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Linha direta com o futuro Funcionários do Hospital Lúcio Rebelo se preparam para acompanhar a grande reforma física que vai transformar a unidade em referência no Centro-Oeste

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Métodos para fazer o patrimônio humano pensar o futuro

O treinamento inclui discussões...

ara que o patrimônio humano do Hospital Lúcio Rebelo acompanhe a grande transformação física pela qual passará a unidade, o diretor Percival Rebelo contratou a Moneo Métodos, Processos e Tecnologia, do administrador de empresas e especialista em planejamento estratégico, Carlos César Gaiardo. A missão da Moneo é criar um ambiente propício à assimilação da evolução desta empresa de saúde, depois que ela multiplicar de tamanho e triplicar o número de funcionários. O projeto, batizado de Prosperidade e Perenidade, vai trabalhar com o desenvolvimento de competências para o gerenciamento. O trabalho de Gaiardo e sua equipe alcança todas as diretrizes administrativas que envolvem a empresa HLR. Passa primeiro pela identificação de estratégias adequadas ao projeto de futuro do Hospital; pela revisão de processos para melhorar o atendimento ao cliente e, por último, a implantação de um projeto de educação continuada para capacitar todos os colaboradores. O projeto que está sendo implantado tem duas fases identificadas até o momento. A primeira é o diagnóstico do ambiente, que será concluída até o final de julho. Desta etapa vão surgir as diretrizes sobre o que e como devem ser feitas as transformações. Aqui estão envolvidos a direção do hospital e os coordenadores da unidade, que serão os multiplicadores das estratégias estabelecidas. Depois, vem a fase da execução, que envolve o restante dos colaboradores e será implantada a partir de julho, com a educação continuada. Daí, todos os funcionários do Hospital Lúcio Rebelo já vão trabalhar focados na visão de futuro que o grande projeto físico requer.

...muitas e demoradas reflexões...

...e conclusões. Todos opinam Informativo Ano 1 nº 5 - Maio de 2010


Psicologia alivia a dor e apressa a cura

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inimizar as angústias e os medos, além de trabalhar a superação da dor de pacientes e familiares faz parte da rotina funcional da psicóloga hospitalar do Lúcio Rebelo, Rebeca Alves Velloso de Carvalho. “Sou apaixonada pelo meu trabalho e me empenho ao máximo em auxiliar o corpo médico na tarefa de diminuir o sofrimento e curar as pessoas que estão aos nossos cuidados.” A profissional lembra que o paciente com a psique equilibrada consegue melhores resultados em relação aos procedimentos clínicos administrados ou ao processo cirúrgico. “A mente sã reforça o sistema imunológico, permite melhor resposta do medicamento e consequentemente diminui o tempo de permanência na unidade de saúde”, recomenda. Rebeca Alves salienta que no geral são muitas as dúvidas e inquietações de uma pessoa de saúde frágil. A principal e maior delas é o medo da morte. A psicóloga lembra que são também fre-

quentes os temores sobre os efeitos colaterais dos medicamentos, dos riscos de sequelas do pós-tratamento e até de problemas sociais, como incapacitação para o trabalho. O setor de psicologia hospitalar do Lúcio Rebelo promove a terapia breve e dirigida principalmente aos pacientes internados, com especial cuidado àqueles da Unidade de Terapia Intensiva. Rebeca Alves explica que os cuidados psicológicos muitas vezes se iniciam antes da internação, como ocorre no processo de preparação para as intervenções cirúrgicas. “É também bastante comum em nossa atividade levar conforto à família dos pacientes. Reduzir a ansiedade daqueles que estão próximos do enfermo ajuda muito na evolução da cura.”

Rebeca Alves: sua tarefa é diminuir o sofrimento

Rebeca Alves lembra que para lidar com casos de extrema comoção, como a notificação de doenças degenerativas ou graves, o setor de psicologia desenvolve estratégias de enfrentamento do problema junto com o corpo clínico. “A psicologia hospitalar tem a finalidade de reforçar as defesas do ego, resgatar a autoestima e devolver ao paciente a vontade de viver, atividade que no Lúcio Rebelo fazemos com profissionalismo e coração”, comenta a psicóloga.

EXPEDIENTE

Informativo Hospital Lúcio Rebelo Presidente: Percival Xavier Rebelo Filho Diretoria de Hotelaria: Maria Helena Leal Lúcio Rebelo Diretoria Geral: João Antunes de Macedo Neto Diretoria Técnica: Seikazu Tamashiro Coordenação de UTI: Eduardo For miga Lourenço Souza Coordenação de Emergência: Mayler Olombrada N. dos Santos Jornalista responsável: Britz Lopes - JP00810-GO Redação e fotografia: Marcio Fernandes Editoração eletrônica: Ygor Lima Revisão: Francisco Felix Impressão: Grafopel

Av. Edmundo Pinheiro de Abreu nº 451 St. Bela Vista - CEP: 74823-030 Telefone: (62) 3257.2000 www.luciorebelo.com.br contato@hospitalluciorebelo.com

Informativo Ano 1 nº 5 - Maio de 2010

No Lúcio Rebelo, há sempre uma mão amiga pronta para tranquilizar o paciente

Aniversariantes de junho

de Oliveira Costa - rouparia 1 Adenilson Tiago Ferreira da Mota - pronto-socorro Otoni Martins Silva - centro cirúrgico 5 Einalda Francisca Cruz Costa - centro cirúrgico Aparecida dos Santos Gonçalves - rouparia 6 Maria Valéria Cristina Alves Coelho - internação 7 Mariana Coelho Claudino Borges - posto I 9 Neli Moreira Pontes - higienização

11 12 Tânia Maria Pinto da Silva - pronto-socorro 14 Thays Ribeiro da Silva - posto II Eduardo Ortelino de Souza - radiologia Marcos Antonio Machado - faturamento

Antonia Cruz Costa - rouparia 15 Maria Marinalva Justino - cozinha Silva Souza - copa 16 Cleonice Tatiele Miranda Lima - internação 18 Werder Luciano Vieira - radiologia Dias de Alecrim - recepção PS 19 Diomar Maria Divina Lopes dos Santos - posto II da Costa Silva Sousa - posto II 20 Alline Marcos Aurélio Barcelos de Andrade - depto. pessoal Wandrey Silva Santos - pronto-socorro

26 Junio Socrates de Almeida - pronto-socorro 29 Maria Divina da Silva - cozinha 30 Eliana dos Santos Leal - higienização


Tratamento adequado do lixo hospitalar

Os trabalhadores encarregados do lixo, têm indumentária especial

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Hospital Lúcio Rebelo desenvolve rigoroso tratamento da geração, da deposição e do descarte do lixo gerado na unidade de saúde. O sistema adotado observa as normas estabelecidas no Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde (PGRS) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O programa, importante ferramenta de controle de infecção hospitalar, tem a finalidade de proteger a saúde dos pacientes e funcionários e se sustenta em política de redução dos impactos ambientais. As soluções para o complexo

problema começam com a separação e o acondicionamento por tipo de rejeito gerado. O material infectante, que produz maior dano potencial à saúde pública e ao meio ambiente, é depositado em embalagens plásticas brancas especialmente projetadas para afastar risco de contaminação por sangue, secreções, urina e fezes. Todo esse tipo de rejeito que contém agentes biológicos é depositado em container em área apropriada, de onde é recolhido diariamente pelo serviço de coleta de lixo hospitalar da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). O cuidado é redobrado com os detritos pérfuro-cortantes. O material é acondicionado em caixas de papelão que garantem segurança em relação ao risco de ocorrência de acidentes de trabalho, para depois ser levado à incineração. O serviço é realizado por empresa terceirizada, a Incinera Tratamento de Rejeitos Ltda., cuja usina é localizada em Senador Canedo. Há ainda o cuidado diferenciado aos poucos rejeitos químicos gerados no Lúcio Rebelo, especialmente para evitar a intoxicação por

Semana de conscientização O Hospital Lúcio Rebelo programou uma semana de intensas atividades para a Semana de Educação Continuada do Niras – Núcleo de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde –, que vai acontecer no mês de junho, no

Sem ar

Uma pesquisa do jornal australiano Sydney Morning Herald relacionou algumas das síndromes mais estranhas que atingem o ser humano. Uma delas é a de Ondina, referência à ninfa das águas na mitologia pagã europeia. A doença faz com que as vítimas percam o controle da respiração.

Auditório do HLR. Na lista de palestras constam: higienização das mãos; gerenciamento de resíduos em serviço de saúde; risco biológico; precauções e isolamento: a importância no controle das infecções hospitalares e curativos.

Morte lenta

Não é novidade pra ninguém que o cigarro pode causar câncer e que, a longo prazo, encurta a vida das pessoas. Pois um novo estudo de um grupo de cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, foi bem mais preciso. Os estudiosos calcularam que cada vez que um homem fuma um cigarro está encurtando sua vida em 11 minutos.

glutaraldeído, substância utilizada em desinfecção a frio no setor de Urologia. Também o lixo doméstico, produzido por atividades administrativas e de limpeza, recebe cuidados especiais desde o recolhimento até a deposição final. Os trabalhadores encarregados da atividade são hermeticamente protegidos com luvas, botas, máscaras e aventais, além de serem submetidos a sistemáticos treinamentos por meio dos programas de educação continuada. O Lúcio Rebelo entende que para promover a vida, todos os esforços devem ser empenhados no sentido de manter o ambiente hospitalar absolutamente limpo por intermédio de práticas e procedimentos sustentáveis.

Datas de Junho 03 Dia Mundial do Administrador de Pessoal Dia de Pentecostes Dia de Corpus Christi 09 Dia do Porteiro Dia da Imunização 12 Dia dos Namorados 13 Dia de Santo Antônio 14 Dia Universal de Deus 18 Dia do Químico 21 Início do inverno 24 Dia de São João Dia Internacional do Leite 28 Dia da Renovação Espiritual 29 Dia de São Pedro e São Paulo Dia do Papa Dia da Telefonista

Amigão

Foram os americanos que descobriram: passar alguns minutos acariciando um cachorro pode diminuir a ansiedade de um doente do coração e até mesmo ajudar na recuperação dele. Mas o gesto tem de ser feito em casa, já que é proibida a entrada de cães em hospitais.

Informativo Ano 1 nº 5 - Maio de 2010


Cirurgia cardíaca

História de um carpinteiro da medicina

O médico Paulo de Tarso: mais de 2 mil cirurgias

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história do Hospital Lúcio Rebelo está inscrita na habilidade e na competência das mãos do cirurgião cardiovascular Paulo de Tarso do Couto, 52 anos. Em 1997, o médico realizou a primeira cirurgia cardíaca na unidade. A intervenção foi um sucesso em vários sentidos. Além de salvar preciosa vida, Paulo se tornou genro e amigo do paciente. Desde aquela iniciativa pioneira que converteria o Lúcio Rebelo em re-

ferência cardiológica do Centro-Oeste, Paulo de Tarso do Couto já acumulou 2.010 cirurgias. Hoje, a unidade hospitalar realiza o ciclo completo de intervenções coronarianas, valvulares, musculares e do sistema elétrico do coração. O hospital está se capacitando para realizar transplantes cardíacos. Nos 26 anos de profissão, o médico construiu carreira vitoriosa ao devolver a saúde a milhares de pacientes. Paulo de Tarso do Couto traz na memória cirurgias de grande complexidade, que depois de horas de luta contra a morte resultaram em vida saudável. Um caso marcante foi de um dentista submetido a implante de ponte de safena que ficou com o coração parado por cerca de dez horas. O óbito era quase consenso entre corpo médico, mas Paulo de Tarso do Couto manteve a cirurgia aberta e resolveu esperar. Um mês depois, comenta, “tive a honra de participar de um churrasco com o paciente”.

O médico confessa que alguns reveses o fizeram pensar em abandonar o bisturi. Logo se entusiasma ao lembrar que na semana seguinte estava de novo na sala de cirurgia. O compromisso ético e a autoconfiança profissional sempre falaram mais alto. Paulo de Tarso do Couto ressalta que o cirurgião cardiovascular é, em muitos casos, a última esperança de um paciente portador de patologia extremamente opressiva, que lhe retira a força até para gritar contra a dor. “Espero ter coluna de aço e olhos de lince por muito tempo para poder dar qualidade de vida aos meus pacientes e minimizar o sofrimento dos familiares”, comenta. O médico compara a missão de um cirurgião cardiovascular ao trabalho do restaurador de obra de arte preciosa. De coração aberto, Paulo se considera “um carpinteiro da medicina”.

Você está cuidando da sua próstata? * Dr. Fernando Franco Leão

A próstata humana saudável é um pouco maior que uma noz e sua principal função é armazenar e secretar um fluido claro que constitui 10-30% do volume do fluido seminal, que junto com os espermatozóides constitui o sêmen. O resto desse fluido é produzido pelas vesículas seminais. A próstata também contém alguns músculos que ajudam a expelir o sêmen durante a ejaculação. Anatomicamente ela fica bem abaixo de bexiga, envolve a uretra e pode ser examinada através do exame de toque retal. As duas doenças prostáticas mais comuns são a Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) e o Câncer da Próstata. A HPB é o aumento do volume da próstata e que pode trazer dificuldades para urinar. O aumento da idade e a presença dos testículos funcionantes (local de produção do hormônio masculino – testosterona), representam os fatores mais imInformativo Ano 1 nº 5 - Maio de 2010

portantes para o surgimento da HPB. Os principais sintomas são: jato urinário fraco e intermitente (cortado), aumento da frequência urinária tanto de dia quanto à noite, esvaziamento vesical incompleto (sensação de que ainda resta urina na bexiga no final da micção), gotejamento no final da micção, hesitância miccional (demora para começar a urinar), urgência miccional e por fim a retenção urinária com consequente uso de sonda na bexiga. Após o correto diagnóstico de HPB, realizado por um urologista, será verificada a necessidade de tratamento ou não, medicamentoso ou cirúrgico. Recomenda-se que após os 40-45 anos de idade iniciem-se os exames de prevenção, principalmente se não estiver urinando bem. Outra situação muito comum é o Tumor Maligno da Próstata (Câncer). Tem sua incidência aumentada após os 55 anos de ida-

de, com pico em torno dos 70. O diagnóstico é suspeitado quando da elevação do PSA, ou próstata alterada no toque retal, e seu diagnóstico é confirmado por biópsia da próstata. A idade (acima dos 55 anos), a etnia (afro-americanos) e antecedentes familiares são fatores de risco já estabelecidos, assim como uma dieta rica em gordura. Elementos que funcionam como protetores contra o câncer são a vitamina E, o selênio, o licopeno, e as isoflavonas (soja). O tratamento é instituído após verificar se é um câncer localizado na próstata ou se já está avançado. Independente da presença de sintomas urinários, todos os homens devem iniciar seus preventivos de próstata a partir dos 50 anos de idade. Ou 40-45 anos para aqueles que possuem antecedentes familiares de câncer. E esses preventivos deverão ser repetidos anualmente ou conforme orientações do urologista.

*Dr. Fernando Franco Leão é Urologista do Hospital Lúcio Rebelo

HLR-MAIO-2010  

Funcionários do Hospital Lúcio Rebelo se preparam para acompanhar a grande reforma física que vai transformar a unidade em referência no Cen...

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