos até mesmo para um bate-volta nos fins de semana. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães foi cria-

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Chapada dos Guimarães do em 12 de abril de 1989 pelo Decreto Lei 97.656. Com 32.630 ha, protege amostras significativas dos ecossistemas locais e assegura a preservação dos recursos naturais e sítios arqueológicos existentes, proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa. O Parque está aberto à visitação todos os dias (inclusive finais de semana e feriados. Vale ressaltar também que A Chapada dos Guimarães é uma típica cidadezinha de in-

terior, habitada por cerca de 20 mil habitantes e localizada a aproximadamente 70 quilômetros da capital Cuiabá. Talvez passasse despercebida entre blogs e roteiros de viagem se não fosse a natureza exuberante que lhe rodeia. Cachoeiras, mirantes, planaltos e cavernas de arenito são algumas das atrações que a Chapada reserva para você! O curioso é que se trata da única chapada nacional que tem como polo principal uma cidade do mesmo nome.


Itacaré - BA A Chapada dos Guimarães é uma típica cidadezinha de interior, habitada por cerca de 20 mil habitantes e localizada a aproximadamente 70 quilômetros da capital Cuiabá. Talvez passasse despercebida entre blogs e roteiros de viagem se não fosse a natureza exuberante que lhe rodeia. Cachoeiras, mirantes, planaltos e cavernas de arenito são algumas das atrações que a Chapada reserva para você! O curioso é que se trata da única chapada nacional que tem como polo principal uma cidade do mesmo nome. Assim, Chapada dos Guimarães é, ao mesmo tempo, nome do Parque Nacional (com 33 mil hectares) e nome do município onde está o parque, município este que já foi considerado o maior município do mundo, com 269 km² de extensão. A vegetação de cerrado e os planaltos são marcas registradas perceptíveis desde a estrada que liga Cuiabá à Chapada. O fácil acesso também é mais um ponto positivo para quem pretende conhecer o destino. Após um sério acidente em

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2010, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães permaneceu fechado por 2 anos e, quando voltou ao funcionamento, passou a exigir o acompanhamento de guias para a maioria das atividades. Portanto, embora seja um destino de acesso facilitado, saiba de antemão que a contratação de guia turístico credenciado é necessário para te acompanhar na grande parte dos passeios. Por volta do ano 1000, a região foi invadida pelos tupis, que expulsaram os antigos habitantes, falantes de línguas do tronco linguístico macro-jê, para o interior do continente. No século XVI, quando os primeiros europeus chegaram à região, ela estava ocupada pela etnia tupi dos tupiniquins.[8] No século XVI, o jesuíta Luís da Grã fundou uma capela dedicada a são Miguel. O jesuíta, então, batizou a povoação ao redor da capela como “São Miguel da Barra do Rio de Contas”, juntamente com o município de Ubaitaba, que chamava-se Itapira, sede do município de São Miguel da Barra do Rio de Contas. A povoação foi elevada a sede de município em 1732

e Ubaitaba (até então denominada Itapira), tornouse seu distrito, por obra de dona Maria Athaíde e Castro, a condessa do Resende, donatária da capitania de Ilhéus.[9] O município passou a ter a sua designação atual somente em 1931. Itacaré e Ubaitaba foram desmembradas pelo decreto nº 8567 de 27 de julho de 1933. Quatro eventos estatisticamente improváveis fizeram, de Itacaré, um lugar especial e com alto grau de preservação: tem uma formação geológica única no Nordeste brasileiro, com uma faixa costeira dotada de solo fértil e falésias rochosas, e por isso a Mata Atlântica avança até o mar. a cultura agrícola predominante foi o cacau em sistema de cabruca (um sistema ecológico de cultivo agroflorestal), que precisa da sombra da Mata Atlântica para ser plantado, ao contrário da cana-de-açúcar e do café, em que seria necessário devastar toda a mata. o município cresceu muito entre 1890 e 1940 graças ao cacau, mas, nos anos 1940, o porto da cidade assoreou e o lugar ficou isolado.


Empreendedorismo e sustentabilidade

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A preocupação com o meio ambiente e com o impacto das atividades humanas no planeta ganhou uma proporção cada vez maior nas últimas décadas. Toda a discussão acerca das mudanças climáticas levou a comunidade internacional a assinar acordos e protocolos se comprometendo a adotar medidas que possam frear de alguma forma a ação nociva da humanidade sobre o meio ambiente. Com o mesmo objetivo de conscientização e responsabilidade ambiental, uma nova modalidade de empreendedorismo tem se destacado nos últimos anos e ganhado cada vez mais espaço em diversos setores: o empreendedorismo sustentável. O próprio mercado tem mostrado uma demanda crescente nesse sentido já que uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) constatou que 61% das pessoas mudariam seu estilo de vida para beneficiar o meio ambiente e 70% aceitariam pagar mais caro por produtos que não causem grandes impactos na natureza. O que é empreendedorismo sustentável? Alguns especialistas preferem chamá-lo de “empreendedorismo orientado à sustentabilidade”, mas basicamente, o empreendedorismo susten-

tável caracteriza uma modalidade de negócios em que a geração de lucro é combinada ao desenvolvimento responsável do meio social e do meio ambiente. As empresas que se enquadram nesse modelo de empreendedorismo exercem suas atividades por meio de medidas que não prejudicam os ecossistemas, demonstrando preocupação com os fatores socioambientais tanto quanto com o sucesso de seus negócios. “Chegamos a um ponto de degradação da natureza em que pensar em modelos de negócio que sejam pautados pela sustentabilidade não é apenas um mérito, mas uma necessidade. Pensando nisso, implementamos nossa loja online, que evita o deslocamento do cliente até nossa sede, reduzindo também a poluição”, comenta Victor Eskenazi, sócio da Gráfica Online Eskenazi (www. lojagraficaeskenazi.com. br), situada em São Paulo. Como ter um negócio sustentável? Para se enquadrar em um modelo sustentável, o empreendedor não precisa, necessariamente, direcionar o seu negócio para um setor totalmente ligado ao meio ambiente como o desenvolvimento de novas tecnologias que não o agridem ou a geração de energias limpas.


Consumismo desenfreado e suas consequencias

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Há alguns anos, as pessoas consumiam moderadamente e compravam somente o que era necessário. Atualmente isso mudou e as pessoas consomem exageradamente. Compra-se coisas sem necessidade, muitas vezes para satisfazer seus sentimentos afetivos. Quando um casal briga, a mulher fica magoada e a sua melhor maneira de ficar bem é comprar e gastar sem necessidade. Pedro é bem-sucedido na profissão e diz que quando está deprimido ou sentindo um vazio sua melhor maneira de combater a depressão é ir para as compras e gastar muito. Muitos especialistas comparam a necessidade de uma pessoa assim com o vício em drogas. A necessidade dele é de compensar o vazio que está sentido comprando exageradamente. A necessidade de consumo pode tornar-se uma com-

pulsão e isso prejudica bastante os seres humanos, levando-os a cometer atos que geram sérios problemas. Pessoas compulsivas compram produtos supérfluos e têm gastos excessivos. O consumismo exagerado, além de trazer grandes consequências para o indivíduo, prejudica o meio ambiente. O consumo exagerado traz grandes consequências, como o impacto ambiental. O aumento do aquecimento global e outras consequências comprometem os recursos socioambientais. Antigamente, o crescimento populacional trazia essas consequências, agora é o consumo exagerado das pessoas. Muitas pessoas acreditam que o consumo precisa ser sustentável e estão consumindo produtos verdes. Estes produtos colaboram com o meio ambiente e ainda geram

renda e emprego. É um avanço para a economia do país. O consumidor consciente sabe comprar, sabe de sua necessidade, compara preços e a qualidade do produto. Ele sente quando está sendo enganado em relação a promoção de um produto. Consome com responsabilidade e só compra aquilo que realmente precisa, contribui com o meio ambiente e faz tudo no intuito de participar. Nós temos o poder de mudar, de agir e colaborar com as coisas que têm o intuito de nos fazer bem e colaborar com a nossa qualidade de vida. Nossas atitudes e opiniões são muito importantes na hora de tomarmos uma decisão. Devemos pensar conscientemente e agir de maneira correta para que nossos atos não nos comprometam no futuro. Desse modo é imprencidível o consumo consciente.


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Desde que o mundo é mundo, consumimos em excesso. As sociedades primitivas não viviam em função apenas de sua subsistência, mas usavam de objetos e adornos para criar uma hierarquia social. Entre as civilizações antigas, Roma era uma das que mais consumia em excesso. Contudo, foi após a Revolução Industrial que o consumo toma outras proporções. As motivações para o consumismo são as mesmas: o hedonismo, reconhecimento social e sentimento de pertencimento. Mas a oferta de bens muda de uma escala artesanal, como a perecibilidade de alimentos, por exemplo, para uma escala industrial e massificada. Para entender como nos rela-

cionamos com o consumo, é importante entender a nossa relação com o meio ambiente. A abordagem que vemos predominante é a antropocêntrica, ou seja, o ser humano como elemento central de importância e a natureza e recursos naturais como meios

para levar a nossa satisfação de necessidades e desejos. Precisamos tomar o controle das nossas escolhas, consumirmos conscientes da responsabilidade atrelada à compra de um produto, nos questionarmos se realmente precisamos desse novo item.

Centenas de milhares de estudantes participaram nesta sexta-feira (20) de um dia de manifestações em todo o planeta, na maior mobilização da História para conscientizar os adultos sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas. Os alunos de grandes cidades como Sydney, Manila, Mumbai, Seul, Bruxelas, São Francisco e Los Angeles responderam à con-

vocação da jovem ativista sueca Greta Thunberg, que participa do protesto em Nova York, a não comparecerem às aulas hoje em uma greve escolar simbólica. Os alunos de grandes cidades como Sydney, Manila, Mumbai, Seul, Bruxelas, São Francisco e Los Angeles responderam à convocação da jovem ativista sueca Greta Thunberg, que participa do protesto em

Nova York, a não comparecerem às aulas hoje em uma greve escolar simbólica. Os protestos começaram na Ásia e na região do Pacífico, e continuaram na África e Europa - passando por Paris, Londres e Berlim - até chegarem aos Estados Unidos. Thunberg está encantada de que seu movimento “Fridays for Future”, governantes para reduzir o aquecimento do planeta.


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Revista Lado Verde  

A Revista Lado Verde tem como intuito mostrar curiosidades, e assuntos relacionados a sustentabilidade no Brasil e no mundo. Este que se enc...

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A Revista Lado Verde tem como intuito mostrar curiosidades, e assuntos relacionados a sustentabilidade no Brasil e no mundo. Este que se enc...

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