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EDIÇÃO DIGITAL | www.peninsulanet.com.br Ano IV - Nº 53 - Dezembro de 2013


Editorial

A

Fim de ano

última edição de 2013 traz do lúdico ao trabalho diário da Associação para manter a Península impecável. Falamos de festa, segurança, transporte, infraestrutura, trânsito, meio ambiente, esporte, lazer, cultura, enfim, uma pequena retrospectiva dos últimos 365 dias. Sabemos que a pauta permanecerá cheia no próximo ano e reafirmamos aqui o nosso compromisso de gerir, executar e levar até o associado a melhor solução para os problemas que porventura surjam, e a qualidade sempre, para cada metro quadrado desses 780 mil de área.

Trazemos também o balanço da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca e as expectativas para 2014. Mostramos a parceria das autoridades locais com a Península, que tem contribuído com o condomínio, permanentemente.

Divulgamos também o olhar do morador, que expressa o prazer de viver aqui e participa de cada evento, social ou esportivo. E vem aí uma série de atividades para você manter a saúde e viver com mais qualidade de vida. É o programa Bem-Estar, que se iniciará em janeiro. Fechamos a edição de dezembro com o Natal. A alegria das crianças, que mais uma vez vibraram com a chegada de Papai Noel e com os presentes. Fica aquele clima de casa, de gente amiga e que se quer bem. Feliz Natal e um Ano-Novo repleto de paz, saúde e prosperidade. Tim-tim.

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Revista Península é uma publicação

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(21) 3471-6799 www.idesigncom.com.br contato@idesigncom.com.br Av. Armando Lombardi, 800 – Sl. 238 Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ

Editora Responsável

Revisão

Tereza Dalmacio terezadalmacio@idesigncom.com.br

Tatiana Lopes

Diretora de Arte

Repórteres

Alessandra Costa

Cristiano Kubis, Guilherme Cosenza e Stephany Muzi

Design/Diagramação

Fotografia

Design

Hilton Ribeiro e Natália Moraes

Produção

Fabiane Motta

Rachel Sartori

Raphael Verçosa

Diretor Comercial Victor Bakker

Comercial (21) 3471-6799 | 7898-7623 Alessandro Aquino aquino@idesigncom.com.br Alessandro Melo alessandro@idesigncom.com.br Bruno Faria bruno@idesigncom.com.br Erick Bueno erick@idesigncom.com.br


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Retrospectiva

Meio ambiente

Despoluição da lagoa

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Segurança

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Sistema Lagunar

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Câmara Comunitária da Barra

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Porta-Retrato

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Bem-Estar

Esporte

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ASSAPE EM AÇÃO Península recebe Conselho de Segurança Segurança em pauta. O 31º Conselho Comunitário de Segurança se reuniu neste mês, na Península. No encontro, foi apresentado aos presentes o novo Comandante do 31º Batalhão da Polícia Militar, Tenente-Coronel Rubens Peixoto. O Comandante abriu o encontro falando sobre os seus planos para a região. Por ser morador do Recreio, ele garantiu que conhece bem os problemas locais. “Com uma semana como Comandante, fiz o roteiro que as viaturas devem fazer. As cabines já estão com policiamento reforçado, o efetivo está sendo ‘dividido’ para cobrir todas as cabines, e novos policiais serão designados para a área no segundo semestre de 2014”, explicou. O Tenente-Coronel ainda comentou que, enquanto o reforço não chega, a área está recebendo auxílio de outras instituições. “As motos estão sendo usadas para auxiliar o combate à criminalidade na área, principalmente neste período, com o verão chegando e praias cheias. Elas fazem quatro roteiros na Barra – dois no Recreio e dois no Itanhangá”. Segundo o Comandante, o planejamento para o ano-novo já está pronto e foi elaborado pelo Comandante Amaral. Ele diz que vai apenas fazer a complementação. A ideia dele é fazer três pacotes de trabalho: proximidade com a comunidade, serviço e gestão de caráter individual. “A minha obrigação não é reclamar do efetivo e sim aproveitar o que temos da melhor maneira possível”, completou. O Tenente-Coronel também falou sobre a sua ideia de criar um centro de monitoramento nas dependências do Batalhão. Ele disse que, após visitar a polícia de Londres e conhecer de perto a utilização efetiva das câmeras de vigilância, trabalha para colocar em prática algo similar nas dependências do 31º BPM. Segundo ele, todos os órgãos ganhariam com isso. Sobre a polícia montada, ele explicou que no momento ela está atuando no entorno da Península, devido à mancha criminal e à especificidade do local.

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Joelcio Candido (Diretor-Geral ASSAPE), Edney Teixeira (Comandante da Guarda Municipal da Barra da Tijuca), Marcelo Traitel (Presidente do Cons. Comunitário da ASSAPE) e Eduardo Brito (ASSAPE)

Tiago Mohamed (Subprefeito da Barra e Jacarepaguá), Joelcio Candido, Marcelo Traitel e Coronel Peixoto (31º BPM)

Depois do Comandante, outras autoridades também falaram à comunidade. Os temas mais debatidos foram o aumento do índice de criminalidade na Barra, Recreio, Jacarepaguá, Vargem Grande e Vargem Pequena, a falta de efetivo policial, o péssimo atendimento do 1746 e o crescimento da população carente em sinais de trânsito.


Coronel Peixoto (31º BPM), Rayol (42ª DP) e Rodrigo Freitas (Delegado Assistente da 16ª DP)

Sobre a demora em investigações, o Subdelegado da 16ª DP, Rodrigo Freitas, ressaltou a importância das informações da comunidade e afirmou que um dos principais problemas enfrentados nas investigações é obter as imagens de estabelecimentos, além do efetivo reduzido. “Peço à comunidade que ajude a polícia. Mas, além disso, o efetivo tem que ser discutido.

Não é fácil ter milhares de investigações e apenas oito policiais”, desabafou. O Subdelegado também informou que a situação vai melhorar. “A Polícia Civil está formando cerca de 1.500 policiais, e, com certeza, um número será destinado à Barra da Tijuca”. Já o Tenente-Coronel dos Bombeiros, Albucacys, falou do trabalho de fiscalização de estabelecimentos irregulares na região. Segundo ele, é difícil controlar o funcionamento desses locais sem segurança, porque o efetivo não dá conta de fiscalizar todos os lugares com muita frequência. “Nesse sentido, a participação da sociedade em denunciar locais já multados é essencial”. Para encerrar, o Subprefeito Tiago Mohamed deu boas-vindas ao Comandante Peixoto e deixou a Subprefeitura aberta à população e às autoridades presentes. Já o Presidente da ASSAPE, Marcelo Traitel, disse que era uma honra receber as autoridades na Península e ainda deixou as portas abertas para outras parcerias. Estiveram presentes ainda o Inspetor da Guarda Municipal, Edney Teixeira, um Assessor do Governo Estadual, Orson Welles, entre outros representantes das associações locais.

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Tenente-Coronel Rubens Peixoto, novo Comandante do 31º BPM Península: Tenente-Coronel, o senhor foi transferido do batalhão de Petrópolis para o da Barra da Tijuca. Por se tratar de cidades diferentes, qual será o maior desafio? Ten.-cel. Peixoto: Um dos desafios é eu ser morador daqui. Quando a gente mora na área, o compromisso é duplicado, por também se tratar de autoridade pública. Mas o maior desafio mesmo é que a população flutuante da Barra da Tijuca é muito maior do que a de Petrópolis. Península: Quais são suas perspectivas para o seu comando? Ten.-cel. Peixoto: São as melhores possíveis. Espero fazer melhorias no policiamento daqui. Vamos tentar fazer com que o serviço e a gestão do aparelho público sejam as ferramentas para que a população da Barra tenha uma segurança otimizada. Acredito que o implemento de policiais com motocicletas irá tornar o policiamento mais ágil, e como a Secretaria de Segurança prometeu mais

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recurso humano, as duas ações se complementarão. Então, vamos trabalhar com o que temos até o meio do ano que vem e, a partir daí, vamos aguardar as deliberações. Península: Por que a troca de comando? Ten.-cel. Peixoto: A escolha foi do Chefe do Estado Maior Operacional da PMRJ, o Coronel Paulo Henrique. Ele chegou à decisão de que o Comandante Amaral precisava de outros desafios, por estar dois anos e meio aqui. Depois disso, concluiu que o meu nome era o ideal. Essa é minha sétima oportunidade como Comandante. Península: Qual será o conceito do seu comando? Ten.-cel. Peixoto: O novo Comandante é muito competitivo. Essa é a palavra que me define bem. Mas não como adversário oculto, é uma competição comigo mesmo, tentando superar as metas e os objetivos. Além de não faltarem dedicação e serviço.


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Retrospectiva Trabalho. Dedicação. Transparência. Comprometimento. Agenda cheia o ano inteiro. Assim, a ASSAPE fecha 2013 e sabe que em 2014 a rotina não será muito diferente. E isso é bom, diz o Presidente do Conselho Comunitário da Associação dos Moradores da Península, Marcelo Traitel. “Estamos aqui pra isto: realizar, produzir, levar mais qualidade para o nosso associado”. Marcelo fez uma breve retrospectiva do ano que passou. Acompanhe.

SEGURANÇA Este item obteve muitos implementos. Contratamos uma consultora, que fez um planejamento estratégico de segurança, visando obter o melhor projeto executivo para implantação futura do sistema de câmeras. Além disso, neste fim de ano estamos finalizando a troca do sistema de acesso da Península. Isso inclui cancelas e sistemática de identificação, que será realizada por tags. Assim, o acionamento será automático, e o morador será devidamente identificado através de sistema autônomo. A entrada e a saída ainda serão filmadas por 19 câmeras espalhadas pelas por-

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tarias 1 e 2, para que o morador tenha mais segurança. Recentemente também estivemos em reunião com o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, representados pela Conselheira na Câmara Comunitária, Marília Cavalcanti. Na ocasião, foi discutida e afirmada a utilização de guarda montada no entorno da Península. Também fizemos diversas operações em parceria com o Batalhão Ambiental. Em especial, eles ainda implementaram um posto de vigilância no nosso píer. Assim, de lá, eles partem com os barcos para realizar a fiscalização ambiental.


trânsito Na segurança do trânsito, fizemos toda uma reestruturação dos layouts, mudanças pontuais nas sinalizações de velocidade e estacionamento. Tudo isso também acompanhado pelo Coordenador de Segurança, Claudio Moraes e com apoio da CET-Rio. Após todo esse estudo, nós conseguimos a publicação no Diário Oficial, e, por isso, a Península hoje está totalmente sinalizada.

infraestrutura Começamos pelas portarias, porque os pisos estavam muito degradados. Para fortificá-los, fizemos uma nova base de concreto armado. Reformamos a pintura dos pórticos e agora estamos negociando a modernização deles. Solicitamos e conseguimos, junto à Carvalho Hosken, a última camada de asfalto, que só iria ser feita quando todos os empreendimentos estivessem entregues. Foi uma grande conquista, principalmente para o morador, que não vai mais precisar esperar vários anos para ter o asfalto em melhores condições.

Eventos Com Gustavo Ribeiro à frente dos eventos, tivemos inúmeras realizações. De modo geral, continuamos com os acontecimentos clássicos do bairro, como Dia das Crianças, Natal, entre outros. Além disso, a Península ampliou os eventos esportivos, sob a coordenadoria de Rodrigo Sant’anna. Neste ano, fizemos futebol, tênis, vôlei e muito mais. É um trabalho realizado com bastante afinco.

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MEIO AMBIENTE Temos aqui vários diferenciais neste aspecto. Primeiro, a Península é o único condomínio com serviço veterinário à disposição da fauna que a rodeia. Hoje, o veterinário Rafael Keim tem uma estrutura que trata animais que porventura precisem de cuidados. Esse projeto, inclusive, foi agraciado com prêmio e escolhido como referência em preservação. Como temos um bairro com características diferentes, todos os nossos funcionários estão sendo devidamente instruídos para lidar com assuntos relativos a meio ambiente

TRANSPORTE Conseguimos a ampliação dos nossos píeres e trocamos as balsas por outras maiores, mais confortáveis, mais rápidas e impermeáveis. Além disso, estamos buscando meios para que esse transporte seja viável até a próxima estação do metrô, perto do Barra Point, e uma outra até o Village Mall. Isso seria o ideal, para que possamos dar uma opção com mais conforto aos moradores, com menos estresse e ainda aproveitando uma linda paisagem.

e, principalmente, sobre como capturar animais feridos sem comprometer a própria saúde, a do morador e também do animal. Estamos muito ansiosos também com a dragagem da lagoa. Essa preocupação se deve ao fato de que é um projeto que necessita ser iniciado o mais rápido possível. Essa área precisa ter de volta a vida marinha, que nunca deveria ter diminuído por causa do assoreamento. Sabemos que o processo apresenta dificuldades contratuais, mas esperamos que os governantes consigam resolver em parcerias, para que possamos ter de volta a qualidade do manancial.

Quanto ao transporte viário, estamos realizando um referendo entre os moradores para implementar ou não a linha até o Centro do Rio de Janeiro. Mas para que isso aconteça, os votos terão que ser maioria, para que se possa realizar a modificação do Estatuto. O objetivo da ASSAPE é buscar maior inter-relação com os moradores e cumprir aquilo que eles decidirem. Nós representamos tanto para o sim quando para o não. Por isso, toda a votação está sendo auditada por uma empresa multinacional independente.

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Feliz Ano-Novo “Gostaria de encerrar essa entrevista agradecendo a cada morador pelo apoio. Lembro que a nossa Associação está totalmente comprometida com o crescimento, a qualidade e com a transparência em cada ação empregada em nosso condomínio. Essa é nossa obrigação, esse é o nosso trabalho. Estou aqui de coração aberto para manter a Península na sua grandeza. Espero que

em 2014 continuemos a ser referência em termos de gestão, cristalinidade nas contas, fiscalização dos gastos, qualidade de vida e serviços prestados. Nada é perfeito, mas buscamos o mais perto possível disso. Aproveito para desejar um Feliz Ano-Novo, com muita mais paz, saúde e prosperidade”, Marcelo Traitel.

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Para o bem de todos A Península é verde. Fauna rica e variada. Mas como lidar com essa diversidade de espécies? Aqui o contato é direto com a natureza, um privilégio, diga-se de passagem, mas é preciso conhecer, entender e saber lidar com os animais, sem que um fira o outro. Assim, a ASSAPE, juntamente com o veterinário Rafael Keim, promoveu um curso de dois dias para os funcionários da Associação. Eles aprenderam qual é o procedimento operacional padrão em caso de captura de algum animal. O objetivo é simples: proteger a saúde do morador, do funcionário e também do animal. Ou seja, caso algum animal silvestre esteja ferido ou colocando em risco a segurança de quem

mora na Península, ele será conduzido ao contêiner de veterinária, tratado e, depois, solto novamente na natureza. Mas apesar dos conhecimentos passados aos funcionários, Rafael afirma que ninguém é obrigado a capturar animais. O veterinário diz que é importante se sentir seguro e capacitado para a ação.

Rafael ainda diz que não se pode matar um animal silvestre ou mesmo alimentá-lo. “É preciso respeitar os hábitos deles. Por exemplo, o gambá é predador de cobras. Assim, a população de ambos fica controlada”. Sobre cobras, inclusive, ele diz que a limpeza é uma boa maneira de evitá-las nos condomínios. “Dei-

Para realizar esse contato, é essencial conhecer os hábitos, atividades, alimentação, metabolismo, a defesa e o ataque do bicho. Após a captura, é bom deixá-lo próximo a uma fonte de calor”, completa.

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xar lixo fora da propriedade é uma atitude que combate ratos, que são alimento das cobras”. Nas aulas, os funcionários aprenderam quais são os objetos mais eficientes para cada captura, dicas de primeiros socorros e ainda estudaram os hábitos dos principais animais do entorno da Península. Além de segurança, o treinamento faz parte da vigilância epidemiológica idealizada por Rafael Keim. O projeto, que registra a biodiversidade da região, cruza os dados com pesquisas da década de 80 para detectar e prevenir doenças que possam ser contraídas por animais silvestres.

Elinaldo Silva é da manutenção. Valente, o senhor, que na foto está segurando um lagarto, afirma que vai procurar entender os hábitos dos bichos e respeitar o que aprendeu nas aulas. “É importante esse tipo de aula. Deveria ser obrigatório em outros condomínios”, afirma.

Desejamos a todos

Feliz Natal repleto de paz e amor um

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Já Antônio da Costa achou interessante o treinamento com cobra, lagarto e uma coruja. Se não houver perigo para ele e o animal, o porteiro do Style afirma que, se for necessário, vai tentar capturar e encaminhar para o veterinário.

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Meio ambiente

A despoluição do Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá

Esse projeto, que faz parte das obrigações do Caderno de Encargos das Olimpíadas de 2016, tem por objetivo dragar e recuperar as degradadas lagoas da região – Marapendi, Tijuca, Camorim e Jacarepaguá –, além dos canais da Joatinga e de Marapendi.

Em 2009, o biólogo Mario Moscatelli respondeu à seguinte pergunta de um grande jornal carioca (“É possível despoluir a lagoa?”): “Sim, é possível. Só depende da capacidade de fiscalização de cada um de nós. Temos que acompanhar o uso dos recursos públicos e cobrar. Temos dinheiro, tecnologia e vontade política, mas é preciso gerenciar melhor os recursos”.

Península: E hoje fazemos a mesma pergunta a ele, que é também mestre em Ecologia e professor de Gerenciamento de Ecossistemas e coordena o Projeto Manguezais: professor Moscatelli, vamos ver essa Lagoa recuperada? Há vontade política para a execução de tal tarefa? Moscatelli: Não tenho dúvidas de que existem recursos econômicos, tecnologia, e estamos no limite

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do tempo. Também não tenho dúvidas de que existem as tais forças ocultas querendo propositalmente sabotar esse processo de recuperação. Esta última certeza está diretamente alicerçada no desprezo que muitas de nossas autoridades têm tido com o escoamento do tempo disponível para a recuperação ambiental, dando aquela desculpa: não deu tempo!


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Península: Mas o trabalho está em andamento? Moscatelli: Ainda não. Península: E o Sistema Lagunar? Moscatelli: O Governo do Estado tem projeto licenciado, tem os R$ 620.000.000,00 para as dragagens e para o aumento do enrocamento do canal da Joatinga. No entanto, até o momento [até o fechamento desta edição] o início efetivo das obras está dependendo de uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que, a meu ver, inexplicavelmente, não decide qual empresa irá fazer a obra. É inexplicável mesmo a demora na tomada de decisão do TJ, e eu atribuo à entidade um possível fiasco na recuperação do Sistema Lagunar. Península: Há um monitoramento constante sobre a qualidade da água? Moscatelli: Parece que há um monitoramento feito pelo INEA [Instituto Estadual do Ambiente]. Não tenho informação a respeito de sua periodicidade, mas diante da atual situação, é muito fácil saber, devido à liberação de metano e gás sulfídrico em praticamente toda a extensão das lagoas da Tijuca, Camorim e Jacarepaguá Península: De um lado o governo afirma que o trabalho de dragagem está funcionando; que cumprirá o que foi acordado com o Comitê Olímpico. Divulga ainda que atingirá 100% de esgoto tratado na Barra da Tijuca e que hoje essa cobertura é de 85%. Na imprensa, o que vemos é o registro da mortandade de peixes, inclusive da espécie tilápia, a mais resistente. Em que informação confiar? Moscatelli: Até a tilápia morre sim. Para quem não sabe, a tilápia é a única espécie de peixe de maior dimensão que resiste ao esgoto e às cianobactérias, que é atualmente a situação a que se resumiram as águas das lagoas da região. Nossas autoridades vivem numa realidade alternativa, cor de rosa, infelizmente diferente de mim, que trabalho diariamente no meio disso tudo. Os números apresentados pelos governantes são ilusórios, apenas os seus representantes acreditam, pois o que eu presencio, fotografo e denuncio é uma situação bem diferente. Em áreas consideradas esgotadas pelas autoridades, continua jorrando esgoto pelo sistema de águas pluviais, como no caso do Jardim Oceânico. Estou realmente cansado de ver números ilusórios que não correspondem à realidade ambiental de degradação que presencio diariamente há mais de uma década, sem que nenhuma autoridade nunca tenha sido processada por crime ambiental. Como eu disse e repito, nossas autoridades vivem e acreditam numa realidade alternativa, abastecida por

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impostos que não se transformam de fato em melhorias ambientais e de qualidade de vida. Fica o dito pelo não dito, e nós continuamos pagando por serviços muito mal prestados. Península: Então o que foi acordado com o COI não será cumprido? Moscatelli: Temos menos de 30 meses até os Jogos Olímpicos. E o tempo necessário é estimado em 30 meses para a dragagem de cinco milhões de metros cúbicos de lama e lixo das quatro lagoas. O cronograma de instalação das quatro unidades de tratamento de rios nos valões dos rios Pavuninha, Pavuna, Anil e das Pedras continua uma incógnita, que até hoje a Prefeitura não revelou. Portanto, estamos praticamente na estaca zero na região que concentrará a maior atenção dos jogos, e parece que essa situação não preocupa nossos políticos nem tampouco o COB [Comitê Olímpico Brasileiro]e o COI [Comitê Olímpico Internacional], que parecem também acreditar nessa tal realidade alternativa. Afirmo: estamos fazendo força para dar tudo errado quando tínhamos tempo, dois anos atrás, para dar tudo certo. Isso é mais do que claro para mim. O fato importante agora é se a sociedade irá permitir que outros interesses suplantem nosso desejo de termos não só o Sistema Lagunar como a Baía de Guanabara senão completamente recuperados, mas evidentemente removidos desse rabecão no qual historicamente transformamos as duas regiões. Península: Então, é utopia acharmos que um dia teremos uma Lagoa azul, rica, saudável, com fauna e flora preservadas? Moscatelli: Nunca será azul, mas poderá ser novamente verde cristalina, rica em biodiversidade, saudável com inúmeras opções de lazer, ecoturismo, esportes náuticos, pesca etc. O resultado dessa verdadeira guerra será o produto da ação de todos os interessados não apenas pelo ambiente restaurado como também pela valorização do seu patrimônio. Do jeito que vai, senão exigirmos a partir de agora cronogramas que devam ser cumpridos, perderemos não apenas a última chance das próximas décadas para a efetiva recuperação ambiental do Sistema Lagunar como também de uma progressiva resposta da natureza à nossa arrogância e miopia, afetando não apenas nossa saúde como nosso bolso. Portanto, se alguém que nos lê tiver alguma forma de interferir nesse processo, que aja agora, pois ano que vem já será tarde demais, e mais uma vez teremos uma obra de fachada. Agora é tudo ou nada, não temos mais tempo a perder, nem a natureza.


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Há uma década a ASSAPE cuida da Lagoa no seu entorno. Tentando, com os recursos possíveis, desobstruir, limpar e recolher detritos. O trabalho é de formiguinha diante da imensidão da Lagoa. Mas é possível perceber uma diferença no tom da água nas imediações da Península em locais mais afastados, como também a vida brotando. Em nosso mangue, já é possível ver crustáceos e moluscos diversos, como também o fenômeno de ovoposição de diversas espécies de peixes entre suas raízes. A Associação busca, participa, cobra das autoridades mais empenho nesse trabalho de despoluição do Complexo Lagunar. Comungamos com a luta do biólogo Mario Moscatelli e convidamos todos os associados a refletir sobre a questão ambiental e colaborar no que for possível para a concretização do trabalho de recuperação do Sistema Lagunar.


Sistema Lagunar

Península ganha espaço no Subcomitê Lagunar de Jacarepaguá

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om diversos representantes do poder público, sociedade civil e usuários, o condomínio será representado pela Coordenadora de Meio Ambiente, Marília Cavalcanti. Na reunião, realizada no dia 22 de novembro, cerca de 40 pessoas foram eleitas para lutar pela recuperação do Sistema Lagunar de Jacarepaguá e mobilizar a comunidade do entorno a também participar da revitalização da bacia. A diretoria conta com Marcos Sant’anna (Instituto Terra Azul) como Coordendor, Gustavo Gorayeb (Acibarrinha) como Vice-Coordenador e Susana Barros (Secretaria de Meio Ambiente) como Secretária-Geral. Para Marcos, essa nova gestão precisa capacitar os membros do Subcomitê e torná-los atuantes. “Outro foco é participarmos ativamente do Comitê da Bacia da Baía de Guanabara. A nossa região vai

Na foto: o Vice-Coordenador, Gustavo Gorayeb, a Secretária Executiva, Susana Barros e o Coordenador, Marcos Sant’anna.

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sofrer muitas intervenções. Por isso, temos que acompanhar essas mudanças de perto, para que seja o mais sustentável possível, para preservar o nosso meio ambiente”, completa o Coordenador. Formado por três lagoas principais – Tijuca, Jacarepaguá e Marapendi –, o Sistema Lagunar de Jacarepaguá cerca os grandes condomínios, e também comunidades carentes da Barra da Tijuca. Com isso, ao longo dos anos, a região foi se desenvolvendo, ao


27 passo que a vida útil da bacia foi diminuindo. Para lutar contra essa degradação, surge o Subcomitê.

Até fevereiro do ano que vem, o Subcomitê contará também com uma sede entre o BarraShopping

e a Península. Além de garantir mais visibilidade, o espaço será usado para reuniões e vai servir como base para ações ambientais.


F

Foto: pt.wikipedia.org

Câmara Comunitária

Balanço CCBT

im de ano chegando. Hora de reavaliar tudo que aconteceu em 2013. Rever o que foi bom e o que ainda há para melhorar na nossa cidade. A Barra da Tijuca, um dos polos de maior expansão, passou e passa por inúmeras transformações com a chegada da Linha 4 do metrô, a construção da Ponte Estaiada, do BRT ligando a Alvorada à região do Jardim Oceânico e as possíveis obras da duplicação do Elevado do Joá. Pensando em todas essas mudanças, a REVISTA PENÍNSULA foi conversar com o Presidente da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Delair Dumbrosck, para avaliar tudo que aconteceu neste ano na Barra da Tijuca, e, claro, quais serão os próximos passos para 2014. Acompanhe.

PENÍNSULA: A Barra da Tijuca está passando por uma revitalização em seu sistema pluvial. Como foi o envolvimento da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca neste momento? DELAIR DUMBROSCK: O nosso trabalho é levar os anseios da população aos órgãos responsáveis, e

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é exatamente isso que fazemos. Ao longo deste ano, estivemos presentes na consolidação do sistema de esgoto, em que já atingimos a marca de 80% de captação de todo o material jogado no esgoto. Hoje já existem 15 rios de Jacarepaguá que fazem parte do Sistema Lagunar. Conseguimos também o reforço do abastecimento de água para a Barra.

PENÍNSULA: O aumento da violência na região tem causado grande preocupação na comunidade. A CCBT se envolveu nessa luta por mais segurança no bairro, não é verdade? DELAIR DUMBROSCK: Na área de segurança, conseguimos realizar um encontro da população com o Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Ele contou quais serão os projetos para a segurança do bairro. Conseguimos também a tropa montada, que já está trabalhando na região no entorno da Península, atrás do BarraShopping. O secretário Beltrame prometeu um aumento no efetivo dos policiais e a ronda feita também por motos.


PENÍNSULA: A tropa montada já pode ser vista no entorno da Península, no entanto a polícia motorizada e o aumento do efetivo ainda não estão tão evidentes. A que se deve isso? DELAIR DUMBROSCK: Muitos problemas aconteceram este ano, mas não podemos entrar em pânico. É importante também percebermos que os problemas com segurança, como um todo, melhoraram. Hoje estamos muito mais seguros, o que devemos fazer é observar e fiscalizar para que os projetos continuem. Vamos continuar cobrando até ver as melhorias, mas temos que dar tempo para que se faça o que foi prometido. PENÍNSULA: A Barra da Tijuca virou um canteiro de obras: Linha 4 do metrô, Transcarioca, BRTs. Os benefícios virão. Mas no momento, há muito transtorno para a população, principalmente no trânsito. A CCBT recebe muitas reclamações? DELAIR DUMBROSCK: O trânsito é uma das nossas maiores reclamações. Estamos agindo com a população para conseguir as melhorias necessárias. Um exemplo disso é a nossa reivindicação junto aos moradores para que se faça a conexão do metrô até a Alvorada e não que simplesmente o metrô acabe no Jardim Oceânico, e se faça a ligação através do BRT. Estamos incisivos com isso, assim como o caso da duplicação do Joá e os transportes aquaviários. PENÍNSULA: O ano de 2013 está acabando, o que os moradores da Barra da Tijuca podem esperar da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca para 2014? DELAIR DUMBROSCK: O morador da Barra pode esperar o que sempre esperou de nós. Vamos continuar correndo atrás de toda e qualquer melhoria para a nossa região. Vamos continuar fiscalizando os serviços públicos daqui e agindo no que for necessário. Estamos firmes, atuantes e presentes.

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Pelada de moradores Segundas

Faixa etária:

Horários: 7h30 às 22h

Terça - a partir de 40 anos Quarta e domingo - a partir de 18 anos Quinta - a partir de 30 anos Sábado - a partir de 21 anos

Terça e quarta-feira 19h30 às 22h

Quinta-feira 19h30h às 22h | A partir de 30 anos

Sábado e domingo 9h às 14h

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Participe!

Informações com os responsáveis no campo.


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Esporte Medalhas do Torneio.

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Garra e diversão

a Península, a bola rola sempre. Mesmo quando não há campeonatos valendo taça, os moradores criam maneiras de fortalecer a união e o talento em campo. Por isso, no início deste mês, os craques do condomínio se mobilizaram para formar um torneio interno que movimentou

parentes e amigos, que ficaram na torcida por momentos de alegria e competição saudável. O evento contou com o patrocínio da Topper, que doou uniformes e medalhas para todos. O céu nublado no primeiro dia e a chuva no segundo não diminuíram a animação e o espírito esportivo dos atletas.

Adulto: 1) Vermelho 0x0 Branco

2) Laranja 2x1 Verde

3) Branco 0x0 Laranja

5) Branco 3x1 Verde

6) Vermelho 0x1 Laranja

4) Verde 0x2 Vermelho

DECISÃO DE 3º E 4º LUGARES:

FINAL:

ARTILHEIRO:

Vermelho 4x0 Laranja

Branco 2x0 Laranja

Hugo (Via Bella) – 4 gols

GOLEIRO MENOS VAZADO: Leandro

Infantil: Vermelho 6x6 Branco

Pênaltis: Vermelho 5x4 Branco

Pênalti durante o jogo infantil.

Times Vermelho e Branco antes do início da partida.

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33 Time Vermelho da categoria Adulto antes do jogo.

Durante o jogo dos times infantis.

Times da categoria Adulto em partida.

Time Branco da categoria Adulto antes do início da partida. Desde que vieram do seu país de origem, há dois anos, para morar na Península, os indianos Manish Mishra, seu filho, Moulik (10 anos), e o sobrinho, Varun (10 anos), disseram que vivem em um lugar ideal. “É muito legal viver aqui. Há muita natureza, e a escolinha de futebol melhora o desempenho dos meninos”, afirma Manish, que já fala muito bem o nosso idioma.

Há dois anos na escolinha, João Felipe, filho de Maristela Carvalho, tem mostrado resultados positivos. Ela conta que está sempre acompanhando os jogos e acredita que o esporte colabora para que as crianças criem amizades.


Esporte

Na opinião de Luís Carlos, pai de Pedro (6 anos), os torneios que acontecem na Península são excelentes para a sociabilidade e integração dos moradores.

Para Jaqueline Almeida, mãe de João Renato (12 anos), um torneio entre os moradores sempre é bom, pois proporciona a confraternização. Ela elogiou ainda a forma como o professor Denis ajuda as crianças a terem mais disciplina.

Família reunida é algo indispensável para Diego Custódio. Nesse dia, ele era o grande atleta, mas sua filha, Julia (15 anos), também joga bola com muito talento, e sua esposa, Karine Bueno, sempre o acompanha nos jogos.

Fabio Casino é um dos organizadores dos times adultos de futebol da Península. Ele disse que torneios internos como esse promovem a integração dos moradores. Na visão dele, o futebol é um dos motivos que mais conseguem reunir pessoas do bairro. “O campeonato só é uma maneira de nos divertirmos. Nós temos o maior prazer em fazer os torneios, pois nem a chuva espanta a torcida e os jogadores”, declarou.

Rodrigo Lobo, Daniel Melo, Joaquim Oliveira e Douglas Gomes são parceiros de campo e de bairro. Para eles, o evento foi bem organizado, e os times, bem divididos. “Tudo isso incentiva a confraternização”, disse Daniel.

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Bruno (5 anos), filho de Otávio Vaz, veste a camisa do time de coração, junto com o pai. A paixão pelo esporte começou cedo, e, desde o início deste ano, Bruno está na escolinha de futebol da Península.

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A alegria era perceptível no sorriso de Renato Almeida, que comemorava aniversário, enquanto seus filhos, João Felipe (Babito) e João Renato, davam um show em campo.


Natal

E o Papai Noel chegou... Mais um Natal da Península, mais uma festa da família, com muita alegria, brincadeiras e presentes. A turma do Tio Salsicha se esbaldou com a garotada: guerra de cotonete, futebol de sabão, escalada, piscina de bolinha, pula-pula e muito mais. Vários brinquedos foram sorteados, entre eles quatro bicicletas, triciclo, bonecas e quarto de boneca. Houve também apresentação de balé. O ponto alto foi a chegada de Papai Noel, que desceu de helicóptero. Acompanhe um pouco da festa, promovida pela ASSAPE. A família Pinciara foi a grande premiada da festa. Thiago (9 anos) levou para casa uma bicicleta, e sua prima, Valentina, que foi embora mais cedo, levou um quarto de boneca. Na foto, a família, que mora no Via Privilège, comemora: a vovó, Gessilene, Thiago e a mãe do menino, Renata.

O pequeno Rafael (3 anos) foi sorteado, e toda a família comemorou. Na foto, o pai, Marcus Vinícius, a mãe, Marcia, e a irmã, Camila (11 anos).

Diogo (3 anos) é morador do Atmosfera, e seu programa predileto é tomar café da manhã e lanchar no bar do Chico, mas abriu mão do programa preferido pra ver o Papai Noel descer de helicóptero, e aproveitou para tirar uma foto. Ele se esbaldou.

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Vera Lucia, moradora do Green Lake, sempre leva a filha às comemorações da Península. Na festa de Natal, a pequena Manuela (2 anos) escolheu o vestido da Minnie como modelito. Mãe e filha aproveitaram ainda para levar a cadela Mel para passear. A família adorou a festa.

A pequena Maria Eduarda Zampagli (7 anos) foi uma das premiadas no sorteio durante a festa. A menina conta que ficou muito feliz em ganhar a bicicleta, ficou emocionada.

Fernanda (5 anos) e Giovana (3) são irmãs, moradoras do Via Bella. As duas ficaram eufóricas em tirar foto com o Papai Noel e saíram de lá muito felizes.


Natal

Moradores do Saint Bart, Fabio Moraes e Carla Valente levaram seus pequenos para aproveitar a festa da Península e fizeram foto em família com o bom velhinho. À esquerda de Papai Noel: o pai, Fabio, com o pequeno José Augusto (5 meses) no colo. À direita: a mamãe, Carla, com a pequena Maria Fernanda, e a mais velha, Maria Clara (5 anos), que adorou a chegada do bom velhinho e a apresentação de balé.

Fabíola Soares e o marido, Thiago da Silveira, levaram a pequena Ana (3 anos) para se divertir na festa e também registraram o encontro com o Papai Noel. Foi a primeira vez que a família foi à festa no condomínio. “A festa está muito organizada, com muitos brinquedos e opções para crianças. Todos estão de parabéns”, disse Fabíola.

Andrea Oliveira, moradora do Fit, levou os filhos para ver a chegada do Papai Noel e aproveitou para fazer uma foto em família com o bom velhinho. Do lado esquerdo, o pequeno Miguel (4 anos); no colo do Papai Noel, a pequena Maria Helena estreando nas festas da Península; e, à direita, Paulo (5 anos).

Os Mannarinos são a “Grande Família” do Evidence, e compareceram em peso à festa de Natal da Península. Da esquerda para a direita (embaixo): o pequeno Francesco (5 anos); Patrícia com a filha, Giuliana (1 ano e meio); Marcia e o marido, Gion, com a filha, Sofia (2 anos), e a sobrinha, Yasmin (1 ano). Ao lado, Raquel (mãe de Yasmin) com Camille (6 anos). Em cima, Constantino (pai de Camille), ao lado dos avós da criançada, Carmine e Angelina, Lerci (mãe de Camille) e Marcelo (pai de Yasmin).

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39 Margareth Catoia (de blusa branca) é moradora do Mandarim e levou a filha, Julia (2 anos), e as irmãs, Angelina (com a pequena Lara, de 1 ano) e Elizabeth. “A festa está ótima, como sempre. Venho todos os anos, as crianças adoram o pula-pula e a piscina de bolas”, disse Margareth.

Fernando Monteiro levou a pequena Maria Fernanda (4 anos) para ver a chegada do Papai Noel. A menina esperava ansiosa enquanto brincava encantada com o cata-vento que ganhou da turma do Tio Salsicha.

Jenifer Terra, moradora do Via Bella, levou as pequenas Beatriz (1 ano) Larissa (6) para aproveitar a festa. Larissa adorou o pula-pula e o Papai Noel, já a pequena Beatriz ficou encantada com a chegada do bom velhinho e ainda mandou beijo para nossa equipe.

Rubia Diel e o marido, André, levaram o pequeno Bernardo (2 anos) para curtir o evento. Foi a primeira festa de Natal da família, que mora no Smart. “Foi tudo muito bem organizado, com muitos brinquedos para as crianças e muita animação”, afirmou Rubia.


Natal Isadora Costa é mãe de Carolina (4 anos, de short lilás) e Manuella (8 anos). Alessandra é mãe da xará da amiga, Carolina (4 anos) e Lara (também de 8 anos). As amigas moram no Saint Bart e contam que vão à festa todos os anos, e este ano, em especial, as crianças estavam se esbaldando nas brincadeiras.

Da Venezuela para a Península. Da esquerda para a direita: Yenny Jaimes e Juan Rincon, moradores do Atmosfera, com os filhos, Juan Diego (3 anos) – “carioca e flamenguista”, diz ele – e Luiz Miguel (12 anos), campeão recentemente no time de futebol da Península. Atrás, estão: Nereida Gonzalez e a amiga das meninas, Vitória (10 anos); a família Leal: Samanta de 10 anos, Sebastian (5 anos), a mãe, Carolina Leal, e atrás, Sabrina (8 anos) e o pai, Javier.

As amigas Vanda Martins, Linda Matos e Vilma Lupi aproveitaram bem a festa. Enquanto o pequeno André Augusto (3 anos), filho de Vilma, se esbaldava nos espaços infantis, as três conversavam sentadas na grama com o pequeno Moohah, “filho” de Linda.

Bruno Coimbra é morador do Atmosfera e levou os pequenos Gabriel (3 anos) e Felipe (5) para brincar na festa. Ansiosos para ver a chegada do Papai Noel, os meninos aguardavam o primo, Antonio, que ainda não havia chegado. Gabriel ainda se divertiu fazendo infinitas caretas para a nossa equipe.

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Natal

Dihameres Moraes e o marido, Mariano, são moradores do Atmosfera e levaram o neto, o pequeno Thiago (6 anos), para aproveitar o evento. O menino estava se divertindo, assistindo à luta de cotonetes.

Roberta Tomito (morena) e o filho, Gabriel Kenzo (7 anos), são moradores do Mandarim e aproveitaram a festa de Natal para confraternizar também entre amigos. Para isso, convidaram Andrea e Iker (5 anos). Enquanto Gabriel e Iker aproveitavam as atrações da festa, as mamães conversavam e faziam piquenique na sombrinha de uma árvore. O Presidente do Conselho Comunitário da ASSAPE, Marcelo Traitel, e o Coordenador de Recreação, José Roberto. Para Marcelo, a festa foi excelente. “Este ano conseguimos colocar mais brinquedos e caprichar na animação. A festa foi boa, organizada, e correspondeu bem com as nossas expectativas”.

Roberto Paulo levou o pequeno Henrique (1 ano) para a festa da Península pela primeira vez. Para ele, o evento foi muito bem organizado e bastante animado.

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Natal

“A ideia é melhorar sempre a cada ano, mas desta vez realmente foi surpreendente, superou as expectativas. Gostaria de agradecer a toda a equipe de funcionários da ASSAPE, que ajudou a planejar, organizar e colocar toda esta festa para funcionar”, disse José Roberto, Coordenador de Recreação.


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Porta-Retrato

O Porta-Retrato especial de Natal traz o sonho e a beleza da infância. Nada como esperar o bom velhinho na noite de Natal. Deixei meu sapatinho Na janela do quintal Papai Noel deixou Meu presente de Natal

Como é que Papai Noel Não se esquece de ninguém? Seja rico ou seja pobre o velhinho sempre vem!!

Gabriel (6 anos) estava passeando de bicicleta com os pais e parou para conversar com a nossa equipe. Ele já sabe o que vai pedir ao Papai Noel: uma bike nova. O tempo de bicicleta de rodinhas ficará para trás. Com a ajuda dos pais, Cristiane e Ilton, o pequeno Gabriel vai escrever a cartinha ao bom velhinho e aguardar ansioso o super presente.

A vovó Áurea Borges, moradora do Península Smart, nos contou que a pequena Clara (6 anos) já escreveu a cartinha dela e do irmão, João (1 ano), para Papai Noel. Clarinha conta que queria um tablet, mas já ganhou de presente, e agora o pedido será um jogo da memória. “Ela adora”, disse a avó.

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47 Florência tem apenas 2 aninhos, mas já escolheu o presente que pedirá ao bom velhinho: “Eu quero uma Barbie”.

Sofia (8 anos) também já escolheu o presente deste ano: será um Furby. Já o irmão, Antônio (4 anos), pediu ao Papai Noel o boneco de pelúcia do Angry Birds. Os dois já escreveram a cartinha para o bom velhinho.

Maria Clara (8 anos) foi quem fez a cartinha dela e da irmã, Cecília (2 anos). A mais velha conta que o presente deste ano para ela será um Furby Rosa, já a irmãzinha irá ganhar um jogo. A menina estava na expectativa de levar a cartinha aos Correios com a mãe, Clara.

Ao lado do pai, Fabio Pereira, o pequeno Rafael (6 anos) conta que adora jogar futebol, mas já tem muitas chuteiras e bolas. Por isso, ele ainda está em dúvida sobre o que pedir ao bom velhinho. Mas para o menino, “o que vier será bem-vindo”.


Bem-Estar

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Bom estar bem

ara começar 2014 com o pé direito, no dia 11 de janeiro irá acontecer o lançamento do Projeto Bem-Estar Península, com objetivo de oferecer atividades físicas com acompanhamento para os moradores da Península e assim proporcionar uma melhor qualidade de vida e saúde. Nesse dia, os interessados poderão fazer o seu cadastro para participar das atividades, que acontecerão sempre aos sábados, das 8 às 11 horas da manhã.

Segundo o Coordenador do projeto, Luiz Felipe Carvalho, o Bem-Estar Península oferecerá atividades como aulas de ioga, alongamento e caminhada. E ainda haverá acompanhamento e orientação com nutricionista, avaliação funcional, medição de IMC, monitoramento de pressão arterial e nível glicêmico. Durante o lançamento do Projeto Bem-Estar Península, haverá aferição da pressão arterial, frequência cardíaca e nível de glicose no sangue, massoterapia,

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nutrição, avaliação funcional, aula de ioga, aula de alongamento e uma caminhada em torno do Green Park, com cerca de 1.400 metros. Os moradores que tiverem interesse em participar das atividades deverão procurar a tenda do projeto no local das atividades, o Green Park, e preencher a ficha de cadastro com os profissionais presentes. Ao fim do projeto, as fichas poderão ser usadas para uma pesquisa de opinião sobre os resultados e também para realizar uma espécie de acompanhamento e frequência dos moradores nas aulas. Luiz Felipe, que também é mestre em Educação Física, tem ótimas expectativas para o projeto Bem-Estar Península. “Tudo de boa qualidade e que venha para somar deve ser bem-vindo, e nesse caso, que se refere a qualidade de vida e atividades esportivas orientadas, é muito válido”, comentou.


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Bem-Estar

Cronograma do mês de janeiro Dia 18/01/2014 Serviços complementares: - Aferição da pressão arterial - Aferição da frequência cardíaca - Nutrição Atividades físicas: - Caminhada - Alongamento Dia 25/01/2014 Serviços complementares: - Aferição da pressão arterial - Aferição do nível de glicose no sangue - Aferição da frequência cardíaca - Avaliação funcional Atividades físicas: - Caminhada - Aula de fit ball

? Ouve mas ?

A Televisão está alta

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