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BRUNA PIRES CAMILA AMORIM FERNANDA OLIVEIRA GABRIELA RAABE

PROJETO EXPERIMENTAL DE PESQUISA ESPAÇO EXPERIÊNCIA

Trabalho acadêmico considerado requisito para obtenção de grau na disciplina Projeto Experimental de Pesquisa do curso de Relações Públicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Orientador: Profª. Dra. Claudia Moura

Porto Alegre 2013  

1    


BRUNA PIRES CAMILA AMORIM FERNANDA OLIVEIRA GABRIELA RAABE

PROJETO EXPERIMENTAL DE PESQUISA ESPAÇO EXPERIÊNCIA

Trabalho acadêmico considerado requisito para obtenção de grau na disciplina Projeto Experimental de Pesquisa do curso de Relações Públicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.  

Aprovado em _____ de ____________________ de ________.

BANCA EXAMINADORA: ______________________________________________ Profª. Dra. Claudia Moura ______________________________________________ Prof. ______________________________________________ Prof. 2    


RESUMO O

trabalho

aqui

apresentado

constitui

a

disciplina

de

Projeto

Experimental de Pesquisa que proporcionou ao grupo realizar na prática uma pesquisa junto a um organização real. A empresa escolhida, atual no setor de educação e é parte da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A organização eleita foi o Espaço Experiência, uma agencia experimental com foco em trazer o aprendizado de teórico da salas de aula, para o dia-a-dia pratico de uma agencia. A partir deste projeto o grupo teve a oportunidade de analisar a estrutura, bem como os públicos ali presentes e suas expectativas e insatisfações com o local de trabalho. As etapas qualitativa e quantitativa dessas pesquisa permitiram ao grupo entender os problemas presentes e nortearam as ações sugeridas, pelas formandas do curso de Relações Públicas, para amenizar os pontos fracos que foram encontrados. Palavras-chave:

Comunicação.

Públicos.

Estratégias.

Relacionamentos.

Relações Públicas. Pesquisa.

 

3    


SUMÁRIO     RESUMO ............................................................................................................. 3 INTRODUÇÃO .................................................................................................... 5 JUSTIFICATIVA .................................................................................................. 6 PROBLEMAS DE PESQUISA ............................................................................ 8 OBJETIVOS DA PESQUISA .............................................................................. 9 Objetivo Geral ................................................................................................ 9 Objetivos Específicos ................................................................................... 9 DESK RESEARCH ........................................................................................... 10 METODOLOGIA ............................................................................................... 14 ETAPA QUALITATIVA ..................................................................................... 16 Resultados da Etapa Qualitativa ................................................................ 17 ETAPA QUANTITATIVA .................................................................................. 21 TESTE BETA .................................................................................................... 22 ETAPA QUANTITATIVA .................................................................................. 23 Conclusão da Análise da Etapa Quantitativa: .......................................... 63 CRUZAMENTOS .............................................................................................. 73 Conclusão da Análise dos Cruzamentos .................................................. 78 CONCLUSÃO ................................................................................................... 83 APÊNDICE – A ................................................................................................. 86 ANEXO A .......................................................................................................... 87 ANEXO B .......................................................................................................... 98 REFERÊNCIAS ............................................................................................... 114

4    


INTRODUÇÃO No

decorrer

do

trabalho

pesquisamos

sobre

agências

experimentais no Estado do Rio Grande do Sul, podendo observar que as grandes universidades e/ou instituições da área tem implementado agências de comunicação integrada em suas Faculdades de Comunicação. Com intuito de profissionalizar e desenvolver seus alunos, essas agências têm como objetivo preparar seus alunos para o mercado de trabalho, gerando para o aluno um currículo mais enriquecido de experiência e aprendizado. Além disto, outro componente fundamental nestes locais é o espaço para a inovação, que por vezes pode ser limitado em uma empresa tradicional. Deste modo, o projeto de pesquisa sobre o Espaço Experiência agência experimental integrada da Faculdade de Comunicação Social PUCRS, destinou-se a observação e ao estudo da motivação dos integrantes destes núcleos experimentais, compreendendo qual o incentivo e o componente decisório para o desenvolvimento dos processos de aprendizagem, assim como o fortalecimento de relações interpessoais entre alunos e professores. Realizado entre os meses de Abril e Junho de 2013, o projeto teve supervisão da professora Cláudia Moura, também coordenadora do curso de Relações Públicas da Faculdade.

5    


JUSTIFICATIVA As agências experimentais são importantes componentes de ensino para os cursos de comunicação social. Dentro desses ambientes é possível observar uma exigência diferenciada, tanto sobre os alunos quanto os sobre os professores. Nas agências os alunos buscam uma experiência mais próxima ao mercado de trabalho e, para isso, devem desenvolver uma postura profissional. Já a o corpo docente tem a incumbência de planejar e acompanhar todo o processo de aprendizagem desses alunos. Os professores ampliam o seu papel e passam a ser também chefes, colegas e até mesmo amigos dos estagiários. Eles ajudam os alunos a se desenvolverem de forma autônoma, sem deixar de lado a integração com o grupo. É de extrema importância que no decorrer deste estágio o aluno desenvolva autonomia e habilidades, com o objetivo de desenvolver um currículo sólido para si próprio. O crescimento pessoal dos alunos implica como objetivo último serem autônomos para atuar de maneira competente nos diversos contextos em que haverão de se desenvolver. Impulsionar esta autonomia significa tê-la presente em todas e cada uma das propostas educativas, para serem capazes de utilizar sem ajuda os conhecimentos adquiridos em situações diferentes da que foram aprendidos. (ZABALA, 1998. P. 103)

Essas agências tentam, em sua maioria, proporcionar um ambiente próximo ao de uma agência real. O Espaço Experiência funciona como uma agência comunicacional, situada dentro da Faculdade de comunicação social da PUCRS. Foi fundada no ano de 2008 com objetivo proporcionar um aprendizado de modo integrado entre professores e alunos. Um dos grandes diferenciais do Espaço Experiência é a interdisciplinaridade, visto que os núcleos que formam o Espaço possuem alunos e professores de diferentes áreas da comunicação social: Audiovisual, Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda. A importância dessa interdisciplinaridade fica clara, visto que: Interdisciplinaridade é um tipo de abordagem e conduz a uma ordenação do processo ensino-aprendizagem, especificamente em uma relação intercursos. Nesse sentido, as ações interdisciplinares devem proporcionar aos alunos uma aprendizagem simultânea dos saberes e dos métodos comuns a várias disciplinas. (PRESAS e PRESAS, 2006. p. 5)

Assim, é clara a relevância das agências experimentais como um todo. Juntamente a 6    


importância do Espaço Experiência como ser parte da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS, em que esse projeto foi desenvolvido. Pretende-se entender com este trabalho as expectativas deste processo de aprendizagem diferenciado, proposto pela agência: professores, alunos e coordenadores.

7    


PROBLEMAS DE PESQUISA

1.

Quais as expectativas dos professores em relação aos alunos que

ingressam no Espaço Experiência? 2.

Qual a motivação dos alunos ao ingressarem no Espaço Experiência?

3.

Quais as expectativas que os alunos têm ao participarem do Espaço

Experiência? 4.

Quais as peculiaridades de cada núcleo do Espaço Experiência?  

8    


OBJETIVOS DA PESQUISA

Objetivo Geral   O objetivo principal deste trabalho consiste em verificar quais as expectativas dos envolvidos com o Espaço Experiência em relação aos processos de ensino que nele acontecem.  

Objetivos Específicos    

Entender quais as expectativas que os professores e coordenadores do Espaço Experiência tem com relação aos alunos que ingressam na agência experimental.

Estudar quais as principais motivações que levam os alunos a ingressarem no Espaço Experiência.

Entender quais as expectativas que os alunos têm quanto ao aprendizado gerado no Espaço Experiência.

Identificar quais são as peculiaridades de cada núcleo do Espaço Experiência.

9    


DESK RESEARCH O Espaço Experiência é uma agência experimental com foco acadêmico, situada na Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Famecos). Segundo o Site do Eu Sou Famecos, os núcleos fornecem um espaço de aprendizado que faça a combinação entre reflexão e prática, por considerarem este ponto indispensável na área da comunicação. Desta forma, os alunos acabam contribuindo para a troca de experiências entre estudantes e professores, a fim de preparar os estagiários para o mercado de trabalho. Segundo o parecer CNE/CES (CNE - Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Superior) 492/2001, as atividades realizadas nas agências experimentais são classificadas como atividades complementares e: São realizadas sob a supervisão de um docente (e) buscam promover o relacionamento do estudante com a realidade social, econômica e cultural, e de iniciação à pesquisa e ao ensino. Tais tipos de ação pedagógica caracterizam mecanismos de interação com o mundo do trabalho, assim como o confronto com possibilidades metodológicas visando a promoção de uma formação complexa.

Porém, cada universidade pode formatar esses espaços de forma a melhor adaptá-lo às metodologias aplicadas nas salas de aula. No Estado do Rio Grande do sul, as universidades de maior aporte possuem suas próprias agências experimentais, como as seguintes citadas: 1) Agência Experimental de Comunicação FACCAT/AGECOM: Fundada em 2010, têm como objetivo possibilitar um contato mais próximo com a realidade do mercado do trabalho, propondo soluções criativas em comunicação; 2) Agência Experimental Unifra: direcionada a alunos de jornalismo, ela se propõe a disponibilizar uma experiência ampliada aos alunos, utilizando métodos dinâmicos para o ensino do jornalismo; 3) Agência Experimental de Comunicação FEEVALE-GECOM: um laboratório com uma infraestrutura de uma Agência de Comunicação, onde o estudante pode praticar sua experiência profissional antes de entrar no mercado de trabalho; 4) Agência de Comunicação Integrada da Universidade de Passo Fundo: espaço 10    


onde os alunos da Faculdade de Artes e Comunicação podem vivenciar a prática da produção noticiosa num ambiente multimídia, experimentando linguagens específicas e sua convergência; 5) Agência Experimental de Comunicação da UNIVATES: disponibiliza aos alunos o ambiente de uma Agência de Comunicação, contando com áreas de trabalho, equipamentos e softwares de área gráfica. Além de disponibilizar maior conhecimento aos alunos, atende também às necessidades da Instituição, atuando na criação de campanhas e materiais institucionais. Nota-se que todas as universidades primam pelo aprendizado construtivo, gerado pela direta relação entre prática profissional e orientação dos professores.

No

caso

da

PUCRS

e

Espaço

Experiência

é

definido

segundo

o

site

([eusoufamecos.pucrs.br]¹) da seguinte forma: Trata-se de um novo conceito aplicado à organização das atividades laboratoriais, pautado por atributos cada vez mais indispensáveis em um mundo marcado pela transformação e pela volatilidade dos valores e das instituições: inovação, qualidade e tradição. Uma equipe de 15 professores e 70 alunos passa a agir de maneira orquestrada para desenvolver produtos, estratégias, serviços e, sobretudo, conhecimento aplicados a diversas áreas da Comunicação (produtos jornalísticos impressos e eletrônicos, assessoria de imprensa, publicidade, internet e relações públicas, além de atividades de planejamento, tendência e pesquisa)

. O Espaço possui atualmente onze núcleos: Núcleo Assessoria e Comunicação Digital (responsável pelo processo de comunicação integrada do Espaço Experiência, desenvolvendo produção e publicação de conteúdo, tanto para a imprensa tradicional como para o meio digital); Núcleo de Atendimento (possui a responsabilidade de atender às demandas e se relacionar com os clientes do Espaço Experiência, centralizando todos os briefings e distribuindo-os às áreas competentes para a realização das ações); Núcleo de Áudio (tem como objetivo produzir todo e qualquer material de sound design artístico e/ou publicitário, desde simples spots até podcasts, atendendo às demandas internas e externas da Universidade); Núcleo de Criação (tem como prioridade estabelecer identidade aos clientes através da elaboração de peças de comunicação, objetivando criar posicionamentos de comunicação, alinhados com os elementos do marketing); Núcleo de Comunicação e Memória 11    


Institucional (elabora a Memória Institucional da Famecos, utilizando matrizes de pesquisa desenvolvidas pela equipe de trabalho, direcionadas a ambientes digitais e eletrônicos, a meios impressos e documentais, além de coleta de informações com pessoas de interesse para a Faculdade); Núcleo de Eventos e Relacionamento (com o objetivo de facilitar os processos de comunicação, dando suporte estratégico e operacional aos eventos realizados pela Famecos, pela PUCRS, por clientes externos e também aos projetos de outros núcleos que fazem parte do Espaço Experiência); Núcleo de Fotografia (oportuniza ao aluno a possibilidade de desenvolver seus conhecimentos e competências no campo da imagem e da fotografia, tendo contato direto com a técnica, a linguagem fotográfica e aos repertórios diversificados); Núcleo de Planejamento (dá suporte através da reunião de informações estratégicas, a todas as ações de comunicações voltadas ao atendimento dos clientes), Núcleo de Tendências e Pesquisa (tem como principal característica a pesquisa voltada para a busca de tendências de mercado, consumo e comunicação) e Núcleo Audiovisual (responsável por toda a produção de conteúdo em vídeo, proporcionando vivência em todas as etapas de realização: criação, roteiro, produção, captação e edição). A pesquisa apresentada nesse documento estuda a motivação dos alunos, que podem ser voluntários (monitoria, atividade voluntária ou estágio curricular) ou pagos (bolsistas de iniciação cientifica ou estagiários), para trabalharem no Espaço Experiência. Para (MAXIMIANO, 2006): A motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Essa motivação é resultante de uma interação complexa entre os motivos internos das pessoas e os estímulos da situação ou ambiente. Existem motivos internos tais como: necessidades, aptidões, interesses, valores e habilidades das pessoas. Esses motivos individualizam cada pessoa e as fazem diferente uma das outras. Há também os motivos externos que são os estímulos que a empresa oferece. Podem satisfazer necessidades, despertar sentimentos de interesse ou representar recompensas desejadas. (MAXIMILIANO, 2000. p. 347)

Assim como é pretendido analisar aqui, as expectativas dos envolvidos e o clima organizacional gerado no Espaço Experiência. Para Chiavenato (2004) o clima organizacional “pode ser descrito como a qualidade ou propriedade do ambiente organizacional que é percebida ou experimentada pelos membros da organização e que influencia seu comportamento”. 12    


Martins (2000) que propõe um modelo em escala de pesquisa de clima organizacional que contempla os seguintes tópicos: apoio da chefia e da organização, recompensa, conforto físico, controle/pressão e coesão entre colegas.

13    


METODOLOGIA Durante as etapas qualitativa e quantitativa desta pesquisa foram utilizados os seguintes técnicas de pesquisa: Pesquisa Documental Utilizando de documentos já disponíveis do Espaço Experiência para realizar um levantamento prévio de informações sobre o local. Pesquisa Bibliográfica Um levantamento inicial sobre os assuntos aqui tratados. Para Manzo (1971), uma bibliografia pertinente "oferece meios para definir, resolver, não somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas onde os problemas não se cristalizaram suficientemente". Observação Participante Como todas as autoras desse trabalho são estudantes da Famecos e uma das autoras trabalha diretamente no Espaço Experiência, o método de observação participante de caráter natural foi utilizada para complementar essa pesquisa. Para Mann (1970) a observação participante é uma "tentativa de colocar o observador e o observado do mesmo lado, tomando-se o observador um membro do grupo de molde a vivenciar o que eles vivenciam e trabalhar dentro do sistema de referencia deles". Entrevista Despadronizada Foi utilizada na etapa qualitativa para coletar os dados junto aos professores e coordenadores do Espaço Experiência. Para Lakatos e Marconi (2003) entrevista despadronizada é aquela onde: O entrevistador tem liberdade para desenvolver cada situação em qualquer direção que considere adequada. É uma forma de poder explorar mais amplamente uma questão. Em geral, as perguntas são abertas e podem ser respondidas dentro de uma conversação informal. (LAKATOS e MARCONI, 2003. p. 197).

14    


Questionário Utilizado na etapa quantitativa, foi elaborado via ferramenta Google Drive e teve como base os resultados da etapa qualitativa.

15    


ETAPA QUALITATIVA   Segundo o artigo “O jovem e a primeira experiência no mercado”, pela revista Brasileira de Psicodrama (MONTEIRO e VALE, 2011), o papel do jovem nesta ambiente poder ser expresso do seguinte modo: o trabalho ainda possui centralidade na vida do sujeito jovem e é elemento de grande importância na constituição de sua identidade e na realização de seus projetos pessoais e profissionais. Seja ocorrendo em uma forma convencional (ambiente empresarial, por exemplo), seja em uma modalidade informal (alguma forma de atividade autônoma), o trabalho proporciona condições de "ser jovem" com mais autonomia e plenitude e, ao mesmo tempo, permite ao jovem adquirir e desenvolver os novos papéis de trabalhador e de adulto. Partindo da premissa exposta acima, onde o trabalho atua como fomento principal para desenvolvimento

do

jovem,

optou-se

por

iniciar

a

etapa

qualitativa

junto

aos

professores/coordenadores do curso, verificando qual o papel desempenhado por eles neste processo. Compreendemos o professor também como um elemento impulsor para a incorporação do jovem a este papel de decisório de sua vida e assim iniciamos a etapa qualitativa deste projeto. Para que a etapa qualitativa tivesse caráter substancial neste projeto, selecionamos uma amostra de dez professores/coordenadores atuantes no Espaço Experiência: Vinicius Mano, Ticiano Paludo, Silvana Sandini, Neka Machado, Márcia Cristófolli, Juan Domingues, Fábio Canatta, Eduardo Seidl, Denise Avancini e Andréia Mallmann. Cada um deles vem de uma área distinta, afim de que a pesquisa pudesse representar uma visão universal, mas também específica. Para a execução desta pesquisa utilizamos como instrumento entrevistas em profundidade, realizadas por meio de gravação e com duração variável entre cinco e 20 minutos. Feitas de modo presencial, as perguntas feitas foram elencadas em um pré-roteiro, que serviu como guia para os aplicadores da mesma.

16    


Pesquisa Qualitativa – Núcleos Espaço Experiência 2012/1

Objetivo: compreender a expectativa e percepção dos professores responsáveis pelos núcleos do Espaço Experiência quanto a seus colaboradores alunos. Questões .1

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos colaboradores do Espaço Experiência?

.2

Quais as principais características você procura desenvolver junto aos colaboradores do núcleo em que atua?

.3

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a deixarem o Espaço Experiência?

Esse Modelo de Pesquisa despadronizada foi aplicado pelo grupo no período de 24/04 a 29/04. Respostas em Anexo – A   Resultados da Etapa Qualitativa A presente pesquisa destina-se a avaliar o grau de motivação dos colaboradores (bolsistas, estagiários, voluntários) perante seu trabalho no Espaço Experiência, diante desta intenção, nos encontramos na fase qualitativa. Realizada com todos os professoresorientadores do Espaço Experiência, a aplicação da pesquisa ocorreu de modo presencial, tendo sido por meio de gravação e, posteriormente, por transcrição. Entre os dias 24/04 e 29/04, quando a pesquisa foi aplicada pelo grupo, já foi possível identificar alguns itens que seriam de extrema importância em nosso projeto e nos resultados que foram obtidos com a mesma. As constatações encontradas nas análises das respostas foram fundamentais para a elaboração e aperfeiçoamento do questionário quantitativo. Por meio das respostas obtidas nas entrevistas qualitativas, fizemos uma categorização e desenvolvemos algumas observações. Os professores se posicionaram de modos distintos diante das perguntas, alguns focando em seus próprios núcleos e outros 17    


tratando do Espaço Experiência como um todo. Conseguimos perceber que na primeira questão (referente à expectativa dos professores quanto ao trabalho desenvolvido pelos alunos), as respostas seguem duas vertentes: alguns professores depositam a expectativa diretamente no aluno, contando com a pró-atividade e o interesse deles, já outros professores estão preocupados em primeiro transmitir ao aluno o aprendizado e a experiência para então, partir daí, cobrar o desenvolvimento e interesse. Em todas as entrevistas ficou claro a necessidade dos professores de encontrarem alunos com reais interesses nas oportunidades que o Espaço Experiência pode proporcionar, proativos e com atitudes. Pudemos notar que os professores acreditam que exista uma tendência natural para atuar em determinada área, e é obtendo experiência no Espaço que os alunos desenvolvem suas habilidades naturais. Os núcleos possuem algumas características bem específicas, tanto técnicas como em conhecimento teórico. Percebemos nas pesquisas a utilização de termos técnicos que os professores esperam encontrar nos alunos e desenvolvêlos. O que leva o aluno a escolher determinado núcleo tem relação com o seu perfil. A partir disso, visualizamos uma proximidade de perfil esperada pelos professores: alunos autodidatas, com bom senso, tranquilidade, organizados, entre outros. Os núcleos permitem o erro e o desenvolvimento da criatividade, é através deste trabalho em conjunto que a Famecos se organiza. Os alunos, segundo os entrevistados, saem do Espaço Experiência para o mercado de trabalho. Os professores gostam de auxiliar no desenvolvimento profissional do aluno e em vê-lo sair do núcleo para assumir um cargo remunerado. As desistências por parte dos alunos são poucas, mas sempre envolvidas com relação a falta de tempo para o núcleo (provas e trabalhos) ou por não se encaixar no perfil de trabalho. Na pesquisa feita com o professor Ticiano Paludo, conseguimos perceber características bem peculiares ligadas ao tema do Núcleo de Áudio. O professor valoriza no aluno a tranquilidade, gostar de arte, música e cultura; características bem específicas do ramo.

A pesquisa da professora Denise Avancini expressa uma ênfase maior no aluno,

dizendo que a existência do Espaço Experiência se deve aos alunos. Fica explícito em todas as pesquisas que, na visão dos professores, os alunos que participam do Espaço se 18    


destacam dos outros quando se trata de mercado e oportunidades. A integração entre os alunos também foi um item citado nas pesquisas. Alunos de semestres iniciais e de semestres finais interagindo, trocando experiências, expectativas sobre a profissão, o mercado e etc. O acompanhamento dos professores também é um diferencial aproveitado pelos alunos do Espaço Experiência, onde eles absorvem as vivências de mercado com o apoio dos professores, tendo a didática no aprendizado fazendo diferença. O termo “perfil” foi utilizado na maioria das pesquisas, uma delas, pelo professor Juan Domingues, foi abordada de maneira diferente. O professor levanta esta questão de sentença, quando tratamos de perfil para uma profissão ou atividade. Costuma-se dizer que a pessoa que é tímida, por exemplo, tem perfil mais introvertido e não se encaixa em tais profissões, de acordo com o professor isso está errado. Ser tímido é um temperamento, tudo depende do grau de interesse e envolvimento da pessoa com a profissão, a vontade de aprender, o comprometimento e a capacidade; o perfil não deve ser sentença. Na maioria das pesquisas foi detectada uma admiração por parte dos professores ao Espaço Experiência. Caracterizado com um espaço de todos e de integração e desenvolvimento pessoal. Conforme citado pela professora Neka Machado, os alunos chegam na Famecos sabendo da existência do Espaço Experiência, desde o Stand Calouros eles já criam o desejo de fazer parte dos núcleos e descobrir seu perfil profissional atuante. Isso mostra o diferencial existente na Faculdade de Comunicação da PUCRS, visando a uma preocupação em médio prazo com relação ao futuro dos calouros. Por observação participante, nós pudemos notar um distanciamento do Editorial J. Primeiro pela abordagem do Prof. Fábio Canatta que ao ser convidado para responder essa entrevista, indagou que não estava totalmente inteirado da dinâmica do Espaço Experiência. Outra observação feita foi em relação ao crachá utilizado pelos alunos do Editorial J, que é diferente do crachá usado pelo resto dos alunos do Espaço Experiência. Outras falhas percebidas durante a observação participante, foi a falta de uma apresentação formal para os alunos que entram no Espaço Experiência. Cada núcleo recebe seus próprios estagiários, mas não existe uma apresentação desse novo integrante para toda a agência experimental.

19    


Por fim, acreditamos que os resultados obtidos nesta etapa da pesquisa nortearam nossas ações e facilitaram no momento de colocarmos as informações em cruzamento.  

20    


ETAPA QUANTITATIVA Segundo Dantas e Cavalcante (2006), pesquisa quantitativa: É a mais adequada para apurar opiniões e atitudes explícitas e conscientes dos entrevistados, pois utiliza instrumentos estruturados (questionário). Deve ser representativa de um determinado universo de modo que seus dados possam ser generalizados e projetados para aquele universo. Seu objetivo é mensurar e permitir o teste de hipóteses, já que os resultados são concretos e menos passíveis de erros de interpretação. (DANTAS e CAVALCANTE, 2006. p. 2)

Acreditamos que este método é o mais eficiente para alcançarmos nossos objetivos com relação ao trabalho, visando respostas objetivas e concretas. Para a composição desta parte do projeto utilizamos perguntas abertas e fechadas, sendo as fechadas pautadas pela escala likert. Prevista inicialmente para uma aplicação junto a 70 alunos, a amostra universal somente ser aplicada a 36 alunos, tendo a falta de acesso aos mesmos o motivo principal para que apenas uma parte da população amostral tenha participado da pesquisa.  

21    


TESTE BETA Realizado de 8/4 a 10/4 com ex-alunos do Espaço Experiência, o teste beta teve como principal objetivo analisar a eficiência do modelo de formulário (APÊNDICE - A) elaborado pelo grupo de formandos da Famecos – PUCRS. Essa análise veio a gerar algumas modificações no modelo inicial, dando base para o grupo criar o formulário definitivo (APÊNDICE - B) que foi aplicado em 24/4. As respostas descritas em (ANEXO – A) renderam as seguintes observações surgidas do Teste Beta: Primeira questão: “Qual minha expectativa quanto ao trabalho que desenvolvo?” A pergunta acima gerou dúvida me quanto ao uso da palavra “expectativa”, pois alguns entrevistados não compreenderam se ela referia-se à relação entre o que o entrevistado espera já trabalhando no núcleo ou se seria em relação ao que ele esperava quando se inscreveu para entrar no núcleo. Segunda questão: O formulário era composto de muitas questões abertas, o que tornou ele cansativo de responder e confuso no momento de mensurar. A partir disto, houve uma reestruturação que gerou nossa versão final. (APÊNDICE – C)

22    


ETAPA QUANTITATIVA Tabela 1

1. Qual seu gênero? Total BASE

VA %

Feminino

VA

%

Masculino

VA

%

36

100

26

72

10

28

36

100

36

100

36

100

BASE: Todos entrevistados Resposta Simples Gráfico 1  

1. Qual seu gênero?

28% Masculino Femino 72%

O gráfico apresenta 72% das respostas vindas do sexo feminino e 28% do sexo masculino.

23    


Tabela 2

2. Qual sua faixa etária? VA

%

Até 19 anos

14

39

De 20 a 22 anos

15

42

De 23 a 25 anos

7

19

Mais de 25 anos

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 2  

2. Qual sua faixa etária?

19%

0%

39%

até 19 anos de 20 a 22 anos de 23 a 25 anos mais de 25 anos

42%

A faixa etária da opção até 19 anos obteve o total de 39%; de 20 a 22 anos 42%; de 23 a 25 anos 19% e a opção para mais de 25 anos não houve marcação de resposta.

24    


Tabela 3

3. Qual seu curso na Famecos? VA

%

Jornalismo

19

53

Produção Audiovisual

0

0

Publicidade e

12

33

Relações Públicas

5

14

BASE

36

100

Propaganda

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 3  

3. Qual o seu curso na Famecos?

14% Jornalismo Produção Audiovisual 53% 33%

Publicidade e Propaganda Relações Públicas

0%

25    


Tabela 4

4. Qual semestre você está cursando aproximadamente? VA

%

Primeiro

3

8

Segundo

0

0

Terceiro

12

33

Quarto

5

14

Quinto

7

19

Sexto

4

11

Sétimo

2

6

Oitavo

1

3

Acima do oitavo

2

6

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 4  

4. Qual semestre você está cursando aproximadamente? Acima do oitavo Oitavo

6% 3%

Setimo

6%

Sexto

11%

Quinto

19%

Quarto

14%

Terceiro Segundo

33% 0%

Primeiro

8% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

O gráfico quarto apresenta a relação entre o aluno estagiário do Espaço Experiência com o semestre no qual está cursando. Obteve-se: acima do oitavo semestre (6%); oitavo semestre (3%); sétimo semestre (6%); sexto semestre (11%); quinto semestre (19%); quatro semestre (14%); terceiro 26    


semestre (33%); segundo semestre (0%) e primeiro semestre (8%).

27    


Tabela 5

5. Há quanto tempo você estagia no Espaço Experiência? VA

%

Menos de 1 semestre

17

47

1 a 2 semestres

10

28

3 a 4 semestres

6

17

5 a 6 semestres

3

8

7 a 8 semestres

0

0

Mais de 8 semestres

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 5  

5. Há quanto tempo você estagia no Espaço Experiência? mais de 8 semestres

0%

7 a 8 semestres

0%

5 a 6 semestres

8% 17%

3 a 4 semestres

28%

1 a 2 semestres

47%

Menos de 1 semestre 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

No que se refere ao tempo em que o aluno estagia no Espaço Experiência, foi detectado que não há alunos entre sétimo e oitavo semestre nos núcleos, assim como não há também alunos com mais de oito semestres na Faculdade. Entre quinto e sexto semestre (8%); terceiro e quarto semestre (17%); primeiro a segundo semestre (28%) e menos de um semestre (47%).

28    

50%


Tabela 6

6. No momento, qual seu vínculo com o Espaço Experiência? VA

%

Estágio curricular

1

3

Estágio remunerado

8

22

Bolsista de iniciação científica

8

22

Monitor

6

17

Atividade voluntária

13

36

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 6  

6. No momento, qual seu vinculo com o Espaço Experiência? Atividade Voluntária

36%

Monitor

17%

Bolsista de Iniciação Científica

22%

Estágio Remunerado

22%

Estágio Curricular

3% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

De acordo com as respostas fornecidas, foi percebido o vínculo do aluno com o Espaço Experiência. A atividade voluntária representa 36%; monitoria 17%; bolsa de iniciação científica 22%, assim como estágio remunerado, também com 22% e estágio curricular representando 3% da amostra.

29    


Tabela 7

7. Qual núcleo você pertence atualmente? VA

%

7

19

Atendimento

2

6

Áudio

1

3

Audiovisual

4

11

Comunicação e Memória

0

0

Criação

1

3

Design Editorial

1

3

Editorial J

9

25

Eventos e Relacionamento

4

11

Fotografia

1

3

Planejamento

3

8

Tendências e Pesquisa

3

8

BASE

36

100

Assessoria e Comunicação Digital

Institucional

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples

30    


Gráfico 7  

7. A qual núcleo você pertence atualmente? 30%

25% 25%

20% 19%

15%

11%

10%

11%

8% 5%

8%

6%

3%

3%

3%

3%

0% 0%

Quanto à participação dos alunos nos núcleos, foi possível detectar que a Assessoria e Comunicação Digital representaram 19%; Atendimento 6%; Áudio 3%; Audiovisual 11%; Criação 3%; Design Editorial 3%; Editorial J 9,25%; Eventos e Relacionamento 4,11%; Fotografia 1,3%; Planejamento e 31    


Tendências 3,8% e Pesquisa 8%. Tabela 8

8. Você já estagiou em outro núcleo? VA

%

Não estagiei anteriormente

25

69

Assessoria e Comunicação

2

6

Atendimento

0

0

Áudio

1

3

Audiovisual

0

0

Comunicação e Memória

0

0

Criação

3

8

Design Editorial

0

0

Editorial J

3

8

Eventos e Relacionamento

0

0

Famecos sem Fronteiras

1

3

Fotografia

3

8

Planejamento

0

0

Tendências e pesquisa

0

0

BASE

36

105

Digital

Institucional

BASE: Todos Pesquisados Resposta Multiplas

32    


Gráfico 8  

8. Você já estagiou em outro núcleo? 80%

70% 69%

60%

50%

40%

30%

20%

10% 8%

8%

8%

6% 0% 3% 0% 0%

0%

0% 3%

0% 0%

0%

Foi possível perceber através desta pergunta que 69% dos alunos não estagiou anteriormente em outros núcleos. Com apenas 6% tendo participado 33    


do núcleo de Assessoria e Comunicação Digital, Áudio 3%, Criação 8%, Editorial J e Fotografia, ambos também com 8%, as outras opções de resposta não foram marcadas. 9. Em relação a sua motivação para estagiar no Espaço Experiência, marque a alternativa que melhor corresponde a sua opinião. *A opção 2 serve como uma escala maior que “nada importante” e a opção 3 como uma escala menor para “muito importante”. Tabela 9.1

9. Contato com os professores VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

0

0

2-

3

8

3-

5

14

4 – Muito importante

28

78

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.1  

Contato com os professores 4 - Muito Importante

78%

3

14%

2

8%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

90%

Cerca de 78% dos alunos consideram muito importante ter contato com 34    


os professores, 15% consideram a opção 3; a opção 2 somou 8%. Não houve marcações indicando a opção de nada importante ou que este quesito não se aplica. Tabela 9.2

9. Contato com outros alunos de diferentes áreas e semestre VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

2

6

2

8

22

3

10

28

4 – Muito importante

16

44

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.2  

Contato com outros alunos de diferentes áreas e semestres 4 - Muito Importante

44%

3

28%

2

22%

1 - Nada Importante 0 - Não se Aplica

6% 0% 0%

5%

10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50%

No que se refere ao contato com outros alunos de diferentes áreas e semestres, foi considerada a maioria de 44% de muito importante neste quesito. A opção 3 foi marcada por 28% dos alunos, 22% marcou a opção 2 e, na opção de não se aplica, não houveram marcações.

35    


Tabela 9.3

9. Oportunidade de aprendizado VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

0

0

2

0

0

3

2

6

4 – Muito importante

34

94

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.3  

Oportunidade de aprendizado 94%

4 - Muito Importante 3

6%

2

0%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

0% 0%

10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

Uma porcentagem quase que predominante acredita que a oportunidade de aprendizado oferecida pelo Espaço Experiência é considerada muito importante, somando 94% das respostas. São 3% das respostas que marcaram a opção 3, não havendo nenhuma marcação para as opções 2, nada importante e não se aplica.

36    


Tabela 9.4

9. Possibilidade de inovação, visto que o ambiente acadêmico é mais propicio para isso que o mercado de trabalho. VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

2

6

2

2

6

3

13

36

4 – Muito importante

19

53

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.4  

Possibilidade de inovação, visto que o ambiente acadêmico é mais propício para isso que o mercado de trabalho 4 - Muito Importante

53%

3

36%

2

6%

1 - Nada Importante

6%

0 - Não se Aplica

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

Para 53% dos alunos estagiários é considerado muito importante a possibilidade de inovação que o ambiente acadêmico proporciona. São 36% que marcaram a opção 3, opção 2 6% e nada importante 6% também, A opção de não se aplica não foi selecionada nesta pergunta.

37    


Tabela 9.5

9. Ter uma primeira experiência de trabalho. VA

%

0 – Não se aplica

3

8

1 - Nada importante

2

6

2

5

14

3

4

11

4 – Muito importante

22

61

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.5  

Ter a primeira experiência de trabalho 61%

4 - Muito Importante 11%

3

14%

2 1 - Nada Importante

6% 8%

0 - Não se Aplica 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

Ter a primeira experiência de trabalho nos núcleos é considerado muito importante para 61% dos alunos. São 11% os que marcaram a opção 3, 14% a opção 2, nada importante soma 6% das respostas e não se aplica atingiu 8%.

38    


Tabela 9.6

9. Preparação para o mercado de trabalho. VA

%

0 – Não se aplica

1

3

1 - Nada importante

0

0

2

2

6

3

7

19

4 – Muito importante

26

72

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.6  

Preparação para o mercado de trabalho 72%

4 - Muito Importante 19%

3 2

6%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

3% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

No que se refere a preparação que os núcleos oferecem para o mercado de trabalho, foi considerado para 72% dos estagiários muito importante. A opção 3 somou 19% das respostas, a opção 2 6%, não se aplica 3% acredita que isto não se aplica. Não houve marcações na opção de nada importante.

39    


Tabela 9.7

9. Obter horas complementares VA

%

0 – Não se aplica

3

8

1 - Nada importante

6

17

2

13

36

3

9

25

4 – Muito importante

5

14

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.7  

Obter horas complementares 14%

4 - Muito Importante

25%

3

36%

2 1 - Nada Importante

17% 8%

0 - Não se Aplica 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

No que se refere as obtenção de horas complementares, a grande maioria marcou a opção 2. Em seguida a opção 3 registrou 25%, nada importante 17%, muito importante 14% e não se aplica apenas 8%.

40    


Tabela 9.8

9. Cumprir carga horária de cadeiras. VA

%

0 – Não se aplica

14

39

1 - Nada importante

7

19

2

8

22

3

4

11

4 – Muito importante

3

8

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 9.8  

Cumprir carga horária de cadeiras 8%

4 - Muito Importante

11%

3 2

22%

1 - Nada Importante

19% 39%

0 - Não se Aplica 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

A maioria das respostas mostrou que a opção de não se aplica (39%) quando se refere a estar no Espaço Experiência para cumprir a carga horária de cadeiras. Em seguida, 22% marcou a opção 2, nada importante 19%, opção 3 11% e muito importante 8%.

41    


10. Pensando em relação ao seu atual NÚCLEO de vínculo qual a sua motivação para estagiar? Marque a alternativa que melhor corresponde a sua opinião. Tabela 10.1

10. Agradar meus familiares VA

%

0 – Não se aplica

21

58

1 - Nada importante

9

25

2

5

14

3

1

3

4 – Muito importante

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.1  

Agradar meus famíliares 4 - Muito Importante

0%

3

3%

2

14% 25%

1 - Nada Importante 0 - Não se Aplica

58% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

Segundo as marcações na pergunta de “o que motiva você a estar no Espaço Experiência”, foi percebido que não houve marcações na resposta muito importante, apenas 3% marcou a opção 3, 14% a opção 2, nada importante 25% e não se aplica 58%.

42    


Tabela 10.2

10. Não fui absorvido no mercado de trabalho. VA

%

0 – Não se aplica

20

56

1 - Nada importante

6

17

2

4

11

3

3

8

4 – Muito importante

3

8

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.2  

Não fui absorvido no mercado de trabalho 4 - Muito Importante

8%

3

8%

2

11% 17%

1 - Nada Importante 0 - Não se Aplica

56% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

No que se refere a não ser absorvido no mercado de trabalho e estar no Espaço Experiência em função disto, obteve-se 56% das respostas dizendo que este quesito não se aplica. Nada importante representa 17%, a opção 2 11%, a opção 3 8% e muito importante 8% também.

43    


Tabela 10.3

10. É cômodo para mim VA

%

0 – Não se aplica

16

44

1 - Nada importante

7

19

2

8

22

3

5

14

4 – Muito importante

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.3  

É cômodo para mim 4 - Muito Importante

0% 14%

3 2

22%

1 - Nada Importante

19% 44%

0 - Não se Aplica 0%

5%

10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50%

Foram 44% das respostas dos estagiários que dizem não se aplicar no quesito “É cômodo para mim” quando se trata em estar estagiando nos núcleos. Seguido de 22% que marca a opção 2, 19% a opção de nada importante, 14% a opção 3 e não houveram marcações na resposta muito importante.

44    


Tabela 10.4

10. Adquirir experiência nessa área de trabalho. VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

0

0

2

1

3

3

3

8

4 – Muito importante

32

89

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.4  

Adquirir experiência nessa área de trabalho 89%

4 - Muito Importante 3

8%

2

3%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

0% 0%

10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

Para 89% dos alunos que estão estagiando no Espaço Experiência, é muito importante estar lá para adquirir experiência na sua área de trabalho. São 8% as respostas marcadas na opção 3 e 3% na opção 2. Não houveram marcações nem na opção de nada importante ou de não se aplica.

45    


Tabela 10.5

10. Fazer contatos profissionais. VA

%

0 – Não se aplica

0

0

1 - Nada importante

0

0

2

6

17

3

5

14

4 – Muito importante

25

69

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.5  

Fazer contatos profissionais 69%

4 - Muito Importante 14%

3 2

17%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

No quesito de estar no Espaço Experiência para fazer contatos profissionais, 69% das respostas dizem que é muito importante. A opção 2marca 17% e a opção 3, 14%/. As respostas de nada importante ou não se aplica não foram selecionadas nesta pergunta.

46    


Tabela 10.6

10. Colcar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. VA

%

0 – Não se aplica

1

3

1 - Nada importante

0

0

2

6

17

3

5

14

4 – Muito importante

24

67

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 10.6  

Colocar em prática conhecimentos adquiridos em sala de aula 4 - Muito Importante

67%

3

14%

2

17%

1 - Nada Importante

0%

0 - Não se Aplica

3% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

Colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula é considerado muito importante para 67% dos estagiários. Para a opção 2 somaram-se 17%, na opção 3 14%, não se aplica 3% e não houveram marcações na resposta nada importante.

47    


11. Em relação ao trabalho desenvolvido em seu NÚCLEO, marque a alternativa que melhor representa a sua satisfação. Tabela 11.1

11. Trabalho em equipe. VA

%

Muito Insatisfeito

0

0

Insatisfeito

1

3

Regular

4

11

Satisfeito

11

31

Muito satisfeito

20

56

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 11.1  

Trabalho em equipe 39%

Muito Satisfeito

53%

Satisfeito 8%

Regular Insatisfeito

0%

Muito Insatisfeito

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

São 53% dos estagiários que se dizem satisfeitos com o trabalho em equipe. Foram 39% marcando a opção de muito satisfeito e 8% para regular. As opções de insatisfeito ou muito insatisfeito não foram marcadas.

48    


Tabela 11.2

11. Contato/Orientação dos professores do núcleo. VA

%

Muito satisfeito

14

39

Satisfeito

19

53

Regular

3

8

Insatisfeito

0

0

Muito insatisfeito

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 11.2  

Contato/orientação dos professores do núcleo 56%

Muito Satisfeito 31%

Satisfeito Regular

11%

Insatisfeito

3%

Muito Insatisfeito

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

No que diz respeito ao contato/orientação dos professores do núcleo, 56% dos estagiários se dizem muito satisfeitos. São 31% deles que estão apenas satisfeitos e 11% consideram este relacionamento regular. Insatisfeitos registram 3% e não houve marcação na opção de muito insatisfeito.

49    


Tabela 11.3

11. Possibilidade de debater novas ideias. VA

%

Muito satisfeito

22

61

Satisfeito

10

28

Regular

4

11

Insatisfeito

0

0

Muito insatisfeito

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 11.3  

Possibilidade de debater novas ideias 61%  

Muito Satisfeito 28%  

Satisfeito 11%  

Regular Insatisfeito

0%  

Muito Insatisfeito

0%   0%  

10%  

20%  

30%  

40%  

50%  

60%  

70%  

São 61% dos estagiários que estão muito satisfeitos com a possibilidade de debater novas ideias. Em seguida, 28% está satisfeito e 11% consideram este quesito regular. Não houve marcação nas respostas de insatisfeito ou muito insatisfeito.

50    


Tabela 11.4

11. Clima organizacional VA

%

Muito satisfeito

19

53

Satisfeito

12

33

Regular

4

11

Insatisfeito

0

0

Muito insatisfeito

1

3

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples Gráfico 11.4  

Clima organizacional do núcleo 53%  

Muito Satisfeito 33%  

Satisfeito 11%  

Regular Insatisfeito

0%  

Muito Insatisfeito

3%   0%  

10%  

20%  

30%  

40%  

50%  

60%  

Com relação à pergunta de clima organizacional, são 53% dos alunos muito satisfeitos. Em seguida, 33% estão satisfeitos e 11% consideram este quesito regular. São 3% os que se encontram muito insatisfeitos e não houve marcação na opção de insatisfeito.

51    


Tabela 11.5

12. Qual foi o produto/atividade que você desenvolveu no Espaço Experiência que lhe orgulha? VA % Vídeo institucional do instituto do 1 2,70 câncer Trabalhos que unem núcleos 1 2,70 SET Universitário 2 5,50 Rádio Web 1 2,70 Publicações do Editorial J (vídeos e 8 22,20 matérias) Portal Eu Sou Famecos 2 5,50 (desenvolvimento e alimentação Pesquisa “Realidades e aspirações 1 2,70 de público jovem 18/34 na região metropolitana de POA Pautas LER 2 5,50 Momento para comemorar 1 2,70 Hmídia 1 2,70 Famecos + (posicionamento e 3 8,30 pesquisas) Eventos realizados 8,30 Diário do campus (matérias e 2 5,50 facebook) Dia do orgulho Nerd 2 5,50 Dia das mães 2 5,50 Campanhas publicitárias 1 2,70 Campanhas fotográficas 1 2,70 Bola comunitária 1 2,70 Abre Aspas 2 5,50 BASE 36 101,6 BASE: Todos Pesquisados Resposta Multiplas

52    


Gráfico 11.5  

12. Qual foi o produto/atividade que você desenvolveu no Espaço Experiência que lhe orgulha? Video institucional do instituto do câncer

2.70%

Trabalhos que unem núcleos

2.70%

SET Universitário

5.50%

Rádio Web

2.70%

Publicações do Editorial J (vídeos e matérias)

22.20%

Portal Eu Sou Famecos (desenvolvimento e alimentação)

5.50%

Pesquisa "Realidades e aspirações de público jovem 18/34 na Região Metropolitana

2.70%

Pautas LER

5.50%

Momento para comemorar

2.70%

Hmídia

2.70%

Famecos + (Posicionamento e pesquisas)

8.30%

Eventos realizados

8.30%

Diário do Campus (Matérias e facebook)

5.50%

Dia do Orgulho Nerd

5.50%

Dia das Mães

5.50%

Campanhas publicitárias

2.70%

Campanhas fotográficas

2.70%

Bola Comunitária

2.70%

Abre Aspas

5.50%

0.00% 5.00% 10.00% 15.00% 20.00% 25.00%

53    


No que se refere as atividades desenvolvidas pelos alunos que mais lhe deram orgulho, obtivemos estes resultados: vídeo institucional do câncer (2,7%); trabalhos que unem núcleos (2,7%); SET Universitário (5,5%); Rádio Web (2,7%); Publicações do Editorial J (vídeos e matérias) (22,2%); Portal Eu Sou Famecos (5,5%); Pesquisa “realidades e aspirações de público jovem 18/34 na região metropolitana de POA (2,7%); pautas LER (5,5%); momento para comemorar (2,7%); Hmídia (2,7%); Famecos + (8,3%); eventos realizados (8,3); diário do campus (5,5%); dia do orgulho nerd (5,5%); dia das mães (5,5%); campanhas publicitárias (2,7%); campanhas fotográficas (2,7%); Bola comunitária (2,7%) e abre aspas (5,5%). 13. Em relação a INFRAESTRUTURA, assinale a alternativa que melhor corresponde ou seu nível de satisfação Tabela 13.1

13. Materiais disponíveis para a realização de tarefas. (computadores, mobiliário, etc.) VA

%

Muito satisfeito

2

6

Satisfeito

5

14

Regular

11

31

Insatisfeito

11

31

Muito insatisfeito

7

19

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples

54    


Gráfico 13.1  

Materiais disponíveis para a realização de tarefas. (Computadores, mobiliário, etc.)

Muito Satisfeito

19%

Satisfeito

31%

Regular

31%

Insatisfeito

14%

Muito Insatisfeito

6% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

No quesito de infraestrutura, houve a igualdade de porcentagem nas respostas de satisfeito e regular, cada uma marcando 31%. São 19% dos estagiários que estão muito satisfeitos com os materiais, 14% insatisfeitos e 6% muito insatisfeitos. Tabela 13.2

13. Equipamentos. (Câmeras, tablets, gravadores, etc.) VA

%

Muito satisfeito

11

31

Satisfeito

15

42

Regular

8

22

Insatisfeito

2

6

Muito insatisfeito

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples

55    


Gráfico 13.2  

Equipamentos. (Câmeras, tablets, gravadores, etc.) 31%

Muito Satisfeito

42%

Satisfeito Regular

22% 6%

Insatisfeito Muito Insatisfeito

0% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

No que se refere a equipamentos, 42% somam a maioria das respostas, em que os alunos se dizem satisfeitos com o material disponível. São 31% dos alunos muito satisfeitos e 22% que consideram esta situação regular. Apenas 6% estão insatisfeitos e nenhuma resposta foi marcada na opção de muito insatisfeito. Tabela 13.3

13. Luminosidade VA

%

Muito satisfeito

14

39

Satisfeito

15

41

Regular

7

19

Insatisfeito

0

0

Muito insatisfeito

0

0

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples

56    


Gráfico 13.3  

Luminosidade 39%

Muito Satisfeito

41%

Satisfeito Regular

19%

Insatisfeito

0%

Muito Insatisfeito

0% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

40%

45%

Quanto à luminosidade no local de trabalho, 41% dos alunos estão satisfeitos com este quesito. São 39% os que estão muito satisfeitos e 19% consideram esta situação regular. Não houveram marcações nas respostas de insatisfeito ou muito insatisfeito.

Tabela 13.4

13.Climatização VA

%

Muito satisfeito

13

36

Satisfeito

18

50

Regular

3

8

Insatisfeito

1

3

Muito insatisfeito

1

3

BASE

36

100

BASE: Todos Pesquisados Resposta Simples

57    


Gráfico 13.4  

Climatização. 36%

Muito Satisfeito

50%

Satisfeito Regular

8%

Insatisfeito

3%

Muito Insatisfeito

3% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

No quesito de climatização, 50% dos alunos estão satisfeitos. São 36% os que se encontram muito satisfeitos e 8% consideram regular. Muito insatisfeito registra 3% e insatisfeito 3% também.

58    


14. Deixa uma crítica ou um elogio Tabela 14.1

14. Deixa uma crítica ou um elogio (críticas) VA Mau cheiro por umidade nos aparelhos de ar 1

% 2,70

condicionado (estúdios) Falta de reconhecimento do núcleo

1

2,70

Mais bolsas de estágio por núcleo

1

2,70

Maior comprometimento com prazos por

1

2,70

3

8,30

Pouco aproveitamento das ideias

1

2,70

Falta de equipamentos por núcleo

5

13,80

Infraestrutura (luminosidade)

1

2,70

Falta de comunicação e integração entre os

7

19,40

2

5,50

4

11,10

parte do núcleo de criação Falta de oportunidade para reportagens audiovisual ( volta TV Foca, melhor aproveitamento dos temas)

(computadores, híbridas)

núcleos (professores e alunos) Falta de acesso a softwares apropriados para o Editorial J (pacote adobe e lightroom) Melhoria dos computadores (manutenção, mal contato nas tomadas e máquinas desatualizadas) BASE

36

74,3

BASE: Pesquisados que deram sugestões Resposta multiplas

59    


Gráfico 14.1  

Críticas Mau cheiro gerado por umidade nos aparelhos de ar condicionado (estúdios)

2.70%

Falta de reconhecimento do núcleo

2.70%

Mais bolsas de estagio por núcleo

2.70%

Maior comprometimento com prazos por parte do núcleo de criação

2.70%

Falta de oportunidade para reportagens audiovisual (volta TV foca, melhor aproveitamento dos temas)

Pouco aproveitamento das ideias

8.30%

2.70%

Falta de equipamientos por núcleo (computadores, híbridas)

Infraestrutura (luminosidade)

13.80%

2.70%

Falta de comunicação e integração entre os núcleos (professores e alunos) Falta de acesso a softwares apropriados para o Editorial J (Pacote Adobe e Lightroom)

19.40%

5.50%

Melhoria dos computadores (manutenção, mal contato nas tomadas e maquinas desatualizadas) 0.00%

11.10%

5.00% 10.00% 15.00% 20.00% 25.00%

Essa pergunta era aberta e facultativa e as respostas geradas no gráfico são aproximações feitas a partir das resposta recebidas, quando solicitadas críticas a serem feitas com relação ao Espaço Experiência, obtivemos: mau 60    


cheiro por umidade nos aparelhos de ar condicionado (2,7%); falta de reconhecimento do núcleo (2,7%); mais bolsas de estágio por núcleo (2,7%); maior comprometimento com prazos por parte do núcleo de criação (2,7%); falta

de

oportunidade

para

reportagens

audiovisual

(8,3%);

pouco

aproveitamento das ideias (2,7%); falta de equipamentos por núcleo (13,8%); insfraestrutura (2,7%); falta de comunicação e integração entre os núcleos (19,4%); falta de acesso a softwares apropriados para o Editorial J (5,5%) e melhoria dos computadores (11,1%). Tabela 14.2

14. Deixa uma crítica ou um elogio (elogio) VA

%

1

2,70

Ata do Editorial J

1

2,70

Trabalho do núcleo de

1

2,70

2

5,50

5

13,6

Liberdade para discutir ideias

tendências e pesquisas Interação com os professores BASE

BASE: Pesquisados que deram sugestões Resposta Multiplas

61    


Gráfico 14.2  

Elogios

Liberdade para discutir ideias

2.70%

Ata do Editorial J

2.70%

Trabalho do núcleo de tendências e pesquisas

2.70%

Interação com os professores

5.50%

0.00% 1.00% 2.00% 3.00% 4.00% 5.00% 6.00%

Essa pergunta era aberta e facultativa e as respostas geradas no gráfico são aproximações feitas a partir das resposta recebidas, dentre os elogios feitos pelos alunos dos núcleos, obteve-se: liberdade para discutir ideias (2,7%); ata do editorial J (2,7%); trabalho do núcleo de tendências e pesquisas (2,7%) e interação com os professores (5,5%).

62    


Conclusão da Análise da Etapa Quantitativa: 1. Qual o seu gênero? O gráfico acima detecta a majoritária representatividade feminina na pesquisa em questão, tendo vinte e seis mulheres respondendo e dez homens do público analisado. Esta pesquisa corresponde a um número total de trinta e seis respostas válidas para a avaliação dos resultados. 2. Qual sua faixa etária? Ao observar o gráfico acima é interessante analisar a pouca diferença percentual existente entre as faixas etárias de 19 a 22 anos. Já de modo contrastante, o retorno dado quanto à faixa de 23 a 25 anos contabilizou 17%. Não existem alunos no Espaço com idades superiores a 25 anos. Ao passo que este dado revela a jovialidade dos alunos, também se confirma o caráter impulsionador do mesmo para o mercado de trabalho. 3. Qual o seu curso na Famecos? Conforme o gráfico apresentado, pode-se notar que a maioria dos alunos entrevistados cursa a graduação de Jornalismo. Em segundo lugar consta o curso de Publicidade, seguido então pelo curso de Relações Públicas. Em último lugar foi identificado o curso de Produção Audiovisual, com representatividade nula nesta amostra, pois não houve nenhuma menção com relação a este curso. 4. Qual semestre você está cursando aproximadamente? As respostas se dividiram de forma considerável entre estas opções. Mesmo assim, a grande maioria dos estagiários do Espaço está cursando o terceiro semestre da Faculdade, seguindo logo após pelo quinto e quarto semestre. Isso mostra um interesse vindo dos alunos pelos núcleos após terem completado o primeiro ano de graduação. Uma observação interessante é de que não houve nenhum aluno do segundo semestre respondendo a pesquisa. 5.Há quanto tempo você estagia no Espaço Experiência? Diante das informações obtidas no gráfico cinco, percebemos que não 63    


existem alunos que estagiam a mais de três anos no Espaço Experiência. Conforme dito pelos professores anteriormente, os alunos saem do Espaço para o mercado de trabalho, sendo ali apenas como um ambiente de transição, isto se confirma devido ao curto espaço de permanência dos alunos. 6. No momento, qual seu vínculo com o Espaço Experiência? É percebida uma grande quantidade de alunos do Espaço vinculados de forma voluntária. As formas remuneradas (estágio remunerado e bolsa de iniciação científica) também estão em uma quantidade considerável. A prática inicial do Espaço é de contratar alunos voluntariamente, para que, de forma conjunta entre professores e alunos, os estagiários obtenham a experiência necessária para ingressar no mercado de trabalho futuramente. Através deste gráfico percebemos que sim, a maioria dos alunos está trabalhando sem fins lucrativos. 7. A qual núcleo você pertence atualmente? Dentre os alunos estagiários que responderam a pesquisa, a maioria pertence ao Editorial J e a Assessoria de Comunicação Digital. De uma forma geral, todos os núcleos participaram da pesquisa, mesmo que alguns em pouca quantidade. 8. Você já estagiou em outro núcleo? A grande maioria dos alunos estagiários não havia estagiado anteriormente em outro núcleo, mostrando que a troca de um para outro não é uma constante. Em quantidades menores, houve trocas apenas para os núcleos de Assessoria e Comunicação Digital, Áudio, Criação, Editorial J, Eventos e Relacionamento e Famecos sem fronteiras (núcleo não mais existente). 9. Em relação a sua motivação para estagiar no Espaço Experiência, marque a alternativa que melhor corresponde a sua opinião. Contato com os professores: Não existe para os alunos do Espaço uma falta de interesse em manter 64    


contato com os professores. Para a maioria, é considerado “muito importante” estabelecer uma relação com o professor orientador do núcleo. Contato com outros alunos de diferentes áreas e semestres: É perceptível que a boa relação entre os colegas, tanto de seu núcleo como dos outros, é considerada muito importante para os estagiários. Como as atividades estão muitas vezes relacionadas entre si, é significativo o desejo de que um bom relacionamento seja quisto. Oportunidade de aprendizado: A importância do aprendizado no Espaço atinge quase que a totalidade na opção “muito importante”, mostrando que os alunos estão praticando o estágio com o viés de obter conhecimentos e práticas do mercado de trabalho para experiências futuras. Não existem respostas em que o aprendizado não se aplique ou não seja importante marcados em nossa pesquisa. Possibilidade de Inovação, visto que o ambiente acadêmico é mais propício para isso que o mercado de trabalho: A possibilidade de inovação se torna dominante na pesquisa. Os alunos acreditam que o ambiente universitário abre portas para a inovação e desenvolvimento de práticas e ideias. Uma porcentagem muito pequena acredita que isto não se aplica ao seu cotidiano. Ter experiência de trabalho: A maioria das respostas obtidas considera muito importante ter o Espaço como experiência de trabalho. O mercado exige do aluno uma prática profissional que muitas vezes ele ainda não teve a oportunidade de desenvolver. Os núcleos funcionam para o aluno ingressar no mercado de forma competente. Apenas uma resposta acredita que isto não se aplica. Preparação para o mercado de trabalho: Segundo a pesquisa, os núcleos funcionam como uma preparação para o mercado de trabalho. Ali se desenvolvem as habilidades natas dos profissionais para que então, quando forem contratados por empresas de fora 65    


da Faculdade, tenham os pré-requisitos necessários para desenvolverem um bom trabalho. Apenas uma resposta acredita que isto não se aplica. Obter horas complementares: Esta pergunta forneceu um leque de respostas mais variadas. Grande parte dos estagiários não acha que o tempo no Espaço se aplique a obtenção de horas complementares, que são necessárias para finalização da graduação. Os alunos participam dos núcleos em busca de experiência profissional e pessoal mais do que por necessidade de horas para a conclusão do curso. Cumprir carga horária de cadeiras: Não foi considerada importante, nem aplicado ao dia a dia dos alunos estagiários, a necessidade de estar no Espaço para cumprir as cargas horárias de disciplinas da Faculdade. É sabido por alunos e professores que há disciplinas de estágio interno, oferecendo para o aluno a possibilidade de ou cursar a cadeira ou estar trabalhando no turno da tarde em algum dos núcleos. Como foi possível perceber, esta definição não se encaixa para a grande maioria. 10. Pensando em relação ao seu atual NÚCLEO de vínculo qual a sua motivação para estagiar? Marque a alternativa que melhor corresponde a sua opinião. Agradar meus familiares: Estagiar no Espaço Experiência para agradar familiares não se aplica ou não é considerado importante para a maioria dos alunos. Não foi obtida nenhuma resposta considerando este quesito ‘muito importante’, mostrando que o aluno está no estágio por vontade própria, não em função de terceiros. Não fui absorvido no mercado de trabalho: A maioria dos estagiários diz que não se aplica a eles o fato de estarem no Espaço por não terem sido absorvidos anteriormente pelo mercado de trabalho, ou seja, se grande parte está vivenciando sua primeira prática da profissão no Espaço, é possível que não tenha havido procuras por emprego 66    


fora da Faculdade antes do ingresso nos núcleos. Uma porcentagem pequena está neste estágio por não ter tido a oportunidade de trabalhar fora. Adquirir experiência na área de trabalho: Não houve resposta de “nada importante” ou de “não se aplica” no quesito de estar no Espaço em busca de experiência para atuar em sua futura área de trabalho. Uma maioria dominante diz que o Espaço é muito importante como adesão de experiência para o seu futuro profissional. Fazer contatos profissionais: No que se refere a estar no Espaço para realizar contatos profissionais é considerado muito importante para os alunos. Acreditamos que o fato de que os professores possuem uma bagagem muito conceituada, os alunos encontram nestes professores a possibilidade de realizar um trabalho orientado por profissionais responsáveis, podendo vir a auxiliá-los em contatos para quando estiverem trabalhando fora dos núcleos. Colocar em prática conhecimentos adquiridos em sala de aula: A grande parte dos alunos respondeu a pesquisa que estar estagiando no Espaço Experiência lhes oportuniza colocar em prática a teoria da profissão aprendida em sala de aula. A orientação do estágio se dá através dos próprios professores que dão as aulas teóricas, gerando assim, uma maior integração entre Faculdade, professor e aluno. Apenas um aluno acredita que isto não se aplica. 11. Em relação ao trabalho desenvolvido em seu NÚCLEO, marque a alternativa que melhor representa a sua satisfação.

Trabalho em equipe: Ao analisar o alto índice de satisfação dos alunos quanto ao trabalho em equipe, fica evidenciado uma tendência positiva quanto ao clima organizacional de cada núcleo. Também é importante observar o índice zero de rejeição ao 67    


trabalho em equipe, já que as opções de “insatisfeito” e “muito insatisfeito” não foram escolhidas pelos alunos. Apesar de ser um resultado positivo, é importante vislumbrar que cada núcleo é apenas uma parte do organismo sistêmico do Espaço Experiência, devendo ser observado também o engajamento existente entre núcleos.

Contato/orientação com professores do núcleo: O questionamento que foi proposto aos alunos teve como objetivo mensurar o nível de satisfação quanto à orientação dada pelos professores aos alunos de seus núcleos. É possível constatar por meio destes dados que a interação entre professores e alunos ocorre de modo sinérgico e eficaz, pois a maioria

responde

que

é

“muito

satisfeito”

e

“satisfeito”

com

este

relacionamento. Interação com professores de outros núcleos: A indagação acima teve o objetivo de identificar o nível de interação existente entre alunos junto aos demais núcleos existentes no Espaço Experiência. Verifica-se na análise desta pergunta um alto índice de neutralidade, que pode ser dado por motivos como: distância estrutural (haja vista que quanto mais próximo um núcleo do outro, maior será a interação entre os envolvidos), ou então problemas no fluxo de informação, gerando assim um ambiente de trabalho que não se comunica devidamente. De todo modo, as respostas marcadas como “regular” foram maioria nesta amostra. Divisão de tarefas: Através desta pergunta pode-se observar que a divisão de tarefas entre os colegas de núcleo está muito satisfeita ou satisfeita pela visão do estagiário. Visto que a Faculdade de comunicação exige do aluno um certo jogo de cintura para lidar com opiniões diversas e diferentes tipos de personalidades, é notável que a convivência dentro dos núcleos está funcionando de forma agradável. 68    


Não houve respostas referentes à insatisfação. Colaboração entre colegas: Assim como foi percebido no gráfico 11.4, houve uma resposta positiva com relação à colaboração entre os colegas. Os estagiários cooperam entre si para que o trabalho flua da melhor forma possível, não havendo também respostas referentes à insatisfação. Integração com outros núcleos: Apesar dos resultados positivos relacionados com a comunicação eficiente e colaborativa dentro dos núcleos, a boa relação fora para com os outros núcleos não está funcionando de forma positiva. Foram maioria as opções “regular” e “insatisfeito” com este relacionamento, podendo gerar uma certa dificuldade de integração no Espaço Experiência como um todo. A resposta para “muito satisfeito” não foi escolhida pelos alunos envolvidos. Prazos e metas adequados: No que se refere a prazos e metas os alunos consideram satisfatório o que é estipulado para desenvolver as tarefas. Uma quantidade relativamente pequena não se encontra satisfeita com este quesito, mas de uma forma geral pode-se considerar adequado. O resultado final das atividades desenvolvidas: É notável neste gráfico que os estagiários estão satisfeitos e muito satisfeitos com o final das atividades desenvolvidas nos núcleos de trabalho. Não houve resposta para “muito insatisfeito”, mostrando que o que é proposto para ser pensado, feito e concluído está correspondendo às expectativas dos alunos. Possibilidade de debater novas ideias: Este gráfico nos possibilita avaliar que a força de expressão dos alunos e o fluxo de ideias para serem debatidas são consideradas “muito satisfatórias” 69    


e “satisfatórias” na visão dos alunos. Isso ajuda no desenvolvimento do intelecto dos mesmos, fazendo com que haja uma troca de experiências e opiniões entre professor e aluno. Não houve marcação na resposta “insatisfeito” e “muito insatisfeito”, mostrando a unanimidade entre os estagiários em se sentirem livres para pensar. Clima organizacional do núcleo: O clima organizacional é visto de forma muito positiva pelos estagiários, em sua grande maioria as respostas foram muito satisfatórias e satisfatórias. Eles acreditam ter um ambiente de trabalho agradável. Apenas uma resposta está se sentindo muito insatisfeito neste quesito. 12. Qual foi o produto/atividade que você desenvolveu no Espaço Experiência que lhe orgulha? Uma maioria significativa diz que o produto/atividade que mais lhe gerou orgulho desenvolver no Espaço foi o Editorial J, uma redação multimídia realizada pelos alunos do Jornalismo. Logo após estão classificados os eventos realizados e o Famecos +. Acreditamos que o resultado das respostas deste gráfico tenha se dado desta forma pelo fato de que o núcleo do Editorial J foi o que mais respondeu a pesquisa.

70    


13. Em relação a INFRAESTRUTURA, assinale a alternativa que melhor corresponde ou seu nível de satisfação. Materiais disponíveis para a realização de tarefas. Houve uma paridade entre as respostas de alunos satisfeitos com a disponibilidade dos materiais com os que consideram esta situação apenas regular. Sete dos alunos respondentes dizem que estão muito satisfeitos com este quesito e dois alunos que se dizem muito insatisfeitos com esta disposição dos materiais fornecidos. Equipamentos: Grande parte das respostas de deu como “satisfeito” e “muito satisfeito” com os equipamentos fornecidos pela Faculdade para a execução dos trabalhos pedidos pelo Espaço. Por mais que a disponibilidade deles seja discutível (gráfico acima), a qualidade dos mesmos não é desmerecida. Não houve resposta para “muito insatisfeito” neste gráfico. Luminosidade: Não houve reclamações com relação à iluminação dos espaços fornecidos pela Famecos. Nenhuma resposta de “muito insatisfeito” ou “insatisfeito” foi marcada nesta pergunta da pesquisa.

A maioria se diz

satisfeito e muito satisfeito com a luz para trabalhos realizados. Climatização: O nível de satisfeitos e muito satisfeitos dispara na proporção do gráfico. As salas nas quais os alunos realizam as tarefas possuem ar condicionado, podendo proporcionar um ambiente agradável para trabalhar. Muito insatisfeito e insatisfeito foram respostas marcadas, mas em pouca quantidade. 14. Deixa uma crítica ou um elogio Críticas: A crítica mais citada no decorrer da pesquisa foi que falta comunicação entre os núcleos, tanto com os professores como com os alunos. Por mais que 71    


as equipes sejam bem integradas dentro de seus próprios trabalhos, a comunicação entre outros trabalhos não está acontecendo. A falta de equipamentos para os núcleos também foi uma observação feita pelos estagiários, mostrado também no gráfico 13.1, muitos consideram regular a disponibilidade, mas criticam a falta dos mesmos quando é preciso. A melhoria dos computadores também é questionada, havendo reclamações de materiais que precisam de uma manutenção constante, de fios frouxos ou até mesmo de computadores que funcionam bem, mas estão desatualizados. Acredita-se que há uma falta de oportunidade para a realização de reportagens audiovisuais, relembrando a TV Foca, canal que hoje não faz mais parte dos trabalhos realizados. Elogios: Os estagiários elogiam a integração que existe entre alunos e os professores, mostrando que o relacionamento entre ambos está satisfatória. Liberdade para discutir ideias também foi um elogio citado, mostrando que o Espaço cumpre com a sua função de desenvolver o melhor que o aluno pode oferecer. A ata do Editorial J foi elogiada também, mostrando que o trabalho está sendo bem feito. O núcleo de pesquisa e tendências foi citado também como um elogio, fazendo valer o trabalho executado.

72    


CRUZAMENTOS     Tabela Gênero X Faixa Etária

Gênero

Total

Feminino

Masculino

Faixa Etária

VA %

VA %

VA %

Até 19 anos

14 39

10 28

4

11

De 20 a 22 anos

15 42

12 33

3

8.5

De 23 a 25 anos

7

19

4

11

3

8.5

Mais de 25 anos

0

0

0

0

0

0

BASE

36 100

26 72

10 28  

BASE: Todos Pesquisados De acordo com a análise do cruzamento, obteve-se no 28% da amostra sendo do gênero feminino com até 19 anos, 33% do total sendo do gênero feminino e com idade entre 20 e 22 anos, 11% dos entrevistados sendo do sexo feminino com idades entre 23 a 25 anos. Com isso, representa-se o total de 72% de mulheres respondendo a pesquisa. Os representantes do sexo masculino representam 28% do total, desses 11% tem idade até 19 anos, 8,5% tem idade de 20 a 22 anos, 8,5% tem idade de 23 a 25 anos. Não houve nenhuma resposta de pessoas com mais de 25 anos, nem no sexo feminino nem no sexo masculino.

73    


Tabela Núcleo X Curso

Curso Núcleo

Total

Audiovisual

Jornal

Publicidade e Relações Propaganda

Públicas

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

7

19

0

0

5

13

1

3

1

3

2

6

0

0

0

0

2

6

0

0

Áudio

1

3

0

0

0

0

1

3

0

0

Audiovisual Comunicação e Memória Institucional Criação

4

11

0

0

4

11

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

3

0

0

0

0

1

3

0

0

Design Editorial

1

3

0

0

1

3

0

0

0

0

Editorial J Eventos e Relacionamento Fotografia

9

25

0

0

9

25

0

0

0

0

4

11

0

0

0

0

0

0

4

11

1

3

0

0

0

0

1

3

0

0

Planejamento Tendências e Pesquisa BASE

3

8

0

0

0

0

3

8

0

0

3

8

0

0

0

0

3

8

0

0

36

100

0

0

19

52

12

34

5

14

Assessoria e Comunicação Digital Atendimento

BASE: Todos Pesquisados Com base nos resultados da pesquisa, não foi obtida resposta por parte de alunos do tecnólogo de Produção Audiovisual. Não houve também respostas vindas do núcleo de Comunicação e Memória Institucional, tornando o resultado 0%. Podemos concluir pela tabela que os alunos de jornalismo, que representam 52% do total da amostra, estão em sua maioria trabalhando em núcleo focados para a profissão de jornalismo. Isso fica claro principalmente quando se nota os números de alunos de jornalismo presentes nos núcleos de Assessoria e Comunicação Digital, 13% dos 52% do jornalismo; e os alunos do Editorial J representam 25% de 52%; completando os 52% temos 11% no núcleo de Audiovisual e 3% no núcleo de Design Editorial No que se refere aos estagiários que cursam Publicidade e Propaganda, esse foco não é notado, dos 34% da amostra que fazem Publicidade e Propaganda, 3% estão no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital, 6% no Atendimento, 3% no Áudio, 3% na Criação, 3% na Fotografia, 8% no Planejamento e 8% também em Tendências e Pesquisa. 74    


Os estagiários de Relações Públicas representam a menor parte do total, apenas 14% dos entrevistados. Desses 14% encontram-se 3% no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital e 11% em Eventos e Relacionamento, mostrando que apesar de poucos aos alunos de Relações Públicas também tendem a escolher núcleos mais focados na profissão.

75    


Núcleo X Vínculo

Vinculo

Bolsa de

Estágio

Estágio

Curricular

Remunerado

VA %

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

7

19

0

0

3

8

1

3

2

5

1

3

2

6

0

0

0

0

1

3

1

3

0

0

Áudio

1

3

0

0

0

0

1

3

0

0

0

0

Audiovisual Comunicação e Memória Institucional Criação

4

11

0

0

3

8

0

0

0

0

1

3

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

3

0

0

0

0

0

0

0

0

1

3

Design Editorial

1

3

0

0

0

0

0

0

1

3

0

0

Editorial J Eventos e Relacionamento Fotografia

9

25

1

3

0

0

2

5

1

3

5

13

4

11

0

0

1

3

2

5

1

3

0

0

1

3

0

0

0

0

0

0

0

0

1

3

Planejamento Tendências e Pesquisa BASE

3

8

0

0

0

0

0

0

0

0

3

8

3

8

0

0

1

3

1

3

0

0

1

3

36 100 1

3

8

22

8

22

6

17

13

36

Total Núcleo Assessoria e Comunicação Digital Atendimento

Iniciação

Monitor

Cientifica

Atividade Voluntária

BASE: Todos Pesquisados No que se refere aos cruzamentos entre o vínculo de estágio e o núcleo escolhido, pode-se perceber que no quesito “estágio curricular” representa apenas 3% da amostra e estão todos no Editorial J. Dos estagiários que são remunerados representam 22% do total, desses

8%

Assessoria

e

Comunicação

Digital,

8%

Audiovisual,

3%

Eventos

e

Relacionamento e 3% Tendências e Pesquisa. Alunos vinculados à Bolsas de iniciação científica, 3% estão em Assessoria e Comunicação Digital, 3% em Atendimento, 3% em Áudio, 5% no Editorial J, 5% em Eventos e Relacionamento e 3% em Tendências e Pesquisa, somando 22% do total da amostra. Como atividade voluntária encontra-se 3% no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital, 3% em Audiovisual, 3% em Criação, 13% no Editorial J, 3% em Fotografia, 8% em Planejamento e 3% em Tendências e Pesquisas; somando 36% do total da amostra. 76    


Núcleo X Idade

Idade Núcleo

Total

Até 19 anos

De 20 a 22

De 23 a 25

Mais de 25

anos

anos

anos

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

VA

%

7

19

4

11

1

3

2

5

0

0

2

6

0

0

1

3

1

3

0

0

Áudio

1

3

0

0

1

3

0

0

0

0

Audiovisual Comunicação e Memória Institucional Criação

4

11

1

3

1

3

2

5

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

3

0

0

0

0

1

3

0

0

Design Editorial

1

3

0

0

1

3

0

0

0

0

Editorial J Eventos e Relacionamento Fotografia

9

25

4

11

4

11

1

3

0

0

4

11

2

5

2

5

0

0

0

0

1

3

0

0

1

3

0

0

0

0

Planejamento Tendências e Pesquisa BASE

3

8

1

3

2

5

0

0

0

0

3

8

2

5

1

3

0

0

0

0

36

100

14

38

15

42

7

19

0

0

Assessoria e Comunicação Digital Atendimento

BASE: Todos Pesquisados É possível perceber no cruzamento entre as idades dos estagiários e os núcleos aos quais pertencem que, 38% do total da amostra tem até 19 anos, desse total 11% estão na Assessoria e Comunicação Digital, que é o núcleo mais “jovem” do Espaço Experiência; 3% no Audiovisual; 11% no Editorial J; 5% no Eventos e Relacionamento; 3%¨no Planejamento e 5% no Tendências e Pesquisa. A maior parte da amostra é dos estagiários entre 20 e 22 anos, que representam 42% do total. Desses 42% encontram-se 3% no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital, 3% no Atendimento, 3% no Áudio, 3% no Audiovisual, 3% no Design Editorial, 11% no Editorial J, 5% no Eventos e Relacionamentos, 3% no Fotografia, 5% no Planejamento e 3% no Tendências e Pesquisa. Os estagiários com idades entre 23 e 25 anos são 19% do total, desses 19%, 5% estão na Assessoria e Comunicação Digital, 3% no Atendimento, 5% no Audiovisual, 3% na Criação e 3% no Editorial J. Não há alunos com mais de 25 anos estagiando nos núcleos, tornando esta alternativa nula. 77    


Conclusão da Análise dos Cruzamentos Cruzamento Gênero X Faixa etária: Através do cruzamento realizado nesta tabela, pode-se perceber que a maioria das respostas vinculadas a esta pesquisa são do gênero feminino, totalizando 72%. A predominância do sexo feminino está entre 20 e 22 anos, representando 33% dos 72%. Em seguida, observa-se 28% dos 72% que representam os pesquisados do sexo feminino tendo até 19 anos, mostrando que grande parte está nas faixas mais jovens designadas pelo grupo. Apenas 11% dos 72% de mulheres estão com idades entre 23 e 25 anos. No que se refere ao gênero masculino, que representa 28% do total, a idade predominante está em até 19 anos, já resultando de forma diferente do sexo feminino. Igualam-se as porcentagens obtidas com as idades entre 20 e 22 anos e 23 e 25 anos, com 8,5% dos 28% em cada. Não houve referência com mais de 25 anos nesta pesquisa, tanto no gênero feminino quanto para o masculino. Cruzamento Núcleo X Curso: Quando analisado o cruzamento entre os núcleos em que os alunos se encontram e a graduação que estão cursando, foi percebido que a grande maioria está em Jornalismo na Famecos e estagiando no Editorial J. O “J” do Editorial faz referência ao Jornalismo, sendo este um fator que explica a procura deste núcleo para esta graduação (25% dos 52% que representam os alunos dessa graduação). São 13% dos 52% os que estão estagiando em Assessoria e Comunicação Digital e 11% dos 52% em Audiovisual, núcleos bem direcionados ao currículo da formação Jornalística. Dos alunos de Publicidade e Propaganda, que representam 34% da amostra, é possível perceber uma maioria dividida em 8% no núcleo de Tendências e Pesquisa e 8% em Planejamento. Nesta graduação as escolhas dos núcleos para estágio já são mais abrangentes, tendo logo em seguida 6% no Atendimento e igualmente 3% em Assessoria e Comunicação Digital, Áudio, Criação e Fotografia, somando 34% da amostra. Isto mostra uma pré disposição maior desta graduação a experimentar áreas diversas de atuação. Na prática de Relações Públicas, curso que representa 14% do total, é sabido que a graduação oferece gabarito para atuar na área de Eventos e Relacionamento, tendo então o total de 11% dos 14% de relações78    


públicas pertencendo a este núcleo. Os outros 3% dos 14% dos alunos de RRPP estão em Assessoria e Comunicação Digital. Cruzamento Vínculo X Curso: Quando cruzados os quesitos de quais seriam os vínculos dos estagiários e as graduações em que pertencem, é possível compreender que há mais estagiários remunerados no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital (8% do total) e Audiovisual com igualmente 8% do total. Em seguida está Eventos e Relacionamento, com 3% dos estagiários remunerados e Tendências e Pesquisa com iguais 3%. Somando um total de 22% de estagiários remunerados. Conforme é percebido nos dados acima, não são maioria os alunos remunerados que responderam a pesquisa. Esta maioria se encontra na atividade voluntária, que representa 36% da amostra. Esses alunos estão no Editorial J (13% dos 36%), Planejamento (8% dos 36%), e igualmente 3% dos 36% para os núcleos de Assessoria e Comunicação digital, Audiovisual, Criação, Tendências e Pesquisa e Fotografia. A atividade de monitoria também é exercida de forma bem distribuída entre os núcleos, os monitores são 17% do total, desses 17%, 5% estão em Assessoria e Comunicação Digital, e igualmente 3% para Atendimento, Design Editorial, Editorial J e Eventos e Relacionamento. Os Bolsistas de Iniciação científica estão bem distribuídos pelos núcleos da Famecos. Do total 22% dos alunos recebem bolsa de iniciação cientifica, a grande maioria desses 22% está igualmente distribuída em Eventos e Relacionamento e Editorial J, 5% em cada. O quesito de estágio curricular não teve grande repercussão na pesquisa, sendo apelas 3% do total todos trabalhando no Editorial J, mostrando que o principal vínculo dos alunos está na atividade voluntária. Cruzamento Núcleo X Idade: Quando feito o cruzamento entre o núcleo que o estagiário pertence e a idade na qual se encontra, foi notório que a grande maioria que está com até 19 anos está no núcleo de Assessoria e Comunicação Digital (11% dos 38% que representam os alunos até 19 anos) e no Editorial J (11% também). A idade predominante de 20 a 22 anos, que representa 42% do total, está no Editorial J também, registrando 11% dos 42%, em seguida de 5% dos 42% no núcleo de Eventos e Relacionamento. A maioria 79    


que está entre 23 e 25 anos (19% do total), está dividida igualmente com 5% dos 19% entre Assessoria e Comunicação Digital e Audiovisual. Como não houve alunos que responderam nossa pesquisa com mais de 25 anos, consideramos nula esta opção, acreditando que não há alunos com tal idade trabalhando para o Espaço Experiência. Do total de porcentagem das idades por núcleo, encontramos a maioria em 42% entre 20 e 22 anos, 38% com até 19 anos e, em seguida, entre 23 e 25 anos com 19%,

80    


PLANO DE AÇÃO CORRETIVO Entende-se por núcleo organizacional todo o conjunto composto por diversos segmentos atuantes (pessoas ou setores) que atua de forma sistêmica para um alcance de um objetivo em comum. A partir deste conceito inicial sugerimos um plano de ação de relações públicas que vise sanar os principais problemas apontados por meio das pesquisas realizada no Espaço Experiência. Compreendida pelo grupo como um dos mais importantes elementos apontados pelas mesmas, a falta de interação entre os núcleos existentes no Espaço foi identificada como uma das principais causas “não-motivacionais” para os alunos. Identificados entre si, cada núcleo demonstra possuir um perfil de espaço fechado, acesso restrito ou grande interesse pelos demais. Cientes de que um efetivo fluxo comunicacional se faz imprescindível para a realização das atividades, os entrevistados parecem detectar essa resistência, contudo, parece não vislumbrar a melhor forma para solucionar esta questão. Conscientes que a falta de comunicação é a gênese principal do problema, apresentamos abaixo plano de ação que visa sanar esta situação:

INTEGRAÇÃO ENTRE NÚCLEOS   Reuniões semanais com participação de um representante de cada núcleo, a fim de que todos estejam alinhados quanto às novas informações pertinentes a cada núcleo. Estas reuniões poderão ser semanais, pautadas de modo alternado por cada coordenador de núcleo, conforme cronograma pré-estabelecido ou urgência de pauta (neste caso, a autorização deve ser cedida pela coordenadora geral);

PROJETO “ME AJUDE E TE AJUDO”   Esta ação será embasada na colaboração gratuita entre os integrantes de cada núcleo. Por meio de um grupo (via chat, Facebook) os integrantes poderão expor situações de trabalho que necessitem de novas percepções e até mesmo ideias. Além de promover a interação, este conceito ajudará na “oxigenação” dos núcleos, criando assim um ambiente positivo e aberto a novas ideias.   81    


De modo geral, o grupo deseja que os resultados desta pesquisa sirvam de aporte para o Espaço Experiência, possibilitando uma visão isenta sobre problemas até então não diagnosticados. Impulsionadas pela vivência de duas integrantes do grupo neste ambiente, o trabalho consistiu em observar os anseios joviais dos colaboradores, assim como os desejos dos professores quanto ao bom andamento do trabalho. Tendo o fluxo de comunicação sido o fator de maior impacto sobre o clima organizacional, o plano de ação corretivo não poderia ter outro enfoque que não a proposição de ações que pudessem diminuir a desintegração existente entre os núcleos, assim como o desalinho de informação.

82    


CONCLUSÃO   A presente pesquisa possibilitou importantes concepções sobre o grau de motivação dos colaboradores (bolsistas, estagiários, voluntários) perante seu trabalho no Espaço Experiência. Ao analisar os múltiplos perfis existentes dentro deste ambiente, desejamos desde o início deste projeto descobrir elementos que condicionam a forma de ingresso dos alunos no Espaço Experiência. Além disto, outro objetivo que este projeto tentou se dispôs a cumprir foi reconhecer qual a real expectativa dos alunos quanto ao desenvolvimento do trabalho e analisar quais as principais contribuições deixadas por eles no Espaço Experiência. Diante desses objetivos, nos encontramos na fase conclusiva da pesquisa, esta fase consiste nos cruzamentos da pesquisa qualitativa com a pesquisa quantitativa. Diante do objetivo principal – a detecção dos fatores estimulantes para ingresso desenvolvemos questões próprias para responder ao questionamento. Referente à motivação de forma geral, abordamos os seguintes itens: contato com os professores, contato com outros alunos de diferentes áreas e semestres, oportunidade de aprendizado, possibilidade de inovação, preparação para o mercado de trabalho e obtenção de horas complementares. A maior parte dos alunos classificou os itens como muito importante, sendo clara uma importância de âmbito geral por parte dos alunos. Na questão que aborda o contato com os professores, foi explicitada que este é o fator de maior valorização para os alunos que ingressam no Espaço Experiência. Outro item que chamou-nos atenção na pesquisa foi à questão pertinente a horas complementares, pois foi identificado que a maioria dos alunos não está no Espaço Experiência em função deste fator, e sim pelas outras razões especificadas na pesquisa. Relacionado à motivação específica para o núcleo atuante, abordamos os seguintes itens: cumprir carga horária de cadeiras, agradar familiares, não ter sido absorvido pelo mercado, comodidade, adquirir experiência nesta área, fazer contatos profissionais e a prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Entre as questões de motivação no geral, a pesquisa específica para cada núcleo também aponta que a maioria dos alunos tem outros interesses maiores em estarem no Espaço Experiência, e não apenas cumprir carga horária de cadeiras. A questão de fazer contatos profissionais está linkada diretamente à escolha do núcleo, a maioria dos alunos apontou como muito importante este item quando ingressam no Espaço Experiência. 83    


Ao encontro aos objetivos específicos, abordamos a questão dos semestres para descobrir qual a principal forma de ingresso dos alunos no Espaço Experiência. Alunos que ingressam no Espaço nos primeiros semestres formam um grupo que está em busca de uma primeira oportunidade no mercado de trabalho, já alunos que ingressam a partir do 6º semestre, formam outro grupo, que está em busca de horas complementares, horários flexíveis e etc. A pesquisa mostra que grande parte dos alunos encontra-se nos primeiros semestres, o terceiro semestre foi o mais citado o que aponta ao primeiro grupo, alunos que buscam uma primeira oportunidade no mercado de trabalho, etc. As expectativas dos alunos em relação ao Espaço Experiência, também se encontram nos objetivos específicos. De acordo com os questionamentos de motivação conseguimos diagnosticar grande parte das expectativas dos alunos. A Utilizar o Espaço Experiência como porta de entrada para o mercado de trabalho, encontrar-se na área que pretende seguir, busca pela experiência e preparação para o mercado de trabalho. A questão destaque foi a oportunidade de estar ao lado dos professores nesta primeira experiência. As principais contribuições dos alunos ao Espaço Experiência também se encontram entre os objetivos específicos e podem ser diagnosticadas nas pesquisas qualitativas, onde os professores deixam claro que a existência do Espaço Experiência se dá graças aos alunos. Durante toda a pesquisa foi frisado pelos professores que a aluno tem a liberdade de criar, inventar e aprender neste espaço, e essa troca transmite aprendizado mútuo para os alunos e professores o que de acordo com eles, faz do Espaço Experiência um lugar de descobertas e aprendizado. Nas análises de cruzamento das pesquisas qualitativa e quantitativa tivemos uma diferença nas perguntas, na qualitativa os professores falavam de suas expectativas em relação aos alunos e na quantitativa os alunos falavam de suas expectativas em relação ao Espaço Experiência. Verificamos que no que tange as expectativas o que é esperado pelos professores vai totalmente de encontro ao que é esperado pelos alunos do Espaço, características marcantes do Espaço Experiência são citadas tanto pelo professores quanto pelos alunos. Ser um local de aprendizado, possibilidade de contato direto com os professores, espaço de inovação, colegas de outros semestres e preparação para o mercado, foram pontos citados pelos professores e utilizados por nós na estruturação da quantitativa o que fez com que fizéssemos este cruzamento. 84    


Percebemos também alguns pontos falhos, como a falta de comunicação entre os núcleos em si. O contato com o professor orientador se dá de forma satisfatória, porém os alunos que estão no Espaço não possuem um vínculo maior com os estagiários de outros núcleos. As principais características citadas pelos professores que eles procuram desenvolver com os alunos que entram no Espaço Experiência vão ao encontro de nossas questões quantitativas de satisfação criadas pelo grupo. Nelas podemos perceber que trabalho em equipe, por exemplo, é uma das características que os alunos julgam como mais importantes e foi citado pela maioria dos professores na pesquisa qualitativa. Por fim, conseguimos analisar nesta pesquisa que o Espaço Experiência é visto de maneira muito positiva tanto pelos alunos quanto pelos professores. Foram apresentadas características positivas de trabalho, ambiente e aprendizado. Acreditamos que a pesquisa de clima terá papel fundamental para nortear as próximas ações que provavelmente irão qualificar ainda mais os relacionamentos, o ambiente e o aprendizado.                                                         85    


APÊNDICE – A Formulário utilizado na etapa quantitativa

86    


ANEXO A

Entrevista com os professores e coordenadores do Espaço Experiência     Nome: Andréia Mallmann Núcleo: Audiovisual Data da entrevista: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? Tenho muita expectativa, acredito num laboratório com a estrutura do Espaço Experiência. Acho que eles têm a liberdade de construir um aprendizado diferente do que o mercado oportuniza. Nossa relação com o aluno, no que se refere a proximidade, facilita muito. O Espaço é um modelo bem bacana, um modelo de ensino muito bom, não sei se o produto final tem a qualidade esperada com relação à universidade, aqui é um laboratório com alunos que trabalham seu conteúdo de acordo com tempo. Não tem como esperar 100% de capacitação de um aluno que não completou o curso, acaba gerando frustração, no entanto, o nível de aprendizado não tem comparação. Não estamos falando de produto final, estamos falando de expectativa de ensino, de aprendizado. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Desde questões técnicas, tudo depende do núcleo. O núcleo de audiovisual, por exemplo, desenvolve conhecimento de linguagem, de edição, de criação cognitiva, de roteirização. Tem também o conhecimento de bagagem de experiência dos professores, de conhecimento de mercado, experiência, logística profissional, como se portar, resolver problemas, encaminhar as coisas. Os alunos aprendem muito com os exemplos, mas varia com o perfil do aluno e dos núcleos.

87    


3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Em geral o núcleo é deixado em função do mercado de trabalho, na maioria das vezes, com duas raras exceções. Estou há dois anos e vi apenas duas saídas por motivos pessoais: no nível de não conseguir estudar, de não gostar, não curtir, enfim. De resto, todas as saídas foram encaminhadas para o mercado de trabalho. Nome: Denise Avancini Coordenadora do Espaço Experiência Data da entrevista: 29/04/2013

QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A expectativa é muito positiva, os alunos são fundamentais para a existência do laboratório. Não existe nenhuma função, finalidade ou missão do espaço sem os alunos, eles são o coração do processo. A expectativa sempre é que o aluno aprenda que tenha essa disponibilidade e vontade de novos conhecimentos para que possam contribuir com o espaço de acordo com sua prática. A expectativa é sempre de aproximação: vir, entregar seu conhecimento, colocar em prática o que observa no meio acadêmico e apropriar-se de novas técnicas e frentes de conhecimento, gerando integração entre as áreas. Rotatividade entre os núcleos também acontece, tanto por nível de satisfação com os núcleos como também por não ter envolvimento com a área. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Sede de conhecimento e pró-atividade, aquele aluno que não vai atrás do que tem fazer por natureza, talvez possa se sentir mais insatisfeito com o Espaço Experiência. Aluno 88    


que é pró-ativo vai se capacitar, se projetar, ter seu nome associado a produtos legais, vai aprender com os erros em função de ter tentado; o erro ajuda no crescimento. Aquele aluno que consegue observar o todo e o potencial de espaço que ele pode fazer a diferença é que vai fazer com que ele gere um tipo de perfil pra área profissional. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Isso é muito gratificante, a gente vê muitos, 80% mais ou menos, que saem daqui para o mercado. A maioria vai para o mercado, alguns em função de indicação, de perfil. Quem saiu e não está no mercado é em função de perfil, de talvez não ter se encontrado. Nome: Eduardo Seidl Núcleo: Fotografia Data: 25/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A minha expectativa é que independente se a pessoa quer ou não trabalhar com foto em na vida profissional. Esperamos que a pessoa entre com vontade de aprender, pronto para escutar. Um comportamento legal para quem entra aqui é não achar que o professor vai transmitir todo o conhecimento, o aluno tem que ser curioso, ir a busca, descobrir e apenas orientar-se com o professor. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? A foto tem muitos quesitos técnicos a serem trabalhados desde o inicio, a questão de equipamentos, conhecimento e controle de cuidado do material pós-fotografia. Nosso arquivo pode transformar-se em um grande buraco negro se não soubermos nos organizar. Dominando isso podemos abordar os termos ligados à ética, questões humanas da relação, 89    


comportamento, questões mais facilmente absorvidas de forma prática. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Estou no núcleo há dois semestres, porém no núcleo anterior saíram todos, e a maioria está bem colocada no mercado, Giovana Pozzer, por exemplo, está estagiando e fotografando pra OSPA. Hoje no mercado tem um bom número de fotógrafos que passaram pela PUCRS. Nome: Fábio Canatta Núcleo Editorial J Data: 25/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A gente tem um grupo muito diferente, desde alunos que estão iniciando 1º, 2º e 3º semestre, e também alunos que estão se formando 6º, 7º e 8º. A maioria deles são iniciantes. Nossa expectativa é de proporcionar uma primeira experiência de trabalho numa redação, com um ritmo de trabalho que aproximem eles do que vão ter que enfrentar, proposta diferenciada em consonância com o que o mercado esta caminhando. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Acho que o mais importante é questão do conteúdo e dos quesitos mais básicos do jornalismo: como chegar no entrevistado, como construir uma entrevista, etc. Questões básicas que permitem a evolução do aluno. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? 90    


Cerca de 90% dos desligamentos são relacionada à ida mercado para o trabalho, lembro-me de um ou dois casos que não se encaixavam neste perfil, largaram por outros motivos, provas, envolvimento em outras atividades, etc. Nome: Juan Domingues Núcleo: Assessoria Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? Primeiro eu acho que quem entra no Espaço Experiência é porque está afim, alunos que poderiam ter as tardes livres e não tem, estão ocupados, e a maioria não ganha nada por isso. A história é que a faculdade dá os 50% e os alunos os outros 50%, a universidade está dando espaço para o aluno e os alunos estão ocupando este espaço. O aluno larga na frente no ponto de vista profissional quando ele entra no Espaço Experiência. Há uma expectativa de que ele saia; no momento em que o aluno entra, e aprende, pega prática, fazendo edição de matérias, ele tem didática. Eu torço que eles saiam, porque se ele sair, vai ser para grandes empresas: Gaúcha, TvCom, Zero Hora. Eu quero que eles fiquem um tempo e saiam rápido, minha expectativa é sempre essa, entrada e saída. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Isso varia muito de acordo com o perfil. Tem gente que diz que o cara que é tímido, quieto, não pode ser jornalista, não, ele pode sim. Ele só tem esse temperamento, mas pode ser um ótimo jornalista. O perfil varia, mas para estar aqui ele tem que estar afim, tem querer aprender, ser exigente consigo mesmo. É muito competitivo o mercado, tu tens que tentar ser o melhor, o melhor pra ti, não em relação aos outros. Buscar dar o melhor que tu pode ser pra ti, se tu for o melhor as tuas chances são muito altas. Porém, ser o melhor é uma construção, tem que querer isso o tempo todo, buscar isso. 91    


3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Eu não tive essa experiência de alguém desistir, eu vi pessoas que conseguiram vagas em outros lugares, remunerados, experiência em veículo grande, não vejo como desistência, mas sim como uma troca. Montamos uma equipe boa e ela começa a se dissolver porque o mercado percebe, ele quer esses profissionais. Esse é o lugar próprio para vir e cair fora. Nome: Márcia Cristófolli Núcleo: Atendimento Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? Bom, o principal é que eu consiga transmitir pra eles a importância do atendimento no processo publicitário, que eles consigam enxergar e vivenciar isso no dia a dia a partir da prática, entender a importância desse profissional que hoje tem destaque no mercado como gestor, seja de equipe ou de trabalho. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Como nós temos um trabalho bem amplo, as habilidades do aluno acabam sendo bem amplas também. Existem questões bem pontuais no atendimento, organização, saber se relacionar, essas características são tanto para o aluno quanto para o profissional. Ter jogo de cintura, trabalhar com pessoas, fazer a gestão do trabalho, ter bom senso, saber se expressar (seja via e-mail, sistema, telefone) acho que essas seriam as principais características. A questão do bom senso, do jogo de cintura, relacionamento e capacidade de comunicação seriam as mais fundamentais. 92    


3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Olha, na verdade faz um ano que estou aqui no Espaço, a minha experiência e de todos que saíram foram para o mercado de trabalho. Claro que tiveram um ou dois casos que não foram especificamente para área de atendimento, mas acabaram se colocando no mercado, até mesmo com carteira assinada. Nome: Neka Machado Núcleo: Eventos e Relacionamento Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A minha expectativa é bem elevada, desde que começamos a trabalhar sempre foi muito presente para nós de que isso é um ritual de passagem que propicia efetivamente um conhecimento, troca de experiência, mão na massa, mas estão aqui de passagem.

O

mercado de trabalho é o caminho, é o sonho deles e o nosso sonho também. Ter alunos profissionais adequados no sistema seja mais comercial, mais business, mais institucional ou mais social, mas lá na sociedade, no mercado. Eu posso dizer que a experiência tem sido muito positiva, normalmente encerra o ciclo e eu não me lembro de alunos desempregados desde que entraram. Então é muito bacana isso, as pessoas pedem, a gente quer profissionais que passaram pelo espaço experiência nesse tal núcleo, isso é bacana de ouvir. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Acredito que características fundamentais estão entre conhecimento, atitude e articulação. Os alunos não podem ocupar o espaço apenas por ocupar, o espaço tem que ser ocupado com totalidade. As pessoas costumam dizer que aquela mesa é da “fulana”, o 93    


computador é da “beltrana”, mas não é isso, tua mesa e o teu computador é na tua casa. Isso é força do hábito, mas acredito que tenhamos que mudar, as cadeiras dançam, os cargos mudam, as pessoas passam e vai chegar um momento que precisaremos rever esses conceitos, em tudo na vida. As pessoas não podem ser generalistas, temos que ter outras capacidades e habilidades. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Os alunos chegam aqui sabendo que existe o Espaço Experiência, o Eu Sou Famecos, desde o stand calouros isso já é apresentado pra eles.

O aluno vem com o desejo de

participar, entrar de cabeça, alguns não têm a chance de ir diretamente para o mercado de trabalho. Eles querem estar num local in, o Espaço Experiência tem essa coisa do imaginário, estão no Espaço mesmo que isso venha a mudar com o passar do tempo. Nome: Silvana Sandini Núcleo: Web Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? O núcleo tem que ser um espaço de aprendizado, tanto para os alunos quanto para os professores. Não pode ser um local estático nem perfeito, esse é o espaço para errar e acertar. Ele deve ser um trabalho de inovação, um trabalho que proponha novidades que possam ser usadas de forma inovadora no mercado. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Temos vários perfis diferentes, esse núcleo é o que mais tem especificidade de perfis, assim como a criação, por exemplo. Temos uma característica técnica de programas e tal e 94    


também uma questão de características pessoais da pessoa ser autodidata, o que a gente vai criando aqui, a pessoa pode desenvolver sozinha, principalmente em função das mudanças da tecnologia. As tecnologias e ferramentas mudam, as coisas que hoje são de determinada forma, amanhã podem não ser, precisamos desenvolver métodos e sistemas de trabalho que possam garantir que o aluno vá continuar aprendendo. Para uns é mais difícil, para outros, mais fácil, ser curiosa, proativa, se não sabe fazer alguma coisa que vá atrás de fontes, pesquise, saiba se posicionar frente ao mercado em função principalmente das demandas do cliente. Não pode ter medo de fazer; nosso trabalho em todos os âmbitos é um trabalho que expõe muito, tanto em produção de site como na parte das redes sociais. Nossos prazos são curtos e precisamos fazer o que está em pauta, não dá pra ficar com receio, tem que tentar e ter coragem de se posicionar. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o C S SS

Espaço Experiência?

Na verdade não. Tive um ou dois casos de alunos que não de adaptaram por não ter o perfil do núcleo, ou talvez a pessoa não estar na melhor fase para passar pelo Espaço, talvez exigissem algo da pessoa que ela não conseguia realizar e migrou para outro núcleo. Os alunos sempre vão para o mercado. Ninguém é obrigado a ficar aqui e a fazer as atividades, acho que por termos um espaço para dar sua opinião, acaba sendo mais fácil de criar a convivência com o aluno. Nome: Ticiano Paludo Núcleo: Áudio Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A minha expectativa é que eles sigam na frequência do núcleo. No início eu tive que montar o núcleo do zero, mas hoje ele já tem uma cara. Quem vem para o espaço experiência já tem certo perfil, claro, a gente vê uma diferença de um núcleo para o outro, mas tem o perfil 95    


de ter o professor como colega, ser pró-ativo. No caso do meu núcleo, depende muito da função que vai ser exercida, mas basicamente procuro pessoas tranquilas, que estão aqui porque querem, esse tipo de aluno que vem forçado não costuma aproveitar o espaço. Ter um clima de camaradagem, gostar de arte, música e cultura.

2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? Tentar não ver o trabalho como castigo, poder fazer uma coisa mais tranqüila. Na verdade o que eu pretendo é preparar, mais do que a questão técnica do áudio, é o convívio saudável, se ajudar. Posteriormente as questões técnicas do áudio, software, etc. O mais importante é curtir o que esta fazendo, poder fazer essa troca de experiências, eu aprendo muito com quem trabalha comigo. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Isso depende muito de aluno para aluno, ele tem o costume de renovar o estágio pelo menos uma vez. Nem todos que passaram por esse núcleo estão colocados, eu tive dois exemplos de alunos que saíram e hoje estão em grandes produtoras. Mesmo que a pessoa não vá sair direto daqui pro mercado, depois ela vai ter muito mais oportunidade. Nome: Vinicius Mano Núcleo: Criação Data: 24/04/2013 QUESTÕES DEGRAVADAS 1.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho desenvolvido pelos

colaboradores do Espaço Experiência? A expectativa maior do aluno quando ele esta entrando é que, independente do resultado do trabalho, ele se anime com o problema que ele tem para resolver, indo 96    


pesquisar, tentando resolver. O que esperamos mais do aluno é que ele tenha vontade de resolver problemas, ainda que ele não consiga resolver por completo, a vontade de ter um desafio é fundamental. 2.

Quais as principais características você procura desenvolver junto

aos colaboradores do núcleo em que atua? O que é mais importante, que tentamos colocar, é a quantidade para chegar na qualidade, tentar mostrar que tu não podes ter cinco ideias, tu tens que ter 50 ideias, e que tu não pode se apegar tanto a elas, que tu vai receber “nãos”. Acho que mais o desapego com ideias como principal característica. Eu acho tentam “glamourizar” a coisa, mas nada substitui uma pessoa esforçada. 3.

Em sua concepção, quais motivos levam os colaboradores a

deixarem o Espaço Experiência? Hoje a maioria dos alunos sai com uma proposta de trabalho, com raras exceções. Pra nós isso é bem importante e gratificante. Uma coisa que também acontece é a mudança de núcleo, que vai de perfil para perfil. Já aconteceu de alunos saírem, mas foi ao natural, quando a pessoa não quer se esforçar ou não entendeu direito o objetivo dela ali.                            

97    


ANEXO B Respostas do formulário do teste beta     Tabela 1

1. Qual seu gênero? Total BASE

VA %

Feminino

VA

%

Masculino

VA

%

6

100

4

67

2

33

6

100

6

100

6

100

Gráfico 1  

1. Qual seu gênero?

33% 67%

Masculino Femino

98    


Tabela 2

2. Qual sua faixa etária? VA

%

17 a 21 anos

4

67

22 a 26 anos

2

33

27 ou mais

0

0

BASE

6

100

Gráfico 2  

2. Qual sua faixa etária? 0% 17 a 21 anos

33%

22 a 26 anos 67%

27 ou mais

99    


Tabela 3

3. Qual seu curso na Famecos? VA

%

Jornalismo

3

50

Produção Audiovisual

0

0

Publicidade e

0

0

Relações Públicas

3

50

BASE

6

100

Propaganda

Gráfico 3  

3. Qual o seu curso na Famecos?

Jornalismo 50%

50%

Produção Audiovisual Publicidade e Propaganda Relações Públicas

0%

100    


Tabela 4

4. Qual semestre você está cursando aproximadamente? VA

%

Primeiro

0

0

Segundo

0

0

Terceiro

0

0

Quarto

1

17

Quinto

0

0

Sexto

1

17

Sétimo

3

50

Oitavo

0

0

Acima do oitavo

1

17

BASE

36

100

Gráfico 4  

4. Qual semestre você está cursando aproximadamente? Acima do oitavo Oitavo

17% 0%

Setimo

50%

Sexto Quinto

17% 0%

Quarto

17%

Terceiro

0%

Segundo

0%

Primeiro

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

101    


Tabela 5

7. Qual núcleo você pertence atualmente? VA

%

2

33

Atendimento

0

0

Áudio

0

0

Audiovisual

1

17

Comunicação e Memória

0

0

Criação

0

0

Design Editorial

0

0

Editorial J

0

0

Eventos e Relacionamento

3

50

Fotografia

0

0

Planejamento

0

0

Tendências e Pesquisa

0

0

BASE

6

100

Assessoria e Comunicação Digital

Institucional

102    


Gráfico 5  

7. A qual núcleo você pertence atualmente? 60%

50% 50%

40%

33% 30%

20%

10%

0%

0%

1%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

0%

103    


Tabela 6

8. Você já estagiou em outro núcleo? VA

%

Não estagiei anteriormente

5

83

Assessoria e Comunicação

0

0

Atendimento

0

0

Áudio

0

0

Audiovisual

0

0

Comunicação e Memória

1

17

Criação

0

0

Design Editorial

0

0

Editorial J

0

0

Eventos e Relacionamento

0

0

Famecos sem Fronteiras

0

0

Fotografia

0

0

Planejamento

0

0

Tendências e pesquisa

0

0

BASE

6

100

Digital

Institucional

104    


Gráfico 6  

8. Você já estagiou em outro núcleo? 90%

80%

83%

70%

60%

50%

40%

30%

20% 17% 10%

0% 0% 0% 0%

0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

0%

105    


Qual a sua principal motivação para trabalhar no Espaço Experiência? 1.

A principal motivação é poder trabalhar junto com os professores, tendo

experiências do dia a dia de trabalho em equipe. 2.

A principal motivação de trabalhar no Espaço é saber que você está

cercado de pessoas que estão ali pelo mesmo motivo: aprender. É um ambiente de trabalho, mas é um trabalho onde todos são iguais, ninguém é superior a ninguém. Certamente isso é o que mais me faz sentir a vontade nesse lugar. 3.

A proposta metodológica de ensino, bem como os professores.

4.

Encontrar espaço para criar o novo, conhecer amigos que permanecem

até hoje, qualificar-me profissionalmente. 5.

Além de mais contato com os professores. A motivação de trabalhar no

Espaço é ter uma noção de como é o mercado de trabalho, é ganhar experiência com o respaldo dos professores e já ir para o primeiro estágio remunerado com alguma base. 6.

Aprendizado e preparação para o futuro.

Qual sua expectativa quanto ao trabalho que desenvolve no núcleo Espaço Experiência? 1.

Que futuramente me sirva de base para poder realizar outros trabalhos.

2.

Eu acho que a expectativa em relação ao meu trabalho depende muito

do motivo que me levou procurar o núcleo. No audiovisual, procurei sempre conhecer e desenvolver as minhas habilidades com a edição de vídeos, por exemplo, que foi o que me levou até ali. Além disso, a gente se motiva pela oportunidade de fazer contatos profissionais que podem nos ajudar muito no futuro. 106    


3.

Espero aprender muito, e ter uma boa base quanto ao que é,

"efetivamente", o mercado de trabalho. 4.

Foram sempre as melhores.

5.

É poder debater novas ideias e colocá-las em prática. Estar em um

ambiente onde os alunos são os alunos que desenvolvem ações é poder ter liberdade de fazer atividades que você não teria se estivesse em outra empresa. 6.

Aprender mais.

Em sua opinião, o que há de mais positivo em seu núcleo de trabalho? 1.

O trabalho em equipe.

2.

Para mim, o que houve de mais positivo no núcleo em que trabalhei foi a

participação e compaixão de todos. Não havia competição interna e quem sabia mais ensinava quem sabia de menos. Cada um era bom em alguma coisa, e procurávamos passar isso um para os outros. 3.

As ações desenvolvidas, bem como sua gerência.

4.

As pessoas!

5.

A possibilidade do debate. Discutir as ideias de todas as pessoas que

fazem parte do núcleo e chegar a um consenso. 6.

O clima do ambiente

Em sua opinião, há algum ponto negativo ou que deva ser melhorado em seu núcleo de trabalho? 107    


1.

Acho que o núcleo de Eventos tem que se integrar com os demais

núcleos. 2.

Eu acho que muitas vezes havia pouca demanda de trabalho para muita

gente do núcleo, o que fazia com que, enquanto alguns trabalhassem, outros ficassem parados. Talvez esse seja um ponto que se possa chamar de negativo. 3.

Divisão de tarefas.

4.

Foco em RS.

5.

A organização das metas a serem atingidas.

6.

Falta de colaboração

Ciente de que o Espaço Experiência é um núcleo de aprendizado, o que você considera ter aprendido de mais relevante para sua vida profissional? 1.

Saber lidar com situações inesperadas e ter agilidade para resolver isso.

2.

Certamente o que eu mais aprendi é que todo mundo que está no

Espaço não perde pra ninguém que está no mercado de trabalho lá fora. Aprendi que, em qualquer ambiente de trabalho, todas as pessoas têm muito a ensinar, independentemente do seu nível intelectual ou de conhecimento em relação a um determinado assunto. Mesmo que haja uma certa hierarquia no que se refere às funções, ninguém deve ser tratado como "menos" do que ninguém. 3.

Aprendi como é o mercado de trabalho, como é lidar com profissionais,

concorrência, colegas, e trabalhar em equipe. 4.

Trabalhar em grupo. 108  

 


5.

Aprendi que por mais que a empresa/agência tenhas núcleos com

diferentes áreas de atuação, o mais importante é o diálogo. É a partir dele que tudo funciona e só assim o trabalho de todos evoluí. 6.

A lidar com públicos

109    


7.

Assinale seu nível de satisfação em relação aos itens a baixos, considerando a seguinte escala:

Tabela 12.1

Instalações (salas, equipamentos, luminosidade) VA

%

Muito Insatisfeito

0

0

Insatisfeito

0

0

Regular

2

33

Satisfeito

4

67

Muito Satisfeito

0

0

BASE

6

100

Gráfico 12.1  

Instalações (salas, equipamentos, luminosidade) Muito Satisfeito

0% 67%

Satisfesito Regular

33%

Insatisfeito

0%

Muito Insatisfesito

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

110    


Tabela 12.2

Suporte por parte dos professores VA

%

Muito Insatisfeito

0

0

Insatisfeito

0

0

Regular

0

0

Satisfeito

4

67

Muito Satisfeito

2

33

BASE

6

100

Gráfico 12.2  

Suporte por parte dos professores Muito Satisfeito

33% 67%

Satisfesito Regular

0%

Insatisfeito

0%

Muito Insatisfesito

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

111    


Tabela 12.3

Relacionamento com os demais núcleos VA

%

Muito Insatisfeito

0

0

Insatisfeito

2

33

Regular

2

33

Satisfeito

1

17

Muito Satisfeito

1

17

BASE

6

100

Gráfico 12.3  

Relacionamento com os demais núcleos Muito Satisfeito

17%

Satisfesito

17%

Regular

33%

Insatisfeito

33%

Muito Insatisfesito

0% 0%

5%

10%

15%

20%

25%

30%

35%

112    


Tabela 12.4

Tarefas desempenhadas VA

%

Muito Insatisfeito

0

0

Insatisfeito

0

0

Regular

0

0

Satisfeito

4

67

Muito Satisfeito

2

33

BASE

6

100

Gráfico 12.4  

Tarefas desempenhadas Muito Satisfeito

33% 67%

Satisfesito Regular

0%

Insatisfeito

0%

Muito Insatisfesito

0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

               

113    


REFERÊNCIAS   CHIAVENATO, I. Recursos Humanos: O Capital Humano das Organizações. São Paulo: Atlas, 2004. CAVALCANTE,

Vanessa;

Quantitativa.

DANTAS,

Recife:

Marcelo. UFP.

Pesquisa 2006.

Qualitativa

e

Pesquisa

Disponível

em:

<http://pt.scribd.com/doc/14344653/Pesquisa-qualitativa-e-quantitativa> Acesso em 12/5/2013 Espaço

Experiência.

Disponível

em:

<http://portal.eusoufamecos.net/conteudo/espaco-

experiencia/> Acesso em: 5/5/2013 MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. MARTINS, M.C.F. Clima organizacional: o estado da arte. Revista da Sociedade de Psicologia do Triângulo Mineiro, n.3, p. 12-18, jan/jun, 2000. MANN, Peter H. Métodos de investigação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar. 1970. Ministério

da

Educação

Conselho

Nacional

de

Educação.

Disponível

em:

<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf> Acesso em: 13/6/2013. MONTEIRO, Rodrigo Padrini; VALE, Zoé Margarida Chaves. O Jovem e a Primeira Experiência de Trabalho. Revista Brasileira Psicodrama vol.19 no.2 São Paulo: 2011. Disponível

em:

<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

53932011000200010&lng=pt&nrm=iso> Acesso em 6/5/2013. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Altas. 2003. TEIXEIRA, Maurício de Cordeiro; TEIXEIRA, Heloíse Carine Bittencourt; VALENTE, Nelma T Zubek; ABIB, Diva Brecailo. A Percepção dos Jovens Sobre e Estágio e a Resistência

aos

Estágios

Não

Remunerados.

Diponível

em:

<www.ibret.org/doc/conferencias/nelma_valente.doc> Acesso em 10/5/2013.

114    


PRESAS, P. P. e PRESAS, J. F. Publicidade Gráfica ou Design Publicitário? Um estudo sobre a interdis- ciplinaridade entre os cursos de Comunicação Social e Design. Trabalho apresentado ao NP 03 – Publici- dade, Propaganda e Marketing, do Encontro dos Núcleos de Pesquisa do XXIX Congresso Intercom:2006. ZABALA, A. A Pratica Educativa: Como Ensinar. Porto Alegre: ArTmed, 1998.

115    


Proj. de Pesquisa - Espaço Experiência  

Trabalho acadêmico - PUCRS

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