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INFORMATIVO EINSTEIN Boletim bimestral para o Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein

Janeiro/Fevereiro

25

2012

Nossa mensagem A caminho da excelência A busca pela melhoria do atendimento é um desafio contínuo. E, para chegar à excelência, torna-se necessário enxergar além do horizonte e, muitas vezes, exige-se mudança de culturas e processos. No início, optar por esse caminho pode ser desafiador. Mudar não é simples, demanda esforço, comprometimento e vontade de todos. Implica em reconhecer a importância da mudança como um processo de renovação. No Einstein, essa oportunidade nos é colocada diariamente. Mantemo-nos sempre abertos às soluções que tragam melhoria para o nosso paciente – ele é nosso principal foco; estamos atentos a outros mercados, buscamos boas práticas de outros segmentos. Um exemplo disso é o Projeto de Melhoria no Fluxo do Paciente do Einstein, desenhado há cerca de um ano, que analisa a entrada e saída do paciente no hospital. O objetivo é, em parceria com o médico e a família, propor sempre que possível a desospitalização do paciente da maneira mais segura e adequada – oferecendo inclusive, quando necessário, serviço de home care ou internação em nossa unidade de atendimento ao paciente de longa permanência. Essa iniciativa traz benefícios para todos: o paciente volta ao acolhimento do lar com a infraestrutura necessária, os seguros de saúde têm à disposição o melhor cuidado ao seu cliente com preços mais competitivos e ainda ampliamos a disponibilidade de leitos.

Outra mudança que já produz bons resultados ocorreu em nossas Unidades de Primeiro Atendimento. Revimos os processos e implementamos novo fluxo de triagem, baseado no método da Agency for Healthcare Research and Quality, o que melhorou e agilizou o atendimento. Contamos com sua ajuda para sugerir, criar novos processos e ajudar a construir uma instituição cada vez melhor para o paciente. Claudio Luiz Lottenberg

Presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Veja também nesta edição boas práticas Melhoria nos processos

foco no paciente Atenção especial aos pacientes de longa permanência

Hospital expande novo modelo de atendimento da UPA

inovação Tecnologia a serviço da saúde


Boas práticas Melhoria nos processos

O que está sendo feito e o que se espera do Corpo Clínico para aprimorar os procedimentos internos e reduzir o tempo de internação Um desafio importante dos principais centros hospitalares em todo o mundo é a busca contínua pela melhoria dos indicadores. Do Pronto Atendimento ao Centro Cirúrgico, passando pela Internação e outros setores, o que pode ser feito para elevar essa qualidade? Reduzir o tempo de espera do paciente, evitar atrasos nos horários de cirurgias, agilizar a liberação do leito para uma eventual urgência? Afinal, qual caminho seguir? Para encontrar respostas mais condizentes com o reconhecido padrão de excelência praticado pelo Einstein, metodologias desenvolvidas em outras organizações inspiram cada vez mais nossas práticas. O Six Sigma e Lean Manufacturing são dois exemplos. Desenvolvidas pela Motorola e Toyota, respectivamente, ambas estabelecem um conjunto de regras para tornar os processos mais eficazes, melhorar o desempenho e eliminar desperdícios.

Claudia Laselva, gerente da Clínica Médica Cirúrgica (CMC) e Serviços de Apoio Assistencial

Uma das iniciativas adotadas foi o Projeto de Melhoria no Fluxo do Paciente do Einstein. Ide-

alizado há pouco mais de um ano, o projeto propôs analisar o fluxo do atendimento desde a entrada até a saída do paciente na instituição. Após o exame atento do fluxo dos diversos setores, foram identificados os principais gaps na Internação, no Pronto Atendimento, nos Consultórios, no Centro Cirúrgico, no Centro de Terapia Intensiva, no Setor de Transporte, entre outros. Com o mapeamento completo, estabeleceram-se alguns indicadores. “As metas eram ousadas e só conseguimos atingir muitos dos objetivos por conta da cooperação entre as áreas”, afirma Claudia Laselva, gerente da Clínica Médica Cirúrgica (CMC) e Serviços de Apoio Assistencial do Einstein. Um dos exemplos mais evidentes é o tempo de espera para liberação de leito na Clínica Médica Cirúrgica para um paciente do Pronto Atendimento. Antes, o paciente aguardava em média 2h40 para obter uma vaga na clínica médica, tempo reduzido para uma hora. “Aprendemos muito. A internação teve de olhar para o Pronto Atendimento como prioridade no sistema. A clínica médica precisou se mobilizar para liberar os leitos com agilidade. O Transporte priorizou os pacientes cirúrgicos. Este é o hospital que queremos, um ’hospital sem paredes’, em que cada colaborador, independente de sua área de atuação tem como prioridade sempre o paciente do Einstein”, conclui Claudia. Próximas etapas O projeto deve continuar e para isso é fundamental envolver equipes e compartilhar resul-

tados e experiências. “Há 10 anos trabalhamos em diferentes frentes para montar uma estrutura que permite os avanços conquistados”, conta o médico Miguel Cendoroglo Neto, diretor do Hospital.

Um ponto importante a ser avaliado é o tempo médio de internação com vistas à desospitalização. Atualmente, um paciente que retira a vesícula fica de 3 a 4 dias internado. Nos Estados Unidos, a internação é de um dia. “Essa estada mais longa no hospital acontece em parte pela cultura médica atual. Como fazer para mudar isso? Há oito anos o Einstein tem a própria estrutura de home care, e no

ano passado começamos a testar o modelo em cirurgias abdominais mais simples. Sugerimos a alguns médicos que poderiam dar alta mais precocemente, dando continuidade ao atendimento em casa com apoio de nossa estrutura de home care. A receptividade foi boa e tivemos vários elogios por parte de médicos e pacientes”, relata dr. Cendoroglo. O mesmo programa vem sendo testado, desde novembro de 2011, na Maternidade. O objetivo era reduzir o tempo de permanência de quatro para dois dias, levando a assistência Einstein para a casa da família. A aceitação foi muito boa. “Queremos diminuir o tempo médio de internação do procedimento gerenciado, mas para isso precisamos da adesão do médico. Tudo o que o médico faz para reduzir o uso excessivo de estada ou de recursos no hospital, acaba resultando em menores custos e melhoria do acesso de seus pacientes ao Hospital”, afirma dr. Miguel.


Foco no paciente Atenção especial aos pacientes de longa permanência

Para oferecer atendimento humanizado e personalizado, o Einstein dobra o número de leitos na Unidade Vila Mariana Desde 2011, o hospital conta com um prédio exclusivo na Vila Mariana para pacientes internados há um mês ou mais, oferecendo cuidados especiais àqueles que dependerão não só de equipamentos médicos, mas de uma equipe multidisciplinar adequada. A Unidade possui, ainda, uma estrutura humanizada, áreas arborizadas, jardins e outros espaços para acolher pacientes e seus familiares. Atualmente, a Unidade Vila Mariana conta com 15 leitos e a Unidade Morumbi disponibiliza 19 leitos para esses casos, localizados na Unidade de Longa Permanência, no 13° andar do Bloco D. “Na Vila Mariana, nosso foco é a humanização do atendimento. Acreditamos que, ao oferecer conforto e atenção especial, o quadro desses pacientes melhora consideravelmente”, afirma dr. Fabio Gazelato, coordenador médico da Unidade Vila Mariana. Quando a equipe médica não consegue desospitalizar o paciente devido à necessidade de cuidados hospitalares ou porque a família não dispõe de infraestrutura para levá-lo para casa, ele é encaminhado para a Unidade de Longa Permanência da Vila Mariana. Caminho da desospitalização Em 2005, o Einstein iniciou o Programa de Gestão do Paciente de Longa Permanência, composto por um grupo de funcionários de várias áreas: Médica, Assistência Social, Home Care, Comercial, etc. Desde então, a equipe se encontra periodicamente para verificar as condições dos pacientes que atingiram 30 dias de internação e avaliam a possibilidade de desencadear ações pontuais de desospitalização.

O grupo identifica, por exemplo, se há necessidade de tratamento domiciliar, uso de equipamentos e se a família terá estrutura para cuidar do paciente de maneira segura. Após debater as condições e diagnosticar cada necessidade, o grupo – junto com o médico titular, o plano de saúde, os familiares e o próprio paciente – decide a melhor solução para o caso. O paciente pode ser acompanhado por home care, encaminhado à Unidade Vila Mariana ou receber alta. No ano passado, o Einstein gerenciou 509 pacientes de longa permanência e 436 foram desospitalizados.


Foco no paciente

De acordo com o dr. Oscar Fernando Pavão, diretor de Prática Médica, alguns pacientes permanecem internados por meses ou até anos, ocupando leitos que poderiam ser utilizados para tratamento de casos complexos. “Isso ocorre por vários fatores. Muitas vezes a família não tem estrutura para cuidar do paciente ou não quer assumir tal responsabilidade. Os planos de saúde nem sempre oferecem cobertura contratual para atendimento domiciliar, então há uma acomodação por parte dos familiares”. Segundo o médico, a equipe do Einstein busca as melhores soluções para que a pessoa possa ter todos os cuidados necessários após a desospitalização. Quando o paciente apresenta uma mudança na sua condição de vida, a família passa a ter grande importância no processo de cuidado. “Os pacientes estão sempre em primeiro lugar. Cabe a nós preparálos para retornarem às suas casas em condições seguras”, afirma dr. Pavão. “Hoje nosso cenário social mudou. Nossa longevidade está maior e nem sempre algum familiar pode dar assistência ao paciente com doenças de longa permanência, como antigamente. Por isso, surgiu no mercado um novo profissional: o cuidador,

que acompanha pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais”, completa dr. Murilo Alves Moreira, gerente comercial do Einstein. Internação em casa Na opinião da dra. Christina Ribeiro, gerente da área de Home Care, a orientação da equipe hospitalar é imprescindível para auxiliar a família no processo de aceitação da nova situação. Segundo a médica, com o serviço de assistência domiciliar oferecido pelo Einstein é possível programar desde a visita de um profissional de enfermagem à residência do paciente até a internação domiciliar. “Somos pioneiros nesse segmento, nenhuma outra instituição de São Paulo dá esse apoio completo como o Einstein”, diz. Segundo ela, a família que opta pelo home care se sente mais acolhida e a qualidade da assistência supera o desconforto da falta de privacidade. Entre os serviços de home care disponíveis, estão suporte assistencial 24 horas, atuação pontual de um ou mais profissionais, acompanhamento de pacientes no período de internação hospitalar ou no pós-alta em domicílio, cuidados paliativos, sessões de


fisioterapia, fonoaudiologia, acompanhamento psicológico e nutricional. “Quando o paciente está estável, a assistência domiciliar é a melhor opção. A pessoa tem vários benefícios por estar no aconchego de seu lar, como a diminuição do estresse e a depressão da internação. Financeiramente também é mais viável para a família e até mesmo para as operadoras de saúde. Todos ganham”, diz Moreira. Pesquisa interna do hospital aponta 95% de satisfação dos familiares de pacientes de longa permanência – sejam internados nas Unidades Morumbi, Vila Mariana ou em home care. Segundo o IBGE, 75,5% dos idosos no Brasil têm alguma doença crônica. Engana-se, porém, quem pensa que apenas pacientes da terceira idade podem permanecer por um longo período nos hospitais. Há muitos casos de jovens vítimas de acidentes que tiveram funções respiratórias e de locomoção bastante atingidas. Entre as crianças, a asma é a doença de longa permanência mais comum no mundo. “Os casos de jovens nessas condições são os mais graves”, afirma dr. Pavão.

XI Simpósio Brasileiro de Assistência Domiciliar A área de Home Care, em parceria com o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP), organiza a 11ª edição do Simpósio Brasileiro de Assistência Domiciliar (Sibrad) nos dias 21, 22 e 23 de março, no hotel Renaissance São Paulo. Com o tema “Assistência Domiciliar no Brasil: sustentabilidade política, administrativa, técnica e financeira”, o evento contará com a participação de cerca de 500 pessoas. Na ocasião, haverá concurso de pôsteres nas categorias “Trabalho Científico” e “Relato de Experiência”, além de um espaço destinado para a exposição de serviços e produtos para assistência em domicílio. Na noite de abertura, ocorrerá o “Prêmio Empreendedorismo 2012” e a conferência “Assistência Domiciliar como Sustentabilidade para a Desospitalização”. Os profissionais que tiverem interesse em participar podem fazer as inscrições no www.einstein.br/sibrad.


Inovação Tecnologia a serviço da saúde

Com o auxílio de sistemas informatizados avançados, em breve o Corpo Clínico do Einstein terá à disposição os protocolos de seus pacientes on-line, entre outras novidades É difícil imaginar o mundo sem as facilidades legadas pela tecnologia da informação. Na área da saúde, a adoção dos recursos da informática é uma tendência mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo instituiu um pacote de medidas que prevê a disseminação do uso do prontuário eletrônico em consultórios, clínicas e grandes hospitais. O Hospital Israelita Albert Einstein não fica atrás destas instituições. O uso de sistemas digitais já faz parte do cotidiano dos profissionais. A tecnologia digital possibilita, entre outras coisas, administrar informações que ajudam diversas áreas a monitorarem e melho-

rarem seu desempenho ao longo do tempo. “Também é possível automatizar processos realizados manualmente, como o acompanhamento de pacientes, os fluxos de aprovações e solicitações diversas”, conta Ricardo Santoro, diretor de TI do Einstein. Segundo dr. Nelson Wolosker, vice-presidente responsável pelo comitê de Tecnologia da Informação (TI), o hospital segue critérios baseados em orientações do Institute of Medicine (IOM) e da The Joint Commission (TJC) para desenhar o novo sistema. “Selecionamos os critérios que mais estavam associados à melhoria da qualidade da assistência”. Entre outras iniciativas está a prescrição eletrônica com suporte da decisão, que integra as informações do prontuário (resultados de laboratório, guidelines e protocolos), sugerindo correções de dose de antibiótico de acordo com a função renal do paciente ou do peso, por exemplo. “Todas essas novidades vão possibilitar o melhor controle de indicadores de qualidade, como número de eventos adversos relacionados à medicação, sobrevida após tratamento, tempo de atendimento, etc.”, explica dr. Nelson. O vice-presidente ressalta que, ainda no primeiro semestre de 2012, será feita a implantação do prontuário eletrônico sem papel no Pronto Atendimento da Unidade Perdizes. Entre as vantagens do sistema digital, estão a legibilidade da informação, a capacidade de dividi-la com vários profissionais simultaneamente, melhor qualidade da informação prestada ao paciente e menor tempo para acessar dados do prontuário.


Os benefícios se estendem igualmente à medicina preventiva. Em pouco tempo, será possível comunicar o paciente, por e-mail ou SMS, sobre o calendário de vacinação ou quando o resultado de um exame estiver pronto, por exemplo. Outra facilidade trazida pela tecnologia é que, quanto mais digitais se tornam os processos, menor o risco de duplicidade de exames. “Apesar do desafio de implantar o sistema, são evidentes os benefícios da plataforma eletrônica em relação ao papel, assim como dos sistemas integrados, em que uma informação pode ser compartilhada por vários usuários em um mesmo momento”, comenta o vice-presidente. Basta imaginar todos os dados de um paciente colocados em um sistema que os armazena durante uma linha de tempo e os apresenta de acordo com a necessidade de cada especialidade ou usuários. O histórico do paciente fica guardado e pode ser futuramente acessado no Einstein, independentemente da Unidade em que ele esteja.

Ações para 2012 Para este ano, está programada uma série de ações na área da Tecnologia da Informação, com investimentos no sistema de gestão hospitalar. O objetivo é simplificar os processos e eliminar o uso de documentos impressos. “Esses investimentos vão implementar uma nova versão tecnológica da solução, melhorando a estabilidade e a performance”, diz Santoro. Outro item previsto no planejamento para 2012 é a automação dos processos. O foco dessa iniciativa será melhorar os processos que estejam relacionados com os pacientes, procurando reduzir o tempo de espera para atendimento e melhorar a qualidade do serviço.

Ricardo Santoro, diretor de TI

Para os próximos meses está previsto testar novas tecnologias, como aquelas que convertem voz em texto ou reconhecem palavras escritas, nas áreas de telemedicina e virtualização de acessos. “Não sabemos se essas tecnologias estão maduras para serem aplicadas no nosso dia a dia, mas pretendemos começar a dedicar tempo para os testes nas áreas que poderiam utilizá-las e, assim, validá-las”, diz Santoro. O diretor de TI aponta como desafio organizar todo o portfólio de projetos que estão em andamento. Se depender dos avanços que virão, o ano de 2012 será marcante para os profissionais que atuam no Einstein.


Foco no paciente Hospital expande novo modelo de atendimento da UPA Método que diminui em até 50% o tempo total de atendimento dos pacientes no Primeiro Atendimento – em uso na Unidade Morumbi – será colocado em prática nas Unidades Avançadas As Unidades Alphaville e Ibirapuera implementarão também o novo fluxo de triagem em suas Unidades de Primeiro Atendimento (UPAs). Baseado no método norte-americano da Agency for Healthcare Research and Quality, o modelo agrupa os pacientes em 5 níveis de atendimento, divididos em 3 categorias: Fast Track, quando a pessoa precisa de um número maior de recursos e exames, portanto o tempo total de seu atendimento será maior; Super Track, quando ela é atendida rapidamente sem precisar de muitos recursos; e Emergência. Na Unidade Perdizes-Higienópolis, o modelo foi implantado desde o início operacional, porém ainda sem a separação dos fluxos.

De acordo com o dr. Fabio Pupo, coordenador da Unidade de Primeiro Atendimento Alphaville, a Unidade pretende iniciar treinamentos do novo modelo de triagem simultaneamente à equipe do Ibirapuera. “Sua aplicação acontecerá ainda no prédio que ocupamos, com expectativa de início em julho. Entraremos nas novas instalações da

Unidade Alphaville já familiarizados com o novo modelo de triagem”, afirma.

Com o novo método – utilizado na Unidade Morumbi desde 2010 – as Unidades reduzem a quantidade de pessoas nas salas de espera e eliminam a separação entre as áreas de observação e de medicação. Para suprir as necessidades desse novo método, a Unidade Morumbi promoveu pequenas mudanças no layout, aumentou em 22% sua equipe administrativa e em 13% o número de enfermeiros. Tempo é saúde “Pesquisa interna constatou que a principal queixa dos pacientes da Unidade de Primeiro Atendimento era o tempo de espera para ser atendido. Com o novo modelo, o índice de reclamações diminuiu em 10%”, afirma dr. Nelson Akamine, coordenador médico da UPA Morumbi. De acordo com o profissional, o tempo total de atendimento em casos de alta complexidade na Unidade Morumbi caiu em 40%; já o de casos com baixa complexidade

diminuiu em 50%. Nas situações mais simples, o tempo de atendimento foi reduzido de forma significativa: de 2h30 para 1 hora. O resultado de um exame que antes poderia levar até 1 hora para ser concluído no laboratório, agora é fornecido em apenas 10 minutos.

“Nosso objetivo é garantir atendimento em tempo hábil, sem colocar em risco a vida das pessoas. Nesse conceito, independentemente se o caso é emergencial ou não, o paciente é atendido da forma mais rápida possível”, afirma dr. Mauro Iervolino, coordenador da Unidade de Primeiro Atendimento Ibirapuera. Para o dr. Flávio Marques, coordenador médico ambulatorial e de emergência, os resultados foram positivos. “A melhor alocação dos recursos materiais e humanos proporcionou uma maior eficiência do setor, melhorando os indicadores de atendimento da Unidade. As reduções nos tempos de espera e de permanência na unidade foram alcançadas sem diminuir a qualidade do tratamento e a segurança das pessoas atendidas.”

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Informativo Einstein - Edição 25