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Revista TugaVicio 3ª edição volta mais uma vez, agora com análises de Batman, L.A. Noire, APB Reloded e o novissimo Diablo 3, contamos mais uma vez com o espaço Sims 3 e com os espaços de Hardware e Software, infelizmente o espaço FM 12 não veio, contudo iremos esperar pelo seu regresso em futuras edições.


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Batman: Arkham Asylum é um marco para os videojogos. Foi o primeiro jogo a provar que os videojogos baseados em super-heróis de banda desenhada podem atingir o patamar da excelência. Afinal, não é por acaso que pela Internet, vemos agora pedidos para que a Rocksteadypegue em outros super-heróis.

A prova desse patamar da excelência, é que não era apenas um jogo para fãs da personagem ou de banda desenhada, qualquer um podia jogar e ficar maravilhado. Não era necessário ter um conhecimento profundo do universo Batman, e ainda assim, os fãs ficaram deliciados. A fidelidade com que a Rocksteady retratou as personagens (Batman e vilões) não só a nível visual, como no comportamento e maneira de falar, o combate simples e espetacular, o enredo bem estruturado e a forma como as engenhocas do Batman podiam ser usadas para resolver os desafios e explorar a ilha de Arkham, tudo isto em conjunto, fez com que Arkham Asylum se tornasse imediatamente memorável.


Em Batman: Arkham City, a Rocksteady voltou a elevar a fasquia e a exceder os limites daquilo que se acreditava ser possível. Uma das primeiras preocupações foi criar algo ainda maior, não só para que uma evolução acentuada fosse possível, como para oferecer aos jogadores mais liberdade. Assim surgiu Arkham City, um local com a mesma função que Arkham Asylum, que é aprisionar todos os criminosos, psicopatas e malucos de Gotham City, mas muito maior. Praticamente todos vilões populares do universo Batman podem ser encontrados neste local. Em Arkham City vamos encontrar novas caras como Hugo Strange, Two-Face, Penguin, Deadshot, Mr. Freeze, Mad Hatter, Solomon Grundy, e personagens que participaram em Arkham Asylum como Joker, Harley Quinn, Victor Zsasz, Poison Ivy e Bane.

A Rocksteady soube bem lidar com todas estas "estrelas" incluídas no jogo, e todas elas têm direito ao seu tempo de antena, umas mais que outras é claro. O que ajudou neste aspeto, é o jogo ser agora um mundo aberto e estar estruturado como tal. Existem missões que dão continuidade à estória principal, e missões secundárias, que embora não estejam ligadas diretamente à estória principal, são uma parte importante de Arkham City.


Apesar de estarmos agora diante de um mundo aberto, o enredo e a estória não são de menor qualidade ou receberam menos atenção do que em Arkham Asylum, pelo contrário, são até melhores. Desde o começo até ao fim que estória agarranos e surpreende, e só mesmo no final do jogo é que desvendamos tudo. E por aqui me fico, a estória é uma autêntica caixa de surpresas que devem ser presenciadas na primeira mão.

Para além desta estória fenomenal, sentimonos na pele do Homem-morcego. A Rocksteady criou algo tão fiel e tão detalhado que o nível de imersão é enorme. De certa forma, Batman: Arkham City é um pouco como Assassin's Creed. O Batman consegue correr e saltar pelos edifícios, subir a torres enormes e desfrutar da paisagem. A deslocação é bastante fácil, sendo o gancho o acessório mais útil. Independentemente do local onde estiverem, podem simplesmente carregar R1 e subir a um telhado num ápice. A capa, que permite planar, é também igualmente importante na deslocação. Jogando com o subir e descer, é possível planar durante centenas de metros.


O combate continua fabuloso. Não é muito diferente de Batman: Arkham City, isto em termos de sensação e controlos. Todavia, a Rocksteady melhorou-o adicionando novas animações e novos inimigos para derrotar. As animações são do melhor que já se viu nos videojogos, e os movimentos/ataques do Batman (e Catwoman, da qual falarei mais adiante) são de uma autenticidade incrível.


L.A.Noire é um jogo da primeira pessoa, em que o personagem é Cole Phelps, um polícia que investiga uma série de casos complexos que envolvem assassinatos brutais, acidentes de trânsito, tráfico de drogas e incêndios criminoso. Mesmo com a interferência da imprensa, colegas corruptos e pessoas poderosas que não querem ver os crimes solucionados. Phelps começa como um polícia, mas logo é promovido a detective O jogo mistura elementos investigativos, como mistério e solução de crimes, com cenas de ação envolvendo perseguições a pé e de carro, tiroteios e lutas corporais.


Cenas de ação podem surgir repentinamente durante investigações. Um exemplo é quando os detectives tentam abordar uma pessoa e ela responde com fogo ou tenta fugir, dando início a uma perseguição. Essas cenas de ação podem ser puladas, caso o jogador não consiga cumpri-las três vezes seguidas. Ao interrogar suspeitos e testemunhas, o jogador tem a opção de acreditar, duvidar ou acusar a pessoa de estar mentindo. Se optar pela terceira opção, o jogador deverá provar a mentira, usando alguma das evidências anotadas em seu caderno. A publicadora é a Rockstar Games, afirmando que este o tipo de jogabilidade se aproxima do famoso GTA. Este jogo foi lançado para PS3, XBOX 360 e PC. O género é Ação e Mistério.


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O Beta do Diablo 3 é um grande jogo com um enorme potencial. Gráficos incríveis, uma trilha sonora perfeita e uma grande jogabilidade. Ao entrar no jogo, criamos o nosso personagem escolhendo a classe  e o sexo do personagem as classes disponíveis são: Barbarian, Demon Hunter, Monk, Witch Doctor e Wizard.

Após a criação da nossa personagem, temos como opção de iniciar o jogo. A versão Campaign, que é a única disponibilizada na versão BETA, que permite jogar a campanha do jogo, sozinho ou acompanhados de jogadores que quisermos convidar para se juntarem a nós. Podemos ainda criar um jogo público onde jogadores desconhecidos poderão se juntar. A versão Versus que é o modo PVP (Player-vs-Player) do jogo, ainda não está disponível para testes.


O jogo se inicia na estrada de New Tristam , uma cidade construída por comerciantes que procuravam lucro de aventureiros e viajantes atraídos por lendas de riquezas dentro da velha catedral, que esta a ser atacado por zumbis e assim começa propriamente a historia. New Tristam é uma cidade pequena, o principal estabelecimento é uma pousada, no centro da cidade encontra-se o Waypoint, o ferreiro fica mais a esquerda, e mais a direita o mercenário, o baú fica ao lado da pousada.

O movimento é feito, como nos jogos anteriores, apontando com o rato para onde nos queremos deslocar e o personagem segue o movimento. Podemos ainda segurar o botão do rato, e o personagem segue constantemente o movimento sem necessidade de “clicar” para onde nos queremos mover.Com um sistema que é já normal dos jogos de RPG, vamos avançando na história com Quests que nos vão ser dadas, e que nos vão ambientando ao jogo e aos locais que nos cercam. Temos um mini-mapa no canto superior direito, com indicações de personagens, objetivos das quests, entradas das dungeons, altares, quase tudo o que pode ser fonte de interação no decorrer do jogo. Diferente das versões anteriores ao abrir o mapa de ecrã inteiro não podemos nos movimentar como antigamente, apenas visualizamos o mapa.


Hardware Nesta rubrica de hardware vamos falar de algo que eu não quero que seja uma maneira de hackers voltarem a atacar servidores onde as pessoas se divertem a jogar mas uma forma de muitas x dar a volta a bans injustos , sou completametne contra cheaters e gostava que isso fica-se claro. Existem varios tipos de ban : -Hardware (nr serial de hardware ,harcoded cd key , ou seja de fabrica ,mto dificil alterar em alguns casos impossivel do meu conhecimento.) -Ip , ban muito utilizado mas que tem perdido muito poder visto ser cada vez mais facil camuflar. -Serial key , C++ (esta serial é uma serial gerada pela soma de id´s do hardware) Vamos la então ver como passar o serial key ban: 1 hipotese - trocar de disco rigido :D 2 hipotese - ter instalado um sistema operacional 32 bits (vista ,xp , 7) 3 hipotese - apelar :P Ao terem formatado o pc e instalado o windows 32 bits , sacam o programa "BDownForce"


1– Descompacta o arquivo e abra o PBDownForce.exe 2 – Vai abrir uma tela com o botão “Ok, I have read.....”, aperte nesse botão. 3 – Na próxima tela vai aparecer o botão “Start spoofing”, carrega nele Depois disso podes entrar no server . Se não conseguiste, volta ao programa do PB Downforce e vai no botão “Show advanced options” (onde tem o botão “Start spoofing”). Vai a “Seed”, aumente o numero que esta ali em 1. Por exemplo, se estiver em 300, coloca 301. Depois disso tenta entrar novamente no server. Na proxima edição vou vos ensinar os outros dois bans como passar eles, embora com este metodo poderam ate conseguir passar por eles eventualmente. Atençao instalar o jogo so depois de formatar o pc e fazer estes passos antes da instalação para que o c++ fique com outro serial. Se for um ban hardware convem utilizar sempre o metodo antes de ir ao server.



Revista 3ª edição