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Indústria&Comércio Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | Ano XXXV | Edição nº 8609 | R$ 1,50

DIÁRIO. Mais que notícias. inteligência. conhecimento.

Adalberto Marques/MI

Aroldo Murá RAÍZES RURAIS VÃO À CURITIBA DE NOSSA BASE Eduardo Sganzerla é muito mais do que um editor de livros de qualidade, imprescindíveis à estante paranaense. Agora ele vai lançar mais um, sobre a raízes rurais de Curitiba, um grande vôos etnográfico, recolhendo usos e costumes que estão em pequenas propriedades rurais da cidade. Em Foz do Iguaçu, Gilmar Piolla, tal como a coluna adiantara dia 10, é o candidato do PT a prefeito. Página A3

INDICADORES FINANCEIROS MERCADO À VISTA Maiores altas

COTAÇÃO

J B DUARTE CELUL IRANI RANDON PART KEPLER WEBER FII JS REAL

0,04 46,99 9,30 0,25 1.100,00

Maiores QUEDAS

COTAÇÃO

TELEBRAS J B DUARTE GTD PART GTD PART CELGPAR

0,04 0,03 0,21 0,21 17,00

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, considerou inovador o projeto apresentando pelo prefeito Luciano Ducci, em Brasília

Curitiba apresenta projeto de R$ 170 milhões contra enchentes Ministro da Integração Nacional considera inovador projeto que visa combater cheias na cidade página a2

IBOVESPA Maiores altas*

COTAÇÃO

OI ELETROPAULO EMBRAER SOUZA CRUZ BRADESPAR

Maiores QUEDAS OGX PETROLEO DURATEX MRV USIMINAS PDG REALT

9,50 29,28 16,56 29,03 36,80

12,98 11,39 12,60 11,68 4,88

Compra

Venda

Dólar turismo 1,7600

1,9000

Dólar comercial 1,8800

1,8815

Dólar paralelo 1,5900

1,7300

Euro

2,4714

2,4691

Procon promove curso sobre direitos do consumidor

Mais de 80% dos empréstimos do BNDES este ano foram para infraestrutura e empresas de menor porte

Paraná | a11

Paraná | a2

Paraná | a5

COTAÇÃO

CÂMBIO Moeda

À frente do Supremo por apenas sete meses, Ayres Britto buscará coalizão

Vacinação deve imunizar 4,3 mi de cabeças na primeira etapa da campanha

Uma das mais importantes empresas paranaenses de transporte e logística, a Cargolift cresceu 40% em 2011. Com uma receita bruta de R$ 141.857.209,00, a empresa trabalha para obter um crescimento de forma linear entre 20% e 25% ao ano.

Ouro (Grama/R$): 208,73

página b7

Tesouro recompra R$ 1,6 bilhão de títulos brasileiros no exterior O Tesouro Nacional encerrou a operação de compra de títulos da dívida externa brasileira em reais. Foram recomprados R$ 1,673 bilhão na operação realizada na quarta-feira (18/04) e liderada pelos bancos HSBC Securities (USA) e Goldman, Sachs & Co. As operações, que foram anunciadas no último dia 17, envolveram simultaneamente a venda de papéis brasileiros corrigidos em real e com vencimento em 2024. Lobão diz que governo não teme problemas com a Petrobras na Argentina O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira (19/04) que o governo não está preocupado com possíveis problemas da Petrobras na Argentina. Segundo ele, em reunião que será realizada nesta sexta (20/04) com o ministro do Planejamento argentino, Julio De Vido, o governo brasileiro vai apenas “ouvir e redarguir (replicar)”.

Cargolift tem crescimento de 40% e planeja expansão

TIM lidera acessos no mês de março no PR e em SC

A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento promove de 1º a 31 de maio a primeira etapa da campanha anual de vacinação contra febre aftosa. Deverão ser vacinados somente bovinos e bubalinos de até 24 meses de idade, inclusive os recém-nascidos.

Com 45,3% da participação de mercado (market share) nos estados do Paraná e, em Santa Catarina, a TIM conquistou, no mês de março, a liderança na participação das vendas líquidas do mês.

página a4

Editorial I&C

“Rivalidade” no comércio com argentinos

O

bviamente não se trata de uma simples rivalidade como a que existe nos campos futebolísticos, mas há um impasse entre Brasil e Argentina em relação ao comércio de carne suína. O governo de Dilma Rousseff quer que a exportação de suínos brasileiros para o comércio argentino seja reestabelecida, inclusive ameaçando o governo de Cristina Kirchner com embrago a outros setores caso esses produtos não sejam liberados para entrar no país vizinho. uma época em que todos os países que estão inseridos no sistema globalizado e capitalista defendem com unhas e dentes os seus produtos, não é de se admirar que Brasil e Argentina também

N

travem essa guerra política em torno da carne suína. O que não é admissível é que esse impasse acabe prejudicando as duas nações em vários aspectos, o que certamente acontecerá se o embargo argentino permanecer e o Brasil realmente colocar em prática a sua retaliação. nosso ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, afirmou que a negociação está indo muito bem. Que bom. Produtores e consumidores de ambos os países esperam por notícias mais animadoras em relação a este assunto. Espera-se que elas venham e que possamos publicá-las.

O

Pedro Washington

Tempo de reflexão Os poderes públicos estão brincando com fogo! Confiantes na índole do brasileiro e na submissão a que é induzido por informações dirigidas por veículos de comunicação submetidos ao poder central por meio das fartas verbas publicitárias; igualmente pela pregação religiosa disseminada por veículos concedidos pelo poder público, mantêm o redil submisso aos interesses dos governos pela via de bancadas submissas, se é que a coluna se faz entender.

Editais na página A7

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Página | A2

Central de Atendimento: 41 3333.9800

e-mail: pauta@induscom.com.br


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A10 | Indústria&Comércio

WHB COMPONENTES AUTOMOTIVOS S/A

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em Milhares de Reais

CNPJ: 73.355.174/0001-40

CARTA DA ADMINISTRAÇÃO

NOTA

Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da WHB Componentes Automotivos S.A., relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009, acompanhadas das Notas Explicativas e Parecer dos Auditores Independentes. Colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários. Curitiba, fevereiro de 2012 A Diretoria

NOTA

CIRCULANTE DISPONIBILIDADES Caixa e Bancos Conta Movimento Aplicações de Liquidez Imediata DIREITOS REALIZÁVEIS Clientes Estoques Adiantamentos Créditos Tributários

2011 11.991

13.785

206 108 98

1.344 978 366

5 6 7 8 9

11.302 5.598 671 18 5.015

11.744 2.141 470 276 8.857

483

697

181.005

219.398

15.120 11.703 734 2.683 -

24.550 17.130 99 3.582 652 2.575 512

165.492 393

194.414 434

192.996

233.183

DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE NÃO CIRCULANTE DIREITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO Créditos Tributários Partes Relacionadas Adiantamentos - Partes Relacionadas Depósitos Judiciais Depósitos Caucionados Imóveis Destinados a Venda IMOBILIZADO INTANGÍVEL TOTAL DO ATIVO

9 26 26 10

12 13

2010

PASSIVO

NOTA

CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Remunerações e Provisões Obrigações Tributárias Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Adiantamentos de Clientes Dividendos a Pagar Outros Valores a Pagar

14 15 17 18 20

NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Provisões para Contingências Adiantamento de Clientes

14 18 20 21 26

2011 25.609 572 9.579 545 804 8.437 3.883 618 1.136 35

48.011 663 20.019 6.481 1.228 9.058 5.555 2.873 1.788 346

87.002 19.410 36.832 10.920 4.883 14.957

89.727 26.780 43.433 11.997 7.517 -

80.385 59.076 5.987 13.833 1.489

95.445 59.076 9.381 25.367 1.621

Realização da Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Ágio Incorporação Variação Cambial de Controlada no Exterior Lucro Líquido do Exercício Constituição de Reserva Legal Dividendos Distribuídos Dividendos Obrigatórios Propostos Constituição de Reserva de Lucros a Realizar Em 31/DEZ/10 59.076 Realização da Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Reavaliações Capitalizadas Variação Cambial de Controlada no Exterior Lucro Líquido do Exercício Constituição de Reserva Legal Dividendos Distribuídos Dividendos Obrigatórios Propostos Transferencia Prejuizo para Reserva de Lucros a Realizar Em 31/DEZ/11 59.076

24

TOTAL DO PASSIVO

192.996

RESERVA DE LUCROS 24.933

LUCROS ACUMULADOS -

(5.973) 2.027 9.381 (4.588) 1.194 5.987

232 (8.000) 8.202 25.367 (11.534) 13.833

5.973 (2.128) 4.635 (232) (46) (8.202) 4.588 (6.990) (9.132) 11.534 -

(16.766) (4.386) (12.380)

39.929

109.635

(39.759) (12.241) (27.518)

(97.217) (66.077) (31.140)

170

12.418

(4.978) (4.621) (357)

(7.073) (6.676) (397)

RESULTADO OPERACIONAL ANTES DOS ENCARGOS FINANCEIROS

(4.808)

5.345

ENCARGOS FINANCEIROS Despesas Financeiras Líquidas

(6.903) (6.903)

(2.760) (2.760)

(11.711)

2.585

(11.711) 2.579

2.585 2.050

22

RESULTADO ANTES DOS EFEITOS TRIBUTÁRIOS Provisão para IRPJ e CSLL

16

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro por Ação

(9.132)

4.635

(0,1546)

0,0785

FLUXOS DE CAIXA INDIRETO EM 31 DE DEZEMBRO Em Milhares de Reais

AJUSTES ACM. DE CONVERSÃO 1.573

233.183

(132) 1.489

2.027 (2.128) 48 4.635 (8.000) (46) 95.445 1.194 (6.990) (132) (9.132) 80.385

f) Intangível O intangível está registrado pelo custo de aquisição, deduzido da amortização acumulada e refere-se a softwares integrantes do sistema corporativo. É amortizado de acordo com sua vida útil econômica definida e submetido a testes para análise de possíveis perdas estimadas por redução ao seu valor recuperável. g) Demais Ativos Os demais ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base pró rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos incluem os valores conhecidos e calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base pró rata dia). h) Empréstimos e Financiamentos Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo líquido dos custos de transação incorridos e, posteriormente, são mensurados ao custo de amortização com base no método da taxa de juros efetiva. Estão demonstrados pelos valores de contratação, acrescidos dos encargos pactuados, que incluem juros e atualização monetária ou cambial incorridos. i) Contrato de Arrendamento Mercantil Os contratos de arrendamento mercantil financeiro são reconhecidos no ativo imobilizado e no passivo como empréstimos e financiamentos. Os montantes registrados no ativo são reconhecidos pela vida útil econômica estimada dos bens. j) Ativos e Passivos Monetários de Longo Prazo Os ativos e passivos monetários de longo prazo são ajustados a valor presente, enquanto os de curto prazo somente quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras. k) Provisão para Contingências As provisões para contingências fiscais, trabalhistas e outras são constituídas com base na expectativa de perda provável nas respectivas ações em andamento, manifestadas pelos consultores jurídicos externos da Companhia. Os passivos contingentes, classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, apenas divulgados nas notas explicativas, quando individualmente relevantes. Os classificados como remotos não requerem provisão nem divulgação. l) Receitas As receitas de vendas são reconhecidas no resultado quando todos os riscos e benefícios inerentes ao produto ou serviço são transferidos para o cliente. Uma receita não é reconhecida quando há incerteza significativa de sua realização. m) Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência de exercícios. 4 – Instrumentos Financeiros A Companhia utiliza hedge com o intuito de resguardar-se de possíveis instabilidades das taxas de câmbio de moedas estrangeiras no mercado para obrigações vencíveis no curto prazo. A estratégia utilizada depende da negociação realizada em cada financiamento, não seguindo uma regra fixa, ou seja, as possibilidades de proteção são analisadas individualmente, conforme as oportunidades do mercado. As operações têm por objetivo a proteção contra variações cambais nas captações realizadas em moeda estrangeira, sem nenhum caráter especulativo.

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Operações Compromissadas (Debêntures) Certificado de Depósito Bancário Títulos de Capitalização Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 37 242 61 70 54 98 366

6 – Clientes O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Clientes Mercado Interno 5.583 1.819 Clientes Mercado Externo 15 321 Total 5.598 2.141 7 – Estoques O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Produto Acabado 640 217 Matéria Prima 26 107 Componentes 5 17 Material de Segurança 123 Material de Manutenção 7 Total 671 470 8 – Adiantamentos O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Adiantamento a Fornecedores Adiantamento a Colaboradores Total Circulante Não Circulante Operações

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 1 3.755 17 103 18 3.858 (18) (276) 3.582 Indexador

31.763 725 5.588 48

10.086 (3.457) (201) 258 214 9.269 3.681 (82) (108) 512

27.723 14.175 1.117 7.571 322 (4.237) 9.163 41 83 (512)

(13.113) (91) (5.936) (652) (424) (7.222) (8.545) 12. 7 0 2 (2.634) (311)

(25.797) (1.441) 143 (6.376) (980) (6.510) (5.984) 2.087 (4.961) (1.775)

(135) (19) (116)

(19.921) (19.921) -

Atividades Financeiras Novos Financiamentos Pagamentos de Financiamentos

(17.810) 6.743 (24.553)

(25.184) 24.601 (49.785)

RESUMO DO FLUXO DE CAIXA Caixa Gerado no Período Aplicação em Ativos Operacionais Aplicação em Passivos Operacionais Aplicação em Investimentos Originado por Atividades Financeiras

19.834 10.086 (13.113) (135) (17.810)

42.759 27.723 (25.797) (19.921) (25.184)

Aumento liquido das Disponibilidades

(1.138)

(420)

Disponibilidades Saldo no Inicio de Período Saldo no Final do Período Aumento (Redução) das Disponibilidades

1.344 206 (1.138)

1.764 1.344 (420)

Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizado Aquisição de Intangivel

desvalorização dos ativos.

5 – Aplicações Financeiras

28.060 1.038 (132)

Acréscimo (Decréscimo) em Passivos Operacionais Fornecedores Remunerações e Provisões Dividendos Pagos Obrigações Tributárias Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Adiantamento de Clientes Provisões para Contingências Outros Valoers a Pagar

NOTAS EXPLICATIVAS

Em 2010 e 2011 a Companhia não realizou operações dessa natureza.

2.010 42.759 4.635

(Acréscimo) Decréscimo em Ativos Operacionais Clientes Estoques Adiantamentos Despesas Antecipadas Créditos Tributários Partes Relacionadas Depósitos Judiciais Depósitos Caucionados Imóveis Destinados a Venda

TOTAL GERAL 98.909

48 1.621 -

2.011 19.834 (9.132)

Caixa Gerado no Período Lucro Liquido do Exercício Depreciações e Amortizações do Ativo Permanente Venda de Ativo Imobilizado Venda de Investimentos Variação Cambial Conversão de Moeda

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

Os saldos de reserva de reavaliação serão mantidos até a sua efetiva realização, conforme faculta a Lei n o 11.638/07 e MP n o 449/08, (convertida na Lei n o 11.941/09). A administração revisa, anualmente, o valor contábil líquido dos ativos, especialmente o imobilizado, com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. Essas perdas, se necessárias, seriam classificadas como outras despesas operacionais. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 não foi necessário o registro de qualquer provisão para

(11.407) (4.247) (7.160)

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Ajustes Acumulados de Conversão

RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 13.327

1 – Contexto Operacional A Companhia é especializada na área de usinagem e montagem de componentes automotivos, sendo seus objetivos sociais a fabricação, a importação e a exportação de peças e componentes automotivos, podendo ainda, participar no capital de outras pessoas jurídicas. Em 2011 24,3% da receita operacional bruta foi decorrente da locação de ativos próprios. 2 – Apresentação das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por ações, regulamentações do Conselho Federal de Contabilidade e pronunciamentos de Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Por se tratar de uma sociedade por ações de capital fechado, cujo total do ativo a enquadra na categoria de sociedade de grande porte, conforme parágrafo único do art. 3º da Lei nº 11.638/07, a Companhia observou para a preparação das demonstrações financeiras todo os CPCs que lhe eram pertinentes. As práticas e avaliações contábeis adotadas pela Companhia, que produziram efeitos na elaboração e apresentação das demonstrações financeiras, estão baseadas nos Pronunciamentos Contábeis, as quais foram: · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.292/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 01(R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a administração da Companhia aplicou o pronunciamento e não apurou valores que justificassem qualquer ajuste em seus ativos; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.295/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis; a administração da Companhia registrou os efeitos em suas demonstrações financeiras; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.296/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 03 (R2) – Demonstração dos Fluxos de Caixa, a administração, para o exercício findo de 31/DEZ/11, está apresentando a demonstração dos fluxos de caixa comparativa com o exercício de 2010; · Em atendimento as Resoluções do CFC n o 1.303/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 04 (R1) – Ativo Intangível, não foram apurados valores a serem contabilizados; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.297/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 05 (R1) – Divulgação sobre Partes Relacionadas, a administração da Companhia apurou o saldo e os montantes das transações realizadas com partes relacionadas, cujo resultado é apresentado na nota 26; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.305/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) – Subvenção e Assistência Governamentais, a administração da Companhia aplicou o presente pronunciamento e não apurou valores relevantes que justificassem qualquer ajuste em suas demonstrações financeiras; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.151/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 12 – Ajuste a Valor Presente, a administração da Companhia aplicou este pronunciamento e apurou valores, os quais foram contabilizados tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Pronunciamento Técnico CPC 15 – Combinação de Negócios. A administração da Companhia informa que não adquiriu ativos nem assumiu passivos, mediante a combinação de negócios no exercício de 2011 a serem divulgados nas demonstrações financeiras; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.170/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 16 (R1)– Estoques, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e não apurou valores relevantes que justificassem qualquer ajuste a valor presente, tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.241/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 18 – Investimento em Coligada e Controlada, e considerando que possui uma Subsidiária Integral no exterior, a administração da Companhia contabilizou uma provisão para fazer frente ao passivo a Descoberto desta subsidiária, conforme explicitado em nota 11; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.172/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 20 – Custos de Empréstimos, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e não apurou valores relevantes que justificassem qualquer ajuste a valor presente, tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.180/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes, a administração da Companhia aplicou este pronunciamento e contabilizou e divulgou valores, conforme demonstrado em nota 21; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.177/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 27 – Ativo Imobilizado, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e contabilizou valores, conforme demonstrado em nota 12; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.187/09, que aprovou o pronunciamento Técnico CPC 30 – Receitas, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento, conforme demonstrado em nota 23; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.189/09, que aprovou o pronunciamento Técnico CPC 32 – Tributos sobre o Lucro, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e contabilizou valores, conforme explicitado em nota 17; · Pronunciamento Técnico CPC 38 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração; Pronunciamento Técnico CPC 39 – Instrumentos Financeiros: Apresentação e Pronunciamento Técnico CPC 40 – Instrumentos Financeiros: Evidenciação. A Companhia já adotava procedimentos contábeis de reconhecimento e divulgação dos instrumentos financeiros, motivo pelo qual a administração informa que a aplicação das exigências destes pronunciamentos não provocou reflexos contábeis, apenas maiores informações em notas explicativas das demonstrações financeiras. 3 – Principais Práticas Contábeis a) Aplicações Financeiras As aplicações financeiras estão registradas pelo valor original, acrescidas dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento das demonstrações financeiras, apuradas pelo critério pró ratatemporis, que equivale aos seus valores de mercado. b) Contas a Receber As contas a receber são reconhecidas pelo regime de competência e estão refletidas por seu valor de realização. As contas a receber de clientes no mercado externo estão atualizadas com base nas taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras. c) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa A provisão para perdas com créditos é fundamentada em análises dos créditos pela administração, que leva em consideração o histórico e os riscos envolvidos em cada operação. É constituída em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas na realização das contas a receber. A administração da Companhia não apurou valores relevantes que justificassem a provisão. d) Estoques Os estoques estão registrados ao custo médio de aquisição ou da produção e não excedem aos seus custos de reposição ou valores de realização, deduzidos de provisões para perdas, quando aplicável. e) Imobilizado Os bens do imobilizado estão registrados ao custo de aquisição ou construção mais reavaliação, menos a depreciação acumulada. As taxas de depreciação são calculadas em função da expectativa de vida útil econômica dos bens.

2010 126.401 126.401

DESPESAS OPERACIONAIS Despesas Administrativas e Comerciais Depreciação e Amortização

RESULTADO OPERACIONAL APÓS OS ENCARGOS FINANCEIROS

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Período de 31/DEZ/10 a 31/DEZ/11 - Em Milhares de Reais

Em 31/DEZ/09

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

2011 51.336 51.336

LUCRO BRUTO

2010

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

CAPITAL REALIZADO 59.076

DEDUÇÕES Cancelamentos de Vendas Tributos Incidentes sobre Vendas CUSTO DAS VENDAS E SERVIÇOS Custos Gerais de Fabricação Depreciação e Amortização

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Venda de Produtos e Serviços

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

9 – Créditos Tributários O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS Diferido sobre Imobilizado 4.842 1.419 6.590 6.085 IRPJ/CSLL a Compensar 170 ICMS a Compensar 100 2.042 210 IPI a Compensar 73 55 PIS/COFINS a Compensar 159 841 IRPJ/CSLL Diferidos - Ajustes Temporários 1.132 1.759 Crédito Benefício Lei nº 11.941/09 10.208 10.208 (-) Ajuste a Valor Presente (1.215) (1.973) Total 5.015 11.703 8.857 17.130 Os créditos diferidos em relação à ICMS sobre aquisição de ativos do imobilizado foram trazidos a valor presente, calculados mediante a taxa média de juros aplicáveis aos empréstimos. 10 – Depósitos Judiciais O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Causas Trabalhistas 734 652 Total 734 652 11 – Investimentos Detém 100% do capital da subsidiária WHB International Inc., que por sua vez possui patrimônio líquido a Descoberto. Foi constituída provisão para possíveis contingências no exercício de 2011 e 2010, conforme apresentado na nota nº 21. 12 – Imobilizado O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Taxa Média Em milhares de Reais Depreciação Custo de Líquido Aplicada Aquisição Depreciação 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Terrenos 3.694 3.694 3.694 Máquinas e Equipamentos 11,60% a.a 307.446 (166.839) 140.607 167.722 Edificações 2,20% a.a 23.805 (5.961) 17.844 18.218 Instalações 4,90% a.a 827 (490) 337 369 Ferramentais 32,09% a.a 10.171 (9.276) 895 1.382 Móveis e Utensílios 11,30% a.a 4.702 (3.686) 1.016 1.619 Equipamento de Informática 22,80% a.a 2.799 (2.093) 706 896 Veículos 18,20% a.a 1.161 (769) 392 514 Total 354.605 (189.113) 165.492 194.414 Quadro demonstrativo da movimentação do imobilizado. Descrição

Saldo 31/DEZ/2010 Adições Baixas

Terrenos 3.694 Máquinas e Equipamentos 309.966 Edificações 23.805 Instalações 827 Ferramentais 10.171 Móveis e Utensílios 4.702 Equipamento de Informática 2.799 Veículos 1.225 Linhas Telefonicas 34 Total 357.223 (-) Depreciação Acumulada (162.809) Total 194.414 13 – Intangível

-

Em milhares de Reais TransfeDeprec. Saldo rências Acumulada 31/DEZ/2011

-

-

-

3.694

1 9 (2.539) -

-

(166.838) (5.961) (490) (9.276)

140.608 17.844 337 895

-

-

-

(3.686)

1.016

-

(64)

-

(2.093) (769)

706 392

1 9 (2.603)

-

(34) (189.147)

165.492

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 Amortizações 31/DEZ/10

Softwares Sistemas Corporativos (-) Amortização Softwares Total

1.669 (1.277) 393

(157) (157)

1.553 (1.120) 434

14 – Empréstimos e Financiamentos O saldo de empréstimos e financiamentos contraídos junto às instituições financeiras está atualizado de acordo com as taxas de juros, constantes nos respectivos contratos e possuem as seguintes características e valores:

Taxa Média de

Vencimento

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10

Juros a.a Aplicados no Ativo Imobilizado Arrendamento Mercantil FINAME FINIMP Linha de Crédito BNDES Agência de Fomento Total Aplicados no Ativo Imobilizado Aplicados Fornecedores Operações Siscomex Total Aplicados Fornecedores Aplicados ACC Adiantamento Contrato de Câmbio Total Aplicados Contrato de Câmbio Total Financiamentos (-) Operações Curto Prazo (Circulante) Operações Longo Prazo (Não Circulante)

Pré-fixada TJLP Euribor +Variação Cambial TJLP TR CDI Variação Cambial

10,87% a 19,68% a.a 3% a 8,5 % a.a 1,75% a 8,74% a.a 1,5% a 5% a.a 3% a.a

02/JUN/12 15/OUT/19 30/NOV/15 15/DEZ/11 15/DEZ/19

121 1.742 21.330 1.375 24.568

577 3.268 28.834 6.012 1.529 40.219

4,08% a.a

31/AGO/14

3.952 3.952

5.019 5.019

7,35% a 9,95%a.a

31/DEZ/16

469 469

1.560 1.560

28.989 (9.579) 19.410

46.799 (20.019) 26.780


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...Continuação

NOTAS EXPLICATIVAS

Os financiamentos estão garantidos por hipoteca, alienação fiduciária dos bens objetos de financiamentos, avais, duplicatas, fianças, penhor mercantil e notas promissórias. Em 31/DEZ/11, o montante não circulante tem a seguinte composição por ano de vencimento: Ano 2013 2014 2015 2016 Após 2016

Valor 7.814 6.918 2.325 980 1.373

15– Remunerações e Provisões O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 207 2.241 338 4.240 545 6.481

Salários e Encargos a Pagar Provisão de Férias e Encargos Total

20 – Obrigações Tributárias Diferidas

24 – Destinações Propostas

O saldo está composto pelos seguintes valores:

a) Reserva Legal

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS Diferido sobre Imobilizado 3.883 1.989 5.555 5.876 IRPJ e CSLL sobre ajustes temporários 1.747 3.688 IRPJ e CSLL sobre Reavaliação 8.327 4.235 (-) Ajuste a Valor Presente (1.143) (1.802) Total 3.883 10.920 5.555 11.997

Calculada nos termos do art. 193, da Lei no. 6.404/76, a razão de 5% do lucro líquido do exercício. No exercício de 2011 devido à apuração de prejuízo contábil não houve constituição dessa reserva.

a) Impostos sobre Ajustes Temporários

25 – Transações com Partes Relacionadas

Os encargos de IRPJ e CSLL sobre os ajustes temporários foram calculados consoante às normas tributárias vigentes.

As partes relacionadas são:

b) Dividendos Obrigatórios Provisionados de acordo com o art. 202, § 2o, da Lei no 6.404/76 e o estatuto da Companhia, sendo que no exercício de 2011 devido à apuração de prejuízo contábil não houve distribuição de dividendos.

b) Impostos sobre Reserva de Reavaliação

- WHB International, Inc. – Controlada - WHB Fundição S.A. – Pessoal chave da administração

16 – Imposto de Renda e Contribuição Social Nos exercícios de 2011 e 2010, aCompanhia tributou a renda com base no Lucro Real Anual. Entretanto, no exercício de 2010 não constituiu provisão para o Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido por ter apurado prejuízo fiscal e base de cálculo negativa para a Contribuição Social, respectivamente, assim está apresentado o montante dos valores provisionados sobre os efeitos temporários no montante de R$ 2.050; no exercício de 2011 foi constituída provisão no montante de R$ 2.579 mil.

Os encargos de IRPJ e CSLL sobre a reserva de reavaliação foram calculados consoante às normas tributárias vigentes.

Os saldos relativos a operações com partes relacionadas são:

Descrição

21 – Provisões para Contingências

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10

Prejuizo contábil antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social (11.711) Efeitos dos Ajustes para Adequação da Lei 11.638/07 e CPC's publicados (99) (+) Adições efetuadas no LALUR 21.780 (-) Exclusões efetuadas no LALUR 8.002 (=) Base Negativa/Positiva da CSLL e Lucro Real 1.968 (-) Compensação Base Cálculo Negativa CSLL e Prejuízo Fiscal (590) (=) Base de Incidência da Contribuição Social e Imposto de Renda 1.377 Contribuição Social e Imposto de Renda no Resultado do Exercício 444 (-) Incentivo Fiscal de Dedução de Imposto (5) Provisão IRPJ/CSLL sobre efeitos temporários (3.018) (=) Valor Registrado na Demonstração de Resultado (2.579)

c) Ajuste a valor presente O débito diferido em relação à ICMS sobre aquisição de ativos do imobilizado foi trazido a valor presente, calculado mediante a taxa média de juros aplicáveis aos empréstimos.

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

4.635

Descrição

171 29.445 35.284

Contingências Trabalhistas Contingências Tributárias Perdas em Investimentos Total de Contingências no Passivo

(1.033)

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 73 34 3.487 6.261 1.323 1.222 4.883 7.517

a) Contingências Trabalhistas

-

Correspondem a ações relativas, a reclamações de empregados vinculados a verbas decorrentes da relação de emprego e a vários pleitos indenizatórios. Em 31/DEZ/11, não foram computados os montantes de R$ 1.252 mil, cuja avaliação dos assessores legais da Companhia aponta para uma probabilidade de perda possível, razão pela qual a administração não registrou esse montante nas demonstrações financeiras.

(1.033) (2.050)

b) Contingências Tributárias

(2.050)

17 – Obrigações Tributárias O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

A Companhia registra, conservadoramente, nessa rubrica, valores relacionados a créditos tributários. Em 31/DEZ/11 a Companhia possuía dois processos relacionados à importação de mercadorias, no montante de R$ 2.955 mil, cuja probabilidade de perda foi avaliada como possível, razão pela qual o montante não foi provisionado.

Descrição

c) Provisão para Perdas em Investimentos

IRRF a recolher PIS/COFINS a recolher IRPJ/CSSL a recolher Impostos e Contribuições Retidas Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 25 363 411 666 367 170 1 29 804 1.228

Resulta na participação de 100% no Capital da Subsidiária WHB Internatinal Inc., que possui Patrimônio Líquido a Descoberto. A subsidiária possui auditoria externa, para o qual foram utilizadas todas as premissas necessárias para que os auditores externos possam considerar os valores sem restrições quando da manifestação de sua opinião, tanto para a WHB Componentes S/A quanto para a elaboração de sua opinião para o relatório das demonstrações financeiras combinadas.

18 – Obrigações Tributárias Parceladas O saldo dessa conta está composto pelos valores:

Não REFIS ICMS PAES SRF PAES INSS PAEX SRF Outros Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Circulante Circulante Circulante Circulante 510 681 510 2.262 10.404 2.178 12.199 1.627 8.308 2.344 9.569 4.026 18.117 3.844 21.140 12 3 11 14 8.437 36.832 9.058 43.433

A opção pelos parcelamentos traz implícita a obrigatoriedade do pagamento regular dos tributos mensais da Companhia, como condição essencial para a manutenção das formas de pagamento, previstas nesses programas, bem como para a manutenção de seus benefícios fiscais, sendo que a Companhia está em situação regular quanto a esta exigência.

99 3.582 3.681 Não Circulante Não Circulante 14.957 14.957

Operações

Em milhares de reais WHB Fundição WHB International Saldo em 2009 10.917 9.262 Compras de Produtos (2.552) Recebimento de Serviços (185) Recebimentos Financeiros (113.376) (9.262) Vendas de Produtos/Serviços 108.778 110 Pagamento de Comissões (11) Saldo em 2010 3.582 99 Compras de Produtos (2.384) Recebimento de Serviços (116) Recebimentos Financeiros (39.367) (5.903) Vendas de Produtos/Serviços/Locação 23.328 6.410 Pagamento de Comissões (606) Saldo em 2011 (14.957) 26 – Honorários dos Administradores Durante os exercícios de 2011 e de 2010 os honorários dos administradores totalizaram R$ 231 mil e R$ 501 mil, respectivamente, e foram apropriados como despesas. 27 – Seguros A Companhia possui cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos (Estoques, Imobilizado) e lucros cessantes. A vigência das apólices e seus valores estão assim compostos: Local Segurado

Imobilzados e Estoques 04/JUL/2011 a 04/JUL/2012 Lucros Cessantes 04/JUL/2011 a 04/JUL/2012 Total da cobertura

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 9 5.691 758 76 6.534

250 16.202 1.802 18.254

4.289 8.398 659 1 28 62 13.437 (6.903)

6.046 12.483 1.973 6 104 402 21.014 (2.760)

23 – Capital Social Em 31/DEZ/11 e 31/DEZ/10, o capital social subscrito é de R$ 59.076 mil, dividido em 59.075.640 ações ordinárias e nominativas, com valor nominal de R$ 1,00 cada.

-

Os montantes das operações em 2011 foram:

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Valores Em milhares de Reais Data Amortização Parcelas Vencimento Parcelamentos O p ç ã o Indexador em 2011 a vencer Final REFIS ICMS out/02 TJLP 725 9 set/12 PAES RFB / INSS jul/03 TJLP 5.243 78 jun/18 PAEX RFB jul/06 TJLP 3.942 54 jun/17 Total 9.911

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Circulante Não Circulante

Operações no Ativo Não Circulante WHB International, INC WHB Fundição S/A Total Não Circulante Operações no Passivo Não Circulante WHB Fundição S/A Total Não Circulante

22 – Receitas e Despesas Financeiras

Receitas Financeiras Juros Ativos Variação Cambial Ativa Ajuste a Valor Presente Outras Receitas Financeiras Total das Receitas Financeiras Despesas Financeiras Juros Passivos Variação Cambial Passiva Ajuste a Valor Presente Descontos Concedidos Despesas Bancárias Outras Despesas Financeiras Total das Despesas Financeiras Resultado Financeiro Líquido

19 – Programas de Parcelamentos

Grupo

Vigência

Em milhares Em milhares de Reais de Reais ** 480.000 250.000 270.981 30.000 750.981 280.000

** Limite Máximo de Responsabilidade 28 – Evento Subsequente Em 02/01/2012, a Companhia recebeu o montante de R$ 3.518 mil referente a títulos a receber de clientes, cuja programação original era 29/12/2011. O montante recebido gerou aumento nas disponibilidades e redução dos direitos realizáveis conforme demonstrado abaixo: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 EVENTO 31/DEZ/11 DIVULGADO 02/JAN/12 ADAPTADO CIRCULANTE 11.508 11.508 DISPONIBILIDADES 206 3.518 3.724 Caixa e Bancos Contas Movimento 108 3.518 3.626 Aplicações de Liquidez Imediata 98 98 DIREITOS REALIZÁVEIS 11.302 (3.518) 7.784 Clientes 5.598 (3.518) 2.080 Teodoro Hubner Filho Magaly Hubner Busato Edson Martins Ferreira

Diretor Presidente Diretora Administrativa e Financeira Contador CRC SP-194231/O-5 S-PR

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas da WHB Componentes Automotivos S/A Curitiba - PR

com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores, e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.

Examinamos as demonstrações financeiras da WHB ComponentesAutomotivos S/A, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras

Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia, para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da WHB Componentes Automotivos S/A em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros Assuntos A WHB ComponentesAutomotivos S/A elaborou um conjunto completo de demonstrações financeiras combinadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, sobre as quais emitimos relatório de auditoria independente separado, não contendo qualquer modificação, com data de 30 de janeiro de 2012. Curitiba, 30 de janeiro de 2012. Jacó Moacir Schreiner Maran Contador CRC/PR No017.214/O-8

RUSSELL BEDFORD BRASIL - AUDITORES INDEPENDENTES CRCPR No 002.906/O-5

jUSTIÇA

À frente do Supremo por apenas sete meses, Ayres Britto buscará coalizão Ministro projeta um olhar coletivo sobre os problemas, convocando toda a magistratura, a partir dos tribunais

O

ministro Carlos Ayres Britto assumiu ontem a chefia do Poder Judiciário e fica no cargo por sete meses sem um plano de metas e estratégias. No entanto, ele decidiu que seu mandato primará pelo diálogo aberto com juízes, representantes do Legislativo, do Executivo e de entidades diversas e com seus próprios colegas de Tribunal para articular assuntos de interesse do Judiciário. O perfil é uma guinada em relação ao padrão mais centralizador do antecessor, Cezar Peluso. A aproximação com os tribunais superiores e com instituições ligadas à Justiça, como o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), começou a ser posta em prática assim que Britto foi eleito presidente, quando realizou uma série de visitas de cortesia. “Meu estilo de gestão é o compartilhamento gerencial. Pretendo projetar um olhar coletivo sobre os nossos problemas, os nossos desafios, convocando toda a magistratura, a partir dos tribunais”, disse, em passagem pelo Superior Tribunal de Justiça. Preocupado com a autoestima dos juízes, Britto pretende direcionar seus esforços à frente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

para mostrar que os “bandidos de toga” são exceção. Ele não chegou a definir ações específicas para restaurar a unidade da categoria, mas já é certo que defenderá uma postura menos “belicosa” com os magistrados por parte da corregedora Eliana Calmon. Uma das evidências sobre essa postura conciliadora é a aproximação do ministro Ayres Britto de entidades de classe da magistratura, principais críticas do CNJ. Britto escolheu três ex-dirigentes de associações de juízes para auxiliá-lo na presidência do conselho. A aproximação com a magistratura também prevê a retomada das negociações com o Executivo e com o Legislativo para o reajuste salarial da categoria, estagnado desde 2009. Ainda não há definição sobre a articulação de um terceiro Pacto Republicano com os demais poderes, mas é certo que, caso isso aconteça, a pauta sugerida inicialmente por Peluso sofrerá alterações. Internamente, Britto quer que os colegas participem mais dos assuntos da Suprema Corte e colherá opiniões sobre a manutenção do rigoroso sistema de segurança implantado na gestão de Peluso e sobre critérios que restringem a transparência de processos, como

Ministro Carlos Ayres Britto assumiu a chefia do Poder Judiciário e fica no cargo por sete meses sem um plano de metas e estratégias

o uso de iniciais para identificar investigados em inquéritos. Caso o julgamento do mensalão ocorra mesmo durante sua gestão, ele convocará os ministros para formatar o julgamento, que promete ser o mais extenso e complexo já

ocorrido no STF. A imagem dos juízes vem sendo colocada em xeque desde o ano passado, quando a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça passou a atuar de forma mais incisiva contra desvios cometidos

Parailio Domingues da Silva Filho Contador CRC/PR No 035.538/O-4

nos tribunais. As críticas acabaram provocando um racha na magistratura, especialmente entre a cúpula, resistente a intervenções externas, e a base, que não se identificava com as críticas sobre falta de transparência.

Brasil defende fundo para conter golpe na Guiné-Bissau O Brasil está participando da negociação para criar um fundo internacional de US$ 45 milhões (R$ 84 milhões) para pagar aposentadorias aos militares da Guiné-Bissau e assim convencê-los a depor as armas e restabelecer a democracia no país. Há uma semana, o Exército local tomou a capital e prendeu o premiê Carlos Gomes Júnior e o presidente interino Raimundo Pereira. Gomes era o favorito para vencer as eleições presidenciais marcadas para o próximo dia 29 de abril. A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) tenta resolver pacificamente o impasse. A estratégia do bloco é pressionar os militares golpistas com sanções em organismos internacionais e ao mesmo tempo oferecer ajuda financeira por meio do fundo. Segundo o embaixador Paulo Cordeiro de Andrade Pinto, subsecretário-geral para África e Oriente Médio do Itamaraty, o dinheiro será administrado pelas Nações Unidas. Ele deve sustentar a aposentadoria de até 5 mil militares assim que eles concordarem em se desmobilizar. “O fundo ainda não existe, mas muitos países já se disseram dispostos a participar. O investimento inicial será de US$ 15 milhões [R$ 28 milhões]”, afirmou.


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A12 | Indústria&Comércio

Irã ameaça reduzir ainda mais venda de petróleo à UE O ministro do Petróleo do Irã, Rostam Ghasemi, disse que o país poderá reduzir ainda mais a venda da commodity à União Europeia se o bloco não demonstrar alguma flexibilidade com Teerã antes da próxima rodada de conversações sobre o programa nuclear iraniano, marcada para o mês que vem. A princípio, o Irã cortou as exportações de petróleo à GrãBretanha e França, em fevereiro. Neste mês, as vendas para a Grécia e Espanha também foram diminuídas. As medidas foram uma espécie de retaliação a um embargo que a UE pretende impor ao país a partir de julho por causa da recusa de Teerã em interromper seu polêmico programa nuclear. O bloco importa hoje cerca de 18% da produção diária iraniana, de 2,2 milhões de barris. Segundo Ghasemi, se o embargo planejado pela UE não for suspenso até a próxima rodada de negociações nucleares entre Teerã e as potências mundiais, o Irã “certamente reduzirá as vendas de petróleo à Europa”. “Estamos esperançosos de que eles levantarão as sanções sobre o petróleo do Irã”, disse o ministro. O Ocidente suspeita que Teerã ambicione desenvolver armas nucleares, mas os iranianos afirmam que seu programa nuclear tem apenas fins pacíficos. O Irã, segundo maior país produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opec), tem uma receita anual de cerca de US$ 80 bilhões com a venda da commodity, 80% dos quais vêm de exportações.

ONU e Síria firmam acordo sobre missão de observadores

A ONU e o governo da Síria assinaram nesta quinta-feira em Damasco acordo para enviar uma missão para supervisionar o cessarfogo no país. Um comunicado do mediador da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, afirma que o governo sírio e as Nações Unidas chegaram a um acordo sobre as bases de um “protocolo” para o envio de mais observadores. Ahmad Fawzi, porta-voz de Kofi Annan, disse que o objetivo é vigiar e consolidar o fim da violência de todas as partes e formas e que a missão deve contar com 300 observadores. “Este acordo detalha as funções dos observadores no cumprimento de seu mandato na Síria e a tarefas e responsabilidades do governo sírio a respeito”, acrescentou o porta-voz. O escritório de Annan confirmou ainda que estão ocorrendo conversas com os grupos armados da oposição sobre o plano da ONU. Fawzi destacou que “uma equipe eficaz de observação no terreno é vital se o objetivo é que as vidas das famílias sírias voltem lentamente ao normal”. O porta-voz de Annan parabenizou a aprovação da missão, mas advertiu que “a parte difícil vem agora: um autêntico diálogo político liderado pelos próprios sírios que assuma as preocupações e as aspirações legitimas do povo”.

‘FRACASSO’

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse, em carta ao Conselho de Segurança da organização, que a Síria não cumpriu suas obrigações determinadas por um plano de paz que previa a retirada de tropas e armamentos pesados de áreas urbanas. Ele afirma que apesar de uma forte queda nos níveis de violência no dia 12 de abril, quando o cessarfogo foi declarado, incidentes violentos voltaram a acontecer nos últimos dias e o número de vítimas subiu, levando à conclusão de que “o término da violência armada em todas as suas formas está, portanto, claramente incompleto”.

Internacional

Petrobras pode ampliar investimentos na Argentina, diz ministro Lobão Ministro voltou a defender a estabilidade da relação entre os dois países

O

governo brasileiro considera aumentar os investimentos da Petrobras na Argentina. Esse foi um pedido da presidente argentina, Cristina Kirchner, ao ministro de Minas e Energia brasileiro, Edison Lobão, em sua visita à Casa Rosada em março. Lobão afirmou que esse pedido poderá ser tratado na reunião marcada para amanhã com o ministro do Planejamento argentino, Julio Miguel de Vido. O ministro voltou a defender a estabilidade da relação entre os dois países e afirmou que a posição do governo argentino em nacionalizar a petroleira espanhola YPF, do grupo Repsol, não inibe investimentos na América Latina. “Não estamos visualizando nenhum problema com a Argentina”, disse Lobão, que citou a atitude da Argentina como uma questão de “autonomia de Estado”. Sobre o cancelamento de uma das licenças da Petrobras na Argentina, em março, Lobão afirmou que não foi um posicionamento do governo central, e sim de uma província. “A presidente trabalhou para reverter essa história. Não

temos razão para temor.”

URUGUAI

Lobão esteve nesta quinta-feira em reunião com a presidente Dilma Rousseff e o presidente uruguaio José Mujica. Foi discutido o aumento do fornecimento de energia do Brasil para o Uruguai, de 300 MW para 500 MW. De acordo com Lobão, esta quantidade representa um terço do consumo uruguaio. O ministro afirmou que o Brasil terá de acionar uma térmica em Uruguaiana para abastecer a demanda do Uruguai. Isso porque os reservatórios das hidrelétricas do Sul estão em baixo nível, em decorrência da falta de chuvas na região.O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) tem feito constante fornecimento de energia do Sudoeste para o Sul para atender a região. Lobão afirmou que a seca deve provocar o acionamento de mais usinas térmicas, fonte de energia mais poluente e cara. Lobão afirmou também que foi discutida a construção de dois parques eólicos no Uruguai, com investimento brasileiro.

O ministro afirmou que o governo está negociando com os trabalhadores de Belo Monte, que anunciaram início de greve para a próxima segunda-feira.

JJGC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MATERIAIS DENTÁRIOS S/A. CNPJ - 00.489.050/0001-84

Notas Explicativas às demonstrações financeiras dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 comparativas com o exercício de 2010. Valores expressos em milhares de reais.

Relatório da Administração

1) CONTEXTO OPERACIONAL A sociedade empresária tem como atividade a fabricação e comercialização de instrumentos e utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório; comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios; representação comercial e agente de comércio de instrumentos e materiais odonto-médico-hospitalares, todos não-eletrônicos. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com os dispositivos constantes da legislação societária e tributária, (Leis 11.638/ 2007 e 11.941/2009 nos seus aspectos considerados relevantes), instruções da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e das Normas Brasileiras de Contabilidade. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS. a) Ativos Circulantes e não circulantes São registrados pelo valor do custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos. b) Ativos Imobilizados, Investimentos e Intangíveis Estes Ativos são registrados pelo valor de aquisição, acrescidos quando necessários dos impostos e serviços de instalação, os bens com datas de aquisição anteriores a 31 de dezembro de 1995 foram corrigidos monetariamente. c) Passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicáveis, dos correspondentes encargos financeiros incorridos. 4) CONTAS A RECEBER (CIRCULANTE) DESCRIÇÃO 2011 2010 Clientes - mercado interno 40.923 29.045 Clientes - mercado externo 5.892 3.739 Cheques e Outros Créditos 4.440 3.412 ( - ) PCDL Clientes/cheques (4.679) (4.108) TOTAL GERAL 46.576 32.088 Os valores registrados no contas a receber estão registrados a valor histórico. A provisão para créditos duvidosos foi constituída em valores considerados suficientes para a cobertura de eventuais perdas na realização dos créditos com clientes. 5) ESTOQUES DESCRIÇÃO 2011 2010 Produtos acabados 25.487 23.672 Matéria prima 1.954 2.130 Material de embalagem 586 749 Material de desgaste 576 792 Material de uso e consumo 653 619 Estoque de materiais consignados 2.934 2.226 ( ) Prov. Ajuste de Estoques( Nota 5.1) (9.076) (6.460) TOTAL GERAL 23.114 23.728 Os estoques estão avaliados pelo custo médio ponderado, de acordo com a legislação vigente. Nota 5.1 - Provisão para Ajustes de estoques - No exercício de 2011 a Companhia complementou a provisão para ajustes de estoques com o objetivo de melhor refletir a realização destes ativos. Esta provisão basicamente retrata a situação dos itens obsoletos ou de baixo giro, que foram gerados no curso normal das operações da companhia. 6) ATIVOS INVESTIMENTOS, IMOBILIZADOS E INTANGÍVEIS DESCRIÇÃO 2011 2010 INVESTIMENTOS Investimentos para locação 0 2.253 TOTAL DOS INVESTIMENTOS 0 2.253 IMOBILIZADO BENS IMÓVEIS Terrenos 4.361 4.728 Edificações 15.134 15.246 TOTAL DE BENS IMÓVEIS 19.495 19.974 BENS MÓVEIS Máquinas e Equipamentos 53.164 58.538 Software, Hardware, Móveis e Utensílios e Veículos 7.257 7.410 Intangíveis 3.617 3.561 ( - ) Depreciações (25.505) (20.920) TOTAL BENS MÓVEIS 38.533 48.589 TOTAL GERAL 58.028 70.816 O Ativo não Circulante é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades operacionais da empresa, podendo apresentar-se tanto na forma de bens tangíveis, como na forma de bens intangíveis. 7) EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS DESCRIÇÃO 2011 2010 Parcelas de curto prazo 5.173 9.417 Parcelas de longo prazo 2.046 7.077 TOTAL DOS FINANCIAMENTOS 7.219 16.494 Refere-se a financiamentos e leasing de máquinas e equipamentos imobilizados adquiridos com recursos de instituições financeiras de fomento.

Senhores acionistas: Administração da JJGC Indústria e Comércio de Materiais Dentários S/A., submete a vossa apreciação às Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas da companhia referente ao exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010. Atenciosamente. Administração. BALANÇO PATRIMONIAL COMPARATIVO DOS EXERCÍCIOS 2011 E 2010 Valores expressos em milhares de reais ATIVO ATIVO CIRCULANTE Disponibilidade Contas a Receber Estoques Impostos e Contribuições a Recuperar Outros Créditos

2011 93.442 11.627 46.576 23.114 10.330 1.795

2010 71.638 8.356 32.088 23.728 2.022 5.444

ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósitos Judiciais Impostos e Contribuições a Recuperar Outros Créditos

21.941 18.055 3.886 0

30.898 27.661 1.718 1.519

INVESTIMENTOS IMOBILIZADO INTANGÍVEL ( - ) DEPRECIAÇÕES

0 79.916 3.617 (25.505)

TOTAL DO ATIVO

173.411

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Tributárias Empréstimos e Financiamentos Dividendos a Pagar Outras Obrigações

2011 56.008 3.169 3.726 22.685 5.173 19.789 1.466

2010 37.793 3.345 2.739 2.212 9.417 19.008 1.072

PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Provisões para Depósitos Judiciais

23.447 2.046 21.401

36.193 7.077 29.116

2.253 85.922 3.561 (20.920)

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas de Capital Reserva de Lucros

93.956 90.000 3.956 0

99.366 400 80 98.886

173.352

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

173.411

173.352

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO COMPARATIVO DO EXERCÍCIO 2011 E 2010 Valores expressos em milhares de reais

DEMONSTRATIVO DO FLUXO DE CAIXA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 Valores expressos em milhares de reais

2011

2010

RECEITA OPERACIONAL BRUTA

209.715

185.094

DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA

(37.323)

(48.460)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

172.392

136.634

CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS

(35.245)

(37.624)

LUCRO BRUTO

137.147

99.010

DESPESAS (RECEITAS) OPERACIONAIS

(34.791)

(44.191)

Despesas com vendas

(42.837)

(29.554)

Despesas Gerais e Administrativas

(16.208)

(11.678)

24.254

(2.959)

102.356

54.819

(622)

35

Outras Receitas e Despesas Operacionais LUCRO OPERACIONAL

RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO DO EXERC.ANTES

54.784

2011

2010

77.520 (1.067) 8.225 1.603 722 87.003

46.340 0 7.308 282 (399) 53.531

(14.487) 614 6.373 (8.308) 1.891 (1.857) 1.208 (176) 988 20.471 394 7.111

(5.734) (3.730) (3.947) (312) 372 (843) (1.209) 249 555 (38) 412 (14.225)

94.114

39.306

(3.507) 0 0

(16.834) 0 0

2-CAIXA CONSUMIDO PELOS INVESTIMENTOS (3.507) ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS ( + ) Empréstimos e financiamentos 0 ( - ) Amortização de financiamentos (10.227) ( - ) Pagamentos de dividendos (72.887) ( - ) Redução de Capital (4.222) 3-CAIXA CONSUMIDO PELOS FINANCIAMENTOS (87.336)

(16.834)

ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Ajustes em exercícios anteriores Depreciações Valor residual permanente baixado Variação cambial longo prazo LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO VARIAÇÕES CONTAS DO ATIVO CIRCULANTE E LONGO PRAZO ( - ) Variações de duplicatas a receber ( - ) Variações de estoques ( - ) Variações adiantamentos a fornecedores ( - ) Variações de Impostos a recuperar ( - ) Variações nos depósitos judiciais ( - ) Variações títulos a receber de longo prazo ( + ) Variações de empréstimos ( - ) Variações de fornecedores ( + ) Variações de obrigações trabalhistas ( + ) Variações de obrigações tributárias ( - ) Variações de outras obrigações TOTAIS DAS VARIAÇÕES 1-CAIXA LÍQ. GERADO PELAS OPERAÇÕES ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS ( - ) Aquisições de Ativos Imobilizados ( - ) Reforma imóveis de terceiros ( - ) Imobilizados em andamento

11.420 (11.507) (26.174) 0 (26.261)

DO IR e CSLL

101.734

Imposto de Renda

(17.739)

(5.930)

Contribuição Social

(6.475)

(2.514)

VARIAÇÃO LÍQUIDA DO CAIXA EM 2011-2010(1-2-3)

3.271

(3.789)

DEMONSTRATIVO DA VARIAÇÃO DO SALDO DE CAIXA ( + ) SALDO ATUAL DE CAIXA EM 2011 - 2010 11.627 ( - ) SALDO ANTERIOR DE CAIXA EM 2010 - 2009 8.356 FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DO PERÍODO 3.271

8.356 12.145 (3.789)

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

77.520

46.340

LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO

0,1938

0,1159

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Valores expressos em milhares de reais) DISCRIMINAÇÃO

SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009

CAPITAL SOCIAL 400

Ajustes de exercícios anteriores Transferência para Reservas de Lucros Lucro do Exercício de 2010 Distribuição de dividendos SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

RESERVAS DE LUCROS

LUCROS ACUMULADOS

TOTAL

37.994

31.241

69.635

(5.024) 77.581

0 (77.581) 46.340

(5.064) 0 46.340 (11.585)

0

99.366

3.876 (5.064)

77.520 (3.876) (73.644)

0 (4.222) 77.520 0 (78.708)

3.956

0

93.956

(11.585) 400

98.966

Transferência das Reservas de Lucros Redução de Capital Lucro do Exercício de 2011 Transferência para Reservas de Lucros Distribuição de dividendos

93.822 (4.222)

(93.822)

SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011

90.000

8) CAPITAL SOCIAL A empresa realizou o aumento do capital social no exercício de 2011 utilizando a Reserva de Lucros. O capital social é composto por 400.000 ações ordinárias nominativas com o valor nominal de R$ 225,00 cada uma, inteiramente subscrito e integralizado pelos acionistas. 9) CONTINGÊNCIAS FISCAIS, CIVEIS E TRABALHISTAS. As obrigações fiscais, previdenciárias e tributárias estão sujeitas a revisão por parte das autoridades fiscais obedecendo aos prazos legais para prescrição. A empresa constitui provisão e deposita judicialmente administrativamente parte de seus impostos e contribuições (ICMS, PIS e COFINS). A empresa tem como prática o planejamento e revisões tributárias, avaliando a melhor forma e obedecendo aos quesitos legais, para recolher e provisionar seus impostos e contribuições. A empresa constitui provisões para possíveis ônus com ações trabalhistas e cíveis, levando em consideração valores razoáveis para cobertura de eventuais perdas. 10) COBERTURA DE SEGUROS A empresa mantém seguros sobre suas instalações e seus ativos operacionais seguindo a política elaborada por especialistas da área. Curitiba, 31 de dezembro de 2011.

Geninho Thomé PRESIDENTE CPF 155.763.029-15

Loreci S.Hoffmann do Canto Jardim CONTADORA CRC PR 048.078/O-0


Geral/Curitiba

“Só na agonia de nos despedir somos capazes de compreender a profundidade de nosso amor.” George Eliot

Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A2 | Indústria&Comércio

Previsão do tempo

fonte: www.simepar.br

A sexta-feira começa com nebulosidade variável na maior parte das regiões paranaenses. Nas regiões oeste, sudoeste e sul o tempo fica instável e há previsão de pancadas de chuva Mín.: 14° no decorrer do dia. Nas demais regiões a instabilidade aumenta no decorrer do dia provocando a formação pancadas Máx.: 23° de chuva, com potencial para temporais.

R$ 170 milhões

Curitiba apresenta projeto contra enchentes Ministro considera inovador projeto que visa combater cheias na cidade

O prpress@terra.com.br

PanoramaPolítico Pedro Washington

Tempo de reflexão

Os poderes públicos estão brincando com fogo! Confiantes na índole do brasileiro e na submissão a que é induzido por informações dirigidas por veículos de comunicação submetidos ao poder central por meio das fartas verbas publicitárias que praticamente os mantém; igualmente pela pregação religiosa hoje fartamente disseminada por veículos concedidos pelo poder público, e como tal, ao tempo em que cumprem missão altamente pecuniária de interesse dos pregadores de plantão (poucas são as denominações religiosas de peso), mantêm o redil submisso aos interesses dos governos pela via de bancadas submissas, se é que a coluna se faz entender. De desgaste em desgaste, tais as denúncias quase diárias, estão colocando em risco o próprio regime, dito democrático, que se pratica no país. Regime que permite que um povo que convive com grandes dificuldades tenha que bancar instituições como o Senado, que, sabe-se hoje, custa a esse mesmo povo R$ 3 bilhões por ano. Pior: não abre mão desses custos como provado na decisão que tentava abater 10% desses valores. Câmaras municipais, assembleias, prefeituras, câmara federal, Senado e até governo federal com 38 ministérios ou secretarias com “status”, consumindo grande parte do que é tomado via impostos, especialmente o de renda, que ironicamente incide sobre salários. De tal modo que grandes fortunas pagam menos que parcos salários. É tempo de parar para pensar! É preferível para a dita classe política que manda no país, entender que estamos às vésperas de um momento em que é melhor “perder os anéis para salvar os dedos”. Ou atender a uma frase humorística, mas que tinha grande profundidade, cunhada por Millôr que já é “saudosa memória”: “Ou nos locupletamos todos ou restabeleça-se a moralidade”.

Mala preta

Uma das mais candentes discussões durante o mandato de Cezar Peluso na presidência do Supremo (agora encerrado) foi a tentativa de limitação dos poderes do Conselho Nacional de Justiça, especialmente depois que a Corregedora, Eliana Calmon, “cutucou a Justiça com vara curta”. Eliana pode até não ter alcançado todos os objetivos, como afirmou Peluso, mas deve-se a sua postura a abertura que se seguiu. Até então a Justiça brasileira era uma mala preta. Intocável!

Vitória

Uma vitória da ministra, Gleisi Hoffmann, fruto de sua curta passagem pelo Senado, antes de convocada para a Chefia da Casa Civil pela presidente Dilma: seu projeto extinguindo os 14 e 15 salários naquela Casa, efetivamente uma excrescência em que ninguém se atrevera a tocar, foi finalmente aprovado.

Versões diversas

Pior do que falar, é tentar explicar o que se falou. É o momento vivido pelo presidente da empreiteira Delta. As versões sobre “os trinta milhões colocados nas mãos de um político” a cada dia tomam um rumo diferente. Desde afirmar que a frase foi “retirada do contexto”, até a de que se tratava de uma suposição feita por Cavendish em conversa com sócios que rompiam a sociedade, gravada indevidamente.

Holofotes

Holofote exerce atração sobre políticos. Principalmente os que se acendem sobre CPI de grande visibilidade como promete ser a do “Cachoeiragate”. Enquanto a oposição procura preencher suas poucas vagas com figuras mais expressivas para tirar o máximo proveito, a situação vai armar o circo com o que tiver de melhor para desarmar o picadeiro.

Tiro longo

Se confirmadas as presenças de Álvaro Dias, Rubens Bueno e Francischini, apontados pelo PSDB e PPS, já se sabe que não haverá moleza para a base do governo. Independente de CPIs a participação de Dias e Bueno na mídia já é bastante intensa. Rádios e tevês procuram sempre os que tem alguma coisa a dizer.

Em choque

Do Mahatma Gandhi para o momento político presente: “Um homem não pode estar ocupado em fazer o certo numa área da vida, enquanto está empenhado em fazer errado em outra.

ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, considerou inovador o projeto de contenção de cheia do rio Pinheirinho, apresentando na manhã de ontem pelo prefeito Luciano Ducci, em Brasília. “Curitiba trouxe um projeto completo, que tem uma proposta dentro das diretrizes do Ministério. O projeto pode servir de modelo para outras cidades do Brasil”, disse Fernando Bezerra. O ministro destacou que a ação pode ser realizada por meio de um amplo programa de prevenção, que está sendo elaborado e que vai envolver vários ministérios. “O plano interministerial irá atender as principais bacias do país no intuito de conter as enchentes”, afirmou. O projeto de Curitiba é inédito no Brasil e é formado por um sistema moderno de contenção de cheias. “É um projeto que só tem similar no Japão. Ele é revolucionário por apresentar baixíssimo impacto, evitando desapropriações e criando um controle de contenção dentro do próprio leito do rio”, explicou o prefeito Luciano Ducci. A obra, que tem custo estimado em R$ 170 milhões, visa combater as cheias que atingem a região entre a Linha Verde a Avenida Wenceslau Braz, no bairro Parolin. A bacia do Rio Pinheirinho está em uma área de 14 quilômetros quadrados que

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, considerou inovador o projeto apresentando pelo prefeito Luciano Ducci, em Brasília

abrange os córregos Santa Bernardethe e Henry Ford e o Rio do Curtume, que desembocam no Rio Belém. A bacia do rio Pinheirinho cruza os bairros Novo Mundo, Guaíra, Parolin, Lindóia, Fanny, parte da Água Verde e Guabirotuba, região que concentra mais de 100 mil moradores.

O Procon-PR abre nesta segunda-feira (23) as inscrições para um curso sobre direitos do consumidor voltado para o público jovem. O treinamento é gratuito e integra o projeto “O Consumidor EducAção: Curso Virtual para o Jovem Consumidor”, do Ministério da Justiça. As aulas serão ministradas, via internet, pela Escola Nacional de Defesa

do Consumidor (ENDC). Os interessados devem se inscrever até o dia 27 de abril no site www. procon.pr.gov.br. O curso acontece no período entre 12 de junho e 24 de julho, com carga horária de 60 horas/aula e direito a certificado de conclusão. Haverá um tutor disponível para orientar os alunos durante todo o treinamento. Mais

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informações pelo telefone (41) 3219-7428 ou pelo e-mail cursoprocon@procon.pr.gov.br. Este é o sexto curso promovido pela ENDC com linguagem adaptada ao público jovem. Os módulos apresentam temas variados, como saúde e higiene, ensino particular, internet e redes sociais, educação financeira e consumo sustentável,

entre outros. O objetivo é capacitar os jovens para que tomar decisões mais conscientes nas situações diárias de consumo. Todos os Procons do País participam deste projeto de educação a distância, que busca ampliar o conhecimento sobre direitos na relação de consumo e fomentar a cidadania.

Detran leva para o interior Câmbio Verde completa 21 anos Há 21 anos, a população de ção das próprias comunidades e a curso de reciclagem em módulos Curitiba tem acesso a um serviço renda média per capita da região. A partir desta segunda-feira (23), motoristas de todo o Paraná que tiveram a carteira de habilitação suspensa poderão montar a própria grade de aulas do Curso de Reciclagem de Condutores Infratores. O sistema modular – que já estava disponível em Curitiba desde novembro – permite que o usuário desmarque e remarque disciplinas separadamente, nas datas mais adequadas aos seus compromissos. Ontem, em Foz do Iguaçu, 73 instrutores do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran), de todas as regiões do Estado, estão reunidos para aprender mais sobre as mudanças no sistema e o

controle biométrico de presença, que verifica de forma informatizada a impressão digital dos alunos nas turmas de reciclagem. O sistema foi desenvolvido pelo Detran, em conjunto com a Companhia Paranaense de Informática (Celepar). “Nosso papel é mais que formar pessoas no curso de reciclagem. Temos que educar e conscientizar esses condutores buscando reduzir os indicadores de acidentes de trânsito”, disse o diretor-geral do Detran, Marcos Traad. Em Curitiba, as aulas em módulos estão disponíveis desde novembro, como projeto-piloto, e atenderam cerca de 7 mil pessoas.

Rua Westphalen ganha asfalto novo As equipes da Prefeitura começaram nesta semana a colocar asfalto novo na rua Desembargador Westphalen, entre a Brasílio Itiberê e a avenida Kennedy. Máquinas estão fazendo a retirada do asfalto trincado e danificado, para colocar uma nova camada, que dará uma sobrevida de 10 anos ao pavimento. A obra faz par-

te de um pacote de de renovação das ruas da região central e de bairros. “A Operação Asfalto Novo vai recuperar neste ano 597 quilômetros de asfalto, melhorando a malha viária da cidade com a colocação de novo asfalto, e ampliando na vida útil da pista”, diz o secretário de Obras Mário Tookuni.

Criado sindicato dos servidores da Câmara de Curitiba organizado de entidades, que reúne Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Tribunais de Contas e o Congresso Federal. Os participantes da assembleia também elegeram a primeira diretoria do SindiCâmara, cujo mandato será de três anos. Magali Antunes será a presidente da entidade, Maria Helena Derosso a 1ª vice-presidente e Ariel Ventura Andrade, o 2° vice-

também serão alargadas as margens dos córregos. Os rios desta bacia estão quase que completamente canalizados, com obras feitas na década de 50. Outra medida será a do rebaixamento do rio Belém, para melhorar o escoamento das águas que vêm da bacia do rio Pinheirinho.

Procon promove curso sobre direitos do consumidor

Informe da Câmara Municipal de Curitiba A criação de um sindicato próprio para a categoria foi decidida ontem, durante assembleia geral que reuniu servidores efetivos, temporários, aposentados e pensionistas. Conforme o estatuto aprovado pela categoria profissional, o nome da entidade será Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal de Curitiba (SindiCâmara). A decisão permite que a instituição participe de um grupo

O sistema de controle de cheias apresentado por Curitiba unifica modelos diferentes de contenção. Serão construídas comportas de controle de vazão, conduto forçado (grandes tubulações subterrâneas, escavadas por debaixo do leito dos rios, para escoar a água desde a cabeceira até parte mais baixa) e

presidente. Rubem Antônio Baby e Luiz Roberto serão, respectivamente, 1° e 2° secretários. A tesouraria será exercida por Luiz Guilherme e Raquel Taunay. O Conselho Fiscal do SindiCâmara será formado por Robson Teles da Silva, Arthur Miranda Jr., Lúcia Xavier Simões, Isabel Mendes e Ewerton Cesário Peres, ficando como suplentes Denise Souza, Relin-

do Schlegel e Gilmar Corrêa. “Hoje foi realizada uma assembleia histórica na Câmara de Curitiba, que reuniu um grande número de servidores e aposentados. Com a participação de todos, aprovamos o estatuto e criamos o SindiCâmara, após superarmos disputas judiciais com o Sismuc”, explica a presidente da entidade, Magali Antunes.

que se torna cada vez melhor e mais abrangente. O Câmbio Verde, que troca lixo reciclável por frutas e verduras frescas, já conta com 95 pontos na cidade. Os números comprovam o sucesso do programa. A cada mês, 260 toneladas de lixo reciclável são trocados por 80 toneladas de alimentos, beneficiando milhares de famílias. Além de reforçar a alimentação saudável da população, o programa incentiva o hábito de separar o lixo orgânico do reciclável. A gerente do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Gisele dos Anjos Ribas, explica que os locais de troca são definidos de acordo com a solicita-

“Eu fui uma que solicitou um Câmbio Verde aqui no Xaxim”, disse a dona de casa Célia da Silva Inácio, mãe de dez filhos e cliente assídua do Câmbio Verde. O bairro Xaxim, que concentra mais de 50 mil moradores, foi um dos que ganhou um ponto de trocas no ano passado. Num único dia, Célia levou 17 quilos de lixo reciclável e ganhou sacolas cheias de laranjas, bananas, batatas e cenouras. “Depois que começamos a participar, eu e a minha família passamos a separar mais o lixo”, comentou a dona de casa. Outro morador do bairro, o técnico em contabilidade Abel Alves dos Santos, mobilizou a vizinhança e arrecadou quase 20 quilos de lixo.

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Geral/Estadual Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A3

Aroldo MuráG.Haygert

aroldo@cienciaefe.org.br

PIOLLA: DEPOIS DAS MARAVILHAS DE FOZ, ALVO É PREFEITURA A mim não me surpreendeu o lançamento da candidatura de Gilmar Piolla, pelo PT, a prefeito de Foz do Iguaçu. Na coluna do último dia 10, apresentei entrevista com ele, presidente do Fundo Iguaçu de Turismo (e também um dos braços direito de Jorge Samek na Binacional Itaipu). Anunciou, então, que estava disposto ao diálogo amplo, que tinha apoio de seu partido e que não excluiria ninguém – “até mesmo o PSDB” – do diálogo em sua eventual campanha a prefeito de Foz. Na quarta feira, os petistas de Foz do Iguaçu e Jorge Samek – principal apoiador de Piolla – bateram o martelo: ficarão com o moço, 42 anos, jornalista com bom trânsito da imprensa nacional, e que nos anos 1990 coordenou a bancada de imprensa do PT na Câmara dos Deputados. E que hoje é reconhecido como uma das lideranças da cidade.

ESTÁ NO LIVRO

Piolla, que está há semanas sendo anunciado como um dos personagens de meu livro “Vozes do Paraná” 4, a ser lançado no próximo 15 de maio, no Solar do Rosário, Curitiba, é o mais claro exemplo do “self made man”. Foi homem de sete instrumentos, em Dois Vizinhos, onde nasceu, e depois em Foz. Costuma lembrar o tempo em que, garoto ainda, ajudava no orçamento da casa, com o trabalho de vendedor de picolé. Ia com seu carrinho morro acima, muitas vezes, sob sol escaldante.

ESTREANTE EXPERIENTE

O candidato do PT é um estreante na política partidária, terá de enfrentar um político de larga densidade, o deputado Reni Pereira, virtual candidato do PSDB. Mas poucos em Foz do Iguaçu, hoje, terão quanto ele uma vida tão ligada à realidade/necessidades do município.

Gilmar Piolla: nova liderança

O aeroporto, por exemplo, grande desafio da cidade, levou Piolla a promover mobilização nacional por sua ampliação. Hoje, como está, diz Piolla, “é lamentável” para a cidade de enorme dimensão turística.

MARAVILHAS DA NATUREZA

Acho que o grande mote foi o empenho com que Gilmar Piolla encampou – e liderou – a campanha em favor de transformar Foz do Iguaçu uma das Sete Maravilhas da Natureza, o que se consumou no ano passado. O moço não é de dormir sob louros: tem um domínio amplo sobre a cidade. Seus conhecimentos de planejamento urbano fazem diferencial no seu currículo. É só lembrar que, quando assessorou Samek, na Câmara de Curitiba, foi vital na montagem da alternativa de planejamento urbano renovador que o então vereador ousou submeter ao julgamento da cidade modelada por Jaime Lerner.

NÃO À EXCLUSÃO

Jorge Samek: deu o “pode”

Para quem, como Piolla, andava 14 quilômetros a pé, para ir e voltar à escola rural em Dois Vizinhos, o desafio é grande. Mas não maior do que o de vencer as marcas de uma quase exclusão social na infância. Tem um olhar profundamente deitado sobre as grandes distâncias sociais, visíveis nos assentamentos humanos constrangedores que polulam em Foz. Acredita, até por sua forte formação cristã, que é obrigação da Prefeitura oferecer políticas públicas que incluam essa massa de populações miseráveis. É o que quer fazer e isso é parte de seus projetos de campanha.

PARANAENSES - 6 SGANZERLA VAI AGORA ÀS RAÍZES DA CURITIBA RURAL

Eduardo Sganzerla, um brincalhão inveterado, à primeira vista seria mais um ser de origem italiana do Sul marcado pelo bom humor; e pela capacidade de rir de si mesmo, o que é indicativo de inteligência. Mas o escritor e jornalista, editor (Editora Esplendor) consumado de livros, é bem mais do que o “causeur” capaz de levantar e descobrir, até com “sense of humor”, o cotidiano de nossa tragicomédia, risível ou não. A mim me impressiona mais em Eduardo Sganzerla sua vocação paralela à de jornalista que montou um Eduardo Sganzerla: mergulhjo na raízes currículo apreciável ao longo rurais de Curitiba dos anos: admira-me o etnógrafo (ou antropólogo?) que nele vive, capaz de domesticar e transformar em tema prazeroso o registro de cotidianos incomuns, e, ao mesmo tempo, definidores de vidas e de populações. Eles mostram porque o dia a dia de seus personagens é ímpar, com o que poderíamos não concordar a priori. Mas Eduardo nos convence.

OLHAR DE ETNÓGRAFO

O olhar de Sganzerla, etnógrafo amador e eficiente pesquisador do do Sul do país, não fica em mero deleite. Resulta em trabalhos maduros, livros bem impressos, editorialmente irrepreensíveis, que acaba entregando à chamada estante paranaense. São preciosidades, esses livros, como o que mostra a pêssanka dos ucraino-paranaenses, que ele reforçou com pesquisas na própria Ucrânia; ou, outro, importantíssimo pelo sentido de registro que teria obrigatoriamente de ser feito, em que mergulha na obra (e vida) de alguns dos últimos artesãos paranaenses, gente que, com agulha e linha, é muito mais do que alfaiate, mas parte essencial de nossa história; ou daquele ferreiro que trabalha o ferro na bigorna das remanescentes colônias paranaenses. São apenas duas referências a um de seus livros mais preciosos.

AGORA, A VIDA RURAL

que está se operando “uma grande mudança no jovem político”, como disse à coluna um prócer maçon. Na fala e no conteúdo de seu discurso e de seus projetos. Saudado com o cântico de “parabéns a você”, às vésperas de comemorar seus 31 anos, Ratinho Junior teve sacadas que o mostram bem assessorado por gente que conhece a cidade. O que poderá até ser um bom começo.

A CORRIDA/ O IPPUC – 2

Numa das manifestações, Ratinho Junior pode até ter sido injusto com o atual IPPUC, outrora conhecido como a “Sorbonne do Juvevê”, quando Jaime Lerner e sua equipe de lá fizeram daquele Instituto o grande laboratório de mudanças urbanas da cidade. Foi quando, no seu discurso, segundo a assessoria do prefeiturável, “ressaltou a estratégia do resgate da genialidade”, que existia no IPPUC, que tornou Curitiba um modelo para o País. “Precisamos de soluções antes que os problemas apareçam na cidade”, destacou.

A CORRIDA/REVITALIZAR - 3

RESERVE NA AGENDA Dia 15 de maio, das 19 às 23 horas, lançamento e noite de autógrafos do volume 4 de VOZES DO PARANÁ, de Aroldo Murá G.Haygert.No Solar do Rosário, Largo da Ordem, durante coquetel para também celebrar 20 anos do Solar do Rosário.

ICS ESTÁ CHECANDO O CORAÇÃO

Há quem esteja vendo, no gesto, a conseqüência de um tempo pré-eleitoral. Eu prefiro entender de outra maneira a iniciativa do ICS (Instituto Curitiba Saúde), o plano de saúde dos funcionários do município de Curitiba: gente bem treinada, como a eficiente assistente social Marilane Souza Santos telefona para a casa de clientes do ICS que tenham utilizado, nos últimos 12 meses, serviços de cardiologia do Instituto. “Como vai seu coração?”, esta pergunta de Marilena serve para lembrar ao paciente que ele deve fazer reconsulta, que ela mesmo providenciará. Se o serviço melhora em função de eleições, benditas eleições, então.

LATIN LINK RECORRE A BLOG DE CURITIBANO

O Blog do JJ (de João José Werzbitski) agora é uma das fontes de informação do Latin Link, dos Estados Unidos, site da US Media Consulting – empresa especializada em fornecer dados e informações a anunciantes e agências norte-americanas, sobre o mercado latino-americano. “Além de notícias do meu blog tenho auxiliando a US Media Consulting no detalhamento análise e complementação de informações sobre veiculos, anunciantes, fornecedores e o mercado brasileiro de comunicação e marketing”, explica João José. www.usmediaconsulting.com Atualmente, o Blog do JJ possui 5.656 leitores nos Estados Unidos, entre outros países. No Brasil, tem 172.874 leitores. O total de visitantes deste blog supera 5,4 milhões de pessoas.

CORRIDA À PREFEITURA: RATINHO PEDE VOLTA À “GENEALIDADE”

O restrito auditório composto de “irmãos” da Confederação Maçônica de Curitiba, ouviu, surpreso, a fala do deputado federal Ratinho Junior, na quarta-feira, na Loja Acácia da Liberdade. Constatou, por exemplo,

Ele falou também sobre a adoção de medidas simples, mas revitalizadoras, que ajudam a diminuir a violência urbana. Curitiba deve ser cuidada durante todo o período administrativo, mas também ter planejamento e obras para dentro de 10 a 20 anos, ou seja, soluções, a longo prazo, como o metrô, disse.

A CORRIDA/ DIPLOMAS – 4

A surpresa maior, para ouvidos atentíssimos, ficou por conta da informação do prefeiturável Ratinho de que fez cursos de graduação e pós, muitos deles em Madrid. Pouca gente sabia desses títulos, ainda não detalhados para o distinto eleitor. O motivo da surpresa sobre a titulação é este: Ducci é médico conhecido, pediatra com especializações na Itália; Fruet, todos sabemos, um doutor em Direito, alto nível. Só Ratinho que nunca havia exposto seus títulos (ainda não detalhados).

A CORRIDA/ SEM BANDEIRAS - 5

Mas a declaração final do deputado pode mesmo mostrá-lo como um “renascido”, resultado de algum sopro vital inesperado. É o que mostra o texto da assessoria de imprensa (eficiente, registre-se) do parlamentar: “ Para Ratinho Junior, políticas públicas são feitas ouvindo as melhores pessoas, os mais importantes profissionais e a população.” E finaliza o texto-release: “E disse ainda o parlamentar: ‘ É preciso debater todas as questões e se despir de bandeiras partidárias, para prevalecer o interesse público, o bem da coletividade’.

FRUET: AINDA NA MUDA

Gustavo Fruet, que aparece como o preferido do eleitorado na mais recente pesquisa do IBOPE, continua na muda. Faz poucas declarações e sua assessoria pouco se comunica com os meios de comunicação. O celular de Guga mantém-se mudo, quase sempre. Talvez Fruet esteja ainFruet: à frente em pesquisa recente da sob o efeito da entrada do PT em sua campanha, com o apoio aberto de Gleisi Hoffmann, grande eleitora em Curitiba.

DUCCI: INAUGURAÇÕES

Os que se opõem a Luciano Ducci podem até espalhar – como se ouve – que “esse canteiro de obras na cidade é fruto de dinheiro do PAC”. Parte, sim, é dinheiro federal para o PAC da Copa, o que não invalida a presteza e a qualidade das obras que mexem com boa parte da cidade. Mas há outras, e muitas alterações urbanas custeadas com exclusivos recursos da cidade. Justiça se faça, pois, ao prefeito, ainda em terceira posição no IBOPE/CBN.

Eduardo anuncia, baseado em estatística confiáveis: hoje seriam pelo menos 300 pequenas propriedades rurais, em Curitiba e sua Região Metropolitana, “lutando” contra o avanço do chamado progresso que, mais cedo ou mais tarde, tende a decretar o fim de marcas essenciais desses núcleos populacionais, pilares de nossa identidade. Pois Eduardo Sganzerla, com o apoio de Diego Singh e Rafael Moro Martins, foi a eles, recolheu muito mais do que curiosidades que poderiam simplesmente saciar olhos, ouvidos e almas curiosos. Ele impregnou-se – e impregnou seu novo livro, “Curitiba Rural, Aromas e Sabores” – de gemidos quase inexprimíveis de populações centenárias em suas histórias geralmente montadas a partir de uma Europa de tempos difíceis, a do século XIX. De poloneses, ucranianos, italianos, alemães.

COMO PRESERVÁ-LOS

Olhar para esses homens e mulheres que Sganzerla enfoca gera vontade de preservá-los. Não mumificá-los, mas catalogar e registrar os usos e costumes de populações que, pertinho de nós, poderão ser vencidas pela sociedade de consumo e dos produtos industrializados. Afinal, esses tipos humanos de “Curitiba Rural, Aromas e Sabores”, se não são Quixotes, certamente são Davids contra Golias. E esses Davids brigam por seus botecos e “vendas”, pelas festas de seus santos, por suas irmandades católicas ainda em pé, mas alertas contra as novas crenças e estranhas promessas que estão próximas. E mais que isso: resistem, às vezes com gritos altissonantes, contra costumes que quebram uma cadeia de valores sob cuja égide nasceram, recolhidas aos pais, avós, bisavós... a um mundo de poucos resistentes. Mas que é deles, inegociável.

O MELHOR DA TERRA

É um povo (perdão) que aprendeu a extrair da terra o melhor que ela tem, de preferência preservando-a. E o resultado disso se expressa na própria maneira com que esse pessoal – alguns deles ainda falando um trôpego português – vê o mundo ao derredor: não como inimigo, mas, definitivamente, como algo que o violenta, de muitas maneiras. Mergulhar nesse universo que Sganzerla redescobre pode começar pela culinária desses resistentes. Parte dela, em restaurantes típicos que se expõem ao julgamento de gourmets de todos os quilates, com receitas que vêm de geração em geração. Aproveitá-las, degustando-as, talvez seja o “mandamento” mais incisivo que o livro a nos faz.

Lançamento: 29 de abril, às 11 horas, no restaurante Polska, em Campo Magro. http://www.esplendorbrasil.com.br


Geral/Curitiba Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A4 | Indústria&Comércio

Evento reúne entidades em parceria à mobilização da causa indígena Fora do Brasil, é comum alguns eventos acontecerem exclusivamente a favor dos direitos humanos e dessa forma um número imensurável de pessoas se reúnem para celebrar e garantir fundos financeiros em defesa de um ideal. Desta vez, o Paraná sai à frente da causa indígena e firma a parceria para a execução de dois shows musicais com a finalidade de arrecadar meios para a construção do Instituto Raoni, na cidade de Colíder, no norte do Mato Grosso. A Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul firmou na tarde de quarta-feira (18), com o Instituto Raoni a colaboração para o evento Cacique Raoni – Das Florestas do Brasil Para o Mundo. O Projeto teve início a partir da mobilização do Pesquisador e Ativista das causas indígenas, Alcione Luiz Giacomitti, do Doutor e Procurador de Justiça e Coordenador do CAOP Indígena no Estado do Paraná, Luiz Eduardo Canto de Azevedo Bueno e do indigenista Edívio Battistelli. A partir deste contato a ideia do evento foi apresentada à SERC do Estado do Paraná, através do Secretário Wilson Quinteiro, do

Febre Aftosa

Vacinação deve imunizar 4,3 mi de cabeças na 1ª etapa

qual somou forças para solidificar a possibilidade da realização do evento. Para Giacomitti, um evento deste porte demonstra o quanto à cidade pode se engajar com a sociedade civil e unir esforços para garantir o respeito em prol das causas indígenas do Paraná e de todas as comunidades do Brasil. “Fazer parte como ativista da questão, não só indígena, mas dos direitos humanitários, independente das raças, é fundamental pra mim como escritor. E participar de uma ideia dessa e ajudar que os índios aqui do estado possam ter mais recursos para terminar a casa de passagem ou serem aplicadas em outras áreas importantes como a vitalidade infantil e tudo mais, e, além disso, participar da operação do Instituto Raoni, lá no Xingu, isso não tem preço”, afirma. A Arpin Sul será a entidade responsável pela assessoria comunicacional do evento podendo desta forma ser um canal entre as comunidades indígenas, a imprensa local, regional e nacional, garantido a comunicação entre todas as pessoas envolvidas a favor da causa indígena.

O Paraná é considerado área livre de febre aftosa com vacinação desde o ano 2000

A

Secretaria da Agricultura e do Abastecimento promove de 1º a 31 de maio a primeira etapa da campanha anual de vacinação contra febre aftosa. Deverão ser vacinados somente bovinos e bubalinos de até 24 meses de idade, inclusive os recém-nascidos. A expectativa é que sejam imunizadas cerca de 4,3 milhões de cabeças, o que corresponde a 45% do rebanho total de 9,5 milhões de animais. O produtor que não vacinar seus animais será multado em R$ 101,84 por cabeça. O Paraná é considerado área livre de febre aftosa com vacinação desde o ano 2000. A manutenção desse status e o alcance de novas conquistas dependem, entre outras medidas, de altos índices de vacinação nas campanhas de maio e novembro. A vacinação dos animais deve ser comprovada pelos produtores, mediante entrega da nota fiscal de compra da vacina e do formulário

do comprovante nas unidades veterinárias da Secretaria da Agricultura, até 31 de maio. As notas fiscais e comprovantes são fornecidos nas revendas de vacinas. No comprovante de vacinação deve ser relacionada corretamente a quantidade de animais existentes na propriedade e de animais vacinados, por sexo e por idade. A quantidade de animais informada no comprovante será cadastrada na secretaria e deve ser exatamente igual à quantidade existente. Mesmo que não possua bovinos ou búfalos com até 24 meses de idade, o produtor deve prestar informações sobre o rebanho numa unidade veterinária da Secretaria da Agricultura. Os produtores que têm poucas cabeças de gado na propriedade podem se associar aos vizinhos para compra conjunta da vacina, mas a comprovação deve ser individual, conforme informou a Defesa Sanitária Animal da Secretaria.

A primeira etapa da vacinação contra febre aftosa vai de 1º a 31 de maio

Martini Meat S/A Armazéns Gerais

Demonstrações Financeiras 2011

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Filial Rio Grande - RG

Demonstrações financeiras para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 Balanços patrimoniais

Ativo

Controladora Consolidado Nota 31/12/11 31/12/10 31/12/10

Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Impostos a recuperar Partes relacionadas Outras contas a receber

5 6 7 8

Não circulante Realizável a longo prazo Partes relacionadas 8 Imposto de renda e contribuição social diferidos 7 Impostos a recuperar 7

1.845 5.378 851 513

3.229 4.291 2.128 350 522

3.366 4.584 2.684 350 573

8.587

10.520

11.557

100

450

-

1.070 1.165

735 875

735 875

2.335

2.060

1.610

Investimentos

9

8.300

25.971

8.300

Imobilizado

10

135.957

79.309

100.193

Intangível

11

3.798

3.686

3.686

150.390

111.026

158.977

121.546

Demonstrações de resultados

Controladora Consolidado Nota 31/12/11 31/12/10 31/12/10

Passivo Circulante Fornecedores Financiamentos e empréstimos Arrendamento mercantil Impostos e contribuições a recolher Salários e férias a pagar Contas a pagar por aquisição de controlada Partes relacionadas Outras contas a pagar

12 14

15 8

Não circulante Financiamentos e empréstimos Arrendamento mercantil Provisão para contingências Contas a pagar por aquisição de controlada Imposto de renda e contribuição social diferidos Outras contas a pagar

4.554 36.235 911 1.467 1.296

1.359 7.568 1.146 550 931

1.672 7.568 1.212 629 1.137

8.340 92 153

7.512 122 115

7.512 131

Despesas financeiras, líquidas

15

1.390

8.764

8.764

7

9.926 377

9.762 660

13.004 660

26.647 3.939 17.074

113.789

71.001

47.660

47.660

125.346

158.977

121.546

125.346

Reservas de lucros Capital Nota social

Reserva legal

Retenção de lucros

Ajuste de avaliação patrimonial

Lucros acumulados

Total

23.440

131

1.128

17.738

-

42.437

3.207 -

-

-

(664) -

664 3.443

3.207 3.443

-

172 -

2.508

-

(1.427) (172) (2.508)

(1.427) -

26.647 16.983 -

303 -

3.636 -

17.074 (694) -

694 8.194

47.660 16.983 8.194

-

410 -

6.642

-

(1.836) (410) (6.642)

(1.836) -

43.630

713

10.278

16.380

(AS NOTAS EXPLICATIVAS SÃO PARTE INTEGRANTE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS)

Diretoria em 31 de dezembro de 2011 Celso Antonio Frare

Diretor Presidente

Blásio José Munchen

Diretor Superintendente

Luiz Roberto Braga Silva Pinto

Diretor Administrativo/Financeiro

-

71.001

Resultado da equivalência patrimonial

Confira nossas demonstrações financeiras completas, acompanhadas do relatório dos auditores independentes emitido pela KPMG Auditores Independentes, e aproveite para conhecer melhor a Martini Meat. Acesse www.martinimeat.com.br

CMYK

19.891 17.798

(603) (501) (3.646) (3.743) (1.501) (1.598)

(603) (501) (4.183) (4.584) (1.256) (1.724)

13.742

13.849 10.989

Imposto de renda e contribuição social - corrente e diferido

11.625

20 282 112 20 (7.631) (6.260) (7.349) (6.148)

9

Resultado antes do imposto de renda e da contribuição social 7

Resultado do exercício

288 134 (7.674) (6.317) (7.386) (6.183)

70

(654)

-

-

6.463

4.823

6.463

4.806

1.731 (1.380)

1.731 (1.363)

8.194

8.194

3.443

3.443

(*) Os saldos consolidados apresentados na demonstração de resultado do exercício de 2011 representam os resultados das operações apurados entre 1o de janeiro a 31 de outubro de 2011, em virtude da Refribrás Armazéns Frigoríficos Ltda. (controlada) ter sido incorporada por sua controladora Martini Meat S.A. - Armazéns Gerais nesta data base. (AS NOTAS EXPLICATIVAS SÃO PARTE INTEGRANTE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS)

Demonstrações dos fluxos de caixa - método indireto Fluxos de caixa das atividades operacionais Resultado do exercício Ajustes por: Depreciação e amortização Provisões para créditos de liquidação duvidosa e contingências Variações monetárias não realizadas Custo residual do ativo imobilizado baixado Imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de equivalência patrimonial Variações nos ativos e passivos: Aumento em contas a receber de clientes Redução (aumento) em outros ativos Aumento (redução) em fornecedores Redução em contas a pagar e provisões Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisições de imobilizado Pagamentos por aquisição de controlada Recebimento de caixa por incorporação de controlada Caixa líquido usado nas atividades de investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento de capital em dinheiro Juros sobre capital próprio Empréstimos, financiamentos e arrendamentos mercantis captados Empréstimos, financiamentos e arrendamentos mercantis pagos Juros pagos

Controladora Consolidado 31/12/11 31/12/10 31/12/10 8.194

3.443

3.443

3.713

2.971

3.547

1.631 1.120

1.170 982 6.180

1.170 1.689 6.395

(3.392) (70)

200 654

168 -

11.196

15.600

16.412

(440) 2.010 2.924 (535)

(69) (1.809) (4.626) (1.153)

(690) (2.919) (4.244) (335)

15.155

7.943

8.224

(41.485) (6.992)

(8.370) (6.706)

(8.866) (6.639)

1.140

-

-

(47.337)

(15.076)

(15.505)

16.983 (1.836)

3.207 (1.427)

3.207 (1.427)

30.596

34.156

34.568

(9.159) (5.786)

(23.966) (5.369)

(24.085) (5.377)

Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos

30.798

6.601

6.886

Redução do caixa e equivalentes de caixa

(1.384)

(532)

(395)

3.229 1.845

3.761 3.229

3.761 3.366

(1.384)

(532)

(395)

1.661

1.179

1.195

Demonstração da redução do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Redução do caixa e equivalentes de caixa Pagamento de imposto de renda e contribuição social

Marcelo Treiffelis – Contador CRC PR 043959/O-0

17.467

Resultado antes das receitas (despesas) financeiras, equivalência patrimonial e impostos

33.429 648 1.320

26.647 3.939 17.074

Saldos em 31 de dezembro de 2011

19 19 21

33.429 648 1.320

43.630 10.991 16.380

17 16 16

Receitas (despesas) operacionais Vendas Administrativas e gerais Outras despesas operacionais, líquidas

19.492

19.866 1.430 1.939

16

46.767

Resultado bruto

12 14 13

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido

Saldos em 31 de dezembro de 2010 Realização do custo atribuído, líquido de impostos Aumento de capital Lucro líquido do exercício Destinações Juros sobre capital próprio Reserva legal Reserva para retenção de lucros

52.838 51.936 (32.947) (34.138)

19.861

57.825

17 16 16

45.662

19 (27.275) (28.195)

19.303

(AS NOTAS EXPLICATIVAS SÃO PARTE INTEGRANTE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS)

Realização do custo atribuído, líquido de impostos Aumento de capital Lucro líquido do exercício Destinações Juros sobre capital próprio Reserva legal Reserva para retenção de lucros

18

Custos dos serviços prestados

53.048

54.583

Saldos em 1o de janeiro de 2010

Receita operacional líquida

Receitas financeiras Despesas financeiras

34.928 Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Ajuste de avaliação patrimonial

Controladora Consolidado Nota 31/12/11 31/12/10 1/1 a 31/10/2011 (*) 31/12/10

(AS NOTAS EXPLICATIVAS SÃO PARTE INTEGRANTE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS)

Uma empresa do Grupo Ouro Verde


Economia Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A5

juros

abnoticias@abcom.com.br

Redução da Selic pode tornar poupança mais vantajosa Governo nega qualquer estudo sobre mudança no cálculo da caderneta A redução da taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual pode tornar a caderneta de poupança um rendimento mais interessante do que os fundos de renda fixa. A conclusão é de estudo divulgado nesta quinta-feira (19/04) pela Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Na quarta-feira (18/04), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou que a Selic passou para 9% ao ano. A poupança pode se tornar atraente porque diferentemente dos fundos de renda fixa, a caderneta

Brasil pode dificultar entrada de produtos argentinos

rende a TR (taxa referencial) + 6% ao ano, não recolhe imposto de renda (IR) sobre os rendimentos e é livre da taxa de administração cobrada pelos bancos. No caso do imposto de renda, a incidência do tributo varia de 22,5% em aplicações de até seis meses e cai para 15% para aplicações acima de 2 anos. O estudo da Anefac levou em consideração taxas de administração cobradas pelas instituições financeiras que podem variar de 0,5% ao ano até 2,5% ao ano. Na simulação da Anefac, foi estipulada uma rentabilidade da caderneta de poupança de 0,54% ao mês.

Pelos cálculos da associação quando os fundos de renda fixa ficarem com rentabilidade mensal menor do que 0,54%, a poupança passa a ser melhor para o investidor. Ou seja, para competir com a poupança, o dinheiro aplicado deve render pelo menos 0,55% ao mês nos fundos. O poupador ainda deve levar em consideração o prazo do investimento devido ao cálculo do imposto de renda que é reduzido com o passar do tempo. A queda na Selic tem provocado algumas discussões a respeito da necessidade de o governo alterar o cálculo da caderneta

de poupança. Isso porque com a aplicação mais atrativa, os investidores poderiam migrar dos fundos de renda fixa para poupança, que são formados por títulos públicos utilizados pelo governo na rolagem da dívida. Oficialmente, o governo nega qualquer estudo sobre mudança. A Anefac avalia que, entre as possibilidades que o governo deve avaliar, estão atrelar o rendimento da poupança à variação da taxa básica de juros ou cobrar imposto de renda sobre a poupança.

Intenção de consumo das famílias tem leve alta de 0,1%

Dos R$ 24,5 bilhões liberados para o setor produtivo no primeiro trimestre do ano pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 41% foram para o setor de infraestrutura, que recebeu R$ 9,9 bilhões. Praticamente o mesmo percentual foi liberado no período para as micro, pequenas e médias empresas, que receberam R$ 10,1 bilhões em empréstimos do banco estatal. Os números foram divulgados nesta quintafeira (19/04), no Rio de Janeiro. Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, embora as liberações tenham mostrado pequena queda no trimestre (-1%), em comparação com os três primeiros meses de 2011, as consultas - primeiro estágio dos pedidos de financiamento feitos à instituição - mostraram incremento de 37%, atingindo R$ 55,7 bilhões. Esse aumento do número de consultas foi puxado pela indústria, com alta de 120%, liderada pelos segmentos de material de transporte e de química e petroquímica, este último em função dos projetos de exploração e produção de petróleo e gás. O presidente do BNDES acredita que o desempenho do primeiro trimestre sinaliza um aquecimento dos investimentos no país. Disse que a prorrogação da vigência do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) até dezembro de 2013, com taxas de juros reduzidas e participação ampliada do financiamento do BNDES, contribuirá para o crescimento dos empréstimos do banco este ano.

AUMENTO DA PRODUTIVIDADE

O Paraná quer ampliar a produção de cebola. Para isso, foram discutidas durante o 24º Seminário Nacional de Cebola, técnicas de manejo, plantio e colheita. O município de Fernandes Pinheiro, sudeste paranaense, abriga maior produtividade do estado, com média de produção em torno de 25 toneladas por hectare. A cultura ocupa atualmente 8.086 hectares, em 132 municípios, envolvendo 5.600 propriedades no estado.

MUDANDO A REALIDADE

Em Tunas do Paraná, região metropolitana de Curitiba, união entre agricultores e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), deu novo gás a produção. Os produtores tinham muitas dificuldades de comercializar a produção, com a chegada dos técnicos da universidade o cenário foi transformado. Agora eles têm uma cooperativa com 18 associados e faltam produtos para atender a demanda. A parceria proporcionou tanto uma melhora financeira, quanto na auto-estima dos produtores.

INVESTIMENTOS

No ano passado a Universidade Estadual de Maringá (UEM), desembolsou 12 mil reais com o depósito de patentes. O valor é considerado baixo, comparado ao retorno que a produção intelectual pode trazer futuramente. A instituição pretende investir ainda mais em inovação e na venda de novas tecnologias. O que contribui para a renda e o desenvolvimento do país.

EXPOSIÇÃO NA UFPR

O prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), abre exposição sobre o Dia do Índio. A mostra “Amazônia Viva” traz desenhos originais de Jaime Silva Araújo. O evento faz parte da contagem regressiva até o aniversário de 100 anos da universidade. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 09h às 18h, e aos sábados das 9h às 13h, até dia 30 de junho.

ESCOLA INDÍGENA

As obras do Colégio Estadual Indígena Kókoj Ty Han Ja, no município de Mangueirinha, sudoeste do estado, estão a todo vapor. A previsão é que o local seja inaugurado em agosto, oferecendo 97 vagas. Foram investidos mais de 1 milhão de reais. A escola vai oferecer ensino médio, modalidade que ainda não era oferecida na aldeia. A iniciativa visa preservar a cultura local e fazer com que os jovens índios cuidem da sua terra.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, criticou nesta quinta-feira (19/04) a restrição à entrada de carne suína brasileira na Argentina e disse que, caso a barreira seja mantida, medidas que dificultem a entrada de produtos argentinos no país poderão ser adotadas. Mendes Ribeiro participou do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República. “Eu disse para o ministro (da Agricultura argentino) que a negociação está indo muito bem, mas que precisa continuar indo bem, tendo nossa carne suína liberada. Se não, vamos começar a dificultar a entrada de produtos argentinos e isso não faz bem ao Brasil nem à Argentina e não é isso que quer a presidenta Dilma Rousseff”, disse. “Queremos uma relação extremamente cordial e respeitosa com o país vizinho e, para isso, queremos o comércio dos nossos suínos reestabelecido”, completou.

Mais de 80% dos empréstimos do BNDES foram para infraestrutura

AB Notícias

INTERVENÇÃO URBANA

O “Projeto Papel de Bala” leva alunos às ruas de Toledo, oeste do estado, transformando lixo em arte. A cada ano o grupo - formado desde 2004, realiza atividades voltadas a diversas práticas artísticas. Este ano, a técnica foi a grafitagem, e está sendo realizada em frente ao Teatro Municipal da cidade. A intenção é fazer com que as pessoas tenham outros olhares para os espaços e para essa expressão artística.

MULHERES EM FOCO

Visando fortalecer a permanência da mulher no campo e discutir sobre as melhores ações a serem tomadas por elas em suas propriedades, a sociedade rural de Pérola, Noroeste do Paraná, abre circuito de palestras. A iniciativa faz parte do 9º Encontro de Mulheres Rurais, que destaca a importância feminina na sociedade, a sensibilidade e competência delas na área produtiva.

CONTRA DIABETES

Um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos afirma que consumir mirtilos e maçãs regularmente, pode ajudar a reduzir o risco de diabetes tipo 2. Esses frutos estão carregados de flavonoides - um composto natural presente em algumas frutas, legumes e grãos. Os autores afirmam que os resultados mostram uma associação, mas não provam que frutos por si só são capazes de prevenir a doença. Documento divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) destaca que a adoção pelo governo de medidas de estímulo ao consumo, como a prorrogação dos incentivos fiscais para produtos de linha branca (geladeira, fogão, entre outros), vem alimentando o otimismo em relação à compra de bens duráveis

O índice que mede a intenção de consumo das famílias ficou praticamente estável em abril na comparação com o mês anterior, ao registrar leve alta de 0,1%, contra queda de 3,8% em março. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o levantamento aponta alta de 2,4% na intenção de consumo das famílias. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (19/04) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com o economista Bruno Fernandes, da CNC, o resultado de abril indica que, embora a confiança das famílias venha se recuperando em um ritmo mais

lento, o cenário econômico mais favorável no primeiro trimestre deste ano, com o aumento real da renda, a manutenção da baixa taxa de desemprego e a menor pressão inflacionária, garante maior otimismo. “Trata-se de um resultado positivo, porque, mesmo com a estabilidade na variação mensal, a gente percebe que tanto a perspectiva de consumo como o próprio nível de consumo atual são positivos. O cenário mais favorável e a perspectiva de manutenção dessa condição nos próximos meses faz com que as famílias estejam mais otimistas e mais dispostas a elevar seus níveis de consumo”, avaliou.

O documento também destaca que a adoção pelo governo de medidas de estímulo ao consumo, como a prorrogação dos incentivos fiscais para produtos de linha branca (geladeira, fogão, entre outros), vem alimentando o otimismo em relação à compra de bens duráveis. A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador criado pela CNC com a finalidade de medir, mensalmente, a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, como a capacidade de consumo atual e em curto prazo, o nível de renda doméstica, a segurança no emprego e a qualidade de consumo.

Demanda das empresas por crédito sobe 14,4% em março O número de empresas que procuraram crédito no mercado subiu 14,4% em março ante fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (19/04) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, foi registrada alta de 5,5%. No acumulado do primeiro trimestre, houve elevação de 0,8% em relação ao mesmo período de 2011. A variação positiva foi influenciada pelo crescimento na procura em todos os setores, de acordo com a Serasa. As empresas de serviços apresentaram a maior demanda por crédito (15,8%). Nos setores de comércio e industria, houve elevação

de 14% e 12,2% respectivamente. Na análise por regiões do país, o movimento de alta também é generalizado. O maior crescimento ocorreu na Região Sul, com variação de 17,2% sobre fevereiro. Em seguida aparecem o Nordeste, Norte e Sudeste, com elevações de 16,8%, 14,1% e 13% respectivamente. O menor aumento foi apurado na região Centro-Oeste, 11,6%. Considerando a classificação por porte, as micro e pequenas empresas ampliaram a demanda por crédito em 15,1% em março ante fevereiro. As empresas médias registraram aumento de 4,8% e grandes, de 2,5%. Porém,

se considerado o acumulado dos primeiros três meses do ano, no comparativo com o mesmo período do ano passado, a maior elevação na procura foi apurada entre as grandes empresas, que ampliaram em 16,1% a sua demanda, e a menor entre as pequenas, com alta de apenas 0,2%. Já nas médias, a busca por crédito foi 9,9% maior no primeiro trimestre de 2012. Segundo os economistas da Serasa, apesar da alta mais expressiva no comparativo mensal, a ligeira aceleração na relação anual é um sinal de que a atividade econômica permaneceu fraca neste início de ano.

PAVIMENTAÇÃO

Com a intenção de facilitar o transporte escolar, o escoamento da produção agrícola e o trafego de veículos rumo ao interior, estão sendo recuperadas estradas em Salto do Lontra, Sudoeste do Paraná. Estima-se 10 dias de trabalho nas regiões da Linha Carmélia, São Valentim e Linha Flor e Sede da Luz.

COBERTO POR ABELHAS

O chinês She Ping, de 32 anos, ficou com o corpo coberto por aproximadamente 330 mil abelhas. As abelhas foram colocadas dentro de uma bacia gigante onde estava Ping e gradualmente os insetos subiram por seu corpo cobrindo-o quase que totalmente.

AMIGOS DA NATUREZA

Agricultores de Santa Tereza, oeste paranaense, recolhem embalagens de agrotóxicos e ajudam a preservar o meio ambiente. O projeto que incentiva os produtores a realizarem procedimentos adequados de devolução de recipientes vazios ao órgão competente, está tendo sucesso. Em um curto espaço de tempo, foram coletadas aproximadamente 110 embalagens. Um bom exemplo de responsabilidade social e cidadania.

Índice de famílias endividadas em abril cai O percentual de famílias endividadas diminuiu de 57,8% em março para 56,8% em abril, aponta a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (19/04) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em relação ao mesmo período do ano anterior, quando 62,6% das famílias informaram ter algum tipo de dívida, houve queda de 5,8 pontos percentuais. De acordo com o levantamento, “a despeito dos estímulos monetários e fiscais para a oferta de crédito e para o consumo de bens duráveis, persiste maior cautela das

famílias em relação ao seu endividamento”. “As famílias estão conseguindo diminuir seu endividamento para elevar o consumo lá na frente”, avaliou o economista Bruno Fernandes, da CNC. De acordo com a pesquisa, a diminuição no endividamento foi observada nas duas faixas de renda investigadas. Na faixa inferior a dez salários mínimos, o percentual de famílias com dívidas alcançou 57,9% em abril, contra 58,6% em março, e ficou bem abaixo dos 64,4% verificados em abril de 2011. Já entre as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o endividamento passou de 50,2% em março para 48,7% em abril.


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A6 | Indústria&Comércio

Fospar S.A. CNPJ/MF nº 76.204.130/0001-08 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos, à apreciação de V.Sas., o relatório da administração e as demonstrações financeiras, com as respectivas notas explicativas, relativos aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010. A Fospar: Companhia controlada pela Mosaic Fertilizantes, a Fospar S.A. iniciou suas operações em 1974 e atualmente conta com 211 funcionários. Produtora de Superfosfato Simples, a Companhia também possui terminal portuário especializado no recebimento de fertilizantes a granel, com capacidade de descarga de 2,6 milhões de toneladas ao ano, que passou por modernização e que se beneficia das importações e exportações do agronegócio. Ações sociais: A responsabilidade social faz parte do dia a dia da Fospar e da Mosaic. Em março de 2011, após as fortes chuvas que atingiram Paranaguá, Mosaic e Fospar, em parceria com a Prefeitura Municipal de Paranaguá, pela Secretaria de Obras Públicas, auxiliaram na reconstrução de importantes avenidas da cidade. A Mosaic e Fospar também realizam, anualmente, o Projeto Anhaia Vive, que busca manter limpo o canal Anhaia, localizado próximo à unidade. A iniciativa inclui ações de conscientização relacionadas ao meio ambiente e à qualidade de vida junto à população local. Por meio do Instituto Mosaic, fundado em 2008, as duas empresas promovem e apoiam projetos com foco em Educação para Sustentabilidade e Segurança Alimentar. Dessa forma, as atividades de responsabilidade social e sustentabilidade são direcionadas a projetos sociais e ambientais, contribuindo para promover a transformação sustentável da sociedade. Entre as ações que realiza no

Brasil, o Instituto promoveu, em 2011, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Paranaguá, o projeto “Criança É Vida Viver Bem”, desenvolvido pelo Instituto Criança é Vida. Seu principal objetivo é contribuir para que as crianças desenvolvam o autoconhecimento e a autoestima necessários para tomar decisões que possam ajudá-las a construir um futuro melhor. Conduta: O relacionamento da Fospar S.A. com o seu público - entre eles fornecedores, colaboradores, clientes, comunidade, imprensa, acionistas, prestadores de serviços, órgãos públicos, acadêmicos e concorrência - é regido pelas práticas de conduta e pelo sólido Código de Ética de sua controladora, a Mosaic Fertilizantes. Os princípios sustentados estão respaldados em conceitos sólidos de honestidade, integridade e respeito na condução dos negócios; compromisso com a qualidade; responsabilidade ambiental na construção e preservação, bem como na precisão da divulgação de informações. A economia e o mercado: Agronegócio: As exportações do agronegócio em 2011 tiveram um aumento de 24% em dólar, na comparação com 2010, alcançando US$ 94,59 bilhões. O mercado internacional ficou muito aquecido e o bom desempenho fez de 2011 o melhor ano para a balança comercial do agronegócio desde 1997. Com isso, a participação do agronegócio nas exportações totais foi de 37% em 2011. Ao mesmo tempo, as importações de produtos agropecuários aumentaram 28% no ano passado, com despesas de US$ 17,08 bilhões, contra US$ 13,38 bilhões em 2010. O superávit da balança do setor ficou em US$ 77,51 bilhões.

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) Ativo

Nota

2011

2010

Circulante Caixa e equivalentes de caixa

4

2.135

17.735

1.073

2.058

5

5.074

3.889

6a

2.569

2.602

8

7.260

1.068

1.779

19.179

28.063

Contas a receber de clientes Estoques Impostos a recuperar Sinistro a receber Outros créditos Não circulante Realizável a longo prazo Estoques

5

2.361

2.527

Impostos a recuperar

6a

4.890

3.877

Imposto de renda e contribuição social diferidos

6b

3.759

1.757

95

92

11.105

8.253

83.402

65.203

Outros créditos Imobilizado

9

Passivo Circulante Financiamentos e empréstimos Fornecedores Impostos e contribuições a recolher Provisão para férias e comissões a pagar Provisão para contingências Dividendos propostos Partes relacionadas Provisão para imposto de renda e contribuição social Outras contas a pagar Não circulante Financiamentos e empréstimos Provisão para contingências Partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Outras contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Reserva de reavaliação Reserva de lucros Dividendos adicionais propostos

Nota

2011

2010

10

1.446 4.321 1.371 1.270 4.355 1.116 301 1.181 1.345 16.706

949 2.956 1.282 959 35 1.760 123 321 1.209 9.594

10 11 7 6b

3.548 1.578 18.839 749 8 24.722

2.186 1.887 – 956 55 5.084

14a 14b

58.017 6.111 8.130 – 72.258 113.686

58.017 6.257 4.327 18.240 86.841 101.519

Lucros acumulados – (1.800) 221 –

Total 82.916 (1.800) – 75

16.511 7.410

– 7.410

(371) (1.971) (1.760) (18.240) – – 221 – 1.971 4.698

– – (1.760) – 86.841 (18.240) – 75 – 4.698

(235) (5.539) (1.116) –

– – (1.116) 72.258

11 14c 7

14c

113.686 101.519 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) Reserva de lucros Reserva de Dividendos Capital social reavaliação Legal Para expansão adicionais propostos Saldos em 1º de janeiro de 2010 58.017 6.403 1.985 16.511 – Pagamento de JSCP ARCA em 31 de maio de 2010 – – – – – Realização da reserva de reavaliação – (221) – – – Impostos diferidos sobre reserva de reavaliação – 75 – – – Reversão da reserva de lucros para expansão mediante aprovação do Conselho de Administração para pagamento de dividendos – – – (16.511) – Lucro líquido do exercício – – – – – Destinação do lucro do exercício: Reserva legal – – 371 – – Reserva de lucros para expansão – – – 1.971 – Dividendos minimos obrigatório – – – – – Dividendos adicionais propostos – – – – 18.240 Saldos em 31 de dezembro de 2010 58.017 6.257 2.356 1.971 18.240 Pagamento de dividendos ARCA em 12 de abril de 2011 – – – – (18.240) Realização da reserva de reavaliação – (221) – – – Impostos diferidos sobre reserva de reavaliação – 75 – – – Realização da reserva de lucros para expansão – – – (1.971) – Lucro líquido do exercício – – – – – Destinação do lucro do exercício: Reserva legal – – 235 – – Reserva de lucros para expansão – – – 5.539 – Dividendos minimos obrigatório – – – – – Saldos em 31 de dezembro de 2011 58.017 6.111 2.591 5.539 – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

No ano passado, a soja continuou liderando o ranking das exportações do agronegócio. Em seguida, veio o setor de carnes e os produtos do setor sucroalcooleiro. Os principais destinos dos embarques de produtos nacionais foram os mercados da União Européia, China, Estados Unidos, Rússia e Japão. Fertilizantes: Em 2011, as indústrias de fertilizantes no Brasil elevaram os estoques de virada do fim do ano para 5,12 milhões de toneladas. As importações aumentaram 29,4%, de 15,3 para 19,8 milhões de toneladas. O consumo brasileiro de fertilizantes também apresentou forte crescimento, passando de 24,5 para cerca de 28,3 milhões de toneladas (15,5%). Crescimento esse baseado na soja, milho, cana, café e algodão. A produção nacional de 2011 somou 9,8 milhões de toneladas, contra 9,3 milhões de toneladas em 2010. O Estado do Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período analisado, atingindo 4,6 milhões de toneladas, seguido dos Estados de São Paulo, com 4,1 milhões de toneladas, e Minas Gerais, com 3,6 milhões de toneladas. Entre os destaques está Goiás, que teve um aumento de entrega de 28,4%. Perspectivas: Os preços dos produtos agrícolas foram favoráveis nos últimos dois anos. Com isso, a renda do produtor brasileiro foi beneficiada, o que fez com que os investimentos em tecnologia aumentassem no ano de 2011. O ano de 2012 deve manter um cenário favorável. Agradecimentos: Agradecemos aos nossos funcionários por sua atuação competente e dedicada, aos nossos clientes pela preferência, e aos fornecedores e demais parceiros pela colaboração. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) Nota 2011 2010 Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício 4.698 7.410 Ajuste por: Depreciação e amortização 9 8.335 5.851 Perdas por redução no valor recuperável do ativo imobilizado 9 3.127 – Custo residual de ativos imobilizados baixados 443 501 Imposto de renda e contribuição social diferidos 6b (2.134) 2.098 Variações monetárias, cambiais e juros 791 272 Variações monetárias, cambiais e juros - com partes relacionadas 846 (321) Provisão para contingências 4.154 (3.286) Provisão para plano de pensão e de beneficios pós emprego a empregados – (43) Redução/(aumento) em contas a receber 315 (170) (Aumento) nos estoques (1.019) (135) (Aumento)/redução de outros ativos (7.532) 898 Aumento em fornecedores 1.427 460 (Redução)/aumento em contas a pagar e provisões (208) 191 Aumento no imposto de renda e contribuição social corrente 860 323 Redução/(aumento) com partes relacionadas 786 (730) Redução de outros passivos 89 199 Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 14.978 13.518 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisições do ativo imobilizado 9 (30.104) (12.792) Recebimentos de empréstimos concedidos - Partes relacionadas – 7.891 Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (30.104) (4.901) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (20.000) (1.800) Empréstimos tomados 2.741 2.735 Empréstimos tomados - partes relacionadas 20.676 – Pagamentos de empréstimos (1.208) (881) Pagamentos de empréstimos - partes relacionadas (2.683) – Caixa líquido (aplicado em) gerado pelas atividades de financiamentos (474) 54 (Redução) aumento líquida de caixa e equivalentes de caixa (15.600) 8.671 Demonstração do aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa No início do exercício 17.735 9.064 No fim do exercício 2.135 17.735 (Redução) aumento no caixa e equivalentes de caixa (15.600) 8.671 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) Nota 2011 Receita líquida de serviços prestados 15 76.597 Custos dos serviços prestados (72.431) Lucro bruto 4.166 (Despesas) receitas operacionais Administrativas e gerais (3.632) Resultado financeiro, líquido 16 (395) Outras receitas operacionais 17 7.044 Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 7.183 Imposto de renda - Corrente 6b (4.619) Imposto de renda - Diferido 6b 2.134 Lucro líquido do exercício 4.698 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2010 63.590 (54.100) 9.490 (3.326) 1.116 3.386 10.666 (1.158) (2.098) 7.410

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) 1. Contexto operacional O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, as taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação A Fospar S.A. tem por objeto social a fabricação, o comércio, a importação e exportação de fertilizantes como parte daquele equipamento. e suas matérias-primas, suplementos minerais para alimentação animal, corretivos do solo e produtos Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios correlatos; a representação de outras sociedades nacionais e estrangeiras, a participação em outras recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de sociedades, como sócia acionista ou quotista, a manutenção, exploração, operação e gestão de dentro de outras receitas no resultado. ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. instalação portuária de uso privativo, utilizada na movimentação e/ou armazenagem de carga própria ii. Custos subseqüentes e de terceiros destinada ou provenientes de transporte aquaviário; e demais atividades previstas ou O custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças permitidas ao explorador de instalação portuária de uso privativo misto, inclusive a execução de seja provável que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir a temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente operação portuária na área de porto organizado, nos termos da Lei nº 8.630 de 25 de fevereiro de Companhia e que o seu custo pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente decretadas até a data de apresentação das demonstrações financeiras. 1993 (a armazenagem referida neste item não se enquadra ao Decreto nº 1.102/93); a prestação de que tenha sido reposto por outro é baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado são Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável que lucros serviço de análise físico-química de fertilizantes; e prestação de serviços por conta própria ou de reconhecidos no resultado conforme incorridos. futuros sujeitos à tributação estarão disponíveis e contra os quais serão utilizados. terceiros, bem como assistência especializada, comercial, industrial e serviços decorrentes de iii. Depreciação Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de relatório e serão importação/exportação a outras sociedades nacionais e estrangeiras. A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo. 2. Base de preparação A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. a. Declaração de conformidade com relação às normas do Comitê de Pronunciamentos estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto reflete o m. Provisões Contábeis (CPCs) padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. Terrenos não são Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso seja As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no depreciados. exigido para liquidar a obrigação. Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as As vidas úteis estimadas para o exercício corrente e comparativo são as seguintes: Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as normas emitidas pelo Taxa anual de n. Receita operacional Conselho Federal de Contabilidade (CFC). depreciação (%) A receita de serviços prestados é reconhecida no resultado em função de sua realização. Uma receita média ponderada não é reconhecida se há incerteza significativa da sua realização. As demonstrações de resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não há outros Edificações e benfeitorias 4 a 25 anos 5,9 Os valores estão demonstrados conforme nota explicativa nº 15. valores a serem apresentados sobre esse conceito que não seja o próprio resultado do exercício. 2 a 19 anos 11,7 o. Receitas financeiras e despesas financeiras A disponibilização das demonstrações financeiras foi autorizada pela administração da Companhia em Equipamentos e instalações Computadores e periféricos 3 a 10 anos 12,5 As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos e variações no valor justo 30 de março de 2012. de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A receita de juros é Veículos 5 anos 20,0 b. Base de mensuração reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. 5 a 10 anos 11,3 As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos instrumentos Móveis e utensílios As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, líquidas do desconto a Os métodos de depreciação e as vidas úteis serão revistos a cada encerramento de exercício financeiros derivativos mensurados pelo valor justos reconhecidos nos balanços patrimoniais. valor presente das provisões, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. c. Moeda funcional e moeda de apresentação justo por meio do resultado. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, As demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. g. Arrendamento operacional construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado através do método de Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o mais próximo, São operações de arrendamento que não transferem os riscos e benefícios inerentes à propriedade juros efetivos. do ativo e nas quais a opção de compra no final do contrato é equivalente ao valor de mercado do bem Os ganhos e perdas cambiais são reportados em uma base líquida. exceto quando indicado de outra forma. arrendado. Pagamentos efetuados sob um contrato de arrendamento mercantil operacional são 4. Caixa e equivalentes de caixa d. Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as normas CPCs exige que a Administração faça reconhecidos como despesas no demonstrativo de resultados, em bases lineares, pelo prazo do 2011 2010 julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados contrato de arrendamento, conforme nota explicativa nº 12. Caixa e saldo em bancos 75 659 h. Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Aplicações financeiras 2.060 17.076 Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis Um ativo financeiro não-mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de 2.135 17.735 são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. As aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, são prontamente conversíveis em um As informações sobre incertezas sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda montante conhecido de caixa e estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas na nota ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos Esses investimentos financeiros referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários, fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. explicativa no 11 - Contingências e Compromissos. remunerados a taxas ao redor de 100% do CDI, tendo como contraparte bancos de primeira linha. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode Esses títulos estão disponíveis para venda. e. Mudanças nas políticas contábeis e divulgações Não há novos pronunciamentos ou interpretações dos CPCs vigendo a partir de 2011 que poderiam incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido 5. Estoques a Companhia sobre condições de que a Companhia não consideraria em outras transações, indicações ter um impacto significativo nas demonstrações financeiras da Companhia. 2011 2010 de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado Circulante 3. Principais políticas contábeis As políticas contábeis descritas em detalhe abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado Almoxarifado 3.753 3.727 em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras. Importação em andamento 1.321 389 A Companhia considera evidência de perda de valor para recebíveis e títulos de investimentos a. Transações em moeda estrangeira Materiais em armazenagem – 112 Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não realizadas na moeda funcional, são mantidos até o vencimento tanto no nível individualizado como no nível coletivo. Todos os recebíveis e Provisão para perda – (339) convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários títulos de investimento mantidos até o vencimento individualmente significativos são avaliados quanto 5.074 3.889 denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são convertidas para a a perda de valor específico. Todos os recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento Não circulante moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou perda cambial em itens individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda de valor individualmente são Almoxarifado 2.361 2.527 monetários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, mas não tenha 2.361 2.527 ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda sido ainda identificada. Os estoques a granéis de fertilizantes mantidos pela Companhia pertencem a seus clientes, os quais estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. Ativos e passivos não monetários Ao avaliar a perda de valor recuperável a Companhia utiliza tendências históricas da probabilidade de são recebidos e industrializados e, posteriormente, devolvidos. A Companhia possuía, em 31 de denominados em moedas estrangeiras que são mensurados pelo valor justo são reconvertidos para a inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o dezembro de 2011 R$ 20.303 (R$ 15.518 em 31 de dezembro de 2010) de estoques de terceiros em moeda funcional à taxa de câmbio na data em que o valor justo foi apurado. Itens não monetários que julgamento da administração quanto as premissas se as condições econômicas e de crédito atuais seu poder. sejam medidos em termos de custos históricos em moeda estrangeira são convertidos pela taxa de são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas Os seguros contratados são considerados, pela administração da Companhia, suficientes para cobrir tendências históricas. eventuais sinistros sobre os estoques de terceiros em 31 de dezembro de 2011 (informação não câmbio apurada na data da transação. Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro medido pelo custo amortizado é auditada). b. Instrumentos financeiros calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa 6. Impostos a recuperar e diferidos A Companhia não opera com instrumentos financeiros derivativos. Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no a. Impostos a recuperar 2011 2010 recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e financiamentos, assim como contas a pagar resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis. Circulante i. Demais ativos circulantes e não circulantes e outras dívidas. ICMS 1.776 2.168 São apresentados pelo valor líquido de realização. i. Ativos financeiros não derivativos PIS e COFINS não-cumulativos (ii) 720 113 A Companhia reconhece os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram j. Passivos circulantes e não circulantes Outros 73 321 originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos 2.569 2.602 do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dos balanços. Quando aplicável os passivos circulantes e não circulantes são registrados em valor presente, Não circulante uma das partes das disposições contratuais do instrumento. ICMS 3.274 3.377 A Companhia desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do transação a transação, com base em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada Provisão para deságio na realização dos créditos de ICMS (i) (100) (603) ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa transação. A contrapartida dos ajustes a valor presente é contabilizada contra as contas de resultado PIS e COFINS não-cumulativos (ii) 1.716 1.103 contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e que deram origem ao referido passivo. A diferença entre o valor presente de uma transação e o valor 4.890 3.877 benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou de face do passivo é apropriada ao resultado ao longo do prazo do contrato com base no método do (i) Provisão constituída visando ajustar o valor de impostos a recuperar - ICMS ao seu valor de custo amortizado e da taxa de juros efetiva. retida pela Companhia nos ativos financeiros é reconhecida como um ativo ou passivo individual. realização. A Companhia está estruturando operações, para propiciar a realização do crédito tributário Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço k. Planos de pensão e de benefícios pós-emprego a funcionários de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), bem como mantém um comitê patrimonial, somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a i. Planos de contribuição definida intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Um plano de contribuição definida é um plano de benefícios pós-emprego sob o qual uma entidade interno, cuja atribuição é reunir-se periodicamente com o objetivo de prover sugestões de operações A Companhia tem os seguintes ativos financeiros não derivativos: ativos financeiros registrados pelo paga contribuições fixas para uma entidade separada (Fundo de previdência) e não terá nenhuma para redução desses créditos. obrigação legal ou construtiva de pagar valores adicionais. As obrigações por contribuições aos planos (ii) Créditos de PIS e COFINS na aquisição de ativo imobilizado. valor justo por meio do resultado, e empréstimos e recebíveis. de pensão de contribuição definida são reconhecidas como despesas de benefícios a empregados no b. Impostos diferidos ii. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como resultado nos períodos durante os quais serviços são prestados pelos empregados. Contribuições O imposto de renda e a contribuição social diferidos são registrados para refletir os efeitos fiscais mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos pagas antecipadamente são reconhecidas como um ativo mediante a condição de que haja o futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal de ativos e passivos e seu respectivo financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais ressarcimento de caixa ou a redução em futuros pagamentos esteja disponível. As contribuições para valor contábil. investimentos e toma decisões de compra e venda baseada em seus valores justos de acordo com a um plano de contribuição definida cujo vencimento é esperado para 12 meses após o final do período De acordo com o CPC 32 a Companhia, fundamentada na expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, determinada em estudo técnico aprovado pela Administração, reconheceu também os créditos gestão de riscos documentada e a estratégia de investimentos da Companhia. Os custos da transação, no qual o empregado presta o serviço são descontadas aos seus valores presentes. tributários sobre prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social de exercícios anteriores, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros ii. Plano de benefício definido que não possuem prazo prescricional e cuja compensação está limitada a 30% dos lucros anuais registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor A obrigação líquida da Companhia quanto aos planos de pensão de benefício definido é calculada tributáveis. O valor contábil do ativo fiscal diferido é revisado periodicamente e as projeções são individualmente para cada plano através da estimativa do valor do benefício futuro que os empregados justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. revisadas anualmente, caso haja fatores relevantes que venham a modificar as projeções, estas são auferiram como retorno pelos serviços prestados no período atual e em períodos anteriores; aquele iii. Empréstimos e recebíveis revisadas durante o exercício. Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são benefício é descontado ao seu valor presente. Quaisquer custos de serviços passados não A Administração considera que os ativos diferidos decorrentes de diferenças temporárias serão cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de reconhecidos e os valores justos de quaisquer ativos do plano são deduzidos. A taxa de desconto é o realizados na proporção da resolução final das contingências e dos eventos. quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis rendimento apresentado na data de apresentação das demonstrações financeiras para os títulos de O imposto de renda e contribuição social diferidos tem a seguinte origem: são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer dívida de primeira linha e cujas datas de vencimento se aproxime das condições das obrigações da Ativos Passivos Companhia e que sejam denominadas na mesma moeda na qual os benefícios têm expectativa de perda por redução ao valor recuperável. 2011 2010 2011 2010 Os empréstimos e recebíveis abrangem clientes e outros créditos, incluindo os recebíveis oriundos de serem pagos. O cálculo é realizado anualmente por um atuário qualificado através do método de Provisões para contingências 2.432 1.117 – – crédito unitário projetado. Quando o cálculo resulta em um benefício para a Companhia, o ativo a ser Outras provisões acordos de concessão de serviços. 242 528 – – reconhecido é limitado ao total de quaisquer custos de serviços passados não reconhecidos e o valor Ajuste decorrentes da Lei 11.638 (i) c. Caixa e equivalentes de caixa 1.063 10 652 784 Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento presente dos benefícios econômicos disponíveis na forma de reembolsos futuros do plano ou redução Prejuízo fiscal e base negativa 22 102 – – original de três meses ou menos a partir da data da contratação, os quais estão sujeitos a um risco nas futuras contribuições ao plano. Para calcular o valor presente dos benefícios econômicos, contribuição social a compensar consideração é dada para quaisquer exigências de custeio mínimas que se aplicam a qualquer plano Realização do ativo permanente insignificante de alteração no valor, e são utilizados na gestão das obrigações de curto prazo. – – 97 172 da Companhia. Um benefício econômico está disponível a Companhia se ele for realizável durante a d. Contas a receber de clientes 3.759 1.757 749 956 As contas a receber de clientes são registradas pelo valor faturado, incluindo os respectivos impostos vida do plano, ou na liquidação dos passivos do plano. diretos de responsabilidade tributária da Companhia, menos os impostos retidos na fonte, os quais são Quando os benefícios de um plano são incrementados, a porção do benefício aumentado relacionada (i) Referente ao ajuste derivado da nova vida útil dos ativos imobilizados conforme CPC 27, ajustes a ao serviço passado dos empregados é reconhecida no resultado pelo método linear ao longo do período valor presente conforme CPC 12 e ajuste por redução ao valor recuperável conforme CPC 01. considerados créditos tributários. A provisão para devedores duvidosos foi constituída em montante considerado suficiente pela médio até que os benefícios se tornem direito adquirido (vested). Na condição em que os benefícios se A conciliação entre o imposto de renda e a contribuição social, nominal e efetiva pode ser demonstrada como segue: tornem direito adquirido imediatamente, a despesa é reconhecida imediatamente no resultado. administração para fazer face às eventuais perdas na realização dos créditos. 2011 2010 iii. Outros benefícios de longo prazo a empregados e. Estoques Lucro contábil antes do imposto de renda e da contribuição social 7.183 10.666 Tratam-se principalmente de estoques de almoxarifado mensurados pelo menor valor entre o custo e A obrigação líquida da Companhia com relação a benefícios a empregados que não os planos de 34% 34% o valor realizável líquido. O custo dos estoques é baseado no custo médio e inclui gastos incorridos na pensão é o valor do benefício futuro que os empregados auferiram como retorno pelo serviço prestado Alíquota fiscal combinada aquisição de estoques e outros custos incorridos em trazê-los às suas localizações e condições no ano corrente e em anos anteriores; aquele benefício é descontado para apurar o seu valor presente, Imposto de renda e contribuição social: Pela alíquota fiscal combinada (2.442) (3.626) e o valor justo de quaisquer ativos relacionados é deduzido. A taxa de desconto é o rendimento existentes. Os valores de estoques contabilizados não excedem os valores de mercado. Para itens sem previsão de movimentação ao prazo superior a 1 ano, é realizada reclassificação apresentado na data de apresentação das demonstrações financeiras sobre títulos de primeira linha e Adições permanentes: Despesas não dedutíveis (152) (288) cujas datas de vencimento se aproxime das condições das obrigações da Companhia. O cálculo é contábil para o ativo não circulante. realizado através do método de crédito unitário projetado. Quaisquer ganhos e perdas atuariais são Exclusões permanentes: f. Imobilizado Receitas isentas de impostos decorrente de TJLP – 612 reconhecidos no resultado no período em que surgem. i. Reconhecimento e mensuração Benefícios fiscais PAT 109 46 Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de l. Imposto de renda e contribuição social (2.485) (3.256) depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo O Imposto de Renda e a Contribuição Social do exercício corrente e diferido são calculados com base Imposto de renda e contribuição social no resultado do exercício Imposto de renda e contribuição social de determinados itens do imobilizado foi apurado por referência à reavaliação anteriormente efetuada. nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 (4.619) (1.158) O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. O custo de ativos para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido, e Corrente 2.134 (2.098) construídos pela própria entidade inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% Diferido (2.485) (3.256) custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar do lucro real. 35% 31% da forma pretendida pela administração, os custos de desmontagem e de restauração do local onde A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e Alíquota efetiva estes ativos estão localizados.

diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado.

A Companhia optou pelo Regime Tributário de Transição - RTT previsto na MP 449/08.

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Publicidade Legal Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A7 continuação

Fospar S.A. CNPJ/MF nº 76.204.130/0001-08 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de Reais) 7. Partes relacionadas Reserva de reavaliação Os principais saldos de ativos e passivos, em 31 de dezembro de 2011 e 2010, assim como as transações que influenciaram o resultado do exercício, relativas a operações com partes relacionadas: A parcela realizada no exercício da reserva de reavaliação constituída em exercícios anteriores Transações/resultado Passivo não proporcional à depreciação sobre o valor dos bens reavaliados do ativo permanente foi transferida Valor da transação Ativo circulante Passivo circulante circulante para lucros acumulados ao valor de R$ 221 (R$ 221 em 2010). 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Do total da reserva de R$ 6.111, R$ 5.851 correspondem à reavaliação de terrenos, que somente será Controladora realizada na eventual venda desses ativos. O saldo remanescente de R$ 260 refere-se à reavaliação Mosaic Fertilizantes do Brasil Ltda. de edificações. Clientes – – 753 1.626 – – – Os encargos tributários sobre a reserva de reavaliação, em 31 de dezembro de 2011 montam R$ 97 Adiantamento de clientes – – – – 15 41 – (R$ 172 em 2010), e são reconhecidos em lucros acumulados na medida da realização dessa reserva. Fornecedores – – – – 301 123 – Reserva de expansão Contrato de mútuo – – – – – – 11.680 O montante de R$ 5.539, mantido em reserva de expansão será destinado a investimentos no ativo Receitas de serviços 56.637 42.040 – – – – – imobilizado da Companhia durante o exercício de 2012. Despesas gerais e administrativas (1.397) (1.080) – – – – – c. Dividendos e juros sobre capital próprio Despesas financeiras, líquidas (525) – – – – – – Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório de 25% sobre o lucro do exercício, após Outras partes relacionadas a constituição da reserva legal. Fertipar Fertilizantes do Paraná Ltda. Dividendos 2011 2010 Clientes – – 313 94 – – – Lucro líquido do exercício 4.698 7.410 Contrato de mútuo – – – – – – 7.159 Constituição da reserva legal - 5% ( 235) ( 371) Receitas de serviços 23.857 22.010 – – – – – Base de cálculo 4.463 7.039 Despesas financeiras, líquidas (321) – – – – – – Dividendo mínimo obrigatório 1.116 1.760 Cargill Agrícola S.A. Juros sobre capital próprio conforme Lei 9.249/95 conforme Ata de Reunião do Clientes – – – 16 – – – Conselho de Administração, datada de 31 de maio de 2010 – 1.800 Fornecedores – – – – – 36 – Dividendos adicionais propostos – 16.440 Receitas de serviços – 377 – – – – – 15. Receita operacional Despesas gerais e administrativas – (436) – – – – – 2011 2010 78.251 62.911 1.066 1.736 316 200 18.839 30.650 30.389 As receitas de serviços da Companhia com seus acionistas Mosaic Fertilizantes do Brasil Ltda. e A Ação Civil Pública iniciada no ano de 1999 pelo Ministério Público do Estado do Paraná e Ministério Prestação de serviços de industrialização Prestação de serviços do terminal 71.901 53.926 Fertipar Fertilizantes do Paraná Ltda. representam 78% do total do exercício de 2011 (76% em 2010). Público Federal contra a Fospar e IBAMA, alegando danos ambientais e requerendo o cancelamento 498 455 Os contratos de mútuo são indexados a taxa Selic diária, e encontram-se registrados no longo prazo, das licenças de operação da Fospar, cujo valor estimado da causa é de R$ 5.246, havia sido encerra- Outros serviços Impostos sobre vendas (11.890) ( 9.867) conforme os seguintes vencimentos: da em abril de 2010, com a certificação do trânsito em julgado do acórdão proferido pelo Tribunal ReTaxas portuárias (i) (14.562) (11.313) 2015 12.109 gional Federal da 4ª Região, que deu provimento aos recursos de apelação da Fospar S.A. e IBAMA 76.597 63.590 6.730 2016 e negou provimento à apelação do Ministério Público, julgando, assim, improcedente a referida ação. 18.839 Contudo, em setembro de 2010, o Ministério Público do Paraná peticionou o processo, requerendo a (i) Refere-se basicamente a taxas Inframar e Infraportos devidas a Associação dos Portos de Paranaguá e Antonina APPA e taxa de utilização do Orgão Gestor de Mão de Obra OGMO. Os Administradores da Companhia estão alocados na controladora Mosaic Fertilizantes do Brasil devolução do prazo recursal por não ter sido intimado pessoalmente do acórdão proferido pelo Tribunal Ltda., onde os honorários são pagos, e posteriormente rateados na proporção das atividades Regional Federal da 4ª Região. Referido pedido foi apreciado e aceito pelo Tribunal, devolvendo o 16. Resultado financeiro, líquido direcionadas à Fospar S.A. prazo recursal ao Ministério Público do Paraná. A Fospar S.A. apresentou agravo regimental contra a 2011 2010 Em 25 de maio de 2011, a Cargill Agrícola S.A. deixou de ser parte relacionada da Companhia, decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que concedeu novo prazo recursal ao Ministério Receitas financeiras portanto, as operações posteriores a essa data foram consideradas como operações com terceiros. Público e a 4ª Turma do Tribunal reformou esta decisão para determinar que o trânsito em julgado do Aplicações financeiras 1.197 1.095 8. Sinistro a receber acórdão que reconheceu a improcedência da ação fosse certificado em 21 de outubro de 2010. AguarVariações cambiais 71 52 Refere-se a valores a serem ressarcidos pela Seguradora, que foram integralmente recebidos na da-se a intimação das Partes desta última decisão. Por fim, segundo a opinião dos advogados exterVariações monetárias 22 80 primeira quinzena de Janeiro de 2012. nos a probabilidade de perda deste processo é remota. Juros 58 343 9. Imobilizado 12. Contrato de arrendamento Outros 28 49 2011 2010 A Companhia em 31 de dezembro de 2011 tinha os seguintes valores contabilizados como despesa 1.376 1.619 Depreciação e perdas de arrendamento mercantil. Despesas financeiras Custo no valor recuperável Líquido Líquido Equipamento de informática R$ 122 (2010 - R$ 73) Juros (1.151) (247) Terrenos 6.391 – 6.391 6.391 Aluguel de veículos R$ 62 (2010 - R$ 55) Variações cambiais (85) (43) Edificações e benfeitorias 54.152 (25.054) 29.098 29.018 Arrendamento do Porto (i) R$ 689 (2010 - R$ 638) Outros (535) (213) Equipamentos e instalações 74.965 (46.562) 28.403 28.888 (i) A Fospar, possui um contrato de arrendamento com a Administração dos Portos de Paranaguá e (1.771) (503) Computadores e periféricos 2.445 ( 2.030) 415 527 Antonina destinado para construção de instalações portuárias. Esse contrato estabelece uma Resultado financeiro, líquido (395) 1.116 Veículos 11 ( 11) – 32 movimentação mínima de carga de 700.000 toneladas por ano até 2023, podendo ser prorrogado por Móveis e utensílios 317 (201) 116 125 17. Outras (despesas) receitas operacionais, líquido mais 25 anos. Se a movimentação anual for menor que o mínimo exigido, a Fospar deverá pagar a Obras e instalações em andamento 18.413 – 18.413 222 2011 2010 diferença entre a movimentação real e a mínima estabelecida nos contratos, com base na tarifa Adiantamento a fornecedores 566 – 566 – 11.250 – portuária em vigor na data definida para pagamento. A Fospar tem cumprido os limites mínimos de Receita de sinistro (i) 157.260 (73.858) 83.402 65.203 movimentação de carga desde o início do contrato. Perda por redução ao valor recuperável (ii) (3.127) – Compromissos futuros Saldo em Trans- Saldo em Reversão de provisão para contingência (iii) – 3.794 01/01/2011 Adições Baixas ferências 31/12/2011 Custo Equipamento de informática R$ 108 (vigência até janeiro de 2015) (1.079) (408) Outras despesas Terrenos 6.391 – – – 6.391 Aluguel de veículos R$ 15 (vigência até dezembro de 2012) 7.044 3.386 Edificações e benfeitorias 51.820 – (78) 2.410 54.152 13. Planos de pensão e de benefícios pós-emprego a empregados (i) Refere-se a receita de ressarcimento de sinistro da seguradora, desse montante R$ 4.098 refere-se Equipamentos e instalações 67.088 – (1.039) 8.916 74.965 A Fospar S.A. e sua controladora Mosaic Fertilizantes do Brasil Ltda., em conjunto com outras a indenização de danos materiais e R$ 7.152 a lucros cessantes. Computadores e periféricos 2.521 – (76) – 2.445 companhias, é patrocinadora de plano de aposentadoria complementar administrado pela CargillPrev (ii) Refere-se a perda por redução ao valor recuperável, vide comentário da nota explicativa nº 9. Veículos 76 – (65) – 11 Sociedade de Previdência Complementar, uma entidade fechada de previdência privada, sem fins (iii) Refere-se, principalmente, à reversão de provisão de ISS, por conta da mudança de risco de perda Móveis e utensílios 304 – ( 8) 21 317 lucrativos, que mantém um plano misto, sendo parte contribuição definida e parte benefício definido, do processo. Obras e instal. em andament. 222 29.538 – (11.347) 18.413 que tem por finalidade principal a concessão de benefícios de pecúlio e/ou renda suplementares ou 18. Instrumentos financeiros Adiantam. a fornecedores – 566 – – 566 assemelhados da Previdência Social para funcionários, diretores e seus beneficiários das companhias Gerenciamento dos riscos financeiros 128.422 30.104 (1.266) – 157.260 patrocinadoras. Visão geral Depreciação e perdas Saldo em Depreciação Perda por redução ao Saldo em A Fospar S.A. na qualidade de patrocinadora deste plano, possui 208 membros ativos e contribuiu A Companhia possui exposição para os seguintes riscos resultantes de instrumentos financeiros: no valor recuperável 01/01/2011 do período valor recuperável Baixas 31/12/2011 durante o ano com o montante de R$ 355 (R$ 117 em 2010), calculado com base em percentual • Risco operacional; Edificações e benfeitorias (22.802) (2.285) – 33 (25.054) incidente sobre a folha de pagamento, suficiente para, em conjunto com a contribuição dos • Risco de crédito; Equipamentos e instalações (38.200) (5.909) (3.127) 674 (46.562) participantes, assegurar a cobertura do custeio, atuarialmente calculado. As reservas técnicas foram • Risco de mercado. Computadores e periféricos (1.994) (108) – 72 (2.030) constituídas de acordo com os cálculos efetuados por atuário independente contratado pela Esta nota apresenta informações sobre a exposição da Companhia para cada um dos riscos acima, os Veículos (44) (4) – 37 (11) CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar conforme parecer atuarial. objetivos da Companhia, políticas e processos de mensuração e gerenciamento de riscos e Móveis e utensílios (179) (29) – 7 (201) Conforme CPC 33, quando o resultado de cálculo atuarial for um ativo, este somente será reconhecido gerenciamento do capital da Companhia. (63.219) (8.335) (3.127) 823 (73.858) quando reduzir as contribuições da patrocinadora ou ser reembolsável no futuro. a. Risco operacional Conforme permitido pela Lei 11.638/07 e Pronunciamento Técnico CPC 13, a Companhia optou por A posição do passivo atuarial em 31 de dezembro de 2011 foi apurada com base em laudos preparados Para evitar a ocorrência dos riscos operacionais tais como: prejuízos diretos ou indiretos associados a manter os saldos de reavaliação até a sua efetiva realização, por depreciação ou baixa, passando os por atuários independentes. processos, pessoal, tecnologia e infraestrutura, a administração busca a eficácia de custos e mantém mesmos a compor o valor de custo dos bens. procedimentos de controle. 2011 2010 Durante o exercício, a Companhia efetuou a revisão do valor recuperável de um de seus guindastes, b. Riscos de crédito Plano de Plano de Plano de Plano de tendo em vista o projeto de substituição do mesmo no exercício de 2012. A revisão resultou no Risco de crédito é o risco de a Companhia incorrer em perdas decorrentes de um cliente ou de uma aposen- assistência aposen- assistência reconhecimento de uma perda por redução ao valor recuperável de R$ 3.127, reconhecida no contraparte em um instrumento financeiro, decorrentes da falha destes em cumprir com suas tadoria médica tadoria médica obrigações contratuais. O risco é basicamente proveniente das contas a receber de clientes e de resultado. O valor recuperável desse ativo foi determinado com base no valor justo líquido de despesas Valor presente de obrigações instrumentos financeiros conforme apresentado abaixo. de venda. com fundo constituído 1.154 – 710 – Exposição a riscos de crédito 10. Financiamentos e empréstimos Valor justo dos ativos do plano 1.946 – 1.596 – O valor contábil dos ativos financeiros representa a exposição máxima do crédito. Ativo (passivo) reconhecido – – – – 2011 2010 A exposição máxima do risco do crédito na data das demonstrações financeiras foi: Ativos do plano incluem: Encargos financeiros Não Não Valor contábil Instrumentos da dívida pública aprox. 75% – aprox. 75% aprox. 75% anuais Circulante circulante Circulante circulante Modalidade/finalidade Nota 2011 2010 Instrumentos privados aprox. 25% – aprox. 25% aprox. 25% Aquisição de ativo Caixa e equivalentes de caixa 4 2.135 17.735 fixo/investimento 355 – 110 7 Despesa reconhecida no resultado Contas a receber de clientes 1.073 2.058 2,94% + TJLP (i) + Premissas atuariais 3.208 19.793 BNDES var. URTJLP 859 1.135 862 1.986 Principais premissas atuariais na data do balanço (expressas como média ponderada): Contas a receber 2,94% + UMBNDES (ii) + Conforme mencionado na nota explicativa nº 7, 78% da receita de serviços prestados da Fospar 2011 2010 BNDES var. cambial 98 129 87 200 referem-se a transações com seus acionistas. Para as demais empresas, para mitigar possíveis riscos Finame 5,50% 436 2.044 – – Plano de Plano de Plano de Plano de em suas vendas a prazo, são efetuadas análises quantitativas e qualitativas de avaliação de solvência, Finame 2,40% + TJLP (i) 53 240 – – aposen- assistência aposen- assistência bem como, são respeitados procedimentos internos com níveis de aprovações, suportados por uma 1.446 3.548 949 2.186 tadoria médica tadoria médica Política de Crédito Corporativa devidamente aprovada pela diretoria da Companhia. Do total de contas (i) Taxa de juros de longo prazo - TJLP, correspondente a 6,00% ao ano em 2011 e 2010. Taxa de desconto nominal em 31 de dezembro 10,25% – 10,50% 10,50% a receber de clientes 99% refere-se a operações com os acionistas (84% em 2010). (ii) UMBNDES correspondente a 3,70% ao ano em 2011 e 3,90% em 2010. Retorno esperado dos ativos As políticas de venda da Empresa estão subordinadas às políticas de crédito fixadas por sua Os financiamentos classificados no passivo não circulante têm os seguintes vencimentos: do plano em 1º de janeiro 10,61% a.a. – 6% a.a. 6% a.a. Administração e visam minimizar eventuais problemas decorrentes da inadimplência de seus clientes. 2013 1.633 Futuros aumentos salariais 7,63% – 6,07% – Esse objetivo é alcançado pela Administração por meio da seleção criteriosa da carteira de clientes 2014 1.001 Taxa de tendência que considera a sua capacidade de pagamento (análise de crédito). 2015 685 dos custos médicos – – – 7,64% Caixa e equivalentes de caixa 2016 229 A partir de 1º de janeiro de 2012, a Companhia transferiu a administração de seu plano de A Companhia detinha caixa e equivalentes de caixa de R$ 2.135 em 31 de dezembro de 2011 (R$ 3.548 aposentadoria complementar, que era administrado pela CargillPrev Sociedade de Previdência 17.735 em 2010), os quais representam sua máxima exposição de crédito sobre aqueles ativos. Os empréstimos estão garantidos por alienação fiduciária dos próprios bens financiados e por nota Complementar para o IFM - Itaú Fundo Multipatrocinado, conforme Portaria n° 651 e 652, de c. Riscos de mercado promissória no valor de R$ 4.917. 18/11/2011, publicadas no Diário Oficial da União em 21/11/2011. Risco de mercado é o risco que alterações nos preços de mercado, tais como as taxas de câmbio e 11. Contingências e compromissos 14. Patrimônio líquido taxas de juros têm nos ganhos da Companhia ou no valor de suas participações em instrumentos A Companhia é parte em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais e órgãos a. Capital social financeiros. O objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a governamentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo questões tributárias, O capital social, inteiramente subscrito e integralizado pelas sócias Mosaic Fertilizantes do Brasil Ltda. riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. trabalhistas, aspectos cíveis e outros assuntos. e Fertipar Fertilizantes do Paraná Ltda., é representado, em 31 de dezembro de 2011 por 58.017.083 Hierarquia de valor justo A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, mas não se limitando a ações, sendo ações ordinárias, todas nominativas e com valor nominal de R$ 1,00 cada. Por A tabela abaixo apresenta instrumentos financeiros registrados pelo valor justo, utilizando um método análise das demandas judiciais pendentes e, quanto às ações trabalhistas, com base na experiência deliberação do Conselho de Administração, o capital social poderá ser aumentado até o limite de de avaliação. anterior referente às quantias reivindicadas, constituiu provisão em montante considerado suficiente 50.000.000 (cinquenta milhões) de ações ordinárias, com o valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada, Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: independentemente de reforma estatutária. • Nível 1 - Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos e idênticos para cobrir as prováveis perdas estimadas com as ações em curso, como segue: b. Reservas • Nível 2 - Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou 2011 2010 Reserva legal passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços) Contingências Contingências É constituída à razão de 5% do lucro líquido em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº • Nível 3 - Premissas, para o ativo ou passivo, que não são baseadas em dados observáveis de Depósitos Montante Passivo Depósitos Montante Passivo 6.404/76, até o limite de 20% ao capital social. mercado (inputs não observáveis). judiciais provisionado líquido judiciais provisionado líquido Ativos mensurados ao valor Empréstimos Custo Circulante justo, através do resultado e recebíveis amortizado Nível Total 828 5.183 4.355 730 765 35 Trabalhistas 31 de dezembro 2011 828 5.183 4.355 730 765 35 Aplicações financeiras 2 2.060 – – 2.060 Não circulante Contas a receber de clientes 2 – 1.073 – 1.073 Trabalhistas 263 1.640 1.377 505 2.196 1.691 Total de ativos 2.060 1.073 – 3.133 57 258 201 57 253 196 Tributárias Empréstimos e financiamentos 2 – – 4.994 4.994 320 1.898 1.578 562 2.449 1.887 Fornecedores 2 – – 4.321 4.321 Total de passivos – – 9.315 9.315 2010 2011 Ativos mensurados ao valor Empréstimos Custo Provisão Adição Utilização Transferências Provisão Nível Total justo, através do resultado e recebíveis amortizado Circulante 31 de dezembro 2010 Trabalhistas e cíveis (i) 765 3.669 – 749 5.183 Aplicações financeiras 2 17.076 – – 17.076 765 3.669 – 749 5.183 Contas a receber de clientes 2 – 2.058 – 2.058 Não circulante Total de ativos 17.076 2.058 – 19.134 Empréstimos e financiamentos 2 – – 3.135 3.135 Trabalhistas e cíveis 2.196 945 (752) (749) 1.640 Fornecedores 2 – – 2.956 2.956 Tributárias 253 29 – (24) 258 Total de passivos – – 6.091 6.091 2.449 974 (752) (773) 1.898 A cobertura dos valores segurados da controladora em 31 de dezembro de 2011 podem ser assim (i) A adição ocorrida no exercício de 2011, refere-se, principalmente, ao passivo trabalhista envolvendo 19. Cobertura de seguros os Trabalhadores Portuários Avulsos - TPAs e cuja a opinião dos advogados externos é de que a A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por demonstrados: 2011 probabilidade de perda é provável. montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua 261.469 Existem outros processos avaliados pelos assessores jurídicos da Companhia como sendo de risco atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma Danos materiais Lucros cessantes 86.635 possível e remoto, no montante aproximado de R$ 22.528 (R$ 17.618 em 2010), para os quais 1.900 nenhuma provisão foi constituída, tendo em vista que as práticas contábeis adotadas no Brasil não auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente não foram examinadas pelos nossos Responsabilidade civil Limite máximo de indenização 180.000 auditores independentes. requerem sua contabilização. COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA Tobias Grasso Junior Diretor Presidente

Elias Alves Lima Diretor

Eduardo de Souza Monteiro Diretor

Emerson Araken Martin Teixeira Diretor

Thiago Orfale Giacomini Contador - CRC SP - 245839/O-5 S-PR

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da Fospar S.A. Paranaguá - PR Examinamos as demonstrações financeiras da Fospar S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com

base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em

conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fospar S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 30 de março de 2012

KPMG Assurance Services Ltda. CRC 2SP-023228/O-4 F-PR

Alexandre Heinermann Contador CRC SP-228175/O-0 S-PR

São José dos Pinhais reduz pobreza extrema São José dos Pinhais possui uma baixa taxa de pobreza em relação aos outros municípios do Paraná e também em comparação com a média nacional. Apenas 1,1% dos sãojoseenses vive com menos de R$70 mensais, considerada situação de pobreza extrema – no Paraná, esse número corresponde a 2,95% da população, e no Brasil a 8,5%. O trabalho integrado entre as secretarias municipais, voltado à redução CMYK

da desigualdade social, contribui para derrubar esse índice. De acordo com os dados do Cadastro Único, feito pela Secretaria Municipal de Assistência Social junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 6.266 famílias são-joseenses recebem atualmente o benefício do programa federal Bolsa Família, que tem como objetivo reduzir as desigualdades sociais e o nível de pobreza.

Em março de 2012 o repasse para essas famílias foi de R$652.738,00. Para receber o repasse do programa federal, as famílias precisam se adequar a determinados critérios pré-estabelecidos. Um deles é possuir renda até R$140 por membro da família. O Censo Demográfico de 2010 apontou que em São José dos Pinhais 3.003 pessoas vivem com renda de menos de R$70 mensais, ou seja, em situação de

extrema pobreza. O fato de haver crianças na família também entra como critério, desde que elas estejam frequentando a escola e tenham acompanhamento médico. “Há um trabalho integrado entre as secretarias, como a de Educação e de Saúde, para o andamento do programa”, afirma o diretor da Secretaria Municipal de Assistência Social, Fernando Firmino.

Janete Assunção Bueno, de 33 anos, recolhe material para reciclagem junto com o marido para sustentar os cinco filhos. A atividade não garante ao casal uma renda fixa e desde 2001 eles recebem auxílio do Bolsa Família ou dos programas antecessores. Segundo ela, o dinheiro é essencial para manter a casa. “É uma ajuda que vem sempre em boa hora. Com ele a gente compra material escolar

e roupa para as crianças e comida”, conta Janete. Firmino explica que nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) existem equipes multidisciplinares que realizam uma buscaativa por famílias que necessitam receber o auxílio e que não fizeram ou não atualizaram o Cadastro Único. Além disso, elas também acompanham a situação das famílias que já recebem o benefício.


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A8 | Indústria&Comércio HOTEL CURITIBA CAPITAL S/A CNPJ: 03.554.611/0001-70 NIRE: 4130001772-7 ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EDITAL DE CONVOCAÇÃO Na forma do art, 123, Lei nº 6.404/76, ficam convocados os Senhores Acionistas da Companhia HOTEL CURITIBA CAPITAL S/A para reunirem-se em Assembléia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 25 de abril de 2012, às 17:00 em 1a convocação, na Avenida Sete de Setembro nº 4211 – Batel, em Curitiba, Paraná, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: a.Análise das contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011, publicadas no Jornal Indústria e Comércio de 21 de março de 2012, fls A4 e no Diário Oficial do Estado do Paraná, de 21 de março de 2012, fls. 83. b.Deliberar sobre a destinação dos resultados relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011. Curitiba, 16 de abril de 2012. FELIPE BISCAIA DEMETERCO Diretor Presidente ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FOOTSACK – ABRAFOOTS CNPJ 09.084.490/0001-26 Edital de Convocação ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados os associados da Associação Brasileira de Footsack ABRAFOOTS, para Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 20/05/12 (vinte de maio de dois mil e doze), na Rua Reinaldino S. de Quadros, nº 1512-A, Sala 03, Alto da XV, Curitiba, Paraná, Curitiba – PR, às 15:00h (quinze horas) em primeira convocação, com a presença da maioria dos filiados, e em segunda convocação às 15:30h (quinze e trinta horas), com a presença mínima de 2/3 (dois terços) dos associados, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1 - Alteração do estatuto da ABRAFOOTS; 2 - Eleição dos dirigentes e do Conselho Fiscal da entidade. Curitiba, 19 de abril de 2012. José Manuel Kantek Garcia Navarro Junior Presidente da ABRAFOOTS

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS – SEMA INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ – IAP AVISO DE LICITAÇÃO – TP-004/12 PROTOCOLO: 07.956.758-2 OBJETO: Confecções de totens com iluminação, para os regionais e confecções de placas indicativas para os Viveiros. Valor máximo: R$ 97.300,00 (noventa e sete mil e trezentos reais). Dotação Orçamentária: 6961.18542144.294 Elemento de Despesas: 3.3.90.39.10. - Fonte: 250 Tomada de Preço nº 004/12-IAP - Tipo: Menor Preço Abertura: 07/05/2012 – Hora: 14:00hrs Local: No edifício Sede do IAP, sala de Licitação, sito à Rua Engenheiros Rebolças, n° 1.206 – Bairro: Rebolças-Curitiba/Paraná Maiores Informações: Licitações e Contratos – Fone: 41.3213.3464 AUTORIZAÇÃO: GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ Carlos Alberto Richa ERONIDES ANTONIO DOS REIS Presidente da CPL/IAP

SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO E DO COMÉRCIO VAREJISTA DE GENÊROS ALIMENTÍCIOS DE PRUDENTÓPOLIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL CNJP 80.639.149/0001-54 A Presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio e do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Prudentópolis, no uso das suas atribuições estatutárias, convoca pelo presente edital toda diretoria do Sindicato, para Assembléia Geral a ser realizada, dia 24 de abril de 2012, na sua sede Avenida São João, 2335 Centro, 2º andar, Prudentópolis-PR, às 08h00min em primeira convocação, ou às 09h00min, em segunda e última convocação, para deliberação da seguinte ordem do dia; 1) Alteração Estatutária (mudança de endereço); 2) Constituição de Comissão para Negociação Salarial; 3) Demais assuntos de interesse. Prudentópilis-PR, 10 de abril de 2012, Cristiane Guimarães Boiko Rossetim Presidente do Sindicato

3º OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL E 15º TABELIONATO DE PESSOAS NATURAIS Município e Comarca de CURITIBA, Estado PARANÁ Bel. Mônica Maria Guimarães de Macedo Dalla Vecchia Registradora Designada  Faço saber que pretendem se casar:

NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI EXPEDIDO O EDITAL A SEGUIR TRANSCRITO: " DE INTIMAÇÃO PRAZO: 30 DIAS O DR. MARCOS ROBERTO ARAÚJO DOS SANTOS, JUIZ FEDERAL DA 4ª VARA DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ, NA FORMA DA LEI, ETC. ... F A Z S A B E R aos que o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, que por este juízo Federal e Secretaria respectiva, tramita o processo de Execução de Título Extrajudicial acima referido, no qual objetiva-se a intimação dos executados BRASCRED COBRANÇA LTDA. ME, PAULO BRAS COSTA E MARCIA DE OLIVEIRA RIBEIRO COSTA, do r. despacho decisão de fl. 239 e 239,v, que determinou a alienação por iniciativa particular, na modalidade de venda direta do bem penhorado à fl. 109. Ficam por este meio, I N T I M A D O S BRASCRED COBRANÇA LTDA. ME, CNPJ 01823903000135, por seus representantes legais PAULO BRAS COSTA, CPF 077301758-51, nascido em 03.03.1969, brasileiro, casado, empresário, filho de Apa da Silva Costa e MARCIA DE OLIVEIRA RIBEIRO COSTA, CPF 09478758837, brasileira, casada, empresária, e destes em nome próprio, do r. despacho decisão de fl. 239 e 239,v, que determinou a alienação por iniciativa particular, na modalidade de venda direta do bem penhorado à fl. 109, a seguir descrito: Lote de terras nº 10 (dez) da quadra nº 37 (trinta e sete), do loteamento "ALPHAVILLE GRACIOSA", situado no Município e Comarca de Pinhais - PR, medindo 18,48 m de frente, em linha curva, confrontando com a Rua dos Azulões; por 35,61 m, em linha reta, de extensão da frente aos fundos, pelo lado direito de quem da referida rua olha o imóvel, confrontando com o lote nº 11; 37,83 m pelo lado esquerdo, em linha reta, confrontando com o lote nº 09; e na linha de fundos mede 20,17 m, em linha curva, confrontando com o lote nº 23; perfazendo a área total de 703,73 m²; sem benfeitorias. Matrícula nº 4065 do CRI de Pinhais - PR. *Características: Imóvel localizado dentro do Condomínio Residencial Andorinhas, pertencente ao conjunto de condomínio "Alphaville Graciosa", com pavimentação asfáltica, infraestrutura, iluminação, saneamento, escolas, transportes e segurança; apresenta declive em relação à rua. Valor da avaliação: R$ 205.533,43 (12.05.2009). INTIMAÇÃO dos executados BRASCRED COBRANÇA LTDA. ME, por seus representantes legais PAULO BRAS COSTA E MARCIA DE OLIVEIRA RIBEIRO COSTA e destes em nome próprio, para, se quiserem, manifestarem-se acerca do interesse pela adjudicação do bem supramencionado, imóvel de matrícula 4065 do CRI de Pinhais - PR, no prazo de 10 (dez) dias. Valor do Débito: R$ 26.547,64 (24.03.2011). EXPEDIDO nesta Cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, aos treze dias do mês de abril de dois mil e doze (13.04.2012). Eu, _________ Lea Maria Otani, Diretora de Secretaria da 4ª Vara Federal, fiz digitar, conferi e assino por ordem do MM Juiz Federal." EXEQUENTE : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF ADVOGADO : RENATO LUIZ HARMI HINO EXECUTADO : BRASCRED COBRANÇA LTDA - ME : PAULO BRAS COSTA : MARCIA DE OLIVEIRA RIBEIRO COSTA

VICARI INDÚSTRIA E COMERCIO DE MADEIRAS LTDA, torna público que requer da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba a licença prévia - LP para fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada, fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira, situado à Doutor Plínio G. Marques, 470, Pinheirinho, Curitiba-PR.

01-ALEXSANDRO EVANGELISTA e VALÉRIA TEODORO DA SILVA; 02-MAURICIO ALVES MENDES e CAMILA CAPUCHO CURY; 03-RAUL DONIZETE ADRIANO RECCANELLO MENON e MARIELA CORREA DE LIMA. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da lei no prazo de 15 (quinze)

dias.

CURITIba, 19 DE ABRIL de 2012 TELOS S/A EQUIPAMENTOS E SISTEMAS – EM LIQUIDAÇÃO CNPJ: 76.492.552/0001-26 - NIRE n 4130048787 ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os Senhores Acionistas de TELOS S/A EQUIPAMENTOS E SISTEMAS – em liquidação, a se reunir em Assembléia Geral Ordinária e Assembléia Geral Extraordinária, a serem realizadas, concomitantemente, às 11(onze) horas do dia 30(trinta) de Abril de 2012 (dois mil e doze) na sede social da Companhia, localizada à rua Maestro Francisco Antonello, nº 1603, Curitiba, Paraná, com a seguinte ordem do dia:Em Assembléia Geral Ordinária: 1. Tomar as contas dos administradores, examinar , discutir e votar o relatório da Diretoria, o Balanço Patrimonial e as demonstrações financeiras do exercício de 2010. 2. Deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício de 2011 e a distribuição de dividendos. 3. Eleger os administradores. 4. Fixar a remuneração dos administradores para o exercício em curso. 5. Eleger os membros do Conselho Fiscal. Em Assembléia Geral Extraordinária: Outros assuntos de interesse social. Curitiba, 18 de abril de 2012. Telos S/A Equipamentos e Sistemas – em liquidação Paulo Roberto Lunardon – Liquidante

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO CONVITE Nº 31/12 PROCESSO : 114150541 OBJETO: AQUISIÇÃO DE COMBUSTÍVEIS , PARA ATENDER AO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE TOLEDO DATA DE ABERTURA: 09/05/2012 HORA: 09:30 hs LOCAL: SECRETARIA ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANA, AV AGUA VERDE , 2140 – SALA 16 VALOR MÁXIMO: R$ 17.998,20 (DEZESSETE MIL, NOVECENTOS E NOVENTA E OITO REAIS E VINTE CENTAVOS) O EDITAL ENCONTRA-SE DISPONÍVEL NO NUCLEO DE REFERENCIA. A DOCUMENTAÇÃO DEVERÁ SER ENTREGUE CONFORME ESPECIFICAÇÃO DO EDITAL. CURITIBA,18 de abril de 2012 COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

DIRETRIZ EMPREENDIMENTOS S/A CNPJ 76.599.919/0001-05 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V. Sª., as demonstrações financeiras desta sociedade, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Colocamo-nos à disposição para qualquer esclarecimento adicional necessário.

BALANÇOS PATRIMONIAIS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Clientes Impostos a Recuperar Adiantamentos NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL DE LONGO PRAZO Cauções e Depósitos Partes Relacionadas INVESTIMENTOS Investimentos IMOBILIZADO Imobilizado (-) Depreciação Acumulada INTANGÍVEL intangível Amortizacao Acumulada TOTAL DO ATIVO

2011 R$

2010 R$

1.568.665,74

1.657.200,47

47.946,47 773.348,13 298.297,10 449.074,04

141.155,71 806.073,55 284.351,18 425.620,03

411.224,36

908.571,12

129.165,94 541.740,42 129.165,94 113.265,94 428.474,48 8.347,25 3.248,59 8.347,25 3.248,59 271.286,35 359.833,43 1.863.098,69 1.863.098,69 (1.591.812,34) (1.503.265,26) 2.424,82 3.748,68 72.148,38 72.148,38 (69.723,56) (68.399,70) 1.979.890,10 2.565.771,59

PASSIVO A DESCOBERTO

8.044.063,24

7.587.056,84

Capital Social Reserva de Lucros Prejuízos Acumulados Resultado do Exercício

527.048,82 128.499,47 -8.242.605,13 -457.006,40

527.048,82 128.499,47 -7.032.747,71 -1.209.857,42

TOTAL: ATIVO + PASSIVO A DESCOBERTO 10.023.953,34

10.152.828,43

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 2011 R$ 940.671,61

2010 R$ 958.407,33

Receita de Serviços Cessão Dir. Uso Imóvel

222.126,96 718.544,65

235.994,25 722.413,08

(-) DEDUÇÕES DA RECEITA

(89.513,56)

(127.914,21)

Impostos Inc.s/Receita

(89.513,56)

(127.914,21)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

851.158,05

830.493,12

CUSTOS DOS SERV. PRESTADOS

(245.223,51)

(560.354,24)

Custos dos Serviços Prestados

(245.223,51)

(560.354,24)

605.934,54

270.138,88

DESPESAS OPERACIONAIS

(898.382,48) (1.145.280,38)

Despesas Administrativas

(898.382,48) (1.145.280,38)

ENCARGOS FINANCEIROS LÍQUIDOS

(164.558,46)

(334.715,92)

Outras Receitas Outras Despesas

81.742,38 (246.300,84)

1.426,54 (336.142,46)

LUCRO/PREJ. ANTES C. SOCIAL PROV P/CONTRIB.SOCIAL

(457.006,40) (1.209.857,42) -

LUCRO/PREJ. DEPOIS C. SOCIAL

(457.006,40) (1.209.857,42)

PROV P/IMPOSTO DE RENDA RESULTADO DO EXERCICIO LUCRO POR AÇÃO

-

CIRCULANTE Empréstimos Fornecedores Obrigações Sociais Obrigações Fiscais Adiantamento de Clientes Outras Obrigações NÃO CIRCULANTE EXIGÍVEL DE LONGO PRAZO Refis Federal Obrigações Fiscais Obrigações Sociais Partes Relacionadas RECEITAS DE EXERC. FUTUROS Receitas de Exercicios Futuros

2010 R$

1.792.353,45

2.214.585,96

180.644,23 476.743,41 33.812,74 55.332,93 660.108,24 385.711,90

245.293,22 491.519,10 248.320,14 216.494,30 619.116,27 393.842,93

8.231.599,89 6.282.971,51 5.117.091,74 185.742,67 195.417,87 784.719,23 1.948.628,38 1.948.628,38

7.938.242,47 5.187.199,48 5.187.199,48 0,00 0,00 0,00 2.751.042,99 2.751.042,99

-

(0,13773)

TOTAL DO PASSIVO

10.023.953,34

10.152.828,43

I ORIGENS Resultado do Exercício Depreciação Aumento Exigível L. Prazo Aumento Rec. Exer. Futuros II APLICAÇÕES Aumento do Ativo Imobilizado Aumento Realizável L. Prazo III AUMENTO CAPITAL CIRCULANTE

2011 R$ -1.240.978,48

2010 R$ -1.759.128,16

-457.006,40 88.547,08 -70.107,74 -802.411,42

-1.209.857,42 100.486,04 -117.546,25 -532.210,53

-1.167.317,91

-1.857.857,23

0,00 -1.167.317,91

0,00 -1.857.857,23

-73.660,57

98.729,07

921.013,21 2.565.771,59 -1.644.758,38

2.565.771,59 4.771.605,26 -2.205.833,67

2.173.513,99 3.775.629,01 1.602.115,02

3.775.629,01 3.047.657,67 -727.971,34

-42.643,36

-2.933.805,01

VARIAÇÕES NO CAPITAL CIRCULANTE

Saldo em 31 de Dezembro de 2010 Resultado do Exercício Ajuste Exercicio anterior Saldo em 31 de Dezembro de 2011

No fim do exercício No início do exercício

PASSIVO CIRCULANTE No fim do exercício No início do exercício

AUMENTO (DED.) CAP. CIRCULANTE

CAPITAL SOCIAL 527.048,82

RESERVAS DE LUCROS 102.272,08

RESERVAS ESP. LEI 8200 26.227,39

527.048,82

102.272,08

26.227,39

PREJUÍZOS ACUMULADOS -8.242.605,13 -457.006,40 0,00 -8.699.611,53

2011 -8.242.605,13 -457.006,40 0,00 -8.699.611,53

TOTAIS

2010 -7.032.747,71 -1.209.857,42 0,00 -8.242.605,13

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 NOTA 1 CONTEXTO OPERACIONAL A companhia tem como atividade preponderante á organização de feiras, congressos, seminários e congêneres. NOTA 2 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As Demonstrações Financeiras foram elaboradas de acordo com as diretrizes previstas na Lei das Sociedades por Ações. NOTA 3 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado obedecendo ao regime de competência do exercício. b) ATIVO CIRCULANTE E NÃO CIRCULANTE. Os valores são apresentados ao valor de custo ou de realização incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações auferidas até a data do balanço. O imposto a recuperar refere-se ao imposto de renda retido na fonte calculado sobre as receitas de serviços. c) IMOBILIZADO/INTANGIVEL O Imobilizado e o Intangível estão demonstrados pelo custo de aquisição, corrigidos monetariamente até 31 de dezembro de 1995, deduzido das respectivas depreciações e amortizações, calculadas pelo método linear, levando em conta vida útil econômica estimada dos bens.

1. Aprovação do Balanço Geral e das Demonstrações Contábeis do exercício 2011, acompanhados dos pareceres dos Auditores Independentes e do Conselho Fiscal; 2. Destinação do Lucro Líquido apurado no exercício 2011; 3. Pagamento de JCP - Juros sobre Capital Próprio; 4. Proposta de aumento de Capital Social da Companhia; 5. Eleição de conselheiros suplentes do Conselho de Administração; 6. Alteração do Estatuto Social da Companhia; 7. Assuntos Gerais. Curitiba, 16 de abril de 2012 Cassio Taniguchi Presidente do Conselho de Administração

• Pregão Presencial n.º 011/2012 - Objeto: Contratação de serviços de confecção de Próteses Odontológicas. (4 Lotes). - Valor Máximo: R$ 226.020,00 - Data de Abertura: 7/5/2012 às 9h00. - Autorização: 9/4/2012 • Pregão Presencial n.º 010/2012 - Objeto: Prestação de serviços de agenciamento com fornecimento de Passagens Aéreas (Nacionais e Internacionais). (Lote Único). - Valor Máximo: R$ 400.000,00 - Data de Abertura: 7/5/2012 às 14h30. - Autorização: 11/4/2012 - Ordenador de Despesa: Prof. Ariângelo Hauer Dias cód. 1.338 – Pró–Reitor Assuntos Administrativos. A retirada dos Editais e Anexos, bem como demais informações serão fornecidos na Divisão de Material e Patrimônio, sita a Av. Gen. Carlos Cavalcanti, 4748 – Campus Universitário de Uvaranas – Fone (42) 3220-3733, e-mail: secali@uepg.br, de 2ª a 6ª feira, no horário das 8h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30, ou pela INTERNET no endereço www.uepg.br/licitacao (Licitações Abertas). Ponta Grossa, 18 de abril de 2012. Rodrigo Zardo Pregoeiro

ATIVO CIRCULANTE

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES PATRIMONIAIS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 HISTÓRICO

A Companhia de Informática do Paraná - CELEPAR convoca seus acionistas para participarem da 49ª Assembleia Geral Ordinária e da 58ª Assembleia Geral Extraordinária desta Companhia, a serem realizadas, sucessivamente, no dia 27 de abril de 2012, sexta-feira, às 09h00 em primeira convocação e às 09h30 em segunda convocação, na sede da CELEPAR, Rua Mateus Leme Nº 1561 - 1º andar (acesso pela Rua Nilo Peçanha Nº 732), com a seguinte pauta:

AVISO DE LICITAÇÃO

(457.006,40) (1.209.857,42) (0,05203)

2011 R$

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010

RECEITA OPERACIONAL BRUTA

LUCRO OPERACIONAL BRUTO

PASSIVO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO 49ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA 58ª ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

d) PASSIVO CIRCULANTE E NÃO CIRCULANTE São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações incorridas até a data do balanço. Os valores do Exigível de Longo Prazo são representados pelo REFIS, conforme facultado pela Lei 11.941 de 2009, em 81,44%, no montante de R$5.117.091,74, partes relacionadas referente a 12,49% no montante de 784.719,23, e 06,07% no montante de R$ 381.160,54 referente a obrigações Fiscais/Sociais A provisão de férias, acrescida dos respectivos encargos, é constituída com base no direito adquirido pelos funcionários até o encerramento do período. e) RECEITA DOS EXERCÍCIOS FUTUROS As Receitas dos Exercícios Futuros originam-se de contratos para participação em eventos que são realizados em exercícios futuros. NOTA 4 CAPITAL SOCIAL O Capital social subscrito e integralizado no valor de R$527.048,82, é representado por 8.784.147 ações ordinárias no valor de R$ 0,06 cada uma. CARLOS EDUARDO JUNG DIRETOR PRESIDENTE CPF 002.531.549-87

MARCO ANTONIO PEDROZO TC CRC-PR 44.227/O-3 CPF 488.014.539-49

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras.

AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO EM ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA Nº 500147435.2011.404.7000/PR AUTOR : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF RÉU : GEDOR FURQUIM : RODEAL VIDROS LTDA ME : ROSA MARIA GOMES EDITAL N.º 5995801 EDITAL DE CITAÇÃO COM PRAZO DE 60 (SESSENTA) DIAS. O DOUTOR MARCELO MALUCELLI, JUIZ FEDERAL DA 3ª VARA, SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE CURITIBA, SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ, NA FORMA DA LEI, ETC. FAZ SABER, a todos os que o presente edital virem, ou dele conhecimento tiverem, que perante este Juízo e Secretaria se processam os Autos de AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO EM ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA Nº 5001474-35.2011.404.7000/PR, em que figura como requerente CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF e requeridos RODEAL VIDROS LTDA. ME, inscrita no CNPJ sob nº 07.791.027/0001-99, GEDOR FURQUIM, brasileiro, solteiro, empresário, portador da C.I-R.G sob nº 2.202.884-7/ PR, inscrito no CPF/MF sob nº 358.969.579-04, e ROSA MARIA GOMES, brasileira, viúva, empresária, portadora da C.I-R.G sob nº 524.251-7/PR e inscrita no CPF/MF sob nº 794.570.029-20, todos com último endereço conhecido na Rua Trinta e Um de Março, nº 2462, Pinheirinho, Curitiba/PR, CEP 81.150-280. Como os requeridos encontram-se em lugar incerto e não sabido, não sendo por isso citados pessoalmente, CITA-OS E INTIMA-OS, por meio do presente, para: a) purgar a mora, no prazo de 05 (cinco) dias, contados da efetivação da medida liminar; b) apresentar contestação, no prazo de 15 (quinze) dias, também contados da efetivação da liminar. Para que chegue ao conhecimento de todos e principalmente do interessado, mandou o MM. Juiz passar o presente edital, que será fixado em lugar de costume desta Vara e publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região. O prazo deste, que começará a fluir da data da publicação, terá transcorrido assim que decorram os 60 (sessenta) dias, fixados em epígrafe, e assim, perfeita estará a CITAÇÃO E INTIMAÇÃO. Eu, Marcio A. G. Barbosa, Técnico / Analista Judiciário, digitei, e vai conferido pela Diretora de Secretaria, Marina Constantino Max. Dado e passado nesta cidade de Curitiba, em 14 de março de 2012. Marcelo Malucelli Juiz Federal

Creci-PR está em 1º lugar no ranking de fiscalização O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná, Creci-PR, obteve o 1º lugar, em fevereiro, no Ranking Nacional de Fiscalização do Cofeci. A média diária de produtividade por agente fiscal foi de 16,58 autuações, o que representa o dobro da meta estipulada. Os dados foram divulgados pela Diretoria Nacional de Fiscalização – DINAF. O objetivo do Creci-PR é terminar o ano de 2012 na liderança deste ranking. Para atingir esta meta o Conselho produziu um projeto piloto chamado de auto de constatação regular on-line. Com este sistema os agentes fiscais podem emitir certidões instantâneas para aqueles corretores de imóveis que estão regulares perante o Conselho. Este projeto traz maior agilidade no processo de fiscalização, o que consequentemente facilita o trabalho dos agentes fiscais. Para executar este projeto o Creci-PR desenvolveu um software onde o agente fiscal preenche on-line o auto de constatação regular via tablet. Após este procedimento a certidão de regularidade pode ser encaminhada ao e-mail do profissional fiscalizado.

Bayer Brasil atinge recorde em 2011 A Bayer, multinacional alemã presente há 116 anos no Brasil, registrou em 2011 um recorde de vendas no País. Somadas as atividades de suas três divisões de negócios no Brasil – CropScience (Ciências Agrícolas), HealthCare (Cuidados com a Saúde) e MaterialScience (Materiais Inovadores) – as vendas do Grupo no País cresceram 11% em relação ao ano anterior, somando R$ 4,3 bilhões. Com esse resultado, a Bayer anuncia investimentos em suas operações no País, que chegarão a R$ 143 milhões em 2012, visando um crescimento ainda maior esse ano. O Brasil é o 5º principal mercado para a empresa e o número um na região América Latina.


3

margem

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Especial Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | A9

moda&cia

Nem te Conto Teatro Mágico

Adélia Maria Lopes adeliamarialopes@yahoo.com.br

Bienal das sapatilhas e pés descalços C

omeça neste domingo, às 10h, no Memorial da Cidade/Largo da Ordem, com apresentações de doze das 27 companhias participantes, 1ª Bienal Internacional de Dança de Curitiba. Com o lema A dança em todos os estilos, o evento egue até dia 29, abrangendo balé, danças urbanas, de salão, jazz e videodança. Para a abertura, com entrada franca, está programada uma sequência de todos os estilos, com os grupos Dance Sempre, Oito Tempos, Dança Latina Walmir Secchi, Dança de Salão Edson Cordeiro, Dança de Salão Cido Arruda, Cia. Dançar Lissandra Rodrigues, Street Extreme, Coripheus, Lótus, In Pulse, Backstage e Cia. de Dança Juliana Carletto. “Curitiba precisava de um momento da dança. Temos aqui uma demanda imensa. São muitas escolas, academias e um público que lota os teatros”, diz Eleonora Greca, primeira-bailarina do Balé Teatro Guaíra, diretora geral da Bienal. As companhias internacionais

são Aspen Santa Fe Ballet (EUA), Polish Dance Theatre (Polônia), Solos de Stuttgart (Alemanha) e David Middendorp (Holanda). Entre as companhias nacionais estão a Mote Cia. de Movimento (SP), Mimulus (MG), Cia. Mauricio de Oliveira & Siameses (SP), Brazilian Groove (SP) e Quasar (GO). De Curitiba participam a Minicomunidade Artística CouveFlor, Centro de Dança Eliane Fetzer, Balé Teatro Guaíra, G2 Cia. de Dança, Téssera e a Cia. de Dança Masculina Jair Moraes, além dos doze grupos da abertura que também estarão nas praças. O prefeito Luciano Ducci recepciona os dançarinos às 18h de domingo, no Memorial. A Bienal acontece graças à Lei Rouanet, numa realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio do Bradesco e da Nissan. Os ingressos custam 20 e 10 reais. Programação dos espetáculos, oficinas e palestras estão no site www.bienaldanca.org.br.

3º Beer Day

Dançando com adrenalina A carioca Cia Urbana de Dança vem a Curitiba com as coreografias: “9 + 1” e “Chapa Quente”. A primeira é suave e instigante, enquanto a segunda é acrobática. Esse espetáculo foi apresentado no Festival Suresnes Cites Danse, na França e no Peak Performances, em Nova Jersey , com T. Jones e Wayne McGregor, em 2011. A peça “ID: Entidades”, conhecida no Brasil como “9+ 1” , foi considerada pelo NY Times como um dos dez melhores espetáculos apresentados em 2011. A trilha sonora, original de Rodrigo Marçal, foi indicada ao Prêmio Bessies, em Nova York. “É pura adrenalina, acrobática, um exercício de velocidade que mistura house dance contemporâneo e percussão, e explora a vitalidade dos dançarinos”, define Sonia Destri Lie, diretora e coreógrafa da companhia, que realiza uma ponte com ritmos e danças entre as ma-

trizes africanas da cultura brasileira e o que há de mais contemporâneo na dança urbana. Criada em 2004, a companhia é formada por Tiago Souza, Raphael Russier, Miguel Fernandez, Andre Virgilio, Leo Galvão, Johnny Britto e Bianca Popper Monteiro, um grupo de jovens de subúrbios do Rio de Janeiro. O grupo já se apresentou na Bienal Internacional de Dança de Lyon (2008 e 2010); Museu Quai Branly, em Paris; Rencontres Choreographique de Carthage; Festival Internacional de Biarritiz; Teatro de Chelles, em Paris; Teatro Lido em Medelín, Colômbia; Festival Hoptimum e Hangar 23 em Rouen; Festival Fall for Dance, em Nova York e Festival Jomba na África do Sul. Agende-se: no Teatro da Caixa (Rua Conselheiro Laurindo, 280), sexta dia 20 e sábado às 20h e domingo às 19h. Ingressos a10 e 5 reais.

Maluco Beleza, do começo ao fim Um sorriso logo se estabelece na face do espectador quando começa a projeção de Raul – O início, o fim e o meio, filme de Walter Carvalho que estréia nesta sexta. No decorrer da história, a lágrima vem fazer companhia ao riso cúmplice. Ao final de quase três horas, o sorriso dá lugar à tristeza diante de uma vida perdida para as drogas e a nostalgia realça a sensação de que a mediocridade musical está vencendo a batalha. A história de Raul Seixas e seu tempo remete a toda a uma geração. Em Curitiba, impossível não pensar em Paulo Leminski, o poeta que morreu também aos 44 anos, também em 1989, e, cuja vida-arte também conviveu com ditadura, drogas, vodka e rock and roll. O filme de Walter Carvalho busca o baiano que cresceu imitando Elvis Presley, com brilhantina no cabelo e cujo

Misto de sarau poético, circo e show de música, o Teatro Mágico realiza o show “A Sociedade do Espetáculo”, neste sábado 21, no Teatro Positivo, às 21h15. A apresentação completa a trilogia da companhia, que se sente mais madura e disposta a fazer um “pop” sofisticado, moderno e brasileiro. O Teatro Mágico nasceu em 2003, em Osasco-SP, pelo ator e músico Fernando Anitelli. A música incorpora violões, violino, guitarra, baixo, percussão, flauta, DJ, gaita, xilofone, bateria, bandolim e sonoplastia. E conta ainda com performances circenses. Ingressos de 95 a 40 reais.

máximo de rebeldia era levantar a gola da camisa. Garimpa personagens incríveis que conviveram com ele, desde familiares, ex-esposas, lideres da Sociedade Alternativa a Paulo Coelho, que contracena com uma mosca (“que posou na sua sopa”) em sua asséptica casa na Suiça. A pesquisa traz imagens antológicas, incluindo os últimos shows com Marcello Nova. E a câmara chega até a face do morto em São Paulo. Foram 54 entrevistas realizadas no Brasil e também nos EUA, onde mora o neto de Raul Seixas com a mãe e a avó. Raul – O início, o fim e o meio inicia sua saga nos cinemas já premiado como melhor documentário brasileiro da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo/2011. Com certeza, será premiado também com aplausos dos fãs e respeito dos não-fãs de Raul.

Pela terceira vez, o Templo da Cerveja, promove o Beer Day, festa com doze horas de duração. É neste sábado 21, das 10 às 22h, no Estacionamento do Shopping Hauer. Este ano, além da variedade de cervejas, cinco bandas de rock estarão a postos: Uh La La, Rocksteady, Skyline, Uma Jam da Banda Mystery Trio e Chernobillies. Ingressos a partir de 30 reais. Menores de 18 anos só entram acompanhados dos pais.

Jazz em Curitiba

Abre nesta sexta 20), às 19h, a 2ª Mostra Internacional de Jazz de Curitiba – Jazz Central, no Teatro Fernanda Montenegro/Shopping Novo Batel, às 19h. Até domingo serão apresentadas 16 coreografias por noite, sob o comando do bailarino, diretor e coreógrafo norteamericano Brian Thomas, que está em Curitiba dando workshop para crianças e jovens do Projeto Adote Uma Estrela. Ingressos a 25 e 15 reais. Cada ingresso irá reverter R$ 5,00 para a compra de roupas e sapatilhas para o projeto social.

Devassa Jazz

A Cervejaria Devassa (Rua Fernando Simas, 71) realiza neste sábado 21 mais uma sessão do Devassa Jazz, projeto que leva boa música à casa até julho. O anfitrião é Kadu Lambach (ex- guitarrista do Legião Urbana) e seu trio, formado pelos músicos Victor Bertrami (bateria) e Daniel Seifert (baixo). Jam session das 16 às 18h30 e, em maio, o trio irá se apresentar todas as quartas, das 20h30 às 23h30.

Que Sbórnia!

O Maestro Plestakaya e o Violinista Kraunus Sang retornam a Curitiba, como faz há 18 anos, e sempre com platéia cativa – novas e antigas. Imortais, os personagens vivem Tangos e Tragédias no palco da Sbórnia e ao final levam seus seguidores para o hall do teatro. Confira no Guairão neste fim de semana. Sexta e sábado às 21h e no domingo às 19h. Igressos de 80 a 40 reais.

Moda e música

A Semana de Moda de Curitiba acontece até domingo no Museu Oscar Niemeyer, com desfiles, feira de venda de produtos e shows. Confira das 14h30 às 22h, com 40 marcas expondo seus produtos.

Itália barroca

Curitiba Vestida de Noiva! Mulher largada no altar justamente no dia da neve, 17 de junho de 1975, é o enredo da peça Curitiba Vestida de Noiva! que entra em cartaz no Teatro Braracão. Essa história do noivo que deu no pé na hora da cerimônia é contada por Enéas Lour e interpretada por Cláudia Minini. Há ainda participação, em vídeo, dos atores Luiz Carlos Pazello e Sílvia Monteiro. A iluminação é de Beto Bruel (três Prêmios

Shell de Iluminação e 26 Troféus Gralha Azul) e Célio Savi faz a sonoplastia. Essa equipe de qualidade emoldura o espetáculo ( 50 minutos) que mistura a linguagem do humor-patético e a poética, para falar de solidão, frustração e as opções que a personagem teve que adotar para superar o trauma amoroso e o vexame. Seu drama mescla com as transformações em Curitiba no decorrer desses 37 anos.

O “dia da neve” é um divisor no comportamento do curitibano, de arredio a afetuoso. A neve apenas dava um toque a mais à felicidade da noiva, à noite esquecida no altar. O noivo fugiu, dizem, com um amigo, aquele companheiro das partidas de futebol. Em cartaz: até 20 de maio, sempre de quarta a domingo, às 20h, no Teatro Barracão EnCena (Rua 13 de Maio, 160). Ingressos a 20 e 10 reais.

As principais características dos concertos para cordas do século XVII estão presentes no concerto Viagem à Itália Barroca, que a Orquestra de Câmara de Curitiba apresenta às 20h desta sextafeira, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, com entrada franca, e às 18h30 de sábado, na Capela Santa Maria, com ingressos a 20 e 10 reais.


Negócios Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B1

TELECOMUNICAÇÕES

TIM lidera acessos no mês de março no PR e em SC Operadora se aproxima da marca de 10 milhões de clientes na regional

C

om 45,3% da participação de mercado (market share) nos estados do Paraná e, em Santa Catarina, a TIM conquistou, no mês de março, a liderança na participação das vendas líquidas do mês. De acordo com dados divulgados esta semana pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o índice de net share da operadora - contando as duas regiões - ficou em 67,3%. No Paraná, a TIM registrou o índice de 71% de net share – o que representa 7 a cada 10 novos acessos; e em Santa Catarina, 60,5%. – uma média de 6 a cada 10 novos acessos. “Com mais este resultado de março, a regional passa a contar com 11 trimestres consecutivos de liderança nas vendas (net share), nos aproximando da marca de 10 milhões de clientes no PR e em SC”, destaca o Diretor Comercial da regional, Alexandre Ratacheski.

Alexandre Ratacheski, diretor comercial da Tim Sul

Conforme a Anatel, a TIM também registrou o maior número de adições líquidas em março entre as

operadoras brasileiras de telefonia móvel, com 1,297 milhão de novos assinantes, totalizando 67,217

da, ou seja, que interferências podem e devem ser feitas na área para que ela cumpra os seus objetivos”, explica a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes. O diferencial dos planos de manejo das duas RPPNs da Fundação Grupo Boticário é que a instituição agregou à elaboração deles o manejo adaptativo, ferramenta ainda pouco conhecida no Brasil que vem sendo utilizada por ONGs conservacionistas e pesquisadores para focar alvos de conservação de biodiversidade. “A incorporação do manejo adaptativo como ferramenta de

planejamento permite a agilidade necessária para rapidamente adequarmos posturas frente às adversidades ou oportunidades que surjam ao longo do caminho”, explica o coordenador de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário, Gustavo Gatti. Os planos de manejo elaborados para as RPPNs da Fundação Grupo Boticário definem ainda os principais objetivos de cada uma das reservas, sua visão de futuro, relacionando seus zoneamentos e planejamentos de médio e longo prazo. Criada em 1994, a Reserva Natural Salto Morato está localizada em

Paraná registrará mais casos de câncer de boca que a média nacional em 2012, revela estudo Um estudo realizado pelo Instituto Nacional do câncer (INCA) estima que em 2012 serão 18 mil novos casos de câncer de boca no Paraná para cada 100 mil habitantes. O índice é ainda mais alarmente entre os homens, pois a doença atinge cerca de 12% da população masculina, sendo que em mulheres a neoplasia é de aproximadamente 3%. Segundo a cirurgiã-dentista Gisele Bortoli Rauli, a explicação para esse índice entre os homens está no excesso de consumo de álcool e o uso frequente do cigarro. Ainda conforme os dados, o câncer de boca é a terceira doença mais frequente nos homens. Além disso, cerca de 10% de todos os tumores que ocorrem no país tem origem e se desenvolvem no sistema bucal. “Os cânceres que se originam no revestimento da boca correspondem a 96% dos tumores malignos da cavidade bucal. Outros estudos mostram o aumento de infecções

causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV), transmitido via sexo oral”, esclarece Gisele. Para a dentista os pacientes precisam receber mais informações sobre a doença, pois em muitas situações os casos se tornam mais grave pela desinformação e pela falta de prevenção. “Se compararmos com outros tipos de cânceres, o de boca pode ser tão agressivo quanto o de mama, por exemplo, que é muito mais divulgado. Por isso é necessário que a população tenha conhecimento dos sintomas da doença, para fazer o tratamento logo no início”, alerta. Segundo a dentista os principais sintomas da doença são o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas. “Muitas vezes o paciente percebe que existe uma pequena ferida, mancha ou caroço na boca ou lábios que não some, mas que também não incomoda e por isso não dá a devida atenção.

Porém, qualquer alteração percebida deve ser verificada por um especialista”, aconselha. Outros fatores que podem influenciar no surgimento da doença são a exposição em excesso aos raios solares e a má higiene bucal. “O recomendável é sempre usar protetor solar labial e chapéu, principalmente no período em que o sol está mais intenso. Também é necessário adotar hábitos saudáveis e cuidar da higienização bucal,”, lembra a especialista. De acordo com Gisele a prevenção continua sendo a melhor opção, principalmente em pessoas que já possuem fatores de risco como fumantes e alcoólatras. “O ideal é fazer consultas periódicas ao dentista, sobretudo pacientes com mais de 40 anos de idade. Também nos casos de uso de prótese é necessária uma atenção redobrada, pois pode acontecer da prótese ficar mal ajustada e causar algum tipo de lesão”, explica.

Tratamento ortodôntico é necessário para 80% das crianças na faixa dos 12 anos de idade Uma pesquisa realizada pela UFPR em 1996, em Curitiba, mostrou que 80% das crianças na faixa dos 12 anos precisam de tratamento ortodôntico. É justamente a fase em que elas estão preocupadas com a aparência física e que problemas sociais como bullying acabam tendo forte influência na autoestima. Mas quando os pais devem levar seus filhos para iniciar um tratamento ortodôntico? “A Associação Americana de Ortodontia recomenda que toda criança com 7 anos faça uma avaliação ortodôntica. Entretanto, algumas alterações, como as mordidas cruzadas, dependendo da maturidade da criança, já podem ser tratadas a partir dos 4 ou 5 anos”, explica Alexandre Moro, Doutor em Ortodontia, professor da UFPR e Universidade Positivo e presidente

RUA 24 HORAS IRÁ TRANSMITIR o brasileirão

A Rua 24 Horas de Curitiba transmitirá o Campeonato Brasileiro de Futebol 2012. Com três televisores de alta definição instalados na praça de alimentação, a Rua mais famosa da cidade irá oferecer ao público todas as rodadas do campeonato mais esperado pelo país. A partir do dia 19 de maio, e até o início de dezembro, às 18h, quem estiver fazendo seu Happy Hour na Rua poderá conferir os jogos dos times brasileiros disputando o título anual. Com um mix variado de lojas englobando restaurantes, choperia, cafeteria, frozen, revistaria, lojas de presentes, cosméticos, lavanderia e um posto de atendimento da Secretaria de Turismo, não haverão motivos para perder esta programação.

ONGs são atendidas por alunos uniBrasil

milhões de usuários, e uma participação de mercado de 26,80 %, ante 26,62 % em fevereiro.

Fundação Boticário divulga planos de manejo de suas reservas naturais A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza disponibilizou para acesso público os planos de manejo das duas reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) que a instituição criou e administra: Reserva Natural Salto Morato, localizada no bioma da Mata Atlântica; e Reserva Natural Serra do Tombador, localizada no Cerrado. O plano de manejo é uma exigência legal para toda unidade de conservação, conforme a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). “É um documento técnico que indica as diretrizes de como a unidade de conservação será maneja-

Empresas&Produtos

da Associação Paranaense de Ortodontia, que atua há 19 anos na área de Ortodontia e Ortopedia Facial em Curitiba (PR). “No caso de crianças com bullying devido a alterações no desenvolvimento dos ossos da face ou no posicionamento dos dentes, podemos iniciar mais cedo o tratamento, para tentar diminuir esse problema social”, acrescentar Moro. Segundo ele, antigamente os ortodontistas preferiam começar o tratamento a partir dos 12 anos, quando todos os dentes, com exceção dos sisos, já estavam presentes. “Entretanto, com essa idade, as chances de estimular o crescimento dos ossos face eram pequenas, e o tratamento acabava muitas vezes envolvendo a extração de dentes permanentes. Hoje, dependendo do

problema, preferimos iniciar mais cedo para tentar evitar o tratamento com extrações”, orienta. No caso da mordida cruzada, por exemplo, quanto antes começar o tratamento, melhor, já que elas fazem com que os ossos da face cresçam tortos, causando uma assimetria facial. “Depois de uma certa idade, que pode variar para os meninos e para as meninas, o conserto só será realizado com cirurgia ortognática”, diz. Vale lembrar que o tratamento ortodôntico é demorado e, principalmente as crianças, precisam voltar ao consultório ao longo dos anos para acompanhar o crescimento. Os problemas clínicos mais comuns em crianças são: falta de espaço para os dentes permanentes, mordida cruzada e falta de crescimento da mandíbula.

Guaraqueçaba, litoral do Paraná e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. Seu plano de manejo foi revisto e atualizado em 2011 e o documento final foi aprovado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em março de 2012. A Reserva Natural Serra do Tombador está localizada em Cavalcante, no interior de em Goiás, e contribui na proteção do entorno do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros. Foi criada em 2007, reconhecida como RPPN em 2009, e teve seu primeiro plano de manejo aprovado em dezembro de 2011.

Empalux vai invadir 26 milhões de residências

Com o objetivo de fortalecer ainda mais a marca, a Empalux, uma das maiores empresas brasileiras de iluminação, firma uma parceria de merchandising com o programa do Ratinho, no canal SBT, que atinge 26 milhões de residências no Brasil. inteiro A campanha começa a ser veiculada em abril. Segundo o diretor da Empalux, Bruno Rossi, o Carlos Roberto Massa, popularmente conhecido como Ratinho, é um comunicador nato, que conquista e transmite confiabilidade aos expectadores. “Temos um produto de qualidade e aliar a nossa marca com uma pessoa carismática e formadora de opinião como ele vai agregar valor à empresa”, destaca. O fato de a Empalux ser uma empresa que nasceu no Paraná e o Ratinho também ter suas raízes no estado foi um dos pontos decisivos para a escolha do apresentador para este investimento de comunicação. Para Rossi, esta ação é o ponto inicial de um novo patamar de conquistas para a Empalux, que quer investir e crescer cada vez mais. Há 20 anos no mercado de iluminação e com um portfólio de mais de 800 produtos para iluminação pública, comercial, residencial, decorativa e de emergência, a Empalux vem no decorrer de sua história investindo em qualidade e em novas tecnologias com o objetivo de se consolidar cada vez mais no mercado.

Um grupo de 60 alunos das Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil está tendo a oportunidade de aliar o conhecimento aprendido durante a faculdade e prestar ações de responsabilidade social com organizações não governamentais (ONGs). Graças a uma parceria com o Instituto GRPCom, acadêmicos do último ano dos cursos de Relações Públicas e Publicidade e Propaganda estão desenvolvendo ações de comunicação para 13 entidades do terceiro setor em Curitiba. As ONGs fazem parte dos programas de Voluntariado e de Serviço e Cidadania do Instituto GRPCom. Durante o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), cada equipe de alunos recebe uma ONG como cliente. Após análise macro e microambiental, são desenvolvidas as ações de acordo com o diagnóstico. Cada curso desenvolve pontos específicos de sua área: em Publicidade, os alunos trabalham em campanhas de comunicação para fortalecer a publicidade das ONGs; em Relações Públicas, os acadêmicos enfocam a comunicação institucional e organizacional. “Em todos os casos são desenvolvidos sites, material gráfico, identidade visual, eventos e arrecadação de fundos para as ONGs”, diz a coordenadora do curso de Relações Públicas, Carolina Pineli. O acompanhamento com as ONGs é feito até a apresentação do trabalho em banca. Após isso, fica a critério de cada instituição colocar em prática ou não os projetos desenvolvidos, assim como dar continuidade neles. Cada aluno fica livre em escolher se continuará como voluntário para a sua ONG. “O objetivo dessa parceria é, além de colocar em prática o que foi aprendido durante a graduação, o aluno fazer parte da sociedade e prestar uma ação de responsabilidade social com quem realmente precisa”, afirma a professora Carolina Pineli.

Braskem bate recorde de polipropileno

A Braskem atingiu recorde histórico de produção de polipropileno em suas fábricas brasileiras no mês de março. Segunda resina mais utilizada em todo o mundo, o polipropileno é empregado em inúmeras aplicações, desde embalagens de produtos comestíveis a peças automotivas. Juntas, as unidades da Braskem produziram 150.621 toneladas de PP no mês passado. O recorde anterior, registrado em outubro de 2010, era de 150.270 toneladas. A Braskem possui unidades industriais para a produção de PP em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia. Seguindo os bons resultados, a planta de polipropileno (PP) em Paulínia (SP) produziu 32.704 toneladas de PP em março, também recorde na unidade, que completa quatro anos neste mês. A planta de Paulínia tem capacidade nominal total de produção de 300.000 toneladas por ano. A marca atingida em março já projeta uma capacidade de produção anual acima da prevista no projeto.

UP vence Concurso Tim Lopes

Um projeto de professores e alunas do curso de Jornalismo da Universidade Positivo foi vencedor no VI Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo, na categoria Especial. Desenvolvido pela professora Rosiane Correia de Freitas, com a colaboração das alunas Amanda Bacilla e Renata Martins e do professor Julius Nunes, a proposta de trabalho, intitulada Sistema Nacional de Registro de Hóspedes e o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, é a única elaborada por um veículo laboratorial. Os resultados foram divulgados no último dia 9 de abril. Com 45 projetos inscritos e 28 finalistas em cinco categorias (Especial, Mídia Impressa, Rádio, TV, Mídia Alternativa, Comunitária e On-line), o Concurso premiou, pela primeira vez, seis – e não as habituais cinco – propostas. “Nosso projeto é justamente o sexto premiado, o que nos deixa orgulhos, pois isso representa o reconhecimento da validade e da qualidade da proposta”, diz a professora Rosiane de Freitas. O projeto é parte do trabalho do Núcleo de Jornalismo Investigativo da UP. Como parte da premiação, o projeto da UP receberá uma bolsa incentivo à investigação, para que seja colocado em prática. A apuração começará em abril e resultará em um hotsite, cuja previsão de publicação é para o dia 23 de julho deste ano. A investigação irá concentrar-se em identificar situações que possam contribuir para a exploração sexual de menores em hotéis das cidades de Curitiba, Foz do Iguaçu, Guaratuba, Matinhos e Paranaguá, a partir de averiguações sobre o funcionamento e as falhas do Sistema Nacional de Registro de Hóspedes.

Lojas Cavezzale se unem à Vaquinha

As lojas Cavezzale, famosas por suas coleções em couro, também estão ajudando a Vaquinha a crescer. Agora, os clientes da rede em Curitiba podem doar para a campanha “Vamos Fazer Uma Vaquinha?”, que arrecada doações para a construção da nova sede do Lar Escola Dr. Leocádio José Correia, ao visitar a Cavezzale. As principais lojas da cidade possuem uma urna da campanha para que o cliente possa depositar ali sua ajuda. Participam desta ação as lojas dos shoppings Mueller, Curitiba, Estação, Barigui, Itália e Palladium, e a loja do edifício Garcez. As lojas Usaflex dos shoppings Itália, Palladium e Estação também aderiram à campanha. Para saber mais sobre o Lar Escola Dr Leocádio José Correia, acesse www.vaquinha.org.br

PUCPR tira dúvidas sobre Ir pelo Twitter

Na última semana para declaração do Imposto de Renda, de 23 a 27 de abril, os professores do curso de Ciências Contábeis da Escola de Negócios da PUCPR irão tirar dúvidas online dos contribuintes. Para participar, os internautas devem acessar o Twitter, das 17h às 18h, e enviar as perguntas para o perfil @PUCPR_imprensa. Neste período os profissionais estarão disponíveis para responder aos questionamentos. O prazo para entrega da declaração ao Governo Federal é dia 30 de abril, até 23h59min59s. Declarações enviadas à meia-noite do dia 1º de maio já serão acrescidas de multa.

asbea-pr realiza palestra do Estúdio 41

A Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura no Paraná (AsBEA-PR) realiza na próxima segunda-feira (23), às 19h, mais uma edição do seu Arquitetura por Arquitetos, no espaço Ambiente Design da Inove Empresarial (Rua Castro, 197, Água Verde). O arquiteto Emerson Vidigal, integrante do escritório Estúdio 41, é o palestrante convidado do evento, que terá como temática central os concursos de projeto de arquitetura para obras públicas. Durante o encontro, Vidigal, acompanhado dos demais profissionais do escritório, apresentará alguns dos principais projetos desenvolvidos pela equipe para a participação em concursos, como o do Complexo do Sistema Fecomércio-RS, Sesc e Senac, vencido recentemente pelo escritório.


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B2 | Indústria&Comércio

WHB FUNDIÇÃO S/A

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO Em Milhares de Reais

CNPJ: 01.261.681/0001-04 CARTA DA ADMINISTRAÇÃO

NOTA

2011

2010 Reapresentado Nota 4

Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da WHB Fundição S.A., relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010, acompanhadas das Notas Explicativas e Parecer dos Auditores Independentes. Colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários. Curitiba, fevereiro de 2012 A Diretoria

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Venda de Produtos e Serviços

840.481 840.481

DEDUÇÕES Cancelamentos de Vendas Tributos Incidentes sobre Vendas

(182.400) (23.317) (159.083)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO

NOTA

CIRCULANTE DISPONIBILIDADES Caixa e Bancos Contas Movimento Aplicações de Liquidez Imediata DIREITOS REALIZÁVEIS Clientes Estoques Adiantamentos Créditos Tributários

2011 248.694

5 7 8

DIREITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO Créditos Tributários Partes Relacionadas Adiantamentos - Partes Relacionadas Depósitos Judiciais IMOBILIZADO DIFERIDO INTANGÍVEL TOTAL DO ATIVO

25 25 11 12 13

199.595

64.502 2.983 61.519

79.866 5.711 74.155

182.302 83.269 82.096 4.245 12 . 6 9 2

118.651 60.325 51.351 2.438 4.537

DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE NÃO CIRCULANTE

2010 Reapresentado Nota 4

1.890

1.078

439.245

292.433

37.680 11 . 6 0 4 10 . 8 1 0 14.957 309

16.206 7.028 9.111 67

389.927 7.913 3.725

262.919 9.951 3.357

687.939

492.028

NOTA CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Remunerações e Provisões Obrigações Tributárias Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Adiantamentos de Clientes Dividendos a Pagar Outros Valores a Pagar

14 15 16 17 18 19

NÃO CIRCULANTE Empréstimos e Financiamentos Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Adiantamentos de Clientes Provisão para Contingências Outros Valores a Pagar

14 17 18 20 19

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reserva de Reavaliação Reservas de Lucros

23

TOTAL DO PASSIVO

2011 236.592 54.745 128.719 14.202 3.067 304 23.086 4.555 49 7.865

2010

Reapresentado Nota 4

146.182 43.305 68.726 4.301 14.509 290 10.221 3.143 1.687

340.359 239.069 1.264 99.945 81 -

272.178 182.334 1.498 79.798 3.582 155 4.811

110.988 16.229 8.535 86.224

73.668 16.229 11.345 46.094

687.939

492.028

713.724 713.724

CUSTO DAS VENDAS E SERVIÇOS Custos Gerais de Fabricação Depreciação e Amortização

(158.077) (19.938) (138.139)

658.081

555.647

(515.394) (490.602) (24.792)

(463.231) (447.975) (15.256)

LUCRO BRUTO

142.687

92.416

DESPESAS OPERACIONAIS Despesas Administrativas e Comerciais Depreciação e Amortização Inovação Tecnológica RESULTADO OPERACIONAL ANTES DOS ENCARGOS FINANCEIROS

(66.086) (36.151) (2.402) (27.533)

(24.295) (22.069) (2.226) -

76.601

68.121

ENCARGOS FINANCEIROS Despesas Financeiras Líquidas

(22.652) (22.652)

(10.480) (10.480)

53.949

57.641

21

RESULTADO OPERACIONAL APÓS OS ENCARGOS FINANCEIROS RESULTADO ANTES DOS EFEITOS TRIBUTÁRIOS

53.949

57.641

(11.481)

(17.925)

LUCRO DO EXERCÍCIO

42.468

39.716

Por Ação do Capital Social Final

2,6168

2,4472

Provisão para IRPJ e CSLL

22

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

FLUXOS DE CAIXA INDIRETO EM 31 DE DEZEMBRO Em Milhares de Reais 2011

2.010 Reapresentado Nota 4

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Período de 31/DEZ/09 a 31/DEZ/11 - Em Milhares de Reais

Em 31/DEZ/09 - Reapresentado Nota 4 Realização de Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Reserva de Reavaliação Lucro do Exercício Constituição de Reserva Legal Dividendos Distribuídos Dividendos Propostos Constituição de Reserva Lucros a Realizar Em 31/DEZ/10 - Reapresentado Nota 4 Realização de Reserva de Reavaliação IRPJ e CSLL sobre Reserva de Reavaliação Lucro do Exercício Constituição de Reserva Legal Dividendos Distribuídos Dividendos Propostos Constituição de Reserva Lucros a Realizar Em 31/DEZ/11

CAPITAL REALIZADO

RESERVA DE REAVALIAÇÃO

RESERVA DE LUCROS

LUCROS ACUMULADOS

TOTAL GERAL

16.229

11.402

-

(86) 29 -

7.749

-

35.380

-

2.286 (1.000) 37.059

86 39.716 (2.286) (457) (37.059)

29 39.716 (1.000) (457) -

16.229

11.345

46.094

-

73.668

-

(86) (2.724) -

-

-

184 (2.000) 41.946

86 42.468 (184) (424) (41.946)

(2.724) 42.468 (2.000) (424) -

16 . 2 2 9

8.535

86.224

-

110.988

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

A WHB Fundição S/A é uma sociedade por ações de capital fechado, e tem como objeto social a fundição de metais ferrosos e não ferrosos, o forjamento destes metais e a usinagem de peças automotivas. 2 – Apresentação das Demonstrações Financeiras

do projeto de Virabrequim. O ativo intangível é amortizado de acordo com sua vida útil econômica, definido e submetido a testes para análise de possíveis perdas estimadas por redução ao seu valor recuperável. g) Diferidos

As demonstrações financeiras estão em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais incluem disposições da Lei das Sociedades por ações e regulamentações do Conselho Federal de Contabilidade.

O diferido está registrado ao custo de aquisição e formação, deduzido da amortização, que é calculada pelo método linear num prazo que não excede a 10 anos. Os saldos existentes serão mantidos até a sua amortização total, conforme permitido pela Lei no 11.638/07 e MP no 449/08, (convertida na Lei n o 11.941/09).

Por se tratar de uma sociedade por ações de capital fechado, cujo total do ativo a enquadra na categoria de sociedade de grande porte, conforme parágrafo único do art. 3º da Lei nº 11.638/07, a Companhia observou para a preparação das demonstrações financeiras os CPCs que lhes são pertinentes.

h) Demais Ativos Os demais ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base pró rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária.

As práticas e avaliações contábeis adotadas pela Companhia, que produziram efeitos na elaboração e apresentação das demonstrações financeiras a partir do exercício de 2008, estão baseadas nos Pronunciamentos Contábeis, as quais foram:

Os passivos incluem os valores conhecidos e calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base pró rata dia).

· Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.292/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 01(R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a administração da Companhia aplicou o pronunciamento e não apurou valores que justificassem qualquer ajuste em seus ativos;

Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo líquido dos custos de transação incorridos e, posteriormente, são mensurados ao custo de amortização com base no método da taxa de juros efetiva. Estão demonstrados pelos valores de contratação, acrescidos dos encargos pactuados, que incluem juros e atualização monetária ou cambial incorridos.

· Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.295/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, a administração da Companhia registrou os efeitos em suas demonstrações financeiras; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.296/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 03 (R2) – Demonstração dos Fluxos de Caixa, a administração, para o exercício findo de 31/DEZ/11, está apresentando a demonstração dos fluxos de caixa comparativa com o exercício de 2010; · Em atendimento a Resolução do CFC no 1.303/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 04 (R1) – Ativo Intangível, não foram apurados valores a serem contabilizados; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.297/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 05 (R1) – Divulgação sobre Partes Relacionadas, a administração da Companhia apurou o saldo e os montantes das transações realizadas com partes relacionadas, cujo resultado é apresentado na nota 25; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.305/10, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) – Subvenção e Assistência Governamentais, a administração da Companhia aplicou o presente pronunciamento e apurou valores, os quais estão comentados em nota 18; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.151/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 12 – Ajuste a Valor Presente, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e apurou valores, os quais foram contabilizados tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Pronunciamento Técnico CPC 15 – Combinação de Negócios. A administração da Companhia informa que não adquiriu ativos nem assumiu passivos, mediante a combinação de negócios no exercício de 2011 a serem divulgados nas demonstrações financeiras; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.170/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 16 (R1)– Estoques, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e não apurou valores relevantes, que justificassem qualquer ajuste a valor presente, tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.172/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 20 – Custos de Empréstimos, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e não apurou valores relevantes que justificassem qualquer ajuste a valor presente, tanto em seus ativos quanto em seus passivos; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.180/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e contabilizou e divulgou valores, conforme demonstrado em nota 20; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.177/09, que aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 27 – Ativo Imobilizado, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e contabilizou valores, conforme demonstrado em nota 11; ·Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.187/09, que aprovou o pronunciamento Técnico CPC 30 – Receitas, a administração da Companhiaaplicou esse pronunciamento, conforme demonstrado em nota 21; · Em atendimento a Resolução do CFC nº 1.189/09, que aprovou o pronunciamento Técnico CPC 32 – Tributos sobre o Lucro, a administração da Companhia aplicou esse pronunciamento e contabilizou valores, conforme explicitado em nota 22; · Pronunciamento Técnico CPC 38 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração; Pronunciamento Técnico CPC 39 – Instrumentos Financeiros: Apresentação e Pronunciamento Técnico CPC 40 – Instrumentos Financeiros: Evidenciação. A Companhia já adotava procedimentos contábeis de reconhecimento e divulgação dos instrumentos financeiros, motivo pelo qual a administração informa que a aplicação das exigências deste pronunciamento não provocou reflexos contábeis, apenas maiores informações em notas explicativas das demonstrações financeiras. 3 – Principais Práticas Contábeis a) Aplicações Financeiras As aplicações financeiras estão registradas pelo valor original, acrescidas dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento das demonstrações financeiras, apuradas pelo critério pró rata temporis, que equivale aos seus valores de mercado. b) Contas a Receber As contas a receber são reconhecidas pelo regime de competência e estão refletidas por seu valor de realização. As contas a receber de clientes no mercado externo estão atualizadas com base nas taxas de câmbio, vigentes na data das demonstrações financeiras. c) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa A provisão para perdas com créditos é fundamentada em análises dos créditos pela administração, que leva em consideração o histórico e os riscos envolvidos em cada operação. É constituída em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas na realização das contas a receber. A administração da Companhia não apurou valores relevantes que justificassem a provisão. d) Estoques Os estoques estão registrados ao custo médio de aquisição ou da produção, e não excedem aos seus custos de reposição ou valores de realização, deduzidos de provisões para perdas, quando aplicável. Os montantes registrados como estoques em 31 de dezembro foram atestados e ajustados por inventário físico dos itens. e) Imobilizado Os bens do imobilizado estão registrados ao custo de aquisição ou construção, mais reavaliação, menos a depreciação acumulada. As taxas de depreciação são calculadas em função da expectativa de vida útil econômica dos bens. Os saldos de reserva de reavaliação serão mantidos até a sua efetiva realização, conforme faculta a Lei no 11.638/07 e MP no 449/08, (convertida na Lei no 11.941/09). A administração revisa, anualmente, o valor contábil líquido dos ativos, especialmente o imobilizado, com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração, ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. Estas perdas, se necessárias, seriam classificadas como outras despesas operacionais. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 não foi necessário o registro de qualquer provisão para desvalorização dos ativos.

i) Empréstimos e Financiamentos

j) Contratos de Arrendamento Mercantil Os contratos de arrendamento mercantil financeiro são reconhecidos no ativo imobilizado e no passivo como empréstimos e financiamentos. Os montantes registrados no ativo são reconhecidos pela vida útil econômica estimada dos bens. k) Ativos e Passivos Monetários de Longo Prazo Os ativos e passivos monetários de longo prazo são ajustados a valor presente, enquanto os de curto prazo somente quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras. l) Provisão para Contingências As provisões para contingências fiscais, trabalhistas e outras são constituídas com base na expectativa de perda provável nas respectivas ações em andamento, manifestadas pelos consultores jurídicos externos da Companhia. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, apenas divulgados nas notas explicativas, quando individualmente relevantes. Os classificados como remotos não requerem provisão nem divulgação. m) Receitas As receitas de vendas são reconhecidas no resultado quando todos os riscos e benefícios inerentes ao produto ou serviço são transferidos para o cliente. Uma receita não é reconhecida quando há incerteza significativa de sua realização. n) Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência de exercícios. 4 – Ajuste de Exercícios Anteriores - Correção de Erros e Reapresentação das Demonstrações Contábeis Em consonância com a NBC TG 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erros, em função de retificação das adições / exclusões por ajustes temporários e definitivos, assim como regularização nos critérios utilizados pertinentes ao ágio, a Companhia reapresenta para os exercícios de 2007 a 2010, os montantes apurados após a correção conforme demonstrado abaixo. Os valores abaixo estão em milhares de reais. Descrição

Saldo Originalmente Apresentado

Ajustes

2.425 58.178

12.084 (12.084)

Obrigações Tributárias Reservas de Lucros

Saldo Ajustado 31/DEZ/10 14.509 46.094

Os efeitos do ajuste acima demonstrado teve o seguinte impacto no resultado dos exercícios de 2007 a 2010, conforme abaixo: Quadro com valores em milhares de reais. Descrição

79.278 42.468

Saldo Originalmente Apresentado

Provisão para IRPJ e CSLL (11.918) Resultado Liquido do Exercício 45.723

Ajustes Saldo Ajustado Exercício findo em 31/DEZ/10 (6.007) (6.007)

(17.925) 39.716

Exercício findo em 31/DEZ/09 Provisão para IRPJ e CSLL Resultado Liquido do Exercício

(260) 8.776

Provisão para IRPJ e CSLL Resultado Liquido do Exercício

(117) 6.745

Provisão para IRPJ e CSLL Resultado Liquido do Exercício

(153) 6.287

(2.864) (2.864)

(3.124) 5.912

Exercício findo em 31/DEZ/08 (2.263) (2.263)

(2.380) 4.482

Exercício findo em 31/DEZ/07 (950) (950)

(1.103) 5.337

5 - Aplicações Liquidez Imediata O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Operações Compromissadas (Debêntures) Fundo de Investimentos Certificado de Depósito Bancário Títulos de Capitalização Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 47.956 51.459 10.317 13.362 12.193 201 186 61.519 74.155

As aplicações correspondem a recursos de curtíssimo prazo, disponíveis no encerramento do exercício. 6 – Instrumentos Financeiros A Companhia utiliza hedge com o intuito de resguardar-se de possíveis instabilidades das taxas de câmbio de moedas estrangeiras no mercado para obrigações vencíveis no curto prazo. A estratégia utilizada depende da negociação realizada em cada financiamento, não seguindo uma regra fixa, ou seja, as possibilidades de proteção são analisadas individualmente, conforme as oportunidades do mercado. As operações têm por objetivo a proteção contra variações cambais nas captações realizadas em moeda estrangeira, sem nenhum caráter especulativo. Não há registros no ativo e/ou passivo durante a vigência do contrato. Ao término da sua vigência são realizadas a apuração e as contabilizações do ganho ou da perda na demonstração do resultado. Em 2011 a Companhia apurou somente perdas de R$ 62 mil. Em 2010, a Companhia apurou ganhos de R$ 17 mil e perdas de R$ 1 mil. 7 – Clientes O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 78.890 56.586 4.379 3.739 83.269 60.325

f) Intangível

Clientes Mercado Interno Clientes Mercado Externo Total

O intangível está registrado pelo custo de aquisição, deduzido da amortização acumulada e refere-se a softwares integrantes do sistema corporativo e gastos com desenvolvimento

8 – Estoques O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

64.618 39.716

34.676 2.134 -

19.004 1.099 4.799

(Acréscimo) Decréscimo em Ativos Operacionais Clientes Estoques Adiantamentos Despesas Antecipadas Créditos Tributários Partes Relacionadas Depósitos Judiciais Outros Ativos

(85.937) (22.944) (30.745) (1.807) (812) (12.731) (16.656) (242) -

(27.033) (11.282) (3.714) (2.062) (1.017) (4.162) (6.163) (30) 1.397

Acréscimo (Decréscimo) em Passivos Operacionais Fornecedores Remunerações e Provisões Dividendos Pagos Obrigações Tributárias Obrigações Tributárias Parceladas Obrigações Tributárias Diferidas Adiantamento de Clientes Provisão para Contingencias Outros Valroes a Pagar

36.715 11.440 9.901 (2.375) (11.442) (220) 30.288 (2.170) (74) 1.367

27.421 2.554 1.107 (1.603) 5.863 (194) 29.158 (9.412) (49) (3)

(162.148) (161.172) (976)

(104.581) (100.826) (3.755)

Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizado Aquisição de Intangível

NOTAS EXPLICATIVAS 1 – Contexto Operacional

Caixa Gerado no Período Lucro Líquido do Exercício Depreciações e Amortizações do Ativo Permanente Venda de Ativo Imobilizado Baixa Ativo Intangível

Atividades Financeiras Novos empréstimos de Capital de Giro Pagamentos de empréstimos de Capital de Giro Novos Financiamentos Pagamentos de Financiamentos

116.728 23.933

84.069 1.703

(3.061) 179.889 (84.033)

(21) 110.589 (28.202)

RESUMO DO FLUXO DE CAIXA Caixa Gerado no Período Aplicação em Ativos Operacionais Originado por Passivos Operacionais Aplicação em Investimentos Originado por Atividades Financeiras

79.278 (85.937) 36.715 (162.148) 116.728

64.618 (27.033) 27.421 (104.581) 84.069

Aumento Líquido das Disponibilidades

(15.364)

44.494

Disponibilidades Saldo no Início de Período Saldo no Final do Período Aumento (Redução) das Disponibilidades

79.866 64.502 (15.364)

35.372 79.866 44.494

Obs.: As notas explicativas integram o conjunto das Demonstrações Financeiras.

Descrição Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Produto Acabado 38.701 19.062 Produto em Elaboração 14.017 1.924 Matéria Prima 14.393 10.310 Componentes 5.495 8.029 Ferramentas 2.992 5.658 Materiais Auxiliares 7.860 7.338 Provisão Redução Valor de Mercado (1.362) (970) Total 82.096 51.351 9 – Adiantamentos O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Adiantamento a Fornecedores 3.986 2.418 Adiantamento a Colaboradores 259 20 Total 4.245 2.438 10 - Créditos Tributários O saldo está composto pelos seguintes valores: Descrição Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS Diferido sobre Imobilizado 7.030 13.656 3.119 6.138 IRPJ/CSLL sobre Prejuizos Fiscais 1.771 IRPJ/CSLL Saldo Negativo a Compensar 3.954 IRPJ/CSLL sobre ajustes temporários 466 358 IPI a Compensar 1.560 1.382 (-) Ajuste a Valor Presente (2.518) (1.239) Outros Créditos 148 36 Total 12.692 11.604 4.537 7.028 Os créditos diferidos em relação à ICMS sobre aquisição de ativos do imobilizado foram trazidos a valor presente, calculados mediante a taxa média de juros aplicáveis aos empréstimos. 11 – Imobilizado O saldo está composto pelos seguintes valores: Descrição

Taxa Média Depreciação Aplicada

Terrenos Máquinas e Equipamentos Edificações Instalações Ferramentais Móveis e Utensílios Equipamento de Informática Veículos Imobilizado em Andamento Total

14,80% 2,00% 7,60% 15,90% 11,70%

Custo de Aquisição 18.969

Em milhares de Reais Depreciação -

31/DEZ/11 18.969

Líquido 31/DEZ/10 18.969

a.a a.a a.a a.a a.a

274.784 58.339 40.563 2.365 7.745

(73.637) (4.562) (5.060) (1.471) (1.325)

201.147 53.777 35.503 894 6.420

116.132 29.201 6.083 522 2.244

21,20% a.a 20,00% a.a

1.581 527

(700) (83)

881 444

414 238

71.892 476.765

(86.838)

71.892 389.927

89.116 262.919

Quadro demonstrativo da variação do imobilizado: Descrição

Saldo 31/DEZ/2010

Terrenos 18.969 Máquinas e Equipamentos 160.578 Edificações 33.041 Instalações 9.866 Ferramentais 1.893 Móveis e Utensílios 3.093 Equipamento de Informática 983 Veículos 264 Imobilizado em Andamento 89.116 Total 317.803 (-) Depreciação Acumulada (54.884) Total 262.919 12 – Diferido O saldo está composto pelos

Em milhares de Reais TransfeDeprec. Saldo Adições Baixas rências Acumulada 31/DEZ/2011 -

-

-

-

18.969

89.105 57 755 91 3.258

(34)

25.102 25.241 29.942 381 1.428

(73.637) (4.562) (5.060) (1.471) (1.325)

201.147 53.777 35.503 894 6.419

622 263

(24) -

-

(700) (83)

881 444

67.022 161.172

(2.089) (2.146)

(82.157) (64)

(86.838)

71.893 389.927

seguintes valores:

Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 Amortizações 31/DEZ/10 Fase Pré Operacional 17.885 17.885 (-) Amortização Pré Operacional (12.468) 1.622 (10.846) Projeto Novos Produtos 4.160 4.160 (-) Amortização dos Projetos (1.664) 416 (1.248) Total 7.913 2.038 9.951 13 – Intangível O saldo está composto pelos seguintes valores: Descrição Em milhares de Reais Saldo em 31/DEZ/11 Aquisições Amortizações Baixas Softwares Sistemas Corporativos 2.334 1.039 (-) Amortização Softwares (899) (375) Projetos em Desenvolvimentos 3.010 (-) Amortização dos Projetos (720) (297) Total 3.725 1.039 (672) -

Saldo em 31/DEZ/10 1.295 (525) 3.010 (423) 3.357

14 – Empréstimos e Financiamentos O saldo de empréstimos e financiamentos contraídos junto às instituições financeiras está assim demonstrado:

Continua... CMYK


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B3 | Indústria&Comércio

...Continuação

NOTAS EXPLICATIVAS

Operações

Indexador

Aplicados no Ativo Imobilizado Arrendamento Mercantil FINAME FINIMP Linha de Crédito BNDES Linha de Crédito FINEP Agência de Fomento Total Aplicados no Ativo Imobilizado Aplicados Capital de Giro Operações Giro Total Aplicados Capital de Giro Aplicados ACC Adiantamento Contrato de Câmbio Pré-Pagamento de Exportação PPE Total Aplicados Contrato de Câmbio

Pré-fixada TJLP Variação Cambial TJLP TJLP TR

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10

Taxa Média de Juros a.a

Vencimento

18,72% a 18,84% a.a 1,5% a 7% a.a 1,10% a 7,86% a.a 1,7% a 7,3% a.a 1,77% a 5,25% a.a 3% a.a

13/ABR/12 15/BR/20 02/MAIO/19 15/JUL/13 15/JUN/17 15/DEZ/19

2,50% a.a 4,5% a 7,20%a.a 2,85% a 7,50% a.a

CDI Var. Cambial Var. Cambial + CDI

100 61.578 51.125 104.271 70.700 4.472 292.246

367 35.200 14.570 80.127 87.273 4.973 222.510

16/FEV/16

22.554 22.554

1.681 1.681

31/AGO/12 27/DEZ/13

25.191 27.797 52.988

12.834 14.035 26.869

367.788 (128.719) 239.069

251.060 (68.726) 182.334

Total Financiamentos (-) Operações Curto Prazo (Circulante) Operações Longo Prazo (Não Circulante)

Em milhares de Reais Descrição 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Créditos sobre diferenças temporárias Ativo 466 358 Débitos sobre diferenças temporárias Passivo 17.336 11.917 Além das depreciações aceleradas concedidas, especificamente, para o setor automotivo, a Companhia implementou, a partir do exercício de 2010, a fruição dos benefícios de Inovação Tecnológica, constantes da Lei 11.196/05. 23 – Capital Social O capital social subscrito é de R$ 16.229 mil, dividido em 16.229.000 ações ordinárias e nominativas com valor nominal de R$ 1,00 cada. 24 – Destinações Propostas a) Reserva Legal Calculada nos termos do art. 193, da Lei nº. 6.404/76, a razão de 5% do Lucro Líquido do Exercício. b) Dividendos Provisionados de acordo com o art. 202, § 2º, da Lei nº. 6.404/76 e o estatuto da Companhia, no montante de R$ 2.424 mil.

Os financiamentos estão garantidos por hipoteca, alienação fiduciária dos bens objetos de financiamentos, avais, duplicatas, fianças, penhor mercantil e notas promissórias.

empréstimos.

Em 31 de dezembro de 2011, o montante não circulante tem a seguinte composição por ano de vencimento:

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

As partes relacionadas são:

Descrição

- Drima Participações S.A. - Controladora - WHB Componentes Automotivos S.A. – Pessoal chave da administração - WHB International, Inc. - Pessoal chave da administração

Ano 2013 2014 2015 2016 Após 2016

Valor 125.714 43.179 32.764 24.824 12.587

CIC - Cia de Desenvolvimento de Curitiba Copel Distribuição S/A Outros Contas a Pagar TOTAL

15 – Remunerações e Provisões

25 – Transações com Partes Relacionadas

19 – Outros Valores a Pagar

Não Circulante

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Circulante Circulante Circulante

4.000 3.865 7.865

-

O saldo está composto pelos seguintes valores:

20 – Provisão para Contingências

Descrição

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 4.972 1.750 8.975 2.540 255 11 14.202 4.301

Salários e Encargos a Pagar Provisão de Férias e Encargos Outros Total

Descrição Contingências Trabalhistas Contingências Tributárias Total de Contingências no Passivo

16 – Obrigações Tributárias

ICMS a recolher IRRF a recolher PIS/COFINS a recolher IRPJ/CSSL a recolher Impostos e Contribuições Retidas Ajuste por Reapresetanção Nota4 Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 1.311 1.296 463 377 1.087 598 50 95 156 59 12.084 3.067 14.509

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores:

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

PAEX SRF REFIC IPTU Total

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 81 81 74 81 155

21 – Receitas e Despesas Financeiras

17 – Obrigações Tributárias Parceladas

Não

4.811 4.811

Com base na opinião de seus assessores jurídicos e consoante as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Companhia, constitui provisões para contingências em montantes considerados suficientes para suportar eventuais perdas estimadas como de provável risco. Existem outros processos trabalhistas e tributários para os quais os assessores jurídicos avaliaram o risco como possível, montando R$ 1.228 mil.

O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

630 1.057 1.687

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Circulante Circulante Circulante Circulante 280 1.258 267 1.469 24 6 23 29 304 1.264 290 1.498

17.1- Programas de Parcelamentos Valores Em milhares de Reais Data Amortização Parcelas Vencimento Parcelamentos Legislação Opção Indexador em 2011 a vencer Final PAEX ICMS Lei nº 11.371/06 set/06 TJLP 274 41 jun/17 REFIC IPTU LC nº 43/2002 abr/03 TJLP 35 15 mar/13 Total 309 A opção pelos parcelamentos traz implícita a obrigatoriedade do pagamento regular dos tributos mensais da Companhia, como condição essencial para a manutenção das formas de pagamento, previstas nesse programa, bem como para a manutenção de seus benefícios fiscais, sendo que a Companhia está em situação regular quanto a esta exigência. 18 – Obrigações Tributárias Diferidas O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS - Programa Bom Emprego 19.438 72.028 9.099 64.878 ICMS Diferido sobre Imobilizado 3.648 7.563 1.122 2.384 IRPJ e CSLL sobre Reavaliação 4.329 1.606 IRPJ/CSLL sobre ajustes temporários 16.102 11.375 IRPJ e CSLL sobre Reavaliação Capitalizada 1.234 (-) Ajuste a Valor Presente (1.311) (445) Total 23.086 99.945 10.221 79.798 a) ICMS Programa Bom Emprego – Subvenção Governamental Refere-se ao incentivo do projeto de geração de emprego obtido junto ao Estado do Paraná, com diferimento de 90% do ICMS devido pelo prazo de 48 meses. No exercício 2010, iniciou-se o pagamento referente ao incentivo Bom Emprego aderido em DEZ/2005. No exercício de 2011 foi pago o montante R$ 12.208 mil. Em consonância com o entendimento do CPC-07 – Subvenção e Assistência Governamental, o ICMS Bom Emprego caracteriza-se como empréstimo subsidiado, sendo comparada a taxa do subsídio com a taxa praticada no mercado. Em 2011, foi reconhecida receita de subvenção no valor R$ 2.038 mil. b) Ajuste a valor presente Os débitos diferidos em relação a ICMS sobre aquisição de ativos do imobilizado foram trazidos a valor presente, calculados mediante a taxa média de juros aplicáveis aos

Descrição Receitas Financeiras Juros Ativos Variação Cambial Ativa Rendimentos Aplicação Financeira Ajuste a Valor Presente Subvenção ICMS Bom Emprego Outras Receitas Financeiras Total das Receitas Financeiras Despesas Financeiras Juros Passivos Variação Cambial Passiva Ajuste a Valor Presente Descontos Concedidos Despesas Bancárias Outras Despesas Financeiras Total das Despesas Financeiras Resultado Financeiro Líquido

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 1.832 27.674 8.220 1.232 2.038 1.366 42.362

1.213 6.749 4.949 445 1.336 17 14.709

25.909 35.802 1.646 79 499 1.079 65.014 (22.652)

16.475 6.195 1.239 42 317 921 25.189 (10.480)

22 - Imposto de Renda e Contribuição Social A Companhia apura a Contribuição Social e o Imposto de Renda sobre o lucro com base no Lucro Real. Os valores de Imposto de Renda e Contribuição Social que afetaram os resultados dos Exercícios de 2011 e de 2010 estão demonstrados no quadro a seguir: Em milhares de Reais Descrição 31/DEZ/11 31/DEZ/10 Lucro contábil antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social 53.949 57.641 Efeitos dos Ajustes para Adequação da Lei 11.638/07 e CPC's publicados 413 794 (+) Adições efetuadas no LALUR 47.983 8.137 (-) Exclusões efetuadas no LALUR 71.229 51.334 (=) Base Negativa da CSLL e Lucro Real 31.116 15.238 (-) Compensação Base Cálculo Negativa CSLL (4.571) (=) Base de Incidência da Contribuição Social 31.116 10.667 Contribuição Social do Resultado do Exercício 2.800 960 (-) Crédito 25% sobre depreciação Imobilizado Lei nº. 11.051/2001 (648) (699,00) (=) Base Negativa da IRPJ e Lucro Real 31.116 15.238 Reversão Deprecição Acelerada- Lei 11.744/2008 934 (-) Depreciação Acel - Lei 11.774/2008 (15.136) (11.068) (-) Compensação Prejuízos Fiscais 0 (1.251) (=) Base de Incidência da Imposto de Renda 16.914 2.919 Imposto de Renda Resultado do Exercício 4.204 706 (-) Incentivo Fiscal de Dedução de Imposto (187) (18) (=) Valor Registrado Resultado Provisão IRPJ/CSLL Corrente 6.170 949 Provisão IRPJ/CSLL sobre efeitos temporários 5.311 10.969 Ajuste por Reapresentação Nota 4 6.007 (=) Valor Registrado na Demonstração de Resultado 11.481 17.925 Provisão IRPJ / CSLL - Diferido

Os saldos relativos a operações com partes relacionadas são: Grupo Operações no Ativo Drima Participações Ltda WHB International, INC WHB Componentes Automotivos S.A Total do Ativo

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 31/DEZ/10 10.810 14.957 25.767

255 8.856 9.111

Os montantes das operações em 2011: Operações

Em milhares de Reais WHB Drima WHB Componentes Participações International Saldo em 2009 (10.917) 2.948 Distribuição de Dividendos (1.547) Vendas de Produtos 2.553 15.432 Pagamento de Serviços 185 Pagamentos Financeiros 113.376 1.802 Compra de Serviços (108.779) Recebimentos Financeiros (8.036) Comissões creditadas (1.489) Saldo em 2010 (3.582) 255 8.855 Distribuição de Dividendos (2.424) Vendas de Produtos 2.384 19.419 Pagamento de Serviços 116 Pagamentos Financeiros 39.367 2.120 Compra de Serviços (23.328) Recebimentos Financeiros (15.785) Comissões creditadas (1.679) Saldo em 2011 14.957 (49) 10.810 Em relação ao saldo constante para Drima Participações, no montante acima apresentado, trata-se exclusivamente de dividendos, e assim está apresentado nas demonstrações financeiras. 26 – Honorários dos Administradores Durante o exercício de 2011 os honorários dos administradores totalizaram R$ 203 mil e foi apropriado como despesas. Durante o exercício de 2010 não houve pagamento de honorários aos administradores. 27 – Seguros A Companhia possui cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos (Estoques, Imobilizado) e lucros cessantes. A vigência das apólices e seus valores estão assim compostos: Local Segurado

Vigência

Em milhares Em milhares de Reais de Reais ** Imobilzados e Estoques 04/JUL/2011 a 04/JUL/2012 480.000 250.000 Lucros Cessantes 04/JUL/2011 a 04/JUL/2012 270.981 30.000 Total da cobertura 750.981 280.000 ** Limite Máximo de Responsabilidade 28 – Evento Subsequente Em 02/JAN/12, a Companhia recebeu o montante de R$ 3.845 mil referente a títulos a receber de clientes, cuja programação original era 29/DEZ/2011.O montante recebido gerou aumento nas disponibilidades e redução dos direitos realizáveis conforme demonstrado abaixo: Descrição

Em milhares de Reais 31/DEZ/11 EVENTO 31/DEZ/11 DIVULGADO 02/JAN/12 ADAPTADO ** CIRCULANTE 246.804 246.804 DISPONIBILIDADES 64.502 3.845 68.347 Caixa e Bancos Contas Movimento 2.983 3.845 6.828 Aplicações de Liquidez Imediata 61.519 61.519 DIREITOS REALIZÁVEIS 182.302 (3.845) 178.457 Clientes 83.269 (3.845) 79.424 ** Este valor dever ser considerado, caso os recebimentos tivesse ocorrido na data pactuada entre a Companhia e seu cliente. Magaly Hubner Busato Adriano Hubner Edson Martins Ferreira

Diretora Presidente Diretor Industrial Contador CRC SP-194231/O-5 S-PR

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas da WHB Fundição S/A Curitiba - PR

com base em nossa auditoria, conduzidas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores, e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.

Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da WHB Fundição S/ A em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Examinamos as demonstrações financeiras da WHB Fundição S/A, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Outros Assuntos

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente, se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras,

Opinião

A WHB Fundição S/A elaborou um conjunto completo de demonstrações financeiras, combinadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, sobre as quais emitimos relatório de auditoria independente separado, não contendo qualquer modificação, com data de 30 de janeiro de 2012. Curitiba, 30 de janeiro de 2012. Jacó Moacir Schreiner Maran Contador CRC/PR N o 017.214/O-8

RUSSELL BEDFORD BRASIL – AUDITORES INDEPENDENTES CRCPR N o 002.906/O-5

agricultura

Cana: Canaplan estima safra de 470 milhões de toneladas em 2012/13 Volume moído representa uma baixa de 4,66% sobre as 493 milhões de t processadas na safra passada

A

s usinas e destilarias do Centro-Sul do Brasil devem processar 470 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2012/13, de acordo com a primeira estimativa da consultoria Canaplan, divulgada há pouco. O volume moído representa uma baixa de 4,66% sobre as 493 milhões de t processadas na safra passada. “É uma estimativa com viés de baixa, porque estamos mal impressionados com o desenvolvimento da safra”, disse o sócio-diretor consultoria, Luiz Carlos Corrêa Carvalho. Segundo ele, o processamento pode variar de 460 milhões de t a 480 milhões de t, “mas a tendência

é que a moagem fique no piso e, dificilmente, atinja o teto das previsões”, informou. A estimativa da Canaplan é a menor entre todas as feitas até agora, que variavam de 510 milhões e 530 milhões de t. Para Carvalho, a safra 2012/2013 ainda sofre com problemas estruturais e cíclicos que devem impactar na produção, assim como na safra passada. “Entre os problemas estruturais está a idade média do canavial, que está alta e, mesmo com insumos, a cana está em um nível de estresse que não responde aos investimentos”, comentou. “Os problemas cíclicos são a seca, o florescimento e as geadas do ano passado”, acrescentou. Se-

gundo a consultoria, 87% da cana do primeiro corte e 94% da cana a partir do segundo corte sofrem com déficit hídrico em São Paulo e estão em condições piores de desenvolvimento até mesmo do que a safra passada. “O clima responde por metade do desenvolvimento da safra “, disse Júlio Campanhão, agrônomo da Canaplan. Carvalho lembrou que a produção da safra 2010/12 alcançou 556 milhões de toneladas no Centro-Sul e avaliou que uma recuperação da quebra nessas duas últimas safras está dentro de um ciclo de baixa de ao menos três ou quatro safras. Ou seja, uma recuperação só deve ocorrer após o ciclo 2014/15.

Paraílio Domingues da Silva Filho Contador CRC/PR N o 035.538/O-4

A estimativa da Canaplan é a menor entre todas as feitas até agora, que variavam de 510 milhões e 530 milhões de t.

Ministro anunciará NE como área livre com vacinação O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse em entrevista ao programa Bom dia Ministro, da TV NBR, do governo federal, que em junho irá ao Nordeste para anunciar que a região se tornará área livre de aftosa com vacinação. Na região, apenas Bahia e Sergipe detêm o status de livre da doença com vacinação. Ribeiro afirmou que a meta da presidente Dilma Rousseff de tornar todo território brasileiro como área de livre de aftosa com vacinação até 2013 deve ser alcançada até dezembro deste ano. Na entrevista concedida à TV estatal, Mendes Ribeiro conversou com jornalistas de emissoras de rádio de diversos Estados. O assunto principal do programa foi o combate à febre aftosa. O ministro destacou a atuação da defesa agropecuária na fronteira com o Paraguai, após o surgimento do foco de febre aftosa no país vizinho, num trabalho conjunto com o governo de Mato Grosso do Sul, Ministério da Defesa e Polícia Federal.


Publicidade Legal Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B5

Grupo Citra traz tecnologia exclusiva para o setor ferroviário brasileiro Empresa comercializará Truques Scheffel, desenvolvidos na África do Sul para evitar desgaste das rodas e trilhos dos trens Atualmente, a malha ferroviária brasileira conta com 3 mil locomotivas e pouco mais de cem mil vagões. Os planos das concessionárias que integram a ANTF (Associação da Associação Nacional dos Transportadores

Ferroviários) são de adquirir mais 2 mil locomotivas e mais 40 mil vagões até 2020. Para acompanhar esse crescimento, o Grupo Citra, empresa brasileira especializada em negócios nacionais e internacionais, aposta na

comercialização dos Trucks Scheffel, equipamentos desenvolvidos na África do Sul capazes de evitar o desgaste excessivo das rodas e trilhos dos trens. “Estamos constantemente em busca de novas tecnologias que trarão benefícios

para o setor, como redução de custos das operações. Os trucks, por exemplo, oferecem uma economia de até 40%, dependendo das condições de uso e levando em consideração o trajeto e a carga a serem transportadas”, explica Do-

Iveco anuncia encomenda recorde de ônibus A Iveco anunciou uma encomenda recorde para sua linha de ônibus híbridos diesel-elétricos. A cidade francesa de Dijon comprou 102 ônibus desse tipo, sendo 41 standard e 61 articulados, que tem como base os modelos Citelis de 12 e 18 metros. Essa encomenda amplia o número de veículos híbridos diesel-elétricos em circulação na França e indicam uma tendência de crescimento. Cerca de 200 unidades já circulam em cidades francesas de Poitiers, Toulon, Paris e na ilha de La Reunion. Outros ônibus híbridos foram encomendados pelas cidades de Rouen, Annecy e Bordeaux. Os ônibus diesel-el&eacu te;tricos da Irisbus estão sendo testados em outras cidades europeias como

Viena, na Áustria, e em Montreal e Longueuil, no Canadá. “Seguindo sua vocação de empresa inovadora, a Iveco está na vanguarda da popularização dos combustíveis alternativos, como esses ônibus híbridos comprovam”, destacou Franco Miniero, vicepresidente da divisão de ônibus da Iveco. “Os ônibus híbridos dieselelétricos da Irisbus Iveco são de 25 a 35% mais eficientes e menos poluentes que um ônibus diesel normal”. A energia elétrica é utilizada para a partida da imobilidade, enquanto o motor diesel entra em operação com o veículo já em andamento. As baterias acumulam energia durante as frenagens, que é reutilizada no momento da acelera-

ção. Por causa dessa configuração, o motor diesel tem cilindrada 25% menor que o normalmente exigido pelo tamanho do veículo. O gerador elétrico também elimina o uso do motor de arranque, alternador e correias. “Os resultados ambientais são significativos”, informa Miniero. Calcula-se que a redução de emissões de CO2 pode chegar a meio quilo por quilômetro. Se um ônibus urbano roda 50.000 km em média por ano, isso significa uma redução de 25 toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera. Depoimentos de motoristas também comprovam a facilidade de condução e um elevado nível de conforto para os passageiros graças às retomadas suaves do trem de força.

minic de Souza, diretor comercial do Grupo Citra. O sistema foi desenvolvido pelo engenheiro mecânico Dr. Scheffel com a proposta de tornar o transporte de minérios mais lucrativo. A partir do principio da circuns-

crição de curva, que permite que os truques acompanhem os trilhos sem atritos com a flange e faça as curvas passivamente, foi criado um sistema capaz de aumentar a vida útil de uma roda de trem de 600 mil para 3 milhões de Km.

ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA SANTA OLGA Rua Marechal Floriano, 1214 – PRUDENTÓPOLIS – PR CNPJ 80.638.141/0001-73 DEMONSTRATIVO DOS BALANÇOS GERAL ENCERRADOS EM 31/12/2011 COMPARADO COM 31/12/2010 ATIVO TOTAIS DO ATIVO CIRCULANTE Caixa Bancos c/ movimento Bancos c/ aplicação Valores a receber PERMANENTE Edificações Móveis e Utensílios Máquinas e Aparelhos Instalações Veículos Equipamentos Informática Laboratório e Biblioteca Ginásio de Esportes Poço Artesiano (Depreciações)

2011 1.115.557,33 528.800,44 72.290,42 20.301,84 414.051,63 22.156,55 586.756,89 450.790,39 282.884,02 118.825,68 17.933,00 135.292,67 49.092,50 32.360,17 83.708,61 22.300,00 (606.430,15)

2010 1.077.527,35 425.542,15 40.770,08 34.353,81 286.324,48 64.093,78 651.985,20 450.790,39 275.809,02 113.464,91 9.349,00 135.292,67 45.492,50 32.360,17 83.708,61 22.300,00 (516.582,07)

PASSIVO TOTAIS DO PASSIVO CIRCULANTE Salários e Encargos Sociais Provisões p/ Férias Tributos a Recolher Fornecedores PATRIMÔNIO SOCIAL Patrimônio Próprio Reserva de Resultados Resultado do Exercício

2011 1.115.557,33 37.612,73 23.791,88 13.820,85 0,00 0,00 1.077.944,60 1.029.493,28 0,00 48.451,32

2010 1.077.527,35 49.024,79 22.794,91 24.429,88 0,00 1.800,00 1.028.502,56 1.035.807,76 00,00 (7.305,20)

BENEFÍCIOS FISCAIS E PREVIDENCIÁRIOS USUFRUIDOS EXERCÍCIOS 2011 e 2010 ATIVOS

PASSIVOS 2010 74.425,36 3.656,99 21.210,56 46.743,14 00,00 146.036,05

2011 102.617,30 4.921,55 28.545,04 50.934,18 4.481,74 191.499,81

INSS Quota Patronal INSS Seguro Acid. Trab. INSS Quota Terceiros Cofins Receita Bruta CSLL sobre Resultado Total Benefícios Usufruídos

2010 74.425,36 3.656,99 21.210,56 46.743,14 0,00 146.036,05

2011 102.617,30 4.921,55 28.545,04 50.934,18 4.481,74 191.499,81

INSS Quota Patronal INSS Seguro Acidente Trab. INSS Quota Terceiros Cofins Receita Bruta CSLL sobre Resultado Total Benefícios Usufruídos

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO EM 31/12/2011 = DRE

Pão de Açúcar estreia campanha institucional O Pão de Açúcar iniciou ontem (19) a sua campanha institucional 2012 com o conceito “Um momento feliz é a gente que cria”. Neste dia serão exibidos três novos filmes para televisão e, a partir desta data, acontecerão ações em todos os pontos de contato da marca, como redes sociais, Pão de Açúcar Delivery e material de ponto de venda, em uma comunicação 360º. Outra novidade é evolução do conceito ”O que faz você feliz?” que se transformou em assinatura da marca. “Perguntar ‘o que faz você feliz?’ ajuda as pessoas a sair do ‘piloto automático’ e ver oportunidades de celebrar os momentos cotidianos. Além disso, a pergunta revela o interesse do Pão de Açúcar pela resposta do cliente, traduzindo aquela que é nossa essência: o prazer em servir. Todos esses pontos juntos, nos fizeram perceber a importância de evoluir com a assinatura do Pão de Açúcar”, explica Marcelo Bazzali, Diretor de Marke-

ting do Grupo Pão de Açúcar. “O Pão de Açúcar inovou o varejo brasileiro com uma linguagem particular e temáticas emotivas”, completa Bazzali. A criação do conceito “Um momento feliz é a gente que cria’’ representa um processo natural. Em 2007, a PA Publicidade (agência do Grupo Pão de Açúcar), auxiliada com pesquisas de tendências de comportamento, propôs uma campanha que valorizava algo que sempre esteve presente em toda a história da marca: a felicidade. As pessoas foram convidadas a terem um novo olhar sobre suas vidas, buscando em seu dia a dia a existência de diversos momentos de felicidade – que, muitas vezes, não são notados. “Não valorizamos apenas a felicidade grandiosa, de eventos excepcionais, mas também os pequenos momentos do cotidiano. O novo conceito vai além da reflexão e convida os consumidores a concretizem momentos de felicidade”, afirma Bazzali. Ontem foram exibidos os três

filmes alternadamente nos canais de televisão aberta e fechada. Após essa data, os comerciais serão veiculados em flights programados até o final do ano. Em comum, os três filmes retratam situações corriqueiras, mas que tornam-se exemplos de momentos felizes para serem eternizados. “Alguns dos ingredientes para isso, como carinho, afeto e dedicação, são fornecidos pelos personagens. Os outros podem ser encontrados no Pão de Açúcar”, explica Bazzali. Assim, situações como a elaboração de um bolo entre mãe e filha, um churrasco com os amigos e o preparo de uma refeição saudavel por um casal, tormam-se, somadas a interação humana e os produtos do Pão de Açúcar, momentos felizes. “O preparo do momento feliz com todos os seus ingredientes é a ‘estrela’ do filme, porque passa carinho, envolvimento das pessoas e a qualidade dos produtos comercializados em nossas lojas”, comenta Marcelo Prista, Diretor de Criação da PA Publicidade.

Ney Leprevost defende crianças cardiopatas O deputado Ney Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, encaminhou requerimento a Secretaria Estadual de Saúde solicitando que as crianças prematuras e cardiopatas recebam o medicamento Synagis – Palivizumabe até os 2 anos de idade, a exemplo do que ocorre nos demais estados brasileiros. Segundo Leprevost, este medi-

camento deve ser ministrado sazonalmente, entre abril e agosto, para imunização contra o “Vírus Sincicial Respiratório”, que circula nessa época do ano e causa a “bronquiolite”, um problema respiratório muito grave para as crianças nessa condição, que pode levar a internações em UTI e até a morte. “Estamos unidos ao deputado

Ney para fazer valer os direitos das crianças, superando os entraves burocráticos. Ele é um parlamentar que ajuda a salvar vidas”, afirma Márcia Rebordões, da AACC Pequenos Corações. “Confio na sensibilidade de toda equipe do secretário Micheli Caputo e acredito que esta questão será tratada com a urgência necessária”, afirmou Ney Leprevost.

Cozil expande seus negócios no país Após registrar crescimento de 58% no primeiro trimestre de 2012, a Cozil - indústria de equipamentos para cozinhas profissionais - anuncia a contratação de novos gerentes regionais. A procura pela marca e a necessidade de intensificar as vendas em regiões estratégicas foram os principais fatores para a inserção de um gestor em cada local de forte demanda no país. De acordo com Cleyton Francisco, Gerente Nacional de Vendas da Cozil, o objetivo da segmentação é alcançar novos negócios “A presença

é fundamental para conquistar a confiança dos clientes e com a chegada dos novos gestores esse relacionamento será mais estreito”, explica. O setor de food service cresce em média 15% ao ano e com os grandes eventos esportivos se aproximando, a expansão desse mercado no Brasil tende a ser ainda maior nos próximos anos, atingindo diversos estados do país. De olho nesse cenário, a Cozil, que pretende atingir um crescimento de 60% em 2012, anuncia quatro novos gerentes em seu time comercial para atuar

nas regiões Sul, Norte-Nordeste, Grande São Paulo e Interior de São Paulo. Conheça o perfil de cada profissional que passa a coordenar a área de vendas da Cozil em sua região de atuação: Sérgio Furini coordenará as vendas no interior de São Paulo. Com grande conhecimento na região em que atuou por sete anos pela Prática Fornos, o gestor afirma que formará uma grande equipe no local. “Vou formar uma equipe de vendedores comprometidos e vencedores. Acredito que assim chegaremos ao sucesso”.

TIM lança novos combos exclusivos para PMEs A TIM anuncia um novo pacote de ofertas desenvolvido para atender as necessidades de conectividade das pequenas e médias empresas (PMEs). São três combos que incluem planos de voz, internet móvel ilimitada e modernos aparelhos, tudo isso por um valor fixo mensal. Além do preço com a aquisição dos combos ser mais vantajoso quando comparado com a compra em separado, um dos maiores atrativos fica por conta dos aparelhos inclusos nos paco-

tes. Os clientes podem optar por smartphones (Iphone 4, Samsung Galaxy Y ou LG Optimus Pro) e tablets (iPad 2 ou Samsung Galaxy Tab Plus) de última geração. Para a empresa que não dispensa o uso de internet em PCs, notebooks ou ultrabooks, há uma oferta que inclui modem 3G por apenas R$ 49,90 mensais, já com o plano Liberty Web Empresa Modem incluso. Com a oferta, a TIM apresenta soluções inovadoras que permitem a comunicação ilimitada e

sem fronteiras, garantindo maior competitividade e profissionalismo às empresas brasileiras. Esta é uma grande oportunidade para pequenos e médios empresários desenvolverem seus negócios. Além disso, a empresa está com uma grande promoção para os consumidores que optarem pela portabilidade, ou que trocarem seu rádio por um número TIM, oferecendo descontos de até 25% nos planos, que já incluem smartphones. São quatro opções de aparelhos para os clientes.

RECEITAS 2011 1.178.566,09 72.370,00 1.110.591,37 (4.395,28) 508.114,79 456.604,71 22.802,66 28.030,42 677,00

RECEITAS OPERACIONAIS Casa Estudantes Santa Olga - Ponta Grossa Colégio Santa Olga - Ivaiporã (Dedução de Receita = PIS) RECEITAS NÃO OPERACIONAIS Doações de Associadas Contribuições de Terceiros Renda de Festividades Venda de Produção Chácara

27.387,30 27.387,30

RECEITAS FINANCEIRAS Rendimentos de Aplicações Financeiras

1.714.068,18

SOMAS DE CONFERÊNCIA

DMPL - Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido encerrada em 31 de dezembro de 2011 Saldo Inicial

Patrimônio

Superávit (Déficit)

Próprio

Acumulado

Total

Saldo Inicial em 31/12/2010

R$ 948.232,37

R$

81.260,91

R$ 1.029.493,28

Resultado do Exercício

R$

R$

48.451,32

R$

-

48.451,32

Saldo Final em 31/12/2011

R$ 948.232,37

R$ 129.712,23

R$ 1.077.944,60

DESPESAS 2011 FILANTROPIA CONCEDIDA Gratuidade Casa Estudantes Santa Olga Colégio Santa Olga - Ivaiporã Assistência Social DESPESAS OPERACIONAIS E ADM. Salários e Encargos Sociais Material de Expediente - consumo Utilidades e Serviços Despesas com Associadas Depreciação DESPESAS FINANCEIRAS Despesas Bancárias Contribuição Sindical DESPESAS TRIBUTÁRIAS Tributos Federais Tributos Estaduais Tributos Municipais RESULDAO DO EXERCÍCIO SOMAS DE CONFERÊNCIA

704.701,83 12.240,00 488.444,00 204.017,83 934.126,22 485.056,30 88.858,18 263.290,31 7.073,35 89.848,08 5.602,36 4.123,04 1.479,32 21.186,45 574,24 2.302,39 18.309,82 48.451,32 1.714.068,18

DOAR - Demonstração das Origens e Aplicações dos Recursos encerrado em 31 de dezembro de 2011 Origens Superávit do exercício Depreciação Ajuste do Passivo Total das Origens Aplicações Aquisição de Imobilizado Total das Aplicações Capital Circulante Líquido Variações Variação do Ativo Circulante Variação do Passivo Circulante Capital Circulante Líquido

R$ R$ R$ R$

48.451,32 89.848,08 990,72 139.290,12

R$ R$ R$

24.619,77 24.619,77 114.670,35

R$ R$ R$

103.258,29 11.412,06 114.670,35

R$

48.451,32

R$

89.848,08

Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC - 2011 - Método Indireto Fluxo de caixa das atividades operacionais + Resultado líquido do exercício Ajustes do Resultado líquido + Depreciação Ajustes variações das contas de ativo e passivo operacional Ativo - Aumento disponibilidades Bancos + Diminuição da conta valores a receber - Aumento de Adiantamentos Passivo - Diminuição de fornecedores - Diminuição de salários a pagar + Aumento obrigações sociais a recolher - Diminuição das provisões Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento - Aquisição de imobilizado com recursos do disponível Caixa líquido usado nas atividades de investimentos Aumento líquido ao caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalente de caixa no início do período Caixa e equivalente de caixa no fim do período Variação das contas caixa/bancos/equivalentes

R$ (113.675,18) R$ 64.093,78 R$ ( 22.156,55) R$ ( 1.800,00) R$ ( 4.207,74) R$ 5.204,71 R$ ( 10.609,03) R$ 55.149,39 R$ R$ R$ R$ R$ R$

(23.629,05) (23.629,05) 31.520,34 40.770,08 72.290,42 31.520,34

NOTAS EXPLICATIVAS: FAZEM PARTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. CONTEXTO OPERACIONAL: A Associação Educativa Santa Olga é uma instituição sem fins lucrativos que se dedica à assistência social indistintamente à quem dela necessitar, sendo mantida com recursos oriundos das suas próprias associadas (instituição religiosa secular) que trabalham em diversas atividades fora da Associação e todos os recursos financeiros, inclusive salários obtidos pelas associadas, nestas outras atividades fora da Associação, são doados à Associação e investidos para atendimento social à que se propuseram. Também como fonte de recursos a Associação mantém o Colégio Santa Olga na cidade de Ivaiporã, que destina toda a sua receita no objetivo social da educação; e nas cidades de Ponta Grossa, Prudentópolis e Curitiba, mantém o Centro Santa Olga e Casa de Estudantes Santa Olga, concedendo gratuidade integral no atendimento às crianças e jovens que nela se abrigam, igualmente destinando os seus eventuais recursos no objetivo da assistência social. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: As demonstrações contábeis foram elaboradas e estão sendo apresentadas de conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas observando-se os princípios emanados da lei 6404 e Resolução CFC nº 877/2000 que aprovou a NBC T 10.19. E também para atender as disposições do Conselho Nacional de Assistência Social, do Ministério da Previdência e Assistência Social, do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça e está dimensionada consoante às práticas contábeis e o sumário descrito no item 3. 3. SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS: a) - a disponibilidade de caixa é registrada em cada uma das unidades mantida, e representam reservas para suprir os compromissos de salários e encargos sociais nos primeiros dias do ano após o fechamento do balanço; b) - O ativo permanente é registrado pelo custo de aquisição ou construção das edificações; c) - A provisão para férias e encargos sociais é constituída em função dos direitos adquiridos dos empregados até a data do balanço; d) - Patrimônio Social, representado pelo Patrimônio Próprio resultante de superávits de exercícios anteriores e que são reaplicados exclusivamente nos objetivos sociais da instituição, bem como o superávit do exercício demonstrado que igualmente tem a mesma destinação. e) - As contas do Ativo e Passivo de Benefícios Fiscais demonstram os valores usufruídos como Encargos Sociais Patronais como a entidade goza da Imunidade conferida às Entidades de Assistência Social e Filantrópicas sem Fins Lucrativos. 4. PATRIMÔNIO LÍQUIDO: A composição do Patrimônio social é decorrente do reinvestimento dos resultados obtidos ao longo da existência da AESO em exercícios anteriores e que foram destinados e investidos no Ativo Permanente priorizando a consecução dos objetivos sociais e estatutários em benefícios a terceiros necessitados. 5. FILANTROPIA CONCEDIDA: Do total da Receita Bruta, onde está incluído o montante das anuidades gratuitas e não cobradas daqueles que usufruem os benefícios continuados ofertados pela Associação e na área da educação e suporte educacional, representam a cada 6 (seis) alunos um inteiramente gratuito e os demais com bolsa parcial correspondente a 50% (cinquenta por cento) do valor da anuidade escolar, a filantropia total representa 42,32% do montante dos serviços prestados, e 41,11% do total da receita bruta ai incluído as doações das próprias associadas que revertem em assistência social à crianças e famílias com necessidades especiais. Estão assim distribuídas: RECEITA FILANTROPIA Montante R$ 1.714.068,18 Montante R$ 704.701.83 Fonte de origem Valor R$ % sobre Valor % sobre montante aplicado R$ montante Receita Casa Estudantes Ponta Grossa 72.370,00 4,22% 12.240,00 1,74% Receita Colégio Santa Olga - Ivaiporã 1.110.591,37 64,79% 488.444,00 69,31% Receita Contribuição de Associadas 456.604,71 26,64% 204.017,83 28,95% Receita Contribuições de Terceiros 22.802,66 1,33% 00,00 00,00 Receita Renda de Festividades 28.030,42 1,64% 00,00 00,00 Outras receitas 677,00 0,04% 00,00 00,00 Rendimentos de Aplicação Financeira 27.387,30 1,60% 00,00 00,00 Redutor de Receita (PIS) (4.395,28) (0,26%) 00,00 00,00 6. BENEFÍCIOS USUFRUÍDOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Dos benefícios usufruídos da Previdência Social, considera-se a Cota Patronal (20%), o Risco Acidentário do Trabalho e a Cota de Terceiros, incidentes sobre a folha de salários; a Contribuição (20%) sobre remunerações a autônomos e a Cofins sobre a receita de serviços, e a CSLL sobre o resultado deficitário, assim demonstrado: Previdência Social Usufruída 191.499,81 INSS Quota Patronal 102.617,30 RAT s/ Salários 4.921,55 Quota Terceiros 28.545,04 COFINS s/Receita Bruta 50.934,18 CSLL sobre Resultado 4.481,74

7. SUBVENÇÕES DO PODER PÚBLICO: Inexistem subvenções dos Poderes Públicos. Todos os serviços e benefícios sociais são provenientes de recursos próprios, sendo parte de doação das próprias associadas e parte da arrecadação de serviços de educação que mantém a entidade funcionando regularmente. 8. RESULADO DO EXERCÍCIO SOCIAL EM 2011: O Resultado Líquido do Exercício deficitário permanece na conta reserva patrimonial para incorporar como dedução patrimonial no exercício seguinte. Reconhecemos exatas e verdadeiras as demonstrações do Balanço Patrimonial e das Contas de Resultados da Associação Educativa Santa Olga, encerrados em 31 de dezembro de 2011 Prudentópolis, 31 de dezembro de 2011 Felomena Procek Presidente

Arilton Portella TC/CRC 09216/O-8 PR

PARECER DO CONSELHO FISCAL Associadas. Nós, membros do Conselho Fiscal da Associação Educativa Santa Olga, tendo procedido ao exame do Balanço Patrimonial e das Contas de Resultado encerradas em 31 de dezembro de 2011, examinamos e comprovamos que o Plano de Ação e Trabalho projetado para o exercício foi integralmente realizado e satisfeito; bem como todos os documentos pertinentes que deram origem à contabilidade. O resultado reduzido foi decorrente do aumento de aplicação em serviços sociais para atender emergências decorrentes das catástrofes climatológicas que atingiram a nossa região durante o ano de 2011. Declaramos que encontramos tudo em perfeita ordem e somos de parecer favorável à sua aprovação. Prudentópolis, 23 de Março de 2012 Cecília Daciuk; Maria Scherbate; Teofania Waurek.

PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE Ilustríssima Senhora Felomena Procek, MD Presidente da Associação Educativa Santa Olga Prudentópolis - Paraná 1. Examinamos o balanço patrimonial da Associação Educativa Santa Olga, inscrita no CNPJ sob nº 80638141/0001-73, levantado em 31 de dezembro de 2011, e as respectivas demonstrações do resultado do exercício, das origens e aplicação dos recursos, e das mutações do patrimônio líquido correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Associação; (b) a constatação com bases em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas; (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da instituição, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. (d) a aplicação dos recursos financeiros, demonstrados contabilmente, foram aplicados em conformidade a vontade expressa da verba originária. 3. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1 do exercício examinado, representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Associação Educativa Santa Olga, de acordo com a documentação e as práticas contábeis emanadas da legislação vigente para as associações civis sem fins lucrativos. Constatamos ainda, que as contas foram gerenciadas corretamente e em consonância com as normas técnicas da contabilidade empresarial. 4. As demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram examinadas por este Auditor Independente. 5. Também examinei o Parecer do Conselho Fiscal relatando a exatidão e aplicação plena do Plano de Ação de Trabalho programado para o ano civil de 2011 o qual foi executado em sua plenitude. 6. A declaração de rendas da instituição, bem como os encargos tributários e sociais referentes ao exercício examinado, está sujeito, nos termos da legislação vigente, à revisão pelas autoridades fiscais competentes. Curitiba/Prudentópolis, 30 de março de 2012 Julio Cesar dos Santos Neves Contador CRC-40181/O-4-PR Auditor Independente


Publicidade Legal Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B6 | Indústria&Comércio

PERKONS S/A CNPJ/MF 82.646.332/0001-02 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, A Administração da PERKONS S/A, em conformidade com as disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de Vossas Senhorias as Demonstrações Contábeis relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010. A Organização permanece atuante e com sólidas estratégias competitivas e de crescimento para atendimento do mercado, no segmento de ITS voltado à segurança viária, fiscalização eletrônica de trânsito, mobilidade veicular e gerenciamento de tráfego. A Empresa continua a planejar e desenvolver seus produtos e serviços com o objetivo de contribuir para a segurança e mobilidade do cidadão, por meio de soluções inteligentes de fiscalização e monitoramento eletrônicos de veículos e gestão de informação de trânsito. Os aportes à Pesquisa & Desenvolvimento corresponderam a 6,37% do faturamento da Perkons. Os investimentos em projetos de fabricação de produtos também foram mantidos, por meio do Contrato de Joint Venture com a Helix

Brasil S/A, aprimorando a parceria através da transferência de tecnologia e cooperação em estudos e pesquisas comuns, que proporcionaram amplo aperfeiçoamento tecnológico à linha de produtos. No período houve a renovação de todos os contratos vigentes passíveis de aditamento, o que revela um índice de fidelização de clientes de 100%., e a assinatura de seis novos contratos. Por meio de seus produtos e serviços a empresa tem contribuído significativamente para a segurança no trânsito, atuando diretamente na redução de acidentes em todo o País. Os equipamentos instalados monitoraram 3,1 bilhões de veículos em todo Brasil, promovendo um índice de respeito à velocidade de 99,94% nos trechos fiscalizados. A empresa encerrou o ano com 2.121 faixas de tráfego operando - um acréscimo de 8,38% em relação ao ano anterior. No exterior, prosseguiu-se com os serviços realizados no município de Callao (Peru), Colômbia (Barranquilla) e no Equador. O mercado externo corresponde a 4% do parque instalado em operação e 13% do faturamento da empresa. A Perkons reafirmou seu compromisso com a campanha da Organização Mundial

da Saúde "Década de Ação pela Segurança do Trânsito (2011-2020)" -proclamada pela Organização das Nações Unidas, auxiliando no desenvolvimento das propostas de ações brasileiras e no fomento à informação técnica no setor. A empresa lançou duas publicações: a obra inédita "Vias de Sucesso" apresentou casos exitosos em segurança viária, mobilidade e educação de trânsito, que são referências de boas práticas, com ações e resultados detalhados; no segmento de engenheria de tráfego, houve a distribuição gratuita da 2ª. edição do livro "Medidores Eletrônicos de Velocidade - Uma visão da engenharia para implantação". Ainda, para socializar a informação sobre a legislação de trânsito comentada, foi desenvolvida uma ferramenta online de consulta - o CTB Digital. Além disso, o Programa Preventivo de Seguridad Vial del Callao, em 2011, atendeu 35.867 crianças nas oficinas de educação de trânsito e prevenção de acidentes. Realizado em parceria com a prefeitura e a polícia nacional do Peru há três anos, o Programa já atingiu 137.037mil pessoas. Em 2011, deu-se continuidade às políticas de recursos humanos e de segurança do

BALANÇOS PATRIMONIAIS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em Milhares de Reais) Controladora 2011 2010

ATIVO

2011

Consolidado 2010

Ajustado

ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos (nota “3.b”) Aplicações Financeiras (nota “3.c”) Créditos com Clientes (notas “3.d” e “4”) Estoques (notas “3.e”e “5”) Créditos Tributários (nota “3.m”) Outros Créditos Circulantes (nota “3.m”)

ATIVO NÃO CIRCULANTE Créditos com Clientes (notas “3.d”e “4”) Depósitos Judiciais (nota “3.m”) Outros Créditos de Longo Prazo (nota “3.m”) Investimentos Permanentes (notas “3.f”e “6”) Imobilizado (notas “3.g”e “7”) Intangível (notas “3.h” e “8”)

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Ajustado

1.155 164 85.627 3.219 1.629 2.540 94.334

487 2.939 84.065 1.380 429 2.206 91.506

1.251 164 85.856 3.219 1.629 2.970 95.089

1.078 2.939 83.121 1.380 429 2.315 91.262

20.930 168 149 4.065 14.372 416 40.100

23.458 169 66 3.249 15.439 567 42.948

20.930 168 189 20.056 1.113 42.456

23.458 169 125 20.476 1.714 45.942

PASSIVO NÃO CIRCULANTE Obrigações Tributárias Parceladas (nota “9.a”) Obrigações Tributárias Diferidas (nota “3.k”) Financiamentos Bancários (nota “3.l”) Outras Obrigações de Longo Prazo (nota “3.m”) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social (nota “10.a”) Reserva de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial (nota “3.g”) Reservas de Lucros (nota “10.b”) Participação de não Controladores

TOTAL DO ATIVO

134.434

134.454

137.545

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

137.204

Controladora 2010

2011

Ajustado

Consolidado 2010

Controladora 2010

Consolidado 2010

2011

Ajustado

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Nota "13") CUSTO DOS SERVIÇOS, PRODUTOS E MERCADORIAS LUCRO OPERACIONAL BRUTO DESPESAS OPERACIONAIS Administrativas Comerciais Resultado de Equivalência Patrimonial

23.489

21.686

24.120

21.841

1.831 2.282 1.207 3.778 7.369 19.574 330 59.860

1.951 2.201 1.070 1.246 5.942 19.848 51 53.995

2.080 2.600 1.207 3.778 7.372 19.574 139 60.870

2.195 2.657 1.070 1.246 5.951 19.847 313 55.120

2.314 3.216 2.241 7.771

3.121 3.216 7.272 13.609

2.314 3.216 2.241 135 7.906

3.121 3.216 7.272 189 13.798

RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO Despesas Financeiras e Variações Monetárias Passivas Receitas Financeiras e Variações Monetárias Ativas

30.044 5.793 7.543 23.423 66.803 66.803

30.044 5.793 8.356 22.657 66.850 66.850

30.044 5.793 7.543 23.423 66.803 1.966 68.769

30.044 5.793 8.356 22.657 66.850 1.436 68.286

134.434

134.454

137.545

137.204

LUCRO/PREJUIZO OPERACIONAL ANTES DA TRIBUTAÇÃO E DAS PARTICIPAÇÕES 3.051 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUÇÃO SOCIAL 208 PARTICIPAÇÃO DE NÃO-CONTROLADORES LUCRO/(PREJUÍZO) LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 3.259 NÚMERO DE AÇÕES 7.900.000 LUCRO (PREJUÍZO) POR AÇÃO (EM R$ 1,00) 0,41

RESULTADO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO

Ajustado

63.642

77.439

73.151

85.903

(39.496) 24.146

(59.409) 18.030

(44.608) 28.543

(63.601) 22.302

(18.455) (152) (290) (18.897)

(15.077) (1.733) (1.269) (18.079)

(23.374) (152) (23.526)

(18.966) (1.733) (20.699)

5.249

(49)

5.017

1.603

(2.282)

(2.778)

(2.458)

(2.901)

84 (2.198)

73 (2.705)

109 (2.349)

80 (2.821)

(2.754)

2.668

(1.218)

(884) -

(377) 968

(1.547) (873)

(3.638) 7.900.000 (0,46)

3.259 7.900.000 0,41

(3.638) 7.900.000 (0,46)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em Milhares de Reais)

Capital Realizado

Reserva de Capital

Reserva Legal

Reserva de Lucros

Ajustes de Avaliação Patrimonial

Lucros Acumulados

Patrimônio Líquido da Controladora

Participação de não Controladores

Patrimônio Líquido Consolidado

Saldos em 31/12/2009

30.044

5.793

5.128

22.371

-

-

63.336

-

-

Mais Valia do Custo Atribuído do Ativo Imobilizado Saldos em 31/12/2009 Ajustados

30.044

5.793

5.128

22.371

9.361 9.361

-

9.361 72.697

-

-

-

-

-

-

-

(3.638)

(3.638)

-

-

-

-

-

(2.209)

(1.005) -

1.005 -

(2.209)

-

-

-

-

-

(2.633)

-

2.633

-

30.044

5.793

5.128

17.529

8.356

-

66.850

1.436 1.436

1.436 68.286

-

-

-

-

-

3.259

3.259

-

-

-

-

163 -

(3.306)

(813) -

813 (163) -

(3.306)

-

-

30.044

5.793

5.291

3.909 18.132

7.543

(3.909) -

66.803

1.966 1.966

1.966 68.769

Lucro Líquido do Exercício Realização da Mais Valia do Custo Atribuído do Ativo Imobilizado Constituição da Reserva Legal Dividendos Destinação de Lucros Acumulados para Reserva de Lucros Ad Referendum da AGO Participação de Acionistas não Controladores Saldos em 31/12/2011

2011

Ajustado

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em Milhares de Reais)

Prejuízo Líquido do Exercício Realização da Mais Valia do Custo Atribuído do Ativo Imobilizado Dividendos Absorção de Prejuízos Acumulados com Reserva de Lucros Participação de Acionistas não Controladores Saldos em 31/12/2010 Ajustados

A Administração.

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em Milhares de Reais)

2011

PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores (nota “3.i”) Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias (nota “3.j”) Obrigações Tributárias Correntes (nota “3.k”) Obrigações Tributárias Parceladas (nota “9.a”) Adiantamentos de Clientes (nota “3.d”) Financiamentos Bancários (nota “3.l”) Obrigações Tributárias Diferidas (nota “3.k.”) Outras Obrigações Circulantes(nota “3.m”)

trabalho. Os colaboradores e seus familiares têm convênio médico, odontológico e de consultas psicológicas, além de um seguro de vida em grupo, totalmente custeado pela empresa. Destacam-se os programas de capacitação e desenvolvimento profissional, assim como a gestão de desempenho e a política de participação nos resultados. No período foram realizadas 5.044,10 horas de treinamento, correspondendo a uma média de 22,9 horas por colaborador. A empresa encerrou o ano com 220 funcionários. O Patrimônio Líquido e o Capital Social da Sociedade em 31 de dezembro de 2011 era de R$ 66.803 mil e R$ 66.850 mil, equivalente a US$ 35.613 mil e US$ 40.121 mil, respectivamente. Finalizando, agradecemos a confiança e o apoio dos acionistas, bem como a dedicação e o empenho de todos os colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores da empresa que, direta ou indiretamente, contribuíram para a gestão neste exercício.

2.011

Controladora 2.010

3.259

(3.638)

2.357 14 290 (215) 5.705

2.583 1.269 (491) (277)

966 (1.200) (1.853) (417) 1 (2.503)

(1.556) (160) 983 5.061 (139) 4.189

1.803 (120) (863) 2.532 279 3.631 6.833

(9.007) 88 155 (42) (8.806) (4.894)

(680) (1.350) (2.030)

(896) (3.705) (4.601)

(3.604) (3.306) (6.910) (2.107) 3.426 1.319

13.095 (2.209) 10.886 1.391 2.035 3.426

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Despesas, Custos e Receitas que não Afetam os Fluxos de Caixa Depreciações e Amortizações do Ativo Imobilizado e do Intangível Provisão para Obsolescência de Estoques Resultado de Equivalência Patrimonial em Investimentos no Exterior Ganhos e Perdas na Baixa de Bens do Ativo Imobilizado Mutações nas Contas do Ativo Créditos com Clientes Créditos Tributários Estoques Outros Créditos Depósitos Judiciais Mutações nas Contas do Passivo Fornecedores Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Obrigações Tributárias Adiantamentos de Clientes Outras Obrigações Fluxo de Caixa Gerado pelas Atividades Operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aquisição de Participações Societárias Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado Fluxo de Caixa Aplicado nas Atividades de Investimentos ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Financiamentos Bancários Pagamento de Dividendos Fluxo de Caixa Aplicado nas Atividades de Financiamentos AUMENTO/(REDUÇÃO) EM DISPONIBILIDADES DISPONIBILIDADES NO INÍCIO DO EXERCÍCIO DISPONIBILIDADES NO FINAL DO EXERCÍCIO

Ajustado

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Valores Expressos em Milhares de Reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A PERKONS S/A é uma sociedade por ações de capital fechado. Constituída em 18/07/1991, e tem por objetivo principal a exploração da atividade de prestação de serviços de gerenciamento e fiscalização eletrônica de trânsito, informática, processamento de dados, fabricação e comercialização de máquinas industriais, aparelhos elétricos e eletrônicos em geral, equipamentos e softwares para gerenciamento de trânsito e afins, e a participação em outras sociedades nacionais ou estrangeiras, como sócia, acionista, parceira ou consorciada, importação e exportação de matérias primas, produtos acabados, tecnologia e serviços da área eletro-eletrônica e teleinformática. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em conformidade com as práticas contábeis previstas na legislação societária brasileira. Nos termos das Leis 11.638/07 e 11.941/09 e também do CPC PME – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (IFRS para SME do IASB), certos aspectos da preparação e divulgação das demonstrações contábeis foram alterados, como forma de atualizar a legislação societária brasileira e harmonizar as práticas contábeis adotadas com as práticas contábeis internacionais (IFRS). As adaptações às normas internacionais não afetaram significativamente as demonstrações contábeis da PERKONS S/A. As demonstrações contábeis estão expressas em milhares de Reais (R$). As demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram ajustadas por registros contabilizados em 2011, mas que se referem a exercícios anteriores. Desta forma, para fins de comparabilidade a 2011, estão refletidos nas demonstrações contábeis de 2010. Estes ajustes foram realizados uma vez que à época da publicação das Demonstrações Contábeis de 2010, não havia sido ainda concluída auditoria das Demonstrações Contábeis de sua subsidiária Consórcio CTC. Por consequência de ajustes contábeis nesta subsidiária, foram também ajustados diversos saldos nas demonstrações contábeis Consolidadas e da Controladora PERKONS S.A. Os efeitos dos ajustes retroativos realizados nas demonstrações contábeis de 2010 foram os seguintes: ATIVO NÃO CIRCULANTE Ajuste Investimentos Permanentes (nota “3.f e “6”) 1 Crédito Efeito reflexo de equivalência patrimonial na subsidiária, Consórcio CTC, relativo a ajustes contábeis proposto na auditoria das suas demonstrações contábeis após a publicação das demonstrações contábeis da PERKONS S.A. (891) Total dos Efeitos no Ativo não Circulante (891) Total dos Efeitos do Ativo (891) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Ajuste Lucros Acumulados 1 Débito Efeito reflexo de equivalência patrimonial na subsidiária, Consórcio CTC, relativo a ajustes contábeis proposto em auditoria das suas demonstrações contábeis após a publicação das demonstrações contábeis da PERKONS S.A. (891) Total dos Efeitos no Patrimônio Líquido (891) Total dos Efeitos do Passivo (891) RESULTADO DE 2010 Resultado de Equivalência Patrimonial 1 Débito Efeito reflexo de equivalência patrimonial na subsidiária, Consórcio CTC, relativo a ajustes contábeis proposto em auditoria das suas demonstrações contábeis após a publicação das demonstrações contábeis da PERKONS S.A. (891) Total dos Efeitos no Resultado (891) Não ocorreram situações que devessem ser tratadas como Demonstração de Resultado Abrangente, desta forma, não está sendo apresentada esta demonstração. 3. SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a. Demonstrações Contábeis Consolidadas As demonstrações contábeis consolidadas abrangem as demonstrações financeiras da PERKONS S.A. e das Sociedades Controladas Perkons Andina SAC (Peru), Consorcio CTC (Peru) e Perkons OPS (Colômbia), apresentadas na nota “6” e foram elaboradas conforme as normas de consolidação de balanços, introduzidas pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade Nº. 1.134/08, que aprovou Norma brasileira de Contabilidade NBC T 16.7: · A Companhia e suas Sociedades Controladas adotam práticas contábeis uniformes para o registro das suas operações e para a avaliação dos elementos patrimoniais e de resultados. · Os saldos de operações entre as empresas consolidadas estão devidamente eliminados. · As participações de acionistas não controladores nas Controladas estão destacadas na apresentação das demonstrações contábeis consolidadas. · Os saldos das Demonstrações Contábeis das Controladas no exterior, foram convertidos das moedas locais (Novo Sol - Peru e Pesos Colombianos - Colômbia) para a moeda funcional (R$), pelas paridades cambiais correntes em 31/12/2011. b. Caixa e Bancos: registrados a valores nominais representam os saldos em dinheiro, mantidos em caixa e depósitos em contas correntes bancárias. c. Aplicações Financeiras: possuem liquidez imediata e estão registradas pelos custos, acrescidos dos rendimentos líquidos transcorridos até o final dos exercícios. d. Créditos com Clientes: apresentados na nota explicativa “4”, representam os direitos ainda não recebidos decorrentes de serviços medidos e faturados, direitos contratuais e os créditos decorrentes de serviços medidos e ainda não faturados, proporcionalmente aos serviços prestados, pelo regime de competência até as datas dos balanços. Os créditos com clientes no país estão registrados pelos valores nominais e pleiteados. Os créditos com clientes no exterior estão registrados em paridades cambiais atualizadas até as datas dos balanços. A análise de risco sobre a carteira existente não indicou a necessidade de constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa. Os créditos com previsão de recebimento acima de 365 dias, foram registrados no Ativo não Circulante. Os valores recebidos antecipadamente estão registrados a valores nominais no Passivo Circulante. e. Estoques: apresentados na nota explicativa “5”, foram avaliados pelos custos médios de aquisição e/ou produção, os quais não superam os valores de mercado. Em 2011 foram identificados itens sujeitos a riscos de obsolescência de matérias-primas, cuja provisão constituída foi de R$ 14 mil. f. Investimentos Permanentes: apresentados na nota explicativa “6” e representados por participações em empresas controladas no exterior, foram avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Em 2011, a Administração da PERKONS realizou provisão de R$ 209 mil, referente à sua participação no Patrimônio Líquido Negativo da Perkons Andina SAC, contabilizada em Outras Obrigações, no Passivo Circulante. g. Imobilizado: corresponde aos bens apresentados na nota explicativa “7”, e são registrados aos custos de aquisição e para os itens de gerenciamento e fiscalização eletrônica de trânsito ajustados por Custos Atribuídos, conforme laudo de avaliação preparado em 02/01/2010 e por depreciações calculadas sobre os custos, pelo método linear, às taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil, fixado por espécie de bens. Conforme já mencionado nesta nota explicativa, a Administração da PERKONS procedeu em 30/ 12/2009 e estabeleceu em 02/01/2010, Custos Atribuídos de suas Máquinas e Equipamentos, contemplando os somente os itens de gerenciamento e fiscalização eletrônica de trânsito. O laudo emitido por engenheiro especializado resultou em R$ 10.694 mil, cujo acréscimo no Ativo Imobilizado e Ajustes de Avaliação no Patrimônio Líquido, deduzido dos custos residuais de R$ 1.333 mil, resultou em R$ 9.361 mil. Os efeitos dos Custos Atribuídos, foram contabilizados em 2010, mas já estão reconhecidos como ajustes às demonstrações contábeis de 31/12/2009. A vida útil remanescente dos bens avaliados foi estimada no mencionado laudo, variando de 10 a 15 anos, conforme a idade dos bens e seu atual estado de conservação. As depreciações dos bens correspondentes aos Ajustes de Avaliação Patrimonial, resultaram em R$ 813 mil em 31/12/2011 (R$ 1.005 mil em 31/12/2010) e estão integralmente reconhecidas nos Resultados dos Exercícios. h. Ativo Intangível: corresponde aos direitos apresentados na nota explicativa “8”, e são registrados aos custos de aquisição e por amortizações calculadas sobre os custos, pelo método linear, às taxas estabelecidas em função do tempo estimado de vida útil, fixado por espécie de direitos. i. Fornecedores, registrados no Passivo Circulante referem-se às obrigações até as datas dos balanços, pelo regime de competência, registradas a valores nominais para os fornecedores nacionais e pelas paridades cambiais vigentes nas datas dos balanços, para os fornecedores estrangeiros. Os adiantamentos concedidos estão registrados em Outros Créditos Circulantes, também a valores nominais para os fornecedores nacionais e pelas paridades cambiais vigentes nas datas dos balanços,

para os fornecedores estrangeiros. j. Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias: incluem a Provisão para Férias e Encargos Sociais, constituída em função dos direitos adquiridos até as datas dos balanços. k. Obrigações Tributárias: correspondem substancialmente a tributos federais devidos. Foram constituídas com base nos valores tributáveis, considerando as alíquotas previstas na legislação em vigor. Com base no artigo 409 do Regulamento do Imposto de Renda, observado o disposto na Instrução Normativa, 46/89, da Secretaria da Receita Federal, a Administração da Companhia optou pelo diferimento dos tributos (COFINS, PIS, CSLL e IRPJ), decorrentes dos créditos não recebidos nos contratos de prestação de serviços para órgão públicos faturados e não faturados. São registrados em Obrigações Tributárias Diferidas e correspondiam em 31/12/2011, no Passivo Circulante, a R$ 19.574 mil (R$ 19.848 mil em 31/12/2010) e no Passivo não Circulante, a R$ 3.216 mil (R$ 3.216 mil em 31/ 12/2010), registrados conforme os valores devidos e os prazos previstos de sua exigibilidade. Os débitos dos referidos tributos, relativo aos créditos já recebidos nos contratos de prestação de serviços para órgão públicos, estão incluídos em Obrigações Tributárias Correntes. De acordo com a legislação fiscal vigente, os registros contábeis e fiscais dos últimos cinco exercícios encontram-se abertos para uma eventual fiscalização por parte das autoridades fiscais. Outros impostos e contribuições sociais permanecem sujeitos às revisões e aprovações pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo. A administração da Companhia é de opinião de que todos os impostos têm sido pagos ou provisionados adequadamente. l. Financiamentos Bancários: foram contratados para suprir a necessidade de capital de giro e para leasings de equipamentos. São atualizados pelos encargos incorridos até o final dos exercícios, os quais são contabilizados aos resultados dos exercícios. Estão registrados nos Passivos, Circulante e não Circulante, conforme os prazos previstos para os pagamentos. m. Demais Ativos e Passivos: são registrados por seus valores de realização ou de liquidação, acrescidos, quando aplicável, dos rendimentos ou encargos incidentes calculados até as datas dos balanços. n. Resultados dos Exercícios: são apurados segundo o regime de competência. 4. CRÉDITOS COM CLIENTES Contas

2011

Controladora 2010

2011

Consolidado 2010 Ajustado

Ativo Circulante Órgãos Públicos Valores Faturados Valores a Faturar Medições Efetuadas Direitos Contratuais Empresas Privadas – Valores Faturados Clientes no Exterior – Valores Faturados Total no Ativo Circulante

3.652

1.642

3.652

1.642

8.474 68.244 76.718

7.625 70.233 77.858

8.474 68.244 76.718

7.625 70.233 77.858

5.257

3.520

5.486

3.621

85.627

1.045 84.065

85.856

83.121

Ativo Não Circulante Órgãos Públicos Valores Faturados Valores a Faturar Direitos Contratuais Total no Ativo Não Circulante

13.399 _______ 20.930

13.399 _______ 23.458

13.399 _______ 20.930

13.399 _______ 23.458

Total

106.557

107.523

106.786

106.579

7.531

10.059

7.531

10.059

Os Direitos Contratuais que totalizam R$ 81.643 mil (R$ 68.244 mil no Ativo Circulante e R$ 13.399 mil no Ativo não Circulante) e os Valores Faturados em aberto no Ativo não Circulante, que totalizam R$ 7.531 mil, representam créditos estipulados em contratos e incontestáveis, referentes a serviços efetivamente prestados juntos a órgãos públicos, em negociação mediante processos administrativos de cobrança. Os valores classificados no Ativo Circulante, relativos a diversos clientes, estão efetivamente previstos para serem realizados ainda em 2012, uma vez que as negociações para liquidação voltaram à normalidade, dando continuidade plena aos processos de recebimento no exercício corrente a estas demonstrações contábeis. 5. ESTOQUES

Controladora e Consolidado 2011 2010 209 2.919 1.249 1 2 82 126 22 3 (14) 3.219 1.380

Itens Produtos em Elaboração Matérias Primas Embalagens Itens de Almoxarifado Estoques em Poder de Terceiros Provisão para Obsolescência Total 6. INVESTIMENTOS PERMANENTES Contas Investimentos no Exterior Consorcio CTC (Peru) Perkons Andina SAC (Peru) Perkons OPS (Colômbia) Total

2011

Controladora 2010 Ajustado

2.799 1.266 4.065

2.219 149 881 3.249

Os investimentos nas controladas têm a seguinte composição: 31/12/2011 Informações Sobre as Controladas Participação no Capital Social Capital Social Patrimônio Líquido Lucro/(Prejuízo) Líquido do Exercício Investimento Saldo em 31.12.2011 Saldo em 31.12.2010 Resultado da Equivalência Patrimonial (R$) Em 2011 Em 2010

Consórcio CTC (Peru)

Perkons Andina SAC (Peru)

Perkons OPS (Colômbia)

80% 3.241 3.498

99,99% 2.528 (209)

50% 5.094 2.533

1.224

(1.006)

(1.476)

2.799 2.219

149

1.266 881

654 466

(810) (1.048)

(134) (687)

Síntese das Demonstrações Contábeis das Controladas, convertidas para R$: CONSORCIO PERKONS CTC ANDINA R$ R$ Peru Peru 2011 2010 2011 2010 Ajustado ATIVO CIRCULANTE 481 385 67 96 Caixa e Bancos 54 351 41 20 Créditos com clientes 23 Outros Créditos Circulantes 427 34 3 76 ATIVO NÃO CIRCULANTE Outros Créditos Imobilizado Intangível TOTAL DO ATIVO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Obrigações Tributárias Correntes Financiamentos Bancários Outras Obrigações

PERKONS OPS R$ Colômbia 2011 2010 206 1 205 -

321 220 101 -

3.714 40 3.665 9 4.195 697 230

3.366 58 3.294 14 3.751 978 82

205

253

2.502

2.624

205 272 346 292

253 349 12 2

1.814 688 2.708 175 109

1.490 1.134 2.945 1.182 1.116

173 277 17

184 449 263

19 35 -

3 7 -

57 6 3 -

57 0 9 -

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

-

-

135

188

-

-

Outras Obrigações

-

-

135

188

-

-

PATRIMONIO LIQUIDO Capital Social Reserva de Capital

3.498 3.241 -

2.773 2.750 -

(209) 2.528 3

149 1.617 3

2.533 5.094 -

1.763 2.742 -

Reservas de Lucros TOTAL DO PASSIVO

257 4.195

23 3.751

(2.740) 272

(1.471) 349

(2.561) 2.708

(979) 2.945

7.895

7.425

166

502

1.448

537

(3.164)

(2.458)

-

(261)

(1.948)

(1.473)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Receita Operacional Líquida Custo dos Produtos, Serviços e Mercadorias Resultado Operacional Bruto Despesas Administrativas e Comerciais Resultado Operacional Antes do Financeiro Resultado Financeiro Líquido Resultado Operacional Antes da Tributação Imposto de Renda e Contribuição Social

4.731

4.967

166

241

(500)

(936)

(2.863)

(2.777)

(1.184)

(1.112)

(872)

-

1.868 (59)

2.190 (59)

(1.018) 12

(871) 7

(1.372) (104)

(936) (64)

1.809

2.131

(1.006)

(864)

(1.476)

(1.000)

(585)

(663)

-

-

-

-

1.224

1.468

(1.006)

(864)

(1.476)

(1.000)

LUCRO (PREJUÍZO) LIQUIDO DO EXERCICIO 7. IMOBILIZADO

Depreciação Composição Anual Veículos 20% Móveis e Utensílios 10% Máquinas e Equipamentos 10 a 15 % Computadores e Periféricos 20% Ferramentas e Acessórios 10%

Custo 1.481 848 9.730 1.764 90 13.913

Ajustes de Avaliação Patrimonial – Custo Atribuído Depreciação (921) (459) 9.361 (6.159) (1.302) (61) 9.361 (8.902)

Controladora 2011 2010

Total 560 389 12.932 462 29 14.372

Total 908 497 13.466 530 38 15.439

Consolidado 2011 2010 Ajustado

Total 560 389 18.616 462 29 20.056

908 497 18.503 530 38 20.476

8. INTANGÍVEL Amortização Composição Anual Softwares 20%

Controladora 2011 2010 Custo 1.762 1.762

Amortização (1.346) (1.346)

416 416

567 567

Consolidado 2010 Ajustado 1.113 1.714 1.113 1.714 2011

9. OBRIGAÇÕES DE LONGO PRAZO a. Obrigações Tributárias Parceladas A Companhia detém concessão administrativa de parcelamento de débitos tributários junto a Prefeitura Municipal de Curitiba. Os valores foram registrados no Passivo Circulante, no montante de R$ 1.207 mil em 31/12/2011 (R$ 1.070 mil em 31/12/2010) e no Passivo não Circulante, em Obrigações Tributárias Parceladas no montante de R$ 2.314 mil em 31/12/2011 (R$ 3.121 mil em 31/12/2010). b. Contingências As contingências impetradas contra a Companhia consideradas de perda provável pelos seus consultores jurídicos totalizam R$ 121 mil em 31/12/2011 e R$ 51 mil em 31/12/2010 e cujas provisões foram inseridas em Outras Obrigações no Passivo Circulante. As ações contingentes tributárias de diversas naturezas impetradas contra a Companhia, ainda na fase administrativa, consideradas de perda possível pelos seus consultores jurídicos totalizam um risco em 31/ 12/2011 de R$ 1.900 mil. Há ainda processos administrativos importantes considerados com risco de perda remota pelos consultores jurídicos da Companhia, dada a natureza dos temas e do estágio inicial em que se encontram. A Administração, amparada no entendimento de seus consultores jurídicos, julga que não há necessidade da constituição de provisões, uma vez que considera serem amplas as possibilidades de defesa e por consequência êxito em impugnar os referidos processos. 10. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a. Capital Social O Capital Social subscrito e integralizado é de R$ 30.044 mil, representado por 7.900.000 ações Ordinárias Nominativas, sem valor nominal e pertencente a acionistas domiciliados no País. b. Destinações de Lucros A Reserva Legal foi constituída à razão de 5% do lucro líquido do exercício de 2011. Os dividendos foram aprovados pela Administração e pela totalidade dos acionistas; foram calculados de acordo com a legislação vigente. Foram integalmente pagos durante cada um dos exercícios, demonstrados como segue:

Continua...


Publicidade Legal Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B7

Continuação...

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Valores Expressos em Milhares de Reais) 2011

2010 Ajustado

Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Reserva Legal Reserva de Lucros Base para Demonstração do % dos Dividendos Distribuídos Dividendos Distribuídos (R$ mil) Dividendos Distribuídos (%)

3.259 (163) 17.529

(3.638) 22.371

20.625 3.306 16%

18.733 2.209 12%

O saldo remanescente dos Lucros Acumulados de 2011, após a constituição da Reserva Legal e dividendos, R$ 3.909 mil, foi integralmente destinado para a Reserva de Lucros, Ad Referendum da AGO. 11. SEGUROS Os valores segurados são determinados e contratados com bases técnicas e são considerados suficientes para a cobertura de eventuais perdas decorrentes de sinistros com bens do ativo permanente e de responsabilidade civil.

12. REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS – IMPAIRMENT A Administração da Companhia avalia e monitora periodicamente do desempenho futuro dos seus ativos. Neste contexto e considerando o disposto no Pronunciamento Técnico Brasileiro CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, caso existam evidências claras de que a empresa possui ativos avaliados por valor não recuperável ou sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável no futuro deverá haver o reconhecimento imediato da desvalorização por meio da constituição de provisão para perdas. Os Ativos avaliados e que estão sujeitos a algum risco de Impairment são os Investimentos em Participações Societárias, bens do Ativo Imobilizado e Estoques. Foram consideradas as análises do menor nível de unidade geradora de caixa e o valor de uso ou valor equivalente aos fluxos de caixa descontados (antes dos impostos), derivados do uso contínuo do ativo imobilizado até o final da sua vida útil e da utilização dos estoques e suas respectivas margens ou os valores de eventual alienação a valores de mercado. As análises efetuadas neste exercício levaram a Administração a constituir provisão para obsolescência dos estoques, conforme detalhado nas notas explicativas (notas “3.e” e “5”). Com base nos estudos realizados, não foram detectados atualmente outros riscos de impairment.

resultado pela receita líquida operacional. Abaixo segue a conciliação da receita bruta e líquida, para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010: Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Ajustado RECEITA OPERACIONAL BRUTA 71.548 86.704 81.057 95.168 DEDUÇÕES DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA

(7.906)

(9.265)

(7.906)

(9.265)

63.642

77.439

73.151

85.903

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

DIRETORIA Samuel Dzintar Schause – Diretor Walter Alberto Mitt Schause – Diretor CONTADOR Antonio Gilmar Rissardi CT- CRC/PR 027196/O-1

13. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO INICIANDO PELA RECEITA LÍQUIDA OPERACIONAL Conforme requerido pelo Pronunciamento Técnico CPC PME, a Companhia apresentou a demonstração do

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da PERKONS S/A. Pinhais – PR Examinamos as demonstrações contábeis da PERKONS S/A. que compreendem o balanço patrimonial, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado e das mutações do patrimônio líquido e demonstração individual dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.

EDITAL DE PROCLAMAS Cartório Distrital da Barreirinha JOAQUIM VIEIRA MACIEL - Titular Av. Anita Garibaldi ,1250 – Ahú – Fone (41) 3352-3002/3254-8424/3252-3605 Faço saber que pretendem casar-se e apresentarem documentos exigidos pelo artigo 1525, incisos I, III e IV; I, III,IV e V do Código Civil Brasileiro em vigência, os contraentes: 01 – CELIO RICARDO GARCIA PRATES E VIRGINIA DE MACEDO FRAIZ 02 – ANDRE RICARDO PRATES DOS SANTOS E EVA TERESA DA SILVA 03 – ALYSSON CAVALHEIRO CALDEIRA E DEISE CRISTINA FREIRE 04 – MAICON MACHADO DE LARA E CAROLINA FRANCIELLE RIBEIRO DOS REIS 04 – LEONILDO PAULO PEDRALLI E GISELE MARIANO MENDES Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 dias. Lavro o presente Edital de Proclamas para ser publicado e afixado em lugar de costume. CURITIba, 19 DE ABRIL de 2012

Luis Stockler participa de Etalks da Endeavor Quem deseja expandir seus negócios tem um bom motivo para participar da primeira edição do Etalks, PR, evento gratuito promovido pela Endeavor, que acontece na próxima quarta-feira, dia 25 de abril, a partir das 8h30 até às 10h30, no auditório Poty Lazzaroto do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. O encontro é voltado para os empreendedores, profissionais liberais e empresários que desejam saber mais sobre Expansão de Negócios, com o especialista Luis Stockler, fundador da empresa ba}Stockler. Stockler iniciou sua carreira na construção civil, atendendo diversas áreas, desde representação comercial, até a administração de condomínios e superintendente no setor de atacado e varejo. Em 1995 entrou para o segmento de Franchising, atuando com Expansão e Gestão de redes, em empresas como Instituto Franchising, Hering, TNG, Victor Hugo, Wall Street Institute e Multicoisas.

Em 2008 fundou a consultoria ba}Stockler, especializada em Planejamento, Gestão e Expansão de Negócios, e já atendeu mais de 80 projetos de empresas de diversos portes, nacionais e internacionais. No Etalks, em Curitiba, Stockler falará sobre os tipos de canais de expansão e distribuição, seus pós e contras, e como escolher a melhor opção para cada negócio, seja ele um negócio nascente ou em consolidação. Após a apresentação do especialista, o empresário curitibano, Rodrigo Miranda, fundador da rede de lanches Vininha, compartilhará sua experiência com o modelo de franquias e quais os fatores que o levaram a escolher seu atual modelo de negócio. O evento, promovido pela Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo, é um momento de interação e exposição de temas que visam capacitar, ainda mais, os empreendedores brasileiros.

Lucro líquido da Eletrosul cresce 54% em 2011 A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras, apresentou R$ 104,6 milhões de lucro líquido consolidado em 2011, superando em 54,7% o valor apurado no ano anterior. Entre os fatores que contribuíram para este crescimento destaca-se a aquisição do controle acionário de empresas de transmissão de energia constituídas pela Eletrosul com participação dos sócios privados, realizada em agosto do ano passado, com acréscimo de aproximadamente R$ 500 milhões em ativos.

A negociação representou 10% da receita líquida anual da Eletrosul, propiciando um incremento de 27,50% na receita líquida consolidada, que passou de R$ 1,07 bilhão para R$ 1,36 bilhão, comparada ao mesmo período de 2010. Na área de transmissão e geração de energia os investimentos da Eletrosul totalizaram R$ 2,1 bilhões no período, sendo R$ 1,5 bilhão relativos à participação da empresa nos investimentos em Sociedades de Propósito Específico.

Jardim Social agora também tem Madero Burger & Grill O mais recente empreendimento do chef abre suas portas nesta quinta-feira. Localizado na Av. Nossa Senhora da Luz, o novo Madero Burger & Grill traz um amplo espaço com capacidade para 160 lugares. O projeto desenvolvido pela arquiteta Kethlen Ribas Durski transformou o imóvel de 656 m2 em dois andares, um lounge externo e construiu também a maior cozinha de todos os restaurantes da rede até o momento. Os materiais mais utilizados foram os tradicionais tijolos aparentes, a madeira e o papel de parede, dando o contraste já conhecido entre o rústico e o moderno, principal característica dos restaurantes da rede Madero. “Além da maior cozinha de toda a rede até agora, o novo Madero Burger & Grill conta com um mezanino super integrado

com o restaurante e tem um lounge externo muito agradável, que será utilizado como área de espera.”, diz Kethlen. “Além disso, as lanternas de tamanhos e alturas diferentes dão um charme todo especial e o telão de 173 polegadas envolto em uma imponente moldura clássica valoriza o ambiente como um todo”, completa. O local do empreendimento de Junior Durski não foi por acaso. “Prezamos por lugares onde podemos oferecer toda a comodidade possível ao cliente e estamos em ótima região, perto do circuito de bares e restaurantes do Alto da XV, porém, numa área mais residencial e mais tranquila”, diz o chef empreendedor. Outro forte motivo para a escolha foi a proximidade com seu outro restaurante na Av. Munhoz da Rocha.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais Em nossa opinião, essas demonstrações contábeis individuais apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PERKONS S/A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas Em nossa opinião, essas demonstrações contábeis consolidadas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da PERKONS S/A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting

Standards Board – IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Conforme mencionado na nota explicativa “4”, a Companhia possui Créditos com Clientes, na forma de Direitos Contratuais, nos Ativos, Circulante e não Circulante, que totalizam R$ 81.643 e Valores Faturados em aberto no Ativo não Circulante, que totalizam R$ 7.531, em negociação mediante processos administrativos de cobrança. A recuperação destes créditos depende do sucesso das ações de cobrança adotadas pela Administração da Companhia. Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da PERKONS S/A., essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e coligadas, feita pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria pelo custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Curitiba, 22 de março de 2012. CTCRC Nº SP-013002/O-3F-PR Clóvis Ailton Madeira CTCRC Nº SP-106895/O-1T-PR

TRANSPORTE

Cargolift registra crescimento de 40% e planeja expansão Empresa investe em crescimento nos setores automotivo e de comércio exterior

Frota atual da Cargolift é de 439 equipamentos, entre veículos de tração, carretas, dollys, carros administrativos e outros

Uma das mais importantes empresas paranaenses de transporte e logística, a Cargolift cresceu 40% em 2011. Com uma receita bruta de R$ 141.857.209,00, a empresa trabalha para obter um crescimento de forma linear entre 20% e 25% ao ano, com foco nos setores Automotivo, Comércio Exterior e Oportunidades. De acordo com o diretor presidente da Cargolift, Markenson Marques, o planejamento de expansão da empresa inclui o investimento na abertura de novas filiais por meio do sistema de franquias. “As próximas devem ser abertas em localidades estratégicas como as cidades de Itajaí, Itapoá, Caxias do

Sul e Santos”, informa o empresário, que acrescenta o planejamento da Cargolift de lançar uma nova matriz, com previsão para o ano de 2013. Atualmente, a Cargolift conta com 13 filiais nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. O Hub Logístico também deve ser uma importante área de aplicação da Cargolift, com investimento previsto de R$ 20 milhões até o próximo ano. O objetivo, segundo o presidente, é duplicar o share em contêineres via Paranaguá, saltando dos atuais 5% para 10% até o início de 2013. Atualmente, o tamanho da frota da Cargolift é de 439 equipa-

mentos, entre veículos de tração, carretas, dollys, carros administrativos e outros. “Com forte foco na sustentabilidade, faremos ainda em 2012 e 2013 um investimento de R$ 18 milhões em frota ecológica, que será composta por caminhões equipados com a chamada tecnologia Euro 5”. Estes veículos possuem a mais avançada técnica de redução do nível de emissão de gases poluentes na atmosfera, através da recirculação dos gases de escape e do uso de um combustível com um teor bem menor de enxofre. O primeiro lote de 27 carretas e 15 caminhões será entregue em junho deste ano, totalizando R$ 8

milhões de investimentos.

Investimento

Hoje com 450 funcionários diretos e mais uma média de 300 indiretos – como agregados e terceirizados –, a Cargolift tem ainda como importante foco: o de Recrutamento e Seleção de pessoas. De acordo com Marques, o objetivo é trabalhar com uma política de retenção de talentos, principalmente para cargos de liderança. “Pretendemos realizar a captação de futuros executivos através de parcerias com as universidades, buscando os melhores alunos para iniciarem como trainee na Cargolift”, detalha o presidente.

Oi leva ofertas do PNBL a mais 31 cidades A Oi lança hoje, em mais 150 municípios, novas ofertas do Oi Velox nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). No Paraná, além dos 199 já atendidos, mais 31 municípios receberão as ofertas a partir de agora (confira, abaixo, a lista completa). Até agora, 1.232 municípios foram beneficiados e até o fim de 2014, todas as localidadessede dos 4.800 municípios da área de atuação da Oi serão atendidas. As ofertas seguem o que estabelece o Termo de Compromisso de adesão ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), firmado pela Oi junto ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Por iniciativa do Governo Federal, o PNBL orientará o processo de popularização da internet no Brasil. O foco é a ampliação do acesso à banda larga no Brasil, promovendo a inclusão digital e reduzindo as desigualdades sociais e regionais

no país. A Oi, que já havia demonstrado sua capacidade de atuar na implementação de políticas públicas, levando banda larga às escolas brasileiras, tem orgulho de participar de mais um projeto tão relevante para o Brasil. Operando a maior rede de telecom do país, a Oi está presente nos lugares mais remotos do território nacional. E, com essa presença, a Oi dará uma grande contribuição ao processo de popularização da banda larga, fator essencial para o desenvolvimento do Brasil. O Oi Velox nos moldes do PNBL oferece velocidade de 1Mbps e custa R$ 35 reais por mês. Nos estados em que foi concedida isenção de ICMS para serviços de banda larga, como é o caso do Paraná, a oferta é feita a R$ 29,90 mensais. Em ambos os casos, o cliente não precisa pagar pelo modem, cedido em regime de comodato. O cliente

tem também a opção de escolher um provedor de acesso gratuito, conforme lista de empresas que atuam em parceria com a Oi, ou pagar por esse serviço, caso prefira um provedor que também seja parceiro da companhia mas cobre pelo serviço. Conforme previsto no termo de adesão ao PNBL, o cliente pode optar também por uma oferta de serviços que inclua, além do Oi Velox nos moldes do PNBL, o Oi Fixo. Os detalhes sobre as condições comerciais das ofertas estão disponíveis no site da companhia (www.oi.com.br) e também podem ser consultados por meio de um número de televendas com ligação gratuita (0800 031 0001), que atende os interessados em adquirir as novas ofertas. Nas cidades beneficiadas, o serviço está disponível para novos clientes e também para os já assinantes. Para facilitar a adesão

ao serviço, a Oi parcelou o valor da habilitação em dez vezes de R$ 9,90 por mês na fatura do plano. Em atendimento ao compromisso assumido com o Governo Federal, o limite de download mensal, inicialmente estabelecido em 500 Mbytes, terá que ser dobrado para 1 Gigabyte a partir de julho de 2013. A companhia adotou uma estratégia de comunicação dirigida aos moradores das cidades atendidas, de forma a garantir uma ampla divulgação do serviço. Essa estratégia segue o padrão que a Oi já utiliza em suas campanhas para outros serviços, cujos anúncios continuarão sendo feitos normalmente nas demais cidades do país. Além do investimento que a companhia está fazendo no programa de banda larga popular para massificar esse serviço no país, a Oi continuará investindo na oferta de banda larga de alta velocidade.

Ypê patrocina plantio de 50 mil mudas nativas Para marcar o Dia Mundial da Terra, que será comemorado em 22 de abril, e sempre preocupada em desenvolver ações que promovam a conservação ambiental, a Ypê está ampliando o projeto Florestas Ypê com o plantio de mais de 50 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. A iniciativa, que faz parte de uma parceria com a Fundação

SOS Mata Atlântica, irá somar-se às ações anteriores totalizando 400 mil árvores plantadas em diferentes propriedades das regiões de Campinas e de Itu, no interior de São Paulo, em APPs, dentro das bacias dos rios Atibaia e Tietê. O projeto Florestas Ypê, que teve início em 2007 e faz parte do Programa Florestas do Futuro, da SOS

Mata Atlântica, tem como objetivo contribuir com a conservação da biodiversidade e proteção de recursos hídricos. Outro benefício da iniciativa é a geração de empregos diretos e indiretos tanto na produção de muda quanto nos trabalhos de plantio e manutenção que se estendem por 2 anos, além de contribuir para a educação ambiental da comunidade

envolvida com as atividades, estimulando ações para o desenvolvimento sustentável e o exercício da cidadania socioambiental. Além das árvores plantadas, o projeto ainda prevê a distribuição de 100 mil mudas em eventos que contarão com a participação da Ypê, como o Viva a Mata, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica.


Finanças

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Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012 | B8

Principais dados financeiros

Inflação/taxas/índices/comportamento de mercado Base de Cálculo de juros e reajustes

BANCO DE DADOS Indústria&Comércio

Apesar da redução da Selic, taxa de juros de longo prazo do BNDES não vai cair O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, descartou nesta quintafeira (19/04) qualquer possibilidade de redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), praticada pelo banco de fomento nos financiamentos de longo prazo. “Não há nenhum plano nem intenção de fazer novas reduções da TJLP”, assegurou. Desde junho de 2009, a taxa está em 6% ao ano. Segundo Coutinho, a TJLP só poderá cair se a expectativa for de inflação abaixo de 4% ao ano, no futuro. “Poderíamos, eventualmente, pensar nisso, mas ainda está longe”. Segundo o presidente da estatal, a TJLP “está no limite, que é a expectativa de longo prazo da inflação brasileira mais o risco Brasil, é uma taxa que já está calibrada”. E considerou saudável a redução da diferença entre a taxa básica de juros (Selic) e a TJLP. Ao divulgar os resultados trimestrais do banco de fomento estatal, Coutinho disse que o banco trabalha com a perspectiva de crescimento da economia próximo de 4% este ano, puxado pelo investimento. A meta é “transformar o investimento na variável que lidera a expansão e permite um Produto Interno Bruto [PIB] mais alto, este ano”.

IGP-10 tem alta e registra inflação de 0,7% em abril O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou variação de 0,7%, em abril deste ano, taxa superior à registrada no mês anterior, que havia sido 0,27%. O IGP-10 de abril foi calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 11 de março e 10 de abril. A alta da inflação foi puxada pelos três subíndices. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou de 0,24% em março para 0,76% em abril, influenciado por produtos como os alimentos processados, cuja taxa passou de uma queda de preços de 0,65% para uma alta de 0,67%. O Índice de Preços ao Consumidor subiu de 0,4% em março para 0,53%, em abril, com destaque para o grupo de despesas alimentação, cuja taxa passou de 0,25% para 0,51% no período. Terceiro subíndice, o Índice Nacional de Custo da Construção registrou inflação de 0,71% em abril, ante a taxa de 0,19% de março, com destaque para a alta do custo da mão de obra, que passou de 0,06% para 0,98%.

Inflação para a terceira idade diminui e fecha 1º trimestre em 1,33% O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação de preços da cesta de consumo de pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 1,33% no primeiro trimestre deste ano. A taxa é inferior ao 1,68% registrado no último trimestre de 2011, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, o principal responsável pela queda do índice foi o grupo dos alimentos, cuja taxa caiu de 2,38% no quarto trimestre de 2011 para 0,65% no primeiro trimestre deste ano.

2003 ICV DIEESE Mensal (%) 2,92 1,35 1,06 1,39 0,24 -0,27 0,35 -0,15 1,26 0,47 0,26 0,32 9,5500 9,5500

IGP-DI FGV Mensal (%) 2,17 1,59 1,66 0,41 -0,67 -0,70 -0,20 0,62 1,05 0,44 0,48 0,60 7,6700 7,6700

IGP-M FGV Mensal (%) 2,33 2,28 1,53 0,92 -0,26 -1,00 -0,42 0,38 1,18 0,38 0,49 0,61 8,6900 8,6900

INCC-DI FGV Mensal (%) 1,51 1,39 1,38 0,90 2,84 1,05 0,99 1,44 0,22 0,65 1,04 0,16 14,4100 14,4100

INCC-M FGV Mensal (%) 1,45 1,60 1,38 0,81 2,98 0,74 0,59 2,20 0,24 0,47 0,42 0,99 14,7600 14,7600

INPC IBGE Mensal (%) 2,47 1,46 1,37 1,38 0,99 -0,06 0,04 0,18 0,82 0,39 0,37 0,54 10,3839 10,3839

IPA-DI FGV Mensal (%) 2,21 1,71 1,93 0,07 -1,68 -1,16 -0,59 0,70 1,29 0,50 0,46 0,74 6,2735 6,2735

IPA-M FGV Mensal (%) 2,55 2,64 1,72 0,80 -1,11 -1,67 -0,75 0,20 1,54 0,36 0,57 0,64 7,6447 7,6447

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 2,32 2,19 1,37 1,61 1,06 0,67 1,12 0,57 0,69 0,31 -0,16 -0,16 0,34 -0,08 0,13 0,63 0,76 0,84 0,21 0,63 0,33 0,27 0,43 0,42 8,9200 8,1700 8,9200 8,1700

IPCA IBGE Mensal (%) 2,25 1,57 1,23 0,97 0,61 -0,15 0,20 0,34 0,78 0,29 0,34 0,52 9,3000 9,3000

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 1,98 2,19 1,14 1,14 0,85 0,22 -0,18 0,27 0,57 0,66 0,17 0,46 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 1,98 2,19 1,14 1,14 0,85 0,22 -0,18 0,27 0,57 0,66 0,17 0,46 9,8600 9,8600

SELIC B.Central Mensal (%) 1,9233 1,7776 2,0166 1,9509 2,0166 1,9376 1,9555 1,8163 1,5880 1,5396 1,4013 1,3459 23,4700 23,4700

TJLP CMN Mensal (%) 0,9167 0,9167 0,9167 1,0000 1,0000 1,0000 1,0000 1,0000 1,0000 0,9167 0,9167 0,9167 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,4878 1,67 0,4116 0,78 0,3782 0,56 0,4184 0,46 0,4650 0,34 0,4166 0,26 0,5465 8,95 0,4038 0,15 0,3364 0,40 0,3213 0,31 0,1776 0,40 0,1899 0,35 4,6485 15,3000 4,6485 15,3000

PIB Gov. Trimest. (%) -1,18 -1,18 -1,18 -0,13 -0,13 -0,13 0,96 0,96 0,96 1,25 1,25 1,25 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 11,20 Jan 11,60 Fev 12,10 Mar 12,40 Abr 12,80 Mai 13,00 Jun 12,80 Jul 13,00 Ago 12,90 Set 12,90 Out 12,20 Nov 10,90 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal 1,46 -0,18 0,47 0,06 0,43 1,12 1,21 0,69 0,29 0,53 0,83 0,54 1,09 7,6965 7,6965

IGP-DI FGV Mensal 0,80 1,08 0,93 1,15 1,46 1,29 1,14 1,31 0,48 0,53 0,82 0,52 1,47 12,1303 12,1303

IGP-M FGV Mensal 0,88 0,69 1,13 1,21 1,31 1,38 1,31 1,22 0,69 0,39 0,82 0,74 1,76 12,4200 12,4200

INCC-DI FGV Mensal 0,33 1,00 1,16 0,59 1,83 0,70 1,12 0,81 0,58 1,19 0,71 0,51 0,59 11,0434 11,0434

INCC-M FGV Mensal 0,28 0,48 1,59 0,60 1,74 0,56 1,12 0,90 0,67 0,95 0,94 0,61 0,43 10,9428 10,9428

INPC IBGE Mensal 0,83 0,39 0,57 0,41 0,40 0,50 0,73 0,50 0,17 0,17 0,44 0,86 0,97 6,1332 6,1332

IPA-DI FGV Mensal 0,75 1,42 1,09 1,57 1,71 1,57 1,35 1,59 0,65 0,61 1,00 0,48 1,90 14,6838 14,6838

IPA-M FGV Mensal 0,98 0,79 1,33 1,65 1,52 1,73 1,58 1,42 0,90 0,44 0,99 0,81 2,36 15,0828 15,0828

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal 1,08 0,65 0,28 0,19 0,46 0,12 0,31 0,29 0,71 0,57 0,78 0,92 0,59 0,59 0,79 0,99 0,01 0,21 0,10 0,62 0,37 0,56 0,63 0,67 0,70 0,82 6,2784 6,5654 6,2784 6,5654

IPCA IBGE Mensal 0,76 0,61 0,47 0,37 0,51 0,71 0,91 0,69 0,33 0,44 0,69 0,86 0,74 7,6006 7,6006

IPCA-15 IBGE Mensal 0,68 0,90 0,40 0,21 0,54 0,56 0,93 0,79 0,49 0,32 0,63 0,84 0,70 — —

IPCA-E IBGE Mensal 0,68 0,90 0,40 0,21 0,54 0,56 0,93 0,79 0,49 0,32 0,63 0,84 0,70 7,5300 7,5300

SELIC B.Central Mensal 1,3044 1,2174 1,2936 1,2323 1,2650 1,2240 1,2650 1,2650 1,2329 1,2966 1,2928 1,3759 0,9096 16,3800 16,3800

TJLP CMN Mensal 0,8333 0,8333 0,8333 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,5208 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal 0,1280 0,51 0,0458 0,52 0,1778 0,67 0,0874 0,47 0,1546 0,74 0,1761 0,63 0,1952 3,12 0,2005 0,28 0,1728 0,40 0,1108 0,67 0,1146 0,30 0,2400 0,49 0,0640 0,35 1,8184 9,1000 1,8184 9,1000

PIB Gov. Trimest. 1,94 1,94 1,94 1,94 1,94 1,94 1,13 1,13 1,13 1,00 1,00 1,00 6,70 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês 11,70 Jan 12,00 Fev 12,80 Mar 13,10 Abr 12,20 Mai 11,70 Jun 11,20 Jul 11,40 Ago 10,90 Set 10,50 Out 10,70 Nov 9,60 Dez 7,40 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal 0,91 0,32 0,81 0,50 0,39 -0,17 -0,17 0,00 0,72 0,57 0,38 0,19 1,09 4,5345 4,5345

IGP-DI FGV Mensal 0,33 0,40 0,99 0,51 -0,25 -0,45 -0,40 -0,79 -0,13 0,63 0,33 0,07 1,47 1,2321 1,2321

IGP-M FGV Mensal 0,39 0,30 0,85 0,86 -0,22 -0,44 -0,34 -0,65 -0,53 0,60 0,40 -0,01 1,76 1,2008 1,2008

INCC-DI FGV Mensal 0,75 0,44 0,67 0,72 2,09 0,76 0,11 0,02 0,24 0,19 0,28 0,37 0,59 6,8284 6,8284

INCC-M FGV Mensal 0,70 0,42 0,71 0,38 0,54 2,20 0,65 0,05 0,06 0,28 0,29 0,38 0,43 6,8488 6,8488

INPC IBGE Mensal 0,57 0,44 0,73 0,91 0,70 -0,11 0,03 0,00 0,15 0,58 0,54 0,40 0,97 5,0474 5,0474

IPA-DI FGV Mensal 0,08 0,39 1,14 0,33 -0,98 -0,78 -0,69 -1,04 -0,28 0,79 0,24 -0,14 1,90 -0,9627 -0,9627

IPA-M FGV Mensal 0,20 0,20 0,94 0,96 -0,77 -1,00 -0,65 -0,88 -0,76 0,72 0,40 -0,27 2,36 -0,9356 -0,9356

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal 0,85 0,56 0,43 0,36 0,70 0,79 0,88 0,83 0,79 0,35 -0,05 -0,20 0,13 0,30 -0,44 -0,20 0,09 0,44 0,42 0,63 0,57 0,29 0,46 0,29 0,70 0,82 4,9291 4,5254 4,9291 4,5254

IPCA IBGE Mensal 0,58 0,59 0,61 0,87 0,49 -0,02 0,25 0,17 0,35 0,75 0,55 0,36 0,74 5,6897 5,6897

IPCA-15 IBGE Mensal 0,68 0,74 0,35 0,74 0,83 0,12 0,11 0,28 0,16 0,56 0,78 0,38 0,70 — —

IPCA-E IBGE Mensal 0,68 0,74 0,35 0,74 0,83 0,12 0,11 0,28 0,16 0,56 0,78 0,38 0,70 5,8700 5,8700

SELIC B.Central Mensal 1,4076 1,3047 1,4837 1,4633 1,5321 1,4924 1,5425 1,5425 1,4831 1,5105 1,4318 1,4321 0,9096 19,1300 19,1300

TJLP CMN Mensal 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,8125 0,5208 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal 0,1880 0,38 0,0962 0,33 0,2635 0,44 0,2003 0,21 0,2527 0,29 0,2993 3,93 0,2575 0,24 0,3466 0,05 0,2637 0,11 0,2100 0,35 0,1929 0,17 0,2269 0,10 0,0640 0,35 2,8335 6,7300 2,8335 6,7300

PIB Gov. Trimest. -0,12 -0,12 -0,12 2,32 2,32 2,32 -1,06 -1,06 -1,06 1,06 1,06 1,06 6,70 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês 10,2 Jan 10,7 Fev 10,9 Mar 10,8 Abr 10,2 Mai 9,4 Jun 9,5 Jul 9,4 Ago 9,7 Set 9,6 Out 9,6 Nov 8,4 Dez 7,40 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal 0,72 0,12 0,52 -0,06 -0,37 -0,21 -0,14 0,32 0,39 0,27 0,33 0,65 1,09 2,5630 2,5630

IGP-DI FGV Mensal 0,72 -0,06 -0,45 0,02 0,38 0,67 0,17 0,41 0,24 0,81 0,57 0,26 1,47 3,7973 3,7973

IGP-M FGV Mensal 0,92 0,01 -0,23 -0,42 0,38 0,75 0,18 0,37 0,29 0,47 0,75 0,32 1,76 3,8476 3,8476

INCC-DI FGV Mensal 0,34 0,19 0,20 0,36 1,32 0,90 0,47 0,24 0,11 0,21 0,23 0,36 0,59 5,0359 5,0359

INCC-M FGV Mensal 0,24 0,28 0,23 0,21 0,81 1,45 0,57 0,35 0,09 0,18 0,23 0,30 0,43 5,0452 5,0452

INPC IBGE Mensal 0,38 0,23 0,27 0,12 0,13 -0,07 0,11 -0,02 0,16 0,43 0,42 0,62 0,97 2,8134 2,8134

IPA-DI FGV Mensal 0,81 -0,12 -0,82 -0,15 0,46 1,06 0,17 0,53 0,28 1,16 0,75 0,11 1,90 4,3052 4,3052

IPA-M FGV Mensal 1,10 -0,06 -0,48 -0,77 0,43 1,11 0,21 0,46 0,36 0,65 1,02 0,29 2,36 4,3867 4,3867

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal 0,65 0,50 0,01 -0,03 0,22 0,14 0,34 0,01 -0,19 -0,22 -0,40 -0,31 0,06 0,21 0,16 0,12 0,19 0,25 0,14 0,39 0,24 0,42 0,63 1,04 0,70 0,82 2,0644 2,5421 2,0644 2,5421

IPCA IBGE Mensal 0,59 0,41 0,43 0,21 0,10 -0,21 0,19 0,05 0,21 0,33 0,31 0,48 0,74 3,1418 3,1418

IPCA-15 IBGE Mensal 0,51 0,52 0,37 0,17 0,27 -0,15 -0,02 0,19 0,05 0,29 0,37 0,35 0,70 — —

IPCA-E IBGE Mensal 0,51 0,52 0,37 0,17 0,27 -0,15 -0,02 0,19 0,05 0,29 0,37 0,35 0,70 2,9500 2,9500

SELIC B.Central Mensal 1,3926 1,2283 1,3198 1,2434 1,2500 1,0117 1,0120 1,1742 1,1010 1,1221 1,0633 1,0624 0,9096 14,9100 14,9100

TJLP CMN Mensal 0,7500 0,7500 0,7500 0,6792 0,6792 0,6792 0,6250 0,6250 0,6250 0,5708 0,5708 0,5708 0,5208 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal 0,2326 0,23 0,0725 0,15 0,2073 0,12 0,0855 0,08 0,1888 0,25 0,1937 0,15 0,1751 2,89 0,2436 0,11 0,1521 0,21 0,1875 0,12 0,1282 0,05 0,1522 0,10 0,0640 0,35 2,0377 4,5200 2,0377 4,5200

PIB Gov. Trimest. 1,82 1,82 1,82 0,22 0,22 0,22 1,54 1,54 1,54 1,18 1,18 1,18 6,70 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês 9,3 Jan 10,1 Fev 10,4 Mar 10,4 Abr 10,2 Mai 10,4 Jun 10,8 Jul 10,6 Ago 10,0 Set 9,8 Out 9,6 Nov 8,4 Dez 7,40 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal (%) 0,95 0,21 0,25 0,41 0,63 0,15 -0,30 0,40 0,30 0,33 0,28 1,09 4,7949 4,7949

IGP-DI FGV Mensal (%) 0,43 0,23 0,22 0,14 0,16 0,26 0,37 1,39 1,17 0,75 1,05 1,47 7,8984 7,8984

IGP-M FGV Mensal (%) 0,50 0,27 0,34 0,04 0,04 0,26 0,28 0,98 1,29 1,05 0,69 1,76 7,7463 7,7463

INCC-DI FGV Mensal (%) 0,45 0,21 0,27 0,46 1,15 0,92 0,31 0,26 0,51 0,51 0,36 0,59 6,1633 6,1633

INCC-M FGV Mensal (%) 0,45 0,26 0,17 0,43 0,55 1,67 0,21 0,35 0,39 0,49 0,48 0,43 6,0324 6,0324

INPC IBGE Mensal (%) 0,49 0,42 0,44 0,26 0,26 0,31 0,32 0,59 0,25 0,30 0,43 0,97 5,1556 5,1556

IPA-DI FGV Mensal (%) 0,32 0,19 0,11 0,02 -0,04 0,09 0,42 1,96 1,64 1,02 1,45 1,90 9,4313 9,4313

IPA-M FGV Mensal (%) 0,40 0,21 0,33 -0,14 -0,09 0,01 0,26 1,31 1,83 1,42 0,97 2,36 9,1997 9,1997

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 0,69 0,66 0,34 0,33 0,48 0,11 0,31 0,33 0,25 0,36 0,42 0,55 0,28 0,27 0,42 0,07 0,23 0,24 0,13 0,08 0,27 0,47 0,70 0,82 4,6131 4,3723 4,6131 4,3723

IPCA IBGE Mensal (%) 0,44 0,44 0,37 0,25 0,28 0,28 0,24 0,47 0,18 0,30 0,38 0,74 4,4572 4,4572

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 0,52 0,46 0,41 0,22 0,26 0,29 0,24 0,42 0,29 0,24 0,23 0,70 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 0,52 0,46 0,41 0,22 0,26 0,29 0,24 0,42 0,29 0,24 0,23 0,70 4,3600 —

SELIC B.Central Mensal (%) 1,0581 0,9420 1,0287 0,9838 1,0054 0,9432 0,9511 0,9288 0,8832 0,9096 0,8801 0,9096 12,0400 12,0400

TJLP CMN Mensal (%) 0,5417 0,5417 0,5417 0,5417 0,5417 0,5417 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,2189 0,13 0,0721 0,10 0,1876 0,21 0,1272 0,16 0,1689 0,19 0,0954 0,26 0,1469 3,04 0,1466 0,34 0,0352 0,32 0,1142 0,42 0,0590 0,40 0,0640 0,35 1,4452 — — —

PIB Gov. Trimest. (%) 5,15 5,15 5,15 6,41 6,41 6,41 6,06 6,06 6,06 6,70 6,70 6,70 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 9,30 Jan 9,90 Fev 10,10 Mar 10,10 Abr 10,10 Mai 9,70 Jun 9,50 Jul 9,50 Ago 9,00 Set 8,70 Out 8,20 Nov 7,40 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal (%) 0,88 -0,03 0,45 0,42 0,87 0,97 0,87 0,32 0,14 0,43 0,53 0,10 6,1084 6,1084

IGP-DI FGV Mensal (%) 0,99 0,38 0,70 1,12 1,88 1,89 1,12 -0,38 0,36 1,09 0,07 -0,44 9,1073 9,1073

IGP-M FGV Mensal (%) 1,09 0,53 0,74 0,69 1,61 1,98 1,76 -0,32 0,11 0,98 0,38 -0,13 9,8054 9,8054

INCC-DI FGV Mensal (%) 0,38 0,40 0,66 0,87 2,02 1,92 1,46 1,18 0,95 0,77 0,50 0,17 11,8602 11,8602

INCC-M FGV Mensal (%) 0,41 0,43 0,59 0,82 1,10 2,67 1,42 1,27 0,95 0,85 0,60 0,22 11,9674 11,9674

INPC IBGE Mensal (%) 0,69 0,48 0,51 0,64 0,96 0,91 0,58 0,21 0,15 0,50 0,38 0,29 6,4814 6,4814

IPA-DI FGV Mensal (%) 1,08 0,52 0,80 1,30 2,22 2,29 1,28 -0,80 0,44 1,36 -0,17 -0,88 9,7963 9,7963

IPA-M FGV Mensal (%) 1,24 0,64 0,96 0,65 2,01 2,27 2,20 -0,74 0,04 1,24 0,30 -0,42 10,8411 10,8411

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 0,97 0,52 0,00 0,19 0,45 0,31 0,72 0,54 0,87 1,23 0,77 0,96 0,53 0,45 0,14 0,38 -0,09 0,38 0,47 0,50 0,56 0,39 0,52 0,16 6,0664 6,1729 6,0664 6,1729

IPCA IBGE Mensal (%) 0,54 0,49 0,48 0,55 0,79 0,74 0,53 0,28 0,26 0,45 0,36 0,28 5,9023 5,9023

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 0,70 0,64 0,23 0,59 0,56 0,90 0,63 0,35 0,26 0,30 0,49 0,29 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 0,70 0,64 0,23 0,59 0,56 0,90 0,63 0,35 0,26 0,30 0,49 0,29 6,1000 —

SELIC B.Central Mensal (%) 0,9071 0,8483 0,9071 0,8950 0,9454 0,9468 0,9983 1,0406 1,0433 1,0972 1,0616 1,0972 12,4500 12,4500

TJLP CMN Mensal (%) 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,1010 0,34 0,0243 6,00 0,0409 0,42 0,0955 0,39 0,0736 0,75 0,1146 6,05 0,1914 0,64 0,1574 0,87 0,1970 0,75 0,2506 0,87 0,1618 0,44 0,2149 0,34 1,6348 12,6800 — 12,6800

PIB Gov. Trimest. (%) 6,40 6,40 6,40 6,50 6,50 6,50 7,10 7,10 7,10 0,80 0,80 0,80 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 8,00 Jan 8,70 Fev 8,60 Mar 8,50 Abr 7,90 Mai 7,80 Jun 8,10 Jul 7,60 Ago 7,60 Set 7,50 Out 7,60 Nov 6,80 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal (%) 0,69 0,02 0,40 0,31 0,23 0,05 0,49 0,30 0,27 0,53 0,60 0,08 4,0403 4,0403

IGP-DI FGV Mensal (%) 0,01 -0,13 -0,84 0,04 0,18 -0,32 -0,64 0,09 0,25 -0,04 0,07 -0,11 -1,4364 -1,4364

IGP-M FGV Mensal (%) -0,44 0,26 -0,74 -0,15 -0,07 -0,10 -0,43 -0,36 0,42 0,05 0,10 -0,26 -1,7123 -1,7123

INCC-DI FGV Mensal (%) 0,33 0,27 -0,25 -0,04 1,39 0,70 0,26 -0,05 0,15 0,06 0,29 0,10 3,2474 3,2474

INCC-M FGV Mensal (%) 0,26 0,35 -0,17 -0,01 0,25 1,53 0,37 0,01 0,07 0,13 0,18 0,20 3,2062 3,2062

INPC IBGE Mensal (%) 0,64 0,31 0,20 0,55 0,60 0,42 0,23 0,08 0,16 0,24 0,37 0,24 4,1137 4,1137

IPA-DI FGV Mensal (%) -0,33 -0,31 -1,46 -0,10 -0,10 -0,64 -1,16 0,07 0,29 -0,08 -0,04 -0,29 -4,0858 -4,0858

IPA-M FGV Mensal (%) -0,95 0,20 -1,24 -0,44 -0,30 -0,45 -0,85 -0,61 0,53 0,04 0,08 -0,50 -4,4128 -4,4128

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 0,83 0,46 0,21 0,27 0,61 0,40 0,47 0,31 0,39 0,33 0,12 0,13 0,34 0,33 0,20 0,48 0,18 0,16 0,01 0,25 0,26 0,29 0,24 0,18 3,9261 3,6490 3,9261 3,6490

IPCA IBGE Mensal (%) 0,48 0,55 0,20 0,48 0,47 0,36 0,24 0,15 0,24 0,28 0,41 0,37 4,3120 4,3120

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 0,40 0,63 0,11 0,36 0,59 0,38 0,22 0,23 0,19 0,18 0,44 0,38 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 0,40 0,63 0,11 0,36 0,59 0,38 0,22 0,23 0,19 0,18 0,44 0,38 4,1800 —

SELIC B.Central Mensal (%) 1,0758 0,9248 0,9503 0,8776 0,8322 0,7549 0,7428 0,7150 0,6918 0,7150 0,6918 0,7150 10,1300 10,1300

TJLP CMN Mensal (%) 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5208 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,1840 0,37 0,0451 0,37 0,1438 -0,19 0,0454 -0,09 0,0449 0,02 0,0656 0,03 0,1051 4,06 0,0197 0,06 0,0000 0,35 0,0000 0,17 0,0000 0,29 0,0533 0,13 0,7090 5,6400 — 5,6400

PIB Gov. Trimest. (%) -2,97 -2,97 -2,97 -2,75 -2,75 -2,75 -1,81 -1,81 -1,81 5,02 5,02 5,02 — —

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 8,20 Jan 8,50 Fev 9,00 Mar 8,90 Abr 8,80 Mai 8,10 Jun 8,00 Jul 8,10 Ago 7,70 Set 7,50 Out 7,40 Nov 6,80 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal (%) 1,72 0,59 0,47 0,22 0,15 0,02 0,14 0,25 0,53 0,93 1,04 0,65 6,9067 6,9067

IGP-DI FGV Mensal (%) 1,01 1,09 0,63 0,72 1,57 0,34 0,22 1,10 1,10 1,03 1,58 0,38 11,3058 11,3058

IGP-M FGV Mensal (%) 0,63 1,18 0,94 0,77 1,19 0,85 0,15   0,77 1,15 1,01 1,45 0,69 11,3220 11,3220

INCC-DI FGV Mensal (%) 0,64 0,36 0,75 0,84 1,81 1,09 0,44 0,14 0,21 0,20 0,37 0,67 7,7717 7,7717

INCC-M FGV Mensal (%) 0,52 0,35 0,45 1,17 0,93 1,77 0,62 0,22 0,20 0,15 0,36 0,59 7,5683 7,5683

INPC IBGE Mensal (%) 0,24 0,70 0,71 0,73 0,43 -0,11 -0,07 -0,07 0,54 0,92 1,03 0,60 6,4652 6,4652

IPA-DI FGV Mensal (%) 0,96 1,38 0,52 0,68 2,06 0,43 0,34 1,70 1,47 1,32 1,98 0,21 13,8336 13,8336

IPA-M FGV Mensal (%) 0,51 1,42 1,07 0,72 1,49 1,09 0,20 1,24 1,60 1,30 1,84 0,63 13,9124 13,9124

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 1,29 1,34 0,68 0,74 0,86 0,34 0,76 0,39 0,21 0,22 -0,21 0,04 -0,21 0,17 -0,08 0,17 0,46 0,53 0,59 1,04 1,00 0,72 0,72 0,54 6,2281 6,4129 6,2281 6,4129

IPCA IBGE Mensal (%) 0,75 0,78 0,52 0,57 0,43 0,00 0,01 0,04 0,45 0,75 0,83 0,63 5,9090 5,9090

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 0,52 0,94 0,55 0,48 0,63 0,19 -0,09 -0,05 0,31 0,62 0,86 0,69 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 0,52 0,94 0,55 0,48 0,63 0,19 -0,09 -0,05 0,31 0,62 0,86 0,69 5,7900 —

SELIC B.Central Mensal (%) 0,7150 0,6455 0,7150 0,6956 0,7738 0,7883 0,8447 0,8710 0,8579 0,8169 0,8169 0,8710 9,9000 9,9000

TJLP CMN Mensal (%) 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,0000 0,20 0,0000 0,18 0,0792 0,24 0,0000 0,17 0,0510 0,38 0,0589 0,51 0,1151 5,75 0,0909 0,20 0,0702 0,27 0,0472 0,12 0,0336 0,16 0,1406 0,05 0,6887 8,4100 0,6887 8,4100

PIB Gov. Trimest. (%) 9,27 9,27 9,27 9,16 9,16 9,16 6,74 6,74 6,74 5,04 5,04 5,04 7,4897 7,4897

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 7,20 Jan 7,40 Fev 7,60 Mar 7,30 Abr 7,30 Mai 7,00 Jun 6,90 Jul 6,70 Ago 6,20 Set 6,10 Out 5,70 Nov 5,30 Dez — No ano — 12 meses

ICV DIEESE Mensal (%) 1,28 0,41 0,91 0,80 0,04 -0,34 0,44 0,39 0,69 0,31 0,52 0,50 6,1051 6,1051

IGP-DI FGV Mensal (%) 0,98 0,96 0,61 0,50 0,01 -0,13 -0,05 0,61 0,75 0,40 0,43 -0,16 5,0125 5,0125

IGP-M FGV Mensal (%) 0,79 1,00 0,62 0,45 0,43 -0,18 -0,12 0,44 0,65 0,53 0,50 -0,12 5,0977 5,0977

INCC-DI FGV Mensal (%) 0,41 0,28 0,43 1,06 2,94 0,37 0,45 0,13 0,14 0,23 0,72 0,11 7,4818 7,4818

INCC-M FGV Mensal (%) 0,37 0,39 0,44 0,75 2,03 1,43 0,59 0,16 0,14 0,20 0,50 0,35 7,5842 7,5842

INPC IBGE Mensal (%) 0,94 0,54 0,66 0,72 0,57 0,22 0,00 0,42 0,45 0,32 0,57 0,51 6,0799 6,0799

IPA-DI FGV Mensal (%) 0,96 1,23 0,60 0,24 -0,63 -0,19 -0,13 0,77 0,94 0,48 0,34 -0,55 4,1154 4,1154

IPA-M FGV Mensal (%) 0,76 1,20 0,65 0,29 0,03 -0,45 -0,22 0,57 0,74 0,68 0,52 -0,48 4,3594 4,3594

IPC-DI IPC FGV FIPE/USP Mensal Mensal (%) (%) 1,27 1,15 0,49 0,60 0,71 0,35 0,95 0,70 0,51 0,31 -0,18 0,01 -0,04 0,30 0,40 0,39 0,50 0,25 0,26 0,39 0,53 0,60 0,79 0,61 6,3595 5,8044 6,3595 5,8044

IPCA IBGE Mensal (%) 0,83 0,80 0,79 0,77 0,47 0,15 0,16 0,37 0,53 0,43 0,52 0,50 6,5031 6,5031

IPCA-15 IBGE Mensal (%) 0,76 0,97 0,60 0,77 0,70 0,23 0,10 0,27 0,53 0,42 0,46 0,56 — —

IPCA-E IBGE Mensal (%) 0,76 0,97 0,60 0,77 0,70 0,23 0,10 0,27 0,53 0,42 0,46 0,56 6,5500 6,5500

SELIC B.Central Mensal (%) 0,8859 0,8212 0,9455 0,9235 0,9659 0,9481 0,9931 1,0054 0,9358 0,9523 0,8987 0,8903 11,7600 11,7600

TJLP CMN Mensal (%) 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 — —

TR CUB-PR B.Central Sinduscon/PR Mensal Mensal (%) (%) 0,0715 0,08 0,0524 0,11 0,1212 0,16 0,0369 0,20 0,1570 0,28 0,1114 0,30 0,1229 5,35 0,2076 0,63 0,1003 0,44 0,0620 0,33 0,0645 0,34 0,0937 0,18 1,2079 8,5900 1,2079 8,5900

PIB Gov. Trimest. (%) 0,78 0,78 0,78 0,72 0,72 0,72 -0,04 -0,04 -0,04 — — — 3,2009 3,5966

Desempr. IBGE Mensal Mês (%) 6,10 Jan 6,40 Fev 6,50 Mar 6,40 Abr 6,40 Mai 6,20 Jun 6,00 Jul 6,00 Ago 6,00 Set 5,80 Out 5,20 Nov 4,70 Dez — No ano — 12 meses

Fonte Mês

ICV DIEESE Mensal

IGP-DI FGV Mensal

IGP-M FGV Mensal

INCC-DI FGV Mensal

INCC-M FGV Mensal

INPC IBGE Mensal

IPA-DI FGV Mensal

IPA-M FGV Mensal

IPC-DI FGV Mensal

IPCA IBGE Mensal

IPCA-15 IBGE Mensal

IPCA-E IBGE Mensal

SELIC B.Central Mensal

TJLP CMN Mensal

TR B.Central Mensal

PIB Gov. Trimest.

Desempr. IBGE Mensal

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

1,32 0,13 — — — — — — — — — — 1,4517 5,8510

Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2004 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Dez No ano 12 meses

2005 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Dez No ano 12 meses

2006 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Dez No ano 12 meses

2007 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2008 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2009 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2010 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2011 Fonte Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No ano 12 meses

2012 (%)

(%)

0,30 0,07 — — — — — — — — — — 0,37 3,3859

(%)

0,25 0,06 — — — — — — — — — — 0,3100 4,5353

(%)

0,89 0,30 — — — — — — — — — — 1,1927 8,0171

(%)

0,67 0,42 — — — — — — — — — — 1,09 7,9047

(%)

0,51 0,39 — — — — — — — — — — 0,90 —

(%)

0,01 -0,03 — — — — — — — — — — -0,02— —

(%)

-0,07 -0,26 — — — — — — — — — — -0,0700 3,4997

(%)

0,81 0,24 — — — — — — — — — — 1,05 —

IPC FIPE/USP Mensal (%)

0,66 0,07 — — — — — — — — — — 0,73 —

(%)

0,56 0,45 — — — — — — — — — — 1,01 —

(%)

0,65 0,53 0,25 — — — — — — — — — 1,43 —

(%)

0,65 0,53 — — — — — — — — — — 0,6500 —

(%)

0,8717 0,7943 — — — — — — — — — — 1,6700 11,7100

(%)

0,5000 0,5000 0,5000 — — — — — — — — — 1,5 —

(%)

0,0864 0,0000 — — — — — — — — — — 0,0864 —

CUB-PR Sinduscon/PR Mensal (%)

0,24 0,06 — — — — — — — — — — 0,30 —

(%)

— — — — — — — — — — — — — —

(%)

Mês

5,5 Jan 5,7 Fev — Mar — Abr — Mai — Jun — Jul — Ago — Set — Out — Nov — Dez 11,2 No ano — 12 meses

Fontes: DIEESE; FGV; FIPE/USP; SINDUSCON/PR; IBGE; COPOM; Banco Central

20-04-12 - Indústria&Comércio  

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