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editorial 09

entrevista exclusiva com nate powell 10

gandarinha 18

Beleza 26

Entediando demonios 34

Quito 42

Joana Varanda Tãnia A. Cardoso Kim Roberts, Nathan Walkhington Maximiliam Meier , Martinho Abreu Brendo Silva, Paulo Vitor N. ABC

Inês Garcia star k’root o caminho das cenouras 52

universos paralelos 64

A tribo- parte 1 72

Tiago Cruz,

Joana Varanda, Pedro Mendes, Nimesh Moraji Rodrigo Nemo

ilustra- joao paulo bragato 80

a ameaca 86

A casa 96

Jorge Santos, Catarina Teixeira Sofia Fernandes, Daniel Lopes


Meier, The Night Terrors Podcast Maximiliam Sérgio Santos ‘Episode #17’ Rod McCance,

104

Garcia, eu nao fui uma menina feita Stephanie Rosa Silva de carne e osso 110

viajantes 116

materia negra 126

Andreia 132

espelho 138

acougueiro 144

cores de outono 148

bom filho 152

muitas indemnizacoes 156

Dores de crescimento 160

materialista da treta 164

Jorge Santos, Nádia Cardoso Carlos Silva, Tiago de Carvalho Liliana Maia, Bruno Teodoro Maio Kim Roberts, Maximilian Meier, Dennis Vermesse, Martinho Abreu Rapha Pinheiro Thiago Cunha, Simão Baptista Vitor Frazão, Patrik Caetano Sérgio Santos, Dina Barbosa Edgar Ascensão, Diogo Alves Raq’s Rodrigues, Sérgio Santos Bernardo Silva, João Cruz Tavares


debaixo da cama 168

we dance 172

geofagia 176

A verdade 178

conto- montanha das nuvens negras 3 180

Bryan Hoover, Sérgio Santos, E.T. Dolman, Ron Johnson, Jake Isenberg David Thomas, Dennis Vermesse S. K. Moore Sérgio Santos, João Matos Paulo Gomes, Nelson Mota, Paulo Vicente


Editor Sérgio Santos

Design

Sérgio Santos

Ilustração de capa João Paulo Bragato

Revisão de texto João Tavares André Mateus ISSN 2183-6477

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zine.h.alt@gmail.com

facebook.com/h.alt.bd

h-alt.weebly.com

Neste terceiro número foi possível estabelecer diversas parcerias com várias antologias de BD (Chronicles of Terror, Sliced Quarterly, ELF) o que nos deixa muito felizes. Desta forma será possível partilhar histórias de BD entre várias antologias, alargando assim o leque de leitores. A magnífica imagem da capa pertence ao jovem e muito talentoso João Paulo Bragato. Um magnífico ilustrador brasileiro com uma carreira auspiciosa. Nesta edição podemos também ler uma interessante entrevista com o premiado autor de BD norte-americano Nate Powell. Será também possível ler o desfecho do conto ilustrado de Conan, o cimério. Dentro da ficção especulativa a maioria das histórias que têm surgido na H-alt são de fantasia ou Sci-Fi. É interessante reparar que neste número surgiram também muitas histórias de terror, o que não deixa de ser muito positivo. Trata-se de um género com muitas potencialidades.

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ZOOM

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM nate powell

Nate Powell é um romancista gráfico que nasceu em Little Rock, Arkansas, em 1978. Ele começou a auto-publicar os seus trabalhos aos 14 anos, e formou-se pela Escola de Artes Visuais em 2000. O seu trabalho inclui obras como: March, uma novela auto-biográfica do congressista e ícone dos direitos civis John Lewis; The Lost hero, You don’t say no, Any empire, Shalow me whole, The Silence of our friends, e The year of the beasts. Por causa do seu trabalho recebeu um Robert F. Kennedy Book Award, um prêmio Eisner, dois prémios Ignatz, um Coretta Scott King Autor Honor Award, quatro romances Yalsa grande gráfico para seleções Adolescentes, um Best Comics american selection, e foi nomeado para um total de oito Eisner Awards, três Harvey Awards, três Ignatz Awards e um Prémio Glyph Comics. Nate Powell discutiu o seu trabalho nas Nações Unidas ao lado de alguns dos escritores mais famosos do mundo da ficção para jovens adultos. Apareceu em programas de TV como: The Rachel Maddow Show da MSNBC e esteve em destaque no The Daily Show e The Colbert Report. O seus livros foram colocados no currículo escolar em mais de 40 estados nos Estados Unidos. De 1999 a 2009, Powell trabalhou a tempo inteiro no apoio a adultos com deficiências de desenvolvimento. Actuou em bandas punk como os Soophie Nun Squad e Universe. Ele mora em Bloomington, Indiana. Além da saga March, Powell está atualmente a escrever e desenhar o seu próximo livro, Tampa (previsto para ser lançado em 2018), e também na próxima série Two Dead com o argumentista Van Jensen para a Dark Horse.

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Como foi o seu relacionamento na infância com a BD? Comecei a ler e a olhar para a BD em 1981, quando tinha 3 anos de idade. A minha exposição inicial deu-se quando vi vários heróis da BD a aparecerem na TV desde a Mulher Maravilha, The Hulk e Homem-Aranha. Depois comecei a ler bandas desenhadas dos Transformers e G.I. Joe, interessei-me posteriormente em temas mais complexos e maduros realistas na BD The Nam, um título de 1986 escrito por Larry Hama (argumentista dos G.I. Joe) e desenhado pelo incrível Michael Golden. Mais tarde, na escola primária descobri BD mais alternativa e independente através dos Teenage Mutant Ninja Turtles (eu tive a sorte de começar a ler um pouco antes da grande onda de merchandising que os desenhos animados originaram), o Destroy!! de Scott McCloud e outros tantos. Em 1989-1990 finalmente comecei a ler histórias de Chris Claremont dos X-Men , assim como descobri a música trash metal. Essa potente combinação empurrou-me para a adolescência, impulsionou a minha consciência social, e puxou-me para a criação das minhas próprias histórias de BD. Nunca pensou em usar fontes digitais de texto, têm que ser sempre manuscritas? Eu adoro desenhar lettering manualmente, sinto que dessa maneira consigo destacar melhor o texto da BD e dar-lhe o destaque que ele merece numa página.


Ainda fico meio atarantado com o lettering digital. Acabo também por economizar tempo quando estou a trabalhar com os pincéis! Uma das principais razões porque eu não uso muito tecnologia do século XXI no processo de concepção de BD é devido à minha idade. O ano em que terminei o ensino secundário foi o último antes dos computadores estarem disponíveis nas aulas de arte ou jornalismo. Não utilizava o computador para criar cartoons ou grandes ilustrações. Em 2006 o meu melhor amigo ensinou-me ensinou-me como posso fazer retoques nas imagens através do Photoshop, só desde essa altura é que os meus conhecimentos começaram a melhorar. Mas as minhas limitações digitais não têm impedido a minha progressão no meu trabalho artístico.

Poderia explicar com algum detalhe como é o seu método de trabalho quando está a criar uma BD? Quando estou a escrever e a desenhar os meus próprios livros, o processo de escrita fica exponencialmente mais longo. Eu não produzo um roteiro tradicional, crio apenas três elementos separados do livro: a clarificação dos principais temas e “grandes ideias”, organizar muitos pequenos pormenores não relacionados com as cenas / Memórias / vinhetas, e espero pacientemente pela evolução das personagem com as quais estou comprometido. Tendo esses elementos definidos, procuro ligar as personagens em diferentes momentos/cenas para explorar outras potencialidades. ​ stando as ideias mais definidas , crio um esquema geral, thumbnails do livro inteiro com secções de E 10 páginas, em seguida tomo várias notas ao longo de todo o livro. Eu desenho a lápis as páginas


sem script. Normalmente após quatro ou seis vezes onde existem alterações e discussões com o meu editor, redesenho e avanço para as próxima etapas (no "Any Empire", por exemplo, é de 300 páginas, mas existem 200 páginas adicionais a lápis, material que foi omitido e não apareceu na versão final). A criação do lettering e da arte-final na BD é praticamente directa, entre 20 a 30 páginas por mês. Como é sua relação com a cor? Sente-se mais confortável a trabalhar apenas com o preto e branco? Eu gosto muito de trabalhar com a cor, mas admito que estou um pouco ligado a histórias a preto e branco. Uma das razão para isso acontecer é porque trabalhando desta forma consigo ser mais eficaz e criar um trabalho mais simples. O problema principal é a questão do tempo. Eu já fiz várias histórias coloridas a cores com as colaborações de Jeff Lemire e Scott Snyder, foi um trabalho muito divertido de fazer. Mas eu sou pai de dois filhos e tenho um tempo muito limitado e inflexível para trabalhar. Eu actualmente só tenho cerca de 25 horas por semana em que tenho tempo para desenhar, e nesse tempo eu devo terminar um número x de páginas, sem falhas. Trabalhar a preto e branco ajuda-me, uma vez que não tenho o privilégio de poder perder tempo na curva de aprendizagem num projecto já em andamento.


As novelas gráficas do Nate Powell abordam muitas questões relacionadas com as crianças, porquê? Eu acho que gosto de desenhar histórias onde exista intensidade e força, através do qual os jovens percebam e compreender o mundo tendo em conta as forças políticas e sociais que nos cercam. Desde que eu fui pai, a minha perspectiva sobre a infância tem mudado, agora vejo as coisas de um novo ponto de vista. Algumas das minhas últimas histórias também têm crianças na trama central , mas dou um igual destaque à perspectiva dos pais e das famílias envolvidas. ​ Cinema e literatura são influência para o seu trabalho? Definitivamente uma série de filmes da década de 70 de terror americanos e italianos, assim como alguns filmes americanos modernos horror / suspense de autores como: Michel Gondry, Terrence Malick, Spike Jonze e outros. Os romances literários são provavelmente uma das maiores influencias na minha abordagem geral para a BD, especialmente os de autores como Ray Bradbury, Shirley Jackson, Haruki Murakami, Italo Calvino, Miranda July (também os seus filmes) e outros. Que temas gostaria de tratar mais nas suas histórias? Estou interessado em abordar a intimidade, privacidade, sigilo, redenção, acerto de contas, a luxúria, o egoísmo, tristeza, punk e cenas da música underground, cultos entre irmãos, o poder, a América do Sul, a justiça e a injustiça.


Onde acha que se aprendem as melhores lições, a fim de progredir como autor de BD? Acho que o melhor vem sempre do feedback e das críticas, tanto de editores e amigos durante o processo de criação, como dos leitores após a publicação. O processo de feedback permite que seja possível percepcionar melhor as nossas próprias histórias. Nunca devemos ficar demasiado centrados no nosso ponto de vista e desse modo é possível encontrar diversas falhas e problemas. É necessários escutar o ponto de vista dos leitores, daqueles que vão ler os nossos livros! Qual é a sua relação com a música? A música sempre esteve no centro da minha vida, e especialmente desde que me envolvi na comunidade underground punk no início dos anos 90. Eu gravei vários álbuns e dei muitos concertos entre 1992 e 2010. Também gostei sempre de musica electrónica desde o inicio dos anos 90 apesar de não conseguir associar-me a nenhum género especifico. Quando estou a desenhar ouço sobretudo música relacionado com o punk / hardcore, dança electrónica minimalista, dos anos 60, soul / R & B. As minhas bandas favoritas actuais são Haim, CHVRCHES, Heart, Harold Budd, Brian Eno, Big Boys, Abrace (a banda punk de DC, não a banda de 2010), Bow Wow Wow, e Led Zeppelin. Já pensou criar um canal de vídeo na Internet para mostrar seu método de trabalho ? Não. Quem tem tempo? Quando procura novas soluções gráficas, precisa fazer mais estudos? Isso não destrói um pouco da espontaneidade do trabalho? Na verdade, eu conheço muitas pessoas que desistem de criar BD simplesmente porque eles não têm paciência e a persistência necessária. Normalmente, eu apenas preciso de fazer uma prancha completa baseada numa miniatura de uma página inteira. Levo apenas um minuto ou dois, e permite que possa definir abordagens mais


aliciantes. Eu não costumo fazer muitos estudos ou esboços, a menos que eu esteja aprender a desenhar algum personagem histórico em March. Todos os desenhos a lápis são feitos de forma rápida e áspera, no resto eu trabalho com a tinta. Em todo o caso tenho sempre muitos estudos e muitos desenhos a lápis, e é fácil de começar de novo, sem muito investimento. Trabalhar com coloração digital seduz-lhe no futuro? Eu noto que prefere os métodos analógicos. Eu gosto de aplicações planas da cor, o que torna sedutor a coloração digital, mas eu não tenho tempo para aprender ou o nível de interesse necessário. Percebo que quando está a criar páginas das suas histórias de BD procura ser muito original na forma de construção. Obrigado! Pode-nos dizer que autores de BD mais admira? Têm sido uma influência e porquê? Os meus favoritos são os “Life-changers” tais como Arthur Adams, Michael Dourado, Masamune Shirow, Katsuhiro Otomo e Barry Windsor-Smith. Quando comecei a explorar os limites das minhas próprias histórias de BD na faculdade, fui influenciado pelo génio de Alex Toth, Chester Brown, John Porcellino, e Dylan Horrocks que fez “Hicksville” (ainda na minha opinião a melhor novela gráfica já feita). Muitos colegas meus que têm sido influentes para mim nos últimos quinze anos são: Farel Dalrymple, Dash Shaw, Becky Cloonan, Jillian Tamaki, Sam Alden, Erin Tobey, Jeff Lemire, Katie Skelly, Anders Nilsen, Gabriella Giandelli, e Genivieve Castree. Quais os desafios que gostaria de enfrentar no futuro? Tenho toneladas de histórias preparadas até 2020, cada uma com os seus próprios desafios separados, além do resto da saga de March. Depois tenho o Two Dead com o escritor Van Jensen para a Dark Horse e o meu próprio álbum a solo que se chama Cover, publicado pela Top Shelf. Eu tenho mais dois álbuns a solo onde apenas tenho definido o argumento, além das colaborações com Cecil Castellucci , Steve Niles, Jonathan Vance, e mais algumas outras pessoas. Vão ser uns cinco anos agitados com muitos desafios criativos onde no final espero receber vários proveitos. É uma boa vida, e eu sinto-me honrado de receber tantas recompensas através do meu trabalho na BD.


A entrevista com Nate Powell foi originalmente publicada no site da H-alt em 2015-08-20. O autor desta entrevista foi SĂŠrgio Santos.


gandarinha Argumento: Joana Varanda Legendagem: Tânia A. Cardoso Arte: Tânia A. Cardoso Cores: Tânia A. Cardoso

18


EU SOU O ÚNICO RAPAZ.

A MADAME MORARD DIZ QUE A MAGIA É UMA DÁDIVA DA DEUSA,

POR ISSO É QUE SÓ AS MULHERES TÊM PODERES.

MAS EU SOU DIFERENTE.

NINGUÉM SABE PORQUÊ.


E, EM TROCA, DEVOLVER SENTIMENTOS FELIZES. E O TEU?

AINDA NÄO FOI DESTA VEZ..


NÄO PRECISAS DE TER MEDO DO QUE VÊS.

JÁ ACONTECEU.

MAS EU QUERO AJUDAR AS PESSOAS!

COMO VOU FAZÊ-LO..

SE O ÚNICO PODER QUE TENHO

É VER AS MINHAS VIDAS PASSADAS?

NÄO CONSEGUIMOS AJUDAR OS OUTROS.. ENQUANTO NÄO NOS AJUDARMOS A NÓS PRIMEIRO.

É NESTA VIDA QUE VAIS FINALMENTE PENSAR EM TI?


Beleza Argumento: Kim Roberts Legendagem: Maximiliam J. Meyer Tradução: Martinho Abreu Arte: Nathan Walkinghton Cores: Nathan Walkinghton

26


entediando demonios Argumento: Brendo Silva Legendagem: Paulo Vitor N. Arte: Paulo Vitor N.

34


quito Argumento: ABC Legendagem: ABC Arte: ABC

O objectivo da H-alt é criar histórias colaborativas. Excepcionalmente e devido ao mérito do trabalho de ABC (Arthur Cordeiro) considerou-se que valia a pena quebrar as regras. O Arthur faz parte do colectivo brasileiro ELF que edita uma publicação regular de grande qualidade.

42


star k’root - o caminho das cenouras Argumento: Tiago Cruz

Legendagem: Tiago Cruz Arte: Inês Garcia

Cores: Inês Garcia

52


universos paralelos Argumento: Joana Varanda Legendagem: Joana Varanda Arte: Pedro Mendes Cores: Nimesh Moraji

64


a tribo- parte 1 Argumento: Rodrigo Nemo Legendagem: Rodrigo Nemo Arte: Rodrigo Nemo

O objectivo da H-alt é criar histórias colaborativas. Excepcionalmente e devido ao mérito do trabalho de Rodrigo Nemo considerou-se que valia a pena quebrar as regras. O Rodrigo Nemo faz parte do colectivo brasileiro ELF que edita uma publicação regular de grande qualidade.

72


ILUSTRA

joao paulo bragato Ilustrador É um jovem promissor na área da ilustração digital brasileira. Natural de Paranavaí - Paraná, onde estuda e trabalha como ilustrador numa agência de comunicação visual, tendo já ilustrado livros infantis, capas de livros, além de participações regulares em jornais e revistas. Abraçou, no ano de 2015, um ambicioso projeto de 365 ilustrações em 365 dias. https://www.artstation.com/artist/bragato https://www.facebook.com/Bragatoilustra/ http://Instagram.com/bragatoilustra

80


a ameaca Argumento: Jorge Santos Legendagem: Catarina Raquel Teixeira Arte: Catarina Raquel Teixeira Cores: Catarina Raquel Teixeira

86


a casa Argumento: Sofia Fernandes Legendagem: Daniel Lopes Arte: Daniel Lopes Cores: Daniel Lopes

96


The Night Terrors Podcast ‘Episode #17’ Argumento: Rod McCance Legendagem: Maximilian Meier Tradução: Sérgio Santos Arte: Maximilian Meier Cores: Maximilian Meier

104


eu nao fui uma menina feita de carne e osso Argumento: Stephanie Garcia Legendagem: Rosa Silva Arte: Rosa Silva Cores: Rosa Silva

110


viajantes Argumento: Jorge Santos Legendagem: Nรกdia Cardoso Arte: Nรกdia Cardoso Cores: Nรกdia Cardoso

116


materia negra Argumento: Carlos Silva Legendagem: Tiago de Carvalho Arte: Tiago de Carvalho Cores: Tiago de Carvalho

126


Andreia Argumento: Liliana Maia Legendagem: Bruno Teodoro Maio Arte: Bruno Teodoro Maio Cores: Bruno Teodoro Maio

132


espelho Argumento: Kim Roberts Legendagem: Maximilian Meier Tradução: Martinho Abreu Arte: Dennis Vermesse

Cores: Dennis Vermesse

138


acougueiro Argumento: Rapha Pinheiro Legendagem: Rapha Pinheiro Arte: Rapha Pinheiro

O objectivo da H-alt é criar histórias colaborativas. Excepcionalmente e devido ao mérito do trabalho do Rapha Pinheiro considerou-se que valia a pena quebrar as regras.

144


cores de outono Argumento: Thiago Cunha Legendagem: Simão Baptista Arte: Simão Baptista Cores: Simão Baptista

148


bom filho Argumento: Vitor FrazĂŁo Legendagem Patrik Caetano Arte: Patrik Caetano Cores: Patrik Caetano

152


Muitas indemnizacoes Argumento: SĂŠrgio Santos Legendagem: Dina Barbosa/ SĂŠrgio Santos Arte: Dina Barbosa

156


Dores de crescimento Argumento: Edgar Ascensão Legendagem: Sérgio Santos Arte: Diogo Alves Cores: Raq’s Rodrigues

160


materialista da treta Argumento: Bernardo Silva Legendagem: JoĂŁo Cruz Tavares Arte: JoĂŁo Cruz Tavares

164


debaixo da cama Argumento: Bryan Hoover Legendagem: Sérgio Santos/ E.T. Dolman Tradução: Sérgio Santos Desenho: Ron Johnson Arte-final: Jake Isenberg

168


we dance Argumento: David Thomas Legendagem: Dennis Vermesse Arte: Dennis Vernisse

172


Geofagia Argumento: S. K. Moore Legendagem: S. K. Moore Arte: S. K. Moore

O objectivo da H-alt é criar histórias colaborativas. Excepcionalmente e devido ao mérito do trabalho de S.K. Moore considerou-se que valia a pena quebrar as regras.

176


a verdade Argumento: Sérgio Santos Legendagem: João Matos Arte: Sérgio Santos Cores: Sérgio Santos

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Conto: Paulo Gomes Ilustrações: Paulo Vicente, Nelson Mota

Apesar da H-alt ser uma revista de BD considerou-se que seria positivo publicar também contos ilustrados. A paginação é da autoria de Paulo Gomes e a fonte utilizada teve uma autorização especial. Nesta edição surge a 3º parte final do conto.

180


H-alt nº3  

Revista digital de BD H-alt sobre Sci-fi, fantasia e realidade/história alternativa.

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