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helena rocha gonรงalves architecture

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helena rocha gonรงalves architecture


ÍNDICE Informação Pessoal :: Informação Pessoal // 6 :: Experiência Profissional // 7

Projectos Pessoais :: Planeamento Urbano e Habitação Cidade Limitada e Habitações // 8 Plano de Salvaguarda Carcavelos // 16 :: Equipamentos Públicos Centro de Monotorização Ambiental // 20 Centro de Artes e Cultura Carcavelos // 26 :: Instalações Tapume // 34 :: Exposições Arquitectura como Arte ESAD Caldas da Rainha // 40 :: Concursos Passagem Pedonal Forte da Casa // 42

Projectos Profissionais ::: JCFS Arquitectos & Designers, Lda Clínica C’C’, Portugal | construído // 48 Escritórios Empresa Multinacional, Portugal | construído // 52 : PRO architects Hotel Hilton, Cabo Verde | fase de construção // 56 Santiago Design Hotel, Cabo Verde / fase de execução // 64 Eco Resort, China | fase de construção // 72 Torre de observação ambiental, China | Concurso - 1º lugar // 76 Rio Design Hotel, Rio de Janeiro | Concurso - em apreciação // 80


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INFORMAÇÃO PESSOAL

INFORMAÇÃO PESSOAL Informação pessoal :: Nome: Helena Rocha Gonçalves :: Morada: Rua Luís de Camões, nº 102, Lote 3B - 3º Esq. 1300 – 360 Lisboa, Portugal :: Correio electrónico: hrg.arq@gmail.com :: Telefone: +351 213645281 :: Telemóvel: +351 914843161 :: Nacionalidade: Portuguesa :: Data de nascimento: 13.11.1986 :: Carta de Veículos: Ligeiros – Categoria B

Educação e formação :: 2011 (Março a Dezembro) - Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul Estágio Profissional no Gabinete de Arquitectura JCFS Arquitectos e Designers, Lda. Formação Profissional em Estatuto e Deontologia | Designação da qualificação atribuída - Arquitecta

:: 2008 - 2011 - Universidade Lusíada de Lisboa (Portugal) Mestrado Integrado em Arquitectura - Grau Mestre em Arquitectura | 16 valores / 20 valores

:: 2004 - 2008 - Universidade Lusíada de Lisboa (Portugal) Licenciatura em Ciências da Arquitectura | 15 valores / 20 valores

Aptidões e competências pessoais e sociais :: Línguas Português - Lingua Materna | Inglês - B4 Utilizador independente | Espanhol - B4 Utilizador independente

:: Exposições e Instalçaões - 2008 - Organização e participação na Exposição: “Arquitectura como Arte”, Caldas da Rainha Escola Superior de Artes e Design (Caldas da Rainha, Portugal)

:: Publicações - 2011 - Tese de Metsrado : A Potencialidade do Legado Industrial na Cidade Contemporânea”

Aptidões e competências informáticas :: Sistemas Operativos: Windows e Macintosh :: Aplicações Gráficas: Todos os Programas Microsoft Office // Adobe Acrobat // In Design // Photoshop Illustrator // Google Sketch Up // Cinema 4D // AutoCad // VectorWorks // Revit

:: Formação em: AutoCad :: Vector Works :: Cinema 4D :: Rveit


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

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EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL PRO architects (Setembro 2012 - Fevereiro 2014) Responsabilidades: Assistência ao Director em todas as fases de projecto, desde a concepção do desgn, ao planeamento e à execução, bem como, na relação entre todas as especialidades envolvidas. - Hilton Hotel Cape Verde (30 000 m²), Sal, CABO VERDE Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | fase de construção

- Praia Design Hotel (14 000 m²), PRAIA, CABO VERDE Fases: Conceito e planeamento | fase de apreciação

- Casino Royale (1 300 m²), Sal, CABO VERDE Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | fase de construção

- Events Hall (600 m²), Lisboa, PORTUGAL Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | construído

- Lx Padel Club (600 m²), Lisboa, PORTUGAL Fases: Conceito e planeamento | fase de apreciação

- Eco resort (345 000 m²), Beijing, CHINA Fases: Conceito | fase de construção

- Torre de Observação Ambiental (500 m²), Chongqing, CHINA Fases: Conceito e planeamento | concurso - 1º Lugar

- Design Hotel (11 000 m²), Rio de Janeiro, BRASIL Fases: Conceito e planeamento | concurso - fase de apreciação

Biten Social Enterpreneuship (Novembro 2012 . Fevereiro 2013) Responsabilidades: Planeamento e organização do 1º Evento de Empreendedorismo para Arquitectos. - “MAKE Fest“ - Evento de Empreendedorismo para Arquitectos, Lisboa, PORTUGAL

JCFS Arquitectos & Designers, Lda. (Setembro 2009 - Agosto 2012 Responsabilidades: Assistência ao Director em todas as fases de projecto. - Aljustrel Villa, Remodelação, Alentejo, PORTUGAL Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | construído

- CC Clinica, Leiria, PORTUGAL Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | construído

- Tv Channel Offices, Lisbon, PORTUGAL Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | construído

- Pisco House, Leiria, PORTUGAL Fases: Todas as fases de projecto, conceito, planeamento, execução | construído

- Lisbon Multinational Office, Lisboa, PORTUGAL Fases: Conceito e planeamento


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PLANEAMENTO URBANO

CIDADE LIMITADA // Desenhar a cidade Sitio: Tires, Cascais - PORTUGAL Tipo: Plano Urbano Área: 500.000 m2 Ano: 2007 @ Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de Arquitectura e Artes


CIDADE LIMITADA

O concelho de cascais está inserido na zona de maior densidade do pais e é caracterizado por diversos pontos de atracção turística, no entanto, é caracterizado também por inúmeras áreas de desurbanização e por uma crescente desvalorização de actividade agrícolas e pelos sues solos. A escolha do local é estratégica no sentido em que um dos principais objectivos é a requalificação du uma paisagem degradada mas que, ao mesmo tempo, pretende combater o fenómeno de dispersão urbana a favor da densificação. Desta forma, factores como floresta, hortas colectivas e parque urbano devem funcionar em conjunto para tornar este espaço um território rurbano. A floresta é um dos elementos do programa e foi entendido como gerador de espaço e forma urbana. Abriram-se rasgos na massa da floresta que deram origem às diferentes tipologias habitacionais. A cidade desenvolve-se, assim, através de diversas “línguas” habitáveis que acabam por se apresentar, a par da floresta, como o elemento gerador de todo o restante programa.

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A relação entre estas, a floresta e o espaço urbano, está assegurado através de uma interligação de espaços intersticiais que se encaixam e fecham uns nos outros. O desenho urbano surge de uma manipulação territorial, onde se pretende uma forte ligação à topografia existente. O espaço público, onde estão inseridos os equipamentos, comercio, trabalho e cultura, funciona como um espaço Unitário, central e lúdico. Apresenta-se como uma fenda no território, com o objectivo de jogar com a oposição rural/urbano, onde, através de pontos estratégicos, é capaz de criar diversas relações visuais e físicas com a restante cidade. A proposta pretende uma completa relação da cidade com o território, apresentandose como uma estrutura Unitária numa directa relação com a floresta. As habitações permanentes para estas novas populações foram desenhadas com a o intuito de acentuar esta relação: Habitação : Horta : Floresta.


10 // PLANEAMENTO URBANO


CIDADE LIMITADA // 11

planta implantação


12 // PLANEAMENTO URBANO

planta zonas de hortas e cultivo


CIDADE LIMITADA // 13

cortes


14 // HABITAÇÃO


PERMANENTE : NOVAS POPULAÇÕES // 15


16 // PLANEAMENTO URBANO

PLANO DE SALVAGUARDA // Pensar a cidade Sitio: Carcavelos, Cascais - Portugal Tipo: Plano de salvaguarda Área: Centro Histórico Ano: 2008 @ Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de Arquitectura e Artes @ Câmara Municipal de Cascais


PLANO DE SALVAGUARDA // 17

O lugar em observação, o centro histórico de Carcavelos, parte de uma parceria com a Câmara Municipal de Cascais e a Universidade Lusíada de Lisboa, onde a partir de uma análise exaustiva irá ser definido o núcleo do centro histórico bem como a elaboração de um plano de Salvaguarda e Valorização. Partindo dos propósitos defendidos por elementos tão marcantes para a protecção do património, como é o caso da Carta de Veneza que diz: “ A conservação e o restauro dos monumentos constituem uma disciplina que apela à colaboração de todas as ciências e de todas as técnicas que possam contribuir para o estudo e salvaguarda...”- in Carta de Veneza de Maio de 1964, artigo 2º, entendeu-se que para criar uma empatia com o lugar e consequentemente conseguir desenvolver um plano compatível com o existente, constituído com todos os parâmetros necessários para incrementar um regulamento de respeito e protecção, era necessário uma pesquisa exaustiva nas mais diversas áreas.

Centrou-se a intervenção em três áreas primordiais, de forma a reencontrar um equilibrio funcional do espaço urbano. Estrutura do trabalho: - Volume I: Análise; - Volume II: Estudo e Levantamento; - Volume III: Proposta do Plano de Salvaguarda e Valorização; - Volume IV: Regulamento do Planoo; - Volume V: Legislação e Bibliografia; - Levantamento de perfis e fachadas das ruas e edifícios existentes. Como resposta aos problemas encontrados no Centro Histórico de Carcavelos e com o objectivo de o dinamizar e de o tornar mais atractivo, foram desenvolvidas algumas propostas de carácter urbano que assentam em soluções a um nível de: 1-Requalificação 2-Reabilitaçãowww 3-Conversão 4-Reutilização


18 // PLANEAMENTO URBANO


PLANO DE SALVAGUARDA // 19


20 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

CENTRO DE MONOTORIZAÇÃO AMBIENTAL + AÇUDE // Imersão Sitio: Tires, Cascais - PORTUGAL Tipo: Plano Urbano Área: 4.500 m2 Ano: 2007 @ Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de Arquitectura e Artes


CENTRO MONOTORIZAÇÃO AMBIENTAL // 21

O projecto consiste na realização de um Centro de Monitorização Ambiental e de um açude sobre uma ribeira existente no local, Tires. A escolha do local é estratégica no sentido em que um dos principais objectivos é a requalificação du uma paisagem degradada. Uma paisagem que se desenvolve por duas reservas naturais, ecológica e agicola. Desta forma, faz todo o sentido criar um centro de observação e controlo ambiental.

Os planos de cobertura destacam-se na ribeira como plataformas em betão. estas plataformas pretendem funcionar como espaços de contemplação, de estar e lazer, ao mesmo tempo que possibilitam diferentes pontos de vista sobre a envolvente.

O sitio escolhido para a implantaçao do centro está exactamente nas margens de uma ribeira, por isso, achou-se pertinente integrar o novo objecto arquitectónico na paisagem. Assim, o projecto desenvolve-se de uma forma submersa na ribeira, possibilitando ao memso tempo a criação do açude, também exigido.

A proposta pretende uma completa relação com o território, apresentando-se como uma estrutura Unitária numa directa relação com a água e a envolvente natural.

Através de um gesto limpo e directo com o território desenvolve-se o programa que apenas se destaca na paisagem através da sa cobertura.

A inserção deste Centro é ainda assegurada pela proposta de um percurso continuo com o território envolvente e onde seriam colocados postos de informação sobre a área.


22 // EQUIPAMENTOS PรšBLICOS

planta conceptual / linhas de forรงa

planta cobertura


CENTRO MONOTORIZAÇÃO AMBIENTAL // 23

esquisso conceptual - plataformas que criam espaço público - volumes programáticos submersos


24 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS


CENTRO MONOTORIZAÇÃO AMBIENTAL // 25


26 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

ESPAÇO ARTE E CULTURA // Contaminação Sitio: Carcavelos, Cascais - PORTUGAL Tipo: Equipamento Cultural / Requalificação Urbana Área: 1.100 m2 Ano: 2009 @ Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de Arquitectura e Artes


ESPAÇO ARTE E CULTURA // 27

Reabilitação, requalificação, revitalização urbana, estas são as intenções primordiais do projecto. O Centro histórico de Carcavelos está situado no concelho de Cascais, pertencente ao distrito de Lisboa, a capital do país. A forte ligação com o contexto envolvente é um dos factores mais importantes e preponderantes no desenvolvimento desta freguesia. A sua localização geográfica, a proximidade com a vila de Cascais, a Costa do Sol, a praia e todos os elementos históricos e arquitectonicos presentes, como é o caso do Forte de São Julião ou a ainda existente Quinta do Barão, oferecem a toda esta área urbana caracteristicas próprias e únicas. Intervenção, contaminação, atitude plástica, conexão, expansão e mancha urbana, Centro Histórico, O lugar como parte integrante de toda uma estrutura histórica existente, uma revitalização, uma necessidade espacial, de modo a poder resolver um conjunto de problemas presentes.

1. Uma referência, uma oposição espacial, uma atitude urbana. 2. Um espaço público, um percurso público, um edifício. 3. Um Espaço Arte e Cultura, um programa escondido e camuflado por uma estrutura orgânica, geradora de espaços privados e públicos, proporcionando acontecimentos, vivências.


28 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS


ESPAÇO ARTE E CULTURA // 29

esquisso e corte conceptual


30 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS


ESPAÇO ARTE E CULTURA // 31


32 // EQUIPAMENTOS PÚBLICOS


ESPAÇO ARTE E CULTURA // 33


34 // INSTALAÇÕES

TAPUME // Efemeridade Sitio: Campo de Ourique, Lisboa - PORTUGAL Tipo: Instalação Urbana Ano: 2007 @ Universidade Lusíada de Lisboa Faculdade de Arquitectura e Artes


TAPUME // 35

O trabalho coniste na realização de uma proposta para um tapume sobre as fachadas do Cinema Europa, em Campo de Ourique, Lisboa. Com base em alguns pressupostos esta intervenção visa acima de tudo acentuar o seu carácter efémero, devido à sua funcionalidade temporária de manutenção e reparação da fachada do antigo Cinema. A funcionalidae e a utilização temporária desta estrutura começou por ser o ponto de partida para a proposta. A sua utilização para além da obra é o principal catalizador de todo o conceito e intervenção. O jogo de volumes resulta de todos estes parâmetros e onde o “trabalhador“ apresenta um papel fundamental na interacção deste grande objecto para a cidade. Os volumes movimentam-se segundo as necessidades de trabalho no seu interior, de ganharr espaço, de aceesos para os níveis superiores, para descanso ou arrumação. O resultado é uma intervenção urbana, que interaje com quem percorre o bairro, uma estrutura viva que possibilita não só um es-

paço de trabalho mas também um palco para diversas manifestações artísticas e performances. Destes objectivos surgiu este objecto versátil. O módulo foi escolhido como base estrutural deste projecto, por facilitar a montagem e por oferecer um aspecto espacial de conjunto. A sua colocação é através de um sistema tiipo “gaveta“ que possibilita um aumento do espaço de circulação e de trabalho. Os materiais escolhidos para os planos do módulo apresentam caracteristícas diferenciadas, uma translúcida (acrilico) e outra em grelha metálica, oferecendo à estrutura um carácter teatral, devido às transparências e às volumentrias em movimento.


36 // INSTALAÇÕES


TAPUME // 37


38 // INSTALAÇÕES


TAPUME // 39


40 // EXPOSIÇÕES

ARQUITECTURA COMO ARTE // Objecto/Escala Sitio: Escola Superior de Artes e Design - Caldas da Rainha - PORTUGAL Tipo: Exposição - Jogo das 7 Artes Área: 200 m2 Ano: 2008 Em colaboração com: Bruna Serralheiro e Filipa Castelão @ Escola Superior de Artes e Design - Caldas da Rainha


ARQUITECTURA COMO ARTE // 41


42 // CONCURSOS

PASSAGEM SUPERIOR PEDONAL // Esqueleto X Sitio: Forte da Casa, Vila Franca de Xira - PORTUGAL Tipo: Percurso pedonal + Passagem superior pedonal Ano: 2010 Em colaboração com: Pedro Freire e Filipa Castelão @ Universidade Lusíada de Lisboa @ Câmara Municipal de Vila Franca de Xira @ CITAD


PASSAGEM SUPERIOR PEDONAL // 43

No âmbito do concurso de ideias para a realização de uma passagem superior pedonal prevista na freguesia do Forte da Casa inserido no Programa Polis XXI foi desenvolvida uma proposta que visa intensificar a ligação entre o tecido urbano e a zona ribeirinha do estuário do Tejo e onde o atravessamento superior sobre a linha férrea existente se evidencia como o principal desafio.A proposta apresentada parte da Rua São João de Deus, a partir de uma praceta que se encontra a uma cota já elevada, quase de nível em relação ao viaduto férreo. Passados cerca de 190 m, culmina já sobre o estuário do Tejo num momento de contemplação e de ligação com o percurso ribeirinho previsto pelo Programa Polis. A estratégia que assenta essencialmente sobre quatro intenções distintas: - O atravessamento rápido sobre as linhas férreas – percurso directo; - O miradouro – sobre o estuário do Tejo; - A caixa vertical/torre de acessos – escadas e elevador: - O espaço de contemplação – ligação ao percurso ribeirinho.

Foi com base nestes quatro pontos que se desenhou todo o gesto do percurso, simples e rectilíneo, e se articulou as quatro direcções correspondentes. Criou-se uma sequência de situações rápidas ou lentas, transitórias ou de contemplação, não só através do gesto referido, mas também pela presença da materialidade e da estrutura escolhida para o tratamento lateral do percurso, constituído por um conjunto de barrotes em madeira. A intenção é criar uma sucessão de molduras que garantam uma maior segurança e estabilidade a toda a estrutura, um maior conforto a quem a percorre e um enquadramento e ritmo especifico e direccionado paro o estuário, que se faz sentir no interior e em alçado.


44 // CONCURSOS

3 TIPOS DE SISTEMAS MODULARES O tratamento lateral do percurso é, assim, constituído por um conjunto de barrotes em madeira, seguros ao tabuleiro da passagem superior através de um sistema modular de fácil fixação. A intenção é criar uma sucessão de molduras que garantam uma maior segurança e estabilidade a toda a estrutura, um maior conforto a quem a percorre e um enquadramento e ritmo especifico e direccionado paro o estuário, que se faz sentir no interior e em alçado. O tabuleiro da passagem superior é assente num sistema metálico constituído por vigas em perfis metálicos em “I”, com 0,75 m de altura, reforçados por outras perfis de aço, com 0,15 m de altura, colocados na perpendicular. O sistema de barrotes de madeira lateral forma 3 tipos de módulos/conjuntos, onde as molduras de madeira são fixas com diferentes afastamentos entre elas, mais ou menos próximas e, dessa forma, apenas ser necessária uma montagem in situ.


PASSAGEM SUPERIOR PEDONAL // 45

3 DIRECÇÕES

2 PONTOS DE ACESSOS

2 PONTOS DE CONTEMPLAÇÃO

O GESTO


46 //


// 47

Barrotes (0,15m x 0,15m) em Madeira Lamelada tipo “Pinho” Pavimento (2,00m x 0,15m) em Madeira Lamelada tipo “Pinho” Corrimão em Aço Inox com guarda em cabos de aço Perfil em “L” em Aço para suporte dos sistemas modulares Aba triangular em Aço para suporte e ligação dos barrotes de madeira ao tabuleiro Sistema de Iluminação Vigotas Metálicas (0.15mx 0,15m) colocadas de 2 em 2m Perfil metálico em “I” (0.75m x 0,30m)

Estrutura de suporte - composta por pilares de betão armado cruzados (0,40m x 0,60m)


48 // JCFS ARQUITECTOS & DESIGNERS, LDA

CLÍNICA CC // Funcionalidade Sitio: Leiria - PORTUGAL Tipo: Equipamento Resumo: Clínica de obstetricia Ano: 2010 Fase: construído @ JCFS Arquitectos & Designers, Lda.


CLINICA CC // 49


50 // JCFS ARQUITECTOS & DESIGNERS, LDA


CLINICA CC // 51


52 // JCFS ARQUITECTOS & DESIGNERS, LDA

EMPRESA MULTINACIONAL LISBOA // Nova imagem Sitio: Lisboa - PORTUGAL Tipo: Remodelaç\ao Resumo: Nova imagem para a empresa, escritórios e áreas de recepção. Ano: 2011 Fase: em apreciação @ JCFS Arquitectos & Designers, Lda.


ESCRITÓRIOS EMPRESA MIULTINACIONAL // 53


54 // JCFS ARQUITECTOS & DESIGNERS, LDA


ESCRITÓRIOS EMPRESA MIULTINACIONAL // 55


56 // PRO ARCHITECTS

HOTEL HILTON CABO VERDE // The Link Sitio: Ilha do Sal, CABO VERDE Tipo: Hotelaria Área: 30 000 m2 Ano: 2013 Fase: em construção @ PRO architects


HOTEL HILTON CABO VERDE // 57

O projeto está localizado na Ilha do Sal, uma das ilhas mais turísticas de Cabo Verde. O lote tem uma área total de 34.000 m2 e tem como fronteira o mar e uma das avenidas principais da ilha. O cliente apresentou um programa para um hotel de cinco estrelas Hilton, com 240 quartos, um spa, um centro náutico, um casino e uma sala de conferências e reuniões. O complexo teria de responder, não só para fins turísticos, mas também para necessidades doe negócios dos visitantes. Ao longo dos anos, foi-se desenvolvendo ao longo da ilha projectos sem qualquer relação com a mesma, surgiram construções sem relçaõ com a própria história, população e caracteristicas geográficas e materiais. Sentimos, assim, a necessidade de preencher esta lacuna e criar algo que correspondesse melhor à realidade local. Precisámos, desta forma, de ser pragmáticos em todas as fazes de planeamento e execução, a

fim de cumprir todas as expectativas e simultaneamente garantira uma boa relação entre o cliente , Hilton, o promotor do hotel e as autoridades locais. Nosso ponto de partida para o desenho de todos este complexo foi a criação de uma ligação muito forte e intensa com o mar. Criou-se um ponto de vista constante e directo que atravessa todo o hotel, deste a entrada até ao mar. Esta ligação visual é assegurada não só pelo bloco principal do complexo, mas também por todos os quartos se disporem lateralmente. Através da utilização de materiais, cores e das técnicas de construção locais, o design interior está fortemente ligado à história do país.


58 // PRO ARCHITECTS

o terreno

volume principal

circulação

seviços

vistas

áreas verdes

programa: spa casino clube das crianças cenro nautico bar beagle restaurante magalhães restaurante da praia bar da piscina ginásio sala multiusos 3 salas de reunião centro de lojas

892 m² 1160 m² 150 m² 317m² 185 m² 446 m² 718 m² 197 m² 120 m² 306 m² 288 m² 223 m²


HOTEL HILTON CABO VERDE // 59

criação de múltiplos espaços

24% de contacto com vizinhança

18,55 vista jardim

0% de contacto com vizinhança

63,4% vista mar

18,1% vista rua


60 //


// 61

entrada principal

espaรงos interiores


62 //


// 63


64 // PRO ARCHITECTS

DESIGN HOTEL // The Rock Sitio: Santiago, CABO VERDE Tipo: Hotelaria Área: 14 214 m2 Ano: 2012 Fase: em execução @ PRO architects


DESIGN HOTEL // 65

O projeto está localizado na Ilha de Santiago, Cabo Verde, numa parcela de terreno de 4.500 m2. Tem uma frente de mar aberto e está localizado numa das avenidas mais famosas da cidade. As necessidades do cliente prendiam-se essencialmente com o construir um hotel de negócios com 112 quartos e a um custo total eficiente. Foi-nos dada liberdade total sobre estilo e design. Foi uma oportunidade para criar algo novo e excitante na paisagem da cidade. A nossa visão partiu de criar algo único que se relacionasse com a história da ilha através de uma abordagem de arquitetura contemporânea. A origem vulcânica das ilhas e da paisagem rochosa desencadeadaram, assim, a nossa imaginação - inspirando o conceito, denominado como “The Rock” .

A ideia consistie na criação de uma massa de construção sólida que reflete esta característica local - um monólito. A fachada foi desenhada como uma superfície rígida, esculpida com formas irregulares, resultando numa nova identidade deste material, expondo os efeitos do vento, do mar e do sol. O edifício é caracterizado por fazer um uso máximo de materiais locais , tais como pedra de lava , a fim de ser vernacular e mais sustentável. O design interior corresponde à arquitetura moderna, respondendo, assim, às necessidades do mundo empresarial ocidental.


66 // PRO ARCHITECTS

compact solid forma

solido compacto

ardósia

conceito

slice solid with a void

fenda / rasgo definição dos espaços

sólido compacto

diagramas conceptuais dos alçados

luz natural

natural sunlight

luz natural por todos os pisos e espaços públicos

decomposição

programa

floors diagrams

11 pisos diagrama de pisos


DESIGN HOTEL // 67

hotel program: // 11 floors 1.400 m2 below ground 12.814 m2 above ground total area = 14.214 m2 // guestrooms = 112 | 5.814 m2 standard rooms = 74 Suites = 38

// public spaces | 3.500m2

// buisiness center | 1.400m2

lobby entrance shops bar lounge restaurants terrace gym & spa rooftop & pool

meeting rooms multifunction room // offices | 650m2 // srvices | 2.850m2

orientation:

sustainable building:

est

1. natural sunlight

south

sea view

garden view

2. green roof 3. natural cooling system 4. natural ventilation 5. reusing storm and grey water

west

6. local materials


68 // PRO ARCHITECTS

piso-1

piso 0

centro empresarial com uma relação privilegiada com o parque e auditório

entrada principal e espaços públicos principais espaço único e amplo, proporcionando uma vista continua entre o mar e o parqueo

piso 1

piso de quartos tipo

spa e ginásio piso exclusivo para programas que necessitam de uma maior privacidae

cada piso é composto por 4 suites e 9 quartos standard derivado ao pátio interior que atravessa o edificio, as zonas de circulação têm luz natural e ligação visual entre todos os pisos

espaços públicos

centro empresarial

quartos

serviços

circulações


DESIGN HOTEL // 69


70 // PRO ARCHITECTS

ECO RESORT // Growing Houses Sitio: Hebei, CHINA Tipo: Habitação Área: 345 000 m2 Ano: 2012 Fase: em construção @ PRO architects


ECO RESORT // 71

Localizada nos arredores de Pequim , Hebei , é uma importante região agrícola que abastece enumeras de comércio da capital. 99% da área de terra dedicada a este projeto, um total de 148 hectares, está atualmente a ser cultivada e preservada. A ideia inicial do cliente que nos foi porposta era construir um resort ecológico, com um hotel termal como âncora de toda a nova estrutura. O restante território seria dividido em lotes, onde cada pessoa teria o seu terreno de cultivo e a sua habitação, como uma propriedade auto-sustentavel. Contudo depois de uma análse criteriosa ao lugar e ao programa, propusemos uma abordagem diferente. O nosso conceito originou-se então da ideia de criar uma ligação mais forte entre a paisagem e o resort recém-criado. Transformou-se e definiu-se melhor a ideia do eco resort como uma fazenda sustentável, que iria responder à demanda constante da população local por produtos agrícolas frescos.

Adoptou-se uma linguagem arquitetónica com um forte compromisso e integração com a paisagem, onde todo o programa se desenvolve por baixo de terrenos de cultivo. Desta forma, interviu-se o minimo possível sobre a paisagem existente e deu-se um maior aproveitamento da área para produção agricola. Desta forma, as habitações surgem como uma manipulação do solo, definindo geometricamente cada parcela e loteamentos. O desenho de arquitetura procurou estabelecer uma fronteira ténue, contudo bem definida, entre o espaço privado e público Esta manipulação da superfície em parcelas de diferentes tipos de usos e a presença de dois pequenos rios desempenharam, assim, o papel principal na definição de toda a estrutura global, ontegrando-se bem e respeitando todo este cenário singular.


72 // PRO ARCHITECTS

landscape manipulation define architecture and

site plan

desenhos conceptuais

1 1

1

1 1 3

2 2

4 4

5

Plano urbano:

3

1. habitações para idosos 2. centro de monotorização ambiental 3. hotel & termas 4. mercado biológico 5. habitações

rearrangement of the landscape into parcels


ECO RESORT // 73

espaços verdes privados habitações

percursos púbicos


74 // PRO ARCHITECTS


ECO RESORT // 75

- percursos públicos - hortas cplectivas - habitações - acesso ás habitações - pátios interiores - hortas privadas -


76 // PRO ARCHITECTS

TORRE DE OBSERVAÇÃO AMBIENTAL // Sky Garden Sitio: Chongqing, CHINA Tipo: Equipamento Área: 1 500 m2 Ano: 2013 Fase: concurso - 1º lugar @ PRO architects


TORRE DE OBSERVAÇÃO AMBIENTAL // 77

O projeto está localizado na província de Sichuan, na China, no novo parque natural de Yuelai com vista para o famoso Yangtze, o maior rio da Ásia. A área está actualmente a ser objecto de um projecto de intervenção global, patrocinado pelo governo chinês que está a planear criar um dos maiores centros de conferências no mundo. O governo local de Chongqing queria uma torre de observação que permitiu apreciar a vista do novo parque, o centro de conferências e do rio. A torre também deveria ser um símbolo de uma nova era, uma era de prosperidade para a região. Uma vez que o parque tem uma personalidade e presença muito forte e peculiar, criamos uma ligação profunda entre o céu e o parque. O conceito para o desenho desta torre partiu então do elevar o parque, a camada vegetal para o topo da torre. Os visitantes têm assim a possibilidade de viver um espaço exterior na cobertura, de contemplação.

É devido a este fato, o de a torre ser uma extensão elevada do parque, que a denominamos por “Sky Garden”. A torre tem três espaços interligados em diferentes níveis. Cada um deles oferece uma experiência contrastante e vistas dos arredores, criando uma experiência cinematográfica, enquanto os visitantes percorrem. Nos pisos superiores desenvolvem-se, assim, as salas de observação, interligadas por uma rampa continua que encaminha os visitantes num percurso direcionado para o topo. Este percurso passa por todo o programa, salas de exposição, auditório e de espaços de contemplação e observação do envolvente.


78 // PRO ARCHITECTS

parque nartural de yuela

elevação da paisagem

3 espaços de observação

3 jardins suspensos

6 5

5

3 2 4 1

piso 0

piso 7


TORRE DE OBSERVAÇÃO AMBIENTAL // 79

programa : 1.percurso exterior 2. recepção 3.instalações sanitárias 4. loja do museu

5. acessos elevadores 6. sala de observação 7. la de observação e exposição 8. espaço verde exterior

9. sala de observação 10. escritórios 11. salas técnicas 12. espaço verde exterior

3

5

11

11

11 8

10

5

7

8

12 9

piso 8

piso 9


80 // PRO ARCHITECTS

RIO DESIGN HOTEL // Shading Layers Sitio: Rio de Janeiro, BRASIL Tipo: Hotelaria Área: 10 420 m2 Ano: 2014 Fase: concurso - em apreciação @ PRO architects


RIO DESIGN HOTEL // 81

Este hotel está localizado, a cerca de 50km do Rio de Janeiro, Brasil. A intenção para este projeto prende-se com o objectivo de desenvolvimento desta zona, com fortes postencias turisticos devido à proximidade com o Rio de Janeiro.

A fachada foi concebida para dar uma vida dinâmica para o hotel , afastando-se do conceito usual de fachadas lineares. Com este projecto , propomos diferentes varandas que cria perspectivas distintas de dentro e fora do hotel.

O sitio está no final da praia de Ponta Negra, num promontório com vistas tanto para a praia como para o rio. Esta boa localização foi muito importante para definir a forma dos edifícios, tentando dar a melhor vista para todos os quartos de hotel.

Para aumentar o efeito, foi projetada uma segunda fachada em uma estrutura de metal, que funciona como uma pele para o edifício nos pisos superiores. Isso vai expressar o nosso conceito de camadas de sombreamento pelo impacto da luz sobre os dois planos da fachada.

O programa tem 74 quartos e também 4 casas para vender, que segue o alinhamento do promontório , criando um espaço vazio interior , onde são desenvolvidos os elementos públicos e onde é feita a distribuição para os quartos. Este espaço central pretende ser menos construído , promovendo áreas verdes e de conexão com os pontos de vista .

O objetivo principal é criar um ponto de interesse nesta área , que poderia ser uma fonte dinâmica para o desenvolvimento e consolidação da cidade.


82 // PRO ARCHITECTS terreno

estrutura

vazio/praça central

espaços verdes

passagens públicas

relações

piscina

vistas

fachada

planta piso 0

programa:

planta piso 1

planta piso 2

- estudo para edificação mista situada

- 74 quartos projectados

- área do terreno : 10 420 m 2

- espaços públicos

- taxa de ocupação permitida : 30%

- 2 pisos d construção


RIO DESIGN HOTEL // 83

alçado principal

espaços interiores - piscina

espaços interiores - pátio e circulações públicas


84 // PRO ARCHITECTS

espaรงos privados exteriores dos quartos

corte tipo transversal


RIO DESIGN HOTEL // 85

planta piso 0


helena rocha gonรงalves architecture email: hrg.arq@gmail.com // skype: HelenaRochaGonรงalves // tel.: +351 914 843 161 | +351 213 645 281


helena rocha gonçalves architecture . pt  

Portfólio de arquitetura // Conjunto de projetos académicos e profissionais (2004 -2014)

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