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EVOLUÇÃO DO EMPREGO DA CONSTRUÇÃO PESADA no Espírito Santo

Base dados: Fevereiro 2018 (RAIS/CAGED) 4º Trimestre 2017 (PNAD Contínua) Atualizados em: 28/03/2018


Glossário Essa apresentação aborda os dados de emprego formal e informal com base nos dados do MTE (RAIS/CAGED) e da PNAD. Este documento não trata das estatísticas de desemprego. Fontes das informações contidas neste documento:

 RAIS / CAGED: pesquisa censitária de emprego formal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).  CAGED (mensal): número de empregados formais admitidos e demitidos no mês anterior.

 RAIS (anual): estoque total de empregados com carteira de trabalho assinada em dezembro do ano anterior. – O ajuste da base anual (RAIS), base mais precisa, com a mensal (CAGED) permite o acompanhamento mês a mês do total de trabalhadores formais com vínculo empregatício.

 PNAD Contínua (Trimestral): pesquisa amostral do IBGE, com abrangência nacional e periodicidade trimestral, apresenta informações demográficas e socioeconômicas da população, incluindo informações sobre o mercado de trabalho. As classificações trabalhistas adotadas pela PNAD incluem:  Empregados: pessoa que trabalha para um empregador (PF ou PJ), geralmente obrigando-se ao cumprimento de uma jornada de trabalho e recebendo em contrapartida uma remuneração em dinheiro, mercadorias, produtos ou benefícios – Formal: trabalhador empregado com carteira assinada – Informal: dentre os trabalhadores empregados, são aqueles que não tem carteira de trabalho assinada

 Conta Própria: trabalhador que explora seu próprio empreendimento, sozinho ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com a ajuda de trabalhador não remunerado

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Emprego Formal no Brasil e no Espírito Santo O emprego total no Espírito Santo tem queda maior em relação a fev/15 do que no Brasil (em mil postos de trabalho) Emprego Total em Espírito Santo Emprego Total no Brasil

Variação fev/15 e fev/18 fev/17 e fev/18

fev/15

fev/16

fev/17

fev/18

964

915

868

868

-10,0%

0,0%

49.506

47.752

46.055

46.076

-6,9%

0,0%

O setor de Construção no Espírito Santo tem queda menor em relação a fev/15 do que o setor de Construção no Brasil (em mil postos de trabalho) Total da Contrução em Espírito Santo Total da Construção no Brasil Fonte: RAIS/CAGED-MTE. Elaboração LCA.

Variação fev/15 e fev/18 fev/17 e fev/18

fev/15

fev/16

fev/17

fev/18

60

50

42

43

-28,3%

1,7%

2.984

2.550

2.107

2.007

-32,7%

-4,8% 3


Emprego formal na Construção Construção no Espírito Santo cai mais que o restante do emprego formal no Estado em 3 anos  Queda mais intensa no setor de construção Civil que no setor de construção Pesada

(em mil postos de trabalho)

fev/15

fev/16

fev/17

fev/18

PESADA (infraestrutura e montagem)

19

16

14

CIVIL (edificações e Instalações)

40

34

TOTAL DA CONSTRUÇÃO

60

Emprego Total - Espírito Santo

964

Variação fev/15 e fev/18

fev/17 e fev/18

14

-26,0%

2,6%

28

28

-29,5%

1,2%

50

42

43

-28,3%

1,7%

915

868

868

-10,0%

0,0%

Fonte: RAIS/CAGED-MTE. Elaboração LCA. Total de empregos Brasil abrange ambos os setores privados e público. A comparação mais precisa seria relativizar exclusivamente com emprego privado. Porém, por incompatibilidade entre as séries RAIS/CAGED e informações CNAE/CBO, esse ajuste, até o presente momento, não é possível. 4


Evolução do Emprego Formal na Construção Total Construção: Estoque de empregos em fev/18 está abaixo do patamar de 2006  Setor acumula crescimento de mil empregos em 2018  Queda de 26 mil empregos (fev/18 vs 2012*)

Mil trabalhadores

63

45

49

56

57

14%

2%

10%

8%

67

7%

69 3%

65 -7%

61

-6%

51 -15%

43

42

-17%

-3%

43

2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 fev/18 Fonte: RAIS/CAGED-MTE. Elaboração: LCA Nº de postos de trabalho em dezembro de cada ano (milhares) segundo RAIS/MTE *: Comparação com o ponto mais alto da série

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Evolução do Emprego Formal na Construção Pesada Construção Pesada: Estoque de empregos em fev/18 está abaixo do patamar de 2007  Estabilidade no número de postos de trabalho formal em 2018  Queda de 10 mil empregos (2012 vs fev/18)* 22

Mil trabalhadores

19 17

16

18%

20

10%

23

24

5%

1%

21 -13%

8%

20 -2%

17 -19%

-7%

15

14

14

-10% -4%

2006

2007

2008

2009

2010

Fonte: RAIS/CAGED-MTE. Elaboração: LCA Nº de postos de trabalho em dezembro de cada ano (milhares) segundo RAIS/MTE *: Comparação com o ponto mais alto da série

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017 fev/18 6


Composição do emprego na Construção Pesada

Em relação ao mesmo mês de 2017, houve queda em metade dos componentes do emprego da construção pesada, com destaque para Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obrasde-arte especiais (em mil postos de trabalho)

Variação fev/15 e fev/18 fev/17 e fev/18

fev/15

fev/16

fev/17

fev/18

Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras-de-arte especiais

9

7

6

5

-42,4%

-7,2%

Obras de infraestrutura

3

3

3

3

17,3%

11,1%

Construção de outras obras de infraestrutura

5

4

4

4

-23,9%

11,6%

Demolição e preparação de terreno

2

2

2

2

-22,6%

-0,1%

Fonte: RAIS/CAGED-MTE. Elaboração LCA. Total de empregos abrange ambos os setores privados e público. A comparação mais precisa seria relativizar exclusivamente com emprego privado. Porém, por incompatibilidade entre as séries RAIS/CAGED e informações CNAE/CBO, esse ajuste, até o presente momento, não é possível.

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Composição do emprego no Espírito Santo Espírito Santo apresenta em dez/17, 46,8% de emprego formal, 23,0% de informal e 30,2% de conta própria  Houve uma queda de 4,4 p.p. na taxa de formalidade desde dez/14 (em mil postos de trabalho) Formal Informal Conta própria Total Espírito Santo

dez/14

dez/15

dez/16

dez/17

968 355 567 1.889

925 368 520 1.813

869 387 506 1.763

864 424 557 1.846

Variação dez/14 e dez/17 -10,7% 19,6% -1,7%

dez/16 e dez/17 -0,5% 9,6% 10,0%

Fonte: RAIS/CAGED-MTE e PNAD Contínua do IBGE. Elaboração LCA. Obs: os números de trabalhadores informais e conta própria foram ajustados a partir do número de empregos formais da RAIS/CAGED, assim como as taxas de informalidade e de conta própria. Obs 2: Os dados mais recentes sobre empregos informais e por conta própria disponíveis são de dez/17, quando foi divulgado o último relatório da PNAD do IBGE. 8


Composição do emprego na Construção

Queda da atividade econômica afeta o emprego formal da construção no Estado  redução de 12,6 p.p. na participação do emprego formal(dez/14 a dez/17) (em mil postos de trabalho)

dez/14

dez/15

dez/16

dez/17

Formal

61

51

43

Informal

17

25

Conta própria

76

Total Construção Participação do Espírito Santo no total de empregos do Brasil

Variação dez/14 e dez/17

dez/16 e dez/17

42

-31,3%

-2,6%

32

30

81,9%

-6,9%

63

77

83

8,9%

7,2%

153

140

153

155

1.889

1.813

1.763

1.846

7,7%

8,7%

Fonte: RAIS/CAGED-MTE e PNAD Contínua do IBGE. Elaboração LCA. Obs: os números de trabalhadores informais e conta própria da construção pesada e civil foram ajustados a partir do número de empregos formais da RAIS/CAGED, assim como as taxas de informalidade e de conta própria.

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Composição do emprego na Construção

Construção Pesada é intensa em emprego formal. Construção Civil concentra empregos informais e por conta própria.

(em mil postos de trabalho)

dez/14

dez/15

dez/16

dez/17

20

19

17

19

Formal

20

17

15

Informal

0

0

Conta Própria

0

Participação dez/14

dez/17

14

100,0%

74,4%

1

2

0,0%

10,0%

2

1

3

0,0%

15,7%

133

121

135

136

Formal

40

35

28

27

30,4%

20,2%

Informal

17

25

31

28

12,5%

20,9%

Conta Própria

76

61

76

80

57,2%

58,9%

PESADA (infraestrutura e montagem)

CIVIL (edificações e Instalações)

Fonte: RAIS/CAGED-MTE e PNAD Contínua do IBGE. Elaboração LCA. Obs: os números de trabalhadores informais e conta própria da construção pesada e civil foram ajustados a partir do número de em pregos formais da RAIS/CAGED, assim como as taxas de informalidade e de conta própria. 10


Considerações Finais  Emprego formal da construção tem queda mais acentuada que o observado na média da economia  Entre fev/2015 e fev/2018: – Todos os setores do Estado: -10,0% x -28,3% setor da Construção

• Construção civil: -29,5% • Construção pesada: -26,0%

 Informalidade cresce no Estado, atingindo 53,2% em dez/17¹.  Construção tem forte aumento da informalidade em relação a dez/14 – Construção Civil: 79,8% vs. 69,6% em dez/14 – Construção Pesada: 25,6% vs. 13,0% em dez/15  Informalidade na construção pesada é menor que na média do Estado

 Em fev/18, Setor da Construção apresentou aumento de vagas formais assim como o restante do Estado  Segundo mês consecutivo de criação de emprego formal na construção e no restante do ES.

¹ Considera trabalhadores por conta própria

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Emprego na construção es  
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