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é valorizar ideias

Nº02 | 2009

concurso de produção Agentes Açoreana no Alasca

pág.24

carlos brites

Um novo ciclo de gestão pág.4

CFR

Eficiência na gestão de sinistros pág.8

Reforço comercial Novos agentes e sucursais

pág.16 e 22

Campanha nos açores Açoreana Unidos Na Escola

pág.32


Um patamar de referência O regresso das férias de Verão é sempre um marco importante do ano. Descansados, revigorados e com a energia dirigida para o cumprimento dos objectivos, este período é o ideal para concretizarmos a ideia de que a União FAZ mais força. Durante o 1º semestre estivemos unidos internamente, através da reestruturação

diogo da silveira presidente executivo

de sucursais, da realização de Comissões Executivas Regionais, da efectivação do Sistema de Objectivos e Incentivos e do Plano Integrado de Formação, de um macroprojecto para a área de gestão de sinistros que visa a celeridade, a qualidade e a eficiência. Mas, também, unidos com os Agentes, com quem definimos novas metas na Convenção Comercial realizada em Santarém; com quem viajámos pelo Alasca e temos vindo a inaugurar novas instalações. E, por último, com o Cliente, para quem trabalhamos e é a razão da existência das empresas. Estamos mais focados do que nunca em apresentar as melhores soluções do mercado e em responder ao Cliente Açoreana com um serviço de qualidade. Ao manusearem esta edição irão encontrar uma entrevista ao administrador Carlos Brites. Um homem que tem acompanhado a evolução da Açoreana na última década e que faz uma análise de alguns dos temas mais relevantes para nós. Conheça também as nossas mais recentes iniciativas na esfera da responsabilidade social, área que tem sido uma preocupação crescente do Grupo Banif. Por último, uma palavra a todos vós, que fazem da Açoreana o que ela é hoje. Temos de estar preparados para os desafios que iremos enfrentar até ao fim do ano. Um caminho que deve ser percorrido com dedicação, perseverança e em equipa. Juntos, chegaremos ao patamar de Referência.

ELEMENTAR nº 2 Direcção Joana Seixas redacção, paginação e produção gráfica plinfo, informação, lda. colaboração ANTÓNIO LOURENÇO, CARLOS AIRES, CARLOS BETTENCOURT, JORGE MARTINS, Júlio lemos, luís ramos, MARIA DO CARMO CONSTANTINO, MAURÍCIO OLIVEIRA, PAULO SIMÕES COELHO, pedro jota tiragem 3200 exemplares

ano 1 revista trimestral Distribuição gratuita

04 Falar Entrevista a Carlos Brites Um novo ciclo de gestão

08 CONHECER Oportunidades de melhoria na gestão de sinistros

12 AGIR Convenção Comercial ‘09 Reestruturação das sucursais Açoreana

18 Focar Um envolvimento assumido com a Açoreana Reforço de parceria Açoreana leva agentes ao Alasca

30 UNIR Comissão Executiva Regional em Viseu

propriedade companhia de seguros açoreana, S.a.

32 PARTILHAR Unidos na Escola Açoreana apadrinha Santa Clara Açoreana solidária com ex-jogadores de futebol

38 VALORIZAR Sistema de Objectivos e Incentivos Plano integrado de formação – cursos R2E

42 ACREDITAR Fundos imobiliários Banif.pt pioneiro na acessibilidade para invisuais e iletrados


 ELEMENTAR É FALAR

Carlos brites administrador


ELEMENTAR É FALAR 

Açoreana: um novo ciclo de gestão A Açoreana implementou em 2009 um «novo modelo para a construção do orçamento da Companhia», caracterizado pela participação e envolvimento directo de todas as equipas. O Sistema de Gestão da Qualidade e o combate à fraude, outros temas levados por Carlos Brites, são igualmente importantes para o futuro da Açoreana. A visão de um homem que há dez anos acompanha a evolução da Companhia.

É o administrador responsável pela Direcção Financeira. 2008 foi o ano em que a Companhia implementou uma nova forma de construir o seu orçamento. Em que consiste este novo ciclo orçamental? Este é, essencialmente, um processo interno. O modelo de governação da nova administração é totalmente diferente do que tinha sido nos dez anos anteriores. Estamos agora num novo ciclo, com uma nova maneira e um novo estilo de gestão. No ano passado, começámos a dar um enfoque muito maior à ferramenta de orçamento em termos internos. Foi implementada praticamente de raiz e caracterizou-se por um maior envolvimento das pessoas. Foi um processo essencialmente de bottom-up, a partir do posicionamento estratégico vertido no Plano Acreditar 2010. Neste novo ciclo e processo existe uma maior responsabilidade e envolvimento das pessoas; são elas próprias que lançam os alicerces e as âncoras para cada uma das áreas que gerem e que dão todo o seu contributo, seja a nível de todo o processo e gestão de actividades, de prioridades, de centros de custos e dos próprios projectos que gostariam que a Companhia levasse avante. É

do conjunto destes contributos que nasce o orçamento. Naturalmente que isto tem benefícios bastante grandes. As equipas e as pessoas sentem-se mais responsabilizadas, mais envolvidas e com uma auto-motivação maior, que lhes permite uma participação crescente na sua área de actuação, na sua gestão, facilitando uma maior interacção entre todas as áreas e o trabalho de equipa para atingir os objectivos globais da Companhia. Como é que sente que foi a adaptação das direcções e das equipas a esta nova forma de trabalhar o orçamento? Em termos de compromisso, em termos de empenho e de auto-motivação, foi muito positivo para as equipas e para as pessoas que se envolveram directamente. Este novo processo orçamental exige outro tipo de treino e de mecanismo, o que faz com que este seja também um processo de aprendizagem. Depois, no dia-a-dia, é preciso disciplina e rigor, não só no cumprimento orçamental, mas na própria tecnicidade do tratamento da informação, para poder haver controlo orçamental. Neste aspecto, 2009 está efec-

tivamente a ser um ano de aprendizagem e tem tido muitos factores positivos. Todos nós que estivemos envolvidos directamente, aprendemos muito uns com os outros e com a nova metodologia e penso que temos ainda espaço para melhorar. É uma avaliação positiva? Muito. O balanço é extremamente positivo. Quais são as vantagens desta nova metodologia para a empresa? As pessoas sentem que é uma gestão participativa. A motivação extra é a principal vantagem, contrapondo a uma gestão essencialmente directiva. A esmagadora maioria tem apreciado bastante. Sentem que o seu contributo no dia-a-dia é atempado e fluente e percebem perfeitamente quando têm de actuar. Esta nova ferramenta também permite um maior controlo, um maior rigor, uma maior transparência? Sem dúvida.


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Perfil Carlos Brites é licenciado em Gestão de Empresas, pelo ISLA, pós-graduado em Gestão de Seguradoras e Fundos de Pensões pela Universidade de Barcelona e cursou o PADE (Programa de Alta Direcção de Empresas) da AESE, em colaboração com o IESE (Madrid). Está na Açoreana desde 1998, tendo exercido diversos cargos. De 1998 a 2001, foi Director-Coordenador da Direcção de Auditoria Interna da Açoreana, e das Companhias adquiridas (Oceânica, O Trabalho e O Trabalho Vida). De 2001 a 2003 foi responsável pela Direcção-Geral Financeira. Depois, de 2003 a 2007 foi Director-Geral de Auditoria e Qualidade. Em 2007 e até à data, passou a fazer parte do Conselho de Administração e da Comissão Executiva. Na CE, é responsável pela Direcção Financeira, Direcção de Organização e Qualidade, Direcção Geral de Risco, Direcção de Planeamento e Controlo de Gestão, Direcção de Planeamento e Controlo de Gestão e pelo NATIS – Núcleo de Auditoria Técnica (Interna) a Sinistros. Antes de ingressar na Companhia, foi Director Administrativo e Financeiro numa Empresa do ramo da Cosmética (1997-98); Director Financeiro num Grupo Multimédia (1995-96); Director Administrativo e Financeiro num grupo de Empresas de Telecomunicações e Sistema (1989-95); Auditor Interno num Grupo de Hotéis (1988-89); e Auditor e Consultor numa Empresa Internacional de Auditoria (1986-88). Carlos Brites tem 46 anos e é natural de Torres Novas, distrito de Santarém.

O combate à fraude, numa vertente de prevenção, é uma das funções de relevo do NATIS, outro núcleo que tem sob a sua responsabilidade. Como tem evoluído este campo, no que respeita a número de fraudes, suas tipologias e também relativamente a mecanismos de combate? A evolução que nós identificámos ultimamente, tanto em número de fraudes quanto em valores, é uma evolução crescente. Estamos a falar de muitos milhões de euros todos os anos. Estes números crescem ou porque conseguimos detectar novas tipologias – cada vez mais sofisticadas – e, por isso, conseguimos apanhar mais casos, ou como consequência da crise económica. É uma área em que estamos muito alerta e em que continuamos a investir. Estamos actualmente com um projecto de cariz essencialmente tecnológico que nos vai ajudar nesta área. Precisamos deste tipo de ferramentas, mais avançadas, para detectar situações que podem escapar a olho nu e que sabemos serem indiciadoras de tentativas de fraudes. Temos uma grande capacidade de trabalho nestas áreas, porque temos equipas que andam permanentemente no terreno a trabalhar este flagelo. No entanto, há ainda um grande caminho a percorrer se atentarmos nos resultados obtidos em termos de detenção e combate à fraude na vizinha Espanha.

Está enraizado na nossa cultura latina que enganar o fisco e/ou as seguradoras não é pecado. As pessoas não entendem que estão a cometer um crime. Os intervientes são na sua esmagadora maioria pessoas perfeitamente normais, com a sua vida organizada, não são propriamente criminosos. A fraude «pequena», que é aquela que aparece todos os dias, está intimamente ligada aos ciclos económicos: quanto mais crise económica houver, mais propensão há. Estamos num ciclo desses. Falemos de Qualidade. A Açoreana tem o grande objectivo de se tornar até ao fim do ano a primeira Companhia de seguros multiramos em Portugal certificada para a totalidade da sua actividade. Qual a importância desta ambição em termos internos e em termos de mercado? O desígnio de certificar a totalidade dos processos de negócio da Açoreana remonta ao ano 2006 quando iniciámos a implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), que culminou, em Fevereiro de 2008, na atribuição do nosso primeiro Certificado ISO 9001:2000, para a gestão dos Sinistros do Ramo Automóvel. Posteriormente, obtivemos já em finais de 2008 a extensão a todo o Ramo Automóvel e também ao Ramo Vida. São vários os benefícios que o SGQ aporta à Açoreana. Na vertente interna salientamos o esforço


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contínuo para a criação de uma atitude com foco no cliente, através da motivação dos colaboradores para a importância efectiva que a execução das tarefas sem erros e no prazo certo representam para a prestação de um serviço de qualidade superior. Além disso, o efectivo compromisso com a Qualidade e a orientação para uma prática consolidada de identificação e concretização de acções de “melhoria contínua” gera processos de negócio mais eficientes e eficazes. No que respeita ao mercado, a certificação de todos os processos de negócio vai promover a notoriedade da Açoreana, por força do seu empenho na garantia da prestação de um serviço aos clientes com um elevado nível de qualidade. A empresa passou a «ouvir» com mais atenção o cliente, através de ferramentas como os inquéritos de satisfação, bem como a particular atenção à gestão de reclamações, que representa um forte investimento da empresa do ponto de vista cultural, organizacional e tecnológico, estando em fase de conclusão a implementação de uma nova ferramenta informática, que resulta de um projecto desenvolvido no âmbito do Sistema da Qualidade, iniciado em meados de 2008. Por fim, e numa perspectiva global, podemos concluir que a redução dos custos com as não conformidades e a melhoria dos processos através de ferramentas e metodologias tendentes à prevenção de falhas, permitem a criação de valor junto de todos os stakeholders, facto imprescindível para o crescimento da Açoreana.

vamente na implementação de uma ferramenta tecnológica que permita a melhoria contínua e a integração plena do processo de gestão de reclamações. Neste contexto, estamos claramente bem posicionados para assegurar a resposta aos requisitos introduzidos pela regulamentação do Instituto, procedendo neste momento aos testes de aceitação e afinações ao modelo desenhado. Já a Provedoria do Cliente não era uma prioridade imediata, mas a cultura da gestão de reclamações já consolidada na Açoreana permite-me afirmar que estaremos também aqui em boas condições para endereçar os requisitos da norma. Neste sentido, estamos a acompanhar atentamente a solução de mercado que se encontra neste momento a ser desenhada e que, a concretizar-se, assegura a total independência do serviço de provedoria como a indispensável competência e conhecimento aprofundado da realidade do sector segurador, contribuindo para que este serviço venha a traduzir-se numa mais-valia para todas as partes envolvidas.

A norma 10 de 2009 do Instituto de Seguros de Portugal criou a obrigação da existência das figuras da «Gestão de Reclamações» e do «Provedor do cliente». Que novidades existem nesse campo? A questão da gestão de reclamações não é um assunto novo na Açoreana, bem pelo contrário. É uma preocupação de longa data que se reflectiu, há já alguns anos, na criação de um órgão autónomo e na instituição de procedimentos e circuitos internos, visando promover a análise atenta e a resposta célere às questões que nos são colocadas pelos nossos clientes. Conforme já referi, não só decorrente da aposta na certificação da Qualidade, como numa cultura de orientação para o cliente e mercado, promovidas por esta equipa de gestão, a Companhia reforçou a determinação em investir significati-

panhia, a Oceânica, que permitiu à Açoreana, que tinha então um cariz regional, crescer e penetrar no mercado do Continente. Logo de seguida, houve a oportunidade de comprarmos mais duas companhias de seguros. Uma delas foi O Trabalho, uma companhia com 70/80 anos, com uma forte componente de especialização em acidentes de trabalho, que nos permitiu também alavancar ainda mais o negócio, no Continente. A outra foi O Trabalho Vida, uma Companhia mais recente, só do Ramo Vida. Um dos maiores desafios que tivemos nessa altura foi, no espaço de três anos, adquirirmos três companhias e fazermos a fusão das várias Companhias, desde a fusão jurídica, à fusão e harmonização de todos os processos, os sistemas e os ambientes. Foi, do meu ponto de vista, um dos grandes desafios que tivemos nestes dez anos.

Já completou uma década de Açoreana. Dez anos em que a Companhia passou por diversas transformações e em que o próprio mercado evoluiu e se modificou. Que balanço faz deste período? Foi uma década muito rica, com muita actividade, em que passámos por várias transformações, algumas bastante profundas. A minha entrada, em 1998, coincidiu com a aquisição de uma com-

Estamos agora a atravessar um momento que também requer muita atenção. O turbilhão dos mercados financeiros internacionais e da crise internacional, que nos afecta a todos, depois de uns anos gloriosos do mercado segurador. O mercado segurador – todo o mercado em geral –, entrou numa escalada de competitividade desenfreada, com mecanismos para ganhar quotas de mercado, que reduziu substancialmente as margens técnicas, que pode pôr em causa as próprias rentabilidades dos vários ramos. Estamos empenhados numa gestão criteriosa que passa pela implementação de práticas constantes de racionalização e ganhos de eficiência. As grandes oportunidades de racionalização que existiam foram aproveitadas em várias vertentes pelo mercado num passado recente. Considero que actualmente temos pela frente um grande desafio que é o de conseguir emergir para um cenário em que as Companhias consigam repor os índices de performance que atingiram há uns anos atrás e possam prosperar. É um desafio bastante grande.


 ELEMENTAR É CONHECER

CFR

OPORTUNIDADES DE MELHORIA NA GESTÃO DE SINISTROS


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A Açoreana lançou um macro-projecto dedicado à área de sinistros que visa identificar oportunidades de melhoria, eficiência e celeridade nos processos, bem como redução de custos. As medidas, já postas em prática ou em vias de implementação, vão criar impacto imediato e também nos anos futuros.

O macro-projecto da Açoreana para a área de gestão de sinistros foi denominado CFR, sigla referente às iniciais de Closed File Review (Revisão de Processos Encerrados), conceito que serviu de base ao seu arranque. Num esforço de avaliação interna, a Açoreana decidiu examinar processos de sinistros que estavam já concluídos, no ramo automóvel e de acidentes de trabalho, para responder a uma série de questões e identificar oportunidades de melhoria. Com esta análise, as equipas de trabalho quiseram perceber, de forma geral, como decorreu cada processo; verificar pontos em que se perderam tempos desnecessários; situações em que se poderia ter sido mais eficiente na detecção de fraudes; como funcionou o processo em relação às parcerias; entre outros aspectos. Esta revisão dos processos encerrados constitui um dos três segmentos em que se divide o CFR. Enquanto projecto liderado pela Direcção-geral de Sinistros Não Vida e a Direcção de Organização da Qualidade, visa obter celeridade nos processos de sinistros, maior controlo na gestão de custos e a sua consequente redução. Uma segunda área de intervenção do CFR está relacionada com a avaliação da produtividade interna da Companhia. Desta avaliação, e do benchmarking feito a nível europeu, concluiu-se que a Açoreana goza de uma posição de produtividade acima da média, num conjunto de seguradoras que serviram de referência. Um terceiro pilar do CFR consiste numa validação final do projecto de reorganização que estava a ser discutido para a área de sinistros. Como explica António Lourenço, director-geral de Sinistros Não Vida, pretendeu-se obter uma validação externa para um conjunto de propostas, respondendo a três objectivos: saber como a Companhia se organiza ao nível do processo;

como pode melhorar as suas capacidades internas em termos de rapidez, celeridade e qualidade; como se deve organizar, na área de sinistros, no que respeita a parcerias. Além da revisão de processos, da avaliação de produtividade e da validação externa, existem de forma transversal a estes três vectores, outras duas preocupações. «Primeiro, como é que podemos, numa área como os sinistros, sem pôr em causa a operacionalidade da área de gestão, ser mais efectivos e mais exigentes na tentativa de identificação de situações de fraude; em segundo, como é que podemos agregar a aprendizagem do CFR, a política de relacionamento com prestadores e o processo de reorganização, na criação de um serviço ao cliente que possa ter uma capacidade de resposta diferente da que hoje possuímos», refere António Lourenço. A Açoreana pretende criar um serviço a cliente «muito focado na antecipação de informação». Mais do que uma área de gestão de sinistros, pretende-se que este tenha um conceito mais alargado de serviço pós-venda.

Passagem à prática De todo o levantamento feito no âmbito do projecto CFR resultou a identificação de um conjunto alargado de acções e de oportunidades de melhoria. Diversas iniciativas foram já passadas à prática, para as quais se espera um resultado imediato, e outras serão implementadas ao longo dos próximos meses. Neste momento, é tempo de calendarizar as iniciativas, atendendo à sua prioridade. «Daqui para a frente, e durante alguns meses, vamos certamente ter um ritmo grande de alterações. Algumas pouco perceptíveis do ponto de vista exterior, porque têm a ver com a organização interna; outras bastante outras bastante percebidas pelo

exterior, como por exemplo, implementar novos modelos de peritagem e de relacionamento com parceiros (oficinas) nos Açores ou aumentar o nível de integração com parceiros em geral», indica António Lourenço. Prevê-se a conclusão da aplicação das medidas no próximo ano. Com este projecto a Açoreana acredita poder atingir um retorno muito significativo, em 2010 e nos anos subsequentes, ao nível da redução do custo médio dos sinistros de acidentes de trabalho e automóvel. Anualmente, a Açoreana fará aquilo a que o Director-geral de Sinistros Não Vida chama «um pequeno CFR», ou seja, um conjunto de acções de acompanhamento para verificar se as medidas implementadas estão a reflectir-se no tratamento dos processos. Daí poderá resultar a identificação de pequenas melhorias e a sua consequente implementação. António Lourenço dá como exemplo um workshop realizado no final de Julho com os coordenadores clínicos. Nesta sessão de trabalho foi realizada uma abordagem à criação de conceitos harmonizados de avaliação de danos, no caso dos acidentes de trabalho, para que seja possível fazer uma projecção de consequências corporais, o mais cedo possível em relação à data de conhecimento do sinistro e definir as melhora práticas para uma mais efectiva recuperação dos sinistrados. E esta será uma operação a repetir todos os anos.


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Lisboa

reestruturação dos serviços clínicos A Açoreana fez uma parceria com o Hospital Particular de Lisboa para assegurar todo o acompanhamento que até agora era feito pelos Serviços Clínicos de Lisboa, no que diz respeito a Acidentes de Trabalho.

Proporcionar aos sinistrados um atendimento hospitalar mais confortável e mais eficiente é um dos propósitos que esteve na base da decisão da Açoreana em estabelecer uma parceria com o Hospital Particular de Lisboa (pertencente ao Grupo Tropa Saúde). Optar por um grande parceiro neste âmbito é também garantir, ao longo do tempo, a prestação de um serviço inovador,

especializado, que acompanha a evolução da área da saúde. Como refere António Lourenço, director-geral de Sinistros Não Vida, «o Hospital Particular tem um conjunto grande de valências (consultas de urgência e de especialidade, cirurgias e internamento) e, portanto, podemos proporcionar um suporte médico e hospitalar integrado.

Assim, desde o passado mês de Julho, todos os sinistrados que estavam a ser acompanhados nos Serviços Clínicos de Lisboa já passaram para o Hospital Particular e todos os novos sinistrados já estão também a ser encaminhados para a mesma unidade hospitalar. «Mudámos o circuito de transferência de sinistrados. Até agora, tínhamos os pequenos prestadores que comunicavam à direcção clínica que iam fazer a transferência de um sinistrado; a direcção clínica marcava uma consulta, comunicava ao sinistrado. Este processo demorava algum tempo. Agora o pequeno prestador faz o envio da documentação para o Hospital Particular que, em muito pouco tempo, garante a marcação da consulta, a sua efectivação e comunica com o sinistrado, informando a Açoreana», diz António Lourenço, explicando a mecânica do processo. A Açoreana tem mantido parcerias com grandes prestadores noutras zonas do país (Coimbra, Leiria, Porto), sendo que no Porto a Companhia irá reforçar, em breve, a sua capacidade de acompanhamento dos sinistrados. Além de toda a eficiência associada ao novo modelo, esta opção resulta numa redução do custo efectivo.

WORKFLOW PATRIMONIAIS Entrou em funcionamento em Abril um novo workflow para os ramos patrimoniais. Os clientes podem contar com mais rapidez e eficiência dos serviços. O workflow para os ramos patrimoniais junta-se ao workflow adaptado à gestão de sinistros dos ramos de acidentes de trabalho e acidentes pessoais, que a Açoreana inaugurou no último trimestre do ano passado. Trata-se de aplicações de automatização de processos que contribuem para a celeridade da regularização de sinistros e uma consequente redução de custos.

«É mais um passo de melhoria da nossa tecnologia e dos nossos suportes de gestão», afirma António Lourenço, director-geral de Sinistros Não Vida. Este workflow constitui mais uma ferramenta para consolidar todo o processo de gestão de sinistros e baseia-se na criação de valor acrescentado para o cliente. Neste âmbito, António Lourenço destaca, em primeiro plano, a

comodidade. «Acho que os workflow em relação aos clientes têm uma grande vantagem que é a de disponibilizar canais de comunicação, e de informação, sem que isso represente o esforço de tentar contactar a Companhia ou tentar deslocar-se à Companhia. Isso é fundamental hoje», frisa. Para o ramo automóvel, a Açoreana tem um workflow em pleno funcionamento desde 2003.


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ACIDENTES DE TRABALHO E ACIDENTES PESSOAIS

NOVO SISTEMA DE PRÉ-PARTICIPAÇÃO DE SINISTROS A Açoreana lançou um novo sistema de pré-participação nas áreas de acidentes de trabalho e acidentes pessoais. Trata-se de um resultado prático do programa de simplificação de circuitos na Companhia. A disponibilização do serviço de pré-participação, no final do mês de Julho, é mais um passo inovador dado pela Companhia ao nível da gestão de sinistros de Acidentes de Trabalho e Acidentes Pessoais. Através desta aplicação, a Açoreana quer introduzir maior celeridade na abertura dos processos e uma melhoria significativa na capacidade de resposta aos clientes, o que se traduz numa mais-valia para sinistrados e tomadores. De uma forma intuitiva, este sistema permite registar a participação de Acidentes de Trabalho e/ ou de Acidentes Pessoais e anexar documentos, um procedimento idêntico ao que já se verifica na pré-participação Automóvel. Com a pré-participação, tudo pode ser tratado mais rapidamente. Os processos podem ser abertos de imediato e a Açoreana pode começar a acompanhar os sinistrados mais cedo. «Para o cliente e para o agente, o processo torna-se mui-

to mais simples e cómodo, porque pode fazer a pré-participação a partir da internet, digitalizar, enviar e ter a garantia de que, com rapidez, o processo está aberto. E permite-lhe também, ao agente, validar o estado da apólice. Este aplicativo, além de tornar o processo rápido, está também disponível para o prestador clínico, que é muitas vezes uma porta de entrada das participações. Simplificar a comunicação, incluindo o envio da documentação e, com isso, melhorar a sua produtividade é o compromisso da Açoreana para com os parceiros clínicos. Agilizando o processo garantiremos um reembolso mais célere», explica António Lourenço, director-geral de Sinistros Não Vida. Ao acelerar todos os procedimentos de resolução, a pré-participação permite, igualmente, uma mais rápida intervenção, com impacto directo na recuperação dos sinistrados.

AçoreanaNet

Nova plataforma online de serviço a clientes A plataforma online HomeInsurance foi reformulada nos últimos meses e deu lugar à AçoreanaNet, com o objectivo de aumentar a sua utilidade e eficácia em relação ao destinatário final: o cliente. A Açoreana fez algumas alterações no que se refere à sua plataforma online de apoio aos clientes. A AçoreanaNet surge com uma imagem simples, dinâmica, atractiva, alinhada com a identidade visual da Companhia. O objectivo é permitir aos utilizadores uma navegação fácil, com conteúdos organizados. Este canal, complementar aos canais tradicionais, é mais uma ferramenta que

a Companhia coloca ao dispor dos clientes, para fazer consultas (carteira, histórico de pagamentos), acompanhar a resolução de sinistros e rede de prestadores de serviços e diversas operações. Permite adicionar novas apólices (não cadastradas na carteira), a alteração das características básicas das apólices, a introdução de dados de titular, a requisição de documentos e a adesão

ao débito bancário e à comunicação electrónica (factura virtual). Os clientes poderão, através desta plataforma, optar pelo envio das suas comunicações directamente para o Agente ou para a Companhia. Contribuindo para uma melhoria significativa do serviço prestado, a Açoreana optimiza, assim, o relacionamento estabelecido com os clientes.


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Convenção Comercial ’09

Encontro reúne os melhores agentes do mercado «Valorizamos a Vida, Juntos». Foi esta a máxima escolhida pela Açoreana para dar as boas-vindas a todos os participantes da Convenção Comercial ’09, realizada em Santarém. No total, associaram-se ao encontro cerca de 400 profissionais, entre agentes, técnicos comerciais, responsáveis da Açoreana e do Banif. Os resultados do inquérito de satisfação feito aos agentes, os objectivos comerciais da Companhia e um ano repleto de campanhas foram os temas centrais do encontro.

COMENDADOR HORÁCIO ROQUE

“ Sem o vosso apoio, sem a vossa dedicação e eu diria até sem a vossa amizade certamente que nós não teríamos razão para existir ”

“ Pensamos que temos alguns dos melhores agentes do mercado e queremos que eles estejam e queiram estar connosco ”

DIOGO DA SILVEIRA

A 3 de Abril todos os caminhos foram dar a Santarém, à Convenção Comercial ‘09 da Açoreana. Entre os agentes, a expectativa era elevada, como comentava Fernando Soares antes de entrar para o auditório: «estamos todos muito curiosos sobre a forma como vai correr esta Convenção». Foi, precisamente, para e sobre os agentes que se realizou a Convenção Comercial ‘09. Ao longo das várias apresentações, foi reiterada a sua importância, o trabalho desenvolvido e os resultados do seu desempenho. «Vocês são a razão da nossa existência. Sem o vosso apoio, sem a vossa dedicação e eu diria até sem a vossa amizade certamente que nós não teríamos razão para existir», declarou o Comendador Horácio Roque. O Presidente do Banif – Grupo Financeiro disse ainda que a Companhia continuará a «privilegiar este canal» de negócio e que todos no Grupo contam com os agentes «para lutar e construir um futuro melhor».


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JOÃO RIBEIRO, JORGE MARTINS, ANTÓNIO LOURENÇO E MAURÍCIO OLIVEIRA

Diogo da Silveira focou o seu discurso no novo desígnio da Companhia (de ser uma Referência na indústria) e nas suas ambições para o futuro, que passam por maior proximidade com os clientes, melhores práticas de gestão, manutenção de uma equipa motivada e a retenção de clientes. «Pensamos que temos alguns dos melhores agentes do mercado e queremos que eles estejam e queiram estar connosco», afirmou. O PCE da Companhia pormenorizou ainda, aos seus parceiros de negócio, as percepções e projectos nas vertentes cliente, económica, colaboradores, meio envolvente (através de iniciativas de responsabilidade social) e agentes.

Oferta, pós-venda e Imagem Um dos momentos de destaque da Convenção Comercial ‘09 foi a apresentação dos resultados do inquérito de satisfação feito aos agentes. Maurício Oliveira, director de Marketing, expli-

APRESENTAÇÃO DA ÍNDIA COMO DESTINO DA VIAGEM DO CONCURSO DE PRODUÇÃO DE 2009

cou o método utilizado para a realização deste «barómetro», que resulta de uma análise individual da Companhia e de uma comparação com os principais concorrentes do mercado. Esta política de transparência e objectividade agradou aos agentes, que sentiram reforçada a relação de confiança com a Açoreana. (ver caixa) Maurício Oliveira indicou que estes inquéritos permitem percepcionar de melhor forma o posicionamento da Açoreana no mercado e descobrir pontos de melhoria em várias áreas. O segundo grande instante do encontro realizado em Santarém foi a apresentação do «Manifesto Açoreana» por alguns membros da Comissão Executiva (CE). Maurício Oliveira, António Lourenço e Jorge Martins apontaram algumas das áreas que serão alvo de melhoria ou aplicação de novos projectos. Maurício Oliveira começou pela temática da oferta. Para o director de Marketing, é fundamental rever a actual oferta, um compromisso que terá de ser feito «com ritmo e intensidade, mas de forma coerente, sem nos tornarmos demasiado avassaladores». O lançamento dos produtos «Negócio Seguro», «Opção Vida Mais», «modalidade frota do ramo automóvel» e «Pleno – mercado particular» são algumas das iniciativas previstas para este ano. Serão ainda alvo de uma revisão o produto automóvel, as coberturas do seguro de saúde e a melhoria da proposta de valor da nova oferta de PPR, no mercado de transferências de seguros. Com estas alterações, pretende-se promover uma maior segmentação do produto Açoreana e estimular a fidelização dos clientes. Na área de «Serviço e Pós-venda», coube a António Lourenço apresentar novidades. O directorgeral de Sinistros Não Vida anunciou a criação e estudo de dois portais, um de apoio aos lesados e outro dedicado aos parceiros de negócio, o reforço da gestão telefónica de sinistros e a melhoria do suporte do contact center, entre outras medidas. Para terminar, Jorge Martins, director comercial de Retalho, falou sobre a «imagem Açoreana», definindo como principais objectivos a realização de projectos que se traduzam em valor acrescentado. É disso exemplo a segmentação dos agentes, de


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acordo com a carteira obtida até ao final de 2008, e o investimento à profissionalização da rede. A manutenção de campanhas contínuas, com uma duração média de dois meses cada, a conquista do segmento de empresas, o alargamento da emissão SIV ao maior número de ramos e o reforço da assistência comercial, mais personalizada e a funcionar 24 horas por dia, foram outras novidades dadas a conhecer. Procedeu-se igualmente à entrega dos prémios do concurso anual de produção de 2008, pelos vários membros da Comissão Executiva. Em Santarém, escutaram-se ainda as palavras do consultor Pierre Debourdeau, orador convidado, que deixou a todos uma mensagem bastante positiva: «Vocês têm a capacidade de ser uma empresa vencedora».

Apreciação do encontro No entender do administrador João Ribeiro, todos os propósitos definidos para esta Convenção foram atingidos, como salientou, no final do encontro: «Cumprimos os objectivos, que foram demonstrar o nosso espírito de parceria, a nossa ambição e a vontade de, conjuntamente, sermos uma organização de sucesso: Companhia e agentes». Já Rui Barreto, agente da Açoreana, considerou que no cômputo geral os objectivos comerciais a cumprir ao longo do ano, as reformulações de produtos, as melhorias de serviço e pós-venda, e um ano cheio de campanhas comerciais «reflectem aquilo que os agentes pensam e desejam». Também Andrea Gomes avaliou o encontro como «muito positivo e dinâmico». Para a técnica comercial da recém-inaugurada sucursal de Alverca «foi muito interessante conseguirmos encontrar-nos todos e especialmente com os nossos parceiros de negócio». O agente Armando Dinis considerou este «um evento com características muito pessoais, muito personalizadas e muito humanizantes», com o qual ficou notoriamente impressionado. A Açoreana anunciou ainda o destino da próxima viagem que constituirá o prémio máximo para o Concurso Anual de Produção de 2009. Em palco, um grupo de odaliscas, um rajá e um faquir revelaram o «caminho» que os vencedores poderão fazer até à Índia. Até lá, há objectivos a cumprir.

elementos do Conselho de administração da açoreana

A avaliação dos agentes à Açoreana Os resultados do inquérito de satisfação aos agentes indicam a assistência comercial e a plataforma informática da Companhia como os pontos mais positivos. Numa escala de 1 a 10, o primeiro aspecto recebeu uma consideração de cerca de 8 valores e a plataforma informática de 7,35. A oferta de produtos (7,2), a gestão de sinistros e o serviço pós-venda (6,3), identificados como aspectos a melhorar, vão ser alvo de atenção já em 2009. Na apreciação geral, a Açoreana obteve um resultado de 7,16, um pouco acima da nota de 7,07 valores dada ao mercado segurador. «Surpreendeu-me, pela positiva, a assistência comercial. Menos positivamente, a apreciação feita à oferta da Companhia, porque a Açoreana não tinha essa leitura e não tinha essa

noção», comentou Maurício Oliveira, director de Marketing. António Lourenço sublinhou a atitude demonstrada pela Açoreana, ao ter convidado os seus parceiros a examiná-la. «Partilhar esses dados foi uma excelente ideia e muito bem recebida», referiu o director geral de Sinistros Não Vida. «Fica provado de uma vez por todas que esta é uma Companhia dos agentes. Auscultamos a sua opinião e, acima de tudo, actuamos quando ouvimos os seus comentários», referiu ainda Jorge Martins, director comercial de retalho. Nota: O Inquérito foi realizado por uma empresa independente e qualificada, que entrevistou 347 agentes. Os resultados apresentam um nível de confiança na ordem dos 95% e tem uma margem de erro de 4%.


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Reestruturação de sucursais Açoreana mais próxima dos clientes No primeiro trimestre do ano, a Açoreana inaugurou uma sucursal em Alverca e também novas instalações da sua representação no Funchal. A estratégia adoptada pela Companhia, desde 2008, consiste em melhorar a distribuição geográfica e prestar um apoio mais próximo aos agentes e clientes.

Liderar na região da Madeira é um objectivo que traduz a ambição da Açoreana para a nova sucursal do Funchal, inaugurada no final do 1.º trimestre de 2009. Um espaço moderno, bem localizado e alinhado com os objectivos da Companhia. «Nós queremos liderar o mercado de seguros na Madeira», disse Diogo da Silveira na abertura das novas instalações, no centro da cidade. Para o presidente executivo, estas instalações marcam o início de uma nova etapa no desenvolvimento da Companhia na região autónoma. «Quem conhe-

ALBERTO JOÃO JARDIM ESTEVE NA INAUGURAÇÃO DAS NOVAS INSTALAÇÕES NO FUNCHAL

cia as anteriores e conhece agora estas, sente que há uma nova aposta, um novo investimento, uma nova maneira de estar.» A sucursal do Funchal conta com oito colaboradores que, em conjunto com as seis «Presenças» da Açoreana em agências do Banif, consolidam a força de acreditar na Madeira. Para o administrador João Ribeiro o novo espaço representa o culminar da valorização da Companhia no arquipélago. «As nossas instalações significam também muito a nossa vontade de conseguir uma dimensão e uma notoriedade na actividade seguradora, aqui na Madeira, semelhante à que o nosso Banco Banif tem.» Na cerimónia, o Comendador Horácio Roque afirmou que se o Grupo aproveitar as sinergias entre as suas empresas poderá também liderar o mercado segurador na região. «É muito impor-


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Comendador HORÁCIO ROQUE, ALBERTO JOÃO JARDIM E Miguel albuquerque

tante haver uma interligação cada vez maior entre todos os colaboradores do Grupo, estejam eles na Açoreana ou noutras empresas.» Reportando-se aos meses anteriores, o Comendador assinalou que a Açoreana passou de uma quota de mercado de 4,1% para 4,4%, num período em que o mercado nacional de seguros decresceu 5,7%. «Isto dá-nos uma ideia do esforço que todas as pessoas nesta empresa fazem para mantermos quota de mercado e para podermos ser cada vez mais fortes», sublinhou o presidente do Banif – Grupo Financeiro. «Só com determinada rigidez e uma boa equipa, capaz de resistir a este período que vivemos, é que se pode assegurar o sucesso e o futuro.» Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, que esteve presente neste momento tão importante para a Açoreana e para o Banif, desejou sucesso à Companhia e disse estar confiante no desempenho que esta tem na região. «Ao ver hoje a Açoreana a dar mais um passo aqui no nosso mercado, o Governo só tem de a saudar porque está ciente de que os quadros que a empresa tem vão também desenvolver uma acção cívica, uma pedagogia cívica, no sentido de fazer sentir às pessoas que há uma certa responsabilidade em segurar as suas actividades». Já Ernesto Silva, director comercial da Madeira e gerente da sucursal, espera que a Açoreana

consolide, a médio prazo, a sua presença neste mercado. «Temos presentemente uma quota de mercado que se situa entre os 15 e os 16%, e pensamos ampliá-la rapidamente nos próximos três anos, para podermos acompanhar aquela que é detida pelo Banco na região.»

«Presenças» da Açoreana no Banif No dia da cerimónia de inauguração da sucursal do Funchal, Diogo da Silveira fez um balanço positivo relativamente às «Presenças» que a Companhia detém, em agências do Banif na Madeira. «Nesses seis espaços dedicados, as vendas são dez vezes superiores às efectuadas noutros locais, onde não há essa presença. Esta proximidade de ter colaboradores da Açoreana e do Banco nas mesmas instalações cria uma maior dinâmica no Grupo que já está a dar frutos e que dará mais frutos de futuro.» Desde o passado mês de Fevereiro, estão a funcionar estas «presenças» da Açoreana nas agências Banif de João Tavira, Câmara de Lobos, Santana e Ribeira Brava. Anteriormente, a experiência tinha sido lançada, com sucesso, no Porto Santo e em Machico.

ALBERTO JOÃO JARDIM E Comendador HORÁCIO ROQUE

eduardo marques, Comendador HORÁCIO ROQUE e joão ribeiro


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ANTÓNIO FIGUEIREDO Agente Açoreana em Viseu


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“... o método e a organização no trabalho são fundamentais para atingir qualquer objectivo... “

“ ...porque acima de tudo, a amizade de um cliente, muitas vezes, faz com que ele nunca mais nos abandone... ”

«Um Envolvimento assumido com a Açoreana» Augusto Faria agente açoreana em barrosas


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Se o sucesso na actividade seguradora pudesse ser representado através de uma fórmula, para António Figueiredo esta seria s = (c+p)+a, ou seja, a soma de bons conhecimentos (c) e procedimentos (p) com uma acção (a) orientada para os resultados.

O conceito de sucesso tem sido abordado ao longo dos tempos por inúmeros pensadores. O físico alemão Albert Einstein, vencedor de um prémio Nobel em 1921, dizia que «o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário». Por outras palavras, o mesmo defende António Figueiredo. Para este agente da Açoreana, nada se consegue sem esforço. Um requisito que define como fundamental para atingir qualquer objectivo e que tem sido a sua linha orientadora. A carreira nos seguros deste natural de Viseu começou em 1991, quando estudava Gestão de Empresas na Universidade Católica. «Uma empresa convidou-me para desenvolver esta actividade. Eu aceitei o desafio, apesar de não estar a par de seguros». Em 1994, ainda estudante, foi convidado para ser gerente, em Viseu, da Portugal Previdente. Mais tarde, em 2000, integrou um projecto-piloto da companhia ligado à fundação da Allianz em Portugal. «Foi nessa altura que tomei a decisão de criar um projecto próprio», lembra. Foi assim que, em 2002, nasceu a Gestão Activa – Mediadora de Seguros, Lda. Hoje engloba cin-


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Uma parceria “duradoura e benéfica para ambas as partes”

co empresas, três escritórios (Viseu, Gouveia e Castro d’Aire) e uma equipa de 13 colaboradores, divididos por várias áreas de actuação, num negócio que se estende a todo o território nacional. A estratégia de António Figueiredo tem consistido em contratar e desenvolver profissionais com competências para gerir as várias pastas. «Criámos uma equipa que fizesse face à carteira que temos, na ordem dos dez milhões. Começámos a recrutar quer para a área comercial quer para a administrativa. A contabilidade, por exemplo, é interna. Temos uma licenciada, que é TOC (Técnica Oficial de Contas). Temos também pessoas especializadas nas áreas de recursos humanos, informática, marketing e estatística». Paralelamente, a Gestão Activa dispõe ainda de um Front Office, uma área comercial e uma equipa que se dedica, em exclusivo, ao ramo empresarial, a principal aposta desta entidade.

Uma nova abordagem comercial A primeira fase da relação com a Açoreana surgiu em 2006, quando a Gestão Activa adquiriu a Viso Seguros, Mediação de Seguros, Lda, que tinha alguma carteira da Companhia. «Com esta integração, começámos a trabalhar em conjunto mas nunca definimos nenhuma estratégia com a Açoreana», diz António Figueiredo. Já este ano, numa segunda fase, o envolvimento foi reforçado com a integração da Resende – Mediação de Seguros, Lda, que dispunha também de um portfólio de clientes Açoreana. Mas, se o responsável da Gestão Activa pudesse indicar um momento em que a ligação à Companhia mudou este seria, sem sombra de dúvidas, quando foi abordado por Manuel Capela, gerente da Açore-

ana em Viseu. «O Dr. Manuel Capela traçou connosco um objectivo a três anos. Achámos que era oportuno para ir de encontro a uma Companhia que queremos ter como um dos pilares importantes da carteira que temos hoje». O gestor considera que a Açoreana tem feito uma aposta diferente e tem um posicionamento no mercado bastante distinto das restantes seguradoras: «Mais competitiva, mais atenta à distribuição. Sobretudo este ano, tive uma abordagem em termos comerciais que nunca tinha tido e isso reflecte-se em resultados.» António Figueiredo acrescenta ainda que pretende desenvolver esta ligação «de forma muito positiva e dinâmica», para que seja «duradoura e benéfica para ambas as partes».

Transmitir confiança ao cliente Consciente de que as empresas são feitas pelas pessoas que nelas trabalham, António Figueiredo define os recursos humanos como uma prioridade diária. Neste âmbito, o seu principal objectivo, que é também um marco da cultura do seu negócio, é criar uma equipa que se revele coesa, dinâmica e proactiva, voltada não só para a obtenção de resultados e satisfação de clientes, mas também para a motivação e valorização dos seus colaboradores. Este é um princípio que reflecte a filosofia de trabalho da Gestão Activa e que está bem patente no lema da organização. «A confiança simplifica a tomada de decisão», afirma. «Temos por obrigação prestar o melhor serviço de consultoria, estar próximo das necessidades dos nossos clientes e gerir a sua carteira, de forma a que o cliente não tenha qualquer tipo de reclamação a salientar». O empresário acrescenta

ainda ser «necessário estar próximo do cliente de uma forma constante». Sobre a actividade seguradora em geral, no nosso país, considera que tem muitos passos para dar e evoluir, sobretudo ao nível da produtividade. Fala, por um lado, da necessidade de uma diminuição acentuada dos custos e, por outro, da melhoria da qualidade de serviço. Situações como prémios de seguros baixos, disparidade de prémios sobre o mesmo produto e reduções drásticas de taxas, o nível de exigência do cliente e do mercado, constituem «realidades que obrigam as empresas a terem uma gestão de conhecimentos capaz e inovadora, satisfazendo as expectativas dos clientes». Perante a rápida movimentação do mercado global é, em seu entender, «indispensável que sejam adoptados novos modelos de gestão e altos níveis de competência que permitam uma postura competitiva, de forma a reagir às mudanças positivamente e com uma atitude proactiva». Com objectivos de sucesso continuado para a sua empresa, António Figueiredo encara a Açoreana como um parceiro de futuro e afirma: «Temos hoje um envolvimento assumido».


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Agentes

Reforço de parceria A Açoreana tem estabelecido, em diversos pontos do país, relações de parceria com profissionais em quem decidiu apostar. Este esforço de captação de agentes – o canal privilegiado de venda da Companhia – tem dado um contributo decisivo para o crescimento acima do mercado nos ramos Não Vida e Vida, que a Açoreana tem registado. José Pinho, Ricardo Torrão, Mário Fernandes e Luís Tavares são quatro exemplos de agentes que inauguraram escritórios full image Açoreana já este ano. Ílhavo Mário Carrancho Fernandes tornou-se agente exclusivo da Açoreana e inaugurou, a 14 de Julho, um escritório em Ílhavo, com a imagem da Açoreana. A parceria com a Companhia surgiu há três anos, mas o regime de exclusividade só começou a funcionar em Janeiro último. O agente, de 36 anos, brinca ao comparar esta relação empresarial com um outro tipo de união: «já chegámos a um casamento, que foi algo que nunca aceitei com nenhuma outra». Este profissional trabalha especialmente com pequenas empresas e particulares. «É uma carteira pequena porque ronda os 300 mil euros», revela. Natural de Ílhavo, este agente iniciou a sua carreira no ramo segurador há cerca de 14 anos, por influência do seu avô, que já tinha uma carteira de clientes considerável. «Depois, agradou-me o contacto com as pessoas, o facto de conhecer muita gente», afirma. Com objectivos de sucesso continuado para a sua empresa, Mário Fernandes encara positivamente o seu futuro com a Açoreana.

Águeda José Pinho inaugurou, a 14 de Janeiro de 2009, um escritório em Águeda, exclusivo da marca Açoreana e em nome individual. Com uma carteira profissional constituída por cerca de 1100 apólices e que assenta, principalmente, na área dos acidentes de trabalho e dos incêndios, o agente considera que o segredo para o sucesso está na relação de confiança que estabelece com os clientes: «não é pelo preço, tem de ser pela assistência prestada». Natural de Aveiro, onde nasceu a 26 de Junho de 1955, começou a trabalhar na área de seguros com apenas 17 anos, depois de terminar o curso técnico da Escola Comercial. Integrou, em 1972, a Aliança Madeirense, antes de esta ser incorporada pela Fidelidade. No ano seguinte, passou para a seguradora O Trabalho, que entretanto foi comprada pela Açoreana, e aqui desempenhou a função de técnico comercial. Chegou a acordo com a Companhia no dia 15 de Setembro de 2008 e abriu, posteriormente, o seu negócio em Águeda. É com orgulho que diz fazer parte do «mobiliário da Açoreana». Afinal de contas, esta tem sido uma parceira ao longo da vida.


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Covilhã

Oliveira do Hospital

Ricardo Torrão deu início a mais uma etapa da sua vida ao inaugurar, no dia 15 de Julho, um espaço franchisado da Açoreana na Covilhã. «É uma mais-valia para mim e para a marca», garante. Apesar de já ter uma carteira profissional de dimensão considerável, o agente ambiciona alcançar um maior número de clientes: «tenho tentado ter um crescimento sustentado, não dar passos maiores do que as pernas e, apesar de a carteira ainda ser reduzida para mim, penso que seja já bastante razoável». Para si, o mais importante é ter uma imagem credível e honesta, que transmita confiança àqueles que optam pelos seus serviços. O principal objectivo é desenvolver o mercado segurador na zona da Covilhã e, posteriormente, expandir-se a outras regiões do país. Nascido na Covilhã a 17 de Fevereiro de 1977, Ricardo Torrão iniciou a sua carreira como mediador de seguros, a título individual, em Dezembro de 2004. O seu pai já trabalhava na área há 32 anos e, de certa forma, incutiu-lhe o gosto. Fala com entusiasmo da sua relação com a Açoreana: «é um trabalho bem desenvolvido e que tem possibilidades de evoluir. Ambas as partes

José Luís Tavares e Luís André Tavares são pai e filho e são agentes exclusivos da Açoreana, tendo inaugurado o seu escritório, a 6 de Agosto, em Oliveira do Hospital. Com uma carteira que se divide, praticamente em partes iguais, entre os ramos Reais e o ramo Vida (cerca de 125 mil no primeiro caso e 100 mil no segundo), depositam, na Açoreana, a esperança de uma parceria de sucesso, baseada em três factores cruciais: «honestidade, transparência e boa prestação de serviços». A ligação de José Luís Tavares com a área dos seguros vem já desde Março de 1991, quando ingressou na companhia O Trabalho, posteriormente, integrada na Açoreana. Manteve-se na Companhia, a trabalhar como administrativo na sucursal de Oliveira do Hospital, até 2008. A oportunidade de criar uma empresa de mediação, numa parceria exclusiva com a Açoreana, surgiu nesse ano e resulta de uma aposta da Companhia. A este projecto juntou-se o filho Luís André Tavares, já formado em seguros, que dá os primeiros passos no ramo segurador, mas que, por influência do pai, há muito está ligado a esta área.

trabalham para o crescimento. É uma ajuda que há entre as duas empresas, que trabalham numa sinergia conjunta», refere. Ricardo Torrão é também promotor Banif, estando enquadrado no projecto Assurfinance.


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Concurso de Produção 2008

Açoreana leva agentes ao Alasca


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De 9 a 20 de Maio, agentes da Açoreana e representantes da Companhia embarcaram numa viagem rumo às montanhas vestidas de gelo e neve do Alasca. Das tundras secas às florestas húmidas, o estado mais a Norte dos EUA encheu as medidas de quem participou nesta aventura, a bordo do cruzeiro Norwegian Pearl.

«Welcome, Cheechako!». Esta expressão afável, típica do Alasca, deu início a uma jornada inesquecível. Desengane-se quem imagina o maior estado norte-americano como um cantinho selvagem habitado apenas por esquimós, ursos polares e baleias azuis. Neste pedaço de mundo, invadido pelo Sol durante dias a fio no Verão e pela penumbra nos meses mais frios do Inverno, há também majestosos hotéis, teatros, bares e uma animada vida nocturna. Comprado à Rússia em 1867, por 7,2 milhões de dólares, o Alasca era considerado uma terra gelada. Não se imaginava que, sob os seus mantos de neve, estava uma grande fonte de combustível e ouro. Com uma área que vai desde o Círculo Polar Árctico às margens da baía de Kachemak, a região tornar-se-ia no 49.º dos Estados Unidos da América e também no de maior território. O Alasca possui três milhões de lagos, mais de três mil rios e uma só estrada, a Alaska Highway, a ligá-lo aos outros quarenta e oito estados continentais. As restantes vias não são pavimentadas e tornam difícil o acesso a este recanto do planeta, ainda em bruto.

A descoberta da terra dos contrastes Luís Viana, agente de Ponte de Lima, já sentira vontade de conhecer o Alasca e a viagem ultrapassou as suas expectativas. «Impressionante… um verdadeiro sonho!», diz. E por mais fotografias que tenha tirado, nada lhe parece suficiente para mostrar aos amigos a verdadeira magnitude da beleza local.

Para Miguel Agostinho, agente de Lisboa, o destino estava fora dos seus planos e resultou numa agradável surpresa: «Inicialmente encarei o projecto com alguma apreensão, uma vez que não tinha noção da verdadeira realidade dessa zona do globo. Desejava ir, se bem que não seria o destino de eleição se fosse eu a escolher». O empresário confessa ter ficado surpreendido «pela dimensão e quantidade de montanhas, sem quase se ver qualquer tipo de civilização durante quilómetros e quilómetros». Já José Gonçalves, agente da Ilha da Madeira, admite que desde há muitos anos pesquisava imagens do Alasca na Internet e sempre desejara conhecer a região. «É muito diferente do que estamos habituados a ver». Se a região em si já é peculiar o quanto baste, os seus habitantes têm também características próprias. Para José Gonçalves, são «naturalmente educados e diferentes de nós, que somos mais terra-a-terra». António Horta Salvo considerou-as «simpáticas e afáveis» e Luís Viana assegura que a comunicação nunca foi difícil. Apesar de não dominar a língua inglesa, quando não era possível fazer entender-se por gestos, havia sempre um companheiro de viagem por perto, a quem não hesitava em pedir ajuda. Habituados aos turistas que chegam todos os dias, os comerciantes locais fazem questão de atestar as lojas com frutas, doces e muitas outras iguarias. As terras por onde passaram, ao longo desta incursão no Alasca, são essencialmente zonas tu-

detalhe glaciar


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o navio cruzeiro dos agentes

comboio white pass

skagway

rísticas, com frequência sazonal, onde os trabalhadores, provenientes de vários pontos dos EUA se esforçam ao máximo para, durante a época estival, proporcionar aos visitantes uma agradável experiência.

Juneau: a capital com alma pescadora Inicialmente uma zona de pesca para os povos nativos, Juneau é, desde 1906, a cidade mais importante do Alasca, a terra do ouro, com caminhos que, em seu redor, interligam glaciares, montanhas e minas abandonadas. A capital deve o seu nome a Joe Juneau, um aventureiro chegado em busca de ouro, que teve a coragem de escalar uma das suas mais íngremes montanhas. Está próxima da fronteira com o oeste do Canadá, mas as trocas comerciais com o país vizinho são dificultadas pelo facto de se localizar no meio de ilhas extremamente montanhosas.

As espécies selvagens, alheias ao olhar humano, fascinaram os empresários. Destaque para as baleias azuis, em perigo de extinção, e os leões-marinhos. Juneau é uma mistura de natureza e de desenvolvimento. Desta jornada, Luís Viana elege a imagem dos riachos perdidos no meio dos glaciares: «quando estamos ao longe a ver aquele rio e o gelo a desprender-se… é um momento que marca!». E o oceano levou-os a novas descobertas…

Skagway, o «sítio do vento norte» Outrora localidade mineira, a cidade mais a norte do Alasca parece um cenário retirado de filmes de cowboys, assim preservado pelos próprios habitantes. O seu porto é paragem obrigatória para os cruzeiros que, no Verão, transportam milhares de turistas, fazendo duplicar o movimento da cidade. Skagway recebe, anualmente, cerca de um milhão de turistas.

Os agentes partiram em busca das montanhas cobertas de gelo e de neve, num passeio de comboio que dá pelo nome de White Pass. Seguindo um trajecto capaz de provocar arrepios, o caminho-de-ferro cruza vales e pontes, passando por riachos e túneis até chegar ao Canadá. A viagem deslumbrou os empresários pela grandeza das paisagens naturais. Para o baú de recordações, ficou um quase «incidente», que acabou em bem. Dois elementos do grupo saíram do comboio em terras canadianas, quando era expressamente proibido fazê-lo, e por pouco não foram detidos pelas autoridades…

Glaciares: onde «a Natureza é um ser vivo» Numa época em que o aquecimento global é responsável pelo derreter cada vez mais precoce das montanhas geladas, o Glaciar Park Bay fascinou os «turistas» Açoreana. É o mundo selvagem em


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detalhe de glaciar de park bay


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joão ribeiro

victoria, canadá

Seattle

space needle e museu da música, seattle

ketchikan

toda a sua plenitude. Os cem mil glaciares do Estado do Alasca cobrem cerca de três por cento do território e formam todos os seus rios. Além disso, servem ainda de abrigo a diferentes espécies de aves de toda a América do Norte. José Gonçalves confessa que, apesar de já ter visitado diversos países, nunca tinha estado tão próximo de tamanha quantidade de gelo e que esse foi, para si, um momento único: «A formação dos icebergs é o mais espectacular. Quando o glaciar se parte, quando há derrocadas, o impacto com a água, e apesar de estarmos a alguma distância, é uma imagem emocionante». O Norwegian Pearl aproximava-se devagar e, lado a lado com o glaciar, parecia exactamente da mesma altura. As distâncias tornam-se mínimas, quase imperceptíveis e, ao cair o primeiro pedaço de gelo, como que soa um trovão. É por isso que as populações locais chamam «white thunder» (trovão branco) a este fenómeno.

Miguel Agostinho vai ainda mais longe, ao dizer que, acima de tudo, a visão destas montanhas de gelo tem a «capacidade demonstrativa de que a Natureza é um ser vivo».

Victoria, a cidade em flor Depois de toda a imensidão de neve e de gelo, e rumo ao Canadá, foi a vez de Victoria maravilhar todos quantos embarcaram nesta aventura. Enquanto porto de navios-cruzeiro, tem no turismo a sua principal fonte de rendimento. Para Álvaro Quatorze, este foi o ponto alto da viagem: «é uma cidade muito linda, com gente muitíssimo boa e com muita alegria». A cidade, que deve o seu nome à Rainha Victoria, é também famosa pelos seus teatros ao estilo Broadway, os seus restaurantes chiques e uma animada vida nocturna. O Beacon Hill Park é o principal espaço verde da cidade. A sua área de 75 hectares, adjacente à


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seattle marcou o fim da viagem

costa sul, inclui inúmeros campos de jogos, jardins cuidados, espécies exóticas de plantas, um

mação nas ruas, as flores e um mercado de peixe que prima pela boa apresentação constituíram o

pequeno zoo e excelentes vistas sobre o Estreito de Juan de Fuca e as Montanhas Olímpicas.

desfecho perfeito para esta viagem ao Alasca.

Seattle, uma caixinha de surpresas Fundada em 1851, a maior cidade do estado de Washington fica junto da extensa baía de Peugeot Sound. A região metropolitana de Seattle é um importante centro da indústria aeroespacial e da tecnologia da informação. É, igualmente, um destino turístico devido à sua proximidade com os parques naturais das cadeias montanhosas vizinhas. Sede da rede de cafeterias Starbucks e da Microsoft, conta com diversos ícones arquitectónicos, entre eles o Experience Music Project, o Museu da Música concebido por Frank O. Gehry, e o Space Needle, uma imponente torre com 184 metros, que pontua o skyline da cidade. A ani-

A união com a Açoreana Depois desta aventura pelo mundo da natureza em estado bruto, Luís Viana graceja quando se lhe pede um balanço final: «As pessoas costumam dizer cinco estrelas, mas eu dobro porque foi uma viagem mesmo enriquecedora!». O agente considera ainda que a experiência lhe deu mais certezas de ter com a Açoreana uma parceria ideal. José Gonçalves não hesita quando se fala na relação estreita com a Companhia: «Sou motivado para o que faço, simplesmente acho que esta viagem aproximou as pessoas. As relações fortaleceram-se.» Miguel Agostinho refere que até a competitividade foi posta de lado: «foi muito importante a relação entre as pessoas que, como nós, lutam dia-

riamente para conseguir obter desta actividade uma profissão digna e que, apesar de no terreno podermos ser concorrentes, neste tipo de convívios, fortalecemos o nosso espírito de amizade, que depois nos acompanha ao longo dos anos». O empresário António Horta Salvo resume, em poucas palavras, toda a importância desta jornada ao Alasca: «A Açoreana proporcionou momentos de união de grupo que não serão esquecidos tão depressa. As expectativas eram altas e foram superadas».


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COMISSÃO EXECUTIVA REGIONAL EM VISEU Apostar na consolidação da actual dinâmica comercial, mantendo uma correcta política de subscrição. Foram estas as principais mensagens extraídas da Comissão Executiva Regional da Açoreana, realizada a 1 de Julho, em Viseu.

Jorge martins

A mais recente Comissão Executiva Regional da Açoreana teve como principal objectivo «assegurar a actual dinâmica comercial, mantendo uma correcta política de subscrição», como refere Jorge Martins, director comercial de retalho do continente, e responsável pela organização do evento. Esta iniciativa juntou, à volta da mesma mesa, a Comissão Executiva (CE), a estrutura interna da Companhia e os gerentes e técnicos comerciais dos escritórios da Zona de Coordenação do Interior Centro (ZCIC), para debater os actuais desafios da Açoreana. Resultados comerciais, melhoria dos serviços e crescimento com rentabilidade, foram alguns dos pontos debatidos pelos participantes. Jorge Martins, o primeiro interveniente deste encontro, apresentou a sua visão global do negócio da Companhia, fez o balanço do ano anterior e expôs as perspectivas para o ano corrente. Já no que diz respeito ao desenvolvimento da actividade seguradora nesta região, o responsável

diogo da silveira

considera que se «tratam de regiões com enorme margem de progressão, na captação de negócio quer de particulares quer de empresas». Esta é uma realidade conhecida pela Direcção ZCIC, que se encontra «imbuída no espírito e na estratégia da Companhia». «Estamos muito atentos aos projectos estruturantes da Açoreana, como o Íman, a direcção de empresas, o Assurfinance, a aposta no ramo vida e nas campanhas, e é com muito orgulho e satisfação que verifico que toda a equipa está a trilhar esse caminho em perfeita sintonia com a Companhia», diz Luís Ramos, responsável pela direcção. A ZCIC transmitiu ainda o trabalho que tem sido desenvolvido na zona interior centro, assim como os resultados obtidos no quadrimestre anterior (Março a Junho de 2009).

Decorrer dos trabalhos Gerentes e técnicos comerciais dos escritórios de Fundão, Guarda, Lamego, Portalegre, Viseu,


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Aveiro, Coimbra, Figueira Foz, São João da Madeira e Vila Nova de Gaia fizeram várias intervenções ao longo do dia, que culminaram num debate a meio da tarde. «As apresentações tiveram muita qualidade, cada gerente e director de zona, numa excelente abertura para o diálogo, tiveram oportunidade de fazer uma análise mais profunda, identificando os pontos fortes e menos fortes de cada região», avalia Luís Ramos. Para o responsável este encontro serviu também para renovar a motivação de todos os participantes, que sentiram uma grande coesão e aproximação com a administração, para enfrentar «um mercado cada vez mais difícil, mais atípico e mais concorrencial.» Da mesma opinião, Eduardo Santos, gerente de Vila Nova de Gaia, afirma que «foi notória a preocupação e empenho de todos os participantes. «É preciso sensibilizarmos ainda mais a nossa rede de agentes para um maior rigor na subscrição de riscos, para que a rentabilidade acompa-

nhe as performances já conseguidas ao nível da dinâmica comercial.» Outro dos objectivos da realização das Comissões Executivas Regionais é aproximar as várias hierarquias da Açoreana. Este é um aspecto que, para Eduardo Santos ganha maior relevo quando todos estão envolvidos e a trabalhar no mesmo sentido. «Esta é uma excelente oportunidade para podermos transmitir directamente à Comissão Executiva alguns constrangimentos que temos no negócio, as particularidades de cada região e também apresentarmos acções já efectuadas e que podem ser aproveitadas noutros locais». O responsável salienta ainda que «é importante ouvirmos directamente da CE as suas principais linhas de actuação e preocupação.» Também para Diogo da Silveira a realização desta iniciativa serviu para uma maior união entre todos. «Estamos mais à vontade, estamos mais próximos e este é um objectivo da Companhia.»

Paulo balsa, joão ribeiro, diogo da silveira e Eduardo marques

Balanço do encontro O balanço do encontro coube ao PCE da Açoreana. Na sua intervenção, o responsável máximo da Companhia destacou três aspectos a transportar deste encontro para o dia-a-dia dos colaboradores: «os bons resultados comerciais, apesar das oportunidades de melhoria»; a necessidade de alavancar a rentabilidade da Companhia, «através da redução de custos e aumento das receitas, de forma a atingir os objectivos delineados para este ano». Por último, Diogo da Silveira deixou uma mensagem à estrutura comercial da Açoreana: «É fundamental para nós conseguirmos os nossos objectivos do ano. Podem contar connosco para a nossa quota-parte e quero poder contar convosco para ultrapassar a quota-parte que vos diz respeito.» A Comissão Executiva Regional contou ainda com a presença de agentes da Companhia que, ao final do dia, se juntaram para um momento de convívio.


32 ELEMENTAR É PARTILHAR

unidos na escola

Açoreana apoia alunos dos açores A Açoreana lança, em Setembro, uma campanha nos Açores, em benefício da educação na região autónoma. O projecto «Açoreana Unidos na Escola» é um passo importante para apoiar a formação de crianças carenciadas.


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A Açoreana está naturalmente ligada ao arquipélago dos Açores e aos interesses da comunidade. Porque «Apoiar as crianças na escola UNE», com este novo projecto, a Companhia quer promover o sucesso escolar das crianças mais necessitadas, comparticipando nas suas despesas de educação, inerentes ao primeiro grau de instrução. Actualmente, na região, cerca de 20 mil pessoas vivem do Rendimento de Inserção Social e quase seis mil crianças e adolescentes não se encontram a frequentar a escola. Apesar de considerar que estes dados não são mais alarmantes aqui do que noutras zonas do país, Carlos Bettencourt, director comercial dos Açores, justifica a escolha: «aqui nasceu a Açoreana, lideramos e somos a efectiva seguradora dos açorianos, é aqui que temos de estar e responder a este nível e com este impacto. A educação é o pilar da criatividade e produtividade, criação de riqueza e desenvolvimento». Assim, entre Setembro e 31 de Dezembro, através da campanha «Unidos na Escola», nas vendas realizadas nos Açores (excepto produtos financeiros), por cada apólice com prémio anual superior a cem euros, cinco € revertem para um fundo de acção social escolar. No fim da campanha, a Açoreana duplicará o total do montante angariado. A verba recolhida irá servir para comparticipar despesas relativas a manuais escolares, livros

auxiliares, material de apoio educativo especial e planos de recuperação dirigidos, de forma a minimizar os casos de abandono escolar.

Uma iniciativa com continuidade Este ano, o projecto destina-se às ilhas de S. Miguel e Terceira. No entanto, a Companhia pretende alargar a iniciativa, nos próximos tempos, a mais estabelecimentos de ensino de todo o arquipélago: «estamos a contribuir para uma melhoria sociocultural das localidades onde decorrerá este projecto e no final queremos chegar a toda a região», afirma Carlos Bettencourt. Combater o insucesso é ter capacidade para antecipar e tratar a futura exclusão. O propósito é incutir, na consciência de cada um, a noção de que, enquanto segurado, dá um importante contributo. Esta campanha contará com uma vertente de comunicação apoiada por vários meios, dos quais se destacam outdoor, imprensa e rádio. Para divulgação nos locais de venda foram ainda desenvolvidos cartazes, folhetos e stand-ups, que serão também distribuídos pela rede de agentes. A todos aqueles que aderirem a esta causa será atribuída simbolicamente a pulseira UNE, a par de outros brindes, como crachás, sacos Your Bag e T-shirts. Ao subscrever um seguro, os clientes

estão a contribuir para uma causa que promove a inclusão social.

Um esforço conjunto Diogo da Silveira, presidente executivo da Açoreana, acredita que esta iniciativa «poderá ser um contributo exemplar para gerações futuras e para o aumento da qualidade de vida dos açorianos que ambicionam um plano de estudos condigno para os seus filhos». Em termos comerciais, espera-se que contribua para um aumento das vendas, captando novos clientes e produtos, reforçando a liderança da Companhia e mantendo os seus níveis de notoriedade. Além dos objectivos comerciais, Maurício Oliveira, director de Marketing, salienta «a componente de responsabilidade social» em que o Grupo Banif está a investir. «As expectativas são, por um lado, incrementar bastante o nosso ritmo de produção através do canal de agentes e, por outro lado, consolidar a imagem da Açoreana nos Açores, fortalecendo a sua componente de responsabilidade social e de integração no meio social açoriano», refere. Investir na educação é a chave para uma maior produtividade e uma melhoria significativa da qualidade de vida nesta região autónoma.


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mecenato desportivo

Aรงoreana apadrinha Santa clara

A assinatura do protocolo decorreu a 22 de julho


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o patrocínio potencia “iniciativas conjuntas” (cruz marques)

A Açoreana é patrocinadora, na próxima época, da equipa de futebol do Santa Clara. A manutenção desta parceria, que dura desde 1999, dá continuidade ao trabalho desenvolvido entre as duas instituições na dinamização do desporto na Região Autónoma dos Açores. «São vários os pontos comuns entre a Açoreana e o Santa Clara». Palavras de João Ribeiro, na assinatura do contrato, no passado mês de Julho, que oficializa o apoio da Companhia ao Clube. De acordo com o administrador, a raiz açoriana, a ambição nacional, o «orgulho no que já foi feito», «a insatisfação, por querer conquistar sempre mais», o trabalho em equipa, o rigor na gestão orçamental e o «Acreditar», como lema das duas instituições, são pontos de convergência. Uma visão em linha com a de Carlos Bettencourt, director comercial Açores: «Temos as mesmas raízes e as mesmas ambições, acreditamos no nosso valor, nascemos nas ilhas e orgulhamo-nos de ser referências nacionais». Este responsável lembra ainda que o Santa Clara «é um clube com o qual todos os açorianos se identificam, independentemente do clube nacional com que simpatizam», e que, à semelhança do que é feito com outras instituições, nas diversas ilhas dos Açores, a Companhia tem acompanhado e apoiado, desde sempre, «mesmo quando era apenas um clube de bairro». Um apoio inquestionável, até porque «o Santa Clara é, por

excelência, o rosto desportivo dos açorianos», acrescenta Carlos Bettencourt.

A utilidade deste apoio Cruz Marques, presidente do Santa Clara, sublinhou, em declarações ao jornal Açoriano Oriental, a importância do patrocínio para a recuperação financeira do clube, que constitui o principal objectivo da direcção. «Os constrangimentos de tesouraria são muito grandes, temos de fazer grandes sacrifícios e ser muito imaginativos para conseguirmos honrar os compromissos assumidos pelo Santa Clara no passado», afirmou. Já para Carlos Bettencourt, esta é uma parceria que dá, por um lado, «mais visibilidade e notoriedade à imagem da Açoreana», e, por outro, potencia «iniciativas conjuntas». Entre os feitos do clube, destacam-se a conquista do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão em 1997/98, a marca de ser o único clube açoriano vencedor do Campeonato Nacional da II Liga (Liga de Honra), em 2000/2001, e ainda, três presenças na 1.ª Divisão. Este ano, o clube volta a jogar na Liga de Honra.

João ribeiro – Carlos Bettencourt – Cruz marques – Miguel Simas


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Responsabilidade Social

Açoreana solidária com ex-jogadores de futebol A Açoreana associou-se a uma iniciativa do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) para apoiar ex-futebolistas, vítimas de acidente ou doença. A Companhia assinou ainda um protocolo que oferece condições preferenciais no seu seguro Açoreana Pleno aos associados do SJPF.

A palavra «solidariedade» contém o verbo «dar» no seu seio. Uma coincidência aproveitada pelo SJPF para avivar o nome do projecto ao qual a Açoreana se associou. SoliDARiedade é uma iniciativa que pretende ajudar ex-jogadores de futebol, vítimas de acidente ou doença. A Companhia contribuiu com 15 mil euros, a favor dos antigos futebolistas Humberto Miranda (Estrela da Amadora), José António (Leixões) e Artur Correia (internacional AA), numa cerimónia que decorreu a 7 de Maio, no Hotel Pestana, no Porto. Para o presidente executivo, Diogo da Silveira, este apoio teve dois objectivos: «um directo, através da quantia entregue, para ajudar a aliviar os problemas financeiros que os três atletas têm de

enfrentar no seu dia-a-dia, e um indirecto, para alertar e tentar fazer com que outras instituições tenham gestos similares». O SJPF quer ajudar estas pessoas para poderem prosseguir a sua vida com a melhor qualidade possível. «O Sindicato, consciente e ao mesmo tempo altruísta, tem tentado encontrar várias formas que minimizem esse problema», sublinhou Joaquim Evangelista, presidente da entidade, acrescentando ainda: «o que afecta os jogadores, nomeadamente aqueles que terminando a carreira se vêem muitas vezes votados ao esquecimento, o futebol tem o dever e a obrigação de ter memórias para estes atletas. Tem o dever de os apoiar».

ajuDAR O Comendador Horácio Roque, que entregou os cheques aos ex-jogadores, sublinhou a importância destas acções. «É um tipo de iniciativas válidas que podem minorar os problemas que a sociedade tem. Cada vez mais louváveis, são de aplaudir.» O Comendador referiu-se ainda à presença de Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto, que «marca a diferença». O representante do Governo referiu que nunca faltará a um evento deste âmbito por acreditar ser possível «trazer para o convívio e para a parceria com o mundo do desporto, com o mundo dos negócios, das empresas e grupos económicos, conhecidos e prestigiados no país, e que têm


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uma marca, um nome que traz ao futebol força, prestígio, aceitação pública e credibilidade». Além da ajuda financeira que a Açoreana quis dar aos ex-jogadores, assinou também um protocolo com o SJPF, que permite aos seus cerca de mil associados beneficiar de condições preferenciais no acesso a produtos da Companhia, nomeadamente o Açoreana Pleno. Joaquim Evangelista salientou que este projecto solidário «só foi possível porque há outras empresas com a mesma responsabilidade social». E acrescentou: «Importa mais uma vez agradecer ao Banif, que de imediato se associou». A Açoreana não precisou de ponderar muito para se aliar ao projecto SoliDARiedade, pois é uma iniciativa que «vem reforçar uma maneira de estar e uma atitude que nos parece adequada para todos nós e para a nossa marca», como explicou Diogo da Silveira. Em linha com a sua estratégia de responsabilidade social, sempre que uma causa esteja em consonância com os seus valores, o Grupo Banif, e nomeadamente a Açoreana, vai continuar a DAR.

Artur correia e comendador horácio roque

comendador horácio roque e laurentino dias

Ex-Atletas Humberto Miranda tem 25 anos. O Estrela da Amadora descobriu-o quando tinha apenas 11. O Santarém, o Sintrense e o Tourizense foram equipas onde também jogou, emprestado pelo seu clube. Em 2005 teve um acidente de viação que o obrigou a acabar prematuramente a carreira. Artur Correia, mais conhecido como o Ruço, começou o seu percurso no «Fófó», o Futebol Benfica. A Académica, o Sporting, o New England Tea Men e o S.L. Benfica foram outras das equipas em que ingressou, além de ter alinhado pela Selecção Portuguesa. O ex-jogador, de 59 anos, terminou a carreira em 1980, depois de ter sofrido uma pleurisia e um acidente cardiovascular. José António sofre de uma doença neurológica degenerativa designada por Esclerose Lateral Amiótrófica, também conhecida como ELA ou doença de Lou Gehrig. O ex-jogador do Leixões e Ave teve que dar o seu percurso profissional por terminado na época 2003/2004, com 27 anos. Actualmente tem 33.

Artur correia, José antónio, humberto miranda e diogo da silveira

“ alertar e tentar fazer com que outras instituições tenham gestos similares ” diogo da silveira

diogo da silveira e joaquim evangelista


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soi – Sistemas de objectivos e incentivos

Estabelecer metas, rumar ao futuro A Açoreana está a desenvolver, desde o início de 2009, um novo Sistema de Objectivos e Incentivos. Este é um programa que consiste em avaliar o desempenho dos colaboradores da Companhia, promover a eficiência, premiar o mérito e agregar esforços.

Paulo simões coelho

«Vamos todos ter objectivos colectivos e individuais na Açoreana», anunciava Diogo da Silveira aos colaboradores no encontro anual, que decorreu em Janeiro, no Campo Pequeno. Nos meses de Maio e Junho foram dados os primeiros passos para a sua implementação, através da organização de duas acções de formação, destinadas aos directores de primeira e segunda linha, e de um teste de funcionamento ao novo programa. O novo Sistema de Objectivos e Incentivos da Açoreana é um processo de avaliação de desempenho e definição das necessidades de desenvolvimento e formação da Companhia com quatro características: responsabilização, participação de todos e transparência, através do estabelecimento de objectivos acordados, por escrito, entre os colaboradores e as respectivas chefias. E, por último, mas não menos importante, este elemento avaliador será pautado por um carácter consequente, uma vez que será através dele que

se irá fazer a apreciação do contributo de cada colaborador. «É importante que cada um entenda bem qual o seu contributo e o contributo da sua equipa», afirmou Diogo da Silveira, numa mensagem dirigida aos participantes nas acções de formação. Para o presidente executivo, o primeiro desígnio é alinhar o contributo de todos os recursos humanos com os objectivos da Açoreana. Através do SOI, os responsáveis irão analisar critérios «qualitativos e quantitativos» e as capacidades, reais ou em carência, dos seus colaboradores. «À luz de cada uma das nossas funções vai ser acordado um conjunto de competências. Depois vamos ver como é que cada um de nós, para exercer as suas funções, se soube desenvolver», explicou Diogo da Silveira. Para Paulo Simões Coelho, director-geral de Recursos Humanos e Desenvolvimento Corporativo, o SOI «consiste também em avaliar, face

aos objectivos de cada colaborador, face ao que a Companhia espera de cada um, como é que está o seu desempenho, e quais as necessidades de desenvolvimento individual e da Companhia como um todo».

Como vai a Açoreana implementar o SOI? Todo o desenvolvimento do novo Sistema de Objectivos e Incentivos será realizado de uma forma «participada, não imposta e acordada» entre as várias hierarquias da Açoreana, como indica Diogo da Silveira. Além deste factor, uma das novidades da aplicação do SOI, é que a atribuição dos bónus de desempenho vai ser estendida a toda a Companhia, mediante os resultados obtidos nas avaliações de cada um dos colaboradores. Para o PCE esta solução representa o «carácter consequente» do novo sistema: «Se eu conseguir melhor do que os


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objectivos vou receber mais, se conseguir menos vou receber menos». Diogo da Silveira lembrou ainda que este «não é um valor surpresa», mas antes «conhecido, comunicado, transparente e partilhado» antes de se iniciar todo o processo. Em linha com este raciocínio, Paulo Simões Coelho acrescenta: «de certa forma, o SOI é o fim e o início do ciclo de gestão dos recursos humanos da Açoreana. É avaliarmos como estamos, como é que nos correu o ano, face a objectivos que nós estabelecemos, e o que é que nós precisamos para continuar a melhorar». O responsável de Recursos Humanos vê ainda neste processo de avaliação «uma ferramenta de motivação e de desenvolvimento dos seus recursos humanos». Terminada a fase de formação e divulgação, em Julho, foi realizado com êxito o processo completo de avaliação de desempenho intercalar com a Direcção Técnica Vida, Doença e Acidentes pessoais (DTVDA), em regime de teste piloto. «Globalmente correu bem, dando cumprimento ao plano pré-definido. Cada colaborador consultou a sua ficha de avaliação, identificando-se com os seus objectivos individuais, os da empresa e os da equipa, e efectuou a sua auto-avaliação, no que se refere às competências individuais», considera Maria do Carmo Constantino, directora da DTVDA. A responsável destacou ainda como aspecto positivo na implementação deste processo os sentimentos que lhe foram transmitidos pelos seus colaboradores. «Destacaram a transparência do processo, a auto-avaliação e a utilização da ferramenta disponível, que classificaram de intui-

como forma de fortalecer o espírito de equipa.» É também com ambição que o dirigente espera participar no alcance dos objectivos «para que no final possamos todos ganhar». «Tínhamos pouco conhecimento sobre a nossa avaliação, através deste sistema», considera Anabela Ferreira, para quem as formações serviram para obter mais informações sobre o desenrolar do SOI. «As pessoas sabem exactamente o que se pretende delas. Há que trabalhar nesse sentido e é uma motivação. Agora sei o que tenho de atingir e a minha motivação é maior do que se eu não tiver qualquer objectivo definido.» Já Hernâni Cerqueira, director de zona Douro e Trás-os-Montes, acha que estas iniciativas foram «claras» e que a «mensagem passou com facilidade». «Foi muito simples e teve uma duração que permitiu que as dúvidas pudessem ser esclarecidas. Foi uma abertura total de RH, portanto fiquei com a noção clara da vantagem de poderem estar envolvidos todos os colaboradores da Açoreana», afirma No final do Verão, e uma vez que esteja terminada a medição e o carregamento dos valores reais dos indicadores de desempenho, a Açoreana estará em condições de realizar a primeira avaliação de desempenho seguindo a nova abordagem, suportada na ferramenta testada. A Companhia assegura com esta abordagem sistemática o máximo de pré-condições para o sucesso da avaliação final que seguirá o fecho do ano corrente. Para que a aplicação deste processo corra da melhor maneira, o PCE da Açoreana pede muita atenção a toda a mecânica do sistema, já que este

tiva». Maria do Carmo Constantino indica que «um envolvimento participativo e personalizado, assim como o assumir de um compromisso perante a equipa e a empresa, com o tomar de conhecimento do grau de concretização já alcançado foram também algumas das reacções.»

será «útil para cada um de nós» e permite que todos os colaboradores estejam «enfocados no objectivo da Companhia, todos, em equipa, para perceber qual é o contributo de cada um».

Coimbra

Ponta delgada

A visão dos participantes Nas acções de formação sobre avaliação de desempenho os destinatários (avaliadores e avaliados), tomaram um maior conhecimento sobre pormenores da efectivação do novo programa. Egídio Jorge, da direcção de negócio bancário, também será avaliado e encara a acção dirigida aos responsáveis «muito interessante, em que a transparência e a avaliação que se pretende de todos os colaboradores são feitas de forma justa, e em que todos temos de trabalhar para o conjunto,

Maria do Carmo constantino

Vera da silva, lisboa


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plano integrado de formação – R2e

Aprender com rapidez e rigor em equipa

A Açoreana realizou um conjunto de cursos de R2E (Rapidez, Rigor e Equipa), a primeira etapa do Plano Integrado de Formação da Companhia, que envolveu 293 colaboradores. No total, foram dadas sete mil horas de formação que visam o desenvolvimento de competências de gestão nos colaboradores da Açoreana.

curso de orientação para o cliente

Os cursos de R2E decorreram entre Janeiro e Abril e constituem o primeiro grande momento do plano integrado de formação da Açoreana, que irão ainda incluir a «Academia Açoreana» e o Master. As acções ministradas têm como principal objectivo apostar na melhoria e aprendi-

Lisboa, Porto, Coimbra e Ponta Delgada foram os locais escolhidos pela Açoreana para a realização das acções de formação, em seis temáticas: «Orientação para o Cliente», «Técnicas de Venda e Negociação», «Comunicação Assertiva e Gestão de Conflitos», «Técnicas de Apresentação»,

de competências pessoais, relacionais e de gestão, ao mesmo tempo que ajudaram a padronizar um conjunto de boas práticas e fortaleceram atitudes e comportamentos da equipa Açoreana. «Reforçou os laços entre colaboradores porque, ao trabalharmos em equipa, com rigor e rapidez, quem

zagem contínua dos colaboradores, o principal activo da Companhia.

«Gestão do Tempo» e «Gestão de Equipas». Estas iniciativas, contribuíram para o desenvolvimento

ganha com isto é a Açoreana e todos nós», afirma Miguel Pereira, do serviço de património e meios.


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Técnicas de venda e negociação

A primeira temática a ser ministrada aos colaboradores foi «Orientação para o Cliente», a 20 e 21 de Janeiro, em Lisboa, no auditório da Açoreana na Rua Vieira da Silva. Com este curso, pretendeuse fazer uma «abordagem clara ao nível do cliente interno e do cliente externo, alinhar-se positivamente com o cliente, para que possamos investir na aprendizagem, na partilha de ideias, de informação e de conhecimentos», como refere Carlos Aires, responsável pelo Núcleo de Formação. No total, foram formadas 39 equipas, constituídas de forma heterogénea, com pessoas de diferentes áreas e departamentos, visando tornar cada sessão num momento importante de partilha de experiências e opiniões. Cada colaborador seleccionado teve até um máximo de quatro dias de formação. «A partir dos cursos indicados para os colaboradores, procurámos criar uma heterogeneidade nos grupos, juntando um conjunto de elementos para que a Companhia no seu todo pudesse estar representada», diz Carlos Aires.

Uma mais-valia As acções de formação foram classificadas pelos formandos como «uma mais-valia» para melhor desempenho das suas funções. No total, esta iniciativa obteve uma apreciação média global de 3,6 (muito bom), numa escala de um a quatro. «Ganha-se mais experiência, quer profissional quer pessoal, no contacto com as pessoas», en-

tende Carla Ribeiro, que frequentou os cursos de Gestão de Tempo e Técnicas de Vendas. Para a técnica comercial da sucursal de Paredes, o aspecto mais positivo, e que mais apreciou, foi a forma como se procedeu à formação dos grupos. «Escolheram-nos de várias áreas, desde o colega que está no escritório, e o que faz caixa, até ao colega de sinistros. Acho que foi uma boa opção.» Também graças à aplicação deste modelo da Açoreana, Miguel Pereira diz que houve mais partilha. Um exercício que considera bastante benéfico para todos. «Houve uma grande interactividade entre as pessoas, com partilha das dificuldades e conhecimentos. Isto estimula a criatividade de cada um de nós.» Nas várias sessões de trabalho, os participantes, que mostraram sempre prontidão na execução dos diferentes exercícios práticos, aproveitaram para melhorar algumas das técnicas diárias e aprender novos métodos. Uma optimização sentida por todos. «Toda a ajuda é sempre necessária e bem-vinda para podermos desenvolver a nossa actividade com profissionalismo», afirma João Luís Madruga. «Qualquer formação que se realize, a nível das técnicas de venda e negociação, que é o nosso dia-a-dia, e que são as tarefas que desempenho, é magnífica». Um estado de espírito semelhante tem Miguel Pereira, que gostaria de ver repetida esta acção de formação: «Qualquer iniciativa deste género é útil e devia ser repetida todos os anos. Porque para quem é

gestor ou líder, isso é o reavivar de ideias e situações». Com estas formações, o colaborador confessa ainda que ganhou «mais capacidade de comunicação, de ligação entre as pessoas e, eventualmente, também mais sentido de responsabilidade e preocupação com os outros». Tendo em vista o futuro desenvolvimento do plano formativo do universo de colaboradores da Açoreana, os participantes manifestaram maior interesse no desenvolvimento de determinadas temáticas de formação. «A área técnica. A nossa área é complicada e eu gostava, de facto, que a Companhia pudesse dar formação de produtos a toda a gente, fazendo uma reciclagem de conhecimentos», diz Carla Ribeiro. Já João Luís Madruga confessa preferir as temáticas relacionadas com a gestão de equipas. Depois destas sete mil horas de formação, a Açoreana conta agora com uma equipa mais coesa, cujo desempenho diário é pontuado por maior «rapidez e rigor». No Plano Integrado de Formação, seguem-se novos níveis de formação, a pensar num desenvolvimento profissional de excelência.


42 ELEMENTAR É ACREDITAR

banif investimento

fundos imobiliários O Banif – Banco de Investimento, o Banif ImoGest, a Colifi e a Câmara Municipal do Porto apresentaram um novo Fundo de Investimento Imobiliário fechado, o «Fundo Porto Novo-fiip (fpn)». Esta é uma aliança público-privada pioneira que nasce da vontade de promover projectos de habitação e reabilitação na Invicta.

Apresentação na alfândega do porto

O Fundo Porto Novo-FIIP (FPN) abre novas portas ao viver no Porto. Esta iniciativa, com uma gestão da responsabilidade da Banif Gestão de Activos, S.G.F.I.M., S.A., sociedade gestora de fundos mobiliários e imobiliários do Banif a unidade de gestão de activos do Banif – Grupo Financeiro, tem como principais objectivos privilegiar o desenvolvimento de projectos de urbanização e construção de imóveis na região do Grande Porto, para a sua posterior venda ou arrendamento. Apresentado a 9 de Julho, no Salão Nobre da Alfândega do Porto, o FPN pretende criar, através de um programa de arquitectura para a edificação de imóveis, uma oferta imobiliária diferenciadora, capaz de atrair e acolher, em vários locais, diferentes motivações e grupos sociais, tendo em conta as suas necessidades em termos ambientais e de equipamentos, sustentado por uma vertente de dinamização socioeconómica da malha da cidade. Tendo como ponto de partida a Muralha Fernandina, que data da época medieval, e as suas famosas Portas de acesso ao exterior (Portas do Cimo de Vila, Nova, de Santo Elói, de Carros, da Ribeira, do Sol, do Olival e das Virtudes), o Fundo Porto Novo homenageia a memória deste Porto Profun-

do, edificando seis novas Portas na Invicta. As Portas do Parque, Nova, da Índia, da Glória, da Flandres e da Fronteira são os seis empreendimentos imobiliários da responsabilidade do Fundo Porto Novo, com edifícios inovadores que contribuem para marcar a abertura da cidade ao futuro.

Mais Fundos No dia 30 de Junho deste ano deu início de actividade o Fundo Mobiliário Infra Invest. Um fundo especial de investimento aberto que pretende construir, através do investimento directo ou indirecto, em activos cotados ou não, em projectos ou empresas relacionadas com infra-estruturas, um portfólio diversificado, baseado numa selecção criteriosa dos investimentos e numa gestão dinâmica da carteira. O Fundo pretende investir em activos infra-estruturais, através da entrada no capital e/ou obrigações, bem como em derivados e outros instrumentos financeiros que permitam criar uma exposição indirecta a certos tipos de activos. Além do Infra Invest, entrou também em actividade, no dia 18 de Junho, o Banif Fortuny – Fundo de Investimento Imobiliário Fechado. Este resulta de uma parceria entre o Banif Banco de

Investimento e o Grupo Fortuny, para o desenvolvimento de projectos de reabilitação urbana ou de construção de imóveis nas áreas da Grande Lisboa e do Grande Porto. Inicialmente, a carteira do Fundo Banif Fortuny foi constituída por três imóveis em zonas nobres da capital. Já em Julho, foi a vez de dar início de actividade ao Pabyfundo, um Fundo de Investimento Imobiliário Fechado, também este de Subscrição Particular que assenta, na fase inicial, em três imóveis em Lisboa e um no Porto, num total de 94 fracções.

Raul marques, Vice-presidente do conselho de administração Banif gestão de activos


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Banif.pt pioneiro na acessibilidade para invisuais e iletrados O Banif – Banco Internacional do Funchal é o primeiro Banco em Portugal a disponibilizar no seu site a funcionalidade de navegação Text-To-Speech, que permite a qualquer invisual ou iletrado navegar na página de Internet do Banco, tendo acesso aos seus produtos financeiros e outras informações.

Grande parte do site encontra-se adaptada a esta nova funcionalidade e a melhoria da experiência de navegação será para o Banif uma preocupação constante, quer através da introdução futura de novas áreas pensadas para o efeito, quer principalmente pela constante recolha e análise do feedback dado pelos utilizadores. No decurso do processo de rebranding do Grupo já tinha sido adoptada uma iniciativa pioneira através de um recorte especial em toda a gama

de novos Cartões de crédito/débito do Banif, permitindo aos invisuais um manuseamento mais fácil. A solução agora implementada de Text-To-Speech no site do Banif enquadra-se no desenvolvimento da sua actividade e na sua política de Responsabilidade Social. Ao longo dos últimos anos, o Banco tem desenvolvido as mais diversas iniciativas neste campo e continuará a reforçar a interacção com a sociedade portuguesa.

O projecto, desenvolvido em parceria com a APEC - Associação Promotora do Ensino dos Cegos, colheu o entusiasmo de todos os envolvidos desde o primeiro momento. A instituição, pioneira no ensino de cegos, considera que este é um passo de grande importância no combate à infoexclusão e no caminho da plena integração das pessoas com deficiência visual na sociedade.


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Revista Institucional

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