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FARMÁCIA CLÍNICA

Remédio na hora certa e na dose exata

A

equipe de farmacêuticos do Hospital Lúcio Rebelo, formada por Cejana Lúcio Rebelo, Patrícia Fausta Ferreira Viveiros e Paulo Henrique Rodrigues, passou a aplicar na unidade a prática da Farmácia Clínica, que pode ser definida como um conjunto de atividades desenvolvidas diretamente pelo farmacêutico, direcionadas ao paciente, no que se refere ao uso de medicamentos. Isso significa que os três profissionais, auxiliados por mais 23 técnicos em farmácia, vão atuar na conferência criteriosa de cada medicamento que for prescrito ao paciente, seja ele da UTI, Unidade Coronariana e postos – isso nas 24 horas do dia. Da posologia ao intervalo das doses, passando pelo mecanismo de

Na Farmácia: controle da posologia ao intervalo das doses

Paulo Henrique e Cejana Rebelo: 24 horas por dia de vigilância

ação do medicamento, nada vai fugir ao controle dos farmacêuticos do HLR, que se submeteram a um treinamento intensivo para a implantação da Farmácia Clínica. Outro item importante que vai estar sob o controle da equipe é o resultado da associação de medicamentos – às vezes uma droga pode anular ou potencializar o efeito da outra. Código de barras – A partir de agora, os farmacêuticos passam a ter total responsabilidade sobre a avaliação dos medicamentos. São eles que vão, por exemplo, aprazar a prescrição médica, atribuição que antes era das enfermeiras que passam, então, a ter mais tempo para cuidar do bem-estar dos pacientes do Hospital Lúcio Rebelo. Para chegar a esse estágio, a equipe de farmacêuticos do HLR fez um amplo levantamento dentro da unidade: avaliou prescrições, estudou o corpo técnico da Farmácia do HLR e levantou toda a realidade até chegar à implantação da Farmácia Clínica. O próximo passo será a identificação do paciente através de uma pulseira com código de barras – que não dispensa o prontuário, mas é mais eficiente para a checagem de todos os procedimentos a que o interno é submetido – com o qual a possibilidade de erro é praticamente nula. A pulseira com código de barras a ser adotada pelo Hospital Lúcio Rebelo é semelhante à que é hoje utiliza-

da nos grandes hospitais de referência do Brasil, como o Copa D’Or, no Rio de Janeiro. “Trata-se de mais um sistema de segurança para garantir que o nosso paciente não vai tomar um medicamento errado”, disse o diretor do HLR, Percival Rebelo.

Perigo ronda hospitais Embora no Hospital Lúcio Rebelo não tenha havido registro de casos de erro na administração de medicamentos, os números da ocorrência no Brasil – e em todo o mundo – são alarmantes. Estudos feitos pela Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto em cinco hospitais, com cinco mil doses de medicamentos, comprovaram erro em 30% dos casos, a grande maioria relativa ao horário da administração dos remédios. Já os erros de dosagem equivalem a 14,4%. A pesquisa, publicada na revista IstoÉ de 10 de novembro, mostrou também que levantamento realizado em 19 hospitais da Inglaterra concluiu que uma em cada dez prescrições contém erros. Informativo Ano 1 nº 11 - Novembro de 2010


PERSONAGEM / Roberto César De Conti

“Minha maior riqueza é a satisfação pessoal”

O

De Conti: no Lúcio Rebelo, as respostas são imediatas

médico Roberto César De Conti pratica a medicina com pura emoção. Escolheu a cirurgia oncológica depois que percebeu o quanto o câncer causa comoção no doente e em todos que o cercam. Natural de Agudos, interior de São Paulo, ele formou-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro e especializou-se no Hospital do Câncer em São Paulo. Em 1987 veio para Goiás trabalhar no Hospital Araújo Jorge. Há cinco anos faz parte do corpo clínico do Hospital Lúcio Rebelo, onde o médico não se cansa de se emocionar. Foi calorosamente acolhido quando chegou e logo percebeu que estava no lugar certo. De Conti encontrou no HLR todas as condições para exercer aqui o seu sacerdócio. “Foi muito gratificante perceber o padrão de qualidade com o qual o Hospital Lúcio Rebelo funciona. A unidade é criteriosa nos mínimos detalhes; da formação de suas equipes ao controle de infecção hospitalar”, ressalta o médico. É com essa exigência que ele conta para realizar os seus delicados procedimen-

tos que conferem bons resultados tanto para o paciente quanto para o médico. “Aqui as respostas são imediatas, por isso o paciente tem boa evolução em seu quadro clínico”, completa. O câncer – Para lidar com uma enfermidade como o câncer, o cirurgião oncológico tem de se envolver totalmente com o paciente. E não trabalhar na base da troca, mas sim com a sua satisfação pessoal. E nada para De Conti é mais satisfatório do que poder dormir com a certeza de que fez o melhor que pôde para salvar uma vida que está em suas mãos. A morte – Num país de medicina precária, o médico sofre quando percebe, em seu diagnóstico, que a doença é o resultado do não acesso à prevenção – e é essa negligência que o faz questionar a morte. “Muitas vezes ela é consequência do descaso”. Volta pra casa – Nas poucas horas vagas, o médico filosofa escrevendo em casa, para ele, o melhor lugar do mundo. “Voltar para casa é como voltar para Deus”. Pai de cinco filhos, tem uma relação afetiva intensa com a família. E segue um lema: “Não faça mal aos outros e não aceite que façam mal às pessoas que o cercam”.

EXPEDIENTE Informativo Hospital Lúcio Rebelo

Aniversariantes

de dezembro 03

Lucinha Vieira da Silva

Hotelaria

15

Rogers Claudio Rodrigues

Controladoria

03

Roselene do Carmo Ribeiro

Enfermagem

19

Carlos José Vieira dos Santos

Radiologia

04

Aurio de Campos Santos

Pronto-Socorro

22

Eliene Rosa dos Santos

Enfermagem

04

Luis Fernando Silva Freire

Depto Pessoal

23

Maria Auxiliadora Queiroz Coutinho

Enfermagem

06

Eliane Batista Pereira Pessoa

Enfermagem

25

Alice da Silva Nunes Rocha

Hotelaria

10

Layson Gabriel Xavier Rocha

Hotelaria

26

Laynna Leite Mesquita

Farmácia

12

Thiago Barbosa Gomes

Radiologia

27

Ana Cristina Ribeiro de Oliveira

Recepção

13

Ana Elque Alves Correa

UTI

27

Francisca Maria Queiroz Coutinho

Enfermagem

13

Luzinete Braz da Silva

Hotelaria

28

Sebastiana Maria Paulo Nunes

Enfermagem

14

Maria José Moreira Brito

Enfermagem

30

Luziene Maria da Conceição Luz

Hotelaria

14

Neide de Arruda Chaves Zaidem

Atendimento

31

Enfermagem

14

Vanusa Miranda da Silva

Hotelaria

Maria das Graças de Matos Tavares

31

Sérgio Vilmon de Oliveira Vieira

Financeiro

Informativo Ano 1 nº 11 - Novembro de 2010

Presidente: Percival Xavier Rebelo Filho Diretoria de Hotelaria: Maria Helena Leal Lúcio Rebelo Diretoria Geral: João Antunes de Macedo Neto Diretoria Técnica: Seikazu Tamashiro Coordenação de UTI: Eduardo For miga Lourenço Souza Coordenação de Emergência: Mayler Olombrada N. dos Santos Jornalista responsável: Britz Lopes - JP00810-GO Redação e fotografia: Marcio Fernandes Editoração eletrônica: Ygor Lima Revisão: Francisco Felix Impressão: Grafopel

Av. Edmundo Pinheiro de Abreu nº 451 St. Bela Vista - CEP: 74823-030 Telefone: (62) 3257.2000 www.luciorebelo.com.br contato@hospitalluciorebelo.com


EDUCAÇÃO CONTINUADA

Sucesso do projeto

passa pela comunicação

A

adesão de todas as equipes de colaboradores do Hospital Lúcio Rebelo ao projeto Educação Continuada, que está sendo implantado pela Moneo na unidade, tem gerado resultados muito satisfatórios para o êxito da jornada e o alcance das metas estabelecidas. O envolvimento de todos os funcionários está surpreendendo até os coordenadores. O primeiro treinamento, cujo tema foi Desenvolvimento de Competências Básicas para Aprendizagem, iniciado no final de setembro, já está na sua 10ª edição. A equipe de liderança já está capacitada no treinamento de Gestão de Processos. “Para a nossa alegria, vamos iniciar a primeira turma do curso Comunicação: Competência Essencial”, conta Danielle Jacob, diretora do departamento de Educação da Moneo. Trata-se de um avanço importante, uma vez que o tema Comunicação é determinante para o sucesso da trajetória, cujo objetivo é agregar

Detalhe do diploma: metas alcançadas

conhecimentos, habilidades e atitudes ao HLR. Reação em cadeia – Dentro desse programa já é possível experimentar o impacto de uma boa comunicação entre a Moneo e os colaboradores do Hospital Lúcio Rebelo. No mês de outubro de 2010 a empresa passou a interagir diretamente com os coordenadores, que transmitirão aos seus respectivos subordinados todas as informações sobre as novas turmas e cursos. A equipe de liderança tem demonstrado seu forte poder de motivação e comprometimento, cativando cada vez mais seus colaboradores dentro do processo de capacitação. Daniella esclarece que o caminho é longo, mas que é possível constatar, através das avaliações aplicadas em cada treinamento, que o resultado e a expectativa dos colaboradores são positivos. “Isso nos traz ainda mais entusiasmo e dedicação para vencer todos os desafios desta grande jornada”, diz.

Vem aí mais um desafio

Uma novidade que será incorporada em breve ao projeto de Educação Continuada é o formato de treinamento via “E-learning”, uma combinação entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação à distância. Corresponde a um modelo de ensino não presencial que tem a tecnologia como suporte. Com a criação do Centro de Aprendizagem Moneo para os treina-

Funcionários do HLR exibem certificados de módulos já concluídos: Neide Zaiden, coordenadora de atendimento; Rogers Cláudio, da controladoria e Valéria Cristina, da coordenação de internação

“Comunicação é mais que informação; informação subsidia, atualiza, nivela conhecimento. A comunicação sela pactos e educa.” (Autor desconhecido) mentos presenciais que estão sendo realizados, a empresa, sempre visando garantir aprendizagem e qualidade dos treinamentos que serão aplicados, já está implantando um novo ambiente dedicado aos cursos neste novo formato. A nova sala será inaugurada em breve e vai homenagear o pai do sócio fundador da Moneo, Agenor Gaiardo. Em pouco tempo os colaboradores do Hospital Lúcio Rebelo poderão desfrutar desta nova oportunidade. “Assim, caminhamos para atingir o nosso objetivo de notória diferenciação no meio empresarial”, finaliza Danielle.

Doenças de verão Dicas de como evitar incômodos típicos da mais quente estação do ano. • Desidratação: Ficar em local arejado, à sombra, usar roupas leves e ingerir muito líquido. • Insolação: Evitar exposição prolongada ao sol • Micose: Manter os pés e unhas secos, pois a umidade é amiga dos fungos • Bicho-de-pé: Não andar descalço • Intoxicação alimentar: Não comer alimentos crus em locais duvidosos.

Informativo Ano 1 nº 11 - Novembro de 2010


Vigilância dobrada na

A superbactéria: O Hospital Lúcio Rebelo está livre dela

guerra às bactérias

C

om a superbactéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase) rondando os hospitais, a equipe do Niras do Hospital Lúcio Rebelo redobrou a vigilância – que já é extremamente criteriosa – para se evitar a contaminação por essa ou qualquer outra bactéria. Os enfermeiros colhem a cultura de vigilância (swab nasal e anal) dos pacientes procedentes de outros serviços hospitalizados por mais de 48 horas e que tiveram procedimentos invasivos (cateter venoso central, sonda vesical de demora, entubação), deixando-os em precaução de contato

até o resultado das culturas chegarem. Além da cultura de vigilância, se o paciente vier com algum daqueles procedimentos, são colhidas também secreção traqueal, urocultura, hemocultura e se possível a ponta do cateter venoso central. Outras medidas tomadas pelo HLR foram: a adoção da desinfecção dos leitos de precaução duas vezes ao dia com álcool a 70% e o uso de capote para os funcionários que tiveram contato com esses ambientes; a instituição do banho com clorexidina

degermante e dos kits de sinais vitais para pacientes em precaução. Mais: dispensadores de álcool gel foram instalados em todos os leitos da UTI. A KPC é um microorganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente a grande maioria dos antibióticos.

Natal de luz e esperança Como faz todos os anos, o Hospital Lúcio Rebelo se enfeita de vermelho, verde, dourado e muitas luzes para o Natal e as festas de final de ano. A árvore de cinco metros no hall principal do HLR, por exemplo, já é tradição.

Outras quatro árvores menores serão espalhadas pelas dependências da unidade e milhares de lâmpadas serão instaladas na área externa do prédio. Quem está à frente dos preparativos da decoração de Natal este ano é Daniela Rebe-

Bola em campo

lo, que pretende entregar tudo pronto na primeira semana de dezembro. Depois de tudo pronto, é comum que muita gente apareça no HLR só para conferir a exuberância da decoração. As portas estarão sempre abertas.

Uma árvore de cinco metros é a maior atração do Natal no HLR

O time de craques da bola do Hospital Lúcio Rebelo já está nas quartas de final da 10ª temporada da Copa do Sindicato dos Trabalhadores na Saúde, da qual participam 20 times formados em unidades hospitalares, clínicas e laboratórios particulares. É a quarta vez que a seleção do HLR participa do campeonato, sendo que em 2007 ela foi finalista e quase chegou lá. Em pé da esquerda para a direita: Hélio, Adélcio, Walter, Lázaro, Roberto, Cláudio, Julio e Igor. Agachados: Elcione, José Eterno, Weder, Renato, Josivan e Danilo

Informativo Ano 1 nº 11 - Novembro de 2010

HLR-NOVEMBRO-2010  

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