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CRIANÇAS OBESAS


Crianças obesas Estudo proposto pelo Center of Disease Control and Prevention (CDC), em 2000, constatou que, nos Estados Unidos, de 40% a 60% das crianças e adolescentes obesas assim permanecem na vida adulta, sendo mais difícil a reversão do quadro – quando mais cedo se instala, mais tarde regride. Nos EUA, a obesidade entre crianças e adolescentes chega a aproximadamente 16% e com excesso de peso em 47% dos indivíduos entre 6 e 19 anos. No Brasil, estudos pontuais mostram excesso de peso entre 10% e 33% dos indivíduos na faixa pediátrica (de 0 a 10 anos); e em 40,6% na idade adulta.


Cerca de 30% das crianças e adolescentes obesos são portadores de hipertensão arterial sistêmica, por causas não totalmente definidas.

A Associação Americana de Diabetes estima que de 20% a 25% das crianças e adolescentes obesos apresentam alterações de metabolismo glicídico, culminando em diabetes tipo2.


E porque tudo isso ocorre? Podemos observar desde bebê no desmame precoce e introdução de produtos industrializados. O sedentarismo familiar e os hábitos de lazer nos grandes centros que envolvem extravagâncias gastronômicas e falta de incentivo a atividades físicas. Em resumo, mudanças no estilo de vida que alteraram também o padrão alimentar de boa parte da população.

O tratamento da obesidade não envolve apenas a abordagem na dieta, mas também, como vimos mudanças no estilo de vida da família. Não devemos protelar estas mudanças, muito


menos achar que com a idade ocorra uma redução de peso de forma natural. É de conhecimento que pelo menos 30% de adultos obesos foram crianças obesas. A prevenção é ainda a única e melhor forma de evitar a obesidade e todas suas complicações. O grande problema de crianças e adolescentes obesos e a própria obesidade no adulto e todas as suas conseqüências.


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