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concessionários Case

1

• Brasif Minas Gerais Belo Horizonte -R. Margarida Assis Fonseca, nº 171 - Bairro Califórnia Tel: (31) 2129 3800 Goiás Goiânia - Av. do Comércio, nº 455 - Qd. 51 - Lt. 18 - Bairro St. Genoveva Tel: (62) 4005 5858

34

ano 13 • 2013

Distrito Federal Brasília - SAAN Quadra 02 - Lote 1.200 - Bairro Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte - Tel: (61) 2102 3400

clube

Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Rua da Regeneração, nº 853 - Bairro Bonsucesso Tel: (21) 2123 3000 Macaé - Av. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, nº 330 - Bairro Novo Cavaleiros - Tel: (22) 2105 4242 Espírito Santo Serra - Av. João Palácios, nº 280 - Bairro Carapina - Tel: (27) 2121 3311 São Paulo Jundiaí - Av. Adilson Rodrigues, nº 77 - Bairro Jardim das Samambaias Tel: (11) 2136 8300 Ribeirão Preto- Rodovia Anhanguera, Km 305 S/N - Bairro Recreio Anhanguera - Tel: (16) 2102 2300 Tocantins Palmas - Quadra ASR SE 15, R. Sr. Um, Conjunto 01 Lote 25 - Bairro Plano Diretor Sul - Tel: (63) 2111 5307 • Fornecedora Ceará Fortaleza - Av. Frei Cirilo, nº 2.524 (BR 116 - km 6,5) - Bairro Cajazeiras Tel: (85) 3366 1222 Paraíba Bayeux - R. Francisco Marques da Fonseca, nº 484 - Bairro Rio do Meio Tel: (83) 3232 0602 Piauí Teresina - Av. Barão de Gurgueia, nº 2.715 - Bairro Vermelha - Tel: (86) 3229 2255 Rio Grande do Norte Parnamirim - R. José Raimundo Monteiro, n° 500 - Bairro Emaús Tel: (84) 3643 3894 • J. Malucelli Paraná Curitiba - Rodovia do Café, km 0,5 nº 425 - Parque Barigui - Bairro Mossunguê - Tel: (41) 3351 5522 Rio Grande do Sul Carazinho - Av. Flores da Cunha, nº 4.527 - Bairro Borghetti - Tel: (54) 3330 3000 Porto Alegre - Rua Voluntários da Pátria, nº 4.455 - Bairro Navegantes Tel: (51) 3375 4488 Santa Maria - Av. Edmar Behr, nº 545 - Bairro Camobi Novo Horizonte Tel: (55) 3219 0820 • Motormac Santa C atarina São José - Rodovia BR 101, km 212 - Bairro Distrito Industrial Tel: (48) 3271 0100 • protec Pará /Amapá Ananindeua (PA) - Rodovia BR 316, km 3 - Bairro Atalaia - Tel: (91) 4008 9700 Paragominas (PA) - Rodovia PA 256 km 02, s/nº - Bairro Nova Conquista Tel: (91) 3739 1041

Bons

ventos Máquinas Case preparam o terreno para a construção de novos parques eólicos

Maranhão São Luís - Rodovia BR 135 KM 04 - Av. Emiliano Macieira, nº 150 Bairro Tibiri - Tel: (98) 3258 2007 • technico Bahia Salvador - Rua Antonio de Andrade, nº 489 - Porto Seco - Bairro Pirajá Tel: (71) 3246 2400 Alagoas Maceió - Rua Durval de Góes Monteiro, nº 6.531 - Bairro Petrópolis Tel: (79) 3248 1589 Pernambuco Jaboatão dos Guararapes - Rodovia BR 101 Sul, nº 1.770 - Km 17 Bairro Prazeres - - Tel: (81) 3378 1500 Sergipe Aracaju - BR 101, Km 90,5 - Nossa Senhora do Socorro - Bairro Zona Rural Tel: (79) 3248 1589 • tork Mato Grosso do Sul Campo Grande - Rua Carlos Henrique Spengler, nº 928 Bairro Pólo Empresarial Norte - Tel: (67) 3341 4300 Mato Grosso Várzea Grande - Av. Governador Júlio Campos, nº 4.922 Bairro Mapim - Tel: (65) 3688 2121 Rondônia Ariquemes - Av. Capitão Sílvio, nº 1.413 - Bairro Setor de Áreas Especiais Tel: (69) 3535 2022

Executivo da Dois A Engenharia no Parque Eólico de Calangos (RN)

Acre Rio Branco - Estrada do Amapá, nº 2.297 - Bairro Amapá Tel: (68) 3221 0527 Amazonas /Roraima Manaus - Av. Max Teixeira, nº 3.631 - A - Bairro Cidade Nova - Tel: (92) 3581 3668


2

preparados para

o melhor

case clube | comunidade

580N na TV

3

case clube | canal aberto

•• tecnologia » Tecnologia em prol da produtividade / entre as melhores págs. 20, 21, 22 •• coluna do chico pág. 23

•• Brasil » energia eólica / experiência em parques eólicos / im aposta no crescimento do setor » págs. 12 a 19

» Desempenho premiado » pagS. 10 a 11 •• concurso » Eu ví uma case em ação » pagS. 8 e 9 •• pela rede

canal aberto » pág. 2 •• comunidade » pagS. 3, 4 e 5 •• ação case » Investimento no esporte » pagS. 6 e 7

índice

2

T

odo começo de ano, jornalistas me fazem a mesma pergunta: “qual a expectativa para o segmento de máquinas de construção?” E, há alguns anos, tenho respondido: “É boa, de crescimento, tanto no nosso segmento quanto na economia em geral”. Não estava errado. Mas, este ano, adotei um tom moderado. Continuamos a prever crescimento, mas ainda abaixo do desejado e do que o Brasil precisa. Há muita coisa para acontecer e a demanda por infraestrutura é enorme: saneamento, água, energia, mobilidade urbana, estradas, aeroportos e por aí vai. Pra tudo isso, um tipo de equipamento é indispensável: as máquinas de construção. Levando em conta que todas essas obras têm que acontecer cedo ou tarde - para que o Brasil continue a crescer, mesmo que não seja em ritmo acelerado, Nossos clientes estão nós, fabricantes de máquinas confiantes, se de construção, e nossos clientes, que executam obras pelo país aperfeiçoando para afora, temos que nos preparar. A Case está fazendo o que oferecer o melhor acha ser o melhor para uma ao Brasil” marca presente há mais de 90 anos em terras brasileiras: ampliando sua linha de produtos, se modernizando, aumentando suas revendas, aperfeiçoando os serviços e aguardando que todas as obras de infraestrutura previstas saiam do papel. Nesta edição da Case Clube, vocês poderão ver que muitos empresários brasileiros estão na mesma direção. Preparamos uma reportagem especial sobre o trabalho dos nossos clientes em parques de energia eólica – uma solução inteligente, sustentável para a geração de energia. Eles estão confiantes, equipados, se aperfeiçoando para oferecer o melhor ao Brasil. E a Case também. Que 2013 traga bons ventos!

Uma retroescavadeira 580N fez parte do cenário montado na final do programa Astros, do canal de TV aberto SBT, para a apresentação do campeão paulista, brasileiro e um dos melhores do mundo no bike trial, Cris Santos. Depois de concorrer com participantes de todo o Brasil, entre atletas, músicos, atrações circenses e outros talentos, Cris chegou à final e disputou o prêmio de R$ 50 mil com seis participantes. Ele não decepcionou e ficou com a segunda colocação no programa, exibido no dia 10 de dezembro.

Para a apresentação do atleta, foi montado um cenário com vários obstáculos, como andaimes, escadas e paletes. No final do show, Cris Santos deu um salto de cima de uma retroescavadeira 580N, levada ao SBT pela concessionária Case em São Paulo, a Brasif Máquinas. O atleta conta que a ideia de usar uma máquina Case em sua apresentação surgiu quando ele participou do estande da marca na feira M&T Expo 2012, fazendo apresentações de bike trial que reuniam grandes plateias.

Boa leitura!

expediente Case Clu­be é uma pu­bli­ca­ção tri­mes­tral da CNH Latin America. As ma­té­ri­as e ar­ti­gos aqui pu­bli­ca­dos não re­pre­sen­tam ne­ces­sa­ri­a­men­te a opi­ni­ão da em­pre­sa. A re­pro­du­ção das ma­té­ri­as é per­mi­ti­da, des­de que iden­ti­fi­ca­da a fon­te.

Roque Reis

Cris Santos faz apresentação de bike trial em cima de uma retroescavadeira 580N, no programa Astros

www.casece.com.br

Co­m i­t ê edi­t o­r i­a l • Carlos França, Edmar De Paula, Guilherme Ferreira, Francisco Andrade, Irineu Mota, Maurício Ferrentino, Maurício Moraes, Mil­t on Rego, Ro­q ue Reis, Rosana Rupp Pereira, Vinícius Oliveira, Rei­n al­d o Re­m i­ã o, Yulli Becker | co­o r­d e­n a­ç ão • Ideia Co­m u­n i­c a­ç ão Em­p re­s a­r i­a l Ltda. Jor­n a­l is­ta res­p on­s á­v el • Jorge Görgen - Mtb SC-00423-JP | Diretor executivo • José Guilherme Araújo EDITORA EXECUTIVA • Regina Trombelli | REPORTAGEM - Regina Trombelli Fo­t o­g ra­fi­a s • Aldo Bernardis, Alexandre Lombardi,Erick Pinheiro, Giovanni Sérgio Rêgo, Inovafoto, Luis Sousa, Shutter Stock e arquivo Case DESigner gráfico • Marcio Barasnevícius | Gráfica • CorGraf - Gráfica e Editora tiragem • 12.7000 Case Bra­sil • Av. Jerome Case, 1801 • Bairro Éden – Sorocaba – SP • CEP: 18087-220 | Es­cre­va para a Case Clu­be dan­do suas su­ges­tõ­es, so­li­ci­tan­do in­for­ma­çõ­es e con­tan­do so­bre sua re­gião e ati­vi­da­de. • Case Clu­be - A/C Ideia Co­mu­ni­ca­ção • Rua Ma­rí­lia de Dir­ceu, 226 - 8º an­dar • Lour­des - Belo Ho­ri­zon­te (MG) • CEP: 30.170-090 • regina.trombelli@ idei­a­com.com.br

Nova grife

Em abril, a Case Construction lança uma nova coleção de roupas e acessórios com a marca Case Authentic, para os públicos adulto e infantil. O acesso às novidades da coleção estarão disponíveis no site www.casece.com.br, com um link na página principal.


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preparados para

o melhor

case clube | comunidade

580N na TV

3

case clube | canal aberto

•• tecnologia » Tecnologia em prol da produtividade / entre as melhores págs. 20, 21, 22 •• coluna do chico pág. 23

•• Brasil » energia eólica / experiência em parques eólicos / im aposta no crescimento do setor » págs. 12 a 19

» Desempenho premiado » pagS. 10 a 11 •• concurso » Eu ví uma case em ação » pagS. 8 e 9 •• pela rede

canal aberto » pág. 2 •• comunidade » pagS. 3, 4 e 5 •• ação case » Investimento no esporte » pagS. 6 e 7

índice

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odo começo de ano, jornalistas me fazem a mesma pergunta: “qual a expectativa para o segmento de máquinas de construção?” E, há alguns anos, tenho respondido: “É boa, de crescimento, tanto no nosso segmento quanto na economia em geral”. Não estava errado. Mas, este ano, adotei um tom moderado. Continuamos a prever crescimento, mas ainda abaixo do desejado e do que o Brasil precisa. Há muita coisa para acontecer e a demanda por infraestrutura é enorme: saneamento, água, energia, mobilidade urbana, estradas, aeroportos e por aí vai. Pra tudo isso, um tipo de equipamento é indispensável: as máquinas de construção. Levando em conta que todas essas obras têm que acontecer cedo ou tarde - para que o Brasil continue a crescer, mesmo que não seja em ritmo acelerado, Nossos clientes estão nós, fabricantes de máquinas confiantes, se de construção, e nossos clientes, que executam obras pelo país aperfeiçoando para afora, temos que nos preparar. A Case está fazendo o que oferecer o melhor acha ser o melhor para uma ao Brasil” marca presente há mais de 90 anos em terras brasileiras: ampliando sua linha de produtos, se modernizando, aumentando suas revendas, aperfeiçoando os serviços e aguardando que todas as obras de infraestrutura previstas saiam do papel. Nesta edição da Case Clube, vocês poderão ver que muitos empresários brasileiros estão na mesma direção. Preparamos uma reportagem especial sobre o trabalho dos nossos clientes em parques de energia eólica – uma solução inteligente, sustentável para a geração de energia. Eles estão confiantes, equipados, se aperfeiçoando para oferecer o melhor ao Brasil. E a Case também. Que 2013 traga bons ventos!

Uma retroescavadeira 580N fez parte do cenário montado na final do programa Astros, do canal de TV aberto SBT, para a apresentação do campeão paulista, brasileiro e um dos melhores do mundo no bike trial, Cris Santos. Depois de concorrer com participantes de todo o Brasil, entre atletas, músicos, atrações circenses e outros talentos, Cris chegou à final e disputou o prêmio de R$ 50 mil com seis participantes. Ele não decepcionou e ficou com a segunda colocação no programa, exibido no dia 10 de dezembro.

Para a apresentação do atleta, foi montado um cenário com vários obstáculos, como andaimes, escadas e paletes. No final do show, Cris Santos deu um salto de cima de uma retroescavadeira 580N, levada ao SBT pela concessionária Case em São Paulo, a Brasif Máquinas. O atleta conta que a ideia de usar uma máquina Case em sua apresentação surgiu quando ele participou do estande da marca na feira M&T Expo 2012, fazendo apresentações de bike trial que reuniam grandes plateias.

Boa leitura!

expediente Case Clu­be é uma pu­bli­ca­ção tri­mes­tral da CNH Latin America. As ma­té­ri­as e ar­ti­gos aqui pu­bli­ca­dos não re­pre­sen­tam ne­ces­sa­ri­a­men­te a opi­ni­ão da em­pre­sa. A re­pro­du­ção das ma­té­ri­as é per­mi­ti­da, des­de que iden­ti­fi­ca­da a fon­te.

Roque Reis

Cris Santos faz apresentação de bike trial em cima de uma retroescavadeira 580N, no programa Astros

www.casece.com.br

Co­m i­t ê edi­t o­r i­a l • Carlos França, Edmar De Paula, Guilherme Ferreira, Francisco Andrade, Irineu Mota, Maurício Ferrentino, Maurício Moraes, Mil­t on Rego, Ro­q ue Reis, Rosana Rupp Pereira, Vinícius Oliveira, Rei­n al­d o Re­m i­ã o, Yulli Becker | co­o r­d e­n a­ç ão • Ideia Co­m u­n i­c a­ç ão Em­p re­s a­r i­a l Ltda. Jor­n a­l is­ta res­p on­s á­v el • Jorge Görgen - Mtb SC-00423-JP | Diretor executivo • José Guilherme Araújo EDITORA EXECUTIVA • Regina Trombelli | REPORTAGEM - Regina Trombelli Fo­t o­g ra­fi­a s • Aldo Bernardis, Alexandre Lombardi,Erick Pinheiro, Giovanni Sérgio Rêgo, Inovafoto, Luis Sousa, Shutter Stock e arquivo Case DESigner gráfico • Marcio Barasnevícius | Gráfica • CorGraf - Gráfica e Editora tiragem • 12.7000 Case Bra­sil • Av. Jerome Case, 1801 • Bairro Éden – Sorocaba – SP • CEP: 18087-220 | Es­cre­va para a Case Clu­be dan­do suas su­ges­tõ­es, so­li­ci­tan­do in­for­ma­çõ­es e con­tan­do so­bre sua re­gião e ati­vi­da­de. • Case Clu­be - A/C Ideia Co­mu­ni­ca­ção • Rua Ma­rí­lia de Dir­ceu, 226 - 8º an­dar • Lour­des - Belo Ho­ri­zon­te (MG) • CEP: 30.170-090 • regina.trombelli@ idei­a­com.com.br

Nova grife

Em abril, a Case Construction lança uma nova coleção de roupas e acessórios com a marca Case Authentic, para os públicos adulto e infantil. O acesso às novidades da coleção estarão disponíveis no site www.casece.com.br, com um link na página principal.


recorde de venda de consórcio

NAS OBRAS

Protec bate

do PAC

Distribuidora Case no Pará, Amapá e Maranhão, a Protec bateu recorde de vendas do Consórcio Nacional de Máquinas Case, com 142 cotas em 2012. Segundo o gerente de consórcio da revenda, Willian Silva da Silva, várias ações foram tomadas para estimular os funcionários a divulgarem as vantagens da modalidade na compra programada. Na primeira assembleia realizada pelo Consórcio na Protec, na unidade de Ananindeua, os clientes foram convidados também para um jan-

tar de negócios. “15% dos clientes convidados fecharam novas cotas. Foi um sucesso. Nós apostamos no consórcio como uma excelente forma de compra programada e transmitimos isso ao cliente. Quem ainda não fechou, tem a informação para uma compra futura”, garante Silva. O Consórcio Nacional Case é uma opção na aquisição programada dos equipamentos, com taxas reduzidas. Mais informações no revendedor Case, no site www.consorcionacionalcase.com.br ou pelo telefone 0800 771 8101.

Cidades da região Norte e do Mato Grosso receberão as retroescavadeiras 580N para obras do PAC A Case venceu licitação do Ministério do Desenvolvimento Agrário para fornecer 286 retroescavadeiras 580N para o Programa de Aceleração de Crescimento – PAC 2. A entrega das máquinas acontecerá no primeiro quadrimestre deste ano. O lote de máquinas Case é destinado à região Norte e ao Mato Grosso. Para atender à demanda sem prejudicar o fornecimento de máquinas para os demais clien-

tes, a Case aumentou sua capacidade produtiva, já a partir do início de 2013. A aquisição dessas máquinas faz parte da segunda etapa do PAC Equipamentos e tem orçamento de mais de R$ 1 bilhão já aprovado pelo Congresso Nacional. As máquinas adquiridas pelo Governo Federal serão doadas para as prefeituras dos municípios com até 50 mil habitantes que estão fora das regiões metropolitanas.

J. Malucelli leva máquinas Case ao Show Rural Coopavel

Case 580N na agricultura Fenepar A concessionária Fornecedora Máquinas e Equipamentos foi expositora na Feira de Negócios de Parelhas, a Fenepar. Realizada em novembro de 2012 na cidade de Parelhas, região do Seridó no Rio Grande do Norte, o evento foi uma oportunidade para a concessionária colocar em prática ações do marketing de relacionamento com os clientes presentes e conduzir negociações comerciais. Durante os três dias de evento, vendeu equipamentos Case, como a pá carregadeira 621E, a carregadeira compacta 321E, a escavadeira hidráulica CX220B, a retroescavadeira 580N e a skid SV200.

Pelo terceiro ano, a J. Malucelli, concessionária Case no Paraná e no Rio Grande do Sul, comemora o sucesso de sua participação no Show Rural Coopavel. Realizado em Cascavel (PR), entre os dias 4 e 8 de fevereiro, o evento busca difundir as tecnologias voltadas ao aumento da produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais. “Tivemos cerca de 100 compromissos de compra de máquinas Case. Mais uma vez, o resultado foi muito positivo, acima das nossas

expectativas. E o mais importante é que reforçamos a presença da marca na região sudoeste do Paraná”, destaca o gerente de máquinas da J. Malucelli, Alex Barison. A concessionária expôs no Show Rural Coopavel alguns dos equipamentos mais utilizadas no agronegócio, como a skid SR 200, a retroescavadeira 580N, a pás carregadeira 621D, a carregadeira compacta 321E e a motoniveladora 865B, que também está em demonstração em clientes da região.

case clube | comunidade

5

giro

case clube | comunidade

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recorde de venda de consórcio

NAS OBRAS

Protec bate

do PAC

Distribuidora Case no Pará, Amapá e Maranhão, a Protec bateu recorde de vendas do Consórcio Nacional de Máquinas Case, com 142 cotas em 2012. Segundo o gerente de consórcio da revenda, Willian Silva da Silva, várias ações foram tomadas para estimular os funcionários a divulgarem as vantagens da modalidade na compra programada. Na primeira assembleia realizada pelo Consórcio na Protec, na unidade de Ananindeua, os clientes foram convidados também para um jan-

tar de negócios. “15% dos clientes convidados fecharam novas cotas. Foi um sucesso. Nós apostamos no consórcio como uma excelente forma de compra programada e transmitimos isso ao cliente. Quem ainda não fechou, tem a informação para uma compra futura”, garante Silva. O Consórcio Nacional Case é uma opção na aquisição programada dos equipamentos, com taxas reduzidas. Mais informações no revendedor Case, no site www.consorcionacionalcase.com.br ou pelo telefone 0800 771 8101.

Cidades da região Norte e do Mato Grosso receberão as retroescavadeiras 580N para obras do PAC A Case venceu licitação do Ministério do Desenvolvimento Agrário para fornecer 286 retroescavadeiras 580N para o Programa de Aceleração de Crescimento – PAC 2. A entrega das máquinas acontecerá no primeiro quadrimestre deste ano. O lote de máquinas Case é destinado à região Norte e ao Mato Grosso. Para atender à demanda sem prejudicar o fornecimento de máquinas para os demais clien-

tes, a Case aumentou sua capacidade produtiva, já a partir do início de 2013. A aquisição dessas máquinas faz parte da segunda etapa do PAC Equipamentos e tem orçamento de mais de R$ 1 bilhão já aprovado pelo Congresso Nacional. As máquinas adquiridas pelo Governo Federal serão doadas para as prefeituras dos municípios com até 50 mil habitantes que estão fora das regiões metropolitanas.

J. Malucelli leva máquinas Case ao Show Rural Coopavel

Case 580N na agricultura Fenepar A concessionária Fornecedora Máquinas e Equipamentos foi expositora na Feira de Negócios de Parelhas, a Fenepar. Realizada em novembro de 2012 na cidade de Parelhas, região do Seridó no Rio Grande do Norte, o evento foi uma oportunidade para a concessionária colocar em prática ações do marketing de relacionamento com os clientes presentes e conduzir negociações comerciais. Durante os três dias de evento, vendeu equipamentos Case, como a pá carregadeira 621E, a carregadeira compacta 321E, a escavadeira hidráulica CX220B, a retroescavadeira 580N e a skid SV200.

Pelo terceiro ano, a J. Malucelli, concessionária Case no Paraná e no Rio Grande do Sul, comemora o sucesso de sua participação no Show Rural Coopavel. Realizado em Cascavel (PR), entre os dias 4 e 8 de fevereiro, o evento busca difundir as tecnologias voltadas ao aumento da produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais. “Tivemos cerca de 100 compromissos de compra de máquinas Case. Mais uma vez, o resultado foi muito positivo, acima das nossas

expectativas. E o mais importante é que reforçamos a presença da marca na região sudoeste do Paraná”, destaca o gerente de máquinas da J. Malucelli, Alex Barison. A concessionária expôs no Show Rural Coopavel alguns dos equipamentos mais utilizadas no agronegócio, como a skid SR 200, a retroescavadeira 580N, a pás carregadeira 621D, a carregadeira compacta 321E e a motoniveladora 865B, que também está em demonstração em clientes da região.

case clube | comunidade

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giro

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case clube | ação case

A Case renovou por mais um ano a parceria e o patrocínio da LSB – Liga Sorocabana de Basquete e também do projeto Arremesso para o Amanhã

A

Liga Sorocabana de Basquete –LSB disputa a primeira divisão do basquete Brasileiro, a NBB (Novo Basquete Brasil), e tem em sua equipe grandes nomes de astros brasileiros e americanos. “Hoje, o basquete é o esporte mais popular de Sorocaba e esta parceria com a Case é de grande importância para mantermos uma equipe forte e competitiva na NBB”, conta Rinaldo Rodrigues, técnico da equipe. O anúncio da continuidade da parceria que começou em 2009 foi feito durante a partida LSB x Flamengo, em Sorocaba no dia 20 de dezembro. O evento esportivo contou com um jogo especial de abertura, com a participação das crianças que fazem parte do projeto apoiado pelo Case Multiação, o programa de ações sociais sustentáveis da marca, criado há cinco anos. O projeto Arremesso para o Amanhã atendeu 150 crianças e adolescentes com aulas gratuitas de basquete em 2012. Em 2013, o objetivo é dobrar o número de crianças atendidas. As atividades acontecem duas vezes por semana e grande parte dos alunos que ingressam na categoria de base sub 17 é bolsista e recebe uniforme e vale-transporte. Além da prática do basquete, as aulas contribuem para a evolução física e pessoal dos alunos. “O esporte é um fator motivador para o desenvolvimento do senso de comprometimento, responsabilidade e disciplina. A cada dia, percebemos melhorias no comportamento dos alunos”, conta Rinaldo, que também é o coordenador do projeto. O projeto “Arremesso para o Amanhã” foi criado há 15 anos, e já atendeu mais de mil atletas mirins – futuras promessas do esporte.

Trajetória

esporte

7

Investimento no

case clube | ação case

6

1997 – Criada em LSB 2009 – Case inicia patrocínio à equipe 2010 – Conquista do Campeonato Paulista Novo Milênio 2011 – Conquista do 2º Lugar na Copa Brasil 2011 – Disputa pela primeira vez o NBB, campeonato que reúne a elite do basquete 2012 – Equipe chega aos playoffs do NBB 2012 – Conquista o título da 56ª edição dos Jogos Regionais (Avaré – SP) 2013 – Disputa a NBB e o Campeonato Paulista de Basquete Série A1

Crianças do projeto Arremesso para o Amanhã

LSB em jogo contra o Flamengo, pela NBB

A cada dia, percebemos melhorias no comportamento dos alunos” Rinaldo Soares

O americano Kenny Dawkins é o astro da equipe


case clube | ação case

A Case renovou por mais um ano a parceria e o patrocínio da LSB – Liga Sorocabana de Basquete e também do projeto Arremesso para o Amanhã

A

Liga Sorocabana de Basquete –LSB disputa a primeira divisão do basquete Brasileiro, a NBB (Novo Basquete Brasil), e tem em sua equipe grandes nomes de astros brasileiros e americanos. “Hoje, o basquete é o esporte mais popular de Sorocaba e esta parceria com a Case é de grande importância para mantermos uma equipe forte e competitiva na NBB”, conta Rinaldo Rodrigues, técnico da equipe. O anúncio da continuidade da parceria que começou em 2009 foi feito durante a partida LSB x Flamengo, em Sorocaba no dia 20 de dezembro. O evento esportivo contou com um jogo especial de abertura, com a participação das crianças que fazem parte do projeto apoiado pelo Case Multiação, o programa de ações sociais sustentáveis da marca, criado há cinco anos. O projeto Arremesso para o Amanhã atendeu 150 crianças e adolescentes com aulas gratuitas de basquete em 2012. Em 2013, o objetivo é dobrar o número de crianças atendidas. As atividades acontecem duas vezes por semana e grande parte dos alunos que ingressam na categoria de base sub 17 é bolsista e recebe uniforme e vale-transporte. Além da prática do basquete, as aulas contribuem para a evolução física e pessoal dos alunos. “O esporte é um fator motivador para o desenvolvimento do senso de comprometimento, responsabilidade e disciplina. A cada dia, percebemos melhorias no comportamento dos alunos”, conta Rinaldo, que também é o coordenador do projeto. O projeto “Arremesso para o Amanhã” foi criado há 15 anos, e já atendeu mais de mil atletas mirins – futuras promessas do esporte.

Trajetória

esporte

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Investimento no

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6

1997 – Criada em LSB 2009 – Case inicia patrocínio à equipe 2010 – Conquista do Campeonato Paulista Novo Milênio 2011 – Conquista do 2º Lugar na Copa Brasil 2011 – Disputa pela primeira vez o NBB, campeonato que reúne a elite do basquete 2012 – Equipe chega aos playoffs do NBB 2012 – Conquista o título da 56ª edição dos Jogos Regionais (Avaré – SP) 2013 – Disputa a NBB e o Campeonato Paulista de Basquete Série A1

Crianças do projeto Arremesso para o Amanhã

LSB em jogo contra o Flamengo, pela NBB

A cada dia, percebemos melhorias no comportamento dos alunos” Rinaldo Soares

O americano Kenny Dawkins é o astro da equipe


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case clube | concurso

case clube | concurso

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Eu Vi Uma Case Concurso Cultural recebeu 292 fotos de 18 estados brasileiros. Em breve, a marca lançará a segunda edição

Próximo

concurso A Case lançará a segunda edição do concurso em breve. As informações serão divulgadas na rede de distribuidores Case, no site www.casece.com.br/caseteen e na revista Case Teen, uma publicação da marca voltada para o público infanto-juvenil, criada em 2011, que tem o objetivo de fortalecer o relacionamento da marca com clientes, parceiros e seus familiares.

M

atheus Bordignon Vieira, de 6 anos, morador de Santos, litoral de São Paulo, chegou eufórico à fábrica da Case em Sorocaba, no dia 8 de fevereiro, para se encontrar com o diretor geral da marca, Roque Reis, e conhecer de perto as máquinas de construção. Ele foi o vencedor do concurso cultural Eu Vi uma Case em Ação, que recebeu 292 fotos de 180 participantes de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal, inscritos através do site www.casece.com.br/caseteen, no período de 1º de maio a 31 de dezembro de 2012. O resultado da promoção foi comunicado ao pai de Matheus, Rodolfo Francisco Vieira, por Roque Reis, que os convidou para visitar a fábrica e presenteou Matheus com uma miniatura da retroescavadeira 580M preta – uma edição especial produzida em 2008 em comemoração aos 50 anos da criação da primeira retroescavadeira Case. “O Matheus e o pai dele entraram no espírito do concurso: descobriram juntos várias máquinas Case em operação, registraram uma imagem bonita e original e tiveram momentos divertidos enquanto participavam da nossa promoção. Agora, vão conhecer o Beach Park, no Ceará, que foi o destino escolhido pelo nosso vencedor”, comentou Reis. Segundo ele, uma segunda edição do concurso já está sendo preparada. “Esta ação estimula a percepção dos equipamentos de construção na vida das pessoas, na construção das cidades, na ajuda nos casos de calamidades como enchentes. São máquinas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento e ao progresso, mas são pouco percebidas no dia-a-dia”.

O concurso A seleção das fotos inscritas foi feita por uma comissão julgadora formada por profissionais da Case, pela editora da revista Recreio (Editora Abril), Maria Carolina Cristianini, pelo repórter fotográfico do jornal Cruzeiro do Sul (Sorocaba – SP), Erick Pinheiro, e pela psicopedagoga da Pastoral do Menor Maria Aparecida Campos Rosa. As fotos foram julgadas segundo a adequação ao tema – uma máquina Case Construction em operação, criatividade e qualidade geral do material. Todas receberam notas de um a 10 nesses quesitos e a foto com a maior pontuação foi a vencedora. Matheus, que inscreveu o total de 15 fotos no concurso, também teve uma delas classificada em terceiro lugar. Segundo o pai do vencedor, ele e o filho souberam do concurso em um site na internet e, a partir de então, pra todo lugar que iam, procuravam máquinas Case para fotografar. “Ele também queria uma miniatura Case, então eu comprei uma máquina de brinquedo, imprimi e colei a marca Case. E ele continua querendo fotografar as máquinas”, conta Vieira.

Matheus anda em uma máquina acompanhado do gerente de Serviços Francisco Andrade Os autores de outras cinco fotos que obtiveram as pontuações mais altas também serão premiados com um kit de produtos da marca Case. São eles:

Resultado

em ação

2º. lugar: Manoela N G Santos, Curitiba/PR 3º. lugar: Matheus Bordignon Vieira, Santos/SP 4º. lugar: Thais Alcântara dos Santos, Fortaleza/CE 5º. lugar: Erisson Santos da Silva, Camocim de São Félix/PE 6º. lugar: Renan Cesar Lazarini, Itaguai/RJ Todos os inscritos no concurso receberam um jogo de tabuleiro Case.


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Eu Vi Uma Case Concurso Cultural recebeu 292 fotos de 18 estados brasileiros. Em breve, a marca lançará a segunda edição

Próximo

concurso A Case lançará a segunda edição do concurso em breve. As informações serão divulgadas na rede de distribuidores Case, no site www.casece.com.br/caseteen e na revista Case Teen, uma publicação da marca voltada para o público infanto-juvenil, criada em 2011, que tem o objetivo de fortalecer o relacionamento da marca com clientes, parceiros e seus familiares.

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atheus Bordignon Vieira, de 6 anos, morador de Santos, litoral de São Paulo, chegou eufórico à fábrica da Case em Sorocaba, no dia 8 de fevereiro, para se encontrar com o diretor geral da marca, Roque Reis, e conhecer de perto as máquinas de construção. Ele foi o vencedor do concurso cultural Eu Vi uma Case em Ação, que recebeu 292 fotos de 180 participantes de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal, inscritos através do site www.casece.com.br/caseteen, no período de 1º de maio a 31 de dezembro de 2012. O resultado da promoção foi comunicado ao pai de Matheus, Rodolfo Francisco Vieira, por Roque Reis, que os convidou para visitar a fábrica e presenteou Matheus com uma miniatura da retroescavadeira 580M preta – uma edição especial produzida em 2008 em comemoração aos 50 anos da criação da primeira retroescavadeira Case. “O Matheus e o pai dele entraram no espírito do concurso: descobriram juntos várias máquinas Case em operação, registraram uma imagem bonita e original e tiveram momentos divertidos enquanto participavam da nossa promoção. Agora, vão conhecer o Beach Park, no Ceará, que foi o destino escolhido pelo nosso vencedor”, comentou Reis. Segundo ele, uma segunda edição do concurso já está sendo preparada. “Esta ação estimula a percepção dos equipamentos de construção na vida das pessoas, na construção das cidades, na ajuda nos casos de calamidades como enchentes. São máquinas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento e ao progresso, mas são pouco percebidas no dia-a-dia”.

O concurso A seleção das fotos inscritas foi feita por uma comissão julgadora formada por profissionais da Case, pela editora da revista Recreio (Editora Abril), Maria Carolina Cristianini, pelo repórter fotográfico do jornal Cruzeiro do Sul (Sorocaba – SP), Erick Pinheiro, e pela psicopedagoga da Pastoral do Menor Maria Aparecida Campos Rosa. As fotos foram julgadas segundo a adequação ao tema – uma máquina Case Construction em operação, criatividade e qualidade geral do material. Todas receberam notas de um a 10 nesses quesitos e a foto com a maior pontuação foi a vencedora. Matheus, que inscreveu o total de 15 fotos no concurso, também teve uma delas classificada em terceiro lugar. Segundo o pai do vencedor, ele e o filho souberam do concurso em um site na internet e, a partir de então, pra todo lugar que iam, procuravam máquinas Case para fotografar. “Ele também queria uma miniatura Case, então eu comprei uma máquina de brinquedo, imprimi e colei a marca Case. E ele continua querendo fotografar as máquinas”, conta Vieira.

Matheus anda em uma máquina acompanhado do gerente de Serviços Francisco Andrade Os autores de outras cinco fotos que obtiveram as pontuações mais altas também serão premiados com um kit de produtos da marca Case. São eles:

Resultado

em ação

2º. lugar: Manoela N G Santos, Curitiba/PR 3º. lugar: Matheus Bordignon Vieira, Santos/SP 4º. lugar: Thais Alcântara dos Santos, Fortaleza/CE 5º. lugar: Erisson Santos da Silva, Camocim de São Félix/PE 6º. lugar: Renan Cesar Lazarini, Itaguai/RJ Todos os inscritos no concurso receberam um jogo de tabuleiro Case.


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Fachada da Fornecedora Máquinas em Fortaleza (Ceará)

Desempenho

premiado

Pelo terceiro ano consecutivo, Fornecedora Máquinas alcança pontuação máxima no programa Dealer Standars

R

epresentante da marca Case no Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte, a Fornecedora Máquinas reuniu seus funcionários e parceiros para receber a premiação pela pontuação máxima no Dealers Standards, em evento realizado no dia 6 de dezembro, em Fortaleza (CE). A pontuação AA dentro do programa mundial de padronização dos distribuidores Case foi alcançada pelo terceiro ano consecutivo. O feito trouxe ao Brasil o presidente mundial da Case, Mario Gasparri, que participou do evento ao lado do diretor geral da marca para a América Latina, Roque Reis.

Roque Reis e Nertan Ribeiro, fundador da Fornecedora

Mario Gasparri, presidente mundial da Case, e Nertan

“Há sete anos, implantamos um programa mundial de padronização da nossa rede de concessionários, o Dealer Standards, visando à excelência na prestação de serviços. A Fornecedora é um dos nossos concessionários de destaque, garantindo sempre o padrão de atendimento em infraestrutura, recursos humanos, disponibilidade de peças, estoque de máquinas, além de apresentar inovações no pós venda”, informou Roque Reis. André Ribeiro, diretor executivo da Fornecedora, conta que entrar no Dealer Standards “possibilitou à empresa desenvolver novos sistemas de qualidade, melhorar os níveis de atendimento ao cliente, adequar a infraestrutura e aprimorar os processos internos e externos”. Segundo ele, em 2006, a empresa já estava recebendo a classificação BB (nas áreas comercial e financeira). “Em 2007, atingimos o nível A para o setor comercial; agora, conseguimos chegar, nas duas áreas, ao padrão máximo. Uma conquista importante, pois o programa é muito exigente”, considera. A Fornecedora continua seus investimentos visando melhoria no atendimento. “Estamos investindo cerca de R$ 2 milhões na ampliação da atual sede da matriz, com maior espaço para pátio de máquinas e oficinas”.

Os dirigentes da Fornecedora: Pablo, André e Nertan

Dealer Standards A avaliação do Dealer Standards é feita anualmente, explica Laurien Kamonseki, responsável pelo desenvolvimento dos concessionário Case na América Latina, levando em conta oito requisitos: identidade visual, estabelecimento e instalações, administração e marketing, vendas, peças, serviço, pesquisa de satisfação do cliente e finanças. “A avaliação anual identifica os pontos fortes e os que necessitam de melhorias em cada unidades dos concessionários, buscando o aprimoramento contínuo. Com a premiação, a Case busca incentivar o crescimento dos negócios dos distribuidores e fortalecer a marca”, informa Kamonseki.

O Dealer Standards nos possibilitou melhorar os níveis de atendimento ao cliente” Andre Ribeiro, diretor da Fornecedora


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Fachada da Fornecedora Máquinas em Fortaleza (Ceará)

Desempenho

premiado

Pelo terceiro ano consecutivo, Fornecedora Máquinas alcança pontuação máxima no programa Dealer Standars

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epresentante da marca Case no Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte, a Fornecedora Máquinas reuniu seus funcionários e parceiros para receber a premiação pela pontuação máxima no Dealers Standards, em evento realizado no dia 6 de dezembro, em Fortaleza (CE). A pontuação AA dentro do programa mundial de padronização dos distribuidores Case foi alcançada pelo terceiro ano consecutivo. O feito trouxe ao Brasil o presidente mundial da Case, Mario Gasparri, que participou do evento ao lado do diretor geral da marca para a América Latina, Roque Reis.

Roque Reis e Nertan Ribeiro, fundador da Fornecedora

Mario Gasparri, presidente mundial da Case, e Nertan

“Há sete anos, implantamos um programa mundial de padronização da nossa rede de concessionários, o Dealer Standards, visando à excelência na prestação de serviços. A Fornecedora é um dos nossos concessionários de destaque, garantindo sempre o padrão de atendimento em infraestrutura, recursos humanos, disponibilidade de peças, estoque de máquinas, além de apresentar inovações no pós venda”, informou Roque Reis. André Ribeiro, diretor executivo da Fornecedora, conta que entrar no Dealer Standards “possibilitou à empresa desenvolver novos sistemas de qualidade, melhorar os níveis de atendimento ao cliente, adequar a infraestrutura e aprimorar os processos internos e externos”. Segundo ele, em 2006, a empresa já estava recebendo a classificação BB (nas áreas comercial e financeira). “Em 2007, atingimos o nível A para o setor comercial; agora, conseguimos chegar, nas duas áreas, ao padrão máximo. Uma conquista importante, pois o programa é muito exigente”, considera. A Fornecedora continua seus investimentos visando melhoria no atendimento. “Estamos investindo cerca de R$ 2 milhões na ampliação da atual sede da matriz, com maior espaço para pátio de máquinas e oficinas”.

Os dirigentes da Fornecedora: Pablo, André e Nertan

Dealer Standards A avaliação do Dealer Standards é feita anualmente, explica Laurien Kamonseki, responsável pelo desenvolvimento dos concessionário Case na América Latina, levando em conta oito requisitos: identidade visual, estabelecimento e instalações, administração e marketing, vendas, peças, serviço, pesquisa de satisfação do cliente e finanças. “A avaliação anual identifica os pontos fortes e os que necessitam de melhorias em cada unidades dos concessionários, buscando o aprimoramento contínuo. Com a premiação, a Case busca incentivar o crescimento dos negócios dos distribuidores e fortalecer a marca”, informa Kamonseki.

O Dealer Standards nos possibilitou melhorar os níveis de atendimento ao cliente” Andre Ribeiro, diretor da Fornecedora


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Energia

eólica O Brasil ocupa hoje a 21º posição no ranking dos países produtores de energia eólica, com 71 parques eólicos. Para os próximos anos, o Governo Federal anunciou a construção de mais de 87 unidades, dentro do pAC 2. Para iniciar essas obras, as máquinas de construção são as primeiras a começar a trabalhar, como contam os diretores das empresas Dois A, Lomacon e IM.


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Energia

eólica O Brasil ocupa hoje a 21º posição no ranking dos países produtores de energia eólica, com 71 parques eólicos. Para os próximos anos, o Governo Federal anunciou a construção de mais de 87 unidades, dentro do pAC 2. Para iniciar essas obras, as máquinas de construção são as primeiras a começar a trabalhar, como contam os diretores das empresas Dois A, Lomacon e IM.


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Brasil é o País mais promissor do mundo em produção de energia eólica, na avaliação do Global Wind Energy Council, organismo internacional que reúne entidades e empresas relacionadas à produção desse tipo de energia. A região que se destaca é a Nordeste: mapas eólicos desenvolvidos pelo Centro Brasileiro de Energia Eólica apontam que a área tem uma das melhores jazidas do mundo, contam com boa velocidade de vento, baixa turbulência e uniformidade. O potencial total é estimado em 30 mil MW. Em termos estratégicos, este tipo de matriz é importante, porque os ventos são mais fortes nos períodos de seca (entre junho e dezembro), quando a produção das hidrelétricas é menor (*) Enormes cata-ventos produzem a energia eólica; a energia elétrica a partir do vento. É uma energia limpa - sem queima de combustível, renovável e cada vez mais barata. O preço do megawatt/hora da eólica já é quase igual ao das hidrelétricas, a fonte de energia mais barata do Brasil, e custa menos que o gás natural. Com o aumento das obras de implantação dos parques eólicos pelo Nordeste, a empresa Lomacon Locação e Construção Ltda, com sede em Fortaleza (Ceará) empregou boa parte de seus serviços e seu parque de máquinas nesses projetos. Desde meados do ano passado, trabalha no complexo eólico que será implantado na Fazenda Faísa, em uma área de 2.650,07 hectares, localizado em terreno próximo à entrada do município de Trairi. A obra é realizada pelo Grupo Votorantim para as Eólicas Trairi, pertencente a Energias Eólicas do Nordeste S.A. Este parque eólico faz parte do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas (PROINFA). Ele terá 76 aero geradores e extensão de doze geradores eólicos de 2.1 MW de potência e extensão de mais de 30 km. Alexandre José de Melo Ribeiro explica que o trabalho da Lomacon começa bem antes da instalação das famosas pás geradoras de energia, parecidas com gigantes cata-ventos, que caracterizam as usinas eólicas. Com seu parque de máquinas Case, a Lomacon é a primeira a chegar, com a meta de limpar a área, fazer terraplanagem, escavações, execução de base, sub-base e colocação da brita graduada dos arruamentos e plataformas das usinas.

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Construção do Parque Eólico de Trairi

Alexandre Ribeiro observa de perto o trabalho nas eólicas

em operação

*Com informações do Ministério das Minas e Energia.

Máquinas

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As pás carregadeiras 621D são muito úteis em parques eólicos pela facilidade de movimentação em regiões de dunas” Alexandre Ribeiro, da Lomacon

Motoniveladora 865B executa a terraplanagem

A Lomacon emprega nesta obra as escavadeiras hidráulicas CX220B e CX350B, executando os trabalhos de escavação do material a ser utilizado em aterro, sub-base e base. As motoniveladoras 865B e 845B desempenham os serviços de mistura de material de terraplanagem, sub-base e base; ajudam ainda a homogeneizar esses materiais, que são aplicados no nivelamento e nos acabamentos das vias e plataformas. Já as pás carregadeiras 621D carregam caçambas e operam em áreas consideradas mais perigosas, recompondo escavações. “As pás carregadeiras 621D são muito úteis em parques eólicos pela facilidade em movimentação de terra nessas regiões de dunas. Elas alcançam um ótimo rendimento em consumo de combustível, em torno de 12 litros por hora”, explica Ribeiro, que acompanha de perto as obras no local. A retroescavadeira Case 580N também é empregada nas obras na fazenda Faísa, aplicada em serviços

gerais, como pequenas escavações e carregamentos. “A retroescavadeira Case é de locomoção muito rápida, ágil; facilita muito nosso trabalho”, afirma Ribeiro. Ele esclarece que a Lomacom só trabalha com equipamentos de alta tecnologia e oferece uma variada gama de serviços, como locação de equipamentos para a construção pesada e indústria; gerenciamento de obras de pavimentação e terraplanagem em parques eólicos e estradas. A empresa tem entre seus clientes grandes empresas privadas, órgãos e empresas públicas como o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Chesf, Petrobras e a Prefeitura de Fortaleza. “Um dos diferenciais do nosso trabalho é sempre dar apoio de manutenção e logística em campo, sempre prestando assistência na hora e no local que o cliente precisar, contando sempre com uma equipe de profissionais treinados”, garante.


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Brasil é o País mais promissor do mundo em produção de energia eólica, na avaliação do Global Wind Energy Council, organismo internacional que reúne entidades e empresas relacionadas à produção desse tipo de energia. A região que se destaca é a Nordeste: mapas eólicos desenvolvidos pelo Centro Brasileiro de Energia Eólica apontam que a área tem uma das melhores jazidas do mundo, contam com boa velocidade de vento, baixa turbulência e uniformidade. O potencial total é estimado em 30 mil MW. Em termos estratégicos, este tipo de matriz é importante, porque os ventos são mais fortes nos períodos de seca (entre junho e dezembro), quando a produção das hidrelétricas é menor (*) Enormes cata-ventos produzem a energia eólica; a energia elétrica a partir do vento. É uma energia limpa - sem queima de combustível, renovável e cada vez mais barata. O preço do megawatt/hora da eólica já é quase igual ao das hidrelétricas, a fonte de energia mais barata do Brasil, e custa menos que o gás natural. Com o aumento das obras de implantação dos parques eólicos pelo Nordeste, a empresa Lomacon Locação e Construção Ltda, com sede em Fortaleza (Ceará) empregou boa parte de seus serviços e seu parque de máquinas nesses projetos. Desde meados do ano passado, trabalha no complexo eólico que será implantado na Fazenda Faísa, em uma área de 2.650,07 hectares, localizado em terreno próximo à entrada do município de Trairi. A obra é realizada pelo Grupo Votorantim para as Eólicas Trairi, pertencente a Energias Eólicas do Nordeste S.A. Este parque eólico faz parte do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas (PROINFA). Ele terá 76 aero geradores e extensão de doze geradores eólicos de 2.1 MW de potência e extensão de mais de 30 km. Alexandre José de Melo Ribeiro explica que o trabalho da Lomacon começa bem antes da instalação das famosas pás geradoras de energia, parecidas com gigantes cata-ventos, que caracterizam as usinas eólicas. Com seu parque de máquinas Case, a Lomacon é a primeira a chegar, com a meta de limpar a área, fazer terraplanagem, escavações, execução de base, sub-base e colocação da brita graduada dos arruamentos e plataformas das usinas.

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Construção do Parque Eólico de Trairi

Alexandre Ribeiro observa de perto o trabalho nas eólicas

em operação

*Com informações do Ministério das Minas e Energia.

Máquinas

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As pás carregadeiras 621D são muito úteis em parques eólicos pela facilidade de movimentação em regiões de dunas” Alexandre Ribeiro, da Lomacon

Motoniveladora 865B executa a terraplanagem

A Lomacon emprega nesta obra as escavadeiras hidráulicas CX220B e CX350B, executando os trabalhos de escavação do material a ser utilizado em aterro, sub-base e base. As motoniveladoras 865B e 845B desempenham os serviços de mistura de material de terraplanagem, sub-base e base; ajudam ainda a homogeneizar esses materiais, que são aplicados no nivelamento e nos acabamentos das vias e plataformas. Já as pás carregadeiras 621D carregam caçambas e operam em áreas consideradas mais perigosas, recompondo escavações. “As pás carregadeiras 621D são muito úteis em parques eólicos pela facilidade em movimentação de terra nessas regiões de dunas. Elas alcançam um ótimo rendimento em consumo de combustível, em torno de 12 litros por hora”, explica Ribeiro, que acompanha de perto as obras no local. A retroescavadeira Case 580N também é empregada nas obras na fazenda Faísa, aplicada em serviços

gerais, como pequenas escavações e carregamentos. “A retroescavadeira Case é de locomoção muito rápida, ágil; facilita muito nosso trabalho”, afirma Ribeiro. Ele esclarece que a Lomacom só trabalha com equipamentos de alta tecnologia e oferece uma variada gama de serviços, como locação de equipamentos para a construção pesada e indústria; gerenciamento de obras de pavimentação e terraplanagem em parques eólicos e estradas. A empresa tem entre seus clientes grandes empresas privadas, órgãos e empresas públicas como o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Chesf, Petrobras e a Prefeitura de Fortaleza. “Um dos diferenciais do nosso trabalho é sempre dar apoio de manutenção e logística em campo, sempre prestando assistência na hora e no local que o cliente precisar, contando sempre com uma equipe de profissionais treinados”, garante.


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Experiência em

parques eólicos

A empresa Dois A Engenharia e Tecnologia é uma das pioneiras na construção de parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte. Já participou de obras em seis usinas e hoje opera em três novos empreendimentos

em 2013 Perspectivas

Nossa expectativa para os próximos anos é de continuar nesse segmento, que tem um grande potencial no Nordeste do Brasil e que é parte da estratégia do Governo Federal de alavancar o crescimento do País, através do aumento da oferta de energia elétrica com fontes alternativas à geração hidrelétrica”, declara o diretor da Dois A, Sérgio Azevedo. Segundo ele, a empresa passou a trabalhar com equipamentos Case em julho de 2012, quando foram adquiridas duas motoniveladoras 865B, duas escavadeiras hidráulicas CX220B e duas retroescavadeiras 580N junto ao distribuidor Fornecedora Máquinas e Equipamentos. As máquinas Case estão empregadas em duas obras, no momento: construção de 45 bases para aerogeradores e vias de acesso no Parque Eólico Calangos, na cidade de Bodó; na construção de 34 bases para aerogeradores e vias de acesso no Complexo Eólico Macacos 1, no município de João Câmara. A empresa atua ainda na construção de 120 bases para aerogeradores no Parque Eólico Casa Nova. “As máquinas Case trabalham na terraplanagem e pavimentação na construção dos acessos para os aerogeradores e também nas escavações das fundações, dentre outras atividades de apoio na obra”, explica Azevedo. “De uma forma geral, elas têm um bom desempenho na relação produtividade e consumo quando comparadas a máquinas de outras marcas. A sua operação é facilitada pela boa visualização e conforto das cabines, fazendo com que o operador possa se sentir mais a vontade para executar seu trabalho”, avalia o diretor da Dois A Engenharia. O atendimento da distribuidora Case no Rio Grande do Norte também deixa Azevedo satisfeito. “Somos sempre bem atendidos pelo consultor Wallace e pelo Gilvanilson que é do pós venda, atendendo nossas solicitações de forma rápida e eficaz”, afirmou.

Equipamentos escavam e constroem as vias de acesso

Criada com o propósito de desenvolver projetos em loteamento e obras de infraestrutura, a Dois A Engenharia e Tecnologia é uma empresa familiar que surgiu a partir de um corpo técnico com 50 anos de tradição. Gradativamente, a empresa passou a executar diversas obras em construção civil, industrial, de infraestrutura viária e urbana, entre outras. Nos últimos anos, vem dirigindo suas operações à construção da infraestrutura necessária para a implantação de parques eólicos em diversas localidades do Brasil. Neste ano, informa Azevedo, a empresa está investindo em mais capacitação de pessoal, máquinas e equipamentos para aumentar a eficiência operacional. “Nosso foco permanece sendo as obras de infraestrutura para Parques Eólicos. Também estamos trabalhando visando participar de obras para a Copa do Mundo de 2014 e planejamos entrar no mercado imobiliário”, revela Azevedo.


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Experiência em

parques eólicos

A empresa Dois A Engenharia e Tecnologia é uma das pioneiras na construção de parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte. Já participou de obras em seis usinas e hoje opera em três novos empreendimentos

em 2013 Perspectivas

Nossa expectativa para os próximos anos é de continuar nesse segmento, que tem um grande potencial no Nordeste do Brasil e que é parte da estratégia do Governo Federal de alavancar o crescimento do País, através do aumento da oferta de energia elétrica com fontes alternativas à geração hidrelétrica”, declara o diretor da Dois A, Sérgio Azevedo. Segundo ele, a empresa passou a trabalhar com equipamentos Case em julho de 2012, quando foram adquiridas duas motoniveladoras 865B, duas escavadeiras hidráulicas CX220B e duas retroescavadeiras 580N junto ao distribuidor Fornecedora Máquinas e Equipamentos. As máquinas Case estão empregadas em duas obras, no momento: construção de 45 bases para aerogeradores e vias de acesso no Parque Eólico Calangos, na cidade de Bodó; na construção de 34 bases para aerogeradores e vias de acesso no Complexo Eólico Macacos 1, no município de João Câmara. A empresa atua ainda na construção de 120 bases para aerogeradores no Parque Eólico Casa Nova. “As máquinas Case trabalham na terraplanagem e pavimentação na construção dos acessos para os aerogeradores e também nas escavações das fundações, dentre outras atividades de apoio na obra”, explica Azevedo. “De uma forma geral, elas têm um bom desempenho na relação produtividade e consumo quando comparadas a máquinas de outras marcas. A sua operação é facilitada pela boa visualização e conforto das cabines, fazendo com que o operador possa se sentir mais a vontade para executar seu trabalho”, avalia o diretor da Dois A Engenharia. O atendimento da distribuidora Case no Rio Grande do Norte também deixa Azevedo satisfeito. “Somos sempre bem atendidos pelo consultor Wallace e pelo Gilvanilson que é do pós venda, atendendo nossas solicitações de forma rápida e eficaz”, afirmou.

Equipamentos escavam e constroem as vias de acesso

Criada com o propósito de desenvolver projetos em loteamento e obras de infraestrutura, a Dois A Engenharia e Tecnologia é uma empresa familiar que surgiu a partir de um corpo técnico com 50 anos de tradição. Gradativamente, a empresa passou a executar diversas obras em construção civil, industrial, de infraestrutura viária e urbana, entre outras. Nos últimos anos, vem dirigindo suas operações à construção da infraestrutura necessária para a implantação de parques eólicos em diversas localidades do Brasil. Neste ano, informa Azevedo, a empresa está investindo em mais capacitação de pessoal, máquinas e equipamentos para aumentar a eficiência operacional. “Nosso foco permanece sendo as obras de infraestrutura para Parques Eólicos. Também estamos trabalhando visando participar de obras para a Copa do Mundo de 2014 e planejamos entrar no mercado imobiliário”, revela Azevedo.


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no crescimento do setor

a empresa já participou da implantação de dez parques eólicos

F

undada há 37 anos pelo empresário Ilton Miranda, a IM Comércio e Terraplanagem nasceu quando Natal (RN) ainda não possuía um terço do atual crescimento imobiliário: “O país estava deixando o sonho do milagre econômico e pouca gente decidia por investir. A IM soube a hora certa de se aliar aos que já enxergavam potencial em determinadas áreas”, revelou o engenheiro e diretor comercial Juliano Galvão. Ele se refere à importância que a Petrobras teve ao se tornar a principal parceira da construtora numa fase onde raros se arriscavam a empreender. “Crescemos junto à Petrobras, e isso significou que participarmos de obras importantíssimas para o Rio Grande do Norte num amplo contexto”, explicou. Além da gigante brasileira, a IM também identificou no ramo da pavimentação outra oportunidade para crescer e depois expandiu para os estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco. Hoje, a empresa se consolidou no segmento de obras em infraestrutura como pavimentação, abastecimento d’água, saneamento, drenagem, locação de equipamentos, além da própria atividade em terraplanagem. Já as obras realizadas ou em andamento incluem parques eólicos, rodovias, acessos e bases para exploração de petróleo em terra, condomínios horizontais, áreas industriais, barragens e loteamentos. Para atender à sua demanda, a IM se vale de mão de obra capacitada que inclui, na esfera organizacional, engenheiros civis, mecânicos, técnicos em Estradas e Segurança do Trabalho, engenheiros ambientais, administradores de empresas, gestores de qualidade, entre outros profissionais. O equipamento locado ou utilizado nas obras é equivalente ao nível de exigência da clientela. Segundo Juliano Galvão, o parque industrial da empresa é amplo: possui retroescavadeiras, tratores de esteiras, rolos-compactadores e vibroacabadoras para asfalto, além de recicladora e estabilizadora de solo. A credibilidade foi responsável por tornar a IM uma referência entre construtoras de porte, característica endossada pelo recebimento do Prêmio Petrobras de Fornecedor de Grandes Contratos para o RN/CE no ano de 2009.

30 é a quantidade de máquinas Case da IM

30 anos é o tempo de parceria entre IM e Case

865B trabalha sob a supervisão do engenheiro Christian Henriques V. Trigueiro

Parque

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IM aposta

eólicos A IM trabalhou na implantação de parques eólicos em Rio do Fogo (RN), Mataraca (PB), Guamaré (RN) e está, atualmente, nas obras de Casa Nova (BA) e Lagoa Nova (RN). Nessas obras está empregada a maioria das máquinas Case pertencentes à IM, que chega a cerca de 30. São retroescavadeiras, pás carregadeiras, motoniveladoras e escavadeiras utilizadas na implantação de estradas e plataformas. No parque eólico de Casa Nova, sob supervisão do engenheiro Christian Henriques V. Trigueiro, trabalha a motoniveladora Case 865B, na confecção das estradas de acesso. “A máquina ultrapassou a nossa expectativa principalmente quando analisamos questões primordiais, como produtividade, consumo e manutenção”, afirma Trigueiro. Segundo Galvão, a atuação em parques eólicos por parte da IM está focada na infraestrutura. “Já participamos da implantação de pelo menos dez parques eólicos nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia, com uma representação atual da ordem de 30% nos negócios da empresa”, revela. A expectativa da IM para a próxima década é de crescimento do setor, por isso iniciou o ano de 2013 com um planejamento de investimento em equipamentos. “Temos uma perspectiva otimista no segmento de construção civil e especialmente na infraestrutura”.

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no crescimento do setor

a empresa já participou da implantação de dez parques eólicos

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undada há 37 anos pelo empresário Ilton Miranda, a IM Comércio e Terraplanagem nasceu quando Natal (RN) ainda não possuía um terço do atual crescimento imobiliário: “O país estava deixando o sonho do milagre econômico e pouca gente decidia por investir. A IM soube a hora certa de se aliar aos que já enxergavam potencial em determinadas áreas”, revelou o engenheiro e diretor comercial Juliano Galvão. Ele se refere à importância que a Petrobras teve ao se tornar a principal parceira da construtora numa fase onde raros se arriscavam a empreender. “Crescemos junto à Petrobras, e isso significou que participarmos de obras importantíssimas para o Rio Grande do Norte num amplo contexto”, explicou. Além da gigante brasileira, a IM também identificou no ramo da pavimentação outra oportunidade para crescer e depois expandiu para os estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco. Hoje, a empresa se consolidou no segmento de obras em infraestrutura como pavimentação, abastecimento d’água, saneamento, drenagem, locação de equipamentos, além da própria atividade em terraplanagem. Já as obras realizadas ou em andamento incluem parques eólicos, rodovias, acessos e bases para exploração de petróleo em terra, condomínios horizontais, áreas industriais, barragens e loteamentos. Para atender à sua demanda, a IM se vale de mão de obra capacitada que inclui, na esfera organizacional, engenheiros civis, mecânicos, técnicos em Estradas e Segurança do Trabalho, engenheiros ambientais, administradores de empresas, gestores de qualidade, entre outros profissionais. O equipamento locado ou utilizado nas obras é equivalente ao nível de exigência da clientela. Segundo Juliano Galvão, o parque industrial da empresa é amplo: possui retroescavadeiras, tratores de esteiras, rolos-compactadores e vibroacabadoras para asfalto, além de recicladora e estabilizadora de solo. A credibilidade foi responsável por tornar a IM uma referência entre construtoras de porte, característica endossada pelo recebimento do Prêmio Petrobras de Fornecedor de Grandes Contratos para o RN/CE no ano de 2009.

30 é a quantidade de máquinas Case da IM

30 anos é o tempo de parceria entre IM e Case

865B trabalha sob a supervisão do engenheiro Christian Henriques V. Trigueiro

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IM aposta

eólicos A IM trabalhou na implantação de parques eólicos em Rio do Fogo (RN), Mataraca (PB), Guamaré (RN) e está, atualmente, nas obras de Casa Nova (BA) e Lagoa Nova (RN). Nessas obras está empregada a maioria das máquinas Case pertencentes à IM, que chega a cerca de 30. São retroescavadeiras, pás carregadeiras, motoniveladoras e escavadeiras utilizadas na implantação de estradas e plataformas. No parque eólico de Casa Nova, sob supervisão do engenheiro Christian Henriques V. Trigueiro, trabalha a motoniveladora Case 865B, na confecção das estradas de acesso. “A máquina ultrapassou a nossa expectativa principalmente quando analisamos questões primordiais, como produtividade, consumo e manutenção”, afirma Trigueiro. Segundo Galvão, a atuação em parques eólicos por parte da IM está focada na infraestrutura. “Já participamos da implantação de pelo menos dez parques eólicos nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia, com uma representação atual da ordem de 30% nos negócios da empresa”, revela. A expectativa da IM para a próxima década é de crescimento do setor, por isso iniciou o ano de 2013 com um planejamento de investimento em equipamentos. “Temos uma perspectiva otimista no segmento de construção civil e especialmente na infraestrutura”.

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Tecnologia em prol

da produtividade

Software desenvolvido pela Case ajuda na identificação da melhor máquina de acordo com a operação e a área a ser trabalhada

O

s profissionais das revendas de máquinas Case em todo o Brasil estão capacitados a identificar e orientar os clientes da marca na escolha do equipamento mais adequado às suas necessidades. Este trabalho é feito a partir do conhecimento dos profissionais e da aplicação de um software desenvolvido pelo Departamento de Marketing de Produto para a equipe de vendas. “Três elementos contribuem para a maior produtividade: a máquina apropriada, o operador experiente e bem treinado no equipamento que ele vai conduzir e fatores externos, como o tipo de solo. Essa integração é que produz o ambiente produtivo”, explica o engenheiro eletricista e doutorando em Administração, Edmar de Paula, gerente do departamento. Nesta entrevista, Edmar de Paula explica como funciona o software e fala sobre suas pesquisas para o ganho de produtividade com os equipamentos de construção: Como deve ser utilizado o software desenvolvido pela Case? Edmar de Paula - Todo cliente pode pedir ao profissional que o está atendendo que faça uma simulação, com base nos dados da operação, como o serviço a ser realizado, o tamanho da área, o tipo do terreno, o tempo que ele tem para executar o serviço, entre outros dados, para que se verifique qual a máquina mais apropriada a sua necessidade. Com esta orientação, o cliente vai ter certeza de que está fazendo a compra correta.

O profissional da revenda Case pode ajudar o cliente a escolher a máquina mais indicada para a operação” Edmar de Paula é gerente de Marketing de Produto da Case

Integração entre equipamento, operador e fatores externos é essencial para a produtividade

Como é composto um ambiente produtivo? Edmar de Paula – Três fatores devem ser levados com conta. Primeiro: a máquina correta, no dimensionamento apropriado, com qualidade, durabilidade, tecnologias necessárias e conforto para o operador. O operador tem que ter experiência, qualificação e estar motivado para o trabalho. E a adequação dos fatores externos que incluem a qualidade do combustível, a adequação da máquina ao tipo de terreno e a disponibilidade do equipamento. Pois, uma máquina pode quebrar, mas o pós venda deve ser ágil. Juntando estes três fatores, há a condição ideal para um ambiente produtivo? Edmar de Paula – Não, exatamente. A integração entre esses três fatores é um quarto elemento em si. Não adianta ter a melhor máquina, operador ou ambiente. É preciso integrá-los. É o conjunto que compõe o ambiente produtivo. Costumo comparar com um blague agrícola, no qual um trabalhador vai à frente, abrindo o buraco, e o outro vai atrás, fechando tudo com extrema rapidez. Ao final do dia, alguém pergunta: “Mas, o que estão fazendo?” e a resposta é: “O cara que jogou a sementinha no buraco faltou hoje”. Resumo da história: não adianta ser muito eficiente, se a eficácia for zero.

Edmar de Paula

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Tecnologia em prol

da produtividade

Software desenvolvido pela Case ajuda na identificação da melhor máquina de acordo com a operação e a área a ser trabalhada

O

s profissionais das revendas de máquinas Case em todo o Brasil estão capacitados a identificar e orientar os clientes da marca na escolha do equipamento mais adequado às suas necessidades. Este trabalho é feito a partir do conhecimento dos profissionais e da aplicação de um software desenvolvido pelo Departamento de Marketing de Produto para a equipe de vendas. “Três elementos contribuem para a maior produtividade: a máquina apropriada, o operador experiente e bem treinado no equipamento que ele vai conduzir e fatores externos, como o tipo de solo. Essa integração é que produz o ambiente produtivo”, explica o engenheiro eletricista e doutorando em Administração, Edmar de Paula, gerente do departamento. Nesta entrevista, Edmar de Paula explica como funciona o software e fala sobre suas pesquisas para o ganho de produtividade com os equipamentos de construção: Como deve ser utilizado o software desenvolvido pela Case? Edmar de Paula - Todo cliente pode pedir ao profissional que o está atendendo que faça uma simulação, com base nos dados da operação, como o serviço a ser realizado, o tamanho da área, o tipo do terreno, o tempo que ele tem para executar o serviço, entre outros dados, para que se verifique qual a máquina mais apropriada a sua necessidade. Com esta orientação, o cliente vai ter certeza de que está fazendo a compra correta.

O profissional da revenda Case pode ajudar o cliente a escolher a máquina mais indicada para a operação” Edmar de Paula é gerente de Marketing de Produto da Case

Integração entre equipamento, operador e fatores externos é essencial para a produtividade

Como é composto um ambiente produtivo? Edmar de Paula – Três fatores devem ser levados com conta. Primeiro: a máquina correta, no dimensionamento apropriado, com qualidade, durabilidade, tecnologias necessárias e conforto para o operador. O operador tem que ter experiência, qualificação e estar motivado para o trabalho. E a adequação dos fatores externos que incluem a qualidade do combustível, a adequação da máquina ao tipo de terreno e a disponibilidade do equipamento. Pois, uma máquina pode quebrar, mas o pós venda deve ser ágil. Juntando estes três fatores, há a condição ideal para um ambiente produtivo? Edmar de Paula – Não, exatamente. A integração entre esses três fatores é um quarto elemento em si. Não adianta ter a melhor máquina, operador ou ambiente. É preciso integrá-los. É o conjunto que compõe o ambiente produtivo. Costumo comparar com um blague agrícola, no qual um trabalhador vai à frente, abrindo o buraco, e o outro vai atrás, fechando tudo com extrema rapidez. Ao final do dia, alguém pergunta: “Mas, o que estão fazendo?” e a resposta é: “O cara que jogou a sementinha no buraco faltou hoje”. Resumo da história: não adianta ser muito eficiente, se a eficácia for zero.

Edmar de Paula

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coluna do Chico

Motoniveladoras Case são produzidas em Contagem (MG)

Quais as vantagens do sistema

Ride Control?

Entre

as melhores A Case está comemorando uma grande conquista: a motoniveladora Case Série B foi escolhida, nos Estados Unidos, pelo ranking TOP 100 da revista Construction Equipment, uma das maiores especialistas do setor, em sua edição de dezembro de 2012.

A

s motoniveladoras Case são fabricadas no Brasil, na unidade industrial de Contagem (MG) e centenas delas já operam em países dos quatro cantos do mundo, como Estados Unidos, Tailândia e Indonésia. O programa Top 100 Products Award foi concebido para dar destaque para os mais significativos lançamentos anunciados a cada ano. A premiação visa enfatizar as inovações, destacando os fabricantes que estão investindo em pesquisa e desenvolvimento. Os investimentos dão retorno para os usuários de equipamentos sob a forma de maior produtividade, eficiência e segurança. Eles também asseguram um mercado competitivo. Motoniveladoras Série B Em Contagem, planta mundial de fabricação das motoniveladoras, são produzidos os modelos 845B, 865B e 885B. São máquinas com cavalos de potência variáveis (VHP– Curva de Potência Variável), incorporando refina-

mentos de sistema hidráulico, nova cabine de operador e motores diferentes, que fornecem significativamente mais torque para as rodas do carro do que seus antecessores. O modelo 865B VHP usa um motor Case/FPT de 6,7 litros com três faixas: 180, 190 e 205 a 2.200 rpm. A transmissão com conversor de torque e lock-up (Direct Drive) possui controles eletrônicos de troca de marcha, sendo seis velocidades à frente e três à ré. A cabine, montada no chassi traseiro, proporciona aos operadores uma boa visão da lâmina e do ripper. A motoniveladora 865B VHP tem um peso de 18.050 kg e largura da lâmina (standard) de 4.267 mm (14’).

Centenas de motoniveladoras série B operam em países dos quatro cantos do mundo

Ride Control dá mais estabilidade e segurança

O

Ride Control é um item opcional nas pás carregadeiras Case da série 21E/ D / F (521D, 621D, 721E, 821E e 921F, com peso operacional de 9.799 kg a 19.857 kg, respectivamente). Esse dispositivo, tecnicamente explicando, é composto de um acumulador de nitrogênio conectado à câmara maior dos cilindros de elevação do braço, mais precisamente do lado do pistão/êmbolo. Sua principal finalidade é amortecer o movimento do braço da pá carregadeira durante o transporte de material. Ela absorve os impactos causados pelas irregularidades do solo, minimizando a oscilação para cima e para baixo que todo o conjunto braço/caçamba sofre durante o transporte quando a máquina está carregada e, com isso, evita a queda de materiais durante o transporte aumentando a produtividade e a vida útil dos componentes, além de dar mais conforto ao operador. O sistema é habilitado pelo operador através de um botão no painel, sendo ativado automaticamente sempre que a máquina atingir velocidade superior a 5 km/h; abaixo disso, o operador o desativa, voltando ao normal.

Também há ganhos em produtividade. No caso da utilização de uma pá carregadeira 821E na mineração, por exemplo, o aumento pode chegar a 25%. O sistema permite ainda melhor dirigibilidade e o operador se sentirá mais seguro. Assim, não haverá tanta oscilação na aceleração do motor, a direção será mais tranquila, o pé estará sempre em posição confortável, com aceleração constante, de acordo com a necessidade do equipamento naquele momento. O resultado será menor consumo combustível e menor desgaste dos freios.

25% mais produtividade na operação pode ser alcançada com o ride Control

Ganhos O sistema dá mais segurança em qualquer operação, mas, principalmente, nas mais pesadas ou em terrenos muito irregulares, como na mineração. Com o Ride Control, a máquina estará mais estável e o operador não sentirá os trancos e balanços do braço frontal.

»

Francisco Andrade, o Chico, é gerente de Serviços. Tire suas dúvidas com ele pelo email:

francisco.andrade@ casece.com

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coluna do Chico

Motoniveladoras Case são produzidas em Contagem (MG)

Quais as vantagens do sistema

Ride Control?

Entre

as melhores A Case está comemorando uma grande conquista: a motoniveladora Case Série B foi escolhida, nos Estados Unidos, pelo ranking TOP 100 da revista Construction Equipment, uma das maiores especialistas do setor, em sua edição de dezembro de 2012.

A

s motoniveladoras Case são fabricadas no Brasil, na unidade industrial de Contagem (MG) e centenas delas já operam em países dos quatro cantos do mundo, como Estados Unidos, Tailândia e Indonésia. O programa Top 100 Products Award foi concebido para dar destaque para os mais significativos lançamentos anunciados a cada ano. A premiação visa enfatizar as inovações, destacando os fabricantes que estão investindo em pesquisa e desenvolvimento. Os investimentos dão retorno para os usuários de equipamentos sob a forma de maior produtividade, eficiência e segurança. Eles também asseguram um mercado competitivo. Motoniveladoras Série B Em Contagem, planta mundial de fabricação das motoniveladoras, são produzidos os modelos 845B, 865B e 885B. São máquinas com cavalos de potência variáveis (VHP– Curva de Potência Variável), incorporando refina-

mentos de sistema hidráulico, nova cabine de operador e motores diferentes, que fornecem significativamente mais torque para as rodas do carro do que seus antecessores. O modelo 865B VHP usa um motor Case/FPT de 6,7 litros com três faixas: 180, 190 e 205 a 2.200 rpm. A transmissão com conversor de torque e lock-up (Direct Drive) possui controles eletrônicos de troca de marcha, sendo seis velocidades à frente e três à ré. A cabine, montada no chassi traseiro, proporciona aos operadores uma boa visão da lâmina e do ripper. A motoniveladora 865B VHP tem um peso de 18.050 kg e largura da lâmina (standard) de 4.267 mm (14’).

Centenas de motoniveladoras série B operam em países dos quatro cantos do mundo

Ride Control dá mais estabilidade e segurança

O

Ride Control é um item opcional nas pás carregadeiras Case da série 21E/ D / F (521D, 621D, 721E, 821E e 921F, com peso operacional de 9.799 kg a 19.857 kg, respectivamente). Esse dispositivo, tecnicamente explicando, é composto de um acumulador de nitrogênio conectado à câmara maior dos cilindros de elevação do braço, mais precisamente do lado do pistão/êmbolo. Sua principal finalidade é amortecer o movimento do braço da pá carregadeira durante o transporte de material. Ela absorve os impactos causados pelas irregularidades do solo, minimizando a oscilação para cima e para baixo que todo o conjunto braço/caçamba sofre durante o transporte quando a máquina está carregada e, com isso, evita a queda de materiais durante o transporte aumentando a produtividade e a vida útil dos componentes, além de dar mais conforto ao operador. O sistema é habilitado pelo operador através de um botão no painel, sendo ativado automaticamente sempre que a máquina atingir velocidade superior a 5 km/h; abaixo disso, o operador o desativa, voltando ao normal.

Também há ganhos em produtividade. No caso da utilização de uma pá carregadeira 821E na mineração, por exemplo, o aumento pode chegar a 25%. O sistema permite ainda melhor dirigibilidade e o operador se sentirá mais seguro. Assim, não haverá tanta oscilação na aceleração do motor, a direção será mais tranquila, o pé estará sempre em posição confortável, com aceleração constante, de acordo com a necessidade do equipamento naquele momento. O resultado será menor consumo combustível e menor desgaste dos freios.

25% mais produtividade na operação pode ser alcançada com o ride Control

Ganhos O sistema dá mais segurança em qualquer operação, mas, principalmente, nas mais pesadas ou em terrenos muito irregulares, como na mineração. Com o Ride Control, a máquina estará mais estável e o operador não sentirá os trancos e balanços do braço frontal.

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Francisco Andrade, o Chico, é gerente de Serviços. Tire suas dúvidas com ele pelo email:

francisco.andrade@ casece.com

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SISTEMA NERVOSO SENSORES ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS

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Fique de olho no painel de controle da máquina, que reúne todas as informações sobre o seu funcionamento, recebidas através dos sensores elétricos e eletrônicos. Se algo estiver errado, o painel vai informar.

LABIRINTO

ELETROENCEFALOGRAMA

SISTEMA RIDE CONTROL

FERRAMENTA DE DIAGNÓSTICO ELETRÔNICO

É responsável pelo equilíbrio. Protege o equipamento de impactos, evitando a perda da estabilidade e facilitando a frenagem.

Analisa todas as funções do equipamento e, em caso de problemas, permite uma ação rápida e eficaz, mesmo com a máquina em campo.

CÉREBRO

MÓDULO DE CONTROLE ELETRÔNICO

APRENDIZAGEM

SIMULADOR VIRTUAL CASE Treinamento com simulação virtual resulta em aprendizagem mais rápida, produtividade, segurança na operação e menor desgaste do equipamento.

Processa as informações, como pressão e consumo de combustível, e controla a máquina.

ALIMENTAÇÃO

SISTEMA DE MICROFILTRAGEM Óleos e combustíveis de boa procedência garantem máquinas mais ágeis e com menor índice de desgaste de peças.

OLHOS

NARINAS

SISTEMA DE SEGURANÇA DE VISÃO (CÂMERA)

FILTRO DE AR PRIMÁRIO Restringe as impurezas do ar, como faz o nariz do ser humano.

Instaladas atrás e nas laterais da máquina, as câmeras são os olhos do operador em todos os ângulos do equipamento.

BOCA

SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (COMBUSTÍVEL/LUBRIFICANTES) Óleos e combustível são o alimento da máquina, indispensáveis para que ela tenha energia.

CORAÇÃO

BOMBA HIDRÁULICA E BICOS INJETORES Bombeia o combustível do reservatório para os demais compartimentos da máquina.

SISTEMA CIRCULATÓRIO MANGUEIRAS E TUBOS

PULMÃO

Levam óleos e combustível aos diversos componentes da máquina.

FILTRO DE AR SECUNDÁRIO Tem a função de segurar partículas e impedir que atinjam componentes da máquina.

RINS

FILTRO HIDRÁULICO Filtra o óleo e retira suas impurezas.

EXAME DE SANGUE SYSTEMGARD

BRAÇO/COTOVELO/MÃO

CONJUNTO DE CILINDRO, BRAÇOS E PÁ A manutenção preventiva inclui a utilização dos lubrificantes corretos e ajustes das folgas. É como preparar o físico antes da prática de um esporte, com alongamento, filtro solar e hidratação com muita água.

HOLTER MONITOR TEST

Uma bomba de vácuo retira uma amostra do combustível ou do fluido lubrificante para análise, que mostrará se há impurezas, para que seja feita a manutenção preventiva.

GEOTRACS

Monitora e fornece em tempo real informações sobre a máquina, como localização, consumo de combustível e condições de operação. No corpo humano, esse exame é correspondente ao Holter, que monitora e detecta problemas cardíacos.

COLUNA

CHASSI E PARTE ESTRUTURAL A sobrecarga causa danos à máquina, assim como o sobrepeso prejudica o homem. Na máquina, pode levar à quebra de eixos e chassi.

BIÓPSIA DOS RINS CORTE DE FILTRO

É uma ferramenta de diagnóstico, usada para detectar partículas que estejam paradas no filtro e revelar que componentes da máquina podem estar se deteriorando precocemente.

DIÁLISE CASE

MICROFILTRAGEM Faz a limpeza do óleo, dos tubos e mangueiras, evitando a necessidade de troca precoce do óleo.

PELE

PINTURA AUTOMOTIVA

PERNAS/JOELHOS/PÉS RODAS/PNEUS/ARTICULAÇÃO A boa manutenção e a escolha correta desses itens evitam problemas na parte estrutural e a consequente diminuição do rendimento do equipamento.

Além de deixar a máquina mais bonita, a pintura é uma proteção contra corrosão e desgaste prematuro.

A MÁQUINA E O CORPO HUMANO. A PREVENÇÃO É O MELHOR CAMINHO. O funcionamento da máquina de construção e do corpo humano tem muito em comum. Os dois precisam ser muito bem cuidados para que sejam duráveis, estejam sempre prontos para o trabalho e tragam mais lucros do que gastos com reparos causados pelo mau uso. Este comparativo de cada parte do corpo com os componentes da máquina mostra, principalmente, que a prevenção ainda é o melhor negócio para quem quer envelhecer com saúde e quer que seu equipamento dure mais tempo e não apresente problemas no momento em que mais precisa dele. Tanto a máquina como o corpo podem ser cuidados através de exames simples e cuidados básicos, mas diários. Veja na ilustração as comparações entre a máquina e o corpo humano e saiba como cuidar melhor deles.

www.casece.com.br


Case Clube #34