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Cápsula de

Azeite de Oliva A oliveira (Olea europaea) pertence á família Oleaceae. O cultivo de oliveiras adquiriu especial relevância em todo mundo, pelo fato de o azeite de oliva ser comprovadamente benéfico á saúde humana.

Ação terapêutica:

500 Mg

- Auxílio no emagrecimento; - Redutor do colesterol; - Combate á osteoporose; - Antioxidante; - Auxílio na prevenção de doenças cardiovasculares; - Antiinflamatório.


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Propriedades: Muitos estudos comprovaram os efeitos benéficos do consumo de azeite de oliva, atribuído ao seu conteúdo de ácido oléico. O ácido oléico é um ácido graxo monoinsaturado, que foi por muito tempo, considerado fundamental pelas propriedades benéficas na redução da oxidação do LDL – colesterol, a forma aterogênica. O azeite extra virgem é o único que não é extraído por solventes, mas é obtido por compressão da oliva a frio, o que não altera a natureza da semente./

Mecanismo de ação: Devido ao alto teor de ácidos monoinsaturados do azeite de oliva, ele reduz o colesterol e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares. O azeite de oliva é também uma fonte rica em vitamina E, que protege contra o câncer e as doenças cardíacas. Por ser especialmente rico em antioxidantes, retarda o processo de envelhecimento celular.3 Quando consumido o azeite de oliva também impede o depósito de gordura na área visceral do organismo.4 As pesquisas sobre a eficácia do azeite de oliva em eliminar os coágulos das artérias revelam que as gorduras monoinsaturadas das azeitonas previnem a oxidação do colesterol e portanto, evitam sua fixação nas paredes das artérias, o que pode provocar ataques cardíacos. Outros estudos apontam que o azeite de oliva, generosa fonte de vitamina E, contém forte concentração de antioxidantes, inclusive a clorofila, carotenóides e polifenóis. Todos esses elementos combatem os radicais livres. Também se acredita que o alto teor de polifenóis, conhecidos por sua ação antiinflamatória e anticoagulante, contribua para evitar doenças como osteoporose e artrite.5

Azeite de Oliva Indicações: - Auxílio no emagrecimento, reduzindo a gordura corporal; - Redutor do LDL colesterol “mau colesterol”; - Auxílio no combate á osteoporose; - Redução no processo de envelhecimento; - Previne doenças cardiovasculares; - Auxílio no efeito antiinflamatório. Reações adversas: Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas. Contra-indicações: Não há contra indicações até o momento nas literaturas pesquisadas, mas é sempre aconselhável consultar um profissional habilitado para prescrição. Posologia: Tomar 1 cápsula gelatinosa mole 500 mg, duas vezes ao dia ou conforme orientação do profissional habilitado para prescrição. Compatibilidades e farmacotécnica: Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas. Incompatibilidades: Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas. Toxicidade e mutagenicidade: Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.


Testes Clínicos Segundo cientistas de diversas universidades européias, foram publicado junto á eles seus trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo. Foram observados que esse hábito diminui a quantidade de gordura depositada no abdômen.4 Efeitos sobre a obesidade e prevenção de doenças cardiovasculares: Segundo uma pesquisa publicada pelo Nutrition Journal, Ebaid et.al., conduziu um estudo onde foram selecionados 48 ratos wistar, machos, com 75 dias de idade. Os ratos foram alojados individualmente em gaiolas em polipropileno em ambiente de sala limpo, de ar controlado com temperatura de 22 ± 3 °C, de 12 h ciclo claro – escuro e uma umidade relativa de 60 ± 5%. Tendo em conta as influências hormonais na mulher, usamos apenas ratos machos. Inicialmente os animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos. O grupo ( C ) receberam água e ração padrão para roedores, contendo em peso 19,80% de proteína, 39,25% de carboidratos, 4,41% de gordura, 13,25% de fibra e 2,76 kcal/g de energia metabolizável. O grupo ( Ob) recebeu uma ração hipercalórica contendo 15,25% de proteínas, 43,34% de carboidratos, 11,86% de gordura, 10,20% de fibras em peso e 3,41 kcal/g de energia metabolizável. A ração hipercalórica foi feita misturando 131,01 g de sacarose, 84,77 g de óleo de soja, 12,33 g de colesterol e 1,23 g de ácido cólico com 1000 g de uma ração padrão previamente triturada. Os ingredientes da dieta foram homogeneizados em 60°C, água morna destilada e a homogeneização foi usada para preparar os pellets. Portanto, ambos controle e dieta hipercalórica foram dados como pellets, e não houve derramamento. As proporções de proteína, carboidrato e gordura na dieta, foram determinados por análise direta. O consumo de alimentos e bebidas foram medidos diariamente, no mesmo horário (09:00 – 10:00 h). O peso corporal foi determinado uma vez por semana. A fim de estudar mais apropriadamente os efeitos do azeite de oliva e seus menores constituintes na obesidade, as condições padrão alimentados, após 21 dias de tratamento da dieta, ambos os grupos C e Ob foram então divididos aleatoriamente em quatro subgrupos (n=6 / grupo): ( C ) manteve-se a comer a ração padrão, recebeu solução salina (NaCl 0,9%); (C-Oliva) manteve-se a comer ração padrão, recebendo azeite de oliva e como suplementação (3,0 g/ Kg / dia). (C – Oleuropeína) manteve-se a comer a ração padrão, recebendo ácido caféico (2,66 mg / kg / dia); (Ob) manteve-se a comer comida hipercalórica, recebendo soro fisiológico (NaCl 0,9%); (Ob – Oliva) manteve-se a comer ração hipercalórica, recebendo azeite (3,0 g / Kg / dia); (Ob- Oleuropeína) manteve-se a comer a ração hipercalórica, recebendo oleuropeína (0,023 mg / Kg / dia); (Ob – caféico) manteve-se a comer ração hipercalórica, recebendo ácido caféico (2,66 mg / Kg / dia). O óleo de azeite extra virgem foi escolhido por seu alto teor de compostos fenólicos e foi adquirido no mercado local em (Botucatu, São Paulo). O azeite de oliva foi administrado em doses adaptadas de acordo com o consume de óleo de oliva humano, e foi considerado que o consumo médio em humanos é de 4% da dieta, duas vezes por semana. Este valor correspondeu a 1g de óleo de oliva por 25 g da ração consumida, ou 3 g / Kg / dia do azeite de oliva para ratos dos grupos C – Oliva e Ob – Oliva. O azeite de oliva foi analizado para oleuropeína e ácido cafeíco. As doses de oleuropeína e ácido caféico levou em conta as quantidades dos compostos no azeite de oliva utilizados foi 7,78 mg de oleuropeína e 887,5 mg de ácido cafeíco. Como a quantidade de 3 g / Kg / dia de óleo de oliva foi dado aos ratos do grupo controle, administrados 0,023 mg / Kg de oleuropeína/ dia e 2,66 mg / Kg / dia de ácido caféico, duas vezes por semana. Oleuropeína e ácido caféico foram adquiridos da Sigma. Como resultado a dieta hipercalórica aumentou significativamente o peso corporal, IMC e área de superfície. A ingestão de energia foi maior no grupo de ratos Ob, do que no grupo C. Ratos Ob tiveram depressão VO2, VO2 / Peso do corpo, área VO2 / superfície, RMR, RMR / peso corporal e oxidação de gordura, RQ avançado, RQ / área de superfície, oxidação de carboidratos e balanço de energia, comparando com os ratos do grupo C. Ratos obesos alimentados com azeite, oleuropeína, e ácido caféico não tiveram efeitos no peso corporal final, área de superfície, IMC, consumo de alimentos e consumo de energia. (Tabela 1).


Para demonstrar a eficiência da indução de obesidade, apesar da ingestão dos mesmos alimentos, os ratos Ob mostraram maior peso corporal final, área de superfície e IMC em relação ao grupo C. Estudos prospectivos demonstraram que uma taxa metabólica de repouso relativamente baixa e um quociente respiratório baixo são preditores de ganho de peso corporal. Como observado no estudo, obesidade foi caracterizado em ratos Ob de taxa metabólica de repouso reduzida, consumo de oxigênio, peso corporal e VO2 / final, VO2 / área da superfície, colaborando com menor oxidação de gordura. Houve também o equilíbrio de energia mais alto que o consumo de energia ultrapassou gasto de energia para as funções vitais ( Taxa metabólica de repouso ), proporcionando assim uma maior quantidade de energia a ser armazenada, como a gordura. Em ambas as condições alimentares não houve alterações significativas na morfometria dos parâmetros de azeite de oliva e seus compostos fenólicos. Não houve mudanças significativas no peso do coração e peso corporal, bem como em proteínas cardíacas indicando oferta adequada de proteínas na dieta em ambos os casos. Oleuropeína possui maior captação de glicose nos tecidos, aumentando a resposta á insulina e do armazenamento do glicogênio. Foi amplamente aceito que o oxigênio consumido para a liberação do dióxido de carbono, durante a oxidação do substrato depende da quantidade de oxigênio na dieta. Porque a oxidação da gordura requer mais oxigênio. Houve uma redução significativa no peso do quociente respiratório / corpo e área da superfície em Ob – Oliva, Ob – Oleuropeína e Ob – Caféico. Os efeitos benéficos do azeite de oliva e seus menores constituintes aumentam a oxidação de gordura, e reflete no tecido cardíaco como demonstrou o estudo realizado em ratos obesos. Não houve atividade antioxidante do azeite e seus compostos fenólicos em tecido cardíaco de animais alimentados com a dieta hipercalórica.6 Efeito Antioxidante: Um grupo de pesquisadores europeus do “German Cancer Research Center, Im Neuenheimer Feld 280, D- 69120 Heidelberg, Germany” e do “National Institute of Cancer Research, Genova, Italy”, liderados pelo Robert W. Owen, conduziram um estudo onde de acordo com os mesmos, o potencial antioxidante dos componentes fenólicos do azeite de oliva tem sido alvo de grande interesse, isso devido ao seu efeito protetor da saúde e á sua grande capacidade de auto-estabilização. Acredita-se que a alta concentração de gordura monoinsaturada e de ácido oléico exerce um papel importante na menor susceptibilidade de oxidação do azeite de oliva, pois estas substâncias são mais estáveis do que as gorduras poliinsaturadas e os ácidos linoléicos (substâncias presentes em outros óleos vegetais) Estudos pregressos mostraram que o fenol mais responsável pela inibição da oxidação é o hidroxitirosol. E que o azeite de oliva, tem um importante papel na inibição da oxidação dentro da luz intestinal. Owen estudou o efeito antioxidante dentro do intestino, comparando os efeitos do azeite de oliva extravirgem, do azeite virgem refinado e dos outros óleos vegetais. Ele notou que os outros óleos vegetais apresentaram uma capacidade antioxidante mínima dentro do intestino.7

Ficha técnica Nome Botânico: Não se aplica. Aspecto: Cápsula mole de gelatina contendo um líquido oleoso. Cor: Cápsula mole de gelatina de cor natural e líquido viscoso, de cor amarelo esverdeado. Sabor: Característico. Odor: Característico. Solubilidade: Não se aplica. Conservação: Armazenar o produto em temperatura entre 15 e 30°C e umidade relativa do ar entre 40 e 75%. Composição: Vitamina E, polifenóis, gorduras monoinsaturadas. Envoltório: Excipiente como gelatina, umectante e conservante.


Referências: 1. OLIVEIRA, A. F. de Enraizamento de estacas semilenhosas e cultura de embriões in vitro de oliveira (Olea europae L.) 2001. 122 p. Tese (Doutorado em Agronomia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2001. 2. ANGELIS, R.C. Novos Conceitos em Nutrição. Reflexões a respeito do elo dieta e saúde. Arq Gastroenterol. V.38 – no. 4 – out / dez. 2001. São Paulo, SP. 3. http://belezaesaude.dae.com.br/azeite-de-oliva/ Acesso 12/08/11. 4. CÉLIA, http://saude.abril.com.br/edicoes/0289/nutricao/conteudo_250539.shtml?pag=2 Acesso 15/08/11. 5. Merson, S. 100 Receitas de Saúde, Alimentos para Rejuvenescer. Publifolha. São Paulo, 2007. 6. Ebaid, G.M; Seiva, F.R; Rocha, K.K; Souza, G.A; Novelli. Effects of olive oil and its minor phenolic constituents on obesity – induced cardiac metabolic changes. Nutrition Journal, 2010. 7. Owen, R.W . O consumo de azeite de oliva traz benefícios á saúde. Lancet Oncol 2000; 1:107112. Health Latin America, 2000.

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