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A mídia oficial

do diagnóstico laboratorial

Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18 R$ 20,00


Quando você descobre que o mundo é maior do que imaginava.

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INOVAÇÕES PARA A VIDA É o que nos possibilita criar novas experiências, novas emoções. É o que faz, do simples, surpreendente. Do até então desconhecido, essencial. Do presente, futuro. Bem diante dos seus olhos. É também o que faz o nosso pulso acelerar, a nossa mente expandir. Porque inovar faz parte de quem somos. É o nosso DNA.

Inovar é nosso DNA.


revista Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18

editorial

Esse ano promete Esse ano nos promete um cenário cada vez mais dinâmico em seu panorama econômico. Diretamente, isso envolve também os negócios relacionados à saúde, seja na gestão de carreira como a empresarial. Por esse motivo, a presente edição da Newslab (nº. 146) abordará esses dois perfis, com finalidade de ajudar nossos leitores a se prepararem e antevirem o futuro. Primeiramente, na seção “Gestão Laboratorial e Profissional”, assinada por Humberto Façanha, são oferecidas alternativas para alcançar o sucesso na administração dos laboratórios de análises clinicas, seja por meio de novas técnicas, seja pela mudança de atitude profissional. Com isso, o leitor poderá entender

Expediente

os entraves que desanimam na gestão, mas aponta também soluções para isso. Na questão de planejamento de carreira, a Newslab 146 também oferece conteúdo rico em sua seção “Panorama em Biomedicina”. Um levantamento de Fredson Serejo, autor da coluna, apresenta um perfil do biomédico no Brasil, o que ajudará muito os leitores a planejarem suas carreiras, melhores áreas para especialização e o que esperar da biomedicina nesse ano. Com isso, a presente edição tende a auxiliar nossos leitores em prever e principalmente, planejar suas carreiras e negócios, fazendo que eles possam evitar surpresas em suas trajetórias. Boa leitura.

Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 2018 DEN Editora - Revista NewsLab - Av. Paulista, 2.073 - Ed. Horsa I - Cj. 2316 - 01311-940 - São Paulo-SP tel.: 11 3900-2390 - www.newslab.com.br - revista@newslab.com.br CNPJ.: 74.310.962/0001-83 - Insc. Est.: 113.931.870.114 - Issn 0104-8384

Realização: DEN Editora Conselho Editorial: Sylvain Kernbaum | revista@newslab.com.br Jornalista Responsável: Paolo Enryco - MTB nº. 0082159/SP | redação@newslab.com.br Assessoria de Imprensa: | publicidade@newslab.com.br | Assinaturas: Daniela Faria 11 98357-9843 | assinatura@newslab.com.br Comercial: João Domingues - 11 98357-9852 | comercial@newslab.com.br Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.br Produção de conteúdo: Hdesign Comunicação - arte@hdesign.com.br Impressão: Vox Gráfica | Periodicidade: Bimestral

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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revista Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18

normas de publicação para artigos e informes assinados

A Revista Newslab, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato com a redação.

Informações aos Autores A Revista Newslab, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato com a redação. Informações aos autores Bimestralmente, a Revista NewsLab publica editoriais, artigos originais, revisões, casos educacionais, resumos de teses etc. Os editores levarão em consideração para publicação toda e qualquer contribuição que possua correlação com as análises clínicas, a patologia clínica e a hematologia. Todas as contribuições serão revisadas e analisadas pelos revisores. Os autores deverão informar todo e qualquer conflito de interesse existente, em particular aqueles de natureza financeira relativo a companhias interessadas ou envolvidas em produtos ou processos que estejam relacionados com a contribuição e o manuscrito apresentado. Acompanhando o artigo deve vir o termo de compromisso assinado por todos os autores, atestando a originalidade do artigo, bem como a participação de todos os envolvidos. Os manuscritos deverão ser escritos em português, mas com Abstract detalhado em inglês. O Resumo e o Abstract deverão conter as palavras-chave e keywords, respectivamente. As fotos e ilustrações devem preferencialmente ser enviadas na forma original, para uma perfeita reprodução. Se o autor preferir mandá-las por e-mail,

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pedimos que a resolução do escaneamento seja de 300 dpi’s, com extensão em TIF ou JPG. Os manuscritos deverão estar digitados e enviados por e-mail, ordenados em título, nome e sobrenomes completos dos autores e nome da instituição onde o estudo foi realizado. Além disso, o nome do autor correspondente, com endereço completo fone/fax e e-mail também deverão constar. Seguidos por resumo, palavras-chave, abstract, keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais e Métodos, Parte Experimental, Resultados e Discussão, Conclusão) agradecimentos, referências bibliográficas, tabelas e legendas. As referências deverão constar no texto com o sobrenome do devido autor, seguido pelo ano da publicação, segundo norma ABNT 10520. As identificações completas de cada referência citadas no texto devem vir listadas no fim, com o sobrenome do autor em primeiro lugar seguido pela sigla do prenome. Ex.: sobrenome, siglas dos prenomes. Título: subtítulo do artigo. Título do livro/periódico, volume, fascículo, página inicial e ano. Evite utilizar abstracts como referências. Referências de contribuições ainda não publicadas deverão ser mencionadas como “no prelo” ou “in press”. Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço: Revista NewsLab A/C: Paolo Enryco – redação Av. Paulista, 2073. Ed. Horsa I – cj. 2.315 CEP 01311-940 São Paulo-SP Pelo e-mail: redacao@newslab.com.br Ou em http://www.newslab.com.br/publique/

contato A sua opinião é muito importante para nós. Por isso, criamos vários canais de comunicação para você, nosso leitor. 100 95 75

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Capa Cepheid - Revista Newslab - Fev-Mar sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018 16:26:18

Esta publicação é dirigida aos laboratórios, hemocentros e universidades de todo o país. Os artigos e informes assinados são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da DEN Editora.

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Filiado à:

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


revista Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18

Índice remissivo de anunciantes ordem alfabética

Anunciante pág Abbott 17 Beckman Coulter 63 Becton Dickinson 27 | 37 Bio Advance 67 Biocon Diagnóstica 18-19 Bio-Rad Laboratórios Brasil Ltda. 75 Cepheid 1 | 47 Condepe 2018 71 DB Diagnósticos 100 De Leo 35 Diagmaster 41 Diagno 69 Elitech 59 Fanem 85 Fujirebio Diagnósticos do Brasil 81 Greiner Bio-One Brasil 39 | 87 HDM Medical Soluções e Inovações 23 Hermes Pardini 79 Horiba 4-5 | 83 Hospitalar 77

Anunciante pág Illumina Brasil 7 J. R. Ehlke 14-15 Labor Import 91 Laboratório São Marcos 61 Mayo Clinic 57 Medbio Import 9 Nihon Kohden do Brasil 42-43 PNCQ 73 Psychemedics Brasil 2-3 Roche Diagnóstica 89 SBAC 97 SBPC 95 Stago Brasil 13 Stra Medical 29 TBS Binding Site 65 Tommasi Analítica 11 Vein Sight - Adaptamed 53 Veolia 98-99 Verissimo 93 Wama 55

Conselho Editorial

Luiz Euribel Prestes Carneiro – Farmacêutico-Bioquímico, Depto. de Imunologia e de Pós-Graduação da Universidade do Oeste Paulista, Mestre e Doutor em Imunologia pela USP/SP | Prof. Dr. Carlos A. C. Sannazzaro – Professor Doutor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP | Dr. Amadeo Saéz-Alquézar - Farmacêutico-Bioquímico | Dr. Marco Antonio Abrahão – Biomédico | Prof. Dr. Antenor Henrique Pedrazzi – Prof. Titular e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP | Prof. Dr. José Carlos Barbério – Professor Emérito da USP | Dr. Silvano Wendel – Banco de Sangue do Hospital Sírio-Libanês | Dr. Paulo C. Cardoso De Almeida – Doutor em Patologia pela Faculdade de Medicina Da USP | Dr. Jacques Elkis – Médico Patologista, Mestre em Análises Clínicas da USP | Dr. Zan Mustacchi – Prof. Adjunto de Genética da Faculdade Objetivo/UNIP | Dr. José Pascoal Simonetti – Biomédico, Pesquisador Titular do Depto de Virologia do Instituto Oswaldo Cruz - Fiocruz - RJ | Dr. Sérgio Cimerman – Médico-Assistente do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Responsável Técnico pelo Laboratório Cimerman de Análises Clínicas | Dra. Suely Aparecida Corrêa Antonialli – Farmacêutica-Bioquímica-Sanitarista, Mestre em Saúde Coletiva | Dra. Gilza Bastos Dos Santos – Farmacêutica-Bioquímica | Dra. Leda Bassit - Biomédica do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa da Fundação Pró-Sangue.

Colaboraram nesta Edição:

Caroline do A. F. Pucci, Cíntia de Souza Duarte, Daniela F. Pigozzo, Fernanda I. Martiny, Fredson Costa Serejo, Gustavo Muller Lara, Humberto Façanha da Costa Filho, Maria de Fátima Brazil dos Santos Souto e Maria de Lourdes Pires Nascimento.

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


revista Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18

Í n d i c e

ARTIGO 1

DIAGNÓSTICO MOLECULAR

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A mídia oficial

do diagnóstico laboratorial

PRINCIPAIS MARCADORES TUMORAIS UTILIZADOS NA CLÍNICA

AUTORES: STEFANI LUDKE HUBNER1 ELOIR LOURENÇO DUTRA2

ARTIGO 2 VIROSES POR AEDES: SEMELHANÇAS, DIFERENÇAS CLÍNICAS E LABORATORIAIS PARA A SUSPEITA DIAGNÓSTICA INICIAL. AUTORES: MARIA DE LOURDES PIRES NASCIMENTO, MD ¹ MARIA DE FÁTIMA BRAZIL DOS SANTOS SOUTO, PHD ²

Ano 25 - Edição 146 - Fev/Mar 18

R$ 20,00

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ARTIGO 3 SÍFILIS: DA CLÍNICA AO DIAGNÓSTICO

AUTORES: CAROLINE DO A. F. PUCCI1 FERNANDA I. MARTINY2 DANIELA F. PIGOZZO3 CÍNTIA DE SOUZA DUARTE4 GUSTAVO MULLER LARA5

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100 95 75

25 5 0

PANORAMA EM BIOMEDICINA

Cepheid - Revista Newslab - Fev-Mar

A SOLUÇÃO:

feira, 23 de fevereiro de 2018 16:26:18

06 16 58 96

PERFIL DO BIOMÉDICO NO BRASIL: PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM GESTÃO LABORATORIAL

Editorial Agenda Informes de Mercado Analogias em Medicina

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Trata-se de um programa de gestão profissional implantado

GESTÃO LABORATORIAL E PROFISSIONAL

à distância, via internet, com processo de benchmarking para

os indicadores de desempenho PEQUENOS E MÉDIOS LABORATÓRIOS: dos processos (mais de 200 REFLEXÕES COM OS GESTORES indicadores).

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O sistema do PPGL já foi implantado em aproximadamente uma centena de laboratórios clínicos, viabilizando, de forma confidencial,

012 012

anônima, comparar o desempenho dos participantes do programa.

Revista NewsLab | Fev/Mar 18

Isto possibilita identificar a existência de problemas, onde os resultados do seu laboratório forem piores que as médias dos participantes. O PPGL avalia a competitividade e o risco de insolvência de cada


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Starlab | BA, SE, AL (Clientes Públicos) Tel: (71) 3028.0116


agenda SAHE 2018

agenda

Data: 13 a 15/03/2018 Local: Centro de Eventos Pro Magno - São Paulo / SP – Informações: sahe.com.br

Hospitalar 2018

Data: 22 a 25/05/2018 Local: Expo Center Norte – São Paulo / SP Informações: www.hospitalar.com

I Congresso Brasileiro de Neurogenética

Data: 23 a 24/03/2018 – Local: Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel – São Paulo / SP Inf.: associacaopaulistamedicina.org.br/atualizacao-medica/eventos/i-congresso-brasileiro-de-neurogenetica

CONDEPE 2018 (Congresso de Desenvolvimento Profissional em Enfermagem) Data: 03 e 04/04/2018 Local: Transamérica Expo Center – São Paulo/SP - Informações: condepe2018.com.br

XXX Congresso Brasileiro de Genética Médica VII Congresso Brasileiro da SBTEIM IV Congresso Brasileiro de Enfermagem em Genética e Genômica Data: 15 a 18/05/2018 – Local: Centro de Convenções Sul América - Rio de Janeiro/RJ Informações: cbgmcbteim2018.com.br

FCE Pharma

Data: 22 a 24/05/2018 Local: São Paulo Expo - São Paulo/SP Informações: fcepharma.com.br

XXII Congresso da SBTMO Data: 02 a 04/08/2018 Local: Rio de Janeiro / RJ Informações: sbtmo2018.com.br

Congresso Paulista de Medicina Desportiva

Data: 08 a 10/06/2018 – Local: Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo/SP - / (11) 3188.4252 Informações: eventbrite.com.br/e/xiv-congresso-paulista-de-medicina-desportiva-tickets-39961698516

45º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas

Data: 17 a 20/06/2017 – Local: Centro de Convenções Sul América - Rio de Janeiro / RJ Informações: sbac.org.br/cbac/

Convenção Brasileira de Hospitais (CBH) Data: 02 e 04/07/2018 - Local: Centro de Convenções de Goiânia - Goiânia/GO Inf.: convencaofbh.com.br / (11) 4878.5988

IX Congresso Sul Mineiro de Laboratórios Clínicos

Data: 03 a 05/08/2018 - Local: Centro de Convenções do Hotel Guanabara - São Lourenço / MG Informações: facebook.com/CongressoSulMineiroDeLaboratoriosClinicos

52º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial – SBPC/ML Data: 25 a 28/09/2018 - Local: CentroSul - Florianópolis / SC - Informações: sbpc.org.br

HOSPITALMED – Feira de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios Data: 3 a 5/10/2018 - Local: Centro de Convenções de Pernambuco – Recife/PE Informações: hospitalmed.com.br

23º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes

016

Data: 26 a 29/07/2018 Local: UNIP - São Paulo/SP Informações: anad.org.br/congresso

Hemo 2018

Data: 31/10 a 03/11/2018 Local: Transamérica Expo Center - São Paulo/SP Informações: abhh.org.br/evento/hemo-2018 Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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Imagem Ilustrativa

artigo 1

AUTORES: STEFANI LUDKE HUBNER1 ELOIR LOURENÇO DUTRA2 1. Estudante do curso de biomedicina da universidade Feevale. 2. Mestre, professor do curso de biomedicina da universidade Feevale Endereço para correspondência: Stefani Ludke Hubner. Av. XV de novembro, 3019 Pousada da neve – Nova Petrópolis, (RS), Brasil. CEP: 95150-000 E-mail: stefanihubner@hotmail.com

Principais marcadores tumorais utilizados na clínica Resumo Marcadores tumorais são moléculas presentes em pequenas quantidades no organismo que se elevam em determinadas patologias. São utilizados para diagnóstico, estadiamento, prognóstico, chance de recidiva e até para a determinação do órgão exato em que o tumor se encontra. Quando usados para diagnóstico, devem ser analisados juntamente com outros exames mais específicos, pois todos os marcadores podem apresentar níveis elevados em outras patologias além de câncer. Também são extremamente utilizados para a análise de resposta do paciente ao tratamento, ajudando o clinico a tomar a conduta mais correta em cada caso. Já em casos de recidiva são considerados padrão ouro. O marcador perfeito, que se eleva apenas em casos de câncer e não sofre alterações por qualquer outra patologia ainda não foi descoberto, mas muitas pesquisas são feitas na área. Apesar de todos os interferentes, os atuais marcadores são de extrema importância para clínicos que lidam com pacientes com câncer. Palavras-chave: Marcadores tumorais, principais marcadores tumorais

Abstract

Main tumor markers used in the clinic Tumor markers are molecules who are present in small amounts in organisms, that rise in certain pathologies. They are used for diagnosis, staging, prognosis, chance of relapse and even a determination of the exact organ in which the tumor is found. When used for the diagnosis, it should be analyzed with other more specific tests, since all the markers can be found in other pathologies besides cancer. They are also essential for an analysis of the patient’s response to treatment, helping the clinician to take the most appropriate course of action in each case. Already, in cases of relapse, they are essential. The perfect marker, which rises only in cases of cancer and does not suffer, by any other pathology has not yet been discovered, but much research is done in the area. Despite all the interferers, current markers are of paramount importance to clinicians who deal with cancer patients. Key Words: tumor markers, principal tumor markers.

Introdução O câncer pode ser definido como um conjunto de doenças diferentes localizações e tipos morfológicos, porém com duas características presentes em todas as suas variantes: ocorre o crescimento celular descontrolado e a capacidade de extensão para um outro tecido, fora o de origem (GADELHA, COSTA E ALMEIDA 2005). Os marcadores tumorais são proteínas, ou fragmentos de proteínas, que apresentam alteração em casos de neoplasia. Esta alteração pode ser causada pela ação do tumor, que libera as substâncias em quantidade mais alta, ou pelo próprio organismo em resposta as células alteradas (ALMEIDA et al, 2007). Eles podem ser distribuídos em dois grupos: intermediários, que medem alterações antes do aparecimento do câncer; ou de diagnóstico, que se alteram em decorrência ao câncer. O marcador tumoral perfeito seria aquele que apenas se elevasse em caso de câncer, porém grande parte dos marcadores se altera também com situações fisiológicas como na gravidez. Além disso, ele deve garantir uma leitura de fase em que o câncer se encontra, indicando um prognóstico, e uma relação com a efetividade do tratamento (SOLNICA, 2016). Até o momento, nenhum marcador tumoral atendeu a todos os requisitos que o tornariam cem por cento eficaz, mas inúmeras pesquisas na área vêm garantindo avanços importantes (ALMEIDA et al, 2007)

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


Metodologia

Foi realizada uma pesquisa, com as palavras-chave “tumor markers” “marcador tumoral” “principal tumor markers e “principais marcadores tumorais” nos indexadores SCIELO (Scientific Eletronic Librery Onlie), PubMed, MEDLINE complete e Google acadêmico onde foram escolhidas publicações em português, inglês e espanhol no período de 2000 a 2016.

Utilização

Os marcadores são utilizados com diversas finalidades. Uma delas é a triagem na população em grupos de alto risco (PSA para a população masculina acima de 40 anos juntamente com o exame de toque retal) (BELINELO et al, 2014), onde os homens que apresentam níveis alterados sofrem uma investigação mais profunda com exames mais específicos. Além disso, pode ser utilizado para o diagnóstico diferencial entre crescimentos benignos e malignos (SEDREZ, 2007). Também indicam a localização do tumor (como por exemplo o CA125, que elevado indica tumor de ovário mesmo a biópsia não indicando a origem) (REIS, 2005) e assim ajudando a médico a tomar a melhor decisão de tratamento (SEDREZ, 2007) O estádio do tumor pode ser determinado por marcadores. Com eles, pode ser avaliado o tipo de câncer, seu tamanho e gravidade. Essas informações são de extrema importância pois as taxas de sobrevida variam muito conforme o tipo de tumor encontrado (CAPELOZZI, 2001). Assim, é possível fornecer ao paciente um prognóstico. A detecção de recidivas também pode ser feita via marcadores. A volta do valor do marcador a valores normais indica total retirada ou remoção do tumor. Porém quando ocorre queda do valor do marcador, e após seu valor volta a subir, ocorreu uma metástase ou tumor residual. Quando o valor do marcador se estabiliza por um período de tempo

e depois volta a subir, ocorreu uma recidiva. O valor pode se alterar de 2 a 48 meses antes do aparecimento dos sintomas clínicos (SEDREZ, 2007).

Principais marcadores tumorais

No presente trabalho serão abordados os marcadores tumorais utilizados na clínica para o diagnóstico dos cinco cânceres mais incidentes no Brasil no ano de 2016 segundo a estimativa do INCA (instituto nacional de câncer José Alencar Gomes da Silva), se atendo a sua finalidade e qualidade como marcador e não citando métodos de dosagem e afins.

PSA (antígeno prostático específico)

É uma proteína secretada pelo lúmen dos ductos prostáticos, e aparece em alta quantidade no líquido seminal, porém com valor baixo na circulação de homens considerados saudáveis. Seu nível aparece elevado em casos de câncer de próstata, mas situações como hiperplasia prostática benigna, infecções na próstata ou até idade avançada também alteram seu valor. É considerado muito sensível porém pouco específico e, por isso, a indicação é sempre realizar o exame de toque retal juntamente com a avaliação do valor da PSA do paciente. (ALMEIDA et al, 2007). O valor do PCA é muito importante para se determinar o estadiamento do carcinoma de próstata. Alguns estudos mostram que 80% dos pacientes com o PSA menor de 4ng/mL apresentam o tumor restrito a próstata, enquanto 50% pacientes com valor acima de 10ng/mL apresentam extensão extra-capsular e maioria dos pacientes com valores acima de 50ng/mL apresentam metástases. Porém o estadiamento do paciente jamais deve ser feito baseado apenas nos seus valores de PSA. (ROSA et al, 2005) Esse marcador também é utilizado para a avaliação do tratramento e chan-

ce de recidiva (FONSECA et al). Pacientes que realizam tratamento com radioterapia tem a queda gradual do PSA, enquanto pacientes que realizam prostatectomia tem a queda significativa logo após o procedimento para valores não mais detectáveis. Estudos indicam que o aumento de PSA em pacientes que passaram por esse procedimento é indicativo de recidiva, e podem aparecer de meses a anos antes dos sinais clínicos. (ALMEIDA et al, 2007) A utilização do PSA para auxiliar no diagnóstico de câncer de próstata trouxe um aumento significativo no número de casos diagnosticados, garantindo tratamento adequado aos pacientes. (BUSATO e ALMEIDA, 2016). Pode se afirmar que o PSA é o marcador tumoral com maior atividade clínica (FONSECA et al, 2007), mas mesmo assim, extensas pesquisas estão sendo feitas para aumentar sua específicidade baseando-se em modificações moleculares de isoformas. Com essas pesquisas, se busca a diferenciação entre doenças prostáticas benignas e malignas, facilitando assim muito o diagnóstico correto (RODDAM et al).

CA 15.3 (Antígeno do câncer 15.3)

O CA 15.3 é uma glicoproteína produzida por células epiteliais glândulares. É considerado o marcador de excelencia para o câncer de mama (ALMEIDA, 2004), apresentando-se elevado de acordo com o estadiamento da doença. Porém sua sensibilidade é muito baixa, não podendo ser usado como método de diagnóstico precoce. (MOLINA et al, 2010) Seu uso é destacado para a avaliação da efetividade do tratamento quimioterápico em pacientes com o câncer de mama avançado. Os níveis devem ser medidos antes de cada ciclo quimioterápico e em intervalos de três meses para aqueles que recebem a terapia hormonal. Se o marcador tiver uma queda maior que de 50% o tratamento

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CA 125 (antígeno do câncer 125)

A CA 125 é uma proteína produzida pelas células do ovário, utilizada para diagnóstico e acompanhamento de evolução ou recidiva de casos de câncer de deste (SEDREZ, 2007). A determinação do valor desse marcador é fácil e se apresenta elevada em 90% dos casos (RIEDINGER et al, 2007), porém o valor também pode se mostrar aumentado em inúmeras outras doenças, como endometriose, câncer do endométrio, cirrose, cistos de ovário, hepatite, pancreatite e até em 20% das gestantes (SEDREZ, 2007). Quando utilizado como marcador para recidiva, seu papel é fundamental. A proteína apresentou uma sensibilidade de 94% para predizer a progressão da doença pós o tratamento com quimioterapia, quando o seu valor aumentou duas vezes o valor do nadir (ALMEIDA et al, 2007). Além disso, a proteína pode se elevar de dois meses a um ano antes dos sintomas de uma recorrencia (ALMEIDA 2004). Assim, o CA 125 se torna importante no dia a dia clínico para diagnóstico e acompanhamento de patologia.

Lactato desidrogenase (ldh)

A LDH é uma enzima cardíaca e do músculo esquelético. Ela não apresenta um valor importante para o diagnóstico

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AUTORES: STEFANI LUDKE HUBNER1 ELOIR LOURENÇO DUTRA2

de tumores, porém é muito utilizada para fornecer prognósticos por se relacionar com o tamanho da neoplasia, principalmente em casos de linfoma não-Hodgkin recente e na neoplasia de próstata. (ALMEIDA et al, 2007). A dificuldade no uso dessa enzima como marcador é o seu aumento em diferentes patologias, como infarto agudo do miocárdio e doenças esqueléticas. Pacientes com o valor de LDH alto antes do tratamento apresentam um mau prognóstico, considerando que a sua neoplasia apresenta taxa de crescimento e volume altos. Esses pacientes são candidatos a quimioterapia mais agressiva (CECIL e AUSIELLO, 2005).

Novos marcadores

Como citado anteriormente, diversos estudos vêm buscando novos marcadores tumorais mais específicos. Com eles, o diagnóstico seria mais preciso, considerando sua elevação em casos de patologia apenas, ou até mesmo associados a outro marcador, garantindo mais certeza ao clínico.

CA 242 (antígeno carboidrato)

O CA 242 É uma nova promessa na área. Marcador de câncer colorretal e pancreático, se apresentou mais específico e com menos interferentes. Mesmo aparecendo em quantidades baixas na circulação de pacientes sem nenhum tipo de tumor, no momento da proliferação celular tumoral seu valor se eleva consideravelmente. Por ser mais expresso em casos de patologias malignas, pode ser considerado mais específico para esse tipo de neoplasia, diferenciando-o das benignas (GHERSEL et al, 2009).

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artigo 1

está funcionando e o câncer está sendo controlado. (DUFFY et al, 2010) Também é muito utilizado para o diagnóstico precoce da recidiva do câncer de mama. É recomendada a realização da dosagem do CA 15.3 nos pacientes na fase de pré-tratamento, de duas a 4 semanas após cirurgia ou início da quimioterapia e repetir a dosagem a cada três a seis meses. O CA 15.3 também se apresenta elevado em outras patologias, como câncer de ovário, pulmão, colo uterino, hepatocarcinoma e linfomas. (ALMEIDA et al, 2007).

Conclusões finais

Pesquisas ainda procuram encontrar o marcador perfeito, que se altere só com a patologia em questão e que possa ser 100% confiável para ser usado como teste de diagnóstico. Enquanto não ocorrem avanços, o diagnóstico apenas por esses é descartado, pela sua elevação em diversas patologias e inclusive em situações fisiológicas. Os marcadores podem ser aliados do clínico, juntamente com demais exames, para uma triagem populacional de grupos de risco, mas seu uso realmente é imprescindível na avaliação de resposta terapêutica e fornecimentos de prognóstico. Para que o acompanhamento possa ser válido, os níveis séricos devem ser analisados desde antes do início do tratamento. Em seguida, serão citados dois marcadores em estudos.

Pai-1 (inibidor do ativador do plasminogênio tipo 1)

Proteína superexpressa em algumas patologias malignas, incluindo câncer de ovário, endométrio, colo de útero, cérebro e carcinomas de nasofaringe. Por apresentar poucos estudos, ainda não é indicado ao uso como diagnóstico de câncer. Seria amplamente utilizado para a identificação de progressão e agressividade do tumor (VALENTE e MASSABKI, 2011) Revista NewsLab | Fev/Mar 18


HE4

Sendo expresso em diversos tecidos normais, o valor de HE4 se mostra extremamente aumentado em pacientes com câncer de ovário (HELLSTROM ei al, 2001). Mesmo sozinho, tem sensibilidade de detectar esse tipo de malignidade mesmo em sua fase I. Quando utilizado em conjunto com CA 124, é um preditor preciso de malignidade (VALENTE e MASSABKI, 2011)

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artigo 2

AUTORES:

MARIA DE LOURDES PIRES NASCIMENTO, MD ¹ MARIA DE FÁTIMA BRAZIL DOS SANTOS SOUTO, PHD ² ¹ Hematologista, Universidade Federal da Bahia (UFBA) ² Parasitologista, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

VIROSES POR AEDES: SEMELHANÇAS, DIFERENÇAS CLÍNICAS E LABORATORIAIS PARA A SUSPEITA DIAGNÓSTICA INICIAL. Artigo de Revisão Resumo Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela são viroses transmitidas através da picada do Aedes aegypt (quando ele está infectado), podendo surgir no ser humano, uma ou mais de uma destas viroses, que são produzidas por diferentes tipos de vírus. Nesta revisão são feitas as considerações sobre as semelhanças e as diferenças destas quatro viroses em relação as Sintomatologias, Exames Laboratoriais, Condutas Terapêuticas e Preventivas. Palavras-chave: Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela

Abstract Viroses transmitted by Aedes aegypti: clinical, laboratorian similarities and differences Iinitial Dengue virus Zika virus, Chikungunya virus and Yellow fever are viroses which may be transmitted through the pricking by Aedes aegypti (when it is infected), so in human beings there can appear one or several of theses viroses, produced by different types of viruses. In this review, considerations are made about similarities and differences, existing in these four viroses, in regard to their symptomatology, laboratorian exams, therapeutic and preventive conducts. Key Words: Dengue virus, Zika virus, Chikungunya virus, Yellow Fever

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Introdução Atualmente as quatro viroses mais populares no Brasil – Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e Zika – apesar de terem vírus diferentes, são transmitidas pelos mesmos tipos de “mosquitos” – principalmente os Aedes aegypti e Aedes albopictus. Estas viroses tem em comum alguns sintomas, resultados de exames do Hemograma e principalmente semelhantes Condutas Terapêuticas.

Sintomas

Diversos Sintomas quando presentes, inicialmente são os mesmos, muitas vezes variando entre as 4 viroses, somente na intensidade, enquanto que, outros Sintomas são mais “específicos” em determinadas viroses. No Quadro 1 temos uma síntese da maioria dos tipos de Sintomas que são comuns nas quatro viroses (13). Rash Cutâneo ou Exantema é o aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em uma determinada região do corpo ou que se espalha por todo o corpo, não são exclusivas destas viroses, geralmente ocorrem em outras situações, tais como: infecções (por bactérias, por fungos)

algumas verminoses (helmintos, esquistossomoses), intoxicações por alguns metais pesados (arsênio, bismuto, sais de ouro, sais de mercúrio) e efeitos colaterais a diversos medicamentos (23). No Quadro 2 temos alguns sintomas que inicialmente, quando presentes, são mais frequentes em algumas destas quatro viroses, deste modo pode “ajudar” no diagnóstico diferencial inicial com as outras três viroses (9).

Hemograma

Este não é um exame específico para diagnosticar qual o tipo de virose, mas deve ser utilizado para o monitoramento do paciente, pois algumas destas viroses (especialmente Dengue e Febre Amarela) podem gerar graves complicações levando ao óbito. É importante lembrar que Hemácias, Leucócitos e Plaquetas trabalham interagindo, consequentemente quando existe alteração em qualquer uma destas 3 células, haverá comprometimento no funcionamento das outras duas células (16). Nos exames do Hemograma, é consenso científico que nas viroses existem alterações Plaquetárias e Leucocitárias (9, 13, 21). Revista NewsLab | Fev/Mar 18


Sintomas Diversos Sintomas quando presentes, inicialmente são os mesmos, muitas vezes variando entre as 4 viroses, somente na intensidade, enquanto que, outros Sintomas são mais “específicos” em determinadas viroses. No Quadro 1 temos uma síntese da maioria dos tipos de Sintomas que são comuns nas quatro viroses (13).

Nos Plaquetogramas das Viroses geralmente existe Trombocitopenia (número diminuído das Plaquetas no sangue circulante), sendo um fato que aumenta o risco de sangramentos. Os vírus se ligam as Plaquetas através de receptores específicos, que provocam alterações nas Plaquetas que são as hospedeiras e nos Vírus que são os agressores. Os Vírus quando estão internalizados nas Plaquetas e nos Megacariócitos (células da medula óssea, são as precursoras das Plaquetas) podem seLinfocitose proAtípica, que tem um significado específico. Toda vez que os Linfócitos teger, ficando inalterados (com capacidade de se transferirsofrem para a ação dos estímulos antigênicos, eles se tornam ativos – são os Linfócitos – que através da avaliação morfológica por microscopia ótica, e também na os órgãos alvos), ou ter contato com Plaquetas secretorasReativos de avaliação por equipamentos hematológicos automatizados, são identificados e produtos que chefiam a destruição de Vírus, mas que também denominados de Linfócitos Atípicos. Eles são o resultado da mistura heterogênea dos podem facilitar a liberação de outros Vírus para outras Plaquetas vários tipos de Linfócitos normais (B, T, células NK) que apresentam pleiomorfismos (10). A presença de Trombocitopenias nas Viroses são identifimorfológicos e características comuns, surgindo em consequência das respostas cadas como sendo um marcador do prognóstico de pacientes imunológicas.Rash Isto significa que toda vezé que houver necessidade atuação funciona Cutâneo ou Exantema o aparecimento de erupçõesde cutâneas sépticos (22). de qualquer tipo de Linfócito eles se região transformam em Linfócitos Atípicos (17). A vermelhas em uma determinada do corpo ou que se espalha por todo o corpo, Nos Leucogramas das Viroses geralmente existem Leucopresença Linfocitoses Atípicas associadas a Trombocitopenias são tais nãode são exclusivas destas viroses, geralmente ocorrem em outras não situações, penias. A diminuição de qualquer tipo de Leucócito (no características caso como: infecções (por bactérias, fungos) algumas verminoses (helmintos, laboratoriais somentepor destas quatro viroses transmitidas pelos Aedes, das Leucopenias) coloca o indivíduo com um risco aumentado por alguns metais pesados (arsênio, bismuto, sais de porque esquistossomoses), são frequentes emintoxicações outras Viroses (8, 10). para qualquer tipo de infecção (6, 24). Entretanto se destaca o ouro, sais de mercúrio) e efeitos colaterais a diversos medicamentos (23). aumento de determinado tipo de Linfócitos que corresponde a Não são comuns referencias sobre as alterações do Eritrograma. Entretanto No Quadro 2 temos alguns sintomas que inicialmente, quando presentes, são nos casos com Febre Amarela em que há sangramento grave, existe diminuição dos denominação de Linfocitose Atípica, que tem um significado mais frequentes em algumas destas quatro viroses, deste modo pode “ajudar” no do Hematócrito e dainicial dosagem Hemoglobina. específico. Toda vez que os Linfócitos sofrem a ação dos valores estí- diagnóstico diferencial com asdeoutras três virosesEm (9). pacientes com Dengue, 6.6 % deles apresentam redução dos níveis de Hemoglobina (18). Na Dengue mulos antigênicos, eles se tornam ativos – são os Linfócitos ReHemorrágica existe a presença da Anemia com certa gravidade, sendo nestes casos ativos – que através da avaliação morfológica por microscopia encontradas alterações nos exames do Eritrograma (5, 20, 24). ótica, e também na avaliação por equipamentos hematológicos automatizados, são identificados e denominados de Linfócitos No Quadro 3 temos uma síntese de alguns resultados de Hemogramas nas Atípicos. Eles são o resultado da mistura heterogênea dos vários Viroses. tipos de Linfócitos normais (B, T, células NK) que apresentam pleiomorfismos morfológicos e características comuns, surgindo em consequência das respostas imunológicas. Isto significa 2 que toda vez que houver necessidade de atuação funcional de Hemograma qualquer tipo de Linfócito eles se transformam em Linfócitos não é um exame específico para diagnosticar qual o tipo de virose, mas Atípicos (17). A presença de Linfocitoses Atípicas associadas a deve serEste utilizado para o monitoramento do paciente, pois algumas destas viroses Trombocitopenias não são características laboratoriais somente (especialmente Dengue e Febre Amarela) podem gerar graves complicações levando destas quatro viroses transmitidas pelos Aedes, porque são fre- ao óbito. É importante lembrar que Hemácias, Leucócitos e Plaquetas trabalham interagindo, consequentemente quando existe alteração em qualquer uma destas 3 quentes em outras Viroses (8, 10). Não são comuns referencias sobre as alterações do Eritrogra- células, haverá comprometimento no funcionamento das outras duas células (16). Nos exames do Hemograma, é consenso científico que nas viroses existem alterações ma. Entretanto nos casos com Febre Amarela em que há san- Plaquetárias e Leucocitárias (9, 13, 21). gramento grave, existe diminuição dos valores do Hematócrito Nos Plaquetogramas das Viroses geralmente existe Trombocitopenia (número e da dosagem de Hemoglobina. Em pacientes com Dengue, 6.6 diminuído das Plaquetas no sangue circulante), sendo um fato que aumenta o risco de % deles apresentam redução dos níveis de Hemoglobina (18). sangramentos. Os vírus se ligam as Plaquetas através de receptores específicos, que Na Dengue Hemorrágica existe a presença da Anemia com certa provocam alterações nas Plaquetas que são as hospedeiras e nos Vírus que são os gravidade, sendo nestes casos encontradas alterações nos exa- agressores. Os Vírus quando estão internalizados nas Plaquetas e nos Megacariócitos (células da medula óssea, são as precursoras das Plaquetas) podem se proteger, mes do Eritrograma (5, 20, 24). inalterados (com capacidade de se transferir para os órgãos alvos), ou ter No Quadro 3 temos uma síntese de alguns resultados de ficando contato com Plaquetas secretoras de produtos que chefiam a destruição de Vírus, mas Hemogramas nas Viroses. que também podem facilitar a liberação de outros Vírus para outras Plaquetas (10). A presença de Trombocitopenias nas Viroses são identificadas como sendo um marcador do prognóstico de pacientes sépticos (22).

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Nos Leucogramas das Viroses geralmente existem Leucopenias. A diminuição de qualquer tipo de Leucócito (no caso das Leucopenias) coloca o indivíduo com um risco aumentado para qualquer tipo de infecção (6, 24). Entretanto se destaca o

Diagnósticos Laboratoriais Específicos para as Infecções Virais


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Diagnósticos Laboratoriais Específicos para as Infecções Virais

Em vista da Ameaça de Emergências nas Infecções Virais para a Saúde Pública, os Diagnósticos Laboratoriais Específicos deveriam ser realizados porque as viroses podem se disseminar rapidamente estando associadas a complicações graves. Os principais objetivos de Diagnósticos Laboratoriais Específicos para as Viroses seriam: determinar a etiologia e acompanhar o curso da infecção viral, diferenciar viroses com sintomas semelhantes, triagem de infecções virais em Bancos de Sangue, diagnosticar o prognóstico e ou condutas a serem tomadas para o paciente, permitir Estudos Epidemiológicos. Geralmente a coleta da amostra para o diagnóstico laboratorial é o Sangue através de punção venosa e ou o Líquor que é executada através de punção lombar (25). Os Métodos Laboratoriais para Avaliações Específicas destas Viroses são métodos Diretos, com Alta Sensibilidade, que permitem a detecção e confirmação dos Vírus isolados e até de Vírus Desconhecidos. Entretanto tem as Desvantagens de serem Métodos Muito Lentos, de Alto Custo e de Realização Complexa que somente podem ser realizados em Laboratórios específicos para Exames com Alta Complexidade (25). Geralmente os exames laboratoriais são solicitados quando os pacientes procuram profissionais de saúde, após a intensificação dos sintomas iniciais, que na maioria das vezes são semelhantes (Quadro 1). Nestas quatro viroses os

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MARIA DE LOURDES PIRES NASCIMENTO, MD ¹ MARIA DE FÁTIMA BRAZIL DOS SANTOS SOUTO, PHD ²

sintomas que aparecem são após as picadas dos Aedes e em períodos de dias próximos, tais como: Dengue + 3 dias, Febre Amarela + de 3 a 6 dias, Zika + 5 dias e Chikungunya + 10 dias (13).

Condutas Terapêuticas

Para as quatro viroses, os sintomas iniciais são semelhantes (Quadro 1), por este motivo os mesmos medicamentos podem ser usados. Entretanto existem contraindicações principalmente para os Analgésicos e Antipiréticos que na sua fórmula tenham AAS ou Acido Acetil Salicílico, porque estes tipos de medicações diminuem o número de Plaquetas na circulação sanguínea, aumentando a possibilidade para o aparecimento de sangramentos (4). Além do AAS, os Antibióticos, Sulfas e Medicamentos Fitoterápicos á base de Alho também devem ser evitados porque eles podem diminuir o número dos Neutrófilos, que são leucócitos que participam das Defesas Imunológicas Adquiridas do organismo humano (1, 2, 11, 12).

Cuidados com as Medicações para Viroses

Os tratamentos iniciais para as Dores e Febres das Viroses não devem ser feitos aleatoriamente, pois podem apresentar riscos de interações medicamentosas e outros efeitos adversos. Sempre se deve ler a bula antes do uso de qualquer medicamento e de preferencia, antes do uso, se deve ter a orientação de um profissional de saúde.

Vacinas

Para quem nunca teve nenhuma destas quatro viroses a VACINAÇÃO é a Prevenção Definitiva para cada tipo de Vírose. Entretanto, para todos os tipos de Vírus ainda não existem Vacinas. A Febre Amarela é a única no Brasil que tem Vacina podendo ser aplicada em diversos Postos de Saúde Pública (14). O vírus da Dengue tem 5 tipos de Sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN 3, DEN-4 e DEN-5 (MUSTAFA MS et al. 2015), existindo uma Vacina que foi licenciada no Brasil pela Anvisa, que protege contra os quatro tipos de Sorotipos, pois acredita-se que o Sorotipo DEN-5 “ainda não existe no Brasil” (ANVISA 2015). Para Chikungunya e Zika, as vacinas ainda estão em estudos científicos, não se tendo ainda Vacinas licenciadas para uso no Brasil (7, 19).

Importância das Campanhas Populares de Erradicação dos Mosquitos

A grande importância da eliminação dos focos de Mosquitos é que estes focos servem de criadouros para novos mosquitos. As Campanhas Populares de Erradicação dos Mosquitos são uma das melhores condutas de combate a estes mosquitos.

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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São os focos de aguas paradas em recipientes destampados (caixas d’água, latas, pneus, etc.) que servem de excelentes criadouros, onde as fêmeas dos Aedes põem os seus ovos, de onde surgirão larvas que depois viram mosquitos adultos. Somente que as Campanhas Populares de Erradicação tem que ser Atitudes Contínuas, não somente nas épocas das Epidemias, sendo necessário que exista a Conscientização, que vem a ser a Educação Popular em relação a Saúde.

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MARIA DE LOURDES PIRES NASCIMENTO, MD ¹ MARIA DE FÁTIMA BRAZIL DOS SANTOS SOUTO, PHD ²

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AUTORES:

CAROLINE DO A. F. PUCCI1 FERNANDA I. MARTINY2 DANIELA F. PIGOZZO3 CÍNTIA DE SOUZA DUARTE4 GUSTAVO MULLER LARA5 Autor correspondente: 1 Graduanda, Universidade Feevale, graduação em Biomedicina, caroline.fpucci@gmail.com 2 Graduanda, Universidade Feevale, graduação em Biomedicina, femartiny10@gmail.com 3 Graduanda, Universidade Feevale, graduação em Biomedicina, danipigozzo@gmail.com 4 Graduanda, Universidade Feevale, graduação em Biomedicina, cii_sduarte@hotmail.com 5 Docente, Universidade Feevale, graduação em Biomedicina, gustavoml@feevale.br

SÍFILIS: DA CLÍNICA AO DIAGNÓSTICO Resumo A sífilis é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria com baixa resistência no meio ambiente, a Treponema pallidum. Sua transmissão ocorre de forma sexual e/ou por via vertical e, em alguns casos raros, por transfusões sanguíneas. Causa infecções sistêmicas e, caso haja contaminação de qualquer órgão ou tecido, é considerado um grave problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar de existirem várias medidas de prevenção e opções de tratamento, estima-se que aproximadamente 1,1% da população brasileira é infectada todos os anos, havendo maior concentração na Região Sudeste. A sífilis é caracterizada em três fases: primária, secundária e terciária, apresentando sintomatologias clínicas diferenciadas. O tratamento normalmente é a base de penicilina devido à sensibilidade da bactéria ao medicamento. Pacientes sensíveis à penicilina são tratados com formas alternativas, tais como: tetraciclina ou ceftriaxona, por exemplo. No caso de neurossífilis e pacientes gestantes com co-infecção pelo HIV, o tratamento deve ter cuidados especiais. Para recém-nascidos de mães contaminadas, deve-se realizar os exames recomendados o quanto antes, independentemente do resultado do VDRL da criança. O diagnóstico depende do estágio em que a sífilis encontra-se, sendo facilmente identificada no primeiro e segundo estágio. O exame de campo escuro é o mais recomendado para diagnóstico de sífilis devido a sua sensibilidade, mas também podem ser indicados exames como PCR, ELISA, entre outros testes treponêmicos e não-treponêmicos. Palavras-chave: VDRL, Sífilis, Diagnóstico, Tratamento.

Abstract Syphilis is a disease infect contagious caused by a bacterium with low resistance to the environment, called Treponema pallidun. Syphilis can be transmitted by sexual relations and vertical transmission, and in some rare cases, by blood transfusions. Also, it can cause systemic infections, spread to almost any organ or tissue, and it is considered a serious problem of public health, second data from the WHO, even although there are many prevention and treatment options. It is estimated that 1,1% of Brazilian population gets infected by syphilis each year, with a major concentration at the southeast region. Syphilis can be characterized by three phases: primary, secondary and tertiary, each one can show different clinical forms. The treatment normally is made with use of penicillin because of the hypersensitivity from the bacterium to the medicine. Patients who are sensitivity to penicillin are treated with alternate forms of treatment, like tetracycline or ceftriaxone for example. The treatment need special cares if the patient has neurosyphilis or is pregnant and it is HIV positive. The case of neonates from contaminated mothers, it is recommended as soon as possible to make the exams indifferent of the VDRL from the newborn. The diagnostic depends from which stage the syphilis is, once it can be more easily identified on the primary and secondary stages. The dark field exam is the most recommended for the syphilis diagnostic because of his hypersensitivity, but there are others exams that can be indicated, like PCR or ELISA for example, and other tests, treponemic and no treponemics. Key Words: VDRL, Syphilis, Diagnostic, Treatment.

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Introdução A Sífilis é uma doença contagiosa, que ocorre devido a infecção de uma bactéria Gram negativa no organismo. O agente etiológico é o Treponema pallidum, que por sua vez é transmitido sexualmente ou por via vertical, isto é, de mãe para feto. Geralmente, afeta jovens com vida sexual ativa e é considerada um problema de saúde global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (BENZAKEN, 2009). Há duas teorias que tentam explicar o aparecimento da sífilis: a primeira sustenta a hipótese de que a doença apareceu na América e foi introduzida na Europa por marinheiros europeus. Já a segunda, apoia a ideia de que as treponematoses (doenças causadas por parentes próximos do Treponema pallidum) (KASPER, 2015), já existiam na Europa e eram causadas por um único microrganismo que se diferenciou e desencadeou epidemias (NETO, 2009). O termo sífilis originou-se de um poema escrito em 1530 pelo médico e poeta Girolamo Fracastoro. Porém, somente em 1905, o zoologista Fritz Schaudin e o dermatologista Paul Erich Hoffman descobriram o agente etiológico (SUMIKAWA, 2010). Com o advento da penicilina e sua eficácia no tratamento da doença, acreditava-se que a mesma estava controlada. No Revista NewsLab | Fev/Mar 18


entanto, as mudanças no comportamento da população com relação a vida sexual após o início do uso da pílula anticoncepcional, entre outros fatores, ocasionou um aumento nos casos de sífilis envolvendo homens, recém-nascidos e, principalmente, mulheres (CAVALCANTE, 2012). A sífilis acomete praticamente todos os órgãos e sistemas e, apesar de ter tratamento eficaz e este ser de baixo custo, vem mantendo-se como um grave problema de saúde pública (AVELLEIRA, 2006).

Metodologia

Na região da América Latina e Caribe a prevalência média de sífilis em gestantes é de 3,9% (de 0,7 a 7,2%). Calcula-se que, na região citada, sejam diagnosticados, a cada ano, 459.108 casos de sífilis gestacional, resultando em um número anual de sífilis 13 congênita estimado entre 164.222 e 344.331 casos (GARCIA, 2009). Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde, a sífilis em gestantes leva a morte cerca de 300 mil fetos e neonatos no mundo a cada ano. No Brasil, no período de 2005 a 2010 foram notificados 39.789 casos de sífilis em gestantes, dos anos de 2011 até junho de 2016 o número de casos praticamente triplicou, sendo registrado 129.757 novos casos. Este cenário demonstra uma melhoria no sistema de vigilância epidemiológica durante os anos subsequentes, contudo, o descuido da população com doenças sexualmente transmissíveis foi outro índice que sofreu aumento (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2016).

O Sistema Nacional de Atendimento Médico (SINAM) registrou 227.663 casos de sífilis adquirida no país dos anos de 2010 a 2016, sendo 62,1% concentrados na região sudeste, seguido pela região sul com 20,5% dos casos, 9,3% no nordeste, 4,7% no centro-oeste e 3,4% no norte. Somente no ano de 2015 no Brasil 65.878 casos foram registrados, prevalecendo a região sudeste em primeiro lugar (56,2%) e a região sul em segundo lugar (25,9%), 9,6% na região nordeste, 5,1% na região centro-oeste e 3,2% na região norte, tendo uma taxa de 42,7 casos a cada 100 mil habitantes (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2016). No último estudo entre parturientes, realizado em 2010-2011, com amostra de aproximadamente 36 mil participantes, distribuídas entre as cinco macrorregiões brasileiras, estimou-se a prevalência de sífilis em gestantes em 0,85% (mulheres com VDRL reagente com qualquer titulação, confirmado pelo FTA-Abs.). Para as

Foi realizada uma pesquisa literária sobre a sífilis, sendo selecionadas publicações em português e inglês, além de consulta em sites governamentais ligados a saúde, especificamente, no setor de doenças sexualmente transmissíveis (DST’s). Este trabalho compreende estudos publicados no período de 1993 a 2017, abordando aspectos pertinentes à Gráfico 1 - Taxa de detecção de sífilis em gestantes por região e ano de diagnóstico doença como transmissão, epidemioloGráfico 1 Brasil, 2005 2015. de sífilis em gestantes por região e ano de diagnóstico - Brasil, 2005 a 2015. gia, diagnóstico e tratamento. As -inforTaxa deadetecção mações foram organizadas de forma a apresentar uma abordagem geral sobre a doença, enfatizando sua importância clínica no contexto das doenças sexualmente transmissíveis.

Epidemiologia

Mesmo após décadas de combate e medidas preventivas, a sífilis continua sendo considerada um problema de saúde mundial. Estima-se que aproximadamente 12 milhões de pessoas sejam infectadas todos os anos. No Brasil a situação não é diferente, o número de casos está aumentando ano após ano (COOPER et al, 2016). Fonte: Saúde Fonte:Sinam/Ministério Sinam/Ministério dada Saúde

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Gráfico 2 - Proporção da idade gestacional no momento do diagnóstico de sífilis segundo região de residência - Brasil, 2015.


AUTORES:

regiões, a prevalência encontrada nesse mãe para o feto. O contato com as lesões estudo foi: 1,05% (Norte), 1,14% (Nor- contagiantes (cancro duro e lesões secundeste), 0,73% (Sudeste), 0,48% (Sul) e dárias) pelos órgãos genitais é responsável 1,20% (Centro-Oeste) (MINISTÉRIO DA por 95% dos casos de sífilis (AVELLEIRA, 2006). Apor transmissão é Gráfico 1 - SAÚDE, Taxa 2015). de detecção de sífilis em gestantes regiãosexual e anodadesífilis diagnóstico Embora os dados apontem que, ape- excepcional, havendo poucos casos por - Brasil, 2005 a 2015. sar de a maioria das mães de crianças transfusões de sangue e por inoculação com sífilis congênita terem tido acesso acidental (CAVALCANTE, 2012). ao pré-natal e recebido diagnóstico de sífilis durante a gravidez, a cadeia de transmissão vertical da sífilis não foi Agente etiológico É uma bactéria Gram negativa, que nulos citoplasmáticos nas extremidades interrompida. Dentre os entraves para a mede cerca de 6 a 20 µm de comprimen- do microrganismo. Este denomina-se instituição do tratamento, destaca-se o to e 0,10 a 0,18 µm de diâmetro. O Tre- filamento axial (endoflagelo) responsábaixo índice de aplicação da penicilina na ponema pallidum, é morfologicamente vel por sua locomoção (NORRIS, 1993; gestante durante o pré-natal, apesar do ligeiro aumento apontado pela avaliação helicoidal e cora-se fracamente através BROOKS, 2012). Segundo informações do Programa Nacional de Melhoria do das colorações, sendo por estes moti- contidas no Manual Técnico para o diagAcesso e da Qualidade na Atenção Básica vos derivado do grego por fio torcido e nóstico da Sífilis do Ministério da Saúde pálido (TORTORA, 2017). É observado na (2010), a motilidade, a capacidade de (PMAQ) (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). microscopia eletrônica um corpo pro- aderir-se às células e a quimiotaxia são cariótico envolvido por uma membrana fatores decisivos para virulência desse Transmissão citoplasmática, além de uma membrana patógeno, o que resulta na extrema caA sífilis é uma doença transmitida pela externa contendo peptidoglicano, entre pacidade de invasão, rápida fixação em Fonte: Sinam/Ministério da Saúde via sexual (sífilis adquirida) e vertical- as quais se enrola um filamento helicoi- superfícies celulares e penetração nas mente (sífilis congênita) pela placenta da dal de estrutura fibrilar inserido em grâ- junções endoteliais e nos tecidos. No Gráfico 2 - Proporção da idade gestacional no momento do diagnóstico de sífilis entanto, possui baixa resistência ao meio Gráfico 2 - Proporção da idade gestacional no momento do diagnóstico de sífilis ambiente, ressecando-se rapidamente. segundo região desegundo residência Brasil, 2015. região-de residência - Brasil, 2015. O gênero Treponema inclui o T. pallidum subespécies pallidum, que causa a sífilis. A subespécie pertenue, provoca a bouba, treponematose não-venérea crônica. Já a endemicum causa a sífilis endêmica e o carateum que provoca a pinta. Sendo causadores de doenças apenas em humanos (KONEMAN, 2012). Não possui transposons, sugerindo que seu genoma é altamente conservado e pode explicar sua constante sensibilidade à penicilina, além disso, todas as subespécies possuem morfologia idêntica (MURRAY, 2014). Fonte: Sinam/Ministério da Saúde. Fonte: Sinam/Ministério da Saúde.

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TRANSMISSÃO

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Clínica

A doença sifilítica é dividida em três fases: primária, secundária e terciária, nestas etapas a sintomatologia toma características diferenciadas (TORTORA, 2005).

pode causar enfermidades mais graves e inespecíficas, como: glomerulonefrite, síndrome nefrótica e hepatoesplenomegalia (SUMIKAWA, 2010).

Sífilis primária

Sífilis terciária

O período prodrômico varia de 10 a 30 dias. Os pacientes podem ser tanto sintomáticos quanto assintomáticos. Quando a doença manifesta-se, normalmente, a lesão inicia-se no local de inoculação bacteriana, apresentando uma infiltração celular a partir do qual promove o aparecimento de lesões indolores, denominadas cancro primário ou protosifiloma. Por tratar-se de uma DST, as lesões ocorrem de 90 a 95% dos casos na região genital. Tais lesões tendem a regredir dentro de aproximadamente 4 semanas, embora a regressão ocorra de maneira espontânea, a sífilis pode evoluir para sua forma secundária (GARCIA, 2009).

Sífilis secundária

Após o período de latência, quando não tratada, a doença tende a entrar em atividade novamente. Neste momento, devido à disseminação do treponema pelos órgãos, ocorre o aparecimento de lesões cutâneas eritematosas e com leve prurido. Caracteriza-se, principalmente, por exantemas nas palmas das mãos e plantas dos pés. Em alguns casos, a descamação é tão intensa que o aspecto torna-se parecido com lesões de psoríase. Outros sintomas menos sugestivos da forma secundária podem surgir, como: febre, dores musculares e de garganta e, perda de peso. Além disso, também

Nesta fase da doença, os níveis treponêmicos já obtiveram um significativo decaimento e surgem lesões cutâneas e nas mucosas, e em versões mais graves, acometem sistema cardiovascular e nervoso, no qual destaca-se a neurossífilis. Ossos, músculos e fígado também podem ser afetados, entretanto, isso ocorre menos frequentemente (AVELEIRA, 2006) O período de latência entre a sífilis secundária e o aparecimento da terciária pode variar em torno de 10 a 20 anos (LARSEN, 1995). Normalmente as lesões são caracterizadas pelo surgimento de granulomas destrutivos, que apresentam pequena inflação, formando hiperpigmentação nas bordas (GARCIA, 2009). Em uma das suas formas mais severas, a sífilis compromete o sistema cardiovascular, no qual causa aortite, podendo ser assintomática ou originar complicações como aneurisma ou insuficiência da válvula aórtica. Contudo, a outra maneira de agravamento da sífilis pode ser ainda mais preocupante, já que envolve a invasão treponêmica das meninges. A infecção causada pela neurossífilis pode ser assintomática ou quando persistente, torna-se sintomática. De maneira assintomática, é perceptível através de anormalidades do LCR, com ausência de sintomas neurológicos. No entanto, a forma sintomática, apresenta encefalite difusa,

paralisia progressiva e em último caso, pode causar sintomas muito próximos aos de um tumor cerebral ou medular (AVELLEIRA, 2006).

Sífilis congênita

Quando não tratada adequadamente, a gestante normalmente transmite a doença ao feto através da passagem do treponema pela placenta. A infecção pode acarretar aborto e morte no período pós-natal. No entanto, quando sobrevivem, podem apresentar lesões bolhosas na palma das mãos, plantas dos pés, boca e ânus. Porém, quando a sífilis congênita assume a forma assintomática ao nascer, a criança ainda assim, pode desenvolver lesões futuras, seja na infância ou vida adulta (LORENZI, 2001).

Diagnóstico laboratorial

O diagnóstico laboratorial da sífilis é realizado de acordo com o estágio da infecção. Na sífilis primária e em algumas lesões da fase secundária, o diagnóstico poderá ser direto, isto é, feito pela demonstração do treponema. A utilização da sorologia poderá ser feita a partir da segunda ou terceira semana após o aparecimento do cancro, quando os anticorpos começam a ser detectados (NADAL, 2007).

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Exame em campo escuro

A detecção direta do T. pallidum por microscopia de campo escuro é a técnica mais específica para o diagnóstico da sífilis, quando presentes lesões de sífilis primária, secundária ou congênita, sendo possível observar e identificar o microrganismo, conforme suas características (FERREIRA, 2013). Uma gota de líquido tecidual ou exsudato deve ser colocada sobre uma lâmina e uma lamínula pressionada sobre ela para formar uma camada fina. Posteriormente, a preparação deve ser examinada sob óleo de imersão com iluminação de campo escuro para a identificação das espiroquetas móveis típicas (BROOKS, 2012). De acordo com o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis (2010), a amostra deve ser observada de imediato, logo após a coleta, visto o microrganismo não sobreviver por muito tempo fora do seu habitat. A não detecção do T.pallidum por microscopia de campo escuro pode indicar que a lesão não é sífilis. No entanto, pode também significar que o número de organismos presentes na amostra não é o suficiente para sua detecção ou que a lesão está próxima da cura natural, ou ainda, que o paciente recebeu tratamento sistêmico ou tópico. Portanto, independentemente do resultado da microscopia de campo escuro, deverão ser realizados testes imunológicos.

Pesquisa Direta com Material Corado

Todas as técnicas de materiais corados apresentam sensibilidades inferiores a de campo escuro (MINISTÉRIO DA SAÚDE, MANUAL TÉCNICO PARA O DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS, 2010). No método de Fontana-Tribondeau, após a coleta da linfa é feito um esfregaço na lâmina com adição da prata. A prata por impregnação na parede do treponema torna-o

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visível. O método de Burri utiliza a tinta da China (nanquim). Na coloração pelo Giemsa o T. pallidum cora tenuamente (palidamente), sendo difícil a observação da espiroqueta e, por fim, o método de Levaditi usa a prata em cortes histológicos (AVELLEIRA, 2006).

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Imunofluorescência direta

O líquido tecidual ou exsudato, deve ser espalhado em uma lâmina e realizado secagem ao ar. A lâmina deve ser fixada e corada com soro antitreponêmico marcado com fluoresceína. É feita a detecção das espiroquetas fluorescentes por meio de microscopia de imunofluorescência. A técnica possui a vantagem de apresentar maior sensibilidade e especificidade do que a microscopia de campo escuro (FERREIRA, 2013). Praticamente elimina a possibilidade de erros de interpretação com treponemas saprófitas (AVALLEIRA, 2006).

Biologia Molecular

O PCR é extremamente útil no diagnóstico da sífilis congênita e neurossífilis, pois permite a realização de estudos para diagnosticar a infecção por T. pallidum por intermédio da identificação de sequência específica do seu DNA e possibilita efetuar estudos epidemiológicos através da subtipagem genômica de T. pallidum (AVELLEIRA, 2006; FERREIRA, 2013).

Provas sorológicas para Sífilis

Para o diagnóstico laboratorial da sífilis utiliza-se testes treponêmicos (empregam como antígeno o T.pallidum e detectam anticorpos antitreponêmicos, sendo feitos apenas qualitativamente) e os não treponêmicos (detectam anticorpos que não são específicos para o

T.pallidum, porém estão presentes na sífilis podendo ser realizados de forma qualitativa ou quantitativa) (SUMIKAWA, 2010). Os testes não treponêmicos são utilizados na triagem e acompanhamento da eficácia do tratamento e os testes treponêmicos para confirmação diagnóstica (BROOKS, 2012). Desta forma, a detecção sorológica de anticorpos representa a principal estratégia para o diagnóstico laboratorial da sífilis secundária, latente e terciária (GARCIA, 2009).

Testes não treponêmicos

Existem quatro tipos de testes não treponêmicos com metodologia de floculação, porém, entre estes destaca-se o VDRL (Venereal Disease Research Laboratory). É recomendado pela OMS como um eficiente teste sorológico para o diagnóstico (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010). O VDRL positiva-se entre 5 e 6 semanas após a infecção e entre 2 e 3 semanas após o surgimento do cancro. Portanto, pode estar negativo na sífilis primária. Na sífilis secundária apresenta sensibilidade alta e nas formas tardias a sensibilidade diminui. Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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A reação não é específica, podendo estar positiva em outras treponematoses e em várias outras situações (AVELLEIRA, 2006). O VDRL é o único teste de floculação que pode ser utilizado para pesquisa de anticorpos não treponêmicos no líquor. A realização do VDRL em amostras de LCR é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico da sífilis congênita ou da neurossífilis (SUMIKAWA, 2010).

Testes treponêmicos

Os testes treponêmicos envolvem: FTA-Abs (anticorpo treponêmico fluorescente), MHA-TP (micro-hemaglutinação de T.pallidum, TPHA (hemaglutinação de T.pallidum), TP-PA (aglutinação de partículas de T.pallidum) e ELISA (Enzyme Linked ImmunonoSorbent Assay). Estes testes são empregados para a determinação se um resultado positivo por um teste não treponêmico é um positivo verdadeiro ou um falso positivo. Os testes treponêmicos são menos úteis como método de triagem, pois uma vez que o resultado seja positivo seguido de uma infecção sifilítica inicial, os testes permanecem positivos por toda a vida, independentemente da terapia para a sífilis. Os testes treponêmicos são os primeiros a positivar após a infecção, sendo comum na sífilis primária resultado reagente em um teste treponêmico e não reagente em um teste não treponêmico. São úteis também nos casos em que os testes não treponêmicos apresentam pouca sensibilidade, como por exemplo, na sífilis tardia (LARSEN, 1995; BROWN, 2003)

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ELISA (Teste imunoenzimático)

Teste treponêmico que utiliza antígenos recombinantes de T.pallidum fixados em uma fase sólida. A esses antígenos se ligarão os anticorpos presentes na amostra do indivíduo (SUMIKAWA, 2010). De um modo geral estes testes utilizam microplacas revestidas com o antígeno (extrato T. pallidum ou proteínas recombinantes). O teste ELISA IgM possui maior sensibilidade e especificidade do que o teste FTA-Abs IgM e é mais apropriado para o diagnóstico de sífilis congênita precoce. É também utilizado para fases precoces da sífilis, possuindo sensibilidade de 94% na fase primária, 85% na secundária e 82% na latente precoce, além de possuir especificidade de 90% (GARCIA, 2009).

Tratamento

O tratamento preferencial para todas as fases da sífilis é a penicilina e, apesar do seu uso há décadas, a resistência do T. pallidum a este antibiótico ainda não foi detectada. Em casos de hipersensibilidade à penicilina, as alternativas podem incluir a tetraciclina ou doxiciclina, eritromicina ou azitromicina e ceftriaxona (FERREIRA, 2013). Essas opções terapêuticas alternativas, com a exceção do estearato de eritromicina, são contra-indicados em gestantes e nutrizes. Gestantes tratadas com estearato de eritromicina não são consideradas adequadamente tratadas para fins de transmissão fetal, sendo obrigatória a investigação e o tra-

tamento adequado da criança logo após seu nascimento (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006). No tratamento da neurossífilis a droga escolhida é a penicilina cristalina pela capacidade de atravessar a barreira hemato-encefálica. Entre 2 e 12 horas após a antibioticoterapia, dor de cabeça, mal-estar, febre ligeira, calafrios, dores musculares e intensificação das lesões sifilíticas podem ocorrer. Esta reação benigna não necessita de medidas profiláticas e, mais importante, indica terapia eficaz (RADOLF, 1996). Indivíduos soropositivos precisam de um acompanhamento especial devido a maior dificuldade no sucesso terapêutico (SIQUEIRA, 2012). Gestantes co-infectadas com o HIV podem apresentar discordância entre a eficácia esperada do tratamento e os resultados laboratoriais de seguimento, com maior demora ou a não ocorrência de queda dos títulos (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006). Revista NewsLab | Fev/Mar 18


reação benigna não necessita de medidas profiláticas e, mais importante, indica terapia eficaz (RADOLF, 1996). Indivíduos soropositivos precisam de um acompanhamento especial devido a maior AUTORES:

com o HIV dificuldade no sucesso terapêutico (SIQUEIRA, 2012). Gestantes co-infectadas CAROLINE DO A. F. PUCCI1 I. MARTINY2 podem apresentar discordância entre a eficácia esperada do tratamento e osFERNANDA resultados DANIELA F. PIGOZZO3

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(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).

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Tabela 1 - Resumo dos esquemas terapêuticos para sífilis em não gestantes ou não nutrizes Tabela 1 - Resumo dos esquemas terapêuticos para sífilis em não gestantes ou

não nutrizes e controle de cura. e controle de cura.

Considerações finais

A sífilis é uma doença emergente com alta taxa de infecção e transmissão, que tem a capacidade de invadir praticamente qualquer órgão e sistema. As formas clínicas apresentadas podem ser muito variantes de acordo com a fase da doença, Diretrizespara para controle controle da da sífilis congênita, manual demanual bolso, 2006. Fonte:Fonte: Diretrizes sífilis congênita, de bolso, 2006. sendo, portanto, classificada em: primária, secundária, terciária ou sífilis congênita. Quanto maior for o grau da doença, Tabela 2 maiores serão as complicações clínicas do Tabela 2 - Resumo dos terapêuticos para sífilis ena gestação Resumo dosesquemas esquemas terapêuticos para sífilis na gestação controle de cura.e controle de cura. paciente. Embora exista tratamento eficaz e de baixo custo, o número de infectados é crescente. Há medidas de prevenção para a contenção da doença, no entanto, ainda assim, os casos de sífilis são alarmantes. Dentro deste contexto, é fundamental que o indivíduo infectado comunique ao seu parceiro sobre a infecção, o qual também deverá recorrer ao adequado tratamento. Além disso, medidas como o uso de preservativos durante as relações sexuais, auxiliam na contenção da cadeia de transFonte: Diretrizes para controle da sífilis congênita, manual de bolso, 2006. missão da doença. Fonte: Diretrizes para controle da sífilis congênita, manual de bolso, 2006. CONSIDERAÇÕES FINAIS

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CAROLINE DO A. F. PUCCI1 FERNANDA I. MARTINY2 DANIELA F. PIGOZZO3 CÍNTIA DE SOUZA DUARTE4 GUSTAVO MULLER LARA5

Referências AVELLEIRA, J. C. R.; BOTTINO, G. Sífilis: diagnóstico, tratamento e controle. Anais Brasileiro Dermatologia. vol.81, n.2, pp.111126. 2006. ISSN 1806-4841. BENZAKEN, A. S. Detecção de Sífilis Adquirida em Comunidades de difícil acesso da região Amazônica: desafio a ser superado com a utilização dos testes rápidos. Manaus, 2009. Disponível URL: http://bvssp.icict. fiocruz.br/pdf/25501.pdf Acesso em 02/06/16. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO MINEIROSecretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais- Sífilis: Análise Epidemiológica do ano de 2015 a Outubro de 2016, Belo Horizonte, 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. Diretrizes para controle da sífilis congênita: manual de bolso. 2ª ed. Brasília. 2006. Disponível URL: http://bvsms.saude. gov.br/bvs/publicacoes/manual_sifilis_bolso. pdf Acesso em 26/05/16. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual Técnico para o diagnóstico da Sífilis. Ministério da Saúde -Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. 2010 Disponível URL: http://200.214.130.94/CONSULTAPUBLICA/ index.php Acesso em 26/05/16. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Boletim Epidemiológico Sífilis 2015. Ano IV nº 01. Disponível URL: http://www.aids.gov.br/sites/default /files/ anexos/publicacao/2015/57978/_p_boletim_ sif ilis_ 2015 _fechado_ pdf_ p_ _18327.pdf Acesso em 02/06/16. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde: Boletim epidemiológico de Sífilis Ano V. v.47, n. 35, 2016. BROOKS, G. F. et al. Microbiologia Médica de Jawetz, Melnick & Adelberg. 25ª ed. AMGH Editora, 2012. BROWN, D. L. e FRANK J. E. Diagnosis and Management of Syphilis. DeWitt Army Community Hospital, Fort Belvoir, Virginia. V.68, n. 2, 2003. CAVALCANTE, A. E.; et.al. Diagnóstico e Tratamento da Sífilis: uma investigação com mulheres assistidas na atenção básica em Sobral, Ceará. 2012.

040

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


DiagM ster HUBI PCT

HUBI PCT diagnóstico simplificado

- Tenha a melhor decisão no diagnóstico de sepse; - Alta correlação com o instrumento de diagnóstico de referência; - Excelente precisão, sensibilidade, especificidade e acurácia.

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Rápido, Rápido, Rápido, Preciso Preciso Preciso e Decisivo e Decisivo e Decisi HUBInos PCTnos momentos momentos críticos críticos nos momentos críticos diagnóstico simplificado - Tenha a melhor decisão no diagnóstico de sepse; - Alta correlação com o instrumento de diagnóstico de referência; - Excelente precisão, sensibilidade, especificidade e acurácia.

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HUBI PCT Specification

HUBI HCG

HUBI PCT HUBI PCT

HUBI PCT

HUBI HCG - Rapidez e precisão quantificando em apenas 15 minutos; - Utiliza apenas 100µl de sangue total ou plasma; - Ideal para prontos socorros.

HUBI PCT PCT HUBI requer procedimento simples diagnóstico simplificado

HUBI HCG

Tenha aa melhor melhordecisão decisãono nodiagnóstico diagnósticode desepse; sepse -- Tenha Alta correlação correlaçãocom comooinstrumento instrumentode dediagnóstico diagnósticodedereferência; referência -- Alta Excelenteprecisão, precisão,sensibilidade, sensibilidade,especificidade especificidadee eacurácia. acurácia -- Excelente

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HUBI HCG - Rapidez e precisão quantificando em apenas 15 minutos; - Utiliza apenas 100µl de sangue total ou plasma; - Ideal para prontos socorros.

HUBI- hCG Sp Specification Test Method

TesteTeste rápidos Teste rápidos quantificados rápidos quantificados quantificados é comé HUBI-QUAN com é com HUBI-QUAN HUBI-QUAN Pro Pro Pro

- Diagnóstico preciso em apenas 15 minutos; - Utiliza apenas 100µl de sangue total com EDTA, Citrato ou plasma; - Alta sensibilidade e especificidade.

Result within

Tipos Tipos de Tipos de de HUBIProdutos HCG Categoria Categoria CategoriaProdutos Produtos Amostras Amostras Amostras

Specimen Sample Volume

HUBI HCG - Rapidez e precisão quantificando em apenas 15 minutos; Detection Limit - Utiliza apenas de ou plasma; HUBI D-Dímero Troponin Troponin I 100µl Troponin I sangue I total HUBI 3-in-1(B) Trio cardíaco, resulta - Ideal para prontos socorros. HUBI Measuring Range - Diagnóstico preciso em apenas 15 minutos; em total 15 com minutos comou uma D-Dímero - Utiliza CK-MB CK-MB CK-MB apenas 100µl de sangue EDTA, Citrato plasma;gota de san - Alta sensibilidade HUBI 3 einespecificidade. 1 - 3 marcadores diferentes detectados ao mesmo tempo Myoglobin Myoglobin Myoglobin Stability - Milhares de usuários em PS e UTI - Teste em sangue total ou plasma disponível BNP BNP BNP- Qualidade do laboratório na velocidade POCStorage Cut-off

SangueSangue TotalSangue / Total Total / / HUBI 3-in-1(B) Trio cardíaco, resultado Marcadores Marcadores MarcadoresD-Dimer D-Dimer D-Dimer PlasmaPlasma Plasma HUBI 3-in-1(B) Trio cardíaco, resultado em 15 minutos com uma gota de sangueCardíacos Cardíacos Cardíacos HUBI D-Dímero HUBI DUO : TnI/CK-MB DUO DUO : TnI/CK-MB :, TnI/CK-MB FABP-TnI FABP-TnI , FABP-TnI em 15 com uma gota de sangue diferentes detectados ao mesmo tempo; - Diagnóstico preciso ,em apenas 15 minutos; HUBI 3 inminutos 1 - 3 marcadores D-Dímero - Utiliza apenas 100µl de sangue total com EDTA, Citrato ou plasma; - Diagnóstico rápido em pacientes com suspeita de infarto do miocárdio; HUBI-hCG HUBI HCG detectados ao mesmo tempo HUBI 3 in 1 - 3 marcadores diferentes 3-in-1 : 3-in-1 TnI/Myo/CK-MB 3-in-1 : TnI/Myo/CK-MB : TnI/Myo/CK-MB Teste em sangue total ou plasma disponível; - Alta sensibilidade e especificidade. - Milhares de usuários emePS e UTI quantificando em apenas 15 minutos; - Rapidez precisão HUBI HCG - Qualidade do laboratório na velocidade POC. HUBI 3-in-1(B) Trio cardíaco, resultado - Teste em sangue total apenas ou plasma disponível - Utiliza 100µl de sangue total ou plasma; 3-in-1(B) 3-in-1(B) : TnI/CK-MB/BNP 3-in-1(B) : TnI/CK-MB/BNP : TnI/CK-MB/BNP - Qualidade do laboratório velocidade POC - Ideal paranaprontos socorros. em 15 minutos com uma gota de sangue 3-in-1(D): TnI/BNP/D-Dimer 3-in-1(D): TnI/BNP/D-Dimer TnI/BNP/D-Dimer - 3★ marcadores diferentes detectados ao mesmo tempo; HUBI 3 in★ 1 3-in-1(D): ★

- Diagnóstico rápido em pacientes com suspeita de infarto do miocárdio; - Teste em sangue total ou plasma disponível; Sangue TotalSangue / Total Total / - Qualidade hCG do laboratório velocidade Sangue POC. hCGnahCG

PlasmaPlasma Plasma

HUBI D-Dímero

HUBI D-Dímero

/

Fertilidade Fertilidade Fertilidade

- Diagnóstico preciso em apenas 15 minutos; - Utiliza apenas 100µl de sangue total com EDTA, Citrato ou plasma; - Alta sensibilidade e especificidade.

HUBI 3 in 1

LH LH LH HUBI 3-in-1(B) Trio cardíaco, resultado Sangue Sangue TotalSangue / Total Total / / FSH FSH em 15 FSH minutos com uma gota de sangue

- 3 marcadores diferentes detectados ao mesmo tempo; - Diagnóstico em pacientes com suspeita de infarto do miocárdio; Totalrápido PSA Total Total PSA PSA - Teste em sangue total ou plasma disponível; SangueSangue TotalSangue / Total Total / - Qualidade laboratório na velocidade FreedoPSA Free PSA Free PSA POC.

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matéria de capa

- Diagnóstico Molecular Simples, Rápido e Preciso. Tecnologia que atende o pequeno e o grande laboratório.

Desde 2005, a Cepheid passou a liderar o processo de inovação em diagnósticos moleculares, ao apresentar para o mercado uma nova forma de levar aos laboratórios o sistema GeneXpert® e seu exclusivo sistema de cartuchos. O sistema GeneXpert® é modular, permitindo que qualquer laboratório realize testes de diagnóstico molecular através da PCR em tempo real, independentemente do tamanho, estrutura e volume de amostras. Através de um sistema randômico e de acordo com a demanda, é possível realizar diferentes testes simultaneamente, sem a necessidade de agrupar amostras em placas, trazendo uma flexibilidade até então inviável à rotina laboratorial. A linha de testes GeneXpert® baseia-se em uma tecnologia de cartuchos em cujo interior ocorre toda a reação de PCR (da extração à detecção). O processo de preparo de amostras é simples, cerca de 1 minuto em média e o equipamento faz todo o restante de forma automatizada, com um tempo de resposta significativamente mais rápido comparado às tecnologias convencionais.

crescimento populacional, os movimentos migratórios internos em um país de tamanho continental, diferenças culturais, educacionais, no acesso à informação e à saúde resultam em um grande desafio que estamos preparados para enfrentar“. Outro ponto a se destacar é o fato de que a população em geral vem se preocupando cada vez mais em buscar qualidade de vida, praticar exercícios, alimentação mais equilibrada e, muitas vezes, mesmo com o orçamento apertado, não abre mão desses cuidados que, em algum momento, irá se refletir no mercado de diagnósticos, como na programação de um check-up anual, por exemplo. Com isso, o Mercado de Diagnóstico segue se consolidando, grandes redes avançando, redes regionais se expandindo e se especializando, fazendo com que o mercado siga em uma crescente evolução.

O sistema GeneXpert® oferece um vasto portfólio de testes nas mais variadas áreas da medicina, como:

Infecções Associadas à Internação Hospitalar: Carba-R, C. Difficile, MRSA, Norovirus e outros. Doenças Infecciosas Críticas: Tuberculose, Influenza A, B e RSV e Enterovirus Saúde da Mulher: CT/NG, HPV, Streptococcus do Grupo B, e outros. Virologia: Carga Viral HIV e HCV Oncologia: BCR/ABL (Monitoramento LMC) Genética: Fator II & V

O Mercado de Diagnósticos no Brasil

Para José Aparecido Soares, Vice-Presidente da Cepheid América Latina, o mercado diagnóstico no Brasil é extremamente dinâmico e assim continuará sendo por muitos anos. “No Brasil, questões como desafios na economia e na política definem as estratégias de todos os mercados e não poderia ser diferente com o mercado de diagnósticos. Mas o

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José Aparecido Soares, Vice-Presidente da Cepheid América Latina

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Ampla linha de Sistemas Modulares projetada para atender pequenas ou grandes demandas.

O Futuro do Mercado de Diagnósticos

Em um mercado altamente tecnológico, as metodologias seguem a tendência mundial de cada vez entregar um diagnóstico mais rápido e mais eficaz, mas que consiga atender as demandas das novas patologias, dos profissionais de saúde e também das indústrias farmacêuticas, tanto do ponto de vista do tratamento, quanto no monitoramento, como é o caso do Teste Xpert® BCR/ ABL Ultra, para o monitoramento da Leucemia Mielóide Crônica. A tecnologia trouxe e continuará a trazer cada vez mais avanços na área de Controle de Infecção Hospitalar, reduzindo drasticamente o índice de infecções hospitalares desde que adotadas medidas de vigilância. Assim como o HIV, a incidência de câncer de colo de útero, com a infecção por HPV vem aumentando consideravelmente. Com a crescente ocupação humana em busca de novos espaços, doenças tropicais não param de evoluir e causar epidemias, patologias antigas voltaram, e esse desequilíbrio tende a estimular novas mutações virais, que demandam o desenvolvimento de novos testes e metodologias. Neste contexto, o Mercado de Diagnósticos precisa acompanhar os avanços da tecnologia e disponibilizar novos testes que atendam a estas demandas.

O Sistema GeneXpert® é esse futuro?

Para José Aparecido, este é apenas o início de uma longa jornada. “Na nossa visão, ainda há muito que se fazer na área de diagnósticos, seja nos testes em si, na rapidez da entrega de resultados, na confiabilidade, na simplicidade, processamento dos dados e entrega dos resultados. É inegável que evoluímos muito, a área de biologia molecular ou PCR se inseriu no contexto dos diagnósticos, oferecendo respostas mais sensíveis e mais rápidas. Com os avanços da medicina, novos procedimentos, novos medicamentos, a

área de diagnósticos como referência, um balizador para o médico tomar uma ação, também teria de evoluir impreterivelmente.” Tendo como meta central avançar no tratamento ao paciente, a Cepheid tem como visão entregar os melhores resultados nos menores prazos possíveis. José Aparecido complementa: “Se falássemos há 5 ou 6 anos atrás que fosse possível utilizar esta tecnologia para a área de virologia por exemplo, ninguém acreditaria. Hoje, esta realidade já se estende a outros testes, inclusive na área de oncologia, em que desenvolvemos testes para câncer de mama, bexiga e pâncreas, utilizando a mesma tecnologia.”

GeneXpert® e a área de saúde no Brasil

A Cepheid conta com a vantagem de possuir um corpo de profissionais da área de saúde constantemente atualizado. Universidades de ponta, comunidade acadêmica bastante ativa e guiada por publicações científicas conhecem, utilizam e recomendam os testes Xpert®, o que facilita o reconhecimento dos benefícios desta tecnologia. A percepção que estes profissionais tem é muito positiva, porém, ainda existe uma grande distância entre a percepção e a adoção e a Cepheid tem concentrado seus esforços para a redução desta distância, fazendo um trabalho bastante consistente junto aos convênios de saúde, buscando um olhar para o resultado como um todo, ou seja, mostrando que um investimento inicial maior pode significar um investimento significativamente menor na cadeia completa, com ganhos de eficiência, processo, prevenção e recuperação mais rápida do paciente. Muitos convênios trabalham hoje com foco na prevenção e o diagnóstico precoce é um instrumento essencial nessa nova visão.

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matéria de capa

Previsão de novos testes no Brasil

Segundo Cleverson Porto, Gerente de Marketing para América Latina, a Cepheid continua avançando, investindo no desenvolvimento de novos testes e melhorando os testes já existentes: “Um exemplo disto é o Xpert® MTB Ultra, um teste que teve seu lançamento mundial no final de 2017 e cujo registro acabamos de conseguir no Brasil. É um teste ainda mais sensível, com avanços no sentido da segurança, especificidade e sensibilidade, pelo mesmo preço. Isso é Inovação” E continua: “Outros exemplos de novos lançamentos” são os testes da Cepheid para a área de Oncologia, além do novo teste rápido para Streptococcus do Grupo A, que libera o resultado em cerca de 30 minutos, mais simples, mais rápido e extremamente importante para os serviços de emergência, como por exemplo, para o atendimento de um paciente que chega a um pronto socorro e através de uma simples coleta de swab na garganta pode ser rapidamente diagnosticado e encaminhado para o tratamento adequado. Isto só reforça que a inovação não vem necessariamente de soluções complexas. Temos também um teste rápido para Influenza em fase de registros e que deverá estar disponível em uma época do ano onde a incidência deste vírus é crítica.

GeneXpert® uma tecnologia que revolucionou o Mercado de Diagnósticos

A tecnologia dos testes GeneXpert® representa indubitavelmente uma revolução no Mercado Mundial de Diagnósticos. O teste Xpert® MTB/RIF para tuberculose, foi endossado pela Organização Mundial de Saúde – OMS e revolucionou as políticas de diagnóstico e tratamento de tuberculose no mundo. Hoje, 10 anos depois desta experiência, a situação de tratamento de tuberculose no mundo todo mudou de maneira radical – de até 7 semanas para

se obter um diagnóstico completo de tuberculose, este prazo foi reduzido para 1 hora e 50 minutos em média. O impacto disso na saúde global é imensurável. Outro grande exemplo de revolução são os testes para rastreio de agentes que causam infecção hospitalar, Xpert® MRSA e Xpert® C. Difficile, os maiores responsáveis por casos de infecção hospitalar e que, infelizmente, podem levar pacientes a óbito. Com a introdução destes testes, os médicos já podem ter a exata ideia sobre a necessidade ou não de administração de antibióticos, evitando a resistência da bactéria e economizando recursos financeiros vitais ao hospital e ao paciente.

Centro de Assistência Técnica Cepheid localizado em Itapevi - SP

O sistema GeneXpert representou uma solução significativa em nossa rotina, uma vez que a integração de todos os processos envolvidos nas análises moleculares (extração, reação, amplificação e detecção) em um único procedimento, possibilitou um excelente custo-benefício.

Para mais informações nos procure: contato@cepheid.com Tel.: (11) 3524.8383

Dr. Leonardo Ruiz - Laboratório Central FUNFARME/HB.

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panorama em biomedicina

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Perfil do Biomédico no Brasil: Planejamento Estratégico * Fredson Costa Serejo

Introdução Na edição no 145, demos início ao Panorama em Biomedicina falando sobre o cenário dos Concursos Públicos para o Biomédico e seus desafios (SEREJO, 2018). Essa problematização nos leva a alguns questionamentos quanto ao Planejamento das atividades produtivas nas organizações e na área de Saúde não poderia ser diferente. Alguns projetos são tão complexos e até ambiciosos que só podem ser atingidos por meio da articulação de um amplo e, em geral, conjunto heterogêneo de atores. É o caso do setor da Saúde, que articula diferentes unidades, programas e serviços para garantir o cuidado à sociedade, conformando interesses e conflitos. Isso exige um grande esforço e muita competência de gestão, e que sem um planejamento eficaz se torna quase que impossível de ser realizado. O planejamento constitui-se num instrumento contínuo para diagnosticar a realidade e propor as alternativas para transformá-la, são os meios para viabilizar que isso aconteça e as oportunidades para executar as ações pensadas, o que demandará o reinício do ciclo. Peter Drucker diz que o planejamento se refere às implicações futuras de decisões presentes, e não às decisões futuras (DRUCKER, 2002). O planejamento nasceu na área da administração, e teve como principal foco o processo de trabalho, com ênfase no aumento da produtividade e na racionalidade econômica das organizações. Posteriormente, passou a compor o ciclo

administrativo e ganhou destaque no alcance de objetivos e metas para além do escopo da eficiência. As organizações devem ser vistas como uma forma de seus membros viabilizarem futuros almejados, aportando recursos materiais e humanos para atingir seus propósitos, por conta de seus interesses e expectativas. Cada organização tem uma finalidade que a tornou necessária e garantiu a sua estruturação. Trata-se da razão de ser da organização, também denominada missão ou imagem-objetivo, que define a sua função básica na sociedade, nos termos dos produtos e dos serviços que ela produz. O sucesso de uma organização se dá pelo cumprimento de sua missão. É ela que agrega e orienta a ação de todos os seus membros e tem na figura do gestor o responsável pela condução do processo administrativo, dos recursos e das pessoas em sua direção. Portanto, a administração de uma organização requer um conjunto de tarefas e atividades realizadas sequencialmente e de modo contínuo, cujo papel do planejamento é fundamental (LACERDA, 2013). O planejamento faz parte do que chamamos de ciclo administrativo, que engloba um conjunto de tarefas e atividades necessárias para administrar uma organização de maneira sequencial e contínua. Este ciclo é composto de pelo menos quatro etapas: o planejamento; a organização-desenvolvimento; a execução-direção; e o controle-avaliação. O processo de planejamento incorpora a ideia de definição de objetivos e a formulação

de estratégias. Neste momento, também se analisa a realidade, buscando oportunidades e ameaças, além de alianças que aumentem a capacidade de executar o plano. Assim, o objetivo desse trabalho foi realizar um Perfil do Biomédico no Brasil para criação de futuras proposições para o planejamento de ações para a profissão. Método Foi realizada uma pesquisa exploratória descritiva (SEVERINO, 2007), baseada no levantamento das informações coletadas através de um formulário online (Google Docs) que foi distribuído nas Redes Sociais durante o período de 06/ Janeiro a 12/Fevereiro de 2018. A amostragem teve nível de confiança de 95% e erro amostral <2%. Questionários inválidos e/ou em duplicidade foram analisados e excluídos. Esta pesquisa foi feita por adesão espontânea, tendo sua limitação e viés em relação à amostra devido aos levantamentos online terem suas dificuldades de monitoramento, qualificação e acesso à tecnologia. Apesar disso, a amplitude da amostra e sua abrangência em todo o território nacional são argumentações que permitem que os dados obtidos sejam estatisticamente tratados como probabilísticos. Resultados Participaram da pesquisa 3.513 pessoas, 1783 profissionais (50,8%) e 1730 estudantes (49,2%), sendo um público predominantemente feminino (71,3%) do que masculino (28,7%). A maioria do público era solteiro (75,7%) e quanto a faixa etária, era constituído de pessoas Revista NewsLab | Fev/Mar 18


jovens na faixa de 19-28 anos (70,3%), seguido de 29-38 anos (22,8%) e >39 anos (6,9%). Embora o maior número de profissionais Biomédicos esteja presente na região Sudeste o questionário foi respondido por pessoas nascidas na Região Nordeste (41,9%), seguida das Regiões Sudeste (26,7%), Norte (13,9%), Centro-Oeste (9,3%), Sul (8%) e ainda de 0,2% de pessoas estrangeiras. Quanto as informações acadêmicas a maioria das pessoas estudam/estudaram em Instituições Privadas de ensino (82,3%). Com relação a titulação máxima obtida entre os Biomédicos 34,1% relataram ter apenas a graduação e que apenas 20,7% tem Especialização; 4,8% tem Mestrado; 1,4% tem Doutorado e 0,5% pós-Doutorado. Esse é um dado que chama bastante a atenção quando comparado com outras profissões, como o farmacêutico, onde 80,8% tem Especialização, 14,6% tem Mestrado e 4,6% tem o Doutorado (SERAFIN, 2015). O domínio de língua estrangeira (inglês, espanhol e outras) foi declarado por 48,3% dos pesquisados. O nível de conhecimento do idioma inglês (58,9%) foi o mais predominante tendo como características: 46,4% leem, 20,6% leem e escrevem e 33% leem, escrevem e falam. Quando é considerada a participação em congressos, observa-se que 73% participam, sendo que os que participam, 44,9% o fazem anualmente, 19,7% semestralmente e 16,8% em intervalos superiores a cinco anos. Cabe destacar que 59% não apresentam nenhum trabalho científico. Já em relação à participação em cursos de atualização, constatou-se que 75,2% participam, enquanto que 24,8% não participam. Dos que participam, 34,1% o fazem anualmente, 27,8% semestralmente e 12,8% em intervalos superiores a 3 anos. Numa segunda etapa do questionário foram realizadas perguntas específicas para cada um dos grupos (Profissional e Estu-

dante). Inicialmente foram delimitadas a região geográfica de participação conforme a Tabela 1 e, em ambos os casos, os Estados que mais participaram foram Bahia (n=543 pessoas); São Paulo (n=475 pessoas) e Minas Gerais (n=315 pessoas). Com relação aos Estudantes, que participaram da pesquisa, a maioria estava no 4º ano (40,5%), seguido do 3º ano (26,1%), 2º ano (24,7%) e do 1º ano (8,7%). Uma das perguntas que foi realizada para esse grupo foi qual área eles têm interesse em atuar no mercado de trabalho, sendo que eles tinham a possibilidade de votar em até três áreas. Na Tabela 2 são mostradas as 10 áreas mais votadas. Similarmente, realizamos para o Grupo dos Profissionais uma pergunta sobre em qual áreas eles estão atuando para verificar, se de fato, aquilo que tem sido estimulado/ensinado na Universidade está tendo reflexo na

inserção dos futuros egressos, como demanda do Mercado de Trabalho. As 10 principais áreas de maior atuação são mostradas na Tabela 3. Comparativamente, podemos destacar que algumas das áreas preferidas pelos Estudantes na graduação como Genética, Perfusão, Reprodução Humana e Citologia Oncótica, não aparecem como as principais áreas de atuação dos Biomédicos no Mercado de Trabalho. Isso pode se dever a três situações especulativas: 1) São áreas restritas e com baixa demanda de mercado; 2) Existem poucos profissionais formados e a nossa amostragem não foi capaz de rastrear; 3) São áreas com intensa competição e grande exigência técnica, e pela insipiente formação do Biomédico, o mercado prefere outros profissionais. Devido a poucas publicações nessa temáti-

Tabela 1: Participação por Região (%)

Tabela 2. Áreas de interesse de atuação

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panorama em biomedicina

Tabela 3. Áreas de atuação dos Profissionais

Figura 1. Tempo de Atuação Profissional

Figura 2. Profissionais trabalhando

Figura 3. Faixa Salarial dos Biomédicos

050

ca, esse estudo passa a ter limitações para a possibilidade de maiores extrapolações para a totalidade da população, mas que merece maior atenção para futuras análises. Ainda sobre a atuação profissional nas áreas da Biomedicina verificamos uma forte concentração na área de Análises Clínicas. As áreas de Patologia Clínica, Hematologia, Bioquímica, Microbiologia, Parasitologia, Imunologia e Banco de Sangue são áreas laboratoriais na qual o Biomédico é contratado como Analista Clínico onde dificilmente ele tem exclusividade de atuação em uma única área, mesmo tendo especialização, e o que muitas das vezes acontece é que o profissional acaba atuando como generalista perpassando por todas essas áreas simultaneamente. Aos Profissionais (n=1.783) ainda foi perguntado o tempo que estavam atuando no Mercado de Trabalho que pode ser verificado no Figura 1. O público amostrado é em sua maioria de recém-formados (54,4%) com menos de 5 anos de formados. Mas chama a atenção a quantidade de pessoas que informaram que ainda não trabalham (26,4%) na área. Esse dado ainda pode ser confirmado e ampliado com a pergunta “se as pessoas estão trabalhando atualmente...”, como mostra a Figura 2. É considerável o número de pessoas desempregadas em nossa área (24,2%) e conforme os dados do IBGE, no ano passado, apesar do início de recuperação da atividade econômica, o desemprego encerrou 2017 numa taxa elevada: 12,7% na média anual e 11,8% no último trimestre (BRASIL, 2017). Temos apenas 47,3% dos Biomédicos atuando na área e isso reflete a realidade dos recém-formados frente à crise política e econômica na qual têm passado o nosso país. AlRevista NewsLab | Fev/Mar 18


ternativamente, até conseguir a sua colocação no mercado de trabalho, os Biomédicos têm atuado fora da área (15,1%) ou investido em continuar estudando (13,5%) fazendo Especialização, para aumentar a sua qualificação técnica em diversas áreas, ou seguindo a carreira acadêmica fazendo Mestrado e Doutorado. Um dos dados mais complexos dentro da nossa carreira, ainda diz respeito, a principal queixa dos Biomédicos, que é a questão salarial, como mostrado na Figura 3. A maior parte dos Biomédicos ganham salários até R$ 2.000 e muitas vezes, recebem 30% à menos, do que outras profissões que também atuam na área de Análises Clínicas o que geram muitas indignações. Pela limitação do nosso estudo, ainda não foi possível, subdividir a faixa salarial por Regiões ou Estados o que poderia melhor refletir e visualizar maiores distorções de ganhos em todo o Brasil. Apesar disso, podemos verificar que o Biomédico ainda não tem compreensão quanto aos papéis das suas Instituições e quais estão implicadas no processo de atuação junto aos empregadores para as discussões de acordos coletivos para a classe, como mostrado na Figura 4. Atualmente, temos apenas 5 sindicatos formados no país e nossa representação tem sido extremamente insipiente com apenas 3,7% de participação dos Biomédicos sindicalizados. Mais ainda, quando perguntados se tinham conhecimento sobre se existia algum Biomédico atuando no setor público da sua cidade devidamente incluído no Plano de Cargos e Salários a maioria dos Estudantes (71,3%) e Profissionais (65%) responderam que NÃO. Essa informação somente corrobora o que já havíamos publicado anteriormente (SEREJO, 2018) mostran-

Figura 3. Faixa Salarial dos Biomédicos

do que somente existem Biomédicos incluídos no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) em somente 31,8% das cidades do Brasil! Isso significa que SÃO MAIS DE 3.832 CIDADES NO BRASIL SEM BIOMÉDICOS NO SERVIÇO PÚBLICO! Para finalizar a pesquisa foram realizadas algumas perguntas abertas onde foi possível dar a opinião sobre quais eram os principais motivos de permanência na Profissão onde se tem destaque o “Amor à carreira” e suas “múltiplas possibilidades de atuação”. E quando perguntados sobre as causas de insatisfação na carreira Biomédica podemos destacar quatro grandes demandas: (1) Falta de Piso Salarial; (2) Desvalorização Profissional; (3) Desunião dos Biomédicos; e (4) Baixa inserção em Concursos Públicos. É nítido o desconhecimento dos profissionais e estudantes quanto a atribuição das entidades de classe, confundindo apoio político, fiscalização, incentivos a processos de capacitação e com relação a criação de uma justa remuneração para a profissão. Os profissionais também se manifestaram quanto aos seus anseios em relação à carreira, referindo que se sentem estimulados pela vocação; pela característica altruísta da profissão na descoberta de novas curas de doenças, que possibilitam o atendimento das necessidades da população no que se refere à prevenção de doenças

e à promoção e recuperação da saúde, assim como, em outras profissões da saúde. Essa satisfação no trabalho é um fenômeno amplamente estudado e decorre da influência que a mesma pode exercer sobre o trabalhador, afetando sua saúde física e mental, atitudes, comportamento profissional, social, tanto com repercussões para a vida pessoal e familiar do indivíduo como para as organizações (MARTINEZ, 2003). Apesar disso, se queixam do total desconhecimento da profissão por grande parte da população, falta de apoio institucional, muita desunião entre os profissionais para melhoria da classe e que medidas devem ser tomadas para a maior publicização da profissão, não somente para o público leigo, mas para os governantes e políticos que não legislam em prol da maior inclusão dos biomédicos nos serviços públicos para um melhor atendimento à sociedade. É importante destacar que as competências do profissional Biomédico vão além da Pesquisa Científica e técnicas laboratoriais em Análises Clínicas (PERINAZZO et al., 2016), e que dentre outras áreas, uma das nossas habilitações é a área de Saúde Pública (CFBM, 2017), que nos permite atuar em áreas estratégicas do Sistema Único de Saúde como Planejamento de Saúde; Controle e Avaliação, Audito-

051


panorama em biomedicina

ria, Educação Permanente, Educação em Saúde, Atenção Básica, Vigilância Sanitária, Ambiental e Epidemiológica entre outras áreas que devem ser fortalecidas pelas gestões de saúde Municipais, Estaduais e Federais e que com a presença do Biomédico poderia ser de fundamental apoio. Frente a essas demandas de insatisfação os participantes da pesquisa foram convidados a participar de grupos de Whatsapp formados em cada um dos Estados para discutir a profissão. A intenção será a da criação de uma grande rede de cooperação onde seja possível unir e apoiar Conselho, Sindicatos, Associações, Universidades, Estudantes e Profissionais em uma grande estratégia de Planejamento de Ações focadas nas demandas loco-regionais. Assim, foi criada a União Nacional Biomédica (UNABIOMED), um movimento apartidário, ainda não institucionalizado, mas congregador de proposições para a valorização do Biomédico. Conclusão A iniciativa de buscar delinear o atual perfil do Biomédico no país, traz uma enorme satisfação de confirmar que a profissão está atravessando um período de profundas transformações. Esse estudo não tem a pretensão de ser um retrato fiel, pois o conceito de “perfil” é muito amplo e complexo no que diz respeito à coleta e à interpretação dos dados, envolvendo muitos aspectos que extrapolam o escopo do estudo. Mas a pesquisa atendeu o objetivo pretendido. Revelou dados que permitiram um conhecimento mais profundo desse profissional, das

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suas atividades e abriu a possibilidade para novas investigações. O conhecimento do perfil do Biomédico no Brasil oferece possibilidades para que o profissional conheça, pela primeira vez, a sua realidade, ofertando uma análise situacional do atual estado e a condução de questionamentos para a proposição de mudanças significativas, através de um maior empoderamento da responsabilidade que as mudanças só decorrem através da união da classe. O estudo sem dúvida pode, também, ser uma ferramenta útil para que os órgãos de classe possam traçar estratégias de ação em benefício da profissão. Bibliografia

BRASIL, Portal, Desemprego volta a cair em agosto, diz IBGE, Governo do Brasil, disponível em: <http://www.brasil.gov.br/ economia-e-emprego/2017/09/desempregovolta-a-cair-em-agosto-diz-ibge>, acesso em: 5/12/2017.

wp-content /uploads/2016/04/Manual-doBiomedico-Edicao-digital-2017.pdf> Acesso em: 16/02/18. DRUCKER, P. Administrando em tempos de mudança. São Paulo: Pioneira, 2002. LACERDA, Josimari Telino; Lúcio José Botelho; Cláudia Flemming Colussi. Planejamento na Atenção Básica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. 2013. MARTINEZ, Maria Carmen; PARAGUAY, Ana Isabel Bruzzi Bezerra, Satisfação e saúde no trabalho: aspectos conceituais e metodológicos, Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, v. 6, p. 59–78, 2003. PERINAZZO, Jéssica et al, A Atuação do Profissional Biomédico na Atenção Primária à Saúde: Desafios na Formação, Revista Saúde Integrada, v. 8, n. 15–16, 2016. SERAFIN, Claudia, Daniel Correia Júnior, Mirella Vargas. Perfil do farmacêutico no Brasil: relatório. Brasília. Conselho Federal de Farmácia. 2015. SEREJO, Fredson. Biomedicina e os Concursos Públicos: Cenário Atual e Perspectivas. Revista Newslab, n.145, p. 4449. Dez/Jan. 2018. Disponível em <http://www. newslab.com.br/biomedicina-e-os-concursospublicos-cenario-atual-e-perspectivas/>. Acesso em: 15/02/18 SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

CFBM. Conselho Federal de Biomedicina. Manual do Biomédico. Publicação online. Disponível em: <https://crbm1.gov.br/site/

Fredson Costa Serejo Doutor e Mestre em Biofísica Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Especialista em Educação na Saúde para Preceptores do SUS – Hospital Sírio Libanês/ Ministério da Saúde. Especialista em Micropolítica e Gestão do Trabalho em Saúde – UFF Biomédico – CRBM 15688 – Hospital Municipal São Francisco de Assis – Porto Real/RJ Professor Adjunto do Centro Universitário de Barra Mansa – UBM/RJ. Email: preparabiomedico@gmail.com

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Atualmente, a velocidade de produção e disseminação das informações é prodigiosa. Estamos conectados em múltiplos canais, sejam eles de voz, texto e imagem, dos mais diversos meios de transmissão, telefone, rádio, televisão, internet, em inúmeros aplicativos, redes sociais, profissionais, etc. Enfim, tudo se propaga, seja de bom ou ruim! Uma coisa ninguém pode reclamar: falta de oportunidade para a conscientização do que ocorre localmente ou no mundo, em qualquer área do saber humano. Em decorrência disto, pessoalmente, tomo conhecimento diário do pensamento e posicionamento, de uma forma geral, dos gestores laboratoriais, principalmente daqueles que operam os pequenos e médios laboratórios clínicos no Brasil. As manifestações normalmente convergem e, sobretudo, SE REPETEM, exaustivamente para os seguintes tópicos: 1.- Situação econômica e financeira ruim, fato que aumenta o risco de insolvência destas organizações. Isto atualmente delimita o problema comum dos gestores laboratoriais. 2.- Culpados que invariavelmente são citados como responsáveis: 2.1- Compradores dos produtos (Convênios, etc.). 2.2- Médicos assistentes que demandam os produtos (Serviços e exames laboratoriais). 2.3- Laboratórios de apoio. 2.4- Governos (Federal, estadual e municipal). 2.5- Fornecedores de insumos. 2.6- Colegas de profissão (Empresários na área das análises clínicas). 2.7- Capital externo (Investidores estrangeiros). O que posso dizer sobre estes tópicos? Quanto ao número 1, temos uma constatação real, tangível e inquestionável, com raras exceções, seria negar uma evidência. Este tópico DEFINE O PROBLEMA. Entretanto, com relação aos demais tópicos, se me permitem, vou externar minha opinião pessoal, por decorrência, sujeita às falhas inerentes ao ser humano e a minha própria ignorância, mas é o que penso. Todavia, com muita vontade de mudar perante a novas argumentações. Sabemos que a verdade pertence ao saber coletivo e muda de forma permanente com a realidade objetiva dos fatos e o saber da ciência. Dito isto, passo a comentar os tópicos citados.

054

2.1- Culpar os CLIENTES (Convênios), ainda que atores intermediários com o usuário final, é culpar a “RAZÃO DE EXISTIR” das organizações humanas e, dentre estas, os laboratórios clínicos, cuja missão é fornecer serviços e produzir informações (Laudos/exames) para os CLIENTES! Cliente, em qualquer negócio, é SOLUÇÃO, não problema. Enquanto houverem clientes, haverá esperança. Sem eles, não existirá o negócio. 2.2- Os médicos que solicitam os exames estão praticamente no mesmo nível de importância dos pacientes. Pois, é através do médico que, tendo como uma das fontes de informação os exames, poderá elaborar o diagnóstico para a solução do problema do cliente. Sem o médico assistente, praticamente, não existiria o laboratório, portanto, este será parte importante da SOLUÇÃO, não a causa de problemas! Se ocorrem direcionamentos ou falta disto, preferências e exigências feitas pelos médicos, estas serão oportunidades de melhorias para os competentes. Ou será que os médicos colocam condicionantes ilegais, antiéticas, desonestas ou desleais? E, somente para você? 2.3- Atualmente, face a logística e principalmente a multiplicidade e complexidade da tecnologia que avança a taxas crescentes, não mais é possível existir um laboratório que não seja apoiado por outros, em qualquer parte do planeta. Então, torna-se inútil “declarar guerra” aos laboratórios de apoio, pois eles são uma exigência para o sistema global funcionar. O “cluster” das análises clínicas não pode operar com eficiência sem o conceito do “apoio”. São como os “impostos”, não há o que discutir sobre se devem ou não existir, contudo, pode e se deve debater suas formas de atuação. Finalmente, hoje vejo eles mais como SOLUÇÃO do que como problema. Provavelmente, sem eles, a grande maioria dos pequenos e médios laboratórios já poderiam ter se encaminhado para a insolvência, ou pelo menos, buscado uma solução radical (?) para resolver como produzir os exames complexos exigidos pelo mercado cada vez mais tecnológico, e sem dispor de recursos financeiros para tal desafio. 2.4- O Governo é o maior comprador de exames, portanto, seguramente um dos maiores CLIENTES, e como já vimos, cliente é SOLUÇÃO, não problema. Ainda, o Governo detém o poder de regular legalmente o funcionamento de todo o sisteRevista NewsLab | Fev/Mar 18


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ma. Finalmente, estipula os impostos. Com um “stakeholder” desta magnitude, em alguns pontos devemos acatar (onde houver poder de polícia), em outros se unir (greves localizadas em comunidades com poucos prestadores, por exemplo), em outros influenciar via Sociedades Científicas (regulação técnica), bem como em outros SERMOS MAIS COMPETITIVOS, fazendo mais com menos, mantendo a qualidade exigida legalmente. Finalmente, quando isto não for possível, DEIXAR DE ATENDER! Ninguém, nenhum laboratório que se preza, pode se submeter a viver de um só cliente! 2.5- Os fornecedores de insumos fazem parte do mesmo mercado competitivo que os laboratórios estão inseridos, portanto, faça com que eles sejam parte da SOLUÇÃO e não do PROBLEMA. Tenha competência gerencial, a GESTÃO TEM QUE SER PROFISSIONAL, não existe mais espaço para o amadorismo no universo das análises clínicas! 2.6- Os colegas de profissão e empreendedores nada mais são do que um elemento indispensável no mercado, sem eles, não existiria o próprio mercado, lugar onde TODOS nós atuamos! Seria a utopia de ter um único fornecedor ou um grupo com dois tipos de fornecedores: os que reclamam dos colegas e os que são os “espertos”, egoístas, antiéticos e desleais, que aviltam os preços, complicam licitações, enfim, semeiam a discórdia e fomentam a desunião da classe, e por aí vai. Pois bem, se isto fosse verdade, porque não se unem, pelo menos, os do grupo que quer a união, que são éticos? Ou será que em todas as cidades só tem um destes, divididos de tal forma que não existe a possibilidade geográfica da união? Ou será que existe a predominância inexorável dos “maus colegas”, por decorrência, marcando inevitavelmente a classe dos proprietários de laboratórios clínicos, como aética, com indivíduos carentes de uma boa moral? 2.7- O capital externo veio para ficar. O mundo globalizado é caracterizado exatamente por isto: intercâmbio de riquezas de toda a espécie (commodities, investimentos financeiros, conhecimento, seres humanos, cultura...). Ele traz consigo a concorrência internacional à nossa porta, acompanhada de ameaças, mas também de oportunidades. Sejamos GESTORES PROFISSIONAIS, competentes, para aproveitá-las! A concorrência é competitiva, aguerrida e disputa com ferocidade toda e qualquer fatia do mercado. Não há espaço para “choro”, lamentação ou reclamação, só existe um objetivo: sobreviver e lucrar! Não adianta argumentar que isto não é justo, aliás, não existe para quem reclamar. Portanto, concluo e conclamo os colegas gestores de laboratórios clínicos: vamos mudar a percepção das causas do problema (que, sem dúvidas, existe) e das soluções! Basta de reclamações. Ao invés de buscar as causas somente no ambiente externo, colocar a

culpa do problema nos outros, bem como esperar que terceiros apresentem soluções, vamos voltar nossa atenção para dentro dos nossos laboratórios, para as nossas atitudes gerenciais, o que de fato estamos fazendo além de protestar? Que ações gerenciais estamos adotando para aumentar a produtividade, reduzir riscos, incrementar competitividade e lucros? Você está avaliando a competitividade do seu laboratório? Quantificando os custos de produção? Metrificando a rentabilidade de exames, clientes, equipamentos e setores da produção? Calculando o momento certo para a terceirização mais rentável? Você está se comparando (processo de benchmarking) com os seus concorrentes para saber onde está pior e deve melhorar? E como melhorar? E quanto esperar de retorno? E ainda, o laboratório é um negócio viável considerando as características da região onde opera? Caso tenha uma única resposta negativa, poderá não estar controlando adequadamente os processos da sua organização, ainda que hoje esteja lucrando bem! A SOLUÇÃO para todas estas questões, virá somente com GESTÃO PROFISSIONAL. Não existe alternativa honesta possível! Seja proativo. Faça acontecer! Boa sorte e sucesso!

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Grupo São Marcos avança em plano de expansão Estratégia é estar entre os cinco maiores players do setor até 2021. Quinta aquisição foi realizada em 12 meses O Grupo São Marcos está investindo em sua expansão e fortalecimento. Há 77 anos atuando na área de medicina diagnóstica e preventiva de Minas Gerais, em 2016 iniciou um plano para figurar entre os cinco maiores players do setor em cinco anos. Para tanto, tem feito investimentos, adquirindo empresas de cultura semelhante em regiões metropolitanas estratégicas, além de se modernizar, intensificando a atuação no mercado de apoio (business to business – B2B). Segundo o presidente executivo, Ricardo Dupin, o objetivo é atingir, até 2021, R$ 800 milhões em receita. Para 2018, a expectativa é de R$ 260 milhões em faturamento. Expansão Em 1º de março, foi anunciada a aquisição de mais uma empresa na região do ABC Paulista, o laboratório Laborfase Padrão, com três unidades nas cidades de Santo André, Mauá e Diadema. A operação deve agregar R$ 15 milhões ao faturamento anual do Grupo. Além do Laborfase, em um ano o São Marcos adquiriu o Lab Hormon, também no ABC Paulista, e as empresas Elcordis, Dairton Miranda e Martins e Godoy, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Diversificamos nossa base geográfica e ampliamos nosso portfólio, permitindo oferecer ao cliente serviços relacionados em um só lugar, com um programa completo de atendimento”, reforça o CEO. Estão previstas para 2018 outras três aquisições, já em fase de negociação avançada, totalizando R$ 70 milhões em investimentos no ano. Mercado de apoio A estratégia de crescimento também visa a fomentar a operação no mercado

O presidente executivo, Ricardo Dupin, está à frente da estratégia de crescimento, iniciada em 2016

de apoio laboratorial (B2B). O Grupo São Marcos possui parque tecnológico com moderno sistema de automação, que permite realizar cerca de 4 milhões de exames por mês. Atualmente, mais de 140 clientes deste segmento são atendidos. “Muitos laboratórios não conseguem viabilizar determinados exames em função dos custos de tecnologia e escala, sendo viável terceirizar a etapa de análises. Aí entra o São Marcos, como uma opção renomada e segura, com serviços de qualidade”, explica Dupin. Tradição O Laboratório São Marcos foi fundado em 1941 pelo médico patologista Edgard Antunes Cerqueira. A gestão foi, posteriormente, assumida por seu filho, Cláudio Cerqueira. A terceira geração da família iniciou o processo de sucessão em 2002 e, desde janeiro de 2018, Cláudio Cerqueira, Bruno Cerqueira, Rodrigo Cerqueira e

Mariana Cerqueira integram o Conselho Administrativo, continuando à frente do direcionamento estratégico e com o controle de 100% das cotas do grupo. Conheça o Grupo São Marcos • 69 unidades: 57 na RMBH e 12 unidades na RMSP. • Receita bruta estimada para 2018: R$ 260 milhões. • Crescimento médio do faturamento anual (2003 a 2017): 40% a.a (cagr). • Número de funcionários: 1,3 mil • Projeção de vagas até 2021: 1.600. • Portfólio com mais de 4 mil tipos de exames em áreas como bacteriologia, bioquímica/hormônio, hematologia, imunologia, citologia, parasitologia, urinálise, biologia molecular e genética e imagem. • 12 milhões de exames em 2017. • Capacidade para 30 milhões de exames ao ano. Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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Resultados pontuais, tecnologias comprovadas com o tempo

Lançamento Beckman Coulter O mais novo analisador DxC 700 AU ilustra o diferencial da Beckman Coulter — o compromisso na parceria com os profissionais de laboratório para atingir a excelência, oferecendo uma solução integrada composta por ferramentas, insights, sistemas de gestão de informação e processos de melhoria contínua. ANALISADOR DE BIOQUÍMICA DxC 700 AU O analisador de bioquímica DxC 700 AU foi criado com a colaboração de profissionais de laboratório clínico. Ele apresenta tempo de funcionamento superior, sólida confiabilidade e desempenho preciso. Conheça mais sobre esse lançamento Beckman Coulter. EFICÁCIA CLÍNICA COM RESULTADOS CONFIÁVEIS › Testes urgentes são priorizados com a função “STAT interrupt” — padrão nos analisadores de bioquímica Beckman Coulter — otimizando TAT (turnaround time). • O operador carrega as amostras críticas no carrossel STAT de 22 posições e aperta “Start”: a amostra STAT é, então, aspirada antes das tarefas de rotina. › Também padrão, a função de repetição automática para amostras que excedem valores críticos ajuda a assegurar precisão sem atrapalhar o fluxo de trabalho.

EFICIÊNCIA OPERACIONAL E O TEMPO DE FUNCIONAMENTO › Gerenciamento flexível de reagentes – carregue os reagentes mesmo se a máquina estiver em modo de mensuração; › 40%* mais rápida inicialização e simplificação de tarefas diárias. › Calibrações eficientes por meio da identificação por software daqueles ensaios que precisam de calibração. › Simplificado carregamento de calibradores através de código de barras para fácil processamento. › Design intuitivo e um monitor touchscreen maior, desenvolvido com a colaboração de profissionais de laboratório clínico; › Maior tempo de funcionamento do sistema - menos tempo em manutenções e mais foco no que realmente importa!

REDUZINDO O CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE • Menos consumíveis do que outros sistemas de mesma categoria; • Reagentes concentrados e com qualidade Seis Sigma; • Maior uptime (tempo de utilização da máquina); • ISE de longa duração, com vida útil de no mínimo seis meses (ou 40.000 amostras); • Cubetas permanentes de quartzo. Descubra como o analisador de bioquímica DxC 700 AU pode melhorar a excelência clínica, a eficiência e a eficácia dos laboratórios. Saiba mais entrando em contato com um representante da Beckman Coulter ou acessando www.beckmancoulter.com.

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


SIMPLICIDADE E CONFIABILIDADE FAZEM UMA ÓTIMA QUÍMICA

Novo analisador de Bioquímica DxC 700 AU Um sistema fornece tudo junto DxC 700 AU Beckman Coulter – o mais recente analisador com um extenso portfólio química – aproveita duas demandas essenciais de mercado e as unifica em uma poderosa solução para o laboratório:

Simplicidade: experimente o software intuitivo, design ergonômico e fluxo de trabalho otimizado;

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©2017 Beckman Coulter, Inc. Todos os direitos reservados. Beckman Coulter, a logo estilizada e as denominações de produtos e serviços da Beckman Coulter mencionadas neste documento são marcas comerciais ou registradas da Beckman Coulter, Inc. nos Estados Unidos e em outros países. Para localizações mundiais de escritórios e números de telefone da Beckman Coulter, visite www.beckmancoulter.com Anvisa: 10033120973 AD-52177

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A Binding Site instala sua plataforma SPA Plus no Diagnósticos do Brasil e Hospital do Câncer de Barretos

Dando continuidade ao desafio de integrar os diferentes atores e efetivamente levar o benefício de suas tecnologias aos médicos e pacientes, a The Binding Site do Brasil (TBS Brazil) concretizou acordos comerciais com dois importantes clientes: Diagnósticos do Brasil (DB) e Hospital do Câncer de Barretos. Ambos, preocupados em oferecer aos seus clientes/pacientes o que há de melhor em termos de tecnologia para dosagem de proteínas plasmáticas especiais, optaram por instalar e validar a plataforma SPA Plus e seus ensaios. “Através da utilização do SPA Plus nossos novos clientes poderão realizar exames em amostras de pacientes que antes eram enviadas para o exterior. Agora com o SPA Plus eles podem aumentar a agilidade e o controle do processo analítico, contribuindo para uma melhor segurança dos pacientes”, ressalta a Dra. Elyara Soares, Gerente Científica da TBS Brazil.

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O menu de exames oferecidos pela The Binding Site é bastante amplo e está classificado por linhas: • Onco-hematologia: Freelite®, Hevylite® e Beta-2-Microglobulina • Sistema Imune: Imunoglobulinas (IgA, IgG, IgM, IgD e IgE), Subclasses de IgG, Subclasses de IgA, Sistema Complemento (C1q, C1 inativador, C2, C3c, C4, CH50) • Resposta a vacinas: Influenza, Polissacarídeo Capsular Pneumocóccico, Toxóide Tetânico. Toxóide Diftérico. • Sistema Nervoso Central: Albumina, Imunoglobulinas e Freelite no líquor. • Nefrologia: Cistatina, Microalbuminúria, Freelite®, Beta-2 Microglobulina etc. • Proteínas plasmáticas gerais: Proteína C-Reativa, Anti-Estreptolisina-O, Fator Reumatóide, Lipoproteína(a), Pré-Albumina, Haptoglobina, Alfa-1-Antitripsina, Ceruloplasmina etc... “Estamos felizes com o sucesso das novas parcerias com o DB e o Hospital

do Câncer de Barretos e seguros que vamos seguir expandindo o acesso de médicos e pacientes aos benefícios de nossas tecnologias, com destaque para o Freelite® que agora é coberto pelos planos de saúde de acordo com a nova normativa do Rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS), que entrou em vigor no dia 02 de janeiro de 2018”, destaca Fúlvio Facco, Diretor Geral da TBS Brazil. Além do SPA Plus, A TBS Brazil trará para o Brasil o Optilite a partir do segundo trimestre de 2018. Trata-se da mais moderna e amigável plataforma para dosagens de proteínas especiais, sendo um grande sucesso na Europa e Estados Unidos. Aguardem! Para mais informações a respeito de nossa empresa e nossos produtos, por favor, visitem nossa página na internet www.freelite.com.br ou escrevam para info@bindingsite.com.br

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


O exame de quantificação das Cadeias Kappa/ Lambda Leves Livres no soro foi incluído no ROL de procedimentos e eventos em saúde. Através do código 4.03.19.04-0 - Cadeias Leves Livres Kappa/Lambda os laboratórios clínicos já estão sendo remunerados pelos planos de saúde.

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Bio Advance lança seu mais novo produto: ZIKA VÍRUS - ELISA Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti (mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya) e o Aedes albopictus. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros casos em seres humanos foram relatados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a Polinésia Francesa no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do

Norte e na Bahia. Atualmente, sua presença já está documentada em cerca de 70 países. A Bio Advance registrou o kit Recombilisa Zika IgM da empresa

americana CTK Biotech. Com um procedimento Elisa simples e tempo total de ensaio de 95 minutos, o produto é uma ferramenta rápida de triagem, sensível e com maior janela de detecção.

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Com proposta de modernidade, a CRAL lança seu novo site!

A CRAL lançou seu novo site em 26/02/2018 ( www.cralplast.com.br ), mais moderno, interativo e fácil de navegar. O novo portal foi redesenhado em concordância com o novo modelo de apresentação da linha de produtos da empresa e reflete proximidade, inovação, flexibilidade,

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dinamismo e comprometimento — atributos da relação da Cral com seus clientes. Com uma repaginação completa em seu site, a CRAL visou a melhoria da ergonomia de navegação e atualização das tecnologias utilizadas, bem como a ampliação da cadeia de dispositivos que podem acessá-lo. Com total adaptação mobile.

Acesse agora o novo site da Cral e confira todas as mudanças! www.cralplast.com.br CRAL ARTIGOS PARA LABORATÓRIO LTDA Contatos: + 55 (11) 3454 7000 ou (11) 2712 7000 vendas@cralplast.com.br

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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Clínicas e laboratórios veterinários já podem contar com linha de reagentes exclusivos e 100% nacional

A Bio Brasil, especialista em equipamentos de diagnóstico com mais de 20 anos de experiência, está lançando o Zootest, primeiro reagente feito no Brasil exclusivo para uso veterinário.

Ampliando a tradição da empresa em equipamentos, insumos e inovações voltados à evolução do mercado vet, a nova linha de reagentes apresenta vantagens práticas, como custos cerca de 30% menores e maior disponibilidade em comparação com os produtos importados, além de resultados mais precisos e confiáveis que os obtidos com o uso de reagentes humanos. A linha Zootest é composta por diluente, rinse e lyse, e foi desenvolvida em parceria com a Diagno para uso específico em analisadores hematológicos que trabalham com bioimpedância, também conhecidos como contadores hematológicos 3 partes.

A linha Zootest garante melhor desempenho do equipamento e uma economia de quase um real por exame em comparação com outros reagentes, aumentando a margem de lucro da clínica. Com um ano de pesquisa e testes antes do lançamento, até o tamanho dos frascos foi aperfeiçoado para melhor aproveitamento, de forma que os três reagentes do kit terminem juntos, facilitando o controle do veterinário. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail relacionamento@biobrasil.com.br.

HistoPot: o melhor aliado no diagnóstico do câncer No dia 04 de fevereiro passado foi ‘celebrado’ o Dia Mundial do Câncer, que existe desde 2005, como uma criação da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o objetivo de chamar atenção para a questão da prevenção da doença que mais mata no mundo, aproximadamente 8,3 milhões de pessoas por ano, no mundo¹. Em 2017 o tema da campanha escolhido pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer) foi o câncer infanto-juvenil, a principal causa de morte em crianças e adolescentes no Brasil. Com medidas preventivas corretas e periódicas a doença pode ser evitada, e cerca de 80% das crianças e adolescentes que porventura são atingidas pela doença tem chance de cura, se diagnosticados precocemente e tratados de forma correta. Equipe seu laboratório com a melhor tecnologia em diagnóstico. Para o diagnóstico mais preciso a Stra Medical conta com o HistoPot, que são frascos plásticos rígidos de excelente qualidade, antivazamento, pré-rotulados de diversos tamanhos que

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contém Formol Tamponado 10%, desenvolvidos para coleta, armazenamento e transporte de biópsias. Por um baixo custo é possível aliar qualidade na fixação das amostras, diminuindo erros na fase crítica do pré-analítico, padronizar e otimizar suas atividades internas no laboratório e trazer segurança aos profissionais envolvidos, pois não terão contato direto com o formol. Fabricado na Irlanda pela Serosep Ltd empresa certificada ISO:9001 e ISO:13485, no mercado desde 1997, detentora de quase 100% do mercado irlandês e com exporta-

ções para mais de 25 países, é considerada líder mundial no fornecimento deste tipo de produto. Entre em contato e solicite uma amostra grátis.

¹ Dia Mundial do Câncer (http://www.inca.gov.br/dia-mundial-do-cancer/dia-mundial-do-cancer.asp)

Revista NewsLab | Fev/Mar 18

HistoPot www.histopot.com.br vendas7@stramedical.com.br Stra Medical Tel.: (47) 3183 8200 www.stramedical.com.br Rua São Paulo, 105 – Bairro dos Estados Balneário Camboriú/SC


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CONDEPE 2018: atualização em Enfermagem e possibilidades de bons negócios

O Congresso de Desenvolvimento Profissional em Enfermagem, CONDEPE, acontece no Transamerica Expo Center, na cidade de São Paulo, em 3 e 4 de abril de 2018. Com uma grade programática rica em novidades, abrangerá temas como terapia nutricional e intensiva, feridas e estomas, simulação realística, trauma, paciente crítico, estética e saúde, enfermagem forense, entre outros. É um fórum imperdível para revisão e atualização do conhecimento em Enfermagem, além de abrir possibilidades de prospecção/parcerias comerciais interessantes e contemplar questões indispensáveis ao dia a dia profissional, como empreendedorismo. Empresas e profissionais comungam de expectativa positiva sobre a potencialidade do CONDEPE 2018. Isso porque jamais houve no Brasil um evento deste porte para o desenvolvimento voltado exclusivamente a enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem.

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O CONDEPE abre às empresas a chance de expor sua marca para aproximadamente 4 mil profissionais, público seleto e ávido por novidades. São profissionais que utilizam, testam e avaliam os produtos, serviços, materiais, equipamentos e insumos nas instituições de saúde, com grande influência no fechamento das parcerias comerciais. “Nada melhor do que esse prospect direto com o grupo que interfere e muitas vezes decide o uso deste ou daquele produto com base em critérios de qualidade e custo-benefício”, comenta Renata Pietro, presidente do Coren-SP e do Comitê Científico do Congresso. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo chancela com seu apoio oficial o CONDEPE, que receberá profissionais de todas as áreas da Enfermagem, técnicos, auxiliares e enfermeiros, contemplando suas atividades por meio talk shows, palestras e workshops, além de outros formatos de painéis pensados inteiramente para estimular a criatividade e promover a interação dos congressistas. Saiba mais: Congresso de Desenvolvimento Profissional em Enfermagem – CONDEPE 2018 Data: 03 e 04 de abril de 2018 Local: Transamerica Expo Center – São Paulo / SP Telefone: (11) 5643-3035 E-mail: condepe@transamerica.com.br Site: www.condepe2018.com.br Facebook: www.facebook.com/ condepecongresso

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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ACREDITE SEU LABORATÓRIO!

Desenvolvido pelo PNCQ, o curso PNCQ Gestor tem como intuito o preparo de profissionais para a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade. Os laboratórios recebem orientações para estruturar melhorias contínuas, assegurando sua eficiência e

competência técnica de suas atividades. Incluído no pacote do curso há um software aperfeiçoado de acordo com os requisitos do Sistema Nacional de Acreditação – SNA-DICQ, da RDC 302:2005 da ANVISA, e da ABNT NBR NM ISO 15.189:2015. De fácil

operação, o programa PNCQ Gestor auxilia a elaborar e controlar documentos de um SGQ para os laboratórios com foco na Qualidade e na Acreditação. Veja o calendário dos cursos de 2018 em www.pncq.org.br, descubra onde estaremos nos próximos meses, escolha a cidade mais próxima e preencha a ficha de pré-inscrição. Os laboratórios que participam do curso têm direito à inscrição de até 2 profissionais, recebem o software PNCQ Gestor e consultoria por e-mail, além de incentivos para a Acreditação pelo DICQ (como descontos para quem agendar a Auditoria em até 120 dias após o curso). Informações: pncq.org.br

Wama apresenta o Leitor WF500 de Testes Rápidos Fluorescentes

A Wama Diagnóstica, empresa com mais de 25 anos de experiência no mercado diagnóstico, apresenta um novo conceito em rotinas de diagnósticos laboratoriais, através do leitor de testes rápidos fluorescentes WF500. O WF500 proporciona resultados rápidos e quantitativos, utilizando testes de alta sensibilidade e especificidade. Tal qualidade de resultados só é alcançada devido ao sistema de autocalibração somado às informações de curvas e equações específicas para cada parâmetro e para cada lote presentes no cartão SD que acompanha o kit. Com isso, obtêm-se maior precisão e exatidão em cada exame realizado. O equipamento possui um sistema de

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validação do teste, baseado no cartão SD, impossibilitando troca de informações e liberação de resultados equivocados. Acompanhado de testes com tempo de reação que variam de 3 a 15 minutos, o WF500 se destaca no mercado através por possuir: • Memória para armazenar 10.000 resultados; • Cassetes específicos para cada parâmetro e vinculados ao cartão SD correspondente; • Possibilidade de uso em local sem energia elétrica utilizando bateria de lítio-ion (acessório); • Armazenamento de curvas para cada lote; • Sistema Android com tela colorida e touch screen; • Impressora interna; • Conexões: 2 USBs, rede e leitor de códigos de barras; Além disso, é um equipamento extremamente versátil, sendo adaptável a rotinas de laboratórios de diferentes portes através dos dois modos de leitura: Modo Interno, que permite realizar um teste por vez com controle interno de tempo de reação e Modo Externo, que permite utilizar o equipamento em grandes rotinas, através de uma leitura muito rápida e de fácil operação.

O leitor WF500 comporta leitor de códigos de barra e conexão a um sistema de impressão através de 2 entradas USB, 1 entrada de Rede e 1 entrada Serial. O Leitor WF500 é um novo conceito no mercado diagnóstico, unindo testes de rápido resultado com excelente desempenho. Parâmetros Imuno-Rápido Quanti: • Procalcitonina; • PCR Ultrassensível • Hemoglobina Glicada • Dímero-D • Troponina I Apresentação: 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 80 testes * Produtos c/Registro no Min. da Saúde (MS).

Breve: Microalbuminúria - NT-proBNP hCG - FSH - Vitamina D

Relacionamento Wama Diagnóstica: Tel: +55 16 3377.9977 SAC: 0800 772 9977 wamadiagnostica.com.br atendimento@wamadiagnostica.com.br facebook.com/wamadiagnostica linkedin.com/wamadiagnostica instagram.com/wamadiagnostica

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A Bio-Rad apresenta automação completa para o teste de Sífilis treponêmico e não treponêmico A Sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) ou Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas em diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária), sendo que nos estágios primário e secundário, a possibilidade de transmissão é maior. Esta doença é um mal silencioso, após a infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo da pessoa por décadas e só depois manifestar-se novamente. Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, no ano de 2016, no Brasil, foram notificados 87.593 casos de sífilis adquirida, 37.436 casos de sífilis em gestantes e 20.474 casos de sífilis congênita - entre eles, 185 óbitos. Diante deste cenário, os laboratórios clínicos devem estar preparados para esta crescente demanda. Existem três testes laboratoriais que são utilizados para auxiliar no diagnóstico da Sífilis: o direto, onde se pesquisa

a bactéria diretamente da secreção, o teste não treponêmico (VDRL ou RPR) e o treponêmico. Os testes mais comuns utilizados nos laboratórios são os testes não treponêmicos e os treponêmicos, onde um confirma o outro e a sua utilização, pelos laboratórios, depende de qual algoritmo é utilizado. É obrigatório que se faça a confirmação em caso de testes positivos ou duvidosos. O BioPlex 2200 da Bio-Rad é o único equipamento do mundo que consolida, numa única plataforma, os dois testes: não treponêmico (com titulação) e o treponêmico, totalmente automatizado. Ter a possibilidade de obter os dois resultados, no mesmo instante, reduz drasticamente os erros operacionais, uma vez que o teste não treponêmico é totalmente manual e extremamente operador- dependente, melhora o fluxo de trabalho e antecipa em várias horas a liberação do resultado. O BioPlex 2200 é o primeiro equipamento que consolida testes de autoimunidade, doenças infeccio-

Equipamento BioPlex 2200

sas e vitamina D, numa única plataforma, utilizando o sistema multiplex de beads magnéticas. Para mais informações: 4003 0399 (Capitais e Regiões Metropolitanas) 0800 200 8900 (Demais Localidades) Atendimento ao Cliente: atendimento@bio-rad.com Suporte Técnico: suportecientifico@bio-rad.com

HBsAg Test Biocon : Lançamento A Biocon continua em plena expansão da sua linha de testes rápidos, agora com o lançamento do kit de HBsAg. O HBsAg Rapid Test é um imunoensaio cromatográfico para a detecção qualitativa de anticorpos do antígeno da Hepatite B (HBsAg) em amostras de sangue total, soro ou plasma. Esse teste é utilizado no auxílio do diagnóstico presuntivo fornecendo resultados preliminares. • Apresentação em tiras e cassetes. • Sensibilidade e Especificidade, 100% INCQS.

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• Resultados em 15 minutos. • Conservação ambiente. • Aprovação: Fundação Oswaldo Cruz (INCQS) Registro ANVISA: 80638720084

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Tudo sobre o HPV, uma das IST’s mais comum no mundo 80% das pessoas já teve uma infecção assintomática e nem ficou sabendo; o DB Molecular oferece aos seus clientes o teste que detecta o vírus causador do câncer de colo de útero. O HPV é considerado uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) mais comuns, estima-se que 80% da população mundial adulta está infectada ou já contraiu a infecção durante algum período de sua vida. Somente no Brasil, a perspectiva é de que existam mais de 2 milhões de portadores do vírus. O vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês human papiloma virus) infecta células da pele ou mucosas e apresenta mais de 100 variações diferentes, sendo que aproximadamente 25 afetam o trato genital tanto feminino como masculino. O vírus é transmitido pelo contato direto com mucosas infectadas por meio de relação sexual ou da mãe para o filho no momento do parto. Ainda não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos, como por exemplo, o uso do vaso sanitário, piscina ou pelo compartilhamento de toalhas e roupas íntimas. Muitas pes-

soas com HPV não desenvolvem nenhum sintoma, mas ainda podem infectar outros indivíduos pelo contato sexual. As manifestações mais comuns do HPV incluem lesões benignas, como verrugas e verrugas genitais, coceira e câncer de colo do útero, sendo esta a aparição mais severa da doença. Os vírus são frequentemente encontrados neste tipo de neoplasia e, estima-se que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos já avaliados. • Câncer de colo do útero ou Câncer cervical O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Estima-se que no país haja mais de 16.300 novos casos todos os anos e, com uma taxa de mortalidade superior a 30%. Diferente de outros tipos de câncer, ele afeta uma população mais jovem: mulheres de 30 a 60 anos. A doença em estágio inicial geralmente é assintomática, porém, em casos mais avançados podem aparecer sintomas como: hemorragia vaginal após a relação sexual, entre períodos ou após a menopausa; sangramento vaginal; corrimento incomum e dor pélvica ou dor durante a relação sexual. A doença requer diagnóstico médico e alguns tipos podem ser evitados por meio da vacinação, que é indicada para meninas e meninos de 9 a 26 anos, pessoas transplantadas e portadores do vírus HIV ou de câncer. Além disso, a prevenção pode ser feita por meio do uso de preservativos e a realização de exames periódicos. Não há cura para o vírus, e as verrugas podem desaparecer por conta própria.

• Diagnóstico Molecular do HPV O DB Molecular oferece aos seus clientes vários produtos para a detecção do HPV. Entre eles, a captura Híbrida, que avalia o HPV de alto e baixo risco, porém, não identifica suas variantes. Já o teste HPV de alto risco com identificação dos subtipos 16 e 18 (comumente associados ao câncer de colón de útero) é realizado através da técnica PCR em tempo real, que apresenta maior sensibilidade. Além disso, é disponibilizado a detecção e identificação de todas variantes (genotipagem) do HPV de alto e baixo risco, também por meio da técnica de PCR, porém seguida de hibridização. Recentemente, o DB molecular lançou o teste HPV OncoTect, que consiste em uma hibridação in situ do RNA mensageiro (RNAm) das regiões E6 e E7 do vírus oncogênico e análise posterior mediante citometria de fluxo. Diferentemente de outras técnicas, o HPV OncoTect não destrói a célula, permitindo quantificar a porcentagem de células que super-expressam as oncoproteínas E6 e E7. O teste HPV OncoTect possui mais uma vantagem sobre as outras técnicas, pois identifica as infecções persistentes de qualquer tipo de HPV de alto risco oncogênico e não aqueles que desaparecem espontaneamente, de maneira que a especificidade e o valor preditivo positivo são superiores as demais detecções de HPV. Acesse o site do DB Molecular e conheça o menu de exames completo.

CONTATO DB Molecular Tel.: (11) 3868-9800 www.dbmolecular.com.br assessoria.molecular@ dbdiagnosticos.com.br

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informe de mercado

Doença desmielinizante do SNC – MOG-IgG e AQP4-IgG

A Mayo Clinic acaba de lançar o MOG-IgG, um biomarcador Por que enviar exames de neurologia para a Mayo sensível e específico para a doença desmielinizante. Assim como Clinic? no caso do AQP4-IgG, a detecção do MOG-IgG pode ajudar a A nossa combinação exclusiva de laboratórios especializados e diferenciar casos de doença desmielinizante inflamatória (DDI) de assistência neurológica ao paciente nos permite: - inclusive encefalomielite desmielinizante aguda, distúrbios do • Aplicar abordagens de exames voltadas para o atendimento Aespectro MayodaClinic acaba de lançar o MOG-IgG, um biomarcador e específico a doença neuromielite óptica, neurite óptica e mielite trans do paciente quesensível sejam clinicamente comprovadaspara e de baixo custo. desmielinizante. no as caso dodeAQP4-IgG, a detecção dodefinitivos MOG-IgG pode asajudar versa - dos de escleroseAssim múltiplacomo (EM). Como terapias EM • Fornecer diagnósticos e identificar causas a diferenciar doençaaodesmielinizante (DDI) - inclusive encefalomielite podem exacerbarcasos as DDIsde relacionadas MOG-IgG, a obtençãoinflamatória fundamentais dos distúrbios aparentes. desmielinizante aguda, distúrbios do espectro da neuromielite óptica, neurite mielite de um diagnóstico preciso é determinante. • Definir e orientar as linhas de tratamento óptica ideais paraecentenas O MOG-IgG pode ser pedido de forma avulsa (ID de exame deasproblemas neurológicos. transversa - dos de esclerose múltipla (EM).daComo terapias de EM podem exacerbar as DDIs Mayo: MOGFS) ouaocomo parte de uma avaliação dede doença • Criar exames de pontaée validá-los num ambiente clínico. relacionadas MOG-IgG, a obtenção um diagnóstico preciso determinante. desmielinizante do SNC pareada com o AQP4 (ID de exame da Quando você firma uma parceria com a Mayo Medical Mayo: CDS1). Laboratories, amplia a sua rede de modo a incluir alguns dos O MOG-IgG pode ser pedido de forma avulsa (ID de exame da Mayo: MOGFS) ou como parte de principais especialistas em neurologia do mundo. Os médicos, uma avaliação de doença desmielinizante do SNCprofissionais pareadadecom o AQP4 (ID de exame dada Mayo: Exames em destaque laboratório e aconselhadores genéticos CDS1) • Myelin Oligodendrocyte Glycoprotein (MOG-IgG1) Mayo Clinic estão à disposição para conversar sobre opções Fluorescence-Activated Cell Sorting (FACS) Assay, de exames, interpretar os resultados ou ajudar com a análise Serum (ID deem examedestaque da Mayo: MOGFS) e coordenação do caso. Exames • CNS Demyelinating Disease Evaluation, Serum • Myelin Oligodendrocyte Glycoprotein (MOG-IgG1) Fluorescence-Activated Cell Sorting (ID de exame da Mayo: CDS1) Exames especializados da Mayo Clinic (FACS) Assay, Serum (ID de exame da Mayo: MOGFS) • Neuromyelitis Optica (NMO)/Aquaporin-4-IgG A Mayo Medical Laboratories oferece uma série de exames re• CNS Demyelinating Disease Evaluation, Serum de exame da nervoso Mayo:central, CDS1) Fluorescence-Activated Cell Sorting (FACS) Assay, Serum lativos a(ID distúrbios do sistema síndromes paNeuromyelitis Optica (NMO)/Aquaporin-4-IgG Fluorescence-Activated Sorting (ID•de exame da Mayo: NMOFS) raneoplásicas, distúrbios autonômicos e dosCell nervos periféricos, distúrbios das junções neuromusculares, distúrbios do espectro (FACS) Assay, Serum (ID de exame da Mayo: NMOFS) Outros exames de neurologia da neuromielite óptica (NMO) e estudos de seguimento. • Encephalopathy, Autoimmune Evaluation, Serum Os nossos exames são especializados no diagnóstico e trataOutros exames de neurologia (ID de exame da Mayo: ENS1) mento de distúrbios neurológicos reversíveis. Esses distúrbios • Encephalopathy, Autoimmune Evaluation,sãoSerum (ID de examecom da esclerose Mayo: ENS1) • Dementia, Autoimmune Evaluation, Serum comumente confundidos múltipla, AVC e Dementia, Evaluation, Serum (IDdistúrbios de exame da Mayo: DMS1) (ID•de exame da Mayo: Autoimmune DMS1) outros degenerativos intratáveis, como: • Epilepsy, AutoimmuneAutoimmune Evaluation, SerumEvaluation, Serum• (ID Distúrbios neurológicos com inícioEPS1) subagudo • Epilepsy, de exame da Mayo: (ID•de exame da Mayo: EPS1) • Encefalopatia inexplicável Paraneoplastic, Autoantibody Evaluation, Serum (ID de exame da Mayo: PAVAL) • Paraneoplastic, Autoantibody Evaluation, Expanded Serum • Demência aguda/subaguda Panel by Next-Generation Sequencing (NGS) (ID de • Peripheral Neuropathy (ID de exame da Mayo: PAVAL) • Distúrbios convulsivos refratários exame da Mayo: PNPAN) • Peripheral Neuropathy Expanded Panel by Next-Generation • Neurite óptica, mielite e distúrbios que simulam a EM • Myasthenia Evaluation with MuSK (ID de exame da Mayo: Sequencing (NGS) (ID de Gravis exame da(MG) Mayo: PNPAN) • Falta deReflex, motilidadeSerum gastrointestinal MGRM) • Myasthenia • Disautonomia • Distúrbios das junções neuromusculares

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Doença desmielinizante do SNC – MOG-IgG e AQP4-IgG

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do: 20µL do: 20µL Princípios de Medição os de Energia: os de100 Energia: ção: V a 240 V (+ /- 10%), 50 Hz a 60 Hz WBC & Differential ção: 100 o: 165 VAV a 240 V (+ /- 10%), 50 Hz a 60 Hz Contagem de Leucócitos e Diferencial o:de 165 VA 348 kJ/h (330 BTU/h) o calor: o de calor: 348 kJ/h (330 BTU/h) Primeira Diluição: 1/51 com ABX Diluente es: es: para análise: ntes Diluição Final: 1/121 com Whitediff ntes entepara (10Lanálise: ou 20L) Incubação: 22 seg. a 37°C ente (10Lde oucianeto) 20L) 1L (livre 1L (livre de cianeto) Métodos:

• Citometria: Sistema Sequencial Hidrodinâmico Duplo ‘DHSS’ • Leitura Óptica: Absorbância CípIOS De MeDIçÃO • Variação de Impedância CípIOS De MeDIçÃO Diâmetro de Abertura: 60 μm Differential Differential m de Leucócitos e Diferencial Contagem: 11 x 1 seg.

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o de RBC & PLT oDiluição: de RBC1/51 & PLT com ABX Diluente Diluição: 1/51 com Final: 1/10000 com ABX ABX Diluente Diluente Final: 1/10000 com ABX Diluente ão de Impedância ão deAnalógica Impedância rsão Digital

eSpeCIFICAçõeS De SOFTWARe Método: eSpeCIFICAçõeS De SOFTWARe • Processamento Dados • Variação de Impedânciade • Processamento de Dados Tela LCD touch screen colorida: 12,1 in. • Conversão Analógica Digital Tela LCD touch screen colorida: 12,1 in. Sistema Operacional: Linux™ Sistema Linux™ Conexão: USB Contagem: 12Operacional: xRS232, 1 seg. Ethernet, Conexão: RS232, Ethernet, USB Comunicação: protocolo ASTM Histograma de RBC: 256 canais de 30+ gráficos Comunicação:10000 protocolo ASTM Capacidade: resultados Capacidade: 10000 resultados gráficos a 300Opções: fL teclado, mouse e leitor+de código de barras Opções: teclado, mouse e leitor de código de barras Histograma de PLT: 256 canais de 2 a limiar móvel de Qualidade • Controle

• Controle de Qualidade 3 níveis de controle (baixo, normal, alto) 3 níveis dede controle normal, alto) Download valores(baixo, alvo (USB) Medição de HCT Download de valores alvo (USB) Resultados CQ compatíveis com Programa de Controle de Qualidade (QCP) da Horiba Medical Resultados CQ analógica compatíveis com Programa de Controle de Qualidade (QCP) da Horiba Medical Método: integração Gráficos Levey-Jennings Levey-Jennings Gráficos de Radar Gráficos Radar XB em 3 de ouHCM, 9 parâmetros, valor médio de 20 corridas Cálculo: VCM, CHCM, RDW-CV, XB em 3 ou 9 parâmetros, valor médio de 20 corridas

RDW-SD*, PCT*, PDW*, P-LCC*, P-LCR*

Parâmetros e Dados de pARÂMeTROS e Desempenho DADOS De DeSeMpeNHO pARÂMeTROS e DADOS De DeSeMpeNHO

27 Parâmetros: 27 Parâmetros: WBC WBC & NEU% NEU# NEU# && LYM% NEU% LYM# LYM# MON#&&LYM% MON% MON#&&EOS% MON% EOS# EOS# & BAS% EOS% BAS# BAS#&&LIC%* BAS% LIC# LIC# & LIC%*

RBC RBC HGB HGB HCT HCT VCM VCM HCM HCM CHCM CHCM RDW-CV RDW-CV

Linearidade: Linearidade: WBC WBC RBC RBC HGB HGB HCT HCT PLT PLT (concentrado) PLT (concentrado)

Limites de Linearidade Limites 0 - 300 de Linearidade 300 0-8 8 0 - 240 0 - 0,67 240 0,67 0 - 2500 0 - 2500 4000 0 - 4000

Precisão (Repetibilidade): Precisão (Repetibilidade): Parâmetros CV (%) Parâmetros CV (%) WBC <3,0 WBC <3,0 RBC <2,0 RBC <2,0 HGB <1,5 HGB <1,5 HCT <2,0 HCT <2,0 PLT <5,0 PLT <5,0

Certificação CERTIFICAÇÃO 98/79/EC (IVD) CERTIFICAÇÃO 98/79/EC EN ISO 13485 (IVD) 98/79/EC (IVD) EN ISO 13485 EN ISO9001 ISO 13485 EN ISO9001 IEC IEC 61010-1 EN ISO9001 61010-1 61010-1 IEC 61010-2-081 IEC 61010-2-081 61010-2-101 IEC 61326-1 61010-2-101 EN 61326-1 EN 61326-2-6 EN 61326-2-6 IEC 61000-3-2 IEC 61000-3-2 61000-3-3 IEC 61000-3-3 UL 61010-1

PLT PLT MPV MPV PCT* PCT* PDW* PDW* P-LCC* P-LCC* P-LCR* P-LCR* RDW-SD* RDW-SD* Intervalo Visível Intervalo 300 - 600Visível 300 - 600 8 - 18 8 - 18 240 - 300 240 0,67--300 0,80 0,67 --0,80 2500 4000 2500 - 5000 4000 4000 4000 - 5000

Faixa Faixa 4 - 100 4 - 100 3,6 - 6,2 3,6 --6,2 120 180 120 --180 0,36 0,54 0,36--500 0,54 150 150 - 500

Unit Unit 109/L 109/L 1012/L 1012/L g/L g/L L/L L/L 109/L 109/L 109/L

Unidade Unidade 109/L 109/L 1012/L 1012/L g/L g/L L/L L/L 109/L 109/L

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Internet das Coisas: o futuro da Saúde já começou a ser monitorado A Internet das Coisas é um tema obrigatório quando se fala sobre os avanços e as tendências tecnológicas na área da Saúde. Os números que apontam para o crescimento das aplicações IoT são impressionantes. Já é possível perceber que os principais setores da sociedade estão sendo completamente remodelados com a ajuda da conectividade e das informações em tempo real que a internet traz. A tendência é que a presença de objetos conectados à internet seja cada vez maior e isso já está transformando totalmente a forma como interagimos com o mundo à nossa volta. E no campo da Saúde essa “interação” também começou e isso só tende a aumentar. Segundo levantamento do International Data Corporation (IDC), até 2020 o mercado mundial de solução para a Internet das Coisas deve movimentar US$ 7,1 trilhões. Na área de saúde, especialmente, são muitas as tendências tecnológicas desta natureza voltadas ao setor e que tendem a provocar um impacto significativo na saúde e no bem-estar dos pacientes. Com a evolução tecnológica, o número de gadgets capazes de capturar e ajudar a monitorar sinais de saúde, doenças e características de cada um, individualmente, vem crescendo exponencialmente e surgem diversos dispositivos wearable, que propõem uma integração ainda maior do corpo humano com a tecnologia. A ideia do próprio paciente ter autonomia em relação a sua saúde, com os chamados Personal Health Recorder (PHR) é outra aposta. O cruzamento de informações provenientes de diversas fontes e tecnologias, que conversam entre si, ajuda a acelerar os diagnósticos, disponibilizando assim aos

pacientes as informações mais relevantes de sua saúde. Por último, a impressão tridimensional promete mudar muito em breve as estruturas dos materiais e equipamentos médicos, assim como reduzir muito os custos. Com essa tecnologia, não apenas os médicos, mas também os pacientes vão sair ganhando, pois a tecnologia permitirá a produção de itens personalizados, adaptados perfeitamente às necessidades fisiológicas de cada paciente. Em suma, o setor de saúde pode ser (e já está sendo) muito aprimorado com o uso cada vez maior de objetos conectados à grande rede, facilitando ou criando ações de todo tipo. As tendências e inovações chegam à área da Saúde, especialmente no que diz respeito a tecnologias voltadas para o cuidado com o paciente. Não importa a forma, o principal é que todos esses dispositivos ou sensores juntos irão revolucionar a medicina e a vida dos pacientes. Em pouco tempo será possível acessar dados de saúde e todo o histórico de pacientes a qualquer hora, em qualquer lugar, com base em informações vindas de dispositivos conectados. Ou seja, todas as informações de cada paciente (alergias, preferências médicas, doenças crônicas e outros dados relevantes) - estará “guardado” em um mesmo lugar. Assim, as idas aos consultórios poderão ser reduzidas significativamente. Mas, será que é possível mesmo monitorar tudo isso? A reposta é simples: claro que sim e cada vez mais. O monitoramento de todos esses sensores pode ocorrer de formas variadas, pois cada situação requer algo específico. Eles podem propagar informações tanto por redes cabeadas tradicionais, como por redes wireless 3G e wi-fi e até por redes telefônicas,

e em último caso, podem ser empregados métodos menos utilizados como os de radiofrequência em locais de difícil acesso ou sem acesso a internet. É evidente que, em comparação com os países de Primeiro Mundo, a realidade do Brasil ainda é outra e o país ainda engatinha nessas ações. No entanto, merece ser destacado que já contamos com alguns recursos significativos. A cada dia surgem novas empresas no Brasil empenhadas em encurtar essa trajetória e que estão desenvolvendo recursos de monitoramento à distância que podem ajudar a fazer a grande diferença na vida e na saúde de pacientes em todo o país. Caminhar rumo à tecnologia é inevitável.

Douglas Pesavento é CEO da Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para a Saúde e que é responsável pela unidade de conectividade da FANEM

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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Torniquetes VACUETTE® Alta qualidade e praticidade para auxiliar no procedimento de coleta O objetivo da utilização do Torniquete é facilitar a visualização do acesso venoso, sem afetar o fluxo de sangue arterial. Durante a utilização do acessório, as veias ficam mais visíveis, o que auxilia na coleta da amostra de sangue. Manusear o Torniquete durante o tempo correto é de extrema importância, pois a infiltração de sangue para os tecidos pode provocar alteração do volume celular, gerando valores falsamente elevados para todos os analítos. A Greiner Bio-One não apenas apresen-

ta ao mercado produtos de alta qualidade e com aperfeiçoamento contínuo, como também oferece treinamentos, nos quais proporciona o suporte necessário para otimizar os processos pré-analíticos com os produtos VACUETTE®, o que garante segurança e qualidade aos profissionais e, consequentemente, resultados laboratoriais mais precisos. Os Torniquetes da Greiner Bio-One são livres de látex, assim, podem ser utilizados em pessoas alérgicas à substância. Fáceis de utilizar, rápidos para soltar e práticos para

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calibradores vem na forma líquida e pronto para uso. Os testes de HIV e Hepatite B (HBsAg, Anti-HBs, HBeAg, Anti-HBe, Anti-HBc) receberam a certificação CE da Comunidade Europeia após a execução de 20.000 testes pela Cruz Vermelha Alemã. Velocidade de até 180 testes/hora. Sistema com possibilidade para 60 amostras numa única corrida em racks com 10 posições, com

alimentação contínua e diluição automática das amostras. Carrossel de reações com 75 posições. Até 176 cuvetas on board em duas bandejas com alimentação contínua. Probes de amostra e de reagente de aço com detecção de: nível de líquido, coágulo (amostra), bolhas (reagente) e proteção contra colisão horizontal e vertical. Primeiro resultado em até 18 minutos. Revista NewsLab | Fev/Mar 18


Torniquetes VACUETTE® Alta qualidade e praticidade para auxiliar no procedimento de coleta Os Torniquetes da Greiner Bio-One são livres de látex, fáceis de manipular, rápidos para serem soltos e práticos para regular a pressão, o que facilita a visualização do acesso venoso. Estão disponíveis em quatro modelos: Torniquete VACUETTE® e Torniquete Infantil VACUETTE®, ambos produzidos em Lycra Poliéster Torniquete Descartável VACUETTE® e Torniquete Descartável Super-T VACUETTE®, feitos de silicone e sem DEHP Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com

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Novo cobas e 801 O módulo cobas e 801 é o mais novo membro da série de analisadores modulares cobas® 8000, que veio para revolucionar a eficiência dos laboratórios. Utilizando a consolidada tecnologia de Eletroquimioluminescência (ECL), o novo módulo é capaz de duplicar a capacidade de testes de imunologia atualmente disponível sem aumentar a necessidade de espaço físico. O conceito de modularidade permite mais de 450 configurações para área de soro com até quatro módulos cobas e 801 configurados em série, oferecendo até 1.200 testes/hora em até 192 posições de reagente. Com amplo portfólio de mais de 95 ensaios de imunologia, o sistema requer baixo volume de amostra e oferece carga contínua de consumíveis e reagentes, com tempo de reação de 18 minutos para testes de rotina e 9 minutos para testes

de emergência, as ponteiras descartáveis eliminam o risco de contaminação cruzada em ensaios de imunologia. Essas características viabilizam um crescimento sustentável, beneficiam pacientes e profissionais de saúde, fornecendo resultados rápidos e precisos para suportar as decisões médicas para o melhor tratamento. Registro ANVISA: 10287411196; ©2017 Roche – Agosto/2017 – ERDL1024

COBAS é uma marca registrada da Roche. As demais marcas mencionadas são de responsabilidade de suas respectivas empresas. Roche Diagnóstica Brasil Ltda. Av. Engenheiro Billings, 1729, prédio 38 São Paulo, SP, 05321-010 - Brasil 0800 77 20 295

MEDBIO lança novos produtos no mercado brasileiro

A Medbio acaba de lançar sua linha de produtos no mercado brasileiro. São diversos itens usados em rotinas laboratoriais e também nos processos de controle de qualidade. A linha de produtos da Medbio engloba micropipetas de volumes fixo e variável, diversos modelos de microscópios,

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câmara de Neubauer, termômetros de máxima e mínima com cabo extensor, termo-higrômetro de máxima e mínima com cabo extensor, além de um microscópio cirúrgico para uso veterinário. Segundo o diretor técnico da empresa, Farmacêutico Lucas Coelho, a empresa investe em produtos que atendam às demandas do setor laboratorial em termos de preços e qualidade e que novos produtos estão sendo incorporados à linha a cada mês. O destaque do mês é o lançamento de dois novos modelos de microscópios, o MB 1000 PLUS BAT, que vem equipado com bateria interna que permite seu

uso mesmo em casos de falta de energia elétrica e o modelo MB 3000, que conta com objetivas semi-planas e ótica infinita. Seguindo a tendência tecnológica do mercado, todos os modelos de microscópios da empresa, mesmo os mais básicos, são com iluminação LED. A empresa está expandindo sua rede de distribuidores e está cadastrando novos parceiros de negócios em todo o Brasil. Para maiores informações: MEDBIO MEDICAL AND BIOLOGICAL SYSTEMS www.medbioimport.com sac@medbioimport.com

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


Chegou uma nova luz para revolucionar a sua eficiência.

cobas e 801

PRODUTIVIDADE CUIDADO COM O PACIENTE SUSTENTABILIDADE

O cobas e 801 é um módulo para testes de imunologia que trará uma luz e revolucionará a eficiência laboratorial. Parte da série de analisadores da família cobas® 8000 trará benefícios essenciais aos seus desafios laboratoriais do dia a dia: Autonomia, velocidade e eficiência • 1 até 4 cobas e 801 módulos em 2,9 m2 - 8 m2 • 48 - 192 posições de reagentes • Carga e descarga contínua de reagentes auxiliares e descartáveis Melhores cuidados aos pacientes • • • •

Menor volume de amostra Resultados rápidos Consistência de resultados em toda a plataforma cobas® Ponteiras descartáveis, eliminando o risco de contaminação cruzada

Crescimento sustentável

Nº de registro ANVISA: 10287411196 ©2017 Roche – Agosto/2017 – ERDL1019 COBAS é uma marca registrada da Roche. Roche Diagnóstica Brasil Ltda. Av. Engenheiro Billings, 1.729 - prédio 38 São Paulo, SP, 05321-010 - Brasil 0800 77 20 295

• • • • •

Uso eficiente de recursos existentes Conceito de modularidade para o crescimento sustentável Novo design de embalagem que facilita o armazenamento Menor impacto ao meio ambiente Acesso contínuo à inovação


informe de mercado

Lançamento das Luvas Cirúrgicas

Listada entre as maiores importadoras e fornecedoras de produtos médicos/ laboratoriais, a LABOR IMPORT segue ampliando seus negócios no Brasil não apenas no setor diagnóstico, mas também no segmento hospitalar, apresen-

tando mais de 2.000 itens certificados segundo padrões nacionais e internacionais de qualidade. Tamanho sucesso se deve à credibilidade conquistada ao longo do tempo, às marcas consolidadas como Lamedid, ProCare e Solidor e aos atendimentos personalizados a laboratórios, clínicas, hospitais e distribuidores localizados em todo território nacional. A extensa variedade de produtos em linha está relacionada à constante atenção e dedicação em agregar novidades ao portfólio, buscando inovações tecnológicas na área da saúde e alinhando qualidade e custo-benefício. A LABOR IMPORT foi uma das pioneiras em apresentar ao mercado produtos da linha SAFETY (material perfurocortante de segurança que atende a NR32 do Ministério do Trabalho).

Entre os últimos lançamentos, destacam-se as Luvas Cirúrgicas Solidor, fabricadas em látex de borracha natural de alta qualidade e superfície micro-ásperas, proporcionando excelente aderência e segurança do profissional durante o procedimento, são embaladas em papel grau cirúrgico em pares, com abertura asséptica. O lançamento das Luvas Cirúrgicas Solidor será na SAHE, que acontecerá de 13 a 15 de março, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo. Durante o evento, os participantes poderão visitar o estande da empresa e consultar a equipe técnica e comercial, além de conhecer todos os produtos comercializados. Todas informações sobre o produto está no site: https://laborimportshop.com.br/

Efeitos do CO2 em sistemas de purificação de água O CO2 irá interferir na resistividade da água pura, uma vez que existe o equilíbrio com ácido carbônico (H2CO3) quando dissolvido em água, o que acarretará em queda no valor do pH. Como ele se comporta como um ânion, o mesmo irá atuar diretamente na capacidade da resina de troca iônica, reduzindo, assim, a vida útil desse cartucho. Vale ressaltar que a Osmose Reversa (OR) não é capaz de remover o dióxido de carbono, que passa através da membrana com o permeado.

Como o CO2 pode ser removido? O CO2 pode ser removido de duas maneiras: retirando-o da solução ou convertendo-o em uma forma na qual a membrana de OR seja capaz de remover da água. Para retirar o CO2 de um sistema de pequeno porte, uma membrana de degaseificação é o método mais utilizado. Para a mudança do composto, a alternativa envolve a administração de uma solução de hidróxido de sódio antes da entrada da OR, tornando o pH alto e

assegurando que todo o CO2 seja convertido em 3HCO - composto que a OR é capaz de remover de forma muito eficaz. Quando devemos retirar o CO2 da água? A utilização da membrana é altamente indicada em águas que têm pH baixo (<6) e/ou de elevada alcalinidade de bicarbonato (> 200mg /L). Técnicas nas quais a concentração desse gás é crítica, também se indica a utilização de uma membrana de retirada do dióxido de carbono. Mais informações no e-mail: watertech.marcom.latam@veolia.com

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Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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informe de mercado

Tecnologia inovadora de cartucho para PCR em tempo real permite diagnóstico molecular rápido e fácil.

Sistemas modulares para atender qualquer tipo de demanda

Opção de 4 módulos com funcionamento independente

Desde 2005 a Cepheid lidera o processo de inovação em diagnóstico molecular, quando apresentou ao mercado uma nova forma de levar aos laboratórios as novas possibilidades do diagnóstico molecular com os sistemas GeneXpert e seu exclusivo sistema de cartuchos. O sistema GeneXpert é modular, permitindo que qualquer laboratório realize testes de diagnóstico molecular através da PCR em tempo real, independente do ta-

manho, estrutura e volume de amostras. Através de um sistema randômico e à demanda é possível realizar diferentes testes simultaneamente sem a necessidade de agrupar amostras em placas, trazendo ainda mais flexibilidade à rotina laboratorial. A linha de testes Xpert, baseia-se em uma tecnologia de cartuchos onde ocorre toda a reação de PCR (da extração à detecção). O processo de preparo de amostras é simples, em média de 1 minuto, e o equipamento faz todo restante de forma automatizada, com um tempo de resposta mais rápido comparado às tecnologias convencionais. “O sistema GeneXpert representou uma solução para parte significativa de nossa rotina molecular em Patologia Clínica, uma vez que a integração de todos os processos envolvidos nas análises moleculares (extração do material genético, reação, amplificação e detecção) em um único procedimento e a configuração racional do sistema para utilização dos insumos, possibilitou um excelente custo-benefício atrelado a um rápido e adequado desempenho analítico para o atendimento das necessidades de nossa complexidade hospitalar” Dr. Leonardo Guizilini Plazas Ruiz Laboratório Central FUNFARME/HB São milhares de sistemas espalhados em todo o mundo com um portfólio de testes bastante abrangente, como: • Infecções associadas aos cuidados de saúde: Carba-R, C. Difficile e MRSA. • Saúde da Mulher: CT/NG, HPV, Streptococcus do Grupo B, etc. • Doenças infecciosas críticas: Tuberculose, Influenza A, B e RSV e Enterovirus. • Virologia: Carga Viral HIV e HCV • Oncologia: BCR-ABL (monitoramento LMC) • Genética: Fator II & V Como funciona a tecnologia do PCR em cartucho? O cartucho é de uso único e todos os reagentes necessários para o processamento da amostra estão dentro do dele. Veja vídeo ilustrativo no link abaixo. Link: https://youtu.be/mIsBLmjus6Q Contatos da Cepheid no Brasil: contato@cepheid.com OU telefone (11) 3524-8383

Illumina iSeq™100 Sequencing System A inovação em Next Generation Sequencing (NGS) está aqui. O compacto iSeq™100 System inova com a combinação da tecnologia de semicondutores (CMOS) com a consagrada tecnologia de sequenciamento “Sequencing by Syntesis” (SBS) para entregar dados altamente acurados e ainda mais rápidos. O iSeq™100 System é capaz de gerar até 1.2 Gbases por corrida em apenas 17.5 horas e entregar dados em alta resolução e com a sensibilidade necessária para a detecção de variantes e transcritos raros.

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Descubra mais sobre iSeq™100 System acessando: www.illumina.com/iseq Produtos válidos somente para pesquisa. Não deve ser utilizado para diagnóstico.

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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informe de mercado

Dynascatter Laser™ - maior precisão na contagem diferencial de leucócitos

Tecnologia patenteada O inovador sistema de detecção da dispersão laser em 3 ângulos fornece uma melhor detecção de células WBC usando medidas precisas de dispersão de luz. A partir de um sensor de detecção de pequeno ângulo dianteiro (FSS), no qual se obtém informações sobre o tamanho do leucócito em análise. Um segundo sensor de grande ângulo dianteiro (FLS), no qual se obtém informações sobre a estrutura celular e complexidade de partículas de nucleocromatina, e finalmente a partir de um sensor de ângulo lateral (SDS), obtemos informações de granularidade interna e globularidade. Esta informação gráfica 3D é calculada por um algoritmo de software exclusivo da Nihon Kohden.

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Sem processamento químico de WBC O reagente de classificação de leucócitos patenteado pela Nihon Kohden provoca a hemólise seletiva das hemácias, deixando os leucócitos intactos. O núcleo, os grânulos e a celularidade são preservados em seu estado original. As células não são alteradas por coloração, retração ou lise diferencial, desta forma não há distorção dos resultados da medição. O Celltac Es™ pode obter informações morfológicas a partir de núcleos e grânulos de WBC de forma natural e realizar contagens diferenciais (5 diff) mais precisas.

Medição em um único canal O Celltac Es™ mede cada célula em um único citômetro de fluxo. Isso elimina erros de medição usando vários métodos de canal. Fonte: Nihon Kohden Corporation - Japan

NIHON KOHDEN - Rua Diadema, 89 1° andar CJ11 a 17 - Mauá, São Caetano do Sul/SP - 09580-670 Brasil Contato: +55 11 3044-1700 FAX: + 55 11 3044-0463 fabio.jesus@nkbr.com.br

Revista NewsLab | Fev/Mar 18


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Fig. 1 - Gangrena do hálux na DOENÇA DOS POLIS.

Fig.2- Pão de Açúcar/RJ

analogias em medicina

Não posso ir ao Pão de Açúcar. Sou diabético.

Doença de Polis A palavra diabetes deriva do verbo grego que significa atravessar, passar pelas pernas, formado de dia, que significa através + baino, passar, em alusão à perda excessiva de urina que caracteriza a doença descompensada. O termo melito deriva do latim, significando de mel, adoçado como mel. A doença engloba um grupo variado de afecções que tem em comum o aumento da glicose (açúcar) no sangue (hiperglicemia), que resulta de defeitos na secreção ou na ação da insulina. Esta é hormônio indispensável ao controle da glicose no nosso sangue, sendo fabricada nas ilhotas de Langerhans no pâncreas. O radical poli- é elemento de composição que denota multiplicidade (do grego, polys = muito, muitos). Trata-se de radical empregado em numerosos termos técnicos, principalmente na terminologia científica e presente em todas línguas neolatinas. São numerosos os exemplos na área médica, como: poliartrite, polimiosite, policístico, polissacarídeo, policitemia, poliglobulia, politraumatizado etc. Em Rey, Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde, 2a. Ed. verifica-se registro de cerca de 80 (oitenta) termos técnicos contendo o radical poli (s).

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José de Souza Andrade-Filho*

*Patologista no Hospital Felício Rocho-BH; membro da Academia Mineira de Medicina e Professor de Patologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Nota-se, na síndrome diabética, um comprometimento de vários órgãos. A sintomatologia é muito variada e ampla, pois todas as nossas células e tecidos sofrem em graus diversos, gerando manifestações múltiplas. Um ser humano adulto, em média, compõe-se de cerca de um quatrilhão de células (1015), derivadas de um único óvulo fertilizado (União Internacional Contra o Câncer, 8ª Ed. Fundação Oncocentro de São Paulo/FOSP). Cogitamos, como segunda opção ou sinonímia, denominar o diabetes de Doença dos Polis. Em seguida, um cortejo muito resumido de sinais e sintomas observados na síndrome diabética: • Poliúria = muita urina. • Polidipsia = muita sede. • Polifagia = muita fome. • Poliangiopatia = muita lesão de pequenos vasos sanguíneos e outros. • Polineuropatia = muitas alterações nos nervos periféricos. • Polinefropatia = muitas lesões renais nos glomérulos e vasos renais. • Polioftalmopatia = muitas alterações na retina e no cristalino (catarata). • Policardiopatia = ver abaixo. E outras... • Policardiopatia = Há algumas décadas, foi proposta a existência de uma entidade anátomo-clínica autônoma, a miocardiopatia diabética. Para os que defendem sua autonomia, trata-se de afecção de patogênese complexa, capaz de provocar disfunção ventricular predominantemente diastólica em significativa porcentagem de diabéticos assintomáticos. Com o passar do tempo, ocorre insuficiência cardíaca franca, independente da coexistência de aterosclerose coronariana obstrutiva ou hipertensão arterial. Em estudos experimentais e, mais raramente, em seres humanos, identificam-se à microscopia eletrônica, alterações em cardiócitos. Ao microscópio de luz, chama atenção a fibrose miocárdica intersticial e/ou perivascular” (Fonte: L.O.Savassi Rocha. Brasileiro, G. Bogliolo Patologia 9ª.Ed.).

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