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Política & Saúde Brasília, 30 de agosto de 2015

Edição N°15/2015

Foto: Reprodução/ Internet

editorial

N

o primeiro semestre desse ano os gastos federais com ações e serviços públicos de saúde totalizam mais de R$ 98 bilhões. O montante foi anunciado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro durante uma audiência pública na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização da Câmara no dia 25. Chioro alegou que o principal problema do Sistema Único de Saúde (SUS) não é a má gestão, e sim a falta de recursos. Para garantir os conceitos da criação do SUS como: universalidade, integralidade e equidade, o ministro defendeu o subfinanciamento, e também uma alíquota de 0,38%, ou seja, um novo imposto para arrecadar recursos para a saúde, semelhante a extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Segundo ele, o fim da CPMF retirou da saúde pública R$ 350 bilhões desde 2008, e com o novo imposto colocaria mais de R$ 60 bilhões no setor de saúde. Mas a articulação desse novo tributo foi um fiasco. Pressionados por representantes do setor industrial e parlamentares, como os presidentes da Câmara e do Senado houve uma reação à proposta que representaria a volta da CPMF. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a medida seria um “tiro no pé” e que poderia agravar a crise econômica. Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que uma proposta para recriar a CPMF teria pouco apoio no Congresso, mesmo com o aval dos governadores, devido ao cenário econômico. Diante da fragilidade da crise financeira e do desgaste de imagem na Presidência da República. No dia 29, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com ministros da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Nelson Barbosa, para discutir o projeto de lei do Orçamento Geral da União para o ano 2016, e em conjunto, decidiram não propor o novo imposto. As novas formas de financiamento da saúde serão discutidas com a sociedade.

SERVIÇO

Foto: Reprodução/ OAPD

A Organização de Apoio às Pessoas com Distrofias (OAPD) realiza atendimento gratuito nas áreas de: Fisioterapia, Psicologia e consultas médicas para o diagnóstico e acompanhamento de pacientes com doenças neuromusculares (Esclerose Lateral Amiotrófica, doença de Pompe, distrofias e miopatias). A ONG atende em média 25 pacientes por dia. É necessário realizar cadastro no site: www.oapd.org.br. A OAPD fica localizada na Rua Conde de Porto Alegre, 1808, Bairro Campo Belo, São Paulo, SP, e o horário de atendimento é de 9h às 18h. Informações: (11) 5042-0304 ou contato@oapd.org.br.


ALTA COMPLEXIDADE EM PAUTA Foto e Texto: Reprodução/G1DF

MP recomenda que GDF dê utilidade a material hospitalar em depósito

A Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde do Distrito Federal (Prosus) recomendou à Secretaria de Saúde que faça um levantamento e providencie “imediata disponibilização” para os equipamentos hospitalares encontrados em um depósito abandonado em Samambaia, no fim de abril. A recomendação foi protocolada no dia 21 e divulgada nesta terça-feira (25). Segundo a recomendação, o não atendimento das exigências da promotoria vinculada ao Ministério Público pode sujeitar o GDF a multa administrativa, responsabilização criminal e cível e a processos por improbidade administrativa. O MP também pede que a secretaria apresente comprovação de cada item que deixar o depósito rumo a uma unidade de saúde e laudos para cada equipamento que for considerado “inviável”. A existência do depósito abandonado foi divulgada em 28 de abril pelo então secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antônio Paulo Vogel. O galpão na quadra QN 502, em Samambaia, abrigava aspiradores portáteis, cadeiras de roda, colchões, camas de luxo e outros equipamentos para UTIs e centros cirúrgicos. Um vídeo feito naquela época mostra Vogel e o vice-governador do DF, Renato Santana, caminhando em meio às prateleiras. Em uma pilha, oito camas de luxo aparecem amontoadas e ainda na embalagem. Nas caixas, o fabricante recomenda o empilhamento máximo de duas unidades. Na fachada do depósito, permanecia uma placa do programa assistencial Nosso Pão, Nosso Leite, extinto em 2012. O material teria chamado a atenção de Vogel, que procurou o GDF para apurar o uso do espaço. Em nota, a secretaria afirma que já fez o levantamento e que o depósito abriga “camas rotativas”, que são liberadas para pacientes em tratamento domiciliar e, em seguida, retornam ao estoque da pasta. Outros equipamentos também estão estocados no galpão e vão passar por manutenção, segundo a secretaria. Não há prazo para o procedimento. Foto: Reprodução/ Hospital Brasília

Anvisa publica normas que define regras para cadastro de produtos médicos

[Transplante de Pulmão] CONITEC abre consulta para incorporação de medicamentos Até o dia 8 de setembro está aberta a consulta pública n°24 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC) para ouvir a sociedade sobre a proposta de incorporação do everolimo, sirolimo e tacrolimo para utilização na imunossupressão em transplante de pulmão. Serão aceitas contribuições técnico-científicas e também relatos de experiência ou opinião dos pacientes, cuidadores, familiares ou de profissionais da saúde. A CONITEC recomendou, por unanimidade, a incorporação desses medicamentos como tratamento de resgate para uso em pacientes submetidos a transplante de pulmão, em tratamento de manutenção, resistentes ou intolerantes à ciclosporina, de acordo com critérios que deverão ser estabelecidos em Protocolo Clínico. Os estudos analisados demonstraram que não há diferença entre os medicamentos tacrolimo ou ciclosporina, bem como entre sirolimo e everolimo. O sirolimo e o everolimo, já usados para o tratamento de câncer, tendem a reduzir cerca de 5% de rejeição aguda e 7% de rejeição crônica para os pacientes que apresentem insuficiência renal. O transplante de pulmão é uma alternativa de tratamento utilizada desde o início da década de 1960. Atualmente, tem sido bem aceita para o tratamento de doenças pulmonares em fase avançada e já salvou mais de 378 vidas no Brasil. Quase a metade deles apresenta episódios de rejeição que pode não responder aos tratamentos disponíveis no SUS. Além disto, um de cada quatro ou cinco transplantados pode desenvolver insuficiência renal em consequência do imunossupressor disponível no SUS. Estima-se que cerca de 300 transplantados poderiam ser beneficiados mediante resgate com alternativas terapêuticas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial na última sexta (20), a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Anvisa nº 40, que define o regime de cadastro para o controle sanitário dos produtos médicos. A norma será aplicada apenas aos produtos médicos classificados nas classes de risco I e II pela - RDC nº 185, de 22/10/2001. A classificação de produtos médicos enquadram segundo o risco intensivo que representam à saúde do consumidor, paciente, operador ou terceiros envolvidos, nas Classes I, II, III ou IV. Ou seja, para os produtos médicos não-invasivos que entrem em contato com a pele lesada, a Classe I se destinada a ser usada como barreira mecânica, para compressão ou para absorção de exsudados, e a Classe II, principalmente para atuar no micro-entorno de uma ferida. Já produtos médicos invasivos aplicáveis aos orifícios do corpo, exceto os produtos médicos invasivos cirurgicamente, que não sejam destinados a conexão com um produto médico ativo, a Classe I é destinada ao uso transitório, e a Classe II se forem destinados a uso de curto prazo, exceto se forem usados na cavidade oral até a faringe. As resoluções são importantes para ser utilizadas no processo de transparência ao promover a conferência de padrões técnicos, para melhorar a qualidade e diminuir os riscos ao paciente.


por dentro do CONGRESSO NACIONAL Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Sociedade de Anestesiologia pede a Renan apoio para aumentar a segurança do paciente

A mortalidade de pacientes cirúrgicos no Brasil alcança níveis “alarmantes”, disse o presidente da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (Saesp), Enis Donizetti Silva, que se encontrou, nesta quinta-feira (27), com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Donizetti pediu ajuda para incluir a segurança do paciente entre as preocupações nacionais e declarou que “esse tema não tá sendo colocado, consequentemente, ele não é importante. E, se ele não é importante, nós não vamos olhar isso com o olhar que isso efetivamente merece”, afirmou. Segundo o médico, no Brasil, a morte de pessoas devido a complicações decorrentes de eventos adversos chega a ser entre três a seis vezes maior do que em países de estrutura semelhante, como China, África do Sul e Índia. Se comparada aos Estados Unidos e países escandinavos, essa diferença “é quase que abissal”. O presidente da Sociedade de Anestesiologia também sugeriu que o Congresso Nacional proponha a criação do dia da Anestesia em 16 de outubro. A data marca a realização da primeira anestesia com sucesso no mundo, no Hospital da Universidade de Harvard (EUA), em 1846. Foto: Reprodução/ Internet

Novas regras para exames genéticos são confirmadas na CAS e podem seguir para sanção

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) confirmou, nesta quarta-feira (26), a aprovação do projeto que estabelece regras para a realização e análise de exames genéticos em seres humanos. O texto determina a exigência de consentimento prévio, livre e informado do indivíduo a ser periciado, ou de seu representante legal, para realizá-los. A proposta passou pelo turno suplementar na comissão e, se não for objeto de recurso para análise em Plenário, segue para sanção presidencial. Para exame de determinação de paternidade ou de vínculo genético, o PLC 44/2012 determina que, se o periciado não se encontrar em condições de consentir nem tiver representante legal, isso poderá ser feito por autorização judicial. Ficam excluídos do regramento os exames genéticos para fins de identificação criminal. A proposta de novo regulamento para a realização de exames genéticos em humanos busca garantir a elevada qualificação técnica dos profissionais e laboratórios envolvidos na execução das análises. O projeto é de autoria do ex- deputado Zenaldo Coutinho. Ele justificou a iniciativa afirmando que se preocupava com a qualidade dessas instituições e com os prejuízos que um exame de DNA duvidoso pode gerar à família e ao patrimônio de um indivíduo sobre quem recai uma suspeita de paternidade.

Isenção do Imposto de Renda Fornecimento de fraldas seguros que custeiem planos descartáveis para pessoas com de saúde deficiência e idosos O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (27), o Projeto de Lei 10/15, do deputado Lucas Vergílio (SDD-GO), que concede isenção tributária do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) à parte do dinheiro recebido de seguro de vida usada para pagar plano ou seguro de saúde. Esse benefício valerá para o seguro de vida com cobertura por sobrevivência, aquele que o segurado recebe ainda em vida. A matéria será votada ainda pelo Senado. De acordo com o texto aprovado, a isenção será somente para a parcela usada no pagamento de seguro ou plano de saúde a ser escolhido pelo contratante, mas a transferência do recurso para isso terá de ocorrer diretamente da operadora do seguro de vida para a operadora do plano ou seguro de saúde.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou na quarta-feira (26), projeto do deputado Hugo Leal (PROS-RJ) - PL 238/2011, que obriga o Poder Público a fornecer fraldas descartáveis para pessoas com deficiência e idosos. A proposta recebeu parecer favorável do relator na comissão, deputada Dulce Miranda (PMDB-TO). “Entendemos que esta especificação do direito dos idosos e das pessoas com deficiência é necessária para que eles tenham uma vida saudável e digna”, destacou a relatora. O projeto de lei também altera a Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o estatuto do idoso. A proposta será analisada agora pela Comissão de Finanças e Tributação.

Produtos para a saúde

No dia 18/08 foi realizado o II Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil, no Senado Federal, para debater sobre a pesquisa e o desenvolvimento do setor de produtos e dispositivos médicos no Brasil. Um dos assuntos discutidos foi o PLS 200, que trata do incentivo às pesquisas clínicas no País e prevê maior incremento econômico para a saúde, possibilitando doações diretas a instituições públicas e privadas. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, alertou para a necessidade de se mudar o formato das pesquisas em inovação e anunciou que deverão ser incorporados no SUS, em breve, novos equipamentos de radioterapia para tratamentos de oncologia frutos de parcerias entre o setor público e privado.


por dentro do CONGRESSO NACIONAL Foto: Marcus Oliveira/ Agência Senado

Ministro da Saúde diz que subfinanciamento é principal problema do SUS O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nesta terça-feira (25), em debate na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), que o principal problema do Sistema Único de Saúde (SUS) não é a má gestão, e sim a falta de recursos, mesmo tendo as três esferas de governo (federal, estaduais e municipais) elevado os gastos na área nos últimos anos. Os gastos federais com ações e serviços públicos de saúde passaram de R$ 58,3 bilhões em 2010 para R$ 98,4 bilhões neste ano. Mesmo assim, Chioro disse que o Brasil gasta relativamente pouco com saúde, quando comparado a outros países.

Gasto per capita Segundo o Banco Mundial, informou o ministro, o Brasil despende US$ 525 por habitante, ao ano, com ações de saúde, número que inclui as despesas das três esferas. Países que também têm sistemas universais como o SUS gastam em média US$ 3 mil por habitante/ano. “Nós vivemos de fato um sistema de saúde público subfinanciado e se faz um enorme esforço para garantir os conceitos de universalidade e integralidade que estão previstos na Constituição”, afirmou o ministro. Para ele, a avaliação de que o problema é circunscrito à esfera da gestão reduz a magnitude do problema do financiamento da saúde. O ministro participou de audiência pública promovida pela Comissão de Orçamento em Saúde do DF precisa de mais rigor com gastos conjunto com as Comissões de Seguridade Social e Família da Câmara; e de Assuntos Sociais Montada numa época de abundância de recursos provenientes de fundo Senado. Ele veio prestar contas da aplicação dos constitucionais, a estrutura da saúde pública em Brasília enfrenta de recursos do SUS. A vinda dele é uma exigênhoje grave crise orçamentária, cuja solução requer o fim de práticas cia da Lei Complementar 141/12, que trata de perdulárias e o rígido controle de compra e de uso de equipamengastos com ações e serviços públicos de saúde. tos, medicamentos e materiais necessários ao setor. A avaliação é do secretário de Saúde do Distrito Federal, Fábio Gondim, que relatou, em Tributos audiência pública nesta sexta-feira (28) na Comissão de Direitos HuChioro criticou a decisão de extinguir a CPMF, manos e Legislação participativa (CDH), medidas adotadas na gestão tributo que vigorou até 2007 e que tinha parte do governador Rodrigo Rollemberg, que assumiu em janeiro. da arrecadação destinada para a saúde públiSegundo o secretário, foram adotadas novas normas para aquisição de ca. A contribuição foi derrubada em votação equipamentos, de forma a acabar com situação recorrente de aparelno Senado. “Tivemos em 2007 uma grande rehos comprados que permanecem por anos na embalagem, pela falta taliação à população brasileira”, disse. das condições para sua instalação ou mesmo por terem sido adquiridos De acordo com ele, o fim do tributo tirou da sem necessidade. saúde pública R$ 350 bilhões desde 2008. Ele afirmou que somente neste ano, se estivesse “Desfinanciamento” em vigor, a CPMF colocaria mais de R$ 60 No debate, Jairo Bisol, promotor do Ministério Público do DF, atribuiu bilhões no setor. os graves problemas da saúde pública em todo o país a uma política Durante o debate, diversos deputados defenintencional de corte de recursos e terceirização das atividades. “Está deram a criação de impostos para financiar a em curso um vergonhoso e progressivo “desfinanciamento” intencional saúde pública. Wadson Ribeiro (PCdoB-MG) da saúde pública, que demonstra a busca do “enterro” do Sistema Único propôs como fonte de recursos a taxação de de Saúde”, disse. grandes fortunas. Bisol cobrou mudança na lógica do modelo de gestão do SUS e reforma Outros parlamentares, como Jorge Solla (PTdo sistema político-eleitoral, para estancar a corrupção e os desvios BA), defenderam a incidência do Imposto de de recursos orçamentários. “Qual é hoje a forma mais clean de desvio Renda sobre lucros e dividendos do mercado do recurso público? As organizações sociais, com possibilidade muito de ações. menor de controle”, observou, ao criticar a tendência de terceirização “O subfinanciamento é patente na saúde do das atividades nos serviços públicos de saúde. Brasil. Isso não há como negar. Precisamos Sergio Sampaio, chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal, construir alternativas que visem assegurar fialertou para a gravidade dos problemas de caixa do governo. “A situananciamento para a saúde”, disse Solla. ção é alarmante. Temos buscado fazer remanejamentos de recursos conforme as prioridades, mas procurando blindar a saúde. Temos limRessarcimento pado o orçamento de outras áreas, para garantir o custeio da saúde”, Questionado por parlamentares, Chioro explidisse Sampaio. cou que o SUS deverá receber neste ano cerca Fonte: Iara Guimarães Altafin/ Agência Senado de R$ 1,2 bilhão de ressarcimento dos planos de saúde pelo atendimento dos usuários dos planos na rede pública.


fique por dentro Curso Guias de Prática Clínica em Saúde Objetivo: Difundir conhecimentos e capacitar os participantes para a utilização de evidências científicas no âmbito do desenvolvimento, avaliação e implementação de guias e diretrizes clínicas. Público-alvo: Profissionais e gestores de saúde que atuem no âmbito do SUS, elaborando diretrizes clínicas, utilizando esses documentos na prática profissional e/ou atuando em núcleos de avaliação de tecnologias em saúde ou de pesquisa relacionados ao tema. Inscrições: www.conitec.gov.br (de 31 de agosto a 7 de setembro) Carga horária: 60h Vagas: 100 Realização: Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Ministério da Saúde http://conitec.gov.br/index.php/ultimas-noticias/14588-curso-guias-de-pratica-clinica-em-saude I Simpósio de Qualidade e Custos da Saúde: Gestão Governamental, OSS, Filantropia e Iniciativa Privada Data: 11 de setembro Horário: 8h às 17h Programação: Eficiência da Gestão de Saúde: um dilema mundial; Acreditação hospitalar: assegura qualidade?; A gestão dos custos hospitalares é limitante para a qualidade dos serviços?; e Implicações jurídicas para a qualidade e os custos na saúde. Investimento: R$ 350,00. Desconto de 10% para grupos acima de 3 pessoas ou clientes IBES Local: PUC Goiás - Rua 227, Qd 66, número 3669, Setor Leste Universitário – Goiânia – GO Informações: (11) 3675-5180 ou www.ibes.med.br

Ciclo de Debates Judicialização da Saúde Data: 14 e 15 de setembro Pauta: Discutir o cenário da judicialização no Brasil. O termo refere-se ao crescente número de ações na Justiça para garantir medicamentos ou tratamentos ainda não oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Temas a serem debatidos: Cenário atual da judicialização da saúde e o direito à saúde no ordenamento jurídico brasileiro; O Direito à saúde e a atuação do sistema da Justiça; Apoio técnico ao sistema de Justiça; Impactos da judicialização na gestão e no orçamento e Perspectivas e possíveis soluções para o excesso de demandas judiciais na área da saúde. Local: Assembleia Legislativa de Minas Gerais Endereço: Rua Rodrigues Caldas, 30, Bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte, MG Inscrições até 11/09: http://www.almg.gov.br/acompanhe/eventos/hotsites/2015/ciclo_judicializacao_saude Doenças Raras Pauta: Encontro com gestores de saúde e representantes de associações de pacientes para discutir a proposta para incorporação de medicamentos órfãos Data: 16 de setembro Horário: 15h às 18h Local: Auditório Oscar Pedroso, na Câmara Municipal de São Paulo Endereço: Viaduto Jacarei, 100, Bela Vista, São Paulo, SP Confirmar presença por e-mail: apartesp@gmail.com Apoio: Apartesp - Associação de Apoio aos Pacientes de Anomalias Renais e Transplantados do Estado de São Paulo

2º Fórum Medicina do Amanhã Pauta: Novidades nas áreas de qualidade e segurança, pesquisa, tecnologia, educação, inovação, envelhecimento, medicina de precisão, gestão e liderança. Data: 25 e 26 de setembro Local: Auditório Moise Safra do Hospital Israelita Albert Einstein Endereço: Av. Albert Einstein, 627 Morumbi - São Paulo – SP Investimento: R$ 350,00 (Até 13/09) ou R$ 450,00 (No local) Informações: (11) 2151-1001 ou eventoscientificos@einstein.br Realização: Centro de Educação em Saúde Abram Szajman do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein http://apps.einstein.br/medicina-do-amanha/index.html?utm_source=email&utm_medium=programacao&utm_ campaign=email-medicina-do-amanha# I Fórum Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Data: 17 e 18 de setembro Inscrições: www.oabpi.org.br/inscricoes Investimento: 2 kg de alimentos Informações: (86) 2107-5800 Local: OAB Piauí – Rua Governador Tibério Nunes, S/N, bairro Cabral, Teresina, PI Programação: http://www.oab.org.br/arquivos/oab-forum-programacao.pdf


AGENDA || semana de 31 de agosto a 5 de setembro

31 01 02 03 expediente

Exposição de Tecnologia em Reabilitação Multidisciplinar Data: 31 de agosto a 1° de setembro Pauta: Apresentar aos pacientes, pais ou responsáveis e profissionais de saúde recurso terapêuticos que possam ser utilizados no ambiente domiciliar, além de propor conhecimento técnico-científico entre profissionais da área para capacitar na prescrição de equipamentos. Horário: 8h às 18h Local: Hospital da Criança de Brasília José Alencar - SAIN Lote 4-B (ao lado do Hospital de Apoio), Brasília - DF Informações: (61) 3025-8482 ou ciesp@hcb.org.br

Comissão de Direitos Humanos Pauta: Audiência pública para debater sobre fibrose cística Local: Ala Senador Nilo Coelho, Plenário nº 2, Senado Federal Horário: 9h

Comissão de Seguridade Social e Família Pauta: Audiência pública para debater a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e novas perspectivas de tratamento. Local: Anexo II, Plenário 7, Câmara dos Deputados Horário: 14h30

Comissão especial sobre o aumento do percentual mínimo para a saúde 18,7% (PEC 1/15) Pauta: Audiência pública com o ministro da Saúde, Arthur Chioro Local: A definir Horário: 14h30

Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência Pauta: Audiência pública para discutir a Portaria 1635/02, do Ministério da Saúde, que objetivou organizar o atendimento às pessoas com deficiência intelectual e/ou distúrbio do espectro autista no SUS, e a Portaria 2848/07, que modificou e unificou os códigos da tabela SIA e SIH/SUS. Local: Anexo II, Plenário 7, Câmara dos Deputados Horário: 15 horas

Comissão de Educação Pauta: Audiência pública para debater a Lei 11104/05, que torna obrigatória a instalação de brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento de internação pediátrica. Local: A definir Horário: 9h30 Comissão de Seguridade Social e Família Pauta: Audiência pública sobre a regulamentação das profissões interligadas à saúde pública. Local: Anexo II, Plenário 7, Câmara dos Deputados Horário: 9h30

Política & Saúde é um periódico destinado à divulgação de informações sobre a alta comClexidade do setor de saúde. Nessa edição, contamos com a colaboração de Sandra Motta, da Associação Pró-Cura da ELA (DF), Organização de Apoio às Pessoas com Distrofias, Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde, Associação de Apoio aos Pacientes de Anomalias Renais e Transplantados do Estado de São Paulo, Instituto Ação Responsável, Agência Câmara, Agência Senado e Ministério da Saúde. Jornalista Responsável: Hulda Rode (DRT DF N°8610/2010) E-mail: contato@huldarode.com.br ou huldarode@gmail.com | Telefone: +55 (61) 9100-1007 Site: www.altacomplexidade.com

Política & Saúde Edição N°15/2015  

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