Page 1

ARTESANATO ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANEXO AO CHICO MENDES

RAFAIEL FREITAS FLORES PAULO VITOR NICÁCIO Alunos da 5º e 6º ano

Resumo Considerando que a comunidade ribeirinha desempenha na maioria das vezes um trabalho artesanal voltada para a sua cultura, seus valores e seus costumes, nós enquanto educadores deste local vamos resgatar juntamente com a comunidade esse eixo e valorizar a ARTE na comunidade. Palavras-chave: cultura; artesanato; renda

Materiais Cartazes com fotos, computador, caixa de som, microfone, slide, maquete e artesanatos em miniaturas, exposição com os alunos.

Método Este projeto tem como objetivo levar ao povo, um pouco da cultura ribeirinha, buscando repassar-lhes que o artesanato (Cipós, Talas, Cascas, Madeiras, Palhas e Latas) está sendo desvalorizado em diversos lugares, porém, vamos informar que a mesma está presente em

nosso cotidiano, um exemplo, são pequenas coisas que transformamos em objetos e outros, uma obra de arte, como (Cipós e Talas: paneiros, peneiras, cestos, tipitis), (Cascas ou Paxiubas: assoalhos e paredes), ( Madeiras: colher de pau, auguidar ou gamelas, canoas, prensa, faucas para forno, rodo, cabo de machado e de terçado, e outros), ( Palhas: bussú, anajá, ubím, bacaba, açaí ), (Latas: ralo para triturar a castanha e a mandioca ) e etc., e usamos materiais como: Terçado, Machado, Enchó, Plaina, Verrumas ou pregos, Ferro para cavar entre outros.

Referências Pesquisas com a comunidade, 13/05/2013; Almeida, Aluízio, 13/05/2013; Pinheiro, Domingos, 16/05/2013; Retiradas dos materiais na mata 18/05/2013; Orientações dos educadores Freitas, Rafaiél; Vitor, Paulo, com os alunos;


A IMPORTÂNCIA DA CASTANHA-DO-PARÁ NA NOSSA ALIMENTAÇÃO: POPULAÇÃO RIBEIRINHA. ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO/Melgaço

Resumo

Este artigo propõe investigar a importância que a castanha-do-pará, semente bastante comum na Região Amazônica, tem na nossa alimentação, moradores ribeirinhos. Tem como objetivo principal identificar quais nutrientes necessários para o organismo estão presentes na castanha e conscientizar essa população do valor nutricional que esse alimento possui. A partir do questionamento foi realizada uma pesquisa bibliográfica buscando informações nutricionais da castanha-dopará. Os resultados encontrados foram surpreendentes, a castanha-do-pará é um alimento riquíssimo, e que pode servir na substituição de outros alimentos que muitas vezes, nós ribeirinhos, não temos acesso, como o leite e o frango. Palavras-chave: Castanha-do-Pará, Selênio, Moradores Ribeirinhos.

Materiais e Método:

O estudo foi realizado entre os dias 16 e 23 de outubro de 2012 através de bibliografias coletadas na internet pela professora presente na turma da 6ª série. A partir do material, nós fizemos a leitura e comparações de todas as informações obtidas. Após esse momento foi feita uma discussão sobre os pontos mais relevantes para nossa pesquisa. O último ponto foi a conscientização da comunidade para o resultado encontrado.

Resultados De acordo com os estudos feitos nos materiais que tivemos acesso, a Castanha-do-Pará possui um grande valor biológico para fins alimentícios. Segundo a Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição essa semente é rica em um mineral chamado selênio, responsável por retardar o envelhecimento, ajudar a tireóide a produzir hormônio e melhorar o funcionamento do cérebro. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo. E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio. Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não devemos ir com “sede ao pote”. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma a presidenta E por que toda essa fama do selênio? Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, uma pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas ficam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda enfraquecem as defesas do organismo. O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. A tireóide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células. Apesar de tudo isso, o badalado selênio deve ser apreciado com moderação. Quando os especialistas recomendam uma castanha diária, é para seguirmos à risca. Acredite: o conselho não é nem um pouco mesquinho. Esse consumo ideal e comedido é que faz todas essas enzimas que dependem do nutriente trabalharem de forma adequada, diz Bárbara. Em excesso, o selênio não vai

Orientadora: Mayara Teixeira Souza Alunas: Elizângela Pinheiro Alfaia Vanessa Braga de Souza

potencializar sua ação. E o pior: mais cedo ou mais tarde, o exagero rotineiro vai revelar o lado negro da substância. Sim, ele existe: a toxicidade. Ela acontece se a pessoa ingerir mais de 800 microgramas por dia, adverte Silvia Cozzolino. É que o selênio tem efeito cumulativo, emenda Christine Thomson. De vez em quando, dá até para superar a quantidade recomendada. O perigo é comer essas oleaginosas além da conta todo santo dia. Quem experimentar ataques sucessivos de gula poderá sentir dor de cabeça, ficar com as unhas fracas e ver seus cabelos caírem. A Sociedade Brasileira de Nutrição afirma que para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas), nós teríamos que consumir, em média, o equivalente a: 3 filés de frango (100 gramas cada um) 16 pães franceses (50 gramas cada um) 100 copos de leite (200 mililitros por copo) 10 ostras (33 gramas cada uma) 3 latas de sardinha em conserva (130 gramas cada uma) Ainda segundo especialistas, a castanha contem em torno de 17% de proteína – cerca de cinco vezes o conteúdo protéico do leite bovino in natura. Fator importante, também, é que a proteína desta semente possui os aminoácidos essenciais ao ser humano. Seu teor de gordura é extremamente elevado, em torno de 67%, com somente 7% de carboidrato (fibras), além das vitaminas A, C, B1, B2 e B5. Rica em fósforo e cálcio é o alimento do planeta mais rico em selênio. O que nos deixa muito satisfeitos, pois apesar de não termos acesso aos alimentos acima citados, podemos contar com a castanha-do-pará para proteger nosso organismo e nos dar nutrientes diários necessário para saúde. Nós, ribeirinhos, enfrentamos diversas lutas diárias, em relação à moradia precária, locomoção difícil, exposição a diversas doenças, picadas de insetos e animais peçonhentos, falta de alimentação, entre outros. Mas também somos privilegiados por poder contar com uma vasta floresta, que se soubermos utilizála, podemos retirar alimentos e até remédios feitos das plantas. Este estudo foi realizado com uma semente encontrada em toda região amazônica, a Castanhado-Pará, e a partir das leituras realizadas, pudemos concluir, que a castanha é rica em um mineral essencial para o bom funcionamento do organismo, o selênio. E um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição, afirma que o consumo de uma castanha, supre as necessidades diárias desse mineral, e faz uma comparação com outros alimentos, entre eles o frango, que para chegar à mesma quantidade, teríamos que consumir três filés de 100g cada, o que para nossa realidade é algo impossível. Esse resultado, encontrado por nós, faz toda diferença, pois agora sabemos que existe muita coisa que podemos retirar da floresta e que substitui alimentos a que não temos acesso. A Castanha-do-Pará é apenas um deles, mas agora, existe muito mais a se descobrir.

Referências Castanha do Pará. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Castanha-dopar%C3%A1>. Acesso em: 16 out. 2012. Os benefícios da castanha do Pará. Disponível em: <http://anabolismo.org/2011/07/ os-beneficios-da-castanha-do-para/>. Acesso em: 18 out. 2012 SPONCHIATO, Diogo. Retarde o envelhecimento comendo uma castanha por dia. Disponível em: <http://saude.abril.com.br/edicoes/0298/nutricao/conteudo_278887.shtml>. Acesso em: 17 out. 2012. TRUNCON, Conceição. Castanha do Pará. Disponível em: <http://www.docelimao. com.br/site/linhaca/537-a-castanha-do-para>. Acesso em: 19 out. 2012.


EROSÃO DO SOLO EM FRENTE À COMUNIDADE SÃO SEBASTIÃO ESCOLAS DA FLONA DE CAXIUANÃ COMUNIDADE SÃO SEBASTIÃO - Portel

Orientadora: Rosicléia Nunes Coelho Orientandos: Adariele Dos Santos Guedes, Edinei Almeida Brabo, Henrique Freitas Caldeira, Rodrigo Trindade De Oliveira, Sandro Barbosa Cardoso, Warlei Souza Sales

Resultados

Resumo Com esse projeto nós pretendemos descobrir o que está provocando a erosão do solo, isto é, que tipo de erosão está ocorrendo em frente a nossa comunidade.E ainda, tentaremos descobrir um jeito de amenizá-la antes que ela acabe chegando na escola.

Materiais Pedaços de madeira, prego, terra, grão de feijão, sementes de chicória, Isopor, cola, etc...

Método Pesquisamos os diversos tipos de erosão que acontecem no solo nos livros da escola e fizemos passeios ao redor e nas proximidades da comunidade. Ficamos sabendo que o solo pode perder sua fertilidade, tornar-se inútil e sem valor. E para extrair riquezas e meio de sobrevivência, precisamos cuidar do solo e protegê-lo de um de seus principais inimigos: a erosão. Descobrimos que a erosão é a remoção da camada fértil do solo, e que essa remoção ocorre quando ele está sem vegetação exposto à chuva e ao vento. Para saber que tipo de erosão está ocorrendo em nossa comunidade e se as plantas ajudam a preservar o solo contra a erosão fizemos pesquisas de campo e construímos 2 caixas de madeira enchemos de terra, em uma delas plantamos umas plantinhas e na outra não. Depois simulamos a chuva na caixa com plantinhas. Em seguida na caixa sem plantinhas. Fizemos isso durante alguns dias.

Na caixa com plantinhas a terra não saía da caixa com a suposta chuva e na caixa sem plantinhas a terra ia só diminuindo. Vimos ainda que tem lugares que a erosão acontece de cima pra baixo e em outros a água vai cavando o solo formando algo parecido com cavernas. Chegamos à conclusão de que o tipo de erosão que está ocorrendo na frente da comunidade São Sebastião é a EROSÃO PLUVIAL, provocada pela chuva, porque ela começa de cima pra baixo e a vegetação encostada na ladeira não deixa a maresia cavar por baixo. Verificamos ainda que a vegetação é muito importante no combate a erosão, se o terreno tem muita vegetação, o impacto da chuva será menor porque a velocidade da água escorrendo no solo será diminuída devido as árvores em pé e caídas que servem de barreiras que evitam a erosão. Além disso, os seus galhos e folhas amortecem os pingos de chuvas impedindo que eles caiam diretamente no solo cavando pequenos furos na terra. E as raízes dão mais sustentação ao solo.


PRODUTOS DERIVADOS DA MANDIOCA ALIMENTOS ALTERNATIVOS DA REGIÃO: Derivados e alternativos ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL SÃO SEBASTIÃO / Melgaço

Orientador: Cleyson Lopes Orientadores: Alunos da 5º e 6º ano

Resumo:

fornece energia e ajuda no controle de diversas transformações internas, regulando varias funções.

Buscamos de forma simples encontrar métodos e praticas de trabalho para que possa estar auxiliando os moradores das comunidades da floresta de caxiuanã a estarem preservando as áreas virgens e colocando em suas mesas uma alimentação de melhor qualidade e saudável. Palavras-chave: mandioca; alimentos; sustentabilidade

Objetivos:

Materiais: Roça, solo e alimentos.

Método: A partir de questionamentos e pesquisas feitas em comunidades vizinhas, levantaram-se os seguintes fatos: Degradação do solo; Roças com péssimo aproveitamento da área desmatada; Farinha da água é prejudicial a pessoas que sofrem de gastrite; Percebe que a região de Caxiuanã conta com uma vasta diversidade de alimentos alternativos. Porem, a maioria dos ribeirinhos da localidade não se preocupa ou não tem informações necessárias sobre a importância do consumo de alimentos variados na vida do ser humano. A mandioca é um dos mais importantes alimentos dos povos da Amazônia. Ela foi domesticada pelos índios da região e nos dias atuais é consumida por vários países. E também é utilizada pelos pequenos povos das regiões ribeirinhas, que através do cultivo da mandioca produzem a farinha, o tucupi, a tapioca, beiju Chico etc. O processo de plantação é bastante demorado, passa por varias etapas tais como: derrubadas, queimadas, coivara e por ultimo a plantação das mudas. Todos os produtos são de valor econômico, mas o que tem mais valor comercial é a farinha da água que também serve como fonte de renda. Com tudo é importante lembrar que todos os produtos extraídos da mandioca servem como alimentos alternativos que são consumidos no dia-a-dia das pessoas.

Nutrientes: São substancia nutritivas contidas nos alimentos. Os carboidratos, os lipídios, as proteínas, as vitaminas, a água e os sais minerais são nutrientes contidas nos alimentos. Portanto, o alimento contribui para o crescimento e a renovação do organismo,

• Melhorar a forma de plantio. • Aperfeiçoar a área plantada. • Reaproveitar a área plantada. • Diminuir o impacto no solo. • Incentivar a comunidade à preservar áreas que ainda não foram desmatadas. • Mostrar a importância dos alimentos alternativos na mesa dos ribeirinhos.

Observações: Estes são apenas exemplos, há mais de 30 espécies de mandioca catalogada. Nomes vulgar das espécies Pretinha Arara

Ocorrência

Tipo de solo

Solo de mata Solo de mata e replantio

Humoso

Jaboti

Solo de mata

Tucunaré Açaí

Rio de água doce Igapó ou terra firme

Sem arenoso Sem arenoso e humoso

Resultados: Com bases a partir de exames médicos feitos em comunitários co gastrite e dados obtidos juntos a EMATER-BREVES, concluiu-se que com a sem-mecanização da roça, a correção do solo com adubos e a diminuição do PH e a rotatividade ou consorcio de culturas, pode se reduzir em ate 65% a degradação do solo, podendo reaproveitar a mesma área ate cinco sete anos, diminuindo-se assim a derruba da floreta. Com relação à farinha da água que causa danos a pessoas que sofrem de gastrite, verificou-se que o consumo da farinha seca, que não tem tapioca, não causa danos ao estômago. Sendo tendo parecer medico. Com relação aos alimentos alternativos, é necessário buscar mecanismo direcionado aos moradores da comunidade como: conscientizar os mesmos sobre a importância do consumo de aumentos alternativos para a saúde; preservar e manter a diversidade de alimentos na região.


PLANTAS MEDICINAIS DA REGIÃO DO LAGO DO CAMUIN ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL FRANCISCO CHAGAS DA COSTA

Resumo

Ouve-se falar muito sobre “remédios caseiros”, sempre que necessário surge uma receita baseada em algum chá, de uma determinada planta, seja para curar uma forte dor de cabeça ou para acalmar um mal estar no estômago. Pesquisas constatam que as plantas medicinais têm sob comprovação científica e seus efeitos são largamente eficientes. O projeto “Plantas Medicinas da Região do Lago do Camuim” apresenta a sugestão de implantação e manutenção de uma Horta Medicinal para esta região, pois a comunidade necessita de primeiros socorros e não possui nenhum tipo de suporte adequado de saúde nas proximidades. PALAVRAS-CHAVE: Plantas Medicinais, Sustentabilidade, Biodiversidade

Durante a pesquisa de campo para a realização deste projeto fizemos algumas entrevistas com os moradores locais indagando seus conhecimentos sobre os “remédios caseiros”. Andamos pelos 4 cantos da comunidade locomovidos por um barquinho aqui denominados “rabeta”. Os entrevistados nos repassaram informações indispensáveis para a realização deste trabalho, já que objetivávamos coletar informações sobre a maior quantidade de espécies de plantas medicinais possíveis para a realização deste projeto. Portanto, tudo o que foi possível coletar se resume nestas páginas e na prática que será exposto no dia 24 de outubro de 2012. A pesquisa teve início no dia 20 de Agosto de 2012 e encerrou no dia 15 de Setembro de 2012. A Região do Lago do Camuin é uma localidade muito distante de qualquer recurso de saúde, assim sendo, observamos um meio emergencial para suprir a necessidade do povo ribeirinho, que é o uso das plantas medicinais. Já que a natureza pode ofertar esta opção eficaz, e que ao mesmo tempo pode educar ambientalmente os alunos e a comunidade, fazendo com que os mesmos aprendam a se relacionar melhor com a natureza e ainda compreender o processo de desenvolvimento das plantas, desde a sua semeação até o processo de decomposição.

Apresentação e apreciação dos resultados

As plantas medicinais da região do Lago do Camuim, portanto, contribuíram bastante para o uso sustentável dos remédios caseiros, para à cura de vários tipos de doenças que se encontram nesta localidade, dando valor sua “Farmácia Herbácea”, valorizando e fortalecendo a cultura local dos povos, que seguirá por muitos e muitos anos sendo passado de uma geração para outra. 01 - CHÁ DA FOLHA DO ABACATEIRO Nome Popular: Abacateiro Nome Científico: Persea gratíssima gaeth Família: Lauráceas USO MEDICINAL Cistile Diarréia / Doenças do fígado / Falta de apetite / Gases / Nefrite / Reumatismo / Tosse. Parte Utilizáveis: Folhas,Botões floras e frutos . MODO DE FAZER - Chá por tisana, utilizando-se 02 colheres de sopa folhas de ou botões floras do abacateiro, para 01 litro de água fervente. - Tomar 03 xícaras ao dia, pelo tempo da cura.

Orientadores: Murilo Ribeiro e Nazirene Neres Silva Alunos: Jaderl Cordeiro e Nanias Neres Silva

- Para criança, de acordo com a idade fazer o chá fraco. Para feridas no couro cabeludo, fazer o chá com o caroço do abacate para meio litro de água e aplicar no local ferido. 02-ALFAVACA Nome Popular: Alfavaca Nome Cientifico: Ocimum basilicum Família: Labiadas USO MEDICINAL Antiflamatória / Doenças dos rins / Doenças do intestino / Febre / Má de gestão / Males do estômago / Laringite / Tosses catarrais. Partes Utilizáveis: Folhas e Flores. MODO DE FAZER Prepare-se o chá por tisana, utilizando-se 02 colheres de sopa de 01 litro de água fervente. Tomar 03 xícaras ao dia, pelo tempo necessário à cura. 03-ARRUDA Nome Popular: Arruda Nome científico: Ruta graveolens Família: Rutáceas USO MEDICINAL Ausência da menstruação / Antiflamatória / Combate a sarna / Combate a piolhos / Cólicas Abdominais / Diurética / Feridas / Nefrite. Partes Utilizáveis: Toda a planta.

MODO DE FAZER

• No uso interno para adultos, faze-se o chá por tisana, utilizando 01 colher de sopa com a planta para 01 litro de água fervente. • Tomar 01 colher, 03 vezes ao dia. • No uso externo prepara-se o chá utilizando-se 04 colheres com a planta para 01 litro de água fervente. OBS: Não pode ser usada por gestante e nem por crianças.

Conclusão As plantas medicinais da região do Lago do Camuim, portanto, contribuíram bastante para o uso sustentável dos remédios caseiros, para à cura de vários tipos de doenças que se encontram nesta localidade, dando valor sua “Farmácia Herbácea”, valorizando e fortalecendo a cultura local dos povos, que seguirá por muitos e muitos anos sendo passado de uma geração para outra.

Referências Plantas medicinais pesquisada na comunidade do Lago do Camuim, nos dias 20 de Agosto a 15 de Setembro.


A CAPOEIRA COMO MÉTODO INTERDISCIPLINAR ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO CHAGAS DA COSTA

Professor: Jamil Serrin Costa Alunos: 1º ao 4º ano

Resumo: Com o intuito de supri as necessidades de alunos do primeiro ao quinto ano que não contam com uma estrutura apropriada para desenvolver as suas habilidades de forma plena. Criou-se um projeto que fosse fácil de aplicar, atraente para as crianças e que envolvesse vários contextos históricos com a interdisciplinaridade, o projeto de capoeira na escola. Esse foi a caminho encontrado para trabalhar não só a parte física mas também o psicológico, afetivo e moral . Palavras-chave: interdisciplinaridade, psicológico, social.

Materiais: Instrumentos ( bongô, birimbau, caxixi, pandeiro, atabaque, conga, rereco, agogô) Roupas (calças e camisetas) Material de apoio como: livros, revistas, mídias, sementes, reutilização de embalagens como plásticas e metálicas, miçangas, fitas adesivas, cola branca e lápis de cores.

Métodos: Primeiro momento: foi realizado uma apresentação através de uma palestra demonstrando a importância de praticar atividades físicas e mentais e fazendo uma pequena introdução do que é capoeira, sua história e diversidade cultural. Segundo momento: trabalhar a história da capoeira, seus estilos de jogos, regras de uma roda de capoeira, valores éticos e morais, suas ladainhas e suas influências.

Terceiro momento: fazer apresentações para a comunidade dos trabalhos desenvolvidos, através de sarais, feiras culturais e feiras de ciências. Discussão: nessa proposta de trabalho serão desenvolvidas várias habilidades (cognitivas, morais, éticos, físicas, sociais e culturais) com o objetivo de proporcionar aos participantes valores que não se limitem em sala de aula, mas que lhe acompanhe por a vida toda. Assim promovendo na escola um ambiente saudável e cheio de estímulos para os alunos. Resultados: maior envolvimento da comunidade e aluno na escola, melhor dicção dos alunos em apresentações, fortalecimento laços de amizades, melhores rendimentos nas diversas áreas do conhecimento.

Referências Burlamaqui, Aníbal - Gymnastica Nacional (Capoeiragem) Methodisada e Regrada, Rio de Janeiro, 1928. Decânio Filho, Ângelo - A herança de mestre Bimba, Coleção São Salomão, Salvador, 1997. Decânio Filho, Ângelo - A herança de Pastinha, Coleção São Salomão, Salvador, 1997. Abreu, Frederico - O Barracão de mestre Waldemar, edição independente, Salvador, 2003. Abib, Pedro - Mestres e Capoeiras Famosos na Bahia, EDUFBA, 2009. Coutinho, Daniel - O ABC da capoeira angola; Os Manuscritos do mestre Noronha. Capoeira, Nestor - Galo já Cantou, Editora Record.


RECICLAGEM: LIXO É LUXO ESCOLAS mUNICIPAL sÃO SEBASTIÃO

ORIENTADORAS: Maria Sebastiana Laurinho Pantoja

Resumo

Com esse projeto pretendemos transformar o lixo em luxo através da reciclagem, confeccionando produtos em casa e em sala de aula. A reciclagem é muito importante para o meio ambiente, economiza matéria prima, reduz o desperdício de recursos naturais e preserva o planeta. O objetivo desse projeto é dá preferencia aos produtos que utilizam, como embalagens recicláveis, para que ao ser descartados possam ser transformados em matéria prima para a fabricação de novos produtos. Palavras-chave: lixo; reaproveitamento; meio ambiente.

Material

Reutilização de panos de sombrinhas, retalhos de tecidos, garrafas plásticas, tampinhas de garrafas, embalagens de sacos plásticos, CDs, linhas, agulhas, cola quente, tesouras e elásticos e resíduos naturais.

Método

Pesquisamos como poderíamos transformar o lixo em luxo, usamos livros didáticos e fizemos pesquisas de campo. E juntos descobrimos as vantagens e desvantagens do lixo.

Nas vantagens verificamos o processo mais barato para o descarte do lixo. Se incluirmos aqui os custos relativos aos problemas de saúde publica, percebemos que esse método não é necessariamente tão barato. Outra vantagem é que não envolve máquinas e tecnologias que consuma combustível. Nas desvantagens, vimos que o lixo provoca mal cheiro nas vizinhanças, atrai moscas, baratas e ratos que facilitam a transmissão de doenças e prejudicam o meio ambiente. Pegamos pedaços de tecidos, panos de sombrinhas, embalagens de leite e café, CDs, arames que estavam jogados no lixo e experimentamos na confecção de roupas para apresentações em festas culturais e, finalmente obtivemos bons resultados. Ao realizarmos todos os processos de produção conseguimos bons resultados. Pois confeccionamos produtos de qualidade e beleza. Com custos acessível às condições financeiras da comunidade escolar. Ao concluirmos todas as atividades de confecções percebemos que esse projeto, alem de preservar o meio ambiente, vem favorecer comunidade escolar.

Referências


ONTEM: FLORESTA; HOJE: ROÇA; AMANHÃ: SAF ESCOLA FRANCISCO CHAGAS DA COSTA ESCOLAS mUNICIPAL sÃO SEBASTIÃO

Orientadoras: Roselivane e Rosicléia Nunes Coelho Alunos: Adariele dos S. Guedes / Adilson F. Oliveira / Arilson C.

Caldeira /Cintia P. Silva / Clemilson C. Nunes / Daniel S. Moraes / Elsiele B. Pantoja / Josely B. Pantoja / Marcos S. Terra / Naiara P. Santos / Nilvana S. Bezerra Rodrigo T. Oliveira / Vivaldo B. Santos / Warlei S. Sales

Resumo

Atualmente, o grande desafio da agricultura é encontrar formas de uso terra que sejam viáveis economicamente e, ao mesmo tempo sustentáveis. Com esse projeto nós pretendemos encontrar uma maneira de reaproveitar as áreas que inevitavelmente já foram desmatadas e queimadas para a plantação de roças, que é a principal fonte de renda da maioria das famílias ribeirinhas, ou seja, reaproveitar as áreas de capoeira que ficam ao término da colheita das roças. Palavras-chave: Floresta; agricultura; sustentabilidade.

Método:

Pesquisamos sobre os SAFs e sustentabilidade em apostilas cedidas pela coordenação do Pró-jovem Campo Saberes da Terra Portelense. Entrevistamos nossos pais e pessoas mais experientes sobre as árvores que são da floresta e as plantas frutíferas, isto é, agrícolas. Fizemos pesquisa de campo em uma área de capoeira e em um S.A.F. ambos com o mesmo tempo. Aprendemos que o Sistema Agroflorestal é um sistema de manejo sustentado da terra que aumenta o seu rendimento, combinando a produção de plantas florestais com cultivos agrícolas na mesma unidade de terreno. E a capoeira e a área que resta da roça após a colheita. Entendemos ainda que para se plantar a mandioca nas capoeiras teremos que esperar de 2 a 3 anos e ao invés de esperar podemos logo plantar as árvores da floresta como Andiroba, Pracaxi, Copaíba entre outras, e plantas frutíferas como Pupunha, Cupu, Manga Abacaxi, Açaí, Banana, Ingá etc...

Na área de capoeira havia um emaranhado de Tiririca, Embaúba, Cipó de fogo, Rabo de camaleão, Amorosa etc... muito próxima umas das outras. Na área de cultivo em SAF, ao redor, havia árvores de Andiroba, Castanha e Copaíba e dentro havia árvores de Cupu, Pupunha, Abacaxi, Banana, Açaí, Limão Laranja, Manga, Graviola, Ingá e muitas outras, todas com espaçamento adequado. Algumas das plantas já estavam com frutas e assim atraem os animais que vem se alimentar e até botar seus ovos nessa área. Para a implantação de um sistema agroflorestal devemos escolher as espécies nativas e combina-las corretamente com espaçamento adequado pera diminuir a competição entre elas Ao fim de tudo chegamos à conclusão de que a melhor forma de reaproveitar as áreas de capoeira é cultivando SAF, pois pode ser uma boa alternativa para utilizar recursos que aumentam a produtividade, com maior nível de sustentabilidade, devido o aumento da biodiversidade no sistema de produção. Além disso, a vegetação devolve os nutrientes do solo, pois joga folhas que enriquecem a parte orgânica do mesmo e traz de volta os animais que foram afastados pelo desmatamento. São muitas as vantagens trazidas com a implantação de saf: recupera áreas desmatadas, fonte de alimento e renda para as famílias, enriquece o solo, abriga e alimenta animais da região, entre outras. Com este trabalho aprendemos que a natureza nos dá tudo que precisamos para sobreviver, mas devemos explorar os recursos naturais para suprir nossas necessidades de hoje sem comprometer o futuro das próximas gerações, ou seja, usar esses recursos de forma inteligente sem prejudicar o meio ambiente para que eles se mantenham no futuro. Fazendo assim estamos adotando práticas relacionadas a sustentabilidade.

Referências

Lamônica, Kelly Ribeiro. Sistemas agroflorestais : aspectos básicos e recomendações. Kelly Ribeiro Lamônica, Deborah Guerra Barroso... Niteroi: Programa Rio Rural 2008.


“Restos”, lixo ou Alimentação saudável? ORIENTADORA: Dayanne Dailla da Silva Cajueiro Marinelza dos Santos Silva / Maria Odileia Andrade da Silva / Mariza Silveira Franco / Ilza Pantoja Silva Jucele Andrade da Silva / Joyce Lene Lopes Soares

Problemática É possível mudar hábitos e reestruturar a nutrição das pessoas atribuindo educação nutricional para a comunidade em geral?

Hipóteses A falta de informações educativas sobre técnicas de alimentos e educação nutricional são as principais causas que levam as pessoas da comunidade ao desperdício demasiado de alimentos, se colocados diariamente para a comunidade as pessoas seriam mais nutridas e os lixos decorrentes de restos de alimentos seriam amenizados.

Objetivo Montar estratégias de educação Nutricional para a comunidade tradicional, visando a melhoria do estado nutricional dos moradores da comunidade, e o reaproveitamento integral dos alimentos visando a diminuição do lixo orgânico.

Justificativa

No decorrer do desenvolvimento de uma oficina realizada na comunidade, foi feita uma enquete, logo foi diagnosticado que a comunidade em geral leva uma má alimentação acompanhada de hábitos alimentares errôneos e desperdício integrado de alimentos, desta forma percebeu-se que a população residente da comunidade, necessita-se de uma educação relacionada com os malefícios encontrados.

Metodologia - Visitas à comunidade, com intuito de observar os principais malefícios, erros, hábitos, desperdício envolvidos na alimentação; - Levantamento do tipo de alimentação que a população inserida na comunidade faz; - Diagnosticar o estado nutricional dos moradores da comunidade ( peso, altura, IMC...) - Desenvolvimento de estratégias para educação nutricional, levando em conta as particularidades das pessoas (idoso, adulto, criança, patologias...) - Desenvolvimento de materiais de apoio para estratégias de educação nutricional; - Promover palestras para comunidade em geral;


A PRODUÇÃO E DESTINO DO LIXO NA COMUNIDADE DO RIO CAPIM – E OS SEUS IMPACTOS SOCIAIS PARA OS PESCADOES E AGRICULTORES DO RIO CAPIM Orientador: BENEDITO DO NASCIMENTO VIEIRA Alunos das series inicias da 3ª e 4º serie do Rio Capim

Resumo

Um dos grandes vilões que vêm degradando o meio ambiente e o lixo, e com isso os moradores são uns dos grandes contribuintes para a contribuição desse vilão, em que a população não joga o lixo no local certo e não tem incentivos do próprio poder publico municipal e estadual. A escola por si só pode ser uma das grandes parceiras da comunidade em educar os seus alunos e sensibilizar a nossa própria comunidade em relação ao lixo que produzimos e que não jogamos no local adequado. Palavras-chave: lixo; reaproveitamento; meio ambiente.

Materiais

Materiais descartados pela população e cartilhas de educação ambiental.

Definição do Problema

Vendo-se que sensibilizar os adultos é uma tarefa muito difícil, então a escola pode ser uma grande aliada em educar as nossas crianças em relação ao lixo que produzimos e os seus impactos, e os destinos que podemos dá ao nosso lixo. Aabordagem de temas sócios científicos propicia o desenvolvimento de atitudes e valores concernentes à cidadania (SANTOS, et al. 2004). Os conteúdos se constituem em meios para a compreensão de temas socialmente relevantes (AULER E DELIZOICOV, 2001). Mais do que fontes desencadeadoras de conteúdos conceituais, os temas constituem-se instrumentos para uma leitura integrada do mundo a partir das ciências (SOUZA e QUADROS, 2008).

Método

Podemos trabalhar com os professores das 3ª e 4ª serie do ensino fundamental, realizando a apresentação do projeto, ou através de oficinas ou com um grupo de alunos e professore, realizando uma parceria para a implantação do projeto de ensino. Com os professores, eles teriam que realizar a pesquisar sobre o tema além de realizar aulas de ciências contemplando o assunto meio ambiente como tema transversal nas diversas disciplinas. Os alunos teriam que realizar a pesquisa bibliográfica, em seguida realizar a pesquisa de campo, esse pesquisas bibliográficas podem ser fornecida para os alunos em materiais impressos ou a própria internet.

Após as aulas transformaríamos em atividades de pesquisa em que podemos envolver as diversas atividades: organização e desenvolvimento de estudo em ambientes diferentes de sala de aula consulta e estudos em fonte diversas além de observações e entrevistas com os moradores e ribeirinhos para coletas de dados, sendo utilizado como material para as crianças coletarem dados, por seria por meio de gravação de vídeo ou áudio e anotações por eles observados. As temáticas ambientais vivenciadas pelos alunos da comunidade nos atribui uma situação real vivenciada pelos alunos e sendo uma relevância ambiental conceitualmente rica, pois as próprias crianças estão inseridas no processo em que elas mesmas serão os próprios investigadores sobre o problema sócio ambiental em que pode está prejudicando a si próprio. Sendo que podemos observar que tipos de impactos o lixo está causando para a comunidade, dentro dos cultivos e da pesca. Em que as crianças apresentarão os resultados alcançados apresentando em feira de ciências para a comunidade ou projetos em que podemos apresentar para a comunidade, apresentando por quais motivos devemos preservar o meio ambiente e mostrar alternativas para o destino deste lixo. Como temas para a sala de aula podemos apresentar na oficina para os professores ou realizar com as crianças mesmo: • O lixo nosso de cada dia; • Plantas medicinais; • O que é lixo para você; • O que têm no seu lixo; • As diversidades de materiais no lixo; • Apresentar as classificações do lixo; • Quais desses materiais apresentam maiores impactos ambientais e riscos à saúde? • Para onde vai o lixo que produzimos?

Referência BRABO, Jesus Cardoso. Metodologia do ensino de ciências: iniciação cientifica na escola básica / Elinete Oliveira Raposo Ribeiro; Jesus Cardoso Brabo. – Belém: EDUFPA, 2008. GAZOLA, Rodrigo José Cristiano. ZULIANI, Silvia Regina Quijadas Aro. Seminário Temático: Ensino por investigação: pressupostos teórico-metodológicos e implicações para o ensino de ciências. PROCAD: UFPA/UNESP/UFSC. Faculdade de ciências de Educação UNESP/BAURU.


A SUBSTITUIÇÃO DA ENERGIA NÃO-RENOVÁVEL PELA ENERGIA EOLICA COMO FORMA DE ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE PARA O MUNICIPIO DE TERRA ALTA Orientadora Raimunda Alves dos Santos. Alunas: Geovana Caroline Rodriguês e Roberto Thomé Da Conceição Rocha

E. E. E. F. M. INÁCIO PASSARINHO Terra Alta/PA

Resumo

Atualmente, a procura de energia assenta fundamentalmente nas fontes de energia não renováveis, as quais têm tecnologia difundida, mas possuem um elevado impacte ambiental. Desta maneira, a forma de minimizar o problema do meio ambiente é substituir a energia não renovável pela energia Eólica, já que provem da energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Então, o presente projeto teve como objetivo a conscientização da população do município de Terra Alta sobre o consumo da energia não renovável propondo a substituição desta energia pela energia Eólica voltada para preservação do meio ambiente, gerando economia financeira e a redução do impacto ambiental ,minimizando a emissão de gases poluente. Para isso, foi necessário: mostrar a importância da preservação do meio ambiente quanto ao a utilização da energia não renovável; incentivar a utilização da energia Eólica para uma vida saudável e sustentável e demonstrar a importância da utilização da energia eólica como meio de economia e sustentabilidade no Município de Terra Alta. Para alcançarmos este objetivo foram trabalhadas ações educativas de orientação, demonstração e comparação de consumo de energia não renovável e energia Eólica e distribuição de informativos sobre a utilização da energia não renovável para o alcance de um consumo econômico. No entanto, o projeto mostrou uma noção da realidade atual do consumo de energia não renovável no Município de Terra Alta e suscitou a importância e a curiosidade da população em conhecer mais sobre a energia Eólica. Palavras-chave: energia; fontes renováveis; fontes não-renováveis

Materiais

Data show, cartazes, computador, livros, gráfico, imagens, montagem dos slides

Gráfico 3: Quanto você paga por mês de energia elétrica?

Neste gráfico, observamos que 43% dos entrevistados pagam acima de R$35,00 de energia elétrica, 14% paga abaixo de R$15,00, uma porcentagem igual paga entre de R$15,00 e R$25,00, e 29% paga entre de R$25,00 e R$35,00. O gráfico 4: mostra os dados referentes à pergunta: “Você possui muitos eletrodomésticos?”

Gráfico 5: Você possui muitos eletrodomésticos?

Neste gráfico, observamos que 43% dos entrevistados possui muitos eletrodomésticos, e que 57% não possui muitos eletrodomésticos. O gráfico 6: mostra os dados referentes à pergunta: “Você economiza energia?”

Metodologia

O projeto desenvolveu-se em três etapas: a primeira foi realizada com a pesquisa bibliográfica para fundamentar teoricamente o tema escolhido como base em referencias publicadas em livros e artigos publicados em sites.. A segunda parte foi organização do histórico do projeto, com a aplicação dos instrumentos de coleta de dados, bem como, analise e interpretação dos dados. A terceira fase corresponde ao desenvolvimento de uma maquete para demonstração da funcionalidade da energia Eólica. Neste sentido, a coleta de dados para analise dos resultados foi conduzida por meio do questionário com questões relacionadas ao tema visando o conhecer as opiniões a cerca do problema levantado. A aplicação do questionário ocorreu no período de agosto Os dados foram tabulados e analisados através de gráficos que foram desenvolvidos no software aplicativo de planilha de calculo, o Excel.

Análises de dados

A pesquisa de campo foi realizada no dia 9 e 10 de agosto, no município de Terra Alta/ PA com o intuito de saber da população questões simples relacionadas ao consumo de energia. Por meio desta, obtivemos os seguintes resultados. O gráfico 1 mostra os dados referentes à pergunta: “Você sabe de onde vem a energia que consome?”

Gráfico 1: Você sabe de onde vem a energia que consome?

Neste gráfico, observamos que 43% dos entrevistados não sabem de onde vem a energia, 14% dizem vir da substação, 14% diz vir da Hidroelétrica de Tucuruí, e apenas 29% diz vir da Rede Celpa. O gráfico 2 mostra os dados referentes à pergunta: “Quanto você paga por mês de energia elétrica?”

Gráfico 7: Você economiza energia?

Neste gráfico, observamos que 86% dos entrevistados economizam energia, e apenas 14% não economiza.

Resultados

Conclui -se então que, é viável a implantação de projeto que utilizam de fontes de energias renováveis por serem do ponto de vista ecologicamente corretas, e não contribuir necessariamente para a degradação do meio ambiente como as fontes de energia não renováveis. O Brasil por ser um pais tropical, onde é proveniente a captação de luminosidade solar transformando em energia elétrica possui vários pontos positivos para ser um exemplo na implementação das fontes de energia solar e eólica. O governo brasileiro deveria aprovar leis ambientais e enérgicas que garantam uma maior competitividade às renováveis no mercado, fazendo com que as matrizes de geração energias de fontes fósseis sejam reduzidas e favorecendo o crescimento das fontes renováveis na matriz energética do país, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente e principalmente da camada de ozônio. Conclua-se também que as pesquisas na área de energia são praticamente inesgotáveis principalmente levando-se em conta os diversos tipos de fontes energéticas existentes, principalmente no diz respeito às fontes de energia renováveis. Hoje, no mundo inteiro, as pesquisas na área de energia são de fundamental importância para garantir o fornecimento energético com qualidade, confiabilidade e continuidade, e principalmente garantir um meio ambienta sustentável. Atualmente as fontes de energia determinam o desenvolvimento e o bem estar das sociedades e o conhecimento de suas potencialidades é de fundamental importância para as modernas economias. Contudo pude aprender a tão importância das mesmas no nosso dia-adia, e quanto sem elas interfere na nossa vida em relação à da nossa dependência com a tão necessitada Energia.

Referências

http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/06-energia_eolica(3).pdf. Acessado em Ago/2012. http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/matriz-energetica/energia-eolica. Acessado em Ago/2012. planetasustentavel.abril.com.br/noticia/.../conteudo_224740.shtmlEm cache - Similares Você marcou isto com +1 publicamente. Desfazer


ECONOMIA DA FARINHA: UMA VISÃO SUSTENTÁVEL Orientação: Meridiane Santos Damasceno Alunos: Antônio Diego Ferreira Chagas e Maria De Nazaré Nunes De Maria

E.E.E.F.M. JOSÉ HENRIQUE Castanhal

Resumo

A farinha de mandioca destaca-se na dieta alimentar e no cenário econômico das comunidades rurais da Região Norte do país. Sabe-se que toda atividade humana gera impacto ambiental. Na produção da farinha este impacto é observado, havendo a necessidade de métodos e práticas sustentáveis que diminuam a ação negativa dos resíduos da mandioca depositados de maneira inadequada sobre o meio ambiente. Este trabalho teve como o objetivo destacar as etapas de produção da farinha de mandioca responsáveis pela geração de resíduos, investigar o nível de conhecimento dos alunosprodutores a cerca dos impactos ambientais causados pela atividade e expor alguns usos sustentáveis do seu principal resíduo, a manipueira. O projeto foi desenvolvido na Escola Estadual José Henrique, localizada na Agrovila Castelo Branco – onde a produção de farinha de mandioca é tradicional. A partir das pesquisas já realizadas observou-se que há possibilidades de melhor gerenciar a manipueira, tornando tal resíduo matéria-prima para geração de subprodutos. Sabe-se que a sustentabilidade necessita ser uma ação coletiva, onde cada indivíduo tem sua responsabilidade social e ambiental, dessa maneira espera-se que atitudes ambientais positivas possam fazer parte do dia-a-dia da comunidade, significando melhoria da qualidade de vida e de trabalho dos seus atores sociais. Palavras-chave: mandioca, manipueira, meio ambiente, usos sustentáveis.

Materiais e Métodos

Foram realizadas pesquisas bibliográficas e de campo com visitas às “casas de farinhas” (espaço de produção) da comunidade a fim de compreender o processo produtivo e identificar as etapas responsáveis pela geração dos resíduos. Questionários foram aplicados a oitenta e um alunosprodutores a fim de levantar informações sobre o nível de conhecimento dos mesmos em relação aos impactos ambientais e ao aproveitamento da manipueira. Posteriormente, foram promovidas palestras informativas, no âmbito escolar, pautadas nos estudos bibliográficos realizados e na análise de dados do trabalho de campo, e ainda, foram desenvolvidas outras atividades de educação ambiental com a realização de oficinas, o que promoveu a extensão do trabalho junto à comunidade.

Apresentação e Apreciação de Resultados O PROCESSO DE PRODUÇÃO DA FARINHA DE MANDIOCA.

Figura 1. Fluxograma de processo de produção com apresentação das etapas. Fonte: Acervo do Projeto Por meio de visitas realizadas em quatro “casas de farinha” da comunidade rural atendida pela escola constatou-se que o processo produtivo da farinha de mandioca segue basicamente as etapas que estão apresentadas na Figura 1. De acordo com informações dos próprios alunos-produtores a produção da farinha de mandioca é feita de forma coletiva entre os membros da comunidade. O processo produtivo se inicia geralmente no dia anterior, com a organização da lenha e a colheita (a “arranca”) das raízes de mandioca. No dia seguinte, logo cedo, começam os trabalhos de “descasca” e “lavagem” da mandioca, manualmente realizados por mulheres e crianças. Depois de lavadas e descascadas, a próxima etapa corresponde ao processo de “sevagem” da mandioca, o que se refere à trituração das raízes. Nesta mesma etapa, pode ou não, ocorrer adição de corante Sevada, a massa obtida é colocada numa prensa artesanal. Ver foto4. É nesta etapa que ocorre a produção da manipueira, onde a mesma é lançada sobre o meio ambiente, de forma inadequada, conforme é possível perceber na foto5. Após a prensa, ocorre o peneiramento que tem por objetivo esfarelar a massa prensada e auxiliar a torração, etapa em que a massa é levada ao forno. Após a torração, a farinha produzida é peneirada com o objetivo de uniformizar granulação da farinha, obtendose tanto uma farinha fina quando grossa. Depois de devidamente elaborada, a farinha é armazenada em sacos com capacidade para 60 kg e, em geral, são destinadas para a comercialização em feiras da região ou consumo próprio. O NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS ALUNOS-PRODUTORES LIGADOS ATIVIDADE ECONÔMICA DA FARINHA DE MANDIOCA. EM RELAÇÃO AOS IMPACTOS GERADOS PELA PRODUÇÃO DA FARINHA DE MANDIOCA.

De acordo com as informações obtidas por meio dos questionários aplicados numa amostra de oitenta e um alunos-produtores, foi possível construir um gráfico para demonstrar o nível de percepção dos mesmos em relação aos impactos gerados pela economia da farinha. Observe: Conhecimentos dos alunos-produtores a cerca dos impactos ambientais causados pela Economia da Farinha 85% dos alunos-produtores afirmaram não ter conhecimento de nenhum impacto. 15% dos alunos-produtores afirmaram perceber algum tipo de impacto ambiental.

Com base nesses dados é possível afirmar que, parcela significativa desses alunos ligados á produção da farinha de mandioca, não percebem o impacto ambiental causado pela atividade. A falta de percepção pode ser um dos indicadores da também falta de preocupação com a questão ambiental. Dentre os impactos ambientais causados pela produção da farinha de mandioca mais apontados pelos 15% de alunos que afirmaram perceber algum tipo de impacto. EM RELAÇÃO AO APROVEITAMENTO DO PRINCIPAL RESÍDUO DA MANDIOCA. Baseado ainda, em dados obtidos por meio dos questionários aplicados, foi possível determinar a porcentagem de alunos-produtores que tem acesso a algum de tipo de conhecimento em relação ao aproveitamento do principal resíduo da mandioca, a manipueira.

Conforme os dados apresentados no gráfico, 66% dos alunos entrevistados afirmaram conhecer algum tipo de uso dado à manipueira, no entanto, ao serem consultados que tipo de aproveitamento seria esse, 64% afirmaram que o uso mais comum era como alimento, sendo comum o consumo do tucupi – molho considerado um ingrediente muito apreciado na culinária paraense, em pratos como “pato no tucupi” e “tacaca”, ver foto7 e 8. Inicialmente venenoso devido à presença do ácido cianídrico, o líquido é cozido (processo que elimina o veneno), por horas, podendo, então, ser usado na culinária. Sendo assim, pode-se concluir que grande parte dos alunos desconhecem outras formas de aproveitamento sustentável desse resíduo. USOS SUSTENTÁVEIS DA MANIPUEIRA A busca por informações no que concerne ao melhor manejo da produção da farinha e práticas de sustentabilidade referente ao resíduo da mandioca – a manipueira – levou a reunião de diferentes maneiras de aproveitamento deste resíduo, baseadas em orientações já disponibilizadas pelo SEBRAE, tais como: • Como fertilizante natural; • Na substituição de agrotóxicos nas lavouras; • Como defensivo contra insetos e pragas, como formigas e doenças que atacam as lavouras; • Na produção de produtos como vinagre e o sabão para uso doméstico e comercial. Como fertilizante natural a manipueira pode ser utilizada para fertilizar o solo, tornando-o mais rico em nutrientes. Rica em vários nutrientes como Potássio (K), Nitrogênio (N), Magnésio (Mg), Fósforo (P), Cálcio (Ca) e Enxofre (S), ela pode ser utilizada para a fertilização do solo e de folhas. A manipueira deve ser usada, neste caso, após 24 horas de sua produção, seguindo as seguintes recomendações: • PARA FERTILIZAÇÃO DO SOLO, recomenda-se o uso na diluição de 1 para 1 (1 litro de manipueira para 1 litro de água). Aplicar a diluição na quantidade de 2 a 4 litros por metro de cultivo, deixando o solo descansar por oito ou mais dias após a aplicação. Antes da semeadura deve-se revolver bem o solo; • PARA FERTILIZAÇÃO DE FOLHAS: recomenda-se o uso na diluição de 1 para 6 ou mais (1 litro de manipueira para 6 ou mais litros de água). Pulverizar as folhas das culturas com o líquido diluído. Fazer uma aplicação por semana (mínimo seis semanas / máximo dez semanas). Enquanto pesticida, deve ser aproveitada nas primeiras 24 horas após sua produção. A manipueira contém substâncias parecidas com as de muitos agrotóxicos, como por exemplo, o ácido cianídrico (HCN). É por isso que ela funciona como um agrotóxico, menos prejudicial ao meio ambiente e à saúde humana que os agrotóxicos normalmente empregados. É indicado pulverizar três ou mais vezes sobre a plantação com descanso de uma semana entre cada aplicação. • NO CONTROLE DE PRAGAS de fruteiras maiores como laranjeiras, limoeiros, goiabeiras e mangueiras, recomenda-se pulverizar diluições de um 1 para 1 (1 litro de manipueira para 1 litro de água); • NO CONTROLE DE INSETOS em plantas de pequeno porte, como maracujazeiro ou abacaxi, é indicado a pulverização de uma diluição de 1 para 2 (1 litro de manipueira para 2 litros de água). E para culturas de hortaliças, recomenda-se pulverizar diluições de 1 para 3 ou mais (1 litro de manipueira para 3 ou mais litros de água); • NO CONTROLE DE FORMIGAS recomenda-se despejar 1 litro manipueira pura em cada olheiro, que depois deve ser fechado. A manipueira ainda pode ser utilizada como matéria-prima na fabricação de produtos como o vinagre e o sabão destinados tanto para o consumo doméstico como comercial, sendo inclusive potencializados para a geração de renda. A obtenção de sabão, por exemplo, é muito simples. Com esta receita, fornecida pelo SEBRAE fabrica-se 10 Kg de sabão.

Material necessário:

• 03 Kg ou litros de gordura animal; • 07 litros de manipueira; • 250 g de sabão; • 01 copo (300 ml) de polvilho (goma); • 01 Kg de soda cáustica A produção de sabão se inicia pelo derretimento dos 3 Kg de gordura animal e depois acrescenta os demais ingredientes numa vasilha (balde plástico) e misturar bem. Deixar ao sol para secar durante 2 horas, mexendo a mistura de hora em hora até que endureça e chegue ao ponto de cortar.

Referências

BOTELHO, S. M.; RODRIGUES, J. E. L. F.; POLTRONIERI, M. C. Manipueira: Um Adubo Orgânico para a Agricultura Familiar. XIII Congresso Brasileiro de Mandioca, Curitiba-PR, 2009. FAO. Save and Grow: Cassava A guide to sustainable production intensification. FAO, 2013. IBGE. Sistema IBGE de recuperação automática. Disponível em: <http://www.sidra.ibge. gov.br/bda/tabela/protabl2.asp?z=t&o=23&i=P>. Acesso em: 14 jun. 2012. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Rio de Janeiro: IBGE, v. 26, n. 3, p. 1-86, 23 maio 2013. SANTANA, A. C.; AMIM, M. M. Cadeias Produtivas e Oportunidades de Negócio na Amazônia. UNAMA. Belém 2002. 454p. SISTEMA BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE. O Aproveitamento Sustentável da Manipueira. Teresina: SEBRAE-PI, [s.d.]. SISTEMA BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS - SEBRAE. Programa de Vitalização da Mandioca. Salvador: SEBRAE – BA, 2003.


TEMA: TECNOLOGIA, ESPORTE ADAPTADO E CIDADANIA Orientadora: Marta Jardim Alunos: Beatriz Figueiredo Bernado e Lucas Nascimento

Resumo

O esporte é um fenômeno social em que as pessoas depositam

seus anseios de superação, nos deparamos dia-a-dia com propagandas de toda

ordem sobre o esporte de uma maneira geral, mas não paramos para perguntar, por curiosidade, o que movimenta, ou o que favorece que cada vez mais a sociedade se dobre aos benefícios do esporte para a vida de todos, seja de forma ativa ou passiva. As práticas mais comuns nos mostram pessoas vencendo seus limites e superando adversários em uma corrida para o pódio, mas algo que nos chama atenção é o número crescentes de pessoas com deficiência procurando no esporte a afirmação de sua cidadania. Observamos que o avanço tecnológico acompanha paralelamente o desenvolvimento do esporte e no esporte adaptado não seria diferente, e nele os resultados são mais instigantes. Desta forma, a partir de uma experiência na aula de Educação Física nos perguntamos como poderíamos desenvolver algo que trouxesse mais dinâmica ao jogo do basquete para cadeirantes, e diante da movimentação das cadeiras no jogo imaginamos se seria válido criar um dispositivo que de alguma forma, unido a cadeira, tornasse o jogo mais prático. Palavras-chave: esporte; inclusão; tecnologia.

A ampola de mercúrio juntamente com o circuito são alimentados por uma bateria de diferença de potencial de 12 V e intensidade de corrente de 6 A. Quando o impacto existe o sistema dispara acionando a lâmpada de cor vermelha, quando não ocorre o choque a lâmpada verde está ligada. Também foram usados fontes de computadores que haviam sido descartadas no lixo, esta teve a seguinte função: 1 - O aproveitamento de fios condutores; 2- A caixa metálica onde foi colocado todo o circuito elétrico do sistema; 3- Os parafusos de sustentação da mesma.

Metodologia

A pesquisa realizada é de cunho científico e do tipo qualitativa. Foi desenvolvida em cinco etapas: 1ª Etapa: Escolha de uma hipótese para ser investigada; 2ª Etapa: Pesquisa realizada na internet e literatura com base nas questões advindas da hipótese: acessibilidade do cadeirante no Basquete enquanto esporte adaptado, outros esportes adaptados, artigos científicos sobre tecnologia no esporte e no esporte adaptado, o comportamento do cidadão com deficiência no meio social, ferramentas teóricas e práticas da Ciência Física. 3ª Etapa: Pesquisa em campo, realizada com pessoas com deficiência congênita ou adquirida, que jogam basquete em cadeira de rodas. Conversa informal com jogadores e técnico e observação de um jogo de Basquete. 4ª Etapa: Construção do dispositivo sensorial com base nas pesquisas realizadas. O aparelho construído foi produzido com materiais bem simples e que poderiam ser descartados de forma inadequada na natureza provocando grandes problemas ao meio natural; a princípio no dispositivo há um elemento que pode causar grandes desastres se lançado em quantidades maiores em rios, lagos e outras fontes em que o ser humano extrai matérias para o auxílio da sua sobrevivência, que são as ampolas de mercúrio, (que estão sustentadas por um fuso – cilindro metálico rosqueado) é uma das partes mais importantes e é composta de um bulbo de vidro no qual fica uma pequena fração de Hg (Mercúrio – que são alimentados por uma bateria de moto), metal que nas condições normais de temperatura e pressão CNTP se encontra no estado líquido, por ser um bom condutor de eletricidade juntamente com dois fios de cobre ligados e revestidos que ajudam na passagem de energia acoplados no bulbo de vidro que funcionam da seguinte maneira: dependendo de onde a substância se localiza pode haver passagem de corrente elétrica de um eletrodo para o outro, pois sua função é regida pelo impacto que ocorre na cadeira, há uma variação no ângulo de inclinação do bulbo de vidro.

imagem retirada do site : www.curitiba.olx.com.br

Barras de ferro para a sustentação e apoio. imagem retirada do site : www.linksteelbusiness.com.br

Diagrama elétrico do sistema;

5ª Etapa: Os resultados da experimentação foram positivos, pois houve a identificação dos choques mecânicos no meio.

Resultados

O dispositivo criado funciona de acordo com o esquema projetado, porém a conclusão que tiramos foi de que o projeto hipotético só é possível para o fim referido em condições especiais: como a adaptação da quadra de esportes com sensores específicos de localização por ondas eletromagnéticas. A partir disto os dados seriam enviados a um computador onde ficariam em um plano que expusesse as coordenadas desta falta.

Referências

ARAÚJO, Paulo Ferreira de. Desporto Adaptado no Brasil. São Paulo: Phorte, 2011. 216 p. GORLA, José Irineu. Educação Física Adaptada: o passo a passo da avaliação. São Paulo: Phorte, 2008. 132 p. SPINELLI, Walter; Reis, Hugo Carneiro; Martini, Glória; Sant’Anna. Conexões com a Física Vol. 3 www.exportex.com.br


ESSE RIO É MEU QUINTAL. UM ESTUDO DA PRESERVAÇÃO DOS RIOS E IGARAPÉS EEEFM Anexo José Henrique / Agrovila Castelo Branco Município de Castanhal Orientação: Meridiane Santos Damasceno

Orientador: Frederico Faciroli de Paiva Alunos: Geovane Lima de Lima de Albuquerque e Tatiane Andrade de Oliveira

Resumo:

Resultados

A diminuição do volume de água e o assoreamento dos rios e igarapés são associados à atividade humana. Essas modificações aos cursos d’água, tanto em nossa região, como em praticamente todo o país, têm sido observadas pelo senso-comum devido a sua intensidade. A EEEFM José Henrique fica localizada na agrovila Castelo Branco, Castanhal (uma região de destaque em todo o estado do Pará pela produção de farinha de mandioca).Nessa região os rios e igarapés são importantes não só para fins de lazer, mas para o abastecimento, a irrigação das plantações, a lavagem de roupas e louças e até higiene pessoal. Palavras-chave: preservação; rios; recursos

Levando em consideração a análise das entrevistas, pudemos perceber que o tratamento que vem sendo destinado aos igarapés inclui a capina e o desmatamento das margens, o que vem sendo repetido de geração em geração. Nas visitas às margens com a turma, encontramos trechos com erosão acentuada; outros em que a terra exposta dá lugar a um verdadeiro emaranhado protetor formado pelas raízes das árvores. Locais em que as raízes das árvores grandes seguram blocos de terra, em contraste com a terra exposta de onde as árvores foram cortadas e que já sofreram erosão. Além disso, os entrevistados indicaram uma grande diferença na profundidade dos igarapés, associadas ao desmatamento das margens. Compreendemos que, apesar da importância que os rios e igarapés têm para as atividades produtivas e para o lazer das pessoas, ainda não se compreende a necessidade de se manter suas características originais, como, de modo geral, a população não tem consciência da função das plantas rasteiras e das grandes árvores, cujas raízes amarram e protegem as margens da ação da correnteza e das cheias. Enfim, percepções que indicam que a atividade humana voltada à produção ou mesmo ao lazer, vem causando danos definitivos a esses lugares e afetando o volume das águas. Havendo uma profunda disparidade, da parte da população, entre as preocupações com o rio e o seu devido tratamento, especialmente em relação às margens e matas ao redor dos rios, passa a existir a demanda de melhor se compreender essa relação entre o usuário e o recurso natural e, por outro lado, a necessidade de uma campanha que promova a conscientização dessas pessoas e que venha ao encontro dessa disparidade apontada, ou seja, a disparidade entre uso e preservação.

Materiais e Métodos: A preocupação demonstrada pela comunidade diante das modificações impostas aos cursos d’água, associadas ao assoreamento e à diminuição do volume de água foi perceptível nos relatos dos próprios alunos e dos moradores sobre os igarapés da região. As reclamações mais comuns são de que os lugares de banho se tornaram muito rasos, também sobre as modificações que são feitas nos igarapés e que os descaracterizam, sobre o lixo que é jogado nas margens e sobre o desmatamento ao redor desses igarapés. Uma vez que o rio é tão importante para a vida das pessoas, fazse necessário a compreensão de como esses atores interagem com os esses recursos, levantes-e então a questão: Qual a relação entre uso e preservação? Ou seja, esses atores que fazem uso desses recursos estão de fato engajados na sua preservação? Nosso trabalho foi iniciado a partir de questionários abertos aplicados aos alunos do primeiro ano Ensino Médio da tarde, momento em que se definiu os objetivos e a questão a ser respondida. Num segundo momento, foram definidos os participantes a serem entrevistados, pessoas que pudessem testemunhar as modificações com os cursos d’água no passar dos anos. Além da observação e registro fotográfico da degradação nas margens dos igarapés.


Projeto Miriti Orientadores: Anete Fernandes e Ronilson Pantoja Alunos: 4º ao 9º ano

Escola Anjo da Guarda-Portel

Resumo: Considerando o potencial cultural presente na comunidade Anjo da Guarda (Rio Anapú - Pracupi), após uma pesquisa local percebeuse que o Miriti ou Buriti é pouco valorizado, apesar do fruto ter grande valor nutritivo, é rico em pró-vitamina A, o óleo pode ser utilizado como protetor solar, degustado com farinha e açúcar é utilizado para produzir licor e vinho, e também para aguar o tradicional mingau de farinha d’agua ou arroz. Do fruto ainda se extrai tinta para pintar brinquedos e quadros, os frutos podem ser colhidos diretamente na árvore, ou no chão ou na água na beira dos rios. Da palmeira do Miriti também são aproveitadas as folhas e as fibras. Levando em consideração o tais aproveitamentos do Miriti os alunos resolveram desenvolver a pesquisa visando a melhoria da renda e qualidade de vida da comunidade. Palavras-chave: Miriti; artesanato; sustentabilidade.

bibliográfica a respeito dos possíveis produtos derivados do fruto do Miriti e quais os valores econômicos que poderiam ser agregados a esses. Após a socialização dessas informações com os alunos e com a comunidade percebeu-se o interesse dos mesmos em explorar esse recurso de forma sustentável, dessa maneira iniciou-se o processo de coleta dos frutos e folhas para dar-se inicio a produção das primeiras peças e aprofundar o estudo a respeito das demais características da palmeira.

Resultados

O resultado da investigação e produção foi bem recebido pela comunidade, já que esta demonstrou a possibilidade de prosseguir com o andamento do projeto, organizando-se, posteriormente, em uma Materiais e Métodos: cooperativa de artesanato e afins de Miriti. Alguns resultados foram expostos durante a Segunda Feira de Ciências das Escolas da Flona Utilizou-se a matéria prima coleta das palmeiras de Miriti, além de Caxiuanã, no mês de junho, na comunidade São Tomé, em Portel. fio, cartolina, lápis, tesoura e estilete. Referências Primeiramente foi o observado o potencial regional voltado para a abundância da palmeira do Miriti, em seguida iniciou-se uma pesquisa


PROJETO DE PISCICULTURA Alunos da 3ª etapa (EJA)e 5º ano Professores:Damião Dantas Barbosa/ Lorisvaldo Pena Freitas/ Weliton Coelho da Luz

Escola Santo Antônio/ Portel

Resumo:

O que se pretende com a elaboração do presente projeto, é garantir alimentação saudável e natural,suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. A segunda intenção da realização desse projeto é abordar as potencialidades oferecidas pelos recursos naturais presentes na comunidade, tais como: recursos hídricos propícios a criação de peixes em cativeiro. Priorizou-se essas práticas, por essas estaremem contraposição,enfatiza os aspectos sociais e ambientais do processo de desenvolvimento, de acordo com o que vem se denominando a sustentabilidade do desenvolvimento rural, que procura equilibrar a dimensão econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável. Nesse segundo enfoque surge um novo sujeito denominado educando agricultor familiar da escola Santo Antônio. Diante disso, a criação de peixes em tanque às margem dos rios é perfeitamente viável e adequada à nossa realidade. O tanque nos leitos dos rios permite uma melhor passagem e renovação de água dentro do mesmo, trazendo alimentos do próprio rio e remove os dejetos produzidos pelos peixes. Está ação proporcionará uma nova fonte de alimento e renda às nossas familiares.Desta forma vê-se na agricultura familiar uma grande potencialidade para o fortalecimento da economia local e principalmente dos sujeitos que vivem no campo e sobrevivem da agricultura familiar. Palavras Chaves: Pisicultura;Agricultura Familiar; Aspectos Ambientais;

Materiais e métodos:

Tela resídua florestal, cimento argila, alevino, mururé (barranco), fito planctos. IMPLANTAÇÃO DO PROJETO CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA Foram observados seguintes critérios técnicos: Local com boa iluminação (sol); Água com transparência entre 20 e 40 cm de profundidade; Profundidade acima de 1m; Água corrente e com presença fito plânctons, zooplânctons e etc.; Água com temperatura aproximadamente entre 25 a 32 ºC; PH entre 6,5 – 7,5. O VIVEIRO O Viveiro será implantado na área da escola Santo Antônio. CONSTRUÇÕES DO BEÇÁRIO A estrutura do berçário servira para aprisionar os alevinos por pouco tempo, até aos mesmos crescerem mais, fica entre 1ª ao 2ª mês. Com isso temos um acompanhamento bem de perto do crescimento e também diminuir a quantidade de ração jogada, evitando a ação dos predadores.

Orçamento do projeto

Cálculo dos Custos Estimados • Para o melhor entendimento do quadro de custos, listamos abaixo algumas informações complementares: 3 • População de alevinos por m – 500 peixes • Período para obtenção da produção - 12 meses • O consumo de ração estimada é de 2 Kg de ração/peixes/12meses

Características dos Peixes:

Tambaqui: Espécie nativa da Amazônia corpo muito elevado, com duas séries de dentes no pré-maxilar; geralmente um par de dentes cônicos sinfisiais na mandíbula; ausência de espinho pré- dorsal; região ventral arredondada; adiposa

com raios; série de dentes internos separada da externa; porte médio que chega a alcançar 1kg em 12 meses.

Tabela 1 - Alevinos ESPECIFICAÇÃO

QNT

M.L

V. TOTAL

Alevinos de Tambaqui.

04

80,00

320,00

SUBTOTAL

-

-

320,00

Tabela 2 – Ração ESPECIFICAÇÃO

QNT

V. UNIT

V. TOTAL

Ração com 55% de PB farelada

50

4,25

212,50

Ração com 36% de PB inicial

50

4,00

200,00

Ração com 32% de PB crescimento

100

2,50

250,00

Ração de engorda

200

2,70

540,00

-

-

1.202,50

SUBTOTAL

R$ 1.522,00

TOTAL DO PROJETO

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Tabela 3 – Cronograma de Execução AÇÃO Instalação dos berçários Deposição dos alevinos Ração moída Ração: inicial Ração: Crescimento Ração: engorda Despesca

5º MÊS 6º MÊS 7º MÊS 8º MÊS 9º MÊS 10º MÊS 11º MÊS 12º MÊS 13º MÊS 14º MÊS

X

X X

X

X

X

X

X

X

X

ACOMPANHAMENTO DO PROJETO O acompanhamento será feito pelos professores, técnicos agrícolas e educandos da escola Santo Antônio.

Referências

Coletânea de Legislação Estadual de Pesca e Fauna Silvestre, dicionário. Livros da escola e fontes saberes da terra portelense.

Banner  
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you