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ROSA BUNCHAFT


I N Interruptor E quando s贸 te restar a luz de estrelas mortas, Ou ainda mais distantes Toque-me.


— Qual o estatuto do visível, qual a sua essência, e por outro lado, qual o lugar do silêncio, da sombra, da opacidade, num mundo submerso por imagens? — Se conceitos derivados do pensamento fotográfico e cinematográfico podem permitir uma interpretação bastante peculiar da história da arte, de que modo, inversamente, certas experimentações artísticas contemporâneas que partem do corpo podem sugerir formas outras de pensar, sentir, compartilhar e problematizar a imagem? — Como potencializar uma certa natureza performativa que parece haver no deslocamento de algumas relações entre imagens e dispositivos? — A imagem pode ser o lugar de uma experiência?


na série projeções sobre o inacabado o leitmotiv é a imagem de um acidente fatal da construção civil veiculada na TV. É a demolição de uma ruína que eu via da janela dos fundos da minha casa, e que desejava como cenário de um autorretrato: num contexto de especulação predatória e demolição da paisagem e das relações da cidade, aquela ruína me afetava de modo particularmente intenso por estar vivendo uma separação. Quando uma certa manhã abri a janela e vi as máquinas avançarem sobre ‘’minha’’ ruína, e mais ainda quando em seguida me tornei testemunha do acidente, a demolição passou a ser também a demolição de uma imagem inicialmente pensada no domínio do poético. (*) Com um sentimento de falência diante de tudo, por meses eu via, ao olhar para as telas de fachada de construção civil que se multiplicavam no horizonte da minha cidade, noivas imóveis e misteriosas que pareciam me sugerir algo. As telas também me faziam pensar, quando iluminadas por dentro das construções, em grandes telas de cinema. A performance Projeções sobre o Inacabado foi apresentada pela primeira vez na ii Mostra de Performance com o tema O performer e sua imagem e dar vida a essas noivas da cidade com meu corpo, projeções e tela de fachada de construção civil foi minha forma de lidar com as demolições da vida, com a demolição da cidade e com a demolição de uma imagem que havia escapado do poético para o indigesto espetáculo diário de morte e violência na tv.


— E se eu pudesse estar com meu corpo imerso no interior de uma câmera fotográfica gigante, mergulhada num outro mundo, um pouco como a Alice de Lewis Carroll, que percepções insólitas, paradoxais, eu teria, a partir do ato de fotografar, sobre a própria natureza da imagem fotográfica? Seria possível partilhar e potencializar esta vivência?


LOVE in bahia


se conceitos do fotográfico e cinematográfico podem permitir uma interpretação peculiar da história da arte, é possível, inversamente, que experimentações artísticas que partem do corpo possam sugerir formas outras de pensar, sentir e compartilhar a imagem? Parto destas questões tendo como estratégia a camera obscura penetrável em espaços de grande dimensão: através do corpo, que produz a imagem subvertendo a relação homem-máquina a partir da imersão corporal no próprio dispositivo de produção da imagem, a arqueologia da imagem pré-fotográfica se torna uma estratégia de produção contemporânea articulando foto-performance e técnicas artesanais de fotografia. É um trabalho ainda em processo, pensado há muito e executado há pouco, mas estou ficando muito feliz com os resultados parciais: no campo teórico estudo a controversa relação entre performance e imagem e no campo prático, lido com uma técnica mista que pouquíssimas pessoas experimentaram no mundo, um processo árduo, muito artesanal e experimental, que, pela via do corpo, resgata uma dimensão ontológica da fotografia.


QUARTO 11. série love in bahia. Fotografia. Negativo sem cópias. Backlight. Técnica mista: fotografia pinhole e fotograma do corpo capturados sobre parede de quarto transformado em câmera obscura de grande dimensão. 0,48 × 1,424 m — 16 papéis fotográficos de 17,8 × 24 cada. Exposição Galeria Acbeu e Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia 2013. Salvador ba, 2013.


A NOIVA DESPIDA PELA CIDADE, MESMO série love in bahia. Fotografia, Negativo sem cópias. Backlight. Exposição Galeria Acbeu. Técnica mista artesanal de grande formato: fotografia pinhole e fotograma do corpo capturados sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. 1,70 × 0,70 m — 24 papéis fotográficos de 17,8 × 24 cm cada. Salvador ba, 2013.


S/ TÍTULO série love in bahia. Fotografia, Negativo sem cópias. Obra em acervo da Galeria Acbeu e Exposição Cameras Lúcidas — Galeria do Goethe Institut (icba), Circuito das Artes. Técnica mista fotografia pinhole e fotograma do corpo capturados sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. 0,48 × 0,36 m — quatro papéis fotográficos com 17,8 × 24m cada. Salvador ba, 2013.


A VOZ DO SENHOR DO BONFIM série love in bahia. Fotografia, Negativo sem cópias. Técnica mista: fotografia pinhole e fotograma do corpo capturados sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. Tríptico a partir de papéis fotográficos 17,8 × 24 cm cada. Salvador ba, 2013.


S/TÍTULO série love in bahia. Fotografia, Negativo sem cópias. Técnica mista: fotografia pinhole e fotograma do corpo capturados sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. Políptico a partir de papéis fotográficos 17,8 × 24 cm cada. Galeria Acbeu. Salvador ba, 2013.


PAREDE FRONTAL DO QUARTO 11. série love in bahia. Fotografia, Negativo sem cópias. Exposição Galeria Acbeu. Fotografia pinhole capturada sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. 2,88 × 1,068 m — 72 Papéis fotográficos com 17,8 × 24 cada. Salvador ba, 2013.


S/ TÍTULO série love in bahia. Fotografia, negativo sem cópias. Exposição Fronteiras da Abstração — Palacete das Artes, Museu Rodin. Fotografia pinhole capturada sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. Salvador ba, 2013.


S/ TÍTULO série love in bahia. Fotografia, negativo sem cópias. Fotografia pinhole capturada sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. 72 × 1,44 m Salvador ba, 2013.


S/ TÍTULO série love in bahia. Fotografia, negativo sem cópias. Exposição Desenho Contemporâneo, Galeria do Goethe Institut (icba). Fotografia pinhole capturada sobre parede de quarto transformado em camera obscura de grande dimensão. Salvador ba, 2013.


LOVE ME TENDER: UMA DESMONTAGEM O espaço da fotografia se abre para mais uma antiga experiência do gesto fotográfico, agora um retorno às origens é deflagrado no útero da câmara obscura imersiva como lugar do encontro amoroso do artista com a sua arte. Multiplicidade e acaso da ação propulsora atrelada a um “texto” e um contexto, um corpo maior de imagens, um corpo em cena na paisagem de uma cidade nua, um corpo despido pronto para o clique inquieto, impreciso, imprevisível e único. Entre o ser contemporâneo cercado de máquinas digitais e a arqueologia da fotografia, Rosa transita por dentro da imagem da cidade desmontada à interferência do tempo, fragmentada e renovada no evento fotográfico-performático, brutal, caótico e belo, imagem e poesia entrelaçada, afetada de desejos secretos, inimagináveis, indizíveis… De posse de “materiais e procedimentos antigos”, “ultrapassados”, “arcaicos”, a artista recompõe a “fotografia contemporânea” — pin-hole como espaço expandido para a foto-performance, desconstruindo ideais da própria realidade humana e da sua própria intimidade. Um desmonte autobiográfico, inusitado, penetrante, infinito, capturado da imagem viva da vida. RICARDO BIRIba CURADOR


INACABADO

projeções sobre o


uma noiva na cidade, um terreno baldio como templo, um andaime como altar. Um véu, que é uma grande tela de construção civil, torna-se tela de projeções do desabamento acidental de uma das tantas edificações em ruínas que está sendo destruída para construção de novos empreendimentos imobiliários. O vazio, a ruína, os processos de construção, destruição e abandono no Amor e na Cidade. E mais alguma coisa um tanto desconcertante, talvez mórbida. Uma profusão de elementos a partir de uma imagem que seria até muito cotidiana, se não guardasse alguns segredos. Realizada pela primeira vez em maio de 2012, “Projeções sobre o Inacabado” articula performance e imagem enquanto campo de experimentação compartilhada na cidade, recebendo um prêmio em 2012 nos Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia. A partir dos registros foram criadas duas videoinstalações.


PROJEÇÕES SOBRE O INACABADO série projeções sobre o inacabado. Performance. ii Mostra de Performance da Galeria Canizares da ufba. Registros: frame de vídeo com imagens de Erivan Morais e Flavio Marzadro. Salvador ba, maio de 2012. série projeções sobre o inacabado. Performance. xi Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemann. Registro: Mayra Lins. Cachoeira ba e São Félix ba, novembro de 2012. projeções sobre o inacabado. Performance. Mostra Esquizópolis —Museu de Arte Moderna. Registro: Félix Caetanno, Erivan Morais e Bianca Portugal. Salvador ba, 2012. série projeções sobre o inacabado. Performance e videoinstalação. Mostra Esquizópolis — Museu de Arte Moderna da Bahia e Comunidade do Solar. Registro: Félix Caetanno, Erivan Morais e Bianca Portugal. Salvador ba, junho de 2013.


PROJEÇÕES SOBRE O INACABADO de-montage… o resto do gesto… o arruinamento da imagem… As projeções da demolição sobre a textura áspera e arenosa da pedra ganham outra potência e a demolição parece se estilhaçar na pedra. Os escombros da imagem ganham outra narrativa, uma edição espacializada. Além da questão existencial e amorosa, diz respeito à desmontagem dos espaços e habitações urbanas pela especulação imobiliária, mas rambém à desmontagem da própria performance, o resto do gesto, a imagem-registro como resíduo de uma linguagem viva que a princípio se daria como obra apenas através da presença.


DESMONTAGEM série projeções sobre o inacabado. Desmontagem. Videoinstalação. Exposição Imagem e Corpo Performativo. ix Colóquio Internacional de Estética, Galeria Canizares — retina.international (Recherhes Esthétiques & Théorétiques sur les Images Nouvelles & Anciennes). Fotografia: Erivan Morais. Salvador ba, 2012. Vídeo: <http://www.flickr. com/photos/rosabunchaft/8165644840/in/ set-72157631765100962>


PROJEÇÕES SOBRE O INACABADO série projeções sobre o inacabado. Videoinstalação. Mostra Esquizópolis — capela do Museu de Arte Moderna da Bahia. Fotografia mam ba. Salvador ba, junho de 2013.


EU-MATO trata-se do registro em vídeo de uma performance realizada em 2009 cuja proposta era instaurar um percurso inusitado no sentido literal da palavra, isto é, sem uso, pois passava por um terreno baldio da Escola de Belas Artes sobre cujo destino pairavam questionamentos e especulações, um lugar cercado e murado mas sujeito a ocupações e invasões como tantas zonas abandonadas da cidade. Nestes estranhos lugares em pleno território urbano o mato desperta sensações de repulsa e medo não apenas por ser foco de insetos e animais peçonhentos, mas por todas as conotações escatológicas, sexuais e violentas às quais está associado. Alguns pontos específicos (árvores, muros, esquinas,) foram mapeados previamente para que suas coordenadas servissem de orientação para o deslocamento... A ideia era utilizar tecnologia locativa (celular com GPS) para mapear, registrar e transmitir ao vivo o percurso. Quase tudo se deu na base da gambiarra e quase tudo... deu errado, mas só até certa medida, talvez... O percurso foi realizado e, neste vídeo, foi reconstituído tendo como base as imagens bastante precárias que ficaram. Passados mais de dois anos de sua realização ficaram apenas esses registros e algumas inquietações. Que imagem é essa que fica do corpo do performer cuja única função é traçar um rastro na cidade... numa escala urbana, quase esmagadora? E que cartografia foi essa? Uma cartografia irônica, da ordem da des-utilidade de Manoel de Barros... Para que serve afinal cartografar um caminho que passa por uma zona interditada e perigosa? E aliás para que (e quem) serve mesmo cartografar e mapear ‘tudo’?


EU-MATO Videoperformance. Rosa Bunchaft, Helaine Ornelas, Jo達o Oliveira e Nara Dourado. ii Mostra de Performance da Galeria Canizares. Galeria Canizares, ufba. Fotografia: Erivan Morais. Salvador ba,2009.


FISSURA VideoInstalação com fotografia de ruínas e imagens captadas de perfis desativados de sites de relacionamento amoroso. Rosa Bunchaft, Erivan Morais e Tiago Costa. Outros mundos, outras histórias — Mostra Facmil, Mam ba. Salvador ba, 2012.


CINEMA BALDIO experimento interativo de cinema expandido. Baldes covertidos em cameras obscuras. iii Mostra de Performance da galeria Ca単izares. Salvador ba, 2013.


META-CERÂMICA experimentos com cameras artesanais estenopeicas destinada a registrar a produção artesanal cerâmica da região de Maragogipinho. Salvador ba 2010


ESTAÇÕES DO OLHAR projeto de arte-educação. Oficinas de fotografia no Colegio Estadual Almirante Barroso - Subúrbio Ferroviário de Salvador. Coordenação: Rosa Bunchaft, Taygoara Aguiar e Prof. Jorge Batista. Salvador ba, 2009.


LUZ, LATA. AÇÃO projeto de arte-educação. Luz, Lata, Ação: Oficinas de fotografia artesanal em Canabrava — Inclusão visual. Concepção do projeto e coordenação. Realização Pangea — Centro de Estudos Socio-ambientais no âmbito do projeto Catação. Apoio bid, Coca-cola, Fundação Avina, Movimento Nacional dos Catadores de materiais Recicláveis e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome — Governo Federal. Salvador ba, 2011


ROSA BUNCHAFT Brasileira, filha de exilados políticos, nasceu em Napoli, Itália, em 1967. Vive em Salvador há 32 anos. Artista visual e atualmente mestranda em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da ufba na linha de Processos Criativos, desenvolve uma pesquisa teórico-prática sobre performance e projetos experimentais que articulam cidade, corpo e imagem. Em particular, utiliza a camera obscura penetrável em espaços de grande dimensão como estratégia de cinema expandido no campo das artes visuais.

rosabunchaft@yahoo.com.br 71 3331 6850 · 8898 2805·9317 7568 R. Dr. Artur Neiva 98/ 503 Ed. Cristo Redentor Barra Salvador ba · cep 40140–210


Formação acadêmica

Exposições individuais

Exposições coletivas

2013¶ Circuito das Artes.

Canizares, ufba. Salvador ba.

2013¶ Catálogo dos Salões

Programa de Pós-Graduação

para a Galeria Canizares da

Desenho Contemporâneo.

2012¶ Humanos Direitos.

Regionais de Artes Visuais da

em Artes Visuais ufba

Universidade Federal da Bahia.

Fotografia. Galeria Canizares,

Instalação. Museu Geológico,

Bahia. 2011—2012.

2011¶ Licenciada em Desenho

Previsão: Janeiro de 2014

ufba. Salvador ba.

Salvador ba.

2013¶ Caderno 01 — Esquizó-

e Plástica Escola de Belas Artes

2013¶ Love me Tender, uma

2013¶ Circuito das Artes.

2011¶ antônio, Tempo,

polis. Museu de Arte Moderna.

ufba

desmontagem. Videoinstalação

Cameras Lúcidas. Fotografia.

Amor & Tradição. Pintura.

Salvador ba.

1998¶ Mestre em Física — if

e Fotografia. Galeria Acbeu.

Galeria do Goethe Institut —

Galeria Canizares, ufba.

2013¶ Cartaz, folder e site dos

ufba — Instituto de Física —

Salvador ba.

icba. Salvador ba.

Salvador ba.

Salões Regionais de 2013.

ufba

2013¶ Circuito das Artes.

2009¶ Exposição lusco-f.

2012¶ Catálogo da exposição

1995¶ Especialista em

Fronteiras da Abstração. Fo-

lux.o. Fotografia, video-insta-

— Outros mundos, Outras his-

tografia. Palacete das Artes —

lação, objeto. Galeria acbeu.

tórias. Mostra facmil. Museu

Museu Rodin. Salvador ba.

Salvador ba.

de Arte Moderna. Salvador ba.

2013¶ Esquizópolis (com

2009¶ Doce de Santo.

2012¶ Atual Mestranda do

Educação Brasileira — Fac. de Educação ufba. 1990¶ Bacharel em Física if ufba — Instituto de Física –

2014¶ Pauta concedida

Salões & Bienais

Salvador ba. 2012¶ ii Mostra de Performance da Galeria Canizares. Videoperformance. Galeria

catálogo). Performance e

Fotografia. Galeria acbeu.

2013¶ Selecionada p/ os

Videoinstalação. Museu de

Salvador ba.

Salões Regionais de Artes

Arte Moderna — mam ba.

2009¶. Gravura Making

Visuais. Fund. Cultural do

Salvador ba.

Off. Gravura. Salão Nobre da

Citações do trabalho

Estado da Bahia. Fotografia.

2013¶ iii Mostra de Perfor-

Escola de Belas Artes, ufba.

2012¶ Premio. Salões

Previsão: 2014.

mance da Galeria Canizares.

Salvador ba.

Regionais de Artes Visuais da

2012¶ xi Bienal do Recônca-

Fotografia. Galeria Canizares,

2009¶. Ebaberta. Performan-

Apresentações & publicações

Bahia. Performance. Fundação

vo. Performance. São Félix, ba.

ufba. Salvador ba.

ce. Escola de Belas Artes ufba.

Apresentação de trabalhos em

Cultural do Estado da Bahia.

2012¶ Salões Regionais de

2012¶ Semana Experimental

Salvador ba.

eventos, publicação de anais e

Irecê, ba.

Artes Visuais da Bahia (com

Urbana. Video. Registro de

2009¶ Curta Belas Artes - 1ª

leitura de portfólio.

catálogo). Performance. Fun-

Performance. Porto Alegre rs.

Mostra de Vídeo. Vídeo. Pro-

2013¶ x Colóquio Franco

dação Cultural do Estado da

2012¶. Festival de Artes Visu-

jeção a céu aberto na Escola de

Brasileiro de Estética. (C/

Bahia. Irecê, ba.

ais visio. Figuras do feminino.

Belas Artes, ufba. Salvador

publicação em Anais). ufba;

2010¶ Salão de Artes Audio-

Espaço Bahvna. Objeto (estan-

ba.

Université de Paris 8.

visuais do Recôncavo. Vídeo.

dartes). Monotipia s/tecido.

2009¶. Modos de Ver. Aliança

Salvador ba.

2013¶ Galeria Acbeu. Salva-

Projeção a céu aberto na Rua

Salvador ba.

Francesa. Instituto Casa da

2013¶ iii Mostra de Performan-

dor ba.

25 de Junho, Cachoeira ba.

2012¶. Imagem e corpo

Photografia, Salvador ba.

ce. Apresentação de projeto.

2009¶ vi Bienal da une.

performativo. xix Colóquio

Escola de Belas Artes. ufba.

Intervenção Urbana. une —

Franco Brasileiro de Estética.

Salvador ba.

União Nacional de Estudantes.

Videoinstalação. Galeria Cani-

2012¶ Seminário de Pesquisa

Salvador, ba.

zares ufba.Salvador ba.

em Artes Visuais. Apresenta-

2008¶ i Salão Arte e Cidade.

2012¶ Outros mundos, Outras

ção de comunicação. Escola

Intervenção Urbana. mav,

histórias. Mostra facmil (com

de Belas Artes — ufba. ufba.

ppgl e ppau — ufba, Salva-

catálogo). Videoinstalação.

Salvador ba.

dor, ba.

Museu de Arte Moderna.

2012¶. xix Colóquio Franco

ufba

Prêmios

Obras em acervo


Brasileiro de Estética. Ouvinte.

2013¶ Oficina Escritas em

e Mídias Locativas (facmil).

zzi. mam ba. Salvador ba.

Oliva e Amanda Dafoe. ch:

Escola de Belas Artes — ufba.

Trânsito. As Tranças do Verbo

ch: 32h. mam ba. Salvador ba.

2011¶. O Elemento Material na

6h. mam ba. Salvador ba.

ufba. Salvador ba.

— Namoros e Tretas entre

2012¶ Audiovisual e espaço:

Obra de Joseph Beuys. Por Dália

2009¶ Brincando com Luz.

2011¶ vi Encontro de Inclusão

Oralidade e Escrita. Por Allan

mídia locativa e narrativa

Rosenthal. ch: 9h. mam ba.

Por Miguel Chikaoka. ch: 16h.

Visual — fotorio. Apre-

da Rosa. ch: 12h. Fundação

não-linear. Por Karla Brunet,

Salvador ba.

fotorio Encontro Intern.de

sentação de projeto. Rio de

Cultural do Estado da Bahia.

Paulo Alcântara e Toni Oliveira.

2011¶ Oficina de experimen-

Fotografia do Rio de Janeiro.

Janeiro, rj

Salvador ba.

Módulo 3 da Formação em

tação audiovisual Claro Curtas.

2008¶ Modos de Ver. Por

2009¶ xviii Encontro da

2013¶ Workshop — Ver é uma

Audiovisual Contemporâneo e

ch: 16h. Casa Redonda.

Molnar Zoltán e Sue Ander-

anpap (C/ publicação em

Fábula. Por Cao Guimarães.

Mídias Locativas (facmil). ch:

2011¶ Oficina Portifólio de Ar-

son. ch: 9h. Instituto Casa da

Anais). Ass. Nac. de Pesqui-

Itaú Cultural. São Paulo sp.

32h. mam ba. Salvador ba.

tistas do Rumos Itaú Cultural.

Photografia. Salvador ba.

sadores em Artes Plásticas.

2013¶ Oficina com Renata

2012¶ Audiovisual e intera-

Por Janaina Melo. ch: 6h. mam

2008¶ Imagem e Texto na

Salvador ba

Lucas. Projeto Lastro — Inter-

tividade — experimentações

ba. Salvador ba.

História da Arte. Por Lena

2009¶ v Encontro de Inclusão

câmbios Livres em Artes. ch: 8

com Arduino e PureData. Por

2010¶ Oficina de monta-

Bergstein. Escola de Artes

Visual — fotorio. Apresenta-

h. Galeria Canizares. ufba.

Ricardo Brazileiro e Ricardo

gem — Susan Korda/Isabelle

Visuais do Parque Lage. Rio de

ção de projeto (C/ transcrição

Salvador ba.

Ruiz. Módulo 4 da Formação

Rathery. ch: 8h. Universida-

Janeiro rj.

de Atas). Rio de Janeiro, rj

2012¶ Mar de Imagens. Oficina

em Audiovisual Contem-

de Federal da Bahia, ufba.

2008¶ Texto e Imagem. Por

2009¶ vi Colóquio Franco Bra-

sobre procedimentos técnicos

porâneo e Mídias Locativas

Salvador ba.

Lena Bergstein. Escola de

sileiro de Estética. (C/publicação

e artísticos envolvidos na

(facmil). ch: 32h. mam ba.

2010¶ Lenguaje Documental

Artes Visuais do Parque Lage.

em Anais). ufba; Université de

utilização dramatúrgica de

Salvador ba.

IberoAmericano. ch: 20h. Insti-

Rio de Janeiro rj.

Paris 8. Salvador ba.

projeção de imagens gigantes.

2012¶ Fazer corpo, tomar

tuto Cervantes. Salvador ba.

2008¶ Pintura. Por Suzana

2008¶ Projeto Territórios

Por Pino di Buduo com atores

corpo, dar corpo às ambiências

2010¶ Direção de Arte. Por

Queiroga e Cristina de Pádula.

Recombinantes — Inst. Sérgio

e equipe do Teatro Potlach. ch:

urbanas. Por Rachel Thomas

Moacyr Gramacho/Marcos

Escola de Artes Visuais do Par-

Motta sp. Leitura de Portfólio.

8h. Escola de Teatro. ufba.

— Lab. cresson umr 1563

Pedroso. ch: 14h. 2o Ciclo Sal-

que Lage. Rio de Janeiro rj.

(C/ publicação no site do even-

Salvador ba.

cnrs. Oficina de Experiências

vador de Cinema. Salvador ba.

2008¶ Escola de Belas

to). mam ba. Salvador ba.

2012¶ Oficina de Videoarte.

Metodológicas de Apreensão

2010¶ Curso Modular Pinhole

Artes da ufba: 130 anos em

Por Olaf Stüber. ch: 21h. xv

da Cidade Contemporânea.

para Arte Educadores. ch:12h.

Histórias. ch: 20h.Universi-

Festival Nacional 5 Minutos.

ch: 16h. corpocidade 3 — 3°

mam ba. Salvador ba.

dade Federal da Bahia, ufba.

Dimas — Diretoria de Audio-

EncontroCidade&Cultura

2010¶ Oficina de Marionete

Salvador ba.

visual da Fundação Cultural do

(Procultura — capes/MinC)

Eletronica, por Zaven Paré.

2007¶ ultramar — Video-

Estado da Bahia. Salvador ba.

+ Experiências Metodológicas

ch:12 h. Caixa Cultural de

artistas Hispanoamericanos.

2012¶ Cinema, documentário

(Pronem — fapesb/CNPq).

Salvador. Salvador ba.

ch: 6h. Instituto Cervantes.

e vídeo-arte: semelhanças, dife-

Salvador ba.

2010¶. Arte e Cidade. Por

Salvador ba.

2013¶ Oficina de Curado-

renças e produção. Por Marcela

2012¶ Narrativas Digitais. ch:

Gaio Matos. . ch: 9h. mam ba.

2007¶ Estética do Vídeo. Por

ria para Artes Visuais. Por

da Costa, Josias Pires, Danillo

36h. Coletivo Garapa. Caixa

Salvador ba.

Danillo Barata — Workshops

Josué Mattos. ch: 45h. Fund.

Barata. Módulo 1 da Formação

Cultural. Salvador ba.

2010¶. Arte e Política: Relações

16º Festival Int. de Arte

Cultural do Estado da Bahia.

em Audiovisual Contemporâneo

2012¶ Oficina de daguerreoti-

Possíveis na Arte Contemporâ-

Eletrônica. ch: 12h. mam ba.

Salvador ba.

e Mídias Locativas (facmil).

pia. Por Francisco Moreira da

nea. Por Fernando Oliva. ch:

Salvador ba.

2013¶ Oficina Escritas em

ch: 32h. mam ba. Salvador ba.

Costa. CH: 15h. Studio Século

3h. mam ba. Salvador ba.

2007¶ O Vídeo ao Vivo —

Trânsito. Brinquedos Espalha-

2012¶ Linguagens do Audiovi-

xix. Lumiar rj.

2010¶. Uma Questão de Emba-

VJ. Por Luciano Santana.

dos Por Bruna Beber. ch: 12h.

sual e Edição. Por Wallace No-

2011¶ Contextos Específicos:

lagem: Oficina de Formatação

Workshops 16º Festival Int. de

Fund. Cultural do Estado da

gueira. Módulo 2 da Formação

Da Mobilidade e da Represent.

de Projetos, Portfólios e Sites

Arte Eletrônica. ch: 12h. mam

Bahia. Salvador ba.

em Audiovisual Contemporâneo

Visual. ch: 13h. Lucas Bambo-

p/ Artistas. Por Fernando

ba. Salvador ba.

Formações complementares


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