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Pronto - Socorro tem apoio de várias e spec ialidade s

E

m casos de emergência, o sucesso do atendimento é determinado pela rapidez da decisão médica, por profissionais capacitados e pela tecnologia hospitalar disponível. No Pronto-Socorro do Hospital Lúcio Rebelo todos esses requisitos são cumpridos e ainda há o diferencial de a unidade ser referência do Centro-Oeste no tratamento de cardiologia e contar com uma equipe de apoio que envolve várias especialidades médicas (ver quadro). Neste primeiro semestre, a instituição registrou uma média de 3.381 pacientes por mês entre emergência e urgência. O sistema de atendimento 24 horas compreende quatro consultórios e uma sala de observação de 24 leitos,

Urgência e emergência 3.381 é o número de pacientes atendidos todos os meses no Pronto-Socorro do Hospital Lúcio Rebelo. sempre com um cardiologista de plantão. Para apoiar os diagnósticos, os médicos do Pronto-Socorro empregam os mais modernos recursos nas áreas de Radiologia, Tomografia, Ultrassonografia, Ecocardiologia e Hemodinânica,

além de exames complementares de laboratório como Mioglobina, Dímero-D e análises clínicas. “A chave para o tratamento do paciente que se encontra em situação de risco de morte é a agilidade do primeiro atendimento, quando é efetuado o diagnóstico e iniciados os procedimentos para reversão do quadro”, comenta o chefe do Pronto-Socorro e da Unidade Coronária do Lúcio Rebelo, Mayler Olombrada. O médico explica que o paciente de Acidente Vascular Cerebral (AVC) consegue a recuperação se tratado até três horas depois da manifestação do primeiro sintoma, enquanto no caso do infarto o atendimento deve ser efetuado em até 90 minutos da manifestação da primeira crise. No PS do Lúcio Rebelo, as situações de emergência seguem a rotina do primeiro atendimento a ser efetuado por enfermeira, que faz a triagem e encaminha o paciente direto para sala de observação. Em seguida o médico plantonista elabora o diagnóstico, conduz o caso ao conhecimento de especialista e, conforme for a natureza da patologia, é efetuada a internação. Já assistência de urgência demanda em média 20 minutos entre a retirada da senha e o atendimento no consultório médico. (Continua na pág. 02)

O Pronto-Socorro: equipe treinada para atender com rapidez e eficiência

Mayler, chefe do Pronto-Socorro do Lúcio Rebelo

Nossas equipes - Cardiologia - Neurologia Clínica e Cirúrgica - Cirurgia Geral - Urologia Clínica e Cirúrgica - Nefrologia - Hematologia - Cirurgia Cardíaca - Cirurgia Vascular - Cirurgia Torácica - Pneumologia - Gastroenterologia Clínica e Cirúrgica - Clínica Médica

Instalações confortáveis e atendimento 24 horas por dia Informativo Ano 1 nº 7 - Julho de 2010


Pronto-Socorro

Pacientes atestam eficiência e segurança

O

bioquímico André José Rick Guimarães, 28 anos, se sentiu mal por problemas de intoxicação alimentar e em menos de meia hora já estava na sala de observação do Pronto-Socorro do Lúcio Rebelo em repouso e medicado. “Gostei muito da eficiência e do cuidado com que estou recebendo o tratamento, que foi rápido, desembaraçado e cortês,” comentou o paciente. Apesar de ter sido acometido

por crise renal, o frentista Sterlan Magalhães, 24 anos, também estava bastante satisfeito com o tratamento recebido no PS do Lúcio Rebelo. “Já estou medicado, fiz ultrassonografia, colhi urina para o laboratório e logo devo fazer outros exames. Uma assistência nesse nível me dá muita confiança da minha recuperação,” argumentou. A aposentada Wilma Alves Roque é acostumada buscar atendimento no PS do Lúcio Rebelo

Sterlan: “Assistência me passou confiança”

sempre que o pai, Geraldino José Roque, 83 anos, tem problemas de insuficiência respiratória. “Aqui somos atendidos com rapidez, o ambiente é limpo, confortável e os funcionários são educados e atenciosos. Para realizar assistência de saúde humanizada e competente, o PS do Lúcio Rebelo emprega quatro médicos, um profissional da enfermagem, oito técnicos de enfermaria, cinco recepcionistas e cinco secretários para a liberação de convênios.

André: “Gostei da eficiência e do cuidado”

EXPEDIENTE

Wilma: “Funcionários são educados e atenciosos”

Informativo Hospital Lúcio Rebelo

Aniversariantes de agosto Antunes de Macedo Neto – diretor geral 1 João Neiva Maria Carneiro Veneziani – faturamento

2

Lucimeire Alves Rodrigues Lopes – recepção Raquel Lemes de Sousa – técnica em enfermagem Sivaldina Rodrigues da Silva e Silva – serviços gerais

de Almeida Gonzaga – recepção de 3 Thaynara internação

Corina Soares da Silva Neta – técnica em enfermagem

dos Anjos Oliveira – técnica em enfermagem 18 Selma Eizenhawer Petterson do Amaral – técnica em enfermagem

22 Edivaldo Alves de Souza – telefonia 23 Marta Alves Teixeira – técnica em enfermagem Adfayne Santos de Souza – recepcionista

de Jesus Rodrigues dos Santos – serviços gerais Fabiola Moraes de Castro – técnica em 24 Monica 6 Yeda Maria Helena Leal Lúcio Rebelo – diretora enfermagem

8 Gizelli Souza Santos Rodrigues – lanchonete 10 Eurimar dos Santos Silva – serviços gerais 12

Emanuel Felipe Batista de Oliveira – recepção Warley Ribeiro dos Santos – recepção

17

Sandra Otília de Jesus Vicêncio – técnica em enfermagem

Informativo Ano 1 nº 7 - Julho de 2010

Presidente: Percival Xavier Rebelo Filho Diretoria de Hotelaria: Maria Helena Leal Lúcio Rebelo Diretoria Geral: João Antunes de Macedo Neto Diretoria Técnica: Seikazu Tamashiro Coordenação de UTI: Eduardo For miga Lourenço Souza Coordenação de Emergência: Mayler Olombrada N. dos Santos Jornalista responsável: Britz Lopes - JP00810-GO Redação e fotografia: Marcio Fernandes Editoração eletrônica: Ygor Lima Revisão: Francisco Felix Impressão: Grafopel

Souza Dias – serviços gerais 25 Rosineide Tatiana Alves dos Santos – enfermeira

23 Rosilda Gomes dos Santos – copeira 24 Maria Cristiane de Souza Arruda – copeira

Av. Edmundo Pinheiro de Abreu nº 451 St. Bela Vista - CEP: 74823-030 Telefone: (62) 3257.2000 www.luciorebelo.com.br contato@hospitalluciorebelo.com


Exercício pleno da Medicina

O

diretor da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Lúcio Rebelo, Eduardo Formiga Lourenço Sousa, dedica 14 horas por dia à administração do conflito entre a vida e a morte. O cardiologista e intensivista paulistano cuida do setor mais sensível do hospital, onde, em 22 leitos, a missão do médico é mudar a história natural da patologia e restituir a vida ao paciente. “A UTI é o coração do hospital”, comenta, ao lembrar os quatro princípios que orientam a sua conduta profissional: dedicação exclusiva, permanente atualização científica, uniformidade de linguagem da equipe e experiência acumulada. Eduardo Formiga é um profissional de êxito que se entrega ao exercício pleno da medicina, da geração do conhecimento à assistência de saúde do paciente grave. “No Lúcio Rebelo temos a cultura médica de que a UTI não é um lugar para morrer, mas uma unidade onde primordialmente se promove a vida de qualidade,” acentua. Antes de vir para Goiânia, o médico fez carreira notável em importantes instituições hospitalares de São Paulo, a exemplo da Beneficência Portuguesa, do Incor e do Hospital Sírio-Libanês. O médico recorda que seis anos atrás, ao aceitar o convite do médico Percival Rebelo para trabalhar em Goiânia, assumiu a responsabilidade de construir uma UTI onde a busca da excelência fosse perseguida com o

O diretor da UTI, Eduardo Formiga: eterna busca pela excelência

emprego de tecnologia avançada, capacitação de pessoal e gestão de alta produtividade com o objetivo de obter o maior índice de sobrevivência ao alcance da ciência médica. Eduardo Formiga rejeita o lugar-comum que muitas vezes qualifica o diferencial da Unidade de Tratamento Intensiva como “humanizada”. De acordo com o diretor, a expressão é redundante, uma vez que fala de uma função elementar de todos os profissionais que trabalham no setor. “Trata-se de uma obrigação e na UTI do Lúcio Rebelo temos o comprometimento de assistir o paciente de forma integral”. O diretor comanda uma equipe composta por 53 funcionários e afirma que não consegue ser outra coisa a não ser médico, assim entendido um especialista sem a menor ambição mercantilista e fundamentalmente movido pelo dever ético da profissão.

O cardiologista, que foi preceptor de Residência Médica do Hospital Sírio-Libanês, argumenta que pertence a uma família que não tem tradição na medicina e que segue o ensinamento fundamental do seu pai de não fazer do trabalho a busca obcecada do resultado monetário, mas a realização da dignidade profissional por meio de uma atividade relevante. “No meu caso, ser um bom médico é o mais importante da vida e muitas vezes sacrifico a atenção à minha família. Eles entendem a minha ética”, ressalta. Eduardo Formiga faz a medicina de ponta, justamente onde a vida e a morte se confrontam. Competente, todos os dias observa rigorosa diretriz de tratamento com a finalidade de devolver a saúde aos seus pacientes e confortar as famílias por intermédio da segurança científica e da transparência das condutas.

Música para os ouvidos e a alma

L

Christopher Yuri ao piano: música proporciona conforto aos pacientes

ogo que entra na recepção do Lúcio Rebelo, o paciente de consultas e exames percebe o diferencial do ambiente. Primeiro o atendimento é personalizado, ágil e dedicado a dar atenção humanizada a quem necessita dos serviços da organização hospitalar. A sala de espera possui assentos bastante cômodos, ar condicionado, sistema de TV de plasma e lanchonete. Mas há algo que destaca o hospital. É a música de Christopher Yuri, um

pianista que começou a tocar aos 12 anos e todos os dias traz conforto aos pacientes ao interpretar clássicos eruditos, MPB e grandes sucessos internacionais. Na nobreza de um piano de cauda, o artista faz da música uma terapia que atenua as ansiedades e converte o tempo de espera em uma experiência agradável. “Para mim é um privilégio fazer do piano um instrumento que ajuda a aliviar a dor daqueles que nos procuram para tratamento”, comenta Christopher Yuri. Informativo Ano 1 nº 7 - Julho de 2010


Fisioterapia reduz tempo de internação

O

papel da fisioterapia é cada vez mais abrangente em face da constante qualificação dos serviços de assistência à saúde, que não se limitam mais a garantir a sobrevivência, mas oferecer qualidade de vida ao paciente. Nesse sentido, o profissional do setor tem importância fundamental em unidades como o Hospital Lúcio Rebelo, que realizam procedimentos de grande complexidade como Unidades de Terapia Intensiva (UTI), cirurgias cardíacas, vasculares, neurológicas, ortopédicas, pulmonares, abdominais, dentre outros. O Hospital Lúcio Rebelo conta com uma equipe de quatro fisioterapeutas coordenados por Lady Diana Gontijo de Melo. Professora da Universidade Paulista (UNIP), a profissional especializada orienta a prestação de um serviço direcionado às necessidades individuais de cada paciente para a prevenção e o tratamento de patologias prévias ou decorrentes da internação. “Empregamos o conhecimento da fisioterapia conscientes do valor científico dos recursos utilizados para a promoção da saúde,” explica Lady Diana. A função do fisioterapeuta hospitalar é evitar os efeitos danosos da hipoatividade ou da inatividade do paciente restrito ao leito.

A terapia consiste em prevenir e tratar as complicações respiratórias e motoras para restaurar a integridade de funcionamento do organismo. “O que mais nos estimula e desafia a desenvolver o trabalho de fisioterapia hospitalar é

Lady Diana: missão de aliviar a dor e devolver à vida com dignidade

aliviar a dor dos nossos pacientes e devolvê-los à vida com dignidade”, diz a coordenadora. Lady Diana ressalta que a responsabilidade do fisioterapeuta é cada vez mais crescente em uma unidade hospitalar e lembra que

o profissional contribui para a eficiência sistêmica dos serviços de saúde ao abreviar o tempo de internação do paciente, especialmente na UTI, e minimizar os efeitos do pós-operatório e dos tratamentos clínicos. A coordenadora explica que no Lúcio Rebelo a fisioterapia hospitalar é dedicada ao atendimento nos setores de cardiologia, neurologia, pneumologia, urologia, ortopedia, oncologia e cirurgias abdominais. A partir do emprego de técnicas manuais, posturais e mecânicas, a equipe de fisioterapeutas do hospital desenvolve trabalhos respiratórios com o objetivo de melhorar o exercício aeróbico e o retorno venoso, realizar a higiene brônquica e melhorar a mecânica respiratória de pacientes internados. Outra vertente importante da fisioterapia é recuperar a capacidade motora e de coordenação para que o doente internado volte a se habilitar às atividades de vida diária. “A função fundamental da fisioterapia no Hospital Lúcio Rebelo é de promover a vida e devolver a saúde aos nossos pacientes. Integrados à equipe multidisciplinar, utilizamos as possibilidades científicas da profissão para cumprir a missão do hospital de sempre humanizar o atendimento,” resume Lady Diana.

Relação de olhos nos olhos

A

qui o paciente tem sempre razão. E o atendente, sensibilidade de sobra para lidar com cada um deles. Por isso, o Hospital Lúcio Rebelo oferece sempre instrumentos para otimizar a relação atendente – cliente. Desta vez, 40 funcionários da área de atendimento do HLR se reuniram para a palestra Humanização e profissionalismo, proferida pela administradora Elizete Souza Rosa Folgosi. Informativo Ano 1 nº 7 - Julho de 2010

Funcionários reunidos para a palestra

HLR-JULHO-2010  

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