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ANO | 01 EDIÇÃO | 02

Avenida A. B.:

Crescimento imobiliário supera expectativas.

Transporte: Novas linhas, mudanças de percurso. Mas o trânsito melhorou?

Eu moro aqui: A opinião de quem escolheu a região para viver. Participe.


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Sumário Sumário

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Crescimento imobiliário

Nov. 2013 | ANO 01 | EDIÇÃO 02

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Villas da Barra

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À mestra, com carinho

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Mural

21 Eu Moro Aqui 24 Outubro Rosa 28 O trânsito vai melhorar? Diretor Executivo Paulo Roberto Mesquita

Diretora Administrativa Rebeca Maia

Diretor Comercial Victor Bakker

Editora-Chefe Tereza Dalmacio terezadalmacio@globo.com

4 4

Comercial (21) 3471-6799 | 7898-7623 contato@idesigncom.com.br

Repórteres Cristiano Kubis | Guilherme Cosenza Ricardo Oliveira

Produção Fabiane Motta

Fotografia Hilton Ribeiro e Natalia Moraes

Revisão Tatiana Lopes

Direção de Arte Alessandra Costa

Design/Diagramação Charles Pereira

Design Rachel Sartori Raphael Verçosa Noele Fernandes

www.idesigncom.com.br contato@idesigncom.com.br Avenida Armando Lombardi, 800 | 238 Barra da Tijuca – Rio de Janeiro RJ – CEP 22640-906


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Editorial

É bom

viver aqui

C

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omeçamos a edição agradecendo ao leitor, que escreveu, ligou, sugeriu pauta. Gente como o médico Helce Ribeiro, morador do RIO2, que mandou excelentes ideias para a nossa revista. Ele abre a nova seção da publicação, “Eu Moro Aqui”. A Revista Abelardo Bueno se propõe a criar pontes entre toda a comunidade. Mostrar que a Avenida já tem ar de bairro e a cada dia atrai mais investimentos, recebe novos moradores e espaços comer-

ciais. O boom imobiliário é o maior do Rio de Janeiro. Transporte, trânsito, saúde, lazer, enfim, o que é importante para você é importante para nós. E por isso mesmo a sua participação é fundamental. Ela aponta caminhos, e o principal: coloca o morador da região como personagem principal dos acontecimentos. Villas da Barra, mais uma fez se destaca na edição. A comunidade está em festa com a nova aquisição. Uma edu-

cadora da região, com uma trajetória de vida linda, é também excelente assunto. Você vai conhecer a paixão de quem dedicou a vida a ensinar e formar cidadãos. Leia, comente, participe. A Revista Abelardo Bueno está chegando, crescendo junto com a comunidade, buscando mais qualidade e parcerias duradouras. Escreva pra gente, temos certeza de que a sua colaboração irá fazer toda a diferença. Tereza Dalmacio jornalismo@idesigncom.com.br


Crescimento imobiliário

N

os últimos cinco anos, a avenida Embaixador Abelardo Bueno passou a crescer em ritmo acelerado. A avenida, que virou palco de diversos eventos, como o Rock in Rio, será o ambiente das Olimpíadas de 2016 e sede do futuro Centro Metropolitano. Essa soma de tantos investimentos chamou a atenção do mercado, que dia a dia migra para cá. Residenciais, shoppings, centros comerciais, muitas novas lojas. A Abelardo Bueno fervilha.

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Anteriormente, eram os condomínios construídos por grandes incorporadoras, que davam o tom desse crescimento. Mas é muito mais que isso. É rota, é via, é caminho de crescimento econômico e social. É uma nova Barra que surge. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2011 foram lançadas cerca de 1.740 unidades de imóveis comerciais na avenida que mais cresce na cidade. Tudo isso se deve, além dos grandes eventos, à grande estruturação que

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acontece na parte residencial da Abelardo Bueno, e junto a isso surge a necessidade por setores comerciais na região. Com isso, diferentes empreendimentos estão ganhando espaço e se consolidando, com grande destaque para as empresas de pequeno e médio porte. Começaram a surgir também os pequenos shoppings, para atender esse novo morador, com serviços e produtos de qualidade.

Esses serviços variam, indo desde restaurantes, passando por salões de beleza, academia, lojas de roupas, até consultórios médicos. Esses empreendimentos estão marcando presença na avenida, elevando a expansão e marcando solo em um ponto até então inédito do lugar. O nicho comercial da avenida já equivale a um aumento de 50% na região. Quem investiu anos atrás na hora de comprar um imóvel na Abelardo Bueno hoje

pode tirar bons frutos, com a chegada das obras de modernização da via, antes vista como um ponto de difícil acesso. Um trecho de 4 km da via passará por modernização. Já em outro segmento, de 1,5 km, haverá a ampliação para 10 faixas. Será um excelente atrativo para o novo nicho imobiliário que chega ao local, ponto obrigatório para quem quer desfrutar o melhor da Barra em um dos ambientes mais modernos da cidade.

Crescimento

mobiliário

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Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2011 foram lançadas cerca de 1.740 unidades de imóveis comerciais na avenida que mais cresce na cidade.

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À mestra, com carinho:

Ignezita Monteiro Dantas Os soldados do Exército já estavam a postos para as aulas de música, quando a porta da sala abriu, anunciando a chegada da professora. Todos levantam e batem continência, como manda a regra militar. Para a surpresa de todos, quem passa pela porta é uma pequena jovem de 13 anos. A garota, que contrasta com aquele cenário rude das forças armadas, anuncia que será a professora responsável por criar a Banda do Exército. Esse fato, que poderia muito bem se transformar em um filme, na realidade aconteceu em meados de 1953, poucos anos após o término da Segunda Guerra Mundial. Por Tereza Dalmacio e Guilherme Cosenza

A

jovem professora, em toda a sua precocidade e talento, coloca nesse momento a Educação como caminho, e mais à frente, como a sua escolha mais profunda de vida. Foi o “acaso” que a colocou à frente daquela sala de aula. Ela era assistente da professora de música Sofia Vieira de Freitas, que, por problemas de saúde, teve que se ausentar. E assim, Ignezita se viu no comando daquela turma de soldados. “Eu a ajudava nas aulas práticas e teóricas e conhecia bem o trabalho. Ela me julgou capaz de enfrentar aquele desafio”. Desafio aceito, Ignezita dividiu o seu conhecimento musical, ensinou muitos a tocar diversos instrumentos e conquistou a turma. “Todos me respeitavam muito, não tive nenhum problema quanto a isso. Por sinal, muitos ali eram até mais velhos que meu pai”, relembra. Esse trabalho com a banda do Exército a definiu como professora. “Enfrentei ali, sem dúvida, o meu maior desafio e aprendi que não podemos ter medo do que queremos. Ali também aprendi o que era ensinar e me apaixonei pela educação”.

Era exatamente isto que ela queria fazer por toda a sua vida: dividir conhecimento, ajudar a formar cidadãos, enfim, ensinar. Acompanhe essa história. Se esse foi um grande desafio para a quase menina, de 13 anos, muitos outros vieram ao longo da carreira. A sua trajetória é marcada por grandes conquistas sim, mas todas re-

sultado de lutas, em que o comprometimento, a determinação e a lealdade deram a qualidade da escrita dessa educadora. Ignezita conta que passou para a Escola Nacional de Música, para atender a von-

tade de sua mãe, dona Dilma Amaral Monteiro, que sonhava em ver sua filha pianista. “Eu gostava mesmo era de ensinar a música e não de ser pianista, porém quis satisfazer minha mãe”, revela. Talentosa, todas as manhãs fazia pequenos recitais para o pai, Clemério Monteiro. Eram duas ou três músicas antes de o pai sair para trabalhar. Tornou-se um ritual carinhoso e familiar. Mas Ignezita não concluiu a Escola Nacional de Música. Casou enquanto ainda estudava, e aí vieram os filhos. Em sete anos, foram cinco filhos. A maratona estava instalada, e já era hora de cuidar e educar também os seus rebentos. Assim, deixou o curso, foi ser mãe e voltou a ensinar. Nos anos 70, firmou-se definitivamente como educadora. Passou no concurso público para o Município. Alguns anos depois, a então diretora do Distrito de Educação e Cultura (DEC) lançou novo desafio para Ignezita. “Ela disse que iria me dar uma escola para eu dirigir. Mas o grande desafio estava também na precariedade do colégio, o primeiro de Rio das Pedras.

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A diretora comentou que se sentia meio envergonhada, já que a situação física da construção era bem ruim. Mas isso nem me incomodou. Fui pra lá, fazer o que mais gostava – ensinar, e agora também dirigir uma escola”, conta. A escola primária ficava dentro de um barraco, com chão de paralelepípedo, e as mesas dos professores eram feitas de tijolos. O colégio, construído nos fundos de um clube, tinha apenas uma pequena sala de aula. Nessa época, a educadora trabalhava das 7 da manhã até as 7 da noite. “Uma jornada puxada, mas tinha que ser assim, afinal éramos a única escola do bairro, muitas pessoas ficavam na janela querendo assistir às aulas sem poder entrar, e então tivemos que dar um jeito nisso também”. Ignezita seguiu o seu coração, que lhe dizia: “Todo educador tem a função de dar condição para que as pessoas possam estudar e lutar na vida”. Assim, a professora se mudou para perto do local de trabalho e lutou arduamente para levar mais benefícios para o local. Ela conta que o sucesso da escola foi tão grande que o dono do clube passou a cuidar do colégio e ajudou a diretora a aumentar o número de salas. “Ele disse para mim que daria o material, e eu teria de conseguir a mão de obra. Graças a Deus, eu consegui, e pudemos botar mais duas salas ali”, declara. E assim, ela começou seu trabalho como diretora. O sucesso foi tão expressivo com a escola de Rio das Pedras que, após três anos trabalhando ali, foi chamada novamente pela direção do DEC, e um novo desafio surgiu.

À 12


“Eu iria para uma escola na Barra da Tijuca, porém como a escola ainda estava em construção, ela me mandou para cuidar de uma unidade na Cidade de Deus”. No final da década de 70, a favela Cidade de Deus ainda crescia em população, e, junto com ela, a violência. Mas esse fator não a impediu na sua decisão: “Quando você tem bons propósitos, não pode ter medo e deve enfrentar tudo em nome desse ideal”. A professora foi testemunha do crescimento da violência na comunidade, mas em nenhum momento ela e o corpo docente abandonaram o trabalho. “Respirávamos fundo e seguíamos em frente”, afirma. Trabalho realizado, hora de novos desafios. Assim, assumiu a nova Escola da Barra da Tijuca, com 48 turmas. Muitos alunos, diferentes realidade sociais, e a educadora se deparou com mais uma questão delicada: “Muitas vezes eu vi pessoas ricas reclamarem que seus filhos estudariam com pessoas pobres. Sempre que isso acontecia, eu falava: ‘Aqui é uma escola pública, se você não quer isso, bote seu filho em uma escola particular’”. Ela contou que, apesar de observar essas dificuldades, também conseguiu fazer com que o convívio entre as crianças de diversas classes sociais ocorresse de maneira positiva, com a ideia de apadrinhamento dos alunos pobres por parte dos alunos ricos: “Com essa iniciativa, conseguimos muitos progressos entre eles, pois um ajudava o outro, e, dessa maneira, vimos coisas maravilhosas acontecerem”.

Ignezita aproveitou a reportagem para uma observação importante, de que a divisão existente hoje nas escolas pode ser um fator que traga problemas no futuro: “Estamos tendo uma divisão na qual os ricos estudam em escolas particulares, e os pobres, nas públicas. Estamos dividindo socialmente as crianças, não temos mais a unificação de antigamente, e isso pode gerar coisas desagradáveis mais pra frente”. Ela também salientou os verdadeiros problemas da educação atualmente. “Nosso maior problema atual é que a demanda está muito acima da oferta, e isso dificulta muito o sistema educacional do país”. Ignezita trabalhou essa integração social dentro do colégio até o ano de 1987, quando o Secretário Municipal de Educação, Moacyr de Góes, implantou o DEC da Barra da Tijuca. Até então, as escolas da Barra eram cuidadas pelo DEC de Jacarepaguá. Mas com o elevado número de escolas, o secretário implantou um novo departamento, e graças a uma votação de 23 votos a favor, Ignezita assumiu a direção do DEC da Barra. “Na vida, você tem uma missão. Deus te dá uma liderança, e você tem que usar isso para ajudar o próximo. Essa foi minha bandeira, minha escolha, minha vida”. A professora ainda passou pela Secretaria de Educação, mas ficou por pouco tempo e voltou para onde construiu a sua história, a Barra da Tijuca. “Depois de dois anos, retomei ao meu posto no DEC da Barra, onde fiquei por 21 anos”.

Ignezita trouxe para a sua carreira profissional um ensinamento de casa, de berço. Ensinamento da mãe, dona Dilma: “A gente não educa com FEL e sim com MEL”. Simples, direto e que fez toda a diferença na vida dessa professora de 78 anos, com cinco filhos, nove netos, três bisnetos e centenas de alunos. Lecionar é a sua vida. Hoje, ocupa o cargo de assistente de Projetos na Subprefeitura da Barra da Tijuca e Jacarepaguá. Lá, continua a lutar por uma melhor educação para os seus alunos e conta que, para um professor, “não existe nada melhor do que ver seus alunos crescendo na vida”. No início da reportagem, dissemos que o “acaso” colocou Ignezita na sala de aula. Santo acaso, diria eu, se é que ele existe. Ignezita é daquelas pessoas que nos fazem acreditar neste Brasil varonil. O Brasil que dá certo, justo, igualitário. Sabemos que a educação é a única saída para o crescimento socioeconômico eficaz da sua população. Ignezita também sempre soube disso. A diferença é que esse saber a impulsionou, fez com que ela colocasse a engrenagem para girar. Como precisamos de tantas outras Ignezitas, na sala de aula, na direção escolar, na tomada de decisões em prol da educação! Essa professora é plena, feliz com as suas escolhas, os resultados e o caminho que trilhou. Para fechar, Ignezita por Ignezita: “Se eu voltasse nessa vida, com certeza eu gostaria de ser o que sou hoje”. Perfeito.

À mestra,

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Villas da Barra

A praça

é nossa

U

m dia de alegria para muitas famílias do Villas da Barra: a inauguração da Praça Queiroz Júnior. Na nova área:

quadra de futsal e basquete, playground e uma academia para a melhor idade.

Samuel Nogueira, pai de Maria Fernanda (8 anos), adorou o novo espaço. Assim, a filha ganhou mais uma área para brincar. “Excelente medida a construção da praça, trouxe mais uma opção de lazer para toda a família, fora do prédio onde mora”.

Arnaldo Cruz e Nalba Gonçalves opinaram que uma praça nova era necessária. Eles levaram os filhos, João Pedro (2 anos) e Victória (8), para se divertirem na inauguração. “Agora nossos filhos vão poder praticar mais esportes. O condomínio ficou com mais cara de bairro”, afirmou Arnaldo.

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Carlos Alberto Fonseca, presidente da AMA (Associação dos Moradores da Rua Aroazes), explica que, para se chegar a esse resultado, primeiro foi necessário construir asfalto, depois as guaritas de segurança foram legalizadas. Após isso, veio o paisagismo e a iluminação, até culminar com a inauguração da praça. Para ele, o novo ambiente representa um marco, pois muitos prédios não têm quadras esportivas. “Ao longo desses seis anos, foi feito um trabalho para que o projeto fosse realizado”, afirmou. Com a obra finalizada e entregue aos moradores, Carlos declara que já estabeleceu um critério de utilização da praça. “Vamos otimizar o espaço com promoção de grupos de professores de educação física. Faremos um treinamento funcional, com alguns profissionais contratados para promover um trabalho de treinamento”, relatou. Além disso, há os equipamentos de exercícios funcionais, quadra com escolinhas pré-mirim e mirim durante a manhã e tarde, aulas de ioga e massoterapia. Tudo isso para a saúde e bem-estar dos moradores.

Na inauguração da praça, esta família saiu de casa para conferir o que há no local. O resultado foi aprovado por Fausto Fernandes, Neide dos Santos, Cristina Justina, Manoel Alfonso e Alexandre Alfonso.

Além de praticar balé e natação, Hélena (3 anos) vai poder praticar esportes na praça. A mãe dela, Débora Ferreira, diz que vai passar a frequentar mais o lugar, já que em seu prédio não há um espaço recreativo.

Fernanda Canabrava agora tem o prazer de passear com seu labrador, Horus, pela Praça Queiroz Júnior. Ela acredita que, se as pessoas respeitarem o que foi construído, o lugar vai ser bastante frequentado.

Arnaldo Cruz e Nalba Gonçalves disseram que uma praça nova era necessária. Eles levaram os filhos, João Pedro (2 anos) e Victória (8), para se divertirem na inauguração. “Agora nossos filhos vão poder praticar mais esportes. O condomínio ficou com mais cara de bairro”, afirmou Arnaldo.


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este quadro de aviso, vale o seu comentário. Se tiver alguma informação importante para divulgar em relação à avenida Abelardo Bueno e adjacências, escreva pra gente. A repórter Stephany Muzzi assume a nova seção e conta com a sua participação.

Stephany Muzzi, repórter.

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FOTO DIVULGAÇÃO

carnavalesco Paulo Barros assina a camisa da Barra da Tijuca para o Carnaval. Informação enviada pela colega Denise Machado, da Associação de Imprensa da Barra. Paulo Roberto Barros Braga é referência no Carnaval carioca. Ele inovou fazendo desfiles arrebatadores para a escola de samba Unidos da Tijuca. Em 2014 serão festejados os 30 anos da Barra, um agito que vai mexer com toda a região. A celebração começa no Carnaval.

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Carnaval 2014

Avenida das Letras

arte e a cultura também transitam pela vizinhança. No Cidade Jardim, um bairro novo dentro da Barra da Tijuca, um evento literário mexeu com a região. A Avenida das Letras, promovida pela RJZ Cyrela e Carvalho Hosken, chamou atenção pela sua grandiosidade: 4 mil títulos variados: poesia, suspense, romance, comédia e literatura infantil. Alguns escritores promoveram palestras, como Drica Pinotti, Felipe Colbert e Mel Fronckowiak. E ainda teve show do cantor e compositor Marcio Bragança e um bate-papo com Cora Rónai e Bia Willcox, sobre relação na era digital – o conhecido relacionamento 2.0. Os organizadores estão de parabéns: qualidade e eficiência se multiplicaram, e o resultado foi um fim de semana cultural.


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A NÚN CIO

Gavião-carcará

FOTO DIVULGAÇÃO

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uardas municipais do Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) resgataram um filhote de gavião-carcará, após solicitação à Central 1746, da Prefeitura do Rio. O chamado foi feito por um morador do RIO2. A ave de grande porte pousou na varanda do apartamento dele e estava com dificuldades para alçar voo. Durante o resgate, o filhote conseguiu chegar até o térreo do condomínio. Mesmo assim, continuou com dificuldades para voar e foi encaminhado para o Centro de Recuperação de Animais Silvestres da Universidade de Estácio de Sá, localizado em Vargem Pequena, para receber atendimento veterinário e ser reinserido no seu habitat natural. O gavião-carcará é uma ave típica do Brasil, mas também pode ser encontrado em variados ecossistemas e extensões geográficas, da Argentina aos Estados Unidos. É considerado um oportunista por se alimentar de insetos, anfíbios, roedores e outras presas fáceis em geral.


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H

á sete anos, o médico Helce Ribeiro e a esposa, Gisele, visitaram alguns condomínios em construção nas proximidades da Abelardo Bueno, mas acharam que não era o momento certo. Após o nascimento do filho, o pequeno Helce (1 ano e 7 meses), a família decidiu que tinha chegado a hora, e escolheu o RIO2 como moradia. Helce é médico urologista com especialidade em transplante renal, andrologia e infertilidade masculina. Ele trabalha no Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ) e no Hospital Federal Cardoso Fontes, e recentemente abriu uma clínica no prédio de consultórios do Hospital das Américas. Helce aponta o crescimento da região e a melhoria no transporte como dois principais pontos na hora da decisão. Morando há cerca de quatro meses no RIO2 (antes morava na Avenida Sernambetiba, na altura do Posto 5), ele conta que demorava mais de uma hora para voltar do trabalho até sua casa. Hoje não gasta 40 minutos.

A preocupação com o desenvolvimento do filho também foi um fator importante na hora da escolha. “Hoje temos tudo muito próximo, não precisamos sair da nossa região para nada. Temos shoppings, clínicas, escolas, cursos, além de parque e área verde. Isso é ótimo para o desenvolvimento das crianças”, afirmou. E como mora aqui há pouco tempo, Helce não conhece muito a área da Abelardo Bueno e seu entorno, por esse motivo elogia a revista: “Achei uma excelente ideia, assim a gente pode conhecer

lugares novos, saber o que está acontecendo na região e obter informações úteis”. O médico aproveitou a nossa entrevista para falar um pouquinho de saúde. Ele contou que atualmente o preconceito em relação ao exame de próstata diminuiu. “Hoje, 90% fazem o exame de toque. Os pacientes ainda relutam, mas quando falo que é importante, eles aceitam”, disse. O exame é fundamental para a saúde masculina. Procure o seu médico, ele é a melhor pessoa para orientá-lo. Segundo o Ministério da

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Saúde, o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo. E entre os homens, é o de maior incidência. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos, quando comparados aos países em desenvolvimento. Cerca de 3/4 dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, os riscos de mortalidade são reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer, e corresponde a 6% do total de óbitos por esse grupo.


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Você me viu

por aí?

A

Livraria Travessa do Barra Shopping foi palco do lançamento do livro Você me Viu por Aí?, de Cristiana Castrucci (fotografias de Maristela Acquaviva e colagens de Luisa Maria Altílio). O lançamento faz parte das comemorações do Outubro Rosa, movimento mundial em prol da prevenção e diagnóstico do câncer de mama. “São histórias de superação de mulheres que mudaram suas vidas após o câncer. Algumas se libertaram de medos e preconceitos bobos, outras passaram a ver a vida com

mais leveza e pensar menos em problemas”, contou a autora. O lançamento aconteceu também em São Paulo, onde bateu recorde de vendas e público, com 800 visitantes. Cristiana falou ainda sobre a importância do Outubro Rosa: “É preciso conscientizar sobre a importância de um diagnóstico precoce, mas muitas pessoas ainda não têm acesso a esse tipo de avaliação. Pensando nessas pessoas, realizo um trabalho em que visitamos cidades que não têm condições de realizar os exames,

levando os equipamentos necessários para isso”. A fotógrafa do livro, Maristela Acquaviva, também falou sobre o trabalho que desempenhou na criação do livro. “As fotografias relatam a mudança que o câncer causou nessas mulheres. Mudanças de valores, melhoramento pessoal, busca pela sua identidade e a superação delas, que é o mais importante”, disse. A responsável pelas colagens ilustrativas, Luisa Maria Altílio, também falou sobre a sua participação: “Elaborei as cola-

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Você me viu 24


gens pensando nessas mulheres, heroínas do sistema moral e do universo”. O evento contou ainda com uma palestra esclarecedora com o Dr. Robert Rey, mais conhecido com Dr. Hollywood, que falou sobre as principais causas do câncer de mama e como lidar com a doença. “Hoje, uma em cada sete meninas tem ou irá ter câncer. Mas não pode deixar se abater e desacreditar. Para ficar bem após a doença, é necessário ter esperança e fé, mas também é importante que os amigos e família saibam como agir na presença da pessoa”, conclui.

por aí? Outubro Rosa O Outubro Rosa é um movimento popular comemorado anualmente. O nome remete à cor do laço, que representa a campanha, e que surgiu na década de 1990 durante a Corrida pela Cura, na cidade de Nova York. Mas foi em 1997 que entidades dos Estados Unidos começaram a promover atividades voltadas para o incentivo à prevenção e diagnóstico do câncer de mama.

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O trânsito vai melhorar?

Tiago Mohamed, subprefeito da Barra da Tijuca e Jacarepaguá

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Prefeitura diz que sim. Com o objetivo de desmobilizar o transporte irregular na cidade, a Prefeitura do Rio de Janeiro deu início a uma nova etapa para a implantação do Sistema de Transporte Público Local na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da cidade. Nessa etapa, está proibida a circulação de vans nas avenidas Ayrton Senna, Ministro Ivan Lins, Armando Lombardi e das Américas, no trecho até o túnel da Grota Funda. A proibição também se estende aos locais dos itinerários licitados nas 18 novas linhas do Sistema de Transporte. Desde 12 de outubro, estão funcionando três novas linhas, incumbidas de reali-

zar o trajeto Taquara (Merck) até o Center Shopping. Sendo assim, está proibida a circulação de vans nesses trajetos também. Mas a Prefeitura diz que as vans não serão descartadas por completo no quadro do transporte público carioca. Cerca de 390 veículos dessa natureza estão autorizadas a circular em 18 linhas, com funcionamento 24 horas, em dois turnos. Todos eles têm bilhetagem eletrônica e validadores, que permitem ao usuário utilizar o Bilhete Único Carioca. Além disso, todos os veículos são monitorados via GPS, e as linhas circulam ininterruptamente e em todos os dias da semana. A Prefeitura determinou também ao consórcio Trans-

carioca que seja aumentada a frota das linhas que atendem as áreas onde haverá a retirada das vans. Segundo o subprefeito da Barra e Jacarepaguá, Tiago Mohamed, esse aumento corresponde a um reforço médio de 20% da frota. Atualmente as novas linhas do Sistema de Transporte somadas às já licitadas ajudam no aumento da capilaridade da rede de transportes do Rio. As novas linhas, cuja tarifa é a mesma dos ônibus comuns (R$ 2,75), constituem uma rede integrada alimentadora de outros meios de transporte de maior capacidade (como ônibus, BRT, trem e metrô) e promoverão deslocamentos de âmbito local aos polos gerado-

trânsito


res de viagens dos usuários, tais como centros comerciais, escolas, hospitais e áreas de lazer. Os veículos terão identidade visual padronizada, que incluirá elementos que identifiquem a região onde irão atuar e seus respectivos turnos de operação. Na Zona Oeste, por exemplo, a cor vermelha terá destaque, a exemplo da identidade visual dos ônibus convencionais. Na Zona Norte, a cor será a verde. O azul será usado na região da Barra e Jacarepaguá, e o amarelo será a cor da Zona Sul. Todos os motoristas estarão devidamente uniformizados e identificados.

Novas

linhas

LINHA 2 – TAQUARA

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x CENTER SHOPPING(VIA

RETIRO DOS ARTISTAS)

LINHA 3 – TAQUARA (MERCK) x CENTER SHOPPING (VIA NELSON CARDOSO) CIRCULAR LINHA 4 – TAQUARA

(MERCK)

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LINHA 17 – ESTRADA PACUÍ x RECREIO

(VIA RUA MIRATAIA) CIRCULAR

(VIA ESTR. VEREADOR ALCEU DE CARVALHO)

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LINHA 18 – ESTRADA DO SACARRÃO x RECREIO

(VIA ESTR. VEREADOR ALCEU DE

CARVALHO) CIRCULAR

LINHA 1 – SERTÃO x FREGUESIA

CIRCULAR

LINHA 16 – GARDÊNIA AZUL x PECHINCHA LINHA 5 - BOIUNA x TAQUARA

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LINHA 6 – JORDÃO x TAQUARA (VIA PRAÇA JAURU) CIRCULAR LINHA 7 – JORDÃO x TAQUARA

(VIA ATININGA) CIRCULAR

LINHA 8 – HOSPITAL SANTA MARIA X TAQUARA LINHA 9 – ESTRADA DA LIGAÇÃO x TAQUARA LINHA 10 – TEIXEIRA x TAQUARA

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CIRCULAR

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LINHA 11 – PAU DA FOME x TAQUARA

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LINHA 12 – SANTA EFIGÊNIA x LARGO DA TAQUARA

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LINHA 13 – CIDADE DE DEUS x LARGO DA TAQUARA

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LINHA 14 – CIDADE DE DEUS x LARGO DA TAQUARA

(VIA EDGARD WERNECK)

CIRCULAR

LINHA 15 – GARDÊNIA AZUL x FREGUESIA

CIRCULAR

Linhas de onibus que terão a

frota refoçada

889 – SULACAP x ALVORADA (VIA NOVO LEBLON) 465 – CASCADURA x GÁVEA (VIA AV. AYRTON SENNA) 886 – FREGUESIA x BARRA DA TIJUCA 690 – MÉIER x ALVORADA (VIA D. HÉLDER CÂMARA) 700 – MADUREIRA x PONTE DE MARAPENDI 701 – MADUREIRA x ALVORADA 817 – V. GRANDE x RECREIO (VIA GLAUCIO GIL/RIO MORTO) 360 – CARIOCA x RECREIO DOS BANDEIRANTES 361 – CARIOCA x RECREIO DOS BANDEIRANTES (VIA LINHA AMARELA) 382 – CARIOCA x PIABAS (VIA AV. BENVINDO DE NOVAES) 309 – CENTRAL x ALVORADA (VIA BOTAFOGO/AV. SERNAMBETIBA) 315 – CENTRAL x RECREIO DOS BANDEIRANTES (VIA LINHA AMARELA) 316 – CENTRAL x RECREIO (VIA BOTAFOGO/AV. SERNAMBETIBA) 317 – CENTRAL x ALVORADA (VIA TÚNEL SANTA BÁRBARA) CIRCULAR 318 – BARRA SUL x CASTELO 887– PECHINCHA x ALVORADA 749 – CASCADURA x RECREIO (VIA VARGEM GRANDE) 757 – CASCADURA x RIOCENTRO (CAMORIM) 806 – BOIUNA x BARRA DA TIJUCA (VIA AUTÓDROMO) 808 – COLÔNIA x JOATINGA (VIA BARRA SUL) 831 – COLÔNIA x JOATINGA (VIA BARRA SUL)

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foto:www.rio.rj.gov.br

301 – RODOVIÁRIA x BARRA DA TIJUCA (VIA AV. DAS AMÉRICAS) 302 – RODOVIÁRIA x RECREIO (VIA AV. SERNAMBETIBA) 305 – RODOVIÁRIA x BARRA DA TIJUCA (VIA TÚNEL REBOUÇAS) 345 – PRAÇA MAUÁ x BARRA DA TIJUCA (VIA FURNAS/PENÍNSULA) 805 – ALVORADA x JARDIM OCEÂNICO (CIRCULAR) 308 – CENTRAL x BARRA DA TIJUCA (VIA COPACABANA /AV. AMÉRICAS) 314 – CENTRAL x RECREIO DOS BANDEIRANTES (VIA COPACABANA/AV. AMÉRICAS) 748 – CASCADURA x BARRA DA TIJUCA (VIA CANAL) 803 – SENADOR CAMARÁ x ALVORADA 888 – SULACAP x BARRA (VIA AV. AYRTON SENNA) 343 – PRAÇA XV x JOATINGA (VIA LINHA AMARELA) 753 – CASCADURA x RECREIO (VIA AV. AYRTON SENNA) 765 – CASCADURA x BARRA (VIA AV. AYRTON SENNA) 818 – JOATINGA x RECREIO (VIA AV. AMÉRICAS) 823 – RECREIO x V. GRANDE (VIA RIO MORTO) 826 – JOATINGA x VARGEM GRANDE 827 – VIA GRANDE x RECREIO (VIA BENVINDO DE NOVAES/GLAUCIO GIL) 880 – RIO DAS PEDRAS x RECREIO (VIA AV. AYRTON SENNA) 332 – CASTELO x TAQUARA (VIA BARRA) 352 – CASTELO x RIOCENTRO (VIA AUTÓDROMO E L. AMARELA) 613 – DEL CASTILHO x RIO CENTRO (V. AUTÓDROMO E L. AMARELA) 614 – DEL CASTILHO x ALVORADA 692 – MÉIER x ALVORADA (VIA D. HÉLDER CÂMARA / L. AMARELA) 810 – LARGO DOS PIABAS x HOSP. CARDOSO FONTES 861 – RIO DAS PEDRAS x CURICICA (VIA CIDADE DE DEUS) 862 – RIO DAS PEDRAS x BARRA (VIA ESTRADA JACAREPAGUA) 863 – RIO DAS PEDRAS x BARRA (VIA AV. AYRTON SENNA) 736 – CASCADURA x RIOCENTRO (CIRCULAR) 747 – VARGEM GRANDE x MADUREIRA 758 – CASCADURA x RECREIO (VIA AV. SALVADOR ALLENDE) 832 – COLÔNIA x JOATINGA (VIA AUTÓDROMO)

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Maurício Cardoso conta que não tem muitas facilidades para chegar à avenida Abelardo Bueno, porém acredita que com a chegada do BRT, o trajeto será muito melhor: “Acho que vai melhorar muito, inclusive nos momentos de congestionamento, que tornam o local praticamente inviável”.


BRAGA 31


André Luiz de Oliveira vem com frequência para a Barra da Tijuca por conta de sua atividade profissional: “Trabalho na avenida então dependo muito do transporte público”. Ele ainda salientou que a Abelardo Bueno é “um caos nas horas do rush”. Ele, que já andou no BRT da Alvorada, acredita que o novo sistema irá agilizar muito o trajeto: “Com certeza ficará muito melhor”.

O trânsito ai melhorar? Moradora da Zona Norte, Verônica Cavalcanti conta que sente medo na hora de sair do trabalho, aqui na Avenida Abelardo Bueno: “Há apenas uma linha que consegue me trazer para cá. Na hora de voltar, eu preciso andar um pedaço que está sempre muito escuro e perigoso”. Com a chegada do BRT, Verônica não crê que consiguirá uma grande melhoria com a nova linha: “Não acho que vai me ajudar, porque eu preciso ir para a Linha Amarela e os ônibus não vão para Higienópolis”.

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33 A sua marca em ar-condicionado


FOTOS: DIVULGAÇÃO

D

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despercebido no Barra

esde 9 de novembro de 2011, a Barra da Tijuca conta com o Barra Music. De lá para cá, diversos artistas consagrados da música brasileira e internacional se apresentaram no espaço. Após ter o alvará de funcionamento suspenso pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) por causar transtornos ao trânsito, a casa que toca todos os ritmos está, novamente, a todo vapor. Com um investimento de R$ 10 milhões, o Barra Music conta com 34 mil metros quadrados, tem capacidade para 6.600 pessoas e estacionamento para 1.400 carros. Desde sua inauguração com eventos lotados, o espaço é querido pelos festeiros e também pelos artistas. Tudo isso porque conta preços acessíveis e estrutura de primeiro mundo. No palco, os 30 metros de boca de cena, um dos maiores da América Latina é equipado com dois

Music

telões Infinity de LED de 24 metros quadrados cada. Dessa maneira, é possível ver o show de todos os ângulos. No backstage, fora do olhar do público, o artista tem também disponíveis quatro amplos e luxuosos camarins equipados com armários, banheiros e rápido acesso ao palco. São 3.500 m² de área construída e decorada com uma mistura de granito, aço escovado e porcelanato. Na frente da casa, letreiros com LED compõem a parte visual. São 12 entradas localizadas nas laterais e mais doze entradas exclusivas para os camarotes, evitando assim, retenção no fluxo de pessoas. Com conceito Big Brother Brasil, a segurança é feita através de 160 câmeras espalhadas, com vigilância remota, controladas por um centro de monitoramento próprio. Para o conforto do público, os detalhes se estendem aos quatro cantos do Barra Music, incluindo até mesmo os

FOTO: DIVULGAÇÃO

O que passa

banheiros. Televisores de LED exibem, simultaneamente, os shows do palco principal. Cerca de 1.100 toneladas de equipamentos para refrigeração proporcionam ao público uma climatização agradável para dançar e pular a noite inteira. Confira abaixo algumas das melhores atrações que ocorrerão em novembro: 04 – Zeca Pagodinho 12 – Ana Carolina 19 – Festa Gênesis Fantasy 21 – Alcione 25 – Sorriso Maroto


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Marapendi A

Reserva de Marapendi, criada com o objetivo de proteger a biodiversidade, regimentar o processo de ocupação e salvaguardar o uso dos recursos naturais, foi declarada Área de Proteção Ambiental (APA) em 1991. No parque, pode-se ver de perto a Lagoa de Marapendi, emoldurada por vegetação de restinga. Lá a presença constante de aves, caranguejos, lagartos e até mesmo de espécies ameaçadas, como o jacaré-de-papo-amarelo. Com quase 10 mil quilômetros quadrados de vegetação e trilhas, playgrounds, locais destinados a piqueniques, a área está localizada entre as avenidas Ayrton Senna e Pedro Moura.

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FOTO WIKIPÉDIA

Marape


FOTO WIKIPÉDIA

Recentemente a Subprefeitura da Barra e Jacarepaguá vem realizando um mutirão de serviços no Bosque de Marapendi, do qual participam moradores e representantes da Associação Bosque de Marapendi (ABM). Na pauta: troca de lâmpadas queimadas e a manutenção dos postes de iluminação pública pelas equipes da RioLuz, reparo de calçadas e ruas e poda de árvores.

endi

Vale a pena passar para conferir. Envie uma foto pra gente. Escreva. Conte o que viu e se gostou. O nosso e-mail é jornalismo@idesigncom.com.br.

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Mantendo

a forma

A

população que vive às margens do mar mediterrâneo tem uma alimentação sem muitas restrições, rica em azeite e com direito a vinho tinto. Eles chamaram a atenção do mundo quando uma pesquisa publicada em uma das mais respeitadas revistas médicas revelou que a dieta mediterrânea reduz em até 30% o risco de derrames e infartos. Os hábitos alimentares dos países banhados pelo mediterrâneo do sul da Europa, norte da África e sudoeste da Ásia têm consumo calórico de gorduras bem maior do que o considerado normal em dietas de emagrecimento, mas em sua maioria, é uma gordura de altíssima qualidade proveniente de alimentos abundantes na região.

E que

alimentos são esses? Muito peixe, grãos, legumes, verduras, frutas, nozes e castanhas e azeite extravirgem. A nutricionista Renata Parra garante que não há contraindicações para aderir à dieta. “Pode ser indicada para todos os tipos de pessoas, de crianças a idosos, já que se baseia em alimentos naturais e nutrientes benéficos à saúde. Não há perigo, esse tipo de cardápio pode prevenir contra doenças crônicas, hoje em dia comuns a todas as idades”, disse. Outra característica da dieta é priorizar alimentos naturais e frescos, diminuindo o consumo de alimentos industrializados com aditivos químicos e substâncias prejudiciais ao organismo.

O segredo é o equilíbrio, afirma Renata. “O que deve ser controlado é o consumo das chamadas ‘gorduras boas ou saudáveis’, que são as monoinsaturadas e poli-insaturadas, que em excesso podem levar a um alto consumo calórico. Basta apenas equilibrar com todos os outros alimentos da dieta, como frutas e vegetais”. Se quiser mesmo aderir à alimentação mediterrânea, é recomendado comer peixe no mínimo três dias da semana. Mas não é qualquer peixe, os indicados são: tilápia, sardinha, salmão e pescada. O preparo dos alimentos também é importante, o peixe pode ser preparado grelhado ou no forno. Carne vermelha e frango até podem ser consumidos, desde que sem gordura e no

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máximo duas vezes por semana. Na dieta mediterrânea, é fundamental comer todos os dias um punhado de nozes, castanhas, amêndoas, que podem ser misturadas na comida ou não. Essas castanhas e amêndoas, além do azeite, são as principais fontes de gordura, ingeridas em alta quantidade calórica da dieta. O vinho tinto deve ser ingerido regularmente – limite de uma taça – sempre acompanhando as refeições. Alimentos de origem vegetal devem ser consumidos diariamente e em grande quantidade – hortaliças, frutas, legumes, cereais, pães e sementes –, além de laticínios, principalmente iogurte e queijo.

a forma

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O


Ouase um

membro da família

Q

uem ama animal de estimação o trata como membroda família. Alguns, como filho mesmo. E se a casa é para todos, o cantinho do totó também tem que ser pensado. O ponto de partida é a praticidade, criar espaços de fácil higienização e de muita segurança. Aí uma análise rigorosa precisa ser feita. Há plantas venenosas no jardim ou em vasos? O melhor seria cercar o jardim e manter a cachorrada longe das flores. Existem objetos leves emestantes ou cortantes em que o cão ou gato possa esbarrar? Evite o excesso de objetos pelo caminho, crie um canto com módulos que possam ser escalados com facilidade e segurança. É muito importante que eles tenham espaço para brincar, um local delimitado para mantê-los distraídos, evitando acidentes.

Mas nem por isso a casa tem que ser assim, insossa.Que tal um cantinho pensado apenas para o animal: almofadas temáticas, caminhas com muito estilo e charme próprias para os bichinhos? E a decoração da casa pode ser linda e sem perigo para o mascote. Pesquisa da Assofauna (Associaçãodos Revendedores de Produtos, Prestadores de Serviço e Defesa Destinados ao Uso Animal) revela que 63% das famílias brasileiras de classe A e B possuem animais de estimação e os consideram como membros da família. Esse número passa para 64% quando se trata da classe C. Esse dado mostra o porquê de esbarrarmos com tantas pet shops, o público é crescente e exigente. Hoje se encontra de um tudo nas lojas: de rações importadas

a objetos de decoração, passando por brinquedos, roupas e objetos. As vendas não param de crescer. O número passa dacasa dos 8 bilhões anuais. Mas vamos voltar ao lar, doce lar. Como decorar a casas em que o animal destrua ou atrapalhe o convívio homem-bicho. Cuidados simples podem proteger móveis, almofadas e a decoração em geral: deixe espaços em que o cachorro ou gato possa circular sem esbarrar nos objetos. Crie corredores. Eles são espertos e inteligentes e vão escolher a melhor rota para circular. E no mais, é a harmonia: a família se divertindo com o animalzinho de estimação, querendo o seu bem e o tratando como ele merece – com muito carinho e mimos.

Ouase um

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Culinária japonesa B

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onita, saborosa e carregada de simbologia. A culinária japonesa é arte repleta de detalhes e encantamentos. Para o ocidental, acostumado à correria da fast-food, apreciar o paladar oriental é um aprendizado de vida. Comer com hashi, os famosos pauzinhos, no mínimo, já demarca bem a diferença entre os dois povos na forma de ver e sentir a refeição. Mas será que é essa a diferença que tanto nos atrai? Parece que sim, pois os restaurantes japoneses estão em todas as capitais brasileiras e em muitas outras cidades. Só em São Paulo são cerca de 600 casas; no Rio de Ja-

neiro, mais de 350. Apenas na Barra da Tijuca são mais de 30 restaurantes. Foi na década de 70 que os ocidentais começaram a buscar a culinária nipônica no bairro da Liberdade, por ser uma comida leve, natural e também por modismo. E, de lá prá cá, os sushi e sashimi, além dos pratos quentes, caíram no gosto popular. As casas estão sempre cheias, atraindo mais adeptos. Vários cursos de formação são oferecidos nas melhores escolas de culinária, formando profissionais especializados, que são logo disputados no mercado pelas melhores casas.


japones

Podemos dizer que a culinária nipônica é uma cozinhasimples, natural e de poucas calorias. Além do visual,os

belos e saudáveis pratos estimulam a harmonia e oconceito de vida saudável.

É a busca pelo natural que vem acompanhada de sabor, beleza e cultura milenar.

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Abelardo Bueno em revista