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Apresentação O Teatro Grafitti tem duas jóias preciosas: a atriz Rosi Campos, umas das mais premiadas e queridas atrizes do Teatro Paulista, e uma personagem, criação da mesma e amada por todas as crianças e ex-crianças do Brasil, a Bruxa Morgana do Castelo Ra-Tim-Bum. Depois do sucesso do espetáculo anterior a companhia volta com uma nova atração, um espetáculo musical colorido e mágico: A Saga da Bruxa Morgana Como tudo começou? Ao contrário do espetáculo anterior que foi criado para ser apresentado em grandes teatros e usando grandes recursos técnicos este se volta para todos os espaços. Não é um espetáculo pequeno, mas um espetáculo que tem o poder de metamorfosear de acordo com os locais de apresentação. A sua grandiosidade está no seu texto poético, na riqueza das histórias fantásticas de um povo de algum lugar, numa música lindíssima, num cenário simples e bonito e num elenco com grandes atores. Junto com Rosi Campos, Bia Borin e Marco Aurélio Campos, dois jovens atores, porém, com vários espetáculos e sucessos nos currículos. A brilhante direção musical é de Charles Razsl que, também, assina as músicas com Calixto de Inhamuns. Calixto de Inhamuns é responsável pelo texto e pela direção.


Sinopse

O amor de dois jovens apaixonados , Luah, uma menina do povo azul, e Luah, um menino do povo amarelo, não era aceito no mundo dos dois. O povo azul dizia que o amor entre diferentes era proibido desde o começo do mundo e, o povo amarelo, que era desde que o mundo existe. Eles não aceitam a interdição, fogem e, para entender o motivo da proibição, resolvem descobrir como o mundo começou. Eles encontram Morgana, que conhece “todos os mistérios do mundo e segredos nunca antes sabidos”, que resolve ajudá-los. Ela, que explica tudo através de uma história, resolve contar como o mundo deles começou. Antes de tudo, eram dois mundos separados onde não havia o dia e a noite – o Mundo Azul e o Mundo Amarelo. E, não existindo o dia e a noite não existia o tempo, portanto, eram povos imortais. O Mundo Amarelo era iluminado pelo calor da luz amarela e o Mundo Azul por uma imensidão azul. Eles não conheciam outras cores e nem outros mundos. Viviam separados por um mar tempestuoso e revolto e acreditavam não existir nada além desse mar, só o caos e a insondável vastidão do abismo. No Mundo Azul, Luah, uma menina que sonhava com outras cores e mundos, não aceita o casamento arranjado por seu pai com um menino do seu povo. Ela resolve fugir, é ajudada pela tatatararavó da Bruxa Morgana e, levada por um pássaro misterioso, atravessa o mar e cai no mundo amarelo. No Mundo Amarelo ela encontra Nion e os dois se apaixonam. É a primeira vez que o amor acontece e com ele vem o vermelho que se junta a cor dos dois nascendo assim as três cores primárias: o amarelo, o azul e o vermelho. Essa história fabulosa de Morgana é entremeada com mitos, fábulas e lendas de diversos povos que falam de como apareceram as estrelas no céu, como os deuses criaram os rios e outros temas.


Objetivos

O primeiro e principal objetivo foi criar um espetáculo para crianças de todas as idades, um espetáculo para toda a família. A Bruxa Morgana no seu longo tempo de existência já faz parte do imaginário de várias gerações. Quando foi apresentado na TV Cultura pela primeira vez foi assistida por pais e filhos. Esses filhos hoje são os que levam os seus filhos para assistir e ver a simpática bruxa. Quando não são os pais, são os pais dos pais, que levam os netinhos. Outro objetivo foi trabalhar com a imaginação e a interação da platéia. Não a interação dos palcos de shows populares, mas uma interação conseguida através da magia e do poético. Não um espetáculo infantil, mas um trabalho que através do imaginário, da alegria e da emoção se tornasse um momento de lazer e de aprendizado. Um espetáculo que falasse de temas importantes como meio ambiente, o amor, as origens das coisas, o conhecimento, mas, antes de tudo, fosse lazer e entretenimento. Um musical, acompanhado de um CD com as músicas do espetáculo, que falasse aos corações e mentes de todos.


Rosi Campos Atriz de teatro, cinema e televisão. Fundadora e ativa participante de diversos grupos da cena paulistana, entre eles o Grupo Mambembe, o Teatro do Ornitorrinco e o Circo Grafitti. Rosi Campos é uma atriz de múltiplos talentos – canta, dança e interpreta e realizou trabalhos de destaque em sua carreira artística. PRINCIPAIS TRABALHOS Teatro 2004 Alô, Alô, Terezinha! 2002- O Gato Pret 1993-Almanaque Brasil 1989-Você Vai Ver o que Você Vai Ver 1984-Ubu, Pholias Phisicas, Pataphisicas e Musicaes Televisão 2008: A Favorita 2007: O Profeta (novela das 18 h. –Rede Globo)‫‏‬ 2005:-América (novela das 20 h. – Rede Globo)‫‏‬ 2004:-Da Cor do Pecado (novela das 19h. – Rede Globo)‫‏‬ 2003:-A Casa das Sete Mulheres (Rede Globo)‫‏‬ 1993:- Castelo Ra-tim-bum (programa da TV Cultura – personagem Morgana) Cinema 2008 – Carmo 2008 – O Menino da Porteira 2009- Chico Xavier


Bia Borin Bacharel em Artes Cênicas pela ECA/USP (1999-2003). Como atriz: “Dolores” (TBC), “A Bicicleta do Condenado” (CincoInCena), “A Borboleta Sem Asas” (Cia.TBC), “O Triângulo – Elogioamoral”, Commedia dell´arte (dir: Ésio Magalhães, Eca/USP), “Amídalas” (dir: Kléber Montanheiro – Teatro Aliança Francesa), “O Despertar da Primavera” (Zé Henrique de Paula - CCSP), “Antunes ou Seis Atrizes em busca de uma personagem principal” (dir: Bruno Guida), “Quem Nunca?” (dir: Renata Melo, Núcleo Experimental do SESI-SP), “A Saga da Bruxa Morgana e o Enigma do Tempo” (dir: Claudia Borioni), “A sessão da Tarde” (Cia Teatro Rock – Prêmio FEMSA, Categoria Especial/07), “A Flauta Mágica” (dir: Roberto Lage, Teatro Imprensa), “O Poeta e as Andorinhas” (dir: Paulo Ribeiro, Teatro Imprensa), “Shakespeare Amarrotado”, (dir: Dagoberto Feliz, Festival Cultura Inglesa/09), entre outras. Direção Teatral: “Auto de Natal ou A quem buscais?”, espetáculo de Rua (04/05) – Unidades do Sesc, Fringe - Curitiba e Parque Vila Lobos; e “O menino e o burrinho” (Indicado ao Prêmio FEMSA/2008 na categoria “Melhor Atriz”, 1º semestre) Teatro Aliança Francesa e Centro Cultural SP (07) e Arthur Azevedo (08). Dramaturgia: “Auto de Natal ou A quem Buscais?”, Workshop “Projeto VAQUEIROS”, Cia. Balagan, orientação de Luís Alberto de Abreu. TV: “Vende-se um véu de noiva”, SBT (09), “Hit Tvê!”, Action Media/Rede TV (08/09) e “Intervalo Cultural” – ShopTour TV (desde 07). Cinema: Curtas-Metragens: “Erroversível”, Jerê Filmes, 2008; “O Funeral” – 16mm (FAAP, 08); “Rec,Pause” (Produtora de Elenco) Dir: Bruno Carneiro, 08; “Romance.38” – 35mm (ECA/USP/06) e “Nossos Parabéns Ao Freitas” – 35mm ECA/USP/02). Publicidade: “Unibanco”, “Doriana”, “Gafisa”, “Vanish”, “Serenata de Amor”, “Corolla”, “Colgate 12”, “Dawn Soap”, “Claro”, “Itaú Flex Prev”. Preparadora de elenco infantil (Mucilon – Film Planet, Danoninho - O2 Filmes).


Marco Aurélio Campos Formação: Comunicação Social – Graduação - Cásper Líbero/Brasil; e Artes Cênicas - Extensão - Universidade da Califórnia, Berkeley/EUA. Em Teatro: “Morgana e o Mistério das Cores” (Dir. Calixto de Inhamuns, 2009); “Shakespeare Amarrotado” (Dir. Dagoberto Feliz, 2009); “Ato Único” (Dir. Alex Tenório, 2009); “Oito a Zero – Os Futebóis do País” (Dir. Pedro Garrafa, 20082009); “Macbeth – A Peça Escocesa” (Dir. Regina Galdino, 2007-2008); “Crepúsculo” (Dir. Maurício Marques, 2007); “A Saga da Bruxa Morgana e o Enigma do Tempo” (Dir. Claudia Borioni, 2007-2008); “Mistinguett” (Dir. Dagoberto Feliz, 2006); “Terrorismo” (Dir. Cristina Cavalcanti, 2005); “Na Cama Com Tarantino” (Dir. Companhia de Teatro Rock, 2007); “Amídalas” (Dir. Kleber Montanheiro, 2003); “Desejos, Bazófias e Quedas” (Dir. Hamilton Vaz Pereira, 2002); “MotoRboy” (Dir. Débora Dubois, 2002); “De como o dia virou noite e a noite virou dia e noite” (Dir. Fernando Neves, 2000); “A Bicicleta do Condenado” (Dir. Frederico Foroni, 2000), entre outras. Oficinas: “O Eco do Silêncio” (Julia Warley – Odin Teatret); “Canto Popular” (Suzana Salles); “O Colecionador de Crepúsculos” (Vladimir Capela); “As Meninas do Conto”; “Nova Teatralidade” (Antunes Filho); “Direção Teatral” (Antonio Araújo). Em Televisão: “Vila Sésamo” (TV Cultura), “Telecurso TEC” (Fundação Roberto Marinho/Globo), entre outros. Em Cinema: “Areias do Tempo” (Dir. Luís Gustavo Dias, 2009); “Fim da Linha” (Dir. Gustavo Steinberg, 2006); “Nina” (Dir. Heitor Dhalia, 2003), entre outros.


Diretor e Autor .

Calixto Inhamuns

Na década de 70, em São Paulo, foi um dos fundadores do Grupo Mambembe onde foi ator e produtor. Atuou nas peças: A VIDA DO GRANDE DON QUIXOTE DE LA MANCHA E O GORDO SANCHO PANÇA, de Antonio José da Silva, o Judeu, O DILETANTE, de Martins Pena, FARSA DE INÊS PEREIRA, de Gil Vicente; produziu e atuou em A NOITE DOS ASSASSINOS, de José Triana, VEM BUSCARME QUE AINDA SOU TEU, de Carlos Alberto Sofredini e FOI BOM MEU BEM?, de Luiz Alberto de Abreu. Em 1980 fundou o Studio Arte Viva. Produziu e trabalhou como ator em JUIZ DE PAZ NA ROÇA, de Martins Pena, e BELLA CIAO, de Luiz Alberto de Abreu. Produziu o espetáculo CÍRCULO DE CRISTAL, de Luiz Alberto de Abreu, e dirigiu O SANTO E A PORCA, de Ariano Suassuna. Por BELLA CIAO, que em 1983 foi considerado o Melhor Espetáculo do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e pelo INACEM – MEC, recebeu o Prêmio MEC / Troféu MAMBEMBE de Melhor Produtor e o Prêmio APCA de Melhor Interprete. Nas décadas seguintes dirigiu vários espetáculos como: O DESPERTAR DA PRIMAVERA, de Frank Wedekind, e O PRODÍGIO DO MUNDO OCIDENTAL, de John Synge; LADRÃO DE MULHER, de Luiz Alberto de Abreu; PEÇAS E PESSOAS, de Luis Alberto de Abreu; e outros. Escreveu ABACAXI, WHISKY OF CHUCHU, montado com o Cabaret Atlântico, direção de Pedro Paulo Bogossian; PAU DE DAR EM DOIDO, tragicomédiaquase-farsa sobre ética e cidadania, dirigida por Mario Masetti; COENTRO E VATAPÁ, montada pelo Circo Grafitti, com direção de Ednaldo Freire; OS PECADOS DA CAPITAL, com direção de Ednaldo Freire; e dois textos seus, A ESTRELA DA MANHÃ e O POETA E O VENTO foram montados pela Estação Ciência da USP com direção de Gabriela Rabelo. Nos últimos anos escreveu e dirigiu: A TERCEIRA PISTA, com a Escola Viva de Guarulhos; e, VIVA MALASARTES, com o Núcleo Pavanelli da Cooperativa Paulista de Teatro.


Ficha Técnica

Texto e direção: Calixto de Inhamuns Elenco: Rosi Campos Bia Borin Marco Aurélio Campos Músico: Direção musical: Músicas: Produção e Gravação:

Matheus Prado Charles Hazsl Calixto de Inhamuns e Charles Raszl Rafael Feraz

Cenário e Figurinos: Carol Badra Programação visual: Hallan Moulin Adereços: Paulo Dainoveskas Operador de Luz: Eduardo Guindo Operador som: Gilbel Silva Produção Executiva: Ary Brandi e Gabriel Mendonça Produção e Realização: Teatro Grafitti Duração: 60 minutos Classificação: Livre Apoio cultural: G.Valloni Têxtil Agradecimentos: Beto Tchernobilsky(fotografo)


Contato

Gabriel Mendonรงa gmcasting@gmail.com 55 (11) 7806.5844 55 (11) 3251.5447 ID Nextel: 7*29694


A saga da Bruxa Morgana, como tudo começou