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Paulo Brant, diretor-presidente da Cenibra

Cenibra prevê duplicar produção

Investir em MBA garante retorno na carreira Empresas nacionais apostam mais em inovação Inovação e estratégia, muito mais do que um bom jogo de palavras por George Leal Jamil


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• Educação e Inovação para Todos, por Ronaldo Gusmão • 5 • Gestão de Mudanças em TI: Transição Técnica ou Comportamental?, por Jorge Bassalo • 13 • Inovação e Estratégia, Muito Mais do que um Bom Jogo de Palavras, por George Leal Jamil • 18

Capa • Cenibra Prevê Duplicar Produção • 6

Cenário • Empresas Nacionais Apostam Mais em Inovação • 8 • Investir em MBA Garante Retorno na Carreira • 10

Curtas • Ensina Quem Sabe Fazer • 16

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edes Sociais

iragem:

15.000 exemplares Periodicidade bimestral Distribuição gratuita

C T

Opinião

Nesta Edição

Expediente

PRESIDENTE: Ronaldo Gusmão / DIRETORIA | Diretor de Pós-Graduação: Mauri Fortes / Diretor de Marketing: Paulo Emílio Vaz / Diretor de Operações e Produto: José Ignácio Villela Jr / COORDENAÇÕES | Financeiro: Sérgio Ferreira / Administrativo: Marcelo Pereira / Ensino: Fernanda Braga / Treinamento: Priscila Rangel / Relacionamento: Ana Paula Rancanti / Sistemas de Informação: Gislene Perona / Comunicação e Marketing: Jorge Cortez / Vendas: Sheyla Matos / COORDENAÇÕES TÉCNICAS | Meio Ambiente: Luiz Ignácio Fernandez de Andrade / Sistemas Industriais: José Ignácio Villela Jr / Mineração: Jorge Valente / Manutenção: José Henrique Egídio / Tecnologia da Informação: Antônio de Pádua / Telecomunicações: Hudson Ribeiro / Gestão de Projetos: Clênio Senra, Ivo Michalick e João Carlos Boyadjian / Gestão de Energia: Wanyr Romero Ferreira / Gestão de Negócios: Wilson Leal / Responsabilidade Social: Helena Queiroz / Inovação e Criatividade: José Henrique Diniz e Terezinha Araújo / Sustentabilidade: Antônio Claret Oliveira | REVISTA IETEC | Projeto Gráfico: Marcos Rosa / Jornalista Responsável: Tatiana Moraes (10956/MG) / Impressão: Paulinelli / Foto capa: Rodrigo Zeferino

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Opinião

Educação e Inovação para Todos Dos estudantes aos professores, dos empresários aos políticos qualificada, sem qualificação não há melhores salários. Ou seja, sem educação e qualificação continuaremos com sérios problemas de distribuição de renda no país.

RONALDO GUSMÃO

Presidente do Ietec e coordenador-geral da Ecolatina Divulgação Ietec/Leandro Bifano

O discurso da inovação está em todos os lugares: nos governos estaduais recém-empossados, em vários ministérios do governo federal, na Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e nas federações estaduais. Mas por que esse discurso, ou melhor, as práticas inovadoras, não mobilizam os profissionais da educação e suas instituições? Países desenvolvidos que já deram um salto educacional têm incentivado a criatividade e incrementado a capacidade de inovar de seus estudantes e professores. Isso acontece porque tais nações já perceberam que estamos em uma sociedade do conhecimento, na qual a informação é matéria-prima abundante que precisa ser transformada pela criatividade e pelo espírito inovador em serviços e produtos. No último Programa Internacional de Avaliação de Aluno (PISA) – que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de estudantes de 15 anos de idade sobre matemática e ciências de 65 países – o Brasil ocupa a vergonhosa 53º posição. Numa tentativa de melhorar a educação no país, o Governo Federal encaminhou para aprovação do Congresso o Plano Nacional de Educação para os próximos 10 anos. Este plano pretende fixar o investimento na área em 7% do PIB, dois pontos percentuais acima do praticado atualmente. O aumento é necessário. Sem educação não há mão de obra

O problema vai além, e é cíclico. Sem educação e qualificação estamos, ainda, fadados a inovar cada vez menos, movimento que reduz a competitividade nacional. Como consequência, os salários diminuem e cresce a má distribuição da renda. Voltamos, portanto, ao início da questão. A pesquisa de inovação tecnológica (Pintec), realizada pelo IBGE e divulgada recentemente, mostrou que das 106,8 mil empresas pesquisadas, 41,3 mil implementaram um produto e/ou processo novo entre 2006 a 2008. O percentual de empresas que investem vem caindo ao longo das quatro edições: de 1988 a 2000, 10,29%; de 2001 a 2003, 5,8%; 2003 a 2005, 5,5%, e de 2005 a 2008, 4,2%. A falta de mão de obra qualificada para inovação é, certamente, um dos motivos da queda. Dos 73.265 profissionais que integravam o quadro das empresas que participaram da pesquisa, apenas 10.292 eram pósgraduados e 35.051 graduados. As empresas de TI, que vangloriam altos investimentos no desenvolvimento de tecnologia de ponta, seguem na mesma linha. Das 2.514 corporações que participaram da pesquisa, apenas 328 destinaram recursos a P&D, área que emprega somente 3.367 profissionais de um universo de 201 mil pessoas. Quando o assunto é qualificação, o problema fica mais evidente: menos de 10% dos empregados que implementaram inovação possuem pós-graduação. Em contrapartida, a produção científica nacional, medida pelo número de publicações científicas e elaborada pela SCImago Jorunal & Country Rank, cresceu nos últimos anos. O Brasil já é o 14º no ranking mundial. A posição

é bastante positiva quando analisada isoladamente. Porém, é insuficiente quando pensamos que atualmente somos a oitava economia do mundo. O mesmo acontece com a quantidade de patentes registradas no país. De acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), o número de patentes brasileiras cresceu 75% entre 2005 e 2009, saltando de 9.643 para 16.878. Porém, quando confrontados com outros países, os dados perdem o brilho. No mesmo período, a China requereu 300 mil patentes, enquanto os Estados Unidos chegaram próximos de 480 mil. Embora os números sejam positivos, os asiáticos não estão satisfeitos. Até 2015, a China tem como objetivo de requerer 1 milhão de patentes ao ano. Se a indústria brasileira já sofre com a ameaça d o s produtos chineses, imagine como será no futuro.

Imaginou? Ótimo. Agora, aja. Faça, hoje, o necessário para evitar os males de amanhã. É necessário investir, hoje, em qualificação de mão de obra, principalmente no que diz respeito à gestão da inovação. O brasileiro é um povo criativo, possui garra. Falta, porém, conhecimento para transformar as ideias em projetos que tragam resultados concretos. Educação e inovação para todos, dos estudantes aos professores, dos empresários aos políticos.

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Capa

Cenibra

de US$ 2 bi devem Prevê Duplicar Cerca ser investidos na ampliação. O objetivo é atender ao Produção aumento da demanda mundial. A indústria de celulose anda a passos largos. Segundo o diretorpresidente da Celulose NipoBrasileira S/A (Cenibra), localizada em Belo Oriente (MG), Paulo Brant, a demanda mundial pelo produto está praticamente equiparada à oferta. Por um lado, a notícia é animadora. Afinal, o setor foi um dos que sofreram os graves efeitos da crise financeira internacional. Por outro, a recuperação acelerada pode fazer com que haja uma certa “escassez” da matéria prima entre 2011 e 2012. O motivo é a rapidez com que a necessidade pelo produto irá crescer nos próximos anos. De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Jaakko Pöyry, a demanda por celulose de fibra curta de eucalipto, especialidade das empresas do setor instaladas no Brasil, deve aumentar 4,6% anualmente. “Hoje, a capacidade mundial instalada é de 55 milhões de toneladas por ano. A necessidade gira em torno de 51 milhões de toneladas. Além do capital, as empresas que desejam ampliar a produção têm que considerar o tempo necessário para o desenvolvimento da floresta. Por isso, só é possível expandir a produção em médio ou longo prazo”, diz Brant. Para atender ao mercado, a Cenibra planeja implantar mais uma linha de produção, a terceira da empresa. A princípio, o projeto ficaria em cerca de US$ 1 bilhão. Entretanto, o diretor-presidente afirma que houve revisão no investimento, que agora gira em torno de US$ 2 bilhões e será avaliado pelos acionistas da empresa neste ano. Segundo ele,

6 fevereiro/março • ietec.com.br

ainda não há previsão do início das operações. Com a ampliação, a capacidade instalada da empresa saltará de 1,2 milhão de tonelada/ano para aproximadamente 2,3 milhões de toneladas/ano, aumento de 91,6%. “A nova planta reduziria o custo médio da produção, garantindo ganhos em competitividade”, explica. Mercado - Atualmente, a Cenibra exporta aproximadamente 90% da produção. Estados Unidos, China, Japão e os países da Europa são os principais responsáveis pelos embarques.

Para driblar a escassez de mão de obra especializada, a Cenibra investe em programas internos de desenvolvimento profissional Em 2009 a empresa comercializou 1,125.663 milhão de tonelada para o mercado externo e registrou R$ 171 milhões de geração de caixa, Ebitda, que em português significa “lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização”. Já o faturamento ficou em aproximadamente R$ 1,068 bilhão. De acordo com o diretor-presidente

da empresa, o faturamento para 2010 deve ser da ordem de R$ 1,418 bilhão, montante 33% superior ao do exercício anterior. Mão de obra - Presente em 54 municípios de Minas Gerais, a Cenibra gera cerca de nove mil empregos diretos, sendo que 1,357 mil são próprios e os outros 7,332 mil são terceirizados. A quantidade de indiretos chega a 68 mil. Para a nova planta, um novo contingente seria contratado. O cenário de escassez de mão de obra especializada enfrentado pelo país não afetará de forma grave a empresa, que precisará expandir o quadro de funcionários para iniciar as operações da nova planta. Para driblar o problema, Brant afirma que a Cenibra possui uma série de programas internos de desenvolvimento pessoal e profissional, de segurança, produtividade e qualidade de vida. Entre eles, destaca-se o projeto de remuneração, atividades de treinamento, ações de controle médico e promoção de saúde, plano de benefícios, previdência privada, alimentação e transportes subsidiados e distribuição de material escolar a filhos de empregados. O objetivo dos programas, conforme afirma o diretorpresidente, é qualificar e reter os profissionais. “A Cenibra tem, por tradição, formar pessoal. Ao valorizar nosso profissional, fortalecemos nossos valores e aumentamos a retenção da mão de obra. Costumamos procurar alguém de fora quando queremos mesclar culturas”, comenta.


O meio ambiente está entre as principais preocupações da empresa. A Cenibra foi a primeira do país a receber simultaneamente as certificações do Conselho de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council -

FSC) e do Programa Nacional de Certificação Florestal (Cerflor). Cabe ressaltar que o FSC (internacional) e o Cerflor (nacional) são organizações independentes, compostas por representantes dos setores ambiental, econômico e social, e que estabelecem os princípios e critérios de manejo florestal sustentável. A Cenibra possui, ainda, a certificação da cadeia de custódia, um diferencial de mercado que garante ao consumidor que o produto florestal fabricado, seja madeireiro ou não-madeireiro (fábricas de pasta celulósica, de papel, Carboxi Metil Celulose

- CMC, microcelulose) utiliza matéria-prima proveniente de Floresta 100% Certificada (FSC Pure) ou de Floresta Certificada e de Fonte Controlada (Mixed Source) de acordo com os princípios e critérios do FSC. Outro diferencial citado pelo diretor-presidente é o constante investimento em inovação. “A inovação é muito importante para que o produto final tenha qualidade superior. Inovamos para desenvolver clones melhores, para melhorar a genética, o terreno e a produtividade. Na Cenibra, a transformação de ideias em resultados é muito aplicada em processos”, justifica.

PERFIL - PAULO BRANT Nascido em Diamantina (MG), graduado em economia e engenharia civil, com especialização nas áreas de economia e estratégia empresarial, o diretor-presidente da Cenibra, Paulo Eduardo da Rocha Brant, exerceu a liderança de diversas instituições acadêmicas e financeiras, além de ter atuado como Secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais, de 2008 a 2010. Paulo Brant ocupou os cargos de diretor-superintendente, economista chefe, diretor da área de Operações, da área de Finanças e superintendente da área de planejamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Além de ter sido diretorexecutivo do Bemge Distribuidora e diretor vice-presidente e de Relações com o Mercado do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge). Dentre as outras atividades realizadas por ele estão a presidência do Instituto Brasileiro de Planejamento, a vice-presidência do Conselho Deliberativo do América Futebol Clube e a participação no conselho do Museu Clube da Esquina. Brant exerceu, ainda, o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio de Minas Gerais.

O diretor-presidente da empresa, Paulo Brant, afirma que a capacidade mundial instalada está próxima da demanda

Foto: Paulo Sérgio de Oliveira

ietec.com.br • fevereiro/março

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Capa

Além de expandir a mão de obra, a empresa deverá aumentar a área plantada e a destinada à infraestrutura. Atualmente, a Cenibra maneja uma área superior a 225 mil hectares. Destes, 129 mil hectares são destinados ao plantio de eucaliptos, 102 mil hectares à área de preservação permanente e reserva legal e 23 mil hectares voltados à infraestrutura.


Cenário

Empresas Nacionais Apostam Mais em

Inovação

Por Tatiana Moraes

Conforme a mais recente Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), entre 2006 e 2008 o índice de empresas que investiram em novos produtos ou processos passou de 34,4% para 38,6% Pouco a pouco o ambiente corporativo nacional se rende à gestão da inovação. Segundo a mais recente Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) – realizada pelo IBGE, referente aos anos de 2006, 2007 e 2008 –, o índice de empresas que investiram em

FÉLIX FERREIRA RIBEIRO O coordenador de Projetos da Nansen S/A Instrumentos de Precisão e aluno da pós em Gestão da Inovação em Empresas, Félix Ferreira Ribeiro, iniciou um projeto de gestão de idéias na empresa em que atua Arquivo Pessoal

novos produtos ou processos saltou de 34,4%, apurado no triênio anterior, para 38,6%. Como consequência, houve aumento da demanda por profissionais especializados na área, principal “vedete” do pós-crise. A afirmação é do coordenador da pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas do Ietec,

8 fevereiro/março • ietec.com.br

José Henrique Diniz. De acordo com ele, que possui mais de 20 anos de experiência no ramo, a implantação de sistemas gerenciais para transformar ideias em resultados é uma tendência irreversível. “Além de aumentar a competitividade, a prática de métodos de gestão da inovação nas empresas, de forma sistemática e eficiente, tem efeitos altamente positivos na antecipação de incertezas e na condução dos negócios durante períodos de turbulência mercadológica”, comenta. Antenados às necessidades do novo cenário econômico, profissionais dos mais diferentes segmentos apostam na especialização do Ietec para melhorar os resultados das empresas para as quais trabalham e aumentar a própria competitividade no mercado. E o retorno do investimento já pode ser percebido pelos alunos. É o caso do coordenador de Projetos da Nansen S/A Instrumentos de Precisão, Félix Ferreira Ribeiro. De acordo com ele, o conhecimento adquirido no curso permite que o profissional enxergue a empresa sob uma nova ótica, buscando oportunidades e melhorias. O coordenador de Projetos ressalta, entretanto, que a gestão da inovação não é uma tarefa fácil.

“O processo completo de inovação, isto é, uma ideia transformada em resultado, demanda tempo, esforço e planejamento”, analisa. Apesar disso, ele comenta que já iniciou um projeto de gestão de ideias na empresa em que atua. O sócio-proprietário da rede de restaurantes BemNatural, Marcos Batista, concorda. Também aluno da pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas, ele afirma que os assuntos discutidos nas aulas têm servido como base para a implantação de novos processos de gestão. “O curso nos apresentou ferramentas e conceitos de inovação que me ajudaram a identificar onde podemos melhorar nossas práticas e criar novas formas de gerir a empresa. Estamos no início do processo de inovação do sistema gerencial e já pensamos que, após este momento, faremos novas investidas na inovação de outras áreas da empresa, como produtos e mercados”, afirma. Assim como Batista e Ribeiro, o gerente de engenharia da Rossetti Equipamentos Rodoviários, Fábio Soave, coloca em prática o que aprende em sala. Atualmente, ele trabalha para criar um ambiente que estimule a inovação e para implantar um sistema de gestão de ideias na empresa. Ainda segundo Soave, a inovação sempre foi estratégica para a Rossetti. Porém, foi a partir do curso que ele realmente entendeu que os processos inovadores precisam ser geridos de maneira sistemática e, em contrapartida, trazer resultados mais consistentes.


Apresentar aos alunos ferramentas que podem ser utilizadas no dia a dia empresarial é, exatamente, um dos objetivos da pós, conforme afirma Diniz. Ele explica que o curso foi desenvolvido para que os alunos tenham acesso a uma espécie de “caixa de ferramentas da inovação”. Dessa forma, segundo o coordenador da pós em Gestão da Inovação em Empresas, eles poderão se antecipar às necessidades do mercado, além de propor melhorias constantes em processos, produtos e gestão. Para alcançar o objetivo proposto, o coordenador afirma que o aperfeiçoamento foi desenvolvido sob uma abordagem inovadora e diferenciada. “A pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas oferece não apenas uma sólida bagagem teórica sobre a inovação, mas estimula a consolidação do aprendizado através de dinâmicas, de estudos de caso e da contextualização da gestão da inovação no Brasil e no mundo, além de oferecer ferramentas de aplicação prática e de incorporar temas que usualmente não são abordados em cursos similares”, afirma. Diniz completa que o curso é direcionado a gestores e profissionais de nível superior de diversas áreas (Engenharia, Produção, Marketing, Vendas, Comunicação etc), que tenham interesse em se especializar em Gestão da Inovação. Entre os assuntos abordados na pósgraduação, ele destaca criatividade, gestão de projetos, recursos para inovação, marcas e patentes, transferência tecnológica e inovação aberta, uma das principais tendências do novo cenário econômico.

Cenário

“Além disso, alguns conceitos abordados na disciplina Inovação e Competitividade, conduzida pela professor Sérgio Viegas, ajudaram a definir os caminhos de um de nossos produtos no mercado”, comenta.

Inovação em números Apesar de a formalização dos sistemas de gerenciamento da inovação ainda ser recente no Brasil, o setor tem avançado, segundo apontou a Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) 2008, realizada pelo IBGE com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). De acordo com o documento, que chega à quarta edição, a taxa de inovação passou de 34,4% em 2005 para 38,6% em 2008. Aproximadamente 106,8 mil empresas foram analisadas em 2008, contra 95,3 mil em 2005. Embora o universo do período mais recente seja maior, o número de empresas inovadoras aumentou em ritmo mais acelerado na quarta edição do documento, saltando de 32,8 mil para 41,3 mil. Segundo nota de rodapé publicada pelos pesquisadores responsáveis pela Pintec, o último trimestre de 2008 foi marcado por resultados tímidos devido à crise financeira internacional, caracterizada pela redução do crédito e, consequentemente, pela redução dos investimentos e da demanda – fator que teria puxado para baixo a taxa na última versão. A retração do mercado é um movimento comum em épocas de recessão, conforme afirma o coordenador da pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas do Ietec, José Henrique Diniz. De acordo com ele, em momentos de incerteza econômica

a tendência das empresas é focar as atividades no curto prazo, buscando maximizar o rendimento de seus ativos e extrair o máximo de produtos já lançados ou maduros. “Neste período, parece-me perfeitamente plausível que as incertezas reflitam negativamente nos investimentos de inovação, que, normalmente, são projetos de longo prazo de maturação. É claro que se trata de uma estratégia de sobrevivência, porém, perigosa se mantida por muito tempo. Afinal, não há crise que dure para

JOSÉ HENRIQUE DINIZ De acordo com o coordenador da pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas, José Henrique Diniz, o aumento da demanda por profissionais especializados na área é uma tendência do mercado Arquivo Pessoal

sempre e, ao mesmo tempo que representa ameaças, a crise também traz consigo grandes oportunidades, principalmente em mercados altamente concorrenciais”, conclui.

ietec.com.br • fevereiro/março

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Cenário

Investir em MBA Garante Retorno na Carreira Por Tatiana Moraes

De acordo com pesquisa realizada pela revista Você S/A, 62% dos profissionais que cursam um MBA recebem aumento salarial Subir na carreira é objetivo de todo profissional. Para atingir a meta, entretanto, algumas investidas são fundamentais. Não que exista uma receita para o sucesso. Infelizmente, não há. Porém, cursar MBA em uma instituição de renome pode, além de garantir uma “turbinada” no currículo, aumentar o networking e estimular mudanças que realmente melhoram o resultado das empresas. Como consequência, o incremento no salário é inevitável. É o que aponta a mais recente pesquisa realizada pela revista Você S/A, cujos resultados deram origem à edição de 2010 do Ranking Você S/A – Os Melhores MBAs do Brasil. De acordo com o estudo, 62% dos profissionais que investiram nesta modalidade de estudos obtiveram melhoria na remuneração mensal. Em pesquisa realizada com os ex-alunos do Ietec, que pela terceira vez consecutiva integrou o ranking, o índice dos que afirmam que o curso colaborou para o aumento do salário, promoção ou mudança de empresa é ainda superior: 71%. Do total, 21% confirmam que o curso foi fundamental para a ascensão profissional e 34% garantem que contribuiu bastante. Dos MBAs oferecidos pelo Ietec, que está há 23 anos no mercado, três participaram da pesquisa. Todos foram classificados: MBA em Gestão de Negócios, MBA em Gestão de Projetos e MBA em Gestão de Negócios e

Tecnologia da Informação, o único de TI em Minas Gerais selecionado entre os melhores do país. A Teoria na Prática - Na avaliação do presidente da instituição, Ronaldo Gusmão, o diferencial está na aplicabilidade dos cursos. ”Além de dominarem a parte acadêmica, os professores são profissionais inseridos no mercado – consultores, empresários bem sucedidos e pessoas que ocupam cargos de decisão de diversas companhias do país. Isso significa que eles entendem tanto da teoria quanto da prática”, afirma. Os números apontados pela pesquisa do Ietec vão de encontro à afirmação. Conforme a análise, 60% dos ex-alunos classificam os MBAs como “muito” e “totalmente” aplicáveis ao dia a dia das empresas. Do restante, 34% avaliaram os cursos como “aplicáveis ao dia a dia”. Ex-aluna do MBA em Gestão de Negócios do Ietec, a coordenadora de Gestão da Disponibilidade do Grupo Treviso, Priscila Brito, é exemplo de quem transformou o que aprendeu em sala de aula em resultados. Ela desenvolveu um projeto e criou uma Central Estratégica de Compras que atende ao grupo nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

investiram em um curso de MBA tiveram acréscimo superior a 20% no rendimento mensal. Para outros 14%, o incremento foi superior a 50%. Networking - Além do aumento salarial, a coordenadora de Gestão da Disponibilidade ressalta que a vivência empresarial dos professores facilita a troca de informações com os alunos. “O MBA ampliou e qualificou minha rede de relacionamentos”, diz. Conforme indica pesquisa realizada pelo Ietec, cursar um MBA aumenta, e muito, o networking. Dos participantes, 55% deram notas 4 e 5 para a ampliação da rede, sendo que 5 é a nota máxima. O gerente de Tecnologia da Cesa Logística, Fabiano Murta, concorda. Ex-aluno do MBA em Gestão de Negócios, ele diz que a vivência empresarial dos professores permite que os conceitos teóricos sejam exemplificados com casos reais das empresas, o que incentiva a troca de experiência.

“Com o projeto, conseguimos uma redução de custos de mais de R$ 500 mil em um período de doze meses”, comenta. Em contrapartida, ela, que era analista, foi promovida a gerente e recebeu aumento salarial de 40%. O reconhecimento, por parte das empresas, do bom trabalho desenvolvido pelos profissionais que apostaram na qualificação é uma constante. De acordo com a pesquisa da Você S/A, metade daqueles que

DANIEL SILVA O salário de Daniel Silva, ex-aluno do Ietec, subiu 30% depois que ele concluiu o MBA Arquivo Pessoal

10 fevereiro/março • ietec.com.br


Em pesquisa realizada com os ex-alunos do Ietec, que pela terceira vez consecutiva integrou o ranking dos melhores MBAs do país, o índice dos que afirmam que o curso colaborou para o aumento do salário, promoção ou mudança de empresa é 71%. “Além do aprendizado de muita qualidade, a troca de experiências com professores e colegas do curso fez com que os conceitos abordados pudessem ser melhor entendidos e aplicados de forma mais fácil”, afirma. O estímulo a ideias inovadoras foi outro ponto citado por ele. O gerente de Tecnologia comenta, ainda, que aplicou o conhecimento adquirido com o MBA em diversas áreas: as aulas

REGINA MAIA Após terminar o MBA em Gestão de Negócios, Regina Maia recebeu uma proposta para integrar o quadro de empregados de uma das maiores empresas do país

sobre gestão de pessoas puderam ser colocadas em prática para melhorar o clima da empresa, tanto no que diz respeito aos relacionamentos internos quanto com os clientes; o conceito de empreendedorismo foi utilizado na busca de soluções com visão do negócio, o que gera valor para a empresa; as aulas de logística auxiliaram na melhoria da visão sobre a cadeira de suprimentos, entre outros. Como resposta, Murta recebeu aumento salarial. A possibilidade de transformar conceitos em resultados para as empresas é, certamente, um dos motivos que explicam a aceitação dos cursos do Ietec pelo mercado. Dos alunos que responderam à pesquisa desenvolvida pela instituição, 66% avaliaram o reconhecimento dos cursos com as notas 4 e 5. Este reconhecimento pôde ser vivenciado na prática pelo atual gerente de Projetos da Algar Tecnologia, Daniel Silva. Ex-aluno do MBA em Gestão de Projetos do Ietec, ele recebeu um convite para atuar na empresa em que está hoje, com salário 30% superior ao que recebia na antiga corporação. “Com o curso tive melhor visibilidade no mercado”, justifica. O caso da engenheira Regina Maia é semelhante. Após terminar o MBA em Gestão de Negócios ela recebeu uma proposta para integrar o quadro de empregados de uma das maiores empresas do país. O salário oferecido foi aproximadamente 40% superior ao que ela recebia no emprego anterior. “A experiência alinhada a uma qualificação acadêmica certamente abre portas”.

Cursos Segurança da Informação nas Organizações - Gestão e Implementação 14 a 17 de março

Liderança em Equipes de Tecnologia 16 e 17 de março

Gerenciamento de Projetos de Software com Ênfase em Planejamento 4 a 14 de abril

Gestão de Serviços de TI - ITIL V3 13 a 15 de abril Veja a programação completa dos cursos no site:

ietec.com.br "O curso me possibilitou explorar e aprender as técnicas de liderança de equipe. O próximo passo é aplicar o aprendizado no meu dia a dia." Galahard Alex da Silva Gerente de Tecnologia da Informação Santa Bárbara Engenharia Ex-aluno do curso Liderança em Equipes de Tecnologia

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GESTÃO INDUSTRIAL Custos | Produção | Processos | Logística | Compras | Qualidade

Cursos Planejamento e Controle de Estoque 22 e 23 de fevereiro

Produtividade Industrial-Medição e Gerenciamento Através da OEE 22 de fevereiro

Análises Tributárias 24 e 25 de fevereiro

Gestão Integrada - Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho 2 a 4 de março

Planejamento, Programação e Controle da Produção - PPCP 2 e 3 de março

Elaboração de Proposta Técnica e Comercial 14 a 16 de março

Custos como Instrumento de Gestão 16 e 17 de março

Gerenciamento de Compras 29 e 30 de março

Manufatura Enxuta - Lean Manufacturing 5 e 6 de abril

Mapeamento e Gerenciamento de Processos (Rastreabilidade de Processos) 4 e 5 de abril

Gerenciamento da Logística 6 e 7 de abril

Análise Econômico-Financeira na Administração de Compras 7 e 8 de abril

CEP - Controle Estatístico do Processo 14 e 15 de abril

Administração de Custos e Produtividade 13 e 14 de abril

Formação do Preço de Vendas e Análise Tributária 14 e 15 de abril

Desenvolvimento e Avaliação de Fornecedores 25 a 27 de abril

Liderança em Equipes de Produção 28 a 29 de abril

Veja a programação completa dos cursos no site: ietec.com.br “O curso atendeu às minhas expectativas, contribuindo muito para o aprimoramento das minhas atividades na empresa.”

Ivanir José S. Moreira Técnico de Processo da Novelis do Brasil Ltda Ex-aluno do curso Planejamento, Programação e Controle da Produção

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Transição técnica ou comportamental? JORGE BASSALO Mestre em Administração, MBA em Negócios Digitais, Pós-graduado em Administração Financeira, graduado em Administração de Empresas com Especialização em Análise de Sistemas. Sócio-diretor da Estrategy Gestão de Mudanças e professor do Ietec.

Q

uando se aborda o tema Gestão de Mudanças (GM), há dúvidas sobre qual tipo está se falando, se a GM com o enfoque técnico ou se a GM com a abordagem comportamental. Na primeira, sempre que ocorrerem mudanças na configuração de hardware, software e documentação de um ambiente de Tecnologia da Informação (TI), a GM terá papel fundamental para garantir que todas as alterações que venham a afetar a infraestrutura sejam feitas de uma forma controlada. Daí a importância de iniciativas como ITIL, COBIT, entre outras, para organizar e controlar o ambiente de TI. Já a segunda, prepara as pessoas envolvidas na transição de uma mudança. Antes de entrarmos diretamente nos aspectos que envolvem as mudanças nos projetos de TI, precisamos conceituar o tema Gestão de Mudanças Organizacionais. As organizações estão se reinventando a cada instante à procura de novas tecnologias e metodologias que lhes proporcionem melhorias de qualidade e diferencial competitivo. Fusão/ aquisição, lançamento de novos produtos ou serviços, novo líder e nova tecnologia, para citar alguns, são motivos de mudança e exigem um acompanhamento especial no momento da transição organizacional. A chegada de um novo sistema de informação causa às empresas um grande "frenesi". Normalmente, a adoção de complexos sistemas de informação é um processo liderado pela cúpula, e os níveis tático e operacional não são envolvidos na decisão. Vejam, principalmente, a grande avalanche de implantações de sistemas ERPs ocorridas na virada do século passado para resolver problemas do bug do milênio. O tema GM não era, naquela época, tão bem explorado e daí talvez os sucessivos problemas de implementações que sempre foram

creditados aos detentores dos produtos, mas que na verdade não tiveram uma atenção especial em relação a pessoas.

Opinião

Gestão de Mudanças em TI:

Atualmente, apesar dos critérios técnicos ainda serem priorizados nas empresas, já há uma mudança de postura, na medida em que as pessoas envolvidas nos projetos são tratadas como os principais ativos de uma organização. Podem-se comprar processos, sistemas e tecnologias, mas a paixão dos usuários só é conquistada se existir um processo de envolvimento dessas pessoas buscando sempre ativar a motivação intrínseca de cada um. Os principais componentes utilizados nos projetos de implementação de TI na Gestão de Mudanças são: Mobilização, Comunicação, Levantamento dos Impactos Organizacionais e Treinamento.

Cursos Gerenciamento da Manutenção 24 e 25 de março

- Mobilizar significa colocar a empresa em movimento na direção da mudança desejada por meio de pessoas.

Gerenciamento Total de Equipamentos para a Produtividade - TPM

- Comunicação é o processo onde a empresa toma conhecimento dos objetivos da mudança. Através da estratégia de comunicação com a escolha do público-alvo, dos canais de comunicação e do desenvolvimento do plano de comunicação, toda a empresa acompanha o andamento do projeto.

Segurança na Manutenção

- O levantamento dos Impactos Organizacionais busca aprofundar quais áreas da empresa serão impactadas direta e/ou indiretamente com a implantação do sistema. - O treinamento permite a transferência e o nivelamento de conhecimentos relacionados ao trabalho desenvolvido e possibilita um atendimento diferenciado a toda a clientela interna da empresa. Esses quatro componentes, associados a uma boa metodologia de GM e a uma gestão competente no tratamento das dificuldades oriundas de projetos dessa natureza, compõem a solução de gestão de mudanças. Aspectos emocionais e culturais são fatores que precisam ser considerados em projetos de transição para que os riscos sejam mitigados e a curva ascendente de sucesso seja alcançada. Somente as pessoas satisfeitas e motivadas podem fazer a diferença.

25 e 26 de abril

26 e 27 de abril

Veja a programação completa dos cursos no site:

ietec.com.br

“O curso atende perfeitamente no que diz respeito às melhores práticas da gestão de projetos de paradas e tem grande valia na manutenção industrial, além de propiciar grande troca de informações dos diversos ramos da manutenção.” Nilton Fabiano de Almeida Supervisor de Manutenção V&M Ex-aluno do curso Gestão de Projetos de Paradas

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Tel. (31) 3223.6251 / 3116.1000 • cursos@ietec.com.br R. Tomé de Souza, 1065 • Savassi • Belo Horizonte

ietec.com.br • fevereiro/março

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Finep pode virar instituição financeira O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, ao assumir o cargo, c o n c l a m o u as empresas brasileiras a investir "muito mais" em inovação produtiva, para agregar valor ao produto nacional e tornar o país mais competitivo (...)

Fapemig já lançou 8 editais neste ano A Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) lançou neste mês um pacote de oito editais, em diferentes modalidades. Ao todo, serão aplicados R$ 44,540 milhões. Conforme o presidente da instituição,

Mario Neto Borges, todo o Estado será beneficiado. "Do total de editais lançados neste início de ano, seis foram no dia 1º de janeiro. Os pesquisadores terão mais tempo para elaborar propostas", avaliou.

Ele ressaltou que existe uma grande demanda por pesquisas em Minas Gerais, sobretudo com base tecnológica (...)

Diário do Comércio - 19/01/2011

Pós-Graduação Gestão da Inovação em Empresas

06 de abril a 17 de agosto de 2011

Cursos

Curta-Duração Fontes de Financiamento e Elaboração de Projetos em Inovação

06 e 07 de abril

Valor Econômico - 04/01/2011

Espaço livre para a inovação Quem visita a sede da IBM, nos arredores de Nova York, recebe como brinde uma caixinha com nove chocolates. Oito deles representam os países que abrigam (...) Talita Moreira - De São Paulo

''Integração entre cérebro e máquinas vai influenciar evolução'' Para Nicolelis, corpo não vai mais limitar ação da mente sobre o mundo. Pesquisador também comenta os desafios impostos à ciência no País (...) O Estado de S.Paulo - 09/01/2011

Participe Tel. (31) 3223.6251 / 3116.1000 • cursos@ietec.com.br • R. Tomé de Souza, 1065 • Savassi • Belo Horizonte

China busca substituir imitação por inovação Como estratégia nacional, a China tenta construir uma economia que se baseie mais na inovação do que na imitação. Seus líderes claramente

reconhecem que ser a oficina de baixo custo do mundo para montar os produtos inovadores projetados em outros locais - pense em iPads e

numa série de artigos de alta tecnologia - tem seus limites (...)

O Estado de S.Paulo - 09/01/2011

Política industrial aposta na inovação Na nova política industrial que será divulgada pela presidente Dilma Rousseff, a inovação tecnológica terá uma força nunca vista antes, com benefícios

fiscais ao que os técnicos já chamam, informalmente, de "economia verde e criativa". Uma das medidas em discussão é a criação de incentivos mais robustos

a parques tecnológicos e incubadoras de empresas com base tecnológica (...) O Globo - 07/01/2011

Incubadoras devem receber mais investimentos do Governo A inovação é prioridade dentro da política industrial do governo da presidente Dilma Rousseff, segundo afirma o secretário de

Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ronaldo Mota. Um pacote de ações, que deve

ser apresentado em breve, está sendo desenvolvido pelos ministérios da Fazenda (...) Portal Exame - 19/01/2011

Multinacionais: mais P&D no Brasil As multinacionais Halliburton, prestadora de serviços para exploração e produção de petróleo, e TenarisConfab, fabricante de

tubos de aço, vão construir unidades de pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias para o setor de petróleo e gás

no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (...) TN Petróleo - janeiro/fevereiro 2011

Todas as matérias estão disponíveis no site techoje.com.br


Cursos Gestão de Recursos Hídricos 7 e 8 de fevereiro

Gestão Integrada - Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho 2 a 4 de março

Gerenciamento de Riscos e Acidentes Ambientais 17 e 18 de março

Administração de Resíduos Sólidos Industriais 22 e 23 de março

Licenciamento Ambiental 29 a 31 de março

Ecodesign: Desenvolvimento de Produtos e Processos Sustentáveis 5 e 6 de abril

Controle, Manuseio e Transporte de Produtos Perigosos 6 e 7 de abril

Controle Ambiental da Mineração 13 a 15 de abril

Legislação Ambiental 18 a 20 de abril

Veja a programação completa dos cursos no site: ietec.com.br “O curso contribuiu para identificar como o gerenciamento dos resíduos funciona realmente na prática, possibilitou uma nova visão sobre o tema e a troca de experiência com quem já atua no ramo foi essencial. " Gleyci Fernanda Queiroz Oliveira Logística V&M do Brasil Ex-aluno do curso Administração de Resíduos Sólidos Industriais

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Ensina Quem Sabe Fazer Curtas

João Carlos Boyadjian | Coordenador da Área de Gestão de Projetos

“A implantação de sistemas de gerenciamento de projetos só traz benefícios para as empresas. Em primeiro lugar, há uma melhoria na qualidade da gestão de mudanças, escopo, prazo, custo, qualidade e comunicação. Há, também, redução dos riscos. Para os colaboradores em si, a gestão de projetos ajuda a definir as funções de cada um na organização”. • Mestre em Engenharia Naval e Oceânica pela USP, especializado em Planejamento e Finanças pela NYU. Possui certificação PMP. É, ainda, membro da American Production Inventory Control Science (APICS) e presidente da CPLAN Consultoria e Planejamento.

Ivo Michalick | Coordenador da Área de Gestão de Projetos

“Com Copa do Mundo tendo BH como uma das sedes, vários megaprojetos de infraestrutura, mineração e siderurgia em andamento e um aumento vertiginoso na procura pro profissionais de projetos nos mais variados segmentos da economia, o momento é de investir numa capacitação ou aperfeiçoamento em GP de forma a se beneficiar de algumas das milhares de oportunidades que estão surgindo no mercado." • Mestre em Ciência da Computação (UFMG), com certificado PMP. É vice-presidente de filiação do PMI-MG e sócio-diretor da M2 Consultoria.

Clênio Senra | Coordenador da Área de Gestão de Projetos

“A implantação de sistemas de gestão de projetos, com suas técnicas específicas, permite com que os resultados esperados pelos patrocinadores sejam alcançados, contribuindo para melhoria do ambiente do projeto e desenvolvimento de equipes de alto desempenho.” • Mestre em Engenharia de Produção. Possui certificação PMP e Black Belt 6 Sigma. Diretor da Clênio Senra Gestão de Empreendimentos.

Wanyr Ferreira | Coordenadora da Área de Gestão de Energia

“Pesquisas indicam que o temido ‘apagão de mão de obra’ concentra-se em áreas que envolvem tecnologia, incluindo a área de gestão energética. Os profissionais que irão atuar nesse segmento precisam de um grau de formação adequado à sua função. A falta de pessoal e de estudos específicos sobre o assunto limita ou, até mesmo, impede a adoção de políticas eficazes”. • Doutora em Energia pela Université Paul Sabatier, mestre em Dirección y Gestión en Empresas Turísticas pela Escuela de Administración de Empresas (España) e mestre em Engenharia Térmica pela UFMG.

José Henrique Diniz | Coordenador da Área de Inovação e Criatividade

“A inovação deve ser entendida como um processo que decorre da estratégia empresarial. Por ser um processo, deve ser gerenciada de forma sistêmica. Talvez seja esse o maior gargalo.” • Possui pós-graduação em Estudos Mercadológicos, Liderança em Gestão, Gestão Estratégica de Tecnologia, MBA Executivo em Gestão de Negócios. Atua como parceiro (Technology Broker Senior) da Inventta Energia (Grupo Instituto Inovação S.A.), diretor da Sociedade Mineira de Engenheiros (SME) e presidente da Associação Brasileira Água e Energia (ABAE).

Terezinha Araújo | Coordenadora da Área de Inovação e Criatividade

“A criatividade, quando aplicada na gestão de uma empresa, não é apenas uma habilidade, mas, também, uma ferramenta estratégica de trabalho. Indivíduos comprovadamente qualificados em Criatividade e Inovação já são requisitados e têm destaque entre os demais no mercado.” • Mestre em Criatividade pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). É, ainda, consultora organizacional e parceira da Nature Eco Treinamento.

Helena Maria Gomes Queiroz | Coordenadora da Área de Responsabilidade Social

“Independente do porte ou do ramo de atuação, cada vez mais as empresas buscam se relacionar com ética, transparência e respeito. Assim, cresce a demanda pela capacitação de profissionais em responsabilidade social, não só pelas funções gerenciais, mas, principalmente, pela gestão dos investimentos sociais que as organizações fazem para a comunidade.” • Doutoranda em Educação pela Universidad de la Empresa (Uruguay) e mestre em Administração. Atualmente, é presidente da ONG Espaço Especial e sócia-diretora da Trilha Soluções em Responsabilidade Social.

Wilson Leal | Coordenador do MBA em Gestão de Negócios

“Foco em resultados, dinâmica de mercado e concorrência global acirrada fazem com que as empresas busquem gestores excelentes em suas funções. Para isso, conhecimentos e habilidades multifuncionais são necessários. Somente cursos de gestão de negócios elaborados com este objetivo são capazes de levar o profissional ao nível de desempenho exigido pelas organizações modernas.” • Mestre em Administração. Atual diretor de Negócios da Siemens e primeiro diretor secretário do Centro Empresarial de Minas Gerais (Ciemg).

16 fevereiro/março • ietec.com.br


Ensina Quem Sabe Fazer “A indústria extrativa mineral sofre com a escassez de mão de obra, fator que atrasa a melhora do setor. Justamente por isso, o profissional qualificado se destaca no mercado e recebe maiores salários.” • Especialista em Geomatemática e Planejamento de Minas (Univ. de Lisboa). Autor de nove livros e de mais de 100 artigos técnicos, publicados (Brasil e Exterior). Atua como diretor presidente das empresas Valente Consultoria & Serviços, Geo-ROM Informação Sistematizada e Real Extração de Minérios.

Hudson Natal Ribeiro | Coordenador da Área de Telecomunicações

“Todo o desenvolvimento da sociedade tem relação direta com a evolução das telecomunicações. Por isso, o desenvolvimento da área requer profissionais com qualificação e aprendizado contínuo em níveis operacionais, tecnológicos e mercadológicos, que se relacionam com todo e qualquer tipo de negócio existente.” • Mestrando em Engenharia Elétrica. Atualmente, ocupa o cargo de Gerente Sênior da área de Configuração de Rede de Transporte e Acesso (Embratel).

Antônio de Pádua | Coordenador da Área de TI

“Atualmente, um dos temas mais polêmicos na área de TI é a “escassez de talentos”. E a previsão é de que a demanda continue mais forte e acelerada do que a oferta de profissionais. Para agravar ainda mais a situação, falta mão de obra capacitada para atender ao mercado. Empresas de todos os portes abrem vagas diariamente e disputam profissionais com especialização em TI.” • Mestre em Administração. Superintendente de TI da A.R.G., possui experiência de 16 anos na área.

José Egídio | Coordenador da Área de Manutenção

"Podemos afirmar que a manutenção preventiva, preditiva, pró-ativa são ações planejadas que cada vez mais temos que aplicar nas empresas para garantir que os equipamentos / instalações estejam à disposição para produção. A importância dessas ações está diretamente ligada ao aumento da vida útil de cada equipamento, evitando, assim, paradas constantes com perda de produção." • Especializado em Engenharia de Qualidade e Produtividade. Atualmente é sócio-gerente da Perfiltec Serviços Técnicos Especiais.

José Ignácio | Coordenador da Área de Sistemas Industriais

"A produção industrial cresce cada vez mais no Brasil. Apesar do “boom”, o mercado sofre com a escassez de profissionais especializados. São centenas de vagas nas áreas de compras, vendas, logística, processos e produção, com salários excelentes e diversos benefícios. Falta, porém, mão de obra qualificada para preenchê-las." • Mestre em Administração, especializado em Gestão Estratégica e Gestão de Custos (Ietec). Atua como diretor do Ietec e como sócio-diretor da Logman Consultoria.

Antônio Claret de Oliveira | Coordenador da Área de Sustentabilidade

“Por se tratar de tema relativamente novo nas corporações brasileiras, verifica-se a necessidade de qualificar os executivos e agentes de mercado que atuam na área, a fim de atender à enorme demanda internacional, que vem se tornando cada vez mais forte nacionalmente.” • Pós-graduado em Engenharia da Qualidade, especialista em Gestão de Negócios e participante do Programa de Gestão Responsável para a Sustentabilidade. Foi um dos responsáveis pela implantação do Selo Verde para Manejo de Florestas no Brasil (FSC). É presidente da Câmara da Indústria da Base Florestal da Fiemg, membro do Comitê de Mudanças Climáticas de BH e conselheiro do Instituto Estadual de Florestas (IEF).

Luiz Ignácio Andrade | Coordenador da Área de Meio Ambiente

“O aumento da conscientização ambiental dos consumidores reflete em riscos e oportunidades para os empreendimentos. Por um lado, há uma valorização dos produtos desenvolvidos para atender à nova demanda da sociedade. Por outro, os projetos que não consideram os aspectos ambientais estão ameaçados. Por isso, qualificação profissional na área é essencial!” • Doutorando em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos (UFMG), mestre em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, pós-graduado “Lato Sensu” em Engenharia de Segurança do Trabalho e Engenharia de Produção (UFMG). Diretor-técnico da CP Solutions Engenharia e Consultoria Ambiental. Fotos: Arquivo Pessoal Divulgação Ietec/Leandro Bifano

ietec.com.br • fevereiro/março

17

Curtas

Jorge Valente | Coordenador da Área de Mineração


Opinião

Inovação e Estratégia, muito mais do que um bom jogo de palavras A gestão da inovação, num acordo universal, é algo que pode fundamentar uma nova estratégia empresarial, traduzir-se em base para uma estratégia diferenciadora, uma vantagem competitiva até mesmo sustentável

O

alinhamento estratégico é algo ensejado por organizações de todos os setores. O alinhamento objetiva que nenhuma ação tática seja tomada autonomamente, desarticulada de um plano estratégico geral, o que frequentemente não se observa em empresas por várias razões. Há, inclusive, dúvidas se o alinhamento é realmente algo desejável, uma vez que há as soluções “salvadoras” ou “suficientes” de setores da empresa que agem desconexos, em situações muitas vezes insustentáveis – uma resposta rápida, dependência exclusiva de pessoas, improvisos, etc. – sob a argumentação de terem apresentados bons (e desconhecidos) resultados.

como criar bases para a gestão da inovação alinhadas à estratégia de uma empresa? A busca pela resposta a este questionamento essencial não é simples, nem conduz a uma

- Prática de conjuntos de indicadores tanto quantitativos quanto qualitativos, destinados a compor aspectos tangíveis e intangíveis de percepção dos graus de sucesso das inovações, diante das intenções de mercado, quando foram concebidas, propostas e oferecidas pensando em produtos, serviços e processos. Tais indicadores são propostos, atualmente, por setores variados como os de planejamento estratégico, gestão contábil-financeira, logística e de gestão de projetos, entre outros. - Bases de retenção de conhecimentos gerados durante todo o processo de definição dos projetos inovadores, contemplando concepção, expressão dos times de pesquisa e projeto envolvidos, mercadologia, finanças, recursos humanos e operação empresarial, permitindo que fundamentos de sucesso possam ser repetidos e riscos sejam devidamente tratados.

No caso da inovação, este alinhamento ainda é algo mais delicado, mais desejado, crítico. A gestão da inovação, GEORGE LEAL JAMIL Doutor em Ciência da Informação (UFMG), mestre em Ciência num acordo universal, é algo da Computação (UFMG). Consultor empresarial nas áreas de que pode fundamentar uma software, tecnologia da informação e planejamento estratégico. nova estratégia empresarial, Professor do Ietec. traduzir-se em base para uma estratégia diferenciadora, Arquivo Pessoal uma vantagem competitiva até conclusão singela, infelizmente. - Processos de mitigação de mesmo sustentável. Estão aí os Podem-se ter algumas referências, riscos, tratamento de insucessos produtos, processos, mercados e bases para sua discussão e e falhas, fatos presentes e até setores inovadores que comprovam implantação, levando a que mesmo desejáveis em processos tal afirmação, principalmente inovações propostas, produzidas ou inovadores, diante do aprendizado tendo contato com a “história ofertadas o sejam em consonância que permitem àqueles que dos vencedores”, frequentemente com a estratégia da empresa. pretendem não inovar de súbito, abordada nos cases inseridos com numa única vez, mas incorporarem destaque em livros didáticos ou DESTACAM-SE, ENTRE AS a inovação como elemento na imprensa de negócios. Para DISCUSSÕES SOBRE O TEMA: estratégico. trazer ainda mais destaque a este contexto, há de se ver até mesmo - Gestão de recursos humanos Há, sem dúvida, outros tantos que as formas de pensar e executar que permita a expressão eficaz dos pontos a considerar, pois o elo uma estratégia podem, por si só, colaboradores, a definição de uma entre a estratégia e a gestão da serem consideradas inovadoras. E liderança aceita e não imposta, que inovação está longe de ser algo que a própria estratégia elaborada, atuará nos vários enfrentamentos obtido via uma receita objetiva, um enfim, poderá ser algo inédito, de mudanças provocados pelas conjunto de passos ou algoritmo inovador. Então, surge a questão: inovações. de processo padrão.

18 fevereiro/março • ietec.com.br


MINERAÇÃO Cursos Planejamento da Produção Mineral • 22 a 24 de fevereiro

Elementos de Planejamento Mineiro - Economia dos Projetos de Mineração - Modelamento do Depósito Mineral - Considerações Práticas Sobre a Operacionalização de Projetos de Lavra - Delimitações da Cava - Planejamento e Controle da Produção - Comentários Finais

Avaliação Econômica de Projetos na Mineração • 14 a 16 de março

Objetivos da Avaliação - Fluxos de Caixa - FC - Valor do Dinheiro no Tempo (Conceito Moderno de Juros) - Métodos de Avaliação Econômica de Projetos de Mineração - Análise de Sensibilidade - Técnicas de Análise de Risco - Tópicos Especiais - Roteiro de um Projeto de Mineração Objetivando a Avaliação Econômica de uma Jazida Mineral (Direitos Minerários)

Flotação • 15 a 17 de março

Conceitos Básicos para o Entendimento Do Processo da Flotação - Mineralização de Bolhas de Ar na Flotação - Reagentes de Flotação - Máquinas de Flotação - Noções Sobre o Modelamento do Processo de Flotação - Alguns Circuitos Básicos de Flotação - Desenvolvimentos Recentes

Amostragem e Controle da Qualidade em Mineração • 23 a 25 de abril

Introdução: Mineração e Importância da Amostragem de Minérios e seus Produtos - Conceitos Básicos da Teoria da Amostragem. Problema Principal - A Amostragem Estatística. Equacionamento do Problema - Considerações Práticas da Amostragem de Minérios - Amostragem de Fluxos Minerais em Movimento - Tipos Especiais de Amostragem em Minerações - Erro Fundamental da Amostragem. Teoria de Pierre Gy - Amostragens nas Práticas Industrial, Laboratorial e Comercial - Estudos de Casos de Amostragem Mineira. Exercícios - Amostragem e Controle da Qualidade na Indústria Mineral

Gerenciamento de Projetos de Mina Subterrânea • 6 a 8 de abril

Introdução - Fases da Vida de Barragens de Rejeitos - Definição do Local e do Tipo de Barramento - Tipos de Barragens para Contenção de Rejeitos - Métodos Construtivos de Barragens de Rejeitos - Sistemas de Extravasão para Barragens de Rejeitos - Projeto Geotécnico de Barragens de Rejeitos - Traçado de Redes de Fluxo - Projeto de Filtros e Drenos para Barragens - Análises da Estabilidade de Taludes de Barragens - Instrumentação das Barragens de Rejeitos - Ruptura de Barragens - Segurança de Barragens - Minimização de Riscos - Inspeção de Campo das Barragens de Rejeitos - Verificação da Segurança ao Galgamento - Soluções para Situações de Emergência - Plano de Ações Emergenciais (PAE) - Manual de Operações e Controle – Casos Históricos de Recuperação de Barragens - Gestão de Riscos de Barragens - Estudo de Casos para as Inspeções de Campo - Inspeções de Campo

Carregamento e Transporte em Minas a Céu Aberto • 13 e 14 de abril

Introdução- Mineração, Meio Ambiente e Atividade Econômica na Constituição Federal - O Bem Mineral Como Recurso Ambiental e a Necessidade de Seu Aproveitamento - Evolução dos Regimes Jurídicos de Aproveitamento dos Recursos Minerais - O Atual Regime Jurídico Para o Aproveitamento dos Recursos Minerais - A Compatibilização da Mineração com o Meio Ambiente Pelo Direito - A Gestão Ambiental na Mineração

Desmonte de Rochas com Explosivos • 14 e 15 de abril

Perfuração da Rocha - Tipos de Explosivos - Discussão da Velocidade e Pressão de Detonação, Energia, Densidade, Gases, Detonação por Simpatia e Parâmetros que Afetam as Propriedades dos Explosivos - Como Desenvolver um Novo Explosivo - Cálculo da Porcentagem em Peso dos Componentes, Cálculo da Energia e Testes de Campo e, Especialmente, a Velocidade de Detonação - Acessórios De Iniciação - Cálculo de Plano de Fogo - Manual e Através de Software - Métodos de Avaliação do Desmonte de Rocha - Medição, Simulação e Controle da Fragmentação da Rocha - Utilizando Software - Cálculo dos Parâmetros do Desmonte Escultural: Pré Corte com Cargas Contínuas, Desacopladas e com o Sistema Air Deck - Técnicas de Desmonte Secundário de Rocha: Drop Ball, Martelo Hidráulico, Cimentos Expansivos, Plasma Blasting, Blocos Perfurados, João de Barro, Buraco de Cobra - Medidas e Controle dos Problemas Ambientais Gerados pelos Desmontes de Rocha: Velocidade e Freqüência de Vibração dos Terrenos, Sobrepressão do Ar e Ultralançamento dos Fragmentos Rochosos - Demonstração da Medição da Velocidade e Freqüência de Vibração e Pulso de Ar, Através do Sismógrafo Blastemate Series III - Segurança e Manuseio dos Explosivos - Novos Recursos Aplicados aos Desmontes de Rochas - Navegando pela Internet

Veja a programação completa dos cursos no site: ietec.com.br

“O curso atendeu às expectativas, trazendo novas experiências que serão utilizadas no dia a dia, de forma clara e didática. Fundamental na elaboração de análise de projetos para atender tomadas de decisões. " Frederico José da Costa Silva Analista Financeiro Anglogold Ashanti Ex-aluno do curso Avaliação Econômica de Projetos de Mineração

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Revista Ietec - Fevereiro a Março - Edição 35