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Luíza Helena nasceu na Capital da Paraíba, em 1º de junho de 1998. Filha de Guy Joseph e Maria Helena ganhou o nome de Luíza, inspirado na música do maestro Tom Jobim, pelo qual o seu pai nutre grande admiração. O segundo nome, veio da mãe, Helena, formando uma agradável e musical composição. Logo cedo, deu para perceber a natureza curiosa e inteligente de Luíza, que com pouco mais de três anos, dizia querer ser, quando crescesse, artista plástica, pára-quedista e vendedora de tapioca. Artista plástica, acredito, que por influência dos meus quadros, que ela via, pendurados nas paredes de nossa casa. Desde pequenininha, ela sempre gostou de desenhar e sempre chegava pra mim, toda dengosa, pedindo papel para desenhar. Não demorava muito e lá estava ela, pedindo mais uma folha de papel para um novo desenho. A admiração pelo pára-quedismo veio de uma demonstração de saltos, que fomos assistir e um amigo meu, páraquedista, prometeu que quando ela fizesse doze anos, já poderia aprender a saltar. Felizmente, os doze anos se passaram e ela não se lembrou da promessa do salto. Ela adora tapioca e sempre que Maria Helena ia buscá-la na escola, passava pela senhora tapioqueira, levando a iguaria para casa. Luíza achava o ato de fazer tapioca, algo sensacional! Daí seu fascínio em ser “vendedora de tapioca”. Hoje, ela faz as suas deliciosas tapiocas, sem precisar ter que vendê-las. Aos cinco anos de idade, ela começa demonstrar interesse por fotografia, depois que iniciamos as diversas viagens, pela expedição fotográfica que empreendemos por quase toda a Paraíba. Luíza ganhara uma câmera digital, com a qual começou a fotografar as minhas ações, num verdadeiro making off, sem que nós tivéssemos a orientado nesse sentido. Sem corujisse, as fotos de Luíza são de muito boa qualidade e algumas delas podem ser vistas no meu livro, Terra da Gente Paraíba, junto as fotos da mãe, Helena, que fez o making off da expedição. A expedição terminou em 2006, quando o livro foi publicado. Durante a exposição fotográfica, que acompanhava o lançamento, Luíza incorporou por iniciativa própria, o papel de cicerone, conduzindo as pessoas ao logo da expo, explicando e contando as histórias que havíamos vivenciado, durante os três anos nas estradas paraibanas. Logo em seguida, em 2007, adquirimos um chalé e fomos residir na cidade serrana de Bananeiras, onde Luíza logo conquistou a todos, com a sua graça e inteligência. Pela primeira vez, Luíza pode andar de bicicleta, tranquila, pelas ruas próximas ao nosso chalé. Sempre vigiada, por todos que nos conheciam e que relatavam, onde tinham se encontrado com ela. Aluna do Educandário Santa Vitória, logo se destaca na turma, conquistando a admiração de colegas e professores. No Colégio GEO onde foi estudar, em seguida, recebeu certificado de Melhores da Escola. Enquanto crescia, Luíza foi aprimorando seu traço, sempre desenhando, agora mais direcionado para o design de moda. E foi por conta do desejo de

fazer Faculdade de Moda, que deixamos Bananeiras e viemos residir em Fortaleza, pois segundo Luíza, aqui seria um Polo de Moda, importante, para quem quer seguir carreira internacional. Luíza ainda cursa o ensino médio, mas desejava já se ambientar com o ensino de Fortaleza, antes de entrar para a Faculdade. Paralelamente, desde Bananeiras, estuda inglês, sempre conquistando excelentes notas e comentários elogiosos sobre a sua boa pronúncia, falando em inglês. Recentemente, manifestou o desejo de aprender a tocar violão. Em vez de uma viagem prometida, pediu como presente de aniversário, um violão. O pedido foi atendido e ela já empunha (fazendo pose), o seu Giannini. A prometida viagem a Europa, não foi descartada, apenas adiada. O que mais Luíza sente falta, são as amizades que deixou na Paraíba. Em Bananeiras e na Capital. Amigas, que compartilhavam sonhos e dificuldades escolares. Sempre que alguma colega/amiga, sentia dificuldade em alguma matéria, recorria a aquela colega, que dominasse melhor o assunto, indo estudar na casa, uma das outras, numa saudável reciprocidade. Isso faltou aqui e pesou na decisão de deixar as terras alencarinas. Como ainda tem tempo, para ingressar na Faculdade, deverá voltar a estudar na Capital da Paraíba, terminando o ensino médio e então fazer o curso superior de Moda. Luíza acha que valeu a pena, a experiência de conhecer outros lugares, com suas peculiaridades e modus vivendi, diversos. Enquanto isso continua aprimorando seu desenho, aprendendo violão e vivendo sua juventude de forma, alegre, inteligente e feliz!



Revista Anos Lú