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revela este projeto. Maria responde “sim” e daquele momento a fé de Maria recebe uma luz nova: concentra-se em Jesus, o Filho de Deus que dela se fez carne e no qual se cumprem as promessas de toda a história da salvação. A fé de Maria é o cumprimento da fé de Israel, nela está justamente concentrado todo o caminho, toda a estrada daquele povo que esperava a redenção, neste sentido é o modelo da fé da Igreja que tem como centro Cristo, encarnação do amor infinito de Deus. Como Maria viveu esta fé? Viveu na simplicidade das mil ocupações e preocupações cotidianas de toda mãe, como fornecer o alimento, a vestimenta, cuidar da casa… Justamente esta existência normal de Maria foi terreno onde se desenvolveu uma relação singular e um diálogo profundo entre ela e Deus, entre ela e o seu Filho. O “sim” de Maria, já perfeito desde o início, cresceu até o momento da Cruz. Ali a sua maternidade se espalhou abraçando cada um de nós, a nossa vida, para nos guiar ao seu Filho. Maria viveu sempre imersa no mistério de Deus feito homem, como sua primeira e perfeita discípula, meditando cada coisa no seu coração à luz do Espírito Santo, para compreender e colocar em prática toda a vontade de Deus. Podemos fazer-nos uma

ANO DA FÉ – Queridos irmãos e

irmãs. Continuando as catequeses sobre a Igreja, hoje (23/10/2013) gostaria de olhar para Maria como imagem e modelo da Igreja. Faço isso retomando uma expressão do Concílio Vaticano II. Diz a Constituição Lumen gentium: “Como já ensinava Santo Ambrósio, a Mãe de Deus é figura da Igreja na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo” (n. 63). 1. Partamos do primeiro aspecto, Maria como modelo de fé. Em que sentido Maria representa um modelo para a fé da Igreja? Pensemos em quem era a Virgem Maria: uma moça judia, que esperava com todo o coração a redenção do seu povo. Mas naquele coração de jovem filha de Israel havia um segredo que ela mesma ainda não conhecia: no desígnio do amor de Deus estava destinada a tornar-se a Mãe do Redentor. Na Anunciação, o Mensageiro de Deus chama-a “cheia de graça” e lhe 1


pergunta: deixamo-nos iluminar pela fé de Maria, que é nossa Mãe? Ou a pensamos distante, muito diferente de nós? Nos momentos de dificuldade, de provação, de escuridão, olhamos para ela como modelo de confiança em Deus, que quer sempre e somente o nosso bem? Pensemos nisso, talvez nos fará bem encontrar Maria como modelo e figura da Igreja nesta fé que ela tinha! 2. Vamos ao segundo aspecto: Maria modelo de caridade. De que modo Maria é para a Igreja exemplo vivo de amor? Pensemos em sua disponibilidade para com a prima Isabel. Visitando-a, a Virgem Maria não lhe levou somente uma ajuda material, também isto, mas levou Jesus, que já vivia em seu ventre. Levar Jesus àquela casa queria dizer levar a alegria, a alegria plena. Isabel e Zacarias estavam felizes pela gravidez que parecia impossível em sua idade, mas é a jovem Maria que leva a eles a alegria plena, aquela que vem de Jesus e do Espírito Santo e se exprime na caridade gratuita, no partilhar, no ajudar, no compreender. Nossa Senhora quer trazer também a nós o grande presente que é Jesus e com Ele nos traz o seu amor, a sua paz, a sua alegria. Assim é a Igreja, é como Maria: a Igreja não é um negócio, não é uma agência humanitária, a Igreja não é uma ONG, a Igreja é enviada a levar Cristo e o seu Evangelho a todos; não leva a si mesma – se pequena, se grande, se forte, se frágil, a Igreja leva Jesus e deve ser como Maria quando foi visitar Isabel. O que levava Maria? Jesus. A Igreja leva Jesus: este é o centro da Igreja, levar Jesus! Se por hipótese, uma vez acontecesse que a Igreja não levasse Jesus,

aquela seria uma Igreja morta! A Igreja deve levar a caridade de Jesus. Falamos de Maria, de Jesus. E nós? Nós que somos a Igreja? Qual é o amor que levamos aos outros? É o amor de Jesus, que partilha, que perdoa, que acompanha, ou é um amor aguado, como se diluísse o vinho com água? É um amor forte ou frágil, tanto que segue as simpatias, que procura um retorno, um amor interessado? Outra pergunta: Jesus gosta do amor interessado? Não, não gosta, porque o amor deve ser gratuito, como o seu. Como são as relações nas nossas paróquias, nas nossas comunidades? Nós nos tratamos como irmãos e irmãs? Ou nos julgamos, falamos mal uns dos outros, cuidamos de cada um como o próprio jardim, ou cuidamos uns dos outros? São perguntas de caridade! 3. Brevemente um último aspecto: Maria modelo de união com Cristo. A vida da Virgem Maria foi a vida de uma mulher do seu povo: Maria rezava, trabalhava, ia à sinagoga… Mas cada ação era cumprida sempre em união perfeita com Jesus. Esta união alcança o ponto alto no Calvário: aqui Maria se une ao Filho no martírio do coração e na oferta da vida ao Pai pela salvação da humanidade. Nossa Senhora fez sua a dor do Filho e aceitou com Ele a vontade do Pai, naquela obediência que dá frutos, que dá a verdadeira vitória sobre o mal e sobre a morte. É muito bonita esta realidade que Maria nos ensina: ser sempre mais unidos a Jesus. Podemos perguntar-nos: nós nos lembramos de Jesus somente quando algo não vai bem e temos necessidade ou a nossa relação é constante, uma amizade profunda, mesmo quando se trata de segui2


Lo no caminho da cruz? Peçamos ao Senhor que nos doe a sua graça, a sua força, a fim de que na nossa vida e na vida de cada comunidade eclesial reflita-se o modelo de Maria, Mãe da Igreja. Assim seja! (Papa Francisco)

qual reafirma a importância e os objetivos missionários programados no início de seu pontificado. Nesse mesmo ano consagrou os seis primeiros bispos chineses. Oficialmente o Dia Mundial das Missões foi instituído em 14 de abril de 1926, pelo papa Pio XI a pedido do Conselho Superior Geral da Pontifícia Obra da Propagação da Fé. Fato interessante: Pio XI fez um gesto

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES - O Dia Mundial das Missões nasceu de um clima muito favorável à causa missionária. No ano de 1922 foi eleito Papa o Cardeal-arcebispo de

Milão, Aquiles Ratti, que tomou o nome de Pio XI. Seu ardor missionário era de todos conhecido e, por isso mesmo, esperava-se dele um grande impulso à missão. Logo no início de seu pontificado nomeou o primeiro bispo indígena, Mons. Roche, inaugurando, assim, uma série de prelados nativos de rito latino no século XX. Neste mesmo ano celebrava-se o primeiro centenário da fundação da Obra Missionária da Propagação da Fé. Pio XI declarou-a Pontifícia, junto com a Obra da Infância Missionária e a de São Pedro Apóstolo, confirmando-as e recomendando-as como instrumentos principais e oficiais da cooperação missionária de toda a Igreja católica. No Ano Santo de 1925 abriu, no Vaticano, uma esplêndida exposição missionária mundial. No ano seguinte (1926) publicou uma Encíclica sobre as missões, “Rerum Ecclesiae”, na

surpreendente uns anos antes de instituir o Dia Mundial das Missões: Na festa de Pentecostes de 1922, ano em que foi eleito Papa, interrompeu sua homilia e, em meio a impressionante silêncio, tomou seu solidéu e fez passar entre a multidão de bispos, presbíteros e fiéis na Basílica de São Pedro, enquanto pedia a toda a Igreja ajuda para as missões. No Brasil há mais de 40 anos as Pontifícias Obras Missionárias promovem a Campanha Missionária, celebrada no mês de outubro, destacando o Dia Mundial das Missões (no penúltimo domingo do mês). É uma jornada de fé, uma festa de catolicidade e solidariedade em favor da missão universal da Igreja. É para os cristãos de todo o mundo um renovado convite para agradecer a Deus o dom da fé e um apelo à corresponsabilidade na evangelização hoje e sempre, aqui e em todo o mundo. (Fonte: Pontifícias Obras Missionárias)

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OUTUBRO – MÊS DO ROSÁRIO Na Carta Apostólica sobre o “Rosário da Virgem Maria”, o Papa João Paulo II nos ensina que: "O Rosário, de fato, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se

da terceira idade durante uma missa bem participada na Capela da Santa Casa no mês de setembro. O grupo que pertence à Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, onde o Padre Martins é pároco. Elas atuam na Capela de Santo Ivo. O objetivo das senhoras é rezar o terço nos encontros das segundas-feiras, para as famílias. Todas as primeiras segundas-feiras do mês há reunião com as mesmas, onde fazemos o encontro do manual, reza do terço e meditação da Palavra de Deus. É muito gratificante perceber a alegria e perseverança das senhoras. O testemunho de uma delas nos comoveu muito, ela disse: “Eu nunca pensei que com 80 anos de idade, pudesse conhecer a Madre Clélia e sua espiritualidade, estou muito feliz, gostaria de ter uns 40 anos, para fazer muito mais para nossa família”. Sentimos que o Coração de Jesus realmente não faz diferença entre as pessoas. O que Ele espera de cada uma é fé, união, amor e isto elas passam para nós. Rezemos para que mais senhoras assumam o nosso projeto de testemunhar ao mundo o amor misericordioso do Coração de Jesus. (Ir. Nadir Damião de Oliveira –

introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor" (cf. RVM, n. 1). Com isso vemos que essa oração devocional sustentou durante muito tempo a vida cristã católica de nosso povo num passado não muito distante.

Coordenadora)

GFASC DE JAÚ RECEBE SENHORAS DA TERCEIRA IDADE (VIÚVAS E SOLTEIRAS) - Com

A UNIVERSIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO COMPLETA 60 ANOS –

Transcrevemos o discurso de Ir. Susana de Jesus Fadel dirigido às

muita emoção e alegria a GFASC recebeu no seu grupo 14 senhoras 4


autoridades presentes e representadas e a todos os participantes desta linda festa.

no coração de Madre Clélia Merloni, nossa querida fundadora e, por meio de mãos corajosas e missionárias chegou ao Brasil em 1900. Em seguida a Bauru em 1926. Deu-se início então a realização de um sonho, de uma ideia, de uma inspiração - na alma de uma mulher forte que dedicou sua vida e vocação aos demais e, com esforço, insistência e fé iniciou a construção da FAFIL, estou falando de Ir. Arminda Sbríssia. Em 1953 nascia, no coração de Bauru, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração, com os primeiros cursos: Geografia, História, Letras Neolatinas e Pedagogia. Ir. Arminda Sbrissia, sua fundadora, iniciou os alicerces e deixou-nos lições de sabedoria: “Uma construção não começa pela cúpula. A ela chegar-se-á, com tempo e persistência, se os alicerces forem bem lançados. Começamos pelo alicerce; à cúpula chegaremos. O caminho andado nos concede um crédito de confiança. No corpo docente, devotado e estudioso descansam nossas esperanças de continuidade e de progresso. No corpo discente está o futuro da Faculdade e da função social que lhe compete. Fazendo memória de Ir. Arminda, fazemos memória de todos aqueles que iniciaram essa construção: as primeiras Apóstolas, os primeiros professores, os primeiros funcionários, os primeiros estudantes... nessa etapa, visualizo mãos divinas que sustentaram esta obra, mãos missionárias que deixaram sua terra natal para viver em prol da educação, mãos evangelizadoras que acreditaram que o Reino de Deus pode acontecer por meio de um ensino de qualidade, mãos bauruenses que acolheram as Apóstolas e ajudaram a edificar a FAFIL e a projetar a USC, mãos guerreiras e corajosas que colocaram as primeiras pedras com persistência e determinação, mãos que deixaram saudades. Ainda

Após os cumprimentos Ir. Susana disse: “Tudo tem seu tempo

determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. (Ecl, 3) Tempo de nascer, tempo de plantar, tempo de curar, tempo de construir, tempo de buscar... tempo de celebrar”. Estamos em tempo de celebrar, de dar graças! Tempo de comemorar os 60 anos da Universidade do Sagrado Coração, tempo de Jubileu, de soar as trombetas! Mas o que é o tempo? Embora não consigamos apreendê-lo nem dominá-lo, podemos percebê-lo em três momentos: passado, presente e futuro. Porém não conseguimos medir o tempo com precisão, medimo-lo com a sensibilidade. Os 60 anos da USC que se passaram não podem ser medidos simplesmente pelo total de décadas; o presente da USC pode ser percebido apenas no momento em que está ocorrendo e no que estamos vivenciando. O futuro está ainda sendo construído. O tempo é um mistério para nós e, segundo Santo Agostinho, ele está na alma, porque o vemos não apenas como medida de movimento, mas como interioridade psíquica – temos consciência de nossa condição temporal. Se o tempo está na alma, convido a cada um a celebrar com a alma esta festa! Celebrar o passado, o presente e o futuro! Celebrar o passado fazendo memória grata, celebrar o presente vivendo-o intensamente e celebrar o futuro acolhendo a Esperança que vem do Coração de Jesus. Tempo de celebrar o passado! Contemplo um sonho sem fronteiras, que nasceu na Itália, em 1894 5


fazendo memória oferecemos nossas mãos cheias de gratidão para a Ir. Maria Elvira Milani, a primeira reitora da USC, com a qual temos a alegria de conviver e manter o elo entre o passado e o presente da Universidade. Ir. Maria Elvira que com suas mãos fortes, seu coração terno e sua mente inovadora foi responsável pela solidificação e crescimento da FAFIL e sua transformação em Universidade, em 1986. A USC continuou crescendo, novos cursos, novas áreas, novas perspectivas, novas exigências e novas construções. Lembramos e agradecemos neste momento da querida Ir. Jacinta Turolo Garcia, que brindou a USC como reitora, com sua paixão pela Educação durante 18 anos. Tempo de celebrar o presente! Passaram seis décadas, e a USC continua contando com mãos que ajudam na construção desta História. Você que está aqui hoje, celebrando conosco, você faz parte dela. Suas mãos fazem parte desta construção. Olhando daqui, para vocês eu visualizo muitas mãos cheias de significado para a USC. Visualizo mãos de pastor, mãos de irmãs, mãos que ensinam. Sim professores, mãos que ensinam. Mãos cuidadosas, mãos que fazem da comunicação um bem social, mãos jovens com sede de aprender, mãos que administram, mãos que disseminam a cultura para o bem da sociedade, mãos que aconselham, mãos que evangelizam, mãos que cuidam do rigor da pesquisa, mãos carregadas de preocupações, mãos que embelezam jardins, mãos amigas, mãos cheias de compromisso social, mãos exigentes, mãos desbravadoras de novos caminhos e novas metodologias, mãos éticas, mãos que avaliam para o crescimento e a melhoria da Instituição, mãos de pais, mãos sem fronteiras, mãos amigas, mãos fraternas; mãos que fazem a diferença... Neste tempo agradeço a

todos vocês que fazem parte do presente da USC. Às famílias dos nossos estudantes aqui representadas, aos estudantes também representados pelos conselhos, aos coordenadores, professores, funcionários, membros do CONSEPE, da CPA, ao senhor Bispo e aos sacerdotes que nos ajudam a desenvolver e a vivenciar a pastoral, à comunidade bauruense, às empresas parceiras que agregam valor à nossa missão, aos meios de comunicação, às Apóstolas, aos nossos queridos Superiores e às Irmãs da comunidade religiosa da Universidade pelas mãos de apoio e convivência. E de uma maneira especial agradeço a equipe diretiva com quem tenho a possibilidade de partilhar todos momentos, equipe esta que tem as mãos firmes, seguras e fortes, mas sobretudo, mãos de fidelidade. Tempo de celebrar o futuro! Visualizo mãos que acendem luzes e neste momento peço licença para retomar uma reflexão feita em 2011, quando assumi a reitoria da Universidade citando Érico Veríssimo: “Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem me animado, até hoje, a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade do seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não deserdamos nosso posto.” É com essa atitude que a USC celebra hoje seus 60 anos. O olhar para o futuro é um olhar de fé, de confiança de que não nos faltarão coragem e força para acendermos nossos fósforos repetidamente, ainda mais, porque temos a certeza de que a Verdadeira Luz nos 6


conduzirá! Iluminados por Ele, iluminaremos! Ao celebrar seu jubileu de diamante, a USC tem a maturidade e a clareza de que é preciso constantemente renovar suas escolhas e a tradição. Também é conhecedora dos desafios e dificuldades que nunca faltaram em sua história; tem a coragem de se debruçar sobre questões fundamentais de sua prática, relacionadas à identidade da IES católica, à formação de valores e à luta diária por um ensino humanizado. A USC também sabe que está em tempo de lutar para continuar prestando serviço à comunidade e transformando seu entorno. Por estas e por outras questões, sabemos que não podemos deserdar nosso posto, que temos a necessidade de estar repetidamente acedendo os fósforos neste tempo de desvalorização sutil do Ensino Superior particular no Brasil e porque não dizer do ensino confessional no Brasil? Não obstante os momentos de sombras e escuridão que se apresentam, não há dúvidas de que a USC tem sabido enfrentar os desafios dessas 6 décadas com competência e dinamismo, e, mais uma vez assume o compromisso de fazer luz sobre a realidade que a cerca. Não temos outra missão enquanto Universidade Católica a não ser a de iluminar, de acender luzes... luzes de verdade, de conhecimento, de respeito, de dignidade, de aprendizagem, de superação, de amor ao ensino, de descoberta para melhorar a sociedade, de ética... luzes de renovação, de transformação, de liderança positiva, de sonhos de um mundo melhor, de cidadania, de inovação, de valores, de testemunho, de Educação, de formação... cada líder formado é uma centelha de luz que a USC distribui na sociedade. Hoje, novamente, a USC ascende a sua Luz! Renova seu compromisso de ser: Universidade Católica Comunitária e Cleliana com a MISSÃO de desenvolver

uma “formação humana e integral fundamentada nos princípios católicos, concretizada na excelência do ensino, da pesquisa e extensão, expressa no compromisso social e na disseminação da ciência e do saber para o bem da sociedade”. Finalizo minhas palavras parafraseando o presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil Pe. Marinoni – “A qualidade da educação que oferecemos é o primeiro testemunho da fé que professamos”. Na celebração dos 60 anos a comunidade universitária da USC dê testemunho de sua Fé oferecendo à sociedade e àqueles que confiam em nosso trabalho a sua integridade expressa na qualidade da Educação e, fazendo opção pela luz, em cada gesto, no trabalho cotidiano, nos desafios, com Esperança e sem se cansar de acender sua lâmpada moderna, seu toco de vela ou seu fósforo diário, com a mesma competência e o trabalho dedicado de nossos antecessores. Parabéns USC! Parabéns por estar há 60 anos formando líderes com coração”.

Irmã Susana de Jesus Fadel e o bispo diocesano dom Caetano Ferrari Irmã Elvira Milani e o aluno mais antigo da USC, Vicente Aiello

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Tempo para celebrar e comemorar a trajetória de uma Instituição nascida em Bauru e que trilha caminhos de sucesso e excelência no ramo educacional, nunca deixando de lado o serviço em prol da sociedade.

OS 60 ANOS DA USC

15/10/2013 A semana de comemorações foi intensa, começando na terça-feira (15) com Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Caetano

Da esquerda para a direita: Ir. Jucélia Melo, Ir. Susana Fadel (reitora) e Ir. Ilda Basso, Sandra Saes, Daniela Luchesi, Leila Vieira, Gislaine Aude, Marcela Cardoso, Roberto Rufino e Welber Pinto

No “ranking” dos eventos sociais que têm acontecido em nossa cidade, a comemoração dos 60 anos da Universidade Sagrado Coração merece, com todo carinho, uma referência muito especial. Mais de 600 pessoas participaram da celebração de quarta-feira última, dividida entre uma Santa Missa com dom Caetano, uma cerimôniahomenagem de alto nível e um finíssimo coquetel de confraternização. Irmã Susana de Jesus Fadel, reitora, as demais Irmãs, professores e funcionários, autoridades, representantes institucionais e convidados vivenciaram momentos inesquecíveis nessa escola que é orgulho para nossa comunidade. Vale pontuar, nas palavras da Irmã Susana, que a USC nasceu com a missão de distribuir luzes de cultura e conhecimento. E dentro de sua tradição católica, contribuir para formação e expansão da educação da sociedade.(Fonte: Jornal da Cidade –

Ferrari, palavras da Reitora Irmã Susana de Jesus Fadel e almoço especial aos funcionários. 16/10/2013 Na quarta-feira (16) a comemoração solene contou com Missa, também presidida pelo Bispo Diocesano Dom Caetano Ferrari e concelebrada pelos Padres Pe. Marcos Pavan da

Catedral do Divino Espírito Santo, Pe. Enedir Gonçalves Moreira da Paróquia Universitária do Sagrado Coração de Jesus, Pe. Ângelo Palácios Saiz da Paróquia Maria Mãe do Redentor, Pe. Agnaldo Pereira da Paróquia Santa Rita de

Bauru)

USC – JUBILEU DE DIAMANTE -

Tempo foi a palavra de ordem nas comemorações do Jubileu de Diamante (60 anos) da USC Universidade Sagrado Coração 8


Cássia, Pe. Arlindo Pereira e Pe. Luigi Favero do Centro Salesiano de Araçatuba e Pe. José Marinoni, Diretor Presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) e Reitor da Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande (MS). A Missa também teve a participação dos Diáconos permanentes da Diocese José Rafael Mazzoni e Marcos Arantes e dos seminaristas do Seminário Propedêutico da Diocese de Bauru. Após a celebração a Universidade homenageou personalidades, Irmãs Apóstolas, professores e estudantes que fizeram e fazem parte de sua história. “Sou professor formado nesta Universidade. Gostaria de agradecer a todas as Irmãs Apóstolas pelo excelente trabalho que vêm desenvolvendo. Que esta casa de ensino seja sempre vibrante como foi no ano que entrei aqui (1956) e que continue crescendo e desenvolvendo nos jovens a capacidade de ensinar”, disse o senhor Vicente Ayello, um dos estudantes mais antigos da Instituição. Na ocasião, a Reitora, em suas palavras convidou a todos os presentes a comemorar intensamente os 60 anos da USC. O fechamento da cerimônia foi realizado com a Cápsula do Tempo. Estavam presentes bauruenses e pessoas que fazem parte da história da USC para colocar seus sonhos e expectativas em uma carta, depositada na cápsula. Representantes do corpo docente, estudantes, famílias de estudantes, empresários bauruenses, membros do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus (IASCJ), Diocese de Bauru, sociedade, Associação Nacional de Educação Católica e demais personalidades que

participam da história e trajetória da USC projetaram seus anseios em relação à instituição e a sociedade como um todo, no prazo de 15 anos. A cápsula tem um local reservado na Universidade e será aberta nas comemorações dos 75 anos, em 2028. “A cápsula é um memorial do tempo presente, contextualizando a USC e a sociedade bauruense e projetando a mesma para 15 anos”, ressalta Marcello Zanluchi, Gerente de Operações e organizador das comemorações do Jubileu de Diamante da USC. 17/10/2013 A comunidade foi presenteada com a peça teatral “A Pedra Mais Preciosa”, apresentada na quintafeira (17), que contou um pouco da história da USC até os dias de hoje. O enredo uniu presente e passado, sob o ponto de vista de um grupo de jovens prestes a realizar o vestibular. Enquanto discutiam suas opções de carreira, pontuaram momentos e pessoas marcantes na trajetória da Universidade. O trabalho foi dos estudantes do segundo ano do curso de Artes Cênicas sob a direção da Prof.ª Esp. Giovana Gobeth e produção da Prof.ª Dra. Valéria Biondo. Ainda na quintafeira a Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI/USC) lançou o livro “20 anos UATI/USC”, resultado do trabalho pioneiro com a terceira idade. 20/10/2013 E não parou por aí. No domingo (20), dia em que é comemorado o aniversário da Universidade, a Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob a regência do Maestro Dr. Marcos Virmond, brindou a todos os presentes com um concerto em homenagem ao 9


Jubileu de Diamante. O concerto contou com a presença da solista Dra. Rosa Maria Tolon ao piano.

oportunidade de ser transmissoras da luz do próprio Cristo” (Irmã Márcia Cidreira – Vice-Provincial)

Parabéns USC!

“Quero deixar para todos da USC o meu agradecimento por tudo que a Universidade fez à minha vida e a todos que passaram por aqui. Que a Universidade colha tudo aquilo que fez. Desejo o melhor para USC, pois ela faz o melhor em educação, com certeza”. (Gina

Algumas das personalidades que estiveram presentes nas comemorações dos 60 anos da Universidade deixaram a sua mensagem: “É claro que celebrar 60 anos significa celebrar a estabilidade de uma Instituição. Como representante da ANEC só tenho que parabenizar a USC por tudo aquilo que ela tem feito em prol da sociedade, pois é fundamental que a Universidade exista para a sociedade. No âmbito da educação católica a USC se sobressai pela qualidade, competência e testemunho que vem dando tanto na gestão como no tripé ensino, pesquisa e extensão. Continuem sendo modelo e exemplo, seguindo os princípios de Madre Clélia Merloni, pois a caridade de Cristo nos impulsiona para que mais „Líderes com Coração‟ a USC possa oferecer para a sociedade”.

Sanchez – Dirigente de Ensino de Bauru e ex-aluna do curso de Pedagogia).

“Participar dos 60 anos da USC é um privilégio, pois ter a Universidade nesta cidade é uma honra para qualquer cidadão bauruense”. Clóvis Aparecido Cavenaghi Pereira – Diretor do SESI de Bauru).

“Ter um empreendimento que hoje completa 60 anos é um orgulho para o povo bauruense. Começou de uma semente e hoje é um grande patrimônio. A USC é um orgulho para Bauru. Parabenizo todos que contribuíram para que a USC tornasse o que é hoje”. (Olga Bicudo Tognozzi, presidente da APAE – Bauru).

(Padre José Marinoni - Diretor Presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) e Reitor da Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande (MS))

ENCONTRO VOCACIONAL – No dia 27 de outubro de 2013, realizou-se em São Paulo mais um

“É uma alegria estar aqui participando deste momento tão importante para a Universidade, um lugar em que tantas pessoas passaram por aqui, sempre levando algo consigo, próprio do Coração de Jesus. Madre Clélia proporcionou a nós para estarmos neste espaço e, como disse a Reitora Irmã Susana, nós somos fachos de luzes a iluminar todos aqueles que passam pelo nosso caminho. Agradecemos a Deus por este tempo de existência de nossa Universidade, onde tivemos a

Encontro Vocacional, com o objetivo de apresentar às jovens as missões das Apóstolas dentro e fora do país. O Encontro teve início com uma oração pelos 10


missionários e os povos dos cinco continentes dinamizada por Ir. Maria Aparecida Rozene. Ir. Aparecida de Fátima A. Faria falou da Apóstola Enfermeira e da missão na área da Saúde. Duas jovens que vão entrar no próximo ano são formadas em Técnico de Enfermagem. Ir. Vânia Cristina de Oliveira falou da Apóstola Educadora, Ir. Terezinha Rodrigues Vaz falou da missão no México. Ir. Maria Rodrigues da

Povo, Ir. Lurdinha acompanhou o encontro de formação e recreação

com os adolescentes da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Mavalane. Após a celebração da Palavra refletiram sobre o ano da fé, com o tema: Eu creio, e tu? Depois partilharam seus talentos através de músicas e apresentações, também houve brincadeiras e desafios sobre a celebração do ano da fé. Foi um encontro formativo e bem divertido! Missionárias celebram dia das missões! No dia 20 de outubro, na Paróquia Nossa Senhora de

Silva e Ir. Marlene Oliveira de Lima dinamizaram uma recreação após o almoço. Ir. Sandra de Souza falou sobre o acompanhamento e entrada no Pré-Postulado. Ir. Verdiana Kiss nos auxiliou durante todo encontro. Ir. Márcia Cidreira se fez presente e fez acolhida das Jovens. Ir. Maria Aparecida Custódio Marcolino dinamizou os cantos na Celebração Eucarística. Agradecemos a todas estas Irmãs que colaboraram diretamente no Encontro Vocacional e Ir. Maria Aparecida Sacon e comunidade, que, como em todos os encontros deste ano, nos ofereceram o espaço, o café da manhã, almoço e kit lanche para o retorno. Somente o Coração de Jesus pode recompensá-las com graças e bênçãos. Obrigada de coração! (Ir.

Fátima, as Irmãs Apóstolas participaram com outras religiosas e leigas consagradas de um momento celebrativo e de partilha. Iniciou-se com a Santa Missa celebrada por Pe. Dionísio, em seguida a partilha dos frutos da terra e dos dons de cada família missionária. O missionário é chamado a alargar o seu coração e criar novas relações. Como foi bom partilhar a caminhada com outras religiosas que trabalham na paróquia que residimos! Alguns alunos da ESFPovo, juntamente com os Profs. Nazário e Henrique e Ir. Erraunete

Aparecida Rozene Ferreira).

NOTÍCIAS DE MAPUTO - No dia 13 de outubro, na Escola Força do 11


visitaram o Museu Nacional de Artes, prestigiando a homenagem

No dia 16 recebemos a visita do Sr. Embaixador Rodolfo Matarollo (argentino), representante especial da UNASUR-Haiti e sua

esposa que ficaram encantados com nosso trabalho, oferecendonos ajuda para melhorias em nossa missão. No período de 22 a 28, recebemos a visita de nossa Madre Geral, Madre Mary Clare, nossa

de distinção realizada ao nosso falecido Professor Obadias. As suas três pinturas tinham como tema: Mais Perto do Além, demonstram entrar no profundo de seu íntimo. Foi momento de grande emoção, pena que não pudemos registrar com foto. Também aproveitamos para visitar a arte Maconde. (Ir. Erraunete)

OUTUBRO – DIAS DE FESTA NA COMUNIDADE DO HAITI - No dia 02 iniciou-se um novo ano acadêmico. Dia de muita alegria, mas também com alguns

Provincial, Ir. Miriam e a Provincial dos Estados Unidos, Ir. Anne. Foram dias de grande enriquecimento espiritual, partilha fraterna e alguns encontros: com o Sr. Arcebispo Dom Guire Poulard, com os missionários da Missão Belém, com algumas famílias de nossos alunos, com as

chorinhos. Agora são 130 alunos: 1º, 2º e 3º anos da educação infantil e uma classe para crianças de 6 a 8 anos que nunca foram a escola. Ir. Maria Emilia retornando do Brasil após visita a família, continua sua linda missão junto aos doentes em parceria com os freis. Iniciaram um centro de nutrição com uma equipe de agentes comunitários que fazem visitas às famílias para cadastramento e encaminhamento das crianças desnutridas.

vocacionadas que prepararam um delicioso almoço haitiano e um momento cultural com 12


apresentação de danças haitianas, visita ao Mosteiro São Bento e a os militares brasileiros. O Coração de Jesus as plenifique com suas infinitas graças. Muito obrigada. No dia 24 celebramos com toda a comunidade educativa, com Madre Mary Clare, Ir. Miriam, e Ir. Anne o 1º aniversário da “Institution Sacré Coeur de Jésus”, a caçula da Sagrado-Rede de Educação. Emocionados os pais falaram da satisfação de terem seus filhos em nossa escola. Com o trabalho incansável de cada irmã de nossas comunidades e dos leigos, nossa escola continua ampliando sua estrutura para poder acolher novos alunos e oferecer um ambiente propício para seu desenvolvimento integral.

vício das drogas, principalmente através da espiritualidade da Fazenda da Esperança. Também ouvimos a partilha de um menino e uma menina, que muito nos tocou. Os meninos e meninas da Fazenda apresentaram um teatro muito bem feito, pareciam profissionais. (Ir. Ana Carolina Nogueira da Silva)

Atos concretos de crescimento na fé foram realizados na Fazenda da Esperança aqui na Ásia. Dia 20 foram crismados nove recuperandos; houve dois batizados: Jamel de um ano, filha de uma recuperanda e Marc de trinta e dois anos, exrecuperando da Fazenda da Alemanha, que agora é voluntário na Fazenda das Filipinas. Houve,

CRESCENDO

(Ir. Maria Zelinda Cardim)

NA

MISSÃO DAS FILIPINAS - FESTA

DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS - A comunidade da Fazenda da Esperança das Filipinas celebrou no dia 06 de Outubro, o Padroeiro da Fazenda, São Francisco de Assis. A festa teve início às 8h30, com a apresentação das escolas da região. Às 9h30 houve uma colocação sobre a paz, feita pelo Padre João Itaru, Missionário da África, o qual enfatizou a oração de São Francisco, também que onde há paz, há esperança. Sendo que a paz não significa ausência

também, uma declaração de fé por um recuperando que decidiu retornar à Igreja Católica, após um tempo na Comunidade dos Mórmons. Que felicidade brotava do fundo de cada coração durante a cerimônia presidida pelo Bispo de Masbate, Revmo D. José Bantolo. Tudo prosseguiu num clima de muita alegria, pois todos sentiam um profundo fortalecimento da fé. Congratulamo-nos com Ir. Ana Carolina que não mede esforços em suas catequeses, esforços estes partilhados e sustentados pelo testemunho de todas nossas comunidades. Acreditamos que o ano da Fé celebrado pelas Apóstolas em cada canto deste

de conflito. Tivemos a Santa Missa, celebrada por Padre Almazor, da diocese de Masbate. Richardson, missionário da Fazenda partilhou como superou o 13


mundo, tenha produzidos frutos de muito amor e esperança em muitos corações quebrados pela falta de fé em alguns momentos da vida. Deus é Pai e cuida de nós, seus filhos. Abraços, saudades e orações. (Comunidade das Apóstolas das

NOTA DE FALECIMENTO – No dia 16 faleceu em Perugia na Itália Ir. Consiglia Cosenza. Contava 98 anos de idade e 73 de Profissão Religiosa. No dia 20 de outubro faleceu em Atri (Téramo) Itália Ir. Elvira Stornelli. Tinha 87 anos de idade e 63 de Profissão Religiosa. Rezemos também descanso eterno de Edivaldo de Carvalho, sobrinho de Ir. Ofélia de Carvalho e de Gustavo Godoy Saab Spedo, sobrinho de Ir. Maria Auxiliadora de Godoy.

Filipinas).

INFORMAÇÕES DA PROVÍNCIA –

O nº do telefone da Comunidade de Presidente Prudente mudou e passa a ser 18-3902-9316. Informamos também que Ir. Lenita Carneiro Barbosa voltou ao nome de batismo. A partir de agora seu nome é Ir. Annita Carneiro Barbosa. O novo celular de Ir. Nadir Lopes dos Santos é (17) 99124 3059.

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Informativo do IASCJ de Outubro 2013