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Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | Ano XXXVi | Edição nº 8856 | R$ 1,50

Indústria&Comércio DIÁRIO

INFORMAÇÃO. conhecimento. inteligência. DESDE 1976.

Aroldo Murá PARA MELINA FACHIN, PEC 33 É BUSCA DE EPAÇO POLÍTICO O que está por trás na PEC aprovada pela CCJ da Câmara dos Deputados? Para a advogada constitucionalista Melina Fachin, há apenas busca de espaço político pelo Legislativo. página a3

Pedro Washington Casuísmo disfarçado

Na ânsia de matar no ninho a possível candidatura de Marina Silva que poderia repetir em 2014 a expressiva e inesperada votação obtida em 2010, o governo usou de todas as armas para evitar o surgimento da sigla que a ex-senadora alinhavava: a Rede. Página | A2

Emprego com carteira subiu 2,8%, com o aumento de 309 mil postos de trabalho, apesar de ter caído 0,5% em relação a fevereiro de 2013

Dívida Pública Federal cai R$ 11 bilhões em março Uma forte concentração de vencimentos de títulos corrigidos pela taxa Selic fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair em março. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 1,941 trilhão, com queda de R$ 11 bilhões (0,57%).

INDICADORES FINANCEIROS

Desemprego atinge menor taxa para o mês de março desde 2002 A população desocupada totalizou 1,4 milhão de pessoas no mês passado, segundo IBGE página a5

MERCADO À VISTA Maiores altas

COTAÇÃO

COBRASMA PN INEPAR TEL ON WETZEL S/A PN SPRINGER PNB DTCOM-DIRECT ON

Maiores QUEDAS

0,05 0,06 1,10 0,55 0,58

COTAÇÃO

J B DUARTE ON P.ACUCAR-CBD DP 101,41 FISET FL REF CI DOC IMBITUBA PN ALFA CONSORC PNA

0,00 8,00 0,07 0,46 3,55

IBOVESPA Maiores altas*

COTAÇÃO

OGX PETROLEO ON NM GOL PN N2 MARFRIG ON NM BRASKEM PNA N1 MMX MINER ON NM

Maiores QUEDAS OGX PETROLEO ON NM GOL PN N2 MARFRIG ON NM BRASKEM PNA N1 MMX MINER ON NM

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campanha de vacinação contra gripe é prorrogada por mais duas semanas

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Governo prorroga medida que reduziu impostos sobre produtos da cesta básica

A Diretriz, promotora da tradicional Feira Internacional de Artesanato (Feiarte), e o Hospital Pequeno Príncipe firmaram, nesta semana, uma parceria, cujo objetivo é arrecadar fundos para a instituição especializada no atendimento às crianças.

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CÂMBIO Moeda

Compra

Venda

Dólar turismo 1,9300

2,0700

Dólar comercial 2,0015

2,0022

Dólar paralelo 2,0900

2,2000

Euro

2,6060

2,6047

arrecadação Diretriz e Hospital Pequeno Príncipe firmam parceria

cultura Condor patrocina livro sobre parques e bosques O Condor Super Center é um dos patrocinadores do livro Parques e Bosques Urbanos de Curitiba, que será lançado neste sábado, dia 27 de abril, às 11h, no Passeio Público, em Curitiba. A obra retrata os 33 parques e bosques da cidade.

Ouro (Grama/R$): 96,00

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www.icnews.com.br

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A desoneração de todos os produtos da cesta básica foi anunciada no mês passado pela presidenta Dilma Rousseff. página a5

Editorial

O

Está na hora de uma revolução educacional

sistema de ensino público no Brasil necessita passar urgentemente por melhorias em diversos aspectos. Seja na qualificação e remuneração dos professores, infraestrutura das escolas ou materiais didáticos melhores, a educação pode e deve ser desenvolvida. E a sociedade tem uma participação importante, pois é dela que partem as mudanças que o país precisa.

F

elizmente há um movimento atuando em Brasília que busca a valorização dos professores. A mobilização que está marcando a 11° Semana de Ação Mundial, realizada entre os dias 21 e 28 deste mês, conseguiu apoio no Congresso Nacional para a instalação de uma Comissão Mista de Fiscalização e Acompanhamento de Políticas Públicas que terá a educação como

primeiro item da pauta. Integrantes de movimentos sociais da área de educação ouviram o compromisso de instalação da comissão dos presidentes do Senado e da Câmara.

A

ssim o Brasil fica mais bonito! Movimentos sociais em plena atividade lá em Brasília buscando desenvolver a nação.

negócios Paraná e Macedônia devem estreitar relações comerciais

O vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, recebeu, ontem, no Palácio Iguaçu, o primeiro-ministro e chefe de governo da República da Macedônia, Nikola Gruevski. A comitiva macedônica está no Paraná para estreitar relações e aproximar investidores nas áreas de indústria e comércio.

Editais na página A7

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Geral/Curitiba Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A2 | Indústria&Comércio

Previsão do tempo

Mín.: 11° | Máx.: 23°

O fim da semana traz poucas alterações nas condições do tempo no estado. A atmosfera segue estável, ainda sob a influência do ar seco presente na Região Sul brasileira. Nestas condições, o sol predomina nesta sexta-feira em todas as regiões do Estado. fonte: www.simepar.br

Colaboração bilateral

Paraná e Macedônia devem estreitar relações comerciais A comitiva macedônica visa aproximar investidores nas áreas de indústria e comércio

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PanoramaPolítico Casuísmo disfarçado

Na ânsia de matar no ninho a possível candidatura de Marina Silva que poderia repetir em 2014 a expressiva e inesperada votação obtida em 2010, o governo usou de todas as armas para evitar o surgimento da sigla que a ex-senadora alinhavava: a Rede. Depois de ter apoiado o surgimento e o encaixe do PSD, devidamente comprometido com o governo, nas verbas do Fundo Partidário e, nos tempos ditos gratuitos que a Justiça Eleitoral concede aos partidos em rádios e tevês (em realidade pagos pelo contribuinte), essa medida soa casuística. Obrigando companheiros como Jorge Viana, Paulo Paim, Wellington Dias a engolirem em seco e recuarem, deixando o dito de véspera, pelo não dito! Do mesmo modo o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com ar de seminarista arrependido vir a público defender cinicamente a legitimidade da medida “que nada tem de eleitoreira”. Essa postura do Palácio forçando um projeto que demonstra a preocupação de tentar garantir antecipadamente uma vitória, minando o caminho da oposição, pode ser um tiro que sairá pela culatra. Coloca em alerta os três potenciais adversários, Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Marina, hoje sem partido. Se não conseguir viabilizar a sua Rede, poderá ela até setembro ingressar em qualquer que lhe ofereça espaço. Ou compor-se com um dos possíveis concorrentes. O fato palpável é que, embora afirme não ser do seu interesse antecipar a disputa por ter ainda um ano e cinco meses até a eleição, Dilma age com a mesma sem cerimônia que seu padrinho político agia. Ele hoje, com suas digitais nas negociações que são feitas por empresas brasileiras no exterior, deve estar tendo pouco tempo para se dedicar à política. Empanturrado de recursos, voltará a atuar quando lhe aprouver. Por ora a preocupação é fechar todos os condutos que possam levar a oposição a se reforçar. Sempre que possível, fazendo ar de paisagem!

Não combinaram

Faltou ao governo, nessa preocupação de fechar as portas a novos partidos, combinar com o STF. Decisão liminar do ministro Gilmar Mendes bloqueia o projeto votado em regime de urgência na Câmara e que encontrou resistência no Senado, onde o governo pretendeu usar a mesma estratégia. Derrubada pela obstrução da oposição e pelo baixo quorum que interrompeu a sessão.

Renan encurralado

Outro óbice a criar problema para a liderança do governo na Câmara, é a posição do líder do PSD na Casa, deputado Eduardo Sciarra. Pretende obstruir as votações até que o presidente do Congresso, Renan Calheiros promulgue a PEC 544/2002, que cria Tribunais Federais no Paraná, Minas, Bahia e Amazonas. Para Sciarra, “o projeto nada tem de inconstitucional ou de irregular. Ele (Renan) é presidente do poder Legislativo e não pode se curvar à pressão do Executivo ou do Judiciário”.

Pendengas eleitorais

Com atraso, algumas situações deixadas pendentes nas instâncias da Justiça Eleitoral após a recente campanha municipal, começam a tomar rumo. O caso de Colombo foi revertido em favor da prefeita Bete Pavin. A situação de Araucária ainda tramita em instância superior. Outra pendenga, envolvendo a eleição de Marechal Cândido Rondon acaba de ser encaminhada ao TSE pelo TRE do Paraná.

Dívida parcelada

Aos poucos o prefeito curitibano Gustavo Fruet vai encaminhando para solução os problemas deixados pela administração anterior, especialmente as dívidas de R$ 517 milhões, R$ 403 milhões sem empenho ou previsão orçamentária. Crédito suplementar inicial (fevereiro) de R$ 63,7 milhões saldou as dívidas mais urgentes. Novo crédito de R$ 114 milhões atenderá credores menores. Aos de mais de R$ 100 milhões, a prefeitura reconhecerá o débito, a ser pago em parcelas até 2016.

Em choque

O Judiciário anda agressivo. Seus dirigentes podem negar-se a falar com a imprensa mas não devem extrapolar para a grosseria. Caso recente de Joaquim Barbosa (que depois desculpou-se) e do desembargador Clayton Camargo. EXPEDIENTE

Diário

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Os artigos assinados que publicamos não representam necessariamente a opinião do jornal.

José Fernando Ogura

O

vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, recebeu, ontem, no Palácio Iguaçu, o primeiro-ministro e chefe de governo da República da Macedônia, Nikola Gruevski. A comitiva macedônica está no Paraná para estreitar relações e aproximar investidores nas áreas de indústria e comércio. A colaboração bilateral entre o Brasil e o país do leste europeu foi destacada pelo vice-governador. “Essa proximidade vai trazer muitos benefícios para o nosso Estado. A partir desse momento, aprofundaremos nossas relações principalmente nas áreas de indústria, comércio e educação”, disse Arns. Em visita pela primeira vez ao Brasil, o primeiro-ministro Nikola Gruevski apresentou a política de atração de investimentos do país. “Nosso país possui um ambiente de negócios favorável e temos atraído grandes corporações. Somos competitivos e temos investido na qualificação de mão de obra”, explicou Gruevski. Durante a passagem por Curitiba, a comitiva se encontrará com empresários paranaenses em um fórum empresarial promovido pela

O vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, recebeu o primeiro-ministro e chefe de governo da República da Macedônia, Nikola Gruevski

nico assinou acordo de cooperação educacional com o Brasil, que tem por objetivo o fortalecimento do intercâmbio entre os dois países nos diferentes níveis e modalidades de ensino. O documento também prevê o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores, bem como a troca de

experiências na área da educação. Também foi tratada com o governo federal a abertura de Embaixada no Brasil, que será a primeira da Macedônia na América do Sul. A República da Macedônia se tornou independente da antiga Iugoslávia socialista em 1991.

Comissão da tarifa debate medidas de redução de custos no transporte

Compra Direta beneficia 1.600 agricultores

A comissão de análise da tarifa do transporte coletivo entrou, ontem, numa nova etapa de trabalho: a de discussão e elaboração de sugestões para o estabelecimento de um novo modelo tarifário. Vencida a fase inicial, de apresentação de dados, cálculos, procedimentos, contratos, editais, planilhas e números do transporte coletivo, que ocupou as primeiras semanas de trabalho, os membros da comissão começam agora a apresentar sugestões para discussão e aprovação pelo grupo. As apresentações foram feitas tanto pela Urbs quanto pelos sindicatos dos motoristas e cobradores (Sindimoc) e das empresas de ônibus (Setransp). A comissão sugere, por exemplo, a avaliação dos porcentuais de anuênio e de reajustes da cesta básica acima da inflação oficial que incidem sobre a tarifa. Nos dois últimos anos, por exemplo, a cesta básica de motoristas e cobradores foi reajustada em 184% quando o INPC no

Mais de 1.600 agricultores familiares e 918 entidades assistenciais de 98 municípios das regionais de Campo Mourão, Maringá, Paranavaí, Ivaiporã e Londrina estão sendo beneficiados com R$ 6,5 milhões do Compra Direta- Programa de Aquisição de Alimentos neste ano. A assinatura dos termos aditivos foi realizada ontem, em Campo Mourão e Ivaiporã, pelo secretário do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Claudio Romanelli, prefeitos, produtores rurais e entidades socioassistenciais. O programa estimula a agricultura familiar, com garantia de renda permanente, e garante alimentação adequada para pessoas em situação de vulnerabilidade. São atendidas mais de um milhão de pessoas em todo o Estado. “O programa Compra Direta estabelece relação direta entre os agricultores e as entidades beneficiárias. São adquiridos produtos de 10 mil pequenos agricultores e repassados a 3 mil entidades assistenciais”, explica Romanelli. O Governo do Estado está ampliando os recursos investidos no Compra Direta, numa bem-sucedida parceria com o Ministério de Desenvolvimento social e Combate à Fome - MDS. O Compra Direta investiu R$ 24 milhões no Paraná em 2012, 60% a mais em relação a 2011, quando o investimento foi de R$ 15 milhões, e quase três vezes maior que o volume de recursos de 2010 (R$ 9 milhões). Neste ano estão sendo investidos 26 milhões em todo o Estado. O prefeito de Mamborê, Nei Calori, disse que o programa traz muitos benefícios para pequenos municípios “Aproximadamente 15% dos moradores de Mamborê são agricultores familiares. O Compra Direta estimula empregos e renda aos agricultores, fortalece o comércio e garante a permanência dos agricultores no campo”. Para o prefeito de Ivaiporã e presidente da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi), Luiz Carlos Gil, o Compra Direta contribuiu para a diversificação da produção agrícola na região.

Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). O encontro tem como objetivo promover a aproximação entre os setores produtivos paranaense e da Macedônia.

ACORDOS

Em Brasília, o governo macedô-

período, não chegou a 12%. Também foi sugerida a avaliação de incluir numa mesma rubrica o plano de saúde e o item Fundo Assistencial que são transferidos para os sindicatos dos trabalhadores das empresas de transporte coletivo. O Fundo Assistencial representa quase 0,05% da tarifa e é repassado ao Sindicato de Motoristas e Cobradores (Sindimoc) e dos funcionários das demais áreas das empresas (Sindeesmat). No caso do plano de saúde, são R$ 44,00 por mês por funcionário e o Fundo Assistencial são cerca de R$ 400 mil repassados diretamente aos sindicatos. Nos dois casos os recursos são gerenciados pelos sindicatos. Representantes do Sindimoc presentes à reunião informaram que são feitos em torno de 8 mil atendimentos de saúde por mês, uma vez que o benefício inclui dependentes dos motoristas e cobradores. O custo das novas tecnologias também fez parte das discussões

da reunião desta quinta-feira. O foco foram os custos para implantação do Hibribus, ônibus movido a eletricidade e combustível que entrou na frota em setembro do ano passado, provocando aumento da tarifa técnica. Levando em conta a importância das novas tecnologias na melhoria do sistema e a dificuldade de ter parâmetros de avaliação quando se investe em algo novo, a comissão vai sugerir que custos desta natureza deixem de ser pagos via tarifa do transporte, buscando-se outras fontes de financiamento. A comissão da tarifa voltará a se reunir na próxima quinta-feira, dia 2 de maio, das 9h às 12 horas no auditório da Urbs. Da comissão fazem parte representantes da Promotoria de Justiça da Defesa do Consumidor; Câmara de Vereadores; Dieese; Instituto de Engenharia do Paraná; e secretarias municipais de Planejamento e de Trânsito, além da Urbs.

Estado vai ganhar 70 novas escolas

Divulgação SEED

Governo do Paraná construirá 70 novas escolas em várias regiões do Estado. Metade deste pacote já está em obras. Somente em 2013 o governo está investido R$ 500 milhões em infraestrutura. São construções, reformas, ampliações de unidades e implantações de quadras esportivas nas escolas da rede estadual. Além das escolas já em execução, outras 35 estão com recursos assegurados e as licitações sairão no decorrer do ano. Entre 2011 e 2012 foram entregues outras 24 unidades novas. “É um processo de modernização da estrutura das escolas, mais adequadas para estudantes e professores. As obras estão nas regiões que mais precisam desses equipamentos. Além de melhorar a estrutura, as obras permitem ampliar o número de turmas e ainda expandir a educação integral”, diz o vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns. Uma das novas escolas em construção fica no distrito de Agrocafeeira, no município de Matelândia. O novo prédio do Colégio Estadual Rui Barbosa atenderá aproximadamente mil alunos. O prefeito de Matelândia, Rineu Menoncin, explica que a escola vai ficar mais perto dos estudantes e o município economizará com transporte escolar. “O distrito fica

Entre 2011 e 2012 foram entregues outras 24 unidades novas

distante da escola atual. Solucionar isso era uma promessa deixada pela gestão passada. O governador Beto Richa assumiu o compromisso e cumpriu”, disse Menoncin. A espera pela obra é confirmada pela diretora do colégio Rui Barbosa, Ineide Erecina Gasparin. “Todos por aqui aguardamos essa nova escola há mais de 9 anos. O impacto na qualidade do ensino e do aprendizado dos alunos será enorme”, avalia Ineide. A nova unidade começa a funcionar no segundo semestre deste ano. Em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, alunos do Colégio Estadual Geraldina da Mota estudam no novo prédio desde o co-

meço do bimestre. Faltam apenas alguns detalhes na quadra esportiva para finalizar por completo a nova unidade. A comunidade aguardava a obra desde 2006. Ainda no primeiro semestre do ano começará em Cantagalo, região Centro-Sul, a construção de uma nova escola, na Vila Caçula, para atender 1,6 mil estudantes nos três turnos do dia. A nova unidade terá 14 salas, laboratórios e refeitório. O investimento de R$ 5 milhões ajudará a desafogar a demanda do Colégio Estadual Olavo Bilac. Das novas escolas em construção, 12 são Centros de Educação Profissional. Cada um deles terá capacidade para até 1,2 mil alunos.


Geral/Estadual Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A3

Aroldo MuráG.Haygert

SEFARDITAS DE BUENOS AIRES COM O PAPA aroldo@cienciaefe.org.br

PARA MELINA FACHIN, PEC 33 É BUSCA DE ESPAÇO POLÍTICO A advogada Melina Fachin, da nova geração de advogados paranaenses e que vai se notabilizando no conhecimento de Direito Constitucional, atuante ao lado de seu pai, Luiz Fachin, respondeu ontem à coluna sobre como interpretar a PEC, aprovada pela CCJ da Câmara, que submete decisões do STF à apreciação do Legislativo. Melina acha que não se trata de retaliação, “mas sim como uma a busca de espaço político” que o Legislativo, em grande parte por conta de sua inação, “procurando ter a última palavra”. A seguir, na íntegra, a entrevista de Melina Fachin: “As considerações sobre a PEC 33 - aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça na data de ontem -, que condiciona o efeito vinculante de súmulas aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao aval do Poder Legislativo e submete ao Congresso Nacional a decisão sobre a inconstitucionalidade de leis, devem ser compreendidas dentro do espectro da disputa de poder institucional entre o Poder Legislativo e o Poder Judiciário na Melina Fachin busca de conferir a “última palavra”. Assim, não vejo a PEC como retaliação, mas sim como a busca do espaço político que o Poder Legislativo, em grande parte pela sua própria (in)ação, perdeu contemporaneamente. Na justificativa de aprovação, apontando para a constitucionalidade da emenda, há a crença, pelos membros de Legislativo, na suposta falta de legitimidade popular do Poder Judiciário, e dentro deste do STF, em agir proativamente em matéria de regulação constitucional e social. Dentro do jogo democrático, pode a PEC prosperar e, inclusive, vir a tornar-se Emenda Constitucional cumpridos todos os trâmites constitucionais previstos. Todavia, a importante discussão sobre sua constitucionalidade pode ser enfrentada, pelo modelo constitucional pátrio, pelo próprio STF - o que dá ainda mais complexidade à matéria. “

...‘AQUI ESTÁ EM PAUTA O JOGO DE PODER ...’

E mais adiante, sobre se houve despreparo por parte da CCJ, com a aprovação da PEC, desconhecendo cláusula pétrea sobre o STF”, Melina respondeu: “ Acredito que seria ingenuidade conferir a aprovação da PEC ao despreparo dos membros do Legislativo - o que é uma realidade signi-

COTOLENGO, 230 INTERNOS , 300 FUNCIONÁRIOS...

Costumo dizer que certas obras sociais de orientação religiosa, dada a importância que têm no amparo a desvalidos, “lavam” todas as eventuais falhas de instituições que as mantêm. O exemplo mais clássico e eloqüente, em Curitiba, é o do Pequeno Cotolengo Paranaense Dom Orione, que, fundado em 1965 pela congregação dos padres católicos de Dom Orione (Orionistas) , abriga em Santa Quitéria, em regime hospitalar, 230 crianças, jovens e idosos caracterizados por deficiências físico-mentais absolutas. São, quase todos, seres huma- Dom Luiz Orione, o fundador da nos vivendo em estado precaríssi- obra. mo, sem discernimento da realidade de seu entorno, e impedidos de se autogerenciar, devido as suas enormes limitações. Mas ganhando todo o carinho e atenções do Cotolengo.

... DESPESAS MENSAIS DE R$ 700 MIL ...

Pois o Cotolengo gasta, por mês, cerca de R$ 700 mil com a folha de pagamento de pewasaoL (300 funcionários). Isto sem contar todas as despesas de custeio com a obra, incluindo atendimentio médico. A instituição depende de convênios com a União, Estado e Prefeitura de Curitiba. Depende muito de ações que desenvolve, algumas tradicionais, como o churrasco mensal, aberto à comunidade. Quem quiser ajudar o Colotengo, encontrará os caminhos no site da Prefeitura. Poderá também optar por doação na conta de luz (Copel) ou outras formas de apoio.

PLAUTO EM BECO SEM SAÍDA

Amigos do deputado Plauto Miró Guimarães não mostravam até o final da tarde de ontem ânimo em relação à pretensão do parlamentar de ser escolhido para o Tribunal de Contas do Estado. Para um deles, Plauto, no entanto, “será candidato até o fim”. Isto embora o deputado já tenha sido informado – segundo ainda outras fontes ligadas a Plauto – de que o governo tende mesmo a marchar com o deputado Fábio Camargo. Tudo, por ora, extraoficialmente, é claro.

Plauto Miró Guimarães e Fábio Camargo.

ficativa, mas não creio que seja a causa por detrás de sua aprovação. Está em pauta aqui o jogo de poder entre os dois poderes sobre a decisão final do que significa a Constituição. Já pode se ver, pelo parecer favorável da CCJ, e pelas manifestações contrárias dos ministros do STF sobre a PEC, que estes dois Poderes possuem visões bastante diversas do que diz o texto constitucional e de como se deve interpretar a cláusula pétrea da separação dos poderes contida na Constituição.”

...PODER JUDICIÁRIO CONTRA OPRESSÃO MAJORITÁRIA ...

Isaac Sacca, rabino-chefe da Comunidade Sefardita de Buenos Aires, Argentina, e presidente da Menora(organização internacional da juventude sefardita) foi recebido ontem, no Vaticano, em audiência pelo Papa Francisco. Os dois ,velhos camaradas, tiveram vários encontros na capital argentina, quando o papa era arcebispo de Buenos Aires. Sacca estava acompanhado de comitiva. Os sefarditas são judeus geralmente identificados como os que habitaram o Norte da África, depois da chamada Reconquista, quando foram expulsos da Península Ibérica, a partir do século 15. Esses são os chamados sefarditas Ocidentais, enquanto os judeus que foram para o Império Otomano, são judeus sefarditas Orientais.

...VIVEM EM PAZ, ATÉ A ‘RECONQUISTA”...

Os sefarditas tiveram grande expressão em Portugal e Espanha, sendo identificados também pela fala do ladino, uma língua em extinção, cujos cânticos da cantora Fortuna bem retratam a vida dos judeus, árabes e cristãos na Península, antes da ‘Reconquista’. Grandes sinagogas de orientação sefardita – de música suave e culto cadenciado – são encontradas ainda nos Estados Unidos (Nova York), Londres e Holanda, além de Argentina e Brasil. No Brasil os banqueiros Safra são os mais expressivos membros da comunidade sefardita, conhecida também por seus estudos sobre a Cabala. Um outro exemplo de judeu sefardita é Sílvio Santos.

E, mais adiante: “ Tradicionalmente entende-se que o Poder Constituinte originário - a fundar um novo documento constitucional, e até mesmo um novo Estado - seria ilimitado, autônomo e incondicionado. Não estaria, portanto, sujeito a quaisquer amarras. Esta visão, todavia, deve ser temperada, sobretudo, à luz de um conjunto de princípios e direitos fundamentais que se compreende hoje fazem parte de uma “herança constitucional” que deve ser protegida, sobretudo, contra autoritarismos esteados nas vontades majoritárias de ocasião. O que é fundamental ao direito constitucional atual, seja na reforma da constituição presente, seja na feitura da constituição futura, é o espaço do debate democrático equilibrando-se entre o vetor democrático do autogoverno popular e a contenção do poder das maiorias para a defesa dos direitos de grupos vulneráveis. Neste aspecto, o Poder Judiciário cumpre um importante papel de resguardo à opressão majoritária.”

OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Finalizando, Melina fez essas considerações: “Há na cena constitucional contemporânea bastante preocupação com essa exacerbação de funções pelas Cortes - sobretudo aquelas que desempenham papel Constitucional, como o STF. Alguns autores chegam até a falar em uma “supremocracia” alertando para os perigos antidemocráticos de transferir ao Judiciário o poder de derrubar decisões tomadas pelos representantes do povo. Todavia, este alerta e este repensar do Poder Judiciário não pode descurar da legitimidade constitucional e ele conferida e do importante espaço que, justamente por não estar sob o crivo do voto popular e das eleições, possui.”

VITÓRIA ANTITABAGISTA Não foi preciso recorrer aos eficientes cursos antitabagistas que os adventistas do sétimo dia ministram. Foi pura vontade pessoal a decisão do professor Antonio Carlos da Costa Coelho, uma das boas personagens de Curitiba, de largar do vício do cigarro. Apartar-se do “velho inimigo” – muitas vezes confundido com amigo -,foi difícil, mas Coelho, seus alunos do Studium Theologicum e boa parte da Curitiba tradicional, estão todos a apoiá-lo. Até com orações. Claro que sofre crises de abstinência o novo Coelho saudável. Mas elas passarão. Afinal, foram 40 anos de intoxicação...

MAIS TELAS DE VIARO Um acervo do artista ítalobrasileiro Guido Viaro, composto de quinze quadros (oleos sobre tela) e oito desenhos acaba de ser incorporado ao Museu Guido Viaro, e a partir de amanhã 27/04 até 07/05 passa a ser exposto no anexo do Museu. As obras são em sua maioria retratos de familiares do artista e marinhas, pintadas no litoral do Paraná. Endereço: Rua XV de novembro, 1348 3018-6194

Rabino Isaac Sacca. Papa Francisco. Cantora Fortuna Safra. Silvio Santos

CARTAS (correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)

“LIBERTE SUA HISTÓRIA” Caríssimo Aroldo: Dias desses, em sua coluna (que recebo e leio diariamente), você mencionou uma tendência atual de produção de biografias. Nota interessante e oportuna. Não apenas biografia de pessoas e famílias - modo de preservar identidades - como de empresas. Tenho, a respeito, um projeto, que intitulei Liberte sua história do fundo do baú, cujo folder segue em anexo, para seu conhecimento. Você, com sua bela coleção das Vozes do Paraná, é sensível ao tema. Para a FIEP, entre 2005 e 2013, minha editora, a Ipê Amarelo, produziu quatro volumes da série Empreendedores do Paraná, com 48 perfis representativos de líderes de vários ramos da indústria e de todas as regiões do Estado. Mais uma vez parabéns pela coluna, sempre atual e consistente. Abraço do LUIZ MANFREDINI, Curitiba.

Luiz Manfredini: empreendedores da FIEP.

CONTRA A PEC

Guido Viaro.

TUDO POR R$ 1,00 NO BAZAR DO TARUMÃ Neste sábado, dia 27, das 9 às 16 horas, no Lar dos Idosos Recanto do Tarumã, será realizado um bazar beneficente de roupas e objetos usados, tudo por apenas R$ 1,00 a peça. O tradicional Asilo dos Velinhos do Tarumã abriga atualmente 107 moradores e mantêm ainda 20 idosos, de ambos os sexos, no Centro Dia. Criada em 1921, com o intuito de minorar o sofrimento dos carentes e abolir a mendicância nas ruas de Curitiba, a Socorro aos Necessitados, entidade mantenedora do Lar, é uma das mais antigas, dentre as mais de 300 mil ONGs existente no país. Para ajudar na manutenção e melhorias do Recanto, várias promoções são feitas ao longo do ano e a instituição precisa muito da ajuda da população. No próximo dia 18 de maio, por exemplo, está prevista a realização de um bingo, para o qual solicitam doações de brindes, como eletrodomésticos e utensílios de casa, A Socorro aos Necessitados fica l na Rua Konrad Adenauer, 576, no Tarumã. Mais informações e contato pelo fone: (41) 3266-3813.

Olá Aroldo, CORRUPÇÃO DE SEMPRE Prezado jornalista: Não me surpreendo com o noticiário de ontem, dando conta do enorme número de prisões feito pela Policial Federal no Paraná. Graças que temos a PF que, com o Ministério Público – e, em certos momentos o Supremo Tribunal Federal. Com a PF trem-se a certeza de que o país não vive totalmente à mercê da impunidade. Só estranho que um chefe de gabinete e um auxiliar de antigo deputado estadual do Paraná tenham conseguido manter dupla identifidade, por muitos anos, trabalhando na Assembléia Legislativa, cuidando de atos de corrupção e fazendo parte do crime organizado. Afinal, a AL não está vivendo um tempo de faxina moral? Maria Salette Ambrósio MacDonald, Curitiba.

MAIS UM ABSURDO Senhor Jornalista: Este Brasil parece mesmo não ter jeito. Ou só o terá a longo prazo? A exclamação/indagação ocorre diante dos absurdos que vemos instalados na vida nacional. Um dos maiores, porque tenta ferir a instituição que nos garante os direitos fundamentais, o STF, foi aprovada pela Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados. Ela quer simplesmente sujeitar as decisões do Supremo a uma apreciação do Congresso. Pode? Tentar não custa nada. Só é bom lembrar que a Constituição garante no seu artigo 60 que o STF não pode sofrer qualquer interferência em suas decisões por parte dos outros poderes da Republica. Até calouro de Direito sabe disso. Manoel Praxedes Cavalheiro, Caxias do Sul, RS


Geral/Curitiba Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A4 | Indústria&Comércio abnoticias@abcom.com.br

Licenciamento ambiental

AB Notícias

Projeto pode beneficiar 15 mil produtores de peixe

ÁREAS REGULARIZADAS

Duas áreas somando 68 mil metros quadrados do Porto de Antonina, litoral do estado, que não constavam no inventário da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, foi regularizada. As duas áreas pertencem agora oficialmente ao Estado do Paraná. Os terrenos, que antes pertenciam ao Banestado, haviam sido comprados em 1987, porém apenas um contrato de compra e venda provava a negociação.

ESTRADA BOIADEIRA

O Governador Beto Richa vai propor uma alteração na resolução 051/2009, da SEMA Arnaldo Alves / ANPr

A região Noroeste do estado está comemorando a continuidade das obras da Estrada Boiadeira. Já incluída no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – o asfaltamento da estrada chegou até a cidade de Cruzeiro do Oeste, na rodovia PR -323. Com previsão para termino em 2016 a revitalização, cujo investimento gira em torno de 279,1 milhões de reais, segue agora para o trecho entre o município e Serra Dourada.

VAGAS NO IFPR

Mais de quatro mil vagas para o segundo semestre estão sendo oferecidas pelo Instituto Federal do Paraná, IFPR. As inscrições vão até o dia 10 de maio pela internet. As vagas são para os cursos técnicos à distância de Agente Comunitário, com 2.280 vagas, 1240 para Transações Imobiliárias e 560 para Hospedagem. Para mais informações acesse o site www. ifpr.edu.br

LULUZINHA

A história de Luluzinha, personagem conhecida dos quadrinhos e dos desenhos animados, será republicada em uma tiragem limitada. O livro contém suas primeiras tirinhas, datadas da década de 40 e 50 e é uma comemoração aos mais de setenta anos da personagem. Além dos quadrinhos, a edição traz também dados e curiosidades sobre a história de Luluzinha e sua turma,

CAMPANHA DO AGASALHO

Mais de 13 mil pessoas deverão ser atendidas pela Campanha do Agasalho 2013 em Ponta Grossa. A campanha já começou, e aguarda a doação para cumprir a meta de arrecadar cerca de 100 mil peças este ano. As doações podem ser feitas até o dia 23 de julho nos 120 pontos de arrecadação espalhados pela cidade. No ano passado a campanha conseguiu arrecadar mais de 104 mil agasalhos, quase dois mil cobertores e 74 colchões.

Governador junto com o ministro da Pesca, Marcelo Crivella, olha a planta da Unidade de Processamento de Pescados lançada no município de Pinhalão

O governador Beto Richa afirmou ontem que vai propor uma alteração na resolução 051/2009, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, para dispensar do licenciamento ambiental espaços de criação de peixes com até 20 mil metros quadrados. Hoje, estão liberados do documento tanques escavados de até 10 mil metros quadrados. “Uma medida que pode dobrar a produção de pescados no Paraná”, ressaltou o governador. O anúncio foi feito durante encontro com o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, em Pinhalão, onde os dois assinaram

FEIRA DE LIVROS

Com o intuito de incentivar o hábito da leitura, acontece neste sábado em Guarapuava a feira do livro integrante do projeto Vamos Ler. Promovido pela Secretaria de Educação e Cultura do município, o evento ocorre no Calçadão da XV, em frente a Praça 9 de Dezembro. Entre as 9h e o 12h p local será tomado por apresentações musicais, recitais de poesia e contação de história.

REFERÊNCIA NA PISCICULTURA

A região do município de Toledo, oeste do estado, se destaca na produção de peixes. Durante a semana a cidade recebeu a coordenadora nacional de Pesca e Aqüicultura do Sebrae, Newman Costa, a gerente de agronegócio do Sebrae em Brasília e mais 15 produtores para estudar o desenvolvimento da piscicultura na região. A intenção é tentar levar ao Distrito Federal as técnicas utilizadas pelos produtores locais.

CARNE E CÂNCER

De acordo com pesquisa publicada na revista Nature Medicine o consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Isso porque o metabolismo da substância L-carinitina, nutriente da carne vermelha, pelas bactérias do intestino facilita o acumulo de gordura nas paredes arteriais. A substância pode ser encontrada também em energéticos e até em forma de suplemento alimentar. Seu uso controlado auxilia na perda de peso, porém em excesso é prejudicial à saúde.

OCUPE O PASSEIO

Fortalecendo o movimento Ocupe o Passeio, campanha que visa a reocupação e revitalização do Passeio Público, em Curitiba, acontece neste sábado no local a “Vinada Cultural”. Sob organização do jornal Gazeta do Povo, dez cachorros quentes, indicados por leitores do jornal, serão vendidos pelo preço único de 6 reais, dos quais 1 real será revertido para a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas. Além dos cachorros-quentes o evento contará com apresentações e com a 1ª regata de pedalinhos.

PROJOVEM

Atendo cerca de 30 alunos, a Agência do Trabalhador da cidade de Entre Rios do Oeste, região oeste do estado, começou nesta semana as aulas dos cursos de Administração e Serviços Pessoais. O curso é realizado através do programa Projovem Trabalhador, do Governo Federal. O projeto tem como objetivo promover a qualificação profissional, oferecendo formação e alternativas de renda para jovens de 18 a 29 anos.

PRIMEIRA ESCOLA DE TEATRO

A região dos Campos Gerais ganhou sua primeira escola de teatro. Para desenvolver a promover a formação de atores na região foi criado em Ponta Grossa o Centro de Estudos Cênicos Integrados, Ceci, que atenderá pessoas a partir de quatro anos de idade. O Ceci disponibilizará também cursos de canto lírico e popular, artes circenses, e de danças como o sapateado.

protocolos de intenções para que o Estado dê suporte técnico para cerca de 15 mil produtores de pescados das regiões Norte, Norte Pioneiro e Campos Gerais. Eles também conheceram a Unidade de Processamento de Pescados, que está em construção e uma unidade de alevinos para distribuição a produtores “Daremos todo apoio para garantir a viabilidade e o melhor proveito deste projeto”, afirmou Beto Richa. A unidade foi implantada como suporte para o projeto de desenvolvimento da aquicultura na região, realizado por um consórcio

intermunicipal que envolve 67 municípios, entre eles Pinhalão, Cornélio Procópio e Santo Antônio da Platina. O objetivo do consórcio é implantar 50 mil tanques-escavados em 15 mil propriedades rurais. A estimativa é que o projeto gere uma produção de 240 toneladas diárias de tilápia. O governador afirmou que os trabalhos do Instituto Paranaense de Tecnologia e Extensão Rural (Emater) serão fundamentais para o bom desenvolvimento da cultura. Ele também lembrou que desonerou os municípios de pagarem convênios com o órgão, o

Notas Explicativas às demonstrações financeiras dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 comparativas com o exercício de 2011. Valores expressos em milhares de reais.

JJGC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MATERIAIS DENTÁRIOS S/A. CNPJ - 00.489.050/0001-84 Relatório da Administração Senhores acionistas: Administração da JJGC Indústria e Comércio de Materiais Dentários S/A., submete a vossa apreciação às Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas da companhia referente ao exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011. Atenciosamente. Administração.

BALANÇO PATRIMONIAL COMPARATIVO DOS EXERCÍCIOS 2012 E 2011 Valores expressos em milhares de reais ATIVO ATIVO CIRCULANTE Disponibilidade Contas a Receber Estoques Impostos e Contribuições a Recuperar Outros Créditos

2012 155.517 28.156 64.212 27.068 32.373 3.708

2011 93.442 11.627 46.576 23.114 10.330 1.795

ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósitos Judiciais Impostos e Contribuições a Recuperar Outros Créditos

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Tributárias Empréstimos e Financiamentos Dividendos e Juros s/Capital Próprio a Pagar Outras Obrigações

2012 57.571 5.505 5.591 35.704 2.450 7.368 953

2011 56.008 3.169 3.726 22.685 5.173 19.789 1.466

39.277 36.895 2.382 0

21.941 18.055 3.886 0

PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Provisões para Depósitos Judiciais

40.867 296 40.571

23.447 2.046 21.401

INVESTIMENTOS IMOBILIZADO INTANGÍVEL ( - ) DEPRECIAÇÕES

2.433 84.869 4.091 (33.200)

0 79.916 3.617 (25.505)

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reserva Legal Reserva de Lucros

154.549 110.000 6.884 37.665

93.956 90.000 3.956 0

TOTAL DO ATIVO

252.987

173.411

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

252.987

173.411

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO COMPARATIVO DO EXERCÍCIO 2012 E 2011 Valores expressos em milhares de reais 2012

DEMONSTRATIVO DO FLUXO DE CAIXA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 Valores expressos em milhares de reais 2011

RECEITA OPERACIONAL BRUTA

242.359

209.715

DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA

(46.233)

(37.323)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

196.126

172.392

CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS

(38.999)

(35.245)

LUCRO BRUTO

157.127

137.147

DESPESAS (RECEITAS) OPERACIONAIS Despesas com vendas Despesas Gerais e Administrativas Outras Receitas e Despesas Operacionais

(71.227) (51.251) (16.492) (3.484)

(34.791) (42.837) (16.208) 24.254

85.900

102.356

(51)

(622)

85.849

101.734

(19.994) (7.303)

(17.739) (6.475)

58.552 0,1463

77.520 0,1938

LUCRO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO DO EXERC.ANTES DO IR e CSLL Imposto de Renda Contribuição Social LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO

ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Ajustes em exercícios anteriores Depreciações Valor residual permanente baixado Variação cambial longo prazo Deságio em Investimentos Equivalência em Investimentos Provisão para Liquidação Duvidosa LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

2012

2011

58.552 4.909 7.748 43 (194) (1.171) 494 2.110 72.490

77.520 (1.067) 8.225 1.603 722

VARIAÇÕES CONTAS DO ATIVO CIRCULANTE E LONGO PRAZO ( - ) Variações de duplicatas a receber (19.746) ( - ) Variações de estoques (3.954) ( - ) Variações adiantamentos a fornecedores 1.913 ( - ) Variações de Impostos a recuperar (22.043) ( - ) Variações nos depósitos judiciais 330 ( - ) Variações títulos a receber de longo prazo 1.504 ( + ) Variações de empréstimos ( - ) Variações de fornecedores 2.335 ( + ) Variações de obrigações trabalhistas 1.865 ( + ) Variações de obrigações tributárias 13.020 ( - ) Variações de outras obrigações (514) TOTAIS DAS VARIAÇÕES 29.115 1-CAIXA LÍQ. GERADO PELAS OPERAÇÕES ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS ( - ) Aquisições de Ativos Imobilizados ( - ) Imobilizados em andamento

43.375 (6.522) (393)

2-CAIXA CONSUMIDO PELOS INVESTIMENTOS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS ( + ) Empréstimos e financiamentos ( - ) Amortização de financiamentos ( - ) Pagto de dividendos e juros sobre capital próprio ( - ) Redução de Capital ( - ) Aumento de Capital 3-CAIXA CONSUMIDO PELOS FINANCIAMENTOS

572 87.575 (15.059) 614 6.373 (8.308) 1.891 (1.857) 1.208 (176) 988 20.471 394 6.539 94.114 (3.507)

(6.915)

(3.507)

983 (5.456) (35.459) 20.000 (19.932)

0 (10.227) (72.887) (4.222) 0 (87.336)

VARIAÇÃO LÍQUIDA DO CAIXA EM 2011-2010(1-2-3)

16.529

3.271

DEMONSTRATIVO DA VARIAÇÃO DO SALDO DE CAIXA ( + ) SALDO ATUAL DE CAIXA EM 2012 - 2011 ( - ) SALDO ANTERIOR DE CAIXA EM 2011 - 2010 FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DO PERÍODO

28.156 11.627 16.529

11.627 8.356 3.2.71

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Valores expressos em milhares de reais) DISCRIMINAÇÃO SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Redução de Capital Transferência das Reservas de Lucros Lucro do Exercício de 2011 Transferência para Reservas de Lucros Distribuição de dividendos SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Ajuste de Exercícios Anteriores Aumento de Capital Transferência para Reservas de Lucros Lucro do Exercício de 2012 Distribuição de dividendos SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

CAPITAL SOCIAL 400 (4.222) 93.822

90.000 20.000

110.000

RESERVAS DE LUCROS 98.966 0 (93.822) 3.876 (5.064) 3.956 5.079 35.514 44.549

LUCROS ACUMULADOS 0 0 0 77.520 (3.876) (73.644) 0 (35.514) 58.552 (23.038) 0

TOTAL 99.366 (4.222) 0 77.520 0 (78.708) 93.956 5.079 20.000 0 58.552 (23.038) 154.549

que acontecia no passado. “Apoio técnico é obrigação do Governo do Estado. Os prefeitos não têm a obrigação de pagar por isso”, disse. Richa disse que os investimentos do governo federal na piscicultura local representam importante conquista para o Paraná. “Um projeto que terá um grande alcance social por atender milhares de família”, afirmou. A ampliação do espaço para produção de pescado é outra medida que repercutirá no volume de produção. Atualmente, o Instituto Ambiental do Paraná permite que sejam utilizados 10 mil metros quadrados para a criação.

1) CONTEXTO OPERACIONAL A sociedade empresária tem como atividade a fabricação e comercialização de instrumentos e utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório; comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios; representação comercial e agente de comércio de instrumentos e materiais odonto-médicohospitalares, todos não-eletrônicos. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com os dispositivos constantes da legislação societária e tributária, (Leis 11.638/2007 e 11.941/2009 nos seus aspectos considerados relevantes), instruções da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e das Normas Brasileiras de Contabilidade. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS. a) Ativos Circulantes e não circulantes São registrados pelo valor do custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos. b) Ativos Imobilizados, Investimentos e Intangíveis Estes Ativos são registrados pelo valor de aquisição, acrescidos quando necessários dos impostos e serviços de instalação, os bens com datas de aquisição anteriores a 31 de dezembro de 1995 foram corrigidos monetariamente. c) Passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicáveis, dos correspondentes encargos financeiros incorridos. 4) CONTAS A RECEBER (CIRCULANTE) DESCRIÇÃO 2012 2011 Clientes - mercado interno 51.475 40.923 Clientes - mercado externo 8.477 5.892 Cheques e Outros Créditos 11.049 4.440 ( - ) PCDL Clientes/cheques (6.789) (4.679) TOTAL GERAL 64.212 46.576 Os valores registrados no contas a receber estão registrados a valor histórico. A provisão para créditos duvidosos foi constituída em valores considerados suficientes para a cobertura de eventuais perdas na realização dos créditos com clientes. 5) ESTOQUES DESCRIÇÃO 2012 2011 Produtos acabados 28.661 25.487 Matéria prima 2.620 1.954 Material de embalagem 554 586 Material de desgaste 648 576 Material de uso e consumo 593 653 Estoque de materiais consignados 2.832 2.934 ( ) Prov. Ajuste de Estoques( Nota 5.1) (9.103) (9.076) TOTAL GERAL 27.068 23.114 Os estoques estão avaliados pelo custo médio ponderado, de acordo com a legislação vigente. Nota 5.1 - Provisão para Ajustes de estoques - No exercício de 2012 a Companhia complementou a provisão para ajustes de estoques com o objetivo de melhor refletir a realização destes ativos. Esta provisão basicamente retrata a situação dos itens obsoletos ou de baixo giro, que foram gerados no curso normal das operações da companhia. 6) ATIVOS INVESTIMENTOS, IMOBILIZADOS E INTANGÍVEIS DESCRIÇÃO 2012 2011 INVESTIMENTOS Investimentos para locação 2.433 0 TOTAL DOS INVESTIMENTOS 2.433 0 IMOBILIZADO BENS IMÓVEIS Terrenos 4.361 4.361 Edificações 14.466 15.134 TOTAL DE BENS IMÓVEIS 18.827 19.495 BENS MÓVEIS Máquinas e Equipamentos 56.665 53.164 Software, Hardware, Móveis e Utensílios e Veículos 9.377 7.257 Intangíveis 4.091 3.617 ( - ) Depreciações (33.200) (25.505) TOTAL BENS MÓVEIS 36.933 38.533 TOTAL GERAL 58.192 58.028 O Ativo não Circulante é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades operacionais da empresa, podendo apresentar-se tanto na forma de bens tangíveis, como na forma de bens intangíveis. A depreciação é realizada pelas taxas fiscais previstas na legislação. 7) EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS DESCRIÇÃO 2012 2011 Parcelas de curto prazo 2.450 5.173 Parcelas de longo prazo 296 2.046 TOTAL DOS FINANCIAMENTOS 2.746 7.219 Refere-se a financiamentos de máquinas e equipamentos imobilizados adquiridos com recursos de instituições financeiras de fomento. 8) CAPITAL SOCIAL A empresa realizou o aumento do capital social no exercício de 2012, com investimento de recursos dos sócios, de R$90 milhões para R$ 110 milhões. O capital social é composto por 400.000 ações ordinárias nominativas sem valor nominal, inteiramente subscrito e integralizado pelos acionistas. 9) CONTINGÊNCIAS FISCAIS, CIVEIS E TRABALHISTAS. As obrigações fiscais, previdenciárias e tributárias estão sujeitas a revisão por parte das autoridades fiscais obedecendo aos prazos legais para prescrição. A empresa constitui provisão e deposita judicialmente - administrativamente parte de seus impostos e contribuições (PIS e COFINS). A empresa tem como prática o planejamento e revisões tributárias, avaliando a melhor forma e obedecendo aos quesitos legais, para recolher e provisionar seus impostos e contribuições. A empresa constitui provisões para possíveis ônus com ações trabalhistas e cíveis, levando em consideração valores razoáveis para cobertura de eventuais perdas. 10) COBERTURA DE SEGUROS A empresa mantém seguros sobre suas instalações e seus ativos operacionais seguindo a política elaborada por especialistas da área. Curitiba, 31 de dezembro de 2012.

Geninho Thomé PRESIDENTE CPF 155.763.029-15

Loreci S.Hoffmann do Canto Jardim CONTADORA CRC PR 048.078/O-0


Economia Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A5

Governo deverá voltar a subir juros para conter inflação

trabalho

Desemprego é o menor para o mês de março desde 2002

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, disse que cresce a convicção de que o Comitê de Política Monetária (Copom) poderá “ser instado a refletir sobre a possibilidade de intensificar o uso do instrumento de política monetária (da taxa Selic)” para evitar aumento da inflação. O diretor ressaltou que embora reconheça que a inflação e as projeções para os preços estejam elevados, não há descontrole. “Vou discordar daqueles que argumentam que a inflação no Brasil está fora do controle. Não está e nem estará”, enfatizou.

População desocupada totalizou 1,4 milhão de pessoas no mês passado

Governo prorroga redução de impostos sobre produtos da cesta básica Prorrogada por mais por 60 dias a vigência da Medida Provisória 609, de 8 de março de 2013, que reduziu a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins, da Contribuição para o PIS/ Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre a receita decorrente da venda no mercado interno e sobre a importação de produtos que compõem a cesta básica. A prorrogação é um ato da Mesa do Congresso Nacional, assinado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. A desoneração de todos os produtos da cesta básica foi anunciada no mês passado pela presidenta Dilma Rousseff, durante pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão por ocasião do Dia Internacional da Mulher. Na ocasião, a presidenta destacou que, com a renúncia fiscal sobre os produtos da cesta básica, o governo vai abrir mão de R$ 7,3 bilhões por ano. No mês passado, o governo também ampliou o número de itens que compõem a cesta básica e a lista de produtos que terão impostos federais reduzidos a zero. A lista inclui carnes (bovina, suína, aves e peixe), arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas, legumes, sabonete papel higiênico e pasta de dentes. Parte desses produtos já estava isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e agora serão liberados da alíquota de 9,35% do PIS/Cofins.

Índice de Custo da Construção sobe 0,84% em abril O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou variação de 0,84% em abril. A taxa representa um acréscimo de 0,56 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,28%). No acumulado do ano, o índice registra alta de 2,32% e, nos últimos 12 meses, a variação é de 7,25%. A maior alta ocorreu no grupo mão de obra, que teve variação de 1,15%, ante 0,14% em março. De acordo com a FGV, a aceleração está relacionada aos reajustes salariais ocorridos em função da data base dos trabalhadores de Salvador e do Rio de Janeiro. Nesses locais, a taxa passou de 0,52% para 6,99% e de 0,09% para 5,13%, respectivamente. O destaque foi o custo com ajudante especializado, cuja variação passou de 0,08% para 1,37%. No grupo de materiais, equipamentos e serviços, o acréscimo foi menor, de 0,42% em março para 0,5% neste mês. O subgrupo materiais e equipamentos teve decréscimo de 0,04 ponto percentual, passando de 0,5% para 0,46%. Dos quatro itens que compõem esse subgrupo, dois apresentaram decréscimo: materiais para instalação (de 1,12% para 0,13%) e materiais para acabamento (de 0,69% para 0,57%). Os demais tiveram taxas de variação mais altas: materiais para estrutura (de 0,33% para 0,51%) e equipamentos para transporte de pessoas (de -0,03% para 0,41%). O subgrupo serviço, por sua vez, teve alta de 0,54 ponto percentual, passando de 0,13% para 0,67%. A maior elevação foi registrada nas despesas com serviços técnicos, de 0,04% para 1,37%.

VIGILÂNCIA

O BC deve permanecer “es-

pecialmente vigilante” para minimizar riscos de que os níveis elevados de inflação persistam, de acordo com avaliação divulgada na ata da última reunião do Copom, divulgada na quinta-feira (25/04). Para a maioria dos integrantes do Copom, devido à alta generalizada dos preços foi preciso aumentar a taxa básica de juros, a Selic, na reunião da semana passada. Assim, o presidente do BC, Alexandre Tombini, e cinco diretores votaram pela elevação da Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,5% ao ano. Os diretores de Política Monetária, Aldo Luiz Mendes, e de Assuntos Internacionais, Luiz Awazu Pereira da Silva, votaram pela manutenção da Selic em 7,25% ao ano.

BC mantém projeção de 5% de aumento no preço da gasolina para este ano O Banco Central (BC) manteve a projeção de aumento do preço da gasolina, este ano, em 5%, segundo a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC divulgada na quinta-feira (25/04). Também foi mantida a projeção de recuo, de aproximadamente 15%, na tarifa residencial de eletricidade. Segundo

Emprego com carteira subiu 2,8%, apesar de ter caído 0,5% em relação a fevereiro de 2013

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,7% em março, praticamente estável em relação à de fevereiro (5,6%). O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada na quinta-feira (25/04) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a menor registrada para o mês de março desde o início da série histórica, em 2002. Na comparação com março do ano passado (6,2%), o índice é 0,5 ponto percentual menor. A população desocupada totalizou 1,4 milhão de pessoas no mês passado. A Pesquisa Mensal de Emprego é feita nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Porto Alegre.

SEM CARTEIRA

O emprego sem carteira assinada caiu 7,2% em março, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou na quintafeira (25/04) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou a Pesquisa Mensal do Emprego (PME). Já o emprego com carteira subiu 2,8%, com o aumento de 309 mil postos de trabalho, apesar de ter caído 0,5% em relação a fevereiro de 2013. Com a variação mostrada na pesquisa, a participação dos trabalhadores sem carteira assinada na população ocupada caiu de 10,7% para 9,8% no período, enquanto a proporção de empregos formais subiu de 49,2% para 49,9%. O número de trabalhadores sem carteira assinada nas regiões pesquisadas

pelo IBGE totalizou 2,25 milhões em março. Também houve aumento no número de pessoas que trabalham por conta própria, que corresponde a 18,1% da população, contra 18% no ano passado. Em números absolutos, o número de autônomos cresceu em 72 mil trabalhadores. A taxa de pessoas ocupadas como empregadores aumentou 0,9%. Apesar da queda nacional, a taxa de ocupação sem carteira assinada cresceu 5,2% no Recife e 10% em Salvador. Nas regiões metropolitanas do Sudeste, houve queda mais acentuada: 11,9% em Belo Horizonte, 11,4% no Rio de Janeiro e 9,9% em São Paulo. Em Porto Alegre, a taxa ficou praticamente estável, com queda de 0,2%.

Prévia do Índice de Confiança da Indústria sinaliza queda de 0,3% A prévia de abril do Índice de Confiança da Indústria (ICI) sinaliza uma queda de 0,3% em relação ao resultado final de março deste ano. A redução foi provocada pela piora nas avaliações do momento presente e das expectativas em relação

NAGIB SECURITIZADORA S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO EXERCICIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 e 2011 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO R$ mil

R$ mil

CIRCULANTE Caixas e Equivalentes de Caixa Direitos Creditórios a Receber

nota 5 nota 6

NÃO CIRCULANTE Investimentos

TOTAL DO ATIVO

nota 7

2012

2011

2.775

892

214 2.561

97 795

82

0

82

0

2.857

CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Obrigações Tributárias Obrigações Trabalhistas e Previdenciarias Obrigações Sociais e Estatutárias Outras Contas a Pagar NÃO CIRCULANTE Debêntures Captadas Empréstimos e Financiamentos PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reserva Legal Reserva de Lucros TOTAL DO PASSIVO

892

2012 147 12 16 2 111 6 1.043 1.008 35 1.667 1.000 44 623 2.857

nota 8

nota 9 nota 8

2011 24 0 4 2 18 0 219 219 0 649 592 4 53 892

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - R$ mil EVENTOS SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO 1 - CAPITAL SOCIAL INTEGRALIZADO 2 - LUCRO LÍQUIDO DO EXERCICIO 3 - DESTINAÇÕES - Dividendos - Reserva Legal - Reserva de Lucros SALDOS NO FINAL DO PERÍODO MUTAÇÕES DO PERÍODO

CAPITAL SOCIAL

RESERVA LEGAL

RESERVA DE LUCROS

592 408 -

4 -

53 -

LUCROS E/OU PREJUÍZOS ACUMULADOS 803

1.000 408

40 44 40

570 623 570

(193) (40) (570) -

TOTAIS 2012

2011

649 408 803

592 75

(193) 1.667 1.018

(18) 649 649

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO EXERCICIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (Valores em R$ mil) NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia tem por objeto social: a) a aquisição e securitização de direitos creditórios não padronizados, vencidos e/ou a vencer, performados ou a performar, originados de operações realizadas por pessoas jurídicas, ou pessoas fisicas a ela equiparadas, decorrente de atividade comercial, industrial, de prestação de serviços, que sejam passíveis de securitização, conforme politica de credito devidamente aprovada pela diretoria; b) a aquisição e a alienação de títulos de créditos; c) a emissão, recompra, revenda ou resgate de títulos de créditos próprios; d) a emissão e colocação, junto ao mercado financeiro e de capitais, de Debêntures, ou de qualquer outro título de crédito ou valor mobiliário compatível com suas atividades. NOTA 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e em observância as disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações Lei nº 6.404/76 alterada pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/ 09, nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ("CPC") e normas da Comissão de Valores Mobiliários. NOTA 3. BASE DE PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRA-ÇÕES FINANCEIRAS Declaração de conformidade com relação às normas IFRS e às normas do (CPC). As presentes demonstrações financeiras incluem: As demonstrações financeiras preparadas conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que seguem os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Padronização Contábil (CPCs). Essas são as primeiras demonstrações preparadas conforme as normas IFRS nas quais o CPC nº 37 foi aplicado. Essas demonstrações financeiras individuais são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Transição para as IFRS/CPCs As políticas contábeis estabelecidas na nota explicativa 4 foram aplicadas na preparação das demonstrações financeiras para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2012. Não houve ajustes significativos na adoção inicial das IFRS e dos CPCs. A Companhia considerou as normas do CPC descritas abaixo no decorrer do exercício findo em 31 de dezembro de 2012. CPC 24 - Evento Subseqüente CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis CPC 27 - Ativo Imobilizado CPC 30 - Receitas CPC 37 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade NOTA 4. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS Dentre os principais procedimentos adotados para a elaboração das demonstrações financeiras, ressaltamos: A) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado pelo regime de competência. B) ATIVO CIRCULANTE Demonstrado pelo valor de aplicação ou de aquisição, acrescido de rendimentos incorridos até a data do balanço. Os valores desses ativos, quando aplicável, foram deduzidos de provisão para ajuste ao valor de mercado. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. C) ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO Está demonstrado ao custo de aquisição, ajustado por depreciações acumuladas calculadas sobre os bens adquiridos com taxas estabelecidas em função da vida útil do bem, como segue: Veiculos 20% a.a D) PASSIVO CIRCULANTE Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridas. E) PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO A provisão do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido foi constituído à a-líquota de 15% (quinze por cento), com adicional federal de 10% (dez por cento), sobre a parcela excedente a R$ 60 mil no trimestre e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido foi constituída à alíquota de 9% (nove por cento), do lucro líquido ajustado, na forma que dispõe a legislação vigente com base na tributação pelo lucro presumido.

aos próximos meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O subíndice da Situação Atual (ISA), que mede a confiança em relação ao momento presente, caiu 0,4% em relação a março.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO BALANÇO PATRIMONIAL FINDO EM 31 DEZEMBRO

Curitiba - PR CNPJ/MF 13.769.655/0001-70

ATIVO

o Copom, essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais recentemente anunciadas, bem como reajustes e revisões tarifárias programados para este ano. Para o botijão de gás, a estimativa é de estabilidade nos preços e para a tarifa de telefonia fixa, redução de 2%, este ano.

NOTA 5. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA DESCRIÇÃO 2012 2011 Banco Conta Movimento 214 97 TOTAL 214 97 NOTA 6. DIREITOS CREDITÓRIOS A RECEBER Representado por duplicatas cheques e notas promissórias e documentação suporte e acessórias adquiridas de originadores cedentes: DESCRIÇÃO 2012 2011 A Vencer 2.551 779 Vencidos 10 16 TOTAL 2.561 795 NOTA 7. IMOBILIZADO DESCRIÇÃO 2012 2011 Veiculos 82 -oTOTAL 82 -oNOTA 8. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS DESCRIÇÃO 2012 2011 Banco Bradesco 47 -0TOTAL 47 -0Estão apresentados pelo valor do principal, acrescidos dos encargos financeiros incorridos "pro rata temporis" até a data base das demonstrações financeiras, conforme os termos definidos contratualmente NOTA 9. DEBÊNTURES PRIMEIRA EMISSÃO Foram emitidas 5.000 debêntures conforme demonstrado abaixo: Data de emissão : 22 de agosto de 2011; Modalidade : Simples não conversível em ações. Garantia : Direitos creditórios da carteira de ativos. Valor nominal : R$ 5.000.000,00 Base Remuneratória : a) As debêntures da 1ª série têm como base à variação mensal da Taxa de Juros a Longo Prazo - TJLP, fixada pelo Conselho Monetário Nacional, expressa na forma de percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinqüenta e dois) dias úteis. b) A base de remuneração do valor unitário das debêntures da 2ª série será de 100% (cem por cento) do C.D.I., expressa na forma de percentual ao mês, base 30 (trinta) dias. c) A base de remuneração do valor unitário das Debênures da 3ª série será de 110% (cento e dez por cento) do C.D.I., expressa na forma de percentual ao mês, base 30 (trinta) dias. d) A base de remuneração do valor unitário das Debêntures da 4ª série será de 120% (cento e vinte por cento) do C.D.I., expressa na forma de percentual ao mês, base 30 (trinta) dias. e) A base de remuneração do valor unitário das debêntures da 5ª série será 130% (cento e trinta por cento) C.D.I., expressa na forma de percentual ao mês, base 30 (trinta) dias. f) A base de remuneração do valor unitário das debêntures da 6ª série será de 140% (cento e quarenta por cento) do C.D.I., expressa na forma de percentual ao mês, base 30 (trinta) dias. g) A base de remuneração do valor unitário das Debênures da 7ª série, a partir da data de emissão, será 0,5% (meio por cento), expressa na forma de percentual ao mês. h) A base de remuneração do valor unitário das Debêntures da 8ª série a partir da data de emissão, será de 1,00% (um por cento), expressa na forma de percentual ao mês. i) A base de remuneração do valor unitário das debêntures da 9ª série, a partir da data de emissão será 1,5% (um virgula cinco por cento), expressa na forma de percentual ao mês. j) A base de remuneração do valor unitário das Debêntures da 10ª série a partir da data de emissão, será de 2,00% (dois por cento), expressa na forma de percentual ao mês. Em 31 de dezembro de 2012, o saldo é de R$ 1.007.796,15 representado por 856 debêntures. NOTA 9. LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA BRASILEIRA A Lei Nº 11.638/07, alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações, (Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976), notadamente em relação ao capítulo XV, sobre matéria contábil, com vigência a partir de janeiro de 2008 e alterada pela Medida Provisória nº 449, de 03 de dezembro de 2008, convertida na Lei nº 11.941/2009. Essa Lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a lei societária brasileira para possibilitar o processo de

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Receita com Deságio (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Impostos e Contribuições LUCRO OPERACIONAL BRUTO RECEITA(DESPESAS) OPERACIONAIS Financeiras Gerais e Administrativas RESULTADO OPERACIONAL Imposto de Renda e Contribuição Social LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro por Ação

R$ mil 2012 2011 1.103 110 1.103 110 (40) (4) (40) (4) 1.063 106 (231) (29) (124) 1 (107) (30) 832 77 (29) (3) 803 74 0,80 0,13

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido do Exercício (AUMENTO) DIMINUIÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS Direitos Creditórios a Receber AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE PASSIVOS OPERACIONAIS Debentures Captadas Emprestimos e Financiamentos Obrigações Tributárias Obrigações Trabalhista e Previdenciarias Obrigações Sociais e Estatutarias Outras Contas a Pagar

R$ mil 2012 2011 803 803

74 74

(1.766) (1.766)

(795) (795)

789 47 12 92 6 946

219 5 2 18 244

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Integralização de Capital 408 Obrigações Sociais e Estatutarias (192) Imobilizado/Intangível (82) 134 CAIXA APLICADO NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS 117 AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE CAIXA E EQUIVALENTES 117 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO PERÍODO Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período 97 Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Período 214 117

592 (18) 574 97 97 97 97

convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes das normas internacionais de contabilidade (IFRS) e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Em 31 de Dezembro de 2012, a Instituição fez uma avaliação dessas alterações destacando o que segue: A administração entende que não há nas demonstrações contábeis, ajustes a serem feitos referentes ao valor presente das operações ativas e passivas de longo prazo ou relevantes de curto prazo. NOTA 10. CAPITAL SOCIAL O capital social da Companhia é de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), representado por 1.000.000 (um milhão) de ações ordinárias com direito a voto de forma nominativa e com valor nominal de R$1,00 (um real) cada. Leandro José Seminotti - CRC-PR nº 035882/O-9 Contabilista Diretores ALFREDO NAGIBE KAIRALLA MARCO AURÉLIO DUARTE KAIRALLA

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Aos Diretores e Acionistas da NAGIB SECURITIZADORA S.A. Curitiba - PR Examinamos as demonstrações financeiras da Nagib Securitizadora S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nagib Securitizadora S.A., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela CVM Comissão de Valores Mobiliários. Curitiba (PR), 11 de abril de 2013. VETOR AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC N° PR 5.529 CVM N° 10.979 CARLOS RIVADAVIA FERREIRA DINIZ Contador CRC N° 039.239/O-3


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A6 | Indústria&Comércio

RELATÓRIO DA DIRETORIA

OBRAS SOCIAIS E CUL TURAIS FELICIAN AS CULTURAIS FELICIANAS MANTENEDORA CNPJ nº 76.582.543/0001-26 Rua Dr. Joaquim Ignácio S. da Motta, 144 CEP 81520-280. - CURITIBA - PARANÁ

Em cumprimento às disposições estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, acompanhadas das Notas Explicativas e dos Pareceres dos Auditores Independentes e do Conselho Fiscal.

As gratuidades concedidas por meio das várias obras e projetos educacionais e de assistência social, nos termos do artigo 3o., inciso VI, do Decreto 2.536/98 e do art. 13 da Lei 12.101/2009, estão resumidas a seguir:

A diretoria da OBRAS SOCIAIS E CULTURAIS FELICIANAS agradece a todos os funcionários, colaboradores, doadores, clientes, fornecedores e demais parceiros, pelo relacionamento consubstanciado na confiança, honestidade e seriedade, que forma a base para a realização dos objetivos sociais da entidade.

(I) Gratuidade educacional Receitas de serviços educacionais (-) Devoluções e abatimentos (-) Gratuidade educacional (bolsas a alunos) (-) Mensalidades a receber no fim do exercício (+) Mensalidades a receber no início do exercício (-) Devedores incobráveis, líquido Receitas efetivamente recebidas % de gratuidade educacional (Bolsas a alunos/receitas recebidas) (II) Gratuidade de assistência social Receitas operacionais, incluindo as financeiras Gratuidade de assistência social % de gratuidade social sobre receitas operacionais % de gratuidade total (educacional mais assistência social) Benefícios com imunidades e isenções Isenção da cota patronal do INSS Imunidade da COFINS (3% menos a incidente sobre receitas financeiras) Imunidade do PIS (0,65% menos o incidente sobre a folha de pagamento) Imunidade do IRPJ (25%) Imunidade da CSLL (9%)

Como de costume, permanecemos à disposição de V.Sas. para prestar quaisquer esclarecimentos necessários.

Balanço patrimonial em 31 de dezembro - Em reais Ativo Circulante Caixa e bancos Aplicações financeiras Mensalidades escolares a receber Demais créditos a receber Não-circulante Realizável a longo prazo Depósitos e cauções Imobilizado

2012

2011

179.605 288.460 378.942 31.931 878.938

190.646 92.433 437.514 7.490 728.083

126.763 137.450 11.971.663 11.474.495 12.977.364 ___________ 12.340.028 ___________

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores Mensalidades escolares antecipadas Obrigações fiscais e sociais Provisão para férias Patrimônio líquido Patrimônio social Superávit do exercício

2012

2011

52.313 425.193 1.261.265 339.047 2.077.818

89.078 484.171 1.128.459 332.532 2.034.240

10.305.788 9.475.533 593.758 830.255 10.899.546 10.305.788 ---------------------------------------- ---------------------------------------12.977.364 ___________ 12.340.028 ___________

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Demonstração do superávit dos exercícios findos em 31 de dezembro - Em reais Receitas operacionais Serviços educacionais Contribuições e doações Devoluções e abatimentos Custos e despesas operacionais Gratuidades: assistência social Gratuidades: assistência educacional Despesas com pessoal Despesas administrativas e gerais Resultado financeiro Despesas financeiras (-) Receitas financeiras

2012

2011

20.294.218 20.708.745 550.461 (964.988)

17.015.305 17.223.274 557.733 (765.702)

(19.733.952) (1.735.086) (3.423.664) (11.625.163) (2.950.039)

(16.287.660) (4.079.505) (1.678.847) (8.383.200) (2.146.108)

33.492 (101.000) 134.492

102.610 (86.660) 189.270

593.758 ____________ 830.255 ____________

Superávit do exercício

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Patrimônio social Em 31 de dezembro de 2010 Transferência para o patrimônio social Superávit do exercício Em 31 de dezembro de 2011 Transferência para o patrimônio social Superávit do exercício Em 31 de dezembro de 2012

8.089.864 1.385.669 --------------------------9.475.533 830.255 --------------------------10.305.788

Superávit acumulado

Demonstração dos fluxos de caixa dos exercícios findos em 31 de dezembro Em reais Fluxo de caixa das atividades operacionais Superávit do exercício Valores que não afetam o caixa: depreciações Redução (aumento) nas contas do ativo Mensalidades escolares a receber Demais créditos a receber Depósitos e cauções Aumento (redução) nas contas do passivo Fornecedores Mensalidades escolares antecipadas Obrigações fiscais e sociais Provisão para férias Caixa e equivalentes de caixa gerados pelas atividades operacionais

Demonstração das mutações do patrimônio líquido Em reais Total

1.385.669 9.475.533 (1.385.669) 830.255 830.255 830.255 10.305.788 (830.255) 593.758 593.758 593.758 10.899.546

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

2012

2011

593.758 1.020.510 1.614.268

830.255 847.958 1.678.213

58.572 (24.441) 10.687

(42.555) 34.729 9.265

(36.765) (58.978) 132.806 6.515 88.396

(48.069) 171.951 (33.399) 30.158 122.080

1.702.664

1.800.293

Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aplicações no imobilizado

(1.517.678) (3.142.301)

Caixa e equivalentes de caixa utilizados nas atividades de investimentos

(1.517.678) (3.142.301)

Caixa e equivalentes de caixa (Caixa, bancos e aplicações financeiras) líquidos gerados (aplicados) no exercício Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício

184.986 (1.342.008) 283.079 1.625.087

Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício

468.065

283.079

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - Em reais 1 Contexto operacional 1.1 Objetivo social A entidade constitui-se em uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos ou econômicos, com caráter exclusivamente beneficente, cultural, filantrópico, educacional, assistencial e promocional, que tem por finalidade social: (a) difundir a educação e o ensino, criando, instalando e mantendo estabelecimentos de ensino em seus vários graus, oferecendo, inclusive, cursos livres, profissionalizantes e universitários e propagando a educação da cidadania; (b) assistir às crianças, os jovens e os adultos nos âmbitos social, educacional, profissional e espiritual; (c) desenvolver atividades pastorais, promovendo a formação integral da pessoa; (d) criar, congregar, dirigir e manter outras instituições assistenciais que visem à beneficência, à promoção humana, à educação, à cultura, à evangelização, ao ensino e à assistência social. Com o objetivo de promover a prestação de serviços à comunidade e aos necessitados, a entidade poderá, na prestação de seus serviços, conceder gratuidades, totais ou parciais, inclusive na utilização ou cessão de seus bens móveis e imóveis a terceiros. Visando ao desenvolvimento de suas atividades estatutárias, a entidade poderá firmar contratos e convênios com outras instituições congêneres e afins, públicas ou privadas. No exercício de suas finalidades, a entidade não faz e não fará qualquer distinção ou discriminação de raça, sexo, nacionalidade, idade, cor, credo religioso, político e condição social, em restrita observância às normas legais aplicáveis às entidades beneficentes de assistência social e educação. A entidade é imune de impostos e contribuições nos termos da Constituição Federal de 1988, artigo 150, inciso VI, alínea C e artigo 195, parágrafo 7; foi declarada de utilidade pública pelos Governos Federal, do Estado do Paraná e do Município de Curitiba; encontrava-se registrada, até 2009, no Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS (sob renovação até 2009, com pedido administrativo e judicial) e, em 4 de outubro de 2010, recebeu do Ministério da Educação o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social - CEBAS, pelo período de 01/01/2010 a 31/12/ 2012. Atualmente, as obras educacionais e assistenciais são prestadas nas seguintes unidades: • Sede provincial em Curitiba - PR • Colégio Nossa Senhora Assunção em Curitiba - PR • Colégio Nossa Senhora Assunção em Niterói - RJ • Escola Madre Angela em Niterói - RJ • Comunidades assistenciais: Niterói - RJ, Feira de Santana - BA, Bravo - BA, Uberaba - PR, Antonina - PR, Japurá - AM 1.2 Fatores de risco e seu gerenciamento Em decorrência de suas atividades, a administração da entidade assume riscos inerentes às suas operações relacionados com mercado, legislação em vigor, reputação, sistema operacional e de gestão, solvência, crédito, liquidez, oscilação de moeda, utilização de operações de avais, fianças, garantias etc., além de riscos alheios ao seu controle como moratória, fechamento parcial ou total dos mercados, alteração na política monetária e risco soberano do país. O monitoramento dos mencionados riscos encontra-se sob a responsabilidade dos gestores da entidade, a partir da adoção de análises e controles que visam a minimização dos seus efeitos, cuja utilização, todavia, não garante a completa eliminação dos fatores de risco inerentes a que a entidade está sujeita. (a) Política de gestão de riscos financeiros A entidade segue política de gerenciamento de risco, que orienta em relação a transações e requer a diversificação de transações e contrapartidas. Nos termos dessa política, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa. (b) Risco de crédito A política de crédito considera o nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. A diversificação de sua carteira de recebíveis, a seletividade de seus clientes, assim como o acompanhamento dos prazos de financiamento de clientes por segmento de negócios e limites individuais de posição são procedimentos adotados a fim de minimizar eventuais problemas de inadimplência em seu contas a receber. No que diz respeito às aplicações financeiras e aos demais investimentos, a entidade tem como política trabalhar com instituições de primeira linha. (c) Risco de liquidez É o risco de a entidade não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e estrangeira, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas pela área de Tesouraria. (d) Risco de mercado Consiste na possibilidade de perda relativa a variações relacionadas a parâmetros de mercado tais como: taxa de juros, taxa de câmbio, índices de preços, ocasionando flutuações nos preços dos ativos indexados por esses parâmetros. (i) Risco com taxa de juros O risco associado é oriundo da possibilidade de a entidade incorrer em perdas por causa de flutuações nas taxas de juros que aumentem as despesas financeiras relativas a financiamentos captados no mercado. A entidade monitora continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de novas operações para proteger-se contra o risco de volatilidade dessas taxas. (ii) Risco com taxa de câmbio O risco associado decorre da possibilidade de a entidade vir a incorrer em perdas por causa de flutuações nas taxas de câmbio, que reduzam valores nominais faturados ou aumentem valores captados no mercado. A entidade não apresenta operações significativas em moeda estrangeira. (e) Riscos operacionais Consiste nos riscos de perdas resultantes dos processos internos, pessoas, sistemas insuficientes ou falhos e/ou eventos externos. Inclui o risco legal, fraudes internas, fraudes externas e recursos humanos. Conjuntura econômica de 2012 O cenário de 2012 foi marcado por maior volatilidade do que o ano anterior, o que resultou em baixo crescimento das principais economias da Zona do Euro e dos Estados Unidos e desaceleração da economia chinesa, importante motor da economia mundial. Recessão e desemprego na Europa, lenta recuperação econômica, eleições presidenciais e a expectativa de um abismo fiscal nos Estados Unidos, além de problemas climáticos impactando os preços de commodities mundiais, marcaram também o ano de 2012. No Brasil, a redução da taxa básica de juros (Selic) de 11% para 7,25% ao ano, bem como intervenções pontuais na economia, tendo o governo renovado sucessivamente uma série de benefícios a alguns setores da economia, não foram suficientes para dar suporte à retomada da atividade econômica que, em conjunto com o PIB, mostrouse abaixo das expectativas do mercado. O cenário externo de fraco crescimento econômico representou um fator restritivo para a demanda agregada do país. Ainda que o cenário seja de baixo crescimento econômico, com o mercado de trabalho aquecido, o desemprego em níveis historicamente baixos e a renda real da população em elevação, a inflação foi mantida em um patamar desconfortável para o governo, com o IPCA em 5,84% em 2012. Quanto ao cenário prospectivo, o boletim Focus do Banco Central aponta para um cenário de retomada da atividade econômica, projetando crescimento do PIB de 3,2% em 2013 e de 3,6% em 2014, além do IPCA de 5,53% em 2013 e de 5,5% em 2014. Contribui para isso a manutenção da taxa Selic nos níveis atuais de 7,25%, com expectativa de elevação para 9,25% em 2014. No cenário cambial, o consenso do mercado prevê o dólar norte-americano (US$) a R$ 2,07 em 2013 e a R$ 2,05 em 2014, frente a um fechamento de R$ 2,0435 em 2012. 2 Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, especialmente aquelas contidas na Norma Brasileira de Contabilidade Técnica - NBCT no. 10.19, que trata dos aspectos contábeis das entidades sem finalidade de lucros, consubstanciadas nos Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e disposições complementares emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON. Uso de estimativas Na elaboração das demonstrações contábeis são utilizadas estimativas contábeis para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos das demonstrações contábeis. A determinação dessas estimativas levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros, e outros fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem: a seleção de vida útil do ativo imobilizado; a provisão para créditos de liquidação duvidosa; as taxas e prazos aplicados na determinação do ajuste a valor presente de certos ativos e passivos e a provisão para contingências. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações contábeis devido às imprecisões e julgamento, inerentes ao processo de sua determinação. A entidade revisa suas estimativas e premissas anualmente. 3 Resumo das principais práticas contábeis (a) Receitas e despesas As receitas provenientes de doações e contribuições de terceiros são registradas por ocasião do seu recebimento. As despesas e as demais receitas são registradas pelo

Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - Em reais (continuação)

regime de competência de exercícios. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa da sua realização. (b) Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros somente são reconhecidos a partir da data em que a Entidade se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto no caso de ativos e passivos financeiros classificados na categoria ao valor justo por meio do resultado, onde tais custos são diretamente lançados no resultado do exercício. Sua mensuração subseqüente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros. (c) Ativos financeiros Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Entidade são: caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras e contas a receber de clientes. Esses ativos financeiros são classificados entre as categorias abaixo de acordo com o propósito para os quais foram adquiridos ou emitidos: c.1) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: incluem ativos financeiros mantidos para negociação e ativos designados no reconhecimento inicial ao valor justo por meio do resultado. São classificados como mantidos para negociação se originados com o propósito de venda ou recompra no curto prazo. A cada data de balanço são mensurados pelo seu valor justo. Os juros, correção monetária, variação cambial e as variações decorrentes da avaliação ao valor justo são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras. c.2) Investimentos mantidos até o vencimento: ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com vencimentos definidos para os quais a Entidade tem intenção positiva e a capacidade de manter até o vencimento. Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Esse método utiliza uma taxa de desconto que quando aplicada sobre os recebimentos futuros estimados, ao longo da expectativa de vigência do instrumento financeiro, resulta no valor contábil líquido. Os juros, atualização monetária, variação cambial, menos perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras. c.3) Disponíveis para venda: Ativos financeiros que não se qualificam nas categorias acima. Na data de cada balanço são mensurados pelo seu valor justo. Os juros, atualização monetária e variação cambial, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos, e as variações decorrentes da diferença entre o valor do investimento atualizado pelas condições contratuais e a avaliação ao valor justo são reconhecidas no patrimônio social na conta de ajustes de avaliação patrimonial enquanto o ativo não for realizado, sendo reclassificadas para o resultado após a realização, líquida dos efeitos tributários. (d) Passivos financeiros O principal passivo financeiro reconhecido pela Entidade é o passivo circulante. Esse passivo financeiro é classificado entre as categorias abaixo de acordo com a natureza dos instrumentos financeiros contratados ou emitidos: d.1) Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: incluem passivos financeiros usualmente negociados antes do vencimento e passivos designados no reconhecimento inicial ao valor justo por meio do resultado. A cada data de balanço são mensurados pelo seu valor justo. Os juros, atualização monetária, variação cambial e as variações decorrentes da avaliação ao valor justo, quando aplicáveis, são reconhecidos no resultado quando incorridos. d.2) Passivos financeiros não mensurados ao valor justo: passivos financeiros não derivativos que não são usualmente negociados antes do vencimento. Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, atualização monetária e variação cambial, quando aplicáveis, são reconhecidos no resultado quando incorridos. (e) Caixa, bancos e equivalentes de caixa Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras resgatáveis no prazo de 90 dias das datas dos balanços e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa, em sua maioria, são classificadas na categoria "ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado". (f) Mensalidades a receber As mensalidades a receber são avaliadas pelo montante original da venda de serviços e outras, deduzida a provisão para créditos de realização duvidosa dessas contas a receber. O giro do contas a receber da Entidade é de curto prazo, em média inferior a 30 dias, não havendo necessidade de ajustes a valor presente. A provisão para créditos de realização duvidosa é estabelecida quando existe uma evidência objetiva de que a entidade não será capaz de cobrar todos os valores devidos de acordo com os prazos originais das contas a receber. O valor da provisão é a diferença entre o valor contábil e o valor recuperável. (g) Demais ativos circulantes e não circulantes Os demais ativos são apresentados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetárias auferidos. Um ativo é reconhecido no balanço quando for provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Entidade e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos doze meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. (h) Imobilizado Está demonstrado pelo seu valor de custo histórico de aquisição e deduzido da depreciação, calculada pelo método linear, às taxas anuais que levam em consideração a vida útil-econômica dos bens (Nota 7). Quando o valor contábil de um ativo é maior do que o valor recuperável estimado, ele é imediatamente reduzido ao valor recuperável. Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado operacional. Reparos e manutenção são apropriados ao resultado durante o período em que são incorridos. O custo das principais renovações é incluído no valor contábil do ativo no momento em que for provável que os benefícios econômicos futuros que ultrapassarem o padrão de desempenho inicialmente avaliado para o ativo existente fluirão para a entidade, sendo depreciados ao longo da vida útil restante do ativo relacionado. Os bens do imobilizado são revistos para se identificar perdas por "impairment" sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. A perda por "impairment" é reconhecida pelo montante em que o valor contábil do ativo ultrapassa o valor recuperável, que é o maior entre o preço líquido de venda e o valor em uso de um ativo. (i) Provisão para recuperação de ativos A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. A entidade não identificou indícios de perda do valor recuperável de seus ativos. (j) Provisões As provisões são reconhecidas quando a entidade tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. Quando a entidade espera que uma provisão seja reembolsada, por exemplo, por um contrato de seguros, o reembolso é reconhecido como ativo separado, mas somente quando esse reembolso é virtualmente certo, ou seja, é mais que provável que ocorra. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. (k) Passivos circulantes Demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos monetários e financeiros incorridos até a data do balanço. (l) Passivos contingentes Decorrem de processos judiciais, inerentes ao curso normal de operações, envolvendo aspectos cíveis e trabalhistas, e são quantificados por meio de critérios que permitam sua mensuração de forma adequada, apesar da incerteza inerente ao prazo e ao valor. As contingências são classificadas como prováveis, para as quais são constituídas provisões; possíveis, somente são divulgadas sem que sejam provisionadas, e remotas, não requerem provisão ou divulgação. (m) Benefícios a funcionários A entidade não mantém planos de previdência privada ou qualquer plano de aposentadoria para seus funcionários e dirigentes, assim como quaisquer benefícios pós sua saída da entidade. (n) Superávit do exercício É incorporado pelo patrimônio social no encerramento do exercício social. (o) Demonstração do Resultado abrangente A entidade não apurou registros contábeis de outros resultados abrangentes, sejam receitas ou despesas, diferentes daqueles que já estão apresentados na demonstração do superávit do exercício findo em 31 de dezembro de 2012. 4 Imunidade, isenção, gratuidade e aplicação de recursos em obras sociais Em face de seu caráter exclusivamente educacional, beneficente, cultural, filantrópico e assistencial, sem finalidade de lucro, a entidade usufrui de imunidade para o Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ sobre o lucro, a Contribuição Social sobre o Lucro CSLL, a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, a contribuição ao Programa de Integração Social - PIS e isenção da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS.

2012

2011

20.708.745 (964.988) (3.423.664) (378.942) 437.514 (221.147) 16.157.518 21,19%

17.223.274 (765.702) (1.678.847) (437.514) 394.959 (34.155) 14.702.015 11,42%

20.428.710 (1.735.086 8,50% 29,69%

17.204.575 (4.079.505 23,71% 35,13%

2.665.187 610.114 36.853 124.440 53.438

2.089.126 515.144 42.243 183.564 74.723

A partir de 2010, a aprovação das premissas utilizadas pela administração da entidade está vinculada à prestação futura de contas ao Ministério da Educação e, até 2009, ao Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS. 5 Aplicações financeiras Mantidas junto a instituições financeiras e representadas por quotas de fundos de investimento em renda fixa e certificados de depósitos bancários, com remuneração atrelada à variação do CDI - Certificado de Depósito Interbancário e liquidez imediata. Não há na carteira de investimentos da entidade aplicações em mercado de risco que pudessem gerar provisões para ajuste a valor de mercado. 6 Mensalidades escolares a receber Os valores a receber não consideram multa, juros ou qualquer forma de atualização monetária por atraso em seus pagamentos e são originários, basicamente, das mensalidades nos últimos meses do exercício. O valor apresentado está líquido de provisão para créditos de realização duvidosa no montante de R$ 1.249.775 (R$ 1.028.627 em 2011). A entidade concede normalmente prazo médio inferior a 30 dias para pagamento das mensalidades, considerado como parte das condições comerciais normais ou inerentes das suas operações, sem que isso leve à caracterização de uma atividade de financiamento, não havendo necessidade de ajustes a valor presente, por sua irrelevância. 7 Imobilizado A entidade não adotou a prática de reconhecer os efeitos da inflação nas demonstrações contábeis até 31 de dezembro de 1995 e não mantém controle individual dos bens que estão em operação. 2012 2011 % Taxa Depreciaç. Imobilizado anual Custo acumulada Líquido líquido deprec. Terrenos 530.961 530.961 530.961 Edificações 13.886.554 3.730.025 10.156.529 9.479..663 4 Móveis, utensílios, instalações 3.458.007 2.211.649 1.246.358 1.304.601 10 Informática 1.008.052 997.630 10.422 110.985 20 Veículos 141.960 141.960 0 21 20 Outros bens 134.151 106.758 27.393 48.264 20 19.159.685 7.188.022 11.971.663 11.474.495 8 Contingências (a) A entidade é parte em demandas judiciais, decorrentes do curso normal de operações, envolvendo aspectos cíveis e trabalhistas. A Administração, com base em informações de seus assessores legais e análise das ações judiciais pendentes, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas potenciais das ações em curso. (b) Inspeções fiscais: de acordo com a legislação em vigor, os tributos federais, estaduais e municipais, os encargos sociais e suas respectivas declarações acessórias estão sujeitos a exame pelas autoridades fiscais, por períodos que variam de 5 a 30 anos. 9 Patrimônio social Está demonstrado pelo montante dos superávits apurados, líquidos dos eventuais déficits, a valores históricos, que vêm sendo destinados integralmente à manutenção e ao desenvolvimento dos objetivos sociais da entidade. Em caso de dissolução ou extinção da entidade, o eventual patrimônio social remanescente será destinado à instituição congênere ou a outra entidade pública. A entidade não concede remuneração, vantagem ou benefícios aos seus associados, membros da diretoria, conselheiros, instituidores, benfeitores ou equivalentes, nem distribui resultados, lucros, bonificações, dividendos, participações ou parcela de seu patrimônio. 10 Cobertura de seguros A política da entidade é manter cobertura de seguros para os bens do imobilizado, sujeitos a riscos e por montantes julgados suficientes para cobrir sinistros, considerando a natureza de suas atividades e orientação dos seus consultores de seguros. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas por nossos auditores independentes. 11 Instrumentos financeiros (a) Identificação e valorização dos instrumentos financeiros A entidade participa de operações envolvendo instrumentos financeiros (aplicações financeiras em fundo de investimento) com o objetivo de aplicar seus recursos financeiros disponíveis ou financiar suas atividades, bem como de reduzir a exposição a riscos de mercado, moeda e taxas de juros. Considerando a natureza dos instrumentos, os valores registrados no ativo e no passivo circulante têm liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores a três meses. Considerando o prazo e as características desses instrumentos, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis aproximam-se dos valores justos. (b) Caixa e bancos, aplicações financeiras, mensalidades a receber e outros ativos circulantes, fornecedores, tributos e outros passivos circulantes Os valores contabilizados aproximam-se dos de realização, estando, quando aplicável, destacados na correspondente nota explicativa os rendimentos ou encargos financeiros auferidos ou incidentes, os quais refletem as condições usuais de mercado. (c) Derivativos A entidade não possui operações com instrumentos financeiros não refletidas nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, assim como não realizou operações com derivativos financeiros (SWAP, mercado e termo de opções, troca de moedas ou indexadores, entre outros). 12 Autorização para conclusão das demonstrações contábeis Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pela Diretoria e autorizadas para emissão em 24 de abril de 2013. (i) Diretoria em exercício (mandato até 13/01/2014) Presidente: Maria Aparecida Pinto Vice-presidente: Marina Lazara do Carmo Secretária: Maria Aparecida Vilas-Bôas Financeira: Genoveva Thomacheski Contadora: Grace Maciel Rocha, CRC-PR 038.411/O-9 (ii) Conselho Fiscal (mandato até 13/01/2014) Presidente do Conselho: Ivonete Vasconcelos Santos Conselheira: Mônica Gorges Conselheira: Gabriela Skowronski

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da OBRAS SOCIAIS E CULTURAIS FELICIANAS, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, declara haver procedido ao exame dos Balanços Patrimoniais e das demais demonstrações contábeis relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 de 2011 bem como do parecer dos auditores independentes para aquelas datas, tendo concluído que as referidas demonstrações contábeis representam adequadamente a posição patrimonial e financeira da entidade e, por seus membros abaixo assinados, manifesta-se pela sua aprovação, ressaltando que o superávit apurado nos exercícios sejam revertidos para o patrimônio social e destinados à manutenção e ao desenvolvimento dos objetivos sociais da entidade. Curitiba, 24 de abril de 2013 Presidente do Conselho: Ivonete Vasconcelos Santos Conselheira: Mônica Gorges Conselheira: Gabriela Skowronski

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Paraná, 24 de abril de 2013 Às Administradoras OBRAS SOCIAIS E CULTURAIS FELICIANAS 1 Examinamos as demonstrações contábeis da entidade sem fins lucrativos OBRAS SOCIAIS E CULTURAIS FELICIANAS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do superávit, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e das demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2 A Administração da entidade é responsável pela elaboração e a adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES 3 Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. 4 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 5 Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalvas. BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVAS 6 A administração da entidade (i) não adotou a prática de reconhecer até o exercício findo em 31 de dezembro de 1995 os efeitos da inflação nas demonstrações contábeis, mediante a sistemática de correção monetária do balanço, como requerido até então pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, (ii) não mantém controle individual dos bens do imobilizado, e (iii) não apurou a vida útil econômica e o valor residual dos bens constantes do seu ativo imobilizado para fins de atendimento aos CPC 27 e ICPC 10 Ativo Imobilizado e sua aplicação inicial, que determinam que o método de depreciação a ser utilizado a partir de 1º. de janeiro de 2010 deve refletir o padrão de consumo pela entidade dos benefícios econômicos futuros. Em decorrência e por falta de análises e controles específicos, não foi praticável mensurarmos os efeitos da adoção desses procedimentos sobre as demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012. 7 A entidade, por não ter fins lucrativos, obtém de terceiros parte de suas receitas de doações e contribuições. Em razão das doações serem espontâneas, só podem ser identificadas quando recebidas e registradas contabilmente; por essa razão, nossas verificações das receitas ficaram restritas, exclusivamente, aos valores constantes dos registros contábeis. 8 Conforme mencionado nas Notas 1 e 4 às demonstrações contábeis, a entidade é imune à incidência de tributos sobre suas receitas e isenta da contribuição patronal de seguridade social. A renovação do registro de assistência social até 2009 foi pleiteada administrativa e judicialmente. No momento, não é possível determinar se algum passivo deveria ter sido reconhecido em decorrência deste assunto. OPINIÃO COM RESSALVAS 9 Em nossa opinião, exceto pelos eventuais efeitos, quantificados ou não, decorrentes dos assuntos mencionados nos parágrafos 6 a 8 (Base para opinião com ressalvas), as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da OBRAS SOCIAIS E CULTURAIS FELICIANAS em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e aplicáveis a entidades sem finalidade de lucros. ÊNFASES 10 Nossa opinião não está ressalvada em virtude dos assuntos mencionados nos parágrafos 11 e 12 abaixo. 11 Conforme mencionado na Nota 8 às demonstrações contábeis, encontram-se sob defesa demandas cíveis e trabalhistas. Em decorrência da avaliação da administração e dos assessores legais, foi constituída provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas potenciais das ações em curso. 12 Como mencionado nas Notas 1.2 e 2 às demonstrações contábeis, a administração adota medidas para monitoramento dos fatores de risco inerentes às suas atividades que, entretanto, para aqueles alheios ao seu controle, não é praticável garantir sua eliminação. AUDITORIA DOS VALORES CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO ANTERIOR 13 Anteriormente, examinamos as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, sobre as quais emitimos parecer, datado de 17 de abril de 2012, com as mesmas ressalvas e ênfases mencionadas nos parágrafos 6 a 8, 11 e 12. GlobalConsulting Contadores e Consultores CRC 2SP022990/O-4 Edilson José Filho Sócio-diretor Contador CRC 1SP122938/O-0 S-PR


Publicidade Legal IndĂşstria&ComĂŠrcio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A7 4Âş Serviço de Registro Civil de Pessoas Naturais e 16Âş Serviço Notarial da Comarca de Curitiba/PR. ADILSON TABORDA - Titular Rua VoluntĂĄrios da PĂĄtria, 233, loja 06, Centro – Curitiba-PR fone: 3233-2444 Faço saber que pretendem casar-se: 01 – JOĂƒO NORBERTO DE SOUZA JUNIOR E JOSIANE DOROCINSKI 02 – MARCOS VINICIUS FERNANDES BASSO E CASSIA YUMI IWAMOTO 03 - EDUARDO SBARAINI E SARA MERLIN MASCHIETTO 04 – FREDERICO SCHOLL BETTEGA E SOLANGE APARECIDA BARONCELI DA SILVA 05 – FERNANDO JOSE WISTUBA E OSLAINE APARECIDA BUENO 06 – MARCOS VIEIRA DOS SANTOS E ROSA GZECHNIK 07 – CRISTIANO OSTERNACK PARANĂ E VIVIAN RIBEIRO JANKOVSKI 08 – ALAN ESPIRITO SANTO E FRANCELLE SANTOS STASINSKI 09 – HUGO RIBEIRO GALLO E ANDRESSA BRAND DOS SANTOS 10 – MAURO WILLIAM GRABOSKI E GABRIELE HISHIDA 11 - RODRIGO CABRAL FRANÇA E SIBELE ROCHA GONÇALVES Se alguĂŠm souber de algum impedimento oponha-o na forma da lei, no prazo de quinze (15) dias. Este serĂĄ afixado no lugar de costume e publicado na imprensa local. Curitiba, 25 de abril de 2013. Adilson Taborda Agente Delegado

EDITAL DE PROCLAMAS CartĂłrio Distrital da Barreirinha JOAQUIM VIEIRA MACIEL - Titular Av. Anita Garibaldi ,1250 – AhĂş – Fone (41) 3352-3002/3254-8424/3252-3605 Faço saber que pretendem casar-se e apresentarem documentos exigidos pelo artigo 1525, incisos I, III e IV; I, III,IV e V do CĂłdigo Civil Brasileiro em vigĂŞncia, os contraentes: 1 - RODRIGO VIVAN e ALINE TSCHĂ–KE; 2 - JOĂƒO VICTOR LEAL e FERNANDA HARIANE FERRAZ; 4 - GREGĂ“RIO ABDO MAIA e MELISSA MARTINS PSCHEIDT. Se alguĂŠm souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 dias. Lavro o presente Edital de Proclamas para ser publicado e afixado em lugar de costume. CURITIba, 25 DE ABRIL de 2013

O irônico da medida Ê que o Brasil e mais 66 países perderão o benefício da redução do imposto de importação, concedida pela União EuropÊia, por haverem deixado a condição de naçþes em desenvolvimento ou menos desenvolvidas. Os novos critÊrios foram oficializados ainda no ano passado, atingindo países em desenvolvimento com renda per capita considerada alta ou mÊdia alta, como seriam os casos de Argentina, Uruguai, Venezuela e Rússia. Aspectos semelhantes penalizarão o Brasil, cujas exportaçþes afetadas somarão, jå em 2014, o total de 4,96 bilhþes de dólares, sofrendo tributação adicional de 253 milhþes de dólares.

CONDOMĂ?NIO EDIFĂ?CIO THE TOWER. EDITAL DE CONVOCAĂ‡ĂƒO.

No caso do agronegĂłcio nacional, as vendas externas Ă Europa no ano que vem somarĂŁo 942 milhĂľes de dĂłlares, com novo imposto de 34 milhĂľes de dĂłlares.

Curitiba, 23 de abril de 2013.

Sr. Edson Santos de Lima - sĂ­ndico.

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Auxiliadora Predial chega a Curitiba A imobiliåria Auxiliadora Predial chega a Curitiba, somando 60 lojas entre próprias e franqueadas, com o know how e tradição de quem estå no mercado hå 81 anos. Com atuação nos estados do Rio Grande do sul, Santa Catarina e São Paulo, inaugura sua primeira loja franqueada na capital paranaense, trazendo serviços com diferenciais para compradores e investidores. Líder no seu segmento no Rio Grande do Sul, a marca prevê que atÊ o final do ano outras cinco franqueadas sejam inauguradas na cidade. Focada na venda de lançamentos e imóveis usados, a Auxiliadora Predial aposta no crescimento do mercado imobiliårio da capital e região metropolitana e por isso escolheu

Curitiba para ser a primeira cidade paranaense a contar com os serviços, qualidade e a tradição da empresa. Em 2012 a Ademi-PR encomendou uma pesquisa sobre o perfil imobiliĂĄrio da capital paranaense, que revelou o desejo de cerca de 97% dos curitibanos entrevistados em adquirir um imĂłvel prĂłprio ou uma opção mais segura de investimento, com a aquisição de um segundo imĂłvel. â&#x20AC;&#x153;Em agosto de 2012 houve um salto de 3,5% para 13% no endividamento do brasileiro com o crĂŠdito imobiliĂĄrio, o que demonstra um claro aumento nas negociaçþes de imĂłveis em Curitiba e um mercado promissor para ser exploradoâ&#x20AC;?, comenta AntĂ´nio Azmus, diretor nacional de vendas, franquias e marketing da em-

O agronegócio brasileiro tem novas preocupaçþes pela frente, alÊm das deficiências da infraestrutura, oscilaçþes do mercado e imprevisibilidade do clima.

Com a exclusĂŁo do PaĂ­s do sistema geral de preferĂŞncias da UniĂŁo EuropĂŠia, alĂŠm do agronegĂłcio, serĂĄ prejudicada tambĂŠm a indĂşstria nacional, com perdas ainda maiores, de 5,44%.

Av. JoĂŁo Gualberto, 1.731 â&#x20AC;&#x201C; Bairro JuvevĂŞ â&#x20AC;&#x201C; Curitiba â&#x20AC;&#x201C; ParanĂĄ. Fone (41) 3254-7160.

Pelo comparecimento antecipadamente agradeço,

Dilceu Sperafico*

Estudo da Secretaria de Relaçþes Internacionais do Agronegócio, do MinistÊrio da Agricultura, baseado em dados de 2011, revela que o valor das exportaçþes brasileiras para o bloco sofrerå impacto de 5,10%, a partir do fim da referida renúncia fiscal.

AVISO N.Âş 129- 2013 ABERTURA DE LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O PREGĂ&#x192;O ELETRĂ&#x201D;NICO N.Âş 0001/2013- DER/SRCGERAI OBJETO: Fornecimento de Toner e Cartuchos de tinta para impressoras da SuperintendĂŞncia Regional Campos Gerais, Escola de Trânsito, 5ÂŞ Cia PolĂ­cia RodoviĂĄria e EscritĂłrios Regionais subordinados. PREĂ&#x2021;O MĂ XIMO: R$ 49.459,50 RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: AtĂŠ o dia 21/05/2013 Ă s 8:30 horas no site do Banco do Brasil (www.licitacoes-e.com.br). DATA DE ABERTURA: 21/05/2013 Ă s 09:00 horas. AUTORIZAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: Nelson Leal Junior - Diretor Geral do DER em 19/04/2013. N.Âş DO PROCESSO: 119250404/2013 INFORMAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES SOBRE A LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: Setor de Licitaçþes da SRCGERAIS do DER/Pr. Localizada Ă  BR 376 Km 494,3 nos horĂĄrios compreendidos das 08:00 Ă s 11:30 e das 13:30 Ă s 18:00 horas, Fone (42) 3219-1800 Fax (42) 3229-2262 ou site do Banco do Brasil www.licitacoes-e.com.br ou compraspr (www.pr.gov.br/compraspr) Ponta Grossa , 24/04/2013. Eraldo Cordeiro Silvrestre Pregoeiro/SRCGerais.

1Âş AJUSTE ORĂ&#x2021;AMENTO DE OBRAS; 2Âş CAMPAINHAS NOS ANDARES;(PORTAS) 3Âş ECCO SALVA; 4Âş PORTAS, CALHAS DE LUZ E OUTROS; 5Âş ASSUNTOS GERAIS.

As exportaçþes agrícolas e a nova tributação de compradores

A esperança dos produtores nacionais, jå onerados por tantos tributos e dificuldades, Ê que as autoridades brasileiras iniciem negociaçþes imediatas para a suspensão da medida.

DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM

coluna@induscom.com.br

Se nada for feito atÊ lå, jå a partir de janeiro de 2014, o Brasil serå excluído do sistema geral de preferências da União EuropÊia. Com isso, segundo especialistas, a tributação sobre as vendas de nossos produtos agropecuårios para o continente, que estå entre os grandes importadores do planeta, serå elevada em 3,66%.

AVISO DE LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O - PREGĂ&#x192;O ELETRĂ&#x201D;NICO N.Âş 016/2013 - PROCESSO 09528 Objeto: Aquisição de Materiail de Consumo para Utilização GrĂĄfica. Composto por 4 Lotes, no Valor total de R$ 92.880,00. Recursos: ConvĂŞnio UEPG/FNDE/MEC n. Âş 656800/2009. Recebimento das propostas: atĂŠ 08h30 do dia 21/05/2013. InĂ­cio da SessĂŁo PĂşblica: Ă s 09h15 do dia 21/05/2013. (NĂşmero da Licitação 479981). O Edital e seus Anexos com as especificaçþes completas dos materiais, bem como os resultados de todas as fases desta licitação poderĂŁo ser consultado no site www. licitacoes-e.com.br. JosĂŠ Vinicius Volpi Pregoeiro

Pelo presente convoco os senhores condĂ´minos para participar da â&#x20AC;&#x153;ASSEMBLĂ&#x2030;IA EXTRAORDINĂ RIAâ&#x20AC;?, do CondomĂ­nio EdifĂ­cio The Tower, a ser realizada no salĂŁo de festas do prĂłprio EdifĂ­cio, no dia 09 de maio de 2013, quinta feira, Ă s 17:15h. em PRIMEIRA convocação com quorum legal com a maioria absoluta dos condĂ´minos, ou em SEGUNDA Ă s 18:15h, com um nĂşmero nunca inferior a 1/3 (um terço) dos condĂ´minos, presentes; a fim de deliberarem sobre a matĂŠria da seguinte ordem do dia:

OpiniĂŁo

presa. Para proporcionar aos clientes atendimento personalizado, a nova loja conta com uma equipe formada por 18 corretores, registrados junto ao Conselho Regional de Corretores de ImĂłveis, CRECI, e uma estrutura de trĂŞs salas de reuniĂŁo para atendimento individual, equipadas com TVs/monitores LCD, internet wireless e computador para melhor visualização dos empreendimentos. O espaço tambĂŠm oferece completa infraestrutura com estacionamento nos fundos e localização privilegiada no Alto da XV, prĂłximo ao comĂŠrcio e diversos empreendimentos imobiliĂĄrios. â&#x20AC;&#x153;O grande diferencial que vamos oferecer aos clientes ĂŠ o acompanhamento de todo o processo de compra, o que transmite segurança e

mantĂŠm o cliente informado quanto ao mercado imobiliĂĄrioâ&#x20AC;?, explica Julio Cesar Santos, proprietĂĄrio da primeira franquia curitibana da Auxiliadora Predial. A Auxiliadora Predial foi reconhecida na Ăşltima sexta-feira (19), em SĂŁo Paulo, com a entrega do Selo de ExcelĂŞncia em Franchising pela terceira vez consecutiva. Com 60 lojas hoje, a empresa estĂĄ em quatro estados brasileiros, SĂŁo Paulo, ParanĂĄ, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde a empresa foi fundada em 1931. A Auxiliadora Predial ĂŠ atualmente lĂ­der nos segmentos de administração de condomĂ­nio, aluguel e venda de imĂłveis no Rio Grande do Sul e jĂĄ estĂĄ entre as maiores do paĂ­s em administração de condomĂ­nios.

Os próprios tÊcnicos da Secretaria de Relaçþes Internacionais destacam que mesmo parecendo pequeno, o volume do novo imposto de exportação incidente sobre o agronegócio brasileiro, representarå tributação adicional de peso consideråvel para alguns segmentos. Serå o caso de exportadores de couros e peles, que venderam o total de 428 milhþes de dólares para o mercado europeu em 2011, quando obtiveram benefício fiscal de 14,99 milhþes de dólares no período, o equivalente a 3,5% do valor das operaçþes. O Brasil, vale acrescentar, foi principal fornecer do segmento de couros e peles da Europa em 2011, com participação de 41% do mercado. A �ndia, segunda colocada, ficou com 17%. Outro setor do agronegócio brasileiro igualmente prejudicado serå o de frutas. Em 2011, o segmento exportou para o bloco europeu o total de 201,85 milhþes de dólares, ganhando 8,02 milhþes de dólares com a renúncia fiscal, o equivalente 3,97% do faturamento. Naquele ano, nada menos do que 68% das vendas externas de uvas frescas do Brasil foram para a Europa. Os números podem parecer inexpressivos, mas os tÊcnicos alertam que com a medida o País perderå competitividade em relação a exportadores concorrentes, muitos dos quais com acesso ao mercado europeu beneficiados pelo sistema de preferências ou de acordos de comÊrcio, que estamos agora perdendo. Com o fim das vantagens das preferências, a tarifa de importação de produtos brasileiros serå elevada de 3% para 6,5% e outro aspecto preocupante, segundo especialistas, Ê a abertura de precedentes. *Dilceu Sperafico Ê deputado federal pelo Paranå / E-mail: dep.dilceusperafico@camara.gov.br


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A8 | Indústria&Comércio

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA INDIRETO

FUND AÇÃO ECUMÊNICA DE PR OTEÇÃO AO EX CEPCION AL FUNDAÇÃO PRO EXCEPCION CEPCIONAL Av. Pref. Lothário Meissner, n.º 836 - Jardim Botânico - Curitiba Paraná CNPJ-MF n.º 76.693.076/0001-01 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXER CÍCIOS FINDOS EM 31.12.12 E 31.12.11 - (Valores em R$) EXERCÍCIOS BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO

2012

ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades . Caixa e Bancos . Aplicações Financeiras Créditos . Convênios a Receber . Doações Call Center a Receber . Importações em Andamento . Adiantamento de Férias . Cheques a Receber . Bazar S.R.F./Folha a Receber . Cielo a Receber . RRD Moore e Editora Gráfica Ltda. . Empréstimos C.E.F.Funcs. . Outros créditos a receber . Valores a Recuperar . IRRF a Recuperar Estoques . Materiais Consumo Cepe Importados . Bazar FEPE . Materiais consumo Cepe Almoxarifado . Mat.P/Móveis FEPE . Mercadorias em Poder/Terc./RR Dornneley Aplicação de Recursos de Convênio . Convênio Fas/FMCA N.3648 a Receber Despesas Antecipadas . Prêmios de Seguro a Vencer . Vales Transportes ATIVO NÃO CIRCULANTE Ativo Realizável a Longo Prazo . Depósitos Trabalhistas . Depósitos tributários . Ação Justiça Civil Estadual investimentos . Obras de Artes Imobilizado . Benfeitorias Imov.FEPE . Máquinas e Acessórios . Equipamentos e Instalações . Terrenos . Veículos . Móveis e Utensílios . Hardware . Equipamentos de Reabilitação . Direitos s/Linhas Telefônicas . Outras Imobilizações . Benfeitorias Cejuc-Imóvel Terceiros . Amortiz.Acum.Benf.Imóv.Terc.Subsede . Depreciações Acumuladas Intangível . Software . Depreciação Acumulada Software TOTAL DO ATIVO

PASSIVO

DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT DO EXERCÍCIO R$

2.247.982,63 113.594,79 22.393,59 91.201,20 1.571.183,76 776.417,70 30.750,00 524.804,67 180.347,06 1.338,33 14.671,28 11.805,78 0,00 7.837,38 16.100,00 7.111,56 0,00 555.070,16 369.170,40 122.302,73 62.792,03 805,00 0,00 0,00 32.545,50 8.133,92 8.133,92 0,00 2.977.613,81 402.947,17 7.954,00 393.889,88 1.103,29 5.980,00 5.980,00 2.567.737,70 1.954.713,87 13.470,00 1.543.418,72 750.000,00 178.227,21 354.185,78 191.147,09 122.603,95 18.258,57 33.718,71 844.190,09 (838.814,30) (2.597.381,99) 948,94 69.250,40 (68.301,46) 5.225.596,44

2011 2.634.238,77 577.887,55 76.559,73 501.327,82 1.499.865,17 753.720,64 36.716,00 436.391,50 217.195,97 2.103,00 5.304,97 4.492,80 30.000,00 5.550,54 1.035,00 7.065,13 289,62 514.135,00 354.292,34 93.442,50 34.595,17 805,00 30.999,99 32.545,50 9.805,55 5.308,25 4.497,30

3.127.243,91 441.921,52 117.927,69 322.890,54 1.103,29 5.980,00 5.980,00 2.676.103,28 1.916.543,92 13.470,00 1.490.897,09 750.000,00 138.180,81 345.260,68 188.885,76 118.036,95 18.258,57 56.754,16 838.782,48 (838.782,48) (2.360.184,66) 3.239,11 69.250,40 (66.011,29) 5.761.482,68

2012

PASSIVO CIRCULANTE . Fornecedores . Importações a Pagar . Salários Dezembro a pagar . Provisão para Férias . Encargos Sociais a Pagar . Impostos e Taxas a Pagar . Outras obrigações Recursos de Projetos e Convênios Atividades de Educação . Convênio Secretaria de Educação do Pr. . Convênio Pref.Municipal de Pinhais . Convênio Pref.Municipal de Piraquara . Conv. Pref.Municipal de Almirante Tamandaré Atividades de Assistência Social . Convenio F.A.S / FMAD 4049 . Convenio F.A.S / FMAD 4050 . Convenio F.A.S / FMCA 4099 PASSIVO NÃO CIRCULANTE . Provisão para Contigências Trabalhistas . Pis Sub judice PATRIMÔNIO LÍQUIDO . Patrimônio Social . Déficit do Exercício TOTAL DO PASSIVO

2011

1.457.290,35 127.340,95 750.609,17 0,00 425.397,07 98.444,08 18.144,07 12.536,17 24.818,84

1.401.726,61 R $ 41.751,48 759.233,66 299,11 407.868,62 61.039,51 23.982,17 10.560,60 96.991,46

14.918,84 0,00 9.900,00 0,00

0,00 3.989,52 5.973,00 9.080,93

0,00 0,00 0,00 416.179,06 6.000,00 410.179,06 3.352.127,03 3.940.136,26 (588.009,23) 5.225.596,44

20.224,63 25.177,88 32.545,50 419.619,81 87.313,03 332.306,78 3.940.136,26 3.962.168,98 (22.032,72) 5.761.482,68

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Exercícios findos em 31.12.12 e 31.12.11 2012

R$

2011

Receitas . Convênios . Outras Receitas Operacionais . Recuperações Diversas

5.118.126,01 91.657,84 499.953,19

5.132.255,81 177.515,27 496.104,51

(1.535.744,67) (180.358,47) (1.292.547,52)

(1.411.724,16) (126.822,40) (1.205.598,35)

(270.453,62)

(267.121,81)

Insumos Adquiridos de Terceiros . Materiais Consumidos . Energia e Serviços de Terceiros . Outras Despesas Operacionais Retenções . Depreciações e Amortizações Valor Adicionado Bruto . Receitas Financeiras . Doações Recebidas

2.430.632,76 55.573,12 1.069.606,13

2.794.608,87 72.232,56 727.259,73

Total do Valor Adicionado a Distribuir

3.555.812,01

3.594.101,16

. Salários e Encargos . Despesas Tributárias

4.054.150,64 43.263,13

3.543.530,37 34.831,58

Capital de Terceiros . Despesas Financeiras . Déficit do Exercício Total do Valor Destinado ou Distribuido

46.407,47 (588.009,23) 3.555.812,01

Períodos de 01.01.12 a 31.12.12 e 01.01.11 a 31.12.11

37.771,93 (22.032,72) 3.594.101,16

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

RECEITA OPERACIONAL BRUTA / FEPE Atividades de Saúde Serviço de Ref. emTriagem Neonatal do Paraná Habilitação e Reab. da Pessoa com Deficiência Convênios . Convênio SUS Laboratório/Triagem Neonatal . Convênio SUS AME-BPA C.S.M. Consultas . Convênio SUS Sede/Subsede/ Acompanhamento de Pacientes em Reabilitação Receitas Diversas . Receita Centro de Pesquisa . Receita Espectrometria de Massa . Descontos Obtidos . Doações Pessoa Jurídica . Outras Receitas Operacionais Recuperações Diversas . Recuperações Diversas Despesas Operacionais - Saúde . 100% de Gratuidade . Despesas com Pessoal . Salários/13ºSl.e Férias . FGTS . INSS - Patronal . ( - )Isenção INSS - Patronal . Vales Transportes Despesas Gerais . Gastos Gerais . Outras Despesas Operacionais Despesas Tributárias . Impostos e Taxas . Isenções Cofins .( - )Isenções Cofins . Despesas Fiscais Atividades de Assistência Social Receitas Diversas . Doações de Pessoas Físicas . Doações de Orgãos Públicos . Doações Pessoa Jurídica . Receitas Doações Bazar Rede Solidária . Receitas Proj.Captações de Recursos . Descontos Obtidos . Outras Receitas Operacionais Recuperações Diversas . Recuperações Diversas Despesas Operacionais-Assistência Social . Despesas com Pessoal . Salários/13ºSl.e Férias . FGTS . Isenção INSS - Patronal . ( - )Isenção INSS - Patronal . Vales Transportes Despesas Gerais . Gastos Gerais . Outras Despesas Operacionais Despesas Tributárias . Impostos e Taxas . Isenções Cofins . ( - )Isenções Cofins . Despesas Fiscais Atividades de Educação Escola de Educação Especial Ecumênica Receitas Diversas . Doações de Orgãos Públicos . Doações Pessoa Jurídica . Receitas Alim.S.M.Educação Curitiba . Descontos Obtidos . Receita Aluguel . Dividendos Telecom . Outras Receitas Operacionais Recuperações Diversas . Recuperações Diversas Despesas Operacionais - Educação . 100% de Gratuidade . Despesas com Pessoal . Salários/13ºSl.e Férias . FGTS . Isenção INSS - Patronal . ( - )Isenção INSS - Patronal . Prov.Procs.Trabalhistas . Vales Transportes Despesas Gerais . Gastos Gerais . Outras Despesas Operacionais Despesas Tributárias . Impostos e Taxas . Isenções Cofins . ( - )Isenções Cofins . Despesas Fiscais Atividades Meios Receitas Diversas . Descontos Obtidos . Dividendos Telecom . Outras Receitas Operacionais Recuperações Diversas . Recuperações Diversas Despesas Operacionais . Despesas com Pessoal . Salários/13ºSl.e Férias . FGTS . INSS - Patronal . ( - )Isenção INSS - Patronal . Prov.Proc.Trabalhista . Vales Transportes Despesas Gerais . Gastos Gerais . Outras Despesas Operacionais Despesas Tributárias . Impostos e Taxas . Isenções Cofins . ( - )Isenções Cofins Resultados Financeiros Líquidos . Despesas Financeiras . Receitas Aplicações Financeiras RESULTADO OPERACIONAL LÍQUIDO/FEPE Déficit do Exercício/FEPE

2012 R$ 6.779.343,17

5.118.126,01 4.638.151,77 11.372,44 468.601,80

2011 6.533.135,32

5.132.255,81 4.609.547,23 20.456,30 502.252,28

48.056,51 4.720,00 1.600,00 476,58 32.753,22 8.506,71 124.893,96 124.893,96 (4.594.569,52)

140.838,80 2.960,00 1.500,00 1.658,30 36.051,93 98.668,57 168.348,76 168.348,76 (4.188.061,76)

(2.477.603,56) (2.228.588,13) (207.023,49) (705.746,03) 705.746,03 (41.991,94) (2.090.363,70) (2.081.533,30) (8.830,40) (26.602,26) (26.589,63) (159.080,51) 159.080,51 (12,63)

(2.175.100,09) (1.962.998,00) (166.571,19) (510.763,54) 510.763,54 (45.530,90) (1.991.953,30) (1.893.178,36) (98.774,94) (21.008,37) (21.008,37) (155.501,28) 155.501,28 0,00

1.065.202,57 422.786,02 494.445,20 104.645,48 19.215,92 23.712,55 257,40 140,00 176.954,24 176.954,24 (755.376,13) (413.548,65) (351.186,69) (52.704,58) (103.008,26) 103.008,26 (9.657,38) (337.840,63) (337.700,63) (140,00) (3.986,85) (3.986,85) (20.080,11) 20.080,11 0,00

711.867,20 341.146,88 276.889,88 61.198,44 0,00 30.942,00 0,00 1.690,00 148.992,57 148.992,57 (846.381,50) (539.113,67) (462.683,32) (53.514,55) (129.564,26) 129.564,26 (22.915,80) (302.264,44) (300.574,44) (1.690,00) (5.003,39) (4.996,97) (21.311,77) 21.311,77 (6,42)

34.526,82 4.470,00 1.804,21 13.748,00 22,20 1.300,00 0,00 13.182,41 144.375,81 144.375,81 (922.737,26)

41.410,72 8.908,16 3.064,44 10.833,70 107,05 1.200,00 0,00 17.297,37 144.066,49 144.066,49 (866.918,64)

(536.812,54) (426.430,94) (58.924,07) (293.648,31) 293.648,31 0,00 (51.457,53) (380.540,29) (363.609,55) (16.930,74) (5.384,43) (5.375,40) (747,54) 747,54 (9,03)

(493.965,59) (363.123,86) (72.961,05) (275.994,96) 275.994,96 (12.013,50) (45.867,18) (369.026,13) (351.674,10) (17.352,03) (3.926,92) (3.889,92) (723,60) 723,60 (37,00)

13.478,07 1.355,70 517,19 11.605,18 53.729,18 53.729,18 (1.103.835,14) (750.798,49) (648.740,37) (63.577,29) (188.470,96) 188.470,96 (16.975,08) (21.505,75) (345.747,06) (299.621,50) (46.125,56) (7.289,59) (7.289,59) (1.655,03) 1.655,03 9.165,65 (46.407,47) 55.573,12 (588.009,23) (588.009,23)

10.658,28 1.528,99 506,70 8.622,59 34.696,69 34.696,69 (688.266,77) (465.578,40) (414.169,45) (35.495,45) (121.498,10) 121.498,10 0,00 (15.913,50) (217.795,47) (203.213,55) (14.581,92) (4.892,90) (4.892,90) (1.991,22) 1.991,22 34.460,63 (37.771,93) 72.232,56 (22.032,72) (22.032,72)

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

R$

2012

Fluxos De Caixa das Atividades Operacionais . Déficit do Exercício . Receitas não Operacionais . Depreciação e Amortização . Aumento/redução de Estoques . Aumento/Red. Contas a Receber . Aumento/Red. Despesas Antecipadas . Aumento/Red. a pagar Fornecedores e Prov. . Aumento/Red.de Projetos e Convs.a Prestar Contas (=) Caixa Líquido Proveniente das Atividades operacionais Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamentos . Depósitos Trabalhistas e Tributários . Recebimentos Venda de Ativos Imobilizado . Redução em obrigações em Longo Prazo (=) Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Investimentos Fluxos de Caixa das Atividades de Investimentos . Aumento do Imobilizado . Aumento do Intangível .(=) Disponibilidades líquidas geradas das Atividades de Investimentos Total dos Fluxos de Caixa Líquidos . Variação das disponibilidades . Disponibilidades no início do exercício . Disponibilidades no fim do exercício

2011

(588.009,23) (2.500,00) 239.519,32 (40.935,16) (71.608,21) 1.671,63 160.571,48 (72.172,62)

(22.032,72) (15.509,50) 157.630,16 (106.589,77) (103.204,59) (4.433,79) 90.845,24 63.739,00

(373.462,79)

60.444,03

38.974,35 2.500,00 (3.440,75)

(159.492,74) 15.509,50 14.698,15

38.033,60

(129.285,09)

(128.863,57) 0,00

17.141,94 (400,00)

(128.863,57) (464.292,76) (464.292,76) 577.887,55 113.594,79

16.741,94 (52.099,12) (52.099,12) 629.986,67 577.887,55

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Exercícios findos em 31.12.12 e 31.12.11

_______________________________________________________________________________________ Eventos Patrimônio Superávit/ Déficit Total Social do Exercício _________________________________________________________________________________ ______ Saldos em 31.12.10 Transf.p/Patrimônio Social Déficit do Exercício Saldos em 31.12.11 Transf.p/Patrimônio Social Déficit do Exercício Saldos em 31.12.12

4.126.249,63 (164.080,65)

(164.080,65) 164.080,65 (22.032,72) (22.032,72) 22.032,72 (588.009,23) (588.009,23)

3.962.168,98 (22.032,72) 3.940.136,26

3.962.168,98 0,00 (22.032,72) 3.940.136,26 0,00 (588.009,23) 3.352.127,03

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE Encerrado em 31/12/2012 - R$ 2012 (588.009,23) 0,00 (588.009,23)

Déficit do Exercício Ajustes Exercícios Anteriores Déficit do Exercício Abrangente

2011 (22.032,72) 0,00 (22.032,72)

( As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis )

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 - (Valores em R$) continuação Isenções Obtidas da FEPE

2012

2011

Contribuição Patronal do INSS COFINS

1.290.873,56 181.563,19

1.037.820,86 179.527,87

Total das Isenções Usufruídas

1.472.436,75

1.217.348,73

NOTA 6 - Isenções INSS Patronal Em 2012 a entidade evidenciou no grupo despesas operacionais o valor do INSS Patronal e a isenção, comparativamente ao exercício findo em 31/12/11. NOTA 7 - Recursos de Projetos e Convênios Conforme registro na conta patrimonial do Passivo Circulante, a entidade aplicou recursos de Projetos e Convênios de forma segregada nas Atividades de Saúde, Assistência Social e Educação. NOTA 8 - Contingências As contingências existentes na data de 31 de dezembro de 2012, correspondem ao montante de R$ 6.000,00 oriundo de processos trabalhistas e foram provisionados para fazer face ao pagamento de eventual perda dos processos, conforme Parecer Jurídico. NOTA 9 - Patrimônio Líquido O Patrimônio Líquido está representado na moeda atual, cuja composição é a seguinte em 31 de dezembro: 2012

2011

Patrimônio Social Déficit do Exercício

3.940.136,26 (588.009,23)

3.962.168,98 (22.032,72)

Patrimônio Líquido

3.352.127,03

3.940.136,26

Contas

NOTA 10 - Contas de Compensação Ativa e Passiva Em 2012 e 2011 a entidade reconheceu na escrituração contábil, contas de compensação Ativas e Passivas, convênios e recursos recebidos de transferências derivadas da lei orçamentária e concedidas por órgãos do setor público para entidades de iniciativa pública e privada, em atendimento às disposições da resolução CFC 1.409/12, cuja composição é a Seguinte: 2012 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Contas de Compensação Convênio Secret. .Est.Educação do Pr. Convênio FAS N.3005 Convênio FAS N.3831 Convênio FAS N.3832 Convênio Pref.Munic. de Pinhais Convênio Pref.Munic. de Piraquara Convênio Pref.M.Almirante Tamandaré Convênio FAS N.4049 FMAD Convênio FAS N.4050 FMAD Convênio FAS N.4099 FMCA Convênio MEC/PDDE Totais

2011 748.743,79 0,00 0,00 0,00 13.482,35 7.253,00 12.000,00 20.224,63 25.177,88 32.545,50 13.282,37 872.709,52

Curitiba, 31 de dezembro de 2012.

Adriane T. Levandoski TC-CRC-PR.045710/O-8 Fatima Hiromi Nagata Del Mouro Diretora Tesoureira

Fabio Marcassa Diretor Presidente

PARECER DO CONSELHO FISCAL 1- Examinamos a documentação, as demonstrações contábeis e os balanços patrimoniais da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional , dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. 2-Em nossa opinião somos de parecer favorável a aprovação das respectivas demonstrações contábeis e os balanços patrimoniais da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional, levantados em 31 de dezembro de 2012 e 2011. Curitiba, 22 de Abril de 2013. Alberto Hoffmann

Elias de Oliveira

Jean Carlos Favoretto Teixeira

RELATÓRIO DO (S) AUDITOR(ES) INDEPENDENTE(S) SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 - (Valores em R$) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A FUNDAÇÃO ECUMÊNICA DE PROTEÇÃO AO EXCEPCIONAL - FEPE, é uma instituição civil de direito privado, fundada em 23 de março de 1959 em Curitiba Paraná, sem fins lucrativos declarada de utilidade pública Federal, Estadual e Municipal destinada a realizar pesquisa, prevenção e diagnóstico nas áreas de educação, de saúde e a inclusão da pessoa com deficiência. NOTA 2 - Apresentação das Demonstrações Contábeis e efeitos contábeis e efeitos pelas Leis nº 11.638/07 - 12.101/09 e Decreto 7.237/10 As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as determinações da Lei nº 6.404/76, adotando e incorporando as alterações promovidas pelas Leis nº 11.638/07, apresentadas comparativamente com as levantadas em 31/12/11, expressas em reais, e conjugadas com as normas de contabilidade para entidades sem fins lucrativos, consubstanciadas nas determinações da Lei nº 12.101/ 09 e Decreto nº 7.237/10 das entidades beneficentes de assistência social. As demonstrações contábeis incorporam os Pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em vigor até a data de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. Em função das alterações promovidas na legislação societária brasileira pelas Leis nº 11.638/07, a entidade passou a elaborar e divulgar no presente exercício a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), em substituição à Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), e, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), comparativamente ao exercício findo em 31/12/11. As práticas contábeis modificadas em função das alterações na legislação societária não afetaram o resultado ou o patrimônio líquido da entidade no período abrangido pelas demonstrações contábeis divulgadas. Dessa forma, a entidade optou por publicar as demonstrações contábeis dos exercícios de 2012 e 2011 comparativamente ajustadas como se as novas disposições pelas Leis nº 11.638/07 sempre estivessem em vigor, na forma facultada pelo Pronunciamento técnico CPC 13. Em setembro de 2012, o Conselho Federal de Contabilidade emitiu a Resolução CFC nº 1.409/12, estabelecendo procedimentos contábeis para as entidades sem fins lucrativos, assim, a Fundação de Proteção ao Excepcional FEPE, esta apresentando as Demonstrações Contábeis segundo as disposições contidas na referida resolução. NOTA 3 - Procedimentos Contábeis Dentre os principais procedimentos adotados para a preparação das demonstrações contábeis, ressaltamos : Aplicações Financeiras - Estão demonstradas ao custo de aquisição, acrescido das remunerações contratadas proporcionalmente até a data do balanço. Contas a Receber - Engloba os créditos faturados até 31.12.2012, contabilizados com base no regime de competência. Estoques - Os materiais em estoque e almoxarifado, classificados no ativo circulante, estão registrados ao custo de aquisição e avaliados pelo método PEPS. Imobilizado - Os bens do ativo imobilizado estão registrados ao custo de aquisição ou construção, deduzido a depreciação calculada pelo método linear, tomando-se por base os saldos contábeis registrados nas respectivas contas. A Entidade optou por não efetuar ajustes correspondentes ao valor justo dos bens no exercício de 2012, bem como nos saldos do exercício anterior apresentados para efeitos de comparabilidade, em função de estimar irrelevantes os efeitos dos referidos ajustes. A estimativa mencionada foi obtida através de análise e estudo, levando em consideração no seu julgamento, as características e utilidades dos bens, o tempo de uso, a atividade operacional e os dispositivos técnicos contidos na Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento - IT 10, aprovada pela Resolução CFC nº. 1.263/09 e no Pronunciamento Técnico - CPC 27, aprovado pela Resolução do CFC nº. 1.177/ 09. Quanto às taxas de depreciação, a Entidade está estudando os critérios de vida útil e econômica de seus bens, considerando suas atividades e dispositivos técnicos mencionados na Resolução CFC nº. 1.177/ 09. Intangível - Demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido a depreciação calculada pelo método linear, tomando-se por base os saldos contábeis registrados nas respectivas contas. Correção Monetária - Os efeitos inflacionários sobre as demonstrações contábeis não foram reconhecidos nas posições patrimoniais e econômica do exercício findo em 31.12.2012, consoante as disposições da lei 9.249/95 que revogou as normas que regiam a correção monetária do balanço. Importações a Pagar - Estão atualizadas pelas taxas do euro e dólar até a data do balanço. O fechamento do câmbio está previsto para o primeiro semestre do exercício de 2013. Provisão de Férias - Os direitos adquiridos pelos funcionários no tocante a férias, apresentam-se quantificados e provisionados dentre as obrigações constituídas. Receitas e Despesas Operacionais - As receitas e despesas operacionais estão registradas, segundo o regime de competência. NOTA 4 - PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL - PIS Em 08 de junho de 2005 a entidade protocolou Ação Ordinária Declaratória Condenatória nº

Exercícios findos em 31.12.12 e 31.12.11

2005.70.00015331-0 (6ª Vara Federal de Curitiba), visando a obtenção do reconhecimento ao direito a imunidade tributária sobre a Contribuição para Programa de Integração Social - PIS, conforme define o artigo 195, parágrafo 7º da Constituição Federal, combinado com o Artigo 14 do Código Tributário Nacional. Mesmo entendendo ser inconstitucional a entidade optou em reconhecer no Passivo Exigível o montante correspondente à obrigação "sub judice", em observância aos princípios fundamentais de contabilidade, da Prudência e da Competência. O montante provisionado corresponde a R$ 410.179,06 (Quatrocentos e dez mil, cento e setenta e nove reais e seis centavos), e os valores foram atualizados conforme a Legislação. NOTA 5 - APLICAÇÃO DE RECURSOS Na Atividade Institucional Para a manutenção da estrutura das atividades assistenciais, a entidade aplicou desde a sua constituição no ativo investimentos, imobilizado e intangível com a seguinte composição em 31.12.12: EM 31/12/2012

SAÚDE EDUCAÇÃO ASSISTÊNCIA ATIV.MEIO TOTAL SOCIAL FEPE INVESTIMENTOS 180,00 0,00 0,00 5.800,00 5.980,00 INVESTIMENTOS 180,00 0,00 0,00 5.800,00 5.980,00 ATIVO IMOBILIZADO 877.191,81 796.046,94 766.715,28 127.783,67 2.567.737,70 ATIVO IMOBILIZADO 2.286.539,15 1.781.127,14 1.462.861,80 473.405,90 6.003.933,99 DEPRECIAÇOES ACUM. (1.409.347,34) (985.080,20) (696.146,52) (345.622,23) 3.436.196,29 INTANGÍVEL 443,88 541,29 379,15 (415,38) 948,94 SOFTWARE 27.540,16 20.655,12 15.147,09 5.908,03 69.250,40 DEPRECIAÇOES ACUM. (27.096,28) (20.113,83) (14.767,94) (6.323,41) (68.301,46) Em Atendimentos Gratuitos Na área da Saúde a FEPE foi credenciada através da Portaria GM-MS 822, de 06 de Junho de 2001 e da Portaria nº 354 de 31 Agosto de 2001 da Secretaria de Assistência a Saúde, a prestar serviços com procedimentos do Programa Nacional em Triagem Neonatal no Estado do Paraná. Por meio deste programa, mais conhecido como Teste do Pezinho, a entidade oferece aos recémnascidos paranaenses, a triagem neonatal, o diagnóstico precoce, o acompanhamento e o tratamento para as seguintes doenças congênitas: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Fibrose Cística, Doenças Falciformes e outras Hemoglobinopatias. Através de repasse dos recursos da Secretaria Municipal da Saúde, a Instituição presta atendimentos de habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência. A Escola de Educação Ecumênica presta atendimentos nos programas de Educação infantil (Estimulação Precoce e Pré-Escolaridade), Ensino Fundamental e Ed. Profissional Inicial. Na Assistência Social a instituição realiza ações voltadas a identificação dos fatores econômicos, culturais e sociais que possam determinar as demandas da população atendida. A Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE, aplicou na sua atividade assistencial, na Área de Saúde, Assistência Social e Educação os recursos de sua arrecadação, como segue em 31 de dezembro: DEMONSTRAÇÃO DAS APLICAÇÕES EM GRATUIDADE Receita Operacional Bruta Atividades de Saúde Atividades de Assistência Social Atividades de Educação Atividades Meios Receita Operacional Bruta Rec. Financeiras Receitas

2012 5.291.076,48 1.242.156,81 178.902,63 67.207,25 6.779.343,17 55.573,12 6.834.916,29

2011 5.441.443,37 860.859,77 185.477,21 45.354,97 6.533.135,32 72.232,56 6.605.367,88

Custo das Aplicações em Gratuidade Atividades de Saúde Atividades de Assistência Social Atividades de Educação Atividades Meios Total das Gratuidades Oferecidas Tributos e Contribuições

4.594.569,52 755.376,13 922.737,26 1.150.242,61 7.422.925,52

4.188.061,76 846.381,50 866.918,64 726.038,70 6.627.400,60

A Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE é uma entidade sem fins lucrativos e, portanto, goza de benefícios fiscais, cujas isenções obtidas estão contabilizadas consoante disposições emanadas do Conselho Nacional de Assistência Social, conjugadas com Ordens de Serviço do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, Normas Brasileiras de Contabilidade, Resolução CFC nº 1.409/12 e legislação tributária vigente, como seguem:

Ilmos. Srs. Diretores e Conselheiros da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE Curitiba - PR Examinamos as demonstrações contábeis da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas Demonstrações do Resultado do Exercício, e das Mutações do Patrimônio Líquido correspondentes ao exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorções relevantes, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes. A auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentadas nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstancias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE. A auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as Demonstrações Contábeis acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional - FEPE, em 31 de dezembro de 2012, e o Resultado de suas Operações, as Mutações do seu Patrimônio Social para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Os valores correspondentes ao exercício findado em 31 de dezembro de 2011, apresentado para fins de comparação, foram anteriormente por nós auditados, sobre os quais emitimos relatório datado em 12 de março de 2012, que não conteve qualquer modificação. Curitiba, 15 de abril de 2013. AUDIPLAN AUDITORES INDEPENDENTES CRC-PR Nº. 4.400/O-3 Sócio Contador, PAULO ROBERTO DÓRO. CRC-PR Nº. 12.673/O-8


Negócios Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A9

COMUNICAÇÕES

Rede 4G da Oi entra em operação no Rio de Janeiro As seis cidades-sede da Copa das Confederações terão 4G ativado até 30 de abril

A

Oi anunciou ontem (25) o início da operação de sua rede 4G no Rio de Janeiro. A partir de hoje, os clientes da cidade do Rio podem contratar os planos 4G da Oi em lojas próprias e franquias selecionadas da companhia. Nas cinco outras cidadessede da Copa das Confederações (Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza), a pré-venda e as ofertas comerciais começarão na primeira quinzena de maio. A disponibilização da nova tecnologia está em linha com o cronograma de obrigações estipulado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que prevê o atendimento de, no mínimo, 50% de cobertura 4G nas seis cidades mencionadas até 30 de abril de 2013. Os clientes

já podem conferir a cobertura da rede 4G da Oi e os pontos de venda dos planos e aparelhos 4G no site www.oi.com.br/4G. O 4G da Oi permite que o cliente amplie sua navegação na internet fora de casa, extrapolando a experiência da convergência residencial, já proporcionada pelas ofertas da companhia. Com o lançamento do 4G, a Oi consolida seu posicionamento de operadora convergente, oferecendo uma experiência em internet móvel mais completa para o cliente com 4G, wi-fi e 3G, o que reforça o novo conceito da companhia para 2013: “a Oi completa você”. A tecnologia 4G traz benefícios reais no dia a dia dos clientes. Com o 4G da Oi, os clientes poderão realizar vide-

ochamadas em HD, armazenar dados na nuvem, assistir vídeos em alta definição por streaming e jogar games online, além de diversas outras possibilidades de aplicações na web. Os clientes 4G da Oi terão acesso gratuito aos mais de 30 mil hotspots da rede Oi WiFi, a maior rede de wi-fi da América Latina e a maior rede pública de wi-fi do Brasil. Os aparelhos 4G vendidos pela companhia já contarão com os aplicativos Oi WiFi e Mundo Oi. A Oi está criando um mundo novo de interação e proximidade com seus consumidores e o 4G fará parte dessa mudança. Os smartphones 4G da Oi já virão com o Oi Spot, aplicativo inovador e colaborativo da companhia que visa captar e usar

as percepções dos clientes quanto ao desempenho dos serviços de voz, internet e mensagens via celular. Por meio do Oi Spot, os clientes 4G ajudarão a Oi a aperfeiçoar e otimizar sua rede, aprimorando sua oferta de serviços. Os aparelhos 4G também terão o aplicativo Minha Oi, mais um canal de autoatendimento aos terminais cadastrados na área logada do site www.oi.com.br. Com design inovador e navegação fácil e intuitiva, o app proporciona um leque de funções totalmente adequadas ao ambiente móvel e permitirá aos clientes 4G da Oi a consulta de todas as informações sobre produtos e contas. Entre os diferenciais que o 4G da Oi oferecerá aos clientes estão degustações de 30 dias dos serviços

James Meaney, COO da Oi, faz vídeconferência em 4G

Rdio, de streaming de música, e Segurança Móvel/Segurança PC, softwares de segurança para smartphones e computadores desenvolvidos pela McAfee. Os clientes 4G da Oi ainda contarão com serviço

TEIG EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS SA. CNPJ/MF 79.053.518/0001-43

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO ATIVO CIRCULANTE DISPONIBILIDADES Caixa Bancos C/Movimento Aplicações Financeiras CREDITOS DE FUNCIONAMENTO Duplicatas a Receber Valores a Receber Impostos a Recuperar Terrenos destinados a Venda Unidades destinados a Venda Total do Ativo Circulante ATIVO NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Participação Empresas Ligadas Outras Participações Societárias IMOBILIZADO Móveis, Utensilios e Instalações Maquinas e Equipamentos Veículos e Acessórios Imóveis Urbanos INTANGÍVEL Direitos de Uso Total do Ativo não Circulante TOTAL DO ATIVO

2012

2011

12.938,11 47.351,18 23.982.091,24 24.042.380,53

24.469,47 4.036,19 17.444.212,63 17.472.718,29

2.168.355,90 9.250,00 123.045,04 9.705.911,97 7.729.940,08 19.736.502,99 43.778.883,52

132.245,65 8.834.513,90 8.381.185,16 17.347.944,71 34.820.663,00

10.330.412,80 84.189,14 10.414.601,94

9.907.097,05 84.189,14 9.991.286,19

8.622,86 6.847,07 305.059,78 1.298.674,04 1.619.203,75

7.363,76 5.173,07 286.769,78 1.298.674,04 1.597.980,65

5.724,06 12.039.529,75 55.818.413,27

5.063,81 11.594.330,65 46.414.993,65

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO PAS S I V O

PASSIVO CIRCULANTE DÉBITOS DE FUNCIONAMENTO Fornecedores Outros Credores Contribuições Sociais Obrigações com o Pessoal Contas a Pagar Provisão Pagamento CSLL e IRPJ Total do Passivo Circulante PASSIVO NÃO CIRCULANTE OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A A LONGO PRAZO Debitos junto a Pessoas Ligadas RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultado de Exercícios Futuros Total do Passivo não Circulante PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL REALIZADO Capital Social RESERVAS Reservas de Capital Reserva para Aumento de Capital Lucros a Disposição de Sócios LUCROS ACUMULADOS Lucros Acumulados Total do Patrimônio Líquido TOTAL DO PASSIVO

2012

DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Acrescimo Participações Societárias Acrescimo Ativo Imobilizado DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Redução do Capital Social Aumento do Passivo não Circulante Distribuição de Dividendos

VARIAÇÃO DAS DISPONIBILIDADES Disponibilidades no início do período Disponibilidades no final do período

4.663,35 6.033,03 2.312,00 95.557,79

2.684,12 3.098,33 1.961,00 41.613,27

108.566,17

49.356,72

3.905.000,00

-

1.661.012,06

-

5.566.012,06

-

4.190.000,00

8.095.000,00

686.130,03 6.394.150,22 38.873.554,79 45.953.835,04

686.130,03 6.394.150,22 31.190.356,68 38.270.636,93

-

-

50.143.835,04

46.365.636,93

55.818.413,27

46.414.993,65

Capital Social 8.095.000,00

2011

9.335.962,81 159.958,54 68.500,00 9.564.421,35 (2.177.605,90) 9.200,61 (220.152,99) 1.979,23 56.879,22 351,00 7.235.072,52

11.388.320,15 844.435,04 12.232.755,19 (73.411,58) (4.538.820,25) (4.242,22) 2.818,52 1.308,00 7.620.407,66

(583.274,29) (90.383,35) (673.657,64)

(29.809,00) (29.809,00)

(3.905.000,00) 5.566.012,06 (1.652.764,70) 8.247,36

(931.035,04) (931.035,04)

------------------------------------- ------------------------------------6.569.662,24 6.659.563,62 ------------------------------------- -------------------------------------

VARIAÇÃO DAS DISPONIBILIDADES

2011

RESULTADO OPERACIONAL RECEITA LÍQUIDA Receita Bruta Dividendos Recebidos (-) Deduções da Receita CUSTO Custo Unidades Vendidas RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS Receitas Financeiras Equivalencia Patrimonial Outras Receitas Operacionais (-) Despesas Administrativas (-) Despesas Financeiras (-) Despesas Tributárias (-) Equivalencia Patrimonial RESULTADO NÃO OPERACIONAL RECEITAS NÃO OPERACIONAIS Receitas não Operacionais (-) Despesas não Operacionais IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES S/LUCRO (-) Provisão para Pgto da CSLL (-) Provisão para Pgto do IRPJ RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Quantidade de Quotas: Resultado Líquido por quotas:

2012

2011

1.062.911,02 7.855.853,52 (38.796,13) 8.879.968,41

448.045,06 8.024.799,51 (16.184,66) 8.456.659,91

(143.901,24)

-

1.588.252,56 456.418,49 (177.988,24) (2.669,43) (34.192,72) (616.377,03) 9.949.510,80

1.263.484,82 822.269,04 3.201.419,44 (251.802,01) (65,68) (53.345,42) (1.666.704,08) 11.771.916,02

38.000,00 (68.500,00) (30.500,00)

-

(162.312,99) (420.735,00) (583.047,99) --------------------------9.335.962,81 --------------------------4.190.000 2.228,15 ---------------------------

(126.251,79) (257.344,08) (383.595,87) --------------------------11.388.320,15 --------------------------8.095.000 1.406,83 ---------------------------

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido do exercício Equivalência Patrimonial Baixas imobilizado vendido LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO (+/-) Duplicatas e Valores a Receber (+/-) Impostos a Recuperar (+/-) Estoques a venda (+/-) Fornecedores e Outros Credores (+/-) Contribuições e Impostos (+/-) Obrigações com Pessoal

2012

Saldo em 31/12/2010 Capital Social Integralizado Lucro Líquido do exercício Destinação dos Lucros: Distribuição de Dividendos Lucros a Disposição de Acionistas Saldo em 31/12/2011 Lucro Líquido do exercício Redução do Capital Social Destinação dos Lucros: Distribuição de Dividendos Lucros a Disposição de Acionistas Saldo em 31/12/2012

----------------------------------8.095.000,00

Reserva de Capital 686.130,03

Reserva Adto. Capital 6.394.150,22

Lucros a Disposição 20.733.071,57

----------------------------------686.130,03

----------------------------------6.394.150,22

(931.035,04) 11.388.320,15 ----------------------------------31.190.356,68

----------------------------------686.130,03

----------------------------------6.394.150,22

(1.652.764,70) 9.335.962,81 ----------------------------------38.873.554,79

(3.905.000,00)

----------------------------------4.190.000,00

Lucros Acumulados -

Total 35.908.351,82

11.388.320,15

11.388.320,15

(11.388.320,15) ----------------------------------9.335.962,81

(931.035,04) ----------------------------------46.365.636,93 9.335.962,81 (3.905.000,00)

(9.335.962,81) -----------------------------------

(1.652.764,70) ----------------------------------50.143.835,04

N O TA S E X P L I C AT I VA S a) As Demonstrações Financeiras foram elaboradas em cumprimento das disposições contidas na lei das Sociedades Anônimas, Lei 6.404/76, e demais dispositivos aplicáveis a espécie; b) Foi adotado o regime de competência para o registro das operações no exercício, com a apropriação de rendimentos e encargos proporcionais até a data do balanço; c) As contas do Imobilizado estão registradas a custo de aquisição deduzido da depreciação calculada pelo método linear, de acordo com as taxas admitidas pela legislação fiscal vigênte; d) O resultado líquido do exercício foi transferido integralmente para a conta Lucros a Disposição de Sócios para deliberação futura de seu destino. e) Foi adotado o preço de custo para o Inventário dos estoques existentes na data do Balanço; f) O Capital Social totalmente subscrito e integralizado é composto por 4.190.000 ações; Curitiba, 31 de dezembro de 2012.

17.472.718,29 10.813.154,67 24.042.380,53 17.472.718,29 6.569.662,24 6.659.563,62 ------------------------------------- -------------------------------------

RUBENS JACOB TEIG Diretor - CPF 000.727.299-53

RONALDO GIACOMITTI Contador - CRC/PR 25.565/O-8

GERMER PORCELANAS FINAS S. A. CNPJ/MF nº 75.801.936/0001-10 Rodovia BR 277, Km 122, 3278 - Bairro Guabiroba

Inscrição Estadual nº 108 00407-05 Telefone : 0xx41 – 3291-3000

Registro na JUCEPAR – NIRE nº 41.3.0000847-7 83605-420 - CAMPO LARGO - PR

Senhores acionistas: Cumprindo determinação legal e estatutária, submetemos à apreciação de V. Sas. a DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO e o BALANÇO PATRIMONIAL, relativos ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012, comparados com igual período do exercício anterior. Aproveitamos o ensejo para expressar nossos agradecimentos aos senhores acionistas, clientes e fornecedores pela confiança depositada em nosso empreendimento. A Diretoria.

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

31.12.12

CIRCULANTE ....................................................... DISPONIBILIDADES. ....................................... DIREITOS REALIZÁVEIS. ............................... Duplicatas a Receber ......................................... Estoques. ............................................................. Depósitos Judiciais ............................................. Adiantamentos ................................................... Impostos a Recuperar ........................................ Devedores Diversos ........................................... Aplicações Financeiras ...................................... CUSTOS E DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE ................................... NÃO CIRCULANTE ............................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO ...................... Impostos a Recuperar ........................................ Empresas Coligadas ........................................... INVESTIMENTOS. ............................................. IMOBILIZADO. .................................................. Imobilizações ..................................................... (–) Depreciações ............................................... INTANGÍVEL. .................................................... TOTAL DO ATIVO. ..................................

31.12.11

20.526.791 132.290 20.335.819 6.679.602 8.773.537 485.925 81.703 92.275 4.221.174 1.603

17.970.660 82.025 17.693.962 6.879.640 6.662.304 482.980 233.031 99.079 3.325.444 11.484

58.682 17.964.151 4.002.445 147.479 3.854.966 28.297 13.835.011 25.823.318 ( 11.988.307) 98.398 38.490.942

194.673 18.066.133 3.725.766 116.634 3.609.132 28.297 14.208.628 25.148.020 ( 10.939.392) 103.442 36.036.793

DEMONSTRATIVO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO RECEITA BRUTA DE VENDAS E SERVIÇOS ................ Venda de Produtos ............................................................ Exportação de Produtos .................................................... (–) IMPOSTOS E DEVOLUÇÕES ..................................... (=) RECEITA LÍQUIDAS DE VENDAS E SERVIÇOS .... (–) CUSTO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS ..................... (=) LUCRO BRUTO .......................................................... (–) DESPESAS OPERACIONAIS ...................................... Despesas com Vendas ....................................................... Despesas Administrativas ................................................. (=) RESULTADO DAS ATIVIDADAS ............................... (–) DESPESAS menos RECEITAS FINANCEIRAS ............. (+) RESULTADO PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS ......... (+) Outras Receitas Operacionais … .................................... (=) RESULTADO OPERACIONAL ................................... (+) RECEITAS NÃO OPERACIONAIS .............................. (–) DESPESAS NÃO OPERACIONAIS .............................. (=) LUCRO (PREJUÍZO) ANTES DO I.R ......................... (–) PROVISÃO PARA IMP.DE RENDA ............................. (–) PROVISÃO PARA CONTRIB.SOCIAL ........................ (=) RESULTADO LÍQUIDO EXERCÍCIO ....................... Lucro por Mil ações ............................................

31.12.12 39.665.720 39.641.867 23.853 13.306.332 26.359.388 16.557.809 9.801.579 8.230.445 5.510.675 2.719.770 1.571.134 1.449.423 3.286 259.616 384.613 0 0 384.613 43.083 25.691 315.839 43,01

DEMONSTRATIVO DO FLUXO DE CAIXA MÉTODO INDIRETO

PASSIVO

31.12.12

CIRCULANTE. ....................................................... Instituições Financeiras. ........................................ Fornecedores ......................................................... Credores Diversos ................................................. Representantes ...................................................... Salários e Ordenados ............................................ Encargos Sociais ................................................... Obrigações Tributárias ......................................... Serviços a Pagar. .................................................. NÃO CIRCULANTE .............................................. Obrigações Tributárias ......................................... Instituições Financeiras ......................................... Empresas Coligadas .............................................. PASSIVO À DESCOBERTO .................................. Capital Social ......................................................... Reservas de Capital ............................................... Reservas de Lucros ............................................... Lucros (Prejuízos) Acumulados. ......................... TOTAL DO PASSIVO ................................

31.12.11

11.522.749 6.913.194 1.053.779 980.693 54.401 1.183.616 588.845 741.811 6.410 29.211.857 25.253.857 3.558.000 400.000 ( 2.243.664) 7.343.662 279.786 162.360 ( 10.029.472)

11.177.514 7.680.361 813.449 37.650 74.468 1.154.062 591.917 824.022 1.585 27.418.781 27.418.781 0 0 ( 2.559.502) 7.343.662 279.786 162.360 ( 10.345.310)

38.490.942

36.036.793

DEMONSTRATIVO DE LUCROS (PREJUÍZOS) ACUMULADOS 31.12.11 42.689.510 42.548.394 141.116 14.035.386 28.654.124 17.808.108 10.846.016 8.024.691 5.334.090 2.690.601 2.821.325 1.353.136 720 9.669.138 11.138.047 128.259 102.486 11.163.820 225.938 94.977 10.842.905 1.476,50

SALDO INICIAL - LUCROS (PREJUÍZOS). ................

( 10.345.310)

Ajuste de exercícios anteriores ......................................... (=) Saldo Ajustado. ..........................................................

0 ( 10.345.310)

( 21.188.216) 0 ( 21.188.216)

(+) Lucro (Prejuízo) do exercício.. ...................................

315.839

10.842.905

(–) Destinações durante o Exercício .................................

0

0

(=) Saldo à disposição da Assembléia.. ..............................

( 10.029.472)

( 10.345.310)

(=) SALDO NO FIM DO PERÍODO .............................

( 10.029.472)

( 10.345.310)

DEMONSTRATIVO DAS MUTAÇÕES DO PASSIVO À DESCOBERTO DESCRIÇÃO Saldo em 31/12/2010 .................................... Ajuste de exercícios anteriores ............. Resultado do exercício ........................... Saldo em 31/12/2011 .................................... Ajuste de exercícios anteriores ............. Resultado do exercício ........................... Saldo em 31/12/2012 ....................................

CAPITAL SOCIAL 7.343.662 0 0 7.343.662 0 0 7.343.662

RESERVAS DE CAPITAL 279.786 0 0 279.786 0 0 279.786

RESERVAS DE LUCROS 162.360 0 0 162.360 0 0 162.360

LUCROS (PREJ.) ACUMULADOS ( 21.188.216) 0 10.842.905 ( 10.345.310) 0 315.839 ( 10.029.472)

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ( 13.402.408) 0 10.842.905 ( 2.559.502) 0 315.839 ( 2.243.664)

Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício ...................................................... Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciações . ....................................................................... Resultado na venda ou baixa do ativo permanente .................. Juros provisionados, líquido dos pagos. .................................... Variação nos ativos e passivos (Aumento) Redução em contas a receber .............................. (Aumento) Redução nos estoques. .......................................... (Aumento) Redução em outros ativos circulantes ................... (Aumento) Redução do ativo realizável a longo prazo. ............ Aumento (Redução) em fornecedores. .................................. Aumento (Redução) em salários e férias a pagar. ................. Aumento (Redução) em encargos sociais a pagar .................. Aumento (Redução) em impostos a pagar. ............................. Aumento (Redução) em outros passivos circulantes. ............... Aumento (Redução) no exigível a longo prazo ........................ Disponibilidades líquidas geradas pelas atividades Operacionais .......................................................................... Fluxos de caixa das atividades de Investimentos Aquisição Imobilizado ............................................................ Títulos Patrimoniais ................................................................ Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de Investimentos ......................................................................... Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento de Capital ................................................................ Ajustes de Exercícios Anteriores (PL) .................................... Disponibilidades líquidas obtidas (aplicadas) nas atividades de financiamentos .................................................................. Aumento (Redução) nas disponibilidades e aplicações financeiras .................................................................................... Saldo inicial de Caixa. ............................................................ SALDO FINAL DO CAIXA ...............................................

31/12/2012 – R$ – 315.839

31/12/2011 – R$ – 10.842.905

1.116.536 31.645 0 1.464.020

1.088.030 93 0 11.931.028

200.038 ( 2.111.233) ( 644.936) ( 276.680) 240.331 29.554 ( 3.072) ( 82.211) 160.633 1.793.076

( 157.430) ( 1.969.333) 248.975 135.143 ( 7.076) 130.525 57.122 ( 1.127.964) 850.042 ( 9.128.009)

769.520

963.023

( 769.520) 0

( 962.864) ( 160)

( 769.520)

( 963.024)

0 0

0 0

0

0

40.384 93.509 133.893

( 365.313) 458.822 93.508

NOTAS EXPLICATIVAS 1. As demonstrações financeiras foram elaboradas em conformidade com a Lei nº 6.404/ 1976, com as alterações contidas nas Leis 11.638, de 28 de dezembro de 2007 e disposições complementares. 2. O capital é representado por 7.343.662 ações, sendo: 6.940.565 do tipo ON e 403.097 do tipo PN, ao valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada, conforme AGE AGO de 30/04/1996, arquivada na JUCEPAR sob nº 96078588-4 em 30/05/96. 3. Os valores em litígio foram provisionados e atualizados até a data do encerramento do exercício. A empresa é optante do Programa REFIS IV, instituído pela Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009 (DOU 28/05/2009). 4. Outras Receitas Operacionais registrado em julho 2011 na quantia de R$9.669.138,00, corresponde a contabilização da redução de 60% da multa de mora e de Ofício nos débitos não parcelados anteriormente, 40% de redução da multa de mora e de Ofício nos Saldos Remanescente do REFIS I, 25% de redução dos juros de mora e de 100% dos encargos legais, referente a inclusão de todos os débitos na consolidação do novo Refis que ocorreu na data de 27/07/2011 (Lei 11.941/2009). A entidade optou na data da consolidação por 180 parcelas, onde na data da consolidação restou 160 parcelas vincendas. 5. Em 31/12/2012 consta 142 parcelas vincendas do REFIS IV. Campo Largo-PR, 31 de dezembro de 2012. ANTÔNIO JURANDIR GIRARDI diretor presidente CPF nº 049.607.509-87

MÁRCIO LUIZ CRUZARA diretor industrial CPF nº 321.283.989-91

OSVALDO RANGEL FAZOLARI diretor comercial CPF nº 567.006.879-34

EDSON LUIZ DE MATOS LEÃO Contador CRC/PR 036991/O-8 CPF nº 860.903.309-06

de pós-venda especializado, que entrará em contato por telefone para dar suporte à configuração de aplicativos, e-mail e esclarecer as principais dúvidas dos consumidores.

Diretriz e Pequeno Príncipe firmam parceria A Diretriz, promotora da tradicional Feira Internacional de Artesanato (Feiarte), e o Hospital Pequeno Príncipe firmaram, nesta semana, uma parceria, cujo objetivo é arrecadar fundos para a instituição especializada no atendimento às crianças. Durante a realização do evento, entre os dias 17 e 26 de maio, no Expo Renault Barigui, os visitantes, ao comprarem seu ingresso, poderão também fazer contribuições para a campanha “Real do Bem” em caixas de donativos fixadas ao lado de cada uma das três bilheterias. A intenção da Diretriz é estender a parceria com o hospital em todas as feiras de negócios promovidas pela empresa no Paraná, ao longo de 2013.

Condor patrocina livro sobre parques e bosques O Condor Super Center é um dos patrocinadores do livro Parques e Bosques Urbanos de Curitiba, que será lançado neste sábado, dia 27 de abril, às 11h, no Passeio Público, em Curitiba. A obra retrata os 33 parques e bosques da cidade, que se tornou modelo de planejamento por suas soluções urbanas inovadoras. O lançamento faz parte da “Vinada Cultural”, que vai reunir os 10 cachorros-quentes mais famosos da cidade e que serão vendidos a R$ 6,00 durante o evento. Deste valor, R$ 1,00 será revertido para a Associação Amigos do Hospital de Clínicas. De autoria da paisagista e arquiteta Maria Cecília Otranto Robert Giuliano, o livro é ilustrado com fotos de Renato Soares e mostra a dedicação da capital paranaense em proteger as suas áreas naturais e florestas nativas, com soluções inteligentes de projetos arquitetônicos voltados para o bem estar da população. O livro exemplifica esta preocupação contando sobre o cuidado da cidade com as nascentes e margens dos principais rios e dos habitats de diferentes espécies da fauna e flora, dando à população refúgios de entretenimento e lazer em meio à natureza. A obra é da Editare Editora / Empresa das Artes, possui 254 páginas e foi escrita em português e inglês.


Nacional Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A11

Conselho discute direitos da infância e da juventude na Copa

Novas Regras

CNJ regulamenta recepção e protesto de cheques para evitar fraudes

Agentes públicos responsáveis pela defesa dos direitos da infância e da juventude por diversos órgãos discutem, hoje, em Brasília/DF, estratégias de atuação durante a Copa das Confederações 2013 e a Copa do Mundo 2014. O juiz Marivaldo Dantas representará o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no evento, que começa às 9h30 no Centro de Convenções Israel Pinheiro. Dantas é juiz auxiliar da Presidência do CNJ e membro do Fórum Nacional de Coordenação de Ações do Poder Judiciário para a Copa das Confederações 2013 e a Copa do Mundo 2014. Representantes dos conselhos municipais e estaduais de direitos da criança e do adolescente e de organizações da sociedade civil também foram convidados para o Encontro

Provimento disciplina a recepção e o protesto de cheques, estabelecendo condições para o protesto de cheques antigos

Fica proibido o protesto de cheques devolvidos por motivo de furto, roubo ou extravio de folhas ou talonários, além de determinados tipos de fraude

A Corregedoria Nacional de Justiça publicouo Provimento n. 30, para coibir fraudes na apresentação de cheques antigos para protesto. Notícias veiculadas recentemente pela imprensa relatam que, em estados onde os emolumentos são pagos depois do protesto de títulos, consumidores têm sido lesados por pessoas que adquirem cheques devolvidos pelos bancos e os protestam sem indicar os corretos endereços dos emitentes. Segundo as notícias veiculadas, as empresas adquirem, com deságio,

condições para o protesto de cheques antigos. O provimento reforça que os cheques só poderão ser protestados no lugar do pagamento ou no domicílio do emitente e deverão conter prova da apresentação ao banco e o motivo da recusa de pagamento. Fica proibido o protesto de cheques devolvidos por motivo de furto, roubo ou extravio de folhas ou talonários, além de determinados tipos de fraude. Nesses casos, se o cheque já tiver sido protestado, o emitente poderá solicitar o cancelamento do protesto diretamente ao tabelião,

cheques antigos de valores irrisórios que foram devolvidos pelos bancos e fazem o protesto nos cartórios sem precisar pagar os emolumentos. Além disso, há relatos de casos em que são protestados cheques furtados, roubados, extraviados e fraudados. O nome do emitente é então lançado nos cadastros de inadimplência e a pessoa se vê obrigada a pagar valores acima do valor de face do cheque para cancelar o protesto e limpar o próprio nome. O Provimento editado pela Corregedoria disciplina a recepção e o protesto de cheques, estabelecendo

sem ônus, apresentando prova do motivo da devolução do cheque pelo banco. A norma estabelece ainda que, se o cheque for apresentado para protesto mais de um ano após sua emissão, será obrigatória a comprovação do endereço do emitente. Nessa hipótese, o responsável pela apresentação do cheque deverá preencher um formulário em que informe as características do título e os dados do devedor, além de informações próprias, como número da identidade, endereço e telefone.

METALÚRGICA SCHWARZ S.A. CIRCULANTE Caixa e Bancos Clientes Adiantamentos a Fornecedores Impostos e Contribuições a Compensar Estoques Despesas do Exercício Seguinte

NÃO CIRCULANTE Aplicações Financeiras Outros Ativos Créditos Fiscais Imobilizado Intangível Diferido

TOTAL DO ATIVO

2012

2011

247.696 6.156.570 6.974.243 888.172 6.384.355 600.435 21.251.471

5.384.496 8.918.937 2.187.095 1.427.383 3.350.344 729.067 21.997.322

192.379 118.892 39.813.711 11.219.357 1.873.020 53.217.359

203.220 142.259 125.247 36.135.135 14.136.768 2.700.905 53.443.534

74.468.830

75.440.856

2012

2011

9.532.193 22.314.264 5.832.048 2.444.886 5.547.734 27.611 45.698.736

6.426.501 31.010.087 759.017 2.970.624 4.022.813 8.739 45.197.781

14.656.605 5.177.890 19.834.495

16.318.123 3.272.792 19.590.915

7.015.000 273.108 1.647.491 8.935.599

7.015.000 273.108 3.364.052 10.652.160

74.468.830

75.440.856

PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Adiantamento de Clientes Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Tributárias Outras Obrigações NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Tributos Federais - Parcelamento PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reserva de Lucros Lucros Acumulados TOTAL DO PASSIVO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - INDIRETO Em unidades de Reais

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Em unidades de Reais 2012

2011

67.962.398

73.399.580

(13.425.338)

(13.630.527)

54.537.060

59.769.053

(47.898.152)

(51.639.236)

6.638.908

8.129.817

(4.010.598) (5.309.082) (65.670) 1.108.149 (8.277.201)

(8.008.193) (3.457.466) (505.742) 4.637.762 (7.333.639)

RESULTADO OPERACIONAL (LUCRO/PREJUÍZO)

(1.638.293)

796.178

LUCRO ANTES DO IRPJ E CSLL

(1.638.293)

796.178

-

(61.501) (142.736)

(1.638.293)

591.941

RECEITA OPERACIONAL BRUTA DEDUÇÃO DA RECEITA BRUTA RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS LUCRO BRUTO DESPESAS (RECEITAS) OPERACIONAIS Despesas Gerais e Administrativas Despesas (Receitas) Financeiras Líquidas Despesas Tributárias Outras Receitas

(-) Provisão CSLL (-) Provisão IRPJ RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

Lucro Líquido do Exercício Ajustes para Conciliar o Lucro às Disponibilidades: Rendimentos de Aplicações Financeiras de Longo Prazo Resultado na Alienação de Bens Juros sobre Financiamentos Depreciação e Amortização Lucro Líquido Ajustado Variações nos Ativos e Passivos Clientes a Receber Adiantamentos a Receber Impostos e Contribuições a Compensar Estoques Outros Ativos Despesas do Exercício Seguinte Fornecedores a Pagar Obrigações Sociais e Trabalhistas a Pagar Obrigações Tributárias a Pagar Adiantamento de Clientes Outras Obrigações a Pagar Parcelamento Tributário Disponibilidades Geradas nas Atividades Operacionais Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Compra de Ativo Imobilizado Recebimento pela Venda de Ativo Imobilizado Constituição do Ativo Intangível Resgate de Aplicação Financeira de Longo Prazo Constituição de Aplicações Financeiras de Longo Prazo Disponibilidades Geradas nas Atividades de Investimentos Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Tomados Pagamento de Empréstimos e Financiamentos Pagamento de Dividendos Disponibilidades Geradas nas Atividades de Financiamentos Disponibilidades Totais Líquidas das Atividades Demonstração da Variação nas Disponibilidades Saldo Inicial das Disponibilidades Saldo Final das Disponibilidades Aumento / Redução nas Disponibilidades

2012 (1.638.293)

2011 591.941

(125.308) 2.964.830 1.875.313 3.076.542

(9.316) (625.168) 1.251.336 2.700.968 3.909.761

2.762.367 (4.787.148) 545.566 (3.034.011) (50.120) 128.632 3.105.692 (525.738) 1.524.921 5.073.031 18.872 1.905.098 9.743.704

(1.005.121) (961.642) 51.068 2.016.019 (99.632) 259.518 141.910 1.735.758 1.381.554 (405.603) (554.249) 409.356 6.878.697

(7.780.601) 145.553 2.917.411 203.220 (4.514.417)

(11.166.834) 805.168 (3.965.327) 26.584 (64.662) (14.365.071)

17.706.199 (28.062.285) (10.000) (10.366.087) (5.136.800)

51.024.740 (38.836.218) 12.188.522 4.702.148

5.384.496 247.696 (5.136.800)

682.348 5.384.496 4.702.148

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em unidades de Reais

SALDO EM 31/12/2010

CAPITAL SOCIAL

RESERVA LEGAL

LUCROS ACUMULADOS

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

7.015.000

243.511

2.801.708

10.060.219

-

29.597

591.941 (29.597)

591.941 -

7.015.000

273.108

3.364.052

10.652.160

-

-

7.015.000

273.108

(1.638.293) (68.268) (10.000) 1.647.491

(1.638.293) (68.268) (10.000) 8.935.599

Lucro do Exercício Reserva Legal SALDO EM 31/12/2011 Lucro do Exercício Ajuste de Exercícios Anteriores Dividendos Distribuídos SALDO EM 31/12/2012

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Demonstrações Contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do Auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas Demonstrações Contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o Auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das Demonstrações Contábeis da Metalúrgica para planejar Examinamos as Demonstrações Contábeis da METALÚRGICA SCHWARZ os procedimentos de Auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos. Uma as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido Auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. avaliação da apresentação das Demonstrações Contábeis tomadas em conjunto. Aos Administradores e Acionistas da Metalúrgica Schwarz S.A. Quatro Barras - PR.

Responsabilidade da administração sobre as Demonstrações Contábeis

Acreditamos que, a evidência de Auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. A administração da Metalúrgica é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas Demonstrações Contábeis de acordo com as práticas Opinião contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de Demonstrações Contábeis livres de Em nossa opinião, as Demonstrações Contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. da METALÚRGICA SCHWARZ S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho Responsabilidade dos Auditores Independentes de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas Demonstrações Contábeis com base em nossa Auditoria, conduzida de acordo com as Normas Curitiba (PR), 22 de abril de 2013. Brasileiras e Internacionais de Auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos Auditores e que a Auditoria seja planejada e PSW BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as Demonstrações CRC-PR nº. 5.196/O-2 Contábeis estão livres de distorção relevante. CVM nº. 9458 Uma Auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas

GEOVANI GOMES ZAGOTO Contador CRC-PR-035.215/O-3

Postos de saúde em todo o país vão permanecer aplicando a dose contra a gripe pelas próximas duas semanas. A Campanha Nacional de Vacinação, que seria encerrada nesta sexta-feira, foi prorrogada e segue até o dia 10 de maio. Devem se vacinar idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a 2 anos, indígenas, gestantes, mulheres em puerpério, pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e doentes crônicos. Dados do Ministério da Saúde

(Em unidades de Reais)

BALANÇO PATRIMONIAL - Em unidades de Reais ATIVO

Governo prorroga campanha de vacinação contra a gripe por mais duas semanas

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011

CNPJ Nº 72.242.621/0001-92

EDER ALEXANDRE SOUZA Contador CRC-PR-056.265/0-7

NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia é uma Sociedade Anônima de capital fechado, atuando nas atividades de fabricação de produtos metalúrgicos, peças metálicas, forjados em bruto e usinados e afins. NOTA 02 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As Demonstrações Contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo as disposições da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, as normas e procedimentos emanados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC, bem como as do Instituto dos Auditores Independentes - IBRACON. 2.1. Demonstração do Resultado Abrangente - DRA A Demonstração do Resultado Abrangente, exigida pela NBC TG 1000 não está sendo apresentada no conjunto das Demonstrações Contábeis em virtude de não haver resultados abrangentes no exercício findo em 2012 e 2011. NOTA 03 - PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As Demonstrações Contábeis estão estruturadas de acordo com as normas contábeis de uso corrente e em conformidade com as disposições vigentes na legislação societária, onde aplicável, apresentando-se de forma comparada com as do exercício anterior, inclusive de acordo com a Lei nº 11.638/07. As Demonstrações Contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 apresentadas de forma conjunta com as Demonstrações Contábeis de 2011 foram elaboradas de acordo com as Práticas Contábeis adotadas no Brasil até 31 de dezembro de 2012, levando em conta as seguintes e principais diretrizes: a) Apuração do Resultado As Receitas, Despesas e Custos foram apurados pelo regime de competência, conforme legislação em vigor. b) Segregação de Prazos Os Ativos Realizáveis e os Passivos Exigíveis, com prazo de até 360 dias são demonstrados no Circulante. c) Estoques Os estoques de produtos acabados foram avaliados pelo método de custeio por absorção, trabalhando com processo de produção contínuo, sendo os demais produtos em estoques avaliados pelo custo médio de aquisição. d) Imobilizado Encontra-se registrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido a depreciação acumulada, corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995 e acrescido das reavaliações realizadas nos anos de 1999 e 2003, nos grupos de imóveis, veículos, máquinas e equipamentos. A Depreciação é calculada pelo método linear, observando as taxas que levam em conta o tempo de vida útil dos bens. Para os itens não reavaliados, as taxas admitidas pela Legislação Fiscal foram mantidas. A Empresa optou por não efetuar ajustes correspondentes ao valor justo dos bens no exercício de 2012, bem como nos saldos apresentados em comparativo, em função de estimar irrelevantes os efeitos dos referidos ajustes. A estimativa mencionada foi obtida através da análise e estudos, levando em consideração de seu julgamento as características e utilidades dos bens, tempo de uso, atividade operacional e dispositivos técnicos contidos na Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento - IT 10, aprovada pela Resolução CFC nº. 1.263/09 e no Pronunciamento Técnico - CPC 27, aprovado pela Resolução do CFC nº. 1.177/09. Quanto às taxas de depreciação, a Empresa efetuou o teste de recuperabilidade de suas máquinas e equipamentos, obtendo evidências de sua recuperabilidade, adotando critérios que acarretaram na redução da referida depreciação, comparada com as do exercício anterior. Para os demais grupos do Ativo Imobilizado, a Empresa está estudando novos critérios de vida útil e econômica de seus bens, considerando suas atividades e dispositivos técnicos mencionados na Resolução CFC nº. 1.177/09. e) Intangível - Desenvolvimento de Projetos Os gastos com desenvolvimento de projetos compreendem o custo com estudos, formulação de projetos, de procedimentos, entre outros custos, que contribuem para o desenvolvimento do referido projeto. Os referidos gastos atendem todas as condições técnicas enumeradas no Item 57 da Resolução do CFC nº. 1.303/10. A amortização do Ativo Intangível é efetuada somente quando do correspondente ativo em uso. O prazo de amortização e valor amortizado é ou será obtido de acordo com cada projeto, levando em consideração as condições e orientações contidas nos Itens 97 a 99 da Resolução mencionada. f) Operações Ativas e Passivas As Operações Ativas e Passivas são registradas pelo valor do principal, acrescidas dos respectivos encargos incorridos, inclusive, a variação monetária, quando aplicável, sendo observado o critério 'pro rata temporis'. g) Empréstimos e Financiamentos São atualizados pelos encargos contratuais incorridos até a data do Balanço e contabilizados como despesas financeiras. h) Seguros Os bens móveis e imóveis dessa Empresa estão cobertos por seguros, cuja importância segurada está dentro dos limites técnicos julgados suficientes para a cobertura de eventuais sinistros. NOTA 04 - COMPOSIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONTAS a) Estoques O saldo da conta está composto dos seguintes valores: Descrição 31/12/2012 31/12/2011 Produtos Acabados 2.005.924 1.241.173 Produtos em Elaboração 3.038.098 760.544 Matérias-Primas 1.117.842 1.194.095 Ferramentas e EPI's 92.004 126.182 Embalagens 130.487 28.350 Total 6.384.355 3.350.344 b) Ativo Imobilizado O Ativo Imobilizado está composto dos seguintes valores: Bens Valor de Depreciação Saldo em Saldo em Custo Acumulada 2012 2011 Edifícios e Construções 18.526.060 -976.695 17.549.365 16.987.639 Maquinas e Equipamentos 36.390.474 -17.132.368 19.258.106 16.286.998 Moveis e Utensílios 155.331 -96.988 58.343 67.343 Equipamentos de Informática 320.820 -297.807 23.013 26.063 Instalações 7.449.421 -4.823.621 2.625.800 2.524.657 Veículos 362.313 -208.309 154.004 77.432 Máq. e Equip. por Arrendamento Mercantil 200.003 -54.923 145.080 165.003 Total 63.404.422 -23.590.711 39.813.711 36.135.135 c) Intangível O Ativo Intangível está composto dos seguintes saldos: Intangível 31/12/2012 31/12/2011 Software 642.999 641.425 Royalty 899.230 632.123 Desenvolvimento de Projetos 9.677.128 12.863.220 Total 11.219.357 14.136.768 d) Diferido Composto pelos empenhos realizados até dezembro de 2009, antes da vigência da Medida Provisória 449/08, para realização de estudos e pesquisas de desenvolvimento dos produtos. Como permitido no Artigo 37 da Medida Provisória e Artigo 299-A da Lei 6.404/76, os valores serão mantidos nessa epígrafe até sua completa amortização. e) Empréstimos e Financiamentos Os empréstimos e financiamentos, registrados no Passivo Circulante e no Exigível a Longo Prazo foram atualizados por taxas estipuladas nos respectivos contratos. f) Ajuste de Exercícios Anteriores O ajuste realizado tem origem à diferenciação de preços das notas fiscais de venda do exercício de 2011, que não foram integralizadas na contabilidade dentro do próprio exercício, sendo assim, a sua integralização ocorreu dentro do exercício de 2012. NOTA 05 - CAPITAL SOCIAL O Capital Social está representado por 7.015.000 (sete milhões e quinze mil) ações ordinárias nominativas em 2012 e 2011, sem valor nominal, pertencente, inteiramente, aos acionistas domiciliados no País. Quatro Barras (PR), 31 de dezembro de 2012. Edsel Rolf Schwarz Suzana Maria Marafon Schwarz Patrícia Schwarz Omodei Priscila Schwarz Azevedo Luciano Salamaia Pinheiro

Nacional da Agenda de Convergência para Proteção Integral dos Direitos da Criança e do Adolescente – Copa das Confederações e Copa do Mundo. A proposta é mobilizar a rede de proteção aos direitos desse segmento da população nas cidades que sediarão a Copa das Confederações: Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/ MG, Salvador/BA, Fortaleza/CE, Recife/PE e Brasília/DF. O encontro é promovido pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPDCA/SDH/PR), com o apoio do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, do Ministério da Justiça (SESGE/MJ).

DIRETOR-PRESIDENTE DIRETORA VICE-PRESIDENTE DIRETORA DIRETORA CONTADOR - CRC-PR- 52.630 - PR

registrados até as 18h de quarta-feira, indicam que 14,9 milhões de pessoas, 47,6% dos 31,3 milhões que fazem parte dos grupos prioritários, foram imunizadas. A meta do governo é vacinar 80%. A Região Sul conseguiu a maior adesão. Excluindo as doses aplicadas em doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade, foram vacinadas quase 3 milhões de pessoas, uma cobertura de 60,46%. A Região Centro-Oeste conseguiu vacinar 876.967 pessoas – 40,01% do público-alvo.

Em quatro dias governo cadastra 1.315 imigrantes ilegais no Acre Em quatro dias da implementação de ações emergenciais, por uma força-tarefa de profissionais do governo federal, aos haitianos e demais imigrantes ilegais que estão abrigados em Brasileia, no Acre, foram cadastradas 1.315 pessoas. Todos receberam atendimento médico, inclusive vacinação, e aguardam o andamento do processo de legalização para que possam trabalhar no país. Os dados foram colhidos pelo senador Jorge Viana (PT-AC) com o governo acriano e são informações oficiais de representantes da forçatarefa. Pelos números, do total de imigrantes cadastrado, 1.193 receberam protocolos de refúgio. Oitocentos e setenta e seis imigrantes já tem CPF e 1.048 estão aptos para trabalhar no Brasil. Pelas informações colhidas, a média de novos imigrantes que chegam ao Acre é de 30 pessoas por dia, a grande maioria haitianos. Também estão no abrigo de Brasileia cidadãos de Bangladesh, da Nigéria, do Senegal e da República Dominicana. Os técnicos dos diversos órgão do Executivo informam que a força-tarefa já atingiu sua meta de regularização. Segundo os dados colhidos, a maioria dos imigrantes é homem, em uma proporção de nove para cada mulher que está na cidade. A faixa etária dos imigrantes varia entre 25 e 35 anos. A maior parte dos homens são casados, com família ainda no Haiti. Os solteiros têm filhos, irmãos, tios ou outros familiares no país de origem. O perfil traçado dos haitianos refugiados revela que “a esmagadora maioria” tem ensino fundamental incompleto, alguns são analfabetos, e poucos têm segundo grau incompleto ou concluído. Somente “três ou quatro” haitianos com formação de ensino superior foram cadastrados pela força-tarefa. Os profissionais de saúde enviados pelo governo, em parceria com os do governo acriano, aplicaram 2.225 doses de vacinas contra febre amarela, hepatite, tétano e difteria em 919 imigrantes. As informações oficiais dão conta de que duas pessoas foram internadas no centro de saúde local com diagnóstico de pneumonia e outras cinco estão em observação com suspeita da doença. A Defesa Civil, por sua vez, finalizou as ações emergenciais de assistência e socorro aos imigrantes de todas as nacionalidades.


Especial

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Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | A12 | Indústria&Comércio

Nem te Conto Mistérios

Adélia Maria Lopes

a

margem arte&atitude

moda&cia

adeliamarialopes@yahoo.com.br

YES faz show retrô, oh,Yes

A O ParkShopping Barigui oferece um ótimo programa grátis: a mostra Tesouros,Mitos e Mistérios das Américas, formada por réplicas perfeitas de monumentos legados pelos maias, astecas e outros povos pré-colombianios. As peças foram feitas durante dois anos na Argentina e seguem as mesmas dimensões das originais, exceto a pirâmide Chichén Itzá. Ali estão a Pedra do Sol, contemplativos moais da Ilha de Páscoa, a pouca conhecida cultura San Agustín, a ourivesaria muísca entre outros achados que só aumentam a curiosidade sobres esses nossos antepassados - seriam eles astronautas? Para o paleontólogo colombiano Raúl Aldana, que acompanhou a instalação das peças, a questão é cabível. Tire suas próprias conclusões até 19 de maio, período da exposição em Curitiba.

Espetáculo infantil

turnê Spring Tour 2013 do Yes vai passar por cinco cidades, entre elas Curitiba. Vai ser no Guairão em 21 de maio e os ingressos estão à venda. O show, com três horas de duração, reproduz na íntegra três dos principais discos lançados pelo quinteto britânico dedicado ao rock progressivo - The Yes Album (1971), Close To The Edge (72) e Going For The One (77). Brasília abre a turnê no dia 19 e depois de Curitiba segue para São Paulo (23 e 24), Rio de Janeiro (25) e Porto Alegre (26). Há três anos sem vir à América do Sul, o grupo agenda ainda Chile, Venezuela e Argentina. A banda, formada em 1968, atualmente reúne o vocalista Jon Davison, o baixista Chris Squire, o guitarrista Steve Howe, o baterista Alan White e o tecladista Geoff Downes. Jon e Chris são da formação original. Yes veio pela primeira vez ao Brasil no Rock in Rio 1, em 1985, quatro anos depois de retornar aos palcos após o fim do quinteto. De

2004 a 2008, o Yes fez novo período sabático. Com um som que volta às origens, ou seja rock com jazz e música clássica, já que nos anos 80 andou meio pop, a banda deve deixar primaveril o outono brasileiro.

Agende-se: dia 21 próximo, às 21h15, no Guairão. Ingressos de 380 a 125 reais, à venda na bilheteria e pelo site do teatro. Classificação livre. Fone (41) 33047982. Realização Prime.

Jazz para adotar uma estrela

Stephanie, Ziggy, Trixie, Stingy, Pixel e o super herói Sportacus vão ao palco com o musical Lazy Town - A Aventura dos Piratas, versão teatral do seriado infantil da tevê. E as crianças poderão curtir essa turma no Teatro Positivo, num\ realização da Prime. Sessões às 17h30 deste sábado 27 e às 16h30, no domingo. Ingressos de 99 a 42 reais. Até 12 anos de idade paga meia-entrada. E na compra de duas inteiras, leva mais dois bilhetes. Haverá sessão extra no domingo às 14h.

Elementos

A artista plástica Távia Jucksch expõe no Solar do Rosário/Largo da Ordem, com vernissage neste domingo 28, às 11h. São aquarelas,batizadas por Elementos, que revelam um universo imaginário, povoado por seres fantasiosos.”Uma mistura de homem natureza, homem animal”,traduz sua professora , a aquarelista Ana Müller. Visitação até 19 de maio

O projeto Jazz Central 2023 vai ao palco neste fim de semana, com a Mostra Internacional e bailarinos de escolas de dança do Sul do país. Parte dos ingressos reverterá para a compra de figurinos e sapatilhas para a ação social Adote Uma Estrela. Participam do evento o coreógrafo Brian Thomas e a coreógrafa e cantora Francesca Maria, ambos de Nova York. Neste domingo 28, Francesca Maria irá cantar acompanhada pelos participantes do Workshop Coreográfico e 35 futuras estrelas. Através da Universal Records (EUA),será gravado em Curitiba

um videoclipe da música Dale Dale, de Francesca Maria,que será lançado em 185 países. Com direção e coreografia de Brian Thomas, participam bailarinos paranaenses, crianças e adolescentes dos grupos Q Se Dance e HeartDance, da Rua da Cidadania/Fazendinha. E já brilharam no evento alunos das escolas Backstage, Acto Dança e Eliane Fetzer Centro de Dança. Confira: nesta sexta-feira 26, sábado e domingo, às 19h no Teatro Fernanda Montenegro/Shopping Novo Batel. Ingressos a 25 e 15 reais.

Em tempo de micareta Curitiba recebe, pela primeira vez, uma das maiores micaretas da Bahia, o Carnafacul. Será neste sábado 27, no Expotrade, com Mc Naldo, Turma do Pagode, Diana Dimas, Jammil e Uma Noites e Henrique & Diego. A previsão é de dez horas de folia, com direito a abadás e aos trios elétricos Demolidor 2 e Demolidor 3, onde as atrações vão se revezar. Os portões abrem às 13h e os shows têm início às 15h. Para a troca do abadá é obrigatório apresentar o ingresso e documento nesta sexta dia 26, das 12 às 20h , na WS Brazil (Carlos de Carvalho, 1330) ou no dia do evento, diretamente no Expotrade, das 12 às 18h. Os preços variam de 60 a 325 reais.

Rolando Boldrin

O Sesi Música agenda o carismático cantador Rolando Boldrin em Curitiba neste domingo 28. Com sua viola e causos sertanejos, ele estará às 19h no Teatro Sesi (Av. das Torres. Fone 3315-0808). Ingressos a 30 e 15 reais. Estacionamento gratuito

Coro camerístico

A Capela Santa Maria agenda o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, nesta sexta-feira (20h) e domingo (18h30). O programa é o mesmo que levará à Alemanha em junho, quando representará o Brasil na Bienal de Coros, em Aachen. A maestrina é a cubana Maria Antonia Jimenez, que assume a direção artística nesta temporada. O concerto A Cantiga Brasileira, com declamação de Claudia Römmelt e dramaturgia de José Brazil, reúne obras de Villa-Lobos a Ronaldo Miranda.

Duo Palheta

O recital de lançamento do primeiro CD do Duo Palheta, formado pelo clarinetista Jairto Wilkens e a pianista Clenice Ortigara, músicos residentes em Curitiba, acontece neste domingo 28, às 11h, no pequeno auditório do Teatro Positivo. Segundo o produtor Alvaro Collaço,”trata-se de um Cd ousado, por ter obras de brasileiros contemporâneos, raramente ouvidos em um mesmo disco: Osvaldo Lacerda, Marlos Nobre, Lindembergue Cardoso, Liduino Pitombeira e Harry Crowl. (Ingressos a 10 e 5 reais).

Oasis de amor, por Maria Bethânia O Guairão estará superlotado nesta sexta dia 27 para ver Maria Bethânia no show Carta de Amor, dirigido pela mineira Bia Lessa. Os 2.300 ingressos se esgotaram há um mês. O repertório vem do CD Oásis de Bethânia e de clássicos pinçados de seus 47 anos de vida musical. “O título do show não se refere apenas à faixa do disco Carta de Amor, mas a todo tipo

de amor que canto no show: o amor maduro, o amor inconstante, o amor traído, o amor eterno, o passageiro, o triste, o alegre...”, diz a baiana, que sobe ao palco com Gabriel Improta (violão), Paulo Dafilin (violão), Jorge Helder (baixo), Pantico Rocha (bateria), Marcelo Costa (percussão), Marcio Mallard (cello) e Wagner Tiso (maestro e piano).

Homem de Ferro, pura diversão 3 Chega de meteoritos despencando na vizinhança, conta alta de água e luz, chega de bombas em maratona, de declaração de imposto de renda e fila no TRE! Todos ao cinema para fugir dessa cruel realidade. E americano é bom nisso,como demostra a terceira sequência de Homem de Ferro, o super-herói Tony Stark da Marvel vivido no cinema por Downey Jr. Afinal, Homem de Ferro 3 reúne aparato tecnológico, uma boa história om diálogos irônicos e Ben

Kingsley roubando a cena na pele do vilão, o terrorista Mandarim. Ver o filme em telas especiais melhora ainda mais o sentimento de fuga, como é o caso da telazona do Imax no Palladium.

Giulio Cesare, ao vivo de Nova York A temporada 2013 do Metropolitan Opera House encerra com Giulio Cesare, de Handel, com transmissão ao vivo de Nova York e em alta definição.Neste sábado às 13h, no cine UCI do Palladium e Estação. David Daniels, aclamado contratenor, é Júlio César e Natalie Dessay vive a irresistível Cleópatra. A ópera é dirigida por David McVicar e pelo maestro especialista do estilo barroco Harry Bicket. (Ingressos a 60 e 30 reais).

Enredo: Tony Stark está insone, quando consegue dormir, tem pesadelos. E teme pela vida da namorada Pepper (Gwyneth Paltrow), pois inimigos não lhe faltam desde que assumiu aquele figurino de ferro. Para resolver tudo isso, o milionário precisa desnudar-se e enfrentar os vacilos que se escondem atrás da máscara de super-herói. Para esses enfrentamentos, com humor peculiar, Downey Jr é ótimo. Ah, não saia do cinema antes dever os créditos finais do filme.


Publicidade Legal Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | B1

UNIODONTO DE CURITIBA - COOPERATIVA ODONTOLOGICA

DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS ENCERRADO EM 31/12/2012

CNPJ/MF: 78.738.101/0001-51

Contraprestações Líquidas

BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2012 ATIVO ATIVO CIRCULANTE Disponível REALIZÁVEL Aplicações Financeiras Créditos de Operações c/ Planos Assist. Saúde Provisão para Perdas sobre Créditos Estoques Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas ATIVO NÃO CIRCULANTE Investimentos Imobilizado Intangível TOTAL DO ATIVO

Eventos Indenizáveis Líquidos

2012 2011 PASSIVO 19.303.050,19 15.778.397,92 PASSIVO CIRCULANTE 176.420,37 126.235,37 Provisões Técnicas 19.126.629,82 15.652.162,55 Eventos a Liquidar 10.068.991,64 10.758.470,29 Obrigações Sociais e Tributárias 10.217.929,77 6.497.450,82 Débitos Diversos (3.831.918,05) (3.398.241,13) PASSIVO NÃO CIRCULANTE 639.094,75 485.544,85 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 1.984.689,66 1.240.896,34 Obrigações Tributárias 47.842,05 68.041,38 Provisão para Contingências 5.389.387,61 4.959.160,46 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 6.609,44 6.616,31 Capital Social 5.180.576,91 4.729.632,75 Reservas 202.201,26 222.911,40 Sobras à Disposição da Assembléia Geral Ordinária 24.692.437,80 20.737.558,38 TOTAL PASSIVO AS NOTAS EXPLICATIVAS DA DIRETORIA, FAZEM PARTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

2012 9.344.836,00 3.450.453,13 1.735.123,12 2.206.237,74 1.953.022,01 5.393.431,28 5.393.431,28 107.525,91 5.285.905,37 9.954.170,52 4.027.592,23 4.616.447,69 1.310.130,60 24.692.437,80

2011 8.932.947,96 3.450.453,13 1.546.288,34 2.579.354,44 1.356.852,05 3.635.767,86 3.635.767,86 154.834,02 3.480.933,84 8.168.842,56 3.071.916,09 3.659.353,97 1.437.572,50 20.737.558,38

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Pagamentos de Aquisição de Ativo Imobilizado - Hospitalar Pagamentos de Aquisição de Ativo Imobilizado - Outros ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimento Empréstimos/Financiamentos Recebimentos de Juros de Aplicações Financeiras Pagamentos de Juros e Encargos sobre Empréstimos/Financiamentos/Leasing Pagamentos de Amortização de Empréstimos/Financiamentos/Leasing

Total:

R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$

2012 48.405.150,82 2.720.939,74 (2.744.140,98) (7.099.507,69) (7.181.788,85) (536.206,36) (3.094.012,38) (7.951.938,28) (21.615,17) (202.603,39) (953.927,01) (18.987.687,34) 2.352.663,11

R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$

2011 41.305.310,79 2.139.783,20 (2.393.426,59) (3.574.966,71) (5.914.854,83) (248.658,00) (1.967.523,14) (6.591.125,74) (15.879,60) (149.030,24) (858.984,73) (21.760.387,58) (29.743,17)

Total:

R$ R$ R$

2012 (18.644,89) (755.386,54) (774.031,43)

R$ R$ R$

2011 (613.361,78) (613.361,78)

Total:

R$ R$ R$ R$ R$

2012 501.920,00 862.186,74 (712.277,56) (2.180.275,86) (1.528.446,68)

R$ R$ R$ R$ R$

2011 7.232.677,17 1.552.879,27 (8.166.960,81) 618.595,63

126.235,37 50.185,00 176.420,37

R$ R$ R$

150.744,69 (24.509,32) 126.235,37

( = ) Variação Líquida do Caixa R$ ( + ) Equivalentes de Caixa Iniciais R$ ( = ) Equivalentes de Caixa Finais R$ AS NOTAS EXPLICATIVAS DA DIRETORIA, FAZEM PARTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

2011 38.199.528,85

(20.330.796,40)

(20.130.317,33)

RESULTADO OPERACIONAL BÁSICO

24.636.081,14

18.069.211,52

Despesas de Comercialização

(7.099.507,69)

(3.628.360,25)

Outros Ingressos/Receitas Operacionais Outros Dispêndios/Despesas Operacionais RESULTADO OPERACIONAL Despesas Administrativas

2.971.470,91

4.448.419,94

(2.743.631,96)

(5.320.188,05)

17.764.412,40

13.569.083,16

(16.652.091,60)

(11.882.161,00)

688.959,78

287.373,41

Resultado Financeiro Líquido RESULTADO ANTES IMPOSTOS E PARTICIPAÇÕES

1.801.280,58

1.974.295,57

Imposto de Renda

(4.244,63)

(5.450,08)

Contribuição Social

(2.336,49)

(3.083,30)

Destinações Legais e Estatutárias

(484.568,86)

(530.755,79)

SOBRAS LÍQUIDAS DO EXERCÍCIO

1.310.130,60

1.435.006,40

AS NOTAS EXPLICATIVAS DA DIRETORIA, FAZEM PARTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - ENCERRADO EM 31/12/2012

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - 2012 ATIVIDADES OPERACIONAIS Recebimentos de Plano Saúde Outros Recebimentos Operacionais Pagamentos a Fornecedores/Prestadores de Serviço de Saúde Pagamentos de Comissões Pagamentos de Pessoal Pagamentos de Pró-Labore Pagamentos de Serviços Terceiros Pagamentos de Tributos Pagamentos de Contingências (Cíveis/Trabalhistas/Tributárias) Pagamentos de Aluguel Pagamentos de Promoção/Publicidade Outros Pagamentos Operacionais

2012 44.966.877,54

Ingressos/Receitas Insumos adquiridos de terceiros VALOR ADICIONADO BRUTO Retenções VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA COMPANHIA Valor adicionado recebido em transferência VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Pessoal Renumeração Direta Benefícios FGTS Impostos, taxas e contribuições Renumeração de capitais de Terceiros Sobras e Lucros Retidos no Período Destinações Legais Sobras a Disposição da AGO

2.012 R$ 45.128.093,43 R$ (31.832.127,11) R$ 13.295.966,32 R$ (420.252,58)

2.011 R$ 36.816.139,55 R$ (24.080.698,92) R$ 12.735.440,63 R$ (469.662,52)

R$

12.875.713,74

R$

R$

3.065.141,56

R$

2.991.876,77

R$

15.940.855,30

R$

15.257.654,88

12.265.778,11

R$ (15.940.855,30) R$ (5.276.719,38) R$ (4.039.126,79) R$ (833.302,54) R$ (404.290,05) R$ (7.364.561,58)

R$ (15.257.654,88) R$ (4.221.120,45) R$ (3.239.263,26) R$ (713.795,50) R$ (268.061,69) R$ (8.163.163,05)

R$

(1.504.874,88)

R$

(907.609,19)

R$ R$ R$

(1.794.699,46) (484.568,86) (1.310.130,60)

R$ R$ R$

(1.965.762,19) (530.755,79) (1.435.006,40)

AS NOTAS EXPLICATIVAS DA DIRETORIA, FAZEM PARTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ENCERRADO EM 31/12/2012

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Retificação de erros de exercícios anteriores Aumentos de Capital /Patrimônio Social com lucros e reservas e em espécie Reserva de Reavaliação: Lucro/Superávit /Prejuízo Líquido do Exercício Reserva Legal Reservas Estatutárias Sobras Exercício 2009 Dividendos/Juros Cap. Próprio/Lucros / Sobras a distribuir SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Retificação de erros de exercícios anteriores Aumentos de Capital/Patrimônio Social com lucros e reservas e em espécie Reserva de Reavaliação Lucro/Superávit /Prejuízo Líquido do Exercício Reserva Legal Reservas Estatutárias Sobra Exercício 2010 Dividendos/Juros Cap. Próprio/Lucros / Sobras a distribuir SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

Capital/ Patrimônio Social

Capital Social Ad Referendum

Reserva Legal

FATES

FUNDOS Fundo Desenvolv.

Fundo Aquisição Imóveis

RAC

Reserva Reavaliação

FEECO

1.181.629,52

218.934,95

808.636,83

510.844,73

159.886,67

201.310,22

1.051.621,95

643.687,48

324.884,79

177.000,00

661.664,62

(218.934,95)

1.358.629,52

0,00

196.576,22

1.005.213,05

267.873,73

39.315,24

418.068,21

778.718,46

199.201,91

619.378,43

390.000,00

1.748.629,52

0,00

1.184.683,00

241.433,34

35.893,99

359.393,13

1.020.151,80

235.095,90

978.771,56

0,00 1.458,29

Sobra/Perda

Total

1.254.204,63

6.355.641,76 1.458,29

(46.056,53)

134.326,38

1.713.286,57

565.676,14

179.469,95

Ajustes Exercícios Anteriores

597.630,95

459.211,17

0,00

(1.253.096,81)

(1.458,29) 0,00

1.436.464,69 1.437.572,50

(10.925,35)

2.278.962,71

586.705,60

611.039,83

0,00

1.435.006,40 8.168.842,56 0,00

0,00 (1.437.572,50)

955.676,14 (10.925,35) 1.310.130,60 179.469,95 788.549,12 (1.437.572,50)

1.310.130,60

0,00 9.954.170,52

1.310.130,60 151.828,66

838.664,62 (46.056,53) 0,00 (22.358,73) 859.583,56 (1.253.096,81)

NOTAS EXPLICATIVAS SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A UNIODONTO DE CURITIBA - COOPERATIVA ODONTOLÓGICA é uma sociedade de pessoas, de natureza civil. A entidade é regida pela Lei n°. 5.764 de 16 de dezembro de 1971, que regulamenta o sistema cooperativista do país e como operadora do sistema de saúde, é regida pela Lei n°. 9.656 de 03 de junho de 1998, Lei n°. 9.961 de 28 de janeiro de 2000 e Instruções Normativas regulamentadoras da ANS. A principal atividade da sociedade é o tratamento odontológico. NOTA 02 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as normas contábeis de uso comum no país, e em conformidade com a legislação comercial e fiscal vigente e legislações que regem o sistema cooperativo odontológico. a) Balanço Patrimonial Apresentado e elaborado de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e Normas Brasileiras de Contabilidade, aplicáveis às sociedades cooperativas. Os ativos e passivos vencíveis até 31/12/2012 foram classificados como circulante e os vencíveis após esta data, como não circulante. b) Demonstração de Sobras ou Perdas Estruturada em conformidade com as disposições contidas na Lei 5.764/71 e Normas Brasileiras de Contabilidade aplicáveis as Sociedades Cooperativas, que determinam a apuração por produtos, serviços e atividades, segregando o ato cooperativo e não cooperativo. c) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Estruturada em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicáveis as Sociedades Cooperativas. NOTA 03 - PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Regime de Competência Foi adotado o regime de competência para o registro das mutações patrimoniais ocorridas no exercício. A aplicação desse regime implica no reconhecimento das receitas, custos e despesas quando ganhas ou incorridas, independentemente de seu efetivo recebimento ou pagamento, sendo diferidas aquelas que pertencem ao próximo exercício. b) Aplicações Financeiras As aplicações financeiras são contabilizadas pelos valores originais de aplicação, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, ajustados pelo valor de mercado, com os ganhos e perdas não realizados reconhecidos no resultado do período. c) Créditos de Operações c/Planos de Assistência à Saúde São registrados e mantidos no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos. d) Provisão Perdas Sobre Créditos Nos planos individuais com preço pré-estabelecido foi constituída provisão para perdas para os contratos vencidos há mais de 60 (sessenta) dias. Para os demais contratos e créditos de operadoras foi constituída provisão para perdas referentes aos contratos vencidos há mais de 90 (noventa) dias. e) Estoque e.1. Os estoques de produtos para comercialização da Dental/Uni foram avaliados pelo custo médio ponderado móvel. e.2. O almoxarifado avaliado pelo preço de aquisição. f) Imobilizado/Intangível Demonstrado ao custo de aquisição, deduzido das respectivas depreciações e amortizações acumuladas. g) Depreciação e Amortização Os encargos de depreciação e amortização foram calculados pelo método linear a taxas usuais permitidas pela legislação fiscal. h) Demais Ativos Circulantes São representados ao valor de custo, incluindo, quando aplicáveis, os rendimentos auferidos e as provisões para perdas. i) Provisões Técnicas As obrigações classificadas no grupo do Passivo Circulante - Provisões Técnicas estão lastreadas por ativo garantidor registrado no grupo do Ativo Circulante - Aplicações Vinculadas às Provisões Técnicas. As provisões técnicas foram apuradas conforme metodologia estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, de acordo com as determinações da Resolução Normativa - RN nº 209, de 22 de dezembro de 2009, com nova redação dada pela Resolução Normativa - RN nº 274, de 20 de outubro de 2011. No exercício de 2012 a operadora atingiu o montante da vinculação necessária, destacando-se, desta forma, o comprometimento com as regulamentações do setor e desempenho de seus resultados econômicos. j) Eventos a Liquidar Os custos dos serviços prestados são registrados com base nas notificações dos cooperados quando da ocorrência dos eventos cobertos pelos planos, em contrapartida às contas de resultado de eventos indenizáveis líquidos. A conta produção realizada a pagar representa a efetiva concretização dos eventos cobertos solicitados pelos usuários da operadora. k) Provisão de Férias e Encargos As provisões constituem-se de provisão de férias com a aplicação dos respectivos encargos sociais R$ 380.162,08 em 2012 (R$ 301.316,89 em 2011). l) Demais Passivos Circulantes São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicáveis, das correspondentes variações monetárias e dos encargos incorridos. NOTA 04 - COMPOSIÇÃO DE SALDOS DO BALANÇO PATRIMONIAL 1. Ativo Circulante a) Disponível Descrição 2012 2011 Caixa 5.504,42 6.584,17 Bancos Conta Depósitos 170.915,95 119.651,20 Total 176.420,37 126.235,37 b) Aplicações Vinculadas e Não Vinculadas Descrição 2012 2011 Aplicações Vinculadas a Provisões Técnicas 3.803.852,15 3.563.581,89 Depósitos Bancários a Prazo - CDB/RDB 3.803.852,15 3.563.581,89 Aplicações Não Vinculadas 6.265.139,49 7.194.888,40 Depósitos Bancários a Prazo - CDB/RDB 6.265.139,49 7.194.888,40 Total 10.068.991,64 10.758.470,29 c) Créditos de Operações com Planos de Assistência à Saúde Descrição 2012 2011 Cobertura Assistencial com Preço Pré-estabelecido 10.098.038,89 6.740.180,33 (-) Faturamento Antecipado -1.175.490,04 -814.798,63 (-) Provisão para Perdas Sobre Créditos -3.304.535,91 -3.055.290,56 Cobertura Assistencial com Preço Pós-estabelecido 1.361.868,79 654.157,28 (-) Faturamento Antecipado -161.943,85 -161.943,85 (-) Provisão para Perdas Sobre Créditos -387.803,90 -342.950,57 Cobertura Assistencial com Preço Pré-estabelecido 18.548,94 3.019,60 Total 6.448.682,92 3.022.373,60 d) Créditos de Op. Assist. à Saúde Não Rel. c/Pl. de Saúde da Operadora Descrição 2012 2011 Contas a Receber 22.160,61 22.160,61 Intercâmbio a Receber - Atendimento Eventual 76.907,04 76.836,09 Total 99.067,65 98.996,70 e) Créditos Tributários e Previdenciários Descrição 2012 2011 Imposto de Renda 505.811,13 332.644,89 Créditos de PIS e COFINS 563.554,40 290.000,01 Outros Créditos Tributários e Previdenciários 5,29 2.472,38 Total 1.069.370,82 625.117,28 f) Outros Valores e Bens Descrição 2012 2011 Estoque 639.094,75 485.544,85 Títulos a Receber 490.119,81 512.928,89 Outros Créditos a Receber 226.318,50 21.280,61 Despesas Administrativas 47.842,05 68.041,38 Créditos a Receber de Cooperados 37.141,68 59.408,95 Total 1.440.516,79 1.147.204,68 2. Ativo Não Circulante Outros Créditos a Receber a Longo Prazo Descrição 2012 2011 Outros Créditos a Receber a Longo Prazo 0,00 6,87 Total 0,00 6,87 3. Investimentos Participações Societárias Outras Entidades Descrição Custo Adições 2012 2011 Participações Societárias Outras Entidades 6.609,44 0,00 6.609,44 6.609,44 Total 6.609,44 0,00 6.609,44 6.609,44

4. Imobilizado Descrição Imóveis - Hosp./Odontológicos Edificações Imóveis - Não Hosp./Não Odont. Terrenos Edificações Reavaliação Instações - Hosp./Odontológicas Instações Reavaliação Instações - Não Hosp./Não Odont. Instações Reavaliação Máqu. Equip. - Hosp./Odontológico Máquinas e Equipamentos Reavaliação Máqu. Equip. - Não Hosp./Não Odont. Máquinas e Equipamentos Reavaliação Informática - Hosp./Odontológico Informática Informática - Não Hosp./Não Odont. Informática Móveis Utensílios - Hosp./Odontol. Móveis em Utensílios Reavaliação Móveis Utensílios - Não Hosp./Não Odontol. Móveis em Utensílios Reavaliação Veículos - Hospital./Odontológicos Veículos Reavaliação Veículos - Não Hospital./Não Odont. Veículos Outras Imob. - Hosp./Odontológicas Telefone Reavaliação Outras Imob. - Não Hosp./Não Odont. Benfeitorias em Imóveis de Terceiros Telefone Reavaliação Total

5. Ativo Intangível Descrição

Custo 632.353,68 632.353,68 3.036.459,60 192.000,00 2.210.087,69 634.371,91 117.846,65 115.797,45 2.049,20 95.593,57 82.284,42 13.309,15 162.081,61 141.182,79 20.898,82 7.620,10 5.437,31 2.182,79 40.712,50 40.712,50 411.125,42 411.125,42 91.147,01 82.030,52 9.116,49

Adições 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 101.543,43 101.543,43 0,00 36.591,00 36.591,00 0,00 0,00 0,00 286.478,63 286.478,63 4.629,00 4.629,00 0,00

Baixas 0,00 0,00 1.280,00 1.280,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.714,25 1.714,25 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5.325,97 5.325,97 0,00 0,00 0,00

Depr. Acum. 107.035,03 107.035,03 141.014,51 0,00 66.506,06 74.508,45 39.890,48 37.841,28 2.049,20 57.118,92 43.767,71 13.351,21 94.192,72 73.182,19 21.010,53 6.044,59 3.861,80 2.182,79 22.822,63 22.822,63 334.075,84 334.075,84 38.755,05 29.638,56 9.116,49

2012 525.318,65 525.318,65 2.894.165,09 190.720,00 2.143.581,63 559.863,46 77.956,17 77.956,17 0,00 38.474,65 38.516,71 -42,06 167.718,07 167.829,78 -111,71 38.166,51 38.166,51 0,00 17.889,87 17.889,87 358.202,24 358.202,24 57.020,96 57.020,96 0,00

2011 553.110,75 553.110,75 2.934.655,24 192.000,00 2.158.831,89 583.823,35 88.258,65 88.258,65 0,00 48.268,44 47.081,85 1.186,59 85.972,91 85.228,92 743,99 2.752,72 2.719,72 33,00 24.164,23 24.164,23 150.592,63 150.592,63 61.003,72 61.003,72 0,00

335.726,33 291.317,97 44.408,36 494.174,92 488.972,14 5.202,78 452.524,81 452.524,81 10.081,09 9.400,96 680,13 82.868,60 6.135,00 71.940,54 4.793,06 5.970.315,89

266.577,53 266.577,53 0,00 0,00 0,00 0,00 154.666,60 154.666,60 0,00 0,00 0,00 32.389,11 0,00 32.389,11 0,00 882.875,30

849,07 849,07 0,00 90.581,38 90.581,38 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 45,00 0,00 45,00 0,00 99.795,67

176.934,51 137.043,65 39.890,86 289.816,35 284.453,08 5.363,27 235.044,10 235.044,10 1.346,73 1.346,73 0,00 28.727,15 28.727,15 0,00 0,00 1.572.818,61

424.520,28 420.002,78 4.517,50 113.777,19 113.937,68 -160,49 372.147,31 372.147,31 8.734,36 8.054,23 680,13 86.485,56 -22.592,15 104.284,65 4.793,06 5.180.576,91

184.839,47 179.897,13 4.942,34 296.666,12 295.833,74 832,38 229.584,00 229.584,00 8.894,04 8.213,91 680,13 60.869,83 -15.863,77 71.940,54 4.793,06 4.729.632,75

Amort. Custo Adições Acumul. 2012 2011 Ativo Intangível-Não Hosp./Não Odont. Sistema de Computação 792.694,17 0,00 590.492,91 202.201,26 222.911,40 Outros Ativos Intangíveis 273.625,44 0,00 273.625,44 0,00 0,00 Total 1.066.319,61 0,00 864.118,35 202.201,26 222.911,40 6. Passivo Circulante a) Provisões Técnicas de Operações de Assistência à Saúde Descrição 2012 2011 Provisão de Eventos/Sinistro a Liquidar 1.735.123,12 1.546.288,34 Provisão para Eventos/Sinistros Ocorridos e Não Avisados 3.450.453,13 3.450.453,13 Total 5.185.576,25 4.996.741,47 b) Débitos de Operações de Assistência à Saúde Descrição 2012 2011 Comissões a Pagar - Seguros 477,04 1.839,28 Total 477,04 1.839,28 c) Tributos e Encargos Sociais a Recolher Descrição 2012 2011 Imposto de Renda Pessoa Jurídica a Pagar 5.367,72 5.450,08 Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido a Pagar 2.336,49 3.083,30 Imposto Sobre Serviços - ISS 17.308,92 11.258,98 Contribuições Previdenciárias 288.478,09 327.996,67 FGTS a Recolher 32.107,65 32.279,48 COFINS e PIS / PASEP 1.324.289,74 1.091.074,46 Outros Impostos e Contribuições a Recolher 13.210,84 3.314,61 Imposto de Renda Retido na Fonte - de Funcionários 26.477,05 23.688,67 Imposto de Renda Retido na Fonte - de Terceiros 266.641,91 273.666,48 Outros 11.382,11 3.548,34 Parcelamento de Tributos e Contribuições 1.698,87 642.430,15 Total 1.989.299,39 2.417.791,22 d) Empréstimos e Financiamentos a Pagar Descrição 2012 2011 Financiamentos para Aquisição de Ativos 1.170,08 0,00 Outros Financiamentos 69,38 90,06 Total 1.239,46 90,06 e) Débitos Diversos Descrição 2012 2011 Salários a Pagar 197.178,35 143.171,22 Outras Obrigações com Pessoal 589.881,95 319.708,89 Fornecedores de Bens 1.032.428,06 690.300,20 Aluguéis a Pagar 12.246,79 10.425,20 Outros Débitos a Pagar 241.642,74 271.433,07 Total 2.073.377,89 1.435.038,58 f) Conta-Corrente de Cooperados Descrição 2012 2011 Débitos a Pagar a Cooperados 94.865,97 81.447,35 Total 94.865,97 81.447,35 7. Passivo Não Circulante a) Provisões Descrição 2012 2011 Provisão para Ações Tributárias 5.375.262,19 3.635.767,86 Total 5.375.262,19 3.635.767,86 b) Empréstimos e Financiamentos a Pagar Descrição 2012 2011 Financiamentos para Aquisição de Ativos 18.169,09 0,00 Total 18.169,09 0,00 NOTA 5 - PIS E COFINS A cooperativa vem efetuando a provisão do PIS e COFINS, que está sendo discutido judicialmente, por entender que são inconstitucionais. Estes valores, se devidos, sofrerão acréscimos legais, já contabilizados em conformidade com a CPC 12 - Ajuste a Valor Presente. Tramita Ação Judicial com mandado de segurança em face da inconstitucionalidade da Lei nº 9.718/98 e Medida Provisória nº 2.158/2001-35 (com posteriores alterações), que regulamentaram essas contribuições às sociedades cooperativas. A cooperativa possui provisão para o PIS/COFINS de R$ 1.316.412,06 no curto prazo e R$ 4.902.868,78 no longo prazo totalizando R$ 6.219.280,84 em 31/12/2012, reduzindo quantitativamente o resultado do exercício e patrimônio líquido. A Receita Federal do Brasil (RFB) fiscalizou em 2011, o PIS/COFINS dos exercícios de 2007 e 2008, aplicando o auto de infração SRF/RI n° 0910100-2011-01314-5, no montante de R$ 3.290.975,97 (valor original). Como o PIS/COFINS foi apurado com base no total das receitas da pessoa jurídica sem considerar as exclusões previstas em Lei a administração, com a sua assessoria jurídica, impetrou recurso questionando o critério adotado no cálculo. O procedimento utilizado conflita com o artigo 5° da Constituição Federal (Princípio da Isonomia). NOTA 6 - ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE Tendo em vista a complexidade de procedimentos a serem observados em relação ao processo de Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade, no que é aplicável às sociedades, conforme Leis n°. 11.638/07 e n°. 11.941/09, e pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e demais regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a operadora vem estrategicamente se adequando as referidas normas com total fidedignidade.

NOTA 7 - CAPITAL SOCIAL O Capital Social integralizado no montante de R$ 4.027.592,23, em 31 de dezembro de 2012 (R$ 3.071.916,09 em 31 de dezembro de 2011) está representado pela participação de (1084) cooperados em 2012 de (936) cooperados em 2011, respectivamente. Curitiba (PR), 31 de dezembro de 2012. Dr. Luiz Humberto de Souza Daniel Dr. Paulo Henrique Cariani Presidente Vice Presidente Pedro Pereira Contador - CRC-PR 054.144/O-2 CPF 319.694.889-72

PARECER DO CONSELHO FISCAL Nós, abaixo assinados, na qualidade de Membros do Conselho Fiscal da UNIODONTO DE CURITIBA – Cooperativa Odontológica, no uso das atribuições estatutárias, tendo examinado o Balanço Patrimonial bem como a Demonstração das Contas de Resultado do Exercício encerrado em 31/12/2012, acompanhado das Mutações do Patrimônio Líquido e das Notas Explicativas e com o devido assessoramento da Auditoria Independente da C & C AUDITORES INDEPENDENTES S/S, procedemos a análise sistemática das operações através da verificação de documentos, inspeções físicas, com visitas as unidades de atendimento aos usuários e demais áreas operacionais e administrativas da Cooperativa. Baseados nas avaliações mensais realizadas através de reuniões com a área contábil da cooperativa, bem como as informações recebidas da Diretoria Executiva no decorrer do exercício social, tivemos condições de acompanhar, dentro da extensão e profundidade que entendemos necessárias as operações realizadas. Em função do exposto e procedendo ao exame das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2012, também dentro dos mesmos critérios e informações gerenciais e assessoramento inclusive com o Parecer dos Auditores Independentes, julgamos que os mesmos encontram-se em ordem, observando o contido no parágrafo Base para Ressalva do referido Parecer emitido em 18 de Março de 2013, e por isso somos pelo parecer favorável de recomendar a aprovação pelos Senhores Cooperados na Assembléia Geral Ordinária a realizar-se no dia 25 de Março de 2013. Curitiba, 25 de Março de 2013. CONSELHEIROS FISCAIS Dr. Antônio Krast Filho Dr. Ediberto Schwartz CRO 12571 CRO 142 Dra. Jessica Fedatto Kloss CRO 16878

Relatório dos Auditores Independentes Sobre as Demonstrações Contábeis Aos Membros da Diretoria e Conselho Fiscal da UNIODONTO DE CURITIBA - Cooperativa Odontológica Curitiba – Paraná Examinamos as demonstrações contábeis da UNIODONTO DE CURITIBA - Cooperativa Odontológica, que compreendem o balanço patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da operadora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessas avaliações de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para ressalva Conforme nota explicativa 05, a cooperativa vem efetuando a provisão do PIS e COFINS, que está sendo discutido judicialmente, por entender que são inconstitucionais. Estes valores, se devidos, sofrerão acréscimos legais, já contabilizados em conformidade com a CPC 12 – Ajuste a Valor Presente. Tramita Ação Judicial com mandado de segurança em face da inconstitucionalidade da Lei nº 9.718/98 e Medida Provisória nº 2.158/2001-35 (com posteriores alterações), que regulamentaram essas contribuições às sociedades cooperativas. A cooperativa possui provisão para o PIS/COFINS de R$ 1.316.412,06 no curto prazo e R$ 4.902.868,78 no longo prazo totalizando R$ 6.219.280,84 em 31/12/2012, reduzindo quantitativamente o resultado do exercício e patrimônio líquido. A Receita Federal do Brasil (RFB) fiscalizou em 2011, o PIS/COFINS dos exercícios de 2007 e 2008, aplicando o auto de infração SRF/RI n° 09101002011-01314-5, no montante de R$ 3.290.975,97 (valor original). Como o PIS/COFINS foi apurado com base no total das receitas da pessoa jurídica sem considerar as exclusões previstas em Lei a administração, com a sua assessoria jurídica, impetrou recurso questionando o critério adotado no cálculo. O procedimento utilizado conflita com o artigo 5° da Constituição Federal (Princípio da Isonomia). Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis do período corrente inclui a menção do fato em decorrência do possível efeito desse assunto. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto descrito no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da UNIODONTO DE CURITIBA - Cooperativa Odontológica, em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS. Ênfase Chamamos à atenção para a nota explicativas 06 às demonstrações contábeis que trata do seguinte assunto, respectivamente: Adequação às Normas Internacionais de Contabilidade – A cooperativa vem estrategicamente planejando a adequação às referidas as Normas Internacionais de Contabilidade, no que é aplicável às sociedades em cumprimento das Leis n°. 11.638/07 e n°. 11.941/09, e pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e demais regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto. Outros assuntos As demonstrações contábeis do período anterior, findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparabilidade, foram por nós examinadas de acordo com as normas de auditoria vigentes por ocasião da emissão do relatório em 06 de fevereiro de 2012, que conteve a seguinte ressalva: Conforme descrito na nota explicativa 13, por entender que é inconstitucional a cobrança do PIS e da COFINS, incidentes sobre os valores recebidos a título de serviços prestados pelos cooperados, a administração impetrou ação judicial (AMS n° 1999.70.05.003502-0/PR) com Apelação Cívil n°. 2001.70.00.001058-9/PR, que aguarda julgamento. A cooperativa possui provisão para o PIS/COFINS de R$ 4.468.773,30 em 31/12/2011 (R$ 3.869.410,07 em 2010) que reduz o resultado do exercício e patrimônio líquido. No exercício de 2011, a cooperativa sofreu fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB) SRF/RI n° 0910100-2011-01314-5 do PIS/COFINS, em relação aos exercícios de 2007 e 2008, originando o auto de infração, que monta em R$ 3.290.975,97 (atualizado), por considerar tributável o total das receitas da pessoa jurídica. A administração, com sua assessoria jurídica, estão impetrando recurso com objetivo de anular o auto de infração, e, por conseguinte a referida tributação. Como os exercícios de 2009 a 2011 ainda não foram fiscalizados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e por considerar os riscos e incertezas que existem em torno do evento e circunstâncias, entendemos que essas provisões devem ser recalculadas de modo a alcançar melhor estimativa. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis do período corrente inclui a menção em decorrência do possível efeito desse assunto. Essas informações devem ser consideradas na análise do conjunto das demonstrações contábeis do exercício corrente. Curitiba, 18 de março de 2013. C & C Auditores Independentes S/S CRC-PR N°. 6.141/O-9 Paulo Roberto Carvalho Contador CRC-PR N°. 20.597/O-9


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INSTITUT OD AS APÓST OLAS DO SA GRADO CORAÇÃO DE JESUS INSTITUTO DAS APÓSTOLAS SAGRADO CNPJ 76.570.084/0001-60 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 P A S S I V O E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

ATIVO 31/dez./12

31/dez./11

CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações de Liquidez não Imediata Mensalidades a Receber Cheques a Receber Adiantamentos a Funcionários e Fornecedores Outros Valores a Receber NÃO CIRCULANTE

(Reapresentado) (Reapresentado)

30.226

27.496

6.069 21.016 3.563 6

1.473 23.677 3.989 91

875 22.124 3.530 96

880 73

930 66

800 71

177.052

176.516

177.197

64

303

206

64

303

206

176.988

176.213

176.991

Depósitos Judiciais IMOBILIZADO

208.659 206.742 204.693 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

TOTAL DO ATIVO

31/dez./11

(Reapresentado)

1.059

815

754

178 57 458 355 10 1

129 58 284 330 6 8

81 13 298 281 4 77

339

758

691

292 47

400 358

373 318

207.261

205.169

203.248

205.563 1.698

203.640 1.529

200.170 3.078

(Nota 24)

CIRCULANTE Fornecedores Instituições Financeiras Impostos, Taxas e Contribuições Diversas Provisões para Férias e Encargos Adiantamentos de Clientes Outras Obrigações NÃO CIRCULANTE Mensalidades Antecipadas Provisões p/Contingências PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio Social Superávit Líquido do Exercício

208.659 206.742 204.693 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Em Milhares de Reais Períodos 01/jan./12 01/jan./11 a a 31/dez./12 31/dez./11

Em Milhares de Reais Períodos 01/jan./12 01/jan./11 a a 31/dez./12 31/dez./11

(Reapresentado)

(Nota 24)

(Reapresentado)

(Nota 24)

RECEITAS DE PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Receitas de Mensalidades Escolares DEMAIS RECEITAS Contribuições Particulares e Donativos Receitas Diversas TOTAL DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA CUSTOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS Professores e Departamento Pedagógico Bolsas p/Filhos de Professores e Funcionários Outros Filantropia Gratuidades/Bolsas de Estudos Projetos Sociais/Assistenciais RESULTADO BRUTO

(Nota 24)

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT

44.057

41.189

44.057

41.189

961

757

117 844

125 632

45.018

41.946

(26.337)

(25.410)

13.994 584 3.067

12.657 562 3.321

8.692

8.870

8.531 161

8.699 171

18.681

16.536

RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS

(16.983)

(15.007)

Despesas Gerais e Administrativas Despesas Financeiras Receitas Financeiras Outras Receitas/(Despesas) Líquidos

(18.790) (699) 2.634 (128)

(17.508) (614) 3.103 12

1.698 1.529 ------------------------------------------------------------------(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

SUPERÁVIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

RECEITA OPERACIONAL BRUTA RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Receitas de Mensalidades Escolares DEMAIS RECEITAS Outras Receitas/(Despesas) INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS Serviços Prestados por Terceiros Insumos da Prestação de Serviços VALOR ADICIONADO BRUTO RETENÇÕES Depreciações VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Contribuições Particulares e Donativos Receitas/Despesas Financeiras Receitas Diversas VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Despesas Gerais e Administrativas Professores e Departamento Pedagógico Bolsas p/Filhos de Professores e Funcionários Filantropia Gratuidades/Bolsas de Estudos Projetos Sociais/Assistenciais Superávit Líquido do Exercício

44.270 44.057 44.057 213 213 3.388 158 3.231 40.882 4.881 4.881

41.201 41.189 41.189 12 12 3.321 115 3.206 37.880 4.459 4.459

36.001

33.421

2.896 117 1.935 844 38.897 38.897 14.375 13.547 584 8.692 8.531 161

22% 0%

3.246 125 2.489 632 36.668 36.668 13.050 12.657 562 8.870 8.699 171

4%

1.529

100% 37% 35% 2%

1.698

Em Milhares de Reais Períodos 01/jan./12 01/jan./11 a a 31/dez./12 31/dez./11

01/jan./11

(Reapresentado)

(Nota 24)

31.607

DIREITOS REALIZÁVEIS

31/dez./12

01/jan./11

(Nota 24)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO

Em Milhares de Reais

Em Milhares de Reais

(Reapresentado)

(Nota 24) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Superávit Líquido do Exercício 1.698 1.529 Ajustes por: Depreciação 4.881 4.459 Provisões p/Férias e Encargos 25 49 Ajustes de Exercícios Anteriores 2 0 Alienações do Imobilizado 478 26 Atualização de Direitos e Obrigações (1.652) (2.813) Resultado Ajustado 5.433 3.250 Variações Patrimoniais: Direitos Realizáveis e Outros 505 (448) Fornecedores 50 49 Impostos, Taxas e Contribuições Diversas 174 (14) Contingências Passivas (311) 40 Doações para Investimentos 392 392 Mensalidades Antecipadas (108) 26 Outras Obrigações (7) (69) Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais 6.128 3.226 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aplicações no Imobilizado (6.135) (3.708) Depósitos Judiciais 239 (97) Adiantamentos de Clientes 4 2 Aplicações Financeiras 4.312 1.260 Adiantamentos a Funcionários e Fornecedores 50 (130) Caixa Líquido Usado nas Atividades de Investimento (1.530) (2.673) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Obrigações com Instituições Financeiras (1) 45 Caixa Líquido Usado nas Atividades de Financiamento (1) 45 AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 4.596 598 ----------------------------------------------------------CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO INÍCIO DO PERÍODO 1.473 875 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO FINAL DO PERÍODO 6.069 1.473 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL Em Milhares de Reais EVENTOS

PATRIMÔNIO SUPERÁVIT SOCIAL LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 200.170 3.078

Saldos iniciais em 01 de janeiro de 2011 (Nota 24) 100% 36% 35% 2% 24% 0% 4%

Incorporação do Superávit do Exercício Anterior Doações para Investimentos Superávit Líquido do Exercício

3.078 392 -

Saldos finais em 31 de dezembro de 2011 (Nota 24) Incorporação do Superávit do Exercício Anterior Ajustes de Exercícios Anteriores Doações para Investimentos Superávit Líquido do Exercício Saldos finais em 31 de dezembro de 2012

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

TOTAL 203.248

(3.078) 1.529

(0) 392 1.529

203.640

1.529

205.169

1.529 2 392

(1.529) 1.698

2 392 1.698

205.563

1.698

207.261

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)

BALANÇO SOCIAL ANUAL - (Valores em Milhares de Reais) 1 - Base de Cálculo Receitas de Prestação de Serviços (RPS) Resultado Operacional (RO) Folha de Pagamento Bruta (FPB) 2 - Indicadores Sociais Internos Saúde Educação Capacitação e Desenvolvimento Profissional Outros Total - Indicadores Sociais Internos 3 - Indicadores Sociais Externos Educação Combate à Fome e Segurança Alimentar Outros Total das Contribuições para a Sociedade Tributos (excluídos encargos sociais) Total - Indicadores Sociais Externos 4 - Indicadores Ambientais Investimentos Relacionados com a Produção/Operação da Entidade Investimentos em Programas e/ou Projetos Externos (Fund. Mata Atlântica-Bradesco) Total dos Investimentos em Meio Ambiente 5 - Indicadores do Corpo Funcional Nº de empregados(as) ao final do período Nº de admissões durante o período Nº de estagiários(as) Nº de empregados(as) acima de 45 anos Nº de mulheres que trabalham na entidade % de cargos de chefia ocupados por mulheres Nº de negros(as) que trabalham na entidade % de cargos de chefia ocupados por negros(as) Nº de portadores(as) de deficiência ou necessidades especiais Nº total de alunos(as) Nº de alunos(as) com bolsas integrais Valor total das bolsas integrais (R$ Mil) Nº de alunos(as) com bolsas parciais Valor total das bolsas parciais (R$ Mil) Nº de bolsas p/filhos de professores e funcionários Valor das bolsas p/filhos de professores e funcionários (R$ Mil) 6 - Informações Relevantes quanto ao Exercício da Cidadania Empresarial Relação entre a maior e a menor remuneração na entidade Número total de acidentes de trabalho Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela entidade foram definidos por: Os padrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho foram definidos por: Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e à representação interna dos(as) trabalhadores(as), a entidade: A previdência privada contempla: Na seleção dos fornecedores, os mesmos padrões éticos e de responsabilidade social e ambiental adotados pela entidade: Quanto à participação de empregados(as) em programas de trabalho voluntário, a entidade: Número total de reclamações e críticas de consumidores(as): % de reclamações e críticas atendidas ou solucionadas: Valor adicionado total a distribuir:

Valor 44.057 1.698 22.649 Valor 115 672 57 282 1.126 Valor 85 0 6 91 167 258 Valor 70 0 70

Em 31/dez./12

% Sobre FPB

% Sobre RPS

5% % Sobre RO

3% % Sobre RPS

12% % Sobre RO

1% % Sobre RPS

3%

0%

929 323 46 215 866 100% 30 0% 41 9.668 1.735 6.520 975 2.011 291 583 8% 6

Em 31/dez./11

Valor 41.189 2.172 20.741 Valor 228 619 82 234 1.163 Valor 138 0 12 150 157 307 Valor 21 0 21

% Sobre FPB 1% 3% 0% 1% 6% % Sobre RO 6% 0% 1% 7% 7% 14% % Sobre RO 1% 0% 1%

924 261 45 219 793 100% 39 0% 46 10.069 1.818 6.553 1.064 2.146 280 562 4% 8

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos (as) empregados (as)

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) direção e gerências

( ) todos (as) empregados (as)

( x ) todos (as) + Cipa

( ) direção e gerências

( ) todos (as) empregados (as)

( ) não se envolve

% Sobre RPS 1% 2% 0% 1% 3% % Sobre RPS 0% 0% 0% 0% 0% 1% % Sobre RPS 0% 0% 0%

( x ) segue as normas da OIT

( x ) todos (as) + Cipa

( x ) segue as normas da OIT ( ) incentiva e segue a OIT ( x ) direção e gerências ( ) todos (as) empregados (as)

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos (as) empregados (as)

( ) incentiva e segue a OIT

( ) não se envolve

( ) não são considerados ( ) não se envolve

( x ) são sugeridos ( x ) apóia

( ) são exigidos ( ) organiza e incentiva

( ) não são considerados ( ) não se envolve

( x ) são sugeridos ( x ) apóia

Na empresa: 10 Na empresa: 100 % 38.897

No Procon: 0 No Procon: 0%

Na Justiça: 0 Na Justiça: 0%

Na empresa: 10 Na empresa: 100 % 36.668

No Procon: 0 No Procon: 0%

( ) direção

( ) todos (as)

empregados (as)

( ) são exigidos ( ) organiza e incentiva Na Justiça: 0 Na Justiça: 0%

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Valores em Milhares de Reais) NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL O "INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS" é uma associação civil beneficente, sem fins lucrativos, de caráter religioso, cultural e educacional, declarada de Utilidade Pública Federal, conforme a Lei nº 91, de 28 de agosto de 1935, e de Utilidade Pública Estadual, conforme a Lei nº 5.230, de 31 de dezembro de 1965, registrada no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), conforme processo nº 61.458, de 28 de abril de 1966. O INSTITUTO tem por finalidade: a) Oferecer o ensino em seus vários níveis, desenvolvendo através das instituições por ele mantidas, as seguintes atividades: - Educação Infantil-Creche; - Educação Infantil-Pré-Escola; - Ensino Fundamental I e II; - Ensino Médio; - Educação Profissional de Nível Técnico; - Atividades de Organização Religiosa. b) Desenvolver e executar projeto educativo-formativo, voltado para a conquista da cidadania de seus assistidos; c) Dedicar-se a obras de educação e de assistência sócio-pastoral e missionária; d) Promover atividades culturais; e) Dedicar-se às obras de promoção humana, beneficente, filantrópica e de assistência social. No exercício de suas finalidades estatutárias, o INSTITUTO promoverá o bem estar de seus assistidos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, religião e quaisquer formas de discriminação. Dentro dos seus objetivos e especialidades, o INSTITUTO pode firmar contratos ou convênios com outras organizações congêneres ou afins, para o melhor desenvolvimento de suas finalidades institucionais. O INSTITUTO pode, ainda, no atendimento às suas finalidades, criar, congregar, orientar, assessorar, dirigir e manter instituições que visem a educação, a cultura, a promoção humana e a assistência social, sendo-lhe permitido abrir, manter e fechar filiais, departamentos e setores de atividades em todo o Território Nacional. NOTA 2. BASE DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas e elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades sem finalidade de lucros, aprovadas pela ITG 2002 - Entidade sem Finalidade de Lucros, do Conselho Federal de Contabilidade e a NBC TG 1000 - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. As demonstrações contábeis foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor, bem como a "mais valia" do imobilizado (Seção 17 - Imobilizado, da NBC TG 1000) na data da transição para o padrão internacional de apresentação das demonstrações contábeis (IFRS e CPC PME), 01 de janeiro de 2011. Tendo em vista a grande dificuldade na obtenção dos valores justos dos imóveis registrados no ativo imobilizado do Instituto, foram tomadas por base as avaliações mais antigas obtidas com datas base em 01 de janeiro de 2011. A preparação das demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o julgamento da administração do Instituto no processo de aplicação das políticas contábeis do Instituto. Estas são as primeiras demonstrações contábeis apresentadas de acordo com a ITG 2002 e NBC TG 1000 aplicáveis ao Instituto. As diferenças entre as práticas contábeis adotadas anteriormente no Brasil (BR GAAP antigo) e as presentes demonstrações contábeis estão demonstradas na nota explicativa "24". CMYK

As demonstrações do Valor Adicionado e o Balanço Social, embora não requeridos pela legislação societária, estão sendo apresentados pelo INSTITUTO e foram elaborados em conformidade com a Resolução CFC nº 1.138/08 e a Resolução CFC nº 1.003/04, respectivamente. NOTA 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS As principais políticas e procedimentos contábeis adotados para a elaboração das demonstrações contábeis foram observados pelo regime de competência, conforme regulamentado pela legislação vigente, sendo que os direitos e obrigações da entidade encontram-se apresentados em conformidade com os seus efetivos valores reais. NOTA 4. APURAÇÃO DO RESULTADO As receitas e despesas são contabilizadas e reconhecidas segundo o regime de competência, sendo que, no caso específico das doações e subvenções, as mesmas são contabilizadas quando do efetivo recebimento. Todos os recursos arrecadados e disponíveis são integralmente aplicados no objetivo social da entidade. NOTA 5. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA O saldo em dezembro de 2012 e 2011 respectivamente está assim composto: 31/dez./12 31/dez./11 01/jan./11 (Reapresentado) (Reapresentado) Caixa 33 45 48 Bancos 323 208 385 5.713 1.220 442 Aplicações de Liquidez Imediata Totais 6.069 1.473 875 NOTA 6. APLICAÇÕES DE LIQUIDEZ IMEDIATA E NÃO IMEDIATA Demonstradas pelo valor de aplicação, acrescido de rendimentos incorridos até a data do balanço. NOTA 7. COMPOSIÇÃO DE SALDOS DO BALANÇO PATRIMONIAL A) ATIVO CIRCULANTE OUTROS VALORES A RECEBER 31/dez./12 31/dez./11 01/jan./11 (Reapresentado) (Reapresentado) Mensalidades a Creditar IRF a Recuperar Prêmios de Seguros a Apropriar Totais B) PASSIVO CIRCULANTE OUTRAS OBRIGAÇÕES OUTRAS OBRIGAÇÕES - PASSIVO

0 0 73 ---------------------------------73

Plano de Saúde a Recolher Seguros a Recolher Empréstimos a Recolher Taxas APM a Distribuir Totais

0 0 0 1 ---------------------------------1

31/dez./12

3 1 62 ---------------------------------66

7 1 63 ---------------------------------71

31/dez./11 01/jan./11 (Reapresentado) (Reapresentado) 1 4 2 1 3 12 2 60 ------------------------------------------------------------------8 77

NOTA 8. IMOBILIZADO Está demonstrado ao custo de histórico de aquisição (o Instituto optou pela adoção do custo atribuído "deemed cost"), ajustado por depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear para alocar seus custos aos seus valores residuais durante a vida útil estimada, a taxas estabelecidas em função do tempo de fruição dos benefícios econômicos. A movimentação do ativo imobilizado pode ser demonstrada da seguinte forma: CUSTO HISTÓRICO Prédios 48.955 Terrenos 4.257 Benfeitorias 14.419 Instalações 931 Máquinas e equipamentos 2.028 Instalações esportivas 154 Bibliotecas 282 Equipamentos didáticos 885 Veículos 1.369 Móveis e utensílios 5.298 Telefone 99 Equipamentos de informática 2.131 Equipamentos médicos 38 Equipamentos Musicais 107 Sistemas de informática 603 Benfeitorias de terceiros Outras imobilizações 95 TOTAIS 81.651 SALDO EM 01/Jan./11

Prédios 87.995 Terrenos 72.823 Benfeitorias 10.475 Instalações 337 Máquinas e equipamentos 972 Instalações esportivas 28 Bibliotecas 128 Equipamentos didáticos 445 Veículos 353 Móveis e utensílios 2.174 Telefone 72 Equipamentos de informática 651 Equipamentos médicos 21 Equipamentos Musicais 87 Sistemas de informática 348 Benfeitorias de terceiros Outras imobilizações 82 TOTAIS 176.991

MAIS VALIA 51.683 68.566 120.249

AQUISIÇÕES

49 630 5 156 27 39 89 81 313 4 249 1 2 66 114 1.883 3.708

(-) DEPRECIAÇÃO (12.643) (3.944) (594) (1.056) (126) (154) (440) (1.016) (3.124) (27) (1.480) (17) (20) (255) (13) (24.909)

(-) BAIXAS LÍQUIDAS DAS DEPRECIAÇÕES

(9) (5) (1) (2) (7) (2) (26)

(-) DEPRECIAÇÃO NO ANO

(2.711) (480) (65) (168) (7) (22) (75) (128) (406) (10) (230) (4) (11) (127) (11) (5) (4.460)

SALDO EM 01/jan./11 87.995 72.823 10.475 337 972 28 128 445 353 2.174 72 651 21 87 348 82 176.991

TRANSFERÊNCIAS

285 (285) -

SALDO EM 31/Dez./11

85.618 72.823 10.340 277 951 43 145 458 304 2.074 66 668 18 78 287 103 1.960 176.213

Continua...


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continuação SALDO EM

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (Valores em Milhares de Reais) (-) BAIXAS

(-)

LÍQUIDAS DAS

DEPRECIAÇÃO

SALDO EM

01/Jan./12 AQUISIÇÕES DEPRECIAÇÕES NO ANO TRANSFERÊNCIAS 31/Dez./12 Prédios 85.618 88 (332) (3.022) 12.535 94.887 Terrenos 72.823 (131) 320 73.012 Benfeitorias 10.340 1.210 (529) (10.657) 364 Instalações 277 3 (56) 224 Máquinas e equipamentos 951 113 (10) (173) 881 Instalações esportivas 43 12 (9) 46 Bibliotecas 145 32 (24) 153 Equipamentos didáticos 458 92 (1) (80) 469 Veículos 304 202 (129) 377 Móveis e utensílios 2.074 348 (3) (423) 1.996 Telefone 66 4 (10) 60 Equipamentos de informática 668 250 (1) (250) 667 Equipamentos médicos 18 (4) 14 Equipamentos Musicais 78 64 (14) 128 Sistemas de informática 287 37 (131) 193 Benfeitorias de terceiros 103 (23) 80 Outras imobilizações 1.960 3.680 (5) (2.198) 3.437 TOTAIS 176.213 6.135 (478) (4.882) - 176.988 No mês de dezembro de 2012 foram revisadas as vidas úteis econômicas dos bens em atendimento ao disposto na Seção 17 - Ativo Imobilizado, da NBC TG 1000 e ICPC 10, conforme disposto nos laudos de avaliações de empresa independente. Os encargos de depreciações foram calculados e reconhecidos de forma retrospectiva à data da transição ao IFRS - 01 de janeiro de 2011, cujos efeitos estão apresentados na nota explicativa "24". Tendo em vista a grande dificuldade na obtenção dos valores justos dos imóveis registrados no ativo imobilizado do Instituto, foram tomadas por base as avaliações mais antigas obtidas na data-base de 01 de janeiro de 2011. NOTA 9. PASSIVO CIRCULANTE Demonstrado por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridas. NOTA 10. PROVISÃO PARA FÉRIAS E ENCARGOS Foi constituída para cobertura das obrigações relativas a férias vencidas proporcionais, com os respectivos encargos, calculados até a data do balanço. NOTA 11. MENSALIDADES ANTECIPADAS Referem-se às mensalidades recebidas antecipadamente, no ano-calendário de 2012, cujas receitas serão reconhecidas na contabilidade durante o ano-calendário de 2013. NOTA 12. PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS A) NOTIFICAÇÕES FISCAIS DE LANÇAMENTOS DE DÉBITOS - NFLD Provisões para contingências relativas a notificações fiscais de lançamentos de débitos - NFLD, consolidadas pelo Ministério da Previdência Social, em anos anteriores, que representam R$ 22, em 2012 (R$ 242, em 2011). Conforme relatórios apresentados pelos assessores jurídicos para data-base 31 de dezembro de 2012, essas contingências passivas estão sendo discutidas pelo INSTITUTO. B) RECLAMATÓRIAS TRABALHISTAS Em 2012, de acordo com relatório dos assessores jurídicos relativos a eventuais perdas com reclamatórias trabalhistas movidas contra a entidade, com valores estimados para o registro contábil de eventuais provisões para contingências que representa R$ 25 (R$ 116, em 2011). NOTA 13. DOCUMENTAÇÃO SUPORTE DE RECEITAS As receitas da entidade são apuradas através dos comprovantes de recebimentos, quais sejam, Avisos Bancários, Recibos e Outros. NOTA 14. CONTRIBUIÇÕES PARTICULARES E DONATIVOS A entidade recebe doações e/ou contribuições eventuais de pessoas físicas e/ou jurídicas, aplicadas integralmente no custeio de seu objetivo social, conforme demonstramos a seguir:

Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Totais

31/dez./12

31/dez./11 (Reapresentado)

37 80 ----------------------------------117

86 39 ----------------------------------125

Em Quantidade em 2012 NÚMERO ALUNOS BOLSAS 50% 975

NÚMERO ALUNOS BOLSAS 100% 1.735

Em Valores em 2012 VALOR BOLSAS 50% 2.011

VALOR BOLSAS 100% 6.520

Para concessão da certificação de que trata a Lei nº 12.101/09, disposto no artigo 13, § 1°, a entidade de educação deve aplicar em gratuidades, pelo menos 20% da receita anual efetivamente recebida nos termos da Lei n° 9.870/99, cujos valores são os seguintes: 31/dez./12 TOTAL DAS RECEITAS CONFORME BALANCETE Receita Mensalidades (Educação Básica, Fundamental e Médio) Receita de Cursos Livres Receita com Secretaria Receita de Contribuições Particulares Receita de Donativos Subvenções Receitas Financeiras Receita de Aluguéis Receitas Recuperadas Receita Alienação Imobilizado

47.969 ------------------------------------44.057 72 66 80 37 52 2.634 615 39 317

EXCLUSÕES DA RECEITA TOTAL

7.481 ------------------------------------3.569 72 66 80 37 52 2.634 615 39 317

(-) (-) (-) (-) (-) (-) (-) (-) (-) (-)

Inadimplência (Educação Básica, Fundamental e Médio) Receita de Cursos Livres Receita com Secretaria Receita de Contribuições Particulares Receita de Donativos Subvenções Receitas Financeiras Receita de Aluguéis Receitas Recuperadas Receita Alienação Imobilizado

NOTA 16. DOAÇÕES PARA INVESTIMENTO Foi registrada diretamente no Patrimônio Líquido a doação recebida para investimentos representando R$ 392, em 2012 (R$ 392, em 2011), cujo valor foi disponibilizado pelas Associações de Pais e Mestres das escolas. NOTA 17. DESTINAÇÃO DOS RECURSOS DA ENTIDADE Os recursos da entidade foram aplicados em suas finalidades institucionais, em conformidade com seu Estatuto Social, demonstrados pelas suas Despesas e Investimentos Patrimoniais. NOTA 18. DOCUMENTAÇÃO SUPORTE DE DESPESAS As despesas da entidade são apuradas através de Notas Fiscais e Recibos, em conformidade com as exigências legais e fiscais. NOTA 19. GRATUIDADES E PROJETOS SOCIAIS As gratuidades e demais projetos sociais oferecidas à comunidade carente são registradas de forma segregada no grupo de contas Custos com Filantropia, apuradas em demonstrativos específicos da entidade, através de seus critérios e rateio, estando respaldadas em documentação suporte, projetos e respectivas planilhas. No atendimento ao disposto no artigo 13, § 1°, da Lei nº 12.101/09, nos anos de 2012 e 2011, a entidade concedeu em gratuidades e projetos sociais, os seguintes valores: 31/dez./12 Gratuidades/Bolsas Escolares Projetos Sociais/Assistenciais Totais

8.531 161 ----------------------------------8.692

31/dez./11 (Reapresentado) 8.699 171 ----------------------------------8.870

31/dez./11

(Reapresentado)

45.075 ------------------------------------41.189 61 101 39 86 7 3.103 445 18 26

7.969 ------------------------------------4.083 61 101 39 86 7 3.103 445 18 26

40.488 37.106 RECEITA BASE PARA A FILANTROPIA ------------------------------------------------------------------------OBRIGAÇÃO (20%) RECEITA EFETIVAMENTE RECEBIDA 8.098 7.421 GRATUIDADES/BOLSAS CONCEDIDAS 8.531 8.699 21% 23% (%) APLICADO EM GRATUIDADES ------------------------------------------------------------------------Utilizando da prerrogativa descrita nos parágrafos 3° e 4°, da Lei n° 12.101/09, o INSTITUTO ainda pode utilizar para cumprimento do percentual exigido em conformidade com o exercício financeiro de vigência da Lei, uma escala de 75% no primeiro ano, 50% no segundo ano e 25% a partir do terceiro ano de outras ações sociais. No ano de 2012, o INSTITUTO não optou por esta prerrogativa, porém mantém projetos sociais oferecidos à comunidade nos anos-calendário de 2012 e 2011, demonstrados da seguinte forma: 31/dez./12 31/dez./11 (Reapresentado)

Projeto Ciesc Verde 70 21 Projeto Formação Integral 85 138 Doações dinheiro, roupas, medicamentos, 91 12 alimentos e outros ----------------------------------------------------------------------------Totais 246 171 Ainda, em 2012 o INSTITUTO forneceu assistência para alunos bolsistas através de ajuda com material didático, escolar, esportivo, farmácia, transportes, alimentação, uniformes e seguro, visando atender o que determina a Lei nº 12.101/09 em seu artigo 13, § 3º. O montante utilizado em 2012 representa R$ 50. NOTA 20. ISENÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS A "Isenção das Contribuições Sociais Usufruídas", nos anos-calendário de 2012 e 2011, é composta pelos seguintes valores: 31/dez./12

NOTA 15. AUXÍLIOS E SUBVENÇÕES GOVERNAMENTAIS Em 2012 foram recebidas subvenções municipais no valor de R$ 52, as quais foram reconhecidas no resultado em 2012, (R$ 7, em 2011).

NÚMERO ALUNOS PAGANTES 7.933

Cota Patronal INSS + SAT + Terceiros Contribuição p/o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) Programa de Integração Social (PIS) Totais

31/dez./11

(Reapresentado)

5.137

4.776

1.174 254 --------------------------------------6.564

1.090 236 --------------------------------------6.102

NOTA 21. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS A Administração do INSTITUTO é exercida por diretoria eleita para o mandato de 03 (três) anos, encerrando-se em 10 de janeiro de 2015, sendo Presidente a Ir. Maria de Lourdes Castanha, Vice Presidente Ir. Lucila Cella, Secretária Ir. Maria Iolanda Goll e Ecônoma Ir. Solange Menegazzo, as quais não recebem quaisquer benefícios ou remuneração pela posição que ocupam. Durante o exercício de 2012, não foi identificado transferência de recursos, serviços, transações ou obrigações entre as partes relacionadas. NOTA 22. PATRIMÔNIO LÍQUIDO O Patrimônio Líquido compreende o Patrimônio Social inicial, acrescido dos valores dos superávits, ocorridos, bem como dos ajustes de exercícios anteriores e das Doações para Investimentos, representando R$ 207.261, em 2012 (R$ 205.169, em 2011, R$ 203.248, em 01/jan./11, ambos reapresentados). Os superávits e déficits dos exercícios são incorporados ao Patrimônio Social no exercício subsequente. NOTA 23. COBERTURA DE SEGUROS A entidade mantém, na data de encerramento dos exercícios sociais, apólices de seguro dos imóveis e veículos, suficientes para cobrir eventuais sinistros.

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Reconciliação em 01 de janeiro de 2011 BR GAAP "Mais Valia" 01/jan./11 Imobilizado CIRCULANTE 27.496 Caixa e Equivalentes de Caixa 875 Mensalidades a Receber 3.530 Aplicações de Liquidez não Imediata 22.124 Cheques a Receber 96 Adiantamentos a Funcionários e Fornecedores 800 Outros Valores a Receber 71 56.948 120.249 NÃO CIRCULANTE 206 DIREITOS REALIZÁVEIS Depósitos Judiciais 206 56.742 120.249 IMOBILIZADO 84.444 120.249 TOTAL DO ATIVO --------------------------------------------------------------P A S S I V O E P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O

CPC´s 01/jan./11 27.496 875 3.530 22.124 96 800 71 177.197 206 206 176.991 204.693 --------------------------------

754 754 81 81 13 13 298 298 281 281 4 4 77 77 691 691 373 373 318 318 82.999 120.249 203.248 79.921 120.249 200.170 3.078 3.078 84.444 120.249 204.693 --------------------------------------------------------------- -------------------------------BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Reconciliação em 31 de BR GAAP "Mais Valia" Depreciação CPC´s dezembro de 2011 31/dez./11 Imobilizado Imobilizado 31/dez./11 30.226 30.226 CIRCULANTE Caixa e Bancos Conta Movimento 1.473 1.473 Mensalidades a Receber 3.989 3.989 Cheques a Receber 91 91 Aplicações de Liquidez não Imediata 23.677 23.677 Adiantamentos a Funcionários e Fornecedores 930 930 Outros Valores a Receber 66 66 56.910 120.249 (643) 176.516 NÃO CIRCULANTE 303 303 DIREITOS REALIZÁVEIS Depósitos Judiciais 303 303 56.607 120.249 (643) 176.213 IMOBILIZADO 87.136 120.249 (643) 206.742 TOTAL DO ATIVO -------------------------------- --------------------------------------------------------------- -------------------------------PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 815 815 CIRCULANTE Fornecedores 129 129 Instituições Financeiras 58 58 Impostos, Taxas e Contribuições Diversas 284 284 Provisões para Férias e Encargos 330 330 Adiantamentos de Clientes 6 6 Outras Obrigações 8 8 758 758 NÃO CIRCULANTE Mensalidades Antecipadas 400 400 Provisões para Contingências 358 358 85.564 120.249 (643) 205.169 PATRIMONIO LÍQUIDO Patrimônio Social 83.391 120.249 203.640 Superávit do Exercício 2.172 (643) 1.529 TOTAL DO PASSIVO E 87.136 120.249 (643) 206.742 PATRIMÔNIO LÍQUIDO -------------------------------- --------------------------------------------------------------- -------------------------------DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT Reconciliação em 31 de BR GAAP "Mais Valia" Depreciação CPC´s dezembro de 2011 31/dez./11 Imobilizado Imobilizado 31/dez./11 41.189 41.189 RECEITAS DE PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Receitas de Mensalidades Escolares 41.195 41.195 Receitas de Cursos Diversos Devolução de Mensalidades (6) (6) 757 757 DEMAIS RECEITAS Subvenções 7 7 Contribuições Particulares e Donativos 125 125 Receitas Diversas 624 624 41.946 41.946 TOTAL DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA (25.410) (25.410) CUSTOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS Professores e Departamento Pedagógico 12.657 12.657 Bolsas p/Filhos de Professores e Funcionários 562 562 Outros 3.321 3.321 8.870 8.870 Filantropia Gratuidades/Bolsas de Estudos 8.699 8.699 Projetos Sociais/Assistenciais 171 171 16.536 16.536 RESULTADO BRUTO (14.363) (643) (15.007) RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS Despesas Financeiras (614) (614) Receitas Financeiras 3.103 3.103 Despesas Gerais e Administrativas (16.865) (643) (17.508) Outras Receitas/(Despesas) 12 12 2.172 (643) 1.529 SUPERÁVIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------MARIA DE LOURDES CASTANHA SOLANGE MENEGAZZO Presidente Ecônoma CPF 253.003.779-53 CPF 577.125.499-15 CIRCULANTE Fornecedores Instituições Financeiras Impostos, Taxas e Contribuições Diversas Provisões para Férias e Encargos Adiantamentos de Clientes Subvenções Governamentais Outras Obrigações NÃO CIRCULANTE Mensalidades Antecipadas Provisões para Contingências PATRIMONIO LÍQUIDO Patrimônio Social Superávit do Exercício TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

NOTA 24. CONCILIAÇÃO ENTRE BR GAAP ANTIGO E CPC PME.

LUIZ FERNANDO FERRAZ Contador CRC/PR 013542/O-0 CPF 161.104.399-91

Os efeitos relativos a adoção do custo atribuído aos bens do Imobilizado estão demonstrados da seguinte forma:

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos ADMINISTRADORES do INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS Curitiba - PR Examinamos as demonstrações contábeis do INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A administração do Instituto é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades sem finalidade de lucro (ITG 2002 e NBC TG 1000), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de

evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Instituto para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Instituto. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades sem finalidade de lucros (ITG 2002 e NBC TG 1000). OUTROS ASSUNTOS Demonstrações do Valor Adicionado e Balanço Social Examinamos, também, as Demonstrações do Valor Adicionado (DVA) e Balanço Social, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, como informação suplementar pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades sem finalidade de

PF faz operação para prender quadrilha de contrabando e jogos ilegais Ao todo, 250 policiais federais participam da operação no estado do Paraná A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Fractal para desarticular uma organização criminosa que atua no contrabando de cigarros e na exploração de jogos ilegais no Paraná. Segundo a PF, policiais participam do esquema. Ao todo, 250 policiais federais cumprem 40 mandados de busca e apreensão, 23 mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão temporária e 29 mandados de condução coercitiva. As ordens judiciais estão sendo executadas em cidades paranaenses (Curitiba, Maringá, Medianeira, Foz do Iguaçu, Faxinal e Matinhos), gaúchas (Porto Alegre e Canoas) e catarinenses (Laguna e Joinville). Segundo a PF, as investigações, que começaram em 2010, apontaram que a quadrilha tinha o reforço de policiais militares lotados, na maioria, em rotas de contrabando no noroeste do Paraná. Além de facilitar a passagem da mercadoria

do grupo, eles extorquiam dinheiro de contrabandistas concorrentes, repassando parte dos valores e dos produtos desviados de apreensões ao núcleo central do esquema. A organização criminosa era liderada por um assessor de um deputado estadual do Paraná e por oficiais da Polícia Militar em postos estratégicos, de acordo com as investigações. A PF informa, em nota, que “a soma dos valores oriundos da corrupção e repassada ao assessor e seus contatos na corporação militar paranaense chegou a centenas de milhares de reais.” O lucro com as atividades ilícitas, segundo o texto, permitiu “a obtenção de grande patrimônio por parte dos integrantes da quadrilha, sendo que parte dos imóveis, bem como valores, foram bloqueados por decisão judicial”. Ao longo da investigação foram feitos diversos flagrantes e prisões de servidores públicos por corrup-

Segundo as investigações a quadrilha tinha o reforço de policiais militares lotados em rotas de contrabando no noroeste do Paraná

ção. A investigação, que está em segredo de Justiça, deverá promover outras diligências. A Operação foi batizada de Fractal devido à capilaridade detectada nas investigações, que levou a quadrilha a se infiltrar em todas as esferas do estado do Paraná. “Por um conceito matemático, fractal seria um objeto que apenas encontraria regras na irregularidade,

com grande capilaridade, definindo bem a atuação do grupo”, explica a nota. Foram verificados, durante as investigações, indícios de que a organização criminosa buscava influência em setores das polícias Militar, Civil e Federal; Receita Federal; Ministério Público Estadual e Assembleia Legislativa do Paraná.

lucros que não requerem a apresentação da DVA e Balanço Social. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Adoção Inicial Normas Contábeis Essas são as primeiras demonstrações contábeis elaboradas pela entidade para atender as práticas contábeis determinadas pela Interpretação Técnica ITG-2002 e NBC TG 1000, que estabelece critérios e procedimentos de avaliação, de reconhecimento das transações e variações patrimoniais, de estruturação das demonstrações contábeis para as entidades sem finalidade de lucros. Conforme mencionado na nota explicativa "2" houve efeitos decorrentes dessas novas normativas, cujos efeitos retrospectivos estão apresentados na nota explicativa "24". Como parte de nossos exames das demonstrações contábeis de 2012, examinamos também os ajustes descritos na nota explicativa "24" que foram efetuados para alterar o balanço patrimonial apresentado, para fins de comparação, como o saldo de abertura em 1° de janeiro de 2011. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e estão corretamente efetuados. Curitiba, 14 de abril de 2013. MÜLLER & PREI AUDITORES INDEPENDENTES S/S CRC-PR Nº 6.472/O-1 REGINALDO BESCOROVAINE CONTADOR CRC-PR Nº 045.212/O-5

MPF tem mais de 381 mil procedimentos em andamento O Ministério Público Federal (MPF) tem mais de 381 mil procedimentos em andamento, tanto no campo judicial quanto no extrajudicial. Esses e outros dados poderão ser conferidos por meio de uma ferramenta que monitora a atividade do órgão em todo o país. A novidade permite acompanhar todas as ações movidas na área cível e criminal, separadas por temas e região. O levantamento é atualizado diariamente, com atraso de 24 horas. Ao selecionar o tipo de procedimento, um mapa pontua os locais onde eles foram registrados. Os números dos processos são exibidos ao clicar na cidade escolhida. O levantamento revela que o MPF tem 94,1 mil atividades extrajudiciais em andamento, a maioria na área de direito administrativo e público (48,5 mil). A ferramenta registra 287,7 mil movimentações de processos, a maioria na área penal (239 mil). A outra ferramenta atualiza um serviço já disponível em de-

terminadas unidades do MPF. Por meio de busca simples pelo número do processo ou nome da parte, é possível conferir a movimentação do MPF em todas as etapas de determinada ação. Essa ferramenta permite localizar quantas ações envolvendo uma mesma pessoa tramitam em determinada instância da Justiça. Ainda não é possível localizar quantos processos existem sobre uma pessoa em todas as instâncias da Justiça Federal. O MPF informa que o sistema está sendo aperfeiçoado e que essa busca mais ampla deverá ser liberada em breve. O lançamento das ferramentas ocorre no momento em que o MPF tenta firmar posição contra o a proposta de emenda à Constituição (PEC) 37, que limita os poderes de investigação do órgão. O texto determina que somente as polícias Civil e Federal podem apurar fatos criminais, o que reduziria o trabalho de procuradores e promotores iniciado após a Constituição de 1988.


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira a domingo, 26 a 28 de abril de 2013 | B4 | Indústria&Comércio

Falta de norma legal afasta demissão em massa Poder Judiciário a tarefa de solucionar as demandas sobre o tema, buscando em legislações de outros países, em convenções e tratados internacionais um conceito que se adéque à realidade brasileira, dentro do disposto no artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal. A relatora lembrou que o núcleo do conceito de demissão em massa está ligado a um fato alheio à pessoa do empregado. Este conceito se extrai da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que sem caracterizar uma demissão coletiva, define no artigo 13 que esta espécie de término de contrato de trabalho ocorre por motivos de ordem econômica, tecnológica, estrutural ou análoga. Em seu voto, a ministra apontou que a decisão do TRT está de acordo com a legislação comparada. Maria

de Assis Calsing afirmou que o empregador, ao demitir em massa, não visa "pessoas concretas", mas a um grupo de trabalhadores apenas por traços não pessoais, como a lotação em determinada seção ou a qualificação profissional. A causa da dispensa, para o TRT, é comum à necessidade da empresa". A relatora lembrou que, segundo a própria empresa, as demissões ocorridas num período de três a quatro meses estariam dentro de parâmetros "da mais absoluta normalidade de fluxo de mão de obra". E acrescentou que as demissões ocorreram em período de incremento de produção e recuperação de postos de trabalho, num quadro de "flutuação normal de mão de obra", não ficando caracterizada razão econômica, tecnológica ou estrutural como justificativa.

Taques critica PEC que tira poder de investigação do MP Moreira Mariz/Agência Senado

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a demissão de 180 empregados da metalúrgica Eaton, de Campinas, não caracteriza demissão em massa. A caracterização foi pleiteada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico, Eletrônico e de Fibra Óptica de Campinas e Região. Em decisão unânime, a Seção Especializada em Dissídios Coletivos manteve o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas). Em seu voto, a relatora, ministra Maria de Assis Calsing, constatou a ausência de norma legal que defina o conceito de demissão em massa e os critérios que balizem esse fenômeno, "sob o aspecto causal, temporal e quantitativo das dispensas". Para a ministra, portanto, cabe ao

Ministério Público

AMAS – ASSOCIAÇÃO MENONITA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CNPJ: 79.573.499/0001-86 Curitiba – PR

Para o senador Pedro Taques (PDT-MT) , a PEC servirá como instrumento para "perpetuar a corrupção no Brasil".

BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO - VALORES EXPRESSOS EM REAIS ATIVO

PAS S I V O

2..012 2.011 CIRCULANTE 156.127,06 81.934,75 OBRIGAÇÕES SOCIAIS A PAGAR 207,65 167,36 777.167,21 732.214,23 CIRCULANTE SALÁRIOS A PAGAR 7.618,35 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 713.460,42 659.828,85 PROVISÕES - SALÁRIOS E ENCARGOS 73.171,80 78.638,18 ADIANTAMENTOS 61.292,49 69.598,31 CONVÊNIOS COM ORGÃOS PÚBLICOS 75.129,26 3.129,21 INSS A COMPENSAR 1.760,09 1.787,07 ISS A COMPENSAR 157,55 PATRIMÔNIO LIQUIDO 1.408.753,90 1.364.028,98 EMPRESTIMOS A FUNCIONÁRIOS 496,66 1.000,00 NÃO CIRCULANTE 787.713,75 713.749,50 PATRIMÔNIO SOCIAL 1.364.028,98 815.095,36 IMOBILIZADO 1.160.206,58 827.600,47 SUPERAVIT / DÉFICIT DO EXERCÍCIO 44.724,92 548.933,62 DEPRECIAÇÃO (372.492,83) (113.850,97) T O TA L D O A T I V O T O TAL D O PAS S I V O 1.564.880,96 1.445.963,73 1.564.880,96 1.445.963,73 Importa o presente BALANÇO GERAL DO ATIVO E PASSIVO, da AMAS - ASSOCIAÇÃO MENONITA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, encerrado em 31 de Dezembro de 2.012 em R$ 1.564.880,96 (hum milhão, quinhentos e sessenta e quatro mil, oitocentos e oitenta reais e noventa e seis centavos).

DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT OU DÉFICIT DOS EXERCÍCIOS - VALORES EXPRESSOS EM REAIS 2.012 RECEITA BRUTA

2.011

2.362.197,58 2.738.837,27

Receita Operacional Atividade assistência social Vendas de Produtos e Artesanatos Doações - Apadrinhamento Doações - Apadrinhamento - Exterior Doações - Pessoas Fisicas Doações - Pessoas Juridicas Doações - Exterior Doações - Estaduais e Municipais Ganhos Alienação de Bens Ativo

2.362.197,58

2.738.837,27

2.362.197,58

2.738.837,27

270.346,21 598.554,27 73.282,89 553.067,13 228.987,57 447.203,32 189.875,36 880,83

200.700,74 547.659,04 190.665,34 459.816,67 228.886,98 787.187,15 323.921,35

RECEITA LÍQUIDA

2.362.197,58 2.738.837,27

CUSTOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS

(116.353,34)

(106.873,28)

(116.353,34)

(106.873,28)

Custo das Vendas dos Produtos e Artesanatos

2.245.844,24 2.631.963,99 RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS (2.201.119,32) (2.083.030,37) Despesas Gerais e Administrativas Despesas com Projetos Sociais Outras Receitas Operacionais Receitas financeiras Depreciações Despesas financeiras

(865.321,27) (981.888,77) (1.611.971,64) (1.274.040,04) 363.161,38 272.064,67 22.480,64 31.128,08 (94.260,47) (113.850,97) (15.207,96) (16.443,34)

RESULTADO OPERACIONAL SUPERÁVIT E/OU DÉFICIT DO EXERCÍCIO

44.724,92

548.933,62

44.724,92

548.933,62

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Método Indireto EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO VALORES EXPRESSOS EM REAIS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS: SUPERÁVIT/DÉFICIT DO EXERCÍCIO Ajustes por Depreciações RESULTADO AJUSTADO Aumento (Redução) nos Passivos Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Fiscais a Recolher Outras Exibilidades - Convêncios (Aumento) Redução nos Ativos Adiantamento de Férias Impostos e Contribuições a Recuperar Outros Créditos FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de Imobilizado Venda de Ativo Imobilizado AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA NO INICIO DO PERIODO CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA NO FIM DO PERIODO

2.012

2.011

216.275,46 44.724,92 88.679,64 88.679,64 (45.098,08) 74.192,31 2.151,97 40,29 72.000,05 8.678,59 8.305,82 (130,57) 503,34

666.494,67 548.933,62 113.850,97 113.850,97 (45.098,08) 14.600,86 12.094,05 (458,87) 2.965,68 (10.890,78) (8.103,71) (1.787,07) (1.000,00)

(162.643,89) (172.143,89) 9.500,00

(221.640,32) (221.640,32)

53.631,57

444.854,35

659.828,85

214.974,50

713.460,42

659.828,85

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO VALORES EXPRESSOS EM REAIS SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 SUPERÁVIT LIQUÍDO DO EXERCÍCIO SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 SUPERÁVIT LIQUÍDO DO EXERCÍCIO SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

PATRIMÔNIO SOCIAL 815.095,36 548.933,62 1.364.028,98 44.724,92 1.408.753,90

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31/12/2012 NOTA 01 – CONTEXTO OPERACIONAL: A AMAS – ASSOCIAÇÃO MENONITA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL é uma sociedade civil, de finalidade não lucrativa, filantrópica, fundada em 06 de setembro de 1970, com sede à Rua Cristiano Strobel nº 1630, Curitiba – PR., sendo possuidora do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, emitido pelo Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS sob n.230.971 em 09/07/1974. A Entidade foi declarada de utilidade pública federal através do Decreto 14.489/ 93-27 de 25 de outubro de 1995, de utilidade pública estadual através do Decreto 6.680 de 16 de junho de 1975 e de utilidade pública municipal pela Lei 8.327/93 de 06 de dezembro de 1993, e tem por objetivo promover o bem estar social e prestar assistência a todos que dela necessitarem, dentro dos recursos disponíveis, sem qualquer discriminação de credo religioso ou político, de cor, raça ou nacionalidade, podendo para a consecução de suas finalidades: a) Criar e administrar obras, programas, serviços de assistência, de acordo com as necessidades locais; b) Promover projetos de desenvolvimento comunitário e de bem estar social: c) Promover e desenvolver programas de saúde e de educação para o lar; d) Promover uma orientação cristã na constituição de lares e na educação de filhos; e) Promover e desenvolver programas de treinamento ou de iniciação profissional; f) Promover programas de auxilio a flagelados; g) Manter programas de intercâmbio de padrinhos para criança e famílias assistidas; h) Manter convênios com outras entidades congêneres, inclusive no exterior, visando à implementação dos projetos e programas da AMAS; i) Colaborar com as iniciativas públicas e particulares que visem o bem estar social; j) Promover assistência espiritual segundo os princípios contidos na Declaração de Fé da Associação Igrejas Menonitas do Brasil. Em consonância com seu objetivo social, a AMAS – Associação Menonitas de Assistência Social, mantém creches e apoio sócio-educativo, bem como desenvolve os serviços de convivência e fortalecimento de vínculo nos municípios de Curitiba, Palmeira, Porto Amazonas e Lapa, localizados no Estado do Paraná, e atua em projetos sociais da filial em Recife – PE. NOTA 02 – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES: As demonstrações contábeis foram elaboradas com observância aos Princípios Fundamentais de Contabilidade e à Resolução do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) 877/2.000, com alterações subseqüentes, que aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade Técnica NBCT 10.19, a qual trata em específico dos aspectos contábeis das entidades sem fins lucrativos e pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (C.P.C.). NOTA 03 – PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Dentre as principais políticas contábeis adotadas para a preparação das demonstrações contábeis ressaltamos: a) RECEITAS E DESPESAS As receitas contratuais e financeiras estão reconhecidas pelo regime de competência. As receitas de doações estão registradas pela sua realização financeira. As despesas estão reconhecidas pelo regime de competência. b) APLICAÇÕES DE LIQUIDEZ IMEDIATA Estão demonstradas pelos valores aplicados, atualizadas com os respectivos rendimentos até a data de encerramento do balanço patrimonial. c) PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE DIFÍCIL LIQUIDAÇÃO A entidade não mantém Provisão para Devedores Duvidosos em decorrência da inexistência de ativos com riscos de recebimento. d) ATIVO IMOBILIZADO Está demonstrado pelo custo de aquisição e ajustado por depreciações calculadas pelo método linear, a taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil, por espécie de bens, como segue: Edificações e Construções 4% a.a. Instalações 10% a.a. Máquinas e equipamentos 10% a.a. Veículos 20% a.a.

Móveis e utensílios 10% a.a. Aparelhos e Instrumentos Musicais 10% a.a. Equipamentos de Recreação 10% a.a. e) PROVISÃO PARA FÉRIAS E ENCARGOS Consignada na rubrica “Obrigações Sociais e Trabalhistas”, foi constituída com base no regime de competência, observando as férias transcorridas e ainda não gozadas, num montante julgado suficiente para cobertura das obrigações com férias dos seus funcionários, apropriadas até a data de encerramento do balanço. Estas provisões foram calculadas na base 1/12 avos de férias, convertidos para valor em moeda pelo salário mensal de cada funcionário, acrescidos dos encargos mais um terço constitucional, e atualizados pelo salário em dezembro de 2012, conforme legislação trabalhista em vigor. DETALHAMENTO 2.012 2.011 FÉRIAS e 1/3 s/férias 67.130.26 72.145,12 FGTS s/férias 5.405,30 5.771,61 PIS s/férias 636,24 721,45 TOTAL 73.171,80 78.638,18 NOTA 04 – CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2.012 2.011 Caixa 17.583,54 45.669,95 Bancos 271.246,41 193.930,34 Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata 424.630,47 420.228,56 TOTAL 713.460,42 659.828.85 As aplicações financeiras correspondem preponderantemente a investimentos em CDBs. NOTA 05 – IMOBILIZADO: 2.012 2.011 Terrenos 47.131.39 74.115,25 Edificações e Construções 249.694,48 193.208,10 Instalações 3.015,81 3.015,81 Máquinas e equipamentos 228.140.46 161.053,35 Veículos 495.099,30 444.920,32 Móveis e Utensílios 85.343,86 70.686,58 Aparelhos e Instrumentos Musicais 18.181.74 17.811,74 Equipamentos de Recreação 30.198,65 29.350.65 (-) Depreciações acumuladas -369.091,94 -280.412.30 TOTAL 787.713,75 713.749,50 a) Não foram aplicados procedimentos da norma CPC 27 que trata de valor justo, vida útil dos bens para cálculo das depreciações e valor residual nas demonstrações contábeis apresentadas para análise. b) O levantamento físico dos bens foi efetuado e registrado no controle patrimonial. NOTA 06 – PATRIMÔNIO LÍQUIDO Está composto pelos superávits acumulados ao longo dos exercícios anteriores, cujos valores foram reinvestidos na ampliação e manutenção dos objetivos sociais da entidade, seja na ampliação e manutenção de suas instalações ou na prestação de seus serviços. O déficit do exercício está sendo mantido em conta específica enquanto não aprovado pela assembléia, após a sua aprovação será transferido definitivamente para a conta Patrimônio Social. A Associação não remunera os membros componentes de sua diretoria, conselheiros, associadas ou equivalentes e não distribui ou concede vantagens sob nenhuma forma. NOTA 07 - SUBVENÇÕES DO PODER PÚBLICO ADMINISTRATIVO No quadro seguinte está resumida a abrangência dos convênios para manutenção de projetos específicos, bem como os valores aplicados, na forma da Resolução Normativa CNAS 188 de 20/10/2005:

CONVÊNIOS FIRMADOS EM 2.012

Projeto Órgão/ conveniado Prefeitura Municipal de Curitiba – PR - Pinheirinho

Recursos EntidadeResolução Normativa CNAS 188 de 20/10/2005 Contratados Repassados Aplicados Saldo 693.198,00 693.198,00 634.854,55 58.343,45

Prefeitura Municipal de Curitiba – PR - Xaxim

192.360,00

192.360,00

192.007,49

352,51

31/12/2013

Prefeitura Municipal de Palmeira - PR

115.000,00

115.000,00

115.000,00

0,00

31/12/2013

90.000,00

90.000,00

90,000,00

0,00

31/12/2013

6.344,80

6.344,80

6.344,80

0,00

31/12/2013

Prefeitura Municipal de Porto Amazonas – PR Prefeitura municipal dePorto Amazonas – PRMerenda Escolar

Término do projeto 31/12/2013

Prefeitura Municipal da Lapa - PR

22.000,00

22.000,00

22.000,00

0,00

31/12/2013

Prefeitura Municipal de Curitiba - Sede

39.600,00

39,.600,00

23.166.70

16,433,30

31/12/2013

TOTAL Dados relativos ao ano de 2.011, apurados até a data do balanço NOTA 08 – PROJETOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Em atendimento aos seus objetivos estatutários, e em aderência aos preceitos estabelecidos na Lei 12.101/09, a entidade aplicou uma parcela substancial dos seus recursos em projetos de assistência social e outras ações de caráter filantrópico. A entidade mantém os seguintes projetos sociais com doações: Projetos Valor aplicado em 2.012 Projeto Lar Criança Feliz - Palmeira - PR 288.759,30 CEI Peixinho Feliz - Porto Amazonas - PR 258.839,28 Centro de Apoio - Estrela de Belém – Lapa - PR 148.009,29 CEI Cantinho da Criança – Curitiba - PR 122.622,31 CEI Letras Douradas – Curitiba - PR 118.897,58 Projeto de Assistência Social – Recife – PE 385.595,85 Totais 1.322.723,61 NOTA 09 – BENEFÍCIOS FISCAIS A instituição na condição de entidade sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, nos termos da legislação vigente, se beneficiou do não recolhimento de tributos e contribuições durante o ano 2.012. Discriminamos, a seguir, os principais benefícios obtidos neste exercício:

Data Prestação de contas Entre Jan./12 até Dez./12 Entre Jan./12 até Dez./12 Entre Jan./12 até Dez./12 Entre Jan./12 até Dez./13 Entre Jan./21 e Dez./12

Aprovação Entre fev./12 até jan/13 Entre fev./12 até jan/13 Entre fev./12 até jan/13 Entre fev/12 até jan/13 Entre Fev./12 e Jan./13

Entre Jan./12 e Dez./12 Entre Jan/12 e Dez/13

Entre fev./12 e jan/13 Entre Fev./12 e jan/13

75.129,26 DESCRIÇÃO

VALORES ESTIMADOS 2.012 2.011 Contribuição Social sobre o Faturamento - Cofins 82.435,19 91.260,90 Cota patronal da contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS 465.896,98 406.933,01 NOTA 10 - SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO O Superávit do Exercício no valor de R$ 44.724,92 (quarenta e quatro mil, setecentos e vinte e quatro reais e noventa e dois centavos) é proveniente do trabalho conjunto da Diretoria e Funcionários em aumentar os recursos financeiros para poder atender com mais eficiência as necessidades das crianças e ainda poder melhorar as instalações físicas com reformas e equipamentos necessários para o trabalho. No ano de 2012 foram aplicados R$172.143,89 (cento e setenta e dois mil, cento e quarenta e três reais e oitenta e nove centavos) no Imobilizado da entidade e uma reserva financeira aplicada para ser utilizado no ano de 2.013. Curitiba, 31 de dezembro de 2012. AMAS – ASSOC. MENONITA DE ASSIST. SOCIAL RUDOLF HAMM FILHO – PRESIDENTE CPF N.º 356.381.929-72

HELMUT TEODOR KLASSEN CONTADOR CRC PR 021.385/O-1 CPF.: 171.182.129-20

Em pronunciamento no Plenário, o senador Pedro Taques (PDTMT) criticou duramente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/ 2011, que define a investigação criminal como competência exclusiva da Polícia Federal e da Polícia Civil. Para o parlamentar, a PEC servirá como instrumento para "perpetuar a corrupção no Brasil". O texto da proposta, que já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara dos Deputados e por uma comissão especial, retira do Ministério Público Federal e estaduais o poder de investigar. Taques participou de uma mobilização do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG) e associações de membros do Minis-

tério Público de todo o país contra a PEC. "Nós todos temos que cerrar fileiras contra esta proposta que vai fazer com que a impunidade possa continuar a grassar no Brasil", afirmou o senador. Pedro Taques argumentou que no Brasil qualquer cidadão e até um cachorro podem investigar, e acrescentou que o Ministério Público tem autonomia para colaborar nas investigações sem pretensão de fazer o trabalho de inquérito policial. "O que nós precisamos é de uma integração da autoridade policial e do Ministério Público, para que as investigações possam ser feitas como a sociedade brasileira deseja; é de eficiência no inquérito policial e nas denúncias oferecidas pelo

Ministério Público; é debater os índices de absolvição em crimes graves por falha na investigação", concluiu.

PEC 33

O senador Pedro Taques também comentou a PEC 33/2011 que submete algumas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) ao Congresso Nacional como a aprovação de súmulas vinculantes e a inconstitucionalidade de emendas à Constituição. Para Taques trata-se de uma "excrescência jurídica". Ele afirmou que fazer isso - aprovar a proposta - é "flertar com o autoritarismo" e "fazer vingança" contra o Judiciário, "retirando a dignidade" daquele Poder ao restringir a sua atuação.

Autor pede exclusão de conselheiros do Carf de ações A novela das ações populares contra decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) parece se dar em capítulos semanais. O autor das ações pediu a exclusão dos conselheiros do polo passivo de cinco das ações, todas em trâmite na 15ª Vara Federal do Distrito Federal. O pedido de exclusão foi feito em emenda à petição inicial. O juiz titular da vara, Marcelo Antonio Cesca, havia determinado ao autor das ações, o ex-procurador da Fazenda Nacional Renato Chagas Rangel, emendasse o pedido com endereço e CPF dos conselheiros que arrolou no polo passivo. Caso não o fizesse, as ações seriam indeferidas. Como não conseguiu as informações, Rangel pediu a exclusão dos conselheiros, para manter as ações voltadas apenas para o órgão Carf, e não seus componentes. As ações foram ajuizadas entre o segundo semestre do ano passado e o início deste ano. Renato Rangel

questiona decisões do Carf, instância administrativa do Ministério da Fazenda, para discussões entre o fisco federal e contribuintes, que foram pró-empresas. Ele alega que, como o Carf, órgão da União, “liberou” empresas de pagarem seus impostos ou multas tributárias, a União foi omissa em seu papel arrecadador. Diz o ex-procurador que as decisões do Carf prejudicaram o erário e o interesse maior da nação. Vinte e quatro ações já foram indeferidas de ofício pela Justiça Federal do DF. Os juízes têm entendido que a ação popular não é o instrumento para questionar o mérito de decisões administrativas do Carf. Só poderia ser se a alegação fosse de alguma ilegalidade, como suborno ou improbidade administrativa. Mesmo que fossem o instrumento correto, o Judiciário vem afirmando que não se pode contestar judicialmente o mérito de decisões

do Carf. Em última análise, o Carf é a União, e se o Carf entende que não há crédito tributário, a União é quem está dizendo que não tem mais interesse naquele crédito.

Mesma tese

A exclusão dos conselheiros do Carf do polo passivo é a tese defendida pela Advocacia-Geral da União em pareceres enviados à Justiça Federal do DF. A AGU, que assumiu o caso depois de uma confusão institucional entre a Advocacia-Geral e a Procuradoria-Geral da União, entende que, como o Carf faz parte do Ministério da Fazenda, que tem a pessoa jurídica da União, a União é que deve ser arrolada no polo passivo, e não os conselheiros. É a mesma tese defendida pelo Ministério Público Federal nas apelações que apresentou às ações que foram indeferidas. Das 24 rejeitadas sem análise de mérito pela JF, 21 foram apeladas pelo exprocurador e três pelo MPF.

Sentença estrangeira passa a tramitar eletronicamente Desde o último dia 15 de abril, todos os processos envolvendo sentença estrangeira que ingressam no Superior Tribunal de Justiça estão tramitando eletronicamente. Atualmente, 935 processos envolvendo sentença estrangeira tramitam no STJ, sendo que 370 deles já ingressaram no Tribunal por meio eletrônico. O acervo físico está sendo digitalizado e a expectativa é que todos os processos tramitem eletronicamente até maio. Todo e qualquer procedimento de homologação deve ser requerido por advogado mediante petição endereçada ao presidente do STJ e protocolada na Coordenadoria de Processos Originários. Havendo contestação, o processo será submetido a julgamento da Corte Especial e distribuído a um dos ministros que a compõem. A homologação de sentença estrangeira é um processo que visa conferir eficácia a ato judicial estrangeiro. Qualquer provimento,

O processo era da competência do STF. Após a Emenda Constitucional de 45, o STJ passou a ter a processar e julgar os feitos relativos à homologação de sentença estrangeira

inclusive não judicial, proveniente de autoridade estrangeira, só terá eficácia no Brasil após sua homologação pelo STJ, responsável por atestar o cumprimento dos requisitos necessários para que uma sentença estrangeira tenha a mesma eficácia da decisão nacional. Até 2004, esse processo era da competência do STF. Após a Emenda Constitucional 45, de 2004, o STJ passou a ter a competência para processar e julgar os feitos relativos à homologação de sen-

tença estrangeira e à concessão de exequatur às cartas rogatórias. Uma sentença estrangeira só é homologada no Brasil se sua execução não afrontar a ordem pública, os bons costumes e a soberania nacional, e cumprir os seguintes requisitos indispensáveis: ter sido proferida por autoridade competente; as partes tenham sido validamente citadas; ter transitado em julgado; estar autenticada pelo cônsul brasileiro e acompanhada de tradução por tradutor oficial.

Diário Indústria&Comércio  

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