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Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Ano XXXVi | Edição nº 8878 | R$ 1,50

Indústria&Comércio DIÁRIO

INFORMAÇÃO. conhecimento. inteligência. DESDE 1976.

Aroldo Murá PORQUE RATINHO DISTANCIA-SE DOS PETISTAS Dono de muitos eleitores, especialmente em Curitiba, o Ratinho pai, apresentador de TV e empresário, está distante do PT. Agora, para ele, Aécio seria a melhor solução para o Brasil. Uma mudança radical. Causas: o apoio do PT à eleição de Fruet e a derrota de seu filho nas eleições de Curitiba.

Curitiba: quase metade das verbas da saúde vão para a rede básica Secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, prestou contas na Câmara Municipal

Cesar Brustolin/SMCS

página a3

Pedro Washington Tratamento desigual

A reclamação de Beto Richa em sua reunião com parte da bancada paranaense no Congresso, procede. Página | A2

Governo diz que inflação cederá nos próximos meses A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, declarou que a inflação cederá nos próximos meses. Segundo ela, é prioridade da presidenta Dilma garantir o crescimento do investimento público e privado, com controle da inflação.

INDICADORES FINANCEIROS

Os dados fazem parte do relatório apresentado ontem pelo secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, durante a audiência pública na Câmara Municipal de Curitiba. página a2

MERCADO À VISTA Maiores altas

COTAÇÃO

METAL IGUACU ON FISET FL REF CI DOC IMBITUBA PN CHIARELLI PN TELEBRAS ON

Maiores QUEDAS TECTOY PN * WLM IND COM PN TECNOSOLO PN ACO ALTONA PN MINUPAR ON

0,59 0,12 0,77 0,09 6,98

COTAÇÃO 0,01 66,33 0,05 24,30 0,07

IBOVESPA Maiores altas*

COTAÇÃO

GOL PN N2 ELETROBRAS ON EJ N1 CIELO ON NM BRADESCO ON N1 P.ACUCAR-CBD PN N1

Maiores QUEDAS MMX MINER ON NM OGX PETROLEO ON NM MRV ON NM BROOKFIELD ON NM B2W DIGITAL ON NM

10,85 6,30 55,34 35,02 110,24

Empresários da indústria recuperam confiança na economia, diz FGV

economia | a5

Órgão confirma risco insignificante da carne bovina para mal da vaca louca

Valter Campanato/ABr

crescimento Brownieria Fantástica lança segunda unidade em Curitiba No mês de maio de 2012, a chef Andressa Schmidt tirou um sonho do papel e lançou a surpreendente Brownieria Fantástica, primeira loja especializada em brownies no Sul do Brasil.

COTAÇÃO 2,05 1,66 7,22 1,97 11,58

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CÂMBIO Moeda

Compra

Venda

Dólar turismo 1,9800

2,1200

Dólar comercial 2,0734

2,0741

Dólar paralelo 2,0900

2,2000

Euro

2,6648

2,6623

meio ambiente Capital paranaense é exemplo nacional em construção sustentável

Ouro (Grama/R$): 92,001

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www.icnews.com.br

A decisão confirmou o parecer que, em fevereiro deste ano, concluiu que o caso identificado no Paraná não representou risco à saúde pública e animal do país, nem de seus parceiros comerciais.

Ao todo, 48,3% dos empreendimentos comerciais e corporativos lançados nos dois últimos anos na cidade de Curitiba buscam selo verde, contra 47,2% dos lançamentos em São Paulo e 40,8% no Rio de Janeiro, que também estão em processo de certificação.

página a5

Editorial

O

A saúde pública está sempre perdendo

sistema de saúde pública brasileiro é precário numa visão geral e está longe de oferecer uma situação mais confortável aos pacientes. E o investimento público no setor deixa a desejar, ainda mais com a renúncia fiscal dada pelo governo a empresas e pessoas físicas que pagam por serviços de saúde privados, o que tem favorecido o crescimento das empresas do setor, em de-

trimento do investimento na rede pública.

A

dedução de impostos para o pagamento de planos de saúde representa cerca de 50% da renúncia fiscal total do governo federal dada para serviços de saúde, de acordo com informações divulgadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

G

astos com hospitais e clínicas privadas no Brasil representam 20,5% das deduções do Imposto sobre a Renda (IR) da Pessoa Física e do IR da Pessoa Jurídica – o pagamento feito pelo empregador que assiste seus empregados e pode ser descontado do lucro tributável. Os profissionais da área de saúde são responsáveis por mais 16,6% dos gastos com renúncia.

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rentabilidade Previdência do Sicoob cresce 16% em ativos no primeiro trimestre A carteira de ativos da previdência complementar do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) alcançou R$ 63,5 milhões no primeiro trimestre. Pág. b1

Editais na página B1

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CURITIBA

Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A2

Previsão do tempo

Mín.: 13° | Máx.: 21°

Nesta quarta-feira uma frente fria avança pelo Oceano, na altura do Sul do País. A presença deste sistema mantém um quadro de instabilidade no Paraná, ou seja, teremos mais um dia com chuvas nas diversas regiões do Estado. Novamente chove a qualquer hora, mas ainda de forma mais isolada. fonte: www.simepar.br

Prestação de contas

Curitiba investe R$ 168,5 mi em atenção primária à Saúde Secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, presta contas na Câmara Municipal

prpress@terra.com.br

PanoramaPolítico Tratamento desigual

A reclamação do governador Beto Richa em sua reunião/almoço com parte da bancada paranaense no Congresso, procede. O Paraná, entre estados iguais, é o que recebe do governo federal tratamento mais desigual. E não é de hoje. Veja-se por exemplo o caso das universidades. Criador da primeira Universidade Federal, agora centenária, o Paraná ficou reduzido a essa, até poucos anos atrás, quando o Cefet foi transformado em Universidade Tecnológica Federal. Obrigado a implantar mais sete universidades estaduais para atender ao desenvolvimento acelerado do Estado nos último 70 anos, viu seu orçamento sobrecarregado em 10,5%. Daí estar no limite do permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, para aplicação em salários. Enquanto isso, do mesmo mal não sofrem estados como o Rio de Janeiro, Minas, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, especialmente, por estarem recebendo 100% de ajuda federal na manutenção de suas universidades que somam ao todo mais de 20. Mais as recém criadas tecnológicas. O que estranha é uma lei ser aplicada generalizadamente mas, com discriminação a estados que recebem tratamento diferenciado. É do que sempre reclamou o Paraná. Agora, quando pleiteia financiamentos nacionais e internacionais, fica impedido de recebê-los enquanto não superar as dificuldades criadas por tais discriminações. Sem os mais de 10% gastos com a as universidades estaduais, o Paraná teria uma folha de pagamento funcional de fazer inveja aos demais estados. São argumentos que a bancada paranaense pode utilizar no debate que certamente fará para liberar recursos que o estado necessita. Vejamos se agora, com mentalidade arejada a orientar a atuação da bancada, os estigmas da autofagia que sempre foi o ponto fraco da política paranaense, finalmente se extinguem.

Parcela...

Como previsto pela coluna quando da publicação do comentário sobre habilidade política, o governador recuou da intenção do governo em parcelar o aumento de 6,49%, concedido ao funcionalismo. Será mesmo pago em parcela única.

...única

Para que isso ocorra, a Assembleia Legislativa fez a sua parte: a sessão de ontem foi transformada em comissão geral, aprovando a nova redação que garante o aumento em cota única, retroativo ao mês de maio. Com as dificuldades de caixa vividas pela administração estadual, o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Haully defendia o parcelamento. Já o líder do governo, Ademar Traiano, elogiou “o gesto de grandeza do governador e garantiu que vai ser necessário tirar de algum lugar para colocar em outro”.

Dia 15

O empenho do deputado André Vargas(PT-PR), vice-presidente da Câmara Federal na promulgação da PEC 544/02, que cria os novos Tribunais Federais, tem sido intensa. Após mostrar que “a hipótese de erro de tramitação” que emperrava a decisão de do presidente do Senado, a quem cabe a promulgação, “está refutada”, Vargas garante que a decisão será proferida no dia 15, próximo.

Bolsa em xeque

A par da origem do boato sobre o fim do Bolsa Família, que acabou se transformando numa seqüência de “lambanças” entre dirigentes da Caixa, com declarações que desmentiam umas às outras, outro problema paralelo foi a divulgação de que mais de 700 mil famílias tinham mais de um NIS (número de identificação). Assunto que merece uma investigação rigorosa!

Cesar Brustolin/SMCS

A

rede básica de saúde recebeu 45,84% dos investimentos realizados pela Secretaria Municipal da Saúde nos primeiros quatro meses deste ano, num montante de R$ 168,5 milhões. O maior volume, R$ 191,3 milhões (52,02%), foi destinado à assistência hospitalar e ambulatorial pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados fazem parte do relatório apresentado ontem pelo secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, durante a audiência pública para prestação de contas do primeiro quadrimestre na Câmara Municipal de Curitiba. Massuda lembrou que o fortalecimento da atenção primária é o principal foco da gestão, fator que contribui para a qualificação do atendimento aos usuários e ainda para desafogar serviços que hoje estão trabalhando com excesso de demanda em função da pouca resolutividade que era apresentada pela rede básica de saúde. “Fizemos um grande investimento, com a mudança no modelo assistencial, o aumento do número de equipes de Saúde da Família e também a ampliação do horário de atendimento em algumas unidades de saúde”, destacou o secretário, lembrando que a meta é ter pelo menos uma unidade básica de saúde funcionando até

Os dados fazem parte do relatório apresentado ontem pelo secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, durante a audiência pública para prestação de contas do primeiro quadrimestre na Câmara Municipal de Curitiba

as 22 horas em cada região da cidade. Entre os investimentos, o secretário ressaltou a ampliação da oferta de serviços na rede de saúde mental, com a inauguração do Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) do Boqueirão para tratar pessoas portadoras de transtornos mentais; a ampliação dos horários dos Caps Portão e Cajuru para atender pessoas com

dependência de álcool e drogas e a disponibilização de psiquiatras para dar apoio especializado aos médicos das Unidades 24 horas. “São ações simples e que dão grande resultado na prática”, comentou. Massuda agradeceu aos vereadores pela liberação do crédito suplementar para pagamento de despesas deixadas pela gestão an-

Curitiba terá Conferência de Economia Popular e Solidária

Capital busca ‘embaixadores da Copa’

Curitiba terá sua 1ª Conferência de Economia Popular e Solidária (COMSOL), no dia 27 de julho, no Auditório do Centro de Capacitação da Secretaria Municipal de Educação. Estabelecida por decreto (n° 875, de 24 de maio de 2013), assinado pela vice-prefeita e secretária do Trabalho e Emprego Mirian Gonçalves, a conferência terá como o tema “A economia popular e solidária como estratégia de desenvolvimento humano e sustentável”. “O encontro é um marco para a

Curitiba quer expandir o projeto Embaixadores, que visa divulgar a capital do Paraná como cidadesede da Copa do Mundo Fifa 2014. O projeto começou com Paulo Rink, Ricardinho (ex-jogadores de futebol), Emanuel (atleta do vôlei de praia) e Marcelo Alves (maratonista). A ideia agora é que outras pessoas que morem ou viajem para fora da cidade utilizem materiais de divulgação disponíveis no site da Copa para promover Curitiba. Uma das propostas é que curitibanos que viajam para congressos, seminários ou qualquer reunião fora de Curitiba baixem, no site da Copa, um slide de powerpoint para acrescentar no fim de suas apresentações. Esse slide convida a todos para visitarem a cidade em 2014. Nas próximas semanas, outros materiais de divulgação serão oferecidos para quem pretender divulgar Curitiba.

cidade, pois permitirá a participação ampla e aberta de todos os atores envolvidos da sociedade civil, do governo e de diversas organizações com a intenção de estabelecer diretrizes para a produção solidária, para o comércio justo e para o consumo consciente”, disse Mirian. A conferência está sendo organizada por uma comissão definida durante oficinas sobre o tema e que é responsável por elaborar diretrizes e conceitos que devem fundamentar o evento e ainda pelo

seu regimento interno. Durante o encontro, um dos objetivos será debater com a população os parâmetros para uma lei municipal de economia solidária. A economia solidária é considerada, conforme o conceito do economista Paul Singer, uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza cujo foco é a valorização do ser humano. Os seus empreendimentos têm características associativistas, cooperativista e autogestão.

Prefeitos aprovam programa rodoviário para setor sucroalcooleiro

Supercontas

Desde o retorno do governador de sua viagem à Europa, o assunto “superconta” não voltou à imprensa. Com a intenção manifestada pela OAB de entrar com ação no STF contra o decreto do presidente do TJ, Desembargador Clayton Camargo que também cria a superconta judiciária, com possibilidade de aderir à estadual, a aceleração dos debates vai ser inevitável.

Inflação em Curitiba fica em 0,57%

Em choque

Durou pouco a exposição do senador Aécio Neves, nos espaços destinados ao PSDB, nas rádios e TVs. A principal peça publicitária foi suspensa pela ministra Laurita Vaz do TSE, e substituída, a pedido do PT que viu na propaganda “campanha eleitoral antecipada”. EXPEDIENTE

Diário

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Os artigos assinados que publicamos não representam necessariamente a opinião do jornal.

terior e que não estavam previstas no orçamento, num total de R$ 102 milhões. “Saímos da crise, ampliamos o número de atendimentos, o horário de funcionamento das unidades básicas, mas ainda temos grandes desafios pela frente que não se referem apenas ao aumento do número de serviços, mas em ofertar serviços com mais qualidade”, disse o secretário.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Rciha Filho, durante solenidade de assinatura do termo de adesão ao programa Caminhos do Desenvolvimento Sucroalcooleiro, que vai recuperar pontes, trincheiras e estradas junto com as Patrulhas do Campo

Os prefeitos da região Noroeste e Norte Pioneiro do Paraná aprovaram o lançamento do programa Caminhos do Desenvolvimento – Sucroalcooleiro e elogiaram outros investimentos em infraestrutura do Governo do Paraná. Para os prefeitos, o governador Beto Richa está no caminho certo, investindo nas cidades e ajudando a economia a crescer. Um dos prefeitos que elogiou o governo Beto Richa é o de Mariluz. “É de suma importância os investimentos do Governo. Como este convênio do sucroalcooleiro, que vai tirar os caminhões canavieiros das rodovias, dando mais segurança para os motoristas que trafegam na rodovia”, diz Paulo Alves. Na

região, as equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DERPR) também estão construindo a trincheira no Trevo do Cedro, no entrocamento da PR 323 com a PR 468. O investimento é de R$ 2,7 milhões. O prefeito Ademir Mulon, de Cruzeiro do Sul, disse que o novo programa de infraestrutura e os investimentos na região estão ajudando a dar mais dinamismo à economia local. “É grande a nossa expectativa com relação a esse programa. Creio que esta ação vai solucionar os problemas de transporte rural no município”, explica Mulon.  Carlos Maia, prefeito de São

João do Caiuá, que assinou o convênio, disse que o Governo Beto Richa está sendo mais parceiro dos municípios. “Essas estradas alternativas vão dar um alívio para nossas rodovias municipais, permitindo que a prefeitura invista em outras áreas”, explica Maia. Para o prefeito de Santo Antônio do Caiuá, José Alves de Ameida, outro benefício do programa sucroalcooleiro é o desvio do tráfego pesado da região central das cidades. “Esses caminhos alternativos vão ajudar os pequenos municípios, a manter em boas condições as estradas rurais boas. Afinal teremos patrulhas rodoviárias rodando pelos corredores municipais”, fala Almeida. 

A inflação em Curitiba nos 30 dias terminados na quinta-feira (23) ficou em 0,57%, conforme levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Os grupos que exerceram maior pressão no Índice de Preços ao Consumidor foram saúde e cuidados pessoais, com aumento de 2,19%, despesas pessoais com 2% e habitação que acelerou 1,08%. Por outro lado, Transporte cedeu em seus preços em 0,67%. Os itens que mais contribuíram, isoladamente, para esta terceira prévia, na ordem da maior para a menor contribuição, foram os aumentos em pacotes turísticos nacionais (15,89%), plano de saúde (3,77%), água e esgoto (4,72%), telefone fixo residencial (serviços) (3,21%), vestido adulto (14,27%), automóvel de passeio nacional zero km (0,88%) e almoço e jantar (refeição) (1,21%).  As quedas ficaram por conta de gasolina comum (2,70%), automóvel de passeio nacional usado (0,39%) e pacotes turísticos internacionais (10,75%). 


Aroldo Murá G. Haygert

Contato com o jornalista: aroldo@cienciaefe.org.br

Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A3

POR QUE RATINHO SE AFASTOU DO PT? O que levou o apresentador de TV Ratinho e o filho, Ratinho Júnior, a se afastarem do PT? O motivo principal está na campanha eleitoral para prefeito de Curitiba, no ano passado. Ratinho-pai tinha a promessa do ex-presidente Lula de que o Partido dos Trabalhadores não lançaria candidato na capital. E a promessa incluía, ainda, um apoio a Ratinho Júnior, caso ele viabilizasse a sua candidatura pelo minúsculo PSC, que é da base de apoio da presidente Dilma no Congresso. Como todos sabem, o PT do Paraná, liderado pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi apoiador de primeira hora do atual prefeito Gustavo Fruet. O PT não só apoiou, como viabilizou politicamente a candidatura de Fruet, o que, no entender da família Ratinho, dividiu o eleitorado, que seria do filho.

A MÁGOA DOS RATINHOS

A mágoa dos Ratinhos – pai e filho – aumentou para ódio, quando

a ministra Gleisi foi à TV, no horário eleitoral gratuito, apoiar Fruet e disse a frase fatídica, que azedou de vez a relação com a família Massa: “meu candidato tem nome e sobrenome”. A reação do chefe do clã dos Massa foi imediata: “não somos bandidos, também temos nome e sobrenome a zelar”. Ratinho-pai, a partir daí, passou a defender abertamente uma aproximação com o governador Beto Richa.

“AÉCIO É O MELHOR”

E não só. Ratinho-pai também ficou magoado com o ex-presidente Lula, que considerava seu amigo, já que ele não fez nada para levar o PT do Paraná a apoiar o filho. Na última quinta-feira, quando entrevistava o provável candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neve, em seu programa, no SBT, Ratinho fez questão de mandar um recado ao PT: “Aécio é hoje o melhor para o País”, disse, quase gritando.

Ministro Francisco Falcão

da dívida na folha de pagamento e o desbloqueio da chamada “margem consignável” o limite no salário que pode ser destinado ao pagamento de empréstimos, geralmente de 30%. Concedida a liminar, segundo as denúncias, novos empréstimos são tomados sem a liquidação dos anteriores.

CNJ INVESTIGA (2)

Lula, Ratinho,pai, Ratinho Filho, Gustavo Fruet e Aécio Neves.

Bate-papo sobre Golegolegolegolegah! na Saraiva

Travessa dos Editores promove o encontro no dia 6 de junho (quinta-feira), a partir das 19 horas, com a presença do autor, Marcio Renato dos Santos, e mediação do escritor e jornalista Fábio Campana e do jornalista Felipe Kryminice. Dary Jr apresenta repertório autoral com violão e voz Lançado pela Travessa dos Editores há pouco mais de dois meses, o segundo livro de contos de Marcio Renato dos Santos, Golegolegolegolegah!, encontra ressonância em leitores de todo o Brasil. Em Curitiba, antes mesmo de ser publicada, a obra foi atacada em redes sociais e o autor chegou a receber ameaças de agressão física – como relatei nesta coluna com exclusividade. Mas a recepção do livro não se restringe a reações, no mínimo pouco civilizadas, de sujeitos sem estudo, obra e nem cultura. A jornalista Marisa Villela, que esteve à frente do Teatro Guaíra – atualmente vivendo em Londrina, diz ter se impressionado com a solidão e a incomunicabilidade dos personagens criados pelo autor. De Campinas, a poeta Adriana Zapparoli recomenda o livro pelas redes sociais. E o prosador Marco Cremasco, que também vive em Campinas, garante que o livro de contos é, na realidade, um romance.

...MÁRCIO RECEBEU AMEAÇAS DE AGRESSÃO FÍSICA ...

Impronunciável Golegolegolegolegah!, fato consumado, desperta o interesse, desafia leitores e provoca reflexões. Para estimular ainda mais o debate sobre a obra, a Travessa dos Editores promove um evento, com a presença de Marcio Renato dos Santos, no dia 6 de junho (quinta-feira), a partir das 19 horas, na Saraiva Mega Store do Shopping Crystal Plaza, em Curitiba. O bate-papo será mediado pelo escritor e jornalista Fábio Campana e pelo jornalista Felipe Kryminice. O jornalista José Carlos Fernandes, da Gazeta do Povo, está discutindo antecipadamente a obra com alunos do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde leciona, e – no dia 6 de junho – o professor Fernandes e seus alunos estarão na Saraiva. O compositor e cantor Dary Jr, agora na banda rosablanca., apresentará o seu novo repertório autoral durante o encontro. A entrada é franca. Golegolegolegolegah! teve o seu primeiro lançamento no dia 19 de março deste ano no Museu Guido Viaro, com a presença de 120 pessoas. No dia 9 de abril aconteceu o segundo evento, com cerca de 50 pessoas, na Livrarias Curitiba do Shopping Estação...

ABORTO, UM TEMA QUE UNE IGREJAS CRISTÃS

Depois do Concílio Vaticano II (1962 a 1965), a Igreja Católica, ao aceitar o direito à liberdade de escolha religiosa pelos seus fiéis, tornou-se aberta a outras igrejas e religiões. O mesmo, no entanto, não aconteceu em relação a ela, especialmente por movimentos evangélicos, como os pentecostais e neopentecostais, claramente críticos do catolicismo. Mas a Igreja de Roma, os protestantes (históricos) e os movimentos evangélicos têm muitos pontos em comum. Um deles, por exemplo, é a repetida condenação que a Igreja Romana faz da prática do aborto. Ontem, a propósito, a Arquidiocese de Curitiba largou nota oficial manifestando total, amplo e irrestrita condenação à circular 46/2013 do Conselho Federal de Medicina (CFM), na qual o organismo se manifesta a favor do projeto de reforma do Código Penal – que tramita no Senado – que legaliza o aborto em casos diversos. Inclusive até a décima segunda semana, por vontade da mãe.

Com a instauração do Pedido de Providências, a Corregedoria Nacional de Justiça encaminhará ofício a todos os Tribunais de Justiça do País para que informem, no prazo de 15 dias, a relação de todos os procedimentos em trâmite relacionados ao questionamento de valores pagos a título de dívidas com empréstimos consignados.Também serão oficiadas a Corregedoria-Geral de Justiça do Estado da Paraíba e a do Ceará para que prestem informações sobre notícias veiculadas em relação às varas de Picuí e Barra de Santa Rosa, na Paraíba, e ao 6º Juizado Especial Cível de Fortaleza, no Ceará.

ORIGEM DA GENGIBIRRA

Não sei da origem da gengibirra, mas posso garantir que o desembargador Antenor Demeterco Junior, um magistrado de feições notoriamente curitibanas, por suas origens, conheceu bem o refrigerante. Pois a Gengibirra Zanier, a base de gengibre, foi um dos itens obrigatórios do dia a dia da cidade, consumida por gente de todas as idades. Era fabricada por seu avô, Ludovico Zanier. A história da Gengibirra Zanier é abordada – de passagem - no volume 5 de meu livro Vozes do Paraná, com lançamento no próximo dia 17 (Rua Lourenço Pinto, 500). Um dos personagens é o desembargador Demeterco, cuja infância foi embalada também pelo refrigerante tão curitibano quanto a Gasosa Cini.

... CELEBRAÇÃO DA VIDA”...

Diz a nota assinada por dom Moacir Vitti, o arcebispo de Curitiba, a certo trecho: “A celebração pela vida de cada criança chamada por Deus à existência, quando substituída pela dor vivida pelas famílias e pela mãe, em função de uma gravidez indesejada e não planejada, ou por circunstâncias que dificultam sustentar a gravidez, pode levar a mulher ao desespero e à dolorosa alternativa de abortar. Contudo, é um erro pensar que a interrupção da nova vida gerada seja a solução.” E mais: “Ajudar a evitar o aborto e implantar políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas, nas mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, é responsabilidade do Estado e de toda a sociedade, de tal modo que toda mãe e toda família, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar seu bebê à luz.” A Arquidiocese tem à disposição dos meios de comunicação um padre – Juarez Rangel – coordenador do Núcleo Diocesano de Bioética, que concede entrevistas sobre o tema. : 9986-6567 / juarez_rangel@yahoo. com.br

ESCRITOR EXPLICOU OBRA A SECUNDARISTAS ...

Antenor Demeterco Junior: bem curitibano

DE VIDEIRA A LUIZ PONDÉ

Um dos donos dos maiores índices de leituras semanais no Brasil é o filósofo Luiz Ponde, cujas crônicas na Folha de São Paulo – e apresentações em programas de TV – fazem-no sempre um intelectual controvertido. Não são poucos os que gostariam de tê-lo como prefaciador de seus livros ou participando de suas programações culturais. Nesse sentido quem é privilegiada é a psicóloga – e PhD em Ciência da Religião – Sonia Lyra. Um tipo humano raro, arrojadíssima, ela veio da pequena cidade de Videira, SC, para Curitiba no final dos 1970 para estuda. Aqui se formou e montou um dos mais importantes centros Jungianos do país, no Ichytis Instituto. Pondé é um dos apoiadores do trabalho de Sonia, cuja história de vida está também no volume 5 de Vozes do Paraná.

Dia 24 de abril, o autor conversou com 70 anos do ensino médio no Sesi Araucária. Na Saraiva, dia 6 de junho, acontecerá, portanto, o quarto evento promocional do livro que – de acordo com a editora – está com a primeira tiragem quase esgotada. A seguir, fotos que captam momentos de Márcio Renato dos Santos e da trajetória do livro da Travessa dos Editores:

A GRANDE POETA Padre Juarez Rangel, de Curitiba

CNJ INVESTIGA MAGISTRADOS ACUSADOSS DE FRAUDE

Uma das mais importantes poetas brasileiras, Adriana Zapparoli recomenda a leitura de Golegolegolegolegah! Ela vive em Campinas e tem sugerido o livro de Marcio Renato dos Santos, publicado pela Travessa dos Editores, para todos. Foto de Igor Zapparoli.

Quando a ministra Eliane Calmon, considerada linha duríssima como corregedora do Conselho Nacional de Justiça, deixou o cargo, seu substituto, ministro Falcão, garantiu que muitos iriam sentir saudades dela. E ontem, notícias de Brasília dão conta do seguinte: O corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, determinou a instauração de um Pedido de Providências para investigar o suposto envolvimento de magistrados em fraudes relativas a empréstimos consignados. Segundo notícias veiculadas pela imprensa, a fraude começaria com ações judiciais que questionam os juros cobrados pelo banco ou a validade do contrato. Na ação, alguns dos clientes alegariam nunca ter tomado nenhum empréstimo ou não ter recebido do banco cópia dos documentos. Os advogados pedem então uma liminar para suspender o desconto das parcelas

Sonia Lyra

COM CAMPANA Luiz Felipe Pondé

Disponível na Livraria do Chain, rua General Carneiro, 441 - Centro Também no Solar do Rosário, Rua Duque de Caxias, 4 - Centro e na Livrarias Curitiba. Fábio Campana, Marcio Renato dos Santos e Felipe Kryminice em batepapo sobre Golegolegolegolegah!. O trio se reencontra dia 6 de junho na Saraiva do Crystal. Foto: Livrarias Curitiba.

Ministra Eliane Calmon

Ou ainda pelo telefone 041 8809-4144, falar com Hélio.


PARANÁ

Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A4 abnoticias@abcom.com.br

AB Notícias PECUÁRIA DE LEITE Técnicos da Emater estão sendo capacitados para atender a 1,5 mil agricultores familiares do Norte Pioneiro. Eles estarão aptos a orientar e implantar o Projeto de Desenvolvimento da Pecuária de Leite. O objetivo é promover o crescimento da atividade e a difusão de novas tecnologias, a fim de aumentar os rendimentos no campo. A região de Santo Antônio da Platina vai receber R$ 5,1 milhões de reais para a realização do projeto.

RENDA COM SOJA Os produtores de soja do Oeste do Estado estão investindo na armazenagem da soja a fim de conseguir melhores preços no mercado internacional. Eles querem acompanhar o mercado e a produção norte-americana, que tem colheita em agosto e setembro. Até o momento, 64% da safra paranaense já foi vendida, conforme a Secretaria de Agricultura. No mesmo período do ano passado, esse índice era de 88%.

DIAGNÓSTICO CULTURAL Um diagnóstico cultural será feito nos Municípios do Médio Paranapanema, Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense e na Associação dos Municípios do Vale do Ivaí. O projeto é do produtor cultural Rogério Carnasciali, de Rolândia, e tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura. A pesquisa deve ser concluída em 2014 e resultará em um livro. O objetivo é avaliar o perfil cultural dessas cidades a fim de que possam estabelecer calendários de eventos culturais, por exemplo.

CERVEJAS ARTESANAIS Para quem gosta de cervejas artesanais, uma boa opção é o Encontro Nacional das ACervas (Associações dos cervejeiros artesanais), que acontece em Pinhais. Durante o evento será realizado o VIII Concurso Brasileiro de Cervejas Artesanais, que serão julgadas amanhã, 30, e no dia 31. Para o público externo, a festa de encerramento acontece no dia 1º de junho (sábado), das 12 às 22 horas, na fábrica da Way Beer, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

FEIRA PARA A AGRICULTURA A 20ª Expotécnica acontece nos dias 4 e 5 de julho em Sabáudia, Norte do Paraná. A feira é voltada para atender à demanda dos agricultores da região, trazendo novidades em maquinário, implementos e novas técnicas de proteção do solo. Ultimamente, a Expotécnica vem se destacando com a diversificação agrícola, renovando tecnologias das culturas de inverno e adubos verdes. A organização do evento objetiva superar o recorde de público do ano passado, que foi de 3.500 visitantes.

PERFIL DA ADOÇÃO O perfil das adoções vem se modificando em Guarapuava, Centro-Sul do Estado. Antes, a preferência dos casais era por crianças de zero a seis anos. Atualmente, muitas famílias já estão acolhendo crianças com mais idade. Segundo o Serviço de Auxiliar da Infância e Juventude, somente neste ano foram adotadas dez crianças com idade acima de dez anos. Nos primeiros meses do ano, já foram acolhidas 26 crianças e adolescentes, o que equivale a 30% do total de 2012.

EDUCAÇÃO EM COLOMBO O município de Colombo, na região de Curitiba, está investindo na instalação de um Instituto Federal do Paraná (IFPR). Para tanto, a prefeitura adquiriu um terreno para a implantação do IFPR com extensão de 55 mil metros quadrados. O processo licitatório para a construção está previsto para agosto. Quando pronto, atenderá a aproximadamente 1.200 alunos de nível médio profissionalizante, graduação e pós-graduação.

PROVA DE CAVALO CRIOULO Londrina sediará pela primeira vez a competição Freio de Ouro, principal prova do cavalo crioulo. O evento, a semifinal brasileira, começa amanhã, 30, e segue até o dia 2 de junho no Parque de Exposições Ney Braga. A prova é organizada pelo Núcleo Norte Paranaense de Criadores de Cavalo Crioulo e é importante para a seleção da raça. Os jurados buscam animais bonitos, com as características da raça, e fortes. A etapa final será em agosto no Rio Grande do Sul.

ENERGIA EM FOCO Foz do Iguaçu conta agora com o Centro Internacional de Energias Sustentáveis, voltado exclusivamente para o biogás. A fundação e oi estatuto foram aprovados em cerimônia que reuniu membros de 20 entidades nacionais e internacionais ligadas ao biogás; o objetivo é a geração de energia limpa, sem tantas agressões ao meio ambiente, utilizando técnicas mais modernas.

CUIDADO COM O BARULHO Os fones de ouvido, se usados por um longo período, pode provocar a perda da audição. Um levantamento da Universidade de São Paulo constatou que até 50 decibéis (dB) é inofensiva a saúde e alerta para os usuários que mais de 90 dB por dia, exposto até 8 horas, pode ser prejudicial. Estudos recentes apontam para os riscos do uso dos Mp3 players, que atingem na maioria dos casos, os adolescentes e jovens que utilizam esses aparelhos.

ECONOMIA E GESTÃO Arapongas, Norte do Estado, registra superávit e 14 milhões nos gastos públicos nos quatro primeiros meses de 2013. A prestação de contas, que já foi divulgada para a população, demonstra a receita de mais de 59 milhões de reais, sendo que o município gastou aproximadamente 45 milhões. Desse total, 12,34% foi investido na saúde, 20,92% na educação e as despesas com folha de pagamento representam 50,67%.

Municípios do Paraná

São José dos Pinhais

Município representa América do Sul em Conferência de energia limpa Comitiva de SJP apresentará projeto de uso de LED no lugar de lâmpadas convencionais nos postes Começa hoje o SCI Energy Lab em Edmonton Canadá e São José dos Pinhais é a única cidade da América do Sul a ser convidada a participar deste evento que vai tratar sobre a gestão de energia elétrica em cidades de médio porte e alternativas de energia limpa mais econômicas. A comitiva de São José dos Pinhais será representada pelo secretário de Urbanismo Marcelo Ferraz Cesar e o chefe de divisão da secretaria Mauricio Precoma. Ambos vão apresentar na Conferência o município e seus desafios para a implantação de projeto de energia limpa desenvolvido pela Secretaria. O projeto da Secretaria Municipal de Urbanismo consiste em utilizar LEDs no lugar das lâmpadas convencionais dos postes para a iluminação pública, tanto pela sua manutenção baixa, como por sua versatilidade. “A gestão de energia com LEDs engloba outros fatores de tecnologia, porém a economia gerada será um diferencial, além da facilidade de manuseio e preservação da saúde humana uma vez que não utiliza componentes nocivos como as lâmpadas atuais em sua fabricação” disse o secretário de

O projeto da Secretaria Municipal de Urbanismo consiste em utilizar LEDs no lugar das lâmpadas convencionais dos postes para a iluminação pública, tanto pela sua manutenção baixa, como por sua versatilidade

Urbanismo Marcelo. O projeto de São José dos Pinhais será aplicado inicialmente na rua Joaquim Nabuco.

SCI Energy Lab

Promovido pela Sustainable Cities International  (SCI), que é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1993, o programa SCI Energy Lab tem como objetivo criar e incentivar a capacidade de inovação do desenvolvimento e soluções de energia limpa para as cida-

des. Este evento tem ainda como finalidade aprofundar a compreensão de como as cidades podem enfrentar as barreiras que impedem a utilização de tecnologias de energia limpa em grande escala. As cidades envolvidas no programa fizeram a inscrição através de projetos de gestão de energia alternativa. Segundo o  diretor geral da Secretaria Municipal de Urbanismo, Silvio Vicente, o processo de escolha das cidades participantes seguiu critérios como o porte.

Araucária

População ajuda a definir prioridades para a cidade Encerrou o prazo para a população responder o questionário disponibilizado pela Prefeitura com informações sobre o que é prioridade para melhorar nos bairros. O documento estava acessível no site e no facebook da Prefeitura desde o dia 1º de abril e podia ser respondido por todos que quisessem participar. As informações serão usadas para auxiliar na elaboração dos objetivos e metas da administração municipal. Foram 120 participações. Os da-

dos estão sendo tabulados pelos Departamentos Observatório de Ações e Metas, da Secretaria de Governo, e Gestão Orçamentária, da Secretaria de Planejamento, e serão encaminhados para as secretarias municipais, que vão avaliar as prioridades e sugestões da população. Depois, a Prefeitura vai entrar em contato por e-mail com os participantes para informar sobre as solicitações e se as mesmas já estão contempladas no plano de governo.

O questionário continha 12 itens e para cada um a pessoa devia responder “qual a prioridade de investimentos no seu bairro?” numa escala de 1 a 5, sendo 1 para o item de menor prioridade e 5 para o de maior prioridade. Segundo a diretora do Departamento Observatório, Ivana Chemello Opis, já é possível adiantar que as áreas mais prioritárias segundo os participantes são educação, saúde, segurança, esporte e lazer.

Colombo

Prefeita participa de reunião da Câmara do Comércio Brasil Japão A prefeita de Colombo, Beti Pavin, acompanhada do secretário municipal da Indústria e Comércio, Antonio Ricardo Milgioransa, participou da primeira reunião do reeleito presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão Paraná-CCIBJ, para o triênio 2013/2016, Yoshiaki Oshiro. Na oportunidade, a prefeita aproveitou para conversar sobre futuras parcerias entre as instituições como também de projetos que podem ser implantados no município. “É uma satisfação prestigiar este evento de posse e estreitar laços com os representantes da Câmara que podem nos trazer convênios e investimentos”, frisou Beti Pavin. Estiveram presentes no evento de posse realizado na área rural do Itajacuru, em Colombo, a prefeita Beti Pavin, o secretário da Indústria e Comércio, Antonio Ricardo

A prefeita Beti Pavin e o secretário Antonio Ricardo Milgioransa participam de encontro

Milgioransa, o cônsul geral do Japão no Brasil para a região Sul, Yoshio Uchiyama, representantes

do Governo do Estado, das indústrias do Paraná e empresários do Paraná e do Japão.

Pinhais

Cidade se mantém entre os maiores geradores de empregos da RMC Pelo segundo mês consecutivo, a cidade de Pinhais se manteve na quarta colocação no ranking das cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) que mais geraram vagas de emprego. Em abril, o saldo de postos formais de trabalho criados, em termos absolutos, no ano, chegou a 787, número que representa a diferença entre as vagas abertas e extintas no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e foram divulgados na semana passada. Com o resultado, o município se destaca entre os maiores polos da Grande Curitiba na geração de empregos com carteira assinada, atrás apenas da Capital, que totalizou 13.500 novas oportunidades, de São José dos Pinhais, com 1.290, e de Rio Negro, cujo saldo é de 872 colocações.

AlM. Tamandaré

População participa do Dia do desafio

Hoje, Almirante Tamandaré disputa contra a cidade Colombiana Facatativa. Com o objetivo de ganhar adeptos, a prefeitura programou uma sequência de atividades em escolas, órgãos públicos e nas ruas “Você se mexe e o mundo mexe junto”, este é o lema do Dia do Desafio. Campanha que se realiza todos os anos, onde cidades do mundo inteiro participam de uma competição saudável com o intuito de mobilizar o maior percentual de pessoas em atividades físicas. Evento que acontece na última semana de maio, o Dia do Desafio propõe que as pessoas mudem suas rotinas de atividades, incluindo atividades físicas em seu dia a dia. Modalidades de atividade em grupo, que tenham pelo menos 15 minutos de duração, podem ser contabilizadas para o saldo geral da cidade. Basta entrar em contato com a central (0800 643 6690) para descrever a atividade, local, horário e número de participantes.


ECONOMIA

Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A5

Moagem de cana-de-açúcar no acumulado da safra 2013-2014 aumenta 131%

indústria

Empresários recuperam confiança na economia Depois de duas quedas seguidas, índice aumentou 0,8% em maio sobre abril Os empresários da indústria de transformação no país recuperam o ânimo com a possibilidade de ampliar as atividades no setor, segundo revela a pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Depois de duas quedas seguidas, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) aumentou 0,8% em maio sobre abril último, ao passar de 104,2

para 105 pontos, ficando acima da média histórica (104,2 pontos). Na comparação com maio do ano passado, houve elevação de 1,4%. O comportamento que mais influenciou essa recuperação foi a percepção dos empresários quanto ao momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 2,1% ao alcançar 105,7 pontos. Esse resultado reflete a avaliação do setor sobre o consumo interno. O nível de demanda

cresceu 2,8% com 103,1 pontos, embora tenha sido quase estável a proporção dos que consideram como forte as chances de se obter mais compradores (de 13,5% para 13,3%). Em compensação, diminuiu o percentual daqueles que classificam como fraco o potencial do mercado (de 13,2% para 10,2%). Já o Índice de Expectativas (IE) caiu 0,7% com 104,2 pontos, atingindo a menor marca desde novem-

bro do ano passado. Para 38,3% dos entrevistados a produção deve ser ampliada nos próximos três meses, universo menor do que na enquete anterior quando 39,4% pensavam dessa forma. A parcela dos que projetam queda na produção aumentou de 10,1% para 11,4%. O nível de atividade da capacidade instalada (NUCI) apresentou variação positiva de 0,4 ponto percentual com 84,6%, na maior marca desde janeiro de 2011 (84,7%).

Carne bovina brasileira é confirmada como risco insignificante para mal da vaca louca

A Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) confirmou ontem (28/05) a manutenção do status sanitário do Brasil como de "risco insignificante", o mais baixo que pode ser atribuído, para a Encefalopatia Espongiforme Bovina, conhecida como mal da vaca louca. A decisão, anunciada em reunião plenária, confirmou o parecer técnico da Comissão Científica da OIE, que, em fevereiro deste ano, concluiu que o caso identificado

no Paraná não representou risco à saúde pública e animal do país, nem de seus parceiros comerciais. Segundo o Ministério de Relações Exteriores, o governo forneceu todas as informações disponíveis

CANAL PARTICIPAÇÕES S.A. ATA DE ASSEMBLEIA GERAL DE CONSTITUIÇÃO REALIZADA EM 12 de Março de 2013 1. Data, hora e local: No dia 12 de Março de 2013, às 14h00, em Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Carlos Essenfelder, n.o 1367-A, Bairro Boqueirão, CEP 81650-090. 2. Convocação e presença: Reuniram-se os subscritores do capital da companhia CANAL PARTICIPAÇÕES S.A., em constituição, representando 100,00% (cem por cento) do capital social, de acordo com o boletim de subscrição, conforme segue: (i) CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI, brasileira, casada pelo regime de separação total de bens, administradora de empresas, residente e domiciliada em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n.o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portadora da Cédula de Identidade Civil RG no 1.303.9143/PR e inscrita no CPF n o 876.920.749-68; (ii) GUSTAVO BALLAROTT TFARDOWSKI, brasileiro, casado pelo regime de separação total de bens, gerente financeiro, residente e domiciliado em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n. o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portador da Cédula de Identidade Civil RG no 6.053.571-0/PR e inscrito no CPF no 961.784.509-15. 3. Mesa: Carla Nogueira Tfardowski e Gustavo Ballarott Tfardowski, já qualificados, para presidente e secretaria respectivamente. 4. Ordem do dia: A pauta é constituída pelos seguintes temas: (i) Constituição da sociedade anônima denominada CANAL PARTICIPAÇÕES S.A.; (ii) Análise e Aprovação do Estatuto Social da Companhia; (iii) Eleição dos membros da diretoria; (iv) Aprovação da remuneração dos membros da diretoria. 5. Deliberações: (i) Foi instalada a Assembleia, lida e discutida a ordem do dia, deliberando os presentes por unanimidade de votos pela constituição de uma sociedade anônima de capital fechado, denominada CANAL PARTICIPAÇÕES S.A., com capital social de R$ 430.100,00 (quatrocentos e trinta mil e cem reais), dividido em 43.100 (quatrocentas e trinta mil e cem) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, totalmente subscritas pelos presentes na forma dos boletins de subscrição que serão levados a arquivamento na Junta Comercial do Paraná, juntamente com esta Ata, na forma de ANEXO I. Considerando que parte da integralização de capital será realizada pela acionista Carla Nogueira Tfardowski com bens imóveis, mediante a concordância do seu cônjuge, Gustavo Ballarott Tfardowski, acima qualificado, que assina este instrumento dando sua outorga marital, e conforme disposto no art. 8°, da Lei 6.404/76, foi nomeada Perita para avaliação bens, a empresa especializada CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL, pessoa jurídica de direito privado com sede e foro em Curitiba PR, na Rua Mateus Leme, 2004, 1º andar, Bairro Centro Cívico, inscrita no CNPJ (MF) sob nº. 77.371.854/0001-09 e no CRC/PR sob nº. 2.776, com contrato social arquivado no Cartório Loures, Registro Civil de Pessoas Jurídicas de Curitiba - PR, sob o nº. 4.661, Livro “A” 3, em 23/NOV/76, representada por seus sócios responsáveis técnicos, Jacó Moacir Schreiner Maran, brasileiro, casado, contador, CRC/PR nº. 17.214/O-8, portador da carteira de identidade RG nº. 893.499-PR e CPF(MF) nº. 157.181.409-44 e Abraham Segundo Lobos Sáez, chileno, casado pelo regime de comunhão parcial de bens, técnico contábil, com registro no CRC/PR n° 053.012/O-9, portador da cédula de identidade civil RNE n° W685744-P/CGPI/DIREX/DPF e CPF (MF) n° 550.848.267-91, ambos com escritório comercial na Rua Mateus Leme, 2.004, 1º andar, em Curitiba, PR; que introduzidos no local, aceitaram a incumbência e solicitaram um prazo de 3 (três) horas para a elaboração do competente Laudo de Avaliação. Face ao tempo solicitado e com a concordância de todos os acionistas presentes, a Assembleia foi suspensa pelo tempo solicitado. Decorrido o prazo, com a presença dos mesmos acionistas e dos Peritos, foi reaberta a sessão, colocando-se em discussão, exame e votação o Laudo de Avaliação, já devidamente elaborado pelos Peritos. Examinado o documento, após as explicações formuladas pelos Peritos, foi o mesmo aprovado por unanimidade dos acionistas presentes, o qual passa a fazer parte integrante e indissociável desta ata, constituindo o Anexo II, devendo ser igualmente arquivado na Junta Comercial do Estado do Paraná. Para cumprir o disposto no art. 80 da Lei 6.404/ 76, as acionistas entregaram à Presidente da Mesa o valor de R$ 100,00 (cem reais), correspondente à totalidade do valor do capital social subscrito em dinheiro, que será depositado em nome da Companhia em conta corrente no Banco do Brasil S.A., cujo comprovante de depósito deverá ser apresentado na Junta Comercial juntamente com o arquivamento desta ata, na forma de ANEXO V. (ii) O modelo de Estatuto Social previamente proposto e entregue aos participantes foi lido, discutido e aprovado por unanimidade de votos dos presentes, que o subscrevem e autorizam o arquivamento na Junta Comercial do Paraná na forma de ANEXO II a esta Ata. (iii) Para compor a Diretoria da Companhia, como mandato de 3 (três) anos, cumprindo o triênio 2013-2015, até a eleição e posse dos novos diretores que deverá ocorrer na Assembleia Geral Ordinária a realizar-se até 30 de abril de 2016, tudo nos termos do art. 150, §4º, da Lei 6.404/76, foram eleitos: (a) Para Diretor Presidente, WANDERLEY ANTONIO NOGUEIRA, brasileiro, casado pelo regime de comunhão universal de bens, natural de Caxias do Sul/RS, nascido em 27 de Junho de 1944, comerciante, residente e domiciliado à Rua Augusto Zibarth, n.o 1081, casa 46, Uberaba, CEP 81560-360, portador da Cédula de Identidade Civil RG no 505.505/RS e inscrito no CPF no 111.858.999-87; (b) Para Diretora Vice-Presidente, CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI, brasileira, casada pelo regime de separação total de bens, administradora de empresas, residente e domiciliada em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n.o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portadora da Cédula de Identidade Civil RG no 1.303.914-3/PR e inscrita no CPF no 876.920.749-68. Os Diretores tomam posse dos seus cargos nesta data mediante assinatura do respectivo termo de posse, parte integrante desta Ata na forma de ANEXO III. (iv) Foi aprovada e homologada por essa Assembleia a renúncia por parte da diretoria empossada de sua remuneração referente ao triênio 2013-2015. 6. Encerramento: Finalizando os trabalhos, o Sr. Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foi suspensa a sessão pelo tempo necessário à lavratura da presente Ata. Reabertos os trabalhos, esta Ata, redigida na forma prevista pelo Artigo 130 da Lei nº. 6.404/76, foi lida, aprovada e assinada pelos presentes, que autorizam a publicação na forma de sumário. Esta é cópia fiel da ata que se encontra lavrada no livro de Atas de Assembleias Gerais. Curitiba, PR, 12 de Março de 2013. Mesa: Carla Nogueira Tfardowski - Presidente; Gustavo Ballarott Tfardowski - Secretário Acionistas: CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI; GUSTAVO BALLAROTT TFARDOWSKI Outorga Marital: Gustavo Ballarott Tfardowski Visto do Advogado: - Ademar Cardec Seccatto - OAB/PR 44.904 Registrada na Junta Comercial do Estado do Paraná sob o nº 41300086915 em 26/03/2013. BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO ANEXO I ACIONISTAS

Ações Ordinárias Subscritas

Valor (R$) CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI, brasileira, casada pelo regime de separação total de bens, administradora de empresas, residente e domiciliada em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n. o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portadora da Cédula de Identidade Civil RG n o 1.303.914-3/PR e inscrita no CPF n o 876.920.749-68 430.000 430.000,00 GUSTAVO BALLAROTT TFARDOWSKI, brasileiro, casado pelo regime de separação total de bens, gerente financeiro, residente e domiciliado em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n.o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portador da Cédula de Identidade Civil RG no 6.053.571-0/PR e inscrito no CPF no 961.784.509-15. 100 100,00 TOTAL 430.100 430.100,00 Curitiba, PR 12 de Março de 2013. CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI; GUSTAVO BALLAROTT TFARDOWSKI Visto do Advogado: Ademar Cardec Seccatto - OAB/PR 44.904 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO e DURAÇÃO Artigo 1º. A Companhia é constituída na forma de sociedade anônima de capital fechado, com denominação de CANAL PARTICIPAÇÕES S.A., regida pelo presente Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. Artigo 2º. A Companhia tem sede na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Carlos Essenfelder, n. o 1367-A, Boqueirão, CEP 81650-050. Parágrafo Único. Por deliberação da Diretoria, a sociedade poderá criar e extinguir filiais, escritórios, depósitos e dependências de qualquer natureza, no Brasil ou no exterior, determinando, inclusive, que atividades exercerão essas unidades. Artigo 3º. Constitui o objeto social da Companhia a participação societária em outras sociedades na qualidade de holding de instituições não financeiras. Artigo 4º. A Companhia terá duração por tempo indeterminado. CAPÍTULO II - CAPITAL SOCIAL E AÇÕES Artigo 5º. O capital social da Companhia, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 430.100,00 (quatrocentos e trinta mil e cem reais), divididos em 430.100 (quatrocentas e trinta mil e cem) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal nem certificados ou cautelas. Artigo 6º. Cada ação ordinária nominativa corresponde a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais. CAPÍTULO III - DA RESTRIÇÃO À CIRCULAÇÃO DE AÇÕES Artigo 7º. Os acionistas da Companhia têm o direito de preferência para aquisição de ações, portanto nenhuma ação da Companhia poderá ser vendida, cedida, transferida ou de qualquer outra forma alienada para terceiros sem que a Companhia e os demais acionistas sejam notificados para o exercício do direito de preferência. Parágrafo Único. A notificação de que trata este artigo, com descrição minuciosa de preço, forma, prazo de pagamento e nome do interessado até seu controlador final pessoa física, deve ser entregue por escrito à Companhia que publicará edital ou notificará os demais acionistas em até 10 (dez) dias. Os acionistas, por sua vez, terão mais 20 (vinte) dias para exercer o direito de preferência. Decorrido o prazo sem manifestação dos acionistas, as ações poderão ser livremente transferidas ao interessado nominado na proposta pelo mesmo preço, forma e prazo de pagamento. A não transferência ao interessado no prazo de 90 (noventa dias) após a notificação para o exercício da preferência sujeita o acionista alienante a renovar o procedimento para exercício do direito de preferência dos demais acionistas. CAPÍTULO IV - REEMBOLSO DE AÇÕES Artigo. 8º. Para o reembolso de ações ao acionista que exercer o direito de retirada nos termos da Lei 6.404/76, será considerado o valor econômico da Companhia, a ser apurado em avaliação realizada nos termos dos §§ 3º e 4º do art. 45 da Lei 6.404/76. CAPÍTULO V - ACORDOS DE ACIONISTAS Artigo 9º. Sempre que arquivados em sua sede, a Companhia deverá respeitar e cumprir os acordos de acionistas que versem sobre a compra e venda de suas ações, preferência para adquiri-las, exercício do direito ao voto ou poder de controle. CAPÍTULO VI - ASSEMBLEIAS GERAIS DE ACIONISTAS Artigo 10. As Assembleias Gerais Ordinárias realizar-se-ão anualmente, nos primeiros quatro meses após o encerramento de cada exercício social, e as Assembleias Gerais Extraordinárias realizar-se-ão sempre que os assuntos da Companhia exigirem deliberação dos acionistas. Parágrafo 1º. As Assembleias Gerais de Acionistas terão as competências estabelecidas em lei e suas decisões serão tomadas por maioria absoluta de votos, se outro quorum não for estabelecido em lei ou neste Estatuto, não se computando os votos em branco. Parágrafo 2º. As Assembleias Gerais de Acionistas serão presididas pelo Diretor Presidente da Companhia, auxiliado pelo Secretário, convidado pelo Presidente

sobre o caso e prestou esclarecimentos, o que levou à decisão de ontem. Em nota, o ministério informou que foram realizadas gestões por meio da rede de 139 embaixadas do Brasil no exterior, de debates

em organismos internacionais e do envio de missões a diversos países para discutir relatórios técnicos sobre o caso. Ao todo, 17 países e territórios anunciaram algum tipo de restrição a produtos brasileiros de origem bovina. O governo informou que, com a decisão tomada ontem, espera que se normalize plenamente o comércio de carne bovina com os parceiros comerciais que impuseram restrições ao produto brasileiro.

entre os presentes. Na falta do Diretor Presidente, as Assembleias serão presididas por outro Diretor ou, na falta de outro Diretor por outro acionista escolhido entre os presentes. Parágrafo 3º. Não obstante o disposto acima, as Assembleias Gerais de Acionistas só poderão deliberar sobre os seguintes assuntos mediante voto afirmativo de mais de 70% (setenta por cento) das ações com direito a voto: a) Alteração ou reforma do Estatuto Social; b) Criação de ações preferenciais ou aumento de classes existentes, sem guardar proporção com as demais espécies e classes; c) Alteração nas preferências, vantagens e condições de resgate ou amortização de uma ou mais classes de ações preferenciais, ou criação de nova classe mais favorecida; d) Redução do dividendo obrigatório; e) Incorporação, fusão, cisão e transformação da forma societária; f) Mudança do objeto social da companhia; g) Liquidação da companhia; h) Constituição de subsidiária integral; i) Participação em grupo de sociedades; j) Criação de debêntures e partes beneficiárias; k) Eleição e destituição dos Administradores; Parágrafo 4º. Salvo decisão em contrário do Presidente da Assembleia Geral, a ata será lavrada na forma de sumário dos fatos e sua publicação omitirá a assinatura dos acionistas. Parágrafo 5º. Independente das formalidades previstas em lei para a convocação da Assembleia Geral, ela será considerada regular sempre que realizada com a presença da totalidade dos acionistas. CAPÍTULO VII - DA ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA Artigo 11. A administração da Companhia cabe à Diretoria, com as competências que lhes forem atribuídas por lei e por este Estatuto. Parágrafo Único. Os diretores estão liberados de prestar caução. Artigo 12. A companhia não poderá prestar aval, fiança ou oferecer garantia a terceiros, como favor. Artigo 13. Os diretores poderão receber remuneração fixada pela Assembleia Geral de Acionistas. CAPÍTULO VIII - DA DIRETORIA Artigo 14. A Diretoria será composta de 2 (dois) membros sendo 1 (um) Diretor Presidente e 1 (um) Diretor Vice-Presidente, eleitos pela Assembleia Geral, para mandato de 3 (três) anos, com possibilidade de reeleição em conjunto ou separadamente. Parágrafo Único. O mandato dos Diretores se estenderá até a posse dos novos Diretores eleitos pela Assembleia Geral. Artigo 15. A representação da Companhia para a prática de todos os atos e assinatura de todos os documentos que criem obrigações para a Companhia ou isentem terceiros de responsabilidade para com a Companhia exigirá a assinatura de 1 (um) Diretor, isoladamente, ou de 1 (um) procurador. Parágrafo Primeiro. Para alienar ou onerar bens do ativo permanente, contratar empréstimos ou financiamentos com garantia real, será necessário assinatura de 2 (dois) Diretores, em conjunto. Parágrafo Segundo. Por deliberação da Diretoria, expressada em ata, a sociedade poderá criar e extinguir filiais, escritórios, depósitos e dependências de qualquer natureza, no Brasil ou no exterior. Artigo 16. A Companhia poderá outorgar poderes a procuradores mediante a assinatura de 1 (um) Diretor, respeitados os limites a ele conferidos por este Estatuto, e o instrumento de mandato indicará clara e expressamente os poderes outorgados. As procurações terão prazo determinado, vencendo sempre até o dia 31 de dezembro do ano em que forem outorgadas, e não permitirão substabelecimento ou delegação de poderes, exceto procurações “ad judicia” outorgadas a advogados, que poderão ter prazo indeterminado e permitir o substabelecimento com reserva de poderes. Artigo 17. Ao Diretor Presidente compete: a) Dirigir as atividades relacionadas ao planejamento geral da Companhia; b) Zelar pelo cumprimento das deliberações tomadas pela Assembleia Geral; c) Conduzir a administração financeira da Companhia; d) Facilitar o acesso dos membros do Conselho Fiscal às instalações da Companhia e aos arquivos, documentos e informações necessários ao desempenho de suas funções. e) Convocar e presidir as Reuniões da Diretoria. f) Exercer a supervisão de todas as atividades da Companhia; g) Coordenar as atividades da Companhia e superintender as atividades da Diretoria; h) Representar a companhia em todos os atos societários das sociedades controladas ou das quais a Companhia tenha participação societária; Artigo 18. Compete ao Diretor Vice-Presidente: a) Substituir o Diretor Presidente em sua ausência; b) Auxiliar e aconselhar o Diretor Presidente em suas atividades; c) Outras atividades a ele atribuídas pelo Diretor Presidente. CAPÍTULO IX - DO CONSELHO FISCAL Artigo 19. O Conselho Fiscal será composto por no mínimo 03 (três) e no máximo 05 (cinco) membros efetivos e igual número de suplentes, eleitos nos termos do art. 161, §4° da Lei de Sociedades por Ações, e destituíveis a qualquer tempo pela Assembleia Geral de Acionistas. Artigo 20. O Conselho Fiscal não funcionará de modo permanente e será instalado somente por deliberação da Assembleia Geral de Acionistas, que elegerá seus membros efetivos e suplentes e estabelecerá as remunerações. Art. 21. Os membros do Conselho Fiscal exercerão mandato por 1 (um) ano, permitida a reeleição, e novo sufrágio ocorrerá na Assembleia Geral Ordinária seguinte. Art. 22. Compete ao Conselho Fiscal além das atribuições prescritas em lei: a) Fiscalizar os atos dos administradores, verificar o cumprimento dos deveres legais e estatutários; b) Analisar, ao menos trimestralmente, o balancete e demais demonstrações financeiras periódicas; c) Examinar e opinar sobre as demonstrações financeiras do exercício social, o balanço patrimonial e o relatório anual da administração, fazendo constar do seu parecer as informações complementares que julgar necessárias ou úteis à deliberação da AssembleiaGeral; d) Opinar sobre as propostas relativas à modificação do capital social, planos de investimento ou orçamento de capital, distribuição de dividendos, transformação, incorporação, fusão ou cisão; Artigo 23: As deliberações do Conselho Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas em livro próprio. CAPÍTULO X - EXERCÍCIO SOCIAL, DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RESULTADO Artigo 24: O exercício social terá início em 1° de janeiro e término em 31 de dezembro de cada ano, quando, então, serão levantados o balanço patrimonial e as demonstrações financeiras exigidas em lei. Parágrafo Único: Por deliberação de seus membros a Diretoria da Companhia poderá elaborar balanços e demonstrações financeiras e contábeis em periodicidade semestral, bimestral ou mensal, e distribuir os lucros intercalares neles apurados ou ainda os lucros intermediários existentes na conta de reserva de lucros do último balanço anual, ad referendum da Assembleia Geral. Artigo 25. Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto sobre a Renda e para a Contribuição Social sobre o Lucro. Artigo 26: O lucro líquido do exercício será então distribuído da seguinte forma: a) 5% (cinco por cento) para o Fundo de Reserva Legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social; b) 20% (vinte por cento) como dividendo mínimo obrigatório a ser pago aos acionistas, já computado neste montante o pagamento de juros sobre capital próprio, quando houver; c) A parcela remanescente, se houver, terá a destinação que lhe for dada pela Assembleia Geral. Parágrafo Único: Desde que não haja oposição de qualquer acionista presente, a Assembleia Geral poderá declarar o pagamento de dividendo inferior ao mínimo obrigatório, ou determinar a retenção de todo o lucro. Artigo 27: Se de outra forma não dispuser a Assembleia Geral, o pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio e a distribuição de ações decorrente do aumento de capital serão realizados em até 60 (sessenta) dias contados a partir da sua declaração. CAPÍTULO XI - DA LIQUIDAÇÃO Artigo 28: A sociedade entrará em liquidação nos casos e modos previstos em lei ou por deliberação da Assembleia Geral, que elegerá o liquidante e o Conselho Fiscal que funcionará durante a liquidação. CAPÍTULO XII - ARBITRAGEM Artigo 29: A Companhia, seus Acionistas, Diretores, e membros do Conselho Fiscal deverão resolver por meio de arbitragem qualquer controvérsia ou litígio existente entre eles quando relacionado com a aplicação, validade, eficácia e interpretação da lei, deste Estatuto ou de Acordo de Acionistas arquivado na sede da Companhia. Parágrafo Primeiro: O procedimento arbitral será realizado em Curitiba, Paraná, e administrado pela Câmara de Mediação e Arbitragem da Associação Comercial do Paraná – ARBITAC. A arbitragem será realizada por 3 (três) árbitros e seguirá os procedimentos do Regulamento da ARBITAC em vigor no momento em que for iniciado o procedimento. A lei brasileira será aplicável ao mérito de qualquer controvérsia ou reclamação e o idioma será o português. Parágrafo Segundo: O laudo arbitral a ser prolatado pelo Tribunal Arbitral poderá ser levado a qualquer tribunal competente para determinar a sua execução. Caso as regras procedimentais da ARBITAC sejam silentes em qualquer aspecto procedimental, estas regras serão suplementadas pelas disposições da Lei nº 9.307/96, bem como pelas disposições do Código de Processo Civil Brasileiro. Parágrafo Terceiro: O laudo arbitral será considerado final e definitivo, obrigando as partes, que renunciam expressamente a qualquer recurso. Não obstante, é reservado às partes o direito de recorrer ao Poder Judiciário com o objetivo de (a) assegurar a instituição da arbitragem, (b) obter medidas cautelares de proteção de direitos previamente à instituição da arbitragem, sendo que qualquer procedimento neste sentido não será considerado como ato de renúncia a arbitragem como o único meio de solução de conflitos escolhido pelas partes, e (c) executar qualquer decisão do Tribunal Arbitral, inclusive, mas não exclusivamente, do laudo arbitral. Na hipótese das partes recorrerem ao Poder Judiciário, o Foro da cidade de Curitiba será o competente para conhecer de qualquer procedimento judicial. Curitiba, PR, 12 de Março de 2013. CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI; GUSTAVO BALLAROTT TFARDOWSKI Visto do Advogado: Ademar Cardec Seccatto - OAB/PR 44.904 ANEXO III TERMO DE POSSE Neste ato e na melhor forma de direito, WANDERLEY ANTONIO NOGUEIRA, brasileiro, casado pelo regime de comunhão universal de bens, natural de Caxias do Sul/RS, nascido em 27 de Junho de 1944, comerciante, residente e domiciliado à Rua Augusto Zibarth, n. o 1081, casa 46, Uberaba, CEP 81560-360, portador da Cédula de Identidade Civil RG n o 505.505/RS e inscrito no CPF n o 111.858.99987, eleito para o cargo de Diretora Presidente da Companhia CANAL PARTICIPAÇÕES S.A., pessoa jurídica de direito privado, em constituição, com sede em Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Carlos Essenfelder, no 1367-A, Boqueirão, CEP 81650-090, declara, para todos os fins e efeitos legais, (i) que não está impedido por lei especial, ou condenado por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; (ii) que atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; e (iii) que não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Sociedade, e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Sociedade, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei nº 6.404/76, e toma posse do seu cargo como Diretor Presidente da Companhia, cargo para o qual foi eleito nesta data, com todos os poderes, direitos e obrigações que lhe são atribuídos pelas leis e pelo Estatuto Social da Sociedade, durante mandato de 3 (três) anos, no triênio 2013/2015, permanecendo no cargo até a posse dos novos Diretores nos termos do art. 150, §4º, da Lei 6.404/76. Curitiba, PR, 12 de Março de 2013. Wanderley Antonio Nogueira - Diretor Presidente TERMO DE POSSE Neste ato e na melhor forma de direito, CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI, brasileira, casada pelo regime de separação total de bens, administradora de empresas, residente e domiciliada em Curitiba, Paraná, à Rua Augusto Zibarth, n.o 1081, casa 52, CEP 81560-360, portadora da Cédula de Identidade Civil RG no 1.303.914-3/PR e inscrita no CPF no 876.920.749-68, eleita para o cargo de Diretora Vice – Presidente da Companhia CANAL PARTICIPAÇÕES S.A., pessoa jurídica de direito privado, em constituição, com sede em Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Carlos Essenfelder, n o 1367-A, Boqueirão, CEP 81650-090, declara, para todos os fins e efeitos legais, (i) que não está impedida por lei especial, ou condenada por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no § 1º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; (ii) que atende ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei nº 6.404/76; e (iii) que não ocupa cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Sociedade, e não tem, nem representa, interesse conflitante com o da Sociedade, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei nº 6.404/

A moagem de cana-deaçúcar no acumulado da safra 2013/2014 (com início em abril e término em março do ano seguinte) alcançou, até 15 de maio, 81,11 milhões de toneladas, 131,64% superior à registrada no mesmo período da safra anterior (2012/2013). No entanto, a quantidade é 13,41% inferior à observada em igual período da safra 2010/2011. Os dados divulgados ontem (28/05) são da União da Indústria de Canade-Açúcar, e se referem às unidades produtoras da região Centro-Sul do país. "Não faz sentido compararmos a moagem deste ano com os números de 2012/2013, pois a oferta de matéria-prima no ano passado era inferior ao volume esperado para esta safra

e, por isso, a maior parte das unidades produtoras começou a safra mais tarde", disse o diretor técnico associação, Antonio de Padua Rodrigues. A produção de etanol, acumulada desde o início da safra, somou 3,2 bilhões de litros, aumento de 146,1% relativamente à safra anterior. Desse volume, 1,06 bilhão de litros referemse ao etanol anidro (alta de 753,1%, quando comparado à safra passada) e 2,1 bilhões de litros ao etanol hidratado (elevação de 82,8%), utilizado nos carros flex. Em relação à fabricação de açúcar, foram produzidas 3,7 milhões de toneladas no acumulado desde o início da safra até 15 de maio, crescimento de 139,7% em relação à safra anterior.

Inadimplência de empresas cresce menos em abril

A inadimplência das empresas cresceu 8,1% em abril em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas, divulgado ontem (28/05). Na relação entre o primeiro quadrimestre de 2013 e 2012, o aumento registrado chegou a 2%. Em relação a março, a elevação foi 1,7%. Entre fevereiro e março, o crescimento foi 8%.

76, e toma posse do seu cargo como Diretora Vice–Presidente da Companhia, cargo para o qual foi eleita nesta data, com todos os poderes, direitos e obrigações que lhe são atribuídos pelas leis e pelo Estatuto Social da Sociedade, durante mandato de 3 (três) anos, no triênio 2013/2015, permanecendo no cargo até a posse dos novos Diretores nos termos do art. 150, §4º, da Lei 6.404/ 76. Curitiba, PR, 12 de Março de 2013. CARLA NOGUEIRA TFARDOWSKI - Diretora Vice-Presidente CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro em Curitiba, PR, na Rua Mateus Leme, 2.004, 1º andar, inscrita no CNPJ (MF) sob nº. 77.371.854/000109 e no CRC/PR sob nº. 2.776, com contrato social arquivado no Cartório Loures, Registro Civil de Pessoas Jurídicas de Curitiba, Paraná, sob nº. 4.661 Livro “A” 3, em 23/NOV/76, neste ato representada por seus sócios responsáveis técnicos, Jacó Moacir Schreiner Maran, brasileiro, casado, contador, CRC/PR nº. 17.214/O-8, portador da cédula de identidade civil RG n° 893.499/SSP/PR e CPF (MF) n° 157.181.409-44 e Abraham Segundo Lobos Sáez, chileno, casado pelo regime de comunhão parcial de bens, técnico contábil, com registro no CRC/PR n° 053.012/O-9, portador da cédula de identidade civil RNE n° W685744-P/CGPI/DIREX/DPF e CPF (MF) n° 550.848.267-91, ambos com escritório comercial na Rua Mateus Leme, 2.004, 1º andar, em Curitiba, PR, vem, na qualidade de perita nomeada, apresentar aos acionistas da CANAL PARTICIPAÇÕES S/A, em constituição: LAUDO DE AVALIAÇÃO DOS BENS IMÓVEIS QUE SERÃO CONFERIDOS PELOS ACIONISTAS I. OBJETIVO DO LAUDO DE AVALIAÇÃO O presente Laudo de Avaliação tem como objetivo avaliar o valor dos imóveis de propriedade da acionista subscritora Carla Nogueira Tfardowski que serão conferidos como capital na CANAL Participações S/A para os fins e com fundamento nos artigos os artigos 7° e 8°, todos da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (“Lei das Sociedades por Ações”). II. PRINCÍPIOS ADOTADOS NO LAUDO DE AVALIAÇÃO A elaboração deste Laudo de Avaliação obedece criteriosamente os seguintes princípios descritos a seguir: 2.1. A CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL, seus sócios, administradores e colaboradores não têm interesse, direto ou indireto, na companhia nem nos bens envolvidos na operação, bem como não há qualquer outra circunstância relevante que possa caracterizar conflito de interesse. 2.2. No melhor conhecimento e crédito da CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL, seus sócios, administradores e colaboradores, as análises, opiniões e conclusões expressas no presente relatório, são baseadas em dados, diligências, pesquisas e levantamentos verdadeiros e corretos. 2.3. Este Laudo de Avaliação apresenta todas as condições limitativas impostas pelas metodologias adotadas, que afetam as análises, opiniões e conclusões deste Laudo de Avaliação. 2.4. Os honorários profissionais da CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL, seus sócios, administradores e colaboradores não estão, de forma alguma, sujeitos às conclusões deste Laudo de Avaliação. 2.5. No presente Laudo de Avaliação assumem-se como corretas as informações recebidas da Sra. Carla Nogueira Tfardowski. 2.6. O relatório foi elaborado pela CONSULT CONSULTORIA EMPRESARIAL e ninguém, a não serem os seus próprios sócios, administradores e colaboradores, preparou as análises e respectivas conclusões. 2.7. Para efeito de projeção partimos do pressuposto da inexistência de ônus ou gravames de qualquer natureza, judicial ou extrajudicial, atingindo a Sra. Carla Nogueira Tfardowski, os seus bens e direitos, exceto se expressamente ressalvado neste Laudo de Avaliação. 2.8. Os acionistas subscritores de capital não direcionaram, limitaram, dificultaram ou praticaram quaisquer atos que tenham ou possam ter comprometido o acesso, a utilização ou o conhecimento de informações, bens, documentos ou metodologias de trabalho relevantes para qualidade das respectivas conclusões contidas neste Laudo de Avaliação. III. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS Os bens conferidos estão sendo avaliados por seu valor histórico, considerando como base a Declaração de Imposto de Renda da Sra. Carla Nogueira Tfardowski e os valores realmente pagos pelos imóveis e sua descrição é transcrita das matrículas de registros de imóveis. IV. BENS CONFERIDOS EM INTEGRALIZAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL Descrição do Bem Valor (R$) 65.000,00 1. Matrícula 7.568 do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Curitiba, Paraná. Imóvel: Lote 3 da quadra 126 da Planta Fazenda Boqueirão, nesta Capital, com 14,50m de frente para a rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, por 52,00m da frente aos fundos em ambos os lados, confrontando de quem da rua olha, no lado direito com o lote 4, no lado esquerdo com o lote 2, por 14,50m na linha de fundos, aonde confronta com o lote 15, com área de 754m 2 . Indicação Fiscal: 06.036.003.000 – contendo uma casa de madeira em fase de construção.Av.4Demolição: a edificação existente no imóvel desta matrícula foi demolida, conforme Certidão expedida pela Prefeitura Municipal de Curitiba, em data de 19/08/96 e Certidão do INSS no 169202, em 25/07/96 – Série “G”, os quais ficam arquivados neste Ofício.Av.5 – Construção: Protocolado sob n o 127.309, em 05/06/1997. Sobre o imóvel da presente matrícula foi efetuada uma construção em alvenaria, com a área de 725m2, com 02 (dois) pavimentos, sob o no 2817, da Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, de acordo com o Certificado de Conclusão de Obras n o 084669 – 2ª Via, datado de 04/06/97 e Certidão Negativa de Débito – CND n o 721596, Série “G, expedida pelo INSS desta Capital aos 09/05/97, os quais ficam arquivados neste Ofício. 116.000,00 2. Matrícula 28.663 do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Curitiba, Paraná. Imóvel: Lote de terreno no 04 (quatro), da quadra no 126 (cento e vinte e seis), da Planta Fazenda Boqueirão, desta Capital, medindo 14,00m de frente para a Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, por igual metragem na linha de fundos, onde confronta com os lotes nos 15 e 19, tendo a extensão de 55,00m da frente aos fundos, pelo lado direito de quem da rua olha o imóvel, onde confronta com o lote no 05, e pelo lado esquerdo confronta-se com o lote no 03, na extensão de 50,00m da frente aos fundos; com a área total de 735,00m2, de forma irregular, sem benfeitorias, sob a indicação fiscal: 86-86-4-000, do Cadastro Municipal.Av-3Construção: Procede-se a esta averbação nos termos do requerimento, do Certificado de Conclusão de Obras no 059461, datado de 21 de agosto de 1985, da Certidão Negativa de Débito – CND –, datada de 26 de fevereiro de 1986, expedida pelo IAPAS – 1ª Região Fiscal sob no 194125, os quais ficam arquivados neste Cartório, para constar que sobre o imóvel objeto desta matrícula, foi efetuada uma construção em alvenaria com a área de 424,90 metros quadrados, localizada a Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão no 2829. 3. Matrícula 35.232 do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Curitiba, Paraná. 116.000,00 Imóvel: Lote de terreno sob no 05 (cinco), da quadra no 126 (cento e vinte e seis), da Planta Fazenda Boqueirão, situada no bairro do mesmo nome, nesta Capital, com 15,00m de frente para a Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, por 50,00m de extensão da frente ao fundo, em ambos os lados, confrontando do lado direito de quem da referida rua olha o imóvel, com imóvel de indicação fiscal 86-086010.000, do lado esquerdo com imóvel de indicação fiscal 86-086-008.000, e na linha de fundo confronta com imóveis de indicação fiscal 86-086-023.000 e 86086-024.000, onde mede 15,00m; com a área total de 770,00m2, sem benfeitorias, com a indicação fiscal: 86-086-005.000-3, do Cadastro Municipal.Av-4 – Construção: Averba-se que sobre o terreno descrito n/ matrícula, foi efetuada uma construção em alvenaria, com dois pavimentos, com a área global construída de 490,00m 2, situada na Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, nr. 2845, conforme Certificado de Conclusão de Obras no 069811, datado de 28/11/1.989, expedido pela P.M.C., e Certidão Negativa de Débito - CND -, sob nr. 441457, série F, datada de 08/ 11.1985, expedida pelo INSS, agência local, que ficam arquivados neste Cartório. 93.000,00 4. Matrícula 46.985 do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Curitiba, Paraná. Imóvel: Lote de terreno sob nr. 06 (seis), da quadra nr. 126 (cento e vinte e seis), da Planta FAZENDA BOQUEIRÃO, sito no arrabalde do Boqueirão, nesta Cidade, medindo 14,00m de frente para a rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, confrontando pelo lado direito de quem da rua olha o imóvel, com o lote nr. 07, onde mede 55,00 m, pelo lado esquerdo com o lote nr. 05, onde mede 55,00m, e na linha de fundos confronta com os lotes nrs. 20 e 21, onde mede 14,00m, com a área total de 770,00 m2, sem benfeitorias, com a indicação fiscal nr. 86-086006.000-6, do Cadastro Municipal.Av-2-Construção: Protocolado sob no 145.547, em 14/03/2000. Averba-se que sobre o imóvel da presente matrícula foi efetuada uma construção em alvenaria, com a área de 478,20m2, com 02 pavimentos, na Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, de acordo com o Certificado de Conclusão de Obras no 091805, datado de 30/12/1999, Certidão Negativa de Débito – CND do INSS n o 006432000 – 14624002, expedida em 23/02/2000, a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART no 2303504, aqui arquivados. 40.000,00 5. Matrícula 67.554 do 4º Ofício de Registro de Imóveis de Curitiba, Paraná. Imóvel: Lote no 02, da quadra 126, da Planta Fazenda Boqueirão, sito no bairro do Boqueirão, nesta Cidade, medindo 15,08 metros de frente para a Rua 11, atual rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, confrontando pelo lado direito de quem da rua olha o imóvel, com o lote n o 03, onde mede 50,00 metros, pelo lado esquerdo com o lote no 01, onde mede 50,00 m e pelos fundos confronta com o lote no 15, onde mede 15,08m, perfazendo a área total de 754,00m2. Dito lote está localizado do lado ímpar da Rua, distante 16,00m da esquina com a Rua Cel. José Luiz dos Santos Indicação Fiscal no 86.086.002.000-4 do Cadastro Imobiliário Municipal. 430.000,00 Total V. CONCLUSÕES Após os exames e verificações descritos acima, concluímos que o valor histórico dos bens conferidos em integralização do capital social da CANAL PARTICIPAÇÕES S/A é de R$ 430.000,00 (quatrocentos e trinta mil reais). VI. ENCERRAMENTO E, por estar de acordo com os dados informados e apurados neste LAUDO DE AVALIAÇÃO, obtidos na declaração de imposto de renda da Sra. Carla Nogueira Tfardowski e demais procedimentos julgados necessários para a apuração do valor histórico dos bens conferidos, firmamos o presente em 4 (quatro) vias para todos os efeitos legais. Curitiba, PR, 12 de Março de 2013. Consult Consultoria Empresarial - CRC/PR nº. 2.776 Abraham Segundo Lobos Sáez - CRC/PR nº. 053.012/O-9; Jacó Moacir Schreiner Maran CRC/PR nº. 17.214/O-8

As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) tiveram alta de 0,6% na comparação de abril e março. As dívidas com bancos sofreram alta 8,3% e os títulos protestados, crescimento de 9,1% no mesmo período. Os cheques sem fundos tiveram queda de 10,4% em abril ante março. "O aumento da inadimplência junto aos bancos e nos protestos é impulsionado em boa parte pela indústria, que embora venha apresentando aumento no volume de vendas, ainda mantém estoques elevados, o que pressiona os custos financeiros. Em situação oposta está o varejo, com crescimento nas vendas e estoque baixo", diz nota da Serasa. No primeiro quadrimestre do ano, as dívidas não bancárias tiveram alta de 3,4% ante igual período de 2012. As dívidas com bancos caíram 0,8%, os títulos protestados tiveram elevação de 4,1% e os cheques sem fundos tiveram, nos quatro primeiros meses de 2013, aumento de 22,2%, comparado a igual período do ano anterior.

Renúncia fiscal na área de saúde já chega a R$ 15,8 bi

A renúncia fiscal com gastos em saúde subiu de R$ 7,172 bilhões para R$ 15, 807 bilhões, entre 2003 e 2011. A informação consta de estudo divulgado ontem (28/05) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), e tem como base cruzamento de dados da Receita Federal. De acordo com Nota Técnica do Ipea, denominada Mensuração dos Gastos Tributários: o Caso dos Planos de Saúde, o montante de renúncia fiscal nos anos estudados equivalem a cerca de 1/4 dos investimentos públicos em saúde. Em 2003, o governo federal destinou ao setor R$ 27,1 bilhões e, em 2011, R$ 70,1 bilhões. A renúncia fiscal foi contabilizada com base nas declarações de imposto de renda de pessoa física e de pessoa jurídica, além de deduções referentes a medicamentos.


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Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A6

Banco Petra S.A.

CNPJ/MF nº 11.758.741.0001-52 Relatório da Administração - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 e Semestre Findo em 31 de Dezembro de 2012 (Em milhares de reais, exceto se indicado de outra forma) Apresentamos a seguir o Relatório da Administração do Banco Petra S/A referente ao exercício de 2012, país segue muito abaixo do necessário para acelerar a economia. Além dos números desfavoráveis da 15,39 milhões em 2012; uma expansão de 133%. Resultados importantes: A geração de receita: No lugar, porque temos de fato sido reconhecidos como especialistas e procurados pelos principais players de acordo com o que estabelece o Banco Central do Brasil. Eventos Relevantes: No cenário economia, cresceu no país e no exterior a percepção de que o governo brasileiro vem adotando uma exercício de 2012 as receitas recorrentes do Banco Petra - aquelas relacionadas aos serviços de deste mercado para o desenvolvimento de mandatos conjuntos, o que implica em crescimento do econômico, o quarto trimestre de 2012 foi marcado pela distensão nos mercados com o afastamento do postura com viés exageradamente intervencionista e que esse modo de atuar pode vir influenciar administração e custódia - cresceram 113% saindo de R$ 6,20 milhões em 2011 para R$ 13,23 milhões volume sob administração/custódia bem como em maior visibilidade. Em segundo lugar, porque esta risco de ruptura na Europa após a aprovação pelo Banco Central Europeu da compra de títulos da dívida negativamente as decisões de investimento no país. Com base na fragilidade dos números do PIB e na em 2012. Esse forte crescimento se deveu ao bom desempenho dos serviços de custódia e a expansão especialização e a maior complexidade dos fundos estruturados nos favorecem tanto em termos de dos países mais fragilizados, que reduziu substancialmente o prêmio que vinha sendo cobrado na potencial resistência dos empresários em investir no Brasil, o mercado voltou a revisar para baixo as significativa do volume sob administração do grupo. Sob a ótica das receitas totais, a expansão foi margens como de fidelização dos clientes. Começaremos 2013 focados na implementação dos rolagem de suas dívidas. Os Estados Unidos também contribuíram com a melhora no ambiente com a expectativas para o crescimento da economia também para 2013. Para o Banco Petra, o quarto igualmente relevante saindo de R$ 7,48 milhões em 2011 para R$ 16,20 milhões em 2012, uma mandatos já assegurados - que por si só já representam um crescimento de 25% no total de recursos divulgação cada vez mais dispersa de indicadores econômicos positivos agregando consistência ao seu trimestre reforçou a tendência de crescimento continuado da receita que vigora desde a sua abertura. expansão de 117% no ano. Os resultados no período: O resultado do Banco Petra no exercício de 2012 administrados ao final de 2012 - e na entrega das inovações tecnológicas nas quais estamos investindo movimento de retomada. A reeleição do presidente Barack Obama, não obstante seus desafios Também merece menção a apresentação dos primeiros resultados práticos dos investimentos em volta a confirmar uma consistente expansão, com o Banco Petra saindo de um prejuízo de R$ 2,70 legislativos de curto prazo, também beneficiou o cenário ao assegurar a continuidade do governo, tecnologia que implementamos no terceiro trimestre e que estão se traduzindo em ganhos de milhões em 2011 para um lucro de R$ 0,94 milhão em 2012. Quando analisamos exclusivamente o e que nos levarão ao estado da arte na prestação de nossos serviços. Gradativamente intensificaremos evitando assim todos os custos e incerteza inerentes a trocas de governo. No cenário doméstico, produtividade e aderência às mudanças normativas ainda em aprovação na CVM, que se converterão resultado operacional verificamos que o salto foi ainda mais relevante, com o indicador saindo de um nossos esforços comerciais para acelerar o crescimento de nossa carteira de clientes, sempre entretanto, o que vimos foi uma decepção generalizada com a economia brasileira, que mostrou um em diferenciais competitivos quando as novas regras entrarem em vigor. Quando observamos o ano de prejuízo operacional de R$ 5,10 milhões em 2011 para um lucro operacional de R$ 1,87 milhão em observando a qualidade das entregas do Banco Petra. Finalmente, acreditamos que o cenário de taxas crescimento muito abaixo do esperado no terceiro trimestre, levando o mercado a reduzir 2012 como um todo, evidenciamos de forma definitiva que o plano de negócios do Banco Petra se 2012, corroborando a percepção de consolidação do plano de negócios. As perspectivas: Nossas de juros baixas durante todo o ano de 2013 também favorecerá a utilização dos fundos de investimento substancialmente as suas previsões para o ano de 2012 como um todo. Apesar da elevada confiança concretizou. Os resultados próprios de uma instituição em fase de implantação verificados em 2011 expectativas para o ano de 2013 seguem bastante positivas. A decisão estratégica de nos posicionarmos como veículos para direcionamento da aplicação de recursos em detrimento da aquisição direta de dos consumidores derivada da situação extremamente favorável do emprego, o nível do investimento no foram definitivamente superados com a receita de serviços saindo de R$ 6,60 milhões em 2011 para R$ como Banco de serviços especializado em fundos estruturados tem se mostrado acertada. Em primeiro ativos trazendo um benefício adicional aos negócios do Banco Petra. Balanços patrimoniais Demonstração dos resultados Demonstração dos fluxos de caixa Individual Consolidado Individual Consolidado Individual Consolidado Individual Consolidado 2º sem. Exerc. 2º sem. Exerc. Notas 2012 2011 2012 2011 Notas 2012 2011 2012 2011 Notas 2012 2011 2012 2011 2012 2012 2011 2012 2012 2011 2º sem. Exerc. Exerc. 2º sem. Exerc. Exerc. Ativo Passivo Atividades operacionais Receitas da intermediação Ativo circulante Passivo circulante 6.225 7.719 15.275 18.647 2.102 1.874 10.005 11.046 178 830 1.107 476 1.595 1.541 financeira Lucro/prejuízo do semestre/exercício (137) 942 (2.704) (137) 942 (2.704) Disponibilidades 4 117 174 325 418 Depósitos 771 1.101 765 1.100 Resultado de aplicações 894 655 (23) 628 855 386 Ajustes ao lucro (prejuízo) do período Aplicações interfinanceiras de liquidez 5 2.389 2.787 7.859 8.731 Depósitos à vista 15 771 1.101 765 1.100 interfinanceiras de liquidez 234 457 389 367 970 503 Depreciações e amortizações 222 430 389 254 580 421 – 10 – 10 Operações compromissadas 1.440 2.550 6.910 8.494 Captações no mercado aberto Resultado de operações com Equivalência patrimonial 555 (12) 1.982 174 12 – Aplicações em depósitos interfinanceiros 949 237 949 237 Carteira própria – 10 – 10 títulos e valores mobiliários (154) 265 718 11 517 1.038 Constituição/Reversão de crédito tributário 117 224 (2.394) 117 224 (34) Outras obrigações Títulos e valores mobiliários 6 1.125 3.634 2.350 4.473 1.331 763 9.240 9.936 Operações de venda ou de Outros – 13 – 83 160 (1) Carteira própria 1.125 1.560 1.132 1.597 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 33 – 33 – transferência de ativos financeiros 98 108 – 98 108 – (7.215) (2.401) 3.549 (5.124) (3.115) 323 Variações em ativos e passivos Vinculados a compromissos de recompra – 10 – 10 Sociais e estatutárias 34 – 34 – Despesas da intermediação Aumento (redução) em depósito interfinanceiros (433) (712) (197) (433) (712) (197) Vinculados ao Banco Central – 2.064 – 2.064 Fiscais e previdenciárias 16 404 189 535 456 (12) (24) (227) (12) (24) (227) financeira Vinculados à prestação de garantia – – 1.218 802 Negociação de intermediação de valores 10 – – 7.345 8.320 Aumento (redução) em títulos e Operações de captação no mercado (12) (24) (227) (12) (24) (227) Relações interfinanceiras 7 Diversas 11 860 574 1.293 1.160 100 7 100 7 valores mobiliários (289) (825) 3.128 1.721 (2.079) 5.646 Resultado bruto da intermediação Exigível a longo prazo Créditos vinculados 100 7 100 7 – – 69 – Aumento (redução) em relações interfinanceiras (20) (93) 2.004 (20) (92) 2.004 166 806 880 464 1.571 1.314 financeira Outros créditos Outras obrigações 2.401 1.022 4.517 4.895 – – 69 – Aumento (redução) em outros créditos 69 (1.001) (292) 2.363 744 3.035 Rendas a receber 9 1.646 670 2.350 1.230 Diversas 11 – – 69 – Outras receitas/(despesas) Aumento (redução) em outros valores e bens 9 2 (62) 81 (1) (40) 13.313 12.381 13.313 12.381 Negociação de intermediação de valores 10 – – 473 2.576 Patrimônio líquido 277 1.060 (5.978) (84) 460 (4.053) operacionais Aumento (redução) em depósitos à vista (6.554) (330) 899 (6.559) (337) 899 Capital social 17 17.956 17.956 17.956 17.956 Diversos 11 755 352 1.694 1.089 Receitas de prestação Aumento (redução) em obrigações por Outros valores e bens 93 95 124 123 Capital de domiciliados no país 17.956 17.956 17.956 17.956 de serviços 19 8.686 15.394 6.600 12.712 24.695 11.286 empréstimos e repasses – – (15) – – (15) Outros valores e bens 5 6 5 6 Ajustes a valor de mercado - TVM e derivativos (10) – (10) – Despesas de pessoal 20 (4.165) (7.689) (6.446) (5.087) (9.684) (7.911) Aumento (redução) em Despesas antecipadas 88 89 119 117 Prejuízos acumulados (4.633) (5.575) (4.633) (5.575) Outras despesas captações no mercado aberto – (10) 10 – (10) 10 Ativo realizável a longo prazo Total 4.790 2.058 5.651 2.058 15.415 14.255 23.387 23.427 administrativas 21 (2.766) (5.039) (3.453) (5.956) (11.709) (6.226) Aumento (redução) em outras obrigações (391) 150 (1.926) (2.543) (1.387) (11.019) Títulos e valores mobiliários 6 3.334 – 4.195 – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Despesas tributárias (863) (1.550) (702) (1.273) (2.509) (1.192) 394 418 – 266 759 – Imposto de renda e contribuição social pagos Carteira própria 3.334 – 4.195 – Resultado de participações Caixa líquido gerado/aplicado nas variações monetárias em base pro rata dia incorridos, deduzidos das correspondentes despesas a Outros créditos 1.456 2.058 1.456 2.058 em coligadas e controladas (555) 12 (1.982) (174) (12) – atividades Operacionais (6.458) (804) 822 (4.633) (1.318) (1.995) apropriar. l) Provisão para imposto de renda e contribuição social: A provisão para imposto de renda foi Diversos 11 1.456 2.058 1.456 2.058 Outras receitas operacionais – 1 5 15 36 26 Atividades de investimento constituída à razão de 15% sobre o lucro real, acrescido de adicional de 10% sobre a parte desse lucro Permanente 4.400 4.478 2.461 2.722 Outras despesas operacionais (60) (69) – (321) (357) (36) Alienação/aquisição de investimento – – – 12 (37) – que excedeu a R$240 no ano. A contribuição social é calculada sobre o lucro líquido antes do imposto Investimentos 2.475 2.473 127 97 443 1.866 (5.098) 380 2.031 (2.739) Resultado operacional Aquisição de imobilizado de uso (123) (169) (67) (99) (128) (140) de renda, à alíquota de 15%. m) Apuração do resultado: As receitas e despesas das operações ativas e Títulos patrimoniais – – 102 97 (24) (37) – (89) (164) 1 Resultado não operacional Aumento de capital em controlada – – (2.000) – – – passivas são apropriadas pelo regime de competência. Os valores sujeitos à variação monetária são Participações em coligadas e controladas 12 2.475 2.473 25 – Resultado antes da tributação (138) (194) (67) (138) (194) 31 Alienação/aplicações no intangível atualizados “pro rata” dia. n) Resultado por ação: O lucro ou prejuízo por ação é calculado em reais com Imobilizado de uso 1.547 1.715 1.950 2.326 sobre o resultado e Caixa líquido aplicado em base na quantidade de ações em circulação, na data dos balanços. 4. Caixa e equivalentes de caixa: Outras imobilizações de uso 13 2.271 2.121 2.824 2.841 419 1.829 (5.098) 291 1.867 (2.738) participações no lucro atividades de investimento (261) (363) (2.134) (225) (359) (109) Foram considerados como caixa e equivalentes de caixa os seguintes montantes: (Depreciações acumuladas) (724) (406) (874) (515) Imposto de renda e Atividades de financiamento Individual Consolidado Intangível 378 290 384 299 (390) (721) 2.394 (262) (759) 34 contribuição social 22 Aumento de capital – – 2.000 – – 2.000 2012 2011 2012 2011 Ativos intangíveis 14 597 403 609 415 Imposto de renda e Aumento capital através do recebimento Disponibilidades 117 174 325 418 (Amortizações acumuladas) (219) (113) (225) (116) contribuição social - correntes (273) (497) – (145) (535) – – – – – – 6.980 das ações da Corretora Aplicações interfinanceiras de liquidez 15.415 14.255 23.387 23.427 Total Imposto de renda e Caixa líquido originado nas (Nota 5) revendas a liquidar - Posição bancada 1.440 2.550 6.910 8.494 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras contribuição social - diferidos (117) (224) 2.394 (117) (224) 34 – – 2.000 – – 8.980 atividades de financiamento 1.557 2.724 7.235 8.912 Demonstração das mutações do patrimônio líquido Participações no lucro Aumento (redução) de caixa e 5. Aplicações interfinanceiras de liquidez: Individual Ajuste ao valor (166) (166) – (166) (166) – empregados (6.719) (1.167) 688 (4.858) (1.677) 6.876 equivalentes de caixa 2012 2011 de mercado de Caixa e equivalentes de caixa no (137) 942 (2.704) (137) 942 (2.704) Lucro (prejuízo) do período Até 3 De 3 meses Até 3 De 3 meses Capital títulos e valores Prejuízos início do semestre/exercício 8.276 2.724 2.036 12.093 8.912 2.036 meses a 1 ano meses a 1 ano Nº de ações 17.955.577 17.955.577 17.955.577 mobiliários acumulados Total social Caixa e equivalentes de caixa no Operações compromissadas (*) 1.440 – 2.550 – Lucro (prejuízo) líquido Saldos em 31 de dezembro de 2010 13.500 4 (2.874) 10.630 1.557 1.557 2.724 7.235 7.235 8.912 final do semestre/exercício Depósitos interfinanceiros – 949 – 237 por ação (em R$) (0,01) 0,05 (0,15) Aumento de capital por integralização de capital 2.000 – – 2.000 Aumento (redução) de caixa e 1.440 949 2.550 237 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Aumento de capital por incorporação de ações 2.456 – – 2.456 (6.719) (1.167) 688 (4.858) (1.677) 6.876 equivalentes de caixa Consolidado Ajuste ao valor de mercado As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Consolidado 2012 2011 títulos e valores mobiliários – (4) – (4) 2012 2011 Até 3 De 3 meses Até 3 De 3 meses Ajuste de exercícios anteriores – – 3 3 Individual Consolidado Taxa de Valor Valor meses a 1 ano meses a 1 ano 2012 2011 2012 2011 – – (2.704) (2.704) Prejuízo do exercício depreciação Custo Depreciação residual residual Operações compromissadas (*) 6.910 – 8.494 – 2º 2º Instalações 10% 888 (213) 675 873 17.956 – (5.575) 12.381 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Depósitos interfinanceiros – 949 – 237 semestre Exercício Exercício semestre Exercício Exercício Móveis e equipamentos de uso 10% 637 (138) 499 579 6.910 949 8.494 237 4.456 (4) (2.701) 1.751 Mutações do exercício Despesas de manutenção 20% 94 (23) 71 79 (*) São representadas por aplicações no mercado aberto, lastreadas por títulos públicos federais com Sistema de comunicação Saldos em 31 de dezembro de 2011 17.956 – (5.575) 12.381 e conservação de bens 15 32 20 33 75 24 Sistemas de processamento de dados 20% 1.183 (490) 693 752 prazos de vencimento de um dia útil e não sofrem alterações no valor de mercado em virtude de sua Sistema de segurança Ajuste ao valor de mercado Despesas de transportes 10 25 30 64 131 66 10% 2 – 2 2 natureza. 6. Títulos e valores mobiliários: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de títulos e valores Imobilizado em andamento títulos e valores mobiliários – (10) – (10) Despesas de propaganda – – – – 27 mobiliários estavam assim representados: e publicidade 6 31 12 12 37 12 – – 942 942 Lucro líquido do exercício Outros – 20 (10) 10 14 a) Títulos disponíveis para venda: Individual Outras despesas administrativas 336 584 220 567 999 391 2.824 (874) 1.950 2.326 Total 17.956 (10) (4.633) 13.313 Saldos em 31 de dezembro de 2012 2012 2011 Total 2.766 5.039 3.453 5.956 11.709 6.226 – (10) 942 932 Mutações do exercício 14. Intangível: Individual Ajuste Ajuste (a) Refere-se substancialmente as mensalidades dos módulos e aplicativos (Matera, YMF, Serasa, Sina2012 2011 acumulado acumulado Saldos em 30 de junho de 2012 17.956 (4) (4.496) 13.456 cor, Unisistemas, entre outras) utilizados tanto no Banco como no Consolidado, para desenvolvimento e Taxa de Valor Valor no patrimôno patrimôAjuste ao valor de mercado controle das atividades das empresas, entre elas administração, custódia e controladoria dos fundos; amortização Custo Amortização residual residual nio líquido, nio líquido, títulos e valores mobiliários – (6) – (6) (b) No consolidado, refere-se basicamente a serviço de coordenação e distribuição pública de cotas Software 20% 597 (219) 378 290 líquido dos líquido dos Sem – – (137) (137) Prejuízo do semestre emitidas pelos Fundos Administrados pela Corretora, mencionado na Nota 19. Nessa operação, a CorTotal 597 (219) 378 290 efeitos Valor de efeitos venci- Após Valor de 17.956 (10) (4.633) 13.313 Saldos em 31 de dezembro de 2012 retora pode contratar agentes autônomos de investimentos. As despesas de serviços técnicos especiamento 1 ano mercado tributários mercado tributários Título Consolidado lizados referem-se substancialmente ao pagamento de comissões sobre essas intermediações financei– (6) (137) (143) Mutações do semestre Carteira própria 1.125 3.334 4.459 – 1.560 – 2012 2011 ras realizadas pelos agentes autônomos. 22. Imposto de renda e contribuição social: a) Conciliação As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Letras Financeiras do Tesouro – 3.334 3.334 1 1.471 – Taxa de Valor Valor do imposto de renda e contribuição social no resultado: As demonstrações do imposto de renda e da Cotas de fundo de investimento 1.125 – 1.125 – 89 – Notas explicativas às demonstrações financeiras individuais amortização Custo Amortização residual residual contribuição social correntes incidentes sobre as operações são assim apresentadas: Vinculados a compromissos – – – – 10 – e consolidadas Software 20% 609 (225) 384 299 Individual Consolidado – – – – 10 – 1. Contexto operacional: O Banco Petra S.A. (“Banco”), controlado pela Holding Petra S.A. (99,25%), Letras Financeiras do Tesouro 609 (225) 384 299 Total 2012 2011 2012 2011 – – – – 2.064 – constituído em 23 de setembro de 2009 na forma de sociedade anônima de capital fechado e organizado Vinculados ao Banco Central 2º Semestre Exercício Exercício 2º Semestre Exercício Exercício 15. Depósitos à vista: Individual Consolidado – – – – 2.064 – sob a forma de banco comercial, foi autorizado a funcionar pelo Banco Central do Brasil a partir de 29 de Letras Financeiras do Tesouro Lucros (prejuízo) antes do 2012 2011 2012 2011 Total 1.125 3.334 4.459 1 3.634 – janeiro de 2010, iniciando suas atividades operacionais em 23 de agosto de 2010. O objetivo pretendido imposto de renda e Pessoas físicas – 1 – 1 de suas operações visa à atuação no mercado financeiro, principalmente na administração de fundos e Consolidado contribuição social Pessoas jurídicas - Ligadas 6 6 – 5 clubes de investimento. Atualmente, as principais operações do Banco são aplicações em títulos e valo2012 2011 e após participações 419 1.829 (5.098) (266) 1.855 (2.738) Pessoas jurídicas - Não ligadas 765 1.094 765 1.094 res mobiliários, administração de fundos de investimentos, custódia de valores, prestação de serviços de Ajuste Ajuste - Adições/(exclusões): 557 34 1.985 789 190 (284) Total 771 1.101 765 1.100 controladoria e contabilidade e negociações de operações de créditos. Reestruturação societária: O gruacumulado acumulado Lucro(prejuízo) fiscal 16. Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias: Individual Consolidado po Petra, formado pelo Banco, pela Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. no patrimôno patrimôacumulado do semestre/ 2012 2011 2012 2011 (“Corretora” ou “CTVM”), pela Petra Asset Gestão de Investimento Ltda. (“Asset”) e pela Holding Petra nio líquido, nio líquido, exercício atual 976 1.863 (3.113) 523 2.045 (3.022) Impostos e contribuições sobre salários 152 113 192 159 S.A. (“Holding”), apesar de anteriormente possuírem controle societário distinto, operam sob a mesma líquido dos líquido dos Sem - Prejuízo fiscal compensado PIS e COFINS 85 36 122 131 marca “Petra” e, por esse motivo, o grupo elaborou um plano de reestruturação societária com o objetivo efeitos Valor de efeitos venci- Após Valor de até a competência (293) (559) – (157) (613) – Provisão para impostos e contribuições sobre o lucro 79 – 79 – de que todos os sócios estejam no controle de todas as empresas do grupo. A reestruturação societária Título mento 1 ano mercado tributários mercado tributários Saldo de prejuízo fiscal acuISS a Recolher 79 35 120 145 compreendeu os seguintes eventos: i) permuta de ações da Holding por quotas da Asset; ii) incorporação Carteira própria 1.132 4.195 5.327 – 1.597 4 mulado de exercícios anteriores 5.987 5.987 (2.874) 11.523 11.523 7.566 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 9 4 12 5 – 4.195 4.195 – 1.471 4 de ações da CTVM pela Holding, e; iii) incorporação de ações da CTVM pelo Banco, e teve como princi- Letras Financeiras do Tesouro (a) Saldo de prejuízo fiscal acuOutros – 1 10 16 – 1.125 – 89 – pais justificativas os seguintes aspectos: a) maior capacidade de geração de resultado devido à otimiza- Cotas de fundo de investimento (c) 1.125 mulado até exercício atual 5.428 5.428 (5.987) 10.909 10.910 10.588 Total 404 189 535 456 6 – 6 – 34 – ção e compartilhamento dos recursos; b) melhoria na precificação dos produtos e serviços disponibiliza- Certificado de depósito bancário Base de cálculo antes das 1 – 1 – 3 – dos pelas empresas do grupo em função do fornecimento integrado dos serviços e produtos, Letras de câmbio compensações de prejuízo 683 1.304 – 366 1.432 – 17. Capital social: a) Capital social: O capital social está representado em 31 de dezembro de 2012 por – – – – 10 – concentração da administração do risco, uma vez que todas as empresas já atuam sobre a mesma Vinculados a compromissos 170 302 – 90 321 – 17.955.577 ações ordinárias, sem valor nominal, totalmente subscritas e integralizadas por acionistas Imposto de renda total – – – – 10 – marca, e atuação de uma administração comum, compartilhando as estruturas operacionais; c) redução Letras Financeiras do Tesouro Imposto de renda 15% 103 196 – 56 215 – domiciliados no país. b) Reserva de lucros: b.1) Reserva legal: O estatuto social determina que 5% do Adicional de imposto de custos de funcionamento das áreas corporativas de suporte (RH, Marketing, Tecnologia, Jurídico e Vinculados à prestação de garantias 1.218 – 1.218 (10) 802 18 outras). Os sócios receberam resposta positiva do Banco Central em 16 de agosto de 2011 com relação lucro líquido serão aplicados na constituição da reserva legal, antes de qualquer outra destinação, conde renda 10% 67 106 – 35 106 – – 1.014 – 613 – ao plano de reestruturação societária protocolizado no dia 1 de fevereiro de 2011 junto ao Banco Central. Certificado de depósito bancário (b) 1.014 forme trata o art. 193 da Lei nº 6.404/76 das Sociedades por Ações, até o limite de 20% do capital social Contribuição social sobre 204 – 204 (10) 189 18 Com isso, os acionistas controladores do Banco e da Corretora submeteram os documentos e informa- Ações (b) e (c) o lucro líquido 15% 103 195 – 55 214 – integralizado. Para o exercício de 2012 não foi constituída reserva legal em função da existência de – – – – 2.064 – ções necessários à instrução do processo, em especial os atos societários relativos à alteração de con- Vinculados ao Banco Central Total imposto de renda e saldo de prejuízos acumulados. b.2) Reserva de contingência: O estatuto social do Banco prevê que a – – – – 2.064 – trole acionário. Como resultado da implementação desta consolidação, a Corretora tornou-se subsidiária Letras Financeiras do Tesouro contribuição social 273 497 – 145 535 – diretoria poderá destinar parte do lucro líquido à formação de reserva para contingência. c) Dividendos: Em virtude dos prejuízos auferidos nos últimos períodos, incluindo o primeiro semestre de 2012, o total 2.350 4.195 6.545 (10) 4.473 22 integral do Banco Petra S.A. Com o objetivo de imediato enquadramento das instituições sob controle Total acionário nos limites operacionais, os acionistas controladores do Banco e da Corretora realizaram em (a) O valor de mercado dos títulos públicos federais é obtido através da utilização de preços divulgados O estatuto social determina que seja assegurado aos acionistas o pagamento do dividendo mínimo de ativo fiscal diferido sobre prejuízos fiscais e base negativa não contabilizados é de R$ 2.193. b) 30 de setembro de 2011, um aumento de capital no valor de R$ 2.000 (dois milhões de reais), concomi- pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA). obrigatório de 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido, ajustado nos termos do artigo 202 da Lei Composição do imposto de renda e contribuição social no resultado tantemente e nos mesmos eventos societários que dispõem sobre a reorganização mencionada. Os do- (b) O Banco Paulista é o banco liquidante das operações de Bolsa da controlada do Banco, Corretora Individual Consolidado cumentos societários foram aprovados pelo Banco Central na data de 28 de março de 2012. Redirecio- Petra Personal Trader CTVM S.A., e como garantia a Corretora mantém um saldo de R$ 1.014 em CDB nº 6.404/76 das Sociedades por ações. 18. Partes relacionadas: a) Partes relacionadas: As partes re2012 2011 2012 2011 namento dos negócios: Em 2011, a Corretora redirecionou seus negócios, reduzindo substancialmente o (R$ 613 em 2011) nessa instituição. Para realizar operações junto a CBLC a Corretora mantém R$ 204 lacionadas são elencadas conforme relação a seguir: • Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. 2º Semestre Exercício Exercício 2º Semestre Exercício Exercício atendimento de clientes de varejo e direcionando a sua atuação para clientes de maior porte como: (R$189 em 2011) em ações, custodiadas no Bradesco, como garantia. (c) Aplicações sem vencimento (denominada anteriormente como Fiere Gestão de Recursos Financeiros Ltda.); • Petra - Personal Tra- Impostos correntes: (273) (497) – (145) (535) – Fundos de Pensão, Family Offices, Private Banking, Asset Managers e outros. Como parte desse redire- devido a sua natureza. 7. Relações interfinanceiras: a) Créditos vinculados: O Banco Petra mantém der Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (no individual) - Controlada; • Petra Asset Gestão de - Imposto de renda e cionamento estratégico, medidas de adequação da estrutura foram implementadas em 2011, o que resul- junto ao Banco Central o montante de R$ 100 (R$ 7 em 2011), referente ao recolhimento compulsório contribuição social (273) (497) – (145) (535) – tou em uma redução significativa dos custos relacionados ao mercado de varejo. Do ponto de vista das de microcrédito. 8. Operações de crédito e cessão: O Banco Petra teve operações de empréstimo na Investimento Ltda.; • Holding Petra S.A. - Controladora. b) Principais saldos e resultados de transações Impostos diferidos (117) (224) 2.394 (117) (224) 34 receitas, novo negócio com maior volume e valor agregado tem trazido receitas significativas, o que fez modalidade Capital de Giro (pré -fixado). O contrato de empréstimo tem a emissão pelo tomador de uma com partes relacionadas: b.1) Remuneração da Administração: Na Assembleia Geral de Acionistas foi - Imposto de renda e estabelecida a remuneração global anual para o Conselho de Administração e Diretoria Executiva do com que a Corretora, que sofreu prejuízo no ano de 2010 e também no 1º semestre de 2011, obtivesse contribuição social (117) (224) 2.394 (117) (224) 34 lucro operacional já no 2º semestre de 2011, invertendo a linha de tendência dos resultados, de acordo CCB (Cédula de Crédito Bancário) que dá direito de negociar a venda do contrato ou cédula. A negocia- Banco em até R$ 1.000. No exercício e no semestre findo em 31 de dezembro de 2012, foram registra- Total (390) (721) 2.394 (262) (759) 34 com a expectativa de seus acionistas e administradores. Essa linha permaneceu para 2012. 2. Base de ção é oficializada via Cessão de Crédito sem retenção de riscos ou benefícios. Esse produto faz parte dos benefícios de curto prazo a título de remuneração no montante de R$ 752 (R$765 em 2011) e c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos: Em 31 de dezemdo plano de negócios da Instituição. Em 31 de dezembro de 2012, o saldo em operações de crédito preparação e apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras individubro de 2012, o Banco possuía prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social acumulados no R$ 367 (R$413 em 2011), respectivamente. Os benefícios de curto prazo da Corretora totalizam no montante de R$ 5.428 para os quais foram constituídos créditos tributários diferidos no montante ais e consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas em conformidade com as práticas encontra-se zerado em virtude da Cessão: Individual/Consolidado exercício de 2012 R$ 351 (R$ 477 em 2011). b.2) Demais transações: Com base nos critérios estabele- R$ 2.171. No quadro abaixo demonstramos a movimentação ocorrida: contábeis adotadas no Brasil, observando-se as diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do 37.547 Brasil - Bacen, Conselho Monetário Nacional (CMN), consubstanciadas no Plano Contábil das Institui- Cessão de crédito cidos na Resolução nº 3.750/09 do CMN, as transações com partes relacionadas foram efetuadas em Individual Consolidado (37.439) ções do Sistema Financeiro Nacional - COSIF e os novos pronunciamentos, orientações e as interpreta- Operação de crédito (valor presente) Saldo em Saldo em condições negociadas entre as partes, no tocante a encargos e prazos, e são compostas por: 108 ções emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) aprovados pelo BACEN. As estimativas Lucro na cessão 31/12/2011 Reversão 31/12/2012 31/12/2012 Individual contábeis são determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com 9. Outros créditos - rendas a receber: No Banco, refere-se basicamente aos valores a receber de estruDescrição 2012 2011 base em julgamento, que são revisados a cada trimestre. Itens significativos sujeitos a essas estimativas turação de fundos, serviços de custódia e de administração de fundos, além de prestação de serviços de Prejuízo fiscal IRPJ 1.497 (140) 1.357 1.357 Ativo Receita Ativo Receita e premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, controladoria e contabilidade para fundos de investimentos administrados no valor de R$1.646 (R$670 em Base negativa CSLL 898 (84) 814 814 (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos finan- 2011). No consolidado, refere-se substancialmente a valores a receber de serviço de estruturação de Depósitos à vista Total 2.395 (224) 2.171 2.171 (6) – (6) – ceiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas fundos, agente fiduciário e de distribuição de cotas, taxa de administração dos Clubes e Fundos de Inves- Petra - Personal Trader CTVM S.A. Os prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social a compensar não têm prescrição e podem (6) – (1) – poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determi- timentos e das carteiras de clientes administrados pela Corretora, no montante de R$ 2.350 (R$ 1.230 em Holding Petra S.A. ser compensados com resultados tributáveis futuros. A legislação fiscal de imposto de renda e contribui– – (1) – nação. As demonstrações financeiras consolidadas (“Consolidado”) incluem as demonstrações financei- 2011). 10. Outros créditos e outras obrigações - negociação e intermediação de valores: No conso- Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. ção social determina que os prejuízos fiscais e a base negativa de contribuição social são compensá– – (4) – ras individuais do Banco e integralmente da controlada, conforme apresentado a seguir: lidado, refere-se basicamente aos saldos das operações da Corretora, por conta de clientes, pendentes de Credores diversos veis, em qualquer ano, no limite de 30% do lucro do exercício antes dos impostos, determinado de (249) (4.280) (281) (3.378) Empresa Atividade 2012 2011 liquidação, dentro do prazo regulamentar, classificado nas seguintes categorias: pessoas físicas e jurídi- Holding Petra S.A. (a) acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, ajustado conforme a legislação fiscal. d) Expecta(249) (4.280) (281) (3.378) % % tiva de realização dos créditos tributários: Conforme Resolução n°. 3.059/02 do CMN, as instituições cas, instituições de mercado, diretores, sócios e acionistas e sociedades ligadas, no montante de R$ 473 Serviços prestados – – – 5 Participação direta no capital: recém constituídas podem efetuar o registro contábil de créditos tributários decorrentes de prejuízo fis(R$ 2.576 em 2011) para o ativo e de R$ 7.345 (R$ 8.320 em 2011) para o passivo. Petra Personal Trader CTVM S.A. – – – 5 Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Instituição financeira 100 100 cal de imposto de renda, de base negativa de contribuição social sobre o lucro líquido se apresentarem 11. Outros créditos e outras obrigações - Diversos: Individual Consolidado Consolidado Durante o processo de consolidação os saldos de transações entre empresas foram eliminados integralexpectativa de geração de lucros futuros para fins de imposto de renda e contribuição social, baseada 2012 2011 2012 2011 2012 2011 mente, respeitando o período de participação pela controladora. As práticas adotadas no registro das Outros créditos diversos - Circulante em estudo técnico que demonstre a probabilidade de ocorrência de obrigações futuras com impostos e Ativo Receita Ativo Receita operações e na avaliação dos elementos patrimoniais pela controladora e pela subsidiária integral foram Adiantamentos diversos (a) contribuições que permitam a realização do crédito tributário no prazo máximo de dez anos. O Banco 16 10 148 19 (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) uniformemente aplicadas. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Créditos tributários (Nota 22) iniciou suas atividades operacionais em 23 de agosto de 2010. No primeiro semestre de 2011, após 715 337 715 352 Devedores diversos 354 – 342 – contabilidade, o comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC emitiu diversos pronunciamentos relacio- Impostos e contribuições a compensar consolidação efetiva do início das atividades operacionais, voltadas substancialmente para administra– – 317 131 Petra Asset Gestão de Investimento Ltda. (nota18) 354 – 342 – nados ao processo de convergência contábil internacional, porém a maioria não foi homologada pelo Depósitos Judiciais ção de fundos e clubes de investimento, a Administração concluiu o estudo de realização do crédito tri– – 9 9 – – (5) – Depósitos à vista BACEN. Desta forma, o Banco, na elaboração das demonstrações financeiras, adotou os seguintes Pagamentos a ressarcir (b) butário. Tal estudo levou em consideração a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros que 24 5 151 226 Holding Petra S.A. – – (1) – pronunciamentos já homologados pelo BACEN: a) Pronunciamento conceitual básico (R1) - Estrutura Devedores por compra de valores e bens (c) foram determinadas pela Administração com base nas seguintes premissas: - Para o crescimento da – – 354 352 Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. – – (4) – Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro - homologado pela Resolu- Total receita com taxa de administração e custódia de Fundos, foi utilizado para o 2º semestre de 2012 o 755 352 1.694 1.089 Credores diversos (277) (4.755) (401) (3.585) ção CMN nº 4.144/12; b) CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos - homologado pela Resolu- Outros créditos diversos - Longo prazo “pipeline” de fundos já fechados. Após esse período, o Banco estima angariar dois novos fundos a cada Holding Petra S.A. (a) (277) (4.755) (401) (3.585) ção CMN nº 3.566/08; c) CPC 03 - Demonstrações do fluxo de caixa - homologado pela Resolução CMN Créditos tributários mês; - Para os próximos três anos, o crescimento mensal da taxa de administração dos FIDC’s estimado 1.456 2.058 1.456 2.058 (a) Representado pelo ressarcimento de custos e despesas por uso compartilhado de infraestrutura pelo Banco é de 1,34%, a qual foi baseada na média de crescimento dos patrimônios líquidos dos FIDCs nº 3.604/08; d) CPC 05 - Divulgação de partes relacionadas - homologado pela Resolução CMN Total 1.456 2.058 1.456 2.058 nº 3.750/09; e) CPC 10 Pagamento baseado em ações - homologado pela Resolução CMN nº 3.989/11; Outras obrigações diversas - Circulante já administrados pelo Banco; - O aumento das despesas com pessoal estimado para os próximos anos administrativa para a Holding Petra S.A. 19. Receitas de prestação de serviços: f) CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro - homologado pela Reso- Obrigações por aquisição de bens e direitos considera somente o dissídio pelo fato do Banco contar atualmente com estrutura e capacidade para 114 1 114 1 Individual Consolidado lução CMN nº 4.007/11; g) CPC 24 - Contabilização e divulgação de eventos subsequentes - homologa- Despesas de pessoal a pagar administrar o crescimento das operações esperado; e - Aumento anual das despesas administrativas em 333 242 427 359 2012 2011 2012 2011 ção pela Resolução nº 3.973/11; e h) CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes Outras despesas administrativas torno de 30% (trinta por cento), em virtude de novos projetos e plano de continuidade dos negócios. 113 51 251 167 2º 2º - homologado pela Resolução CMN nº 3.823/09. Atualmente, não é possível estimar quando o BACEN Credores diversos (d) Considerando as expectativas de resultados futuros, determinados com base em premissas descritas 300 280 501 633 semestre Exercício Exercício semestre Exercício Exercício irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC e se a utilização dos mesmos será Total acima, a Administração considera que os créditos tributários registrados serão realizados nos seguintes 860 574 1.293 1.160 Controladoria e contabilidade de maneira prospectiva ou retrospectiva. 3. Resumo das principais práticas contábeis: a) Caixa e Outras obrigações diversas - Longo prazo prazos: dos fundos de investimentos 1.859 4.308 – 1.859 4.308 – equivalente caixa: Para fins de demonstração do fluxo de caixa, caixa e equivalentes de caixa corres- Provisão para passivos contingentes (e) 2013 2014 2015 Total – – 69 – Taxa de administração de fundos 3.741 5.265 5.404 3.864 5.603 5.605 pondem aos saldos de disponibilidades e aplicações interfinanceiras de liquidez, com conversibilidade Total Imposto de Renda – – 69 – Custódia de valores 2.222 3.655 797 2.320 3.891 918 imediata ou com prazo original de resgate igual ou inferior a 90 dias. b) Aplicações interfinanceiras de (a) Representado substancialmente por adiantamentos de férias para funcionários e adiantamento a Estruturação dos fundos Crédito tributário constituído sobre prejuízo fiscal 447 865 45 1.357 393 1.372 – 393 1.466 265 liquidez: Representam operações a preços fixos referentes às compras de títulos com compromisso de fornecedores; (b) Refere-se basicamente a valores de despesas de cartório, taxas e impostos de fundos Rendas de tarifas bancárias Contribuição Social 393 648 377 393 648 372 revenda e aplicações em depósitos interfinanceiros e estão demonstradas pelo valor de resgate, líqui- ativos que o Banco e a Corretora pagaram e depois solicitarão reembolsos e valores antecipados para Receita de corretagem Credito tributário constituído sobre base negativa 268 519 27 814 – – – 1.701 3.746 1.458 das dos rendimentos a apropriar correspondentes a períodos futuros. c) Títulos e valores mobiliários: Total 715 1.384 72 2.171 Distribuição de cotas (a) – – – 1.877 3.655 1.250 a abertura de fundos, deixando disponível em seu portfólio para futuras comercializações, no montante De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068/01, do Banco Central do Brasil, os títulos e valores Valor presente* 668 1.210 59 1.878 Renda de comissão mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da de R$ 24 (R$ 5 em 2011) e consolidado, R$ 151 (R$ 226 em 2011); (c) Em 31 de janeiro de 2011 a (*) O valor presente dos créditos tributários é calculado com base na taxa CDI. de colocação de títulos – – – 90 744 1.327 Administração. Os títulos e valores mobiliários foram classificados pela administração como: Títulos Corretora realizou a venda ao valor contábil de sua participação na Petra Capital Gestão de Investimen- Outras receitas de serviços 23. Instrumentos financeiros derivativos: Durante os exercícios de 2012 e de 2011, o Banco e a 78 146 22 215 634 91 disponíveis para venda: são aqueles que não se enquadram como para negociação ou como mantidos tos Ltda. para a Petra Asset Gestão de Investimentos Ltda. pelo valor de R$ 462. O valor será recebido Total Corretora não realizaram operações com instrumentos financeiros derivativos. 24. Gerenciamento de 8.686 15.394 6.600 12.712 24.695 11.286 até o vencimento e são ajustados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patri- em 15 parcelas de R$ 15 (destas oito já foram quitadas) e uma parcela final no montante de R$ 237. Em risco e índice de Basileia: Os instrumentos de Governança Corporativa do Conglomerado incluem mônio líquido, deduzido dos efeitos tributários. d) Demais ativos circulantes e realizáveis a longo prazo 3 de dezembro de 2012, a Corretora efetuou uma nova venda ao valor contábil de sua participação na (a) Refere-se, no consolidado, ao recebimento de comissões sobre a intermediação financeira realizada estrutura de controles internos revisadas periodicamente com vistas à manutenção de um adequado (não circulantes): Demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. para a Petra Asset Gestão de Investimentos Ltda. pelo valor na coordenação, colocação e distribuição pública de cotas emitidas pelos Fundos Administrados pela acompanhamento de riscos operacionais, de crédito, de mercado e de liquidez. A metodologia de gerenrendimentos e as variações monetárias pro-rata dia incorridos e as variações cambiais, deduzidos das de R$ 12, que será recebido em uma única parcela; (d) Representado substancialmente pelo ressarci- Corretora (em 2012 Fundo Orion R$ 521, Fundo Red Petrobras R$ 474, Fundo Credit R$ 338, Fundo ciamento de riscos no Conglomerado observa as orientações do Comitê de Basileia e as exigências do correspondentes provisões para perdas ou ajuste ao valor de mercado e rendas a apropriar. e) Investi- mento de despesas de infraestrutura para a Holding Petra S.A. no montante de R$ 249 (R$ 281 em Sifra Premium R$ 533, Fundo Sifra Star R$ 363, Fundo Credix R$ 201, Fundo Redfactor R$ 757, Fundo Acordo de Basileia II, priorizando a identificação dos possíveis riscos existentes nos diversos processos mentos: Estão demonstrados ao custo de aquisição, sendo que os investimentos em controladas estão 2011) . Com relação ao Consolidado R$ 277 (R$ 400 em 2011) refere-se ao mesmo tipo de despesa e da Instituição, a implementação e acompanhamento de indicadores-chave e de mecanismos de mitigaajustados por avaliação pelo método da equivalência patrimonial. f) Imobilizado de uso: Demonstrado ao R$ 170 deve-se a adiantamento de comissão sobre distribuição de cotas; (e) Refere-se à provisão para Prospecta R$ 175, FIDC Garson R$ 150, FIDC Daniele R$ 40, FIDC Empresarial R$ 30, FIDC Intercash ção dos riscos identificados. a) Risco operacional: Em consonância com a Resolução CMN nº 3.380/06 custo de aquisição. A depreciação do imobilizado de uso é computada pelo método linear, com base nas riscos trabalhistas constituída sobre processos considerados pelo departamento jurídico da Petra com R$ 40, Fundo Verax RPW R$ 33). O percentual da comissão varia de 0,25% a 6%, sobre o montante de o risco operacional é atribuído a eventuais perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de taxas anuais mencionadas na Nota 11, que levam em consideração a vida útil-econômica dos bens. chance de perda provável. Resumidamente, os processos tratam-se de reclamações pleiteando proje- cotas efetivamente colocado junto aos investidores. processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. O Conglomerado definiu sua política g) Intangível: O ativo intangível é composto por ativos não monetários identificáveis sem substância físi- ção do aviso prévio, nulidade da dispensa sem justa causa, dano moral, indenização por dispensa dis- 20. Despesas de pessoal: institucional, os processos, os procedimentos e os sistemas necessários à implementação da estrutura Individual Consolidado ca. Os valores registrados como ativo intangível são relativos a: I. Softwares, sendo que o Banco irá criminatória, reconhecimento de vínculo empregatício e horas extras. 12. Investimentos: Conforme de gerenciamento de risco operacional e adotou a metodologia do Indicador Básico, com o objetivo de 2012 2011 2012 2011 obter benefícios desses softwares em até cinco anos; e II. Ágio apurado na aquisição da carteira de Nota 1, em 30 de setembro de 2011, a Corretora tornou-se subsidiária do Banco e o saldo de investiapurar a parcela de capital para cobertura do Risco Operacional, conforme estabelecido pela Circular 2º 2º clientes da Fiere Gestão de Recursos de Terceiros Ltda., o qual é analisado a valor recuperável anual- mento, composto pela participação na Corretora, é conforme quadro a seguir: nº 3.383/08 e Comunicado nº 16.913/08 do Banco Central do Brasil. b) Risco de mercado: O risco de semestre Exercício Exercício semestre Exercício Exercício 2012 2011 mente. h) Redução ao valor recuperável de ativo: É reconhecida como perda, quando o valor de um mercado existe devido a oscilações de mercado que podem acarretar perdas para o Conglomerado. Remuneração 2.613 4.850 4.130 3.189 6.106 5.065 ativo ou de uma unidade geradora de caixa registrado contabilmente for maior do que o seu valor recu- Informações sobre a controlada: Estas oscilações podem ocorrer nos preços de ativos e passivos financeiros ou em variáveis determiEncargos 841 1.549 1.321 1.022 1.951 1.680 Número de ações de capital 5.930 5.930 perável ou de realização. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que nantes desses, como por exemplo, taxa de juros, taxas de câmbio, índices de preços e outros. O ConBenefícios 675 1.248 959 834 1.575 1.127 Patrimônio líquido gera fluxo de caixa, substanciais, independentemente de outros ativos ou grupos de ativos. As perdas glomerado monitora o risco de mercado por meio de um sistema que utiliza metodologias estatísticas a Outras 36 42 36 42 52 39 Capital social 5.930 5.930 por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. cerca da base histórica, dentre estas o Valor em Risco (Var), e, se necessário, testes de sensibilidade, Total 4.165 7.689 6.446 5.087 9.684 7.911 Ajuste a valor de mercado (10) (18) i) Créditos tributários, impostos e contribuições: As provisões para Imposto de Renda, Contribuição quais buscam simular e determinar os níveis máximos de perda esperada, em um determinado período 21. Outras despesas administrativas: Reservas de capital 62 56 Social, Programa de Integração Social - PIS e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social de tempo, com certo grau de confiabilidade, tanto em condições normais de mercado quanto em cenáPrejuízo líquido de exercícios anteriores (3.507) (3.495) - COFINS foram calculadas às alíquotas vigentes, considerando, para as respectivas bases de cálculo, Individual Consolidado rios de estresse e volatilidade. c) Risco de liquidez O risco de liquidez relaciona-se com a incapacidade 31/12/2012 a legislação pertinente a cada tributo. Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social 2012 2011 2012 2011 de atendimento das necessidades de caixa, ou seja, à ocorrência de descasamentos nos fluxos finansão constituídos sobre diferenças temporariamente indedutíveis, prejuízo fiscal de imposto de renda e Informações sobre o investimento na controlada: 2º 2º ceiros entre operações ativas e passivas e os reflexos decorrentes sobre a capacidade de obtenção de Número de ações possuídas 5.930 base negativa de contribuição social, às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente. A realização desses semestre Exercício Exercício semestre Exercício Exercício recursos financeiros pela instituição para o exercício de suas obrigações. O acompanhamento do risco Percentual de participação (%) 100 créditos tributários ocorrerá quando da realização das provisões constituídas e pela geração de lucros Despesas de processamento de liquidez é realizado a partir da volatilidade observada em taxas de juro, moedas e índices de ações; tributáveis, observando o limite de 30% do lucro real do período-base. Estes créditos tributários são re- Movimentação dos investimentos no exercício: de dados (a) 1.269 2.339 1.702 1.513 2.905 1.967 dos fluxos de caixa previstos, dos saldos globais de ativos e passivos. d) Risco de crédito: O risco de Saldo inicial 2.473 conhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos Despesas de serviços técnicos crédito atualmente é considerado imaterial devido ao início recente das atividades junto ao mercado, Resultado de equivalência patrimonial 12 técnicos e análises realizadas pela Administração. j) Ativos e passivos contingentes: O reconhecimento, especializados (b) 299 496 280 2.176 4.405 1.717 porém, as informações são gerenciadas por um sistema interno, o qual possui classificações de risco Ajuste a valor de mercado no patrimônio líquido (10) Despesas de aluguéis 226 417 348 518 1.024 699 a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, são efetuados de acordo com os criem conformidade com os parâmetros estabelecidos na Resolução nº 2.682/99 do Conselho Monetário 2.475 Despesas de depreciação Nacional. Neste intuito são utilizados instrumentos como a Política de Crédito e Classificação de Risco. térios definidos no pronunciamento técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contin- Saldo final e amortização 222 430 388 254 501 421 e) Limites operacionais - Acordo de Basileia: As diretrizes vigentes (Resoluções CMN nº 3.444/07 e nº Individual gentes, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis de 15 de setembro de 2009, em observância à reso- 13. Imobilizado: Despesas de viagens 105 166 108 162 283 167 3.490/97, respectivamente) mantiveram um indicador de alocação de capital mínimo de 11%, que é a 2012 2011 lução CMN nº 3.823/2009, conforme descrito a seguir: • Ativos contingentes são reconhecidos somente Despesas de serviços relação entre o Patrimônio Líquido de Referência (PR) de uma instituição financeira e o total de riscos Taxa de Valor Valor quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingendo sistema financeiro 77 151 137 292 612 328 assumidos em suas operações ativas, incluindo as garantias prestadas, riscos de mercado e riscos depreciação Custo Depreciação residual residual tes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa; • Passivos contingentes são proviDespesas de comunicação 68 131 77 168 380 226 operacionais. O Banco mantém patrimônio líquido compatível com o grau de risco da estrutura de seus 10% 481 (106) 375 416 sionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem mensu- Instalações Despesas de material 44 70 34 69 122 57 ativos calculado de forma consolidada com a Corretora, que constituem o Conglomerado Financeiro nos 10% 538 (117) 421 486 ráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados como de perdas possíveis são Móveis e equipamentos de uso Despesas de água, energia e gás 42 82 61 67 134 98 termos da Resolução CMN nº 2.099/94 e normas posteriores. Em 31 de dezembro de 2012, o índice de 20% 94 (23) 71 79 divulgados, e aqueles não mensuráveis com suficiente segurança e como de perdas remotas não são Sistema de comunicação Despesas de promoções adequação de capital (Índice Basileia) do Conglomerado foi de 57,52%. Enquanto o Patrimônio de Re20% 1.156 (478) 678 732 provisionados e/ou divulgados; • As obrigações legais são registradas como exigíveis, independente- Sistemas de processamento de dados e relações públicas 29 67 16 29 68 21 ferência (PR) foi de R$ 12.375 e o Patrimônio de Referência Exigido (PRE) que representa o consolida10% 2 – 2 2 mente da avaliação sobre as probabilidades de êxito. k) Passivo circulante e exigível a longo prazo: Sistema de segurança Despesas de publicações 18 18 20 32 33 32 do de todas as exposições a risco, com índice de alocação de 11% foi de R$ 2.367. 2.271 (724) 1.547 1.715 Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as Total Fernando Marques de Marsillac Fontes Diretor Presidente

Edilberto Pereira Diretor Vice-Presidente

Aos Administradores e Acionistas do Banco Petra S.A. - Curitiba - PR - Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Petra S.A. (“Banco”) e as demonstrações financeiras consolidadas C C m m m m m m m m m m m m R A m D m m m m C m m m m m R A N m m m m m m m m m m m m Um m m

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Diretoria Delano Macêdo de Vasconcellos Edmilson Pereira Domingos Elisangela de Moura Silva Mattioli Diretor Diretor Diretor Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras m m m m C C m m m m m m C m m m m m m m m m m C M m m m m m m m m m m m m m m m m m m m m m m m M m C R m R m m m m C G m m m m G R R m m m m O m O m m m m m m m m m m m m m m m

Contadora Adriana Brusnicki CRC 059398/O-7 PR m C C

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Indústria&Comércio

Publicidade Legal Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 maio de 2013 | Pág. A7

SÚMULA DE RECEBIMENTO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO A COMÉRCIO DE CAVACO SANTO ANTONIO, torna público que recebeu da Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SMMA, a Licença de Operação nº 10/740, válida até 08/02/2013, para as atividades de: Serrarias sem desdobramento de madeira; Comércio varejista de madeira e artefatos; localizada na Estrada Delegado Bruno de Almeida, nº 8930, Bairro Caximba, Município de Curitiba, Paraná. SÚMULA DE PEDIDO DE RENOVAÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO A COMÉRCIO DE CAVACO SANTO ANTONIO torna público que requereu à Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SMMA, a renovação da Licença de Operação nº 10/740, válida até 08/02/2013, para as atividades de: Serrarias sem desdobramento de madeira; Comércio varejista de madeira e artefatos; localizada na Estrada Delegado Bruno de Almeida, nº 8930, Bairro Caximba, Município de Curitiba, Paraná.

CONCREXAP SERVIÇOS DE CONCRETAGEM LTDA torna público que recebeu do IAP, para LICENÇA DE INSTALAÇÃO, com validade de 13/05/2015 para Usina de Fabricação de Concreto a ser localizada no bairro Bugre, município de Balsa Nova, Paraná.

A empresa abaixo torna público que recebeu do IAP, licença de operação para empreendimento a seguir especificado: empresa SEAL Comércio de Resíduos e Sucatas Ltda.; atividade comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicas; município Campo Largo, válida até 13/05/2019.

A CALCÁRIO GUAPIRAMA LTDA., torna público que requereu ao IAP Renovação da Licença de Operação nº 22115, para Extração Mineral de Calcário, na Fazenda São Francisco, Rancho Alegre, Guapirama, PR. A CALCÁRIO GUAPIRAMA LTDA., torna público que recebeu do IAP Licença de Operação nº 22115, para Extração Mineral de Calcário, na Fazenda São Francisco, Rancho Alegre, Guapirama, PR.

Sumula de Recebimento de Licença de Operação Michel Thierry do Brasil Unit Components do Brasil Ltda torna público que recebeu do IAP Licença de Operação até a data 28/05/2013, para Fabricação de capas , apoio de cabeça, painel de portas e medalhões para indústria automotiva em Quatro Barras.

COMUNICADO PÚBLICO A Vivo S.A., operadora do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas Regiões I, II e III do Plano Geral de Outorgas do SMP (PGA-SMP), que abrange o todo o território nacional, em atenção ao Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, anexo à Resolução 477/2007, comunica a seus clientes e ao público em geral o reajuste dos valores promocionais do Plano Vivo Empresas Flexível, destinado preferencialmente a Pessoas Jurídicas, a vigorar a partir de 01/06/2013, nos termos que seguem: Plano Vivo Empresas Flexível (108/POS/SMP) PR Habilitação Assinatura Mensal VC-1/VC VC-1R/VC-IR/VC-R Pacote 50 minutos VC-1/VC/VC-IR Pacote 100 minutos VC-1/VC/VC-IR AD

APLICAÇÃO por acesso por acesso por minuto por minuto mensal mensal por evento

Valores promocionais a vigorar a partir de 01/06/2013 Horário Único 0,00 29,70 0,74 1,48 37,12 74,24 1,48

Os valores neste ato apresentados como promocionais são válidos até 01 de Dezembro de 2013, data esta automaticamente prorrogável por mais 6 (seis) meses caso não haja publicação em contrário da Vivo S.A.

NOTIFICAÇÃO DE REVOGAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1428.12 Objeto: AQUISIÇÃO DE VEÍCULOS FURGÃO E MOBILIÁRIO. A Companhia de Saneamento do Paraná – SANEPAR notifica aos interessados a intenção de REVOGAR o Pregão Eletrônico nº 1428/2012, em razão da revisão das necessidades de aplicação do objeto. Em cumprimento ao Art 91, inciso III da Lei 15.608/07, fica assegurado o contraditório e a ampla defesa conforme determina legislação vigente. Curitiba, 24 de maio de 2013. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

AVISO DE PRORROGAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1187.13 Objeto: AQUISIÇÃO DE TV, CÂMERA, RADIO, PROJETOR E GPS. Esclarecimentos: Prorrogado para até as 17:00 horas do dia 11/06/13. Limite de Acolhimento de Propostas: Prorrogado para até às 09:00 horas do dia 13/06/13. Data da Disputa de Preços: Prorrogada para as 14:00 horas do dia 13/06/13. Curitiba, 28 de maio de 2013. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

A empresa abaixo torna público que recebeu do IAP, a Licença de Instalação – LI n.º 16770, para o empreendimento a seguir especificado: Empresa: Companhia de Saneamento do Paraná – SANEPAR. Atividade: Saneamento Básico – para fins de tratamento de esgoto sanitário. Finalidade da LP: Ampliação da ETE Belém. Município: Curitiba – Paraná. Validade: 08-05-2015.

AVISO DE LICITAÇÃO CONVITE 1251.13 Objeto: Contratação de três instituições financeiras para realização de avaliação econômico-financeira (Valuation) da Sanepar. Recurso: Próprio. Protocolo de Envelopes: até as 09h30 do dia 10/06/13. Abertura das Propostas: 10/06/13 às 10h. Preço Máximo: R$ 75.000,00 Informações Complementares: Podem ser obtidas na Sanepar, à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 – Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910 / 3330-3128 ou Fax (41) 3330-3901 / 3330-3200, ou pelo site http:// licitacao.sanepar.com.br/.

AVISO DE PRORROGAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N 1222.13 Objeto: AQUISIÇÃO DE MATERIAIS PARA INFRAESTUTURA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO PARA COMUNICAÇÃO DE DADOS E TELEFONIA. . Esclarecimentos: Prorrogado para até as 17:00 horas do dia 12/06/13. Limite de Acolhimento de Propostas: Prorrogado para até às 09:30 horas do dia 14/06/13. Data da Disputa de Preços: Prorrogada para as 10:00 horas do dia 14/06/13. Curitiba, 28 de maio de 2013. Antonio Hallage - Diretor Administrativo

AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1232.13 Objeto: Aquisição de Saco Plástico e Saco de Ráfia. Limite de Acolhimento de Propostas: 13/06/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 13/06/13 às 14h por meio 1 de 2 de sistema eletrônico no site http: //www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 18.500,00. AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1233.13 Objeto: Contratação de Serviços de Manutenção em Motores Elétricos. Limite de Acolhimento de Propostas: 13/06/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 13/06/13 às 14h30 por meio de sistema eletrônico no site http: //www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 77.795,12. AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1234.13 Objeto: Aquisição de Luva Simples PVC. Limite de Acolhimento de Propostas: 13/06/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 13/06/13 às 14h15 por meio de sistema eletrônico no site http: //www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 61.500,00. AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N 1236.13 Objeto: Contratação de Serviços de Manutenção em Motores Elétricos. Limite de Acolhimento de Propostas: 13/06/13 às 09h. Data da Disputa de Preços: 13/06/13 às 15h por meio de sistema eletrônico no site http: //www.licitacoes-e.com.br. Preço Máximo: R$ 107.795,72. Informações Complementares: Podem ser obtidas na Sanepar, à Rua Engenheiros Rebouças, 1376 – Curitiba/PR, Fones (41) 3330-3910 / 3330-3128 ou Fax (41) 3330-3901/ 3330-3200, ou no site acima mencionado.

CNPJ/MF nº 11.758.741/0001-52 DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO Vitor Junior Lustri, engenheiro da computação, brasileiro, casado, portador da cédula de identidade nº 7.612.271-7-SSP/PR, inscrito no CPF/MF sob o nº 006.307.329-30. Declara sua intenção de exercer cargo de administração no Banco Petra S.A. e que preenche as condições estabelecidas no art. 2º do Regulamento Anexo II à Resolução nº 4.122, de 2 de agosto de 2012. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da divulgação, por aquela Autarquia, de comunicado público acerca desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil - Av. Cândido de Abreu, 344 - 6º andar - Centro Cívico - Curitiba - PR - CEP 80530-914.

BANCO PETRA S.A.

CNPJ/MF nº 11.758.741/0001-52 DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO Douglas Gomes Filho, contador, brasileiro, casado, portador da cédula de identidade nº 13.657.814-7 - SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 122.736.088-61. Declara sua intenção de exercer cargo de administração no Banco Petra S.A. e que preenche as condições estabelecidas no art. 2º do Regulamento Anexo II à Resolução no 4.122, de 2 de agosto de 2012. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da divulgação, por aquela Autarquia, de comunicado público acerca desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil - Av. Cândido de Abreu, 344 - 6º andar - Centro Cívico - Curitiba - PR - CEP 80530-914.

COMUNICADO PÚBLICO A Vivo S.A., operadora do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas Região I, II e III, conforme Termos de Autorização nº 78/2012, 05/2010 e 06/2010, respectivamente, em atenção ao Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, anexo à Resolução 477/2007, comunica a seus usuários e ao público em geral, que a partir de 11/06/2013 a assinatura do Vivo Torpedo Info será alterada de R$2,50/semana para R$ 2,99/ semana. Valores com tributos.

Todos os valores neste ato apresentados já contemplam os tributos incidentes.

Para mais informações, acesse www.vivo.com.br ou ligue *8486 a partir de um celular Vivo, 1058 de qualquer telefone ou 0800 772 8346 para portadores de necessidades especiais de fala e audição.

Mais informações podem ser obtidas em nosso site na internet, no endereço www.vivo.com.br ou pela Central de Relacionamento, no telefone 1058 de qualquer telefone. Portadores de necessidades de fala/audição ligue 0800 772 8346.

Vivo S.A. CNPJ nº 02.449.992/0001-64

Vivo S.A. CNPJ nº 02.449.992/0001-64 JORNAL - ANJ (PR) - 2 x 10

A CALCÁRIO GUAPIRAMA LTDA., torna público que recebeu do IAP Licença de Operação nº 20.039, para Fabricação de Corretivo de Acidez, na Fazenda São José, PR 092, Km 315, s/nº, Rancho Alegre, Guapirama, PR. A CALCÁRIO GUAPIRAMA LTDA., torna público que requereu ao IAP Renovação da Licença de Operação nº 20.039, para Fabricação de Corretivo de Acidez, na Fazenda São José, PR 092, Km 315, s/ nº, Rancho Alegre, Guapirama, PR.

BANCO PETRA S.A.

3º OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL E 15º TABELIONATO DE PESSOAS NATURAIS Município e Comarca de CURITIBA, Estado PARANÁ Bel. Mônica Maria Guimarães de Macedo Dalla Vecchia Registradora Designada

  Faço saber que pretendem se casar:   01- GABRIEL WILHELM DE JESUS e STEPHANY JUSTUS VARGAS DE OLIVEIRA; 02- DIRCEU LUIZ NUNES JÚNIOR e AFAELA DE SANTANA SILVA SANTOS; 03- RENY MAURICIO FOLLADOR e ELISÂNGELA RIBEIRO DE OLIVEIRA; 04- GIUSEPPE ROMANO CANALLI e LETÍCIA KUMINEK DE AMORIM; 05- MELCHIOR SÉCUAS DA ROCHA e JULIANA MUNHOZ PEREIRA BUNICOSKI DA CRUZ.   Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei no prazo de 15 (quinze) dias. CURITIba, 28 DE MAIO de 2013 L&S ADMINISTRADORA DE BENS S/A CNPJ Nº 14.182.718/0001-50 NIRE 41300082723 ATA DA SEGUNDA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E TERCEIRA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA E DE TRANSFORMAÇÃO DO TIPO JURÍDICO DA COMPANHIA, DE SOCIEDADE POR AÇÕES EM SOCIEDADE POR QUOTAS DE RESPONSABILIDADE LIMITADA 01.FORMA: Lavrada nos termos do parágrafo primeiro do art. 130, da Lei 6.404/76. 02.DATA, HORA E LOCAL: 08.01.2013, às 09:00 horas, na sede social, na Rua Capitão Souza Franco, 95, Bairro Batel, Curitiba – Paraná, CEP: 80.730-420. 03.PUBLICAÇÕES: Dispensadas, de acordo com o disposto no art. 124, parágrafo quarto, da Lei 6.404/76. 04.PRESENÇA: Acionistas representando 100% (cem por cento) do capital social, conforme Livro de Presenças de Acionistas. 05.COMPOSIÇÃO DA MESA: Presidente da Mesa Sr. Samir Carlos Teixeira de Faria e Secretária Sra. Luisa Mari Gulin Teixeira de Faria. 06. CONVOCAÇÃO: Dispensada, face à presença de acionistas representando 100% (cem por cento) do capital social. 07. ORDEM DO DIA EM ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA: a) Apreciação, discussão e votação do Relatório da Diretoria e Balanço Geral referente ao exercício encerrado em 31.12.2012. 08. DELIBERAÇÕES: Dando início aos trabalhos o Sr. Presidente da Mesa determinou a mim Secretária, que procedesse a leitura dos documentos a que https://eproc4.jfpr.jus.br/eprocV2/controlador.php?acao=acessar_docu...se refere a letra “a”, da Ordem do Dia. Concluída a leitura, o Sr. Presidente da Mesa, dando prosseguimento aos trabalhos, fez rápidos esclarecimentos sobre os assuntos em exame, inclusive que a sociedade está desobrigada da publicação do Balanço Patrimonial por se enquadrar no Artigo 294 da Lei 6.404/76, recomendando AÇÃO MONITÓRIA Nº 5025975-53.2011.404.7000/PR a assembleia a aprovação do Balanço Patrimonial e das Demonstrações referente AUTOR : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF ao exercício encerrado em 31/12/2012. Após considerações, o Sr. Presidente da RÉU : ASBC DECORACAO DE INTERIORES LTDA. - ME Mesa colocou em votação os documentos e a proposição referente aos resultados, : ELIZEU PEDROSO DOS SANTOS matéria esta, toda constante da letra “a”, da Ordem do Dia, a qual foi aprovada por unanimidade de votos sem reservas ou restrições. : SILVANE MENDES FERREIRA 09. ORDEM DO DIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA E DE EDITAL N.º 7219184 TRANSFORMAÇÃO DO TIPO JURÍDICO: a) Deliberar sobre a transformação do tipo jurídico da companhia, de sociedade por EDITAL DE CITAÇÃO COM PRAZO DE 60 (SESSENTA) DIAS. ações em sociedade por quotas de responsabilidade limitada, e demais atos relativos à operação, mantendo sua denominação social como “L&S ADMINISTRADORA DE A DOUTORA ANA CAROLINA MOROZOWSKI, JUÍZA FEDERAL BENS LTDA”; SUBSTITUTA DA 3ª VARA DE CURITIBA, SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ, NA FORMA b) Outros assuntos de interesse da sociedade. DA LEI, ETC. 10. DELIBERAÇÕES: Concluída a leitura, o Sr. Presidente da mesa dando prosseguimento aos trabalhos, FAZ SABER, a todos os que o presente edital virem, ou dele conhecimento tiverem, passou a tratar do assunto constante da letra “a”, da Ordem do Dia da Carta Convite que perante este Juízo e Secretaria se processam os Autos de AÇÃO MONITÓRIA nº em ASSEMBLEIA GERAL DE EXTRAORDINÁRIA E DE TRANSFORMAÇÃO DO TIPO JURÍDICO, deliberando sobre a transformação do tipo jurídico da companhia, 5025975-53.2011.404.7000 em que figura como requerente CAIXA ECONÔMICA FEDERAL de sociedade por ações em sociedade por quotas de responsabilidade limitada, - CEF e requerido ELIZEU PEDROSO DOS SANTOS, brasileiro, casado, inscrito no CPF/MF nº inclusive mantendo a mesma denominação social alterando somente o tipo 026.614.919-70, RG nº 75.764.630-6, com último endereço conhecido na Avenida Marginal, 103 jurídico. Referindo-se mais o senhor presidente sobre as deliberações tomadas - Cachoeira - CEP 83.503-300 Almirante Tamandaré - PR por unanimidade, na Assembleia Geral Extraordinária e de Transformação do Tipo Como o requerido ELIZEU PEDROSO DOS SANTOS encontra-se em lugar Jurídico, disse que foi aprovada a transformação do tipo jurídico da companhia incerto e não sabido, não sendo por isso citado pessoalmente, de sociedade por ações em sociedade por quotas de responsabilidade limitada, conforme os seguintes termos e condições: (a) a sociedade terá a denominação de CITA-O por meio do presente, para que, no prazo de 15 (quinze) dias, EFETUE “L&S ADMINISTRADORA DE BENS LTDA.”, sendo mantido inalterado o valor do O PAGAMENTO da quantia de R$ 45.835,26 (quarenta e cinco mil oitocentos e trinta e cinco capital subscrito e integralizado de R$ 464.225,65 (quatrocentos e sessenta e quatro reais e vinte e seis centavos) valor fornecido pela CEF, atualizado até julho/2011, a ser atualizado mil, duzentos e vinte e cinco reais e sessenta e cinco centavos) (b) as 46.422.565 monetariamente até a data do efetivo pagamento, ficando ciente de que se efetuar o pagamento (quarenta e seis milhões, quatrocentos e vinte e dois mil, quinhentas e sessenta e do valor acima indicado, no prazo fixado, ficará isento de custas e honorários advocatícios, ou, cinco) ações ordinárias nominativas atualmente existentes serão canceladas e substituídas por 46.422.565 (quarenta e seis milhões, quatrocentos e vinte e dois em querendo, no mesmo prazo, OFEREÇA EMBARGOS, independente da segurança do mil, quinhentas e sessenta e cinco) quotas, a serem distribuídas entre os sócios de Juízo. Ciente que, nos termos do artigo 1.102c do CPC, o não pagamento e a ausência de “L&S ADMINISTRADORA DE BENS LTDA” na proporção de suas participações no embargos no prazo de 15 (quinze) dias, constituir-se-á, de pleno direito o título executivo judicial, capital social. Dessa forma, o capital social que é de R$ 464.225,65 (quatrocentos convertendo-se o mandado inicial em mandado executivo, e prosseguindo-se o processo como e sessenta e quatro mil, duzentos e vinte e cinco reais e sessenta e cinco centavos) execução por quantia certa, nos termos dos artigos 1.102b e 1.102c, § 1º, do Código de Processo passa a ser dividido em 46.422.565 (quarenta e seis milhões, quatrocentos e vinte Civil. e dois mil, quinhentas e sessenta e cinco) quotas, no valor de R$ 0,01 (hum centavo de real) cada uma. (c) a sociedade continuará a operar com o mesmo Para que chegue ao conhecimento de todos e principalmente do interessado, ativo e passivo, mantendo a mesma escrituração, atendidas as exigências legais mandou a MM. Juíza passar o presente edital, que será fixado em lugar de costume desta Vara e de natureza fiscal e contábil, não sofrendo qualquer solução de continuidade em publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região. O prazo deste, que começará a seus negócios, bens, direitos, obrigações e atividades sociais, sendo garantidos os fluir da data da publicação, terá transcorrido assim que decorram os 60 (sessenta) dias, fixados direitos dos credores, situação essa que os sócios, em sua totalidade, reconhecem em epígrafe, e assim, perfeita estará a CITAÇÃO. Eu, Julia S. Camargo/Técnico Judiciário, e aprovam, sem quaisquer restrições; (d) a sociedade passará a ser regida pelos digitei, e vai conferido pela Diretora de Secretaria, Eliane Nisihara Peixoto. dispositivos da Lei n° 10.406 de 10/01/2002, bem como pela legislação aplicável, e por seu Contrato Social ora aprovado, que será levado a registro na Junta Comercial do Paraná, em anexo à presente ata de assembleia. Fica consignado, finalmente, Dado e passado nesta cidade de Curitiba, em 08/05/2013. que todas as deliberações foram tomadas pela unanimidade dos presentes. Na sequência o senhor presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso Ana Carolina Morozowski e, como ninguém se manifestasse, foram encerrados os trabalhos e suspensa a Juíza Federal Substituta reunião pelo tempo necessário à lavratura desta ata no livro próprio, a qual, após ter sido reaberta a sessão, foi lida e aprovada por unanimidade de votos sem reservas ou restrições. PENÍNSULA SECURITIZADORA S.A. 09.QUORUM DELIBERATIVO: Todas as deliberações foram aprovadas pela Documento eletrônico assinado por Ana Carolina Morozowski, Juíza Federal Substituta, na forma do CNPJ/MF 10.465.924/0001-17 unanimidade dos presentes. NIRE: 413.000.766-18 10.ENCERRAMENTO: Foram suspensos os trabalhos até a lavratura da presente, Ata da 3ª Assembleia Geral Ordinária que lida e achada conforme foi por todos assinada. DATA, HORA E LOCAL: Aos 25 dias do mês de Abril do ano de 2013, às 14:00 horas, na sede 28/5/2013 12:42 social localizada na Rua Osorio Ribas de Paula, nº 94, - 9º andar, Sala 902, Centro, CEP 86.80011.ACIONISTAS PRESENTES: SAMIR CARLOS TEIXEIRA DE FARIA, LUISA MARI 140 – na Cidade de Apucarana, Estado do Paraná. GULIN TEIXEIRA DE FARIA, RODRIGO GULIN TEIXEIRA DE FARIA e ANDRÉA CONVOCAÇÃO: sendo dispensada a convocação, nos termos do Parágrafo 4º, do Artigo 124, da Lei nº GULIN TEIXEIRA DE FARIA. 6.404, de 15 de dezembro de 1976, face a presença confirmada de todos os acionistas. PRESENÇA: 12.CERTIDÃO: Certifico que a presente ata é cópia fiel da ata lavrada no livro de reuniram-se os acionistas da sociedade, representando a totalidade do capital social da PENÍNSULA Registro de Atas de Assembleias nº 01 da companhia. SECURITIZADORA S.A., Sarita Maria Mendes Montenegro Gomes Presidente, Mariana Mendes Montenegro Gomes Vice Presidente, António Carlos Montenegro Gomes Diretor Executivo. Curitiba, 08 de janeiro de 2013. Para presidir a Assembleia foi eleita por unanimidade Sra. Sarita Maria Mendes Montenegro Gomes, SAMIR CARLOS TEIXEIRA DE FARIA que aceitando a incumbência convidou a mim, Sra. Mariana Mendes Montenegro Gomes, para Presidente secretariá-la, no que aceitei, assim se constituindo a mesa e dando-se início aos trabalhos. ORDEM LUISA MARI GULIN TEIXEIRA DE FARIA DO DIA: I – Aprovar o relatório da Administração e Demonstrações Contábeis Financeiras do exercício Secretária de 2012; II - Aprovar a distribuição do lucro líquido do exercício de 2012– e III – Outros assuntos de interesse da sociedade. Registrada na Junta Comercial do Estado do Paraná sob o nº 41207603298 Deliberações: I – Dispensada a publicação dos anúncios a que se refere o art. 133, da Lei 6.404/76, em 06/05/2013 no uso da faculdade prevista pelo §4º, do mesmo dispositivo, foi aprovado o relatório da Administração e Demonstrações Contábeis-Financeiras, referente ao exercício social encerrado em 31-12-2012, devidamente autenticado pelos acionistas, nos termos do art. 294, da Lei 6.404/76, bem como aprovadas, sem qualquer ressalva ou restrição, todas as contas e atos praticados pela Diretoria da CIA referente ao exercício acima mencionado, nos termos do art. 294 da mesma Lei acima referida. II – Aprovada a distribuição do Lucro líquido do exercício de (em milhares de Reais) R$ 193 da seguinte forma: a) Em Reserva Legal - R$ 10; b) Em Obrigações Sociais Estatutárias – R$ 46;, c) foi aprovado R$ 137; de distribuição de dividendos., d) e da conta reserva de lucros de exercícios anteriores R$ 764; foi aprovado R$ 214; de distribuição de dividendos, e) permanecendo na conta reserva de lucros R$ 550. III - Da Ordem do Dia o Sr. Presidente ofereceu a palavra aos presentes para tratarem de assuntos de interesse social e, como ninguém se manifestou, os trabalhos foram suspensos pelo tempo necessário à lavratura da presente Ata. Reabertos aos trabalhos, esta Ata foi lida e, de forma unânime, aprovada e assinada pelos presentes, que autorizaram sua publicação sem as suas assinaturas, conforme Artigo 130, Parágrafo Segundo, da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Na qualidade de Presidente e Secretário da Assembleia, declaramos encerrada assembleia que a presente é cópia fiel da Ata original lavrada no livro próprio, Apucarana 25 de Abril de 2013. (a.a.) – Sarita Maria Mendes Montenegro Gomes, Presidenta, Mariana Mendes Montenegro Gomes – Secretária. Acionistas Presentes: Sarita Maria Mendes Montenegro Gomes, Mariana Mendes Montenegro Gomes, António Carlos Montenegro Gomes. Sarita Maria Mendes Montenegro Gomes CPF: 459.553.879-00 Presidenta - Mesa Mariana Mendes Montenegro Gomes CPF: 040.539.209-57 Diretora Vice Presidente Secretária António Carlos Montenegro Gomes CPF: 046.636.698-16 Diretor Executivo


Judiciário

Indústria&Comércio

Justiça&Direito

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A8

www.justicaedireito.com

Justiça condena CEF e Rudder a indenizarem cliente exposta à humilhação O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) condenou, na última semana, a Caixa Econômica Federal (CEF) e a empresa de segurança Rudder a pagarem R$ 10 mil de indenização por danos morais a uma cliente da CEF que teria sofrido constrangimento ao ser barrada na porta giratória. Conforme narrado pela autora da ação, ao tentar entrar na agência Passo d’Areia, em Porto Alegre, a porta giratória teria trancado por duas vezes. Ela então esvaziou a bolsa e ainda assim a porta seguia trancando. Ela teria então chamado o gerente, que veio examinar seus pertences. Nesse momento, o segurança teria feito uma provocação a ela ao perguntar se não seria uma “pegadinha”. Sentindose desrespeitada, chamou a

Justiça do Trabalho

polícia e acabou sendo presa, pois, segundo alega, teria ficado nervosa, descontrolado-se e desacatado os policiais. Ela ajuizou ação na Justiça Federal da capital gaúcha alegando que o incidente causoulhe grave abalo psíquico e que as instituições bancárias devem fazer uso da porta giratória com razoabilidade para não expor os clientes a vexames e humilhações. Após sentença de procedência a favor da autora, a CEF e a Rudder recorreram no tribunal, argumentando que a culpa pelo ocorrido era apenas da autora. “A apelada é que demonstrou um grave descontrole emocional que a impediu de enfrentar com naturalidade os fatos por ela vivenciados”, diz trecho da apelação impetrada pela Rudder.

Projeto pretende dar mais eficácia à execução das sentenças O projeto de lei propõe a dar mais efetividade na execução das sentenças trabalhistas

O

Senado Federal, que realizou uma sessão solene em homenagem aos 70 anos da CLT, tem sob seu exame um projeto de lei que, se aprovado, se propõe a dar mais efetividade a um dos pontos mais sensíveis das reclamações trabalhistas: a fase de execução, aquela em que as sentenças são de fato cumpridas e o trabalhador recebe o que lhe é devido. De autoria do senador Romero Jucá (PMDB/RR), elaborado a partir de propostas sugeridas por uma comissão de ministros do Tribunal Superior do Trabalho e de juízes de primeiro e segundo graus, o Projeto

STJ

Pai que se recusa a pagar cirurgia de filho pode ser preso A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus a pai que se recusou a pagar metade do custo de uma cirurgia de emergência de varicocelectomia à qual se submeteu seu filho menor. O argumento do genitor da criança se resumia ao fato de que o acordo firmado entre as partes estabelecia, além do pagamento de pensão alimentícia, apenas o rateio de despesas para a compra de medicamentos com receita médica. Segundo ele, qualquer procedimento cirúrgico estaria excluído do acerto. Consta do processo que, no curso de execução de dívida alimentar, as partes celebraram acordo prevendo que,

O controle externo da atividade policial é da natureza essencial do Ministério Público (MP), por se tratar de um dos seus modos de atuação como fiscal da lei. Com esse entendimento, o ministro Humberto Martins reconheceu o direito líquido e certo do MP Federal a obter documentação relativa a equipamentos e servidores da Polícia Federal no Rio Grande do Sul. A decisão afasta as restrições impostas pela Resolução 1/2010 do Conselho Superior de Polícia (CSP) da PF, que buscava limitar o controle externo da atividade policial pelo MPF. Para o ministro,

Professor receberá por apostila elaborada para pré-vestibular A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu manter uma indenização de R$ 3 mil a ser paga a um professor de matemática que elaborou conteúdo para uma revisão do terceiro ano do ensino médio, utilizado em apostila confeccionada e utilizada pelo Instituto Sinodal de Assistência Educação e Cultura – ISAEC durante dois anos seguidos como material didático para vestibular. A decisão de indenizar o professor por utilização de obra intelectual havia sido fixada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR). O professor descreveu na reclamação trabalhista que foi contratado em 2006 para ministrar aulas e, posteriormente, para elaborar apostila de revisão, utilizada pelo ISAEC. O professor sustenta que levou em média três meses para a produção, mas nada teria recebido pelo trabalho. Segundo ele, deveria ter recebido em média R$ 8 mil.

a norma interna da PF contraria a lei que regula os poderes de fiscalização concedidos pela Constituição de 1988 ao MPF. Na origem, o MPF ingressou com mandado de segurança contra o delegado da PF de Santo Ângelo (RS), buscando acesso a documentos relativos a servidores e terceirizados em exercício e afastados na unidade, coletes à prova de balas disponíveis e seus prazos de validade, ordens de missão policial expedidas nos doze meses anteriores e registros de sindicâncias e procedimentos disciplinares no mesmo período.

foi reconhecido judicialmente. “Em média, de cada 100 reclamantes que obtêm ganho de causa, somente trinta e um alcançam êxito efetivo na cobrança de seu crédito”, destacou o senador Jucá na justificativa que acompanha o projeto. A execução atualmente é regida por três leis: a CLT, a Lei 6.830/1980 (Lei de Execuções Fiscais) e o Código de Processo Civil (CPC). Mas a aplicação de dispositivos do CPC, usados na área cível (como a multa do artigo 475-J por atraso no cumprimento de obrigações), é um tema controvertido na Justiça do Trabalho.

Para o TRF4, o MPF só poderia fiscalizara a atuação da PF no contexto da atividade investigativa, para garantir a legalidade e eficiência das provas colhidas para formação da denúncia.

PENÍNSULA SECURITIZADORA S.A.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO FINDO EM 31 DEZEMBRO

APUCARANA - PR CNPJ: 10.465.924/0001-17 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

R$ mil

BALANÇO PATRIMONIAL FINDO EM 31 DEZEMBRO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

ATIVO

R$ mil

R$ mil

CIRCULANTE

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, recebeu na tarde de ontem representantes de mais uma instituição financeira que está investindo na racionalização dos recursos judiciais. Representantes do conglomerado Itaú-Unibanco, que já desistiu de 4,5 mil recursos que tramitavam no STJ, anunciaram um novo procedimento adotado pelo departamento jurídico da instituição: a padronização dos recursos.

dos não cumpridos e os termos de conciliação firmados em comissões de conciliação prévia, passam a ser executados também os compromissos firmados com a fiscalização do trabalho, acordos perante o sindicato, cheques e títulos que correspondam inequivocamente a verbas trabalhistas e qualquer documento que reconheça a dívida, inclusive o termo de rescisão do contrato de trabalho. A Justiça do Trabalho conta atualmente com 2,7 milhões de processos já solucionados e transitados em julgado nos quais o trabalhador ainda não recebeu aquilo que lhe

Norma da Polícia Federal não pode limitar controle externo pelo MPF

“em caso de doença do filho que necessite da compra de medicamentos com receita, cujo valor exceda R$ 30,00, cada uma das partes arcará com 50% das despesas”. Com base nesse acordo, o pai se recusou a assumir o pagamento de R$ 1.161,50, correspondente à metade do valor despendido para a cirurgia, realizada em dezembro de 2011. O juízo da execução não aceitou a discordância e decretou sua prisão por falta de pagamento da dívida. O relator, ministro Villas Bôas Cueva, iniciou citando e acolhendo integralmente o parecer do Ministério Público Federal quanto à conveniência e à necessidade da medida.

Itaú anuncia a padronização de seus recursos no STJ

de Lei do Senado (PLS) 606/2011 propõe uma revisão dos trâmites da execução, conciliando-as com as regras do direito processual civil, que, atualmente, dispõe de normatização mais efetiva para a cobrança dos créditos devidos ao trabalhador. A proposição altera o Capitulo V, Título X, da CLT, que trata, a partir do artigo 876, do processo de execução trabalhista. O texto amplia o rol de títulos executivos extrajudiciais executados pela Justiça do Trabalho: além dos termos de ajuste de conduta (TAC) firmados com o Ministério Público, os acor-

Caixas e Equivalentes de Caixa Direitos Creditórios Outras Contas a Receber NÃO CIRCULANTE Investimentos Imobilizado TOTAL DO ATIVO

Nota 5

Nota 6

2012

2011

5.835

5.656

577 5.258 -

218 5.438 -

230 138 92

130 43 87

6.065

5.786

CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Impostos, Taxas e Contribuições Obrigações Sociais e Estatutárias Salários e Contribuições Sociais Outros Valores Realizáveis NÃO CIRCULANTE Debêntures Captadas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reserva Legal Reserva de Lucros TOTAL DO PASSIVO

2012 1.169 1.054 40 65 10 3.257 3.257 1.639 1.000 89 550 6.065

Nota 7

2011 1.572 1.497 50 19 6 2.371 2.371 1.843 1.000 79 764 5.786

CAPITAL

SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO 1 - LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 2 - INTEGRALIZAÇÃO DO CAPITAL 3 - DESTINAÇÕES - Dividendos Distribuidos - Obrigações Legais e Estatutárias - Reserva Legal - Reserva de Lucros SALDOS NO FINAL DO PERÍODO MUTAÇÕES DO PERÍODO

TOTAIS

SUBSCRITO 1.000 -

RESERVA LEGAL 79 193 -

RESERVA DE LUCROS 764 193 621

LUCRO/PREJUÍZO ACUMULADO 1.051

(46) 1.000 -

10 89 10

(214)

(137)

(351)

(252)

550 (214)

(10) -

1.639 (204)

(605) 1.843 815

2012 1.843

2011 1.028

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (Valores em R$ mil) NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia tem por objeto social: a) a aquisição e securitização de direitos creditórios não padronizados, vencidos e/ou a vencer, performados ou a performar, originados de operações realizadas por pessoas físicas ou jurídicas nos segmentos comercial, industrial, e que sejam passíveis de securitização, conforme Política de Crédito devidamente aprovada pela Diretoria; b) a emissão e colocação, junto ao mercado financeiro e de capitais, de Debêntures, ou de qualquer outro título de crédito ou valor mobiliário compatível com suas atividades. NOTA 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e em observância as disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações Lei nº 6.404/76 alterada pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”). NOTA 3. BASE DE PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Declaração de conformidade com relação às normas IFRS e às normas do (CPC). As presentes demonstrações financeiras incluem: As demonstrações financeiras preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que seguem os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Padronização Contábil (CPCs). Essas são as primeiras demonstrações preparadas conforme as normas IFRS nas quais o CPC nº 37 foi aplicado. Essas demonstrações financeiras individuais são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. As políticas contábeis estabelecidas na nota explicativa 4 foram aplicadas na preparação das demonstrações financeiras para o 2º Semestre encerrado em 31 de dezembro de 2012, nas informações comparativas apresentadas nestas demonstrações financeiras para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2011, estas auditadas pela Vetor Auditores Independentes S/S. Não houve ajustes significativos na adoção inicial das IFRS e dos CPCs. A Companhia considerou as normas do CPC descritas abaixo no decorrer do exercício findo em 31 de dezembro de 2012. CPC 24 - Evento Subseqüente CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis CPC 27 – Ativo Imobilizado CPC 30 - Receitas CPC 37 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade NOTA 4. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS Dentre os principais procedimentos adotados para a elaboração das demonstrações financeiras, ressaltamos: A) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado pelo regime de competência. B) ATIVO E PASSIVO CIRCULANTE E NÃO CIRCULANTE Os ativos são reconhecidos pelos valores de realização, incluindo os rendimentos, as variações monetárias auferidas e os passivos demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos, as variações monetárias incorridas, demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos, as variações monetárias incorridas. C) PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO A provisão do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido foi constituído à alíquota de 15% (quinze por cento), com adicional federal de 10% (dez por cento), sobre a parcela excedente a R$ 60 mil trimestrais e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido foi constituída à alíquota de 9% (nove por cento), do lucro líquido ajustado, na forma que dispõe a legislação vigente com base na tributação pelo lucro presumido.

NOTA 5. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA DESCRIÇÃO 2012 2011 Caixa 517 165 Bancos conta Movimento 58 51 Aplicações Financeiras 2 2 TOTAL 577 218 NOTA 6. IMOBILIZADO DESCRIÇÃO 2012 2011 Móveis e Utensílios 34 34 Equipamentos de Informática 24 19 Veículos 34 34 TOTAL 92 87 NOTA 7. DEBÊNTURES PRIMEIRA EMISSÃO Foram emitidas 10.000 debêntures conforme demonstrado abaixo: Data de emissão : 17/dez./08; Modalidade : Simples não conversível em ações; Garantia : Direitos creditórios da carteira de ativos da emissora; Valor nominal : R$10.000.000,00 Séries : (02) Duas séries. Base remuneratória : As debêntures da 1ª série têm como base à variação acumulada de 120% (cento e vinte por cento) das taxas médias diárias dos Depósitos Interfinanceiros (“DI”) de um dia, Extra-Grupo (Taxa DI); calculadas e divulgadas pela CETIP, já as debêntures da 2ª série terão remuneração baseada na variação da TJLP calculadas pela média diária a base de 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis a serem pagos no vencimento das debêntures em 17/dez./16. SEGUNDA EMISSÃO Foram emitidas 5.000 debêntures conforme demonstrado abaixo: Data de emissão : 23/Julho./2017; Modalidade : Simples não conversível em ações; Garantia : Direitos creditórios da carteira de ativos da emissora; Valor nominal : R$ 5.000.000,00 Séries : (05) Cinco séries. Base remuneratória : A base da remuneração do valor unitário das Debêntures da 1ª série será, a partir da data de emissão, 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos depósitos interfinanceiros (“DI”) de um dia, “over extra-grupo”, expressa na forma de percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, a serem pagos no vencimento das debêntures em 23/Julho./17. Em 31/dezembro/12, o saldo é de R$ 3.257.507,38 representado por 2.612 debêntures. NOTA 8. CAPITAL SOCIAL O capital social da companhia é de R$1.000.000,00 (um milhão de reais), representado por 1.000.000 (um milhão) de ações ordinárias com direito a voto de forma nominativa e com valor nominal de R$1,00 (um real) cada. NOTA 9. LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA BRASILEIRA A Lei Nº 11.638/07, alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações, (Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976), notadamente em relação ao capítulo XV, sobre matéria contábil, com vigência a partir de janeiro de 2008 e alterada pela Medida Provisória nº 449, de 03 de dezembro de 2008, convertida na Lei nº 11.941/2009. Essa Lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a lei societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes das normas internacionais de contabilidade (IFRS) e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Em 31 de dezembro de 2012, a Instituição fez uma avaliação dessas alterações destacando o que segue: A administração entende que não há nas demonstrações contábeis, ajustes a serem feitos referentes ao valor presente das operações ativas e passivas de longo prazo ou relevantes de curto prazo.

2011 2.538 2.538 (93) (93) 2.445 (1.283) (315) (968) 1.162 (111) 1.051 1,05

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO R$ mil ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido do Exercício

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO - R$ mil EVENTOS

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Receita com Deságio (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Impostos e Contribuições LUCRO OPERACIONAL BRUTO RECEITA (DESPESAS) OPERACIONAIS Financeiras Gerais e Administrativas RESULTADO OPERACIONAL IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro por Ação

2012 1.885 1.885 (69) (69) 1.816 (1.508) (264) (1.244) 308 (115) 193 0,19

(AUMENTO) DIMINUIÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS Direitos Creditórios a Receber Outros Valores a Receber AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE PASSIVOS OPERACIONAIS Debentures Captadas Empréstimos e Financiamentos Impostos, Taxas e Contribuições Obrigações Sociais e Estatutárias Salários e Contribuições Sociais Outras Contas a Pagar FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Integralização de Capital Dividendos Investimentos CAIXA APLICADO NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Compra de Ativo Imobilizado CAIXA (APLICADO) ORIUNDO DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE CAIXA E EQUIVALENTES CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO PERÍODO Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Período

2012

2011

193 193

1.051 1.051

180 180

(2.494) 6 (2.488)

886 (443) (10) 4 437

590 1.388 20 (179) 5 (65) 1.759

(351) (95) (446) 364

16 (252) (43) (279) 43

(5)

91

(5) 359

91 134

218 577 359

84 218 134

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e Acionistas da PENINSULA SECURITIZADORA S.A. APUCARANA – PR Examinamos as demonstrações contábeis da Península Securitizadora S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, normas expedidas pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Península Securitizadora S.A., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e o seu fluxo de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela CVM Comissão de Valores Mobiliários. Curitiba (PR), 10 de Abril de 2013. CWB AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC-PR nº006933/O-0 JACIRA JOSVIAK SEMINOTTI Contador CRC-PR-061330/O-8


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Indústria&Comércio

Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A9

PARANÁ EQUIPAMENTOS S.A. CNPJ-MF 76.527.951/0001-85 RELATÓRIO

DA

ADMINISTRAÇÃO

Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. o nosso balanço patrimonial e as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, e as demonstrações de fluxo de caixa com as notas explicativas dos administradores, referentes ao exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. Permanecemos à disposição dos senhores acionistas para eventuais esclarecimentos que se tornarem necessários. Curitiba, 31 de março de 2013 Conselho de Administração - Diretoria

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro - (Em milhares de reais) Consolidado

Controladora

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 8) Instrumentos financeiros derivativos (Nota 7) Contas a receber de clientes (Nota 9) Estoques (Nota 10) Bens em locação destinados à venda (Nota 15) Tributos a recuperar (Nota 11) Adiantamentos a fornecedores Outros ativos Não circulante Realizável a longo prazo Títulos e outras contas a receber (Nota 12) Partes relacionadas (Nota 13) Tributos diferidos (Nota 23) Depósitos judiciais

Investimento em controlada (Nota 14) Imobilizado (Nota 15)

Total do ativo

2012

2011

2012

2011

52.331 5.445 194.583 99.943 25.058 12.893 2.982 3.008

14.349 5.377 119.282 106.775 27.090 15.333 9.421 4.420

52.550 5.445 194.753 99.943 25.058 12.893 2.988 3.228

14.554 5.377 119.502 106.775 27.090 15.531 9.427 4.420

396.243

302.047

396.858

302.676

1.036 9.427 5.982 1.507

1.036 10.411 9.973 1.196

1.036 9.181 5.982 1.507

1.036 10.089 9.973 1.196

17.952

22.616

17.706

22.294

4.829 110.687

4.455 90.326

110.938

133.468

117.397

128.644

112.870

529.711

419.444

525.502

415.546

90.576

Controladora

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores (Nota 16) Instrumentos financeiros derivativos (Nota 7) Adiantamentos de clientes Empréstimos e financiamentos (Nota17) Salários e encargos sociais Tributos a pagar (Nota 18) Programa de recuperação fiscal - REFIS (Nota 19) Dividendos e juros sobre capital próprio (Nota 22) Participação dos administradores Partes relacionadas (Nota 13) Outros passivos Não circulante Empréstimos e financiamentos (Nota17) Tributos a pagar (Nota 18) Programa de recuperação fiscal - REFIS (Nota 19) Provisões para contingências (Nota 21) Patrimônio líquido (Nota 22) Capital social Reservas de lucros Total do passivo e do patrimônio líquido

Consolidado

2012

2011

2012

2011

212.621 315 5.122 71.389 13.094 6.597 926 8.227 1.312 5.079 7.886 332.568

82.730 189 7.865 103.900 13.284 3.219 147 5.392 660 4.578 4.915 226.879

212.627 315 5.122 71.389 13.093 6.597 926 8.227 1.312 1.180 7.571 328.359

82.736 189 7.936 103.900 13.284 3.195 147 5.392 660 851 4.691 222.981

80.967 134 772 1.069

89.465 134 1.976 1.069

80.967

89.465

772 1.069

1.976 1.069

82.808

92.644

82.808

92.644

59.770 54.565

49.961 49.960

59.770 54.565

49.961 49.960

114.335 529.711

99.921 419.444

114.335 525.502

99.921 415.546

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Demonstrações do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma 2012

2011

2012

2011

899.609

774.076

899.609

778.506

Operações continuadas

Custo dos produtos vendidos, das locações e dos serviços prestados (Nota 25) Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Com vendas (Nota 25) Despesas gerais e administrativas (Nota 25) Resultado de equivalência patrimonial (Nota 14)

(754.896) 144.713

(636.096) (754.896) 137.980

144.713

(636.858) 141.648

(45.949)

(54.065)

(45.949)

(54.065)

(41.786)

(48.459)

(42.160)

(48.459)

374

2.354

(3.443)

5.763

(3.443)

4.737

Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Participações de empregados e administradores nos lucros

(3.991)

(3.769)

(3.991)

(3.769)

(94.795)

(98.176)

(95.543)

(101.556)

49.918

39.804

49.170

40.092

(23.473) 12.037

(39.370) 15.394

(23.473) 12.037

(39.375) 15.423

(11.436)

(23.976)

(11.436)

(23.952)

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social

38.482

15.828

37.734

16.140

Imposto de renda e contribuição social (Nota 23) Corrente Diferidos

(7.664) (4.461)

(1.930) 6.692

(7.664) (4.461)

(2.241) 6.692

Lucro líquido do exercício

26.357

20.590

25.609

20.591

Lucro líquido por ação do capital social no fim do exercício - R$ (básico e diluído operações continuadas)

320,11

257,38

320,11

257,38

Lucro operacional antes da participação societária e do resultado financeiro Resultado financeiro Despesas financeiras (Nota 26) Receitas financeiras (Nota 26)

Controladora

Consolidado

Controladora

Receita líquida das vendas e serviços (Nota 24)

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro

(*) Não houve outros resultados abrangentes nos exercícios apresentados. Portanto, não é apresentada uma demonstração específica de resultados abrangentes.

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Ajustes Depreciação Valor residual do ativo imobilizado baixado Resultado da equivalência patrimonial Provisão para participação no resultado Juros, variações monetárias e cambiais sobre empréstimos e financiamentos

Consolidado

2012

2011

2012

2011

38.482

15.828

38.482

16.140

45.201

48.508

45.201

48.507

(3.894) 374 3.991

(4.891) (2.354)

(3.894)

(4.891)

26.935 111.089

23.211 80.302

26.935 110.715

23.211 82.967

(20.398) (16.237) (3.162) (5.698) (1.155) (21.716) 1.967 4.600 3.462 2.854 24.819 (24.124) (582)

(75.251) 6.832 6.439 4.833 1.102 129.891 (2.814) (191) 426 2.135 184.117 (27.461) (7.664)

(18.448) (15.951) (3.101) (5.718) (1.135) (21.718) 1.418 4.352 3.129 2.626 28.421 (24.124) (893)

113

148.992

3.404

2.237 (53.866) 1.881 15.256

(74.075) 1.237 28.852

(53.866) 671 15.256

(34.492)

(43.986)

(37.939)

(94.285) 144.333 (2.084)

(124.702) 62.638 (4.798)

(94.285) 144.333 (2.084)

47.964 13.585 764 14.349

(66.862) 38.144 14.554 52.698

47.964 13.429 1.125 14.554

Variações nos ativos e passivos Contas a receber (75.251) Estoques 6.832 Adiantamento a fornecedores 6.439 Tributos a recuperar 4.833 Outros ativos 1.102 Fornecedores 129.891 Adiantamento de clientes (2.814) Salários e encargos sociais (191) Tributos a pagar 426 Outros passivos 1.966 Caixa proveniente das operações 184.322 Juros Pagos (27.461) Imposto de renda e contribuição social pagos (7.664) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 149.197 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Dividendos recebidos Aquisições de bens do ativo imobilizado (74.075) Partes relacionadas 1.237 Recebimento pela venda de imobilizado 28.852 Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (43.986) Fluxos de caixa das atividades de financiamento Amortização de empréstimos e financiamentos (124.702) Ingresso de empréstimos e financiamentos 62.638 Dividendos pagos (4.798) Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos (66.862) Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa 38.349 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 14.349 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 52.698

3.991

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Em 31 de dezembro de 2010 (Nota 22) Lucro líquido do exercício Destinação do lucro: Reserva legal Juros sobre capital próprio (Nota 22) Reserva de lucros para expansão Aumento de capital Em 31 de dezembro de 2011 (Nota 22) Lucro líquido do exercício Destinação do lucro: Reserva legal Reserva de lucros para expansão Juros sobre capital próprio (Nota 22) Aumento de capital (Nota 22) Em 31 de dezembro de 2012 (Nota 22)

Capital social 28.659

Legal 3.818

Reservas de Lucros Expansão 51.916

1.030 14.498 (21.302)

21.302 49.961

4.848 1.280

9.809 59.770

6.128

45.112

14.520 (11.195) 48.437

Lucros acumulados 20.591

Total 84.393 20.591

(1.030) (5.063) (14.498)

(5.063)

25.609

99.921 25.609

(1.280) (14.520) (9.809)

(11.195) 114.335

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma 1

2 2.1

2.2

(a)

(b)

2.3 (a)

(i)

(b)

Contexto operacional A Paraná Equipamentos S.A. (Companhia) e suas controladas (conjuntamente, "o Grupo"), com sede na cidade de Curitiba - Paraná e atuação na região sul do país, possui como atividades preponderantes o comércio, a locação e a prestação de serviços de manutenção preventiva, consertos e reparos dos produtos Caterpillar, Mitsubishi, Genie e AGCO (Challenger). Em julho de 2000, foi constituída a subsidiária integral PESA - Equipamentos Usados S.A., que iniciou suas atividades operacionais em março de 2001, tendo por finalidade segregar administrativa e contabilmente as operações comerciais de equipamentos usados, com quem a Companhia atua integradamente. Os custos da estrutura operacional, administrativa e comercial da subsidiária são alocados em conformidade com contrato firmado entre as partes. Em março de 2011, as atividades da PESA - Equipamentos Usados S.A. passaram a ser realizadas e registradas na Companhia, todavia os saldos patrimoniais remanescentes não foram incorporados na Companhia. O resultado remanescente de equivalência patrimonial do período foi de R$ 374. As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria em 28 de março de 2013. Resumo das principais práticas contábeis. Apresentação das demonstrações financeiras As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados, salvo disposição em contrário. A Companhia não está apresentando a demonstração do resultado abrangente, considerando que não ocorreram transações que gerassem resultados abrangentes nos exercícios apresentados. Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ativos e passivos (inclusive instrumentos derivativos) mensurados ao valor justo. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Companhia.Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras consolidadas, estão divulgadas na Nota 2.4. Demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs) e conforme as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards (IFRS), emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board (IASB). A apresentação da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), individual e consolidada, é requerida pela legislação societária brasileira e pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis somente a companhias abertas. As IFRS não requerem a apresentação dessa demonstração. Como consequência, pelas IFRS, essa demonstração não está apresentada como informação suplementar, sem prejuízo do conjunto das demonstrações contábeis. Demonstrações financeiras individuais As demonstrações financeiras individuais da controladora foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs) e são publicadas em conjunto com as demonstrações financeiras consolidadas. Consolidação Demonstrações financeiras consolidadas As seguintes políticas contábeis são aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas. Controladas Controladas são todas as entidades nas quais o Grupo tem o poder de determinar as políticas financeiras e operacionais, geralmente acompanhada de uma participação de mais do que metade dos direitos a voto. A existência e o efeito de possíveis direitos a voto atualmente exercíveis ou conversíveis são considerados quando se avalia se o Grupo controla outra entidade. As controladas são totalmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para o Grupo. A consolidação é interrompida a partir da data em que o controle termina. Transações entre companhias, saldos e ganhos não realizados em transações entre empresas do Grupo são eliminados. Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis das controladas são alteradas quando necessário para assegurar a consistência com as políticas adotadas pelo Grupo. A consolidação inclui as companhias PESA - Equipamentos Usados S.A., que conforme descrito na Nota 1, tem como objeto principal a comercialização de equipamentos usados, e a PESA Industrial S.A., que tem como objeto principal a customização de equipamentos, com o objetivo exclusivo de apresentar a totalidade das operações complementares conduzidas integradamente pela Companhia e suas subsidiárias integrais, a administração prepara demonstrações financeiras consolidadas destas companhias. Na consolidação foram eliminados os investimentos na controladora e a parcela correspondente do seu patrimônio líquido de R$ 4.829 (2011 - R$ 4.455) assim como os saldos ativos, passivos e as receitas e despesas decorrentes de transações realizadas entre as companhias consolidadas. Demonstrações financeiras individuais Nas demonstrações financeiras individuais as controladas são contabilizadas pelo método de equivalência patrimonial. Os mesmos ajustes são feitos tanto nas demonstrações financeiras individuais quanto nas demonstrações financeiras consolidadas para chegar ao mesmo resultado e patrimônio líquido atribuível aos acionistas da controladora.

(c) (i)

(ii)

2.4 (a)

(b)

(i)

(ii)

(iii)

(c)

Conversão de moeda estrangeira Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras de cada uma das empresas do Grupo são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a empresa atua ("a moeda funcional"). As demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão apresentadas em R$, que é a moeda funcional da Companhia e de suas controladas. Transações e saldos As operações com moedas estrangeiras são convertidas para a moeda funcional, utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações ou nas datas da avaliação, quando os itens são remensurados.Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação dessas transações e da conversão pelas taxas de câmbio do final do exercício, referentes a ativos e passivos monetários em moedas estrangeiras, são reconhecidos na demonstração do resultado. Os ganhos e as perdas cambiais relacionados com empréstimos, caixa e equivalentes de caixa são apresentados na demonstração do resultado como receita ou despesa financeira. Todos os outros ganhos e perdas cambiais são apresentados na demonstração do resultado como "Outros ganhos (perdas), líquidos". Descrição das principais práticas contábeis Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com vencimentos originais de três meses ou menos, que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. Nas demonstrações do fluxo de caixa, caixa e equivalentes de caixa são apresentados líquidos dos saldos tomados em contas garantidas. Essas contas garantidas são demonstradas no balanço patrimonial como "empréstimos", no passivo circulante. Instrumentos financeiros Classificação A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria de empréstimos e recebíveis ao valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. Empréstimos e recebíveis Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíveis que são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem os empréstimos a controladas, contas a receber de clientes, demais contas a receber e caixa e equivalentes de caixa. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. Os derivativos também são categorizados como mantidos para negociação, a menos que tenham sido designados como instrumentos de hedge. Reconhecimento e mensuração As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação - data na qual o Grupo se compromete a comprar ou vender o ativo. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que o Grupo tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. As variações no valor justo de títulos monetários, denominados em moeda estrangeira e classificados como disponíveis para venda, são divididas entre as diferenças de conversão resultantes das variações no custo amortizado do título e outras variações no valor contábil do título. As variações cambiais de títulos monetários são reconhecidas no resultado. As variações cambiais de títulos não monetários são reconhecidas no patrimônio. As variações no valor justo de títulos monetários e não monetários, classificados como disponíveis para venda, são reconhecidas no patrimônio. Instrumentos financeiros derivativos e atividades de hedge Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na data em que um contrato de derivativos é celebrado e são, subsequentemente, remensurados ao seu valor justo com as variações do valor justo lançadas contra resultado. Embora a Companhia faça uso de derivativos com o objetivo de proteção, ela não aplica a chamada contabilização de hedge (hedge accounting). Impairment de ativos financeiros Ativos mensurados ao custo amortizado O Grupo avalia em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. O montante do prejuízo é mensurado como a diferença entre o valor contábil dos ativos e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo os prejuízos de crédito futuro que não foram incorridos) descontados à taxa de juros em vigor original dos ativos financeiros. O valor contábil do ativo é reduzido e o valor do prejuízo é reconhecido na demonstração consolidada do resultado.

Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Se um empréstimo ou investimento mantido até o vencimento tiver uma taxa de juros variável, a taxa de desconto para medir uma perda por impairment é a atual taxa efetiva de juros determinada de acordo com o contrato. Como um expediente prático, o Grupo pode mensurar o impairment com base no valor justo de um instrumento utilizando um preço de mercado observável. Se, num período subsequente, o valor da perda por impairment diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente com um evento que ocorreu após o impairment ser reconhecido (como uma melhoria na classificação de crédito do devedor), a reversão da perda por impairment reconhecida anteriormente será reconhecida na demonstração do resultado consolidado. (d) Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes são avaliadas no momento inicial pelo valor presente e deduzida a provisão para créditos de liquidação duvidosa, quando aplicável. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é estabelecida quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia não será capaz de cobrar todos os valores devidos de acordo com os prazos originais das contas a receber. O valor da provisão é a diferença entre o valor contábil e o valor recuperável. (e) Estoques Os estoques são apresentados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado usando-se o método do custo médio ponderado. O custo dos produtos compreende substancialmente os custos de compra das máquinas e equipamentos para revenda. (f) Imobilizado Terrenos, edifícios, móveis e utensílios, máquinas, equipamentos e veículos, são demonstrados pelo custo histórico de aquisição. Bens destinados para locação adquiridos na modalidade de arrendamento financeiro, são registrados também ao custo, deduzido da depreciação e o encargo financeiro do arrendamento é registrado como custo dos serviços de locação, sendo a dívida integralmente registrada no passivo (Nota 15). A parcela destes bens que será disponibilizada à venda no próximo exercício é transferida para o ativo circulante - "Bens em locação destinados à venda". A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo de acordo com as taxas divulgadas na Nota 15. Terrenos não são depreciados. Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado. Os custos dos juros sobre empréstimos tomados para financiar a construção do imobilizado são capitalizados durante o período necessário para executar e preparar o ativo para o uso pretendido. Reparos e manutenção são apropriados ao resultado durante o período em que são incorridos. O custo das principais renovações é incluído no valor contábil do ativo no momento em que for provável que os benefícios econômicos futuros que ultrapassarem o padrão de desempenho inicialmente avaliado para o ativo existente fluirão para a Companhia. As principais renovações são depreciadas ao longo da vida útil restante do ativo relacionado. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. Rubricas Anos Bens para locação 4 Edificações 25 Equipamentos e instalações 10 Veículos 5 Móveis, utensílios e outros 10 O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que seu valor recuperável estimado. Ganhos e perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o valor contábil e são reconhecidos em "Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas" na demonstração do resultado. A Companhia não efetuou ajuste de custo atribuído, conforme indicado na Interpretação ICPC 10, considerando a revisão dos critérios utilizados para determinação da vida útil estimada dos bens, onde não se identificou necessidade de ajustes, bem como por conta da dinâmica do negócio que demanda investimentos constantes de atualização dos equipamentos e instalações de forma a manter os valores atualizados. Em 2012, a Companhia efetuou a revisão da vida útil remanescente dos itens do ativo imobilizado e não houve nenhuma alteração que impactasse o cálculo da depreciação de 2012. (g) Impairment de ativos não financeiros Os ativos que têm uma vida útil indefinida não estão sujeitos à amortização e são testados anualmente para a verificação de impairment. Os ativos que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o seu valor em uso. Para fins de avaliação do impairment, os ativos são agrupados nos níveis mais baixos para os quais existam fluxos de caixa identificáveis separadamente (Unidades Geradoras de Caixa (UGC)). Os ativos não financeiros, exceto o ágio, que tenham sofrido impairment, são revisados subsequentemente para a análise de uma possível reversão do impairment na data de apresentação do relatório. (h) Contas a pagar aos fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano (ou no ciclo operacional normal dos negócios, ainda que mais longo). Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. (i) Empréstimos e financiamentos Os empréstimos e financiamentos tomados são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os financiamentos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido ("pro rata temporis"). Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os empréstimos estejam em aberto, utilizando o método da taxa efetiva de juros. As taxas pagas no estabelecimento do empréstimo são reconhecidas como custos da transação do empréstimo, uma vez que seja provável que uma parte ou todo o empréstimo seja sacado. Nesse caso, a taxa é diferida até que o saque ocorra. Quando não houver evidências da probabilidade de saque de parte ou da totalidade do empréstimo, a taxa é capitalizada como um pagamento antecipado de serviços de liquidez e amortizada durante o período do empréstimo ao qual se relaciona. (j) Arrendamento mercantil Os arrendamentos nos quais uma parcela significativa dos riscos e benefícios da propriedade é retida pelo arrendador, são classificados como arrendamentos operacionais. Os pagamentos efetuados para arrendamentos operacionais (líquidos de quaisquer incentivos recebidos do arrendador) são reconhecidos na demonstração do resultado pelo método linear, durante o período do arrendamento. O Grupo arrenda certos bens do imobilizado. Os arrendamentos do imobilizado, nos quais o Grupo detém, substancialmente, todos os riscos e benefícios da propriedade, são classificados como arrendamentos financeiros. Estes são capitalizados no início do arrendamento pelo menor valor entre o valor justo do bem arrendado e o valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. Cada parcela paga do arrendamento é alocada, parte ao passivo e parte aos encargos financeiros, para que, dessa forma, seja obtida uma taxa constante sobre o saldo da dívida em aberto. As obrigações correspondentes, líquidas dos encargos financeiros, são incluídas em outros passivos a longo prazo. Os juros das despesas financeiras são reconhecidos na demonstração do resultado durante o período do arrendamento, para produzir uma taxa periódica constante de juros sobre o saldo remanescente do passivo para cada período. O imobilizado adquirido por meio de arrendamentos financeiros é depreciado durante a vida útil do ativo. (k) Provisões As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. Quando a Companhia espera que uma provisão seja reembolsada, por exemplo, por um contrato de seguros, o reembolso é reconhecido como ativo separado, mas somente quando esse reembolso é virtualmente certo, ou seja, é mais que provável que ocorra. A Companhia reconhece provisão para contratos onerosos quando os benefícios que se espera auferir de um contrato sejam menores do que os custos inevitáveis para satisfazer as obrigações assumidas por meio do contrato. As provisões são mensuradas pelo valor presente dos gastos que devem ser necessários para liquidar a obrigação, usando uma taxa antes dos efeitos tributários, a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor do dinheiro no tempo e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira. (l) Imposto de renda e contribuição social corrente e diferidos As despesas de imposto de renda e contribuição social do período compreendem os impostos corrente e diferido. Os impostos sobre a renda são reconhecidos na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiverem relacionados com itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no patrimônio líquido ou no resultado abrangente. O encargo de imposto de renda e contribuição social corrente é calculado com base nas leis tributárias promulgadas, ou substancialmente promulgadas, na data do balanço em que as controladas Companhia atuam e geram lucro tributável. A administração avalia, periodicamente, as posições assumidas pelo Grupo nas declarações de impostos de renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações. Estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de pagamento às autoridades fiscais. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação desses créditos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social (Nota 23). Impostos diferidos ativos são reconhecidos somente na proporção em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias e/ ou prejuízos fiscais, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. Os impostos de renda diferidos são reconhecidos sobre as diferenças temporárias decorrentes dos investimentos em controladas e coligadas, exceto quando o momento da reversão das diferenças temporárias seja controlado pelo Grupo, e desde que seja provável que a diferença temporária não será revertida em um futuro previsível. (m) Benefícios a funcionários Participação nos lucros O reconhecimento dessa participação como passivo e despesa é usualmente efetuado quando do encerramento do exercício, momento em que o valor pode ser mensurado de maneira confiável pela Companhia. (n) Capital social As ações ordinárias e as preferenciais são classificadas no patrimônio líquido. Os custos incrementais diretamente atribuíveis à emissão de novas ações ou opções são demonstrados no patrimônio líquido como uma dedução do valor captado, líquida de impostos. (o) Reconhecimento da receita A receita compreende o valor faturado pela venda de máquinas, peças e serviços. A receita pela venda de mercadorias é reconhecida quando os riscos significativos e os benefícios de propriedade das mercadorias são transferidos para o comprador. A Companhia adota como política de reconhecimento de receita, portanto, a data em que o produto é entregue ao comprador. A receita e os custos pela prestação de serviços são reconhecidosquando da conclusão dos serviços realizados. A receita de locação é reconhecida proporcionalmente a medida que decorre o prazo do contrato e seu valor pode ser mensurado de forma confiável. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa da sua realização. A receita de locação da Companhia e suas controladas é composta basicamente por locação de máquinas e equipamentos. A receita financeira é reconhecida conforme o prazo decorrido pelo regime de competência, usando o método da taxa efetiva de juros. Quando uma perda (impairment) é identificada em relação a um contas a receber, o Grupo reduz o valor contábil para seu valor recuperável, que corresponde ao fluxo de caixa futuro estimado, descontado à taxa efetiva de juros original do instrumento. Subsequentemente, à medida que o tempo passa, os juros são incorporados às contas a receber, em contrapartida de receita financeira. Essa receita financeira é calculada pela mesma taxa efetiva de juros utilizada para apurar o valor recuperável, ou seja, a taxa original do instrumento. (p) Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio A distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio para os acionistas da Companhia é reconhecida como um passivo nas demonstrações financeiras do Grupo ao final do exercício, com base no estatuto social da Companhia. Qualquer valor acima do mínimo obrigatório somente é provisionado na data em que são aprovados pelos acionistas, em Assembleia Geral.O benefício fiscal dos juros sobre capital próprio é reconhecido na demonstração de resultado.

Continua...


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Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A10

Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Continuação... 3

3.1

(a)

(b)

4 4.1

(a)

(b)

(c)

(d)

4.2

5

6

7

(a)

Estimativas e julgamentos contábeis críticos As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Estimativas e premissas contábeis críticas Com base em premissas, o Grupo faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas a seguir. Valor justo de derivativos e outros instrumentos financeiros O valor justo de instrumentos financeiros é avaliado por meio de informações disponíveis e metodologias de avaliação estabelecidas pela Administração. Entretanto, a interpretação dos dados de mercado, bem como a seleção de métodos de avaliação requerem considerável julgamento e razoáveis estimativas para produzir o valor de realização mais adequado. Consequentemente, as estimativas apresentadas na Nota 7 não indicam necessariamente os montantes que poderão ser realizados no mercado corrente. O uso de diferentes hipóteses de mercado e/ou metodologias para estimativas pode ter um efeito material nos valores de realização estimados. Benefícios fiscais de ICMS A Companhia vem se beneficiando de incentivos fiscais de ICMS concedidos pelo Governo Estadual do Paraná à empresas de Trading para importações pelo Porto de Paranaguá. O Supremo Tribunal Federal - STF proferiu decisões em Ações Diretas, declarando a inconstitucionalidade de diversas leis estaduais que concederam benefícios fiscais de ICMS sem prévio convênio entre os Estados. Embora não possua incentivos fiscais de ICMS julgados pelo STF a Companhia consultou seus assessores jurídicos, os quais emitiram parecer sobre o tema, a partir do qual a Companhia entende não haver passivo a ser registrado. Gestão de risco financeiro Fatores de risco financeiro As atividades do Grupo o expõem a diversos riscos financeiros: risco de mercado (incluindo risco de moeda, risco de taxa de juros de valor justo, risco de taxa de juros de fluxo de caixa e risco de preço), risco de crédito e risco de liquidez. O programa de gestão de risco global se concentra na imprevisibilidade dos mercados financeiros e busca minimizar potenciais efeitos adversos no desempenho financeiro do Grupo. A gestão de risco é realizada pela tesouraria central, segundo as políticas aprovadas pela administração. A tesouraria identifica, avalia e protege a Companhia contra eventuais riscos financeiros em cooperação com as unidades operacionais do Grupo. A Administração da Companhia estabelece princípios, por escrito, para a gestão de risco global, bem como para áreas específicas, como risco cambial, risco de taxa de juros, risco de crédito, uso de instrumentos financeiros derivativos e não derivativos e investimento de excedentes de caixa. Risco do fluxo de caixa ou valor justo associado com taxa de juros Considerando que o Grupo não tem ativos significativos em que incidam juros, o resultado e os fluxos de caixa operacionais são, substancialmente, independentes das mudanças nas taxas de juros do mercado. O risco de taxa de juros decorre de empréstimos de longo prazo. Os empréstimos emitidos às taxas variáveis expõem o Grupo ao risco de taxa de juros de fluxo de caixa. Os empréstimos emitidos às taxas fixas expõem o Grupo ao risco de valor justo associado à taxa de juros. A política é a de manter aproximadamente 80% de seus empréstimos com pagamento em taxa de juros fixa. Durante 2012 e 2011, os empréstimos às taxas variáveis eram mantidos à CDI e em TJLP. O Grupo analisa sua exposição à taxa de juros de forma dinâmica. São simulados diversos cenários levando em consideração refinanciamento, renovação de posições existentes, financiamento e hedge alternativos. Com base nesses cenários, define uma mudança razoável na taxa de juros e calcula o impacto sobre o resultado. Para cada simulação, é usada a mesma mudança na taxa de juros para todas as moedas. Os cenários são elaborados somente para os passivos que representam as principais posições com juros. Risco de crédito O risco de crédito é administrado corporativamente. O risco de crédito decorre de caixa e equivalentes de caixa, depósitos em bancos e instituições financeiras, bem como de exposições de crédito a clientes do atacado e do varejo, incluindo contas a receber em aberto e operações compromissadas. A área de análise de crédito avalia a qualidade do crédito do cliente, levando em consideração sua posição financeira, experiência passada e outros fatores. Os limites de riscos individuais são determinados com base em classificações internas ou externas de acordo com os limites determinados pela Administração da Companhia. A utilização de limites de crédito é monitorada regularmente. As vendas para clientes do varejo são liquidadas em dinheiro ou por meio dos principais cartões de crédito existentes no mercado. Não foi ultrapassado nenhum limite de crédito durante o exercício, e a administração não espera nenhuma perda decorrente de inadimplência dessas contrapartes. Risco de liquidez A previsão de fluxo de caixa é realizada nas entidades operacionais e agregada pelo departamento de Finanças. Este departamento monitora as previsões contínuas das exigências de liquidez para assegurar que ele tenha caixa suficiente para atender às necessidades operacionais. Também mantém espaço livre suficiente em suas linhas de crédito compromissadas disponíveis a qualquer momento, a fim de que o Grupo não ultrapasse os limites ou cláusulas do empréstimo (quando aplicável) em qualquer uma de suas linhas de crédito. Essa previsão leva em consideração os planos de financiamento da dívida, cumprimento de cláusulas, cumprimento das metas internas do quociente do balanço patrimonial e, se aplicável, exigências regulatórias externas ou legais - por exemplo, restrições de moeda. Risco cambial O Grupo tem parte de suas compras de máquinas para revenda e aluguel feitas no mercado externo e está exposta ao risco cambial decorrente de exposição com relação ao dólar dos Estados Unidos. Em 31 de dezembro de 2012, haviam aproximadamente US$ 25 milhões em pedidos firmados. Para cobrir o risco com esta exposição, são contratadas operações denominadas "NDF Forward" que garantem que o montante exposto não seja realizado em taxa cambial superior às precificadas a um valor futuro que considera a média dos juros locais e internacionais, mas que mantém um valor mínino até onde não há obrigação de liquidação por parte da companhia contratante. Em 31 de dezembro de 2012, nenhum dos contratos vigentes haviam ultrapassado o valor mínimo ou então ultrapassado a taxa cambial futura estipulada, de forma que não geraram qualquer recebimento ou desembolso, situação mantida até a presente data. Desta forma, nenhum efeito foi contabilizado. Os empréstimos e financiamentos contratados em linhas externas já foram firmados com derivativos embutidos, trocando a exposição cambial por taxas atreladas ao CDI. Em 31 de dezembro de 2012 os ativos mantidos em contas a receber de clientes e os passivos a pagar com fornecedores não estão vinculadas à moeda estrangeira, com isto a empresa não esta sujeita a variações cambiais para recebíveis e obrigações financeiras. Gestão de capital Os objetivos do Grupo ao administrar seu capital são os de salvaguardar a sua capacidade de continuidade para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma estrutura de capital ideal para reduzir esse custo. Para manter ou ajustar a estrutura do capital, o Grupo pode rever a política de pagamento de dividendos, devolver capital aos acionistas ou, ainda, emitir novas ações ou vender ativos para reduzir, por exemplo, o nível de endividamento. Condizente com outras companhias do setor, o Grupo monitora o capital com base no índice de alavancagem financeira. Esse índice corresponde à dívida líquida dividida pelo capital total. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de empréstimos (incluindo empréstimos de curto e longo prazos, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado), subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. O capital total é apurado através da soma do patrimônio líquido, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado, com a dívida líquida. Em 2012, a estratégia do Grupo, que ficou inalterada em relação à de 2011, foi a de manter o índice de alavancagem financeira entre 1,44% e 1,41%. Os índices de alavancagem financeira em 31 de dezembro de 2012 e 2011 podem ser assim sumariados: 2012 2011 Total dos empréstimos e financiamentos 152.356 193.365 Menos: caixa e equivalentes de caixa (52.550) (14.554) Dívida líquida 99.806 178.811 Total do patrimônio líquido 114.335 99.921 -------------------- -------------------Total do capital 214.141 278.732 -------------------- -------------------Índice de alavancagem financeira - % 47% 64% O capital não é administrado ao nível da Controladora, somente ao nível consolidado. Instrumentos financeiros não derivativos por categoria Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Ativos financeiros Empréstimos e recebíveis: Caixa e equivalentes de caixa 52.331 14.349 52.550 14.554 Contas a receber de clientes 194.583 119.282 194.753 119.502 Adiantamentos a fornecedores 2.982 9.421 2.988 9.427 Partes relacionadas (líquidas) 4.348 5.833 8.001 9.238 Depósitos judiciais 1.507 1.196 1.507 1.196 255.751 150.081 259.799 153.917 -------------------- --------------------------------------- -------------------Passivos financeiros Avaliados ao custo amortizado: Fornecedores 212.627 82.730 212.627 82.736 Empréstimos e financiamentos 152.614 193.365 152.614 193.365 Adiantamentos de clientes 5.122 7.865 5.122 7.936 Programa de recuperação fiscal - REFIS 1.754 2.123 1.754 2.123 372.117 286.083 372.117 286.160 -------------------- --------------------------------------- -------------------Qualidade do crédito dos ativos financeiros A qualidade do crédito dos ativos financeiros que não estão vencidos ou impairedpode ser avaliada mediante referência às informações históricas sobre os índices de inadimplência de contrapartes: 2012 2011 Contrapartes sem classificação externa de crédito Grupo 1 34.257 8.519 Grupo 2 7.332 35.911 Grupo 3 152.994 74.852 Total de contas a receber de clientes 194.583 119.282 --------------------------------------------Conta-corrente e depósitos bancários de curto prazo Bancos de renome no mercado 52.550 14.261 --------------------------------------------. Grupo 1 - novos clientes/partes relacionadas (menos de seis meses de relacionamento). . Grupo 2 - clientes/partes relacionadas existentes (mais de seis meses de relacionamento) sem inadimplência no passado. . Grupo 3 - clientes/partes relacionadas existentes (mais de seis meses de relacionamento) com algumas inadimplências no passado. Todas as inadimplências foram totalmente recuperadas. Nenhum dos ativos financeiros totalmente adimplentes foi renegociado no último exercício. Nenhum dos empréstimos com partes relacionadas está vencido ou impaired. Instrumentos financeiros derivativos (controladora e consolidado) 2012 2011 Ativo Passivo Ativo Passivo Swap de taxa de juros - hedge de fluxo de caixa 5.383 4.814 74 Swap de taxa de câmbio 500 Premio de opção de venda 63 Venda de opção de compra 115 ---------------- -------------------------------- ---------------5.383 ----------------------5.377 189 ---------------- -------------------------------- ----------------------------------------------O valor das operações com derivativos foi calculado e representa o valor de mercado para a reversão das operações na data de encerramento do período. O valor justo total de um derivativo de hedge é classificado como ativo ou passivo não circulante, se o período remanescente para o vencimento do item protegido por hedge for superior a 12 meses, e, como ativo ou passivo circulante se o período remanescente para o vencimento do item protegido por hedge for inferior a 12 meses. A parcela ineficaz apurada e não reconhecida no lucro decorrente de operações de hedge e swap totaliza um ganho de R$ 28 em 31 de dezembro de 2012. As operações de derivativos financeiros contratadas pela Companhia não demandam margens em garantia, apenas sendo realizados ajustes de valores, a crédito ou a débito, nas datas pactuadas. Swap de taxas de juros - CDI x US$ Os valores de referência (notional) dos contratos de swap de taxas de juros, em aberto em 31 de dezembro de 2012 correspondem a R$ 30.000. Com o objetivo de se proteger frente à volatilidade das exposições passivas (taxas de juros em CDI) decorrentes de empréstimos e financiamentos, a Companhia contratou operações de Swap, negociadas na Bolsa de Mercadorias e Futuros, e registrados na CETIP, cujos saldos de face apresentam os seguintes montantes e condições: Ativo da Passivo da Companhia Companhia Valor Cotação Taxa de Taxa de juros inicial Vencimento inicial Cotação final juros linear exponencial

10.000.000 23/06/2014 1,5880 dólar PTAX venda 4% a.a. 14,87% a.a. 10.000.000 12/05/2014 1,6186 dólar PTAX venda 4,1% a.a. 115% CDI 10.000.000 16/12/2013 1,5833 dólar PTAX venda 5,29% a.a. 14.92% a.a. (b) Contratos de câmbio a termo ("forward"): Os valores de referência (notional) dos contratos de câmbio a termo, em aberto em 31 de dezembro de 2012, totalizam R$ 1.254. Com o objetivo de se proteger frente à volatilidade das futuras exposições ativas e passivas, da moeda dólar, decorrentes do exposto total (fluxo de caixa), em 31 de dezembro de 2012, a Companhia contratou operações de "compra" de moeda a termo (NDF - Non Deliverable Forward), em dólares, nos seguintes montantes e condições:

Banco

Itaú

Valor Contrato

inicial

Vencimento

Cotação inicial

109.812.060.090.000

1.254.240

23/01/2013

1,5034

Cotação final Dólar PTAX venda

Ativo da Companhia Taxa de juroslinear

Passivo da Companhia Taxa de juros exponencial

1,5% a.a

1,5% a.a

(c)

(i)

Contratos de opção ("compra e venda"): Uma porcentagem das importações da Companhia é mantida em dólares americanos no montante de USD 32.640 mil e refere-se a swap de Compra com Opção de Venda e Venda com Opção de Compra. Venda de opção de compra: Quantidade (USD em Taxa de PU de Vencimento Prêmio unidades) exercício mercado 22/01/2013 47 500.000 2,1110 0,0045462 23/01/2013 65 750.000 2,1190 0,0042288 25/02/2013 11 125.000 2,1310 0,0120683 23/01/2013 16 250.000 2,1160 0,0045145 22/02/2013 35 500.000 2,1250 0,0125012 22/03/2013 112 1.900.000 2,1170 0,0226327 23/01/2013 33 500.000 2,1040 5,2812077 23/01/2013 13 200.000 2,1100 4,5856979 23/01/2013 28 500.000 2,0980 6,0868834 24/01/2013 31 1.000.000 2,0950 7,0685513 21/02/2013 22 315.000 2,1150 12,4210974 22/02/2013 37 500.000 2,1100 13,8048746 22/02/2013 37 1.000.000 2,1050 14,8101846 22/02/2013 44 1.500.000 2,1000 15,8947688 22/02/2013 30 1.200.000 2,1825 5,0801305 22/03/2013 43 1.000.000 2,1150 21,9359337 22/03/2013 75 2.000.000 2,1100 23,1141857 22/03/2013 287 9.000.000 2,1925 10,2557435 15/04/2013 26 700.000 2,1985 14,0740899 24/04/2013 51 1.000.000 2,1250 28,8748225 24/04/2013 46 1.000.000 2,1200 30,1235986 24/04/2013 126 3.200.000 2,2010 15,9057053 23/05/2013 159 3.000.000 2,1300 35,8371713 24/06/2013 60 1.000.000 2,1400 41,3110332 Total

(i)Refere-se a créditos extemporâneos tomados sobre compra de peças sujeitas ao regime monofásico, aplicadas nas máquinas destinadas a locação. 12 Títulos e outras contas a receber Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Precatório 1.036 1.036 1.036 1.036 ----------------------------------------------------Em 20 de agosto de 2004, a Companhia adquiriu precatórios da União , devidamente registrado perante o Tributal Regional Federal da 1ª Região sob nº2004.01.00.029024-9, através de outros portadores. De acordo com o parecer dos assessores jurídicos da Companhia, o referido ativo é passível de realização através de venda a terceiros. 13 Transações e saldos com partes relacionadas (i) Saldos

(ii) Transações

(ii) Compra de opção de Venda: Vencimento 22/01/2013 23/01/2013 25/02/2013 22/02/2013 23/01/2013 22/03/2013 23/01/2013 23/01/2013 23/01/2013 24/01/2013 21/02/2013 22/02/2013 22/02/2013 22/02/2013 22/02/2013 22/03/2013 22/03/2013 22/03/2013 15/04/2013 24/04/2013 24/04/2013 24/04/2013 23/05/2013 24/06/2013

Prêmio 47 65 11 16 35 112 33 13 28 31 22 37 37 44 30 43 75 287 26 51 46 126 159 60 Total Caixa e equivalentes de caixa

8

10

Taxa de exercício 2,1110 2,1190 2,1310 2,1250 2,1160 2,1170 2,1040 2,1100 2,0980 2,0950 2,1150 2,1100 2,1050 2,1000 2,1825 2,1150 2,1100 2,1925 2,1985 2,1250 2,1200 2,2010 2,1300 2,1400

11

CURIPEÇAS PSAI SINERGIAS SUPERTEK

47,1396981 54,8745866

Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Recursos em banco e em caixa 1.052 2.496 1.271 2.701 51.279 11.853 51.279 11.853 Aplicações financeiras 52.331 14.349 52.550 14.554 -------------------------------------------------------------------------------------------Os recursos em aplicações financeiras compreendem substancialmente Fundos Exclusivos cujo alvo de remuneração é102% da taxa CDI (Certificado de depósitos interbancários) ao ano, todos com liquidez imediata. 9 Contas a receber de clientes São compostas por vendas efetuadas exclusivamente no mercado interno, a análise de vencimentos dessas contas a receber está apresentada abaixo: Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não houve necessidade da constituição de provisões para créditos de liquidação duvidosa, por não haver contas a receber "impared". Estoques Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS Instituto Nacional do Seguro Social - INSS Imposto de renda retido na fonte - IRRF Antecipação CSL Antecipação IRPJ PIS/COFINS a compensar (i) Outros

246 ------------------------9.427 ---------------------------

(3.899) (5.079) ---------------------------

322 ------------------------10.411 ---------------------------

(3.727) (4.578) ---------------------------

Compras de peças e serviços 2012 2011

Curipeças Comércio de Peças e Tratores Usados Ltda. Pesa Industrial S.A. Sinergias Empreendimentos e Participações Ltda. Comércio e Serviços de Importação e Exportação S.A.

Remuneração do pessoal-chave da administração

40,6436622 38,6338916

Controladora

(851) (851)

As demais operações realizadas com as sociedades acionistas referem-se a mútuos sobre os quais não incidem encargos, sem prazos de vencimento.

28,8740850 27,1476843

31.237 29.238 31.237 65.086 71.739 65.086 2.029 3.294 2.029 1.591 2.504 1.591 99.943 106.775 99.943 -------------------------------------------------------------Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há itens de estoque dados em garantia. Tributos a recuperar

------------------------(1.180)

705 8.281 ------------------------10.089

Sociedades ligadas Curipeças Comércio de Peças etratores Usados Ltda. 2.883 3.872 6.725 6.484 Sociedade controlada PESA - Equipamentos Usados 1.542 ---------------------------------------------Total da controladora 2.883 5.414 6.725 6.484 ------------------------------------------------As operações realizadas com as empresas Curipeças e PESA - Equipamentos Usados S.A. decorrem da revenda de máquinas usadas recebidas como parte de pagamento em operações de vendas de máquinas novas e da aquisição de peças usadas. Os prazos médios de vencimento são de 30 dias.

PU de mercado 0,0005271 0,0008974 0,0081954 0,0257441 0,0091003 0,0291475 1,3233017 1,5739333 1,1233574 1,4426529 17,4269776 16,8329114 15,5334780 14,2948245

Peças Máquinas e equipamentos Ordens de serviço em aberto Almoxarifado

388 8.342 451 9.181

Vendas de máquinas, peças e serviços 2012 2011

32.640 Quantidade (USD em unidades) 500.000 750.000 125.000 500.000 250.000 1.900.000 500.000 200.000 500.000 1.000.000 315.000 500.000 1.000.000 1.500.000 1.200.000 1.000.000 2.000.000 9.000.000 700.000 1.000.000 1.000.000 3.200.000 3.000.000 1.000.000 32.640

Ativos 1.103

Ativos Sociedade ligada - Curipeças Sociedades acionistas SUPERTEK) SINERGIAS Outros acionistas Total do consolidado Sociedades controladas PSAI - Pesa Industrial S.A. PESA - Equipamentos Usados S.A.) Total da controladora

Mútuos 2011 Passivos

2012 Passivos (1.180)

O pessoal-chave da administração inclui os diretores e principais administradores. A remuneração paga ou a pagar por serviços de empregados está demonstrada a seguir: 2012 2011 Salários e encargos 2.455 2.434 Honorários de diretoria 710 431 Participação nos lucros 1.312 667 4.477 3.532 ---------------------------- ---------------------------14 Investimentos (a) Informações sobre o investimento Participação da Lucro Companhia líquido Quantidade nocapital Patrimônio (prejuízo) do de ações integralizado-% líquido exercício Em 31 de dezembro de 2011 PESA Equipamentos Usados S.A. PESA Industrial S.A.

100

4.170

2.187

100

285

322

9.000

100

4.558

388

185.306

100

271

(14 )

Em 31 de dezembro de 2012 PESA Equipamentos Usados S.A. PESA Industrial S.A. (b) Movimentação dos investimentos

29.238 71.739 3.294 2.504 106.775 -------------------------------

PESA Equipamentos Usados S.A

PESA Industrial S.A

Total

Saldos em 31 de dezembro de 2010 Ajuste de equivalência patrimonial Dividendos recebidos

4.060 2.187 (2.077)

278 167 (160)

4.338 2.354 (2.237)

Saldos em 31 de dezembro de 2011 Ajuste de equivalência patrimonial

4.170 388

285 (14)

4.455 374

Saldos em 31 de dezembro de 2012

4.558 --------------------------

271 --------------------------

4.829 --------------------------

(c) Outras informações relevantes sobre os investimentos

Consolidado

9.000 185.306

2012

2011

2012

2011

PESA Equipamentos Usados S.A.

9.443

9.293

9.443

9.491

A PESA - Equipamento Usados S.A., tem como objeto principal a comercialização de equipamento usados.

712

416

712

416

155 389 692 1.242 260

726 346 374 4.178

726 346 374 4.178

---------------------------

155 389 692 1.242 260

---------------------------

12.893 ----------------

15.333 --------------------------------

12.893 --------------------------------

15.531 --------------------------------

PESA Industrial S.A. A PESA Industrial S.A., tem como objeto principal a fabricação de peças somente para sua controladora Paraná Equipamentos S.A. Em 2011, a Controladora internalizou todas as atividades de venda de Equipamentos Usados realizadas pela investida PESA Usados, bem como as atividades de industrialização que eram efetuadas pela Pesa Industrial. O resultado das atividades apuradas nestas empresas até a data de transferência das atividades estão registradas na Controladora por Equivalência Patrimonial.

15. Imobilizado (a) Controladora

Bens para locação 86.738

Em 31 de dezembro de 2010 Aquisições Alienações Transferências Depreciação

51.118 (7.251) (5.957) (45.769)

Em 31 de dezembro de 2011 Custo total Depreciação acumulada Valor residual em 31 de dezembro de 2011

Terrenos 1.689

Edificações e benfeitorias 577

Equipamentos e instalações 5.536

(1.459)

4 (386)

1.031 (18)

1.667 (145)

Veículos 2.984

Móveis e utensílios 1.759

Outros 902

46 (2)

Imobilizado total 100.185 53.866 (9.261) (5.957) (48.507)

(98)

(1.248)

(1.102)

(290)

78.879

230

97

5.301

3.404

1.513

902

(9.859)

99.001 (20.122)

230

103 (6)

12.512 (7.211)

6.976 (3.572)

3.008 (1.495)

902

122.732 (32.406)

78.879

230

97

5.301

3.404

1.513

902

3 (3) (5)

1.009 (483) (1.111)

2.962 (2.549) (1.075)

116 (94) (287)

90.326

Aquisições Alienações Depreciação

68.455 (3.854) (42.723)

Em 31 de dezembro de 2012

100.757

230

93

4.716

2.742

1.248

902

110.687

266.388 (165.730)

230

103 (10)

12.886 (8.265)

7.389 (4.433)

3.009 (1.782)

902

290.906 (180.220)

100.658

230

93

4.621

2.956

1.227

902

110.687

4%

10%

20%

10%

10%

Custo total Depreciação acumulada Valor residual em 31 de dezembro 2012 Taxas anuais de depreciação - %

25%

(b) Consolidado Os valores de ativos imobilizados para a posição do consolidado referem-se, basicamente, aos saldos demonstrados no quadro da controladora, com adição do valor de R$ 247 registrado na rubrica de Equipamentos e Instalações. (c) Revisão e ajuste da vida útil estimada Conforme previsto na Interpretação Técnica ICPC 10 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, aprovada pela Resolução CFC no 1.263/09, a Companhia realiza análises periódicas com o objetivo de revisar e ajustar a vida útil econômica estimada para o cálculo da depreciação. Para fins dessa análise, a Companhia, por meio de seus engenheiros técnicos internos, que apresentam experiência, competência profissional e conhecimento técnico dos bens, emitiu Laudo de Avaliação datado de 1º de dezembro de 2008, aprovado pela Diretoria e atualizado para a data de 28 de março de 2013. Para a elaboração do laudo, os engenheiros consideraram o estado geral dos bens, suas condições de funcionamento e manutenção, os possíveis danos oriundos da operação e os efeitos da obsolescência sobre os itens avaliados. (d) Outras informações A depreciação do período alocada ao custo dos produtos vendidos monta R$ 42.828(2011 - R$ 45.726); às despesas, R$ 2.373(2011 - R$ 2.781). A Companhia destacou, para a renovação de sua frota de bens para locação, as máquinas e equipamentos semi-novos que estarão sendo disponibilizados para venda no decorrer do próximo exercício, o que representa um valor residual equivalente a R$ 25.058 em 31 de dezembro de 2012 (2011 - R$ 27.090). Em consequência, tal montante foi transferido para o ativo circulante, representado pela rubrica "Bens em locação destinados à venda". 16 Fornecedores Controladora Consolidado Descrição 2012 2011 2012 2011 Fornecedores nacionais 209.933 81.072 209.939 81.078 Fornecedores exterior 2.656 1.637 2.656 1.637 Importações em andamento 32 21 32 21 212.621 82.730 212.627 82.736 --------------------------------------------------------------------------------------------No período findo em 31 de dezembro de 2012, a Companhia apresentou aumento significativo nos saldos de contas a pagar. Este aumento reflete a estratégia da Companhia em reduzir seu financiamento através de empréstimos. 17 Empréstimos e financiamentos Controladora Consolidado Encargos Descrição financeiros(%) 2012 2011 2012 2011 Mutuo: 16,57% a.a. 4.064 4.619 4.064 4.619 7,54% a.a. 763 1.114 763 1.114 Capital de giro: em moeda local 12,12% a 15,50% a.a. 46.678 52.491 46.678 52.491 CDI + 2,80% a.a. 902 902 em moeda estrangeira (*) 115% CDI a.a. 9.233 12.692 9.233 12.692 14,87% a.a. 6.839 9.145 6.839 9.145 15,03% a.a. 8.012 11.993 8.012 11.993 Finame Finimp (*): em moeda estrangeira

em moeda local Arrendamento financeiro

Menos Parcela do circulante Não circulante

TJLP + 4,40 a 14% a.a

11.643

12.676

11.643

12.676

4,5% a 13% a.a.

18.211

20.090

18.211

20.090

13,50% a.a. 97,50% CDI a.a. 99,80% CDI a.a. 100,70% CDI a.a. 103,00%CDI a.a. 105,50% CDI a.a. 105,5% do CDI a.a. 15,12% a 18,36% a.a. 11,82% a 16,42% a.a.

1.316 4.705 2.356 5.789 8.132 1.629 1.694 42.384 4.529

37.869 4.153

1.316 4.705 2.356 5.789 8.132 1.629 1.694 42.384 4.529

152.355

193.365

152.614

193.365

(71.389 )

(103.900)

(71.389)

(103.900)

80.967

89.465

80.967

89.465

(*) com derivativos que já pactuam os encargos apresentados. Os montantes ao longo prazo têm a seguinte composição, por ano de vencimento: 2013 2014 2015 2016 2017

37.869 4.153

2012 29.025 20.945 39.757 6.182 14.341 81.225 ------------------------------

2011 30.232 29.628 580 --------------------89.465 ------------------------------

72.544 (6.983) (45.201)

Abreviaturas: CDI - Certificados de Depósitos Interbancários FINAME - Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos Industriais FINIMP - Financiamento à Importação TJLP - Taxa de Juros de Longo Prazo V.C - Variação Cambial A Companhia não possui contratos com cláusulas restritivas (debt covenants). 18 Tributos a pagar Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 PIS e COFINS a pagar IR e CS a pagar ICMS a pagar ICMS - Parcelado (i) ISS a pagar Demais impostos Menos Não circulante

1.059 1.289 2.854 396 40 959

807 2.171 213 102 60

1.059 1.289 2.854 396 40 959

807 2.147 213 102 60

6.597

3.353

6.597

3.329

(134 ) (134 ) ------------------------------Circulante 6.597 3.219 6.597 3.195 ----------------------------------------------------------------------------(i) O pedido de parcelamento do ICMS foi deferido em 15 de dezembro de 2009 e será pago em 60 parcelas mensais e consecutivas, sem garantias constituídas. 19 Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) Em novembro de 2009, a Companhia aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal, instituído pela Lei nº 11.941/09 e pela Medida Provisória nº 470/2009, visando equalizar e regularizar os passivos fiscais por meio de um sistema especial de pagamento e de parcelamento de suas obrigações fiscais e previdenciárias. As condições gerais desse parcelamento podem ser assim resumidas: (a) Parcelamento efetuado em 180 meses para os novos parcelamentos e em 7 meses para o saldo de parcelamentos anteriores. (b) Abrangência dos débitos parcelados: Principal atualizado 2012 2011 Saldo inicial 2.123 842 Movimentações (-) Pagamentos (596 ) (396) Atualizações 171 1.677 Consolidação de débitos tributário cfe. Lei 11.941/09 1.698 2.123 Menos Circulante (926 ) (147) Não circulante 772 1.976 ------------------------------------------------------------(i)Auto de infração pelo não recolhimento de contribuição previdenciária sobre cartão premiação concedido aos gerentes e diretores da Companhia entre fevereiro de 2004 e novembro de 2008. Não havia processo judicial em andamento. (ii) Parcelamento de PIS e COFINS deferido em 6 de janeiro de 2006, a ser pago em 59 parcelas e atualizado pela taxa SELIC, sem garantias constituídas, incluído no REFIS da crise. (c) O ganho correspondente à redução das multas de mora e de ofício, anteriormente contabilizadas no passivo, no valor de R$ 288 mil, foi registrado na conta "despesas financeiras", como estorno de juros lançados. (d) O valor de prejuízos fiscais e de bases negativas de contribuição social, utilizado para liquidação dos débitos, em 31 de dezembro de 2009, estão abaixo apresentados: Multa Juros Total Débitos Consolidados 179 719 898 Como consequência da adesão ao REFIS, a Companhia obriga-se ao pagamento das parcelas sem atraso superior a três meses, bem como a desistência das ações judiciais e renúncia a qualquer alegação de direito sobre a qual se funda as referidas ações, sob pena de imediata rescisão do parcelamento e, consequentemente, perda dos benefícios anteriormente mencionados. 20 Outros empréstimos Refere-se, substancialmente, a contas a pagar por empréstimo captado em agosto de 2004, em operação conjunta com a aquisição de debêntures com vencimento em dezembro de 2004. 21 Contingências Trabalhistas Cíveis Total Provisões Saldo em 31 de dezembro de 2011 581 488 1.069 Pagamentos (437) (437) Constituições 437 437 ---------------------------Saldo em 31 de dezembro de 2012 581 488 1.069 ----------------------------------------------- -----------------------Depósitos Saldo em 31 de dezembro de 2011 378 818 1.196 Pagamentos (37) (37) Constituições 252 96 348 Saldo em 31 de dezembro de 2012 593 914 1.507 ----------------------------------------------- ------------------------

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Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 de maio de 2013 | Pág. A11

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Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Perdas possíveis, não provisionadas no balanço A Companhia tem ações de naturezas tributárias, cível e trabalhista, envolvendo riscos de perda classificados pela administração como possíveis, com base na avaliação de seus consultores jurídicos, conforme composição abaixo: Trabalhistas Cíveis Tributários

2012

2011

1.805 2.510 3.893

1.868 3.762 1.145

8.208 --------------------------

6.775 --------------------------

25

Controladora Variações nos estoques de máquinas e peças Máquinas e peças Despesas de benefícios a empregados Encargos de depreciação, amortização e impairment Despesas de transportes Custos de publicidade Pagamentos de alugueis e arrendamentos Serviços de terceiros Outras despesas, líquidas Custo total das vendas, custos de distribuição e despesas administrativas e de vendas

22 Patrimônio líquido (a) Capital social Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, o capital social é composto por 80.000 ações sem valor nominal de acionistas pessoas físicas, residentes no país, sendo 40.000 ações ordinárias e 40.000 ações preferenciais. As ações preferenciais, sem direito a voto, concorrerão aos dividendos em igualdade de condições com as ações ordinárias, acrescidas de 10% sobre o valor pago a estas últimas. (b) Destinação do lucro aos administradores Conforme previsto no Estatuto Social da Companhia, poderá ser destinado até 10% do lucro líquido apurado anualmente, após os efeitos fiscais, a título de remuneração dos administradores, desde que no exercício social correspondente, tenha sido atribuído aos acionistas o dividendo mínimo obrigatório. (c) Reservas de lucros - legal A reserva legal é constituída a partir do lucro líquido do exercício, aplicando-se o percentual de 5%, antes de qualquer outra destinação, e não excederá a 20% do capital social. (d) Reserva de lucros - para expansão A reserva para expansão refere-se à retenção do saldo remanescente de lucros acumulados, a fim de atender ao projeto de crescimento dos negócios estabelecido no plano de investimentos, conforme orçamento de capital aprovado e proposto pelos administradores da Companhia, para ser deliberado na Assembleia Geral dos Acionistas, em observância ao artigo 196 da Lei das Sociedades por Ações. (e)

Parcela atribuída às ações ordinárias R$ 125,95 por ação (em 2011 - R$ 56,96 por ação) Parcela atribuída às ações preferenciais R$ 153,93 por ação (em 2011 - R$ 69,62 por ação) 23

Imposto de renda e contribuição social

(a)

Tributos diferidos - controladora e consolidado

6.082 5.113

4.890 173

11.195

5.063

5.038

2.278

6.157

2.785

11.195 -------------------------------

5.063 -------------------------------

Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía créditos tributários diferidos no montante de R$ 5.982(2011 - R$ 9.973), registrados contabilmente, calculados sobre a totalidade de seus prejuízos fiscais para fins de imposto de renda, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias, imprescritíveis, para serem compensados com lucros tributários futuros, de acordo com os limites estabelecidos pela legislação fiscal vigente, composto conforme abaixo demonstrado: Créditos sobre:

2012

2011

Prejuízos fiscais de imposto de renda a compensar Bases negativas de contribuição social

3.662 1.336

5.661 2.046

4.998

7.707

363 525 96

1.282 363 525 96

984

2.266

Diferenças temporárias Provisões para participações Provisões para contingencias Provisões de impostos a compensar Outras temporárias

5.982 9.973 ------------------------------------------------------------Os créditos fiscais são reconhecidos contabilmente levando-se em consideração a realização provável desses tributos, a partir de projeções de resultados futuros elaboradas com base em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. Como a base tributável do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido decorre não apenas do lucro que pode ser gerado, mas também da existência de receitas não tributáveis, despesas não dedutíveis, incentivos fiscais e outras variáveis, não existe uma correlação imediata entre o lucro líquido da Companhia e o resultado de imposto de renda e contribuição social. Portanto, a expectativa da utilização dos créditos fiscais não deve ser tomada como único indicativo de resultados futuros da Companhia. (b) Conciliação da despesa do imposto de renda e da contribuição social Controladora - apuração dos valores do exercício Controladora - IR e CS Lucro (prejuízo) antes do IR e da CS Equivalência patrimonial Adições e exclusões permanentes, líquidas Juros sobre capital próprio Outras adições e exclusões permanentes Adições e exclusões temporárias, líquidas Compensações com prejuízos fiscais Alíquota combinada de IR e CS IR e CS corrente Consolidado

2012

2011

42.473 ---------------------

15.829 (2.354)

(11.195) 365 512 (9.613) 22.542 ------------------------------34% (7.664) -------------------------------

(5.063) (282) (149) (2.306) 5.675 ------------------------------34% (1.930) -------------------------------

As controladas PESA - Equipamentos Usados S.A. e PESA Industrial S.A., apuraram imposto de renda e contribuição social sobre o lucro com base no lucro presumido nos montantes de R$ 287 e R$ 24, respectivamente em 2011. 24

Composição das despesas por categoria: Custo dos produtos vendidos, das locações e dos serviços prestados Com vendas Despesas gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 26

Composição da receita líquida

Receita bruta de vendas e serviços Vendas de produtos e locações de equipamentos Prestação de serviços (-) Tributos sobre vendas e serviços prestados Receita líquida das vendas e serviços

Controladora 2012 2011

Consolidado 2012 2011

975.187 36.851

824.895 43.785

975.187 36.851

829.482 45.023

(112.429)

(94.604)

(112.429)

(95.999)

899.609 ----------------------------

774.076 ----------------------------

899.609 ----------------------------

778.506 ----------------------------

Receitas e despesas financeiras

Despesas financeiras Juros pagos/incorridos Juros sobre operações de arrendamento Despesas bancárias Despesas com operações de hedge/swap

Dividendos e juros sobre o capital próprio O estatuto prevê o pagamento de dividendo anual mínimo de 25% sobre o lucro líquido do exercício, calculado nos termos da legislação societária. O cálculo dos dividendos e juros sobre o capital próprio propostos está a seguir resumido: 2012 2011 Lucro líquido do exercício 25.609 20.591 (1.280) (1.030) (-) Reserva legal - 5%, limitado a 20% do capital social Base de cálculo dos dividendos propostos 24.329 19.561 ------------------------------- ------------------------------% sobre a base de cálculo 25% 25% Dividendos obrigatórios Dividendos adicionais propostos

Despesas por natureza

Receitas financeiras Juros auferidos Juros de aplicações financeiras Descontos obtidos Variação cambial ativa Receita operações hedge/swap Receitas financeiras Despesas financeiras, líquidas 27

Despesas de benefícios a empregados

Consolidado

2012

2011

2012

2011

(646.869) (66.727)

(541.234) (64.674)

(646.869) (66.727)

(543.233) (65.402)

(45.201) (17.983) (1.954) (3.899) (19.287) (44.154)

(48.507) (22.902) (1.632) (4.496) (15.769) (33.643)

(45.201) (17.983) (1.954) (3.899) (19.287) (44.528)

(48.507) (22.904) (1.632) (4.496) (15.806) (32.665)

(846.074) ----------------------------

(732.857) ----------------------------

(846.448) ----------------------------

(734.645) ----------------------------

(754.896) (45.949) (41.786)

(636.096) (54.065) (48.459)

(754.896) (45.949) (42.160)

(636.858) (54.065) (48.459)

(3.443) (846.074) ----------------------------

5.763 (732.857) ----------------------------

(3.443) (846.448) ----------------------------

4.737 (734.645) ----------------------------

Controladora 2012 2011

Consolidado 2012 2011

(10.987)

(20.694)

(10.987)

(20.694)

(10.251) (1.994)

(16.987) (1.500)

(10.251) (1.994)

(16.987) (1.505)

(241) -----------------------------(23.473) ------------------------------

(189) -----------------------------(39.370) ------------------------------

(241) -----------------------------(23.473) ------------------------------

(189) -----------------------------(39.375) ------------------------------

3.892 2.132 194

5.676

3.892 2.132 194

5.701

57

2.119 3.700

1.727 7.934

2.119 3.700

1.727 7.934

12.037 -----------------------------(11.436) ------------------------------

15.394 -----------------------------(23.976) ------------------------------

12.037 -----------------------------(11.436) ------------------------------

15.423 -----------------------------(23.952) ------------------------------

61

Consolidado 2012 2011 Salários Comissões de vendas Custos previdenciários

31.838 4.287 16.087 52.212 985 -----------------------------

Número de empregados (média anual) 28

29

29.568 4.551 12.481 46.600 979 -----------------------------

Seguros - controladora e consolidado A Companhia e sua controlada possuem um programa de gerenciamento de riscos com o objetivo de delimitálos, buscando no mercado coberturas compatíveis com seu porte e suas operações. As coberturas foram contratadas por montantes considerados suficientes pela administração para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza da sua atividade, os riscos envolvidos em suas operações e a orientação de seus consultores de seguros. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia e sua controlada possuíam as seguintes principais apólices de seguro contratadas com terceiros: Importâncias Ramos seguradas Incêndio e avarias de bens do imobilizado e dos estoques 90.067 Responsabilidade civil 10.800 Informações por segmento de negócios A administração da Companhia determinou os segmentos operacionais com base na informação revisada pelo comitê diretivo estratégico com o objetivo de alocar os recursos e a avaliação de desempenho entre os segmentos. A administração da Companhia e suas controladas considera o negócio tanto da perspectiva geográfica quanto de produto. Geograficamente, a administração considera o desempenho nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na perspectiva de produto, a administração separadamente considera as atividades de venda de máquinas, venda de peças, prestação de serviços e locação de equipamentos, nas suas geografias. A atividade de locação tem em sua receita a venda de equipamentos do ativo imobilizado. Os segmentos atuam, basicamente, com a venda de Máquinas e equipamentos da marca Caterpillar. Embora a Companhia tenha estabelecimentos nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, o resultado destes Estados não atingiu o critério quantitativo requerido pelo IFRS/CPC para segmentos reportáveis, a administração concluiu que os resultados destes Estados deveriam ser reportados juntamente com os resultados do segmento Paraná.Os resultados destes estabelecimentos são monitorados de perto pelo Comitê Diretivo Estratégico como regiões de crescimento potencial, principalmente, para o produto de locação de equipamentos e com expectativa de contribuir significativamente para as receitas do Grupo no futuro. A atividade de manufatura de equipamentos está, basicamente, relacionado à venda de máquinas e peças, distribuídas geograficamente em seus segmentos. Essa atividade foi excluída dos segmentos operacionais reportáveis por não serem revisadas pela administração da Companhia e suas controladas como uma atividade independente. Receita por categoria e região demográfica 2012 Segmento Segmento Segmento Santa Rio Grande Atividade Paraná Catarina do Sul Total Venda de máquinas 317.910 103.288 171.126 592.324 Venda de peças 78.757 25.575 21.419 125.752 Prestação de serviços 17.371 5.795 4.014 27.180 Locação de equipamentos 101.794 19.305 33.254 154.353 515.832 153.963 229.814 899.609 ------------------------------------------------------------------------------------------------2011 Segmento Segmento Segmento Santa Rio Grande Atividade Paraná Catarina do Sul Total Venda de máquinas 260.498 79.712 148.374 488.584 Venda de peças 76.887 23.068 22.887 122.842 Prestação de serviços 18.636 4.629 4.461 27.725 83.230 21.386 34.739 139.355 Locação de equipamentos 439.251 128.795 210.460 778.506 ------------------------------------------------------------------------------------------------Os negócios entre segmentos são realizados a custo e não registradas como transações de venda, caracterizando apenas repasse de serviços. A receita de clientes externos reportada a Administração é mensurada de maneira consistente com a da demonstração do resultado. A Companhia é domiciliada na região Sul do Brasil. O resultado de suas receitas líquidas com clientes nesta região é de R$ 880.315 (2011 - R$ 760.816), e o total de receita com clientes de outras regiões é de R$ 19.294 (2011 - R$ 17.690).

TIM amplia projeto de pagamento com celulares NFC em parceria com o Bradesco Após sair na frente e iniciar – em janeiro de 2013 – testes de celulares com a tecnologia NFC, a TIM amplia o projeto com novas parcerias. A operadora começa, nesta semana, piloto de pagamento de contas através do celular em parceria com o Bradesco. Para os novos testes, a TIM contará ainda com a parceria da fabricante Motorola e LG, que cederam – respectivamente – os modelos Razr HD e Razr i e Optimus G para um grupo de pessoas selecionado pelas empresas envolvidas. Este grupo poderá utilizar os smartphones para pagar suas contas em estabelecimentos do Rio de Janeiro e São Paulo com POS Cielo habilitado – utilizando a mesma tecnologia do Bradesco para pagamentos com os Cartões Contactless.

Os usuários que participarão deste novo piloto testarão o pagamento via celular com o cartão de débito Bradesco com a bandeira VISA, previamente cadastrados nos aparelhos. O lojista digitará o valor da compra no POS Cielo habilitado para NFC e o cliente apenas aproxima o smartphone da máquina para finalizar a transação. As compras serão descontadas na conta corrente dos usuários, como acontece atualmente em operações com cartão de débito Bradesco. “Esse novo piloto vai nos ajudar ainda mais na busca de conhecimento sobre a tecnologia NFC, que promete ser a grande novidade do mercado brasileiro em um futuro próximo. O objetivo também é ampliar nossas parcerias para termos um alcance maior

e um leque mais amplo de benefícios para nossos clientes quando o serviço for comercialmente lançado”, explica Carlos Roseiro, diretor de serviços financeiros móveis da TIM Brasil. A expectativa da TIM e do Bradesco é lançar comercialmente a tecnologia no fim de 2013, uma vez que a empresa já adquiriu a plataforma TSM, fundamental para o rollout comercial. A solução permite a instalação remota (overthe-air) e segura de uma ampla gama de serviços NFC em dispositivos móveis. A TIM foi a primeira operadora brasileira a adquirir essa ferramenta, em negociação com a Gemalto em janeiro deste ano. “Esta forma de pagamento estará presente no dia-a-dia dos consumidores muito antes do que

podemos imaginar. A convergência de serviços financeiros e de telecomunicação é uma tendência, e mais uma vez o Bradesco reforça seu posicionamento pioneiro, oferecendo conveniência e segurança para seus clientes”, destaca Rita Castro Fernandes, Superintendente de Produtos do Bradesco Cartões. A TIM é a operadora que mais cresce no país. Atualmente, possui 71,45 milhões de clientes e 27,01% de market share, consolidando-se na segunda colocação do mercado e na liderança do segmento prépago. O desempenho é fruto dos serviços inovadores da companhia, que levaram a marca, por exemplo, a ser apontada como a preferida da classe média dentre as empresas de telefonia móvel, segundo pesquisa do instituto Data Popular.

Joalheria Bergerson lança novo site Já está no ar o novo site da joalheria Bergerson. O canal online foi totalmente redesenhado para trazer a elegância da marca nos detalhes e se tornar o ponto central de integração com os consumidores, inclusive via mídias sociais. As imagens fullscreen do site destacam a beleza das joias e buscam proporcionar uma experiência mais próxima do contato real com as peças. Outra novidade é a vitrine expandida, que

trabalhará pontualmente temas específicos, criando uma janela para o universo de determinada coleção ou de um momento – uma estratégia para a divulgação de datas e eventos especiais. O site otimiza a navegação do usuário, independentemente de como ele o acessa, adequando-se a qualquer formato de tela e dispositivo. “Uma das premissas do projeto era estarmos mais próximos dos nossos consumidores e

presentes em todos os dispositivos online, respeitando a necessidade de cada ambiente”, afirma Letícia Nauffal, gerente de marketing da Bergerson. Segundo Letícia, o novo site ressalta a preocupação da Bergerson em proporcionar aos consumidores um envolvimento marcante com as joias, em todos os pontos de contato, e traduz com fidelidade os atributos essenciais da marca, como sofisticação, inovação e ver-

satilidade. “Através de inputs vindos do Google Analytics, pudemos rever a navegação no site, fazendo com que ele ofereça caminhos mais objetivos para se chegar às joias”, explica. O novo site da Bergerson foi desenvolvido pela agência Taste, responsável pela comunicação da marca. Para conferir as novidades, basta acessar www.bergerson.com. A Bergerson também está no Instagram, em @bergersonjoias.

Por atender um grande número de clientes em atividades distintas, a Companhia não decorre de faturamento significante para um único cliente. Ativos 2012 2011 Investimentos Investimentos Total de em coligadas e Total de em coligadas e Atividade ativos controladas ativos controladas Venda de máquinas Venda de peças Prestação de serviços Locação de equipamentos

198.373 4.829 152.939 4.455 58.534 50.029 11.539 8.227 136.767 105.188 ----------------------------------------------------------------------------405.213 4.829 316.383 4.455 ------------------------------------------------------------------------------------------------Os montantes reportados ao Comitê Diretivo Estratégico com relação ao total de ativos são mensurados de maneira consistente com os das demonstrações financeiras. Esses ativos são alocados com base nas operações do segmento e localização física do ativo. O total de ativos não correntes, outros que não instrumentos financeiros, tributos(diferidos e a recuperar) e o total de tais ativos não correntes é R$ 109.145 (2011 - R$ 94.028). 30 Lucro por ação (a) Básico e diluído O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício, excluindo as ações ordinárias compradas pela sociedade e mantidas. Durante os exercícios de 2012 e de 2011 não ocorreram movimentações de ações. 2012 2011 Lucro atribuível aos acionistas da Companhia 25.609 20.591 Quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação 40.000 40.000 640,22 514,77 Lucro básico por ação - R$ ----------------------------------------------31 Normas novas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em vigor As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB mas não estão em vigor para o exercício de 2012. A adoção antecipada dessas normas, embora encorajada pelo IASB, não foi permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC). . IFRS 9 - "Instrumentos Financeiros", aborda a classificação, a mensuração e o reconhecimento de ativos e passivos financeiros. O IFRS 9 foi emitido em novembro de 2009 e outubro de 2010 e substitui os trechos do IAS 39 relacionados à classificação e mensuração de instrumentos financeiros. O IFRS 9 requer a classificação dos ativos financeiros em duas categorias: mensurados ao valor justo e mensurados ao custo amortizado. A determinação é feita no reconhecimento inicial. A base de classificação depende do modelo de negócios da entidade e das características contratuais do fluxo de caixa dos instrumentos financeiros. Com relação ao passivo financeiro, a norma mantém a maioria das exigências estabelecidas pelo IAS 39. A principal mudança é a de que nos casos em que a opção de valor justo é adotada para passivos financeiros, a porção de mudança no valor justo devido ao risco de crédito da própria entidade é registrada em outros resultados abrangentes e não na demonstração dos resultados, exceto quando resultar em descasamento contábil. O Grupo está avaliando o impacto total do IFRS 9. A norma é aplicável a partir de 1o de janeiro de 2015.

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas Paraná Equipamentos S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Paraná Equipamentos S.A. ("Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Paraná Equipamentos S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e demais demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standart Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Paraná Equipamentos S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Paraná Equipamentos S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nesta data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standarts Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme descrito na nota 2.2 (b), as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Paraná Equipamentos S.A., essas práticas diferem das IFRS aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere a avaliação dos investimentos em controladas e coligadas pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto. Curitiba, 29 de abril de 2013

PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 "F" PR

Carlos Alexandre Peres Contador CRC 1SP198156/0-7 "S" PR

ROGERIO MACEDO BORIO Diretor Presidente

DIRETORIA

LAURI PICK Diretor de Negócios e Rel. com o Cliente

PAULO SERGIO ÁVILA Diretor Adm. Financeiro e Contador CRC/PR - 039046/O-7

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ROGERIO MACEDO BORIO Presidente BERNARDO CORAIOLA BORIO FRANCISCO CORAIOLA BORIO LAURI PICK

SUELY MIRIAN BORIO LEONARDO CORAIOLA BORIO

Alunos do curso de idiomas do Centro Europeu têm aulas práticas de gastronomia Partindo do princípio que idiomas não se aprendem somente em sala de aula, desde 2011 o Centro Europeu realiza aulas especiais para seus alunos dos cursos de línguas estrangeiras. São palestras e oficinas de Fotografia, Gestão de Empresas, Cinema, Design, Full Marketing, Gastronomia, entre outros segmentos, que são ministradas pelos professores dos respectivos cursos em parceria com os de francês, italiano, alemão, inglês e espanhol. No próximo dia 07 de junho acontece mais uma edição do Sabor na Ponta da Língua, projeto no qual um chef da equipe de gastronomia orienta o preparo de pratos aos

alunos de idiomas. Essas aulas são orientadas pelo chef assistido pela coordenadoria do idioma. Na edição do dia 07 os alunos do curso de inglês aprenderão a fazer hambúrguer e cookies. Karen Kubo, coordenadora de inglês, afirma que as aulas são destinadas para alunos de todos os níveis, pois como os chefs demonstram o preparo, não é mandatório que a compreensão seja de 100%. “Como a orientação do preparo dos pratos é realizada em inglês, possibilita o acesso a vocabulário específico e como o aluno é exposto ao vocabulário em ambiente próprio, a internalização do conteúdo é feita de maneira mais natural”, finaliza.

Colégio Marista promove integração de alunos na 29ª Semana Champagnat Valores éticos e integração entre os alunos do Colégio Marista Santa Maria estão sendo colocados em prática por meio de provas culturais, artísticas e esportivas durante a 29º Semana Champagnat, que vai até o dia 29/5. De acordo com o aluno da 2° série do ensino médio, Vitor Berte, 16, a atividade é uma forma de fortalecer e gerar novos relacionamentos entre os estudantes. “Com as atividades, conseguimos ter maior contato com os alunos das outras turmas e somos incentivados a praticar esporte e de-

senvolver o espírito solidário”. Além dos jogos, há também o show de talentos em que alunos e professores realizam um trabalho em conjunto. Para o aluno Giovanni Diniz, 16, também da 2° série do ensino médio, explica que essa integração com os professores é muito importante. “A escola não é um espaço apenas para se aprender português e matemática, mas também para nos ensinar a ter responsabilidade, respeitar o próximo e enfrentar os desafios da vida”, completa.


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FIEP apoia projeto que trata de assistência a portadores de doença pulmonar A

Federação das Indústrias do Estado do Paraná-Fiep, manifestou parecer favorável ao projeto do deputado Ney Leprevost que trata da criação do Programa Paranaense de Assistência aos Portadores Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Pelo projeto de lei , as unidades de saúde passariam a oferecer à população exame gratuito de espirometria aos pacientes. Após o diagnostico do DPOC os órgãos públicos competentes deverão oferecer medicamentos e tratamento aos pacientes. O parecer favorável da Fiep foi publicado na Agenda Legislativa da Indústria que reúne os projetos de lei em tramitação no legislativo estadual que geram impacto sobre o setor industrial. A publicação

apresenta o posicionamento da Fiep e seus sindicatos em relação aos projetos, o que contribui para manter um diálogo com a Assembleia Legislativa do Paraná e direcionar os trabalhos dos deputados estaduais. O projeto do deputado Ney Leprevost , depois que analisado pela entidade, foi considerado uma “proposição convergente ao segmento da indústria”. Segundo o deputado Ney Leprevost, a proposta visa proteger a saúde de inúmeras pessoas que são portadoras de alguma espécie de DPOC, “que é uma enfermidade que atinge um crescente número de indivíduos, sendo causadas, principalmente, pela exposição à fumaça do cigarros e poeiras orgânicas e industriais. É caracterizada

pelo aparecimento de enfisema pulmonar, bronquite crônica , bronquiolite respiratória e alterações na vasculatura pulmonar.” No parecer favorável da Agenda Legislativa da Fiep, é citado que os indivíduos que se encontram em estágios avançados da enfermidade não conseguem ter acesso aos remédios , devido aos altos custos, e o fato de a Secretaria não possuir um programa especifico impossibilita a disponibilização de remédios por falta de critério para sua viabilização. E enfatiza a Fiep: “É importante ressaltar, também, que a prevenção, tal qual proposta no projeto, diminuiria as despesas do Estado com tratamento. Um diagnostico precoce da condição pode evitar o agravamento do quadro do paciente

e melhorar, dessa forma, a qualidade de vida da população.” “A Federação das Indústrias do Estado do Paraná posiciona-se favoravelmente ao projeto, pois acredita que o acesso a um sistema de saúde qualificado seja um direito de todos os cidadãos e a existência de um programa para tratar a DPOC é fundamental. Cientes do vício de iniciativa permeia o projeto, no que tange à competência exclusiva do poder executivo para legislar sobre as atribuições da Secretaria Estadual de Saúde, sugerimos que a proposta seja transformada em indicação legislativa, para sua implementação pelas autoridades competentes, tendo em vista a sua importância do tema abordado para a sociedade paranaense”, aponta o documento.

Deputado Ney Leprevost autor do projeto que trata da criação do Programa Paranaense de Assistência aos Portadores Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.

CNPJ nº 03.317.692/0001-94 Relatório da Administração - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 e Semestre Findo em 30 de Junho de 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Apresentamos a seguir o Relatório da Administração da Petra Personal Trader CTVM S.A. referente ao doméstico, entretanto, o que vimos foi uma decepção generalizada com a economia brasileira, que internacional, o baixo crescimento acabou se refletindo na lucratividade das empresas, impactando 2011. Os resultados no período: A queda nas receitas, ainda que acompanhada por uma redução das exercício de 2012, de acordo com o que estabelece o Banco Central do Brasil. Eventos Relevantes: mostrou um crescimento muito abaixo do esperado no terceiro trimestre, levando o mercado a reduzir negativamente o mercado de ações. Não fosse pelo desempenho de dezembro, o Ibovespa teria fechado despesas, acabou impactando os resultados da corretora, que fechou o segundo semestre com um No cenário econômico, o quarto trimestre de 2012 foi marcado pela distensão nos mercados com o substancialmente as suas previsões para o ano de 2012 como um todo. Apesar da elevada confiança dos o ano com rentabilidade próximo a zero. Com as principais ações do índice apresentando performances prejuízo de R$ 557 mil, após lucrar R$ 545 mil no primeiro semestre do ano. No ano como um todo a afastamento do risco de ruptura na Europa após a aprovação pelo Banco Central Europeu da compra de consumidores derivada da situação extremamente favorável do emprego, o nível do investimento no país débeis ou negativas o investidor pessoa física, foco da Petra, seguiu afastado do mercado, o que Petra Corretora fechou próxima a neutralidade, com prejuízo de R$ 12 mil, uma melhora importante em títulos da dívida dos países mais fragilizados, que reduziu substancialmente o prêmio que vinha sendo segue muito abaixo do necessário para acelerar a economia. Além dos números desfavoráveis da impactou negativamente as receitas de corretagem. O crescimento no volume de fundos administrados relação a 2011 quando o prejuízo foi de R$ 2,7 milhões. As perspectivas: Nossa visão é de que o cobrado na rolagem de suas dívidas. Os Estados Unidos também contribuíram com a melhora no economia, cresceu no país e no exterior a percepção de que o governo brasileiro vem adotando uma pelo Banco Petra, por outro lado, gerou uma oferta maior de serviços de distribuição, contrabalançando ambiente com a divulgação cada vez mais dispersa de indicadores econômicos positivos agregando postura com viés exageradamente intervencionista e que esse modo de atuar pode vir influenciar a redução no volume das operações em bolsa. A geração de receita: Respondendo ao desempenho mercado de ações seguirá desafiador como foi em 2011 e 2012. Por essa razão o foco de atuação da consistência ao seu movimento de retomada. A reeleição do presidente Barack Obama, não obstante negativamente as decisões de investimento no país. Com base na fragilidade dos números do PIB e na negativo do mercado acionário, as receitas da Petra Corretora caíram no segundo semestre do ano em empresa seguirá sendo a distribuição de fundos estruturados onde acreditamos haver um mercado seus desafios legislativos de curto prazo, também beneficiou o cenário ao assegurar a continuidade do potencial resistência dos empresários em investir no Brasil, o mercado voltou a revisar para baixo as relação ao primeiro semestre. As receitas somaram R$ 4,32 milhões contra R$ 5,76 milhões, do semestre interessante a ser explorado e onde a especialização da empresa tende a ser valorizada por gestores e governo, evitando assim todos os custos e incerteza inerentes a trocas de governo. No cenário expectativas para o crescimento da economia também para 2013. Apesar da melhora no cenário anterior. No acumulado do ano, as receitas somaram R$ 10,07 milhões, contra R$ 12,29 milhões em investidores. Demonstração dos fluxos de caixa Demonstração das mutações do patrimônio líquido Balanços patrimoniais 2º Semestre Exercício Ajuste ao Ativo Notas 2012 2011 Passivo Notas 2012 2011 Atividades operacionais 2012 2012 2011 valor Circulante 9.056 10.929 Circulante 7.909 9.173 Prejuízo/lucro líquido do exercício/semestre (557) (12) (2.721) de mercado de Disponibilidades 4 214 245 Outras obrigações 7.909 9.173 Ajustes ao prejuízo/lucro líquido 290 252 1.944 Capital Reservas títulos e valores Prejuízos Aplicações interfinanceiras de liquidez 5 5.470 5.944 Fiscais e previdenciárias 12 131 267 Depreciações e amortizações 32 71 71 social de capital mobiliários acumulados Total Operações compromissadas 5.470 5.944 Negociação e intermediação de valores 8 7.345 8.320 Resultado de participação em controlada 175 36 (4) 3.930 12 108 (774) 3.276 Títulos e valores mobiliários 6 1.225 839 Diversas 9 433 586 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Reversão (constituição) de crédito tributário – – 1.877 Aumento de capital 2.000 – – 2.000 Carteira própria 7 37 Exigível a longo prazo 69 – Outras perdas de capital 38 38 – Atualização título patrimonial 44 – – 44 Vinculados à prestação de garantia 1.218 802 Outras obrigações 69 – Amortização de deságio (23) (23) – Ajuste ao valor de mercado Outros créditos 2.116 3.873 Diversas 9 69 – Provisão para riscos 69 69 – títulos e valores mobiliários – – (126) – (126) Rendas a receber 7 704 560 Patrimônio líquido 13 2.475 2.473 Lucro/prejuízo na Alienação de bens (1) 61 – Prejuízo do exercício – – – (2.721) (2.721) Negociação e intermediação de valores 8 473 2.576 Capital de domiciliados no país 5.930 5.930 2.097 (749) 1.093 5.930 56 (18) (3.495) 2.473 Variações em ativos e passivos Diversos 9 939 737 Reservas de capital 62 56 Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento/redução em títulos e valores mobiliários 2.010 (1.239) 2.789 Atualização título patrimonial – 6 – – 6 Outros valores e bens 31 28 Ajustes a valor de mercado - TVM e derivativos (10) (18) Aumento/redução em outros créditos 2.294 1.757 1.432 Ajuste ao valor de mercado Despesas antecipadas 31 28 Prejuízos acumulados (3.507) (3.495) Aumento em outros valores e bens 73 (3) (4) títulos e valores mobiliários – – 8 – 8 Realizável a longo prazo 861 – Total 10.453 11.646 Aumento/redução em outras obrigações (2.152) (1.302) (52) Prejuízo do exercício – – – (12) (12) Títulos e valores mobiliários 6 861 – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Imposto de renda e contribuição social pagos (128) 38 (3.072) Saldos em 31 de dezembro de 2012 5.930 62 (10) (3.507) 2.475 Carteira própria 861 – Demonstração dos resultados Caixa líquido originado (aplicado) em atividades operacionais 1.830 (509) 316 Saldos em 30 de junho de 2012 5.930 59 (6) (2.950) 3.033 Permanente 536 717 2012 2011 Atualização título patrimonial – 3 – – 3 Atividades de investimento Investimentos 10 127 97 Notas 2º Semestre Exercício Exercício Alienação/Aquisição de investimento 12 (37) 51 Ajuste ao valor de mercado Títulos patrimoniais 102 97 298 765 1.335 Alienação/Aquisição de imobilizado de uso 24 41 (141) títulos e valores mobiliários – – (4) – (4) Participação em coligada 25 – Receitas da intermediação financeira Resultado de aplicações interfinanceiras de liquidez 133 513 441 Alienação/Aplicação no intangível – – 112 Prejuízo do semestre – – – (557) (557) Imobilizado de uso 11 403 611 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 165 252 894 Saldos em 31 de dezembro de 2012 Caixa líquido originado (aplicado) em atividades de investimento 36 4 22 5.930 62 (10) (3.507) 2.475 Outras imobilizações de uso 553 720 298 765 1.335 Atividades de financiamento As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras (Depreciações acumuladas) (150) (109) Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais (918) (612) (2.184) Aumento de capital – – 2.000 Intangível 6 9 de perda provável. Resumidamente, os processos tratam-se de reclamações pleiteando projeção do Receitas de prestação de serviços 14 4.026 9.301 10.959 Caixa líquido originado (aplicado) nas atividades de financiamento – – 2.000 Ativos intangíveis 12 12 Despesas de pessoal (923) (1.995) (4.431) aviso prévio, nulidade da dispensa sem justa causa, dano moral, indenização por dispensa Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 1.866 (505) 2.338 (Amortizações acumuladas) (6) (3) Outras despesas administrativas 15 (3.190) (6.670) (7.564) discriminatória, reconhecimento de vínculo empregatício e horas extras. 10. Investimentos: Em 31 de Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício/semestre 3.818 6.189 3.851 Total 10.453 11.646 Despesas tributárias (411) (959) (1.162) dezembro de 2012, o saldo de investimentos é composto por títulos patrimoniais da Bolsa de Valores do Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício/semestre 5.684 5.684 6.189 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Resultado de participações em coligada 10 (175) (36) 4 Paraná no valor de R$ 127 (R$ 97 em 2011) e pela participação em uma coligada conforme tabela. Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 1.866 (505) 2.338 Notas explicativas às demonstrações financeiras Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. Outras receitas operacionais 15 35 71 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 2012 e 2011 16 (260) (288) (61) Informações sobre a controlada: 1. Contexto operacional: A Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Outras despesas operacionais Número de cotas de capital 100.000 17. Imposto de Renda e Contribuição Social: a) Conciliação do imposto de renda e contribuição social (620) 153 (849) (“Corretora”) foi constituída em 14 de abril de 1999 e iniciou suas atividades em julho de 1999. A Corretora Resultado operacional Patrimônio líquido 1.912 no resultado: No exercício de 2012, a Corretora apresentou lucro líquido acumulado no montante de tem por objeto social entre outras atividades: comprar e vender títulos e valores mobiliários, por conta Resultado não operacional (65) (127) 5 (–) Distribuição de Resultado Antecipado (1.781) R$ 182 prejuízo de (R$ 844 em 2011) e consequentemente, houve recolhimento de imposto de renda e própria ou de terceiros, instituir, organizar e administrar fundos mútuos e clubes de investimentos e exercer Resultado antes da tributação sobre o resultado (685) 26 (844) Capital social 100 contribuição social no exercício de 2012. A demonstração do imposto de renda e da contribuição social outras atividades expressamente autorizadas pelo Banco Central do Brasil - BACEN e/ou pela Comissão Imposto de renda e contribuição social 17 128 (38) (1.877) Lucro líquido do exercício 107 corrente incidente sobre as operações de 31 de dezembro de 2012 e 2011 são assim apresentadas: de Valores Mobiliários - CVM. I) Reestruturação societária: O Grupo Petra, formado pela Corretora, pelo Imposto de renda e contribuição social - correntes 128 (38) (1.877) Banco Petra S.A. (“Banco”), pela Petra Asset Gestão de Investimento Ltda. (“Asset”) e pela Holding Prejuízo do semestre/exercício (557) (12) (2.721) Informações sobre o investimento na controlada: 2012 2011 Número de cotas possuídas 19.000 Servicer S.A. (“Holding”), apesar do controle societário de cada sociedade ser distinto, operava sob a Nº de ações 5.930.000 5.930.000 5.930.000 2º Semestre Exercício Exercício Percentual de participação (%) 19 mesma marca “Petra” e administração comum. Por esse motivo, os acionistas das referidas empresas Prejuízo por ação (em R$ ) (0,0939) (0,0020) (0,4589) Resultado antes do imposto de renda e contribuição Movimentação dos investimentos no exercício: elaboraram um plano de reestruturação societária com o objetivo de que os sócios compartilhassem o As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras social e após as participações (685) 26 (844) Aquisição de 50,001% das ações 73 controle de todas as empresas do Grupo. A reestruturação societária compreendeu os seguintes eventos: – 156 – (i) Permuta e ações da Holding por quotas da Asset; (ii) Incorporação de ações da Corretora pela Holding; perdas possíveis são divulgados, e aqueles não mensuráveis com suficiente segurança e como de perdas Venda de 30,001% das ações (12) Adições/exclusões: Brindes – 1 4 remotas não são provisionados e/ou divulgados; • As obrigações legais são registradas como exigíveis, e (iii) Incorporação de ações da Corretora pelo Banco, e tem como principais justificativas os seguintes Resultado de equivalência patrimonial (36) Equivalência patrimonial 175 36 (4) aspectos: a) Maior capacidade de geração de resultado devido à otimização e compartilhamento dos independentemente da avaliação sobre as probabilidades de êxito. k) Passivo circulante e exigível a longo Saldos finais 25 Provisão para passivos contingentes 69 69 – prazo: Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e recursos; b) Melhoria na precificação dos produtos e serviços disponibilizados pelas empresas do grupo 2012 2011 11. Imobilizado de uso: Outras (12) 50 – em função do fornecimento integrado dos serviços e produtos, concentração das atividades de as variações monetárias em base pro-rata dia incorridos, deduzidos das correspondentes despesas a Taxa % Custo Depreciação Saldo Saldo Base de cálculo antes das compensações de prejuízo fiscal e administração de risco, uma vez que todas as empresas já atuam sob a mesma marca e administração apropriar. l) Provisão para imposto de renda e contribuição social: A provisão para imposto de renda foi Instalações 10 407 (107) 300 457 base negativa de exercícios anteriores (453) 182 (844) comum, compartilhando estruturas operacionais; e c) Redução de custos de funcionamento das áreas constituída à razão de 15% sobre o lucro real, acrescido de adicional de 10% sobre a parte desse lucro Móveis e equipamentos de uso 10 99 (21) 78 93 Prejuízo fiscal compensado até a competência – (55) – corporativas de suporte (RH, marketing, tecnologia, jurídico e outras). Os sócios receberam resposta que excedeu a R$ 240 no ano. A contribuição social é calculada sobre o lucro líquido antes do imposto de Processamento de dados 20 27 (12) 15 20 Base de cálculo após as compensações de prejuízo fiscal – 127 – positiva do Banco Central em 16 de agosto de 2011 com relação ao plano de reestruturação societária renda, à alíquota de 15%. m) Apuração do resultado: As receitas e despesas das operações ativas e Outros 10 a 20 20 (10) 10 14 Imposto de renda total – (19) – passivas são apropriadas pelo regime de competência. Os valores sujeitos à variação monetária são protocolizado no dia 01 de fevereiro de 2011. Com isso, submeteram os documentos e informações Imobilizado em andamento – – – – 27 Imposto de renda 15% – (19) – necessários à instrução do processo, em especial os atos societários relativos à alteração de controle atualizados “pro rata” dia. n) Resultado por ação: O lucro (prejuízo) por ação é calculado em reais com Total – 553 (150) 403 611 Contribuição social sobre o lucro líquido 15% – (19) – acionário em comento. Como resultado desta consolidação, a Corretora se tornou uma subsidiária integral base na quantidade de ações em circulação, na data dos balanços. 2012 2011 Total Imposto de renda e Contribuição social 12. Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias: – (38) – 2012 2011 PIS e COFINS do Banco. Com o objetivo de imediato enquadramento das instituições sob controle acionário nos limites 4. Caixa e equivalentes de caixa: 37 95 b) Composição do imposto de renda e contribuição social no resultado: 214 245 Impostos e contribuições sobre salários a recolher operacionais, os acionistas controladores do Banco e da Corretora decidiram ainda realizar, no mês de Disponibilidades 40 46 2012 2011 setembro de 2011, um aumento de capital no valor de R$ 2.000, concomitantemente e nos mesmos Aplicações interfinanceiras (nota 5) 5.470 5.944 Impostos e contribuições sobre terceiros 3 1 2º Semestre Exercício Exercício eventos societários que dispuseram sobre a reorganização mencionada. Os documentos societários Total 5.684 6.189 Impostos sobre serviços a recolher (a) 41 110 Impostos correntes: Imposto de renda 80 (19) – foram aprovados em definitivo pelo Banco Central em 28 de março de 2012. II) Redirecionamento dos 5. Aplicações interfinanceiras de liquidez: Outros 10 15 Contribuição social 48 (19) – negócios: Em 2011, a Corretora redirecionou seus negócios, reduzindo substancialmente o atendimento 2012 2011 Total - circulante 131 267 de clientes de varejo e direcionando a sua atuação para clientes de maior porte como: Fundos de Pensão, Até 3 meses Até 3 meses (a) Representado substancialmente por ISS a pagar de São Paulo no montante de R$ 26 (R$ 88 em Impostos diferidos: Imposto de renda – – (1.173) Family Offices, Private Banking, Asset Managers e outros. Como parte desse redirecionamento Operações compromissadas (*) 5.470 5.944 2011) e ISS a pagar de Curitiba no montante de R$ 12 (R$ 13 em 2011). 13. Patrimônio líquido: a) Contribuição social – – (704) estratégico, medidas de adequação da estrutura foram implementadas em 2011 e 2012, o que resultou em (*) São representadas por aplicações no mercado aberto, lastreadas por títulos públicos federais com Capital social: O capital social subscrito e integralizado por acionistas domiciliados no país está represen128 (38) (1.877) uma redução significativa dos custos relacionados ao mercado de varejo. Do ponto de vista das receitas, prazos de vencimento de um dia útil. Estas operações não sofrem alterações no valor de mercado em tado por 2.965.000 ações ordinárias nominativas e por 2.965.000 ações preferenciais nominativas, no Total novo negócio com maior volume e valor agregado tem trazido receitas significativas, o que fez com que a virtude de sua natureza. 6. Títulos e valores mobiliários: A Corretora possui títulos públicos federais valor de R$ 1,00 cada uma. b) Reserva de capital: A reserva de capital é decorrente da atualização de c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos: No exercício de Corretora, que sofreu prejuízo no ano de 2010 e também no primeiro semestre de 2011, obtivesse lucro classificados na categoria de “Títulos disponíveis para venda”, conforme demonstrado na tabela abaixo: títulos patrimoniais, podendo ser utilizada para futuro aumento de capital social e/ou compensação de 2011, foi revertido o saldo do crédito tributário, pelo fato de a Corretora não estar enquadrada nas operacional já no segundo semestre de 2011, invertendo a linha de tendência dos resultados, de acordo 2012 2011 prejuízos acumulados. c) Reserva de lucro: Conforme determina o artigo 193 da Lei nº 6.404/76, 5% situações previstas na regulamentação vigente para manutenção dos créditos (Resolução nº 3.059/02). com a expectativa de seus acionistas e administradores. Essa linha permaneceu para o 1º semestre de Sem venValor Ajuste acumulado Valor Ajuste acumulado (cinco por cento) do lucro líquido será aplicado na constituição de reserva legal, antes de qualquer outra 18. Transações com partes relacionadas: a) Principais saldos e resultados de transações com partes 2012. 2. Base de preparação e apresentação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações cimento Após de no patrimônio de no patrimônio destinação, até o limite de 20% do capital social integralizado, podendo ser utilizada para futuro aumento relacionadas: As transações com partes relacionadas foram efetuadas em condições pactuadas entre as financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas e até 1 1 merca- líquido, líquido dos merca- líquido, líquido dos de capital social e/ou compensação de prejuízos acumulados. d) Dividendos: O estatuto social determina no Brasil, observando as diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil - BACEN, Título ano ano do efeitos tributários do efeitos tributários que seja assegurado aos acionistas o pagamento do dividendo mínimo obrigatório de 25% (vinte e cinco partes prazos de vencimento e taxas de remuneração), e os saldos são assim resumidos: 2012 2011 Conselho Monetário Nacional - CMN, consubstanciadas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Carteira Própria 7 861 868 – 37 – por cento) do lucro líquido, ajustado nos termos do artigo 202 da Lei nº 6.404/76 das Sociedades por Ativo Receita Ativo Receita Financeiro Nacional - COSIF e os novos pronunciamentos, orientações e as interpretações emitidas pelo Certificado de Ações. As ações preferenciais terão direito a receber, com prioridade, um dividendo não cumulativo, Nota (passivo) (despesa) (passivo) (despesa) Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC aprovados pelo BACEN. As estimativas contábeis são depósito bancário 6 – 6 – 34 – 6 – 1 – determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com base em Letras de câmbio 1 – 1 – 3 – calculado a taxa de 6% (seis por cento) ao ano, sobre o respectivo saldo contábil. No exercício de 2012 Disponibilidades e de 2011 não foi realizado nenhuma antecipação de dividendos. e) Ajuste na apuração do resultado do Banco Petra S.A. 6 – 1 – julgamento, que são revisados a cada trimestre. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e Letras Financeiras 354 – 342 – premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as do Tesouro – 861 861 – – – 1º semestre de 2011: No primeiro semestre de 2011, a corretora registrou contas a receber em contra- Devedores diversos partida de receita com comissão e também uma despesa com repasse de comissão em contrapartida de Petra Asset Gestão Inv. Ltda. 9.c 354 – 342 – provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos Vinculados a prestação (28) – (120) (774) financeiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas de garantias 1.218 – 1.218 (10) 802 – contas a pagar, com efeito líquido no resultado do período de R$ 291. Essas comissões são decorrentes Credores diversos Holding Servicer S.A. a) 9.f (28) (476) (120) (774) de intermediações financeiras realizadas na coordenação e distribuição pública de cotas emitidas por poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua Certificado de depósito – – – (5) determinação. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, bancário (a) 1.014 – 1.014 – 613 – fundos de investimento. Conforme contrato firmado entre as partes, a comissão é devida quando as cotas Despesas administrativas Banco Petra S.A. – – – (5) o comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC emitiu diversos pronunciamentos relacionados ao são efetivamente adquiridas, porém não houve a aquisição de tais cotas efetivamente. Com isso, a CorLetras Financeiras processo de convergência contábil internacional, porém a maioria não foi homologada pelo BACEN. Desta do Tesouro (b) – – – – – – retora reverteu o efeito da operação registrada contra a conta de lucros acumulados para não afetar o b) Representado pelo ressarcimento de custos e despesas por uso compartilhado de infraestrutura admiforma, a Corretora, na elaboração das demonstrações financeiras, adotou os seguintes pronunciamentos resultado do segundo semestre de 2011. nistrativa para a Holding Servicer S.A. A partir de 1 de abril de 2011, o critério de rateio foi alterado conAções (a) e (c) 204 – 204 (10) 189 (18) já homologados pelo BACEN: Pronunciamento conceitual básico (R1) - Estrutura Conceitual para Total 2012 2011 forme aditamento assinado entre todas as partes (Holding, Banco e Corretora), passando a Corretora a 1.225 861 2.086 (10) 839 (18) 14. Receita de prestação de serviços: Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro - homologado pela Resolução CMN (a) O Banco Paulista é o banco liquidante das operações de Bolsa da Corretora, e como garantia a 2º Semestre Exercício Exercício ressarcir a Holding, na proporção de 10% das despesas. Para apurar o percentual, levou-se em considenº 4.144/12; CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos - homologado pela Resolução CMN Corretora mantém um saldo de R$ 1.014 em CDB (R$ 612 em 2011) nessa instituição. Para realizar Rendas de corretagem 1.701 3.746 3.748 ração a proporção dos patrimônios líquidos das empresas do grupo para as quais a Holding Service S.A. nº 3.566/08; CPC 03 - Demonstrações do fluxo de caixa - homologado pela Resolução CMN nº 3.604/08; operações junto a CBLC a Corretora mantém R$ 204 (R$ 189 em 2011) em ações, custodiadas no BraDistribuição e colocação de cotas (a) 1.877 3.655 5.092 CPC 05 - Divulgação de partes relacionadas - homologado pela Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 - desco, como garantia. (b) O valor de mercado dos títulos públicos federais é obtido através da utilização Renda de comissão de colocação de títulos 90 744 68 presta serviço. c) Remuneração da administração: Os benefícios de curto prazo são compostos pela rePagamento baseado em ações - homologado pela Resolução CMN nº 3.989/11; homologado pela de preços divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais Taxa de administração de fundos 123 338 501 muneração fixa do exercício, bem como pela remuneração variável, provisionada no ano base e paga no Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (ANBIMA). (c) O valor de mercado das ações é obtido através da utilização de preços médios divulgados Rendas de custódia 98 236 702 ano corrente, e totalizaram no exercício de 2012 R$ 351 (R$ 477 em 2011). 19. Instrumentos financei- homologado pela Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Contabilização e divulgação de eventos pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA). 7. Outros créditos - Rendas a Estruturação de fundos – 94 514 ros derivativos: Durante os exercícios de 2012 e 2011, a Corretora não realizou operações com instrusubsequentes - homologação pela Resolução nº 3.973/11; e CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e receber: São rendas a receber de serviço de estruturação de fundos, de distribuição de cotas, taxa de Outras receitas de serviços 137 488 334 mentos financeiros derivativos. 20. Gerenciamento de risco e Acordo de Basileia: Os instrumentos de ativos contingentes - homologado pela Resolução CMN nº 3.823/09. Atualmente, não é possível estimar Total 4.026 9.301 10.959 Governança Corporativa do Conglomerado incluem estrutura de controles internos revisadas periodicaquando o BACEN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC e se a utilização administração dos Clubes e Fundos de Investimentos e das carteiras de clientes administrados pela (a) Refere-se ao recebimento de comissões sobre a intermediação financeira realizada na coordenação, Corretora, totalizando R$ 704 (R$ 560 em 2011). 8. Outros créditos e outras obrigações Negociação mente com vistas à manutenção de um adequado acompanhamento de riscos operacionais, de crédito, dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. 3. Resumo das principais práticas colocação e distribuição pública de cotas emitidas pelos Fundos Administrados pela Corretora (em 2012 contábeis: As principais práticas contábeis adotadas pela Corretora na elaboração das demonstrações e intermediação de valores: Refere-se basicamente aos saldos das operações por conta de clientes, Fundo Orion R$ 521, Fundo Red Petrobras R$ 474, Fundo Credit R$ 338, Fundo Sifra Premium R$ 533, de mercado e de liquidez. A metodologia de gerenciamento de riscos no Conglomerado observa as pendentes de liquidação, dentro do prazo regulamentar, classificado nas seguintes categorias: pessoas orientações do Comitê de Basileia e as exigências do acordo de Basileia II, priorizando a identificação financeiras são: a) Caixa e equivalentes de caixa: Para fins de demonstração do fluxo de caixa, caixa e Fundo Sifra Star R$ 363, Fundo Credix R$ 201, Fundo Redfactor R$ 757, Fundo Prospecta R$ 175, FIDC equivalentes de caixa correspondem aos saldos de disponibilidades e aplicações interfinanceiras de físicas e jurídicas, instituições de mercado, diretores, sócios e acionistas e sociedades ligadas, no Garson R$ 150, FIDC Daniele R$ 40, FIDC Empresarial R$ 30, FIDC Intercash R$ 40, Fundo Verax RPW dos possíveis riscos existentes nos diversos processos da Instituição, a implementação e acompanhaliquidez com conversibilidade imediata ou com prazo original de resgate igual ou inferior a 90 dias. montante de R$ 473 (R$ 2.576 em 2011) para o ativo e de R$ 7.345 (R$ 8.320 em 2011) para o passivo. R$ 33). O percentual da comissão varia de 0,25% a 6%, sobre o montante de cotas efetivamente mento de indicadores-chave e de mecanismos de mitigação dos riscos identificados. a) Gestão do Risco 2012 2011 b) Aplicações interfinanceiras de liquidez: Representam operações a preços fixos referentes às compras 9. Outros créditos e outras obrigações - Diversos: Operacional : Conforme disciplina a Resolução nº 3.380/06 do Conselho Monetário Nacional, a instituição colocado junto aos investidores. de títulos com compromisso de revenda e aplicações em depósitos interfinanceiros e estão demonstradas Outros créditos diversos - circulante 2012 2011 dispõe de sistema de monitoramento capaz de identificar, avaliar, controlar e mitigar os riscos inerentes 8 15 15. Outras despesas administrativas: pelo valor de resgate, líquidas dos rendimentos a apropriar correspondentes a períodos futuros. c) Títulos Créditos tributários às suas atividades. O risco operacional é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, 2º Semestre Exercício Exercício Adiantamentos diversos (a) 132 28 e valores mobiliários: Os títulos e valores mobiliários, conforme determinado pela Circular BACEN 1.877 3.909 3.975 deficiências ou inadequação de processos internos, de pessoas e sistema, ou de eventos externos. O 309 122 Despesas de serviços técnicos especializados a) nº 3.068/2001, foram classificados na seguinte categoria: Títulos disponíveis para venda: são aqueles que Impostos e contribuições a compensar Despesas de aluguéis 292 607 750 Depósitos judiciais 9 9 conglomerado mantém permanentemente políticas e sistemas de controles internos capazes de detectar não se enquadram como para negociação ou como mantidos até o vencimento e são ajustados pelo valor 244 566 726 e prevenir possíveis perdas advindas da exposição aos riscos e os mantém divulgados junto aos seus 127 221 Despesas de processamento de dados de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários. Pagamentos a ressarcir (b) Despesas de serviços do sistema financeiro 215 461 483 Devedores por compra de valores e bens (c) 354 342 d) Demais ativos circulantes e realizáveis a longo prazo (não circulantes): Demonstrados pelos valores de colaboradores. b) Gestão do Risco de Mercado: O risco de mercado está associado à possibilidade de 100 249 531 939 737 Despesas de comunicação realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias pro-rata dia incorridos Total Despesas de viagens 57 117 169 ocorrência de perdas resultantes da flutuação dos valores de mercado, taxa de juros, dos preços de e as variações cambiais, deduzidos das correspondentes provisões para perdas ou ajuste ao valor de Outras obrigações diversas - circulante 54 106 82 ações e dos preços de mercadorias (commodities), relacionados a carteira ativa e passiva da instituição. 94 117 Despesas de transportes mercado e rendas a apropriar. e) Investimentos: Estão demonstrados ao custo de aquisição, sendo que os Despesas de pessoal a pagar 32 71 71 O conglomerado mantém política conservadora em termos de exposição de riscos de mercado, os quais 138 116 Despesas de depreciação e amortização investimentos em controladas estão ajustados por avaliação pelo método da equivalência patrimonial. Outras despesas administrativas (d) 25 60 94 tem acompanhamento diário pela Diretoria, estando sua estrutura de gerenciamento adequada a monito201 353 Despesas de água, energia e gás f) Negociação e intermediação de valores: Registram-se os créditos decorrentes das relações com o Credores diversos (e) Despesas de material 25 52 77 rar os riscos associados em acordo com as exigências a Resolução nº 3.464/07 do Conselho Monetário Total 433 586 mercado (sistema e clientes) relativamente à negociação de valores (títulos, ações, mercadorias e ativos Despesas de manutenção e conservação de bens 18 43 53 Nacional. c) Gestão do Risco de Liquidez: O gerenciamento do Risco de Liquidez estabelecido pela Refinanceiros) por conta própria e por conta de terceiros. g) Imobilizado de uso: Demonstrado ao custo de Outras obrigações diversas - longo prazo Despesas de propaganda e publicidade 6 6 24 Provisão para contingências trabalhistas (f) 69 – solução 2.804/00 do Conselho Monetário Nacional estabelece que o risco de liquidez é a ocorrência de aquisição. A depreciação do imobilizado de uso é computada pelo método linear, com base nas taxas – 1 29 desiquilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis que possam afetar a capacidade de pagamen69 – Despesas de promoções e relações públicas anuais mencionadas na Nota 11, que levam em consideração a vida útil-econômica dos bens. h) Intangível: Total 14 14 15 O ativo intangível é composto por ativos não monetários identificáveis sem substância física. Os valores (a) Representado substancialmente por adiantamentos de férias, antecipações salariais para Despesas de publicações 231 408 485 to da instituição, considerando ainda diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigaregistrados como ativo intangível são relativos a: I. Softwares, sendo que a Corretora irá obter benefícios funcionários e adiantamento a fornecedores. (b) Referem-se a valores de despesas de cartório, taxas e Outras despesas administrativas 3.190 6.670 7.564 ções. O Conglomerado mantém políticas conservadoras a cerca das permissões e acompanhamento das desses softwares em até cinco anos; e II. Ágio apurado na aquisição da carteira de clientes da Fiere impostos de fundos ativos que a Corretora paga e depois solicita reembolso, no montante de R$ 108, Total posições assumidas pelos clientes em todas as operações nos mercados em que atua. d) Gestão do Gestão de Recursos de Terceiros Ltda., o qual é analisado a valor recuperável anualmente. i) Redução ao e valores que a Corretora antecipou para a abertura de fundos totalizando R$ 19, deixando disponível em a) Para o serviço de coordenação e distribuição pública de cotas emitidas pelos Fundos Administrados valor recuperável de ativo: É reconhecida como perda, quando o valor de um ativo ou de uma unidade seu portfólio para futuras comercializações. (c) Em 31 de janeiro de 2011, a Corretora realizou a venda pela Corretora, mencionado na Nota 14, a Corretora pode contratar agentes autônomos de investimentos. Risco de Crédito: O Risco de Crédito incorrido pela Corretora é imaterial, dado que a quase totalidade das geradora de caixa registrado contabilmente for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. Uma ao valor contábil de sua participação na Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. para a Petra Asset As despesas de serviços técnicos especializados referem-se substancialmente ao pagamento de operações realizadas estão no âmbito de câmaras de pagamento - CBLC - na qual a Corretora atua exunidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxo de caixa, substanciais, Gestão de Investimentos Ltda. pelo valor de R$ 462. O recebimento foi negociado em 15 parcelas de comissões sobre a intermediação financeira realizada pelos agentes autônomos no montante de clusivamente como intermediadora. e) Limites Operacionais - Acordo de Basileia: As diretrizes vigentes independentemente de outros ativos ou grupos de ativos. As perdas por “impairment”, quando aplicável, R$ 15 (das quais, oito já foram quitadas) e uma parcela final no montante de R$ 237. Em 3 de dezembro R$ 3.545 R$ 3.808 em 2011). Adicionalmente, referem-se a serviços de auditoria no montante R$ 141 (Resoluções CMN nºs 3.444/07 e 3.490/97 respectivamente) mantiveram um indicador de alocação de são registradas no resultado do período em que foram identificadas. j) Ativos e passivos contingentes: de 2012, a Corretora efetuou uma nova venda ao valor contábil de sua participação na Petra Capital (R$ 68 em 2011) e a utilização de serviços técnicos de contabilidade, assessores jurídicos, consultoria e capital mínimo de 11%, que é a relação entre o Patrimônio Líquido de Referência (PR) de uma instituição O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes são efetuados de Gestão de Investimentos Ltda. para a Petra Asset Gestão de Investimentos Ltda. pelo valor de R$ 12, que assessoria na emissão de certificados no montante de R$ 223 (R$ 283 em 2011). financeira e o total de riscos assumidos em suas operações ativas, incluindo as garantias prestadas, risacordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes será recebido em uma única parcela. O vencimento final da operação ocorreu em março de 2013. 16. Outras despesas operacionais: 2012 2011 cos de mercado e riscos operacionais. A corretora mantém patrimônio líquido compatível com o grau de e Ativos Contingentes, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis de 15 de setembro de 2009, em (d) Refere-se a provisão para pagamento de aluguel e condomínio no montante de R$ 45, comunicações 2º Semestre Exercício Exercício observância à resolução CMN nº 3.823/2009, conforme descrito a seguir: • Ativos contingentes são no montante de R$ 12, assistência médica no montante de R$ 13, Serviços Jurídicos no montante de Estruturação/outras despesas fundos 137 148 13 risco da estrutura de seus ativos calculado de forma consolidado com o banco, que constituem o Congloreconhecidos somente quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. R$ 38 e serviços de auditoria no montante de R$ 10. (e) Representado basicamente pelo ressarcimento Diferença de liquidação 1 4 37 merado Financeiro nos termos da Resolução CMN nº 2.099/94 e normas posteriores. Em 31 de dezemOs ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa; • Passivos de despesas de infraestrutura para a Holding Petra S.A. no montante de R$ 28 e adiantamento de Provisão para passivos contingentes 69 69 – bro de 2012, o índice de adequação de capital (Índice Basiléia) do Conglomerado foi de 57,52%. Enquancontingentes são provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes comissão sobre distribuição de cotas no montante de R$ 170. (f) Refere-se à provisão para riscos Outras despesas operacionais 53 67 11 to o Patrimônio de Referência (PR) foi de R$ 12.375 e o Patrimônio de Referência Exigido (PRE) que envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança, os passivos contingentes avaliados como de trabalhistas constituída sobre processos considerados pelo departamento jurídico da Petra com chance Total 260 288 61 representa o consolidado de todas as exposições a risco, com índice de alocação de 11% foi de R$ 2.367. Diretoria Contadora Fernando Marques de Marsillac Fontes Ricardo Binelli Delano Macêdo de Vasconcellos Edilberto Pereira Edmilson Pereira Domingos Elisangela de Moura Silva Mattioli Gustavo Deodato de Oliveira José Henrique D’Elia Adriana Brusnicki - CRC: 059.398/O-7 PR Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas da Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e concluir sobre a adequação desses valores naquela data. Opinião com ressalva: Em nossa opinião, de auditoria datado de 25 de maio de 2012, contendo ênfase chamando a atenção para o fato que a Mobiliários S.A. - Curitiba - PR - Examinamos as demonstrações financeiras da Petra - Personal Trader divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos descritos no parágrafo “Base para opinião com ressalva Corretora, nos últimos dois exercícios apresentou prejuízos, sendo o prejuízo de 2010 relevante, Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (“Corretora”), que compreendem o balanço patrimonial em do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações - limitação de escopo”, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em ocasionando ao longo do tempo uma diminuição significativa de sua liquidez, e também a seguinte 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Petra - Personal Trader Corretora de ressalva: No exercício de 2010 foi emitido relatório com ressalva devido à limitação de escopo pelo não líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações financeiras da Títulos e Valores Mobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Corretora para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas recebimento de estudos que suportassem o registro do imposto de renda diferido ativo, no montante de Demonstrações Financeiras: A Administração da Corretora é responsável pela elaboração e adequada para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Corretora. Uma auditoria inclui no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ênfase: Sem R$ 1.877 mil em 31 de dezembro de 2010, conforme requerido pelas normas do BACEN. No exercício de apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para a nota explicativa no 1, que indica as medidas 2011, a Corretora efetuou o estorno do referido imposto de renda diferido ativo no resultado do exercício Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações tomadas pela Administração quanto ao reposicionamento dos negócios e a reversão do cenário de de 2011 na conta de despesa com imposto de renda, sem considerar a eventual parcela de despesas de internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e prejuízos acumulados em períodos anteriores. As demonstrações financeiras da Corretora foram imposto de renda que deveria ter sido revertida nos exercícios de 2011 e 2010 no que se refere aos livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva - limitação de escopo. Base para opinião com preparadas no pressuposto da sua continuidade operacional, que depende da continuidade e sucesso do saldos das contas de despesas de imposto de renda no resultado, do imposto de renda diferido no ativo Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas ressalva - limitação de escopo: Conforme mencionado na nota explicativa no 10, em 31 de dezembro reposicionamento dos negócios mencionado e não incluem quaisquer ajustes nos saldos de ativos e demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas de 2012 estão registrados saldo de investimento no ativo não circulante de R$ 25 mil e resultado negativo passivos que seriam necessários no caso de descontinuidade das operações da Corretora. Outros circulante e do patrimônio líquido. Essa ressalva não afetou as demonstrações financeiras do exercício brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas de participação em coligada no exercício de R$ 36 mil, referentes a participação societária na empresa assuntos: As demonstrações financeiras da Petra - Personal Trader Corretora de Títulos e Valores findo em 31 de dezembro de 2012. Belo Horizonte, 23 de maio de 2013. ERNST & YOUNG TERCO pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável Petra Capital Gestão de Investimentos Ltda. (anteriormente denominada Fiere - Gestão de Recursos de Mobiliários S.A. para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de Auditores Independentes S.S. - CRC 2SP-015199/O-6 “F”-PR. Rogério Xavier Magalhães - Contador de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a Terceiros Ltda.), para os quais não nos foram apresentadas evidências suficientes que nos permitissem comparação, foram anteriormente examinadas por outros auditores independentes que emitiram relatório CRC 1MG-080613/O-1-”S”-PR.


Indústria&Comércio

Negócios Curitiba, quarta e quinta-feira, 29 e 30 maio de 2013 | Pág. B1

EXPANSÃO

Brownieria Fantástica lança segunda unidade em Curitiba Comandada pela chef Andressa Schmidt, loja especializada ganhará novo endereço

N

o mês de maio de 2012, a chef Andressa Schmidt tirou um sonho do papel e lançou a surpreendente Brownieria Fantástica, primeira loja especializada em brownies no Sul do Brasil. Implantada na Vicente Machado, uma das principais vias da capital paranaense, a loja foi inspirada nas mais tradicionais casas de doces do mundo e oferece sabores exclusivos de brownie, uma iguaria que se popularizou em todo o mundo após conquistar os americanos e os canadenses durante a primeira metade do século XX. Com um ano de história, a Brownieria Fantástica conquistou os curitibanos, vendendo aproximadamente dez mil brownies, e irá ganhar, no próximo dia 04 de junho, mais uma unidade na cidade. A nova loja, que tem como sócia a empresária Simone Montesserrat Brandão, faz parte do audacioso projeto de expansão da marca, que pretende atingir as grandes capitais brasileiras, e será implantada no bairro Santa Felicidade, o berço da gastronomia curitibana. “A escolha por Santa Felicidade se deve principalmente pelo histórico gastronômico do bairro, que durante muitos anos foi o grande centro da gastronomia de Curitiba. Identificamos, também, que as pessoas que visitam a região estão em busca de sabores familiares, tradicionais e reconfortantes. Ou seja, unindo essas características concluímos que Santa Felicidade tem a cara da Brownieria Fantástica”, comemora Simone Montesserrat Brandão.

Empresas&Produtos Projeto Doze Belas em noite de gala Aconteceu no último sábado (25), a festa de coroação do Projeto Doze Belas, edição 2013. Realizada na loja Momentum & Design e com tema de cinema, a festa black-tie reuniu um seleto grupo de convidados que foi além das belas, seus amigos e familiares. Durante toda noite, passaram pela Momentum centenas de personalidades, formadores de opinião, imprensa, patrocinadores e apoiadores do projeto, com destaque para a estilista Paola Robba e o designer de sapatos Fernando Pires, que vieram de São Paulo para conhecer pessoalmente e brindar com as belas que tiveram a responsabilidade de eleger. Também da capital paulista, a reconhecida assessora de imprensa Dudu Pacheco veio à Curitiba somente para prestigiar o evento. Após a coroação das belas e o lançamento do belíssimo editorial da Revista Folk, os convidados puderam se divertir ao som do DJ Fábio França que animou a todos com seu repertório escolhido cuidadosamente para a ocasião. Aqueles que buscavam relaxar e descansar durante a badalação, contaram com os serviços do Spa Tereza Zanchi, que atendeu os convidados até o final da festa. Sem dúvidas, a festa de coroação do Projeto Doze Belas encerrou com chave de ouro a edição 2013. Com organização de Maribel Souza e o apoio de diversas empresas, doze belas mulheres sentiram-se cuidadas, mimadas e muito especiais ao posar para o editorial “Divas de Cinema”. A próxima edição do projeto já está agendada e promete surpreender ainda mais.

Haco lança linha de metais

Simone Montesserrat Brandão e Andressa Schmidt, sócias na Brownieria Fantástica – Santa Felicidade

A nova unidade da Brownieria Fantástica vai oferecer mais de 10 sabores de brownies, entre eles os sucessos Café com Laranja, Castanha do Pará, Oriental, Maça com Canela, Dulce de Leche e Cioccolato Supercrema. Além disso, a loja vai trabalhar com outras iguarias saborosas, como cafés especiais, quiches e empadas orgânicas. “A unidade de

Santa Felicidade vai oferecer tudo o que deu certo em nossa primeira unidade, onde prezamos por produtos frescos e deliciosos, servidos em um ambiente aconchegante. Com tudo isso, o cliente se sente em casa e nem percebe que o tempo está passando, transformando a alimentação em um momento marcante e extremamente prazeroso”,

completa Andressa Schmidt. A Brownieria Fantástica – Santa Felicidade fica na Avenida Manoel Ribas (n° 5.824), em frente ao Restaurante Madalosso, e irá funcionar de terça a domingo, das 10h às 19h. Mais informações pelos telefones (41) 3232-0042 e (41) 3372-2464 ou no site www.brownieriafantastica.com.br.

A Haco, empresa brasileira de soluções em identificação, lança uma nova linha de produtos, os acessórios de identificação em metal. São modelos de metais, como ilhóses, placas de identificação, detalhes decorativos e puxadores para zíper. A linha dá sequência ao processo de diversificação do pacote de produtos da empresa e amplia o portfolio de soluções em identificação. Com o segmento de identificação em metal além de incrementar seu portfólio, a Haco também enriquece seus produtos atuais, como etiquetas, tags e cadarços, pois é possível aplicar modelos de metais nessas peças, agregando valor ao produto e ofertando ao mercado ainda mais possibilidades, integrando assim as soluções da empresa. Seguindo a principal característica da Haco, a linha de metais também é totalmente personalizável, e atende aos mercados de vestuário, calçados, lingerie, tecelagem e acessórios. A customização vai desde o formato até dimensões e materiais, os detalhes pequenos são pontos fortes, além da possibilidade de 30 banhos diferentes.

Surpresa boa no Shopping Curitiba

Capital paranaense é exemplo nacional em construção sustentável Ao todo, 48,3% dos empreendimentos comerciais e corporativos lançados nos dois últimos anos na cidade de Curitiba buscam selo verde, contra 47,2% dos lançamentos em São Paulo e 40,8% no Rio de Janeiro, que também estão em processo de certificação. Marcos Casado, diretor técnico e educacional do Green Building Council Brasil (GBC Brasil) – que promove a certificação LEED (Leadership in Energy & Environmental Design) em âmbito nacional – destaca que o futuro do

selo é promissor no País. “A meta é atingir 900 empreendimentos registrados e 120 certificados até o final de 2013”, reforça. “Em Curitiba, a sustentabilidade nas edificações não é mais tendência e sim realidade. Este cenário só tende a crescer com a estabilização do setor da construção civil”, explica o vice-presidente do Sinduscon-PR para a área de meio ambiente, Almir Perru. De acordo ele, eficiência energética e certificação são hoje diferenciais competitivos cruciais na economia global, sendo fundamen-

tal para o crescimento de Curitiba e do Brasil. “Estamos falando de empreendimentos com infraestrutura e operação de primeiro mundo, que passam por um rigoroso processo de auditoria internacional, para comprovar se eles realmente agregam uma série de benefícios, tanto ao meio ambiente como aos seus usuários”, ressalta Parciornik, diretor da Top Imóveis, empresa do setor imobiliário que especializada no segmento de espaços empresariais. Segundo ele, por conta deste

cenário grandes corporações elegeram Curitiba como a “menina dos olhos”, quando o assunto é locação de imóveis para abrigar grandes equipes.“As vantagens são muitas, há uma redução significativa das taxas de condomínio, em grande parte por conta da diminuição do consumo de energia, em torno de 30%, de água, entre 30% a 50%, sem falar nas vantagens da operação inteligente do prédio, segurança, conforto térmico e acústico, além da preservação do meio ambiente”, explica.

Quem passar pelo Shopping Curitiba hoje (29) pode se surpreender com a apresentação do Moody Chorale de Chicago. Em passagem pela capital paranaense, a atração dará uma palhinha para os clientes do Shopping Curitiba, durante o período do almoço. Especializados em música sacra, seu repertório possui coleções que passam por todos os períodos da história e conquistam fãs ao redor do mundo.

PR recebe mais 5 mil novas portas Oi Velox A Oi implantou, em abril de 2013, mais 5 mil (4.971) portas Oi Velox no Paraná. Desde o início do ano, mais de 23 mil novas portas já foram disponibilizadas no estado. A ampliação da cobertura faz parte da estratégia de reforço de investimento regional da companhia, que em 2013, vai investir R$ 6 bilhões de reais no país. As portas Oi Velox são equipamentos que disponibilizam o fornecimento de internet banda larga. Além disso, o 3G da Oi chegou e mais quatro cidades, alcançando 56 municípios atendidos no estado.

Cupcake Company lança PRODUTOS

Previdência do Sicoob cresce 16% em ativos no primeiro trimestre A carteira de ativos da previdência complementar do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) alcançou o saldo de R$ 63,5 milhões no primeiro trimestre de 2013, atingindo um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. No mês de março deste ano, a rentabilidade foi de 110,65% do CDI. Nos primeiros meses de 2013,

a rentabilidade da Previdência do Sicoob apresentou variação de 2,41%, equivalente a 108% do Certificado de Depósitos Interbancários (CDI). De acordo com a Febraban, a rentabilidade média dos planos de previdência abertos, PGBL e VGBL, registrou índices abaixo do CDI (2,23%) e da Sicoob Previ (2,41%) no primeiro quadrimestre de 2013 com 1,52% para fundos que

aplicam em multimercados sem renda variável, 1,42% para fundos aplicados em renda fixa e -0,05% para fundos aplicados pelo menos 15% de suas cotas em ações. No ano passado a evolução na carteira de ativos da Sicoob Previ foi de 143% em relação a 2011, e a rentabilidade acumulada foi de 9,02% a.a., equivalente a 107,44% do CDI. O número de participantes

teve crescimento de 184%, passando de 6.411 para 18.232. O plano de previdência complementar do Sicoob é oferecido nas cooperativas do Sistema e, para ter acesso ao produto, basta ser associado a uma delas. A taxa de administração do investimento no Sicoob é de 0,25% ao ano, enquanto a taxa média anual do mercado gira em torno de 2,5 a 3%.

Manga Rosa serve feijoada aos sábados Com a chegada do frio, um dos pratos mais conhecidos entre brasileiros volta a marcar presença nas mesas dos curitibanos, a Feijoada. Originada em Portugal, ao contrário do que muitos imaginam, o prato era composto apenas por feijão, carne de porco e demais cortes suínos. Com o passar dos tempos, e com sua chegada ao Brasil, a feijoada sofreu algumas alterações que a deixaram como a conhecemos hoje. Seguindo sua tradição, o Restaurante Manga Rosa lançou recentemente sua Feijoada composta por ingredientes da mais alta qualidade. No restaurante, o prato possui uma apresentação especial à mesa, a qual

Feijoada pode ser harmonizada com a tradicional caipirinha

traz cumbucas individuais com bistequinha, banana à milanesa, torresmo, arroz, couve, farofa,

molho vinagrete e a tradicional cumbuca com a feijoada. Além de ser servida à vonta-

de, sendo trocadas as cumbucas vazias por cheias, a Feijoada do Manga Rosa pode ser pedida para viagem e acompanhada por todos os produtos que compõem o prato na mesa. Outro diferencial da casa é permitir que o cliente escolha entre uma Feijoada completa, com todas as iguarias tradicionais, ou personalizada contendo apenas os cortes nobres do prato. O valor da Feijoada no Manga Rosa é R$ 25,00 por pessoa ou para a viagem. O Restaurante e Pizzaria Manga Rosa está localizado na Av. Senador Souza Naves, 1845, no bairro Cristo Rei em Curitiba. Informações pelo telefone (41) 3023-0909.

A Cupcake Company aposta em ingredientes típicos da culinária brasileira para a criação da sua linha especial de festa junina. A edição limitada inclui dois novos sabores de cupcakes. Um deles tem massa de fubá e goiabada e é coberto com brigadeiro de queijo e goiabada. Outra novidade é o cupcake com massa de laranja, recheio e cobertura de cocada mole de laranja. Ainda para comemorar a data, a loja comercializa pipocas cobertas com chocolate e castanhas, em latas e outras embalagens com a marca, como marmitas e leiteiras em alumínio. Cada cupcake junino está sendo vendido a R$ 6,00 (no tamanho tradicional) e a R$ 2,70 a unidade (no tamanho mini). A pipoca com cobertura de chocolate e castanhas custa a partir de R$ 10,00, conforme a embalagem.

Slaviero Slim prepara menu de sopas Para quem gosta de uma sopa nos dias mais frios do ano, o hotel Slaviero Slim Alto da XV tem opções para todos os gostos. No buffet, é possível encontrar diferentes tipos de sopas: creme de mandioquinha, creme de ervilhas, sopa de legumes, canja, sopa de capeletti, creme de palmito, entre outras. Além disso, para acompanhar, são servidos torrada e pães. O serviço é oferecido de terça a quinta-feira, das 19h às 22h.

SPA DAY PARA DIA DOS NAMORADOS Para o Dia dos Namorados, o SPA Shishindo preparou um pacote especial como sugestão de presente para seu amor. Composto por uma massagem relaxante tradicional do extremo oriente para aliviar o estresse do dia a dia, esta massagem leva técnicas de manipulação altamente especializadas e vibrantes e aromaterapia. O pacote é finalizado por um banho de imersão com sais espumantes e óleos essenciais, resultando em um relaxamento completo. Um presente para o corpo, alma e coração. O presenteado terá até 30 dias para a utilização do voucher-presente e este sai por R$150,00. O voucher não tem validade para dia 12/06. Em Curitiba há três unidades da Rede Shishindo SPA localizadas dentro dos hotéis Radisson, Pestana e Deville Rayon.


Nacional

Indústria&Comércio

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câncer

Planos de saúde terão que oferecer medicamentos orais Serão ofertados 36 medicamentos orais para o tratamento domiciliar da doença

A

partir de janeiro de 2014, planos de saúde que atuam no país terão que ofertar 36 medicamentos orais indicados em terapias contra o câncer, usados por pacientes em tratamento domiciliar. A mudança faz parte da ampliação do rol de procedimentos obrigatórios a serem ofertados pelas operadoras. A medida foi anunciada ontem pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Ministério da Saúde. De acordo com o diretorpresidente da ANS, André Longo, esses serviços passam a vigorar após consulta pública e aprovação da resolução normativa. Segundo o dirigente, a consulta pública não vai alterar a decisão de oferecer os medicamentos orais, podendo servir para ampliar a lista divulgada hoje. “Nossa expectativa é de ampla participação da sociedade. No último rol, realizado de dois em dois anos, a ANS conseguiu mais de 6 mil contribuições”, informou. Os remédios têm 54 indicações contra o câncer, entre esses os de próstata, mama, pulmão, rim, estômago e pele, do câncer colorretal, leucemia e linfoma. Os medicamentos servem de alternativa ou de complemento a outros tratamentos, como a quimioterapia tradicional e a radioterapia. Pelo rol atual, os planos de saú-

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o diretor presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), André Longo, apresentam a proposta de ampliação do rol de Procedimentos obrigatórios a serem cobertos pelas operadoras de planos de saúde

de só são obrigados a conceder o tratamento oral contra o câncer em locais de serviço de saúde (hospitais e salas de quimioterapia). Agora, de acordo com André Longo, cada plano deverá estabelecer sua lógica de distribuição dos remédios. Ainda de acordo com as novas regras, a operadora não poderá limitar a quantidade de medicamentos usada pelo paciente.

Outras mudanças do novo rol incluem o aumento do número de consultas com nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas. Já o exame PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) Scan, empregado para o monitoramento do câncer, teve uso estendido de três para oito indicações. A lista inclui um total de 80 procedimentos médicos e odontoló-

Elza Fiúza/ABr

Paulo Vannuchi, é cientista social, consultor político e esteve à frente da Secretaria de Direitos Humanos de 2005 a 2010, foi formalizada no fim de março

a voto. Cada país vota, de forma direta e secreta, em três candidatos. No final da votação, os três candidatos com maior número de votos são eleitos. Pelos termos da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e do Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, os comissários eleitos devem atuar de maneira independente e autôno-

ma no exercício de suas funções. Na prática significa que Vannuchi não exercerá suas funções de comissário como representante do Brasil. Para impedir dúvidas sobre as avaliações e conclusões, os comissários não julgam os casos referentes aos seus países. Portanto, se houver uma situação envolvendo o Brasil, Vannuchi, se eleito, não analisará o processo.

Total de inscritos no Enem atinge recorde de 7,8 milhões O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, informou onrwm que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) contabilizou 7.834.024 milhões de inscritos. As inscrições foram encerradas às 23h59 desta segunda-feira. Ao apresentar o número recorde de inscrições no exame, Mercadante disse que há “um tsunami por mais educação ” no país. O ministro lembrou que nem todos os inscritos efetuaram o pagamento da taxa de inscrição, processo que confirma a participação do candidato no exame e mostra o número de exato de quantos farão a prova. O número de inscritos neste exame supera o de candidatos inscritos na edição do ano passado (6,495 milhões) e também o de confirmados em 2012, um total de 5.971.290. Segundo Mercadante, o site do Enem chegou a registrar 3 mil inscrições por minuto e 120 mil por hora. Apesar de o site ter sofrido

coluna@induscom.com.br

Moeda de basbaque O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, causou alarido na República ao servir-se de uma tribuna acadêmica para cutucar os felídeos politiqueiros e seus “partidos de mentirinha”. Colarinhos brancos de grande envergadura e baixa estatura ética e moral trataram de vaiar as declarações do paracatuense, espargidas justamente durante o processo de aprovação da MP dos Portos — que recebeu a “(al)Cunha Garotinha” de “MP dos Porcos” — e em meio ao vendaval na base aliada da presidente Dilma Rousseff, neste caso evocada como tirana mandatária do Poder Legislativo. Sob todos os prismas passíveis de análise política, há um profundo equívoco na extraordinária inconfidência de Joaquim Barbosa. Ao contrário do declarado, nunca antes na história deste país o Congresso Nacional experimentou tamanha fortaleza, ainda que medida em signos sombrios. A robustez é tanta que, mesmo na mais absoluta iniquidade produtiva e recheado de mentes retrógradas e sujidades de amplo currículo criminal, o Poder Legislativo goza de portentosa — e mascarada! — defesa da imprensa e dos formadores de opinião, consagrando-o pilar insofismável de nossa combalida e arremedada democracia tupiniquim.

Brasil disputa mais um processo eleitoral internacional Em seis dias, o Brasil enfrentará mais um processo eleitoral internacional. É a disputa por uma das três vagas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, referentes ao período 2014-2017. O candidato é o ex-ministro Paulo Vannuchi, de 63 anos. As eleições ocorrerão durante a 43ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Antígua, Guatemala, de 3 a 6 de junho. Além do brasileiro, também concorrem ao posto James Cavallaro (Estados Unidos), Erick Roberts Garcés (Equador), Javier de Balaúnde López de Romaña (Peru). Tentam a reeleição José de Jesús Orozco Henríquez (México) e o atual presidente da comissão, Rodrigo Escobar Gil (Colômbia). A OEA permite reeleição para o cargo apenas uma vez. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos é formada por sete membros eleitos para um mandato de quatro anos, com direito a uma reeleição. Pertencem à OEA 23 países e todos têm direito

Opinião

dois ataques de hackers, o processo não foi prejudicado. O Exame será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro em todos os estados e no Distrito Federal. A nota do Enem pode ser usada para classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que oferece vagas em instituições públicas de educação superior e também para concorrer a vagas em instituições privadas de ensino, por meio do ProUni. Uma boa avaliação no Enem é também requisito para obter bolsa no Programa Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem. Eles devem pedir, que o resultado seja usado para a certificação.

Inscrições

Os candidatos inscritos no Exa-

me Nacional do Ensino Médio (Enem) que não estão enquadrados nos critérios de isenção têm até hoje para pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 35. Não precisam pagar a quantia os estudantes que concluíram o ensino médio em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica em 2013 e aqueles que têm renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. A inscrição só será confirmada após o pagamento da taxa ou a comprovação das informações necessárias para a isenção. O participante receberá em casa o cartão de confirmação de inscrição, que terá um número, assim como a data, hora, o local de realizaçãoa opção de língua estrangeira e outras informações específicas. Os três estados com o maior número de inscrições até a quarta-feira eram São Paulo, com 1.030.658; Minas Gerais, com 731.901; e a Bahia, com 482.799 candidatos.

gicos entre medicamentos, exames, cirurgias e terapias, e expande as indicações de outros 30 itens já ofertados pelas operadoras. O Rol de Procedimentos e Eventos de Saúde é obrigatório para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei 9.656/98 e está disponível para consulta pública no site da ANS. Podem contribuir a sociedade civil.

OMS aprova plano para reduzir obesidade internacional A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou, por consenso, uma resolução que recomenda esforços para reduzir a obesidade no mundo até 2020. A resolução estabelece um plano de ação contra as doenças não transmissíveis (cardiovasculares, câncer, respiratórias crônicas e diabetes), por intermédio do combate a uma série de fatores de risco, entre os quais a obesidade. A ideia é reduzir 30% do consumo de sal e aumentar em 20% as atividades físicas. A estimativa da OMS é que há mais de 40 milhões de crianças, com menos de 5 anos, com excesso de peso. Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apontam que, em 2009, 21,7% dos brasileiros entre 10 a 19 anos estavam com excesso de peso, em 1970 era de 3,7%. No Brasil, o Ministério da Saúde reduziu a idade mínima para a realização da cirurgia bariátrica de 18 para 16 anos. Antes de fazer a cirurgia, os jovens devem passar por uma avaliação clínica. No prontuário, deverão constar a análise da idade óssea e avaliação criteriosa do risco benefício, feita por uma equipe com participação de dois médicos especialistas. A idade máxima, até então 65 anos, também foi alterada. Com a portaria, a definição se o paciente deve se submeter à cirurgia não será tomada com base na idade, mas levando em conta a avaliação clínica (de risco e beneficio), podendo ultrapassar o limite atualmente estabelecido. Para o diretor do Departamento de Nutrição para a Saúde e o Desenvolvimento da OMS, Francesco Branca. O excesso de peso representa o quinto fator de risco de morte em nível mundial, matando cerca de 2,8 milhões de adultos anualmente. Para os especialistas, é fundamental que os governos estimulem e facilitem o acesso a frutas e legumes. As últimas projeções da OMS indicam que pelo menos um adulto, em cada três, sofre com sobrepeso e que um, em cada dez, é obeso.

Não por acaso, a assessoria de comunicação do STF imediatamente tratou de nivelar por baixo e jogar água gelada no óbvio imbróglio provocado pela assertiva de seu destemperado presidente, classificando o beliscão institucional como “mero exercício intelectual feito em meio acadêmico”. Na rabeira meteórica, para a opinião publicada, o que deveria ser uma grotesca desqualificação do raciocínio palestrante do chefe da Suprema Corte do Brasil, findou por tornar-se um afetuoso gesto de civilidade em tempos de crise evidente. Um troca-troca de moedas abstratas, mas com fins lucrativos. Medíocre assim. Esse civilismo tergiverso turva a visão do espectador circense, que não consegue definir, no palco à frente, quem é o leão (ou a leoa), quem é o elefante (ou a elefanta) e quem é o palhaço (ou a palhaça). Enquanto o respeitável público aplaude o que não vê e não compreende, os partidos políticos — que não são “de mentirinha” e especialmente aqueles da base aliada — seguem forçando o Palácio do Planalto ao inglório exercício de agachamento ante os interesses escusos de líderes basbaques. Insigne financiador de micagens desde o processo de oficiosa redemocratização, o Executivo é refém em larga escala das coligações político-partidárias para a governabilidade e não o contrário, como propôs Joaquim Barbosa. A presidente Dilma Rousseff e sua sofrível equipe de articulação política só conseguiram a aprovação da Medida Provisória, no limite do prazo de vigência, porque as legendas permitiram (ou venderam, já que o custo real disso ninguém jamais saberá!). A estimada modernização dos portos brasileiros — quem diria?! — passa a incorporar o legado de fidelidade do senador alagoano Renan Calheiros que, após o festival de gazetas e solavancos na Câmara, conseguiu trotar o rebanho e garantir a aprovação da “MP dos Porcos” em tempo recorde no Senado Federal. Como os partidos políticos não são “de mentirinha”, reitero, a fatura pelo apoio legislativo fica cada vez mais cara. Em tese, sem o mesmo traquejo mensaleiro de Lula da Silva, a “presidenta” Dilma multiplica os truques de seus antecessores e divide o Poder Executivo como quem divide o pão numa ceia de gatunos esfomeados: são 39 ministérios, centenas de empresas estatais e dezenas de milhares de cargos fartamente comissionados distribuídos entre os “apoiadores” — mui amigos! — de seu (des)governo. O Poder Legislativo está mandando... e mandando muito, como nunca antes, ainda que a opinião publicada de “joaquins” tente colar ideia oposta. A propósito, oposição formal é o que não há no Brasil atual. Neste momento, a moeda de basbaque é a Petrobras. Outrora grande patrimônio nacional e marca mais valiosa da América Latina, vítima da absurda desqualificação provocada pela mofa institucional capitaneada por PT e PMDB, a petrolífera brasileira viu o valor de sua marca despencar 45%, de US$ 10,5 bilhões em 2012 para US$ 5,7 bilhões em 2013. Além de perder o título latino-americano para duas cervejarias, no ranking das marcas mais valiosas do planeta assumiu trajetória descendente: 61º lugar em 2011, 75º lugar em 2012 e sequer figura na lista das 100 maiores em 2013. Finalizadas as tratativas para aprovação da MP dos Portos, a tarefa da presidente Dilma Rousseff será conter outra sanha do PMDB, eterno lambiscador do poder central. Como a moeda da vez é a estatal do petróleo, o exercício de agachamento palaciano tentará asfixiar — novamente a qualquer custo — a instalação da CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados. As assinaturas no requerimento para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito têm a tinta de 63% da bancada-bunker peemedebista. E dá-lhe fornicação palaciana para pagar essa fatura e apagar o novo incêndio chantagista. Diante de tudo isso, será que o ministro Joaquim Barbosa acha mesmo que os partidos políticos são “de mentirinha”? Ou o presidente do STF lançou apenas mais um factoide em tempos de império da boataria? Diz a máxima planaltina que o PMDB não é para amadores. Ouso ir além: o sistema partidário parlamentar brasileiro — e sua vastíssima capilaridade regional — não é para amadores. Só profissionais de colarinho robusto, ainda que de caráter duvidoso, são capazes de suportar a pecha de galinheiro pelintra quando, de fato, são verdadeiras raposas políticas a cuidar do galináceo executivo, espreitando o tilintar das moedas de basbaque. O resto é “mentirinha” midiática. *HELDER CALDEIRA é Escritor, Jornalista Político e Apresentador de TV / www.heldercaldeira.com.br – helder@heldercaldeira.com.br *Autor dos livros “ÁGUAS TURVAS” e “A 1ª PRESIDENTA”.


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Nem te Conto Bosque do Papa, Roteiro Religioso

Adélia Maria Lopes

a

margem arte&atitude

moda&cia

adeliamarialopes@yahoo.com.br

NasParlapatões Trilhas daestende Atlântida Trupe a lona Curitiba oferece opções para o turismo religioso no Corpus Christi, nesta quinta dia 30. Os visitantes terão experiência de fé e se surpreenderão com a junção da história, aliada ao contato com a natureza e diferentes culturas. É o caso do frondoso Bosque do Papa João Paulo II, que ostenta a Casa dos Troncos, uma construção de imigrantes poloneses de 1883 transformada na Capela de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia. Os 85 tapetes da procissão serão feitos por mais de três mil voluntários, logo no início da manhã, usando flores, serragem, pó de café e materiais reciclados, que vão da Praça Tiradentes ao Palácio Iguaçu. Da programação constam padre Reginaldo Manzotti às 14h30, no palco montado em frente à Catedral, missa às 15h, e às 16h30 a procissão pela Cândido de Abreu.

Comes&Bebes

1-O restaurante romano Alfredo’s Gallery abre neste feriado de quintafeira no almoço e jantar, graças à participação na Settimana della Gastronomia Italiana, do qual é estreante. O empresário Celso Tauscheck comemora a oportunidade de oferecer o serviço italiano com a oferta de três pratos (Fettuccine Alfredo , Saltimbocca Alla Romana, Tiramisu) por 42 reais. À noite terá ópera, às 19h30. (Rua Silveira Peixoto, 765. Fone 30424212). 2- Sr. Garibaldi, La Table Douce, La Rauxa, Bar do Dante, Armazém Português, Dona Dulce, Grué, Madero, Miss Cupcake, Paraguassu, New York Café, King Temaki, Allegrini, Armazém 71, Jacobina, Cuore Di Cacao, Rosmarino, Fada Formiga e Crepe Show participam, neste sábado e domingo, da feira Alto Juvevê Gastronomia. Todos os pratos custam entre 5 e 20 reais. Local: Praça Brig. Mário Eppinghauss, entre a Almirante Tamandaré e José de Alencar, das 11 às 19h. 3- Augusto Farfus fecha a Devon’s Grill a partir de 3 de junho, após 26 anos de atividades, para realizar ampla reestruturação, baseada em estudos de mercado e de tendências internacionais de gastronomia.

Pelos bares

A

s cantoras Maria Alcina e Vânia Bastos, dirigidas pelo cantor e pianista Marco Bernardo, estarão em Curitiba neste fim de semana com o show Nas Trilhas da Atlântida, uma homenagem à companhia cinematográfica que na década de 1950 lançou Oscarito, Grande Otelo, Eliana Macedo, Anselmo Duarte e Norma Bengell. No sábado 1º, haverá ainda uma mesa redonda com os artistas, mediada por Zuza Homem de Mello. Entre as músicas do repertório, sucesso nacional graças aos filmes, estão Bate o bumbo,

Sinfrônio (Humberto Teixeira), Jalousie (Jacob Gade), Beijinho doce (Nhô Pai), paródia a Brigitte Bardot do filme O homem do Sputnik (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), Sereia de Copacabana (Nássara e Wilson Batista) e Rio de Janeiro (Ary Barroso). O show promove uma interessante inversão de papéis: a música se torna protagonista e as cenas dos filmes são projetadas ao fundo do palco. Em primeiro plano estão a irreverente mineira Maria Alcina, famosa por animar o Maracanãzinho com a música Fio Maravilha, e Vânia Bastos, dona de uma carreira artística

iniciada nos anos 80, ao lado de Arrigo Barnabé, na banda Sabor de Veneno. Na cozinha, além do piano de Marco Bernardo, estão o acordeom de Gabriel Levy, clarinete e sax de João Geraldo Domingues Alves, violinos de Gianpietro Saisi e Mariela Micheletti, violoncelo de Adriana Lombardi e contrabaixo de Clóvis Camargo, mais percussão de Edson Ghilardi. Imperdível: de quinta dia 30 a sábado às 20h e domingo, 19h. No Teatro da Caixa Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 280). Ingressos a 20 e 10 reais. Fone 2118-5111.

Duo francês de jazz em Curitiba Daniel Mille e Stéphane Chausse se apresentam nesta quarta-feira em Curitiba, graças a parceria entre Sesi Cultura, Aliança Francesa e Sesc da Esquina. O duo de jazz, consagrados nos festivais Les Nuits de Nacre, Paris, Nice e Montreal, está em turnê por treze cidades brasileiras. O acordeonista Daniel Mille é um dos grandes instrumentistas da atualidade, tendo sido considerado o melhor artista instrumental pelas Victoires du Jazz em 2006. Gravou seis álbuns desde 1993, sendo o mais conhecido Après la Pluie (Depois da Chuva), que lhe rendeu o Victoires de la Musique como “melhor artista instrumental do ano”. Mille formou um duo com o clarinetista Stéphane Chausse, um dos

grandes nomes na França. Nascido em Menton, Chausse começou a estudar clarinete aos 7 anos. Passou pelos conservatórios de Nice, Rueil Malmaison e de Paris. Logo estava tocando em orquestras de jazz parisienses.

Imperdível: no Teatro Sesi Portão (Rua Padre Leonardo Nunes, 180), às 20h desta quarta dia 29. Ingressos a 10 e 5 reais, à venda no Sesi Portão a partir das 18h.

Festival só de mulheres bateristas O Teatro Paiol sedia, nesta quarta-feira, o festival Girls On Drums 2013, com sete atrações femininas do mundo da bateria e percussão: as paulistas Roberta Kelly, Camila Teixeira e Lari Constantine, a gaúcha Biba Meira, a carioca Letícia Santos, a curitibana Babi Age, além de uma atração internacional, a argentina Silvana Colagiovanni. Essa é a quarta edição desse festival único no Brasil, dedicado a divulgar exclusivamente o talento das mulheres percussionistas. Seu idealizador é 1-Véspera de feriado no Bar Curityba agenda festa Pagodinho Vip, com as bandas Fora do Comum e Última Hora. Entre 21 e 23h, haverá cortesia de vodka e energético. A garrafa da Cîroc fica com desconto de 50% a noite toda. A casa abre às 18h. 2-Rock para animar a noite desta quarta-feira no Crossroad (Av.Iguaçu, Avenida Iguaçu, 2310), com as bandas RoadFellas e a CrackerJack. E, na noite do feriado, rock e metal com a banda The Elder, residente da casa. 3-Os cinco anos do Bossa Nova Bar serão festejados ao melhor estilo. A primeira atração será Ivo Meirelles, com sua banda Ensaio Carioca, em apresentação única no dia 7 de junho. Ingressos 35 reais (primeiro lote) na casa, Rua Senador Xavier da Silva, 210. 4- No Santa Marta, nesta véspera de feriado, Elvis Presley & Big Band apresenta os sucessos do Rei do Rock na voz do cover Rogério Cordoni, enquanto Roberto & Carlos Band homenageia o rei da Jovem Guarda. 5- Nesta quarta 29, o Duc Club realiza a festa I’m at Duc Bitch, com Ross One, um dos mais talentosos DJs da noite, que atualmente, acompanha performances de Beyoncé. Ingressos a 25 (elas) e 50 reais. 6- Nesta quarta dia 29 a noite do humor é de Bruna Louise, Leonardo Forti e Thiago Souza no Curitiba Comedy, às 21h. No feriado, às 22h, Marcio, Serginho Lacerda e Afonso Padilha. Fone 3018 0474.

Em revista

1-A segunda edição da Jandique tem evento de lançamento na Fnac Curitiba nesta quartafeira 29, às 19h30. A revista trimestral tem o objetivo de divulgar os artistas curitibanos. Xilos de Frede Tizzot ilustram a edição. 2- O número 3 de Helena, revista da Secretaria da Cultura do Paraná, chega às bibliotecas e instituições culturais de todo o país. Nas páginas, 22 colaboradores traçam, com crônicas, fotos, desenhos e poemas, um panorama histórico e cultural do nosso Oeste, o Centro-Oeste e Sudoeste.

o músico Joel Jr, da Drum Time Escola de Bateria e Percussão, que hoje conta com apoio de artistas, fãs, lojas e marcas renomadas no mercado. O festival acabou por incentivar a formação de novas bandas e de diversas ações na internet. Criado em 2010, o festival teve três edições em Curitiba e uma em São Paulo , reunido bateristas de todo o Brasil. Confira: Teatro Paiol, nesta quarta dia 29, às 19h. Ingressos a 30 e 25 reais.

The Stylistics em turnê, 45 anos de soul music O grupo norte-americano The Stylistics, famoso na década de 70 com soul music e R&B , vem a Curitiba no próximo dia 9, com a turnê em comemoração aos 45 anos de carreira. Com realização do Grupo Tom Brasil, realiza show no Teatro Positivo às 21h. Os ingressos já estão disponíveis e custam 145, 75 e 65 reais. Nessas quatro décadas de sucesso, mesmo atravessando algumas mudanças na formação, o grupo mantém até hoje sua sonoridade preservada, principalmente pela qualidade da voz de Harold (Eban) Brown com seu inconfundível falsete presente em vinte álbuns.

A Sagração da Primavera, centenário Filme que documenta a reconstrução da coreografia original da A Sagração da Primavera, de Vaslav Nijinsky, dançada pela companhia russa do Mariinsky Theatre (ex-Kirov), com figurinos e cenários idênticos aos originais, será exibido nesta quarta-feira 29, quando se comemoram os cem anos da estreia do consagrado balé. Antes da projeção, o compositor Harry Crowl, diretor artístico da Orquestra Filarmônica da UFPR, vai abordar o talento

revolucionário de Igor Stravinsky nessa obra, que influenciou os rumos da música. E a coreógrafa Cristiane Wosniak, coordenadora do Curso de Dança Moderna da UFPR, aborda o trabalho coreográfico inovador de Nijinsky. A estreia de A Sagração da Primavera, em 29 de maio de 1913, no Théâtre des ChampsÉlysées em Paris, é considerado um dos maiores escândalos na história das artes: a plateia vaiou e arremessou objetos nos músicos e bai-

larinos. Mas, enquanto a coreografia original foi esquecida até os anos 1980, as complexas estruturas rítmicas da partitura, timbres e dissonância fizeram da música uma das mais importantes do século XX, ganhando o mundo em salas de concerto e em inúmeras versões coreográficas. Agende-se: nesta quarta dia 29, às 20h, no Auditório Brasilio Itiberê (Rua Cruz Machado, 138. Anexo à Secretaria da Cultura. Entrada franca).

Diário Indústria&Comércio  

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