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15/03/13

Boletim Eletrônico nº8 - 15 a 22/03

Boletim Eletrônico nº 8 - 15 a 22/03/13

Visualize melhor, acesse aqui.

Mudar exige mobilização

Falta d´água e de saneamento básico, ruas inundadas a cada chuva, trânsito caótico, transportes caros e precários, rios e lagoas poluídos, crianças sem creches, escolas sem professores, saúde pública em crise, espigões para todo lado, moradias populares em déficit, encostas sob risco de desabamento. Esses são alguns dos problemas notórios que enfrentamos em Niterói. Por detrás de tantas mazelas, há um modelo de cidade em colapso. Para promover as mudanças necessárias, a realidade exige organização, mobilização e luta. A consciência da necessidade da defesa do bem comum, para o bem viver de todos e todas, deu origem em Niterói ao movimento Construção Coletiva: uma forma de participação política popular que garantiu a eleição do Mandato Henrique Vieira, do PSOL, à Câmara Municipal. Três meses depois da posse, chegou a hora de o nosso app.henriquevieirapsol.com.br/s/?14595.25.214564.0.1.2.9.2880608.0.10.0.0.132490.0.0.57a53

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mandato prestar contas do trabalho parlamentar realizado até agora. Também é tempo de o nosso mandato obter a sua percepção, sobre o nosso trabalho, Desde janeiro, temos nos desdobrado entre demandas pontuais e a necessidade de enfrentar as causas estruturais dos problemas da cidade, sempre a serviço das lutas dos movimentos sociais e da população pelas mudanças de verdade de que a cidade precisa. Venha a nossa plenária neste sábado, às 15h, na Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF (Rua Passo da Pátria, 156, São Domingos). Participe com a gente dessa Construção Coletiva! Ouça aqui o convite de Henrique Vieira para a nossa primeira plenária!

Barcas em plenário O processo de aprovação pela Agetransp do aumento da passagem das barcas para R$ 4,80 foi de uma agilidade impressionante. A agência reguladora alegou o cumprimento de uma cláusula contratual que previa o reajuste automático. Pena que a mesma pressa não tenha se revelado na cobrança do cumprimento das demais obrigações da empresa para com os seus usuários. Os serviços prestados continuam da pior qualidade. Mas a indignação popular diante da segunda elevação de preço da tarifa em menos de um ano põe em xeque esse modelo de privatização do transporte público. Nesta segunda, movimentos sociais e a população em geral têm um compromisso inadiável com a luta contra esse desrespeito às pessoas que dependem desse serviço para trabalhar, para sobreviver. Participemos todos e todas da audiência pública que será realizada no Plenário da Câmara Municipal de Niterói, nesta segundafeira, às 18h30, com participação também do deputado Marcelo Freixo. Leia aqui também reportagem do Extra sobre o tamanho das filas que se formam à espera das barcas.

Deu na Imprensa 1 Peixes mortos na lagoa

Leia aqui a reportagem do Globo Niterói sobre a mortandade de peixes na Lagoa de Piratininga e assista também aqui ao vídeo sobre a visita do nosso mandato ao entorno da Lagoa de Piratininga, para verificar as obras de desassoreamento em andamento no local. Ouça os depoimentos do geógrafo Carlos Valdetaro, da bióloga Mônica Reis e do antropólogo Leonardo Carneiro da Cunha, assim como de Henrique Vieira, presidente da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade da Câmara Municipal. Durante a visita, o grupo encontrou app.henriquevieirapsol.com.br/s/?14595.25.214564.0.1.2.9.2880608.0.10.0.0.132490.0.0.57a53

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grande acúmulo de lama retirada de dentro da lagoa, com mau cheiro e muitos insetos, em área próxima a residências. O governo ainda não revelou onde e como será feito o “bota-fora” do material recolhido no fundo da lagoa.

Deu na Imprensa 2 Basta de Chorume Diante da pressão social, por intermédio da mídia, e da cobrança do Legislativo, a Prefeitura decidiu recuar e já anunciou que vai dar fim ao contrato que tem permitido a “importação” de chorume do município de Seropédica, na Baixada Fluminense, para tratamento na Estação de Icaraí e despejo na Baía de Guanabara. Leia aqui reportagem da Veja Rio sobre o assunto.

Deu na Imprensa 3 Estupro aumenta 250%

A notícia do aumento do número de registros de estupro em 250% em Niterói nos últimos quatro anos — publicada no Globo Niterói (leia aqui) deste domingo (10/3) — exige reflexão e ação. Esse índice está muito acima da média nacional, que aumentou em 157% no mesmo período.
 Só no ano passado, houve 168 estupros denunciados na cidade. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 70% dos casos, os autores são homens pertencentes ao próprio círculo social da vítima, os seus parceiros ou parentes. Em geral, as mulheres relatam dificuldades para o registro da ocorrência. Com uma população de cerca de 260 mil mulheres, Niterói conta com uma única unidade da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam). Leia mais.

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Cabide de emprego

O trabalho do parlamentar da oposição de esquerda na Câmara de Niterói exige muita atenção e estudo. As aparências enganam... O que por vezes se apresenta como uma boa iniciativa do Executivo, nem sempre é o que parece. Caso da mensagem do governo que extingue sete secretarias regionais. Não parece bom? Mas o problema é que, dessa forma, são mantidas outras 17 secretarias regionais. Claro que votamos contra essa medida que não passa de uma manobra de manutenção de um cabide de empregos. Ouça aqui Henrique Vieira e o porquê do nosso voto contra a mensagem do governo municipal.

Deu na Imprensa 4 Entre a guerra e a paz A estatística oficial acusa um aumento de 51% no número de homicídios em Niterói comparados os meses de janeiro deste ano com o de 2012. Fenômeno semelhante ocorre na Baixada Fluminense, onde em média esse tipo de registro subiu 61% de um janeiro para o outro. Enquanto isso, na capital, houve queda de 9% comparados os mesmos períodos. Esses dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), que serviram de base para a reportagem do Globo (leia aqui), segundo o sociólogo Flavio Serafini, refletem uma tendência histórica que vem se delineando no estado desde 2007. O pesquisador acaba de defender a tese As Unidades de Polícia Pacificadora e a Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro — Entre a Guerra e a Paz no programa de pós-graduação em Sociologia e Direito da UFF. Para ele, o aumento da violência nas bordas da Região Metropolitana é consequência direta do modelo de implantação das UPPs na capital. “Esses números reforçam o fato de que não há uma política de segurança pública para o estado. Enquanto o governo atua pra recuperar territórios na capital, aqui em Niterói, em São Gonçalo e na Baixada, não há resposta para a violência”, afirma. “No caso de Niterói, a situação é ainda mais grave. Houve retrocesso, com o abandono e a precarização de projetos como o Gepae, que havia recuperado áreas como os morros do Cavalão e do Estado”, observa Flavio, para quem o projeto em curso na capital não tem como objetivo prioritário a garantia da segurança pública para os seus moradores, mas, sim, a venda da imagem da cidade do Rio de Janeiro para grandes empreendedores. app.henriquevieirapsol.com.br/s/?14595.25.214564.0.1.2.9.2880608.0.10.0.0.132490.0.0.57a53

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Do outro lado da ponte, do mesmo lado da luta Freixo fica

Depois de muita demora e dúvida, a permanência do deputado Marcelo Freixo na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) enfim foi oficialmente confirmada, com publicação no Diário Oficial nesta terça-feira (8/3). O parlamentar ocupa o cargo desde 2009, mas havia rumores de que o presidente da Alerj, Paulo Melo, teria decidido afastá-lo do posto em retaliação pelo fato de Freixo não ter votado nele para presidente da Casa. Essa possibilidade causou forte reação entre os movimentos sociais e organizações de defesa dos direitos humanos, que se mobilizaram e fizeram campanha contra a saída de Freixo da Comissão de Direitos Humanos. Leia aqui nota de Marcelo Freixo sobre a sua permanência na Comissão de DH.

Feliciano não nos representa

Não bastasse o teor preconceituoso, racista e homofóbico de diversas declarações públicas atribuídas ao pastor Marcos Feliciano, ele ainda responde por estelionato e homofobia em processos que tramitam atualmente no Supremo Tribunal Federal. Nesse contexto, considero temerária e contraditória a eleição desse parlamentar para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. 
 Estar à frente da Comissão de Direitos Humanos exige como préapp.henriquevieirapsol.com.br/s/?14595.25.214564.0.1.2.9.2880608.0.10.0.0.132490.0.0.57a53

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requisito básico sensibilidade ideológica em relação às causas das minorias, da população que sofre diretamente no seu cotidiano a violação dos seus direitos, em geral, para começar, por parte do próprio Estado.
 Cabe dizer que sou cristão, teólogo e pastor e não me sinto representado pela linha teológica e política de Marcos Feliciano. Leia mais.

Agenda Veja a nossa sugestão de eventos: (clique aqui para maiores informações na nossa página Agenda)

18/03 - Quinta-feira, 18h Plenária de Filiação com Marcelo Freixo e Flavio Serafini

15/03 - Sexta-feira, 17h

15/03 - Sábado, 10h

Tribuna Livre - Especial Audiência das Barcas

Ato o Maraca é Nosso

Mandato Henrique Vieira - PSOL Avenida Amaral Peixoto, 625 - Gabinete 69 Centro - Niterói - RJ - CEP 24.023-900 Telefone: 3716-8600/ Ramal 256 http://henriquev ieirapsol.com Facebook | Tw itter Para enviar este email para um amigo acesse aqui Caso você não queira mais receber, acesse aqui para cancelar.

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