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P O R T F O L I O

i e lt x u M a r t i n e z o r t u e ta


IELTXU MARTINEZ ORTUETA Bilbao, Pais Basco, Espanha (1977) Formado como historiador da arte e ator. Curso de design gráfico no SENAC/SP

+ Trabalhou com José Renato Maia no estudio ZRMaia na arte e diagramação das revistas Lelis Blanc e Renner (2010/11) + Trabalhou com Ciro Girard na agência Satelite comunicação (2008/2009) + Faz a programação visual do Grupo Folias (SP) e já fez trabalhos para os grupos Teatro Xirê (RJ), As Graças (SP), Coletivo Bruto (SP) e o portal ATARIA

Projetos gráficos: - Caderno do Folias nº 13 - Boletim mensal do grupo Folias - Revista e folders do AHJB (Arquivo Histórico Judaico Brasileiro) - Projetos para editais dos grupos teatrais: Coletivo Bruto, Folias, As Graças e Kapota mas não Breka - Folders para a PUC/SP


revista LELIS BLANC nยบ 27, 28, 29, 30 revista RENNER INVERNO 2011


projeto gráfico para o COLETIVO BRUTO 2010

o que está

AQUI

é o que

SOBROU

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sumário

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APRESENTAÇÃO DO PROJETO

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OBJETIVOS

5 6

JUSTIFICATIVA

56 78

10

PLANO DE TRABALHO

CONTRAPARTIDAS

11

12

ORÇAMENTO

ORÇAMENTO EM ETAPAS

9

FICHA TÉCNICA

13 14

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HISTÓRICO DO COLETIVO BRUTO

10 1112

CURRÍCULOS DO NÚCLEO ARTÍSTICO

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CURRÍCULO INTEGRANTES DO PROJETO

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CURRÍCULO DO PROPONENTE

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MATERIAL COMPROBATÓRIO DO NÚCLEO ARTÍSTICO

E DOS INTEGRANTES

apresentacão do projeto

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3

SINOPSE FATZER

Durante a primeira Guerra Mundial, quatro homens abandonam seu tanque, deserdam a guerra liderados por Fatzer e se escondem num porão. A partir de então devem lutar juntos por sua sobrevivência passando a depender de Fatzer, o mais habilidoso entre eles. Fatzer porém, só atente às suas própria vontades. O grupo então decide executar o egoísta Fatzer.

a

atual pesquisa do Coletivo Bruto, O Que Está Aqui É O Que Sobrou, dá continuidade a uma linha mais ampla de pesquisa, que se iniciou com o processo de montagem de nosso primeiro espetáculo, Guerra Cega Simplex Feche os Olhos e Voe ou Guerra Malvada (2008), de Fritz Kater (premiado dramaturgo e encenador contemporâneo alemão), e Pernille Sonne. Tratava-se então de pesquisar formas de tratamento estético da guerra, enquanto fenômeno-limite que concentra e catalisa significações dispersas nas relações de conflito e dominação que estruturam as sociedades modernas e contemporâneas. Questões levantadas no curso desse processo estimularam, durante nossa residência artística Guerra Total ou À Perder de Vista (TUSP – Teatro da USP / 2009), investigações sobre o conceito de Guerra Total (conflito de alcance ilimitado, com mobilização extrema de recursos humanos, mercadológicos, industriais, políticos,

agrícolas, militares, naturais e tecnológicos). O texto de Kater/Sonne, Guerra Cega Simplex, é claramente inspirado na obra de Heiner Müller e contém inúmeras referências a ela, o que nos levou naturalmente ao estudo da peça incompleta de Brecht O Declínio do Egoísta Johann Fatzer, postumamente organizada e editada por Müller. Destacamos, no Fatzer, alguns temas, lá presentes no contexto da Primeira Guerra Mundial (o estado de suspensão política, temporal e territorial; a convivência e o egoísmo), para criarmos a estrutura dramatúrgica que resultou dessa etapa da pesquisa. Em 2010, durante a circulação com o espetáculo Guerra Cega Simplex, realizada graças ao Prêmio de Teatro Myriam Muniz - Funarte, iniciamos uma abordagem dos temas acima em encontros para trocas de experiências com outros coletivos, a saber: Os Dezequilibrados (RJ), Bagaceira (CE), Clowns de Shakespeare (RN) e 4 com Palito (MG). Ainda em 2010, o Coletivo Bruto foi


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o que

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PUblico alvo

O espetáculo visa a um público adulto. Nessa faixa de público, serão alvos privilegiados profissionais, estudantes universitários e professores, especialmente os vinculados às áreas de Humanidades (artes, filosofia, ciências sociais, pedagogia, direito, letras) público que se tem mostrado receptivo às propostas estéticas do Coletivo.

esta

aqui e o que sobrou

Buscaremos parcerias com organizações como centros estudantis de universidades, escolas de artes cênicas, programas institucionais de formação teatral, sindicatos e associações profissionais, que se disponham a colaborar na divulgação do espetáculo.

7

Quatro homens (Anarquista, Pragmático, Estrangeiro, que nem sabe em que luta está, e Velho, cansado de tanta luta, frágil), uma mulher (apenas mulher, talvez maravilha), uma boneca inflável (Virgínia*) e um jaboti (Perpétua Histœrica) esperam em um espaço indefinido, em um entre espaço, suspenso entre dois lugares, dois tempos. Há uma expectativa de que algo aconteça. Esse lugar é entrecortado por três histórias: a história de quatro desertores que esperam uma revolução para salvar suas vidas, a de uma cidade fantasma e a de um homem que procura uma batalha a ser travada no meio da floresta densa.

Sinopse do espetAculo

Na cena, vemos o esforço do estar junto; a elaboração de um desejo por estar só; o confronto com os conceitos de propriedade, liberdade, representação e democracia. Todos esgarçados diante da inviabilidade do confronto, da onipresença do lugar-comum, da perda da história e de uma perversão da aparente estabilidade e bem estar.

projeto gráfico para o COLETIVO BRUTO 2011

Indice

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continuacao

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Mariana Sucupira - REGISTRO EM VIDEO/foto -

Palipalan Arte e Cultura

É formada em Cinema pela FAAP e em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi. Realizou videos e filmes premiados e exibidos nacional e internacionalmente. Atua como criadora, intérprete e diretora em diversos trabalhos em artes cênicas. Junto às companhias nas quais participa ou participou já foi contemplada com edital Novos Coreógrafos/ Novas Criações, Programa Municipal de Fomento à Dança, Programa de Ação Cultural, Prêmio Funarte Klauss Vianna, entre outros. Co-fundou o Núcleo Cinematográfico de Dança com Maristela Estrela, onde, desde 2002, pesquisa a relação entre dança e cinema.

É uma produtora voltada para o mercado da arte e cultura. Com sede em São Paulo a produtora tem realizado diversos projetos e eventos visando a ampliação e diversificação de público, ações educativas e artísticas. A empresa é formada por duas sócias, Maria Fernanda Coelho e Patrícia Braga Alves que foram coresponsáveis pela internacionalização do Festival Internacional de Londrina. Com a experiência adquirida, em várias áreas que se complementam se aliaram a outros parceiros com o intuito de contribuir e estimular o intercâmbio entre as mais diversas formas de expressão da criação artística.

Anna Turra - PESQUISA AUODIOVISUAL Profissional multimídia formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Pesquisa e desenvolve conteúdo em diferentes linguagens visuais, em movimento ou estáticas: vídeo, live video, design gráfico, vídeo-cenografia e fotografia. Cria conteúdo para música, teatro, dança, editoriais, eventos, cinema, publicidade e, às vezes, por nenhum motivo específico. Trabalha e vive em São Paulo.

Maria Fernanda Coelho - produtora É atriz, diretora, produtora. Em 1981 integra o Grupo Proteu dirigido por Nitis Jacon. Foi chefe da Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina, membro da Comissão Organizadora do Festival Internacional de Londrina, sendo um dos membros do grupo fundador, trabalhou no evento por cerca de 20 anos. Atriz convidada do Seminário Pontes Sobre o Vento, coordenado por Iben Nagel Rasmussen. Dirigiu durante oito anos o Grupo da Terceira Idade do SESC Londrina. Foi membro da comissão de criação do Curso de Artes Cênicas da UEL. Em 2002 implementa o Programa Rede da Cidadania/Prefeitura Municipal de Londrina. Em 2005 cria em Antuérpia Bélgica)o grupo Noisette. Participa como atriz do projeto Gênesis, com imigrantes de diversos países. Em 2008 retorna a São Paulo, atuando na área de produção cultural. Coordenadora de produção da programação de lançamento da SP Escola de Teatro e da sua semana de integração. É a produtora executiva do espetáculo “Kastelo” e diretora de produção da intervenção cênica “Mauísmo, Teatro da Vertigem. É sócia-fundadora da Palipalan Arte e Cultura participando de todos os projetos desenvolvidos pela mesma.


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Grupo Folias (São Paulo) 2011 6A<D9:C:<GD &-]

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criação BOLETIM mensal do Galpão do Folias 2011


Segundo semestre de 2009

Ca derno do Folias segundo semestre de 2009

“Não pode pedir licença para invadir! Temos licença poética! Tem que invadir e pronto! É a hora da vingança poética. É sempre em frente. Eu avisei que o navio estava chegando. Agora eles vão ver quem sou. eu ”

Caderno do Folias #13

[ Êxodos – o eclipse da terra ]

# Dossiê Êxodos # Furacão sobre Cuba, uma reportagem sobre a passagem de Orestéia - O Canto do Bode no XIII Festival Internacional de Teatro de La Havana # Teatro e Sociedade do Espetáculo # Teatro e Formação #

CAPAS CADERNO FOLIAS.indd 1

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..................................... Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009

criação do projeto gráfico CADERNO DO FOLIAS nº 13 2010

17 Dossiê Êxodos .................................................................................DIÁRIO

DE VIAGEM/La ha vana ..................................... Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009 DIÁRIO DE VIAGEM/La ha vana

Trece Festival de Teatro de La Habana. Nosso anjo chama-se Reinaldo. Que interessante! (Osmar Guerra)

Uma força que cala!!Uma força que fascina!!! O ser humano elevado em seu mais profundo, a eterna força de lutar contra o Rei. Hoje minha vida é lutar contra o Rei, qualquer rei.O cheiro da REVOLUÇÃO não sai da alma. Orestéia nunca foi tão verdadeira como em Cuba, senti tudo de todos, a luta pela vitória, “o regresso a Tróia”. Um combatente diria “A mais linda batalha”! Que vitória!! (Bira Nogueira)

..................................... Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009

QUANDO QUEM OLHA A CENA É O OLHO DE DENTRO Entrevista com os atores do Êxodos, o eclipse da terra

REFLEXÕES LIVRES A PARTIR DO PROCESSO DE ÊXODOS

*Um processo como esse, que tem a proposta de radicalizar a participação do ator na criação do espetáculo, é melhor que os outros processos já vividos pelo grupo? Em que sentidos? Patrícia: Nem melhor, nem pior, é diferente. Como, aliás, é todo processo. No Folias a participação do ator e de todo artista, no palco ou não, que acompanha o trabalho, sempre foi grande. No Folias Fellinianas, por exemplo, a participação do ator determinou o caminho do texto a partir das improvisações, mas tendo como guia um roteiro inicial. Em Babilônia também, o espetáculo tem muuuiiito da equipe que se envolveu no trabalho. Mesmo Otelo, que na adaptação e tradução teve participação de toda a equipe. Neste caso específico do Êxodos, a radicalização proposta está além, na medida em que para cada ator é um trabalho autoral (relativo a ele). E se difere também dos outros processos porque trabalhamos sem nenhuma guia até um certo ponto do trabalho. Só tínhamos a temática, que foi se definindo, se desenhando mais a partir do trabalho, a partir do que cada ator apresentava; e daí a possibilidade de um roteiro, de uma estrutura. No Êxodos, a palavra escrita, em sua

Folias d´arte recebeu o PREMIO VILLANUEVA DE LA CRITICA TEATRAL CUBANA a os melhores espetáculos estrangeiros junto aos grupos Máximo Gorki (Alemanha), Teatro en el Blanco (Chile), Teatro

totalidade,Estatal é dodeator (mesmo casos de “plágio”) para seu personagem e de outros Turquía e Mini nos Teater-Novo Kazaliste de Eslovenia/Croacia companheiros.Voltando diretamente à pergunta: nem melhor nem pior, mas mais su desenfadada y renovadora mirada a un mito-madre de toda difícil. Por“ Por tudo que já foi dito. A exposição aqui não é a ladotradición ator que “interpreta” ou escénica occidental, asumido desde la identidad y los acentos de su propia “representa”, a mediante exposição é doque pensamento. Quero ressaltar rostros que, cultura, un montaje traduce a nuestra contemporaneidad imprescindibles.” para mim,y temas direção e dramaturgia foram e são equipe criativa.

Eles são indivíduos muito fortes Eles são indivíduos muito fortes e com potencial para tudo. e com potencial para tudo. As camareiras do hotel sempre As camareiras do hotel sempre estavam deitadas nos sofás dos estavam deitadas nos sofás dos andares andaresnonohorário horáriodedefolga. folga.Não Não sese sentem sentemmenores menoresououmenos, menos, estão apenas estão apenastrabalhando. trabalhando.EEem em todo lugar todo lugaré éassim. assim.LáLáexiste existe rico, classe pobre, rico, classemédia, média, pobre,mas mas todos têm todos têma amesma mesmaeducação, educação, saúde e comida. Todos saúde e comida. Todostêm têm a mesma a mesmaoportunidade. oportunidade.No No festival festivaltrabalhávamos trabalhávamoscom com físicos, engenheiros, físicos, engenheiros,médicos médicosque que estavam estavamalialipara paratentar tentarganhar ganhar um pouco um poucomais maisdedegrana. grana.OO festival festivalacontecia aconteciabem, bem,muita muita gente trabalhando gente trabalhandofirme, firme,mas mascom com muito pouco muito poucorecurso. recurso. (Bruna Bressani) (Bruna Bressani)

Joana: Eu não acredito que dê para qualificar em melhor ou pior. Cada processo exige da gente de uma maneira diferente, e dentro destas características existem aspectos melhores e piores. Eu acho que o grupo já tem uma característica de trabalho coletivo; então, todos os processos vivenciados por nós são muito nossos; é muito raro alguém chegar impondo alguma coisa. É uma metodologia de trabalho do Marco (o diretor). Val: Eu sinto em todos os nossos processos que a liberdade e o espaço pra criação do ator é total. Mesmo quando se trata de uma dramaturgia pronta (e ela nunca vem), o ator é um co-autor da personagem, ele interfere, acrescenta, subtrai... Então, acredito que com este trabalho, o Êxodos, estamos focando e formalizando a participação desse criador, o ator que gera a dramaturgia; é um processo que vem sendo construído há tempos. Um bom exemplo foi a tradução do Otelo feita pela Maria Silvia Betti, que foi feita com participação e intervenção dos atores. Parte do elenco participava, opinando, interferindo, dando uma embocadura ao texto que ia sendo traduzido.

La Catedral, fotos, Museu da Revolução, tanque de guerra, Capitólio (gigante); charuto cubano, visita a uma escola primária, disciplina, muitos policiais pelas ruas, 60, 70, 80% dos cubanos são da segurança??? (Osmar Guerra)

Flávia: Apesar de ser recente minha participação no grupo Folias, acho Desta viagem saiu outra pessoa, dentro da mesma pessoa; eu teria o mundo para importantíssima a radicalização da participação do ator na criação do espetáculo para Desta viagem saiu outra pessoa, dentro da mesma pessoa; eu teria o mundo para falar destes 10 10 dias e com certeza faltaria espaço para (Bira falar destes dias e com certeza faltaria espaço paratanto. tanto. (BiraNogueira) Nogueira) o próprio desenvolvimento da linguagem do teatro enquanto Arte. Acho que nós, atores, precisamos sair de um certo lugar de conforto e criar um corpo de ação mais potente como artistas. Falo como atriz de uma nova geração, que sinto muito frágil em alguns aspectos. Danilo: Sinceramente, não acho que seja melhor ou pior do que os outros processos do grupo. Estamos vivendo isso tudo hoje porque assim queríamos que fosse... A CADERNO FOLIAS 3.indd

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projeto gráfico para o Grupo Folias (SP) 2009

ÍNDICE

“MIRAR ADELANTE” CENAS COTIDIANAS NUMA SOCIEDADE ADMINISTRADA

0006)1,;0=6:

I. DADOS CADASTRAIS II. TEXTO INTRODUTÓRIO III. OBJETIVOS IV. JUSTIFICATIVA

pág. 04

....“Em situações de angústia, o melhor é acalmar o espírito e refletir sobre a prática”

pág. 05

Neste caminho acreditamos, e talvez por isso tenhamos sempre nos dedicado ao fomento de ações que estimulem a reflexão.

pág. 06 a 08

Desde 2001 planejamos seminários, debates, encontros além de uma Mostra anual. Compreendendo a necessidade de suporte teórico e de referenciais. Não só para a criação artística, mas também para a formação de Público.

pág.09 e 10

Entendemos que o sentido deste grupo e espaço está ligado à socialização das investigações e reflexões. Democratizando as ferramentas de trabalho e vivências em oficinas abertas, criando condições para que todos possam desenvolver suas potencialidades e não apenas possibilitando o acesso ao que é produzido.

V. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES pág.11 a 19 V1 - Do estudo e socialização da dramaturgia V2 - Da metodologia do trabalho V3- Da manutenção do Galpão do Folias V4- Seminário V5 - Conversas Folianescas V6 - Cadernos do Folias V7 - Repertório V8 - Novos Projetos V9- E Ainda...

Entendemos que o papel que nos cabe nesse panorama é o próprio teatro, por suas várias interfaces. Um grupo que entende, pela sua própria história, a vocação de provocar artisticamente, fustigar as bases estabelecidas do conhecimento (internamente inclusive) e funcionar como usina de criação e pensamento. E, a partir desta constatação, trocar com o mundo)...” Trecho retirado do projeto candidato no ano de 2009 – Êxodos – O Homem Cordial

VI. PLANO DE TRABALHO pág. 20 e 21 VII. ORÇAMENTO

pág. 22 a 24

VIII. CRONOGRAMA FÍSICO FINANCIERO pág.25 a 27 IX. CURRÍCULO DO GRUPO pág.28 a 32 X. CURRÍCULOS DO NÚCLEO RESPONSÁVEL PELO PROJETO pág.32 a 46 XI.FICHA TÉCNICA XII. ANEXOS

FEVEREIRO DE 2010 - PRIMEIRA ETAPA

pág.47 pág.48

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MIRAR ADELANTE ANA CINTRA 2 1 3 O mundo é o que se vê de onde se está

projeto gráfico para o Grupo Folias (SP) 2010 ÍNDICE I. DADOS CADASTRAIS II. DADOS HISTÓRICOS III. INTRODUÇÃO IV. OBJETIVOS V.JUSTIFICATIVAS

“Descolonizar é olhar o mundo com os próprios olhos, Pensá-lo de um ponto de vista prático.

pág. 04 pág. 05 pág. 06

pág.07 a 10 pág.11 a 13

VI. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES pág.14 a 16

O centro do mundo está em todo lugar,

V1 V2 V3 V4V5 V6 V7 -

O mundo é o que se vê de onde se está” [ Milton Santos ]

Manutenção do Galpão Mostra do Folias Conversas Folianescas Cadernos do Folias Manutenção do repertório Praticável do Folias Seminário interno

VI. NOVAS AÇÕES

pág.17 a 18

VII.1 - Para quem Viveu Contar VII.2 - Música Folianesca VII.3- E AINDA...

pág.19 a 22

VIII. PLANO DE TRABALHO pág.24 e 25 IX. ORÇAMENTO

pág.26 a 28

X. CRONOGRAMA FÍSICO FINANCIERO pág.29 a 31 XI. CURRÍCULO DO GRUPO pág.32 a 36 XII. CURRÍCULOS DO NÚCLEO RESPONSÁVEL PELO PROJETO pág.37 e 50

JULHO DE 2010

Para Milton Santos o território usado se constitui em uma categoria essencial para a elaboração sobre o futuro. O uso do território se dá pela dinâmica dos lugares. O lugar é proposto por ele como sendo o espaço do acontecer solidário. Estas solidariedades definem usos e geram valores de múltiplas naturezas: culturais, antropológicos,econômicos, sociais, financeiros, para citar alguns. Mas as solidariedades pressupõem coexistências, logo pressupõem o espaço geográfico.(...)

XII.FICHA TÉCNICA

pág. 51

XIV. ANEXOS

pág. 52

Aqui está! Encalhado diante da igreja, bem embaixo do Minhocão, noventa e sete vezes maior que o continente. Com o nome gravado em letras de ferro, ECLIPSE DA TERRA, e ainda jorrando pelos seus flancos as águas antigas e lânguidas dos mares da morte. Mas onde chegamos? Em que (E)estado? Que alternativas agora temos? O que vislumbramos? Para responder a essas perguntas é necessário sair do Navio e pisar, “explorar”, re- conhecer o território onde encalhamos. Como o Galpão está impregnado de memórias, entendidas não como lembranças e sim como identidade construída ao longo dos anos, este trecho da rua Ana Cintra também o está.O dialogo entre a cena e a rua (vivenciado ocasionalmente nos espetáculos citados) em sua potência avassaladora, em suas cenas cotidianas torna-se o fundamento de nossa pesquisa. Que tipo de indivíduos habitam este trecho da rua? Quais são as memórias e narrativas identitárias que impregnam as paredes do navio encalhado e seus tripulantes? E a de seus vizinhos? Os estabelecimentos comerciais, a diminuta loja de frutas, o Juvial Bar, que como uma foto/fixa aparece sempre que as portas do Galpão se abrem? Ainda a possibilidade de dialogo com os símbolos fincados nas imediações como exemplo a própria existência do Minhocão como muro que divide o centro da cidade propiciando que Ana Cintra ( rua que leva o nome da mulher do Barão de Campinas) seja a prima pobre da Bela Cintra, ou, numa outra visão ficcional a elaboração do que seria desse trecho da rua se a então, maior obra em concreto armado da América latina, não tivesse sido construída em 1969/70? Sob este prisma, propomos artisticamente o mergulho incondicional, como um super objetivo, nesta terra em que aportamos para “mirar adelante”. Vivenciando através da realidade que conhecemos, a que vemos, como a vemos, entendendo que não somos observadores externos, e a partir disso desenvolver um trabalho com as várias possibilidades do mirar. O resultado a que se chegou em Êxodos, o eclipse da terra é o chão em que vamos pisar – obriga-nos a olhar para trás para entendermos o presente e sonhar, esteticamente, filosoficamente, poeticamente, formalmente e estruturalmente, com alternativas para o futuro. Se o teatro livre não se permitir sonhar, quem poderá fazê-lo? (*


Local Galpão do Folias Rua Ana Cintra 213 Santa Cecília São Paulo INFO e RESERVAS>>33612223

AGRADECIMENTOS

Lucienne Guedes, Iná Camargo Costa, Carolina Bianchi, Carlos Francisco, Ana Paula Gomes, Jailton Bomfim, Jairo Luiz Teles, Jose Roberto da Silva Aguiar, Ricardo Sergio de Thomaz, Tania Lobo Ferreira Moraes, Jorge Soares, Bruna Bressani, Helder Mariani, Lu Brites, Cia São Jorge de Variedades, Serviço Funerário do Município de São Paulo e Bira Nogueira pela idéia.

dócil Direção Pedro Mantovani Atuação Dagoberto Feliz Patrícia Gifford Músico Demian Pinto Dramaturgia Dagoberto Feliz / Pedro Mantovani

apoios

a partir da novela A Dócil, de Dostoievski DOCIL FINAL 4.indd 1

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“...Trata-se de um hipocondríaco inveterado.[...] Ao mesmo tempo em que se justifica e culpa a mulher, deixa-se levar por explicações esquisitas: há nisso tanto rudeza de pensamento e de coração como um sentimento profundo. Ao poucos ele consegue esclarecer para si o ocorrido e “concentrar os pensamentos num ponto”. Por fim, evoca uma série de recordações que inevitavelmente o levam à verdade; a verdade inevitavelmente eleva seu espírito e seu coração. No fim, até o tom da narrativa se modifica, se o compararmos ao início desordenado. A verdade revela-se ao infeliz de modo bastante claro e preciso, ao menos para ele.” Prefácio para Dócil, escrito por Dostoievski

FICHA TÉCNICA Direção............................................................. Pedro Mantovani Atuação....................................Dagoberto Feliz e Patrícia Gifford Músico...................................................................Demian Pinto Dramaturgia..............................Dagoberto Feliz/Pedro Mantovani .....................................a partir da novela A Dócil, de Dostoievski Cenário....................................Pedro Mantovani/Dagoberto Feliz/ .....................................................Patrícia Gifford/Bira Nogueira Cenotécnica...........................................................Bira Nogueira Iluminação..............................................................Aline Santini Assistência de iluminação....Felipe Scalzaretto e Patrícia Zalewska Figurinos............Marcela Donato/Patrícia Gifford/Dagoberto Feliz Equipe técnica/estágiarios...........Felipe Scalzaretto/Marita Prado/ ......................Miguel Mendes/Patrícia Zalewska/Viviane Corbani/ ........Natalia Quiroga/Junior Docini/Ivan Zancan/Victor Merseguel Programação visual.................................Ieltxu Martinez Ortueta Fotos divulgação.....................................................Joana Mattei Produção......................Patricia Barros e Osmar Germano Guerra Realização.........................................................................Folias

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programação visual espetáculo A DÓCIL Folias (São Paulo) 2010

SOBRE A ENCENAÇÃO Esta encenação é integrante de um conjunto de encenações em torno do tema cordialidade. Cada integrante ou colaborador do grupo se debruçaria sobre o tema, na procura de um texto ou forma cênica que considerasse pertinente para tratar da questão. Nossa opção foi a escolha do material a Dócil, de Dostoievski, como ponto de partida. Desvio, já que o nosso tema é tão brasileiro? Longe disso: nesse texto, produzido em um país periférico como o nosso, encontramos as marcas de uma relação social que infelizmente persiste entre nós: a relação de favor. Relação que é solo fértil para o ‘horror às distâncias’ característico do cordial, para o ressentimento e as diversas formas de relações supressivas tão difíceis de nomear mas tão presentes entre nós.

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nunzio MEDEIA

F OLIAS a p resenta

Ma mEu l hDe rE I A -fera

FO LI AS a p r esent a

a mulher-fera

Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto Feliz

Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto Feliz

VENHAM TODOS!!!

VENHAM TODOS!!!

MEDEIA... a mulher violenta... violentIssima... MEDEIA... a assassina... MEDEIA....a traidora de sua pAtria... MEDEIA... a que controla o sobrenatural... MEDEIA... a atormentada.

MEDEIA... a mulher violenta... violentIssima... MEDEIA... a assassina... MEDEIA....a traidora de sua pAtria... MEDEIA... a que controla o sobrenatural... MEDEIA... a atormentada.

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VENHAM TODOS!!! Quem vai querer? Você, cidadão honrado! Você, homem comum! Não perca a oportunidade de ver esse monstro. Agora sim domesticado... Enjaulado... Finalmente controlado. Toda a potência dessa fera emergindo em um só espetáculo. MAS VOCÊ TERÁ AINDA MAIS. * a possibilidade de realização de alguns de seus fetiches mais íntimos. * o momento único de materialização dos seus desejos mais secretos. * a vivência de superar os seus obstáculos. * por à prova a sua capacidade de superação de limites. *a visualização de um outro ser humano também superando seus limites. ATRAÇÕES PREVISTAS <Beije seu ídolo> < Tortura assistida> <Malba-Tahan, o homem que calcula> >>>entre tantas outras... CONCEPÇÃO CÊNICA Assim é esta MEDÉIA. Com o texto MEDÉIA POP de Reinaldo Maia propomos que esta mulher, este mito, seja realmente transformado em mais um SHOW. Desses que nós, cidadãos conscientes, paramos para apreciar. Ou será que somos obrigados a presenciar? Ou será que gostamos de ver? Claro que MEDÉIA -a Mulher-Fera deverá ser servida como prato principal.Outras entradas serão servidas para que o público presente possa se deliciar com quitutes variados. Para todos os gostos.

Realização

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Afinal... Devemos preparar o nosso paladar para apreciar com mais clareza o que o mundo atual nos reserva! LEMBRETE IMPORTANTE Alguns ingressos estarão reservados apenas a alguns poucos. Àqueles que, de alguma forma, fizerem por merecer essa distinção. Pois, afinal, não somos todos iguais. Uns têm mais privilégios que os outros... ...conseguidos por uma sutil influência ou, em alguns casos, violentamente. Assim é a vida! Ache você este conceito justo...ou injusto...

O FOLIAS/ EXODOO HOMEM CORDIAL/ NUNZIO O Projeto do Folias Êxodo Homem Cordial - aponta para dois caminhos: Um que diz respeito a um eixo temático - que tem como centro o indivíduo, o órfão do processo de exaustão das estruturas sociais, notadamente a organização política do Estado. O indivíduo como potência é, paradoxalmente, o “homem cordial”; E outro que diz respeito ao eixo formal – privilegiando nessa etapa do trabalho a reflexão, o estudo, o esmiuçamento dos processos de ESCRITA CÊNICA, tendo pois como vetor a encenação. A dramaturgia, a interpretação, voltamse para a tentativa de compreensão dos procedimentos de encenação, além das atividades de reflexão propostas pelo Grupo assim, os seminários e os trabalhos de socialização de experiência, aos modos do já feito, por exemplo, no

Querô, do ponto de vista da interpretação, voltam-se para a “Escritura Cênica”. No que diz respeito especificamente à cena em si o FOLIAS se dedicará a criar núcleos de trabalho em número de não menos que quatro e não mais que sete, cada um desses trabalhos resultando em uma encenação a ser proposta considerando a potência do indivíduo com seu “homem cordial” como temática e forma – modo de produção. A investigação passa a ser a do indivíduo plantado em terra estranha, mesmo que seja a sua. Do ponto de vista do cidadão, a compreensão da condição de individuo desterritorializado, exilado, e a atitude de escolha ante o caminho (em tese) de mão única: seguir adiante “na cordialidade” conformadora desta “aldeia global” ou recriar simbolicamente seu território, buscando caminhos alternativos, ainda que marginais.Um faz o outro a maneira da celebre frase de Churchill primeiro fazemos nossas casas, depois elas nos fazem... a idéia de tribo, povo, nação e depois de estado nacional decorre dessa relação tornada profunda.” Nunzio, com direção de Danilo Grangheia foi o primeiro trabalho a estrear a partir dos núcleos de investigação criados para o estudo da Escritura Cênica e do Homem Cordial. Agora estréia Medeia de Reinaldo Maia e direção de Dagoberto Feliz Como suporte teórico para este estudo da Escritura Cênica o Folias coloca em discussão a Cordialidade Brasileira num seminário, a partir de 25 de agosto,

com convidados como o professor Francisco de Oliveira, Paulo Arantes, José Antonio Pasta e Valmir Santos e José Fernando, já em andamento.

FICHA TÉCNICA TEXTO>> MEDÉIA POP de Reinaldo Maia DIREÇÃO >> Dagoberto Feliz ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO>> Rodrigo Scarpelli CENOGRAFIA>> Bira Nogueira e Flávio Tolezani ADEREÇOS>> Marcela Donato FIGURINOS>> Daniel Infantini ILUMINAÇÃO>> Túlio Pezoni MÚSICA>> Diogo Maia PROGRAMAÇÃO VISUAL >> Ieltxu Martinez Ortueta FOTOS>>Joana Mattei BILHETERIA>> Marcellus Beghelle PORTARIA>> Eno Nepomuceno (Carioca) REALIZAÇÃO>> FOLIAS ELENCO MEDÉIA Adriano Merlini Jerônimo Martins Melany Kern Paloma Galasso Rafael Tosta Regina Pereira Suzana Aragão ELENCO NÚMEROS VARIADOS Débora Lobo Junior Docini Lui Seixas Marcellus Beghelle Thiago Bugallo Adonai Bezerra Mirela Lima

AGRADECIMENTOS Otavia Donasci, Fabiano Augusto, Evandro Dupim

Apoio

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MEDEIAa mulher-fera

Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto Feliz

sempre Sextas-feiras as 23h59

04 de junho a 30 de julho

Espaço dos Satyros Dois – Praça Franklin Roosevelt, 134 Reservas: 3361.2223/ 3258.6345

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9/22/09 1:51:47 PM

programação visual do espetáculo MEDÉIA -a mulher feraGrupo Folias (São Paulo) 2009


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nunzio de Spiro Scimone

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8/5/09 1:24:28 PM

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de Spiro Scimone

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7/31/09 2:37:03 PM

programação visual do espetáculo NUNZIO Grupo Folias (São Paulo) 2009


TEMPORAL. A VOLTA DOS MISERÁVEIS

BQPJP

7

A REVOLTA DE MARIA

DISCURSO DO SENADOR

BQPJP FTUF!QSPKFUP!JOUFHSB!BT!DPNFNPSBƒÎFT!EPT!33!BOPT! EB!GVOEBƒÍP!DVMUVSBM!QBMNBSFT efejdbep!b!!Sfjobmep!Nbjb

DPOUBUP!GPMJBT folias@terra.com.br

[11] 3361.2223

Direção I Carlos Francisco I Dramaturgia I Thiago Mendonça I Direção Musical I Selito SD I Assistência de Direção I Thiago Mendonça I Dança e Movimentos I Katia Naiane I Adereços I Bira Nogueira e Leide de Castro I Cenografia I Bira Nogueira I Assistência de Cenografia I Leide de Castro I Preparação Vocal I Mateus Sigali I Figurinos I Leide de Castro I Costureira I Mariluce Costa da Silva I Máscara Neutra I Tatiana Freire I Projeto Gráfico I Ieltxu Martinez Ortueta I Instrumentos I Carlos Francisco I Produção I Debora Lôbo I Estagiária I Priscila Jorge I Realização I Folias I

FTUF!QSPKFUP!JOUFHSB!BT!DPNFNPSBƒÎFT!EPT!33!BOPT! EB!GVOEBƒÍP!DVMUVSBM!QBMNBSFT efejdbep!b!!Sfjobmep!Nbjb “Eu serei o seu guia por essas estranhas terras de Bruzungangas. Sou considerado aqui por quem entende do assunto como o mais preparado guia deste pedaço, pois sou conhecedor dos lugares do passado, frequentador dos mistérios do presente e visionário dos amanhãs.”

Terra

(Bibiana) (Faxineira)

(Thiago Mendonca / Carlos Francisco)

Nilma Azevedo, Augusto Rodrigues, Fabiana Guimarães, Airton Dantas, Nani de Oliveira, Patricia Barros, Marco Antonio Rodrigues, Pedro Mendonça, Marcela Donato, Germano Guerra.

“O terra sina de pobre O terra sina de pobre Quanto mais a roda gira Mais um muro o rico sobe Quanto mais a roda gira Mais um muro o rico sobe”

ninguém, os dono de nada.”

Trecho do texto Os ninguéns de Eduardo Galeano

4

“ Cê num come do lixo que nem rato? Cê num dorme na rua? Se ele num é vida nóis é o quê? Nóis também somo rato.”

algo de negro folias sao paulo

“Só tô pedindo pra você acolher melhor a santa! Ela fica aí de pé, sem comida, com essas roupa estranha, sem poder fumar! Se é pra tratar assim é melhor nem rezar. “

“Nosso passeio termina aqui, mas não a estrada. Nosso universo é aberto como o mar e o deserto. Existirá um futuro. Creio. Penso se será uma promessa, uma curva ou um caminho. “

*

18

“Sob a sombra de minha espada eu declaro proclamada a nossa segunda abolição” Inspirado

em discurso do Coronel Manoel Rabelo, interventor federal de Getúlio Vargas em São Paulo, contra quem a elite paulistana organizou a festejada e fracassada (contra) Revolução de 32.

16

sem cabeça. Sem cabeça ficou Zumbi, Conselheiro, Lampião.”

“A inauguração desta estátua marcará para nós o nascimento de uma nova era, sem espaço para ressentimentos e insurreições suicídas. “

15 “Sou da tradição de homens

8/9/10 12:43:18 AM

*

EPÍLOGO. PROCÓPIO, BIBIANA E A ESTÁTUA

(CONSIDERAÇÕES SOBRE O BURRO RACIONAL)

15

17

18

A LUTA

12 “Somos livres escambeiros Da labuta a céu aberto”

13 “Agora imagina se todo

mundo que tá na nossa situação de um dia pro outro deixa de ser burro racional e passa a ser irracional? A gente não ia mais ser convencido de que precisa ter medo da polícia, de Deus, dos donos de tudo. A gente não ia mais ter medo!”

10

Inspirado em trecho do romance italiano Fontamara de Ignazio Silone.

Trecho de música Pomar da Vida de Carlão do Peruche

11 “ Meu neto, é tua chama que

“Sob a sombra de minha espada eu declaro proclamada a nossa segunda abolição” Inspirado

em discurso do Coronel Manoel Rabelo, interventor federal de Getúlio Vargas em São Paulo, contra quem a elite paulistana organizou a festejada e fracassada (contra) Revolução de 32.

vai ardê, aprendendo que teu caminho é com os teus. Agora deixa de conversê que nóis ainda tem serviço de cutelo. “

vai ardê, aprendendo que teu caminho é com os teus. Agora deixa de conversê que nóis ainda tem serviço de cutelo. “

B!TFHVOEB!GSFOUF!GPJ!VN!NFSHVMIP!FN!BNQMB! CJCMJPHSBGJB!SFMBDJPOBEB!B!RVFTUÎFT!SFMBUJWBT!Ì!! OFHSJUVEF!OP!CSBTJM/!GPSBN!FTUVEBEPT!BVUPSFT!DPNP! KPFM!SVGJOP-!DMïWJT!NPVSB-!BCEJBT!EP!OBTDJNFOUP!F! NVOJT!TPES„-!KVOUP!Ì!MJUFSBUVSB!EF!MJNB!CBSSFUP-! NBSJB!DBSPMJOB!EF!KFTVT-!KPÍP!BOUPOJP!F!EF!EJWFSTPT! QPFUBT!QPQVMBSFT!DPNP!BOUPOJP!DBOEFJB!GJMIP-! NBSUJOIP!EB!WJMB-!XJMTPO!NPSFJSB!F!OFJ!MPQFT/! GPSBN!DPOTVMUBEPT!UBNC„N!BVUPSFT!RVF!USBUBSBN!EF! RVFTUÎFT!SFMBUJWBT!Ì!SFMJHJPTJEBEF!BGSP.CSBTJMFJSB/! BP!MPOHP!EPT!FOTBJPT!B!DVSJPTJEBEF!EF!DPOIFDFS!B! DVMUVSB!BGSJDBOB!BMJPV.TF!Ì!OFDFTTJEBEF!EF!UFYUPT! RVF!SFNFUFTTFN!B!VNB!BCPMJƒÍP!TJNCïMJDB!EBT!GPSNBT! EF!EPNJOBƒÍP!EP!JEFèSJP!PDJEFOUBM/!OFTUF!QSPDFTTP! CVTDBNPT!B!MFJUVSB!EF!EJWFSTPT!BVUPSFT!BGSJDBOPT-! FN!FTQFDJBM!EF!FTDSJUPSFT!BOHPMBOPT!RVF!WJWFSBN! JOUFOTBNFOUF!P!QSPDFTTP!EF!EFTDPMPOJ[BƒÍP/!P! NBJT!JNQPSUBOUF!EFMFT!OB!FMBCPSBƒÍP!DPODFJUVBM!F! TJNCïMJDB!EFTUB!QFƒB!GPJ!BHPTUJOIP!OFUP/!QPEF.TF! EJ[FS!RVF!TVB!PCSB!QP„UJDB!GPJ!B!HSBOEF!JOTQJSBƒÍP! MJUFSèSJB!EP!UFYUP/

13

A 2A ABOLIÇÃO

14

“No pomar da vida nada nasce a toa Onde tem laranja podre Também tem laranja boa”

11 “ Meu neto, é tua chama que

Trecho de música Pomar da Vida de Carlão do Peruche

construiu esta cidade com as próprias mãos. Sonhavam com um país novo. O país do futuro!” “Nós nem cremos que escravos outrora, tenha havido em tão nobre país. Os que vivem em Bruzundangas, acham irmãos não tiranos hostis.” Adaptação de trecho do Hino da Proclamação da República. nem rato? Cê num dorme na rua? Se ele num é vida nóis é o quê? Nóis também somo rato.”

ninguém, os dono de nada.”

4 “ Cê num come do lixo que

Trecho do texto Os ninguéns de Eduardo Galeano

7 “Há mais de quatrocentos 2 “O terra sina de pobre “ anos ocupamos essas terras. havia ninguém quando 3 “(...)Os ninguéns: os filhos de Não chegamos. Minha família

Citado de Mia Couto

10

14

da Cunha.

Inspirado em trecho do romance italiano Fontamara de Ignazio Silone.

sentir. Lembra Bibiana. Lembra... Nunca é longe o lugar de onde nos chega um grito de apelo. O sofrimento atingiu também a nós. O vosso luto é o nosso luto.“

6

“Poxa, e cêis ainda falando mal do sujeito! Bora Maria! Tem um lugar novo pra nóis morar!”

“No pomar da vida nada nasce a toa Onde tem laranja podre Também tem laranja boa”

17

“Se os nossos corações se estrangulam nas grades onde morre a liberdade e se fatigam Neste dia cresceram sempre rosas” Trecho da poesia Para enfeitar os seus cabelos de Agostinho Neto.

“Ao entardecer, quando caíram seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.” Trecho de Os sertões de Euclides

mundo que tá na nossa situação de um dia pro outro deixa de ser burro racional e passa a ser irracional? A gente não ia mais ser convencido de que precisa ter medo da polícia, de Deus, dos donos de tudo. A gente não ia mais ter medo!”

Da labuta a céu aberto”

13 “Agora imagina se todo

12 “Somos livres escambeiros

na encosta do morro veio o temporal”

9 “Bibiana, descansa no teu

8 “Levantei o meu barraco

construiu esta cidade com as próprias mãos. Sonhavam com um país novo. O país do futuro!” “Nós nem cremos que escravos outrora, tenha havido em tão nobre país. Os que vivem em Bruzundangas, acham irmãos não tiranos hostis.” Adaptação de trecho do Hino da Proclamação da República.

Citado de Mia Couto

Nilma Azevedo, Augusto OPTTP!QSPDFTTP!QBSUJV!EF!EVBT!GSFOUFT;!B!QSJNFJSB! Rodrigues, Fabiana Guimarães, GPJ!VNB!JOUFOTB!EJOæNJDB!EF!QFTRVJTB!DçOJDB! QSPQPTUB!BPT!BUPSFT!QFMB!EJSFƒÍP!EP!FTQFUèDVMP/!B! Airton Dantas, Nani de Oliveira, Patricia Barros, Marco QBSUJS!EFTUF!QSPDFTTP!F!EF!VNB!T„SJF!EF!JNQSPWJTPT! Antonio Rodrigues, PedroFN!DJNB!EF!UFYUPT!F!JNBHFOT-!B!ESBNBUVSHJB!GPJ! Mendonça, Marcela Donato, DVJEBEPTBNFOUF!FMBCPSBEB!MFWBOEP!FN!DPOUB!B! Germano Guerra. DPMBCPSBƒÍP!F!SFGMFYÍP!EPT!EJWFSTPT!FOWPMWJEPT/!

“ Maria! Arreda dessa solidão Maria! Sem união não tem futuro não. Precisa de força! E pra mudar as coisa daqui não adianta só gente não! Cê precisa de mais ajuda!”

5

O PENSAMENTO DE EUGÊNIA

17

A LUTA

14

(Procópio) (Patrão ) (Fotografo) (Bibiana) (Faxineira)

mal do sujeito! Bora Maria! Tem um lugar novo pra nóis morar!”

9

“Bibiana, descansa no teu sentir. Lembra Bibiana. Lembra... Nunca é longe o lugar de onde nos chega um grito de apelo. O sofrimento atingiu também a nós. O vosso luto é o nosso luto.“

AGRADECIMENTOS

“Eu serei o seu guia por essas estranhas terras de Bruzungangas. Sou considerado aqui por quem entende do assunto como o mais preparado guia deste pedaço, pois sou conhecedor dos lugares do passado, frequentador dos mistérios do presente e visionário dos amanhãs.”

5

6

iô, iô,iô,iôôô... iô, iô,iô,iôôô...

1

A DESPEDIDA DE ZÉ

18

15

A MULHER SEM CABEÇA

*

16

DISCURSO DO SENADOR. A INAUGURAÇÃO DA ESTÁTUA

EPÍLOGO. PROCÓPIO, BIBIANA E A ESTÁTUA

13

A 2A ABOLIÇÃO

MISERÁVEIS PERCEBEM SEU VALOR

12

UMA MENSAGEM MISERÁVEIS DOS DEUSES GANHAM UM LUGAR

7

DISCURSO DO SENADOR

A REVOLTA DE MARIA

MEMÓRIAS DOS MISERÁVEIS

3 2 1

SFMBƒÎFT!TPDJBJT!EP!CSBTJMFJSP!F!NBSDB!OPTTP!QBESÍP! QBSUJDVMBS!EF!BSUJDVMBƒÍP!EPT!QSFDPODFJUPT!F!EF! EPNJOBƒÍP!TJNCïMJDB/!

Ira, trazemos do íntimo e ela supera os temores sentimentos estes ínfimos ante o ódio aos senhores vamos tombar-lhes ao ritmo dos tons de nossos tambores

APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO DE ZÉ, O GUIA DOS MISERÁVEIS TURÍSTICO

EF!TQJSP!TDJNPOF-!EJSFƒÍP!EF!EBOJMP!HSBOHIFJB<!!

iô, iô,iô,iôôô... iô, iô,iô,iôôô...

4

o homem cordial esvaído dos senhores BMHP!EF!OFHSP!„!QBSUF!JOUFHSBOUF!EP!QSPKFUP!EP! que alquimiamos lixo HSVQP!GPMJBT!EF!TÍP!QBVMP!JOUJUVMBEP!çYPEPT0P!IPNFN! DPSEJBM!RVF-!B!QBSUJS!EF!16!FTQFUèDVMPT;! OVO[JP!valores transmutando em bel

NFEFJB!B!NVMIFS!GFSB!EF!SFJOBMEP!NBJB-!EJSFƒÍP! u silêncio EF!EBHPCFSUP!GFMJ[<! NFEJEB!QPS!NFEJEB!EF!XJMMJBN! iô, iô,iô,iôôô... TIBLFTQFBSF-!EJSFƒÍP!EF!WBM!QJSFT!F! B!EïDJM! perderam EF!EPTUPJ„WTLJ!DPN!EJSFƒÍP!EF!QFESP!NBOUPWBOJ-!! iô, iô,iô,iôôô... SBë[FT! compasso JOWFTUJHB!P!DBQëUVMP!P!IPNFN!DPSEJBM!EB!PCSB! EP!CSBTJM!EF!T„SHJP!CVBSRVF!EF!IPMBOEB/! em vida FTUF!QSPKFUP!GPJ!BDPNQBOIBEP!EF!VNB!T„SJF!EF! palavra TFNJOèSJPT!SFBMJ[BEPT!DPN!JOUFMFDUVBJT!DPOTBHSBEPT! DPNP!JOè!DBNBSHP!DPTUB-!QBVMP!FEVBSEP!BSBOUFT-! emido GSBODJTDP!EF!PMJWFJSB-!KPT„!GFSOBOEP!EF!B[FWFEP!F! KPT„!BOUPOJP!QBTUB/!B!DPSEJBMJEBEF-!FTUB!GPSNB!EF! o TFS!F!EF!BHJS-!GSVUP!EB!IFSBOƒB!JC„SJDB!BMJBEB!BP! u silêncio. SFDFOUF!QBTTBEP!FTDSBWJTUB-!„!FMFNFOUP!GVOEBOUF!EBT!

(CONSIDERAÇÕES SOBRE O BURRO RACIONAL)

11

LEMBRANÇAS ANCESTRAIS DOS MISERÁVEIS

REENCONTRO DOS MISERÁVEIS

10

REUNIÃO DOS DEUSES

9

TEMPORAL. A VOLTA DOS MISERÁVEIS

8

projeto Êxodos então é do desperdício

(Senador) (Operário) (Eugênia ) (Produtora)

11

LEMBRANÇAS ANCESTRAIS DOS MISERÁVEIS

A MULHER SEM CABEÇA

16

DISCURSO DO SENADOR. A INAUGURAÇÃO DA ESTÁTUA

A DESPEDIDA DE ZÉ

algo de negro folias sao paulo

teatro de rua

8/9/10 12:43:17 AM

14

“Ao entardecer, quando caíram seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.” Trecho de Os sertões de Euclides da Cunha.

15 “Sou da tradição de homens sem cabeça. Sem cabeça ficou Zumbi, Conselheiro, Lampião.”

16

“A inauguração desta estátua marcará para nós o nascimento de uma nova era, sem espaço para ressentimentos e insurreições suicídas. “

17

“Se os nossos corações se estrangulam nas grades onde morre a liberdade e se fatigam Neste dia cresceram sempre rosas” Trecho da poesia Para enfeitar os seus cabelos de Agostinho Neto.

18

“Nosso passeio termina aqui, mas não a estrada. Nosso universo é aberto como o mar e o deserto. Existir�� um futuro. Creio. Penso se será uma promessa, uma curva ou um caminho. “

*

“Só tô pedindo pra você acolher melhor a santa! Ela fica aí de pé, sem comida, com essas roupa estranha, sem poder fumar! Se é pra tratar assim é melhor nem rezar. “

programação visual espetáculo ALGO DE NEGRO Folias (São Paulo) 2010 processo criativo

Jtá não temos neste ofício lastro de fornecedores

Tudo: latas, pets, vícios e artimanha em dinheiro pouco, em verdade, pífio que não supre pormenores vamos nós no sacrifício poros vertendo suores

( Zé ) (Maria Escolástica)

8/9/10 12:43:18 AM

iô, iô,iô,iôôô... iô, iô,iô,iôôô...

B!FYFNQMP!EP!TBNCB-!EB!DBQPFJSB-!EPT!DPOHBEPT-! NBSVKBEBT-!SFJTBEPT-!EPT!BGPY„T-!F!EF!UBOUBT! NBOJGFTUBƒÎFT!DVMUVSBJT!BGSP.CSBTJMFJSBT-!B!SVB!! BQSFTFOUB.TF!!DPNP!P!DFOèSJP!!JEFBM!QBSB!SFBMJ[BƒÍP! EFTUB!SFGMFYÍP!FTU„UJDB/!

processo criativo B!ESBNBUVSHJB!F!FODFOBƒÍP!EF!BMHP!EF!OFHSP!GPSBN! FMBCPSBEBT!FN!VN!MPOHP!QSPDFTTP!DPMFUJWP!EF!CVTDB! F!DSJBƒÍP!EF!TJHOPT!GPSUFT!RVF!SFQSFTFOUBTTFN! NPNFOUPT!TJHOJGJDBOUFT!EB!USBKFUïSJB!EP!OFHSP! CSBTJMFJSP!FN!TVB!MVUB!QPS!MJCFSUBƒÍP!EFOUSP!EF! VNB!SëHJEB!FTUSVUVSB!TPDJBM!DPOUBNJOBEB!QPS!JEFèSJP! SBDJTUB!F!FTDSBWJTUB/!P!EFTBGJP!GPJ!FYUSBJS!JNBHFOT! QSJNBJT!EP!DPUJEJBOP-!RVF!GPTTFN!TJNCPMJDBNFOUF! SFQSFTFOUBUJWBT!OÍP!Tï!EP!BUVBM!NPNFOUP-!NBT!EF!VN! DPOUFYUP!IJTUïSJDP!NBJT!BNQMP/

MISERÁVEIS PERCEBEM SEU VALOR

REENCONTRO DOS MISERÁVEIS

B!ESBNBUVSHJB!F!FODFOBƒÍP!EF!BMHP!EF!OFHSP!GPSBN! FMBCPSBEBT!FN!VN!MPOHP!QSPDFTTP!DPMFUJWP!EF!CVTDB! F!DSJBƒÍP!EF!TJHOPT!GPSUFT!RVF!SFQSFTFOUBTTFN! NPNFOUPT!TJHOJGJDBOUFT!EB!USBKFUïSJB!EP!OFHSP! CSBTJMFJSP!FN!TVB!MVUB!QPS!MJCFSUBƒÍP!EFOUSP!EF! VNB!SëHJEB!FTUSVUVSB!TPDJBM!DPOUBNJOBEB!QPS!JEFèSJP! SBDJTUB!F!FTDSBWJTUB/!P!EFTBGJP!GPJ!FYUSBJS!JNBHFOT! QSJNBJT!EP!DPUJEJBOP-!RVF!GPTTFN!TJNCPMJDBNFOUF! SFQSFTFOUBUJWBT!OÍP!Tï!EP!BUVBM!NPNFOUP-!NBT!EF!VN! DPOUFYUP!IJTUïSJDP!NBJT!BNQMP/

Somos livres escambeiros

da labuta a céu aberto MUVSBJT! NBJT!RVF!SFUSBUBS!GPMDMPSJDBNFOUF!B!DPOUSJCVJƒÍP! outros somos embusteiros BUJOP. BGSJDBOB!F!BGSP!EFTDFOEFOUF!FN!OPTTB!GPSNBƒÍP! JEFOUJUèSJB-!B!QFTRVJTB!JOWFTUJHB!!P!QSPDFTTP! EF!ÓEFTVNBOJ[BƒÍPÔ!QSPWPDBEP!QFMB!DPOEJƒÍP!EF! esmolando seu afeto SJUNPT! QFSNBOFOUF!FYDMVEçODJB!FN!BNCJFOUFT!VSCBOPT! F!B!UFOUBUJWB!TJTUFNèUJDB!EF!TVGPDBNFOUP! menos somos trambiqueiros !PVUSBT-!DVMUVSBM!!BTTPDJBEB!BPT!QSPDFEJNFOUPT!DPSEJBJT! que os políticos, decerto TJEBEF!F!EF!FTWB[JBNFOUP!F!EFTRVBMJGJDBƒÍP!!EPT!WBMPSFT!F! DPOIFDJNFOUPT!BODFTUSBJT!EFTUB!QBSDFMB!TPDJBM/! NFJBN!P!

ALEX ROCHA CAMILA URBANO (Yansã/Nanã) CARLOS GAUCHO MONICA SIMÕES (Ossaim/Oxossi) REGGIS SILVA (Ogum/Xangô) RENATA ROSA (Yemanjá/Oxum)

na encosta do morro veio o temporal”

OPTTP!QSPDFTTP!QBSUJV!EF!EVBT!GSFOUFT;!B!QSJNFJSB! GPJ!VNB!JOUFOTB!EJOæNJDB!EF!QFTRVJTB!DçOJDB! QSPQPTUB!BPT!BUPSFT!QFMB!EJSFƒÍP!EP!FTQFUèDVMP/!B! QBSUJS!EFTUF!QSPDFTTP!F!EF!VNB!T„SJF!EF!JNQSPWJTPT! FN!DJNB!EF!UFYUPT!F!JNBHFOT-!B!ESBNBUVSHJB!GPJ! DVJEBEPTBNFOUF!FMBCPSBEB!MFWBOEP!FN!DPOUB!B! DPMBCPSBƒÍP!F!SFGMFYÍP!EPT!EJWFSTPT!FOWPMWJEPT/!

(Carlos Francisco/ Selito SD)

QBSUJOEP!EP!DBQëUVMP!IPNFN!DPSEJBM!EP!MJWSP!SBë[FT! EP!CSBTJM-!SFBMJ[BNPT!VNB!JOWFTUJHBƒÍP!TPCSF!PT! FGFJUPT!EB!!DPSEJBMJEBEF!DPNP!DBSBDUFSëTUJDB! TïDJP.DVMUVSBM!!CSBTJMFJSB!FN!TVB!QBSDFMB!BGSP. EFTDFOEFOUF/!!OPTTPT!QFSTPOBHFOT!TÍP!VN!HSVQP! EF!!ÓQFSBNCVMBOUFTÔ!!TFN!UFUP-!FN!TVB!NBJPSJB! OFHSPT-!FN!QFSNBOFOUF!DPOGMJUP!DPN!PT!TFOIPSFT! QSPQSJFUèSJPT/!

8 “Levantei o meu barraco

ficha TÉcnica

teatro de rua

ELENCO

6 “Poxa, e cêis ainda falando

B!TFHVOEB!GSFOUF!GPJ!VN!NFSHVMIP!FN!BNQMB! CJCMJPHSBGJB!SFMBDJPOBEB!B!RVFTUÎFT!SFMBUJWBT!Ì!! OFHSJUVEF!OP!CSBTJM/!GPSBN!FTUVEBEPT!BVUPSFT!DPNP! KPFM!SVGJOP-!DMïWJT!NPVSB-!BCEJBT!EP!OBTDJNFOUP!F! NVOJT!TPES„-!KVOUP!Ì!MJUFSBUVSB!EF!MJNB!CBSSFUP-! NBSJB!DBSPMJOB!EF!KFTVT-!KPÍP!BOUPOJP!F!EF!EJWFSTPT! QPFUBT!QPQVMBSFT!DPNP!BOUPOJP!DBOEFJB!GJMIP-! NBSUJOIP!EB!WJMB-!XJMTPO!NPSFJSB!F!OFJ!MPQFT/! GPSBN!DPOTVMUBEPT!UBNC„N!BVUPSFT!RVF!USBUBSBN!EF! RVFTUÎFT!SFMBUJWBT!Ì!SFMJHJPTJEBEF!BGSP.CSBTJMFJSB/! BP!MPOHP!EPT!FOTBJPT!B!DVSJPTJEBEF!EF!DPOIFDFS!B! DVMUVSB!BGSJDBOB!BMJPV.TF!Ì!OFDFTTJEBEF!EF!UFYUPT! RVF!SFNFUFTTFN!B!VNB!BCPMJƒÍP!TJNCïMJDB!EBT!GPSNBT! EF!EPNJOBƒÍP!EP!JEFèSJP!PDJEFOUBM/!OFTUF!QSPDFTTP! CVTDBNPT!B!MFJUVSB!EF!EJWFSTPT!BVUPSFT!BGSJDBOPT-! FN!FTQFDJBM!EF!FTDSJUPSFT!BOHPMBOPT!RVF!WJWFSBN! JOUFOTBNFOUF!P!QSPDFTTP!EF!EFTDPMPOJ[BƒÍP/!P! NBJT!JNQPSUBOUF!EFMFT!OB!FMBCPSBƒÍP!DPODFJUVBM!F! TJNCïMJDB!EFTUB!QFƒB!GPJ!BHPTUJOIP!OFUP/!QPEF.TF! EJ[FS!RVF!TVB!PCSB!QP„UJDB!GPJ!B!HSBOEF!JOTQJSBƒÍP! MJUFSèSJB!EP!UFYUP/

algo de negro

“ Maria! Arreda dessa solidão Maria! Sem união não tem futuro não. Precisa de força! E pra mudar as coisa daqui não adianta só gente não! Cê precisa de mais ajuda!”

7 “Há mais de quatrocentos 2 “O terra sina de pobre “ anos ocupamos essas terras. havia ninguém quando 3 “(...)Os ninguéns: os filhos de Não chegamos. Minha família

AGRADECIMENTOS

8/9/10 12:43:17 AM

teatro de rua Embusteiros

5

Direção I Carlos Francisco I Dramaturgia I Thiago Mendonça I Direção Musical I Selito SD I Assistência de Direção I Thiago Mendonça I Dança e Movimentos I Katia Naiane I Adereços I Bira Nogueira e Leide de Castro I Cenografia I Bira Nogueira I Assistência de Cenografia I Leide de Castro I Preparação Vocal I Mateus Sigali I Figurinos I Leide de Castro I Costureira I Mariluce Costa da Silva I Máscara Neutra I Tatiana Freire I Projeto Gráfico I Ieltxu Martinez Ortueta I Instrumentos I Carlos Francisco I Produção I Debora Lôbo I Estagiária I Priscila Jorge I Realização I Folias I

(Eugênia ) (Produtora)

ALGO NEGRO 4.indd 1

ALGO NEGRO 4.indd 2

1

(Procópio) (Patrão ) (Fotografo)

12

10

O PENSAMENTO DE EUGÊNIA

ficha TÉcnica

VOJWFSTP! F! vamos nós no sacrifício U„JB/! Quando não temos neste ofício ouvi o seu esilencio sem guarida sem morada Jtá poros vertendo suores lastro de fornecedores Mendonca / Selito SD) guarida e sem morada FTTÎFT! (Thiago vai é doSem desperdício se virando como pode então iô, iô,iô,iôôô... esvaído dos senhores iô, iô,iô,iôôô... só conta com deus !VN! Quando ouvi o seu silêncio que alquimiamos lixo O horizonte tava escuro transmutando em bel valores Ira, trazemos do íntimo mais ninguém JUVJ! Os passarinhos Quando ouvi o seu silêncio e ela supera os temores tavam mudos iô, iô,iô,iôôô... Muitos passos se perderam sentimentos estes ínfimos T! E o riso tava morto iô, iô,iô,iôôô... Muitos peitos sem compasso ante o ódio aos senhores se fecharam Serenos bateram sem vida vamos tombar-lhes ao ritmo ïQSJB! ESemas portas festa, samba, seresta Não ouve grito ou palavra dos tons de nossos tambores As janelas não se abriram Só choro, gesto, gemido NFJP!B! Quando ouvi o seu silêncio Do vazio fez-se eco iô, iô,iô,iôôô... Quando ouvi o seu silêncio. iô, iô,iô,iôôô... JB!EPT! POBJT!EF!

MONICA SIMÕES (Ossaim/Oxossi) REGGIS SILVA (Ogum/Xangô) RENATA ROSA (Yemanjá/Oxum)

[11] 3361.2223

sem ouro, prata e nem cobre

REUNIÃO DOS DEUSES

DPOUBUP!GPMJBT folias@terra.com.br

Eta vida desgraçada da gente que nada tem Tudo: latas, pets, vícios sofrida, desamparada Sem guarida e sem moradaiô, iô,iô,iôôô... e artimanha em dinheiro pouco, emvintém verdade, pífio sem um mísero vai se virando como pode iô, iô,iô,iôôô... que não supre pormenores da labuta a céu aberto outros somos embusteiros esmolando seu afeto menos somos trambiqueiros que os políticos, decerto

OFDFTTBSJBNFOUF!PT!PSJVOEPT!EBT!QSèUJDBT!DVMUVSBJT! SFGFSJEPT!OP!USBCBMIP-!NBT!EF!PSJHFN!BGSP.MBUJOP. BNFSJDBOB!EJWFSTB-!PV!TFKB-!TÍP!QSBUJDBEPT!SJUNPT! EF!BMHVNBT!DVMUVSBT!DPN!B!JOTUSVNFOUBƒÍP!EF!PVUSBT-! B!GJN!EF!FTQSBJBS!TPCSF!B!SJRVF[B!F!B!EJWFSTJEBEF!F! P!RVBOUP!UBJT!FMFNFOUPT!EB!BGSJDBOJEBEF!QFSNFJBN!P! OPTTP!DPUJEJBOP/

9

a

Somos Congo, Umbundo, Angola PSB! Benguela, Cabinda, Cassange, Macua, Inkices nós somos, somos Orixás TF! Também somos Voduns Eta vidinha danada (Selito SD / Fabio Goulart) (Selito SD) Somos todos por todos USJ[! essa da gente que é pobre porque todos nós somos um. sofrida, desamparada TUJUVJOUF! Eta vida desgraçada sem ouro, prata e nem cobre da gente que nada tem OGBUJ[BS! PCKFUJWPV.TF!JOUFSJPSJ[BS!OP!FMFODP!RVF!OP!VOJWFSTP! sofrida, desamparada Terra Somos Ketu, Efan, Ijexá Sem guarida e sem morada Levantei o meu barraco sem um mísero vintém vai se virando como pode Xambá,/ Oyó Nagô Egbá (Thiago Mendonca Carlos eFrancisco) !BGSP. EB!BGSJDBOJEBEF!B!NVTJDBMJEBEF!QSBUJDB.TF!EF! GPSNB!DPMFUJWJTUB!.!TFN!B!EJWJTÍP!QBMDP.QMBU„JB/! na encosta do morro sem guarida e sem morada Sem guarida e sem morada FTUB!„!VNB!DBSBDUFSëTUJDB!GVOEBOUF!EBT!FYQSFTTÎFT! vai se virando como pode Fanti, Ashanti, Ewé “O terra sina Somos de pobre SSFHBEP! HFOVJOBNFOUF!QPQVMBSFT!OBT!RVBJT!B!NóTJDB!„!VN! só conta com deus veio o temporal O terra sina de pobre mais ninguém FOUF!DPNQMFNFOUBS!Ì!FTQJSJUVBMJEBEF!F!DPOTUJUVJ! Mina, Mandinga, Fon e Haussá Quanto mais a roda gira Levantei o meu barraco PT! B!JEFOUJEBEF!DPNVOJUèSJB-!P!FOGSFOUBNFOUP!ÌT! levou tudo morro abaixo Mais um muro o rico sobe Quanto mais a roda gira no vale, eu saí do morro !TBNCB-! PQSFTTÎFT!DPUJEJBOBT!F!BU„!VNB!QFEBHPHJB!QSïQSJB! )EF!TFV!HSVQP!EF!QFSUFOƒB*!EFTFOWPMWJEB!FN!NFJP!B! e cuspindo barro Mais um muro o rico sobe” VN!QSPDFTTP!OP!RVBM!TÍP!WBMPSJ[BEBT!B!NFNïSJB!EPT! Somos Congo, Umbundo, Angola veio o temporal EJEP! BOUJHPT!F!B!FEVDBƒÍP!F!PT!QSPDFTTPT!USBEJDJPOBJT!EF! gritei por socorro Benguela, Cabinda, Cassange, Macua, encheu, transbordou o riacho WBMPSFT! USBOTNJTTÍP!EF!DPOIFDJNFOUP-! EFTUBDBOEP!B!PSBMJEBEF/ sob o temporal Inkices nós somos, somos Orixás e cuspindo barro PT-! ELENCO Embusteiros Também somos Voduns gritei por socorro UBS!F! BT!NóTJDBT!VUJMJ[BEBT!GPSBN! DPNQPTUBT!OP!QSPDFTTP!EF! Eta vidinha danada (Carlos Francisco/ ALEX ROCHA ( Zé ) Somos todos (Maria por Escolástica) todos sob o temporal CAMILA URBANO EF!NPEP! FMBCPSBƒÍP!EB!QFƒB/!PT!SJUNPT! GPSBN!QSBUJDBEPT!QPS!NFJP!EB! essa da gente que é pobre Selito SD) (Yansã/Nanã) porque todos nós somos um. F!DPN!P! FYQFSJNFOUBƒÍP!DPN!JOTUSVNFOUPT! Somos livres escambeiros CARLOS GAUCHO (Senador) (Operário) SëUNJDPT0QFSDVTTJWPT-!OÍP! sofrida, desamparada

o

6

8

4

o

Todos por todos

5

UMA MENSAGEM MISERÁVEIS DOS DEUSES GANHAM UM LUGAR

MEMÓRIAS DOS MISERÁVEIS

T!

Somos Ketu, Efan, Ijexá Xambá, Oyó e Nagô Egbá Somos Fanti, Ashanti, Ewé Mina, Mandinga, Fon e Haussá

3

ÍP!

Temporal

Levantei o meu barraco no vale, eu saí do morro veio o temporal encheu, transbordou o riacho e cuspindo barro gritei por socorro sob o temporal

2

APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO DE ZÉ, O GUIA DOS MISERÁVEIS TURÍSTICO

s

Levantei o meu barraco na encosta do morro veio o temporal levou tudo morro abaixo e cuspindo barro gritei por socorro sob o temporal

1

al

(Selito SD)

(Selito SD / Fabio Goulart)

FN!

Todos por todos

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Temporal

T!

! ! ! BT! ÍP!

a mÚsica B!DPOTUJUVJƒÍP!EB!USJMIB!TPOPSB! EB!QFƒB!BMHP!EF!OFHSP!QBVUPV.TF! QFMB!DPODFQƒÍP!EF!NóTJDB!EF!NBUSJ[! BGSJDBOB!FORVBOUP!FMFNFOUP!DPOTUJUVJOUF! EB! DVMUVSB!Csbtjmfjsb/!CVTDPV.TF!FOGBUJ[BS! B!DSVDJBM!JNQPSUæODJB!EB!NóTJDB!OP!VOJWFSTP!BGSP. CSBTJMFJSP-!OP!RVBM!FTUF!FOUF!DVMUVSBM!„!DBSSFHBEP! EF!TBDSBMJEBEF<!EFTQFSUBS!B!QFSDFQƒÍP!QBSB!PT! FMFNFOUPT!EFTTB!NVTJDBMJEBEF!PCTFSWèWFJT!OP!TBNCB-! OPT!NBSBDBUVT-!DPOHBEPT-!CPJT.CVNCèT-!FOUFOEJEP! NPEP!EF!WJEB!Ñ!QFSNFBEP!QPS!VN!DPOKVOUP!EF!WBMPSFT! BODFTUSBJT/!BUPSFT!F!BUSJ[FT!GPSBN!JOGPSNBEPT-! FOTJOBEPT!F!FOTBJBEPT!TPCSF!PT!NPEPT!EF!DBOUBS!F! UPDBS!EPT!QPSUBEPSFT!EFTTBT!DVMUVSBT/!UVEP!EF!NPEP! QSèUJDP-!DPN!FYQFSJNFOUBƒÍP-!FN!DPOGPSNJEBEF!DPN!P! NJMFOBS!NPEP!EF!USBOTNJTTÍP!PSBM/!


Folias apresenta FICHA TÉCNICA IZmidL^aa^VbH]V`ZheZVgZ IgVYjdZVYVeiVd;VW^d7gVcY^IdggZh 9^gZdKVaE^gZh CXaZdYZ^ciZgegZiVdHjoVcV6gV\dZEVig^X^V7Vggdh 8Zc{g^d7^gVCd\jZ^gV ;^\jg^cdh;ZgcVcYV6ad^ZGZ\^cVEZgZ^gV 8g^VdYZAjoIja^dEZoodc^ 8g^Vd!Y^gZdbjh^XVa ZYZhZc]dYZhdb6cYg‚<gnclVh` 6YZgZdhBVgXZaV9dcViid 6YZgZdhXVWZVh7^gVCd\jZ^gVZAZ^YZYZ8Vhigd CXaZdYZ8ZcdiZXc^V?dg\ZAj^h!7^gVCd\jZ^gV Aj^HZ^mVhZEZYgdH^bdc DeZgVdYZhdbGdYg^\dEVab^Zg^ DeZgVdYZajo;Za^eZHXVaoVgZiid Egd\gVbVdk^hjVa>ZaimjBVgi^cZoDgijZiV EZhfj^hVYZWVcXdYZ^b{\ZcZh8Vgda^cV8Va!Aj^HZ^mVhZAZ^YZYZ8Vhigd ;didhAj^h<ZgbVcd$?ja^VK^VccV EgdYjd:mZXji^kV9‚WdgVAWd 6hh^hi„cX^VYZEgdYjd7^VcXVH\V^;gVcXd 6Yb^c^higVdDhbVg<jZggVZ9‚WdgVAWd GZVa^oVd;da^Vh

ELENCO

“Em nome da liberdade se

chega ao Fascismo”

mente Em nome do “bem comum”, do “politica , nos dando correto”, leis são criadas e impostas e. liberdad de e, civilidad de uma sensação Impedindo-nos de pensar.

“O Estado não tem mais realida de do que os deuses e os diabos. São apenas reflexos , criações do espírito humano, pois o homem, o indivíd uo é a única realidade. O Estado é só a sombra do Homem , a sombra do seu obscurantismo, de sua ignorân cia e de seu medo.” Emma Goldman (1869-1940)

im igo s . Pa ra os in igo s tu do “P ar a os am

programação visual do espetáculo MEDIDA POR MEDIDA Grupo Folias (São Paulo) 2010

a Le i”

6Yg^VcdBZga^c^ 6Yg^VcdBdiiV 7^VcXVH\V^;gVcXd 8Vgda^cV8Va 9‚WdgVGVfjZa ?jc^dg9dX^c^ Aj^HZ^mVh Aj^oMVk^Zg EZYgdAdeZh EZYgdHX]lVgXo EZYgdH^bdc IVgX^aV6aWjfjZgfjZ

medidapormedida de william shakespeare

apoios

direção Val Pires + tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres

SOBRE O PROJETO O FOLIAS/ EXODO - O HOMEM CORDIAL

SOBRE A TRADUÇÃO

DEgd_ZidYd;da^VhÚmdYd=dbZb8dgY^Va! VedcidjeVgVYd^hXVb^c]dh/

¿hkZoZh!VeVgZXZedgV†jbH]V`ZheZVgZ ^YZVa^oVYd!YZfjZbhZY^ofjZXdadXVkV hjVVgiZVX^bVYZijYd!hZb[VoZg XdcXZhhZhVdeWa^Xd#BVhWVhiVaZgjb b†c^bdhdWgZhjVVk^YV!egVkZgfjZVa‚b YZYgVbVijg\d!ZaZZgVjbZbegZh{g^d fjZk^k^VÄZWZbÄYdfjZ\Vc]VkVXdb VhjVXdbeVc]^VYZiZVigd!dcYZVheZVh ZgVbZcXZcVYVhWjhXVcYdjbVXdcZmd Y^gZiVXdbdeWa^XdZ!XdchZf“ZciZbZciZ! XVhVX]Z^V#:hhVegZdXjeVdXdbhZjh ZheZXiVYdgZh!Va^VYVVjbiVaZcidfjZ V^cYVcd[d^hjeZgVYd!iVakZoiZc]Vbh^Yd dh[VidgZhfjZdigVch[dgbVgVbcdbV^dg YgVbVijg\dYZidYdhdhiZbedh#

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de william shakespeare

medidapormedida direção Val Pires tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres

6YgVbVijg\^V!V^ciZgegZiVd! kdaiVgVb"hZeVgVViZciVi^kVYZ XdbegZZchdYdhegdXZY^bZcidhYZ ZcXZcVd!YVÆ:hXg^ijgV8„c^XVÇ# CdfjZY^ogZheZ^idZheZX^ÒXVbZciZ| XZcVZbh^d;DA>6HhZYZY^XdjVXg^Vg cXaZdhYZigVWVa]d!XVYVjbYZhhZh igVWVa]dhgZhjaiVcYdZbjbVZcXZcVd Xdch^YZgVcYdVedi„cX^VYd^cY^k†YjdXdb hZjÆ]dbZbXdgY^VaÇXdbdiZb{i^XVZ [dgbVÄbdYdYZegdYjd# 6^ckZhi^\VdeVhhdjVhZgVYd^cY^k†Yjd eaVciVYdZbiZggVZhigVc]V!V^cYVfjZ hjV#9dedcidYZk^hiVYdX^YVYd!V XdbegZZchdYVXdcY^dYZ^cY^k^Yjd YZhiZgg^idg^Va^oVYd!Zm^aVYd!ZVVi^ijYZYZ ZhXda]VVciZdXVb^c]dZbiZhZYZbd c^XV/hZ\j^gVY^VciZÆcVXdgY^Va^YVYZÇ Xdc[dgbVYdgVYZhiVÆVaYZ^V\adWVaÇdj gZXg^Vgh^bWda^XVbZciZhZjiZgg^i‹g^d! WjhXVcYdXVb^c]dhVaiZgcVi^kdh! V^cYVfjZbVg\^cV^h#

ÆJb[VoddjigdVbVcZ^gVYVXZaZWgZ[gVhZ YZ8]jgX]^aa/eg^bZ^gd[VoZbdhcdhhVh XVhVh!YZed^hZaVhcdh[VoZb### V^Y‚^VYZig^Wd!edkd!cVdZYZed^hYZ ZhiVYdcVX^dcVaYZXdggZYZhhVgZaVd idgcVYVegd[jcYV#Ç

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estreia 01 JUNHO

de william shakespeare direção Val Pires tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres QUINTA a SáBADO as 21:00 e DOMINGOS as 20:00 Galpão do Folias rua Ana Cintra 213 Sta Cecilia Informaçoes e reservas: 11- 3361.2223


apresenta

programação visual para o grupo TEATRO XIRÊ (Rio de Janeiro) 2008 TEATRO XIRÊ TEMPORADA CAIXA CULTURAL

apresenta

M A R Ç O / 2 0 0 9 CIRANDA 19 a 22 de março QUANDO CRESCER, EU QUERO SER... 26 a 29 de março quintas e sextas às 14:00 h sábados e domingos às 16:00 h Informações e agendamentos: remairj01@caixa.gov.br

Apoios:

Realização:

Promoção:

DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS

Patrocínio:

CAIXA CULTURAL avenida almirante barroso, nº25.centro

CIRANDA

Antes mesmo de acordar, a menina Telé encontra seu amigo Deco, e as duas crianças começam a despertar para o dia e para as possibilidades de descoberta durante suas brincadeiras. A comunicação faz-se, exclusivamente, através do movimento. É nesse âmbito que a criança se identifica com as personagens. A espontaneidade das ações encontra reverberação imediata na platéia; neste momento, apesar de não estarem em cena, as crianças tornam-se elemento de suma importância para o jogo, o que provoca nelas liberdade no caminho da expressão de suas emoções, criatividade, sensibilidade.

QUANDO CRESCER, EU QUERO SER... Jujuba de Morango está em busca de sua realização: tornar-se uma primeira bailarina.

de ensaios, certa de que para alcançar seu objetivo terá que seguir exatamente o mesmo caminho feito pela bailarina que tem como ídolo. O público torna-se cúmplice, e quem sabe torcedor, da personagem em todas as suas o desenvolvimento de seus aprendizados e das angústias que serão reveladas ao longo de sua trajetória. Quando Crescer, Eu Quero Ser... é um espetáculo de dança-teatro para

que costumamos traçar em busca de nossas idealizações. Duração: 50 minutos Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança/2006, com patrocínio da Petrobras, e pelo Prêmio Angélica Daher de Fomento ao Teatro/2006, com patrocínio da Prefeitura de Angra dos Reis.

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO E CONCEPÇÃO: Andrea Elias ELENCO: Andrea Elias E Tiago Quites PESQUISA: Andrea Elias E Jefferson Barbosa ILUMINAÇÃO: Djalma Amaral CENÁRIO E FIGURINO: Joana Lavallé e Gabriela Bardy

Q UAN DO CRE S CE R, E U Q UE RO S E R... 26 a 29 d e ma r ç o

pequenas experiências e acompanha com ela

conseqüência, um alerta para os caminhos

FICHA TÉCNICA

TEMPORADA CAIXA Cultural M A R Ç O / 2 0 0 9 CIRANDA 19 a 22 d e ma r ç o

todo o aparato necessário e trabalha muito cumprindo exaustivas e intermináveis horas

crianças que faz uma crítica divertida e, em

Duração: 45 minutos.

TEATRO XIRÊ

apresenta

Para isso faz tudo o que entende ser necessário: busca o melhor espaço, carrega consigo

DIREÇÃO ARTÍSTICA: Andrea Elias DRAMATURGIA: Sérgio Machado CONCEPÇÃO E PERFORMANCE: Andrea Elias COLABORAÇÃO E DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Paulo Marques PREPARAÇÃO CORPORAL: Tânia Castilho CENÁRIO, FIGURINOS E ADEREÇOS: Joana Lavallé TRILHA SONORA ORIGINAL: PC Castilho ILUMINAÇÃO: Djalma Amaral CENOTÉCNICO: Antônio Domingos COSTUREIRA: Villany DESIGNER DA MALA E OBJETOS DE CENA: Rogério Cherem PRODUÇÃO EXECUTIVA: Morena Paiva

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CIRANDA não compreende um enredo narrativo-descritivo ou mesmo diálogos usuais entre os personagens. Trata-se de um espetáculo de dança-teatro para o público infantil, cuja temática refere-se ao prazer do encontro da criança com seus desafios pessoais. Inicialmente, em cena, apenas um baú que, como uma cartola de mágico, transforma ilusão em realidade.

WORKSHOP O Corpo e a Construção da Cena 28 e 29 de março Informações e inscrições: teatroxire@msn.com

quintas e sextas às 14:00 h sábados e domingos às 16:00 h Agendamentos: remairj01@caixa.gov.br

WORKSHOP

O Corpo e a Construção da Cena 28 e 29 de março

Informações e inscrições: teatroxire@msn.com

DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS C A I X A

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C u l t u r a l

A v e n i d a

A l m i r a n t e

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I virada de futebol-society projeto gráfico :

« Troca uma balada por umas peladas »

para a I VIRADA de FUTEBOL-SOCIETY 2009 I virada de futebol-society

Sábado 12 Dezembro/09 22:00-06 :00 SãO PAULO/ Pompéia Infos e Inscriçao até 28 Novembro: www.virada-futebol.com.br Tel : 8220 0088 / 9498 9444

Sábado 12 Dezembro 22:00 - 06 :00 SÃ O PAULO /Po m p é i a

Infos e Inscriçao até 28 Novembro: www.virada-futebol.com.br Tel : 8220 0088 / 9498 9444


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COGEAE - COORDENADORIA GERAL DE ESPECIALIZAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E EXTENSÃO

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CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA COGEAE/PUC-SP PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

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PUC-SP, UMA UNIVERSIDADE COMPLETA: GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO E LATO SENSU E EXTENSÃO

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projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura ECOMOTION 2008

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WATER WAY OF LIVING

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projeto grรกfico SPEEDO 2008


COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO

COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO

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logos para LED (agência de eventos) TRÂNSITO (produra cultural) RJ ATARIA (plataforma artística) Pais Basco (Espanha)

COMUNICAÇÃO

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ENTRETENIMENTO

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PORTFOLIO 2011