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Tecnologia

Alimentação

Curso inédito de Estratégias Digitais em Curitiba

Ministra descarta que peixe contaminado chegue ao Brasil

Exposição

NACIONAL | A2

28ª Feira Lar e Decoração abre com ingresso mais em conta

NEGÓCIOS | B4

NEGÓCIOS | B4

CURITIBA, SEXTA-FEIRA A DOMINGO, 08 A 10 DE ABRIL DE 2011 Ano XXXIV | Edição nº 8352 | R$ 1,50 | WWW.ICNEWS.COM.BR

Indústria &Comércio DIÁRIO. MAIS QUE NOTÍCIAS. INTELIGÊNCIA. CONHECIMENTO.

Ferroeste

União destina R$ 6,5 milhões para ampliar Ferroeste

Fábio Campana A bela é fera A senadora paranaense Gleisi Hoffmann (PT) prova a cada discurso no senado que assumiu a linha de frente de defesa do governo Dilma Rousseff. Na semana passada, Gleisi protagonizou confronto com Alvaro Dias.

Pedro W ashing ashingtt o n Maus modos O PMDB do Paraná debate-se numa luta fratricida. Peleia que na visão do veterano integrante Caíto Quintana pode enfraquecer ainda mais o partido, dividido entre os que acenam para o retorno de Gustavo Fruet e os que não vêem com bons olhos sua ainda indefinida volta.

Projeto pretende ligar Maracaju com o Porto de Paranaguá

O

Aroldo Murá CAVALO ANFÍBIO É A NOVA REVELAÇÃO DE EVARISTO DE MIRANDA O cientista Evaristo Eduardo de Miranda vai falar em Curitiba, em 11 de maio, sobre “O homem Perante o Universo”. Ele é respeitado e orientador de mestrandos na Unicamp e USP. Em suas palestras, sempre firma posições sobre temas controvertidos, como aquecimento global. Quando estiver aqui, a revista National Geographic estará divulgando mais uma de suas descobertas: a existência de cavalos anfíbios no Pantanal. Dinah Ribas Pinheiro vai revelar as muitas dimensões da artesã Efigênia, 80 anos, conhecida no país todo como “rainha do papel de bala”. E no âmbito da Prefeitura, o ICS sinaliza problemas: tem um serviço de fisioterapia modelar. Mas que só funciona com 5 pessoas.

Projeto contempla a adequação e implantação da ligação ferroviária do Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, com extensão de 1.116 km

GERAL | A5

Famílias mantêm otimismo com a situação socioeconômica do país, diz Ipea As famílias mantiveram em março o mesmo otimismo de fevereiro em relação à situação socioeconômica do país, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) manteve-se nos mesmos 65,3 pontos de fevereiro, ficando 2,8% abaixo do patamar de janeiro, quando foi registrado o maior índice da série (67,2).

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VINO VITA EST. Histórico sobre a rolha e o vinho PÁGINA B1

Produção de veículos cresce 7,9% no primeiro trimestre, diz Anfavea

A produção de veículos no país aumentou 7,9% de janeiro a março deste ano, totalizando 902,1 mil unidades.

ECONOMIA | B1

ECONOMIA | B1

EDITORIAL

NÃO PRECISAMOS DE INIMIGOS A grande usina de Itaipu nos custou em dólares dos anos 70 quase US$ 15 bilhões! Nos quais a contribuição paraguaia foi simplesmente igual a zero. Como igual a zero foi a contribuição paraguaia no projeto&construção. Quando foi ao ar em 1973, o Tratado de Itaipu recebeu críticas lá e cá, ambas à esquerda do espectro político e ambas a clamar que o Tratado não atendia os respectivos interesses nacionais, o que levou sagaz observador a comentar: - Esta é a melhor prova da sua perfeição. Pois é logicamente óbvio que o Tratado não pode prejudicar simultaneamente os contratantes. Ao contrário do que as esquerdas sustentavam, o Tratado de Itaipu não é jogo de soma zero, isto é, o que um ganha o outro perde, não; o Tratado é jogo de soma diferente de zero: os dois ganham! Passado largo tempo, eis que o Paraguai elege presidente o sr. Lugo. E o sr. Lugo pressiona o presidente Lula no sentido de uma revisão dos preços estipulados no Tratado. O presidenteLula, que jurou defender os interesses do Brasil, cedeu às exigências do presidente Lugo. Para completar, o dr. Rosinha, relator do projeto na Câmara de Deputados, não hesitou: triplicou os preços que pagaremos aos paraguaios para usar a energia de Itaipu que eles não tem condição de absorver. E assim o Brasil mais uma vez obriga o mundo, mundo, vasto mundo a curvar-se diante da sua nunca assaz louvada criatividade: deputado eleito por votos brasileiros a defender interesses paraguaios na Câmara de Deputados em Brasília. Para que inimigos?

Saúde&BemEstar

Campanha de vacinação antirrábica canina começa em setembro

O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação antirrábica canina será realizada em setembro no Paraná.

UniCuritiba promove Ação Páscoa Solidária Com o objetivo de arrecadar ovos de chocolate, que serão distribuídos à 550 crianças carentes de creches da capital paranaense, o UniCuritiba realiza o Projeto Ação Solidária de Páscoa.

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NEGÓCIOS | B4

Indicadores CÂMBIO MAIORES ALTAS AFLUENTE T FAB C RENAUX FAB C RENAUX BRASKEM GPC PART

SPRINGER SONDOTECNICA B2W VAREJO PRONOR ELETROBRAS

CENTRAL DE ATENDIMENTO: 41 3333.9800 CMYK

preço total máximo estabelecido para a execução do estudo do projeto é de R$ 6.524.274,33. O projeto contempla a adequação e implantação da ligação ferroviária de Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, com extensão de 1.116 km. Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, a rapidez com que o edital foi publicado é animadora. "O cronograma que firmamos com o Governo Federal tem sido cumprido à risca", disse. “Hoje existe vontade política para avançar com esse projeto”.

COTAÇÃO

MAIORES ALTAS

COTAÇÃO

5,78 0,80 0,62 13,50 0,73

CYRELA REALT ECODIESEL LLX LOG HYPERMARCAS GAFISA

16,39 0,87 5,21 21,44 11,36

4,72 33,58 1,01 1,71 37,14

COSAN COPEL BRF FOODS GOL TIM PART S/A

24,55 45,34 30,05 21,37 7,12

E-MAIL: PAUTA@INDUSCOM.COM.BR

Moeda

Compra

Venda

Dólar turismo 1,5200

1,6600

Dólar comercial 1,5820

1,5840

Dólar paralelo 1,5900

1,7300

Euro

2,2704

2,2681

Ouro (Grama/R$): 187,32


Nacional

“O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade." Voltaire

Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A2

Previsão do tempo

AB Notícias

fonte: www.simepar.br

Mín.: 10° Máx.: 22°

abnoticias@abcom.com.br

As condições do tempo permanecem estáveis sobre o Estado do Paraná, devido a presença da massa de ar seco e frio. No interior do Estado o ar seco mantém o predomínio de sol em grande parte do dia. Por outro lado, em toda a faixa leste paranaense os ventos continuam soprando de leste/ sudeste e deixam o céu com muitas nuvens, podendo ocorrer chuviscos ocasionais.

MALHAS E RENTABILIDADE A Feira de Malhas de Imbituva, nos Campos Gerais, segue até domingo, 10, e faz parte da história da moda, trazendo tendências, qualidade e inovação. Mais de 40 malharias participam do Arranjo Produtivo Local e trabalham o ano todo para garantir bons negócios durante o evento. São diversas peças disponíveis e a expectativa é aumentar em 30% as vendas, em relação ao ano passado.

EDUCAÇÃO EM FOCO Cinco escolas de Londrina, União da Vitória, Curitiba e Campina Grande do Sul, acabam de receber os troféus do Prêmio Construindo a Nação, edição 2010-2011. A iniciativa é do Instituto Cidadania Brasil, que visa estimular a abordagem do assunto cidadania diretamente com os estudantes. Elas foram selecionadas entre 83 escolas paranaenses nas categorias educação infantil, ensino fundamental, médio, projetos especiais e educação de jovens e adultos.

COTIDIANO

Sindicato fez alerta para violência em escolas do Rio Diretora fala da fragilidade do município em lidar com a situação Organizações propõem a Maia alterações na proposta do Código Florestal Priscilla Mazenotti

Trinta organizações ambientais e de trabalhadores do campo entregaram nesta quinta-feira (07/04) ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP), uma lista de propostas de alterações ao projeto do Código Florestal, em análise na Casa. Entre as propostas estão a que pede tratamento diferenciado para a agricultura familiar e o fim da anistia para desmatamentos ilegais feitos em áreas de preservação permanente (APPs) até 2008. Outra proposta criticada pelo grupo – e que consta no projeto do Código Florestal – é a que reduz os atuais índices de Reserva Legal e de Preservação Permanente. “A proposta transforma o Código Florestal em código agrícola. Não mantém o objetivo de proteção de florestas”, disse a representante do Instituto Socioambiental, Adriana Ramos. Além de entregar as reivindicações ao presidente da Câmara, o grupo fez uma manifestação no gramado em frente ao Congresso Nacional. A proposta aguarda votação na Câmara dos Deputados. No início da semana, a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, disse que o decreto presidencial que suspende as punições para os proprietários rurais que desrespeitaram as leis ambientais poderá ser prorrogado enquanto uma propostas de consenso em torno do Código Florestal não for construída.

O

episódio que causou a morte de onze alunos na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (07/04), foi um caso isolado, mas demonstra a fragilidade do município em lidar com a situação de violência que é cotidiana nas escolas públicas. A denúncia é da diretora do Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio (Sepe), Rosilene Macedo. No início da manhã, Wellington Menezes de Oliveira, ex-estudante da Escola Municipal Tasso da Silveira, entrou no colégio e atirou nos alunos. De acordo com os números apresentados até o final da manhã de quinta pelas autoridades do Rio, 12 pessoas morreram

(11 crianças e o atirador) e 17 ficaram feridas. “Professores e alunos testemunham situações de violência de forma rotineira e a prefeitura fecha os olhos. Não adianta apenas pacotes pedagógicos, precisamos de mais funcionários nas escolas, porteiros, construção de mais escolas para que os alunos não fiquem como sardinhas em lata”, disse Rosilene Macedo. Rosilene disse que a questão da violência nas escolas é uma pauta que o sindicato vem tentando debater há anos com a Secretaria de Educação, sem sucesso. “Ontem mesmo um professor foi agredido por um aluno e ele mesmo precisou chamar a polícia, pois a direção fica de mãos atadas e a secretaria não toma provi-

dências”, disse a diretora.

LUTO A presidenta Dilma Rousseff decretou luto oficial de três dias pela morte das crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira. As bandeiras em frente ao Palácio do Planalto foram hasteadas a meio-mastro. Horas após o assassinato coletivo, a presidenta falou sobre o episódio e se emocionou. Dilma manifestou repúdio ao crime cometido contra crianças e pediu um minuto de silêncio ao público que estava no Palácio do Planalto para participar da cerimônia marcada para comemorar a marca de 1 milhão de empreendedores individuais formalizados. Em seguida, Dilma encerrou o evento.

JAPÃO

Para ministra, peixe contaminado não chega à mesa do brasileiro Antonio Cruz/ABr

Carolina Pimentel

A ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti (foto ao lado), disse nesta quintafeira (07/04) que a possibilidade de que peixe contaminado por radiação proveniente do Japão chegue ao Brasil é remota. O Japão anunciou que detectou radiação em algumas espécies de peixes após o vazamento de material da Usina Nuclear de Fukushima. A ministra explicou que o Brasil praticamente não importa pescado japonês. Mesmo com o baixo risco de um peixe contaminado chegar à mesa do brasileiro, Ideli afirmou que o governo federal monitora todos peixes que vêm da Ásia. Isso porque o Japão anunciou que está despejando no mar água radioativa e os cardumes se deslocam. Além disso, barcos de outros países pescam em águas internacionais. Do

Continente Asiático, o maior volume de pescado é comprado da China. “Pode continuar comendo peixe que está tudo monitorado. Não há risco ou qualquer problema. É só um cuidado a mais”, disse Ideli Salvatti, ao participar do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) em parceria com a EBC Serviços. Desde o início desta semana, fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura começaram a colher amostras de alimentos importados do Japão para detectar a presença de nível de radiação acima do tolerado. Os alimentos serão liberados para o consumo somente após o resultado da análise. E a carga que estiver contaminada será descartada ou devolvida ao Japão. No programa, a ministra dis-

Até a Prefeitura de Curitiba tem contratos com as oscips investigadas pela Polícia Federal, Adesobras e Ibides. Ambas receberam desde 2005 19 milhões de reais. A Prefeitura afirma que todos os contratos foram licitados. Por sua vez, diante do escândalo denunciado a Corregedoria Geral da União afirmou que vai investigar detalhadamente esses contratos. Outras 27 prefeituras do Estado mantêm também relações com as oscips denunciadas. (AB)

MÚSICA NO OESTE O 9º Festival das Águas segue até domingo, 10, em São Miguel do Iguaçu. O evento será realizado próximo ao Terminal Turístico do Balneário de Ipiranga e vai reunir grandes nomes do tradicionalismo gaúcho. Também dará espaço para que os novos talentos se destaquem. O evento tem como objetivo incentivar a produção de música nativista, envolvendo músicos e compositores. Entre os temas das músicas, meio ambiente, família e vida no campo.

CORREIO MAIS RÁPIDO No meio de reclamações por atrasos na entrega de correspondência, o sr. Areovaldo Figueiredo tomou posse como Diretor Regional dos Correios do Paraná. O dirigente do importante órgão anunciou a necessidade da contratação de novos profissionais a fim de aumentar o efetivo e sanar problemas que vem sendo apontados. Para tanto, concurso será feito. Ademais, Areovaldo insiste em melhorar a distribuição de correspondência particularmente nas zonas rurais.

FICANDO VELHO Um relatório do Banco Mundial mostra que os brasileiros estão envelhecendo muito rápido em relação aos povos de países desenvolvidos. Portanto, como outros países emergentes, o Brasil está ficando velho antes de ficar rico. A França levou um século para aumentar de sete para 14% a população acima de 65 anos. No Brasil, esse processo acontecerá em 20 anos, entre 2011 e 2031. Essa condição reduz também a população em idade economicamente ativa.

MUITOS CARROS Dados do Departamento de Trânsito do Paraná mostram que a frota de Pato Branco ultrapassa os 40 mil veículos. A perspectiva é um aumento ainda maior, já que desde o começo do ano, 89 novos foram emplacados. A cidade tem cerca de 72 mil habitantes, e a estatística demonstra aproximadamente um veículo para cada duas pessoas. A reportagem é de Rafael Barzotto, do jornal Diário do Sudoeste.

TEATRO E TURISMO O Festival de Curitiba também cria nichos para a exploração do setor de turismo. Até domingo, 10, equipes do Instituto Municipal de Turismo vão percorrer peças e shows para verificar o perfil dos turistas que estão na cidade para conferir o evento. No ano passado, os Estados que mais enviaram visitantes para cá durante o festival foram Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A pesquisa constata que a maioria permanece quatro dias na capital, tendo um gasto médio de 225 reais por dia.

EXPEDIENTE

Diário

Indústria&Comércio Fundado em 2 de setembro de 1976

se que uma das metas da pasta é incluir o peixe na merenda de 20% das escolas do país até o próximo ano. O alimento será processado, ou seja, não terá espinhas. Atualmente, o brasileiro consome 10 quilos de pescado por ano, volume abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que é de 12 a 14 quilos anuais por pessoa.

Informe da Câmara Municipal de Curitiba Vereadores se reúnem com secretário de Governo Integrantes da Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização da Câmara de Curitiba se reuniram ontem com o secretário municipal de Governo, Luiz Fernando Jamur. Os parlamentares, liderados pelo vereador Paulo Frote (PSDB), presidente da comissão, querem acompanhar o cumprimento das emendas ao orçamento. “Queremos conferir a agenda das liberações. Essa deve ser uma atividade frequente da comissão”, disse. Frote explica que há seis anos os vereadores de Curitiba têm cota individual para emendas ao Orçamento estabelecida em consenso com o Executivo. Neste ano, cada um dos 38

CONTRATOS DE OSCIPS

parlamentares pode indicar aplicação de R$ 520 mil em obras, compra de equipamentos e apoio a instituições sociais.

Médicos O líder tucano Emerson Prado manifestou a inquietação de pacientes e associados dos planos de saúde sobre o andamento da movimentação da Associação Médica do Paraná e outras entidades representativas. Durante o debate sobre os motivos da paralisação médica, o líder da oposição, Algaci Tulio (PMDB), também levantou a preocupação crescente de muitos parlamentares sobre as operadoras de planos de saúde.

"Enquanto Deus nos dê um resto de alento, não há que desesperar-se da sorte do bem. A injustiça pode irritar-se porque é precária. A verdade não se impacienta porque é eterna. Quando praticamos uma ação boa, não sabemos se é para hoje ou para quando. O caso é que seus frutos podem ser tardios, mas são certos. Uns plantam a semente da couve para o prato de amanhã. Outros a semente do carvalho para o abrigo do futuro. Aqueles cavam para si mesmos. Estes lavram para seu país, para a felicidade dos seus descendentes e para o benefício do gênero humano." Ruy Barbosa Fundador e Presidente Odone Fortes Martins Reg.Prof. DRT/PR: 6993 (ofm@induscom.com.br) Administração Irene Morva Martins (diretoria@induscom.com.br) Diretor de Redação Eliseu Tisato Reg.Prof. DRT/PR: 7568 (editor@induscom.com.br) Redação: Rua Imaculada Conceição, 205 - Curitiba - PR Fone: (41) 3333.9800 E-mail: pauta@induscom.com.br Publicidade Legal e Assinaturas: Rua Imaculada Conceição, 205 - Curitiba - PR Fones: (41) 3333.9800 | 3334.4665 e-mail: publegal@induscom.com.br

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Os artigos assinados que publicamos não representam necessariamente a opinião do jornal.


GeralEstadual Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A3 | Indústria&Comércio

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Aroldo Murá G.Haygert

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Panorama Político Pedro Washington

Maus modos O CAVALO ANFÍBIO DO PANTANAL É REVELADO POR EVARISTO, CIENTISTA E CRENTE

CAVALO ANFÍBIO - 3 A graduação em Agronomia ele a fez na França no Institut Superieur D’ Agriculture Rhône Alpes, de Lion, França; o mestrado e depois o doutorado, em Ecologie, na Universidade de Montpellier também na França. Um dos temas preferidos de Evaristo é a questão do aquecimento global, e tem pontos de vista que não andam necessariamente na corrente midíatica.

TEATRO PARA HOMENAGEAR JORNALISTAS

Evaristo Eduardo de Miranda: O cavalo anfíbio do Pantanal

Em 11 de Maio, curitibanos interessados em temas como as realidades do cosmo, evolução, ecologia e suas múltiplas frentes – especialmente o aquecimento global – poderão ouvir Evaristo Eduardo de Miranda, da USP e Unicamp, que fará uma ampla abordagem sobre o tema “Ciência e Fé: o Homem Perante o Universo”. A conferência, promoção do Instituto Ciência e Fé, será às 20 horas, na sede do Conselho Regional de Medicina do Paraná. A notícia em si é especial, levando em conta a qualificação de Evaristo, cientista que já falou, como convidado especial, na comissão de meio ambiente do Senado dos Estados Unidos (sobre desmatamento na Amazônia), e que tem ainda em seu currículo a indicação de prestar consultoria a organismos como a ONU, FAPESP, FAO, Banco Mundial... Mas tão positiva quanto a notícia da conferência entre nós é a informação surpreendente que me chega: Evaristo vai revelar no número de abril da National Geographic a existência do cavalo anfíbio do Pantanal matogrossense, por ele identificado. O seu livro mais recente, editado pela Vozes, “O Íntimo e o Infinito”, escancara o cientista, que é homem de fé.

CAVALO ANFÍBIO – 2 Pode soar a ficção científica, ou mito, mas é isso mesmo – um tipo único de cavalo vive no Pantanal. Ele come capim com a cabeça mergulhada na água, assim como pode ficar com os cascos até três meses expostos à água, sem sofrer qualquer sinal de corrosão. Tem, enfim, todas as características que identificam um animal anfíbio. Revelações desse porte são comuns serem trazidas por Evaristo Miranda em suas conferências Brasil afora. Uma delas, a de que outrora o rio Amazonas correu para o Pacífico, virou livro de grande repercussão. Suas obras, muitas delas, são editadas também em inglês, francês e italiano. Por dois mandatos foi diretor da Embrapa Monitoramento Ambiental por Satélite, com sede em Campinas (até 2010). É um das “jóias da coroa” do Instituto Ciência e Fé, de Curitiba, de que é diretor.

Luciano Ducci: As dores no ICS

espaço invejável, talvez o mais equipado da Capital. E atendido por profissionais competentes, atenciosos, coisa rara no serviço público. Mas – sempre vem o mas – o espaço do ICS está com a maioria de suas máquinas modernas paradas. Dos 18 fisioterapeutas que lá atendiam rotineiramente, hoje há apenas cinco fisioterapeutas. Os profissionais, quase todos, a exceção das chefias, são terceirizados, a maioria vinda de universidades. Se são terceirizados, as coisas até podem ser resolvidas com mais facilidade, supõe-se.

FISIOTERAPIA - 2

Wilson Picler: Grupo Uninter

O Grupo Educacional Uninter (professor Wilson Picler) homenagea de forma concreta e inteligente os jornalistas pela passagem de seu dia, que foi ontem: oferece nesse sábado, às 21 horas, sessão da peça “Sete Por Dois” a membros da categoria, no Teatro Paiol.

O LUD, JORNAL POLONÊS, NOS SEUS ÚLTIMOS DIAS Cada dia amplia-se a contribuição da coluna à História da Imprensa do Paraná. São ou novos nomes para a relação dos veículos que morreram nas últimas cinco décadas, ou observações completando dados citados. A questão do Lud, o jornal em polonês. Os padres da Congregação da Missão, ou Vicentinos, passaram na década de 1980 o semanário para a Editora Lud Ltda., integrada pelos sócios jornalistas Miecislau Surek e padre Jorge Morkis, e mais o advogado e empresário Paulo Filipake. Funcionou até 1998, quando foi fechado pela diminuição dos leitores em língua polonesa. Nos últimos tempos era quinzenário, com tiragens de 1.500 a 2.000 exemplares.

JORNAL LUD – 2 Na fase capitaneada pela Editora Lud foram editados dois dicionários, um do professor Mariano Kawla, e outro de Wanda Biernacka. Motivou – segundo Surek – a fundação e o funcionamento da União das Comunidades Polônicas da América Latina, com sede em Montevidéu. Editou vários livros de autores poloneses e polono-brasileiros vivendo em SP e Paraná.

FISIOTERAPIA DO ICS É BOA MAS ESTÁ SEM FORÇA VITAL O leitor pode perguntar a qualquer fisioterapeuta de nível e bem intencionado e ele concordará: o Centro de Fisioterapia do ICS (Instituto Curitiba de Saúde), da Prefeitura de Curitiba, é um

Como o ICS é, na verdade, um plano de saúde, questionar essa triste situação que atinge muitos funcionários municipais necessitados de fisioterapia, talvez deva se dar na Agência Nacional de Saúde. Mas o problema e a clientela são curitibanos e, em última instância, irão para a conta do médico Luciano Ducci, o prefeito. E Ducci sabe quanto é importante minimizar as dores do próximo, e os dividendos que isso gera para a comunidade.

EFIGÊNIA, RAINHA DO PAPEL DE BALA Quem tem o mínimo de interesse pelo bom artesanato (não confundi-lo com industrianato) que se produz em Curitiba, respeita, quase venera, o tipo humano que é Efigênia Rolim, uma senhorinha de origem humilde, 80 anos, contadora de história, artesã, poeta. Efigênia é cognominada de “Rainha do Papel de Bala”, por ser essa a matéria prima para seu artesanato, o que a faz ser procurada por experts da área, vindos de todo o Brasil.

EFIGÊNIA, RAINHA – 2 Pois a jornalista Dinah Ribas Pinheiro, que está entre os “históricos” jornalistas especializados em atividades culturais em Curitiba (ao lado de Marilu Silveira e Rosirene Gemael), aceitou o desafio de escrever um livro sobre a artesã Efigênia. O trabalho é facilitado pela existência de diversas monografias já produzidas sobre a senhorinha, além de filmes em que ela depõe sobre sua vida e obra.

EFIGÊNIA, RAINHA – 3 Mais do que a artesã que cria “obras de arte” com papel de bala, Efigênia chama atenção de Dinah por uma incrível energia interior: acha tempo para visitar sistematicamente doentes e consegue repartir o pouco que recebe com os que têm menos que ela. Efigênia tem, pois, o perfil e oferece o sopro vital para que Dinah produza bem mais que uma boa pesquisa sobre a artesã. Parece que vai desvendar as muitas faces dessa “santa das ruas”, como a ela se referem alguns de seus amigos e admiradores.

AVANÇO

Produção industrial do PR cresceu de 9,4 % em fevereiro A produção industrial do Paraná cresceu 9,4 % em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi o terceiro melhor resultado nos 14 locais pesquisados, acima da média nacional, que ficou em 6,9%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Estamos num bom momento da economia. E o governo trabalha para fortalecer aqueles empreendimentos já instalados aqui e atrair novas empresas para gerar emprego e renda”, diz o

secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros. Entre os segmentos com resultados positivos em fevereiro destacam-se máquinas, aparelhos e materiais elétricos (53,4%), veículos automotores (47,8%), produtos de metal (15,1%), mobiliário (11,4%), minerais não metálicos (9,9%), madeira (7%), celulose, papel e produtos de papel (6%), alimentos (4,6%), máquinas e equipamentos (0,6%) e borracha e plástico, cuja produção permaneceu estável (0%). Os resultados negativos fo-

ram: outros produtos químicos (-3%), bebidas (-3,2%), refino de petróleo e álcool (-4,9%) e edição e impressão (-36,8%). De acordo com Fernando de Lima, pesquisador do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a fabricação de bens de capital e veículos automotores está com demanda aquecida e vem sustentando o ritmo de crescimento da produção no Estado”. Lima destaca ainda que o aumento da massa salarial e os elevados níveis de emprego, que favorecem o consu-

mo das famílias e estimulam os investimentos na indústria, têm favorecido a expansão nestes segmentos da indústria paranaense. Em relação a janeiro, houve retração de 10,5% na produção industrial do Paraná. Mesmo assim, o acumulado do ano é positivo. Comparando com o mesmo período do ano passado, o avanço da produção do Paraná nos dois primeiros meses de 2011 foi de 13,8% – o maior entre as 14 regiões pesquisadas e muito acima da média nacional no bimestre, que foi de 4,6 %.

O PMDB do Paraná debate-se numa luta fratricida. Peleia que na visão do veterano integrante Caíto Quintana pode enfraquecer ainda mais o partido, dividido entre os que acenam para o retorno de Gustavo Fruet e os que, responsáveis pela sua saída do partido em 2004, não vêem com bons olhos sua ainda indefinida volta. Significaria, na visão destes, uma tentativa de substituir na seqüência o veterano chefe ao qual prestam reverência. Aos que observam com mais atenção a cena peemedebista, salta aos olhos que a posição requianista no partido, especialmente em Curitiba, é sustentada por sua cria política, o presidente municipal Doático Santos. Espécie de filho político de Requião, a Doático pode-se aplicar o dito popular que “a fruta não cai longe do pé”. Tal é sua dedicação ao “pai político” que até o estilo copia. Ainda agora reage com grosseria à tentativa de Orlando Pessuti de assumir o comando do partido, apoiado por vários deputados estaduais e federais que apóiam a necessidade de mudança. Entendem Pessuti e companhia que a atuação da direção partidária curitibana, atendendo às ordens de Requião, tem sido desastrosa. Em 2004 empurrando para fora a opção de candidatura própria de Fruet, para apoiar e perder com Vanhoni, do PT. Para recuperação da força partidária entende Caíto, a candidatura própria seria importante em 2012 na eleição municipal da Capital. Reconhecem os peemedebistas que, a menos que o senador se proponha a disputar a prefeitura curitibana, não dispõe o partido de outro nome. Daí acenarem a Gustavo, coisa que não passa pela cabeça de Requião, Doático & companhia (hoje mais limitada que no início de 2010 quando ainda detinham o poder estadual). De todo modo, os termos usados por requianistas em suas críticas a Pessuti, só podem alargar o fosso que separa os litigantes.

Herança maldita A semana que vem deverá trazer à baila o quanto o governo economizou com a moratória de 90 dias imposta pela administração de Beto Richa, ao assumir o poder estadual. Restos a pagar no valor de R$ 170 milhões já foram honrados. Ignora-se quanto ainda está pendente, inclusive com possibilidade de terem contratos questionados. Os próximos dias dirão!

Cenário de horror O retorno, em nova visita da Comissão de Direitos Humanos da OAB que levantou a terrível situação vivida pelo Instituto Médico Legal de Curitiba, jogado às traças pelo governo anterior, verificou que, embora algumas melhoras tenham ocorrido, o cenário ainda é de horror, colocando em risco quem lá trabalha. O governo Beto promete investimentos pesados na solução do grave problema.

“Filho” abandonado Para um programa que foi o carro forte da eleição de Dilma Rousseff, sua “mãe”, o desempenho do PAC tem sido desapontador. Na área de saneamento básico, não mais que 35% das obras previstas foram concluídas. No Paraná, com apenas 20%, o desempenho é ainda mais pífio. Especialmente porque na região sudeste, 57% dos investimentos foram concluídos. A oposição não faz alarde porque não quer ou não sabe!

Violas desafinadas A impressão que passa, quando o presidente de Petrobras fala em possível aumento do preço dos combustíveis e o ministro da Fazenda, que é o presidente de seu Conselho, afirma o contrário, é que não há comando no governo. Diante do fato caberia à presidente Dilma ou seu Chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, chamar a ambos para que “afinem as violas”.

Complexo de “novo rico” O recadastramento digital de eleitores (inicialmente de Curitiba), certamente um avança, coloca em confronto dois opostos. Estamos adiantados em relação ao resto do mundo, embora evidenciando um “complexo de novo rico” (o trem-bala igualmente); se o voto não fosse obrigatório este gasto seria desnecessário.

Em choque Um questionamento inevitável: até que ponto a excessiva exposição da criminalidade no mundo (com imagens e detalhes) estimula um ato absurdo como o ocorrido ontem no Rio?

Tecpar e Secretaria da Saúde acertam parceria A diretoria executiva do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) recebeu nesta quarta-feira (6) representantes da Secretaria de Estado da Saúde para uma reunião de trabalho com o objetivo de definir parcerias. “Vamos somar as competências para atender melhor às demandas da sociedade. Acreditamos no trabalho em rede”, afirmou o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix. Definir as prioridades para operacionalizar as redes de laboratórios do Estado é um dos objetivos do grupo, que segue a resolução nº 610 de 2010 da secretaria. A resolução dispõe sobre a organização do Sistema Estadual de Laboratórios de Saúde Pública do Paraná (Seslab/PR), o qual, por sua vez, está inserido no contexto do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública (Sislab). De acordo com a resolução, o Seslab é composto por

um conjunto de redes de laboratórios organizados em sub-redes, compreendendo a vigilância epidemiológica, vigilância em saúde ambiental, vigilância sanitária e procedimentos laboratoriais de alta complexidade. O grupo também pretende unir esforços para a obtenção de recursos para a área da saúde. O superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, diz que o sistema vai ajudar a executar as ações de saúde em todo o estado. “Todos os laboratórios que quiserem prestar serviços para a Secretaria de Saúde deverão fazer parte do Seslab”, explicou. Paz informou que o Tecpar poderá integrar também o Comitê Gestor, colaborando para a reestruturação da rede, uma vez que o instituto tem competência técnica para avaliar os laboratórios e orientá-los a se adequarem à legislação do setor.


Saúde&BemEstar Indústria&Comércio

Soros contra aranha-marrom e jararacas será duplicado

reportagem@induscom.com.br Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A4

RAIVA

Campanha de vacinação antirrábica canina começa em setembro Divulgação

O

Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação antirrábica canina será realizada em setembro no Paraná. Atualmente, o Estado é o único da região Sul onde se realiza a campanha, devido à ocorrência de raiva em cães de Foz do Iguaçu em 2002. Serão vacinados mais de 152 mil cães e gatos de 11 municípios do Oeste do Estado, na fronteira com o Paraguai. Para vacinar todos os cães e gatos, técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Foz do Iguaçu e das secretarias municipais de Itaipulândia, Missal, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Oeste, Entre Rios do Oeste, Guaíra, Marechal Cândido Rondon, Mercedes e Pato Bragado irão de casa em casa para aplicar a vacina nos animais. “A raiva é uma doença grave e a vacina é a única forma de preveni-la”, explica o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz. Em humanos, a doença é 100% letal. Além de cães e gatos, os morcegos - independente da espécie - podem transmitir o vírus da raiva. O protocolo

O que fazer caso seja mordido por um cão ou gato:

A vacina é a única forma de preveni-la

de atendimento neste caso é a sorovacinação. “Os morcegos são animais silvestres protegidos por lei (9.605, de Crimes Ambientais) e somente ações coordenadas por agentes oficiais podem ser efetivadas. Por isso deve-se evitar todo o tipo de contato com estes animais”, explica a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Raiva, Márcia Zinelli da Silveira. Os últimos casos de raiva humana no Paraná ocorreram em 1977 (por cão) e em 1987 por morcego (confirma-

ção clínica e epidemiológica), no município de Rio Branco do Sul. Em 2002 foram registrados duas mortes por raiva humana em Foz do Iguaçu de pacientes vindos de Ciudad del Este, no Paraguai. Estes casos foram considerados importados. O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) será o laboratório responsável pela produção e fornecimento da vacina antirrábica canina 2011. Segundo a nota técnica do Ministério da Saúde, serão 32 milhões de doses para todo o País.

- Lavar o local da ferida imediatamente com água e sabão; - Procurar a Unidade de Saúde mais próxima para receber o atendimento profilático da raiva (soro e vacina), conforme a avaliação da equipe de enfermagem; - Informar o médico ou enfermeiro se o animal é de proprietário conhecido, para que a vigilância em saúde do município ou equipe do Centro de Controle de Zoonoses possa realizar o monitoramento diário (durante 10 dias). Caso o cão permaneça saudável, libera-se o paciente. No entanto, se o cão apresentar sintomas de raiva, a conduta da profilaxia será estendida para o paciente (5 doses de vacina e soro), devendo o animal ser enviado para diagnóstico laboratorial.

ESTRIA

Creme firmador é aliado importante no combate à flacidez Estrias não têm cura. As células se rompem nas camadas interiores da pele e a aparência fica como se tivesse esticada, rasgada. A indústria cosmética e a Medicina sempre se debruçaram sobre o problema, sem muito sucesso. Mas o desenvolvimento da tecnologia do setor fez surgir produtos inovadores que, hoje em dia, conseguem melhorar muito o aspecto da pele. O Creme Firmador da Pele concentrado da empresa Sotareli vem chamando a atenção pelos resultados comprovados cientificamente, a partir de pesquisas rigorosas. O creme tem como ativos substâncias como DMAE, Densiskin e Cafeisilane, novidades da indústria cosmética

que, combinadas, melhoram a firmeza, a densidade e a aparência da pele. O produto pode ser utilizado em todo o corpo, principalmente para firmar coxas, glúteos, seios e abdômen. O Densiskin é conhecdo como colágeno marinho. É o ativo que aumenta a densidade da pele, melhora a textura e reduz sensivelmente a aparência das estrias. O Cafeisilane é um antioxidante que ajuda muito no combate à celulite – células de gordura que inflamam e dão à pele a aparência de casca de laranja. E o DMAE é conhecido por ser um poderoso elemento para o rejuvenescimento da pele. Cientificamente, o DMAE é chamado 2-Dimetil

Divulgação

O Palladium Shopping Center promoveu, no dia 7 de abril, uma intensa programação voltada à qualidade de vida e à promoção da saúde do consumidor. Por oferecer diversas opções de serviços, como o DAPI – Diagnóstico Avançado por Imagem, o Instituto Strozzi, o Laboratório Frischmann Aisengart e a clínica Odonto Palladium, Unimed Curitiba, entre outros, o empreendimento pode oferecer aos consumidores uma completa consultoria na área de saúde.

Um novo creme para pele será o novo aliado das mulheres

Aminoetanol. Ele está citado em estudos científicos, com eficácia comprovada em testes clínicos conduzidos por centros de pesquisa respeita-

dos mundialmente. Mulheres que testaram o produto confirmaram a eficácia: a pele fica com a aparência mais jovem.

Divulgação

CMYK

O deputado estadual Ney Leprevost solicitou ao governador Beto Richa e ao secretário estadual de saúde, Michele Caputo, a compra de um aparelho para diagnóstico de leucemia infantil para ser doado ao Hospital de Clínicas. O custo é estimado em R$ 57 mil. O aparelho utilizado atualmente está operando no limite da vida útil, já apresentou inúmeras falhas e o serviço corre o risco de ser interrompido. “Este aparelho é essencial para diagnosticar a leucemia. Com a descoberta precoce da doença as chances de cura são de 75%”, apontou Leprevost. O novo aparelho permitirá a realização de 600 exames de Citometria de fluxo/ano para o diagnóstico de leucemias. Os beneficiados serão crianças e adolescentes de zero a 18 anos de idade. Além do diagnóstico, o exame possibilita o acompanhamento do paciente após o tratamento para possíveis mudanças terapêuticas. O pedido de aquisição do equipamento foi feito pela Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia (APACN) que por meio de um convênio encaminha os pacientes ao HC. De acordo com o HC, no ano de 2010 foram realizados mais de 30 mil atendimentos no Ambulatório da APACN.

Ameaça da dengue tipo 4

Equipamento de última geração para tratamento cardiológico

O equipamento de última geração será utilizado no serviço de hemodinâmica

Lemke, cardiologista e responsável pelo Serviço de Hemodinâmica do VITA Curitiba, explica que o “stent” é um pequeno tubo de metal, que funciona como uma mola para liberar o local da obstrução coronária e contribui para melhorar os resultados

Diagnosticar leucemia infantil

Qualidade de vida

CURITIBA

O hospital VITA Curitiba acaba de adquirir o aparelho de ultrassom “Intravascular ILab” para atender pacientes cardiopatas. O equipamento de última geração, que será utilizado no serviço de hemodinâmica, tem a finalidade de diagnosticar o diâmetro exato do calibre a artéria coronariana lesionada, na qual o “stent” (prótese para dilatação de artérias) deve ser aplicado. Médicos e profissionais da área estiveram reunidos no dia 29 de março na sala de hemodinâmica do hospital para conhecer o aparelho, inédito em Curitiba. Fabricado nos Estados Unidos, é o modelo mais moderno que há no mercado atualmente. No Brasil, existem cerca de cinco aparelhos com essa tecnologia, um deles no hospital Albert Einstein, em São Paulo. A médica Viviana Guzzo

Cerca de 30 cavalos serão utilizados na produção de soro antiloxoscélico (contra arranha-marrom) e soro antibotrópico (contra jararacas), pelo Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos da Secretaria da Saúde. O centro vai duplicar a produção de soros, para 12 mil frascos e distribuído para todo o Brasil e para a Argentina. Para produzir o soro, o veneno extraído da aranha-marrom ou da jararaca é injetado nos cavalos, que por sua vez produzem anticorpos. Após este processo, o sangue dos animais é colhido e com a parte líquida (plasma) é produzido o soro. Os cavalos selecionados têm entre quatro e oito anos, porte e estatura fortes. São animais castrados, domados para montaria e com cascos flexíveis. Eles também são vacinados e livre de doenças. Os cavalos que não puderem ser utilizados no processo de produção do soro serão cedidos para a Polícia Militar.

obtidos com o cateter balão. Desta forma, a artéria coronária em questão permanece com a luz desobstruída. “Daí a importância do equipamento possibilitar maior precisão no tamanho e diâmetro da lesão para aplicação do stent. Outro benefício impor-

tante é a avaliação de lesões consideradas moderadas ao cateterismo, pois o ultrassom avalia a lesão de forma direta, sem deixar dúvidas”, ressalta. Além disso, o paciente tem outros benefícios, como o tempo de sedação e menor risco de reestenose (estreitamento da artéria). A aplicação é feita por meio de uma pequena punção, na qual é introduzido um cateter com ultrassom na ponta, via femural (perna) ou radial (braço), e varia de acordo com orientação médica. Após a intervenção, que dura entre 30 e 40 minutos, o paciente permanece em observação por um período de quatro a seis horas, podendo ir para casa ou permanecer internado, dependendo do caso. O procedimento do “stent” coronário é uma consequência dos procedimentos de angioplastia e cateterismo.

A Secretaria de Estado da Saúde mantém monitoramento constante da situação epidemiológica da dengue no Brasil. Com a recente confirmação do primeiro caso do sorotipo 4 da doença no Estado de São Paulo, o risco deste novo tipo do vírus da dengue ser introduzido no Paraná é grande. Atualmente, apenas os sorotipos 1, 2 e 3 circulam no Estado. Para evitar a entrada do novo sorotipo a população deve intensificar as medidas de prevenção contra a dengue. A orientação é eliminar os focos de proliferação do mosquito em suas residências. “Mais de 98 % dos focos da dengue estão dentro das casas das pessoas, são coisas simples como: copos plásticos no quintal, caixas d’águas destampadas, calhas entupidas ou vasos de flores que podem acumular água”, disse Paz. De acordo com o último informe divulgado nesta segundafeira (4), o Paraná registrou 33.487 casos suspeitos. Destes, 8.267 casos foram confirmados e 11 mortes. Londrina é o município que apresenta o maior número de casos autóctones da doença no estado (3.513), seguidos de Cornélio Procópio (1214), Foz do Iguaçu (833) e Jacarezinho (618).

Doenças do sangue O Centro de Hematologia e Hemoterapia promove nos dias 8 e 9 de abril, em Curitiba, o curso de capacitação multiprofissional para atendimento de doença falciforme e outras hemoglobinopatias (doenças do sangue). Este é mais um curso técnico do programa da rede Hemepar, que capacita servidores e profissionais de outras instituições da área de saúde. 12 palestrantes apresentarão a situação na doença no Brasil e no Estado, além de técnicas e procedimentos para o diagnóstico, controle das complicações e prevenção da doença falciforme e outras hemoglobinopatias.


Geral Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A5 | Indústria&Comércio

Fábio Campana

Contexto Político A bela é fera A senadora paranaense Gleisi Hoffmann (PT) prova a cada discurso no senado que assumiu a linha de frente de defesa do governo Dilma Rousseff. Na semana passada, Gleisi protagonizou confronto com Alvaro Dias, quando o líder tucano acusou o governo Dilma de promover barganhas no “varejo” do Congresso para conseguir aprovar seus projetos. Nesta quarta-feira foi a vez do mineiro Aécio Neves (PSDB). Gleisi chamou de “elegante” o discurso de Aécio, mas afirmou que “nem tudo são flores” e que algumas questões, como a das privatizações, não foram contempladas no seu discurso. “Foi uma transferência do patrimônio público para o patrimônio privado financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Também não se colocou a forma escandalosa como nós tivemos a aprovação da reeleição no Congresso Nacional, mudando as regras no jogo no

editor@fabiocampana.com.br

momento em que o jogo estava se dando”, afirmou. A senadora prova que não é apenas um rostinho bonito no Senado, mas também é fera na defesa dos seus.

Embate O tiroteio interno no PMDB nativo terá mais um capítulo no próximo sábado (9). Requião estará na reunião do diretório municipal e o tema central da discussão será a disputa da prefeitura da capital no ano que vem. Requião e Doático querem segurar o partido que se divide entre as candidaturas de Gustavo Fruet e de Luciano Ducci. No desespero chega a pensar em candidatura própria. Pasmem, a de Rafael Greca de Macedo, que não conseguiu se eleger deputado.

Diminuiu Ainda não é pouco o número de mortes no Paraná no primeiro trimestre deste ano. Mas em comparação com o mesmo período do ano passado, o índice de assassinatos na capital e região metropolitana

diminuiu em quase 25%. Este ano foram 447 vítimas em três meses. Já no ano passado, no final de março de 2010, havia o registro de 593 assassinadas. Apesar da redução, os números continuam altos. Março terminou com 141 homicídios, 4,5 por dia.

Dilapidada O presidente da Ambiental Paraná Florestas, Luiz Malucelli Neto, pediu apoio jurídico emergencial ao Procurador Geral do Estado, Ivan Bonilha, em razão da grave situação administrativa e financeira da companhia. Malucelli diz que houve completo descaso do governo passado em relação a empresa que administra 50.000 hectares de florestas nativas ou plantadas. “É lamentável como administradores públicos dilapidam um patrimônio deste, que pertence ao povo do Paraná. Buscamos agora, com aval do governador, justiça e moralidade para tentar salvar a empresa”. Interessante notar que Malucelli fez parte do governo Requião.

Aluguel O Governo do Paraná informou à Comissão de Direitos Humanos da OAB nesta quarta-feira (6), que vai alugar 25 carros para o Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. Os quatro advogados da comissão se reuniram com o diretor do IML, vistoriaram as instalações e pediram explicações sobre o que está sendo feito para melhorar a estrutura e o atendimento à população.

Suspenso O governo do estado suspendeu o pagamento de quase R$ 550 milhões referentes a contratos da gestão passada. Motivo: Os contratos inscritos em restos a pagar que cumpriram o que está escrito na Lei de Responsabilidade Fiscal e que não tenham nenhum tipo de irregularidade foram e serão pagos, mas os contratos que não cumprem esses requisitos e possuem erros formais estão suspensos até que a situação seja regularizada.

Demolição Começou a demolição da sede

histórica da Matte Leão S.A., no bairro Rebouças, em Curitiba. O terreno de 16,3 mil metros quadrados foi comprado pela Igreja Universal do Reino de Deus, no início de 2010, por cerca de R$ 32 milhões. No local será construída uma nova Catedral da Fé – a exemplo da erguida pela instituição na Avenida Sete de Setembro. A Universal pagou R$ 7 milhões a mais do que o avaliado para ficar com o terreno e com o poder de demolir a fábrica.

Relações Institucionais Mais um peemedebista conseguiu sua vaguinha ao sol no governo federal. Desta vez foi o exdeputado Rodrigo Rocha Loures. Ele assumirá a Chefia de Relações Institucionais da Vice-Presidência, ou seja, ficará responsável em articular politicamente as demandas dos estados e municípios. Agora só falta a boquinha do Pessuti. Este por sinal não conseguiu nada além de promessas.

IMPLANTAÇÃO

TRIBUTOS

União destina R$ 6,5 mi para ampliar Ferroeste

Secretário diz que governo não aumentará impostos

Projeto pretende ligar Maracaju com o Porto de Paranaguá

O

edital com os termos da concorrência para a contratação da empresa que vai elaborar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) dos novos ramais da Ferroeste foi publicado nesta quarta-feira (6) pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, empresa do Governo Federal, no Diário Oficial da União. O preço total máximo estabelecido para a execução do estudo do projeto (lote 2) é de R$ 6.524.274,33. Na última sexta-feira, a Valec já havia publicado o aviso de lançamento do edital. O projeto contempla a adequação e implantação da ligação ferroviária de Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, com extensão de 1.116 km. A concorrência (nº 006/2011) especifica o trecho Maracaju-Dourados-Cascavel, com 440 km; a adequação do trecho da Ferroeste entre Cascavel e Guarapuava, com 248 km (linha já existente); e a adequação com mudança de traçado do trecho GuarapuavaEngenheiro Bley, na Lapa, com 242 km, além da adequação do trecho Engenheiro Bley-Paranaguá, com 186 km. Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, a rapidez com que o edital foi publicado é animadora. "O cronograma que firmamos com o Governo Federal tem sido cumprido à risca", disse. "Hoje existe vontade política para avançar com esse projeto." Para o presidente da Ferroeste, Maurício Querino Theodoro, o Governo Federal mostra que está atento às necessidades de infraestrutura

do Paraná, dos estados da região e do Mato Grosso do Sul. Maurício Theodoro lembrou o esforço dos governadores Beto Richa e André Puccinelli (MS), que estiveram reunidos em Curitiba, em março, e depois com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, para viabilizar o projeto. A implantação da ferrovia também conta com o apoio suprapartidário das bancadas de parlamentares dos dois Estados no Congresso Nacional, lembra o presidente da empresa. "Deputados e senadores estão trabalhando unidos para que o projeto seja iniciado o mais rápido possível", afirmou.

PONTE REGIONAL O edital também contempla a implantação a linha que compõe a Ferrovia Norte-Sul, no trecho de Panorama, em São Paulo, ao Porto Rio Grande, no Rio Grande do Sul, com extensão de 1.620 km (lote 1). Segun-

do o edital da Valec, o preço total máximo estabelecido para a execução do estudo deste projeto (lote 1) é de R$ 8.349.654,46. Os recursos são do Orçamento Geral da União. Estão previstos no edital estudos ambientais e de mercado, estudos de engenharia (para definição técnica do traçado) e operacionais, além de avaliação econômica e social. O contrato para a execução dos estudos será de oito meses, com possibilidade de prorrogação. O documento, datado de 5 de abril, está assinado pelo presidente da Comissão Permanente de Licitações, Cleilson Gadelha Queiroz. O edital justifica o início dos estudos para a viabilização das obras tendo em vista que os projetos ferroviários incluídos no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) cumprem o papel de "deslocar da modalidade rodoviária a função de ponte regional" entre Norte/Nordeste, Sul/

Sudeste, Oeste/Centro/Leste do Brasil. De acordo com o documento, "as ferrovias constituirão uma opção modal que, para longas distâncias de transporte, oferecerá um custo de transporte que, estima-se, poderão reduzir a menos da metade os custos dos transportes hoje suportados para o comércio interregional". A Valec estima que as novas ferrovias trarão redução significativa do consumo de combustível e da emissão de poluentes, além de ajudar na diminuição do número de acidentes rodoviários. Segundo a empresa, haverá redução dos custos de transportes, aumentando a competitividade de empreendimentos localizados ao longo do traçado das ferrovias, proporcionando a descentralização de investimentos, catalisando a geração de novos empreendimentos e a consequente e geração de empregos permanentes

Entidades culturais discutem sobre Lei de Incentivo Uma nova rodada de discussão sobre a Lei de Incentivos à Cultura aconteceu na quarta-feira (6), na sede da Secretaria de Estado da Cultura, em Curitiba. Representando o Fórum das Entidades Culturais do Paraná, Osvaldo Aranha, Waltraud Scula e Eliane Berger participaram da reunião e passam a integrar o grupo técnico encarregado de elaborar a minuta do projeto.

A discussão girou em torno das questões técnicas que envolvem os aspectos legais, de arrecadação e de orçamento e também sobre a parte cultural. Estiveram presentes no encontro a equipe da Secretaria da Cultura, o deputado estadual Luiz Eduardo Cheida e representantes das Secretarias do Planejamento e Fazenda. Para a atriz e diretora teatral Eliane Berger, é impor-

tante a participação da classe artística na definição da nova lei. "Vamos agora ter conhecimento do texto e discutir com os integrantes do fórum para trazermos sugestões. Essa conversa entre a Secretaria e a classe possibilita acharmos a melhor maneira da lei ser colocada em prática". A Secretaria da Cultura pretende concluir este trabalho técnico até o início de

maio, quando então a proposta será apresentada para a sociedade civil. Estão previstas audiências públicas por todas as regiões do Estado e também será ofertado um canal para que o público participe com sugestões. Segundo Maurício Cruz, coordenador de incentivo da Secretaria, o grande desafio é criar um documento que de fato beneficie os paranaenses.

O secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, reforçou nesta quarta-feira (6) a necessidade de aumentar a arrecadação do Paraná, cobrando o que é justo - portanto, combatendo a sonegação - sem aumentar a carga de impostos. Disse também que a guerra fiscal já ultrapassou a divisa dos Estados brasileiros. "Agora a disputa é mundial", afirmou, referindo-se à "maior máquina de manufatura do mundo, (a China), que pratica preços vis". "Não dá para brincar com tributação", disse o secretário durante a solenidade de posse do novo presidente e três vice-presidentes do Conselho de Contribuintes do Estado. O Estado, segundo Hauly, foi inviabilizado de forma irresponsável pelo governo anterior, que "autorizou por lei uma série de despesas, obrigando o novo governo a fazer o que não fizeram". Hauly se referia a aumento de despesas assumidas pelo governo que saía, o que, entre outras

consequências, fez cair para 5,5% do orçamento a capacidade de investimento do Estado, que chegou a 20% na década de 1980. O secretário lembrou que, na semana passada, levou ao Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) propostas para simplificar a legislação que trata do ICMS, para fazer frente à guerra fiscal entre os Estados, situação na qual, segundo ele, todos saem perdendo. Na posse dos novos membros do conselho, que será presidido pelo advogado e auditor fiscal Murilo Ferreira Wallbach, Hauly disse que é preciso encontrar um denominador comum que não interfira na livre concorrência entre as empresas.

PRIORIDADE

Tecpar e Secretaria da Saúde tem parceria A diretoria executiva do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) recebeu nesta quartafeira (6) representantes da Secretaria de Estado da Saúde para uma reunião de trabalho com o objetivo de definir parcerias. "Vamos somar as competências para atender melhor às demandas da sociedade. Acreditamos no trabalho em rede", afirmou o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix. Definir as prioridades para operacionalizar as redes de laboratórios do Estado é um dos objetivos do grupo, que segue a resolução nº 610 de 2010 da secretaria. A resolução dispõe sobre a organização do Sistema Estadual de Laboratórios de Saúde Pública do Paraná (Seslab/PR), o qual, por sua vez, está inserido no contexto do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública (Sislab). De acordo com a resolução, o Seslab é composto por um conjunto de redes de laboratórios organizados em sub-redes, compreendendo a vigilância epidemiológica, vigilância em

saúde ambiental, vigilância sanitária e procedimentos laboratoriais de alta complexidade. O grupo também pretende unir esforços para a obtenção de recursos para a área da saúde. O superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, diz que o sistema vai ajudar a executar as ações de saúde em todo o estado. "Todos os laboratórios que quiserem prestar serviços para a Secretaria de Saúde deverão fazer parte do Seslab", explicou. Paz informou que o Tecpar poderá integrar também o Comitê Gestor, colaborando para a reestruturação da rede, uma vez que o instituto tem competência técnica para avaliar os laboratórios e orientá-los a se adequarem à legislação do setor. "Devemos eliminar os trabalhos em duplicidade. Seremos parceiros da secretaria oferecendo os nossos laboratórios e as nossas competências", concluiu Felix. A partir de agora, o grupo realizará reuniões periódicas para definir os detalhes da parceria.


PublicidadeLegal Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A7 | Indústria&Comércio CARTÓRIO DE SANTA FELICIDADE IRIO DAS CHAGAS LIMA – OFICIAL Av. Manoel Ribas, 6031 - Fone (41) 3372-1671 – CEP 82020-000 – CURITIBA – PARANÁ

ERRATA Na publicação feita na edição deste Jornal do dia 01/04/2011 e 24/03/2011 do 3º Ofício de Registro Civil e 15º Tabelionato de Pessoas Naturais onde se lê pretendem se casar TADEU MARCOS RAZERA E DENISE CICHON e ERNANI FONTOURA E JÚLIA EMIDIO leia-se TRANSFORMAR A UNIÃO ESTÁVEL PARA CASAMENTO.

EDITAL DE PROCLAMAS F AÇO

SABER QUE PRETENDEM SE CASAR :

1- FRANCISCO PEREIRA MAGALHÃES COM VERONICA DURAU 2- ÉDER CORRÊA DE OLIVEIRA COM UILA ISLEIA DA SILVA ALVES 3- MARCO ANTONIO DA SILVA COM JUREDE GOIS MACIEL 4- ALESSANDRO ANDRADE HAIDUKE COM MELISSA ANZE 5- BRUNO LEMOS MENDES COM TATIANE ROBERTO LOPES

ANTONIO GILMAR DISSENHA, CPF/MF nº 471.992.459-04 torna público que requereu Instituto Ambiental do Paraná - IAP a renovação da LO nº 6980, para extração de areia no leito do Rio Negro, localidade de Ximbuva, Município de Tijucas do Sul -Pr.

Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 (quinze) dias. Curitiba, 07 de abril de 2011 IRIO DA CHAGAS LIMA Oficial

ANTONIO GILMAR DISSENHA, CPF/MF nº 471.992.459-04 torna público que recebeu do Instituto Ambiental do Paraná - IAP a LO nº 6980, para extração de areia no leito do Rio Negro, localidade de Ximbuva, Município de Tijucas do Sul -Pr.

EDITAL DE PROCLAMAS C ARTÓRIO D ISTRITAL DA B ARREIRINHA JOAQUIM VIEIRA MACIEL - TITULAR Av. Anita Garibaldi ,1250 – Ahú – Fone (41) 3352-3002 / 3254-8424/ 3252-3605 Faço saber que pretendem casar-se e apresentarem documentos exigidos pelo artigo 1525, incisos I, III e IV; I, III,IV e V do Código Civil Brasileiro em vigência, os contraentes:

EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL Nº 2009.70.00.014838-0/PR EXEQUENTE : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF ADVOGADO : EDSON ANTONIO LENZI FILHO EXECUTADO : NOSSA ARTE LATARIA E PINTURA LTDA : RITA DE CASSIA MAZALOTTI : ROSEMARI JACTCHAK

01- JAMIL RODRIGUES DE MELLO E JANETE RODRIGUES DE JESUS; 02- CLAUDIOILSON DOS SANTOS MOREIRA E JULIE GREICY CHALUSNIAKI. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 dias. Lavro o presente Edital de Proclamas para ser publicado e afixado em lugar de costume.

EDITAL N.º 5102928 CITAÇÃO - PRAZO DE 30 (TRINTA) DIAS

CURITIBA, 07 DE ABRIL DE 2011

A DRA. GIOVANNA MAYER - MM. JUÍZA FEDERAL SUBSTITUTA DA 7ª VARA DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE CURITIBA, NOS AUTOS ACIMA DISCRIMINADOS:

Diretor de Abastecimento da Petrobras participa de Conferência nos EUA Executivos e líderes governamentais da América Latina participaram, no dia 2 de abril, em Cambridge, Estados Unidos, da XIV MIT Latin Conference, promovida pelo Massachusetts Institute of Technology (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em parceria com a empresa Wisekey, o banco Brasilinvest e o Fórum das Américas. Um dos convidados foi o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que participou do painel "Latin American Companies Expanding Internationally", sobre o crescimento das empresas da América Latina no contexto mundial. A Conferência também teve a participação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o empresário Mario Garnero, chairman do Brasilinvest, Fórum das Américas e UNA-Brazil, Marcos Troyjo, CEO da Wisekey Brasil, além de autoridades e líderes empresariais da Venezuela, Colômbia, México, Chile e Argentina. O evento contou ainda com a presença do ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

Cupcake de cenoura com brigadeiro é opção de presente para a Páscoa

FAZ SABER, aos que o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, em especial RITA DE CASSIA MAZALOTTI - CPF nº 552.475.559-53, ficando por este meio CITADA que por este Juízo e Secretaria da 7ª Vara Federal, se processa a Execução de Título Extrajudicial em epígrafe, e para, conforme dispõe o Artigo 652 do CPC, no prazo de 3 (três) dias, efetuar o pagamento do valor corrigido da dívida de R$ 40.738,42(quarenta mil setecentos e trinta e oito reais e quarenta e dois centavos), cálculo de 09/12/2008, acrescido das custas processuais e dos honorários advocatícios, fixados em R$ 2.037,00, sob pena de PENHORA E AVALIAÇÃO de tantos bens quantos bastem para a garantia do débito, cientificandoo que a verba honorária será devida pela metade, se o pagamento da dívida for efetivado dentro do prazo acima assinalado (art. 652-A § único do CPC), bem como do prazo de 15 (quinze) dias, independentemente de penhora, depósito ou caução (arts. 736 a 738 do CPC), para oposição de embargos à execução ou para depositar 30% do valor da execução, inclusive custas e honorários advocatícios e requerer o parcelamento do restante do débito em até 6 (seis) parcelas mensais, acrescidas de correção monetária (INPC) e juros de 1% (um por cento) ao mês (art. 745-A do CPC). E, para que chegue ao conhecimento de todos, o presente Edital será publicado e afixado na forma da lei.

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1 FATO RELEVANTE BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S. A. - (“Battistella Holding”), com sede na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, cumprindo o constante na Lei 6.404/76, artigo 157, parágrafo 4º, combinado com a Instrução Normativa 358, Artigo 2º, caput, da CVM - Comissão de Valores Mobiliários e no interesse de manter informados seus acionistas, investidores e o mercado em geral, em respeito ao princípio de ampla transparência, vem, sob a forma deste Fato Relevante, comunicar que, em consonância com o seu planejamento estratégico, os membros de seu Conselho de Administração, autorizam a administração da Companhia a conduzir os estudos e realizar os procedimentos prévios necessários para incorporar sua controlada Battistella Veículos Pesados Ltda., CNPJ: 84.933.878/0001-70 empresa responsável pela comercialização de veículos e serviços Scania nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Com a operação pretendida, a Battistella Holding passará a desenvolver as atividades da empresa incorporada, vislumbrandose potenciais ganhos de sinergia, com redução de custos financeiros e operacionais, bem como a simplificação de sua estrutura societária. Tão logo todos os estudos e procedimentos preparatórios para a incorporação estejam concluídos, os termos e condições da operação serão submetidos à apreciação do Conselho de Administração e Assembleia Geral Extraordinária, com a devida divulgação ao mercado. Curitiba (PR), 08 de abril de 2011. Marcos Andreetto Perillo - Diretor de Relações com Investidores (marcos.perillo@battistella.com.br - tel. 041 3250-2452)

DADO E PASSADO nesta Cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, aos vinte e cinco (25) dias do mês de março do ano de dois mil e onze (2011). Eu, (a) (Siro Sato), Supervisor de Processamentos Diversos, que o digitei e; eu, (a) (Kely Cristina Laurentino), Diretora de Secretaria da 7ª Vara Federal, Subseção Judiciária de Curitiba, que o conferi e subscrevi. Giovanna Mayer Juíza Federal Substituta

A Cupcake Company está lançando um sabor exclusivo para a Páscoa. O Bunny Cake tem massa de cenoura, recheio de brigadeiro e cobertura de brigadeiro, e decoração especial, com uma cenoura ou um coelho da páscoa em pasta americana. Os bolinhos podem ser vendidos em porções individuais, com embalagem para presente, ou em caixinhas com duas, quatro ou oito unidades. O cliente também pode optar pelos outros dez sabores que fazem parte do cardápio da empresa, entre eles os tradicionais Cherry on top (chocolate com brigadeiro), Bicho de pé (baunilha com brigadeiro rosa) e Cinnamon (canela com brigadeiro branco). Os cupcakes são vendidos a R$ 5,00 (tamanho tradicional) e a R$ 2,00 (mini). Para personalização, é cobrado um adicional de R$ 0,50 por unidade. A empresa aceita encomendas. A loja está situada na Rua Saldanha Marinho, 1582, no Batel Soho. Informações: (41) 3016-1787 ou www.cupcakecompany.com.br

Dell Anno patrocina mostra de design na Itália

SAÚDE

A Dell Anno marca presença na Itália neste mês como patrocinadora da exposição Arquitetos e Designers Modernos Brasileiros, durante o Brazil S/A, que vai reunir empresas e profissionais dos setores de design, arquitetura, decoração e artesanato, no Salão Internacional do Móvel de Milão. Será de 12 a 17 de abril, no Palazzo Giureconsulti, no centro da cidade e a mostra é assinada pelo arquiteto e jornalista Pedro Ariel. "É uma grande satisfação para Dell Anno divulgar arquitetura brasileira e sua história", destaca o gerente de marketing, Edson Busin.A ideia da exibição é mostrar a associação entre arquitetura e design, que foi intensificada com o surgimento dos movimentos artísticos europeus que deram início ao Modernismo do início do século 20. Nessa época, as atividades de projetar edifícios e móveis ficaram ainda mais interligadas. A mostra vai fazer um retrato desta integração na arquitetura brasileira desde 1930 até os dias atuais, contando a história de quatorze arquitetos nacionais, que representam diferentes momentos históricos.

Aliado do diagnóstico precoce de câncer O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento e cura de muitas doenças. Na Oncologia, o exame de diagnóstico por imagem PET/CT (tomografia por emissão de pósitrons/tomografia computadorizada) consegue diagnosticar determinados tipos de tumores de forma precoce e com alta precisão. “O PET/CT é um exame de alta precisão e tem indicações em diversos tipos de câncer, como: linfoma, melanoma, sarcomas, câncer de pulmão, mama e colorretal. Além disso, o exame apresenta ainda indicações na Cardiologia e Neurologia”, explica o médico nuclear Dr. Juliano Cerci, diretor do Serviço de PET/CT da Quanta Diagnóstico e Terapia. A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) é um método de obtenção de imagens que utiliza a emissão de partículas do núcleo do átomo integrado com a tomografia computadorizada convencional (CT). Com isso, é possível avaliar o funcionamento dos órgãos e tumores e além de sua anatomia. Em alguns casos, pode-se detectar as alterações funcionais antes de se observar as anatômicas na tomografia convencional. Assim, o exame permite avaliar a extensão da doença e auxiliar na definição do melhor tratamento para cada paciente. “Também podemos acompanhar a resposta terapêutica, ou seja, analisar se o tratamento está sendo efetivo, podendo potencialmente minimizar os efeitos tóxicos do tratamento”, ressalta Dr. Juliano Cerci. O exame só é contraindicado para mulheres grávidas, e mesmo crianças podem ser submetidas à PET/ CT. É necessário, apenas, um preparo prévio, que inclui uma dieta específica e não realizar atividades físicas intensas um dia antes do exame. No dia, é necessário um jejum de seis horas e proibição do consumo de chicletes. A aquisição das imagens de PET/CT dura em torno de 15 a 20 minutos.

Empresas&Produtos

INVESTIMENTOS

Torneio DIGI-TRON de tênis

Rio Expofood fecha negócios de R$ 128 mi Evento teve mais de 40 mil visitantes A Super Rio Expofood terminou ontem (24/03) às 22 horas após três dias de negócios entre 300 empresas expositoras, que somaram R$ 128 milhões e um público aproximado de 40.000 visitantes. Para o presidente da Associação dos Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj), Aylton Fornari, o resultado comprova a crescente consolidação da feira no Rio, que vive um momento econômico ímpar, com aumento da massa salarial e da auto-estima da população. O setor supermercadista do Rio de Janeiro registrou um aumento real de 4,2% no faturamento em 2010 e espera novo crescimento de até 5% nas vendas este ano. O evento contou ciclo de palestras especializadas para a 23ª Convenção Supermercadista, para o 12º Seminário Nacional de Panificação & Confeitaria e o 15º Gourmet Rio, que aconteceram paralelamente. O Comércio Brasil, programa do Sebrae nacional, contou com a participação de 103 empresas, das quais 86 micro e pequenos produtores de 15 estados brasileiros e 17 grandes empresas e redes de supermercado, panificação, hotelaria, bares e restaurantes interessadas nos produtos oferecidos. Foram promovidos 216 encon-

tros e negociados R$ 5 milhões. Entre as atrações da Super Rio Expoffod, o Gourmet Show ofereceu oficinas e demonstrações de culinária como escultura em frutas e legumes e degustações de pizzas napolitanas, cupcake, bebidas etc. Para o diretor de produto da GlobalBev, Rogério Botelho, o resultado da feira foi "ótimo". Todas as metas foram alcançadas, desde a conquista de novos distribuidores ao fechamento de novos negócios com supermercados, interessados tanto nas marcas que a empresa representa como as batatas Pringles, a vodka Stolichnaya, os energéticos Monster e Flyng Horse e as marcas próprias, entre elas o Fast Fruit, suco 100% natural, agora em diversos sabores, o isotônico e a água de coco Marathon e o lançamento Amazoo, suco de açaí cremoso em embalagem tetra pack que chega ao mercado semana que vem. "O Rio tem tudo para recuperar seu papel na economia e na cultura do país, não só pelas ações de segurança como pela realização dos jogos olímpicos e da Copa do Mundo", disse Botelho. A Yoki, que faturou R$ 1,1 bilhão em 2010 com as marcas Yoki, Kitano, Yokitos e Mais Vita (sucos e alimentos saudáveis), participou para feira com

objetivo claro: fechar negócios. E segundo Willian Linhares, responsável pela logística no Rio de Janeiro, a marca tanto conquistou novos clientes - entre 40 e 50, de pequeno a grande porte - quanto reconquistou cerca de 30 antigos clientes. "Foi um resultado muito acima das expectativas", segundo o gerente de marketing do Grupo Mil, Josimar Salles, que lançou a Ice Cola a primeira cópia 'perfeita' da secretíssima receita da marca líder, segundo os próprios consumidores. O refrigerante, fabricado em Três Rios (RJ), passará a ser vendido pelos supermercados Princesa, Mundial, Walmart, Pão de Açúcar e pela Rede Economia. "Também fomos visitados por funcionários de supermercados, que deram seu testemunho sobre a aceitação da Ice Cola. O gerente do Prezunic, por exemplo, nos garantiu que o produto está fazendo o maior sucesso", comemora Salles. A Cerveja Cerpa, do Pará, apresentou sua nova marca: a pielsen Tijuca, que segundo Marcelo Maia, gerente comercial da marca, fez o maior sucesso. Maia contou que foi procurado pelos representantes do Pólo Gastronômico da Tijuca (bairro da Zona Norte do Rio), que adotará a cerveja como um dos símbolos do pólo.

O tênis é um esporte muito valorizado no Círculo Militar do Paraná e promove eventos todos os meses. Com público e atletas assíduos, a atividade se desenvolve cada vez mais no clube. De 15 a 17 de abril, acontece o Torneio Digi-Tron de Tênis, na categoria Simples masculino e feminino. A competição será dividida em classes: especial, primeira, segunda e terceira, iniciantes e mais de 70 anos, começando sempre às 9h. As inscrições vão até o dia 11 de abril, no Departamento de Esportes e custam R$ 35. O valor já inclui camiseta e entrada no jantar de encerramento e premiação, que acontece dia 30, logo após as partidas finais. Mais informações no site www.sportcirculo.com.br ou pelo fone 41 3264 5022.

Dia do bem na SAAD A marca SAAD, localizada no Piso L4 do Shopping Crystal, promoverá na próxima terça-feira, 12/04, a partir das 14h, um coquetel beneficente em parceria com o Graciosa Country Club. Nesse dia, 10% de toda a renda da loja será revertido para a Instituição Lar Hermínia Scheleder, mantida pela Associação Comunitária Presbiteriana (ACP). Desde 1964 o lar acolhe crianças e adolescentes carentes, abandonados ou em situação de risco. Os menores recebem abrigo, moradia, alimentação, vestuário, educação, assistência médica e odontológica, apoio psicológico, assistência espiritual e alternativas de lazer.O evento contará com uma especial mesa de doces assinada por Bárbara Trevisani e um sorteio surpresa para as clientes que adquirirem produtos da SAAD

Groupalia recebe novo aporte A Groupalia, um dos maiores players do mercado de compras coletivas do Brasil, acaba de receber um aporte de • 11,25 milhões (US$ 15 milhões). A ampliação de capital foi concedida em conjunto com os atuais acionistas da empresa e três fundos de capital de risco americanos e europeus (General Atlantic, Insight Venture Partners e Index Ventures).A contribuição dos fundos é uma iniciativa importante para a Groupalia conseguir garantir seu crescimento e ultrapassar • 100 milhões (US$ 150 milhões) de faturamento em 2011, valor que representa 16 vezes a receita de 2010. Em menos de um ano desde sua fundação (4 de maio de 2010), os números do crescimento para o negócio Groupalia excederam em muito as previsões iniciais. E, nesses poucos meses, a empresa já conta com 6 milhões de usuários em oito países, mais de 400 funcionários e uma rede global de mais de 10 mil funcionáriosEm março, o grupo recebeu ainda um financiamento público de • 1 milhão, concedido pela Empresa Nacional de Inovação (Enisa), organização pública vinculada ao Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo da Espanha, por meio da Unidade de Política Geral das pequenas e médias empresas. Em outubro de 2010, a companhia já havia obtido um aporte de • 5 milhões (o dobro do aporte inicial realizado em abril) de seus investidores internacionais: Nauta Capital; Caixa Capital Risc, divisão de capital de risco do banco La Caixa; dos sócios-fundadores da Privalia; e de Joaquín Engel, CEO da companhia.


PLANEJAMENTO JUDICIÁRIO

Metas serão apresentadas com um ano de antecedência As metas de desempenho do Judiciário deverão ser definidas com até um ano de antecedência, e não um semestre antes, como acontece hoje. É o que disse Antonio Carlos Alves Braga Júnior, juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça, em um workshop de divulgação do resultado das metas de 2010. Com a mudança, as metas de 2013 serão definidas já no início de 2012, permitindo assim que os tribunais façam o devido planejamento para cumprí-las. Outra novidade é que o Judiciário ganha comissões de metas. De acordo com o CNJ, cada ramo do Judiciário forma uma Subcomissão Nacional de Metas, mediante a escolha de até cinco tribunais. A exceção é a Justiça Militar, que possui somente três tribunais estaduais. Assim, a Comissão Nacional será formada pelas subcomissões estadual, federal, trabalhista, eleitoral, militar. Também entram na lista os gestores de metas dos Tribunais Superiores, totalizando 27 membros. Com os grupos, a atuação do CNJ é facilitada. O órgão poderá ir aos tribunais para tratar de questões específicas de cada segmen-

to, refletindo em metas mais consistentes. “É indispensável envolver todos os membros do tribunal”, disse Braga. “Plano estratégico os tribunais têm; o que precisam é envolver os demais membros do tribunal na gestão do plano estratégico, e também os Juízes de primeiro grau para que o que foi planejado possa ser posto em prática”, completou. Cooperação judiciária Em encontro realizado em Minas Gerais, o conselheiro Nelson Tomaz Braga apresentou o projeto da chamada Rede Nacional de Cooperação Judiciária, visando à eliminação de entraves, mas de olho na autonomia dos tribunais. O projeto é inspirado em iniciativas semelhantes encontradas na União Europeia. A ideia brasileira é fazer com que a rede seja aperfeiçoada de acordo com as necessidades de cada estado. O desembargador Cláudio Costa, presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, acredita que o país, “por suas dimensões continentais, seu sistema federativo, seus tribunais autônomos e sua justiça especializada”, tem as mais favoráveis condições para adotar a rede.

PGR vai recorrer contra decisão que invalidou provas O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pretende recorrer da decisão do Superior Tribunal de Justiça que invalidou a quebra generalizada do sigilo de dados telefônicos da operação Castelo de Areia. Nesta terça-feira, a 6ª Turma do STJ decidiu que os grampos e as provas originadas a partir das interceptações telefônicas são ilegais, porque foram baseados em denúncia anônima. Gurgel criticou a decisão. “Temos de ver a decisão publicada para que possamos ver o alcance e como vamos impugná-la. Não concordo da decisão porque não há qualquer vício nas provas colhidas. Até porque, diferente do que diz

a decisão do STJ, nós não nos baseamos apenas em denúncias anônimas”.

Mensalão Gurgel também afirmou que o novo relatório da Polícia Federal sobre o caso do mensalão não pode ser confundido com a denúncia que já tramita no Supremo Tribunal Federal. “Está havendo um equívoco em relação a esse relatório. Quando foi oferecida a denúncia do mensalão, a procuradoria pediu a instauração de outros inquéritos em relação a fatos, a condutas que naquele momento ainda não reuniam elemento necessários para um juízo em termos de persecução penal.

Justiça&Direito

Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A8

AÇÃO DIRETA

Piso para professores da rede pública é constitucional Valor pago pelos estados e municípios aos docentes é de R$ 1.187,14

O

Plenário do Supremo Tribunal Federal jul gou constitucional o piso nacional para professores da educação básica da rede pública, instituído pela Lei 11.738/2008. A decisão foi proferida, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelos governos dos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará. Apenas o ministro Marco Aurélio ficou vencido. O valor atualizado que deve ser pago pelos estados e municípios aos docentes em 2011 é de R$ 1.187,14. A constitucionalidade do parágrafo 4º do artigo 2º, que determina o cumprimento de no máximo dois terços da carga horária do magistério em atividades de sala de aula, ainda será analisada pela Corte. Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos estados e municípios e, portanto, violação do pacto federativo previsto na Constituição. Com isso, não se chegou ao quo-

rum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade da norma. Apenas oito ministros participaram da sessão. A ADI foi interposta no Supremo em outubro de 2008. Em dezembro do mesmo ano, ao julgar pedido de liminar, o Plenário já havia concedido a medida parcialmente, definindo que o termo “piso”, que consta no artigo 2º, deve ser entendido como a remuneração mínima a ser recebida pelos professores. No mesmo julgamento, os ministros mantiveram a jornada semanal de 40 horas, mas suspenderam, por maioria, o parágrafo 4º do artigo 2º da lei, que determina o cumprimento de, no máximo, dois terços da carga horária dos professores para desempenho de atividades em sala de aula, enquanto um terço fica resguardado para preparo de aulas, correção de provas e atividades suplementares. Na primeira parte da sessão desta quarta, o relator da ação, ministro Joaquim

Barbosa, apresentou seu relatório e, em seguida, foram abertas as sustentações orais.

Alegações Os governos estaduais que constestam a lei, representados pelos procuradores de Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina, alegaram que houve excesso legislati-

Confisco de bens de réu que morreu não fere pessoalidade da pena A Advocacia-Geral da União garantiu, na Justiça, que os bens de um acusado de tráfico de drogas permaneçam indisponíveis mesmo com a morte do réu. Pela decisão da 1ª Vara Federal de Porto Alegre, os bens do acusado continuam sob poder da União até o julgamento final do caso, já que foi constatado que os bens que o acusado possuía eram incompatíveis com a sua remuneração. De acordo com os advogados da União, como o con-

fisco é um efeito civil contra o crime, a indisponibilidade dos bens não fere o princípio da pessoalidade da pena. Como justificativa para o pedido de devolução dos mais de R$ 350 mil, os herdeiros argumentaram o oposto. Para eles, a morte do acusado teria extinguido a condenação e a manutenção do bloqueio violaria a pessoalidade da pena. O Brasil é signatário da Convenção da Organização das Nações Unidas contra o Tráfico de Drogas e Substân-

cias Psicotrópicas, que recomenda aos países adeptos a adoção de medidas cautelares de confisco, mesmo sem prévia condenação penal. Segundo a Coordenação de Probidade e Recomposição do Patrimônio Público da Procuradoria Regional da União da 4ª Região, o processo criminal foi fundamentado no artigo 60 da Lei de Drogas, que estabelece a apreensão de diversos bens e valores de alguns dos acusados por crime de tráfico de entorpecentes.

Não há cerceamento de defesa se trabalhador não indica testemunhas A alegação de cerceamento de defesa não é cabível quando o autor do pedido na Justiça trabalhista, tendo tempo para apresentar a lista de testemunhas, não se manifesta. O entendimento da 7ª Vara do Trabalho de Recife, confirmado pela 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, fez com que uma ex-empregada perdesse a ação. Os testemunhos, acreditava a requerente, comprovariam os pedidos de horas extras e a acusação de acúmulo de função. O relator do recurso, ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, entendeu que o indeferimento de adiamento da audiência não constitui

cerceamento de defesa. Segundo ele, a própria trabalhadora descumpriu o prazo concedido para apresentar à vara do trabalho a relação de testemunhas. Por meio de um Recurso de Revista levado ao TST, a autora pedia a revisão do acórdão do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco. Segundo ela, ao apresentar o pedido de nulidade da sentença, seria atribuição do juiz notificar as testemunhas que não compareceram à audiência de instrução. A trabalhadora conta que, entre outubro de 2003 e março de 2006, trabalhando para a confecção Via Jeans, fazia jornada exceden-

te, acumulava funções e não usufruía de descanso semanal. Nenhum documento foi apresentado no sentido de provar a situação. Sem comprovação e sem prova oral, a vara trabalhista acabou julgando improcedentes os pedidos. Na análise do Recurso Ordinário, o TRT-PE lembrou que, ainda na sessão inicial da audiência, ficou estabelecido um prazo de cinco dias para as partes indicarem a lista de testemunhas que deveriam ser notificada. Somente na sessão em que seria produzida a prova oral, diante da ausência das testemunhas, a trabalhadora requereu adiamento da sessão.

vo, pois a Lei 11.738/2008 violou o princípio federativo, ao invadir área financeira e administrativa, de competência privativa dos governos estaduais, ao fixar a remuneração dos professores estaduais e sua jornada de trabalho, bem como a proporcionalidade de horas de trabalho em sala de aula e fora dela.

OAB-DF afasta presidente da Caixa de Assistência O conselho da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil afastou de suas funções, o presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-DF), Everardo Gueiros Filho. A decisão foi tomada por unanimidade. O presidente da CAA-DF foi afastado por conta de uma auditoria que apontou indícios de irregularidades nas contas da entidade. De acordo com o relatório, houve falhas formais na contratação de uma empresa para a reforma das instalações elétricas da sede da Caixa, que fica no final da Asa Norte de Brasília. O documento também aponta indícios de superfaturamento na obra. Everardo Gueiros contesta a auditoria da empresa contratada pela Ordem. Tanto que contratou um novo laudo técnico, de acordo com o qual não houve irregularidades na contratação da empresa ou na execução da reforma. Gueiros esteve presente à sessão, que durou cerca de uma hora, e distribuiu memoriais aos conselheiros presentes.

Ministro considera interesse recursal de candidata O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu provimento a um recurso apresentado pela candidata ao senado pelo Distrito Federal, Maria de Lourdes Abadia (PSDB). Ela teve seu registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral, que havia aplicado a Lei da Ficha Limpa às eleições de 2010. A candidata não obteve os

votos suficientes para se eleger. Ainda assim, ressaltou o ministro, permanece o interesse recursal da parte, que “está relacionado à necessidade de desconstituição de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral que, em última análise, declarou a inelegibilidade da recorrente em razão de tê-la enquadrado na denominada Lei da Ficha Limpa”. A decisão do minis-

tro segue entendimento firmado pelo Plenário no final de março. Os ministros entenderam que a Lei Complementar 135, de 2010 não deveria ser aplicada ao último pleito, reconhecendo a existência de repercussão geral. Partindo desse entendimento, cada ministro pode decidir, individualmente, casos que estão sob sua relatoria. O ministro Gilmar Mendes

disse que “não se pode negar que, para o resgate da incolumidade de toda uma carreira política construída ao longo de anos, há um claro interesse na insubsistência de uma decisão da Justiça Eleitoral que declara a presença de uma causa de inelegibilidade fundada na preservação da moralidade e da probidade no exercício dos cargos públicos”.


Economia Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | B1 | Indústria&Comércio

PREÇOS

Governo pode tomar medidas para conter inflação no setor de serviços Para o ministro da Fazenda, a inflação oficial do País deve ceder a partir de abril Daniel Lima

O

ministro da Fazenda, Guido Mantega, afir mou nesta quinta-feira (07/04) que o governo está atento à inflação dos serviços e pode tomar medidas para combatê-la. No entanto, o ministro não antecipou que medidas o governo pode adotar. Perguntado sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em março em 0,79%, Mantega disse que todos os analistas se engana-

ram, porque terminou havendo um repique da inflação de alimentos, não esperado por causa do regime de chuvas. O próprio Mantega tinha anunciado, há pouco mais de 20 dias, uma estimativa para a inflação do período pelo IPCA de 0,45% em março. “Todos os analistas se enganaram. Houve um repique da inflação de alimentos que não era esperado, que tem a ver com o regime de chuvas. Foi excepcional porque todo ano, a essa altura, o preço dos

alimentos começa a cair”, justificou. Para o ministro, a inflação deve ceder a partir de abril. Segundo ele, o problema é “fundamentalmente com os alimentos”, pois a inflação no período foi influenciada por fatores climáticos, como a chuva e a entressafra, mas logo cairá. “Os serviços já dão sinais de queda da inflação. Nós estamos vigilantes e vamos tomar medidas em relação a isso, mesmo sabendo que, daqui a pouco, essa inflação de alimentos estará caindo.”

INDICADORES

Faturamento real da indústria em fevereiro cresceu 14,3% Daniel Lima

O faturamento real da indústria de transformação cresceu fortemente em fevereiro registrando elevação de 14,3% em comparação ao mesmo período de 2010. Os números são da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que divulgou nesta quinta-feira (07/04) o informativo Indicadores Industriais. As horas trabalhadas, que medem o ritmo do setor, subiram 6,7% e o emprego 4,1% na mes-

ma comparação. O carnaval, que este ano ocorreu em março, teve efeito no resultado uma vez que influenciou o número de dias úteis trabalhados em fevereiro e, consequentemente, alguns indicadores. “Ao mudar o carnaval de um mês para outro houve um impacto. Em março, a grande intensidade não vai se repetir”, disse Flávio Castelo Branco, economista da CNI. A massa salarial, já corrigida pela inflação, teve queda de 1,4% em fevereiro em compa-

ração a janeiro, mas registrou um acréscimo de 5,8% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O rendimento real ficou 1,6% na comparação entre fevereiro deste ano e o mesmo mês do ano passado. O faturamento real no primeiro bimestre deste ano cresceu 11,1% em comparação ao mesmo período de 2010, com aumento das horas trabalhadas em 5,4%, do emprego em 4,4%, da massa salarial em 5,8% e do rendimento real médio de 1,2%.

Aumento de IOF para empréstimos estrangeiros tem efeito limitado, diz Delfim Netto Roosewelt Pinheiro/ABr

Vinicius Konchinski

O economista e ex-ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto (foto ao lado) afirmou nesta quinta-feira (07/04) que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para bancos e empresas que peguem empréstimos no exterior por menos de dois anos é um ato “de legítima defesa”. Segundo ele, porém, o efeito da medida, anunciada pelo governo para conter a queda na cotação do dólar, é limitado. “Todos sabem que este tipo de decisão tem pouca importância. O governo tomou essa decisão em legítima defesa como todos (os governos) estão tomando”, disse Delfim Netto ao participar, na manhã desta quinta, de um debate promovido pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, também esteve no evento e comentou o aumento do IOF.

“A medida tem o papel de resistência, mas não muda o curso da história. A taxa (de câmbio) deve manter o patamar e, dependendo de medidas complementares, pode quebrar a barreira do R$ 1,60”. Para Barros, o dólar só deve voltar a subir quando as taxas básicas de juros das grandes economias voltarem a subir. Isso deve demorar entre dois e três anos para acontecer, segundo ele.

Medida provisória tentará Famílias brasileiras mantêm otimismo, diz Ipea alterar política do etanol no país Danilo Macedo

As famílias brasileiras mantiveram em março o mesmo otimismo de fevereiro em relação à situação socioeconômica do país, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (07/04) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) manteve-se nos mesmos 65,3 pontos de fevereiro, ficando 2,8% abaixo do patamar de janeiro,

quando foi registrado o maior índice da série (67,2) iniciada em agosto de 2010. A pesquisa foi realizada em 3.810 domicílios, em 214 municípios de todos as unidades federativas. Taxas até 20 pontos indicam grande pessimismo; de 20 a 40, pessimismo; de 40 a 60, moderação; de 60 a 80, otimismo; e de 80 a 100, grande otimismo. Para a formação do índice são levadas em conta as expectativas das famílias sobre a situação eco-

nômica nacional, condição financeira futura e percepção da atual, decisões de consumo, endividamento e condições de quitação de dívidas, e mercado de trabalho. De modo geral, o índice mais otimista foi verificado na camada da população de renda de quatro a cinco salários mínimos, com 69,71 pontos. Em relação à escolaridade, a melhor expectativa foi da população com ensino superior incompleto (68,22).

Danilo Macedo

Medida provisória alterando a política do etanol no país deverá ser publicada nos próximos dias, informou nesta quinta-feira (07/04) o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. Segundo ele, o governo está elaborando uma série de medidas para regular melhor o setor, que anualmente preocupa a população brasileira por causa da alta do combustível. Apesar de serem feitos a

partir da mesma matéria-prima, a cana-de-açúcar, o ministro disse que o açúcar e o etanol devem ser regulados de forma diferente. “A ideia é que, como combustível, o etanol precisa ter uma política de combustível, diferentemente do açúcar, que é um produto agroindustrial”, explicou Rossi. Quanto a uma taxação ao açúcar, produto que vem apresentando preços recordes no mercado internacional, o ministro disse que a ideia está sendo estudada.

Produção de veículos cresce 7,9% no primeiro trimestre Marli Moreira

A produção de veículos no país aumentou 7,9% de janeiro a março deste ano, totalizando 902,1 mil unidades. Em março, entretanto, houve uma redução de 0,4% em relação a fevereiro e de 6% na comparação com igual período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (07/04), na capital paulista, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas cresceu 7,5% em março em relação a fevereiro, mas caiu 5,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No trimestre, o segmento acumula uma queda de 2,3% ante igual período de 2010. As vendas ao mercado interno aumentaram 11,7% sobre fevereiro, totalizando 306,1 mil unidades. No trimestre, a comercialização aumentou 4,7% (825,2 mil unidades). Comparada a março do ano passado, houve uma queda de 13,5%. De acordo com a Anfavea, a participação dos importados no mercado interno diminuiu de fevereiro para março, ao passar de 22,6% para 20,4%, a menor taxa do ano. Já as exportações somaram R$ 3,271 bilhões de dólares no trimestre, com alta de 25,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

VINO VITA EST.

Osvaldo Nascimento Júnior osvaldopinheiro@gmail.com

HISTÓRICO SOBRE A ROLHA E O VINHO Em nossos artigos nesta coluna, temos trazido muito assunto sobre as uvas, os vinhos, seu histórico acompanhando o homem em sua caminhada nestes séculos todos. Mas importante também é aqueles utensílios que fazem parte deste mundo vínico, como já enfatizamos AS TAÇAS, hoje vamos abordar um outro componente que alia-=se para podermos degustar nosso líquido bacante, A ROLHA. A humilde rolha de cortiça foi uma das maiores aquisições da enologia em todos os tempos. Na antiguidade, e mesmo até o século XIX. A quase totalidade dos vinhos era consumida ainda jovem, do ano, dada a dificuldade de conservação. Constituíam exceção os vinhos fortificados de alto teor alcoólico e os vinhos doces naturais. Os gregos e romanos adicionavam resina ou breu para a conservação de seus vinhos, alterando-lhe acentuadamente o paladar. Mesmo os trabalhos de Pasteur em 1866, em que a biologia e a química contribuíram para o estudo, fabricação e conservação dos vinhos, não teriam êxito sem o uso da rolha de cortiça. De um modo geral, todos os recipientes de bebidas usados desde a antiguidade(odres, ânforas, dólias, pichéis,canjirões ou garrafas) tinham de ser vedados, e para isso foram usados vários materiais: tampões de linho embebidos em óleo, cavilhas de madeira envolvidas em estopa, etc.. Qualquer material poderia em princípio vedar uma garrafa de vinho. No caso espe-

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cífico dos vinhos espumantes, como o Champanha ou o Vinho Verde português, nenhum material usado mostrou-se satisfatório. Foi quando recorreu-se à cortiça, que é a casca do sobreiro (quercus suber), árvore encontrada em todos os mpaíses mediterrâneos. Nativa da Península Ibérica, de onde provêm cerca de 2/ 3 da produção mundial de 300 mil toneladas anuais, a cortiça já era usada no Império Romano desde 400 a.C, em sandálias, bóias e apetrechos de pesca. Passaria a ser usada na manufatura de rolhas somente ao redor de 1700. E quimicamente inerte, não se deteriora por ação dos áciddos ou bases mais fracas, nem pelos solventes orgânicos. Má condutora de calor, quase imputrescível, dificilmente inflamável, tem boa elasticidade, compressibilidade, resistência e impermeabilidade. Não tem cheiro nem sabor. A princípio grosseira, a indústria da cortiça desenvolveu-se incrivelmente e é hoje usada em inúmeras atividades, entre as quais a construção civil e a decoração de interiores. As primeiras rolhas de cortiça eram feitas a partir de talhadas de cascas espessas e velhas, com 30 anos ou mais. Eram cubos maciços, com arestas aparadas, e não cilíndricas como se pensa. Nas bebidas espumantes as rolhas eram inicialmente fixadass às garrafas por fitas ou barbantes. Nas primeiras cervejas fabricadas no Brasil, no século XVIII E no passado, eram fixadas também por barbantes. Já as importadas, eram fechadas com tampas metálicas. Daí a expressão “marca barbante”, hoje em desuso, para os produtos ordinários. A fixação da rolha de cortiça com fios de

arame nos champanhas, como conhecemos hoje, data de 1910. Outra prática usada nos vinhos espumantes é a fixação da rolha por uma cápsula metálica, muito usada nos vinhos verdes portugueses. Em alguns vinhos espumantes alemães (Deutscher Sekt) usam-se rolhas de plástico, mas a prática é condenada pela maioria. Hoje em dia o prblema é efetivamente a matéria prima. O aumento de consumo dos vinhos foi muito superior à disponibilidade da cortiça. A árvore SOBREIRO tem vida útil de cerca de 150 anos e sódeve ser decorticado(ou descortiçado) no máximo a cada 8 ou11 anos, a partir do décimo-quinto ou vigésimo ano de vida. As duas primeiras cascas, chamadas macho e fêmea, não são aproveitadas. A boa cortiça é a terceira camada e, mesmo assim, apenas uma parte dela fornecerá rolhas de boa qualidade. As melhores, e nesse ponto todos estão de acordo, são as provenientes de Portugal e da Espanha. Valeria a pena esclarecer aqui um equívoco generalizado. Com freqüência, ouve-se comentar;” O vinho está estragado, com gosto de rolha, ou BOUCHONNÉ, como dizem os franceses. Na realidade rolha não tem gosto. A rolha estragada, sim, dá mau gosto ao vinho. Daí o hábito dos conhecedores de, ao abrir um vinho velho, examinar com cuidado a rolha e cheirá-la. No caso dos champanhas, pela dificuldade de se obter lâminas de cortiça boas e suficientemente suficiente espessas, passou-se a fabricar rolhas – como no caso da madeira para certos móveis – a partir de um conglomerado de fragmentos de cortiça. Assim, apenas

a parte da rolha que fica em contato com o vinho é maciça, e de boa qualidade: o resto é feito de fragmentos triturados e envolvidos por uma fina película de cola. O conjunto é prensado e aquecido para que a cola se polimerize. Por isso, ao abrirem um vinho e descobrirem também uma rolha de plástico, não se assustem, são as novas técnicas para se poupar o “QUERCUS SUBER” a árvore do sombreiro, que precisa ser preservada e também dada a sua longevidade ao aproveitá-la. Embora alguns puristas e saudosistas possam lamentar que “já não se fazem vinhos como antigamente”, e na verdade talvez tenham razão, com exceção de poucas e louváveis adegas ainda quase artesanais, os vinhos médios, correntes e de consumo que hoje se produzem, são sensivelmente melhores que os de algumas décadas atrás. Como vemos, ao degustar um bom vinho, muitas vezes deixamos passar estes detalhes que compõem o conjunto que completa um bom momento de vida, a garrafa de vidro,as taças, e agora a rolha com seus séculos de história matérias que trazemos para vocês, caro(a)s leitores que fazem parte do mundo de Baco, para que nós possamos ser mais felizes, celebrando a vida com um brinde com responsabilidade, a arte de viver com saúde e felicidade, com uma nova descoberta a cada garrafa. QUE BACO NÃO NOS FALTE NUNCA. AVOE, BRADO DE EVOCAÇÃO A BACO POR SEUS SÚDITOS.


Agronegócio Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira, 08 de abril de 2010 | B2

Ortigara detalha metas do Proezas O secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, antecipou alguns números do programa Proezas, na abertura da 51ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (Expolondrina). Explicou que serão implantadas 2.500 moradias rurais por ano e 800 comunidades serão contempladas com sistemas de água tratada. Os produtores que preservarem nascentes de rios irão receber repasses que variam de R$ 25 a R$ 75 mensais, de acordo com a importância da nascente. “Nossa meta é proporcionar condição de vida decente para os agricultores. O projeto atenderá primeiramente os municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano. É um programa ousado e que vai melhorar a vida e a terra dos trabalhadores”, disse o secretário. Aproximadamente 20 órgãos relacionados à agricultura participaram da elaboração do projeto. Ortigara reafirmou o compromisso do governo com a agropecuária e a agricultura. Ele disse que o Estado está mobilizado para atender as necessidades do meio rural. “Seremos parceiros dos produtores e vamos enfrentar juntos os desafios. Quero que saibam que o Governo do Paraná quer ajudar para tornar o campo mais tecnológico e desenvolvido”, destacou o secretário. Norberto Ortigara reiterou ainda os investimos na Emater para transformar o órgão em referência em pesquisa e disse que em breve o Paraná será um estado livre de aftosa sem vacinação.

EXPOLONDRINA

Governador abre feira e anuncia criação do Proezas O programa reúne um conjunto de medidas para melhorar a qualidade de vida rural, preservação ambiental e aumento da produtividade

C

om a expectativa de movimentar R$ 200 milhões e receber um público de 480 mil pessoas, a 51ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (Expolondrina) foi aberta ontem, às 10h30, pelo governador Beto Richa. Na ocasião anunciou a criação do programa Proezas, que reunirá um conjunto de medidas fiscais, sociais e ambientais destinadas a melhorar a vida das famílias que vivem no campo e incentivar a preservação ambiental e o aumento da produtividade. Acompanharam o governador, na abertura, o presidente da Sociedade Rural do Paraná (SRP), Gustavo Andrade e Lopes, o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Nazareno Iuk; Durval Amaral, Secretário Chefe da Casa Civil do Paraná; Norberto Ortigara, Secretário da Agricultura do Paraná; Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, além de outras autoridades locais e estaduais. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi foi representado por Daniel Gonçalves Filho, superintendente federal da Agricultura do Paraná. Entre as medidas práticas, que alavancarão o Proezas, estão a compensação financeira para o produtor que preservar nascentes de água, a construção de moradias rurais, a conscientização sobre manejo do solo e a implantação de sistemas comunitários de água tratada e saneamento. O projeto é uma iniciativa do governo estadual e será lançado dentro de 60 dias. Richa reiterou o compromisso de investir na infraestrutura e no desenvolvimento da agropecuária do Paraná e garantiu o envio para a Assembleia Legislativa do projeto que cria a Agência Paraná de Desenvolvimento. “O Proezas é um programa inovador que vai atender as principais necessidades do homem do campo. É um conjunto de ações para incentivar e melhorar o manejo do solo e da água. Surgiu do

longo trabalho de diversos órgãos que se dedicaram ao seu desenvolvimento”, explicou Richa. O governador informou também que no próximo dia 15 será realizada em Londrina a primeira audiência pública sobre a gestão do programa.

Expolondrina A Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina é uma das mais importantes feiras agropecuárias do País. Diversos empreendimentos usam a feira como vitrine para divulgar projetos e fechar negócios nas áreas de agricultura, tecnologia, melhoria genética, maquinário e equipamentos industriais. Richa disse que a Expolondrina contribui para divulgar o que é produzido pelos paranaenses. “É com grande satisfação que participo desse importante evento. A feira, além de gerar negócios e empregos, é uma ótima oportunidade de lazer”, afirmou o

Conab prevê safra de 160 milhões de toneladas em grãos Apesar do excesso de chuva em grandes regiões produtoras no mês de março, a safra de grãos 2010/2011 deve chegar a 157,4 milhões de toneladas, de acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado ontem (6). O número é 5,5%, ou 8,2 milhões de toneladas, maior que o recorde atingido na safra, de 149,2 milhões de toneladas de grãos. Também é bem superior aos dados divulgados na quarta (5) pelo IBGE (149,7 milhões de toneladas). Em relação à pesquisa anterior, houve uma elevação de 2,1%, ou 3,2 milhões de toneladas. A área cultivada também se ampliou em 3,9%, ou 1,8 milhões de hectares, chegando a 49,2 milhões de hectares plantados. Os prejuízos, principalmente a produtores de Mato Grosso do Sul, causados pelo grande volume de chuva em março – que também teve consequências pontuais em algumas regiões de Mato Grosso, Goiás,

Minas Gerais e São Paulo –, foram compensados pela ampliação da área de cultivo de algodão, feijão, soja e arroz. Segundo a Conab, no entanto, o excesso de umidade atrapalhou a colheita da soja e prejudicou a qualidade do produto, causou podridão do baixeiro (parte inferior da planta) em algumas lavouras de algodão 1ª safra e atrasou a finalização do plantio do milho-safrinha. Influenciada pelos preços recordes no mercado internacional, a área plantada com algodão cresceu 62,9% (835,7 mil hectares) em relação à safra 2009/2010. Por isso, a Conab acredita que, enquanto no ciclo anterior foi produzido 1,2 milhão de toneladas de pluma, a colheita deste ano pode chegar a 2 milhões de toneladas. A soja, principal item do agronegócio na pauta de exportações, deve ter aumento de área em 2,3%, chegando a 24,2 milhões de hectares plantados com o grão. Com isso, a previsão da Conab é que a produção cresça 5,2%, chegando

a 72,2 milhões de toneladas. Sua colheita já está em fase final nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Paraná, entre os maiores produtores. O levantamento foi feito entre os dias 21 e 25 de março por 68 técnicos da Conab que colheram dados com representantes de cooperativas e sindicatos rurais, e de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, e em uma parte da região Norte O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou hoje, no Rio de Janeiro, nova estimativa para a safra de grãos. Segundo o instituto, devem ser colhidos 155,6 milhões de toneladas, superior à safra recorde de 149,7 milhões de toneladas de 2010. A diferença entre os dados divulgados pelo IBGE e pela Conab se deve aos períodos avaliados. O instituto analisa a colheita de janeiro a dezembro, enquanto a Conab se baseia no anosafra, que vai de agosto a julho.

governador, lembrando que acompanha a evolução da exposição desde criança. A exposição deverá superar em negócios a edição do ano anterior. Os organizadores preveem receber um público aproximado de 480 mil pessoas entre os dias 7 e 17 de abril. Neste ano, a Expolondrina tem como tema “O Show de Quem Produz”. Estão previstos 27 leilões e uma grande programação cultural.

Palanque Ao visitar os estandes do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), o governador afirmou que a feira é uma importante oportunidade para o governo divulgar os programas e as linhas de crédito destinadas ao agronegócio. Richa citou a infraestrutura como meio fundamental para o desenvolvimento econômico da agricultura do Paraná. Ele disse que existem diversas obras que serão executadas na região Norte do Estado, entre

Osmar Dias confirmado no Banco do Brasil O ex-senador e candidato derrotado ao governo do Paraná, Osmar Dias (PDT) foi confirmado como o novo vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, na tarde desta quarta-feira, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Dias vai substituir Luís Carlos Guedes Pinto, que foi ministro da Agricultura até 2007 e ocupava a função no Banco do Brasil desde então. A nova função deixa sob a responsabilidade de Dias grande parte dos financiamentos que são feitos na agricultura no País, cargo no qual vai poder mostrar conhecimentos e estratégias acumulados ao longo da vida, já que o ex-senador é fortemente ligado ao setor. Nos bastidores das negociações entre os partidos, o cargo no Banco do Brasil era a opção considerada mais forte para Dias desde o início de março, até que o convite foi feito pelo ministro da Casa Civil, Antonio Palloci, semanas atrás.

elas a ampliação do aeroporto de Londrina. O governador garantiu ainda prioridade à saúde e à segurança pública. Beto Richa também anunciou o novo programa de habitação do governo, que prevê a construção de 25 mil casas em todo o estado este ano. Ainda na feira de Londrina, o governador inaugurou a Casa do Mangalarga. O espaço, que recebeu o nome de Casa Governador Beto Richa, irá abrigar o núcleo de estudo de cavalos Mangalarga, uma das raças mais importantes do Brasil. Segundo o coordenador da Casa, Paulo Vilela, o Norte do Paraná é um importante polo de criação da raça, com 70 criadores e mais de 500 usuários. Richa também almoçou com lideranças do setor e visitou os estandes da Sanepar e do Iapar. Também estavam presentes o secretário chefe da Casa Civil, Durval Amaral; o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly; e o secretário de Relações com a Comunidade, Wil-

son Quinteiro.

Feira de Sabores Também foi aberta nesta quinta a edição de Londrina da tradicional Feira Sabores do Paraná, realizada paralelamente com a Expolondrina no Parque de Exposições Ney Braga. O evento é promovido pela Secretaria de Agricultura, em parceria com a Sociedade Rural, e tem o objetivo de fortalecer o mercado da agroindústria familiar e estimular a competitividade do pequeno produtor. A feira oferece aos visitantes produtos produzidos por mais de 70 pequenas agroindústrias de várias regiões do Estado. São receitas caseiras como biscoitos, geleias, vinho colonial, queijos, produtos orgânicos e artesanais. As duas outras edições da feira em 2011 foram realizadas no Litoral do estado, em Matinhos e Guaratuba. A expectativa dos organizadores e dos pequenos produtores é que o evento gere mais de R$ 200 mil em negócios.

FAEP pede apoio do governador para o Código Florestal O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Ágide Meneguette, pediu apoio político do governador para a aprovação do Código Florestal, ontem, na abertura da 51ª Expolondrina. Também destacou que o programa Proezas irá incentivar o desenvolvimento do trabalhador rural. “É uma grande iniciativa do governo estadual que vai contribuir para a melhora da agricultura do Paraná”, disse ele. Beto Richa disse que o governo estadual aguarda a decisão da Câmara dos Deputados sobre as mudanças no Código Florestal e destacou que os agricultores não podem mais esperar por uma definição. “Assumo o compromisso, caso não haja uma definição da Câmara de Deputados, de discutirmos a execução de uma legislação

florestal própria dentro de quadro amplo e democrático com ambientalistas e agricultores”, afirmou Richa. O presidente da Sociedade Rural do Paraná, Gustavo Andrade e Lopes, afirmou que o estado precisa unir esforços para desenvolver a agricultura do Paraná. Ele elogiou os programas do governo estadual para fomentar a produção e salientou a importância do Código Florestal para os agricultores paranaenses. “Mais de cinco mil produtores do estado se mobilizaram em Brasília pela votação do Código. Representamos 25% de tudo que é produzido no agronegócio no Brasil e queremos respeito. Quero contar com a ajuda do governador Beto Richa e dos nossos deputados para que possamos logo solucionar esse problema”, disse o presidente.


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margem

Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | A4

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arte&atitude,

Nem te Conto Tributo ao Ivo

moda&cia

Adélia Maria Lopes | adelia@novacombrasil.com.br

Galpão traz Tio Vânia para estréia nacional

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m noite de gala, assina lando a reabertura do Teatro Bom Jesus, o grupo mineiro que, nos primórdios do Festival de Curitiba, trouxe Romeu e Julieta para uma fabulosa encenação de rua, vem pela décima vez e agora com outro clássico, Tio Vânia (Aos Que Vierem Depois de Nós), do russo Anton Tchekhov, para lançamento nacional neste fim de semana Carga emotiva, desafios, muito trabalho e dedicação e surpresas envolvem essa encenação, a 19ª do Galpão, que se dividiu em dois grupos para pesquisar Tchekhov às vésperas de completar trinta anos de atividades. Tio Vânia, o primeiro espetáculo a entrar em cartaz, tem direção de Yara de Novaes, sete atores (Antonio Edson, Arildo de Barros, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Paulo André, Teuda Bara e a atriz convidada Mariana Lima Muniz), cenografia de Márcio Medina e luz de Pedro Pederneiras. O cenário não é apenas figurativo, ele tem função dra-

O fã-clube Lobo da Estepe presta homenagem ao Ivo Jr, de saudosa memória. Será nesta sexta 8, no Music Hall ( Rua Eng. Rebouças, 1645. Ingressos: 3315-0808). Blindagem e convidados cantarão o repertório do homenageado vocalista que foi cantar em pessoa pros irmãos Leminski há um ano.

BarBaran em festa

mática. Márcio Medina trabalha pela quarta vez com o grupo. Mas é o debut de Pedro Pederneiras, um dos fundadores da companhia mineira de dança Grupo Corpo. Em 29 anos de vida, o Galpão tornou-se famoso por suas encenações populares, embora jamais tenha deixado de atuar no palco. Em Tio Vânia há traços dessa escritura própria. Mas a força das palavras de Tchekhov, entretanto, é a voz mais alta. “Depois de tentar desconstruir o texto, resolvemos assumir Tchekhov com todos os ris-

cos”, conta Yara de Novaes. De 1897, Tio Vânia tem como um de seus temas a perda das ilusões e a obrigação do homem de enfrentar o futuro. O sentimento do fracasso está presente em Ivan Petrovitch Voinítski, o tio Vânia, e em todos os personagens que habitam ou visitam a fazenda, onde ele é serviçal. Sônia sua sobrinha, filha de Serebriácov, dono das terras, é ainda capaz de pregar novas utopias. Pela coragem diante do desencanto, pela esperança diante da frustração, o Galpão elege o teatro de

Tchekhov para viver sua própria maturidade. Foram cinco meses de intensos ensaios, aos quais Yara Novaes rendeu-se diante dos atores: “O sentimento de quem quer aprender faz deles mestres”. Tio Vânia tem agendamento em Belo Horizonte, Rio, Porto Alegre e São Paulo. Mas, em setembro, o Galpão estará em Roma e vai a Londres com Romeu e Julieta (durante a Copa do Mundo). Apresentações no Teatro Bom Jesus de sexta a domingo, 21h. Ingressos: a 50 e 25 reais.

Fringe mostra novos autores A Pausa Companhia apresenta Roteiro escrito com a pena da galhofa e a tinta do inconformismo e o Teatro de Breque faz a estréia nacional Com Amor, dentro da Mostra Novos Repertório, integrante do Fringe. Em cartaz até domingo, no Espaço 2. Roteiro escrito com a pena da galhofa ... propõe um diálogo entre o dramaturgo Fernando Kinas, a partir de refe-

rências da obra do Machado de Assis. Já o Teatro de Breque trabalha com texto de Nina Rosa Sá, também diretora de espetáculo, e realiza uma montagem colaborativa. A IV Mostra Novos Repertórios é uma produção da Pró Cult e Teatro de Breque (Michele Menezes) e acontece no Espaço 2 (Rua Comendador Macedo, 431) Ingressos: 20 e 10 reais.

A música ucraniana e duas bandas convidadas, Desplugados, às 19h30, e Gente Boa da Melhor Qualidade, às 21h30, o BarBaran comemora seu terceiro aniversário neste sábado 9. E às 23h, o bolo será servido. Localizado na Sociedade Ucraniana, o bar foi fundado pelos associados e em 2008 passou a ser dirigido pelo casal Igor e Denise Baran. Para a festividade, haverá um combo especial: uma porção mista de varenek (pastéis cozidos ucranianos) e holoptchi (charutos de repolho, recheados com trigo sarraceno e temperos), por 8,50 reais. (Rua Augusto Stelfeld, 795. A partir das 19h, fone 3322-2912. Entrada: 8 reais). A decoração do bar é formada por fotos de alguns pontos turísticos da Ucrânia, trajes típicos, cartões postais, pôsteres de grupos folclóricos e latinhas antigas e importadas, com a curadoria do artista Oles Ivan Syssak, vice-presidente do clube. “O bar, a princípio, era frequentado pelos sócios do Subras, mas o sucesso foi tanto que vieram os amigos dos sócios, amigos dos amigos, e assim estamos há três anos, com um público fiel que complementa nossa cultura”, lembra Igor Mazepa Baran.

Hip-Hop Glam Tido como Dj oficial da cantora Beyoncé, o Superstar Ross, faz única apresentação nesta sexta 8, no Yankee American Bar ((Rua Bispo Dom José, 2160. Fone 3342-1001), comandando a festa Hip-Hop Glam. Já discotecou para festas de Bill Gates e Paris Hilton. O Brasil está entre os países que requisitam sua animação. Quer conferir? Ingressos a 40 (eles) e 20 reais (elas).

Jazz Experience Sandra Ávila e o Jazz-Quartet, que conta com o pianista Jeff Sabbag e o trumpetista Rogério Leitum, são a atração deste sábado 9, no palco do Slaviero Full Jazz Bar e Restaurante. É o projeto Nu Jazz Experience, iniciativa da Nu Jazz Produções que mistura o jazz com outros estilos musicais. O estilo da vez é o jazz-pop, ao sabor de Norah Jones. (Reservas: 33127000. Ingressos a 20 reais).

Gentilezas

Conto de Guimarães Rosa em cena O Grupo de Teatro Tanahora da PUCPR, integrando o Fringe, reestréia Miguilim – um conto de Guimarães Rosa, adaptado pelo ator e autor Edson Bueno. A peça conta a história de um garoto pobre, de uma família sofrida do interior de Minas Gerais. Na região em que mora, há um morro que não poderia ser ultrapassado. E Miguilim sonhava em descobrir o que a vida reservava para ele do lado de lá. Laercio Ruffa, diretor artístico do grupo, conta o que o público pode esperar: “Miguilim sonha com outra possibilidade de vida, além do sertão. A esperança é a tônica do espe-

táculo e quem conduz a narrativa é o ator Tiago Galan, de nove anos. O público pode esperar um texto maravilhoso, um trabalho artístico de alta qualidade que proporciona reflexão sobre a possibilidade de mesmo que a vida diga não, é preciso persistir, pois sempre haverá uma possibilidade”. Apresentações no TUCA (Campus Curitiba da PUCPR – Rua Imaculada Conceição, 1155, Prado Velho. Acesso ao estacionamento pelo Portão 1). Até 17 de abril, às 20h, sempre aos sábados e domingos, às 20h. Ingressos a doze e seis reais.

Pato Fu está no Guritiba Música, com a banda Pato Fu, está na programação preparada especialmente para as crianças, na segunda edição do Guritiba, evento do Festival de Curitiba, voltado ao público infantil. A variedade de atrações é a marca da mostra que este ano será apresentada na reinauguração do Auditório Bento

Mossurunga, do Colégio Estadual do Paraná. Nesta sexta-feira 8, a banda mineira apresenta o show Música de Brinquedo, inspirada no programa de fantoches Os Muppets. São canções clássicas do repertório nacional e internacional apenas com o uso de instrumentos infantis. Belo show! Às 19h30.

Rio é romântico e divertido Segundo longa metragem da Blue Sky Studios em 3D (o primeiro foi A Era Do Gelo 3), Rio ganhou os procedimentos 3D por todo o processo de produção. Mas não é a técnica que dá charme a essa aventura. É a própria história, românticas e ecológica, além dos adoráveis personagens. E agrada também a trilha sonora que conta com Will.i.am (do Black Eyed Peas), Jamie Foxx, Bebel Gilberto, Taio Cruz, Ester Dean, Siedah Garrett, Jemaine Clement, Carlinhos Brown, ao lado do compositor de trilhas sonoras John Powell e o produtor musical executivo Sérgio Mendes. O filme, em cartaz para crianças e adultos, é uma divertida aventura sobre assumir riscos, vivios por Blu, uma arara domesticada que nun-

cmyk

A partir desta sexta 8, em comemoração pela Páscoa, clientes vips da Saad do Shopping Crystal serão presenteadas com uma caixa de chocolates de origem (70% cacau) da Bárbara Trevisani Chocolates e Doces Finos, no momento da compra e na própria loja. E clientes vips de Bárbara Trevisani receberão no ateliê da chocolatier um perfume exclusivo da marca Saad. Tem mais: Barbara Trevisani criou a linha de Páscoa Sabores do Brasil, usando castanha do Pará, maracujá, banana e cupuaçu. E chocolate de cacau extraído da Bahia e da Amazônia. Afinal, nosso cacau tem sido exportado para a Suíça.

Tempo de franquia Com 15 franquias em Curitiba e trinta lojas no país, a Yoguland, até o final do ano, deverá ter um total de cem unidades, entre lojas abertas e novos contratos. E espera alcançar faturamento de 20 milhões de reais, 150% a mais do que 2010. “Nossa expectativa é muito positiva, já que a marca vem se fortalecendo e atingindo novas regiões, como a centro-oeste, por exemplo. Também temos franqueados que estão partindo para a segunda ou terceira loja em menos de dois anos de atividade. Também crescerá com parcerias junto a outras marcas de fast-food, no modelo store-in-store, ou seja loja dentro de lojas, assim entrando em bons pontos comerciais já existentes”, comemora Rafael Soares, sócio diretor da Yoguland.

Slash está aqui!

ca aprendeu a voar e tem uma vida confortável ao lado de sua Dona, e Jade, a fêmea da espécie. Ele vive nos EUA e ela, no Rio de Janeiro. Vão se encontrar para perpetuar a espécie, claro. Mas o acasalamento tem alguns percalços, como o fato de Blu e Jade serem sequestra-

dos por um bando de atrapalhados contrabandistas, subirem o morro, enfrentar a Sapucaí ... E , o pior, Blue vai ter que ter coragem para alçar vôo. Rio é assinado pelo brasileiro Carlos Saldanha, que codirigiu ou dirigiu os sucessos de animação A Era do Gelo e Robôs.

O ex-guitarrista do Guns N´ Roses, Saul “Slash” Hudson, toca nesta sexta 8, no Curitiba Master Hall, exibindo o repertório de seu CD solo de estréia. A turnê We´re all gonna die tour percorre a América do Sul e conta também com Myles Kennedy (Alter Bridge) nos vocais interpretando grandes clássicos do Guns N’ Roses, que ajudaram a vender mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo na década de 90. (Os ingressos custam 104 reais com um quulo de alimento. Fone 3315-0808).


Negócios Indústria&Comércio | Curitiba, quinta-feira, 07 de abril de 2011 | B4

NOVIDADES

Destaque

Vonpar Alimentos apresenta lançamentos para a Páscoa Divisão Chocolates da empresa ampliou capacidade de produção e entrega

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Páscoa está chegando e a Neugebauer, da Vo npar Alimentos, traz uma série de atrações. Nas gôndolas, os chocolates chegam com embalagens repaginadas e muitas novidades. O reforço começou com contratação de cerca de 400 colaboradores temporários para aumentar a produção e atuar como promotores de venda. Também ampliou em 33% o volume de ovos produzidos em relação a 2010 e aprimorou o planejamento de entregas e de abastecimento.

Segundo o presidente da Vonpar Alimentos, Sérgio Copetti, neste ano a Páscoa será diferente para o consumidor, porque terá muito mais valor do que em anos anteriores. "Sob aspecto de relevância, o impacto será muito maior. Temos dois licenciamentos com brindes divertidos, que são os ovos Phineas e Ferb e O Último Mestre do Ar. Além disso, ovos com formatos especiais, como o Stikadão, a versão tamanho família do nosso tradicional Stikadinho. E ainda

o Amor Carioca em formato bombom gigante e o ovo MuMu".Ao todo, são 16 opções no portfólio da Neugebauer - mais antiga fabricante de chocolates do Brasil - da Divisão Chocolates da Vonpar Alimentos, que incorporou a marca há apenas um ano. "Estamos com força total nesta Páscoa, inovando na reformulação do portfólio, com novidades nas linhas e nas embalagens. Agora temos uma linha de produtos de Páscoa mais fina e mais bonita", explica o presidente.

Peça infantil emociona estudantes de Curitiba mobilizar para a importância do nosso papel em relação à natureza", reflete Adélia Maria Gil Gabriel, respo nsável pela confecção dos mais de 30 bonecos que fazem parte da peça, conta que o processo de criação é minucioso. "Primeiro fazemos uma adaptação da linguagem para o mundo dos bonecos. Depois, escrevemos o roteiro, criamos outros personagens e, definimos o cenário, a trilha sonora e, por último, iniciamos o processo artesanal.

Perto de dois mil estudantes da rede pública de ensino, de cinco municípios da região metropolitana de Curitiba, deverão assistir à peça teatral "A menina que morava no arcoíris", produzida pelo Grupo Almazém Teatro de Bonecos e inspirada no livro da poetisa curitibana Adélia Maria Woellner. O espetáculo será apresentado nos dias 5, 6 e 7 de abril nas cidades de Campina Grande do Sul, Piraquara e Araucária, respectivamente. No dia 15 de abril a peça será

exibida em São José dos Pinhais e no dia 18, em Pinha is. Todas as apresentações, são às 14h30, com exceção de Pinhais que receberá duas sessões às 14 horas e às 15h30. Com direção de Gil Gabriel e produção de Dnize Castro, a obra poética foi adaptada à linguagem do teatro de bonecos. Detalhes foram cuidadosamente planejados para tornar a peça ainda mais emocionante, como trilha sonora, conteúdo lúdico e, em especial, as mensagens que motivam a

Lâmpadas Empalux aliam beleza e economia

Koinonia lança ERP para pequenas e médias empresas

Empalux, lança no mercado a Lâmpada Fluorescente Compacta Refletora AR 111, que vem justamente para atender aos anseios dessas pessoas que se preocupam com beleza, economia e sustentabilidade. Podendo alcançar uma economia de 80% em relação às tradicionais, a Lâmpada Fluorescente Compacta Refletora Empalux possui vida mediana de aproximadamente 6 mil horas e é ideal para iluminação dirigida com classe e elegância. Com apenas uma lâmpada, um ambiente pode adquirir um aspecto refinado e agradável, evitando reformas e o alto custo de uma nova decoração. Outro diferencial do produto é a baixa emissão de calor, que não agride e não deprecia a cor ou o material do objeto iluminado. Disponíveis em 11 W de potência, as Lâmpadas Fluorescentes Compactas Refletoras Empalux podem ser ligadas direto na rede 127V ou 220V, não necessitando de transformador ou de reator. Além de contar com um bulbo em espiral, que aumenta a sua eficiência, o produto possui fator de potência maior que 0,60 e tem base GU-10. Em virtude da economia e da baixa emissão de calor, o lançamento segue a tendência natural de substituição das lâmpadas halógenas. O preço sugerido é de R$ 22,00. Para maiores informações, entre em contato com o Serviço de Atendimento Empalux sae@empalux.com.br ou pelo 0800.600.3465.

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Após grande sucesso de atuação no fornecimento de software para gestão empresarial - o Hábil Empresarial, para a gestão de finanças das micros empresas, com mais de 5 milhões de cópias distribuídas - a Koinonia Software anuncia o Hábil Enterprise, sistema de gestão para as pequenas e médias empresas que pode ser adquirido por módulos e via assinatura mensal, o que facilita o planejamento e execução da informatização das empresas deste segmento. O Hábil Enterprise foi projetado para ter seus módulos funcionando totalmente integrados e aderentes às necessidades de gestão das rotinas das pequenas e médias empresas que necessitam informatizar suas rotinas gerenciais sem investir um valor acima de sua realidade. Baseado em banco de dados

Firebbird para cliente/servidor, o Hábil Enterprise oferece 10 módulos que podem ser licenciados separadamente. O módulo principal, e obrigatório, é o Financeiro (que possui todas as informações gerenciais do sistema). Os opcionais são: Agendas, Almoxarifado, Auxiliares (cheques, follow-up de clientes, controle de ponto, pagamento de funcionários, controle de tarefas, convênios), Estoque, Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal Paulista, Ordens de Produção, Ordens de Serviços e PDV Ponto de Venda. O licenciamento do Hábil Enterprise custa R$ 499,00 (instalação, valor pago uma única vez) e os módulos têm preços que variam entre R$ 8,00 e R$ 48,00 de mensalidade, de acordo com as funcionalidades oferecidas e o número de usuários simultâ-

neos. Na primeira fase do lançamento, o novo software está disponível apenas para os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo Eldinei Viana, diretor da Koinonia, o Hábil Enterprise é o "Software da Futura Grande Empresa" e veio para atender a uma lacuna no mercado. Segundo ele, a maioria dos sistemas disponíveis não leva em conta as reais necessidades das pequenas e médias empresas e tentam "empurrar sistemas que terão a totalidade de seus recursos utilizados. Há sistemas que são oferecidos aos pequenos, começando com R$ 2 mil cada módulo, fora os custos de implantação e suporte", afirma o executivo. "Nossa proposta está em oposição a isso", destaca ele.

Havaianas tem nova parceria O mercado de moda no Brasil acaba de ganhar uma parceria pra lá de esperada. Referência no segmento de beach wear, a marca brasileira Água de Coco elege as Havaianas para produzir sandálias sofisticadas com uma pegada moderna.A dupla promete esbanjar criatividade nas suas concepções. Prova

disso está no primeiro produto dessa união. O modelo ganha requinte e glamour quando apresentado nos tons do dourado e do coral que, misturados com as cores cítricas completam a delicadeza da peça. A primeira sandália da parceria ganha estampa exclusiva do ícone da marca - o coqueiro, e che-

ga coordenado como produto da coleção 2011.A celebração dessa parceria não para por ai. No ano em que a Água de Coco completa 25 anos, as Havaianas aproveita o gancho e lança uma linha comemorativa mais democrática. O modelo especial símbolo desta comemoração, chega em duas versões.

Rede Slaviero Hotéis lança ecobags No último dia 23 de março, a Rede Slaviero Hotéis promoveu um coquetel de lançamento das ecobags em comemoração ao fechamento da parceria com o 20º Festival de Teatro de Curitiba, em que hospedará com exclusividade os profissionais e artistas envolvidos no evento. As ilustrações das ecobags foram desenvolvidas por quatro grandes artistas do Paraná. Uma delas é a talen-

tosa cartunista Pryscilla Viera, que por anos trabalhou na Gazeta do Povo, maior veículo impresso do Paraná. Além dela, o renomado estilista Silmar Alves, que não economiza na criatividade e na paixão pela cultura paranaense, também está presente neste projeto. Por fim, os artistas plásticos Juarês Matter - sempre envolvido em obras inusitadas e aplaudidas pela crítica e o renomado Eleutério Net-

Começa amanhã (08 de abril), no Pavilhão de Exposições do Parque Barigui, a 28ª Feira Lar & Decoração, referência na cidade em produtos para a casa. Este ano, são esperados 120 expositores e mais de 80 mil pessoas. Na feira, organizada pela Diretriz Feiras e Eventos, os visitantes poderão encontrar produtos na área de cama, mesa e banho, conservação e limpeza, decoração, fitness, móveis e muito mais. Para agradar os visitantes, uma novidade a mais: os ingressos, que antes custavam R$ 8,00, agora irão custar R$ 6,00.

UniCuritiba promove Ação Páscoa Solidária

TEATRO preservação da vida humana e do meio ambiente e o respeito ao próximo.Para a poetisa Adélia Maria Woellner o espetáculo dá vida à história da menina Feri-Fêri que está presa ao papel. "Qualquer palavra que eu use é incapaz de descrever meu sentimento ao ver a obra ganhar vida. Sinto-me a própria menina do arco-íris quando a intenção é ajudar o planeta. É importante levar essa mensagem às crianças que ainda guardam a capacidade de se sensibilizar e se

28ª Feira LAR E DECORAÇÃO abre amanhã com ingresso mais em conta

to, emprestaram o seu talento às novas ecobags da Rede Slaviero Hotéis. As ecobags podem ser encontradas em todas as unidades dos Hotéis Slaviero de Curitiba e região metropolitana, e em algumas das bilheterias dos Teatros do Festival de Curitiba, por um preço único de R$ 20,00, sendo que toda a renda arrecada com a venda dos produtos será revertida para ACOA.

Com o objetivo de arrecadar ovos de chocolate, que serão distribuídos à 550 crianças carentes de creches da capital paranaense, o UniCuritiba realiza o Projeto Ação Solidária de Páscoa. Trata-se de uma competição entre os alunos de Design Gráfico, Design de Interiores, Eventos, Comunicação Social e Direito do Centro Universitário Curitiba.Para participar, cada turma conta com um professor "padrinho", que será o responsável por motivar o espírito competitivo e solidário dos alunos. No dia 15 de abril, acontecerá a contagem e a turma vencedora terá direito a um workshop e uma palestra com profissional renomado. O evento tem apoio do Colégio Novo Ateneu, que apresentará uma peça de teatro para as crianças das creches através do Projeto Brincadeira de Criança, que já acontece há sete anos.A entrega dos ovos acontecerá no próximo dia 19, num grande evento dedicado às crianças, que será realizado no UniCuritiba e contará com atividades organizadas pelo curso de Eventos, da mesma instituição.

Gastronomix recebe o Gastronomia Responsável O Gastronomix deste ano recebe o Gastronomia Responsável, movimento que alia alimentação e conservação da natureza, que foi idealizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e que tem a curadoria de Celso Freire.Todos os dez chefs que participam desta que é a terceira edição do evento gastronômico do Festival de Curitiba servirão pratos responsáveis que utilizam os quatro princípios de conservação preconizados pelo movimento: utilização de ingredientes orgânicos; utilização de produtos regionais; não utilização de espécies ameaçadas ou quase ameaçadas de extinção; e aproveitamento integral dos alimentos.Quem participar do Gastronomix também contribuirá diretamente com a conservação da natureza. A cada ingresso vendido para o evento, R$ 1 (um real) será revertido para a Fundação Grupo Boticário, que utilizará o valor arrecadado para ações efetivas de conservação. O Gastronomix será realizado nos dias 9 e 10 de abril no Museu Oscar Niemeyer (MON). Os ingressos são limitados e estão à venda nas bilheterias oficiais do Festival de Curitiba, no Shopping Mueller, Shopping Center Palladium e no ParkShoppingBarigüi por R$ 5 (cinco reais).

Madero lança seu sorvete artesanal O já conhecido sorvete artesanal do Madero agora vem em copinhos nos sabores morango, chocolate, vanilla e doce de leite. Desenvolvido pelo próprio chef, o sorvete pode ser encontrado em todos os restaurantes da rede. Com peso líquido de 100 ml, os sorvetes são produzidos na cozinha principal (no restaurante do Largo da Ordem) todos os dias, de forma artesanal e sem nenhum tipo de conservante. O prazo de validade do produto é um pouco menor por ser desenvolvido artesanalmente, "mas o sabor é indiscutivelmente melhor" - afirma o chef.

Renova Energia anuncia Pedro Pileggi como novo diretor administrativo-financeiro A Renova Energia S.A. (RNEW11), primeira empresa dedicada à geração de energia por fontes alternativas a ser listada na BM&FBovespa, informa que nomeou Pedro Pileggi para a sua diretoria administrativo-financeira e de relações com investidores. Roberto Honczar, que respondia pela área desde 2008, passa a integrar o Comitê Financeiro da companhia, órgão responsável por assessorar o Conselho de Administração nas decisões de investimentos e estratégias de funding. O Comitê Financeiro, presidido por Geoffrey David Cleaver, contará ainda com um conselheiro independente.Pedro Pileggi atuou por cinco anos nas áreas de Corporate & Investment Banking e Operações Estruturadas do Banco Santander, principalmente como responsável pela cobertura de empresas dos setores de energia elétrica e papel e celulose. Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/ SP), Pileggi tem MBA pela Kellogg School of Management (Chicago) e conta com passagens pela prática de estratégia na Accenture e pelo Corporate do Banco BBA Creditanstalt.

Curso inédito de Estratégias Digitais em Curitiba A atmosfera das plataformas digitais está cada vez mais ligada a ideias inovadoras, sempre aliadas à produção tecnológica e com base em transmedia storytelling. Este conceito refere-se às histórias contadas em múltiplas plataformas ou mídias, no intuito de proporcionar experiências mais significativas a quem consome esse tipo de conteúdo, aproximar produtos dos seus consumidores e criar engajamento Convergir, atravessar e quebrar barreiras. Talvez essas sejam as expressões mais ouvidas quando se fala em transmedia storytelling. Narrativas, histórias e temas usam as diversas mídias para complementar a mensagem inicial. Sempre de olho nas principais tendências do mercado, a Lemon Escola de Criatividade, de Curitiba, está lançando o curso inédito Estratégias Digitais com início no dia 12 de abril - que mostrará o que foi feito na prática, pelos melhores profissionais do mercado, para contar as histórias das grandes marcas nas maiores agências do país.


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Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F1 | Indústria&Comércio

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2010 A Diretoria da empresa Battistella Administração e Participações S.A., (Bovespa BTTL3 e BTTL4), Holding do grupo de empresas Battistella, com atividades nos segmentos econômicos Florestal, Veículos Pesados e Energia; e com participação indireta de 42% no Porto de Itapoá - Itapoá Terminais Portuários S.A., apresenta e submete à apreciação o Relatório da Administração 2010 e Demonstrações Financeiras da Controladora e de suas controladas, com o Parecer dos Auditores Independentes, referente aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. Alguns detalhamentos sobre desempenho de unidades de negócio e respectivos negócios setoriais complementam este documento, procurando dar a melhor visão possível sobre a situação corrente e perspectivas das atividades e resultados das empresas integrantes do grupo Battistella (Companhia). Os resultados da empresa Itapoá Terminais Portuários S.A., que ainda encontra-se em fase pré-operacional, são consolidados proporcionalmente (42%) nos resultados da Companhia. INFORMAÇÕES RELEVANTES ANO 2010 Venda unidade MTP Em consonância com o planejamento estratégico da Companhia de concentrar seus negócios nos segmentos florestal, logística e de energia, foi transferida a operação denominada de distribuição de rolamentos industriais e outros itens de transmissão de potência para a Nortel Suprimentos Industriais S/A, conforme Fato Relevante de 18 de janeiro de 2010 e Comunicado ao mercado de 18 de fevereiro do mesmo ano. A operação de distribuição de rolamentos industriais e outros itens de transmissão estava inserida na empresa Battistella Distribuidora e Indústria de Peças e Equipamentos Ltda. A transferência dessa operação para a empresa Nortel Suprimentos Industriais S/A ocorreu através de venda de estoques, da marca, do ferramental, entre outros, necessários para o perfeito cumprimento da atividade, pelo valor total de R$ R$ 14.967,dos quais R$ 8.000 previstos para recebimento em 2011. Venda de imóveis Dando seqüência a estratégia de vender ativos operacionais e não operacionais, com o objetivo de reequilibrar o balanço patrimonial da Companhia, em 2010 foram vendidos os imóveis operacionais denominados Guarapuava, Concórdia, Cascavel e Cordilheira Alta, totalizando R$ 13,7 milhões, integralmente utilizados para liquidação de passivos onerosos. Contrato LHF Foreign e Battistella Em consonância com a estratégia da Companhia de alongar o perfil de seu endividamento, em 16 de agosto de 2010 foi celebrado contrato de Empréstimo entre LHF Foreign LLC e Battistella Administração e Participações S/A no valor de USD 10.000 mil, realizado num único desembolso em 01 de setembro de 2010, cujos recursos foram utilizados exclusivamente para amortizar dívidas em aberto existentes na Companhia, em específico as Debêntures. O valor do principal deverá ser liquidado até 01 de setembro de 2015. Os juros devidos serão iguais ao montante principal do empréstimo multiplicado pela taxa de juros (9% aa reajustada anualmente pelo IPC), acumulados a partir da data de desembolso e pagos anualmente em 01 de setembro de cada ano e a 1ª parcela vencerá em 01 de setembro de 2011. Através de contrato de hedge / swap pactuado com o Banco Votorantim, a Companhia trocou a taxa de USD + 9%aa por 164% do CDI, pelo período de 03 anos - 01.09.2013. Venda de ativos florestais Em consonância com o seu planejamento estratégico para redução de passivos onerosos, a Companhia, em 29 de dezembro de 2010, vendeu 100% das ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal que formam o capital social da Sociedade denominada Vale Rio Canoas Silvicultura e Extração S/A. Os ativos dessa empresa são compostos por árvores de pinos e outras espécies, localizadas nos municípios de Bocaina do Sul, Correia Pinto, Bom Retiro, Otacílio Costa e Capão Alto, todos no Estado de Santa Catarina. A venda foi efetuada pelo valor de US$ 23.100.000 (vinte e três milhões e cem mil dólares americanos), correspondentes, em reais, à cotação do dólar na data do pagamento, à Sociedade Pyatov Participações Ltda., dos quais US$ 15.000.000, correspondentes a R$ 24,9 milhões foram recebidos em 04 de março de 2011, U$ 6.600 previstos para recebimento em abril 2011 e o saldo remanescente para recebimento ainda no 1º semestre de 2011. DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO Contas de Resultado - Consolidado Análise Vertical 2010 versus 2009 Descrição da Conta Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Com Vendas Gerais e Administrativas Financeiras Outras Receitas (Despesas) Operacionais Resultado Operacional Imposto Renda e Contribuição Social Lucro (Prej) do Exercício - Operações continuadas Lucro (Prej) do Exercício - Operações descontinuadas Prejuízo do exercício Prejuízo atribuído aos: acionistas controladores acionistas não controladores

2.010 1.097.430 (930.995) 166.435 (153.553) (43.281) (76.078) (55.367) 21.173 12.882 (7.554)

2.009 728.546 (617.762) 110.784 (140.737) (24.380) (99.248) (35.562) 18.453 (29.953) (2.870)

15,17% 13,99% 3,94% 6,93% 5,05% 1,93% 1,17% 0,69%

5.328

0,49%

(32.823)

4,51%

0,76%

(3.834)

0,53%

(3.049)

0,28%

(36.657)

5,03%

(36.465) (192)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA ROL 2010 X 2009 (R$ mil) Consolidado Veículos Pesados Distribuidora Florestal Holding e outras TOTAL

2010 878.257 121.050 98.033 90 1.097.430

% s/ROL 80% 11% 9% 0%

(R$ mil) Consolidado Veículos Pesados Distribuidora Florestal Holding e outras TOTAL

2009 525.977 92.925 97.562 12.082 728.546

EBITDA ACUMULADO 2010 x 2009 Lucro Bruto Despesas com vendas Despesas Gerais Administrativas Resultado Financeiro - Rec (Desp) Outras Rec (Desp) operacionais Perdas empresas inativas Baixa diferido Resultado alienação Imobilizado Ganhos (Perdas) de participações Prov.desvalorização ativos Prov.perdas impostos a recuperar Outras receitas (desp) operac. IRPJ e CSLL Participaçao Acion. não controladores Resultado operações descontinuadas ( = ) Lucro (Prej.) do Exercício (+) IR e CSLL (+/-) Resultado Financeiro (+ ) Deprec, amort e exaustão (+/-) Participação minoritários EBITDA Rol - Receita Operacional Líquida 2010 2009

Empresas Controladas 2010 166.435 (43.281) (68.327) 54.827 (56.754)

-5,17%

(7.751) (7.751) 1.387

Total Controladas + Porto 2010 166.435 (43.281) (76.078) 47.076 (55.367)

0,00% 0,00% 0,96% 0,00% -0,21% -0,07% 1,23% -1,03% 0,02% -1,15% -0,03% 1,03% 5,17% 2,85% -0,02% 8,99%

(42) 3.724 (2.682) (3.724) (1.387) 16 (7.777)

10.579 (2.290) (793) 13.445 (7.554) 232 (8.377) (3.049) 7.554 55.367 31.288* (232) 90.928

Porto Tecon 2010

% Rol 2010

10.579 (2.290) (793) 13.487 (11.278) 232 (8.377) (367) 11.278 56.754 31.272 (232) 98.705

15,17% -3,94% -6,23%

O forte crescimento na Receita Operacional Líquida - ROL, acrescido da excelente performance do setor de veículos pesados e de ganhos não operacionais permitiu a Companhia realizar no exercício de 2010 uma geração de caixa 295,4% superior ao ano de 2009. * Parte do valor da exaustão do período (R$ 5.371) é decorrente de baixa de floresta para adequação ao inventário realizado. Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto de 31 de dezembro de 2010 (valores expressos em milhares de reais) Consolidado ___________ 2010 ___________ Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social Ajustes para reconciliar o lucro líquido (prejuízo) antes do imposto de renda e da contribuição social Depreciação e amortização Exaustão e ativo biológico Encargos financeiros e variação cambial sobre financiamentos e empréstimos Perda (ganho) na alienção de investimentos Perda (ganho) na alienação imobilizado Ganho com ativos biológicos Provisão (reversão) para credito de liquidação duvidosa Provisão (reversão) provisão para obsolescência de estoques Provisão sobre desvalorização de ativos Provisão para contingências Constituíção (reversão) de provisões

% s/ROL 72,20% 12,75% 13,39% 1,66%

(Aumento) redução nos ativos operacionais: Contas a receber de clientes Estoques Impostos a recuperar Outras contas a receber Despesas antecipadas Aumento (redução) nos passivos operacionais: Fornecedores Obrigações tributárias e sociais Imposto de renda e contribuição social pagos Adiantamento de clientes Outras contas a pagar Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Dividendos pagos Aquisição de ativo imobilizado Alienação de ativo imobilizado Aquisição de ativo intangível Aquisição de ativo biológico Alienação de ativo mantido para venda

19.288

8.918 16.985 61.778 (10.861) (10.577) (12.812) 137 (313) 2.290 416 1 ___________

20.639 3.490 3.803 (881) (87) (19.205) (4.652) (11.529) (1.461) (559) ___________ 64.808 (39) 8.013 14.264 (1.044) (13.666) 4.195 ___________

Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de investimento 11.723 Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Captação de empréstimos e financiamentos - terceiros 1.527.313 Pagamento de empréstimos e financiamentos - terceiros (1.503.523) Pagamento de emissão de debêntures (61.106) Juros sobre empréstimos pagos - terceiros (16.092) Juros sobre debêntures pagos (21.030) No acumulado do ano de 2010, a Companhia registrou ROL de R$ 1.097 versus R$ 729 em igual perí___________ odo, com crescimento de 50,69%. Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de financiamento (74.438) ___________ CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS Aumento Líquido do Saldo de Caixa e Equivalente de Caixa 2.093 ___________ ___________ CPV ACUMULADA 2010 X 2009 Saldo inicial de caixa e equivalentes de caixa 11.960 (R$ mil) Consolidado 2010 % s/ROL (R$ mil) Consolidado 2009 % s/ROL Saldo final de caixa e equivalentes de caixa 14.053 ___________ Veículos Pesados 761.205 69% Veículos Pesados 459.359 87% 2.093 ___________ Distribuidora 110.863 10% Distribuidora 77.067 83% ___________ Florestal 58.927 5% Florestal 72.015 74% Vale ressaltar o excelente desempenho na geração de caixa efetiva das empresas operacionais da Holding e outras 0 0% Holding e outras 9.321 77% Companhia, no valor de R$ 76.531. TOTAL 930.995 85% TOTAL 617.762 85% DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO Contas Patrimoniais - Consolidado No acumulado do ano a Companhia registrou CPV com 85% da ROL, sem acréscimo em relação à CAIXA, BANCOS E ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO receita operacional de 2009. Para melhor compreensão, segregamos as contas da empresa Itapoá Terminais Portuários S.A e PorDESPESAS OPERACIONAIS tinvest. As despesas operacionais tiveram a seguinte evolução: (R$ mil) Consolidado 2010 2009 Variação DESPESAS COM VENDAS Caixa e Bancos 38.801 90.920 (52.119) DESPESAS COM VENDAS ACUMULADO 2010 X 2009 Empresas Controladas 14.053 11.960 2.093 (R$ mil) Consolidado 2.010 2.009 AH Itapoá e Portinvest 24.748 78.960 (54.212) Despesas com Vendas 43.281 24.380 77,53% Endividamento 475.344 453.729 21.615 Salários e encargos 8.628 966 Empresas Controladas 254.694 249.172 5.522 Comissões e Corretagem 6.617 5.980 Operações Vendor (Fornecedor Scania) 54.277 68.469 (14.192) Propaganda e publicidade 1.176 693 Itapoá e Portinvest 166.373 136.088 30.285 Fretes e carretos 11.251 10.582 Endividamento Líquido (436.543) (362.809) (73.734) Provisão p/créd.liq.duvidosa 811 2.431 Empresas Controladas (294.918) (305.681) 10.763 Revisões e garantias 4.494 3.238 Itapoá e Portinvest (141.625) (57.128) (84.497) Prejuízo na realiz.créditos 1.855 Dentre o endividamento das empresas controladas, em 2010 R$ 54.277 (R$ 68.469 em 2009) referemBonificações 2.560 se a operações de Vendor - financiamento do fornecedor Scania. Aluguéis e condomínios 727 Sobre a ótica do endividamento sem as operações portuárias, a Companhia registrou uma redução de Depreciação 534 R$ 10,7 milhões. Guarda e segurança 228 CLIENTES - Foi registrado em 2010 o giro líquido de clientes de 39 dias versus 63 dias em 2009. Honorários profissionais 1.223 FORNECEDORES - Foi registrado em 2010 o giro líquido de fornecedores de 13 dias versus 24 dias Comunicações 456 em 2009. Viagens 435 ESTOQUES - Foi registrado em 2010 o giro de estoques de 11 dias versus 24 dias em 2009. Impostos e taxas 317 ESTRUTURA SOCIETÁRIA E DESEMPENHO ECONÔMICO POR SETORES Outras 1.969 490 Percentual sobre a ROL 3,94% 3,35% DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS 2010 X 2009 (R$ mil) Consolidado Despesas gerais e administrativas Salários e encargos Honorários de administradores Depreciação Manutenção e conservação Impostos, taxas e contribuições Honorários profissionais Aluguéis e condomínios Comunicações Viagens Provisões p/riscos cíveis, prev.e trabalhistas Outras Despesas correntes Percentual despesas correntes s/ROL Despesas Contratuais Programa Recup.Fiscal - REFIS Indenizações BIC e Mobasa Despesas não correntes Despesas Itapoa e Portinvest Percentual desp.Itapoá e Portinvest s/ROL Total Percentual despesas totais s/ROL

2.010 26.391 2.977 3.713 4.994 2.498 9.181 5.065 1.939 2.221 6.892 65.871 6,00% 198 2.258 2.456 7.751 0,71% 76.078 6,93%

2.009 36.481 2.955 4.400 5.643 1.048 6.214 5.589 2.780 2.473 2.081 2.089 71.753 9,85% 4.546 13.984 3.198 21.728 5.767 0,79% 99.248 13,62%

AH

2.010 3.106 121 2.290 649 46 24.279 2.192 10.579 11.461 47 21.173

2.009 19.521 4.185 2.857 10.937 1.542 37.974 4.460 32.914 600 18.453

0,00% 0,00% 0,96% 0,00% -0,21% -0,07% 1,23% -0,69% 0,02% -0,76% -0,28% 0,69% 5,05% 2,85% -0,02% 8,29%

(3.182) (3.328) (4.185) 32.914 (10.937) 7.363 (2.870) (192) (3.834) (36.657) 2.870 35.562 21.029 192 22.996

15,17% -3,94% -6,93%

% Rol Total 2009 15,21% -3,35% -13,62% -4,88% -0,44% -0,46% -0,57% 4,52% -1,50% 0,00% 1,01% -0,39% -0,03% -0,53% -5,03% 0,39% 4,88% 2,89% 0,03% 3,16%

EBITDA - FLORESTAL (valores expressos em R$ Mil) Acumulado 2010 Lucro Bruto 11.028 Lucro (Prejuízo) Acumulado (7.260) ( + ) IR e CSLL 1.412 ( +/- ) Resultado Financeiro 4.657 ( + ) Depreciação, amortização e exaustão 26.737 ( = ) EBITDA 25.546

Acumulado 2009 18.749 (25.791) 1.751 11.168 16.367 3.495

Esta melhora se deve, principalmente, a uma redefinição do foco da produção industrial de derivados de madeira, com ênfase em produtos mais adequados para atender o mercado interno. Adicionalmente, a companhia vem implementando melhorias em seus processos visando diminuição de custos e despesas e consequentemente maximização de seus resultados que, por sua vez, deverão aparecer ao longo dos próximos meses. Em contrapartida, as melhoras obtidas na área industrial, a companhia ainda está buscando o ponto ideal de produtividade nas operações de logística florestal, no ano ora em curso. A elevada quantidade de chuvas ao longo do ano 2010 prejudicou as operações em florestas próprias uma vez que trouxe desvios nos custos esperados para manutenção das estradas, número de horas extras e deslocamento de funcionários, necessários para o escoamento da madeira. Ao longo do último semestre de 2010, foram realizados treinamentos tanto para as equipes de manutenção como de operação das máquinas florestais, objetivando um melhor desempenho em 2011. Por fim, a companhia conseguiu realizar seus investimentos em silvicultura - necessários para replantar e manter o ativo florestal - de forma mais eficiente e abaixo do que havia previamente orçado, mesmo considerando as difíceis condições de trabalho devido quantidade de chuvas no período. Essa melhoria de custos, contudo nao afetou a qualidade do trabalho, tendo a companhia realizado o plantio dentro do orçado e mantido um índice de sobrevivência desses plantios em 99,5%. MERCADO E SEGMENTO - VEÍCULOS PESADOS O mercado de caminhões e ônibus teve excelente ano de 2010. Foram vendidos 157.633 caminhões com crescimento de 44% se comparado ao ano de 2009. Somente no mês de dezembro, as vendas alcançaram 17.478 unidades, contra 14.583 de novembro, com alta de quase 20%. No segmento de ônibus a elevação se comparada ao ano de 2009 foi de 25,32%, conforme números divulgados pela Fenabrave. SETOR BATTISTELLA - VEÍCULOS PESADOS Composto de três unidades: veículos novos, seminovos e peças e serviços Na unidade de veículos novos, o ano de 2010 bateu todos os recordes, seja de unidades vendidas, lucro ou faturamento. No acumulado do ano foram vendidas 2.591 unidades, sendo 2506 em caminhões pesados e 85 em ônibus, com crescimento de 75% no geral. Dada a excelência que a Battistella possui na venda de caminhões pesados, na região que atua fechou o ano de 2010 com “market share” de 31%, superior aos 28% detidos pela Scania no Brasil. Na unidade de peças e serviços, os resultados foram muito bons, acompanhando a tendência do setor. Estrategicamente a unidade continua focando na venda de contratos de manutenção preventiva e venda de peças. Na unidade de seminovos, a Battistella continua com a estratégia de não imobilização de capital de giro, concentrando esforços na venda de consignados. No ano de 2010 foram comercializados 245 veículos, sendo 168 consignados e 77 próprios. EBITDA - BATTISTELLA VEÍCULOS PESADOS LTDA (valores expressos em R$ Mil) Acumulado 2010 Lucro Bruto 116.864 Lucro (Prejuízo) do exercício 24.953 ( + ) IR e CSLL 10.042 ( +/- ) Resultado Financeiro 15.694 ( + ) Depreciação, amortização e exaustão 1.887 ( = ) EBITDA 52.576

Acumulado 2009 66.618 8.188 1.110 10.202 2.068 21.568

MERCADO E SEGMENTO - ENERGIA AUXILIAR Em termos macro, a economia brasileira está aquecida, propiciando a realização de bons negócios para a maioria dos fabricantes industriais. No segmento de grupos geradores, os principais fabricantes de motores voltaram aos níveis de 2008, considerado por muitos, um dos melhores dos últimos anos. A concorrência no setor deve acirrar-se, principalmente pela entrada de novos players no mercado. SETOR BATTISTELLA - DISTRIBUIDORA Até final do ano de 2009 o setor “Distribuidora”, na Battistella, representava o conjunto de duas unidades operacionais: energia auxiliar - EA e mecânica, transmissão e potência - MTP. Em consonância com o planejamento estratégico da Companhia de concentrar seus negócios nos segmentos florestal, logística e de energia, foi transferida a operação de distribuição de rolamentos industriais e outros itens de transmissão de potência - MTP- para a Nortel Suprimentos Industriais S/A, conforme Fato Relevante de 18 de janeiro de 2010 e Comunicado ao mercado de 18 de fevereiro do mesmo ano. Focando a unidade remanescente, o desempenho no ano de 2010 vem superando com folga os números de 2009. Somente sob a análise de grupos geradores faturados, a unidade realizou ao longo de 2010 a venda de 1.146 unidades versus 1.058 unidades em 2009. A unidade EA, continua concentrando esforços na diminuição do capital de giro necessário para operação, como foco na redução do prazo de recebimento de clientes e giro dos estoques. Os resultados alcançados graças a melhorias fabris implementadas já podem ser percebidas, não só pelo melhor fluxo de produção, como também pela maior rentabilidade bruta das operações. No ano de 2010 a rentabilidade bruta da unidade EA foi de 22%, versus 21% em 2009. EBITDA - BATTISTELLA DISTRIBUIDORA (valores expressos em R$ Mil) Acumulado 2010 Lucro Bruto 26.575 Lucro (Prejuízo) Acumulado (2.012) ( + ) IR e CSLL (174) ( +/- ) Resultado Financeiro 6.249 ( + ) Depreciação e amortização 1.255 ( = ) EBITDA 5.318

Acumulado 2009 25.863 (26.810) 16.017 961 (9.832)

EBITDA CONSOLIDADO CONCILIAÇÃO EBITDA EBITDA FLORESTAL EBITDA VEÍCULOS EBITDA DISTRIBUIDORA EBITDA OPERACIONAL EBITDA BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO EBITDA - CONSOLIDADO PORTINVEST (42%) EBITDA - INATIVAS Ajustes de consolidação EBITDA CONSOLIDADO (-) EBITDA - CONSOLIDADO PORTINVEST (PORTO) EBITDA AJUSTADO - Sem Porto

2010

2009 25.546 52.576 5.318 83.440 9.726 (7.777) 799 4.740 90.928 7.777 98.705

3.495 21.568 (9.832) 15.231 6.882 (7.249) 29.326 (21.194) 22.996 7.249 30.245

TERMINAL PORTUÁRIO DE ITAPOÁ Empresa em fase pré operacional, da qual a Companhia tem participação indireta de 42%,conforme a seguinte estrutura societária:

-8,20%

-88,70%

-23,35%

No acumulado do ano de 2010, as despesas administrativas representaram 6,9% da ROL versus 13,6% em igual período de 2009. Vale ressaltar que, em virtude da consolidação da Portinvest e Porto Itapoá, ambas não operacionais em 2010, a Companhia registrou R$ 7.751 em despesas a 0,71% da ROL em 2010. OUTRAS RECEITAS E (DESPESAS) OPERACIONAIS (R$ mil) Consolidado Outras Despesas Operacionais Despesa alienação/baixa imobilizado Perdas extraordinárias Prov. perda desvalorização ativos Outras despesas operacionais Despesas Itapoa e Portinvest Outras Receitas Operacionais Recuperação despesas gerais Ganhos de participações Receita alienação imobilizado Receita alienação investimentos Reversão de provisões Saldo Outras Rec (Desp) Operacionais

-5,05%

Total Controladas + Porto 2009 110.784 (24.380) (99.248) (12.844) (35.562)

% Rol Total 2010

1.097.430 728.546

75.250 15,21% 19,32% 3,35% 13,62% 4,88% 2,53% 4,11% 0,39%

(8.377)

(3.281) 232

EBITDA - Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization LAJIDA - Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização

AH -84,09%

-36,06%

14,74%

No exercício de 2010, a Companhia registrou outras receitas e despesas operacionais, tendo sido relevante nesse tópico os valores de vendas dos imóveis de titularidade da Battistella Distribuidora Importadora de Rolamentos e Peças Ltda., cujos valores representaram R$ 13.495 na receita com alienação de imobilizado, em contrapartida R$ 6.852 o custo dos bens vendidos.

Em 16 de novembro de 2010, a Empresa Battistella Participação em Recursos Renováveis S/A foi incorporada pela empresa Battistella Administração e Participações S/A, conforme protocolo e Justificação de Incorporação e Ata da 26ª Assembléia Geral Extraordinária. Em 30 de novembro de 2010, a empresa Florestal Battistella S/A - Flobasa realizou cisão parcial com incorporação de parte do patrimônio da Companhia para Modo Battistella Reflorestamento S/A - Mobasa, conforme protocolo e Justificação de cisão parcial e Ata da 49ª Assembléia Geral Extraordinária. Em 27 de dezembro de 2010, ocorreu a incorporação da empresa Florestal Battistella S/A - Flobasa pela empresa Battistella Administração e Participações S/A, conforme protocolo e Justificação de incorporação e Ata da 27ª Assembléia Geral Extraordinária. As reestruturações acima trarão consideráveis benefícios a ambas as Sociedades, atendendo às diretrizes estratégicas da sócia de simplificação e racionalização administrativa, financeira e operacional, permitindo um melhor aproveitamento dos recursos das sociedades envolvidas e reduzindo custos e aumentando a sinergia empresarial. MERCADO E SEGMENTO - FLORESTAL O setor florestal brasileiro, assim como grande parte de todos os setores da economia, tem sido submetido a uma seqüencia de eventos, muitos deles ligados a guerras cambiais e crises internacionais, que tem trazido turbulências e incertezas para novos grandes empreendimentos. Apesar deste cenário instável, o ano de 2010 mostrou-se um ano positivo para o setor florestal brasileiro, com resultados superiores aos anos de 2008 e 2009. No segmento moveleiro, o ano de 2010 encerra com resultados também positivos se comparado ao fraco ano de 2009. O setor deve confirmar um crescimento próximo a 15%, superior aos 7% previstos para o crescimento da economia global brasileira. Por último, um estudo da consultoria especializada Consufor aponta para que só a implantação de novos maciços florestais garantirá aportes de R$ 5 bilhões nos próximos 03 anos. SETOR BATTISTELLA - FLORESTAL A Battistella Florestal atua na produção e comercialização de toras de pinus e outras espécies, bem como na industrialização e comercialização de produtos derivados de madeira. Em 2010, o setor apresentou uma significativa melhora na geração de caixa se comparado com 2009, conforme quadro abaixo:

Localizado no litoral norte do estado de Santa Catarina, teve sua inauguração em dezembro de 2010. As operações do Porto estão previstas para iniciar em maio de 2011, com investimentos no montante aproximado de R$ 450.000, totalmente integralizados por aportes de capital e através de captação de financiamento. Em 03 de junho de 2009 foram captados R$ 330.000 por meio de emissão de Cédula de Credito Bancário (CCB) com vencimento final para maio de 2019. O contrato está garantido pelas ações da Companhia, seus ativos, tanto fixos quanto os recebíveis. Na fase 01, terá capacidade instalada para movimentar 300 mil contêineres ano, com condições adequadas para operação de navios de grande porte, em face do seu calado natural de 16 metros. Maiores informações sobre o andamento do empreendimento Itapoá Terminais Portuários podem ser levantados no site: www.teconsc.com.br PERSPECTIVAS PARA 2011 Estamos confiantes no crescimento da economia brasileira, em específico nos setores de infra-estrutura, com o conseqüente crescimento dos negócios nos referidos setores - Veículos Pesados e Energia Auxiliar. Diante do atual endividamento bancário, não adequado para o perfeito equilíbrio patrimonial e de resultados da Empresa, continuamos trabalhando na venda de ativos operacionais e não operacionais necessários para equalização do referido equilíbrio. Com a finalização do processo de otimização da estrutura de capital programada para ser concluída em 2011, a priorização das atividades e investimentos no binômio logístico e recursos renováveis e a conclusão das obras do empreendimento portuário, a Companhia projeta manter o patamar de R$ 1,0 bilhão de faturamento anual, com geração de resultados e caixa crescentes, ampliando a percepção do mercado sobre o valor da Companhia. AUDITORES INDEPENDENTES Atendendo à instrução CVM nº 381/2003, a Companhia informa que não foram prestados pela Deloitte Touche Tohmatsu Brasil, serviços não relacionados a auditoria independente que superassem 5% da remuneração pelos serviços de auditoria externa. Curitiba, 22 de março de 2011. continua


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Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F2

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

continuação ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Títulos e valores mobiliários Contas a receber de clientes Valores a receber de arrendamento mercantil Estoques Impostos a recuperar Dividendos a receber Adiantamentos diversos Transações com partes relacionadas Outras contas a receber Despesas antecipadas Ativos classificados como mantidos para venda Operações descontinuadas Ativos de operações descontinuadas Total ativo circulante

Ativo não circulante Valores a receber de arrendamento mercantil Depósitos judiciais Transações com partes relacionadas Impostos a recuperar Impostos diferidos Outros créditos Investimentos Imobilizado Propriedade para investimento Ativo biológico Intangível

Total ativo não circulante Total do Ativo

Nota explicativa _________ 5 6 7 8 9 10 12 12 11 14 27

8 21 12 10 25 11 13 14 15 16

BALANÇOS PATRIMONIAIS - Levantados em 31 de dezembro de 2010 e 2009 e 01 de janeiro de 2009 (valores expressos em milhares de reais) Controladora Consolidado PASSIVO Nota Controladora _________________________________ _________________________________ _________________________________ explicativa 31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009 31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009 31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009 Circulante _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Fornecedores 17 214 600 366 5.962 1.914 37 30.925 30.348 8.797 Empréstimos e financiamentos 18 28.546 14.147 78.410 7.876 60.572 4.992 Debêntures e notas promissórias comerciais 19 16.235 49.183 5 5 123.087 144.090 99.183 Obrigações sociais e tributárias 580 323 442 1.256 2.166 1.628 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 22 336 323 132 33.664 47.756 68.292 Provisões para férias e encargos 507 607 609 451 408 161 5.107 9.296 9.685 Provisão para imposto renda e contribuição social 6.352 7.487 1.867 Dividendos a pagar 12 303 292 2.125 906 75 60 4.244 3.915 2.047 Credores diversos 20 482 1.246 782 7.091 539 Transações com partes relacionadas 12 25.703 116 170 38.610 120 218 39.045 608 1.762 Recursos a devolver a consorciados 20 66 44 59 764 677 471 Adiantamento de clientes 20 4.750 66 7.089 Provisão para passivo a descoberto em controlada 13 827 1.058 Outras contas a pagar 115 6.875 6.875 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Operações Descontinuadas 59.222 21.894 2.946 252.909 306.517 196.857 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Passivos associados a ativos de operações descontinuadas 27 ___________________________Total Passivo Circulante 73.733 68.010 83.036 _________ _________ _________ Não circulante Empréstimos e financiamentos 18 49.476 10.461 57 Debêntures e notas promissórias comerciais 19 83.591 111.449 Transações com partes relacionadas 12 12.601 15.188 21.941 Provisão para para riscos tributários, 3.141 4.341 5.515 trabalhistas e cíveis 21 36 17 280 280 280 2.501 1.760 1.365 Imposto de renda e contribuição social diferidos 25 94 124 150 3.424 5.001 Obrigações sociais e tributárias 2 16 13.162 12.776 11.448 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 22 3.268 3.113 1.124 9.734 4.903 13.519 Credores diversos 20 5.834 5.458 1.493 _________ _________ _________ 240 353 439 251 388 512 154.900 145.812 24.781 185.371 206.825 154.369 214 290 319 Total Passivo não Circulante _________ _________ _________ 651 720 966 231.177 165.400 130.515 Patrimônio líquido 2.230 Capital social 23 151.556 151.556 151.556 80.830 98.657 106.628 Reserva de capital 1.885 1.885 1.885 448 529 484 1.951 1.353 1.611 Reservas de lucro 19.094 19.094 19.094 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Prejuízos Acumulados (154.956) (152.332) (115.867) _________ _________ _________ Patrimônio líquido atribuído a participação dos acionistas controladores 17.579 20.203 56.668 Patrimônio líquido atribuído a participação dos acionistas não controladores ___________________________186.990 212.131 161.539 345.191 289.868 271.432 Total do patrimônio líquido _________ _________ _________ _________ _________ _________ 17.579 20.203 56.668 _________ _________ _________ 246.212 234.025 164.485 598.100 596.385 468.289 Total do Passivo e do Patrimônio Líquido _________ _________ _________ _________ _________ _________ 246.212 234.025 164.485 _________ _________ _________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Consolidado _________________________________ 31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009 _________ _________ _________ 34.961 50.352 38.317 142.988 138.466 298.983 16.235 49.183 10.470 10.801 8.413 2.183 2.309 1.107 7.418 5.676 6.003 84 848 1.479 3.276 1.847 2.227 3.629 2.432 4.416 5.212 5.283 6.744 10.416 2.423 2.596 3.471 21 _________ 227.109 _________

_________274.249 _________

_________378.911 _________

232.530 83.591 -

154.631 111.449 -

10.714 9.800 -

3.720 667 5.200 20.006 6.240 _________ 351.954 _________

3.304 582 4.634 20.271 6.004 _________ 300.875 _________

2.178 968 2.500 9.410 1.498 _________ 37.068 _________

151.556 1.885 19.094 (154.956) _________

151.556 1.885 19.094 (152.332) _________

151.556 1.885 19.094 (115.867) _________

17.579

20.203

56.668

1.458 _________ 19.037 _________ 598.100 _________

1.058 _________ 21.261 _________ 596.385 _________

(4.358) _________ 52.310 _________ 468.289 _________

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (valores expressos em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Método Indireto de 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (valores expressos em milhares de reais) Nota Controladora Consolidado ______________________ ______________________ explicativa 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ _________ ReapreReapreReceita líquida de vendas sentado sentado Variação do valor justo dos ativos biológicos Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Custo dos produtos vendidos e serviços prestados Lucro (prejuízo) antes do imposto de renda e da Lucro bruto contribuição social (operações continuadas) 5.126 (32.631) 12.882 (29.953) Receitas (despesas) operacionais Ajustes para reconciliar o lucro líquido (prejuízo) antes do Com vendas 28 (43.281) (24.380) imposto de renda e da contribuição social Administrativas 28 (1.514) (8.644) (68.253) (90.704) Depreciação e amortização 14 e 16 347 377 8.918 8.669 Honorários dos administradores 28 (4.096) (3.854) Exaustão de ativo biológico 15 16.985 13.075 Depreciação 28 (33) (40) (3.729) (4.690) Encargos financeiros e variação cambial sobre financiamentos e empréstimos 20.337 12.262 65.768 42.659 Equivalência patrimonial 13 25.190 (39.438) Perda (ganho) equivalência patrimonial (25.190) 39.438 Outras receitas (despesas) operacionais 29 11.109 15.302 21.173 18.453 Perda (ganho) na alienção de investimentos (11.169) (10.861) 29 _________ _________ _________ _________ Perda (ganho) na alienação imobilizado 565 89 (10.577) 4.144 34.752 (32.820) (98.186) (105.175) Ganho com ativos biológicos (12.812) (1.154) Resultado financeiro líquido Provisão para credito de liquidação duvidosa 137 856 Receitas financeiras 30.1 459 566 9.627 15.917 Provisão (reversão) provisão para obsolescência de estoques (313) 875 Despesas financeiras 30.2 (27.676) (531) (65.135) (53.699) Provisão sobre desvalorização de ativos 2.290 10.937 Variação cambial líquida 30.3 (2.486) 141 2.220 _________ _________ _________ _________ Provisão para contingências 19 17 416 904 (29.703) 35 (55.367) (35.562) _________ _________ _________ _________ Constituíção (reversão) de provisões (60) (26) 1 (295) Lucro (prejuízo) antes dos tributos sobre o lucro 5.126 (32.631) 12.882 (29.953) _________ _________ _________ _________ (Aumento) redução nos ativos operacionais: Imposto de renda e contribuição social Contas a receber de clientes 5 20.639 (46.281) Corrente 25 (11.529) (4.188) Estoques 3.490 16.969 Impostos a recuperar (43) (247) 3.803 (939) Diferido 25 (30) 3.975 1.318 _________ __________________ _________ Outras contas a receber (719) (6.383) (881) (812) Lucro (prejuízo) do exercício proveniente das operações continuadas 5.096 (32.631) 5.328 (32.823) _________ _________ _________ _________ Despesas antecipadas (22) 15 (87) (206) Operações descontinuadas Aumento (redução) nos passivos operacionais: Prejuízo do exercício proveniente de operações descontinuadas 27 (8.377) (3.834) (8.377) (3.834) _________ _________ _________ _________ Fornecedores (386) 234 (19.205) 4.554 Prejuízo do exercício (3.281) (36.465) (3.049) (36.657) _________ _________ _________ _________ Obrigações tributárias e sociais 350 2.045 (927) 16.078 Imposto de renda e contribuição social pagos (11.529) (4.272) Prejuízo atribuído aos: Adiantamento de clientes (1.461) (3.672) acionistas controladores (3.281) (36.465) (3.281) (36.465) Juros sobre empréstimos pagos - terceiros (2.461) (1.544) (16.092) (13.751) acionistas não controladores 232 (192) Juros sobre debêntures pagos (21.030) (21.030) Prejuízo por ação 35 Transações com partes relacionadas (2.799) 1.577 Proveniente de operações continuadas e descontinuadas: _________ _________ _________ _________ Outras contas a pagar (603) 4.490 (559) 2.835 _________ _________ _________ _________ Prejuízo básico/diluído por ação ON - R$ 1 (0,022) (0,244) (0,022) (0,244) _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades operacionais (37.733) 19.713 28.995 21.249 Prejuízo básico/diluído por ação PN - R$ 1 (0,022) (0,244) (0,022) (0,244) Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Dividendos recebidos 21.731 383 Proveniente de operações descontinuadas: (Integralização) redução de capital em controladas 11.222 (99.919) Prejuízo básico/diluído por ação ON - R$ 1 (0,056) (0,026) (0,056) (0,026) _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Aquisição de ativo imobilizado 14 e 32 (114) (5.570) (47.508) (93.175) Prejuízo básico/diluído por ação PN - R$ 1 (0,056) (0,026) (0,056) (0,026) _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Alienação de ativo imobilizado 14.264 1.847 Aquisição de ativo intangível 16 (93) (197) (1.044) (197) Nota sobre a demonstração do resultado abrangente 15 (13.666) (8.833) Não há outros resultados abrangentes no exercício corrente e no exercício anterior, dessa forma não sendo divulgada a demonstração do resultado abran- Plantio de ativo biológico Alienação de ativo mantido para venda 4.195 4.195 gente Pagamentos de empréstimos a empresas ligadas (mútuo ativo) (43.201) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Recebimento de empréstimos a empresas ligadas (mútuo ativo) 50.162 (Aplicação) resgate de titulos e valores mobiliários 52.696 (55.580) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (valores expressos em milhares de reais) ___________________________ _________ Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de investimento 43.902 (105.303) 8.937 (155.938) Nota Controladora Consolidado ______________________ ______________________ Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento explicativa 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ _________ Captação de empréstimos e financiamentos - terceiros 75.248 16.029 1.527.313 994.688 ReapreReaprePagamento de empréstimos e financiamentos - terceiros (17.182) (80.608) (1.503.523) (997.283) Receitas sentado sentado Captação de empréstimos - empresas ligadas (mútuo passivo) 37.049 (6.753) Vendas de mercadoria, produtos e serviços 90 180 1.243.658 861.386 Pagamento de empréstimos - empresas ligadas (mútuo passivo) (36.130) Outras receitas 11.404 16.156 35.677 64.824 Captação por emissão de debêntures e notas promissórias comerciais 160.632 160.632 Provisão créditos de liquidação duvidosa 7 (137) (856) Pagamento de debêntures e notas promissórias comerciais (61.106) (61.106) ___________________________ _________ Dividendos pagos (1.833) (39) (1.797) __________________ _________ _________ 11.494 16.336 1.279.198 925.354 Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de financiamento (2.121) 87.467 (37.355) 156.240 Insumos Adquiridos de Terceiros _________ _________ _________ _________ Custos prods, mercs e serv. vendidos (968.614) (668.501) Aumento Líquido do Saldo de Caixa 4.048 1.877 577 21.551 _________ _________ _________ _________ Materiais - energia servs terceiros - outros (1.431) (6.011) (83.510) (90.162) _________ _________ _________ _________ e Equivalentes de Caixa (1.431) (6.011) (1.052.124) (758.663) Saldo inicial de caixa e equivalentes de caixa 1.914 37 30.348 8.797 _________ _________ _________ _________ Saldo final de caixa e equivalentes de caixa 5.962 1.914 30.925 30.348 _________ _________ _________ _________ Valor Adicionado Bruto 10.063 10.325 227.074 166.691 _________ _________ _________ _________ 4.048 1.877 577 21.551 Depreciação e Amortização 14 e 16 (347) (377) (11.208) (19.606) _________ _________ _________ _________ Exaustão 15 (16.985) (13.075) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade 9.716 9.948 198.881 134.010 _________ _________ _________ _________ DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO em 31 de dezembro de 2010, 2009 e de 01 de janeiro de 2009 Valor Adicionado Recebido (Cedido) em Transferência (valores expressos em milhares de reais) Resultado de equivalência patrimonial 12 16.813 (43.272) Consolidado ________________________________________________________________________________________ Receitas (despesas) financeiras (2.027) 601 (5.737) 21.937 _________ _________ _________ _________ Lucros/ 14.786 (42.671) (5.737) 21.937 _________ _________ _________ _________ Nota Capital Reservas Reservas (prejuízos) Total Não Valor Adicionado Total a Distribuir (Receber) 24.502 (32.723) 193.144 155.947 _________ _________ _________ _________ explicativa Social _________ de Capital _________ de Lucros ___________ Acumulados Controladores controladores _______ Total _________ _______ ____________ ____________ _________ _________ _________ _________ Nota explicativa _________ 26 15 28

Distribuição do Valor Adicionado

Pessoal Remuneração direta Benefícios FGTS Impostos, taxas e contribuições: Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros: Juros Juros sobre debêntures Aluguéis Remuneração de capitais próprios: Dividendos Prejuízo do exercício

Controladora ______________________ 31/12/2010 31/12/2009 _________ _________ 77 154 __________________77 154

Consolidado ______________________ 31/12/2010 31/12/2009 _________ _________ 1.084.618 727.392 12.812 1.154 (930.995) (617.762) _________ _________ 166.435 110.784

24.502 _________ _________

(32.723) _________ _________

193.144 _________ _________

155.947 _________ _________

1 1 6

1 1 25

58.383 11.455 4.223

57.860 8.846 4.094

93 5

3.139 10

44.913 14.566 1.734

48.861 7.857 1.314

4.945 22.731 1

566 -

26.921 22.731 11.267

59.130 4.642

(3.281) (36.465) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

(3.049)

(36.657)

Saldos em 31 de dezembro de 2008 _______ _________ _________ ___________ ____________ (apresentado) ............................................. 151.556 _________ 1.885 _________ 19.094 ___________ (130.694) ____________ 41.841 _______ Efeito líquido da adoção aos CPCs e IFRS .. 4.1 14.827 14.827 Saldos em 01 de janeiro de 2009 _______ _________ _________ ___________ ____________ (reapresentado) .......................................... 151.556 _________ 1.885 _________ 19.094 ___________ (115.867) ____________ 56.668 _______ Redução do saldo dos minoritário pela consolidação proporcional .......................... 13. b1, b2 Prejuízo do exercício .................................... (36.465) (36.465) Saldos em 31 de dezembro de 2009 _______ _________ _________ ___________ ____________ (reapresentado) .......................................... 151.556 _________ 1.885 _________ 19.094 ___________ (152.332) ____________ 20.203 _______ Prejuízo do exercício .................................... (3.281) (3.281) Reversão dos dividendos revertidos em controlada não retirados ....................... 23.b 657 657 Ganho de participação dos não controladores ....................................... _______- _________- _________- ___________- ____________Saldos em 31 de dezembro de 2010............ 151.556 _________ 1.885 _________ 19.094 ___________ (154.956) ____________ 17.579 _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

____________ ____________(4.358) ____________ (4.358) ____________

_______ 41.841 _______ 10.469 _______ 52.310 _______

5.608 5.608 (192) (36.657) ____________ _______ 1.058 _______ 21.261 ____________ 232 (3.049) -

657

168 _______ 168 ____________ 1.458 _______ 19.037 ____________

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais) 1. Contexto Operacional: a) Atividades: A Battistella Administração e Participações S/A (“Companhia”) é uma sociedade por ações com sede em Curitiba, Paraná e está registrada na bolsa de valores de São Paulo (“BOVESPA”). Sua controladora e “holding” é a Battistella Administração e Participações S/A, seu acionista controlador é a Aliança Battistella e Agrop. e Adm. de Bens Ltda. O endereço de sua sede e principal local de negócios estão descritos na introdução ao relatório anual da administração. A Battistella Administração e Participações S/A e suas controladas (“Companhia”) têm como principais atividades preponderantes: a) Comércio de caminhões e ônibus SCANIA, seus acessórios e a prestação de serviços de assistência técnica, através de concessionárias autorizadas; b) Industrialização e comércio, florestamento e reflorestamento de madeiras; c) Montagem e comercialização de grupos geradores, usinas elétricas e motores; d) Prestação de serviços sob a forma de trading company atuando com exportação e importação; e) Exploração do ramo de transporte intermodal; f) Participação em outras sociedades. 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras e Principais Práticas Contábeis: 2.1. Declaração de conformidade: As demonstrações financeiras da Companhia compreendem: As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (“IFRSs”) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Consolidado IFRS e BR GAAP; e as demonstrações financeiras individuais da controladora foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Controladora - BR GAAP. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pela CVM. As demonstrações financeiras individuais apresentam a avaliação dos investimentos em controladas, em empreendimentos controlados em conjunto e coligadas pelo método da equivalência patrimonial, de acordo com a legislação brasileira vigente. Desta forma, essas demonstrações financeiras individuais não são consideradas como estando de acordo com as IFRSs, que exigem a avaliação desses investimentos nas demonstrações separadas da controladora pelo seu valor justo ou pelo custo. Como não existe diferença entre o patrimônio líquido consolidado e o resultado consolidado atribuíveis aos acionistas da controladora, constantes nas demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com o resultado da controladora, constantes nas demonstrações financeiras individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas na Brasil, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas em um único conjunto, lado a lado. 2.2. Moeda funcional: As demonstrações financeiras são apresentadas em reais (R$), sendo esta a moeda funcional adotada e de apresentação da Companhia e de suas controladas. 2.3. Base de elaboração das demonstrações financeiras; As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores justos, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. Essas demonstrações financeiras consolidadas são as primeiras elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (“IFRSs”). Na elaboração das demonstrações financeiras individuais, a Companhia adotou as mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil introduzidas pelos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40. Os efeitos da adoção dos IFRSs e dos novos pronunciamentos emitidos pelo CPC estão apresentados na nota explicativa 4. O resumo das principais políticas contábeis adotadas pela Companhia é como segue: a) Bases de consolidação e investimentos em controladas: As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas. O controle é obtido quando a Companhia tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. Nas demonstrações financeiras individuais da Companhia as informações financeiras das controladas e dos empreendimentos controlados em conjunto são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. Quando necessário, as demonstrações financeiras das controladas são ajustadas para adequar suas políticas contábeis àquelas estabelecidas pela Companhia. Todas as transações, saldos, receitas e despesas entre as empresas da Companhia são eliminados integralmente nas demonstrações financeiras consolidadas. Os componentes do ativo e passivo, as receitas e as despesas da empresa Itapoá Terminais Portuários S/A e Portinvest Participações S/A (“controlada em conjunto”) estão consolidadas nestas demonstrações financeiras da Companhia na proporção da participação que a Companhia detém no seu capital social (a participação da Companhia na Itapoá é de 42% e na Portinvest de 60%), desde que trata-se de sociedades controladas em conjunto. Na Itapoá, o Conselho de Administração é composto por membros escolhidos em conjunto pelos sócios. As decisões não são tomadas por um dos sócios exclusivamente, e sim, compete a um órgão colegiado composto por representantes dos acionistas. O detalhamento das controladas da Companhia, os critérios de consolidação e controladas em conjunto estão apresentados na nota explicativa 13. b) Reconhecimento de receita: A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções, descontos comerciais e/ou bonificações concedidos ao comprador e outras deduções similares. Vendas de produtos: A receita de vendas de produtos é reconhecida quando todas as seguintes condições forem satisfeitas: • A Companhia transferiu ao comprador os riscos e benefícios significativos relacionados à propriedade dos produtos; • A Companhia não mantém envolvimento continuado na gestão dos produtos vendidos em grau normalmente associado à propriedade nem controle efetivo sobre tais produtos; • O valor da receita pode ser mensurado com confiabilidade; • É provável que os benefícios econômicos associados à transação fluirão para a Companhia; e • Os custos incorridos ou a serem incorridos relacionados à transação podem ser mensurados com confiabilidade. Mais especificamente, a receita de venda de produtos é reconhecida quando os produtos são entregues e a titularidade legal é transferida. c) Arrendamento: Os arrendamentos são classificados como financeiros sempre que os termos do contrato de arrendamento transferirem substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade do bem para o arrendatário. Todos os outros arrendamentos são classificados como operacional. A Companhia como arrendadora: As contas a receber de arrendatários referentes a contrato de arrendamento financeiro são registradas inicialmente com base no valor justo do bem arrendado. O rendimento do arrendamento financeiro é reconhecido nos períodos contábeis, a fim de refletir a taxa de retorno efetiva no investimento líquido da Companhia em aberto em relação aos arrendamentos. A Companhia como arrendatária: Os pagamentos referentes aos arrendamentos operacionais são reconhecidos como despesa pelo método linear pelo período de vigência do contrato, exceto quando outra base sistemática é mais representativa para refletir o momento em que os benefícios econômicos do ativo arrendado são consumidos. Os pagamentos contingentes oriundos de arrendamento operacional são reconhecidos como despesa no período em que são incorridos. d) Contas a receber: São registradas e mantidas pelo valor nominal dos títulos decorrentes das vendas de produtos. A provisão para crédito de liquidação duvidosa é constituída com base em análise do percentual histórico de perda dos valores a receber e em montante considerado pela Administração necessário e suficiente para cobrir prováveis perdas na realização desses créditos, os quais podem ser modificados em função da recuperação de créditos junto a clientes devedores ou mudança na situação financeira de clientes. A Companhia efetua o cálculo do ajuste a valor presente do saldo de contas a receber, sobre as operações de longo e curto prazo, quando houver efeito relevante. A taxa de desconto utilizada reflete o efeito do dinheiro no tempo e toma como base taxas de mercado. e) Moeda estrangeira: Na elaboração das demonstrações financeiras de cada empresa da Companhia, as transações em moeda estrangeira, ou seja, qualquer moeda diferente da moeda funcional de cada empresa, são registradas de acordo com as taxas de câmbio vigentes na data de cada transação. No final de cada período de relatório, os itens monetários em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes no fim do exercício. Os itens não monetários registrados pelo valor justo apurado em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes na data em que o valor justo foi determinado. Os itens não monetários que são mensurados pelo custo histórico em uma moeda estrangeira devem ser convertidos, utilizando a taxa vigente da data da transação. As variações cambiais sobre itens monetários são reconhecidas no resultado no período em que ocorrerem, conforme a classificação dos ativos e passivos financeiros. f) Custos de empréstimos: Os custos de empréstimos atribuíveis diretamente à aquisição, construção ou produção de ativos qualificáveis, os quais levam, necessariamente, um período de tempo substancial para ficarem prontos para uso ou venda pretendida, são acrescentados ao custo de tais ativos até a data em que estejam prontos para o uso ou a venda pretendida. Os ganhos sobre investimentos decorrentes da aplicação temporária dos recursos obtidos com empréstimos específicos ainda não gastos com o ativo qualificável são deduzidos dos custos com empréstimos elegíveis para capitalização. Todos os outros custos com empréstimos são reconhecidos no resultado do período em que são incorridos. g) Tributação: A despesa com imposto de renda e contribuição social representa a soma dos impostos correntes e diferidos. Impostos correntes: A provisão para imposto de renda e contribuição social está baseada no lucro tributável do exercício, com exceção da Modo Battistella Reflorestamento S.A. - MOBASA e da Florestal Battistella S.A. - FLOBASA (incorporada em dezembro de 2010 pela Controladora, conforme nota explicativa 13) que apurava o imposto de renda e a contribuição social com base no lucro presumido. O lucro tributável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado, porque exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis de forma permanente. A provisão para imposto de renda e contribuição social é calculada individualmente por cada empresa da Companhia com base nas alíquotas vigentes no fim do exercício. Impostos diferidos: O imposto de renda e contribuição social diferidos

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(“imposto diferido”) é reconhecido sobre as diferenças temporárias no final de cada período de relatório entre os saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações financeiras e as bases fiscais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, incluindo saldo de prejuízos fiscais, quando aplicável. Os impostos diferidos passivos são geralmente reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis e os impostos diferidos ativos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias dedutíveis, apenas quando for provável que a empresa apresentará lucro tributável futuro em montante suficiente para que tais diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizadas. A recuperação do saldo dos impostos diferidos ativos é revisada no final de cada período de relatório e, quando não for mais provável que lucros tributáveis futuros estarão disponíveis para permitir a recuperação de todo o ativo, ou parte dele, o saldo do ativo é ajustado pelo montante que se espera que seja recuperado. Impostos diferidos ativos e passivos são mensurados pelas alíquotas aplicáveis no período no qual se espera que o passivo seja liquidado ou o ativo seja realizado, com base nas alíquotas previstas na legislação tributária vigente no final de cada período de relatório, ou quando uma nova legislação tiver sido substancialmente aprovada. A mensuração dos impostos diferidos ativos e passivos reflete as consequências fiscais que resultariam da forma na qual a Companhia espera, no final de cada período de relatório, recuperar ou liquidar o valor contábil desses ativos e passivos. Imposto de renda e contribuição social correntes e diferidos do período: O imposto de renda e contribuição social correntes e diferidos são reconhecidos como despesa ou receita no resultado do período. h) Imobilizado: Terrenos, edificações, imobilizações em andamento, móveis, utensílios, equipamentos e veículos estão demonstrados ao valor de custo, deduzidos de depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas. São registrados como parte dos custos das imobilizações em andamento os honorários profissionais e, no caso de ativos qualificáveis, os custos de empréstimos capitalizados de acordo com a política contábil da Companhia. Tais imobilizações são classificadas nas categorias adequadas do imobilizado quando concluídas e prontas para o uso pretendido. A depreciação desses ativos inicia-se quando eles estão prontos para o uso pretendido na mesma base dos outros ativos imobilizados. Os terrenos não sofrem depreciação. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo método linear, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil seja integralmente baixado (exceto para terrenos e construções em andamento). Na vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são revisados no final da data do balanço patrimonial e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado. i) Propriedade para investimentos: As propriedades para investimento são propriedades mantidas para obter renda com aluguéis e/ou valorização do capital. As propriedades para investimento são mensuradas ao custo, incluindo os custos da transação. j) Ativos intangíveis: Ativos intangíveis adquiridos separadamente: Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da amortização e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos intangíveis com vida útil indefinida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. Baixa de ativos intangíveis: Um ativo intangível é baixado na alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso ou da alienação. Os ganhos ou as perdas resultantes da baixa de um ativo intangível, mensurados como a diferença entre as receitas líquidas da alienação e o valor contábil do ativo, são reconhecidos no resultado quando o ativo é baixado. k) Ativo Biológico: Os ativos biológicos correspondem a florestas de pinus, as quais são destinadas para produção de madeira serrada, além de venda para terceiros, quando exauridos. O processo de manejo florestal, colheita e replantio para plantios novos tem um ciclo aproximado de 20 anos, variável com base na cultura e material genético a que se refere. Os ativos biológicos são mensurados ao valor justo, deduzidos dos custos estimados de venda no momento da colheita. As premissas significativas na determinação do valor justo dos ativos biológicos estão demonstradas na nota explicativa 15. A avaliação dos ativos biológicos é feita trimestral pela Companhia, sendo o ganho ou perda na variação do valor justo dos ativos biológicos reconhecidos no resultado no período em que ocorrem, em linha específica da demonstração do resultado, denominada “variação do valor justo dos ativos biológicos”. O aumento ou diminuição no valor justo é determinado pela diferença entre os valores justos dos ativos biológicos no início do período e no final do período avaliado. l) Redução ao valor recuperável de ativos tangíveis e intangíveis: No fim de cada exercício, a Companhia revisa o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo individualmente, a Companhia calcula o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual pertence o ativo. Quando uma base de alocação razoável e consistente pode ser identificada, os ativos corporativos também são alocados às unidades geradoras de caixa individuais ou ao menor grupo de unidades geradoras de caixa para o qual uma base de alocação razoável e consistente possa ser identificada. O montante recuperável é o maior valor entre o valor justo menos os custos na venda ou o valor em uso. Na avaliação do valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao valor presente pela taxa de desconto, antes dos impostos, que reflita uma avaliação atual de mercado do valor da moeda no tempo e os riscos específicos do ativo para o qual a estimativa de fluxos de caixa futuros não foi ajustada. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de caixa) calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. Quando a perda por redução ao valor recuperável é revertida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde que não exceda o valor contábil que teria sido determinado, caso nenhuma perda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo (ou unidade geradora de caixa) em exercícios anteriores. A reversão da perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. m) Estoques: Os estoques são apresentados pelo menor valor entre o valor de custo e o valor líquido realizável. Os custos dos estoques são determinados pelo método do custo médio. O valor líquido realizável corresponde ao preço de venda estimado dos estoques, deduzido de todos os custos estimados para conclusão e custos necessários para realizar a venda. n) Provisões: As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultante de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Quando a provisão é mensurada com base nos fluxos de caixa estimados para liquidar a obrigação, seu valor contábil corresponde ao valor presente desses fluxos de caixa (em que o efeito do valor temporal do dinheiro é relevante). Quando alguns ou todos os benefícios econômicos requeridos para a liquidação de uma provisão são esperados que sejam recuperados de um terceiro, um ativo é reconhecido se, e somente se, o reembolso for virtualmente certo e o valor puder ser mensurado de forma confiável. o) Instrumentos financeiros: Os ativos e passivos financeiros são reconhecidos quando uma entidade da Companhia for parte das disposições contratuais do instrumento. Os ativos e passivos financeiros são inicialmente mensurados pelo valor justo. Os custos da transação diretamente atribuíveis à aquisição ou emissão de ativos e passivos financeiros (exceto por ativos e passivos financeiros reconhecidos ao valor justo no resultado) são acrescidos ou deduzidos do valor justo dos ativos ou passivos financeiros, se aplicável, após o reconhecimento inicial. Os custos da transação diretamente atribuíveis à aquisição de ativos e passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado são reconhecidos imediatamente no resultado. p) Ativos financeiros: A classificação depende da natureza e finalidade dos ativos financeiros e é determinada na data do reconhecimento inicial. Todas as aquisições ou alienações normais de ativos financeiros são reconhecidas ou baixadas com base na data de negociação. As aquisições ou alienações normais correspondem a aquisições ou alienações de ativos financeiros que requerem a entrega de ativos dentro do prazo estabelecido por meio de norma ou prática de mercado. Método de juros efetivos: O método de juros efetivos é utilizado para calcular o custo amortizado de um instrumento da dívida e alocar sua receita de juros ao longo do período correspondente. A taxa de juros efetiva é a taxa que desconta exatamente os recebimentos de caixa futuros estimados (incluindo todos os honorários e pontos pagos ou recebidos que sejam parte integrante da taxa de juros efetiva, os custos da transação e outros prêmios ou deduções) durante a vida estimada do instrumento da dívida ou, quando apropriado, durante um período menor, para o valor contábil líquido na data do reconhecimento inicial. A receita é reconhecida com base nos juros efetivos para os instrumentos de dívida não caracterizados como ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado. Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado: Os ativos financeiros são classificados ao valor justo por meio do resultado quando são mantidos para negociação ou designados pelo valor justo por meio do resultado. Um ativo financeiro é classificado como mantido para negociação se: • for adquirido principalmente para ser vendido a curto prazo; ou • no reconhecimento inicial é parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que a Companhia administra em conjunto e possui um padrão real recontinua


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Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F3 | Indústria&Comércio

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS continuação

Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais) cente de obtenção de lucros a curto prazo; ou • for um derivativo que não tenha sido designado como um instrumento de “hedge” efetivo. Um ativo financeiro além dos mantidos para negociação pode ser designado ao valor justo por meio do resultado no reconhecimento inicial se: • tal designação eliminar ou reduzir significativamente uma inconsistência de mensuração ou reconhecimento que, de outra forma, surgiria; ou • o ativo financeiro for parte de uma Companhia gerenciado de ativos ou passivos financeiros ou ambos, e • seu desempenho for avaliado com base no valor justo, de acordo com a estratégia documentada de gerenciamento de risco ou de investimento da Companhia, e quando as informações sobre o agrupamento forem fornecidas internamente com a mesma base; ou • fizer parte de um contrato contendo um ou mais derivativos embutidos e a IAS 39 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração (equivalente ao CPC 38) permitir que o contrato combinado (ativo ou passivo) seja totalmente designado ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são demonstrados ao valor justo, e quaisquer ganhos ou perdas resultantes são reconhecidos no resultado. Ganhos e perdas líquidos reconhecidos no resultado incorporam os dividendos ou juros auferidos pelos ativos financeiros, sendo incluídos na rubrica “Receita Financeira”, na demonstração do resultado, O valor justo é determinado conforme descrito na nota explicativa 24. Investimentos mantidos até o vencimento: Os investimentos mantidos até o vencimento correspondem a ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis e data de vencimento fixa que a Companhia tem a intenção positiva e a capacidade de manter até o vencimento. Após o reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até o vencimento são mensurados ao custo amortizado utilizando o método de juros efetivos, menos eventual perda por redução ao valor recuperável. Empréstimos e recebíveis: Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis e que não são cotados em um mercado ativo. Os empréstimos e recebíveis (inclusive contas a receber de clientes e outras, caixa e equivalentes de caixa, impostos a recuperar e adiantamentos diversos) são mensurados pelo valor de custo amortizado utilizando o método de juros efetivos, deduzidos de qualquer perda por redução do valor recuperável. A receita de juros é reconhecida através da aplicação da taxa de juros efetiva, exceto para créditos de curto prazo quando o reconhecimento dos juros seria imaterial. Redução ao valor recuperável de ativos financeiros: Ativos financeiros, exceto aqueles designados pelo valor justo por meio do resultado, são avaliados por indicadores de redução ao valor recuperável no final de cada período de relatório. As perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas se, e apenas se, houver evidência objetiva da redução ao valor recuperável do ativo financeiro como resultado de um ou mais eventos que tenham ocorrido após seu reconhecimento inicial, com impacto nos fluxos de caixa futuros estimados desse ativo. Para todos os outros ativos financeiros, uma evidência objetiva pode incluir: • Dificuldade financeira significativa do emissor ou contraparte; ou • Violação de contrato, como uma inadimplência ou atraso nos pagamentos de juros ou principal; ou • Probabilidade de o devedor declarar falência ou reorganização financeira; ou • Extinção do mercado ativo daquele ativo financeiro em virtude de problemas financeiros. Para certas categorias de ativos financeiros, tais como contas a receber, os ativos que na avaliação individual não apresentam redução ao valor recuperável podem, subsequentemente, apresentá-la quando são avaliados coletivamente. Evidências objetivas de redução ao valor recuperável para uma carteira de créditos podem incluir a experiência passada da Companhia na cobrança de pagamentos e o aumento no número de pagamentos em atraso, além de mudanças observáveis nas condições econômicas nacionais ou locais relacionadas à inadimplência dos recebíveis. Para os ativos financeiros registrados ao valor de custo amortizado, o valor da redução ao valor recuperável registrado corresponde à diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados, descontada pela taxa de juros efetiva original do ativo financeiro. Para ativos financeiros registrados ao custo, o valor da perda por redução ao valor recuperável corresponde à diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados, descontada pela taxa de retorno atual para um ativo financeiro similar. Essa perda por redução ao valor recuperável não será revertida em períodos subsequentes. O valor contábil do ativo financeiro é reduzido diretamente pela perda por redução ao valor recuperável para todos os ativos financeiros, com exceção das contas a receber, em que o valor contábil é reduzido pelo uso de uma provisão. Recuperações subseqüentes de valores anteriormente baixados são creditadas à provisão. Mudanças no valor contábil da provisão são reconhecidas no resultado. Para ativos financeiros registrados ao custo amortizado, se em um período subsequente o valor da perda da redução ao valor recuperável diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente a um evento ocorrido após a redução ao valor recuperável ter sido reconhecida, a perda anteriormente reconhecida é revertida por meio do resultado, desde que o valor contábil do investimento na data dessa reversão não exceda o eventual custo amortizado se a redução ao valor recuperável não tivesse sido reconhecida. Baixa de ativos financeiros: A Companhia baixa um ativo financeiro, apenas quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa provenientes desse ativo expiram, ou transfere o ativo, e substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade para outra empresa. Se a Companhia não transferir nem retiver substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade do ativo financeiro, mas continuar a controlar o ativo transferido, a Companhia reconhece a participação retida e o respectivo passivo nos valores que terá de pagar. Se retiver substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo da propriedade do ativo financeiro transferido, a Companhia continua reconhecendo esse ativo, além de um empréstimo garantido pela receita recebida. q) Passivos financeiros e instrumentos de patrimônio: Classificação como instrumento de dívida ou de patrimônio: Instrumentos de dívida e de patrimônio emitidos pela Companhia são classificados como passivos financeiros ou patrimônio, de acordo com a natureza do acordo contratual e as definições de passivo financeiro e instrumento de patrimônio. Instrumentos de patrimônio: Um instrumento de patrimônio é um contrato que evidencia uma participação residual nos ativos de uma empresa após a dedução de todas as suas obrigações. Os instrumentos de patrimônio emitidos pela Companhia são reconhecidos quando os recursos são recebidos, líquidos dos custos diretos de emissão. A recompra dos próprios instrumentos de patrimônio do grupo é reconhecida e deduzida diretamente no patrimônio. Nenhum ganho ou perda é reconhecido no resultado proveniente de compra, venda, emissão ou cancelamento dos próprios instrumentos de patrimônio da Companhia. Passivos financeiros: Os passivos financeiros são classificados como “Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado” ou “Outros passivos financeiros”. Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado: Os passivos financeiros são classificados como ao valor justo por meio do resultado quando são mantidos para negociação ou designados ao valor justo por meio do resultado. Um passivo financeiro é classificado como mantido para negociação se: • Foi adquirido principalmente para a recompra no curto prazo; • Faz parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados gerenciados em conjunto pela Companhia e possui um padrão real recente de obtenção de lucro de curto prazo; e • É um derivativo não designado como instrumento de “hedge” efetivo. Um passivo financeiro não mantido para negociação pode ser designado ao valor justo por meio do resultado no reconhecimento inicial se: • Tal designação eliminar ou reduzir significativamente uma inconsistência na mensuração ou reconhecimento que, de outra forma, iria surgir; • O passivo financeiro for parte de um grupo de ativos ou passivos financeiros ou ambos, gerenciado e com seu desempenho avaliado com base no valor justo de acordo com a gestão dos riscos ou estratégia de investimentos documentados da Companhia, e quando as informações a respeito da Companhia forem fornecidas internamente com a mesma base; ou • Ativo financeiro for parte de um contrato contendo um ou mais derivativos embutidos e a IAS 39 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração permitir que o contrato combinado (ativo ou passivo) seja totalmente designado ao valor justo por meio do resultado. Os passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado são demonstrados ao valor justo, e os respectivos ganhos ou perdas são reconhecidos no resultado. Os ganhos ou as perdas líquidos reconhecidos no resultado incorporam os juros pagos pelo passivo financeiro, sendo incluídos na rubrica “Despesas Financeiras”, na demonstração do resultado. O valor justo é determinado conforme descrito na nota explicativa 24. Outros passivos financeiros: Os outros passivos financeiros (incluindo empréstimos) são mensurados pelo valor de custo amortizado utilizando o método de juros efetivos. O método de juros efetivos é utilizado para calcular o custo amortizado de um passivo financeiro e alocar sua despesa de juros pelo respectivo período. A taxa de juros efetiva é a taxa que desconta exatamente os fluxos de caixa futuros estimados (inclusive honorários e pontos pagos ou recebidos que constituem parte integrante da taxa de juros efetiva, custos da transação e outros prêmios ou descontos) ao longo da vida estimada do passivo financeiro ou, quando apropriado, por um período menor, para o reconhecimento inicial do valor contábil líquido. Baixa de passivos financeiros: A Companhia baixa passivos financeiros somente quando as obrigações são extintas e canceladas ou quando vencem. A diferença entre o valor contábil do passivo financeiro baixado e a contrapartida paga e a pagar é reconhecida no resultado. r) Instrumentos financeiros derivativos: A Companhia possui instrumentos financeiros derivativos para administrar a sua exposição a riscos de taxa de juros e câmbio, incluindo contratos de câmbio a termo, “swaps” de taxa de juros e de moedas. A nota explicativa 24 inclui informações mais detalhadas sobre os instrumentos financeiros derivativos. Os derivativos são inicialmente reconhecidos ao valor justo na data de contratação e são posteriormente remensurados pelo valor justo no encerramento do exercício. Eventuais ganhos ou perdas são reconhecidos no resultado imediatamente, a menos que o derivativo seja designado e efetivo como instrumento de “hedge”; nesse caso, o momento do reconhecimento no resultado depende da natureza da relação de “hedge”. s) Demonstração do Valor Adicionado (“DVA”): Essa demonstração tem por finalidade evidenciar a riqueza criada pela Companhia e sua distribuição durante determinado período e é apresentada pela Companhia, conforme requerido pela legislação societária brasileira, como parte de suas demonstrações financeiras individuais e como informação suplementar às demonstrações financeiras consolidadas, pois não é uma demonstração prevista e nem obrigatória conforme as IFRSs. A DVA foi preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis que servem de base de preparação das demonstrações financeiras e seguindo as disposições contidas no CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em sua primeira parte apresenta a riqueza criada pela Companhia, representada pelas receitas (receita bruta das vendas, incluindo os tributos incidentes sobre a mesma, as outras receitas e os efeitos da provisão para créditos de liquidação duvidosa), pelos insumos adquiridos de terceiros (custo das vendas e aquisições de materiais, energia e serviços de terceiros, incluindo os tributos incluídos no momento da aquisição, os efeitos das perdas e recuperação de valores ativos, e a depreciação e amortização) e o valor adicionado recebido de terceiros (resultado da equivalência patrimonial, receitas financeiras e outras receitas). A segunda parte da DVA apresenta a distribuição da riqueza entre pessoal, impostos, taxas e contribuições, remuneração de capitais de terceiros e remuneração de capitais próprios. t) Lucro por ação: A Companhia apura o saldo de lucro por ação do período com base na atribuição do resultado do exercício a cada classe de ações emitidas pela Companhia, ponderando as quantidades em circulação durante o período. 2.4. Normas e interpretações novas e revisadas já emitidas e ainda não adotadas: Foram aprovados e emitidos até a divulgação das referidas demonstrações financeiras, normas da CVM, novos pronunciamentos técnicos contábeis, além de revisões de pronunciamentos anteriormente publicados, e novas interpretações do CPC e do IASB, aplicáveis ao exercício encerrado a partir de dezembro de 2011 e às demonstrações financeiras de 2010 a serem divulgadas em conjunto com as demonstrações financeiras de 2011, para fins de comparação. Segue abaixo a relação dos novos pronunciamentos, revisões e interpretações emitidas: Pronunciamento Conteúdo: - CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Inclusão de alterações feitas pelo IASB no IAS 36 e revisão do texto, sem alteração da essência do pronunciamento. - CPC 02 (R2) - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis - Revisão do texto para melhor alinhamento ao conteúdo do IAS 21, sem alteração da essência do pronunciamento. - CPC 03 (R2) - Demonstração dos Fluxos de Caixa - Revisão do texto para melhor alinhamento ao conteúdo do IAS 7, sem alteração da essência do pronunciamento. - CPC 05 (R1) - Divulgação de Partes Relacionadas Inclusão de alterações feitas pelo IASB no IAS 24 e revisão do texto, sem alteração da essência do pronunciamento. - CPC 41 - Resultado por Ação Diretrizes padronizadas para a apuração e divulgação do resultado por ação. - ICPC 13 - Direitos a Participações Decorrentes de Fundos de Desativação, Restauração e Reabilitação Ambiental - Interpretação aplicada à contabilização nas demonstrações financeiras de contribuinte por participações decorrentes de fundos de desativação, em linha com o IFRIC 5. - ICPC 15 - Passivo Decorrente de Participação em um Mercado Específico - Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos Interpretação sobre a tratativa contábil acerca do gerenciamento de resíduos de equipamentos eletrônicos, em linha com o IFRIC 6. Medida Provisória 517/10 Alteração de dispositivos da Lei 6.404/76, com o objetivo de adequar as emissões de debêntures. Esta medida provisória não traz efeitos sobre as demonstrações financeiras apresentadas. - IFRS 1 - Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatório Financeiros Inclusão na norma de isenção limitada de divulgações comparativas e eliminação de datas fixas aos adotantes iniciais do IFRS. - IFRS 7 - Instrumentos Financeiros - Inclusão de procedimentos quanto à divulgação de transferências de ativos financeiros. - IFRS 9 - Instrumentos Financeiros - Introduz novas exigências para a classificação, mensuração e baixa de ativos e passivos financeiros. - IAS 12 - Impostos sobre a Renda - Inclusão de procedimentos quanto à recuperação dos impostos diferidos quando este é mensurado por meio do valor justo. IAS 32 - Impostos sobre a Renda - Apresentação e classificação de direitos. IFRIC 14 - Pagamentos Antecipados de Exigência Mínima de Financiamento - Pagamentos Antecipados de Exigência Mínima de Financiamentos. A Companhia não adotou as IFRSs novas e revisadas já emitidas. 3. Principais Julgamentos Contábeis e Fontes de Incertezas nas Estimativas: Na aplicação das políticas contábeis da Companhia descritas na nota explicativa nº 2, a Administração deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos para os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na experiência histórica e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. As estimativas e premissas subjacentes são revisadas continuamente. Os efeitos decorrentes das revisões feitas às estimativas contábeis são reconhecidos no período em que as estimativas são revistas, se a revisão afetar apenas este período, ou também em períodos posteriores se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futuros. 3.1. Principais julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas: Ativos financeiros mantidos até o vencimento: A Administração revisou os ativos financeiros da Companhia em conformidade com a manutenção do capital e as exigências de liquidez e confirmou a intenção e a capacidade de a Companhia manter esses ativos até o vencimento. 3.2. Principais fontes de incertezas nas estimativas: Na elaboração das demonstrações financeiras foram utilizados julgamentos, estimativas e premissas contábeis para a contabilização de certos ativos e passivos e outras transações, e no registro das receitas e despesas dos períodos. A definição dos julgamentos, estimativas e premissas contábeis adotadas pela Administração foi elaborada com a utilização das melhores informações disponíveis na data das referidas demonstrações financeiras, envolvendo experiência de eventos passados, previsão de eventos futuros, além do auxílio de especialistas, quando aplicável. As demonstrações financeiras incluem, portanto, várias estimativas, tais como, mas não se limitando a, seleção de vidas úteis dos bens do imobilizado, a realização dos créditos tributários diferidos, provisões para créditos de liquidação duvidosa, perdas nos estoques, avaliação do valor justo dos ativos biológicos, provisões fiscais, previdenciárias, cíveis e trabalhistas, avaliação do valor justo de certos instrumentos financeiros, além de redução do valor recuperável de ativos. Os resultados reais dos saldos constituídos com a utilização de julgamentos, estimativas e premissas contábeis, quando de sua efetiva realização, podem ser divergentes, podendo a Companhia estar exposta a perdas que podem ser materiais. 4. Efeitos da Adoção das IFRSS e dos Novos Pronunciamentos Emitidos pelo CPC: 4.1. Efeitos da adoção das IFRS nas demonstrações financeiras consolidadas: Aplicação da IFRS: As demonstrações financeiras consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 são as primeiras apresentadas de acordo com as IFRSs. A Companhia aplicou as políticas contábeis definidas na nota explicativa no 2 em todos os períodos apresentados, o que inclui o balanço patrimonial na data de transição, definida como 1º de janeiro de 2009. Na mensuração dos ajustes nos saldos de abertura e preparação do balanço patrimonial na data de transição, a Companhia aplicou as exceções obrigatórias e certas isenções opcionais de aplicação retrospectiva previstas na IFRS 1 e no CPC 37(R1) - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade, conforme descrito nas notas abaixo. Conciliações para as práticas contábeis anteriores: Efeitos da adoção das IFRSs no balanço patrimonial consolidado Ativo: Consolidado - IFRS _____________________________________________________________________ Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com Em 01/01/2009 (data de transição) as práticas contábeis anteriores) _________________________________ _________________________________ Efeito da Efeito da transição transição BR GAAP para IFRS e BR BR GAAP para IFRS e BR Ativo Item anterior as IFRSs GAAP anterior as IFRSs GAAP _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Circulante Caixa e equivalentes de caixa 11.227 11.227 90.237 90.237 Contas a receber de clientes (a), (b), (h) 98.506 677 99.183 141.765 2.325 144.090 Valores a receber de arrendamento mercantil (b) 1.628 1.628 2.166 2.166 Estoques 68.292 68.292 47.756 47.756 Impostos a recuperar 9.685 9.685 9.296 9.296 Adiantamentos a fornecedores e funcionários 2.047 2.047 3.915 3.915 Aplicações financeiras de curto prazo 2.562 2.562 683 683 Outras contas a receber 1.762 1.762 608 608 Despesas antecipadas 471 471 677 677 Ativos classificados como mantidos para venda 7.089 7.089 _____________________________________________ _________ Total ativo circulante 194.552 2.305 196.857 294.937 11.580 306.517 Ativo não circulante Realizável a longo prazo Valores a receber de arrendamento mercantil (b) 5.515 5.515 4.341 4.341 Depósitos judiciais 1.365 1.365 1.760 1.760 Impostos a recuperar 11.448 11.448 12.776 12.776 Impostos diferidos (c) 13.519 13.519 4.903 4.903 Bens destinados à venda (e) 7.089 (7.089) Outros créditos 512 512 388 388 _________ __________________ _________ __________________ 13.325 19.034 32.359 22.013 2.155 24.168 Investimentos (d) 1.152 (833) 319 1.123 (833) 290 Imobilizado (e), (b) 138.177 (7.662) 130.515 173.369 (7.969) 165.400 Ativo biológico (f) 80.077 26.551 106.628 71.336 27.321 98.657 Intangível 1.611 1.611 1.353 1.353 Diferido (i) 43.302 (43.302) 14.107 (14.107) _________ _________ __________________ _________ _________264.319 (25.246) 239.073 261.288 4.412 265.700 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total ativo não circulante 277.644 (6.212) 271.432 283.301 6.567 289.868 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total do Ativo 472.196 (3.907) 468.289 578.238 18.147 596.385 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Passivo: Consolidado _____________________________________________________________________ Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com Em 01/01/2009 (data de transição) as práticas contábeis anteriores) _________________________________ _________________________________ Efeito da Efeito da transição transição BR GAAP para BR GAAP para Passivo Item anterior as IFRSs IFRS anterior as IFRSs IFRS _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Circulante Fornecedores (a) 38.317 38.317 50.475 (123) 50.352 Empréstimos e financiamentos (h) 297.902 1.081 298.983 134.533 3.933 138.466 Debêntures e notas promissórias comerciais 49.183 49.183 Obrigações sociais e tributárias 8.413 8.413 10.801 10.801 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 1.107 1.107 2.309 2.309 Provisões para férias e encargos 6.003 6.003 5.676 5.676 Provisão para imposto renda e contribuição social 84 84 Dividendos a pagar 3.276 3.276 1.479 1.479 Credores diversos 3.629 3.629 2.227 2.227 Recursos a devolver a consorciados 5.212 5.212 4.416 4.416 Adiantamento de clientes 10.416 10.416 6.744 6.744 Outras contas a pagar 3.471 3.471 2.596 2.596 _________ __________________ _________ __________________ Total Passivo Circulante 377.830 1.081 378.911 270.439 3.810 274.249 Passivo não circulante Exigível a longo prazo Empréstimos e financiamentos 10.714 10.714 154.631 154.631 Debêntures e notas promissórias comerciais 9.800 9.800 111.449 111.449 Provisão para contingências 2.178 2.178 3.304 3.304 Imposto de renda e contribuição social diferidos (c) 150 818 968 124 458 582 Obrigações sociais e tributárias 2.500 2.500 4.634 4.634 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 9.410 9.410 20.271 20.271 Credores diversos 1.493 1.493 6.000 6.000 Deságios sobre investimentos (d) 4.296 (4.296) 4.296 (4.296) Outras contas a pagar 5 5 4 4 _________ __________________ _________ __________________ Total Passivo não Circulante 40.546 (3.478) 37.068 304.713 (3.838) 300.875 Participações dos minoritários (g) 11.979 (11.979) 1.097 (1.097) Patrimônio líquido Capital social 151.556 151.556 151.556 151.556 Reserva de capital 1.885 1.885 1.885 1.885 Reservas de lucro 19.094 19.094 19.094 19.094 Prejuízos Acumulados (j) (130.694) 14.827 (115.867) (170.546) 18.214 (152.332) _________ _________ _________ _________ _________ _________ Patrimônio Líquido controladores 41.841 14.827 56.668 1.989 18.214 20.203 Patrimônio Líquido não controladores (g) (4.358) (4.358) 1.058 1.058 _________ _________ _________ __________________ _________ Patrimônio Líquido Total 41.841 10.469 52.310 1.989 19.272 21.261 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total do Passivo e do Patrimônio Líquido 472.196 (3.907) 468.289 578.238 18.147 596.385 _________ _________ _________ _________ _________ _________

Conciliação do patrimônio líquido consolidado

Consolidado - IFRS e BR GAAP ____________________________________ Item 01.01.2009 31.12.2009 _________ _________ _________ Patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores 41.841 1.989 Adoção CPC 29 - ativos biológicos (controladas) (f) 25.732 26.904 Adoção CPC 43R1 - baixa do ativo diferido (controladas) (i) (29.782) (9.311) Adoção ICPC03 - arrendamento financeiro (controladas) (b) 674 1.047 Adoção dos pronunciamentos conceitual e CPC 15 (controladora e controladas) (d) 3.463 3.463 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (controladas) (a) (452) Adoção CPC31 - ativo não circulante mantido para venda (controladas) (e) (1.597) (3.476) Reclassificação da participação dos não controladores (g) 11.979 1.097 _________ _________ Total dos ajustes com a adoção dos novos pronunciamentos 10.469 19.272 _________ _________ Patrimônio líquido de acordo com os novos pronunciamentos 52.310 21.261 _________ _________ Atribuído a participação dos acionistas controladores 56.668 20.203 Atribuído a participação dos acionistas não controladores (4.358) 1.058 Os efeitos mencionados acima estão líquidos do imposto de renda e contribuição social diferidos (ativo e passivo), quando aplicável. A Companhia reconheceu imposto de renda e contribuição social diferidos ativos somente nas controladas que possuem razoável segurança dos lucros tributáveis futuros. Efeitos da adoção das IFRSs na demonstração do resultado consolidada Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com as práticas contábeis anteriores) Consolidado - IFRS e BR GAAP em Item 31/12/2009 _____ ________________ De acordo com as práticas contábeis anteriores (39.757) Adoção CPC 29 - ativos biológicos (f) 1.154 Adoção CPC 43R1 - baixa do ativo diferido (i) 3.539 Adoção ICPC03 - arrendamento financeiro (b) 373 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (a) (517) Adoção CPC31 - ativo não circulante mantido para venda (e) (1.879) Efeito do imposto de renda e contribuição social diferida (c) 430 Total dos ajustes ao resultado de acordo com as IFRSs e CPC´s 3.100 Total ajustado (36.657) Atribuído a participação dos acionistas controladores (36.465) Atribuído a participação dos acionistas não controladores (g) (192) Efeitos da adoção das IFRSs na demonstração dos fluxos de caixa consolidada Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com as práticas contábeis anteriores) ____________________________________________ Efeito da transição BR GAAP para anterior as IFRSs IFRSs Item R$ R$ R$ _____________________ __________ ________ ________ Fluxos de caixa das atividades operacionais (a), (b), (d), (e), (f), (h), (g) 52.269 (31.020) 21.249 Fluxos de caixa das atividades de investimento (g) (268.617) 112.679 (155.938) Fluxos de caixa das atividades de financiamento (g), (h) 237.899 (81.659) 156.240 __________ ________ ________ Aumento no caixa e equivalente de caixa 21.551 21.551 __________ ________________ Notas às reconciliações: A transição para as IFRSs resultou nas seguintes mudanças de práticas contábeis: a) CPC 12 - Ajuste a Valor Presente - AVP: O ajuste a valor presente do saldo de contas a receber e contas a pagar não é relevante devido ao curto prazo de sua realização, porém diferente do que ocorreu em 2009, em 2010 além de apurar o efeito a Administração da Companhia decidiu registrar esse efeito nas demonstrações financeiras. O efeito dessa contabilização é uma diminuição no ativo de contas a receber e uma diminuição do contas a pagar, em contrapartida de uma diminuição no patrimônio líquido consolidados em 31 de dezembro de 2009 de R$517 e uma redução no resultado consolidado do exercício de 2009 de R$ 517. b) ICPC 03 - Arrendamento Mercantil: De acordo com o ICPC03, os acordos celebrados, que não tem a forma legal de arrendamento, porém transferem substancialmente os riscos e os benefícios/ direitos de usar um ativo em troca de um pagamento, devem ser contabilizados de acordo com a essência da transação, ou seja como um leasing financeiro. O efeito dessa alteração na forma de contabilização resultou num aumento líquido no ativo e no patrimônio líquido consolidados em 31 de dezembro de 2009 de R$ 1.047 (R$ 674 em 1º de janeiro de 2009) e um aumento líquido no resultado consolidado do exercício de 2009 de R$373. c) CPC 32 - Tributos sobre o Lucro: Refere-se ao efeito do imposto de renda e contribuição social diferidos ativo sobre a baixo do ativo diferido, conforme mencionado na nota explicativa 4.1.i. Vide nota explicativa 4.1.f, que menciona o tratamento do CPC 32 com relação ao CPC 29. d) CPC 15 - Combinação de Negócios: A Companhia possuía registrado nas demonstrações financeiras deságio por expectativa de prejuízos futuros em 31 de dezembro de 2008 e 2009 no montante de R$ 3.463. Em 2010, o valor contábil desse deságio foi baixado contra a rubrica de prejuízos acumulados em sua totalidade. e) CPC 31 - Ativo não circulante mantido para venda e operação descontinuada: A Companhia possuía ativos não circulantes mantidos para venda e após análise do CPC 31, conclui-se que tais ativos não satisfaziam aos critérios estabelecidos pela norma para a Companhia classificar os mesmos como mantidos para venda. A Companhia reclassificou esses ativos para a rubrica do ativo imobilizado e mensurou o efeito da depreciação não reconhecida sobre os ativos não circulantes que deixaram de ser classificados como mantidos para venda e registrou o efeito desse ajuste contábil no período em que os referidos ativos não satisfaziam os critérios para registro de mantidos para venda. O efeito dessa contabilização é uma diminuição no patrimônio líquido consolidado em 31 de dezembro de 2009 de R$ 3.476 e uma redução no resultado consolidado do exercício de 2009 de R$ 1.879. f) CPC 29 - Ativo biológico e produto agrícola: Os ativos biológicos da Companhia, representados por suas florestas, anteriormente classificados dentro do ativo imobilizado, foram alocados para um grupo específico dentro do ativo não circulante, denominado “ativos biológicos”, além de passarem a ser reconhecidos por seu valor justo, ao invés de somente ao custo histórico conforme prática contábil anterior. O efeito da adoção inicial do reconhecimento dos ativos biológicos a valor justo foi registrado no patrimônio líquido da Companhia contra prejuízos acumulados. A Companhia registrou no passivo o efeito do imposto de renda diferido sobre a mais valia desses ativos, sendo esse efeito calculado com base na alíquota do imposto de renda calculado pelo lucro presumido, conforme previsto no CPC 32. g) CPC 35 - Demonstrações Financeiras Consolidadas: As participações de não-controladores devem ser apresentadas dentro do patrimônio líquido da Companhia, separando-se ao montante correspondente aos acionistas controladores e acionistas não controladores, diferentemente de sua classificação anterior em linha específica do balanço entre o passivo não circulante e o patrimônio líquido, conforme prática contábil anterior. h) CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração: O saldo de duplicatas descontadas, anteriormente registrados no ativo circulante, reduzindo o saldo de contas a receber, foram reclassificados para o passivo, dentro do grupo de financiamentos, em decorrência de sua natureza. i) CPC 43 R1 - Ativo Diferido: De acordo com as práticas contábeis anteriores, a controlada em conjunto Itapoá Terminais Portuários S/A registrava até 31 de dezembro de 2009 em uma conta denominada Ativo Diferido as despesas pré-operacionais. Essas despesas não podem ser atribuídas ao custo de bens do ativo imobilizado ou à formação de ativos intangíveis, portanto foram baixados para o resultado do exercício. j) Os efeitos nos prejuízos acumulados referem-se aos impactos na adoção dos CPCs acima mencionados. 4.2. Efeitos da adoção dos novos pronunciamentos emitidos pelo CPC nas demonstrações financeiras individuais: Adoção das novas práticas contábeis adotadas no Brasil: Na preparação das suas demonstrações financeiras individuais (identificadas como Controladora), a Companhia adotou todos os pronunciamentos e respectivas interpretações técnicas e orientações técnicas emitidos pelo CPC e aprovados pela CVM, que juntamente com as práticas contábeis incluídas na legislação societária brasileira são denominados como práticas contábeis adotadas no Brasil (BR GAAP). A Companhia aplicou as políticas contábeis definidas na nota explicativa no 2 em todos os períodos apresentados, o que inclui o balanço patrimonial de abertura em 1º de janeiro de 2009. Na mensuração dos ajustes e preparação desse balanço patrimonial de abertura, a Companhia aplicou os requerimentos constantes no CPC 43(R1) - Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40, ajustando as suas demonstrações financeiras individuais de tal forma que elas produzissem, quando consolidadas, os mesmos valores de patrimônio líquido, atribuível aos proprietários da controladora, e resultado em relação a consolidação elaborada conforme as IFRSs através da aplicação da IFRS 1 e no CPC 37(R1) - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade. Para isso, a Companhia efetuou nas duas demonstrações financeiras individuais os ajustes efetuados para a adoção das IFRSs nas demonstrações financeiras consolidadas, conforme nota explicativa acima. Tal procedimento foi adotado de forma a obter o mesmo resultado e patrimônio líquido atribuível aos proprietários da controladora nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Conciliações para as práticas contábeis anteriores (BR GAAP anterior): Efeitos da adoção das novas práticas contábeis adotadas no Brasil no balanço patrimonial individual Controladora (individual) _____________________________________________________________________ Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com Em 01/01/2009 (data de transição) as práticas contábeis anteriores) _________________________________ _________________________________ Efeito da Efeito da transição transição BR GAAP dos BR GAAP BR GAAP dos BR GAAP Item anterior CPCs Ajustado anterior CPCs Ajustado _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa 37 37 1.914 1.914 Contas a receber de clientes 5 5 5 5 Impostos a recuperar 161 161 408 408 Dividendos a receber 1.867 1.867 7.487 7.487 Adiantamentos a fornecedores e funcionários 60 60 75 75 Transações com partes relacionadas 539 539 7.091 7.091 Outras contas a receber 218 218 120 120 Despesas antecipadas 59 59 44 44 _________ __________________ _________ __________________ Total ativo circulante 2.946 2.946 17.144 17.144 Ativo não circulante Realizável a longo prazo Depósitos judiciais 280 280 280 280 Transações com partes relacionadas 5.001 5.001 3.424 3.424 Bens destinados à venda 4.750 4.750 Outros créditos 439 439 353 353 _________ __________________ _________ __________________ 5.720 5.720 8.807 8.807 Investimentos (a), (b) 139.542 14.827 154.369 188.611 18.214 206.825 Imobilizado 966 966 720 720 Intangível 484 484 529 529 _________ __________________ _________ __________________ 140.992 14.827 155.819 189.860 18.214 208.074 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total ativo não circulante 146.712 14.827 161.539 198.667 18.214 216.881 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total do Ativo 149.658 14.827 164.485 215.811 18.214 234.025 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Controladora (individual) _____________________________________________________________________ Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com Em 01/01/2009 (data de transição) as práticas contábeis anteriores) _________________________________ _________________________________ Efeito da Efeito da transição transição BR GAAP dos BR GAAP BR GAAP dos BR GAAP Item anterior CPCs Ajustado anterior CPCs Ajustado _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Passivo Circulante Fornecedores 366 366 600 600 Empréstimos e financiamentos 78.410 78.410 14.147 14.147 Debêntures e notas promissórias comerciais 49.183 49.183 Obrigações sociais e tributárias 442 442 323 323 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 132 132 323 323 Provisões para férias e encargos 609 609 607 607 Dividendos a pagar 2.125 2.125 292 292 Credores diversos 782 782 1.246 1.246 Transações com partes relacionadas 170 170 116 116 Provisão para passivo a descoberto em coligada 1.058 1.058 Outras contas a pagar 115 115 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total Passivo Circulante 83.036 83.036 68.010 68.010 Passivo não circulante Exigível a longo prazo Empréstimos e financiamentos 57 57 10.461 10.461 Debêntures e notas promissórias comerciais 111.449 111.449 Transações com partes relacionadas 21.941 21.941 15.188 15.188 Provisão para contingências 17 17 Imposto de renda e contribuição social diferidos 150 150 124 124 Obrigações sociais e tributárias 16 16 2 2 Parcelamentos federais - PAES e REFIS 1.124 1.124 3.113 3.113 Credores diversos 1.493 1.493 5.458 5.458 _________ __________________ _________ __________________ Total Passivo não Circulante 24.781 24.781 145.812 145.812 Patrimônio líquido Capital social 151.556 151.556 151.556 151.556 Reserva de capital 1.885 1.885 1.885 1.885 Reservas de lucro 19.094 19.094 19.094 19.094 Prejuízos Acumulados (a) (130.694) 14.827 (115.867) (170.546) 18.214 (152.332) _________ _________ _________ _________ _________ _________ Patrimônio Líquido 41.841 14.827 56.668 1.989 18.214 20.203 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total do Passivo e do Patrimônio Líquido 149.658 14.827 164.485 215.811 18.214 234.025 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Conciliação do patrimônio líquido individual Patrimônio líquido ajustado ____________________________________ Controladora ____________________________________ Item 01.01.2009 31.12.2009 _________ _________ _________ Patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores 41.841 1.989 Reflexo da equivalência patrimonial sobre as controladas (a) 11.446 14.833 Adoção dos pronunciamentos conceitual e CPC 15 (b) 3.381 3.381 _________ _________ Total dos ajustes com a adoção dos novos pronunciamentos 14.827 18.214 _________ _________ Patrimônio líquido de acordo com os novos pronunciamentos 56.668 20.203 _________ _________ Efeitos da adoção das novas práticas contábeis adotadas no Brasil na demonstração do resultado individual Em 31/12/2009 (data do último período apresentado de acordo com as práticas contábeis anteriores) Controladora BR GAAP em Item 31/12/2009 _____ ________________ De acordo com as práticas contábeis anteriores (39.864) Reflexo da equivalência patrimonial sobre as controladas (a) 3.399 Total dos ajustes ao resultado de acordo com as IFRSs e CPC´s 3.399 ________________ Total ajustado (36.465) ________________ Os efeitos mencionados acima estão líquidos do imposto de renda e contribuição social diferidos (ativo e passivo), quando aplicável. A Companhia reconheceu imposto de renda e contribuição social diferidos ativos somente nas controladas que possuem razoável segurança dos lucros tributáveis futuros. Efeitos da adoção das BR GAAP na demonstração dos fluxos de caixa individual: Não houve reflexos materiais no fluxo de caixa da controladora. Notas às reconciliações: (a) Efeito da equivalência patrimonial sobre os ajustes nas controladas. (b) CPC 15 - Combinação de Negócios: A Companhia possuía registrado nas demonstrações financeiras deságio por expectativa de prejuízos futuros em 31 de dezembro de 2008 e 2009 no montante de R$ 3.381. Em 2010, o valor contábil desse deságio foi baixado contra a rubrica de prejuízos acumulados em sua totalidade. 4.3. Reapresentação das Informações Trimestrais: De acordo com a Deliberação da CVM n° 659, de 25 de janeiro de 2011, as Companhias abertas que não tiveram reapresentados seus ITRs de 2010, deverão incluir nessas demonstrações financeiras anuais nota explicativa evidenciando para cada trimestre de 2010 e 2009 os efeitos no resultado e no patrimônio líquido decorrentes da plena adoção das mesmas em 2010. Os efeitos trimestrais de 2010 e 2009 são como seguem: Efeitos nos ITR de 2009: Os efeitos na controladora e no consolidado são os mesmos, exceto com relação à adição dos pronunciamentos conceituais e do CPC 15, conforme mencionados nos quadros abaixo: Efeitos no Patrimônio Líquido Consolidado ____________________________________ 31.03.2009 30.06.2009 30.09.2009 _________ _________ _________ Patrimônio Líquido BR GAAP (anterior) 33.028 51.151 29.810 Descrição dos ajustes para IFRS: Adoção CPC 29 - ativos biológicos (controladas) 26.851 26.845 26.841 Adoção CPC 43R1 - baixa do ativo diferido (controladas) (30.449) (21.647) (22.098) Adoção CPC 06 e ICPC 03 - arrendamento financeiro (controladas) 767 859 951 Adoção dos pronunciamentos conceitual e CPC 15 (controladora e controladas) 3.463 3.463 3.463 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (controladas) (116) (149) (182) Adoção CPC 27 e ICPC 10 - ativo imobilizado (controladas) (2.067) (2.537) (3.007) _________ _________ _________ Total (1.551) 6.834 5.968 _________ _________ _________ Patrimônio Líquido IFRS 31.477 57.985 35.778 _________ _________ _________ continua


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Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F4

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS continuação

Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais) Efeitos no Resultado

Consolidado ____________________________________ 31.03.2009 30.06.2009 30.09.2009 _________ _________ _________ (8.825) 9.298 (12.043)

Resultado líquido BR GAAP (anterior) Descrição dos ajustes para IFRS: Adoção CPC 29 - ativos biológicos (controladas) 300 594 884 Adoção CPC 43R1 - baixa do ativo diferido (controladas) 3.328 3.328 Adoção ICPC03 - arrendamento financeiro (controladas) 92 184 277 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (controladas) (116) (149) (182) Adoção CPC 31 - ativos não circulantes mantidos para venda (controladas) (470) (939) (1.409) _________ _________ _________ Total (194) 3.018 2.898 _________ _________ _________ Lucro (prejuízo) BR GAAP (9.019) 12.316 (9.145) _________ _________ _________ Efeitos nos ITR de 2010: Os efeitos na controladora e no consolidado são os mesmos, exceto com relação à adição dos pronunciamentos conceituais e do CPC 15, conforme mencionados nos quadros abaixo: Consolidado ____________________________________ Efeitos no Patrimônio Líquido 31.03.2010 30.06.2010 30.09.2010 _________ _________ _________ Patrimônio Líquido BR GAAP (anterior) (330) 245 (6.487) Descrição dos ajustes para IFRS: Adoção CPC 29 - ativos biológicos (controladas) 30.314 30.271 30.253 Adoção CPC 43R1 - baixa do ativo diferido (controladas) (9.311) (9.311) (9.311) Adoção CPC 06 e ICPC 03 - arrendamento financeiro (controladas) 1.145 1.242 1.339 Adoção dos pronunciamentos conceitual e CPC 15 (controladora e controladas) 3.463 3.463 3.463 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (controladas) (749) (685) (512) Adoção CPC 27 e ICPC 10 - ativo imobilizado (controladas) (4.007) (4.405) (4.948) _________ _________ _________ Total 20.855 20.575 20.284 _________ _________ _________ Patrimônio Líquido IFRS 20.525 20.820 13.797 _________ _________ _________ Consolidado ____________________________________ Efeitos no Resultado 31.03.2010 30.06.2010 30.09.2010 _________ _________ _________ Resultado líquido BR GAAP (anterior) (2.318) (1.744) (8.475) Descrição dos ajustes para IFRS: Adoção CPC 29 - ativos biológicos (controladas) 3.463 6.889 10.301 Adoção CPC 06 e ICPC 03 - arrendamento financeiro (controladas) 101 198 295 Adoção CPC 12 - ajuste a valor presente (controladas) (566) (232) 187 Adoção CPC 27 e ICPC 10 - ativo imobilizado (controladas) (464) (862) (1.405) _________ _________ _________ Total 2.534 5.993 9.378 _________ _________ _________ Lucro - IFRS 216 4.249 903 _________ _________ _________ Essas informações trimestrais foram sujeitas ao procedimento de revisão especial aplicados pelos auditores independentes da Companhia de acordo com os requerimentos da CVM para informações trimestrais (NPA 06 do IBRACON), incluindo os ajustes decorrentes da adoção das novas práticas contábeis, não tendo sido, portanto, sujeitos aos procedimentos de auditoria. 1.4. Custo Atribuído (“DEEMED COST”): A Companhia optou pela não adoção do custo atribuído (“deemed cost”), por entender que não existe diferença significativa entre os valores contábeis dos bens registrados nas demonstrações financeiras e os seus respectivos valores justos na data de transição em 1º de janeiro de 2009, conforme abaixo: a) Em 31 de dezembro de 2010 do total da rubrica de ativo imobilizado (R$ 231.177), cerca de aproximadamente 58% é representado pela construção do porto de Itapoá, sendo que a maioria dos gastos para construção do porto foram incorridos nos últimos 3 anos, por isso a Administração da Companhia entende que o valor contábil se aproxima do valor justo do principal ativo imobilizado existente na Companhia; b) Os edifícios existentes em 31 de dezembro de 2010 representam aproximadamente 9% do total da rubrica de ativo imobilizado (R$ 231.177), a grande maioria do saldo da rubrica de edifícios refere-se a ativos relativamente “novos”, construídos, na maioria dos casos, nos últimos 5 anos, por isso a Administração da Companhia entende que não há fatores que possam afetar de forma significativa o valor justo dos referidos ativos. c) O restante dos saldos da rubrica do ativo imobilizado é representado máquinas e equipamentos, móveis e utensílios, terrenos, veículos e outros, os quais a Administração da Companhia entende que não há diferenças significativas entre os valores contábeis e os seus respectivos valores justos. 5. Caixa e Equivalente de Caixa: São constituídos pelos saldos de caixa e bancos e aplicações financeiras de liquidez imediata. As aplicações financeiras referem-se basicamente a aplicações pós fixadas e de liquidez imediata, sem perdas significativas no resgate antecipado, contratados em bancos de “1ª linha”. As aplicações financeiras são atualizadas até o limite do valor de mercado desses títulos e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor, conforme demonstrado abaixo: Consolidado ___________________________________________ Instituição Financeira Tipo de Aplicação 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ________________ _________ _________ _________ Caixa e Bancos 9.660 12.270 7.176 Aplicações financeiras de liquidez imediata HSBC Bank Brasil S/A (a) CDB 20.005 18.029 Banco Votorantim S/A Em cotas 1.200 1.324 Outros 60 49 297 _________ _________ _________ Sub-total 21.265 18.078 1.621 _________ _________ _________ Total caixa e equivalente de caixa 30.925 30.348 8.797 _________ _________ _________ As aplicações financeiras em moeda nacional, correspondente a Certificados de Depósitos Bancários - CDBs, são indexados pela variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro - CDI, com taxa média anual aproximada de remuneração de 10% (8% em 31 de dezembro de 2009). A aplicação financeira no HSBC Bank Brasil S/A esta segregada por empresa da seguinte forma: - Portinvest Participações S/A de R$ 4.199 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 18.029 em 2009); - Itapoá Terminais Portuários S/A em 31 de dezembro de 2010 de R$ 12.804 (zero em 2009); e - Battistella Administração e Participações S/A de R$ 3.002 em 31 de dezembro de 2010 (zero em 2009). Na controladora o saldo de R$ 5.962 em 31 de dezembro de 2010 é composto por: a) caixa e bancos no montante de R$ 1.750 e b) aplicações de liquidez imediata em CDB no montante de R$ 4.203. As aplicações financeiras em CDB podem ser resgatadas imediatamente sem penalidade de juros, possuindo liquidez diária. 6. Títulos e Valores Mobiliários Consolidado ___________________________________________ Instituição Financeira Tipo de Aplicação 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ________________ _________ _________ _________ Banco Safra (a) CDB 363 2.562 Banco Mercantil do Brasil (a) CDB 759 320 Tesouro Nacional LFT 2.430 Deustche Bank S/A (b) LFT 7.117 59.889 _________ _________ _________Total aplicações 7.876 60.572 4.992 _________ _________ _________ (a) Inclui aplicação financeira no Banco Mercantil no valor de R$ 569 o qual é garantidora de empréstimo da Battistella Distribuidora, com vencimento em 04.05.2011 (vide nota explicativa 18). O saldo no valor de R$ 190 é garantidor de empréstimo junto à Battistella Veículos Pesados, com vencimento em 30.11.2013 (vide nota explicativa 18). A aplicação no Banco Safra em 2009 era garantidora de empréstimos junto a Battistella Distribuidora. (b) As aplicações financeiras referem-se a investimentos em Letras Financeiras do Tesouro - LFT, indexada à SELIC. Tais aplicações financeiras são liberadas de acordo com as necessidades de recursos para a construção do Porto e custos fixos da Companhia, após a aprovação pelo Conselho de Administração e pelo Agente Fiduciário da Cédula de Crédito Bancário - CCB. 7. Contas a Receber de Clientes Consolidado ____________________________________ Descrição 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Clientes mercado interno 119.377 140.239 92.180 Clientes do mercado externo 2.803 3.587 7.946 Títulos de crédito (a) 5.796 5.131 2.427 ( - ) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (4.363) (4.226) (3.370) ( - ) Ajuste a valor presente (526) (641) _________ _________ _________Total 123.087 144.090 99.183 _________ _________ _________ (a) Os títulos de crédito são compostos, basicamente, por cheques endossados, notas promissórias endossadas, duplicatas e outros títulos, gerados nos processos de vendas, especialmente da área de revenda de veículos. O prazo médio de crédito na venda de produtos é de 48 dias. Os valores do contas a receber dados em garantia estão divulgados na nota explicativa 18. As duplicatas descontadas e as operações de vendor estão demonstradas como empréstimos e financiamentos no passivo. A composição das contas a receber, por idade de vencimento, é como segue: Consolidado ____________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ A vencer 110.234 129.744 87.474 Vencidos até 30 dias 3.906 9.053 4.849 Vencidos de 31 a 60 dias 3.262 1.253 1.554 Vencidos de 61 a 90 dias 156 772 788 Vencidos acima de 91 dias 10.418 8.135 7.888 ( - ) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (4.363) (4.226) (3.370) ( - ) Ajuste a valor presente (526) (641) _________ _________ _________123.087 144.090 99.183 _________ _________ _________ O critério para constituição da provisão para crédito de liquidação duvidosa baseou-se na perda histórica dos últimos três exercícios. A Administração considera o montante da provisão suficiente para cobrir eventuais perdas. Historicamente a provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída substancialmente de duplicatas vencidas a mais de 90 dias. A despesa com a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa é registrada na demonstração do resultado, sob a rubrica de “Receitas (despesas) operacionais - com vendas”. Abaixo, a movimentação da Provisão para devedores duvidosos: Consolidado ______________________ 2.010 2.009 _________ _________ Saldo inicial (4.226) (3.370) Constituição (811) (1.015) Reversão 674 159 _________ _________ Saldo final (4.363) (4.226) _________ _________ 8. Valores a Receber de Arrendamento Mercantil Consolidado ____________________________________ Descrição 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Recebíveis de arrendamento financeiro - circulante 1.256 2.166 1.628 Recebíveis de arrendamento financeiro - não circulante 3.141 4.341 5.515 _________ _________ _________ Total Geral 4.397 6.507 7.143 _________ _________ _________ Contratos de arrendamento: Em 2007 e 2008 a Battistella Logística adquiriu veículos novos com o objetivo de arrendar esses mesmos veículos. A vigência dos contratos é de 5 anos (60 meses), sem a transferência de propriedade no final. Classificação do arrendamento: No contrato de arrendamento mercantil todos os riscos inerentes ao bem são de responsabilidade do arrendatário, não havendo qualquer responsabilidade da Battistella sobre o pagamento de seguros, licenciamento, manutenção dos veículos. Portanto, conforme definição do arrendamento mercantil financeiro, há a transferência substancial dos riscos e também dos benefícios inerentes à propriedade de um ativo. Considerando que os veículos têm a maior parte da vida econômica transferida para o arrendatário, os riscos são substancialmente transferidos ao arrendatário e o valor presente dos pagamentos se aproxima do valor justo do bem, conforme previsto no ICPC 03, em função disso, a referida operação foi registrada como arrendamento mercantil financeiro na arrendadora. Recebíveis de arrendamento financeiro: Pagamentos mínimos à valor presente ____________________________________ Consolidado ____________________________________ Descrição 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Ajustado Ajustado Vencidos 57 33 429 Em até 01 ano 1.615 2.549 1.615 Entre 02 a 05 anos 3.568 5.184 6.774 _________ _________ _________ Menos: resultado financeiro não incorrido (843) (1.259) (1.675) _________ _________ _________ Valor presente dos pagamentos mínimos a receber 4.397 6.507 7.143 _________ _________ _________ Os valores residuais não garantidos de bens arrendados por meio de arrendamento financeiro no final do período de relatório são estimados em R$ 1.928 em 31 de dezembro de 2010 (mesmo valor em 31 de dezembro de 2009 e em 01 de janeiro de 2009). A taxa de juros do arrendamento é determinada na data do contrato para todo o período do arrendamento. A taxa de juros média efetiva dos contratos é de aproximadamente 9,90% ao ano. Os saldos de crédito a receber de arrendamento financeiro no período de divulgação não estão vencidos ou não apresentam perdas de recuperação ao valor recuperável. 9. Estoques Consolidado ____________________________________ Descrição 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Produtos Acabados 2.750 4.458 8.923 Mercadorias para Revenda 18.097 22.745 33.469 Estoques em Elaboração 770 3.703 4.041 Matérias Primas 7.740 8.206 7.928 Quotas de Consórcios de Bens Duráveis (a) 520 1.146 1.374 Estoque Imobiliário 4.038 Outros Estoques 1.219 6.409 5.351 Adtos p/compra estoques (b) 4.383 3.217 4.421 _________ _________ _________ Sub-total 35.479 49.884 69.545 Provisão para Obsolescência dos Estoques (1.815) (1.317) (1.253) Provisão para desvalorização dos Estoques (c) (811) __________________ _________Total Geral 33.664 47.756 68.292 _________ _________ _________ (a) As quotas de consórcios de bens duráveis referem-se a valores pagos à Scania Administradora de Consórcios para aquisição futura de veículos destinados a revenda. (b) Os adiantamentos para compra de estoques referem-se a adiantamentos realizados para compra futura de produtos para revenda, na empresa Battistella Veículos Pesados Ltda. e Battistella Distribuidora e Indústria de Peças e Equipamentos Ltda. (c) Calculado com base nos estoques sem movimentação acima de um ano e que não podem ser utilizados em outros processos de fabricação ou sem movimentação. (d) A provisão para desvalorização dos estoques foi constituída na empresa Battistella Indústria e Comércio Ltda., com base nos produtos que apresentaram valor líquido realizável inferior aos custos registrados contabilmente. A Administração espera que os estoques sejam realizados em um período inferior a 12 meses. 10. Impostos a Recuperar Controladora Consolidado __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ PIS 51 42 63 236 281 352 Cofins 42 1.180 1.497 1.719 Finsocial (a) 4.428 3.945 3.554 IPI (b) 1.516 1.798 2.358 Imposto de Renda (c) 356 364 89 2.561 4.077 2.840 Contribuição Social 2 2 9 546 304 271 ICMS (b) 7.515 6.774 7.535 INSS (d ) 2.363 3.391 2.504 ISS 5 ( - ) Provisão para não realização (e) (2.076) ____________________________________ __________________Total Geral 451 408 161 18.269 22.072 21.133 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total Circulante (451) (408) (161) (5.107) (9.296) (9.685) Total Não Circulante 13.162 12.776 11.448 ____________________________________ _________ _________ (a) Refere-se a recolhimento de Finsocial feito a maior, cuja recuperação já foi decidida judicialmente de forma final e homologada pela Receita Federal e estão disponíveis para compensação com outros tributos federais pela Companhia. O mesmo encontra-se classificado no ativo não circulante. (b) Os valores de ICMS e IPI referem-se a créditos oriundos das operações das Companhias, registrados nos respectivos livros fiscais. Parte desses créditos estão classificados no ativo não circulante no montante de R$ 7.919, em virtude da capacidade das Controladas em compensar esses montantes no período de doze meses. Dos créditos de ICMS da empresa Battistella Indústria e Comércio Ltda., o montante de R$ 2.596 foi homologado pelo Estado de Santa Catarina, dos quais R$ 750 já foram negociados com terceiros. (c) Refere-se, principalmente a IR retido na fonte sobre aplicações financeiras na empresa Itapoá, a qual tem expectativa de realização em período superior a um ano. (d) Refere-se basicamente a INSS a recuperar de pagamentos a maior realizados pela Battistella Trading S/A, a qual está avaliando a forma de compensação desse crédito, o mesmo encontra-se classificado no ativo não circulante. (e) A provisão foi constituída com base em estudos para a realização desses impostos, conforme estabelece o CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos. Dentre as opções para utilização dos créditos mencionados acima, está sendo realizado estudo visando melhor aproveitamento através de transferências de atividades operacionais entre as empresas do grupo e incorporação de empresas, e pedido de restituição e habilitação junto as autoridades fiscais no Brasil. Os estudos efetuados pela Administração indicaram a necessidade de constituição de provisão para perdas no montante de R$ 2.076 para cobrir eventuais perdas pela realização desses ativos por valor inferior ao registrado contabilmente. 11. OUTRAS CONTAS A RECEBER Outras contas a receber Controladora Consolidado __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Pyatov Participações Ltda (a) 38.489 38.489 Outros 361 473 657 807 996 2.274 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Total Geral 38.850 473 657 39.296 996 2.274 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Circulante (38.610) (120) (218) (39.045) (608) (1.762) Não circulante 240 353 439 251 388 512 (a) Refere a venda das ações da empresa Vale Rio Canoas Silvicultura e Extração S/A, para a empresa Pyatov Participações Ltda. em 29 de Dezembro de 2010, pelo valor de US$ 23.100. Em 04 de março de 2011 recebemos R$ 24.937 (equivalentes a US$ 15.000), sendo o recebimento do saldo remanescente programado para o primeiro semestre de 2011.

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12. Partes Relacionadas As transações entre empresas da Companhia mantidas na Controladora podem ser resumidas como segue: ATIVO 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Circulante Incluído em dividendos ou lucros a receber (a) Battistella Trading S.A. - Comércio Intern. 6.352 6.352 339 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 198 Battistella Partic.em Rec.Renováveis S.A. 937 1.528 __________________ _________ 6.352 7.487 1.867 _________ _________ _________ Incluído em transações com partes relacionadas (b) Battistella Indústria e Comércio Ltda. 1.221 180 Battistella Veículos Pesados Ltda. 4.009 Battistella Logística Ltda. 8 Battistella Distr.Ind.P.Equiptos Ltda. 1.680 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 181 Battrol Distr. Imp. Rol.Peças Ltda. 351 ___________________________ 7.091 539 __________________ _________ Total ativo circulante 6.352 14.578 2.406 _________ _________ _________ Não Circulante Incluído no saldo de créditos com pessoas ligadas - mútuo (c) Battistella Indústria e Comércio Ltda. 5.001 Battistella Veículos Pesados Ltda. 3.321 Battistella Partic.em Rec.Renováveis S.A. 4 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 99 __________________ _________Total ativo não circulante 3.424 5.001 __________________ _________ PASSIVO 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Circulante Incluído em transações com partes relacionadas Battistella Indústria e Comércio Ltda. (d) 25.573 Battistella Veículos Pesados Ltda. (b) 130 Florestal Battistella S/A - Flobasa (b) 116 170 Battistella Veículos Pesados Ltda. (b) ___________________________25.703 116 170 _________ _________ _________ Incluído em dividendos a pagar (e) Melya 292 292 292 Aliança Battistella Agrop. e Adm. Bens 1.188 ___________________________ Outros diversos 11 645 _________ __________________ 303 292 2.125 _________ _________ _________ Total Passivo Circulante 26.006 408 2.295 _________ _________ _________ Não Circulante Incluído no saldo de Créditos c/Pessoas Ligadas - Mútuo (c) Florestal Battistella S/A - Flobasa 4.327 3.056 Battistella Logística Ltda. 328 Battistella Distr.Ind.P.Equiptos Ltda. 12.273 Battistella Veículos Pesados Ltda. 18.048 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 837 Battistella Adm. De Bens Ltda 10.861 __________________ _________Total Passivo Não Circulante 12.601 15.188 21.941 _________ _________ _________ RESULTADO 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Receita Prestação de Serviços Portinvest Participações S/A 90 120 590 Battistella Veículos Pesados Ltda. 344 Battistella Distr.Ind.P.Equiptos Ltda. 8 ___________________________ 90 120 942 _________ _________ _________ Receita Financeira sobre Mútuo (c) Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 14 5 Bavesa Participações Ltda. 20 Battistella Veículos Pesados Ltda 35 92 Battistella Distr.Ind.P.Equiptos Ltda. 3 Battistella Indústria e Comércio Ltda. 37 316 14 Portinvest Participações S/A 168 Battrol Distr. Imp. Rol.Peças Ltda. 30 Battistella Logística Ltda. 3 Battrol Distr. Imp. Rol.Peças Ltda. 1 Maquigeral Ind.e Com.de Máquinas Ltda. 3 2 Battistella Partic.em Rec.Renováveis S.A. 3 _________ __________________92 450 204 _________ _________ _________ Despesa Financeira sobre Mútuo (c) Battistella Indústria e Comércio Ltda. 267 455 Florestal Battistella S/A - Flobasa 498 444 8 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 2 30 4 Battistella Logística Ltda. 17 Battistella Adm. De Bens Ltda 33 Battrol Distr. Imp. Rol.Peças Ltda. 861 243 Battistella Veículos Pesados Ltda 2.689 285 __________________ _________ 1.645 3.439 752 _________ _________ _________ Despesa Financeira (f) Aliança Battistella Agrop. e Adm. Bens 258 Rateio - Despesas (b) Battistella Indústria e Comércio Ltda. 887 1.730 1.483 Modo Battistella Reflorest.S.A. - Mobasa 350 859 819 Florestal Battistella S/A - Flobasa 125 52 245 Battistella Veículos Pesados Ltda 12.315 11.830 13.362 Battistella Distr.Ind.P.Equiptos Ltda. 3.602 12.726 9.389 Maquigeral Ind.e Com.de Máquinas Ltda. 1 66 Battrol Distr. Imp. Rol.Peças Ltda. 6 19 735 Battistella Logística Ltda. 21 34 29 _________ _________ _________ 17.306 27.251 26.128 _________ _________ _________ (a) Referem-se a valores a receber e a pagar entre a Controladora e empresas ligadas decorrentes de distribuição de dividendos. Conforme estatuto da Companhia, os dividendos que não forem reclamados após 3 anos da publicação do ato societário onde tal dividendo foi aprovado, serão revertidos em favor da Companhia. (b) Referem-se a valores a receber e a pagar entre a Controladora e empresas ligadas originados pelo Convênio de compartilhamento de recursos, esforços e rateio de despesas comuns entre si que celebram as empresas do Conglomerado Battistella, firmado em 02 de janeiro de 2008. O Convênio tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros que obrigam as empresas controladas a reembolsar a empresa Controladora relativamente aos recursos e esforços despendidos por esta com a finalidade de viabilizar a realização das atividades administrativas de forma centralizada, bem como a implementação de atividades ou empreendimentos comuns. Os valores rateados foram baseados nos custos efetivamente incorridos e tem como base substancialmente o volume do faturamento. O convênio pode ser denunciado mediante comunicação expressa entre os partícipes e a empresa principal, com antecedência mínima de 60 dias e rescindido a qualquer tempo, ficando os partícipes responsáveis pelas obrigações e beneficiando-se das vantagens somente em relação ao período de sua vigência. (c) Os contratos de mútuo estão sendo atualizados à taxa de 1% ao mês. Os vencimentos da maioria desses contratos estão previstos para meados de 2011, com possibilidade de prorrogação por mais 02 (dois) anos. (d) Refere-se ao valor a pagar pela aquisição de florestas pela Florestal Battistella S.A. da Battistella Indústria e Comércio Ltda., ambas controladas pela Companhia. Em 27 de dezembro de 2010 a Companhia incorporou o acervo da Florestal Battistella S.A. assumindo assim esse passivo. (e) Referem-se principalmente a dividendos a pagar na Controladora do ano de 2007 e de dividendos da controlada Modo Battistella Reflorestamento S.A., para não controladores. (f) Refere-se a despesas com aval sobre garantias de empréstimos dadas a Controladora. As transações entre empresas da Companhia mantidas no Consolidado com partes relacionadas, não eliminadas para fins de consolidação, podem ser resumidas como segue: Consolidado 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ PASSIVO Circulante Incluído em dividendos a pagar (e) Mellya Participaciones SL 292 292 292 Aliança Battistella Agropec. e Adm Bens 1.188 E.M. Marin Adm.e Participações 197 Outros na Controladora 11 448 Não controladores da empresa Modo Battistella 545 1.187 1.151 _________ _________ _________ 848 1.479 3.276 _________ _________ _________ RESULTADO Despesa Financeira Aliança Battistella Agrop. e Adm. Bens (f) 258 Logística Brasil - Fundo de Investimento (g) 320 _________ __________________578 _________ __________________(g) Refere-se a despesas de juros sobre debêntures emitidas pela controlada Portinvest Participações S.A., a quais foram integralizadas pelo outro acionista, à Logística Brasil em 2009. Vendas de Produtos e Serviços entre empresas: Ocorreram as seguintes operações de vendas de produtos e serviços entre empresas relacionadas: 2010 2009 ______________________ _______________________ Vendas Compras Vendas Compras _________ _________ _________ _________ Battistella Ind.e Comércio Ltda 6.030 5.269 3.915 12.861 Modo Battistella Reflorest. S/A - Mobasa 5.138 6.030 12.833 3.915 Portinvest Participações S/A 90 120 Florestal Battistella S/A - Flobasa 126 28 Battistella Veículos Pesados Ltda 103 299 Battistella Distr.Ind.Peças Eqptos Ltda 147 634 157 515 Battrol Distr. Imp.Rolmts e Peças Ltda 531 142 216 157 Battistella Adm. E Partic. S/A 90 120 _________ __________________ _________12.165 12.165 17.568 17.568 _________ _________ _________ _________ Nas transações comerciais com partes relacionadas, a Companhia utiliza termos equivalentes aos que prevalecem nas transações com partes independentes. Para fins de consolidação, 100% dos valores foram eliminados. Remuneração e benefícios da administração Remuneração Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Conselho de administração 624 325 1.137 493 Diretoria 993 1.519 2.117 2.856 _________ _________ _________ _________ 1.617 1.844 3.254 3.349 _________ _________ _________ _________ Benefícios Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Conselho de administração (a) 6 5 6 5 Diretoria (b) 106 127 195 191 _________ _________ _________ _________ 112 132 201 196 _________ _________ _________ _________ A remuneração da administração é fixada pelo Conselho de Administração em Assembléia Geral Ordinária - AGO de acordo com a legislação societária brasileira e o estatuto da Companhia. Desta forma, foi deliberado na AGO realizada 30 de Abril de 2010 o montante da remuneração anual do Conselho de Administração e da diretoria fixada em R$ 3.000 para a controlada no exercício de 2010. A remuneração fixada para o exercício de 2009 correspondia a R$ 4.200. A remuneração da administração (benefícios de curto prazo) contempla os honorários dos respectivos conselheiros, honorários e remuneração dos diretores. Os referidos montantes estão registrados na rubrica “Honorário dos Administradores”. A Companhia não possui plano de previdência ou remuneração sob a forma de pagamento baseado em ações. (h) Refere-se a gastos com plano médico. (i) Refere-se a gastos com plano médico e aluguel de veículo. 13. Investimentos em Controladas e Controladas em Conjunto: A seguir, são apresentados os detalhes das controladas da Companhia no encerramento do exercício: a) Critérios de Consolidação: As Demonstrações Financeiras de 2010 foram preparadas com base nas normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários e pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis baseando-se no pronunciamento CPC 36. O quadro de participações está demonstrado a seguir: Nome das Controladas e Controladas em Conjunto

Battistella Adm.de Bens Ltda. Battistella Ind.e Com. Ltda. Battistella Logística Ltda. Battistella Trading S.A - Com. Intern.

Atividade Principal

Local de constituição e Operação

31.12.2010

31.12.2009

Compra e venda imóveis próprios

Curitiba/PR

100,00%

100,00%

Com.atacadista de madeira e produtos derivados

Rio Negrinho/SC

100,00%

100,00%

Transporte intermodal

São José Pinhais/PR

100,00%

100,00%

Participação e capital votante detidos - %

Participações em outras sociedades

Rio Negrinho/SC

100,00%

100,00%

Battistella Veículos Pesados Ltda.

Comércio atacadista de caminhões novos e usados

São José Pinhais/PR

100,00%

100,00%

Modo Battistella Refl.S/A - Mobasa

Atividades de produção florestal

Rio Negrinho/SC

98,35%

97,91%

Portinvest Participações S.A.

Operações com terminais portuários

Itapoá/SC

60,00%

60,00%

Itapoá Terminais Portuários S/A

Operações com terminais portuários

Itapoá/SC

42,00%

42,00%

Holding

Curitiba/PR

100,00%

100,00%

Ind. E comércio de máquinas, veículos e motores em geral e implementos agrícolas e rodoviários Comércio de rolamentos e prods correlatos, prestação serv assist.técnica Administração de bens, títulos, direitos e renda própria

Colombo/PR

100,00%

100,00%

São Paulo/SP

100,00%

100,00%

Curitiba/PR

100,00%

0,00%

Atividades de produção florestal

Lages/SC

0,00%

100,00%

Holding florestal

Curitiba/PR

0,00%

100,00%

Tangará Participações Ltda. Maquigeral Ind.Com.Máquinas Ltda. Battrol Distr.e Imp.de Rol.e Peças Ltda. Rio Barigui Adm. De Bens S/A Florestal Battistella S.A. - Flobasa (*) Battistella Partic. em Rec.Renováveis S.A. (*)

(*) Empresas incorporadas pela Controladora em Novembro de 2010. b) Consolidação Proporcional - Sociedades controladas em conjunto: b.1) Itapoá Terminais Portuários: Os componentes do ativo e passivo, as receitas e as despesas da empresa Itapoá Terminais Portuários S/A estão consolidadas nestas demonstrações financeiras da Companhia na proporção da participação que a Companhia detêm no seu capital social (a participação da Portinvest na Itapoá é de 70% e indiretamente a participação da Controladora na Itapoá é de 42%), desde que trata-se de sociedades controladas em conjunto.Na Itapoá, o Conselho de Administração é composto por membros escolhidos em conjunto pelos sócios. As decisões não são tomadas por um dos sócios exclusivamente, e sim, compete a um órgão colegiado composto por representantes dos acionistas. b.2) Portinvest Participações S/A: Conforme Estatuto Social da Portinvest, Ata sumária da 12ª Assembléia Geral Extraordinária, de 23 de junho de 2009, a aprovação das matérias que estão sujeitas ao quorum qualificado nas sociedades investidas dependerá de prévia aprovação pelo Conselho de Administração, composto por 5 membros, escolhidos em conjunto pelos sócios da Portinvest. As decisões não são tomadas exclusivamente por um dos sócios, sendo que o mecanismo de tomada das decisões compete a um órgão colegiado composto por representantes dos acionistas. Os componentes do ativo e passivo, as receitas e as despesas da empresa Portinvest Participações S/A estão consolidadas nestas demonstrações financeiras na proporção da participação no seu capital social (60%), já que se tratam de sociedades controladas em conjunto. Em 2009, a Administração da Companhia optou em manter a comparabilidade dos números, mesmos com a consolidação proporcional dos investimentos nas empresas Itapoá Terminais Portuários S.A. e Portinvest Participações S.A., ocorrida em 2009 (até 2008 era de forma integral), por entender que são em poucas contas (aplicações financeiras, imobilizado, diferido e empréstimos) e são facilmente identificáveis os seus efeitos. O efeito da referida consolidação proporcional resultou num efeito líquido na demonstração de fluxo de caixa da Companhia de R$ 55.488. continua


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Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F5 | Indústria&Comércio

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS continuação

Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais) c) A movimentação dos investimentos em controladas, apresentado nas demonstrações financeiras da Controladora, é como segue: Aumento Resultado de Lucros e Saldo (redução) Ganho de equivalência dividendos 01.01.2009 _________ de capital ___________ participação ___________ patrimonial distribuídos Baixas _________ __________ _________ Battistella Adm..de Bens Ltda. 8.809 2.116 Battistella Distribuidora 2.173 52.472 (34.925) Battistella Ind.e Com. Ltda. 11.785 55.288 (49.709) Battistella Logística Ltda. 1.006 244 560 Battistella Trading S.A - Com. Intern. 18.788 208 25.963 (6.166) (2.562) Battistella Veículos Pesados Ltda. 8.675 (4.504) 12.950 Modo Battistella Refl.S/A - Mobasa 3 14 Portinvest Participações S.A. 385 666 (79) Tangará Participações Ltda. 8 (1) Maquigeral Ind.Com.Máquinas Ltda. 832 504 (1.496) Battrol Distr.e Imp.de Rol.e Peças Ltda. 1.399 2.005 (4.302) Bavesa Participações Ltda. 628 24 (115) (537) Battistella Partic. em Rec.Renováveis S.A. 99.864 49 5.766 (937) (2.114) Outros investimentos 14 _________ 16 ___________- ___________- __________- __________________ Total 154.369 _________ 106.320 ___________ 666 ___________ (43.272) __________ (7.103) _________ (5.213) _________ Investimento no ativo 154.369 106.320 666 (42.214) (7.103) (5.213) (-) Provisão para passivo a descoberto em controlada (1.058) __________- __________________- _________- ___________- ___________ Saldo líquido do investimento 154.369 106.320 666 (43.272) (7.103) (5.213) _________ _________ ___________ ___________ __________ _________ Conciliação das operações continuadas com as operações descontinuadas 31.12.09 _________ Perda por equivalência em operação continuada (39.438) Perda por equivalência em operação descontinuada_________ (3.834) Total da equivalência patrimonial no resultado (43.272) _________ Aumento Resultado de Lucros e Saldo (redução) Reversão de equivalência dividendos 31.12.2009 _________ de capital ___________ dividendos ___________ patrimonial ___________ distribuídos ___________ Incorporação _______ Baixas _________ Battistella Adm.de Bens Ltda. 10.925 (8.795) (4) (2.115) Battistella Distribuidora e Indústria de Peças e Equip Ltda. 19.720 3.190 (6.875) Battistella Ind.e Com. Ltda. 17.364 5.446 Battistella Logística Ltda. 1.810 189 (167) Battistella Trading S.A - Com. Intern. 36.231 2.842 (2.794) Battistella Veículos Pesados Ltda. 17.121 (3.838) 23.803 (18.481) Modo Battistella Refl.S/A - Mobasa (a) 17 8.246 80.586 Portinvest Participações S.A. 972 (58) Tangará Participações Ltda. 7 (1) Maquigeral Ind.Com.Máquinas Ltda. (160) (21) Battrol Distr..e Imp.de Rol.e Peças Ltda. (898) 984 (732) Vale Rio Canoas Silvicultura e Extração S/A (c) 27.320 (27.320) Battistella Partic. em Rec. Renováveis S.A. (a) 102.628 (2.666) 657 (20.095) (80.524) Florestal Battistella S/A - Flobasa (b) 62 (62) Outros investimentos 30 _________- ___________- ___________- ___________- ___________- ________________ Total 205.767 _________ (11.222) ___________ 657 ___________ 16.813 ___________ (20.596) ___________ 27.320 _______ (27.320) _________ Investimento no ativo 206.825 (12.206) 657 17.566 (20.596) 27.320 (27.320) (-) Provisão para passivo a descoberto em controlada (1.058) _________ 984 ___________- ___________ (753) ___________- ___________- ________________ Saldo líquido do investimento 205.767 _________ (11.222) ___________ 657 ___________ 16.813 ___________ (20.596) ___________ 27.320 _______ (27.320) _________ Conciliação das operações continuadas com as operações descontinuadas 31.12.10 _________ Ganho por equivalência em operação continuada 25.190 Perda por equivalência em operação descontinuada (8.377)

Saldo 31.12.2009 _________ 10.925 19.720 17.364 1.810 36.231 17.121 17 972 7 (160) (898) 102.628 30 _________ 205.767 _________ 206.825 (1.058) _________ 205.767 _________

Saldo 31.12.2010 _________ 11 16.035 22.810 1.832 36.279 18.605 88.849 914 6 (181) (646) 30 _________ 184.544 _________ 185.371 (827) _________ 184.544 _________

Total da equivalência _________ patrimonial no resultado 16.813 _________ a) Em 16 novembro de 2010, a empresa Battistella Participação em Recursos Renováveis S/A (controlada) foi incorporada pela empresa Battistella Administração e Participações S/A (Controladora), conforme protocolo e Justificação de Incorporação e Ata da 26ª Assembléia Geral, com essa operação ocorreu na incorporação dos investimentos junto a Florestal Battistella e Modo Battistella Reflorestamento, em que a Battistella Participação em Recursos Renováveis era Controladora. b) Em 27 de dezembro de 2010, ocorreu a incorporação da empresa Florestal Battistella S/A - Flobasa (Controlada) pela empresa Battistella Administração e Participações S/A (Controladora), conforme protocolo e Justificação de incorporação e Ata da 27ª Assembléia Geral Extraordinária. c) Em 19 de novembro de 2010 foi constituída nova empresa denominada Vale Rio Canoas Silvicultura e Extração S/A, de capital fechado, com foro e domicílio na cidade de Rio Negrinho/SC, com o objeto social de exploração de atividade silvicultura e de colheita de árvores plantadas. O capital social foi subscrito e integralizado em 20 de dezembro de 2010, através de florestas da controlada Florestal Battistella - Flobasa. Em 29 de dezembro de 2010 houve a alienação de 100% das ações para a empresa Pyatov Participações Ltda (terceiros). 14. Imobilizado Controladora Depreciação Líquido _________________________________ Descrição Custo Acumulada 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ___________________________________ _________ ___________ _________ _________ _________ Imobilizado Terrenos 70 70 71 104 Imóveis 52 Móveis, Utensílios e Ferramentas 462 (252) 210 234 272 Computadores e Periféricos 959 (593) 366 411 461 Benfeitorias em bens de terceiros 168 (163) 5 4 77 _________ ___________ _________ _________ _________ Total 1.659 (1.008) 651 720 966 _________ ___________ _________ _________ _________ Consolidado Depreciação Amortização Líquido _________________________________ Descrição Custo Acumulada 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ___________________________________ _________ ___________ _________ _________ _________ Imobilizado Terrenos 21.719 21.719 22.413 27.385 Imóveis (a) 28.996 (9.106) 19.698 21.345 25.573 Máquinas, equipamentos e instalações (a) 86.646 (34.438) 48.977 16.689 17.400 Veículos 22.176 (13.627) 11.964 9.328 6.607 Móveis, utensílios e ferramentas 10.265 (6.186) 4.058 3.869 4.167 Computadores e periféricos 5.909 (3.852) 2.050 1.677 2.302 Benfeitorias em bens de terceiros 2.991 (1.366) 1.625 1.744 1.940 Outras Imobilizações 4.981 (4.174) 843 834 941 Imobilizações em andamento (b) 133.470 133.470 98.438 44.200 (-) Redução no valor recuperável (13.227) (13.227) (10.937) ____________________ _________ _________ _________Total 317.153 (85.976) 231.177 165.400 130.515 _________ ___________ _________ _________ _________ (a) Houve a redução das atividades com madeira serrada da Battistella Indústria e Comércio Ltda., em função das novas diretrizes da Companhia. As estruturas permanecerão instaladas, prontas para reativação, caso haja um reaquecimento desse mercado. Devido à existência de bens desativados, e ativos imobilizados operando com baixo volume de produção, a Administração elaborou estudos, com base em suas análises dos fluxos de caixa preparados de acordos com a projeção orçamentária aprovada pela Administração de acordo com o pronunciamento contábil CPC 01, para verificar se os ativos com essas características estão registrados por valor superior aquele possível de ser recuperado por uso ou venda. Após a conclusão desses estudos a Administração da Companhia concluiu pela necessidade de registro de provisão para impairment no montante de R$ 10.937, a qual foi reconhecida no resultado no ano de 2009, na rubrica “Outras receitas (despesas)”. Em dezembro de 2010 a Administração refez os estudos e julgou necessário aumentar a provisão em R$ 2.290, registrado no resultado do exercício de 2010. O referido estudo será monitorado pela Administração e, se necessário, a provisão será ajustada de forma a refletir os resultados reais obtidos por esta unidade de negócio da Companhia. (b) O imobilizado em andamento refere-se principalmente a construção do porto de Itapoá. Os juros incorridos sobre o financiamento obtido junto ao Banco BVA, estão sendo capitalizados, até o término da construção do porto. O montante dos juros capitalizados está demonstrado na nota explicativa 34. A Companhia efetua anualmente a revisão da vida útil dos imobilizados em atendimento ao ICPC 10 - Interpretação sobre a aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27,28,37 e 43, o qual exige que a vida útil e o valor residual do imobilizado seja revisada no mínimo a cada exercício, sendo a primeira delas no saldo de abertura do exercício social iniciado a partir de 1º de Janeiro de 2010. Para o exercício de 2010, a Companhia efetuou a revisão da vida útil dos Edifícios. Para este cálculo foram elaborados laudos técnicos por empresa de engenharia, avaliações e perícias. Para os demais itens do imobilizado a Companhia, em 31 de dezembro de 2010, julga adequada a estimativa que já vem sendo utilizada. O efeito da revisão da vida útil foi uma reversão da depreciação acumulada no montante de R$ 643. Em 31 de dezembro de 2009 a Companhia possuía o montante de R$ 7.089 registrado como ativos classificados como mantidos para venda. Em 2010 a Companhia alienou parte do referido ativo, no montante aproximado de R$ 4 milhões e após analise do CPC 31, reclassificou o saldo remanescente desses ativos para rubrica do ativo imobilizado, conforme mencionado na nota explicativa 4.1.e. Os valores do ativo imobilizado dados em garantia estão divulgados na nota explicativa 18. A vida útil dos itens utilizada no cálculo da depreciação é como segue: Anos ______ Imóveis 60 Máquinas, Equipamentos e Instalações 10 Veículos 5 Veículos adquiridos por arrendamento financeiro 5 Móveis, Utensílios e Ferramentas 10 Computadores e Periféricos 5 Benfeitorias em Imóveis de Terceiros 10 Abaixo demonstramos quadro da movimentação do ativo imobilizado: Controladora ________________________________________________________________________ Móveis, Benfeitorias Utensílios e Computadores em Bens CUSTO Terrenos Imóveis ___________ Ferramentas ____________ e Periféricos de terceiros _________ Total _________ _________ __________ Saldo em 1° de janeiro de 2009 104 73 475 824 192 _________ 1.668 _________ _________ ___________ ____________ __________ Adições 5.477 18 75 5.570 Baixas (760) (73) (37) (34) (29) (933) Transferências (*) (4.750) (4.750) _________ _________ ___________ ____________ __________ _________ Saldo em 31 de dezembro de 2009 71 456 ____________ 865 __________ 163 _________ 1.555 _________ _________- ___________ Adições 10 99 5 114 Baixas (1) (4) ____________ (5) __________ _________ (10) _________ _________ ___________ Saldo em 31 de dezembro de 2010 70 462 959 168 1.659 _________ _________ ___________ ____________ __________ _________ (*) Houve em 2009 a transferência de terrenos e imóveis para rubrica de ativos não circulantes matidos para venda. Controladora _____________________________________________________________ Benfeitorias Móveis, Computadores em Bens Depreciação Acumulada Imóveis ___________ Utensílios ____________ e Periféricos de terceiros Total Geral _________ __________ _________ Saldo em 1° de janeiro de 2009 21 203 363 115 702 Despesas 3 33 121 68 225 Baixas (24) ___________ (14) ____________ (30) __________ (24) _________ (92) _________ Saldo em 31 de dezembro de 2009 222 ____________ 454 __________ 159 _________ 835 _________- ___________ Adições 31 141 4 176 Baixas (1) ____________ (2) __________ _________ (3) _________- ___________ Saldo em 31 de dezembro de 2010 252 ____________ 593 __________ 163 _________ 1.008 _________- ___________ Consolidado ______________________________________________________________________________________________________ Móveis, Imobilizações Máquinas e Utensílios e Computadores em Outras CUSTO Terrenos _______ Imóveis Equipamentos e Periféricos Veículos andamento Benfeitorias Total _______ ___________ Ferramentas __________ ___________ ______ ___________ _________ Imobilizações ___________ _______ Saldo em 1° de janeiro de 2009 27.385 _______ 39.662 ___________ 50.977 __________ 9.392 ___________ 5.001 ______ 16.946 ___________ 44.200 _________ 2.698 ___________ 4.843 _______ 201.104 _______ Eliminação para consolidação parcial (5.860) (904) (57) (104) (24.178) (50) - (31.153) Adições 5.801 112 1.101 347 202 4.209 81.160 198 45 93.175 Baixas (123) (39) (1.407) (75) (153) (613) (9) (29) (7) (2.455) Transferências (*) (4.790) (8.830) 2.365 28 (2.735) - (13.962) Saldo em 31 de _______ _______ ___________ __________ ___________ ______ ___________ _________ ___________ _______ dezembro de 2009 22.413 _______ 30.001 ___________ 53.036 __________ 9.607 ___________ 4.946 ______ 20.570 ___________ 98.438 _________ 2.817 ___________ 4.881 _______ 246.709 _______ Adições 1.763 631 1.035 985 1.084 2.811 73.043 161 115 81.628 Baixas (2.457) (1.600) (5.413) (328) (123) (1.205) (23) (35) (11.184) Transferências (36) 37.988 1 2 (38.011) 36 20 Saldo em 31 de _______ _______ ___________ __________ ___________ ______ ___________ _________ ___________ _______ dezembro de 2010 21.719 _______ 28.996 ___________ 86.646 __________ 10.265 ___________ 5.909 ______ 22.176 ___________ 133.470 _________ 2.991 ___________ 4.981 _______ 317.153 _______ (*) Houve em 2009 a transferência de terrenos e imóveis para rubrica de ativos não circulantes matidos para venda. Consolidado ______________________________________________________________________________________________________ Depreciação Acumulada Móveis, Benfeitorias Redução e Valor Recuperável Máquinas e Utensílios e Computadores em bens Outras Total no Valor Total de Ativos Imóveis Equipamentos Ferramentas ____________ e Periféricos _______ Veículos _________ de terceiros ___________ Imobilizações Depreciação Recuperável _______ Geral ______ ___________ __________ _________ __________ Saldo em 1° de janeiro de 2009 14.177 ___________ 35.060 __________ 5.233 ____________ 2.704 _______ 8.752 _________ 759 ___________ 3.904 _________ 70.589 __________- _______ 70.589 ______ Adições 1.138 2.386 557 718 2.933 338 144 8.214 10.937 19.151 Baixas (39) (846) (52) (153) (443) (24) (1) (1.558) - (1.558) Transferências (*) (6.620) (253) (6.873) - (6.873) Saldo em 31 de ______ ___________ __________ ____________ _______ _________ ___________ _________ __________ _______ dezembro de 2009 8.656 36.347 5.738 3.269 11.242 1.073 4.047 70.372 10.937 81.309 ______ ___________ __________ ____________ _______ _________ ___________ _________ __________ _______ Adições 999 2.356 569 687 3.316 298 140 8.365 2.290 10.655 Baixas (549) (4.265) (121) (104) (931) (5) (13) (5.988) - (5.988) Saldo em 31 de ______ ___________ __________ ____________ _______ _________ ___________ _________ __________ _______ dezembro de 2010 9.106 34.438 6.186 3.852 13.627 1.366 4.174 72.749 13.227 85.976 ______ ___________ __________ ____________ _______ _________ ___________ _________ __________ _______ (*) Houve em 2009 a transferência de terrenos e imóveis para rubrica de ativos não circulantes matidos para venda. 15. Ativo Biológico: Os ativos biológicos da Companhia compreendem o cultivo e plantio de florestas de pinus para abastecimento de matéria-prima na produção de madeira serrada e vendas de toras de madeira para terceiros. O saldo dos ativos biológicos da Companhia é composto pelo custo de formação das florestas e do diferencial do valor justo sobre o custo de formação, para que o saldo de ativos biológicos como um todo seja registrado a valor justo, menos os custos necessários para colocação dos ativos em condição de uso ou venda, da seguinte forma: Consolidado - IFRS ____________________________________ Descrição 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ Custo de formação dos ativos biológicos 53.928 71.336 80.077 Diferencial entre valor justo e custo de formação 26.902 27.321 26.551 _________ _________ _________ Valor justo dos ativos biológicos 80.830 98.657 106.628 _________ _________ _________ A avaliação dos ativos biológicos por seu valor justo considera certas estimativas, tais como: preço de madeira, taxa de desconto, plano de colheita das florestas e volume de produtividade, as quais estão sujeitas a incertezas, podendo gerar efeitos nos resultados futuros em decorrência de suas variações. As informações acerca dos ativos dados em garantia de operações firmadas pela Companhia se encontram descritos na nota explicativa 18. Os ativos biológicos estão registrados substancialmente em empresas cujo regime de tributação é o lucro presumido, portanto os ajustes gerados pela mensuração dos ativos biológicos a valor justo, resultaram no reconhecimento de imposto de renda e contribuição social diferida passiva considerando a realização desse ativo por esse regime de tributação. a) Premissas para o reconhecimento do valor justo dos ativos biológicos: Com base no CPC 29 (IAS 41) - Ativo Biológico e Produto Agrícola, a Companhia reconhece seus ativos biológicos a valor justo seguindo as seguintes premissas em sua apuração: (i) São mantidas a custo histórico as florestas até o quarto ano de plantio, em decorrência do entendimento da Administração de que durante esse período, o custo histórico dos ativos biológicos se aproxima de seu valor justo; (ii) As florestas após o quinto ano de plantio, são valorizadas por seu valor justo, o qual reflete o preço de venda do ativo menos os custos necessários para colocação do produto em condições de venda ou consumo; (iii) A metodologia utilizada na mensuração do valor justo dos ativos biológicos corresponde a projeção dos fluxos de caixa futuros de acordo com o ciclo de produtividade projetado das florestas, levando-se em consideração as variações de preço e crescimento dos ativos biológicos; (iv) A taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa corresponde ao WACC da Companhia (11% a.a), o qual é revisado periodicamente pela Administração; (v) Os volumes de produtividade projetados das florestas são definidos com base em uma estratificação em função de cada material genético implantado, solo, clima nos locais de plantio. O conjunto dessas características compõe

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um índice denominado IMA (Incremento Médio Anual), expresso em metros cúbicos por hectare/ano utilizado como base na projeção de produtividade. (vi) Os preços dos ativos biológicos, denominados em R$/metro cúbico são obtidos através de pesquisas de preço de mercado, divulgados por empresas especializadas, além dos preços praticados pela Companhia em vendas para terceiros. Os preços obtidos são ajustados deduzindo-se os custos de capital referente a terras, em decorrência de tratarem-se de ativos contribuintes para o plantio das florestas e demais custos necessários para colocação dos ativos em condição de venda ou consumo; (vii) Os gastos com plantio referem-se aos custos de formação dos ativos biológicos; (viii) A apuração da exaustão dos ativos biológicos é realizada com base no valor justo dos ativos biológicos colhidos no período; (ix) A Companhia definiu por efetuar a reavaliação do valor justo de seus ativos biológicos semestralmente, desde que não haja variação significativa de preço neste período, sob o entendimento de que este intervalo é suficiente para que não tenha defasagem do saldo de valor justo dos ativos biológicos registrado em suas demonstrações financeiras. b) Reconciliação das variações de valor justo: As movimentações dos períodos são demonstradas abaixo: Consolidado ___________ Saldo em 01 de Janeiro de 2009 - ajustado 106.628 ___________ Plantio 8.833 Exaustão (17.958) Variação de valor justo por: - Preço (3.865) - Crescimento 5.019 ___________ Saldo em 31 de Dezembro de 2009 - ajustado 98.657 ___________ Plantio 13.666 Exaustão (16.985) Venda de florestas (Vale do Rio Canoas) (27.320) Variação de valor justo por: - Preço 8.097 -Crescimento 4.715 ___________ Saldo em 31 de Dezembro de 2010 80.830 ___________ A exaustão dos ativos biológicos dos períodos foi substancialmente apropriada ao custo de produção, após a utilização no processo produtivo ou venda para terceiros. Durante o exercício de 2009, dentre os fatores que levaram a uma redução no saldo dos ativos biológicos, destaca-se a queda no preço de pinus no mercado equivalente a 5%. Com a retomada da atividade econômica no exercício de 2010, os volumes totais de madeira que incluem a venda da participação da controlada Vale do Rio Canoas. A Administração da Companhia estima que houve um crescimento médio de 12% nas florestas em relação ao ano anterior e os preços médios apresentaram recuperação gerando um efeito positivo na avaliação do valor justo das florestas. 16. Intangível Controladora Amortização Líquido _________________________________ Descrição Custo Acumulada 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ___________________________________ _________ ___________ _________ _________ _________ Intangível Programas de Software (a) 1.150 (716) 434 519 474 Marcas de Fábrica 19 (5) 14 10 10 _________ ___________ _________ _________ _________ Total 1.169 (721) 448 529 484 _________ ___________ _________ _________ _________ Consolidado Amortização Líquido _________________________________ Descrição Custo Acumulada 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 ___________________________________ _________ ___________ _________ _________ _________ Intangível Programas de Software (a) 4.815 (2.920) 1.895 1.286 1.550 Marcas de Fábrica 136 (81) 55 64 56 Outros 26 (25) 1 3 5 _________ ___________ _________ _________ _________ Total 4.977 (3.026) 1.951 1.353 1.611 _________ ___________ _________ _________ _________ (a) Os programas de Software incluídos neste grupo de contas são possíveis de identificação individual no controle de patrimônio da empresa, e irão gerar benefícios futuros, conforme especificado na deliberação CVM nº 553/08. Abaixo demonstramos quadro de movimentação do ativo intangível: Controladora Descrição 01.01.2009 Adições 31.12.2009 Adições (-) Baixas 31.12.2010 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Programas de Software 879 74 1.076 74 1.150 Marcas de Fábrica 19 19 19 ( - ) Amortização (395) (174) (547) (174) (721) _________ _________ _________ _________ __________________ Saldo líquido 484 (81) 529 (81) 448 _________ _________ _________ _________ __________________ Consolidado Descrição 01.01.2009 Adições 31.12.2009 Adições (-) Baixas 31.12.2010 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Programas de Software 3.594 179 3.773 1.042 4.815 Marcas de Fábrica 116 18 134 2 136 Outros 28 28 (2) 26 _________ __________________ __________________ _________ Sub-total 3.738 197 3.935 1.044 (2) 4.977 ( - ) Amortização (2.127) (455) (2.582) (444) (3.026) _________ _________ _________ _________ _________ _________ Saldo líquido 1.611 (258) 1.353 600 (2) 1.951 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 17. Fornecedores Controladora Consolidado __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Mercado Interno 214 600 366 34.603 50.475 38.317 Mercado Externo 557 AVP - Fornecedores (199) (123) ____________________________________ _________ _________214 600 366 34.961 50.352 38.317 _________ _________ _________ _________ _________ _________ O prazo médio de pagamento para fornecedores é 30 dias. Não são cobrados juros sobre as contas a pagar pelos primeiros 05 dias a partir da data da fatura. A partir de então, juros mensais de 2,5 % a 4 % são cobrados sobre o saldo a pagar. A Companhia coloca em prática suas políticas de gerenciamento dos riscos financeiros para garantir que todas as obrigações sejam pagas conformes os termos originalmente acordados. 18. Empréstimos e Financiamentos Taxa de Juros IndeVencimento _____________________________ Controladora _____________________________ Consolidado Descrição Anual xador ____________ Modalidade __________ Final _________ 31.12.2010 _________ 31.12.2009 _________ 01.01.2009 _________ 31.12.2010 _________ 31.12.2009 _________ 01.01.2009 _______ _____ Moeda estrangeira Banco Votorantim S/A (d) 17,63% CDI Swap 02.09.13 3.040 3.040 221 Banco ABN AMRO Bank 7,50% USD Capital de Giro 04.09.09 8.415 Banco do Brasil S/A 5,60% USD ACC - Adto Contr.Câmbio 13.12.10 1.403 1.992 Banco Itaú S/A 8,50% USD Res. 2770 06.08.09 BES - Invest.do Brasil S/A 5,00% USD Capital de Giro 01.04.09 16.612 16.612 Banco do Estado R.Grande Sul 5,81% USD ACC - Adto Contr.Câmbio 01.04.09 1.166 LHF Foreign LLC (a) 9,00% USD Empréstimo 01.09.15 _________ 17.197 _________- _________- _________ 17.197 _________- _________20.237 16.612 20.237 1.403 28.406 Moeda Nacional Financiamentos HSBC Bank Brasil S/A 15,46% CDI Capital de Giro 27.693 63.964 Banco Votorantim S/A 17,95% CDI Capital de Giro 25.06.12 15.058 15.802 15.058 51.005 Banco Itaú S/A (c ) 16,80% CDI Capital de giro 14.10.09 5.903 39.680 Banco Santander (Brasil) S/A 16,76% CDI Capital de Giro 10.10.10 1.472 7.720 8.565 1.472 Banco Safra S/A 16,00% CDI Capital de giro 24.06.11 1.931 4.654 Banco do Brasil S/A 14,70% CDI Capital de Giro 20.08.15 1.777 1.955 7.527 13.156 12.620 Banco BBM S/A 22,50% CDI Capital de Giro 15.06.11 6.440 12.195 BES - Investimento do Brasil 15,18% CDI Capital de Giro 31.07.12 10.719 16.667 10.719 16.667 Banco ABC Brasil S/A (b) 18,46% CDI Capital de Giro 08.10.13 4.394 4.585 5.037 9.074 6.834 8.174 Banco do Estado R.Grande Sul 20,64% CDI Capital de Giro 30.06.11 13.516 1.522 1.811 17.977 6.029 4.526 Banco Industrial e Comercial S/A 21,86% CDI Capital de Giro 06.12.10 2.026 6.775 6.517 4.041 Banco Mercantil do Brasil S/A 21,08% CDI Capital de Giro 25.06.14 13.564 3.039 Banco Sofisa S/A 18,99% CDI Capital de Giro 31.08.12 4.197 1.009 Banco BVA S/A 19,17% CDI Capital de Giro 25.10.14 16.617 16.617 Banco Fibra S/A 19,70% CDI Capital de Giro 06.06.11 1.357 Banco Daycoval S/A 18,99% CDI Capital de Giro 27.05.11 3.695 Parana Banco 19,77% CDI Capital de Giro 09.03.11 1.063 Outras Instituições Financ. 6,65% CDI diversos diversos _________- _________- _________- _________ 370 _________ 370 _________ 438 60.304 24.551 61.699 115.713 70.557 202.769 Arrendamento (Leasing) Banco Itaú S/A 17,10% Pré-fixada Leasing 20.01.12 57 156 17 96 216 Banco Safra S/A 19,42% Pré-fixada Leasing 20.08.12 180 266 105 Banco do Brasil S/A 15,65% CDI Leasing 28.11.12 168 592 Banco Dibens 13,43% Pré-fixada Leasing 28.11.12 848 1.361 1.817 Banco Catterpilar Financial 19,16% Pré-fixada Leasing 20.11.12 2.043 1.621 1.258 Societe Generale leasing S/A 20,41% Pré-fixada Leasing 24.03.13 1.299 1.725 Banco Sofisa S/A 9,92% TJLP Leasing 15.10.12 _________- _________- _________- _________ 25 _________- _________57 156 4.412 5.237 3.988 Empréstimos para investimento Banco Santander (Brasil) S/A 9,87% TJLP Finame 15.11.12 1.922 2.934 3.942 Banco Safra S/A 9,50% TJLP Finame 16.11.12 597 893 2.937 Banco ABC Brasil S/A 6,40% TJLP Finame 15.02.10 106 Financeira Alfa S/A 12,78% TJLP Finame 15.11.10 439 916 Banco do Brasil S/A 7,80% TJLP Finame 15.05.12 600 1.021 1.440 Banco Sofisa S/A 10,66% TJLP Finame 15.10.12 551 850 1.147 União de Bancos Bras.S/A 9,92% TJLP Finame 15.12.12 550 893 1.214 Banco Catterpilar Financial 13,00% TJLP Finame 25.05.14 548 Banco de Lage 9,18% TJLP Finame 15.07.11 36 136 204 Banco BVA S/A - Porto (c) 11,00% IPCA Investimento 29.05.19 176.246 147.239 Banco Wes LB - Porto CDI + 1,15% CDI Investimento 29.05.19 39.123 HSBC Bank Brasil S/A 13,98% CDI Procer 15.07.12 12.189 138 2.516 ( - ) Custos a apropriar s/empréstimos (e) (2.519) _________- _________- _________ (12.394) _________ (11.151) __________________ (2.519) 180.845 143.498 53.439 Empréstimos-aquisição de peças e veículos Bradesco S.A. (BCN) 14,97% Pré-fixada Capital de giro diversos 54.277 68.469 16.744 Bradesco S.A. 13,00% Pré-fixada Capital de giro 30.03.09 _________- _________- _________- _________- _________- _________ 3.270 54.277 68.469 20.014 Empréstimos-desconto de duplicatas Banco do Brasil S/A 12,00% Pré-fixada Desconto de duplicata diversos _________- _________- _________- _________ 34 _________ 3.933 _________ 1.081 34 _________ 3.933 _________ 1.081 _________- _________- _________- _________ TOTAL EMPRÉSTIMOS 78.022 _________ 24.608 _________ 78.467 _________ 375.518 _________ 293.097 _________ 309.697 _________ Circulante (28.546) _________ (14.147) _________ (78.410) _________ (142.988) _________ (138.466) _________ (298.983) _________ Não Circulante 49.476 _________ 10.461 _________ 57 _________ 232.530 _________ 154.631 _________ 10.714 _________ (a) Em consonância com a estratégia da Companhia de alongar o perfil de seu endividamento, em 16 de agosto de 2010 foi celebrado contrato de empréstimo entre LHF Foreign LLC e Battistella Administração e Participações S/A no valor de U$ 10.000 realizado num único desembolso em 01 de setembro de 2010, cujos recursos foram utilizados exclusivamente para amortizar dívidas em aberto existentes na Companhia, em específico debêntures. O valor do principal deverá ser liquidado até 01 de setembro de 2015. Os juros devidos serão iguais ao montante principal multiplicado pela taxa de juros (9% a.a reajustada anualmente pelo IPC), acumulados a partir da data de desembolso e pagos anualmente em 01 de setembro de cada ano e a 1ª parcela vencerá em 01 de setembro de 2011. (b) Em 31 de dezembro de 2008 a Battistella Administração e Participações S.A. realizou “Instrumento de Assunção de Obrigações” junto à Battistella Distribuidora Ltda., assumindo o passivo de sua controlada sobre empréstimos. (c) Em 03 de junho de 2009 foi assinada Cédula de Crédito Bancário (CCBs) entre a controlada em conjunto Itapoá Terminais Portuários S/A (emitente) e o Banco BVA S/A (credor) no valor total de R$ 330.000, com vencimento final para maio de 2019, com pagamentos semestrais de parcelas de juros e principal a partir de julho de 2012 e vencimento final para maio de 2019. Os compradores das CCBs foram os fundos de pensão Petros- Fundação Petrobras de Seguridade Social e Funcef- Fundação dos Economiários Federais, em partes iguais. O contrato está garantido pelas ações da controlada em conjunto (“Itapoá”), seus ativos, tanto fixos quanto os recebíveis. A referida cédula exige que a controlada em conjunto (“Itapoá”) atenda os seguintes índices financeiros durante o período de sua vigência: (i) índice de cobertura do serviço da dívida da controlada em conjunto: maior ou igual a 1,5; (ii) índice da dívida liquida sobre o patrimônio da controlada em conjunto: igual ou inferior a 80:20 (70:30 após o sexto aniversário do contrato); (iii) índice da dívida líquida sobre o EBITDA da controlada em conjunto: no máximo igual a 3, a partir do sexto aniversário do contrato. (d) Através de contrato de hedge / swap pactuado com o Banco Votorantim, a Companhia trocou a taxa de US$ + 9% a.a por 164% do CDI, pelo período de 03 anos - 01 de setembro de 2013. (e) Referem-se basicamente aos custos incorridos e atribuíveis às atividades necessárias para o processo de captação de recursos, através da Cédula de Crédito Bancário (CCBs), como: gastos com a elaboração de prospectos e relatórios, remuneração de serviços profissionais de terceiros, impostos, taxas e comissões. Conforme previsto no CPC 08, tais custos integram a taxa efetiva de juros. As garantias reais sobre as operações de empréstimos, debêntures e notas promissórias (da posição constante na nota explicativa 19) são conforme quadro abaixo: Instituição

Vcto Inicial

Battistella Adm. e Partic. S/A Battistella Adm. e Partic. S/A Battistella Adm. e Partic. S/A Battistella Adm. e Partic. S/A Battistella Adm. e Partic. S/A

HSBC Votorantim Itaú-BBA Banrisul BES

Dezembro 2010 Dezembro 2010 Dezembro 2010 Abril 2011 Julho 2010

Prazo Negociado 60 meses 60 meses 60 meses 60 meses 36 meses

Battistella Adm. e Partic. S/A

BVA

Janeiro 2011

46 meses

6 meses

R$ 6.000

Julho 2011 Maio 2011

24 meses 05 meses

12 meses

R$ 10.000 R$ 5.000

Empresa

Battistella Adm. e Partic. S/A Battistella Adm. e Partic. S/A

Votorantim Votorantim LHF Foreign Battistella Adm. e Partic. S/A LLC GMO Battistella Veícs Pesados Ltda Mercantil Battistella Veícs Pesados Ltda Santander Battistella Veícs Pesados Ltda Banco do Brasil Battistella Veícs Pesados Ltda Sofisa Battistella Distribuidora Ltda Mercantil Battistella Distribuidora Ltda ABC Battistella Distribuidora Ltda ABC Battistella Distribuidora Ltda Fibra Battistella Ind.e Comércio Ltda Banco do Brasil Battistella Ind.e Comércio Ltda HSBC Battistella Ind.e Comércio Ltda Santander

Setembro 2015

60 meses

Dezembro 2010 Setembro 2010 Janeiro 2011 Setembro 2010 Jan e Abr 2011 Novembro 2010 Novembro 2010 Julho 2010 Agosto 2011 Novembro 2010 Fevereiro 2011

48 meses 6 meses 14 meses 24 meses 4 meses 42 meses 6 meses 12 meses 12 meses 24 meses 6 meses

Abaixo, demonstramos o quadro de movimentação dos empréstimos: Saldo em 01.01.2009 Captações Juros e atualizações (-) Pagamento do principal (-) Pagamento de juros Saldo em 31.12.2009 Captações Juros e atualizações (-) Pagamento do principal (-) Pagamento de juros (-) Custos a amortizar Saldo em 31.12.2010

Carência

Valor

Garantia

11 meses 11 meses 11 meses 3 meses 12 meses

R$ 51.000 R$ 35.800 R$ 28.400 R$ 13.500 R$ 14.989

Terras, Florestas e Fidejussória Terras, Florestas e Fidejussória Terras, Florestas e Fidejussória Imovel em Rio Negrinho e 30% duplicatas Terras e Florestas R$ 4,2MM em estoques da Battistella Veícs Pesados Ltda Ações da Battistella Trading Estoque Battistella Distribuidora Ltda

6 meses

5 meses

3 meses

R$ 17.510

Terras e Florestas

R$ 4.000 R$ 4.600 R$ 1.000 R$ 2.945 R$ 5.000 R$ 5.000 R$ 1.800 R$ 1.000 R$ 3.000 R$ 13.000 R$ 3.650

Imóvel em Ponta Grossa Terras e Florestas 125% saldo devedor c/duplicatas 60% saldo devedor c/duplicatas 10% de aplicação em CDB Terras Terras 75% saldo devedor c/cheques Terras e Florestas Imóvel em São José dos Pinhais Terras e Florestas Controladora ___________ 78.467 15.972 12.331 (80.608) (1.554) ___________ 24.608 ___________ 75.248 328 (17.182) (2.461) (2.519) ___________ 78.022 ___________

Consolidado ___________ 309.697 994.688 49.597 (1.047.134) (13.751) ___________ 293.097 ___________ 1.514.919 87.117 (1.503.523) (16.092) (12.394) ___________ 375.518 ___________ continua


PublicidadeLegal

Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F6

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

continuação

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais) O montante do não circulante apresenta a seguinte composição de vencimento:

Empréstimos ________________________ Controladora Consolidado ___________ ___________ 18.261 31.881 7.359 20.057 4.352 26.471 19.504 45.146 22.460 33.275 34.938 18.301 ___________- ___________ 49.476 ___________ 232.530 ___________

2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 Total 19. Debêntures e Notas Promissórias Comerciais Taxa de Juros IndeVencimento _____________________________ Controladora _____________________________ Consolidado Descrição Anual xador ____________ Modalidade __________ Final _________ 31.12.2010 _________ 31.12.2009 _________ 01.01.2009 _________ 31.12.2010 _________ 31.12.2009 _________ 01.01.2009 _______ _____ Debêntures e NPCs Debêntures 17,95% CDI Capital de Giro 29.12.14 101.226 115.333 101.226 115.333 9.800 (-) Custos a amortizar debêntures (1.400) (1.755) (1.400) (1.755) Nota Promissória Comercial 47.054 _________- _________- _________ 47.054 __________________- _________ TOTAL DEBÊNTURES e NPCs 99.826 _________ 160.632 _________- _________ 99.826 _________ 160.632 _________ 9.800 _________ Circulante (16.235) _________ (49.183) _________- _________ (16.235) _________ (49.183) __________________ Não Circulante 83.591 111.449 83.591 111.449 9.800 _________ _________ _________ _________ _________ _________ A movimentação dos saldos de debêntures é demonstrada a seguir: Controladora Consolidado ___________ ___________ Saldo em 01.01.2009 9.800 ___________- ___________ Captações 162.200 162.200 Juros do período 187 187 (-) Integralização (9.800) (-) Custos a amortizar (1.755) ___________ (1.755) ___________ Saldo em 31.12.2009 160.632 ___________ 160.632 ___________ Juros do período 22.731 22.731 (-) Pagamento de principal (61.106) (61.106) (-) Pagamento de juros (21.030) (21.030) (-) Custos a amortizar (1.400) ___________ (1.400) ___________ Saldo em 31.12.2010 99.826 ___________ 99.826 ___________ Em 04 de fevereiro de 2010, a Companhia vendeu o imóvel denominado “Sociesc” e os recursos líquidos foram utilizados para resgate antecipado de 08 Notas Promissórias no valor total de R$ 4 milhões. As notas promissórias foram totalmente liquidadas em 28/06/2010. As debêntures conversíveis em ações da Portinvest Participações S/A no montante de R$ 9.800 foram integralizadas em 23 de junho de 2009. Em 29 de dezembro de 2009 a Battistella Administração e Participações S/A, procedeu à 2ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie com Garantia Real Hipotecária e Fidejussória, conforme detalhes descritos a seguir: Emissora: Coordenador Líder:

Battistella Administração e Participações S.A. Banco Votorantim S.A. HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo Coordenadores: Banco Itaú BBA S.A. Título: Debêntures Simples. Data Emissão 29.12.2009 Data vencimento 29.12.2014 Quantidade Total: 1.152 (mil cento e cinqüenta e duas) debêntures Valor Nominal Unitário: R$ 100.000,00 Montante da Emissão: R$ 115.200.000,00 Tipo e Forma: Nominativas e Escriturais. Espécie: Com garantia real. Classe: Não conversíveis em ações. Garantia Real constituída por hipoteca de terras, florestas e imóveis, em valor correspondente a 100% (cem por cento) do valor das Debêntures no regime de avaliação de “venda a mercado”; Garantia Adicional: Fiança das empresas Battistella Veículos Pesados Ltda., Modo Battistella Reflorestamento S A Mobasa, Florestal Battistella S A Flobasa, (em conjunto “Garantidoras”) cada uma garantindo integralmente a Emissão. Remuneração: 100% CDI + 6,5% ao ano Os juros serão pagos trimestralmente, a partir da Data de Emissão e até o 12º mês (inclusive) e em seguida mensalmente até Pagamento de juros: a data de vencimento. Amortização do Principal: Em 49 (quarenta e nove) parcelas mensais iguais e consecutivas, a partir do 12º mês (inclusive) após a Data de Emissão. Também em 29 de dezembro de 2009 a Battistella Administração e Participações S/A, procedeu à emissão de Notas Promissórias Comerciais, conforme detalhes descritos a seguir: Emissora: Coordenador Líder:

Battistella Administração e Participações S.A. Banco Votorantim S.A. HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo Coordenadores: Banco Itaú BBA S.A. Título: Notas Promissórias Comerciais Data Emissão 29.12.2009 Data vencimento 27.06.2010 Quantidade Total: 94 (noventa e quatro) NPCs Valor Nominal Unitário: R$ 500.000,00 Montante da Emissão: R$ 47.000.000,00 As Notas Promissórias foram emitidas fisicamente e ficarão depositadas junto à instituição habilitada à prestação de serviços Tipo e Forma: de custódia. Garantia Real constituída por hipoteca de terras, florestas e imóveis, em valor correspondente a 100% (cem por cento) do valor das Debêntures no regime de avaliação de “venda a mercado”; Garantia Adicional: Aval das empresas Battistella Veículos Pesados Ltda., Modo Battistella Reflorestamento S.A- (“Mobasa”), (em conjunto “Garantidoras”) cada uma garantindo integralmente a Emissão. Remuneração: 100% CDI + 6,5% ao ano Pagamento de juros: Os juros serão pagos trimestralmente, a partir da Data de Emissão e até a data de vencimento das Notas Promissórias. Amortização do Principal: Em uma parcela, na data de vencimento das Notas Promissórias. O montante do não circulante apresenta a seguinte composição de vencimento na Controladora e no consolidado: Debêntures 2012 27.861 2013 27.861 2014 27.869 ____ ______ Total 83.591 Segue abaixo as principais cláusulas de covenants existentes nas debêntures emitidas: a) Resgate Antecipado Facultativo: A Emissora poderá, a seu exclusivo critério e a qualquer tempo, realizar o resgate antecipado das Debêntures - quer seja da totalidade ou de parte, relativo a todos os Debenturistas, sem distinção e pro rata entre os titulares das Debêntures. O Resgate Antecipado, conforme aplicável, será realizado de acordo com as seguintes disposições: (i) Emissora realizará o Resgate Antecipado por meio de comunicação por escrito aos titulares das Debêntures a que se referir tal Resgate Antecipado, com, no mínimo, 4 dias úteis de antecedência da data definida para a liquidação do Resgate Antecipado; (ii) o valor a ser pago aos Debenturistas no âmbito do Resgate Antecipado será equivalente ao valor total do Valor Nominal Unitário, exclusivamente com relação às Debêntures objeto de tal Resgate Antecipado - ou saldo do Valor Nominal Unitário, exclusivamente com relação às Debêntures objeto de tal Resgate Antecipado -, acrescido da Remuneração aplicável exclusivamente às Debêntures a que se referir tal Resgate Antecipado, calculada pro rata temporis até a Data da Liquidação (o “Saldo Devedor”), acrescido, ainda, de prêmio de liquidação antecipada equivalente a 0,75% (zero vírgula setenta e cinco por cento), calculado sobre o Saldo Devedor na Data da Liquidação, caso o Resgate Antecipado ocorra entre o 1º (primeiro) ano e o 2º (segundo) ano contados da Data de Emissão; (iii) caso o Resgate Antecipado ocorra após o decurso do 2º (segundo) ano contado da Data de Emissão, a Emissora deverá pagar aos titulares das Debêntures o valor total do Valor Nominal Unitário, exclusivamente com relação às Debêntures objeto de tal Resgate Antecipado - ou saldo do Valor Nominal Unitário, exclusivamente com relação às Debêntures objeto de tal Resgate Antecipado -, acrescido da Remuneração aplicável exclusivamente às Debêntures a que se referir tal Resgate Antecipado, devida até a Data de Vencimento, descontada à taxa de mercado prevista para o prazo remanescente à época do Resgate Antecipado; e (iv) a CETIP deverá ser notificada pela Emissora e pelo Agente Fiduciário com antecedência mínima de 1 (um) dia útil da Data de Liquidação. (h) quando os valores mobiliários forem de dívida, indicar, quando aplicável: (i) vencimento, inclusive as condições de vencimento antecipado: As debêntures serão amortizadas a partir do 12º mês, inclusive, contado a partir da Data de Emissão das Debêntures, mediante o pagamento de 49 parcelas mensais e consecutivas, sendo que o vencimento final será em 29 de dezembro de 2014. Não obstante o disposto acima, caso: (i) até 31 de dezembro de 2011 ocorra a amortização e/ ou o Resgate Antecipado de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) do montante representado pela soma do saldo do valor total das NPCs e do saldo do Valor Garantido, a sobretaxa será reduzida em 0,75% a.a. (zero vírgula setenta e cinco por cento ao ano), para 5,75% a.a. (cinco vírgula setenta e cinco por cento ao ano); e (ii) ambas as hipóteses estabelecidas nos itens (i) e (ii) deste item se verifiquem nas respectivas datas e nos respectivos termos acima previstos, a sobretaxa será reduzida em 1,5% a.a. (um vírgula cinco por cento ao ano), para 5% a.a. (cinco por cento ao ano). Os recursos captados por meio da Oferta Restrita foram utilizados para o refinanciamento e o alongamento do endividamento de curto prazo da Emissora e/ou de suas Afiliadas mediante o resgate compulsório de Cédulas de Crédito Bancário emitidas por Afiliadas da Emissora em favor do Banco Votorantim, do HSBC e do Itaú BBA; b) Vencimento Antecipado: (i) inadimplemento, pela Companhia e/ou pelas Garantidoras, de qualquer obrigação pecuniária referente às Debêntures, não sanado em até 3 (três) dias úteis, contados da data do respectivo inadimplemento; (ii) inadimplemento, pela Companhia e/ou pelas Garantidoras, de qualquer obrigação não pecuniária referente às Debêntures, não sanado em até 15 (quinze) dias corridos, contados da data do recebimento pela Companhia de notificação por escrito enviada pelo Agente Fiduciário à Companhia e às Garantidoras com relação ao respectivo inadimplemento; (iii) (a) decretação de falência da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras; (b) pedido de falência pela Companhia e/ou por quaisquer das Garantidoras; (c) pedido de falência da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras formulado por terceiro (s) e não elidido no prazo legal; (d) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras, independentemente do deferimento do respectivo pedido; ou (e) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras; (iv) inadimplemento de quaisquer obrigações pecuniárias da Companhia e/ou de quaisquer de seus respectivos controladores e/ou sociedades controladas e/ou coligadas (conjuntamente, as “Afiliadas”) acima de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), desde que tal inadimplemento não seja sanado em até 30 (trinta) dias corridos, caso não exista um prazo de cura pré-estabelecido (“cross-default”); (v) transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos Artigos 220 a 222 da Lei das S.A.; (vi) alteração, direta ou indireta, do controle acionário da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras, sem aprovação prévia dos titulares das Debêntures, reunidos em AGD, entendendo-se por controle as prerrogativas contempladas no Artigo 116 da Lei das S.A. (“ownership clause”); (vii) implementação, integração e/ou de outra forma, envolvimento da Companhia em qualquer operação de reestruturação societária, incluindo, sem limitação, qualquer, fusão, cisão, incorporação, exceto se realizada com sociedades integrantes do Companhia da Emissora; (viii) alteração do objeto social previsto no estatuto social da Companhia e/ou de quaisquer das Garantidoras que modifique substancialmente as respectivas atividades praticadas na Data da Emissão; (ix) realização, seja a que título for, de qualquer pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer participação estatutária em lucros - exceto no que se refere ao dividendo mínimo obrigatório exigido pela Lei das S.A. e/ou legislação aplicável - caso a Companhia e/ou quaisquer das Garantidoras estejam em situação de inadimplemento com relação a qualquer obrigação pecuniária ou não pecuniária referente às Debêntures; (x) comprovação de que quaisquer declarações prestadas pela Companhia e/ou por quaisquer das Garantidoras em qualquer dos documentos relacionados à Oferta Restrita são falsas, incorretas ou enganosas em qualquer aspecto relevante; (xi) não apresentação pela Companhia de suas respectivas demonstrações financeiras auditadas - compreendendo as informações pertinentes especificamente à Companhia e, adicionalmente, informações consolidadas do respectivo Companhia econômico -, elaboradas de acordo com as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil (conforme definido abaixo); (xii) caso a totalidade dos recursos líquidos correspondentes ao produto da alienação do lote de terreno denominado (“Sociesc”), não tenha a destinação em até 3 (três) dias úteis ao resgate antecipado das NPCs ou ao resgate antecipado das Debêntures; (xiii) não observância pela Companhia, durante o Prazo de Vigência das Debêntures, de quaisquer das seguintes obrigações financeiras (os “Covenants Financeiros”): o valor apurado da Dívida Líquida deverá, em cada Verificação (trimestralmente), ser inferior a 110% (cento e dez por cento) do saldo da Dívida Líquida na Data Base (Set/09), corrigido pelo Índice de Correção (Taxa DI acrescida de 6,5% a.a.). (xiv) se as garantias reais e/ou fidejussórias convencionadas para as Debêntures não forem devidamente efetivadas ou formalizadas pela Emissora e/ou pelas Garantidoras, nos termos da Escritura de Emissão, da Escritura de Hipoteca e segundo os dispositivos contratuais ou legais aplicáveis, ou se tais garantias, por qualquer fato atinente ao seu objeto, tornarem-se inábeis, impróprias ou insuficientes para assegurar o pagamento de quaisquer importâncias devidas no âmbito da Emissão de Debêntures e/ ou da Emissão de NPCs, e desde que não sejam substituídas ou complementadas, quando solicitado pelos titulares das Debêntures e/ou das NPCs. (xv) ocorrência das hipóteses mencionadas nos Artigos 333 e 1.425 do Código Civil; (xvi) a declaração de vencimento antecipado das NPCs; (xvii) sem prejuízo do disposto no item (xv) acima, se as garantias reais hipotecárias relativas aos ativos Cerro Azul, Rio dos Cedros I, Rio dos Cedros II e Rio dos Cedros III e ao ativo Sociesc não forem devidamente efetivadas ou formalizadas pela Emissora e/ou pelas Garantidoras, nos termos da Escritura de Emissão, da Escritura de Hipoteca e segundo os dispositivos contratuais ou legais aplicáveis; Na ocorrência de qualquer dos eventos indicados nos itens (ii), (vi), (vii), (viii), (x), (xi), (xii), (xiii), (xiv), (xv) em até 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que tomar conhecimento da ocorrência de qualquer dos referidos eventos o Agente Fiduciário deverá convocar os titulares das Debêntures para que se reúnam em AGD, que poderá, por deliberação de titulares de 90% (noventa por cento) das Debêntures em circulação, determinar que o Agente Fiduciário não declare o vencimento antecipado das Debêntures; Na ocorrência de quaisquer dos eventos indicados nos itens (i), (iii), (iv), (v), (ix), (xvii) e (xviii) acima resultará no vencimento antecipado automático das Debêntures, independentemente de qualquer consulta aos Debenturistas, bem como, independentemente de aviso ou notificação, judicial ou extrajudicial à Emissora. Juros: 100% da variação da taxa DI, capitalizada de um spread de 6,5% ao ano, base 252 dias úteis. 20. Adiantamentos de Clientes, Credores Diversos e Recursos a Devolver a Consorciados Controladora Consolidado __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Adiantamento de clientes (a) 5.283 6.744 10.416 Credores diversos (b) 6.316 6.704 2.275 8.087 8.231 5.127 Recursos a devolver a consorciados (c) 2.432 4.416 5.212 ____________________________________ _________ _________ Total 6.316 6.704 2.275 15.802 19.391 20.755 ( - ) Passivo circulante (482) (1.246) (782) (9.562) (13.387) (19.257) _________ _________ _________ _________ _________ _________ Passivo não circulante - credores diversos 5.834 5.458 1.493 6.240 6.004 1.498 _________ _________ _________ _________ _________ _________ (a) A conta de adiantamento de clientes (passivo circulante) em 31 de Dezembro de 2010 inclui principalmente adiantamentos de clientes para a futura aquisição de bens das empresas da Companhia. (b) O saldo em Credores Diversos compõem-se principalmente de valores da Controladora, no valor de R$ 6.316 (R$ 6.704 em dezembro de 2009), que refere-se substancialmente ao saldo a pagar do Acordo firmado com a Codema Comercial Importadora Ltda. e Suvesa Super Veículos Ltda. (vendidas para a Scania do Brasil Ltda. em 08 de janeiro de 2001). (c ) O montante dos recursos a devolver aos consorciados (passivo circulante) são originários da Battistella Administradora de Consórcios Ltda. (incorporada pela Battistella Indústria e Comércio Ltda.) e refere-se ao saldo dos valores do fundo de reserva e cotas canceladas que não foram procurados para devolução. 21. Provisão para Riscos Tributários, Trabalhistas e Cíveis A Companhia e suas empresas controladas são partes em processos administrativos e judiciais de natureza tributária, trabalhista e cível. Para aqueles processos nos quais há probabilidade de não se obter êxito nas discussões, conforme opinião dos consultores jurídicos da Companhia é registrado provisão em montante suficiente para cobrir perdas esperadas. As provisões constituídas e os depósitos judiciais compõem-se conforme demonstrativo a seguir: Controladora 31.12.2010 ______________________________ 31.12.2009 _____________________________ 01.01.2009 _________________________________ Depósitos Depósitos Depósitos Provisão Judiciais Saldo Provisão Judiciais Saldo Provisão Judiciais Saldo __________ __________ __________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Tributárias (25) (25) Trabalhistas (279) 268 (11) (244) 244 (109) 109 Cíveis (5) 5 (17) (17) __________ __________ __________ _________ _________ _________ _________ _________ _________(309) __________ 273 __________ (36) _________ (261) _________ 244 _________ (17) _________ (109) _________ 109 ___________________ Depósitos judiciais que não requerem provisão 280 280 280 __________ _________ _________ Consolidado 31.12.2010 ______________________________ 31.12.2009 _____________________________ 01.01.2009 _________________________________ Depósitos Depósitos Depósitos Provisão __________ Judiciais __________ Saldo _________ Provisão _________ Judiciais _________ Saldo _________ Provisão _________ Judiciais _________ Saldo __________ Tributárias (636) (636) (830) (830) (761) (761) Trabalhistas (4.159) 3.277 (882) (4.109) 2.658 (1.451) (4.283) 3.700 (583) Cíveis (2.241) __________ 39 __________ (2.202) _________ (1.060) _________ 37 _________ (1.023) _________ (857) _________ 23 _________ (834) __________ Total (7.036) __________ 3.316 __________ (3.720) _________ (5.999) _________ 2.695 _________ (3.304) _________ (5.901) _________ 3.723 _________ (2.178) __________ Depósitos judiciais que não requerem provisão 2.501 1.760 1.365 __________ _________ _________ Movimentação das contingências e depósitos judiciais Consolidado Contingências 01.01.2009 Adições Reversões 31.12.2009 Adições Reversões 31.12.2010 _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Tributárias (a) (761) (70) 1 (830) 194 (636) Trabalhistas (b) (4.283) (281) 455 (4.109) (91) 41 (4.159) Cíveis (c) (857) (317) 114 (1.060) (1.266) 85 (2.241) (-) Depósitos judiciais 3.723 (625) (403) 2.695 683 (62) 3.316 _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Saldo (2.178) (1.293) 167 (3.304) (674) 258 (3.720) _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ Depósitos judiciais que não requerem provisão 1.365 395 1.760 769 (28) 2.501 _________ _________ __________________ _________ _________ _________ (a) Refere-se principalmente a ações de contribuição ao SAT e a auto de infração do ISS. (b) O principal valor refere-se a discussão judicial sobre o aumento da alíquota e adicional do FGTS no montante de R$ 2.993, o qual encontra-se depositado judicialmente. As demais ações trabalhistas têm caráter de inde-

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nizações, horas extras, equiparidade e outros. (c) Refere-se principalmente a ações de natureza de indenização e danos morais, ocorridas principalmente na empresa incorporadas Battistella Administradora de Consórcios (incorporada pela controlada Battistella Indústria e Comércio). 21.1 Contingências classificadas como perda possível; A Companhia está envolvida em outros processos tributários, cíveis e trabalhistas surgidos no curso normal dos seus negócios, os quais, na opinião da Administração da Companhia e de seus assessores legais, possuem expectativa de perda classificada como possível. Os processos que não foram constituídas provisões totalizam, em 31 de dezembro de 2010 são: tributário: R$ 2.273 (R$ 5.633 em dezembro de 2009), cíveis: R$ 3.377 (R$ 3.009 em Dezembro de 2009) e trabalhistas: R$ 832 (R$ 1.181em Dezembro de 2009). Devido ao risco e a pequena relevância dos valores envolvidos não foram apresentados informações adicionais. 22. Parcelamento Especial e Programa de Recuperação Fiscal-PAES e Refis Controladora Consolidado __________________________________ _________________________________ Parcelamento 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ PAES 1.256 6.309 7.019 10.517 Refis 3.604 3.436 15.880 15.561 _________ _________ __________________ _________ _________3.604 3.436 1.256 22.189 22.580 10.517 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Circulante (336) (323) (132) (2.183) (2.309) (1.107) Não Circulante 3.268 3.113 1.124 20.006 20.271 9.410 A composição das dívidas de PAES e REFIS estão demonstradas nas notas abaixo (22.1 e 22.2): 22.1 - Parcelamento Especial - PAES: As empresas encontram-se em conformidade com os recolhimentos regulares dos tributos, como condição essencial para a manutenção do programa. As empresas Logística e Holding migraram os débitos inclusos nesta modalidade de pagamento para o Parcelamento instituído pela Lei 11.941/2009. - Valor atualizado da dívida: 31.12.2010 31.12.2009 _________________________________ _________ Não Nº parcelas Descrição Circulante Circulante Saldo Saldo a Vencer __________ Atualização _________ _________ _________ _________ _________ Trading 92 596 688 749 93 TJLP Mobasa 749 4.872 5.621 6.270 93 TJLP _________ _________ _________ _________ Total 841 5.468 6.309 7.019 _________ _________ _________ _________ (*) O parcelamento dessas duas Companhias foi transferido para o parcelamento previsto pela Lei 11.941/09 (Refis). Nos meses de outubro a dezembro de 2009 as empresas do Conglomerado Battistella aderiram ao novo programa de parcelamento de dívidas instituído pelo Governo Federal, por meio da Lei 11.941/2009, ao qual foram incluídos débitos que estavam sendo discutidos em litígios administrativos e judiciais. Também foram migradas para este programa as dívidas existentes no programa anterior de parcelamento especial - o PAES, da empresa Battistella Logística e da Controladora. Em dezembro de 2009 foram reconhecidos contabilmente todos os efeitos decorrentes desta opção, em especial ao que se refere à constituição da dívida, incluindo principal, encargos de mora e encargos legais, bem como, as reduções previstas na legislação. Também foi reconhecida a liquidação de parte da dívida com créditos decorrentes da utilização de prejuízos fiscais e bases negativas. Os valores correspondentes estão demonstrados a seguir: 22.2 - Programa de Recuperação Fiscal - Refis: - Dívidas não parceladas anteriormente 31.12.2010 31.12.2009 _________________________________ _________ Não Nº parcelas Descrição Circulante Circulante Saldo Saldo a Vencer __________ Atualização _________ _________ _________ _________ _________ BATTROL 142 1.821 1.963 1.803 163 SELIC BIC 520 6.844 7.364 7.233 162 SELIC HOLDING 237 3.035 3.272 3.003 165 SELIC LOGÍSTICA 1 1 2 3 165 SELIC MAQUIGERAL 70 1.022 1.092 1.003 165 SELIC MOBASA 78 1.000 1.078 991 165 SELIC TRADING 26 328 354 327 165 SELIC _________ _________ _________ _________ _________ __________ SUB-TOTAIS 1.074 14.051 15.125 14.363 _________ _________ _________ _________ _________ __________ - Dívidas parceladas anteriormente 31.12.2010 31.12.2009 _________________________________ _________ Não Nº parcelas Descrição Circulante Circulante Saldo Saldo a Vencer __________ Atualização _________ _________ _________ _________ _________ BATTROL SELIC BIC 215 SELIC HOLDING 99 233 332 433 39 SELIC LOGÍSTICA 152 244 396 508 36 SELIC MAQUIGERAL 17 10 27 42 22 SELIC _________ _________ _________ _________ _________ __________ SUB-TOTAIS 268 487 755 1.198 _________ _________ _________ _________ _________ __________ TOTAIS 1.342 14.538 15.880 15.561 _________ _________ _________ _________ _________ __________ 23. Patrimônio Líquido: a) Capital social: O capital social em 31 de dezembro de 2010, em 31 de dezembro de 2009 e em 31 de dezembro de 2008, no montante de R$ 151.556, subscrito e integralizado é composto de 149.677.728 ações, sendo 49.911.902 de ações ordinárias e 99.765.826 de ações preferenciais. Parte do capital social total da Companhia é capital estrangeiro. As empresas brasileiras com capital estrangeiro devem efetuar o registro deste capital junto ao Banco Central do Brasil (BACEN), para que possam remeter dividendos sobre o capital estrangeiro ou repatriá-lo. Em 31 de Dezembro de 2010, a Companhia possui registrado no Banco Central do Brasil o montante de R$ 12.858 mil (R$ 12.858 mil em 31 de Dezembro de 2009) como capital estrangeiro. As ações preferenciais (PN), sem direto a voto, têm prioridade no reembolso, em caso de liquidação da Companhia. b) Dividendos: Os dividendos obrigatórios são calculados com base no percentual de 25% sobre o lucro líquido, após a compensação de prejuízos acumulados e a constituição da reserva legal. Em 2010, devido ao prejuízo do exercício não foi registrado os dividendos mínimos obrigatórios. A Companhia deliberou, conforme AGO em 30 de abril de 2010 que, diante do prejuízo ao término do exercício de 2009, não seriam distribuídos dividendos. Foi aprovado em 30 de julho de 2010, conforme AGE, a reversão dos dividendos referentes aos exercícios de 2004 a 2006 das controladas Modo Battistella Reflorestamento S/A e Florestal Battistella S/A. As ações preferenciais (PN) possuem preferência na distribuição dos dividendos. c) Reserva legal: A Reserva legal é constituída na proporção de 5% do lucro do exercício e limitada a 20% do Capital Social ou, quando acrescido das Reservas de Capital limitado a 30% do Capital Social. 24. Instrumentos Financeiros: 24.1. Gestão do Risco de Capital: A Companhia administra seu capital, para assegurar que as empresas que pertencem a ele possam continuar com suas atividades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno a todas as partes interessadas ou envolvidas em suas operações, por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A estratégia geral da Companhia vêm se aperfeiçoando desde 2009, com o objetivo de mitigar os riscos financeiros. A estrutura de capital da Companhia é formada pelo endividamento líquido (empréstimos detalhados na nota explicativa 18 e debêntures detalhadas na nota explicativa 19, deduzidos pelo caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários) e pelo patrimônio líquido da Companhia. A Companhia revisa periodicamente a sua estrutura de capital. Índice de endividamento: O índice de endividamento no final do período de relatório é o seguinte: Consolidado Controladora (BR GAAP) (IFRS e BR GAAP) ______________________ _______________________ 31.12.2010 31.12.2009 31.12.2010 31.12.2009 _________ _________ _________ _________ R$ R$ R$ R$ Dívida (a) 177.848 185.240 475.344 453.729 Caixa e equivalentes de caixa (5.962) (1.914) (30.925) (30.348) Títulos e valores mobiliários (7.876) (60.572) ___________________________ _________ Dívida líquida 171.886 183.326 436.543 362.809 _________ _________ _________ _________ Patrimônio líquido 17.514 20.203 19.037 21.261 _________ _________ _________ _________ Índice de endividamento líquido 9,8 9,1 22,9 17,1 _________ _________ _________ _________ a) A dívida é definida como empréstimos de curto e longo prazos, debêntures e notas promissórias comerciais; 24.2. Categorias de instrumentos financeiros: Controladora (BR GAAP) Consolidado (IFRS e BR GAAP) __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Ativos financeiros R$ R$ R$ R$ R$ R$ Valor justo por meio do resultado: - Swap de taxa de juros 11.763 - Swap cambial 18.730 18.730 294.017 Mantidos até o vencimento - Títulos e valores mobiliários 7.876 60.572 4.992 Empréstimos e recebíveis: - Caixa e equivalentes de caixa 5.962 1.914 37 30.925 30.348 8.797 - Contas a receber 5 5 123.087 144.090 99.183 - Valores a receber de arrendamento mercantil 4.397 6.507 7.143 - Outras contas a receber 38.610 120 218 39.045 608 1.762 - Partes relacionadas 11.415 5.540 __________________ _________ ___________________________63.302 13.454 5.800 235.823 242.125 415.894 Controladora (BR GAAP) Consolidado (IFRS e BR GAAP) __________________________________ _________________________________ 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ _________ _________ _________ Passivos financeiros R$ R$ R$ R$ R$ R$ Valor justo por meio do resultado: - Swap de taxa de juros 12.134 - Swap cambial 21.770 21.770 369.352 Custo amortizado: - Empréstimos (*) 174.808 185.240 78.467 471.933 453.729 244.162 - Partes relacionadas 38.304 15.304 22.111 - Fornecedores 214 600 366 35.160 50.475 38.317 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 235.096 201.144 100.944 540.997 504.204 651.831 (*) Empréstimos contemplam os saldos de: empréstimos de curto e longo prazos, debêntures e notas promissórias comerciais. 24.3. Objetivos da administração dos riscos financeiros: O Departamento de Tesouraria Corporativa da Companhia presta serviços às empresas do Conglomerado Battistella, coordena o acesso aos mercados financeiros domésticos e estrangeiros, e monitora e administra os riscos financeiros relacionados às operações da Companhia por meio de relatórios de riscos internos que analisam as exposições por grau e relevância dos riscos. Esses riscos incluem o risco de mercado (inclusive risco de moeda, risco de taxa de juros e outros riscos de preços), o risco de crédito e o risco de liquidez. A Companhia busca minimizar os efeitos desses riscos ao utilizar instrumentos financeiros derivativos para exposições do risco de “hedge”. O uso de derivativos financeiros é regulado pelas políticas da Companhia aprovadas pelo Conselho de Administração, que fornece princípios escritos relacionados aos riscos de câmbio, de taxa de juros e de crédito, ao uso de derivativos financeiros e instrumentos financeiros não derivativos, e ao investimento da liquidez excedente. A Companhia não contrata nem negocia instrumentos financeiros, inclusive instrumentos financeiros derivativos para fins especulativos. 24.4. Risco de mercado: Em virtude de suas atividades e contratação de empréstimos e financiamentos, debêntures e notas promissórias comerciais para suportá-los, a Companhia fica exposto principalmente a riscos financeiros decorrentes de mudanças nas taxas de câmbio e nas taxas de juros. A Companhia possui instrumentos financeiros derivativos para administrar sua exposição aos riscos relacionados à taxa de câmbio, incluindo: • “Swaps” de taxa de câmbio para mitigar o risco de aumento das taxas de câmbio. • “Swaps” de taxa de juros para mitigar o risco de variação das taxas de juros. Não houve mudança na exposição da Companhia aos riscos de mercado ou na maneira pela qual a Companhia administra e mensura esses riscos. 24.5. Gestão do risco de taxa de câmbio: A Companhia faz transações em moeda estrangeira; conseqüentemente, surgem exposições às variações nas taxas de câmbio. As exposições aos riscos de taxa de câmbio são administradas de acordo com os parâmetros estabelecidos pelas políticas aprovadas por meio da utilização de contratos de swaps. A Companhia apresenta somente um contrato em moeda estrangeira no valor de U$ 10 milhões, sendo que no momento da contração foi realizada uma operação de swap trocando variação cambial + juros por 164 % do CDI. 24.6. Gestão do risco de taxa de juros: A Companhia está exposta ao risco de taxa de juros, uma vez que suas controladas e coligadas obtêm empréstimos com taxas de juros pós-fixadas. Esse risco é administrado pela Companhia através da avaliação periódica dos indicadores de mercado. Análise de sensibilidade da taxa de juros: A análise de sensibilidade foi determinada com base na exposição às taxas de juros dos instrumentos financeiros derivativos e não derivativos no final do período de relatório. Para os passivos com taxas pós-fixadas, a análise é preparada assumindo que o valor do passivo em aberto no final do período de relatório esteve em aberto durante todo o exercício. Um aumento ou uma redução de 10% é utilizado para apresentar internamente os riscos de taxa de juros ao pessoal-chave da Administração e corresponde à avaliação da Administração das possíveis mudanças nas taxas de juros. Além da análise de sensibilidade exigida pela Instrução CVM nº475/08, a Companhia avalia seus instrumentos financeiros considerando os possíveis efeitos no resultado e patrimônio líquido frente aos riscos avaliados pela Administração da Companhia na data das demonstrações financeiras, conforme sugerido pelo CPC 40 e IFRS 7. Se as taxas de juros fossem 10% mais altas/baixas e todas as outras variáveis se mantivessem constantes: • O prejuízo do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 aumentaria em R$ 2.810 (aumento de R$ 1.700 em 31 de dezembro de 2009). Isso ocorre principalmente devido à exposição da Companhia às taxas de juros dos empréstimos feitos a taxas pós-fixadas. Contratos de “swap” de taxa de juros: De acordo com o contrato de “swap” de taxa de juros, a Companhia concorda em trocar a diferença entre os valores de taxas de juros prefixadas por taxas de juros pós-fixadas calculadas a partir do valor nocional acordado. O valor justo dos “swaps” de taxa de juros no encerramento do exercício é determinado pelo desconto dos fluxos de caixa futuros utilizando as curvas no encerramento do exercício e o risco de crédito inerente para esse tipo de contrato e está demonstrado a seguir. A taxa de juros média está baseada nos saldos a pagar em aberto no encerramento do exercício. O valor do principal do contrato de “swap” de taxa de juros é R$ 13.000, sendo que taxa pós-fixada é de 130% do CDI, cujos valores justos (parte ativa e passiva) estão divulgados na nota explicativa 24.2. O referido contrato de “swap” de taxa de juros é liquidado mensalmente pelo valor líquido da diferença entre as taxas de juros prefixadas e pós-fixadas. 24.7. Análise de sensibilidade suplementar sobre instrumentos financeiros, conforme ICVM nº475/08: Apresentamos, a seguir, quadro demonstrativo de análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros, incluindo os derivativos, que descreve os riscos que podem gerar prejuízos materiais para a Companhia,com cenário mais provável (cenário I) segundo avaliação efetuada pela administração, considerando o período até o término das operações. Adicionalmente, dois outros cenários são demonstrados, nos termos determinados pela CVM, por meio da Instrução no. 475/08, a fim de apresentar 25% e 50% de deterioração na variável de risco considerada, respectivamente (cenários II e III). Valores Absolutos em R$ mil ___________________________________________ Risco Instrumento/operação Cenário I Cenário II Cenário III ________________________________ _________ _________ _________ Cambial Empréstimos - moeda estrangeira (US$) 19.620 24.525 29.430 Cambial Swap 7.908 2.487 (2.934) De taxa de juros Empréstimos - Taxa Fixa 13.925 13.925 13.925 De taxa de juros Swap 1.231 2.258 3.312 De taxa de juros Empréstimos - moeda nacional CDI 347.196 374.568 404.898 De taxa de juros - Porto Empréstimos - moeda nacional IPCA 654.500 726.680 805.921 24.8. Risco de crédito: A Companhia e suas controladas estão sujeitas a riscos de crédito em suas contas a receber de clientes. As contas a receber de clientes estão compostas por um grande número de clientes em diferentes segmentos e áreas geográficas. Uma avaliação contínua do crédito é realizada na condição financeira dos clientes. Os procedimentos adotados para minimizar os riscos comerciais incluem a seletividade dos clientes, mediante adequada análise de crédito, estabelecimento de limites de venda e prazos curtos de vencimento dos títulos. As perdas com estes devedores são provisionadas. Adicionalmente, a Companhia está exposta ao risco de crédito com relação a garantias financeiras concedidas a bancos pela Companhia relativos a empréstimos e financiamentos, debêntures e notas promissórias comerciais registrados no passivo da Companhia. A exposição máxima da Companhia corresponde ao valor máximo que a Companhia terá de pagar caso a garantia seja executada. Em 31 de dezembro de 2010, o valor de R$ 475.310 (R$ 453.729 em 31 de dezembro de 2009) foi reconhecido no balanço patrimonial consolidado como passivo financeiro (ver notas explicativas 18 e 19). Bens mantidos como garantia e outras garantias de crédito: A Companhia não detém nenhuma garantia ou outras garantias de crédito para cobrir seus riscos de crédito associados aos seus ativos financeiros, exceto com relação ao contas a receber do leasing financeiro, que possuem como garantia o próprio bem arrendado. 24.9. Gestão do risco de liquidez: A Companhia gerencia o risco de liquidez mantendo adequadas reservas, linhas de crédito bancárias e linhas de crédito para captação de empréstimos que julgue adequados, através do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, e pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. Tabelas do risco de liquidez e juros: As tabelas a seguir mostram em detalhes o prazo de vencimento contratual restante dos passivos financeiros não derivativos da Companhia e os prazos de amortização contratuais. As tabelas foram elaboradas de acordo com os fluxos de caixa não descontados dos passivos financeiros com base na data mais próxima em que a Companhia deve quitar as respectivas obrigações. As tabelas incluem os fluxos de caixa dos juros que serão auferidos neste período e do principal. Na medida em que os fluxos de juros são pós-fixados, o valor não descontado foi obtido com base nas curvas de juros no encerramento do exercício. O vencimento contratual baseia-se na data mais recente em que a Companhia deve quitar as respectivas obrigações. Controladora (BR GAAP) __________________________________________________________________________________ De um De três De um Taxa média Menos de a três meses a cinco Mais de de juros um mês meses a um ano anos cinco anos Total _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ 31 de dezembro de 2010 Fornecedores 3,3% 183 29 2 214 Empréstimos (*) 17,6% 2.631 3.114 40.161 226.618 272.524 Partes relacionadas 12,0% 28.787 15.751 44.539 ___________________________ _________ __________________ 2.814 3.143 68.950 242.369 317.277 31 de dezembro de 2009 Fornecedores 12 588 600 Empréstimos (*) 15,8% 200 10.215 62.875 241.181 314.471 Partes relacionadas 12,0% 130 18.985 19.115 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 212 10.803 63.005 260.166 334.186 Consolidado (IFRS e BR GAAP) __________________________________________________________________________________ De um De três De um Taxa média Menos de a três meses a cinco Mais de de juros um mês meses a um ano anos cinco anos Total _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ 31 de dezembro de 2010 Fornecedores 3,3% 17.815 13.035 4.310 35.160 Empréstimos (*) 16,1% 62.669 30.551 72.789 308.282 241.244 720.761 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 80.484 43.586 77.099 308.282 241.244 755.921 31 de dezembro de 2009 Fornecedores 3,3% 25.250 5.532 7.658 38.440 Empréstimos (*) 14,4% 47.266 63.004 100.590 311.034 275.007 803.759 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 72.516 68.536 108.248 311.034 275.007 842.199 (*) Empréstimos contempla os saldos de: Empréstimos, financiamentos, duplicatas descontadas, debêntures e arrendamentos financeiros. A tabela a seguir mostra em detalhes a análise de liquidez dos instrumentos financeiros derivativos da Companhia. A tabela foi elaborada de acordo com as entradas (saídas) de recursos líquidos e não descontadas dos instrumentos derivativos que permitem liquidação pelo valor líquido e com as entradas (saídas) de recursos brutos desses derivativos que exigem a liquidação pelo valor bruto. Quando o valor a pagar ou receber não é fixo, o valor apresentado é determinado com base nas taxas de juros projetadas conforme demonstrado pelas curvas de desempenho existentes no encerramento do exercício. continua


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Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F7 | Indústria&Comércio

BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS Companhia Aberta - CVM nº 01545-8 CNPJ nº 42.331.462/0001-31 - NIRE 4.130.001.526-1

continuação

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (Valores expressos em milhares de reais)

31 de dezembro de 2010 Liquidação pelo valor líquido: “Swap” cambial Não houve movimento no período de 2009.

31 de dezembro de 2010 Liquidação pelo valor líquido: “Swaps” de taxa de juros Não houve movimento no período de 2009. Linhas de financiamento

Controladora (BR GAAP) _____________________________________________________________ De três De um Mais de Menos de De um a meses a a cinco cinco um mês ___________ três meses ____________ um ano __________ anos _________ anos _________ R$ R$ R$ R$ R$ _________-

___________-

____________-

(7.900) __________

_________-

Consolidado (IFRS e BR GAAP) _____________________________________________________________ De três De um Mais de Menos de De um a meses a a cinco cinco um mês ___________ três meses ____________ um ano __________ anos _________ anos _________ R$ R$ R$ R$ R$ (33) _________

(60) ___________

(270) ____________

(180) __________

_________-

Consolidado (IFRS e BR GAAP) _______________________ 2010 2009 _________ _________ R$ R$ 1.800 300 _________ _________

Controladora (BR GAAP) ______________________ 2010 2009 _________ _________ Conta garantida assegurada: R$ R$ Não utilizada 300 300 _________ _________ Linhas de crédito bancário asseguradas com vários prazos de vencimento até 2011 e que podem ser estendidas de comum acordo: Não utilizada 3.000 ___________________________ _________A tabela a seguir mostra em detalhes o prazo de vencimento esperado para os ativos financeiros não derivativos da Companhia. A tabela foi elaborada de acordo com os prazos de vencimento não descontados dos ativos financeiros, incluindo os juros que serão auferidos a partir desses ativos. A inclusão de informação sobre ativos financeiros não derivativos é necessária para compreender a gestão do risco de liquidez da Companhia, uma vez que ela é gerenciada com base em ativos e passivos líquidos. Consolidado (IFRS e BR GAAP) __________________________________________________________________________________ De um De três De um Taxa média Menos de a três meses a cinco Mais de de juros um mês meses a um ano anos cinco anos Total _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ 31 de dezembro de 2010 % R$ R$ R$ R$ R$ R$ Contas a receber 9,3% 116.971 4.026 3.639 1.025 2.123 127.784 Valores a receber de arrendamento mercantil 9,9% 57 404 1.211 3.568 5.240 Outras contas a receber 38.610 38.610 __________________ ____________________________________ 117.028 43.040 4.850 4.593 2.123 171.634 31 de dezembro de 2009 Contas a receber 9,5% 12.690 82.991 31.834 10.992 11.417 149.924 Valores a receber de arrendamento mercantil 9,9% 33 1.370 1.179 5.184 7.766 Outras contas a receber 120 120 _________ _________ _________ _________ _________ _________ 12.723 84.481 33.013 16.176 11.417 157.810 24.10. Valor justo dos instrumentos financeiros: O valor justo dos ativos e passivos financeiros é incluído no valor pelo qual o instrumento poderia ser trocado em uma transação corrente entre partes dispostas a negociar, e não em uma venda ou liquidação forçada. Os ativos financeiros não derivativos caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de curto e longo prazo e partes relacionadas tem valores contábeis que se aproximam de seus valores de mercado. Os passivos financeiros não derivativos empréstimos e financiamentos, fornecedores, obrigações com partes relacionadas e outras contas a pagar, tem valores contábeis se aproximam com os seus valores de mercado. O valor justo das debêntures foi calculado em R$ 99.826 em 31 de Dezembro de 2010 (R$ 160.632 em 31 de Dezembro de 2009. Este instrumento financeiro foi calculado pelo nível 2. O valor justo dos instrumentos derivativos é calculado utilizando preços cotados. Quando esses preços não estão disponíveis, é usada a análise do fluxo de caixa descontado por meio da curva de rendimento, aplicável com a duração dos instrumentos para os derivativos sem opções. Os contratos futuros de câmbio são mensurados com base nas taxas de câmbio e nas curvas de rendimento obtidas com base em cotação e para os mesmos prazos de vencimentos dos contratos. Os “swaps” são mensurados pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados e descontados com base nas curvas de rendimento aplicáveis, baseadas na cotação das taxas de juros. Para os instrumentos financeiros derivativos da Companhia (contratos futuros de moeda e swaps de troca de variação cambial por taxas de juros) são utilizadas mensurações de valor justo de Nível 2. Durante o período não houve nenhuma transferência entre o nível 2 para os níveis 1 e 3. 25. Imposto de Renda e Contribuição Social - Operações Continuadas 25.1. Composição dos saldos de Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidas no Ativo e Passivo é: Consolidado ______________________________________________________________________________________________ Battistella Modo Itapoá Battistella Ind. Veículos Battistella Battistella Battistella Terminais Ativo e Comércio Pesados Distribuidora Adm.e Partic Reflorestamento Portuários Total _____________ _________ ___________ ___________ ______________ _________ _________ IR Diferido 9.941 9.941 CSLL Diferido 3.578 3.578 ___________________________________________________________________ _________ Saldo em 01/01/2009 13.519 13.519 3.527 3.605 IR Diferido 46 32 CSLL Diferido 17 12 1.269 1.298 ______________________ ___________ __________________________________ _________ Saldo em 31/12/2009 63 44 4.796 4.903 IR Diferido 732 159 6.265 7.157 CSLL Diferido 264 57 2.256 2.577 ______________________ ___________ __________________________________ _________ Saldo em 31/12/2010 996 217 8.521 9.734 Consolidado ______________________________________________________________________________________________ Battistella Modo Itapoá Battistella Ind. Veículos Battistella Battistella Battistella Terminais Passivo e Comércio Pesados Distribuidora Adm.e Partic Reflorestamento Portuários Total _____________ _________ ___________ ___________ ______________ _________ _________ Provisão p/Imposto de Renda Diferido 104 601 705 Provisão p/Contr. Social Diferido 46 217 263 ____________________________________________ ______________ __________________ Saldo em 01/01/2009 150 818 968 Provisão p/Imposto de Renda Diferido 4 9 17 85 307 422 Provisão p/Contr. Social Diferido 2 3 6 39 110 160 _____________ _________ ___________ ___________ ______________ __________________ Saldo em 31/12/2009 6 12 23 124 417 582 Provisão p/Imposto de Renda Diferido 15 19 15 63 371 484 Provisão p/Contr. Social Diferido 5 7 5 31 134 183 _____________ _________ ___________ ___________ ______________ __________________ Saldo em 31/12/2010 21 26 21 94 505 667 25.2 Reconciliação do Imposto de Renda e Contribuição Social Corrente e Diferido ________________________ 31.12.2010 ________________________ 31.12.2009 Controladora Consolidado Controladora Consolidado ___________ ___________ ___________ ___________ Resultado antes do IRPJ e da CSLL das operações continuadas 5.126 12.882 (32.631) (29.953) Imposto de Renda e Contribuição Social à alíquota de 34% (1.743) (4.380) 11.095 10.184 Efeito tributário das principais adições (exclusões): Equivalência Patrimonial 8.565 (13.182) Provisões não dedutíveis 10 (1.173) (68) (1.470) Efeitos da Lei 11.638/2007 - RTT (787) (605) Diferenças de tributação empresas controladas - lucro presumido (1.702) 945 Tributos com exigibilidade suspensa (2) 6.439 Resultados em operações de Swap, não dedutíveis (efeito temporal) 1.872 1.025 Prejuízos fiscais e bases negativas geradas no exercício, sem crédito diferido (a) (5.975) (11.864) (13.106) Outros efeitos líquidos (98) ___________ 3.859 ___________ 2.155 ___________ (448) ___________ 1.713 ___________ (3.174) ___________ (11.095) ___________ (13.054) ___________ Imposto de renda e contribuição social (30) (7.554) (2.870) Corrente (11.529) (4.188) Diferido (30) ___________ 3.975 ___________- ___________ 1.318 ___________ Despesas contabilizada no resultado - operações continuadas (30) (7.554) (2.870) ___________ ___________ ___________ ___________ Composição dos impostos diferidos no resultado: 31.12.2010 ________________________ 31.12.2009 ________________________ Impostos diferidos Controladora Consolidado Controladora Consolidado ___________ ___________ ___________ ___________ Impostos diferidos reconhecida no exercício corrente sobre prejuízos fiscais - (b), (c) 3.725 888 Baixa (reversão de baixas anteriores) de impostos diferidos ativos 335 44 Baixa (reversão de baixas anteriores) de impostos diferidos passivos (30) ___________ (85) ___________- ___________ 386 ___________ Reflexo contabilizado no resultado (30) ___________ 3.975 ___________- ___________ 1.318 ___________ (a) Refere-se principalmente aos prejuízos nas empresas que não registraram IR e CSLL diferidos sobre essas diferenças, por não possuírem segurança razoável de lucros tributários futuros. (b) A empresa controlada Battistella Veículos Pesados registrou imposto de renda e contribuição social diferidos sobre diferenças temporárias (provisão para contingência, provisão para liquidação de devedores duvidosos e provisão para estoques obsoletos), sendo que a Administração possui razoável segurança que os lucros tributáveis futuros dos próximos 4 anos garantiram a compensação dos referidos impostos diferidos existentes na data do balanço. (c) A empresa controladas Itapoá Terminais Portuários S.A. registrou em 2010 imposto de renda e contribuição social diferidos sobre prejuízos acumulados e base negativa da contribuição social de anos anteriores, sendo que a Administração possui razoável segurança que os lucros tributáveis futuros dos próximos 9 anos garantiram a compensação dos referidos impostos diferidos existentes na data do balanço. A Administração da empresa estima que a realização dos referidos ativos diferidos se iniciará após o quinto ano de operação, considerando o inicio das atividades em abril de 2011. Prejuízos fiscais e base negativa: Os prejuízos fiscais compensáveis para apuração do imposto de renda na Controladora e no Consolidado totalizam respectivamente R$ 43.246 e R$ 293.771 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 36.543 e R$ 296.017 em 31 de Dezembro de 2009), e as bases negativas de cálculo da contribuição social totalizam respectivamente R$ 47.0749 e R$ R$ 340.893 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 41.410 e R$ 340.479 em 31 de dezembro de 2009). A Administração da Companhia registrou impostos diferidos ativos, apenas sobre os prejuízos fiscais e bases negativas relativos as empresas, que compõem o consolidado da Companhia, que possuem razoável segurança dos lucros tributáveis futuros.

26. Receitas Operacionais Líquidas

Controladora ______________________ 2010 2009 _________ _________

Receita operacional bruta Vendas Prestação de serviços Outras receitas

90 _________ 90

Deduções sobre vendas/serviços Impostos sobre vendas/serviços Devoluções e abatimentos

180 _________180

Consolidado _______________________ 2010 2009 _________ _________ 1.193.144 36.547 4.739 _________ 1.234.430

786.972 27.699 12.416 _________ 827.087

(13) (26) (140.667) (91.253) (9.145) (8.442) _________ __________________ _________ (13) (26) (149.812) (99.695) _________ _________ _________ _________ Receita operacional líquida 77 154 1.084.618 727.392 _________ _________ _________ _________ 27. Operações Descontinuadas: Até final do ano de 2009 o segmento “Distribuidora” mencionado na nota explicativa 31, era composto de duas unidades operacionais: energia auxiliar - EA e mecânica, transmissão e potência - MTP. Alienação para terceiros das operações de mecânica e transmissão de potência (“MTP”): Em consonância com o planejamento estratégico da Companhia de concentrar seus negócios nos segmentos florestal, logística e de energia, foi vendido estoques, marca e outros da operação de distribuição de rolamentos industriais e outros itens de transmissão de potência para a Nortel Suprimentos Industriais S/A (“Nortel”), conforme Fato Relevante de 18 de janeiro de 2010 e Comunicado ao mercado de 18 de fevereiro de 2010. O valor da referida operação se aproxima do saldo contábil existente em 31 de dezembro de 2009. O saldo remanescente no contas a receber de clientes demonstrado abaixo, refere-se ao valor a receber da Nortel, pois a referida venda foi feita em 18 parcelas iguais. Análise do prejuízo do exercício das operações descontinuadas: O resultado das operações descontinuadas incluídos na demonstração do resultado está apresentado a seguir. O prejuízo comparativo e os fluxos de caixa das operações descontinuadas foram reapresentados para incluir essas operações classificadas como descontinuadas no período corrente. Consolidado (IFRS e BR GAAP) ___________________________ 2010 2009 ___________ ___________ Resultado do exercício das operações descontinuadas Receita 14.503 29.287 Outras receitas 573 ___________ ___________15.076 29.287 Custo das mercadorias vendidas (13.660) (19.282) Despesas (9.793) (13.839) ___________ ___________ Prejuízo do exercício das operações descontinuadas (atribuível aos proprietários da Companhia) (8.377) (3.834) ___________ ___________ Fluxo de caixa das operações descontinuadas Fluxos de caixa líquidos de atividades operacionais (6.097) 5.856 ___________ ___________ Fluxos de caixa líquidos (6.097) 5.856 ___________ ___________ Ativos e passivos diretamente associados a ativos de operações descontinuadas Consolidado (IFRS e BR GAAP) ___________________________ 2010 2009 ___________ ___________ Ativo circulante Contas a receber de clientes Contas a receber 7.479 (-) Ajuste a valor presente (324) (-) Provisão para crédito de liquidação duvidosa (280) ___________ ___________Total do ativo 6.875 Passivo circulante Fornecedores 21 ___________ ___________Total do passivo 21 28. Informação sobre a Natureza das Despesas Reconhecidas na Demonstração do Resultado: A Sociedade apresentou a demonstração do resultado utilizando uma classificação das despesas baseada na sua função. As informações sobre a natureza dessas despesas reconhecidas na demonstração do resultado é apresentada a seguir: Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Custos variáveis (matérias primas e materiais de consumo) 871.203 576.942 Alugueis 1 11.267 3.872 Depreciação, amortização 347 377 8.918 8.214 Exaustão 16.985 17.958 Despesas de pessoal 6 28 74.061 65.664 Despesas tributárias 2.881 3.270 15.430 Despesas contratuais 6 4.512 6 4.512 Fretes e carretos 12.692 11.318 Bonificações, revisões e manutenção RM 7.054 4.748 Gastos com contingências 1.323 3.422 Honorários assessores jurídicos e terceiros 1.140 797 13.457 13.010 Outros 47 89 30.118 16.300 _________ _________ _________ _________ Total 1.547 8.684 1.050.354 741.390 _________ _________ _________ _________ Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Classificados como: Custo dos serviços prestados e produtos vendidos 930.995 617.762 Despesas comerciais 43.281 24.380 Despesas gerais e administrativas 1.547 8.684 68.253 90.704 Outras receitas e despesas administrativas 7.825 8.544 ___________________________ _________ Total de despesas 1.547 8.684 1.050.354 741.390 _________ _________ _________ _________ 29. Outras Receitas e Despesas Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 31.12.2010 31.12.2009 31.12.2010 31.12.2009 _________ _________ _________ _________ Alienação de investimento 11.461 11.461 Ganho com variação no percentual de participação 666 32.914 Reversão (provisão) para contingências 1 17 47 600 Resultado com baixa e/ou alienação do ativo imobilizado (543) 13.927 10.579 (4.185) Recuperação de custos e despesas 133 854 2.192 4.460 Provisão perda desvalorização ativos (2.290) (10.937) Outras receitas e (despesas) operacionais 57 (162) (816) (4.399) _________ _________ _________ _________ Total 11.109 15.302 21.173 18.453 _________ _________ _________ _________ 30. Resultado Financeiro: 30.1. Receitas financeiras Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Ganhos em operações de SWAP 3.014 Juros ativos 35 490 2.135 1.124 Rendimento de aplicações financeiras 1.895 927 Descontos obtidos 29 40 1.423 4.680 Leasing 425 416 Ajuste a valor presente 303 3.542 3.058 Outras receitas financeiras 92 36 207 2.698 _________ _________ _________ _________ Total 459 566 9.627 15.917 _________ _________ _________ _________ 30.2. Despesas financeiras Controladora Consolidado ______________________ _______________________ 2010 2009 2010 2009 _________ _________ _________ _________ Perdas com operações de SWAP (3.040) Juros sobre empréstimos e financiamentos (25.956) (54) (43.275) (27.115) Juros passivos sobre parcelamentos (1.017) (280) (3.357) (9.392) IOF (84) (5.913) (5.562) Descontos condedidos (2.496) (3.672) Ajuste a valor presente (2.253) (2.216) Outras despesas financeiras (619) (197) (4.801) (5.742) _________ _________ _________ _________ Total (27.676) (531) (65.135) (53.699) _________ _________ _________ _________ 30.3. Variação cambial líquida: A variação cambial líquida é representada substancialmente por transações no consolidado de operações comerciais de exportações e importações, além de variação sobre contratos de empréstimos em moeda estrangeira. Na Controladora o montante de variação cambial passiva é de R$ 2.486 em 31 de dezembro de 2010 (zero em 2009) e no Consolidado os montantes de variação cambial ativa é de R$ 141 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 2.220 de variação cambial ativa em 31 de dezembro de 2009). 31. Informações Por Segmento: A Companhia procedeu com a segmentação de sua estrutura operacional levando em consideração a forma com a que o principal tomador de decisão gerência o negócio e considerando os critérios estabelecidos no CPC 22 (IRFS 8). Os segmentos e produtos estabelecidos pela Companhia são: a) Florestal (silvicultura, logística florestal, e industrialização de componentes de madeira); b) Distribuidora (energia auxiliar “EA” e mecânica, transmissão e potência “MTP”); c) Veículos pesados (veículos novos Scania, veículos seminovos e peças e serviços); e d) Logística Porto (porto para logística de contêineres, localizado em Santa Catarina. As informações por segmentos reportáveis estão apresentadas a seguir: 31.1 Receitas e Lucros por segmento: A abertura de receitas e resultados por segmentos estão dispostos a seguir:

Consolidado (IRFS e BR GAAP) _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 2010 2009 _________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Florestal Distribuidora Veículos Pesados Logística Porto Outros Total Florestal Distribuidora Veículos Pesados Logística Porto Outros Total ________ ___________ _______________ _____________ ________ ________ ________ ___________ _______________ _____________ _______ _________ Receita líquida das operações continuadas 97.542 121.050 878.257 90 1.096.939 113.337 93.297 526.276 12.202 745.112 Variação do valor justo dos ativos biológicos 12.812 12.812 1.154 1.154 Custo dos serviços prestados (86.514) (95.318) (761.393) (943.225) (94.588) (77.438) (459.657) (9.500) (641.183) Lucro bruto das operações continuadas 23.840 25.732 116.864 90 166.526 19.903 15.859 66.619 2.702 105.083 Despesas operacionais (22.245) (15.175) (71.169) (7.791) 9.033 (107.347) (18.291) (24.469) (47.117) (3.921) 39.967 (53.831) Provisão para desvalorização de ativos (impairment) (2.290) (2.290) (10.937) (10.937) Resultado antes do resultado financeiro das operações continuadas (695) 10.557 45.695 (7.791) 9.123 56.889 (9.325) (8.610) 19.502 (3.921) 42.669 40.315 Resultado financeiro (5.484) (4.799) (10.699) 1.386 (29.702) (55.282) (11.345) (17.779) (9.589) 419 (615) (38.909) Lucro antes dos efeitos tributários das operações continuadas (6.179) 5.758 34.996 (6.405) (20.579) 7.591 (20.670) (26.389) 9.913 (3.502) 42.054 1.406 Imposto de renda e contribuição social (1.382) 175 (10.041) 3.724 58 (7.466) (1.744) (1.109) (396) (3.249) ________ ___________ _______________ _____________ ________ ________ ________ __________________________ ____________________ _________ Lucro líquido do exercício das operações continuadas (7.561) 5.933 24.955 (2.681) (20.521) 125 (22.414) (26.389) 8.804 (3.502) 41.658 (1.843) ________ ___________ _______________ _____________ ________ ________ ________ ___________ _______________ _____________ _______ _________ a) Conciliação das receitas dos segmentos reportáveis de operações continuadas com os totais das demonstrações financeiras: Total de receitas para segmentos reportáveis para operações continuadas 1.096.939 745.112 Eliminação de receitas entre segmentos de operações continuadas (12.321) (17.720) ________ _________ Receita líquida da entidade de operações continuadas 1.084.618 727.392 ________ _________ b) Conciliação dos lucros (prejuízos) dos segmentos reportáveis de operações continuadas com os totais das demonstrações financeiras: Total do lucro (prejuízo) para segmentos reportáveis para operações continuadas 125 (1.843) Eliminação do resultado entre segmentos 5.203 (30.980) ________ _________ Lucro (prejuízo) do exercício 5.328 (32.823) ________ _________ 31.4. Informações geográficas: Nos exercícios de 2010 e 2009 substancialmente as vendas foram realizadas no território brasileiro. 31.5. Informações sobre principais clientes: Não há concentração de vendas por clientes da Companhia e nenhum desses clientes foi responsável individualmente por mais de 10% da receita líquida total nos anos de 2010 e 2009. 32. Seguros: Em 31 de dezembro de 2010, a cobertura de seguros estabelecida pela Administração para cobrir eventuais sinistros contra incêndio e outros danos sobre o imobilizado e responsabilidade civil montava a quantia de R$ 171.772 (R$ 173.080 em 2009 ). Em decorrência da diluição dos riscos envolvidos pela diversidade da localização dos projetos, a Companhia é auto-segurador de suas florestas e dos projetos de reflorestamento, não havendo seguro contratado. 33. Compromissos: A Companhia possui contratos firmados de locações de imóveis comerciais e locações de veículos para os quais tem o compromisso mensal aproximado de R$ 593. 34. Transações Não Envolvendo Caixa: Durante o exercício de 2010, a Companhia realizou as seguintes atividades de investimento e financiamento não envolvendo caixa, portanto, essas não estão refletidas na demonstração dos fluxos de caixa: a) A Companhia alienou imóveis de propriedade da Battistella Distribuidora Ltda. no valor justo total de R$ 18.500. Não havia sido recebido em caixa ou equivalentes de caixa no final em 31 de dezembro de 2010 no valor de R$ 2.000. b) O montante a receber decorrente da alienação pela Companhia da sua participação na empresa Vale do Rio Canoas de R$ 38.489 não havia sido recebido em caixa ou equivalentes de caixa em 31 de dezembro de 2010. c) Capitalização de juros ao imobilizado no valor de R$ 30.285 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 6.936 em 31 de dezembro de 2009). d) Compra de imobilizado a prazo no valor de R$ 3.835 em 31 de dezembro de 2010 (R$ 7.481 em 31 de dezembro de 2009). 35. Prejuízo Por Ação Proveniente de operações continuadas Controladora / Consolidado __________________________________________________ Média em Média em relação relação DENOMINADOR 31.12.2010 ___________ ao total ___________ 31.12.2009 ___________ ao total ___________ Ações ON - R$ 1 49.911.902 33% 49.911.902 33% Ações PN - R$ 1 99.765.826 67% ___________ 99.765.826 67% ___________ Total de Ações 149.677.728 149.677.728 ___________ ___________ NUMERADOR Lucro (prejuízo) de operações contiuadas atribuído para classes de ações - em R$ 1 5.096.000 (32.631.000) ___________ ___________ Resultado de operações continuadas por ação básico e diluído 0,0340 (0,2180) ___________ ___________ Proveniente de operações descontinuadas Controladora / Consolidado __________________________________________________ Média em Média em relação relação DENOMINADOR 31.12.2010 ___________ ao total ___________ 31.12.2009 ___________ ao total ___________ Ações ON - R$ 1 49.911.902 33% 49.911.902 33% Ações PN - R$ 1 99.765.826 67% ___________ 99.765.826 67% ___________ Total de Ações 149.677.728 149.677.728 ___________ ___________ NUMERADOR Lucro (prejuízo) de operações descontinuadas atribuído para classes de ações - R$ (8.377.000) (3.834.000) ___________ ___________ Resultado de operações descontinuadas por ação básico e diluído (0,0560) (0,0256) ___________ ___________ Não há diferença entre o prejuízo básico e prejuízo diluído na Companhia para os exercícios de 2010 e 2009. 36. Aprovação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram aprovadas e autorizadas para publicação pelo Conselho de Administração em 25 de março de 2011. 37. Eventos Subsequentes: Em 04 de março de 2011 ocorreu o recebimento de R$ 24.937, correspondente a US$ 15.000, da operação de venda das ações da controlada Vale Rio Canoas Silvicultura e Extração S.A. para a empresa Pyatov Participações Ltda. DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS e PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 Declaramos, na qualidade de diretores da BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A.,sociedade por ações com sede na Cidade de Curiti- independentes referente às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de Dezembro de 2010, datado de 25 de março de 2011. Marcos Andreetto Perillo ba, Estado do Paraná, na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, n° 555, 15º andar, Centro - CEP 80.430-180, inscrita no CNPJ sob o nº 42.331.462/001-31, que Ricardo Lopes de Moraes revimos, discutimos e concordamos com o conjunto das Demonstrações Financeiras, assim como com as opiniões expressas no relatório dos auditores Receita dos principais produtos e serviços: A receita dos principais produtos já encontram-se aberta no item anterior, pois os seguintes, são segregados e representados pelos principais produtos da Companhia. a) Florestal (Reflorestamento e industrialização de componentes de madeira); b) Distribuidora (Grupo geradores e peças de mecânica e transmissão); c) Veículos pesados (veículos novos Scania - principal atividade, veículos seminovos e peças e serviços). 31.2. Ativos e Passivos por segmento: Consolidado ____________________________________ ATIVOS DOS SEGMENTOS 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ FLORESTAL 178.672 237.142 217.187 DISTRIBUIDORA 86.077 88.604 73.294 VEÍCULOS PESADOS 122.505 135.306 122.701 LOGÍSTICA PORTO 212.630 188.466 106.793 OUTROS 46.706 65.611 14.772 _________ _________ _________ Total do ativo de segmentos divulgáveis 646.590 715.129 534.747 _________ _________ _________ Conciliação dos ativos dos segmentos reportáveis de operações continuadas com os totais das demonstrações financeiras: Ativos relacionados às operações descontinuadas 6.875 Eliminação de ativos entre segmentos (55.365) (118.744) (66.458) _________ _________ _________ Total do ativo 598.100 596.385 468.289 _________ _________ _________ Consolidado ____________________________________ PASSIVOS DOS SEGMENTOS 31.12.2010 31.12.2009 01.01.2009 _________ _________ _________ FLORESTAL 61.195 107.346 103.555 DISTRIBUIDORA 62.158 56.069 70.067 VEÍCULOS PESADOS 103.900 120.133 88.680 LOGÍSTICA PORTO 170.767 143.922 57.350 OUTROS 58.539 81.158 84.318 _________ _________ _________ Total do passivo de segmentos divulgáveis 456.559 508.628 403.970 Conciliação dos passivos dos segmentos reportáveis de operações continuadas com os totais das demonstrações financeiras: Passivos relacionados às operações descontinuadas 21 Empréstimos e debêntures captados e não alocado ao segmento 177.848 185.240 78.467 Eliminação de ativos entre segmentos (55.365) (118.744) (66.458) _________ _________ _________ Total do passivo 579.063 575.124 415.979 _________ _________ _________ 31.3. Outras informações dos segmentos Consolidado __________________________________________________ Adições ao Depreciação ________________________ ativo imobilizado ________________________ 2010 ___________ 2009 ___________ 2010 ___________ 2009 ___________ FLORESTAL 5.696 5.554 5.392 6.009 DISTRIBUIDORA 738 489 198 646 VEÍCULOS PESADOS 1.351 1.732 1.183 560 LOGÍSTICA PORTO 74.704 81.210 OUTRAS 580 ___________ 439 ___________ 151 ___________ 4.750 ___________ Total de adições sobre o ativo de segmentos divulgáveis 8.365 ___________ 8.214 ___________ 81.628 ___________ 93.175 ___________

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Hildo José Battistella

Rubens Battistella - Presidente Emilio Battistella - Vice-Presidente Conselheiros Karla Giovanna Battistella Maurício Valente Battistella

DIRETORIA

Flavio Antonio Ortolan

Renato Pisani

Marcos Andreetto Perillo - Diretor Superintendente e de Relações com Investidores Ricardo Lopes de Moraes - Diretor Terezinha do Rocio Machado - Contadora CRC: PR 039883/O-4

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Aos Acionistas e Administradores BATTISTELLA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. - Curitiba - PR Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Battistella Administração e Participações S.A. (“Companhia”), identificadas como Battistella Administração e Participações S.A., em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas: Em nossa do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é e financeira consolidada da Battistella Administração e Participações S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accoun- pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase: Conforme descrito na nota explicativa 2, as deting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como monstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Battistella Administração e Parnecessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. ticipações S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigên- Outros assuntos: Demonstrações do valor adicionado: Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), cias éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimene divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação tos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Curitiba, 25 de março de 2011. considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas Deloitte Touche Tohmatsu Cosme dos Santos pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de audi- Auditores Independentes Contador toria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais: Em nossa opinião, as CRC nº 2 SP-011.609/O-8 F-PR CRC nº 1 RJ 078.160/O-8 T-PR


Internacional

Indústria&Comércio | Curitiba, sexta-feira a domingo, 08 a 10 de abril de 2011 | F8

PROSPECÇÃO

Comércio mundial crescerá menos em 2011 após recorde de 2010 2010 registrou o maior aumento anual desde o início das séries de estatísticas

O

comércio mundial so frerá uma forte desace leração em 2011, com um crescimento previsto de 6,5%, depois de ter registrado uma avanço recorde de 14,5% em 2010. “Depois do aumento sem precedentes de 14,5% do volume de exportações em 2010, o crescimento do comércio mundial deve voltar a um nível mais modesto de 6,5% em 2011”, disse a OMC em um comunicado. “O forte aumento do volume de negócios ano passado permitiu ao comércio mundial recuperar o nível de antes da crise, mas não a tendência a longo prazo”, completou o texto. “O ano de 2010 registrou o maior aumento anual registrado desde o início das séries estatísticas em 1950, mas 2011 continua submetido a várias incertezas”, destacou a organização. A OMC ressaltou que as sequelas da crise ainda são percebidas. Além disso, o impacto do terremoto, tsunami e catástrofe nuclear no Japão, assim como as revoltas nos países produtores de petróleo e a alta nos preços dos alimentos, continuam sendo dificilmente quantificáveis.

Por este motivo, o prognóstico de um crescimento de 6,5% do volume de comércio em 2011, baseado em um crescimento da economia mundial de 3,1%, pode ser afetado.

MULA EMPACADA O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, disse nesta quintafeira que as negociações de

POLÍTICA MONETÁRIA

Presidente do BCE diz que incentivou Portugal a pedir ajuda O presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet, disse nesta quinta-feira que a instituição incentivou Portugal a pedir ajuda financeira externa. As declarações de Trichet foram dadas na coletiva de imprensa para explicar o aumento da taxa básica de juros na Europa, de 1% para 1,25% e um dia depois do primeiro-ministro demissionário de Portugal anunciar na TV que irá pedir socorro financeiro aos parceiros da União Europeia. "Nós incentivamos as autoridades portuguesas a pedir uma ajuda financeira", declarou Trichet na entrevista coletiva. Sobre a decisão de elevar os juros, Trichet disse que a Europa enfrenta riscos contínuos na inflação, apesar das difi-

culdades econômicas enfrentadas por Portugal, Grécia e Irlanda. O aumento das taxas de juros na Europa foi a primeira desde 2008. A taxa estava no menor nível histórico. O BCE tinha o dilema de controlar o aumento da inflação ou manter a política monetária mais frouxa para incentivar a recuperação da economia de países da zona do euro que sofrem uma crise da dívida e do sistema financeiro. A opção foi de garantir o controle dos preços. O BCE elevou nesta quintafeira sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 1% a 1,25%, sua primeira alta desde julho de 2008, anunciou nesta quinta-feira um portavoz da instituição monetária em Frankfurt.

Pedidos de seguro-desemprego caem nos EUA O número de novos desempregados continua caindo nos Estados Unidos depois da melhoria do mercado de trabalho, segundo estatísticas publicadas nesta quinta-feira pelo Departamento de Trabalho em Washington. O departamento contabilizou 382.000 pedidos de seguro-desemprego no país - informação corrigida de variações sazonais - de 27 de março a 4 de abril -, o que representa 3% menos em comparação com a semana anterior. Esta redução é mais forte que o previsto pelos analistas para o período, cuja previsão média era de 388.000 os pedidos de seguro-desemprego. Em março, a taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu pelo terceiro mês consecutivo,

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para 8,8% da população, segundo números oficiais divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano. O número surpreendeu positivamente o mercado, que estimava a manutenção da taxa em 8,9%. Desde novembro de 2010, a taxa de desemprego caiu um ponto percentual. Segundo os dados, a maior economia do mundo tem hoje 13,5 milhões de desempregados. Foram abertos 216 mil postos de trabalho, excetuando o setor agropecuário, acima da expectativa do mercado, que estimava criação de 185 mil vagas no período. Em fevereiro, foram abertas 194 mil vagas de emprego e em janeiro, 68 mil, segundo dados revisados.

Doha sobre a liberalização do comércio, que os países membros prometeram concluir em 2011, parecem uma mula que não quer avançar. As negociações comerciais estão num momento difícil, segundo Lamy numa coletiva de imprensa. “Para muitas pessoas, a OMC é como uma mula. Um animal confiável e resistente com que

se pode contar”, acrescentou, enfatizando que “uma mula não dá passos para trás”. “A dificuldade com as mulas é que, às vezes, elas param. Não vão para trás, mas se negam a avançar. É o que está acontecendo com as negociações comerciais agora”, afirmou. A Rodada de Doha, as nego-

ciações para a liberação do comércio internacional, foi iniciada no final de 2001 e está paralisada em função das reclamações dos países emergentes, que pretendem maior acesso aos mercados agrícolas dos países ricos, enquanto que estes exigem uma abertura maior para seus produtos industriais e bens de serviços no resto do mundo.

ONU diz ter cercado ‘últimos defensores’ de Gbagbo na Costa do Marfim As tropas da missão de paz da Organização das Nações Unidas na Costa do Marfim (UNOCI) cercou os “últimos defensores” do líder de facto marfinense, Laurent Gbagbo, informou a França nesta quinta-feira, 7. O anúncio é feito no mesmo dia em que o secretário-geral da ONU, Ban KiMoon, pediu a renúncia de Gbagbo, que se recusa a deixar o poder e diz ter vencido as eleições de novembro.

“A situação neste momento é a seguinte: as tropas da UNOCI cercaram em uma área limitada as últimas defesas do ex-presidente Gbagbo”, disse o ministro da Defesa francês, Gerard Lounguet. A França apoiou as ações da ONU e há cerca de uma semana também se envolveu na guerra civil marfinense. Um porta-voz da ONU informou que tropas foram enviadas para Cocody, o bairro

onde acredita-se que Gbagbo esteja se protegendo. “Colocamos soldados em Cocody e nas áreas adjacentes, mas não vamos intervir”, disse Hamadoun Toure. “Não estou a par de nenhum pedido de Ouattara pela nossa intervenção até agora”, disse o representante, referindo-se ao presidente eleito e reconhecido pela comunidade internacional, Alassane Ouattara.

Banco Central Europeu eleva a 1,25% sua taxa básica de juros O Banco Central Europeu (BCE) elevou nesta quinta-feira sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 1% a 1,25%, sua primeira alta desde julho de 2008, anunciou nesta quintafeira um porta-voz da instituição monetária em Frankfurt. O aumento visa a combater a inflação, apesar do impacto que este aumento pode ter em países com problemas financeiros. Portugal pediu na véspera ajuda externa para pagar suas dívidas e Grécia e Irlanda já receberam pacotes de resgate europeus.

Plano para saída de Saleh inclui imunidade contra processos Um plano de países do Golfo Pérsico para a saída do presidente do Iêmen irá garantir ao líder veterano e à sua família imunidade contra processos. Os EUA e países do Golfo, como a Arábia Saudita, principal apoiador financeiro do Iêmen, agora parecem prontos para colocar de lado um aliado de longo tempo contra o braço da organização terrorista AlQaeda no Iêmen e evitar o colapso caótico do mais pobre país árabe. A reação violenta de Saleh aos dois meses de protestos contra seu governo de 32 anos testou a paciência de Washington e Riad, ambos alvos de tentativas de atentado da facção iemenita da AlQaeda.

08-04-11 Indústria&Comércio  

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