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03. DESIGUALDADE DE GÊNERO NO UNIVERSO DA CONSTRUÇÃO CIVIL
DADOS SOBRE A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
01.
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CRESCIMENTO E AVANÇO:
Segundo o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia –Confea, o número de mulheres engenheiras registradas, passou de 13.772 em 2016, para 19.585 em 2018, um crescimento de 42%.
Segundo outra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve aumento de 120% no número de mulheres na construção entre os anos de 2007 e 2018.
02.
DESIGUALDADE:
(2022) Segundo relatório para o quadro de profissionais por gênero do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o número de profissionais ativos cadastrados é de 1.065.143. Desses, apenas 208.148 são mulheres, o que representa 19,54% do total de profissionais.
(2022) Existem estados com maior desigualdade de profissionais como:
São Paulo, com apenas 15,5% de mulheres de um total de 319.790 profissionais cadastrados no Crea-SP
Alagoas, com 18,05% de mulheres entre os 7.756 profissionais cadastrados no Crea-AL
Paraná, com 18,73% de mulheres de 64.371 dos profissionais do Crea-PR
