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Mangueiras

Disponíveis em diversos modelos, tamanhos e cores!

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Kits Vareta

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Editorial Salve, salve meus caros amigos fumetas! Acaba de sair do forno nossa Nona Edição e com ela nosso compromisso de acompanhar a evolução e tendência desse mercado tão inovador. Com base em nosso constante anseio por novidades, nossa matéria principal traz curiosidades sobre os tipos de tabaco, suas peculiaridades e cuidados na produção, características e qualificações para darem prazer a nossa sessão. Trazemos uma matéria de opinião onde é exposto o que está ‘bagunçado’ e no que se tornou a produção nacional de arguile. Temos também um ótimo texto do queridinho Felipe Campanelli, mostrando detalhadamente o uso do abafador e controlador de calor, tema bem requisitado por leitores e muito comentado nos blogs. Falaremos da belezinha da Bugatti, o Veyron e algo que gera polêmica nas redes sociais de arguile, a ‘ostentação’. Para encerrar temos as consagradas colunas recheadas de informações e dicas bem interessantes. Esse é o resumo de nossa edição, mais uma vez espero que curtam a leitura desfrutando de uma boa sessão.

Direção

Fábio Vilariño Guilherme Vieira Lineu Jr.

Colaboradores

Felipe Campanelli Gabriel Sakamoto Giancarlo Signore Welton de Sousa Neves “Spider”

Projeto Gráfico Guilherme Vieira

Fotografia

Luciano Francisco Cardias Guilherme Vieira

Jornalista Responsável Sidney Gritti

Gráfica Lineu Jr.

Revisão

Barbara Sales

Anuncio

spider@hookahbrasilexp.com.br

Site

www.hookahbrasilexp.com.br A revista HBE não se responsabiliza pelas opiniões aqui emitidas. O conteúdo de anúncios aqui publicados são de total responsabilidade dos anunciantes. Estamos garantidos pelo artigo 5 da Constituição Federal, que nos assegura o direito de expressar livremente nossas convicções e alternativas, mesmo que elas sejam contra-hegemônicas. Além disso, tanto o direito de receber quanto o de difundir informações são garantias fundamentais amparadas nos artigos 13.1 e 13.2 da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, 19.1 e 19.2 do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos e do artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Facebook

fb.com/hookahbrasilexperience

Contato

contato@hookahbrasilexp.com.br

Impressão:

6.000 exemplares

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Sumário

Hookah Brasil Experience

//Essências e Tabacos

Saiba os tipos de tabacos que existe no ramo do arguile no mercado nacional!

//Abafador ou Controlador de calor?

Confira as dicas da HBE para escolher entre o uso de abafador ou controlador de calor.

pg.18

//Ostentação, certo ou errado?

Nosso ponto de vista desse movimento tão presente em nosso cotidiano.

pg.22 //Mais do mesmo

Uma visão particular do que o mercado de arguile se tornou.

pg.25

Giancarlo Signore pg.15

Welton “Spider” pg. 31

pg.28 Gabriel Sakamoto pg. 13

e muito mais! >>>

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//Espaço do Leitor

Aproveite sua sessão e registre-a. Nos envie fotos do momento “relax” do seu dia. Encaminhe fotos, textos e artigos para o endereço leitor@hookahbrasilexp.com.br

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//Carta do Leitor Americana, 23 de Março de 2016. Arguile X Família Em meio ao crescimento do hobby do arguile no Brasil, vemos adeptos cada vez mais jovens entrando na cultura e a diversificando, porém em alguns casos, assim como houve comigo, a família entra em conflito com este novo tipo de lazer adotado por nós que curtimos um bom arguile. Giovanni Zucca, Leitor Lembro do dia em que meus pais me perguntaram se estava fumando, pois para eles aquilo era algum tipo de droga, algo muito diferente com o que eles estavam habituados, me proibiram de usar, de entrar em casa com um “objeto destes”. A princípio foi dificílimo, o arguile ocasionou várias brigas e discussões.

Porém lentamente, conforme investia mais neste meu passatempo e conforme as conversas iam diminuindo de intensidade, consegui o que tanto queria que era poder curtir este meu lazer dentro de casa. Os convenci que não era uma droga, e sim um meio de se socializar, pensar na vida, e mais que tudo compartilhar da companhia de pessoas que viam o arguile da mesma maneira a qual eu mostrava para eles. Acredito que muitos ainda têm esta dificuldade de conversar com a família para trazer a cultura do arguile para dentro de casa, porém por experiência própria, digo que é bem melhor apresenta-lo a todos, ao invés de esconder e acabar gerando o tanto de brigas desnecessárias como aconteceu comigo. Conversem com seus pais caso ainda morem com eles, tratando de uma maneira pacifica podemos ter um resultado melhor tanto a longo como a curto prazo. Respeitar o espaço deles, caso não gostem, também é importante para uma boa relação entre o arguile e nossos familiares, e acima de tudo evitem discutir, isso além de ser ruim para o crescimento desta ideia, é ruim para o bem-estar de nossos lares.

Giovanni Zucca /Zucca and Hookah

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Gabriel Sakamoto sakamoto@hookahbrasilexp.com.br

A evolução do calor De retângulos à hexágonos, que podem se transformar em cubos e terminar em formatos arredondados. O carvão para arguile sofreu uma série de mudanças de composição e desenho, focando sempre na satisfação máxima do consumidor. Ou será que nós que nos adaptamos a eles? Cito isso devido à própria experiência quando me dei de cara pela primeira vez com um carvão de formato cilíndrico. Até então os cúbicos e flats eram os únicos que desempenham 100%, de acordo com meu método de preparo. Após inúmeras tentativas, a adaptação aconteceu e o hexagonal viria a ser o mais usado até o prezado momento.

Acredito que nos tempos atuais, principalmente se tratando de Brasil, a inovação pode ser barrada pelo preço visto que esse segmento não há gigantes disparidades em preço e qualidade. Ganha aquele que for melhor, que tiver mais disponibilidade de produto nos grandes centros e claro, a marca que possuir o melhor custo-benefício já que o carvão é um produto essencial para o ato de fumar, ao contrário de acessórios que são os famosos “plus” de sua sessão. Fique atento para mais novidades, podemos ter mudanças ou não em nosso mercado. Mas lembre-se: qualidade em primeiro lugar, pois uma boa fonte de calor pode ser trabalhada de diversas formas em cima de uma cuba, independente de seu tamanho. E como bons brasileiros, o céu é o limite para as nossas adaptações.

Mas dentro de tantos desenhos, formatos, composições e tamanhos, fica a pergunta: será que veremos um novo tipo de carvão dominando o nosso mercado? A fibra de coco reinará por um longo período? Surgirá um formato revolucionário e popular? Faço o seguinte questionamento, pois a evolução sempre acontece e nunca paramos para analisar sobre o que pode vir a seguir em nosso mundo único da shisha. 2016/Maio - Hookah Brasil Experience | 13


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Giancarlo Signore

ao nosso redor? Eu não! (Sem conotação homofobia ou machista ok?) Os encontros, assim como arguile no Brasil só evoluíram com as presenças.

giancarlo@hookahbrasilexp.com.br

Por um arguile mais rosa Eramos predominantemente um clube do “bolinha”. Por não gostarmos de mulher? Não, sem chance. Mas para as mulheres entrarem nesse meio foi uma batalha, no começo os usuários não respeitavam. Elas postavam fotos e eram ridicularizadas, pois estavam aprendendo ou por estar usando uma roupa sensual. Umas só procuravam curtidas, mas homem não é diferente. Tivemos que educar, mostrar como se trata com respeito, para finalmente se sentirem seguras e respeitadas. Sou moderador do BDA e todos que estavam desde o começo, sabíamos que existia até mesmo grupo do BDA feminino, pois os “fapeiros” não podiam ver uma mulher que estragavam o clima. A verdade é que o “ban” comeu, as vulgares foram colocadas no lugar e aí sim, começamos a nos respeitarmos e, grupos do face/usuários começaram a entender que isso só enriqueceria nossa convivência. E vamos ser sinceros: quem quer um bando de macho apenas

Com respeito, atenção e cuidado não afastamos vocês, que só trazem um ar muito mais encantador às nossas sessões. A verdade é que conheci diversas mulheres maravilhosas e só tenho a agradecer a paciência que tiveram conosco. Bem-vindas! Fiquem à vontade que não deixaremos ninguém perder o respeito por vocês. Namastê! 䄀爀琀㨀 匀䴀伀䬀䔀䠀伀䴀䔀

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ELMER

®

Telefone: +55 61 3041-7653

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//HBE

Essências e Tabacos

Folha de tabaco durante a sua cura.

Por: Guilherme Vieira

As essências que utilizamos em nossas sessões são compostas por três elementos: o flavorizante - responsável pelo sabor, melaço de cana de açúcar ou mel, e o tabaco. O tabaco é gerado a partir do processamento das folhas de plantas da família Nicotiana, popularmente conhecidas como tabaco ou fumo. Ele tem papel importante na sessão, pois ‘conduzirá’ todo o sabor, armazenado na mistura do flavorizante e o mel, para o seu cozimento completo. O tabaco pode ser subdividido em dois grupos: os flavorizados e os 18 | Hookah Brasil Experience - Maio/2016

não flavorizados. No Brasil é notório que o consumo das “essências” não flavorizadas é extremamente baixo, um dos principais motivos é a ausência do sabor. Porém não é um produto de se dispensar, indico que ao menos a título de experiência dê uma chance a ela, e após o consumo um ótimo banho no seu arguile, rs. Essência pronta.


//HBE Estima-se que mais de 30 países possuam plantações de tabaco, incluindo o Brasil. No ramo do arguile, podemos encontrar quatro tipos de tabacos que se tornaram comuns na composição das essências: o Virginia, Oriental/Turco, Burley e o Dokha.

Tabaco Virginia É o mais utilizado e cultivado no mundo, podemos classificá-lo como o “carro chefe” no mundo do arguile, pois o encontramos em diversas marcas de essências para arguile. Devido a sua cor amarelada e dourada adquirida durante o processo de cura, o Virginia é conhecido como “Tabaco Vivo”. Curado em estufas, suas folhas são aquecidas gradativamente e extraída sua umidade junto ao controle de entrada e saída de ar, permitindo que ocorram as transformações físico-químicas desejadas, tudo ao mesmo tempo, este processo pode demorar uma semana. Uma de suas principais características é ser leve no aroma e sabor. Os principais

Plantação de Tabaco.

países que cultivam este tabaco são a Argentina, Brasil, China, Tanzânia e os Estados Unidos.

Tabaco Oriental/Turco Este tabaco é o de maior valor em sua variedade aromática, suas folhas são pequenas e colhidas uma a uma, muito semelhantes ao Virginia é também encontrado em essências mais tradicionais no mercado de arguile. O processo de cura é dado ao ar livre, exposto ao sol, onde as transformações físico-químicas serão originadas pelo contato das folhas com o ar e ambiente mais quente. Os principais países que cultivam o tabaco Oriental são Bulgária, Grécia, Macedónia e Turquia.

Processo de Cura do tabaco Oriental.

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//HBE Tabaco Burley O tabaco Burley é classificado como um dos mais resistentes a vírus e doenças, em contrapartida seu manejo e cultivo mais caro e trabalhoso. Para ter um Burley de qualidade 100%, precisa passar por um processo de cura muito cuidadoso em um período de 60 dias, em ambiente controlado, apesar de ter sua cura ao ar livre. O ambiente ideal para a cura requer temperaturas entre 18°C e 32°C, e a umidade relativa do ar entre 65 a 70%. Deve ser mantido durante o processo em galpões onde a circulação de ar seja lateral e de fácil movimentação, mantendo-o fechado durante o dia e aberto à noite. Quanto mais escuro for o ambiente, melhor para o tabaco, que não pode sofrer ação da luz solar direta.

Processo de cura do tabaco Burley

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A cor do tabaco Burley vai do marrom, castanho, a marrom avermelhado. Todo o processo de cura faz com que ele perca maior parte dos seus açúcares naturais, que consequentemente o dará um sabor forte e intenso, comparado a um charuto. Os principais países que o cultivam são Argentina, Brasil, Itália, Índia, Malawi e Estados Unidos.

Tabaco Dokha O Dokha é composto por tabaco iraniano misturado com ervas, cascas e folhas. Popular nos Emirados Árabes Unidos, Qatar, Arábia Saudita, Bahrein e outros países do Oriente Médio, existem pouquíssimos produtos para arguile em que iremos encontrá-lo. Há apenas uma marca hoje no mercado que diz ter em sua composição o Dokha. Seu sabor é extremamente intenso e forte, devido ao altíssimo teor de nicotina.

Dokha


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//Dica HBE

Abafador ou

controlador de calor? Abafador

Por: Felipe Campanelli Fotos: Guilherme Vieira

Esclareça a dúvida mais recorrente nos grupos do Facebook quando o assunto é controle de calor durante a sessão!

Esta é uma dúvida bem frequente nos grupos, principalmente quando o assunto é decidir diante da variedade de produtos para compra. Mas quais as diferenças, os prós e contras e qual vale mais a pena comprar? Antigamente os abafado-

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res, também conhecidos como Wind cover (cobre vento), eram utilizados principalmente para impedir que o vento tivesse contato com o carvão, o que diminui sua duração. Tinham formatos cilíndricos e abertura somente em cima. Hoje os abafadores, além da função de Wind co-


//Dica HBE ver, incluem a função de “abafar” para aumentar a concentração de calor acima do rosh. Um formato “afunilado” na parte superior e furos laterais para compensar a entrada de ar menor em cima, para que os carvões não apaguem. Os pontos positivos são: auxilia a alcançar maiores temperaturas e também a economizar carvão, pois o abafador pode compensar a falta de temperatura. Um ponto negativo, encontrado em alguns modelos, é que pelas pequenas aberturas pode-se perceber uma leve restrição de fluxo. Já os controladores de calor, como diz o nome, auxiliam no controle da temperatura, dispensan-

Controlador de Calor

do o uso do abafador e alumínio. Vão acima dos roshs, tem um espaço interno para os carvões e uma tampa, para aumentar a concentração do calor. Entre os pontos positivos estão a facilidade no preparo e manuseio dos carvões, e a praticidade em manter o fluxo original do arguile. Como contra, temos os valores que normalmente são mais elevados. Ambos causam alteração na aparência do arguile e possuem diversas variações de tamanhos, formas e detalhes. Então, caso tenha facilidade ou prefira usar alumínio, um abafador pode ser um ótimo produto a adquirir. Mas caso não consiga uma boa sessão com alumínio, problemas de fluxo ou apenas praticidade, o controlador de calor pode ser uma boa opção. Observações baseadas no abafador da KM e no controlador da Kaloud.

Abafador

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//Bate-Papo

Ostentação certo ou errado?

Carvões de pólvora

Por: Felipe Campanelli Fotos: Guilherme Vieira

Um desabafo,

Ostentação certo ou errado?

uma palavra e um pouco mais de paciência para se tornar mais experiente durante a vida!

Nos blogs sempre vemos discussões sobre ostentar, a grande maioria sendo contra. No dicionário: Ostentar: mostrar com alarde, exibir, pompear. Todos nós ostentamos de alguma maneira, o

“pequeno” problema está em quem vê e acaba se sentindo ofendido e não em quem ostenta. Se posto uma foto de Camaro ou Mustang estou ostentando? E se postar de Brasília ou Chevette? Depende, se a pessoa que ver minha foto tiver uma Ferrari e uma Lamborghini na

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//Bate-Papo

Arguiles chines expostos

garagem o Camaro ou Mustang não serão ostentação. Mas no caso de uma pessoa que não tem condições de comprar um carro vir minha foto de Brasília ou Chevette, será. O grande problema está incutido em nossa cultura social, onde mostrar o que tem é errado. Se gosto de relógio, roupas ou carros, terei que escondê-los? Quero é mostrá-los. No entanto algumas pessoas veem isso como

afronta, mas porque não começarmos a olhar de uma maneira diferente? Porque não vemos a foto de uma pessoa com uma moto 1100cc e pensamos ‘quero uma dessa, um dia chego lá, vou batalhar, ou criar metas, o que preciso para conseguir’? Em vez de olhar e ficar de recalque com a pessoa? Não interpretemos errado, ostentar não tem nada a ver com arrogância, já conheci muitas pessoas que tinham mais dinheiro do que alguns possam imaginar,

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andavam de Ferrari, com Rolex, mas para eles era apenas um carro e um relógio. Também já conheci menos afortunados que tinham uma CG e um Champion e se achavam o maioral. Seja humilde na vida e no nosso hobby mostre seu setup sem querer ser mais que ninguém, sem desprezar. E você invejoso, tente transformar sua inveja em ambição para conquistar o que deseja!

Salaam Aleikum


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//Bate-Papo

Mais do mesmo

Acampamento Árabe

Por: Sidney Gritti

Diferente de seu aparecimento descrito na edição de junho de 2015 na minha coluna da HBE, onde o arguile tinha por base um coco e uma mangueira improvisada, nos dias atuais o mercado vem sendo bombardeado de produtos, marcas e arguiles com o mesmo tipo de material em quase 100% dos casos. É notório o crescimento de modelos fabricados em torno mecânico que utiliza como matéria-prima o alumínio. Este modus operandi está cada vez mais presente em nosso meio,

inclusive deixando de lado os antigos e tradicionais arguiles fabricados manualmente, como o consagrado Kalil Mamoon e Farida. Mesmo tendo um preço elevado, devido ao custo da energia e mão de obra, as peças feitas em ‘torno’ e prensas tomam cada vez mais espaço dentro blogs com setups luxuosos e modernos. Como foi mencionado em uma matéria da HBE, o “jeitinho” brasileiro vem se tornando padrão, uma cultura ocidental,

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Arguile nacional


//Bate-Papo sul-americana, com a puxada cada vez mais leve, grande volume de fumaça e a evidente falta de criatividade nos designs que esses modelos apresentam. No entanto, o fato que chama mais a atenção são os acessórios, que hoje trazem diversos modelos de pratos, piteiras, controladores de calor e até mesmo uma simples

tampa que acelera o processo de acendimento dos carvões. A pergunta que me faço: isso é bom para quem? Diante de uma das maiores crises financeiras de um país emergente, se torna notório que muitas pessoas ou criadores busquem espaço em meio ao mercado aquecido, fato esse que seria muito bom se essa explosão não fosse de uma forma desordenada, com produtos de baixa qualidade e com preços e propostas semelhantes, resta saber até quando o mercado absorverá tal quantidade de lançamentos. Acredito que em breve conheceremos a primeira bolha “arguileira” do mundo.

Arguiles nacionais

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Hookah Kalle Narguiles

Tel: 2642 5067

Rua ArerĂŞ, 247 - Penha/SP www.facebook.com/hokaah.kalle hookahkalle@outlook.com

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Welton “Spider” spider@hookahbrasilexp.com.br

Dogma Olá caros leitores, tudo bem com vocês? Espero que sim! Hoje em mais uma edição da nossa querida HBE trago um assunto para a discussão: Reviews! O quanto isso é importante? Qual seria o público-alvo? Você assiste reviews? Bom, venho de uma época distante e bem distinta de hoje, não pela idade (não me confunda com o Vilariño) rs, digo a forma de expressar uma opinião através de vídeos ou mesmo escrita. Em meados de 2008/09 era comum reviews escritas, lá passávamos através de texto todos os dados de uma sessão, como arguile usado, rosh, tempo de acendimento do carvão, acessórios etc.

Eu já fiz parte desses 2 lados, escrever reviews e gravar, digo que amo fazer as 2, tanto em linhas tentar passar o sabor de um fumo, quanto em “bordões” criados em vídeo! Talvez por estar ligado diretamente ao ramo e saber de muita coisa por trás disso, o que se tornou esse mercado, tenha me afastado! Porém procuro uma motivação além de visualizações ou cifras atrás de tudo isso! Mas, acredito que ainda o acharei! E você o que prefere? Escrita, vídeo, longas, curtas? E tente ver além do que um simples vídeo, tenha outras percepções, isso irá ajudar a entender o que vos digo! Abraços e até a próxima!

Pode ser saudosismo de minha parte, porém era muito empolgante, você lendo, tentando digerir aquela informação através de fotos em passo a passo, uma coisa simples, sucinta e rápida! Mas como todo segmento ele evolui, cria novas formas de fazer a mesma coisa, hoje temos vídeos, superproduções, um marketing pesado (que você pode não perceber, mas, influencia muito na sua decisão). 2016/Maio - Hookah Brasil Experience | 31


//Veículos

Bugatti Veyron

Super Sport Visão do motorista

Por: Fabio Vilariño

1.200 hp, aceleração de 0-100 km/h em 2,5 segundos, 0-300 km/h em 14,6 segundos. Sabe o que é isso? Um Camaro tem 406 hp, um Jetta tsi 211 hp e um uno 1.0 tem 73 hp, ou seja, a potência de um Veyron SS é igual a 3 Camaros ou 6 Jettas ou 17 Unos, a velocidade? Desde que

começou a ler este texto já se passaram mais de 20 segundos, estaríamos beirando os 400km/h! Com um design único ele tem uma aparência totalmente original - cada modificação exterior serve para melhorar o desempenho. O motor conta com quatro turbo-

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compressores e intercoolers para alimentar todos os 16 cilindros. O Bugatti Veyron 16.4 Super Sport é uma versão mais rápida e mais potente do Bugatti Veyron 16.4. Ele está no Guinness World Records detentor do recorde mundial de velocidade para carros


//Veículos

Detalhes espalhados pelo Veyron

Veyron em pista de corrida

de estrada com míseros 431,072 km/h. Embora seja eletronicamente limitado a 415 km/h para proteger os pneus da desintegração (sim, você leu corretamente!!!), em velocidade máxima os pneus que são feitos exclusivamente para o carro não suportariam mais que 12 minutos sem explodirem, e qual é o consumo médio? 4,3km/l.

O Bugatti Veyron 16.4 Super Sport World Record Edition é uma versão especial limitado a cinco unidades. Tem uma carroceria laranja e preta (fibra de carbono exposta) com valor estimado de R$ 6.000.000,00 (lá fora, sem nossos impostos).

a apresentação do último fabricado o Veyron Grand Sport Vitesse La Finale. Foram no total 450 Veyron’s fabricados, sendo 30 Super Sport e 1 La Finale, carro que praticamente todos os amantes de corrida dirigiram, pelo menos no videogame.

Fabricado durante 10 anos o modelo Veyron deu adeus em 2015 com

Agora só nos resta esperar qual será o substituto ao Veyron!

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HOOKAH LOUNGE STORE

Aqui você encontra o necessário para uma fumaça de qualidade!

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Av. Guilherme Giorgi, 261 Vila Carrão

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experience

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Hookah Brasil Experience - 009 - Maio 2016  

A Nona edição da HBE tem como matéria principal os tipos de essências, processos em sua confecção e quais os tabacos mais utilizados nos fu...

Hookah Brasil Experience - 009 - Maio 2016  

A Nona edição da HBE tem como matéria principal os tipos de essências, processos em sua confecção e quais os tabacos mais utilizados nos fu...

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