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Trabalho de Aplicações Informáticas

O uso do Facebook pelos Jovens – uma preocupação?

Guilherme Braz nº9 Normando Araújo nº19 12º A 2012/2013


[APLICAÇÕES INFORMÁTICAS] 2012/2013

Índice

Introdução……………………………………………………………………………...3 Estudo realizado pela TIC Kids Online Brasil………………………………….4 e 5 Cyberbulling – O que é? Como combater…………………………………...6 7 e 8 Redes sociais – relação pais/filhos……………………………………….. 9 10 e 11 Conclusão……………………………………………………………………………..13 Bibliografia…………………………………………………………………………….14

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Introdução

Este trabalho no âmbito da disciplina de aplicações informáticas, pretende mostrar a utilização do facebook pelos jovens, tanto os aspectos positivos, como a questão social, como aspectos negativos, como a sua enorme dependência.

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Pesquisa indica que crianças se estão a conectar cada vez mais cedo à Internet (IICD/Creative Commons)

As crianças e os adolescentes estão a utilizar a Internet no Brasil, a TIC Kids Online Brasil realizou uma pesquisa com jovens e pais de todas as regiões do Brasil. Os resultados da pesquisa da foram divulgados esta manhã. A pesquisa mostrou que 70% dos jovens entre 9 e 16 anos têm perfis em redes sociais e 68% usam a Internet para navegar. Já entre préadolescentes de 11 e 12 anos este valor abrange 44% do total. A percentagem de utilizadores de redes sociais chega a 71%. 80 70 60

Têm Perfis em redes sociais

50 40

Usa a internet para navegar

30 20 10 0 11 e 12 Anos

9 e 16 Anos

Fonte: TIC Kids De acordo com o levantamento, a maioria das crianças também afirma mentir a idade nas redes sociais. Um dos motivos para isso pode ser a proibição do Facebook (rede social mais popular do Brasil) para menores de 13 anos. Pesquisa mostra que jovens estão “viciados” A pesquisa mostra que os jovens se estão a conectar cada vez mais cedo. Um terço dos entrevistados afirma ter tido o primeiro contacto com a Internet aos 9 ou 10 anos. A maioria (36%) acede à Internet por meio de computadores, e o número de crianças que acede via telemóvel chega aos 21%.

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[APLICAÇÕES INFORMÁTICAS] 2012/2013 Em relação à frequência de acesso, 85% afirmam entrar na web pelo menos uma vez por semana. Já 47% acede todos os dias. Entre os pais, o índice de acesso cai. Cerca de 53% dos responsáveis entrevistados afirmam não usar a Internet. Este contacto com o mundo digital faz 75% das crianças entrevistadas acreditarem que sabem mais de Internet do que os pais. Esse dado mostra que os adolescentes estão muito mais conectados que os adultos, mas também pode apontar alguns perigos no uso da Internet Pais mostram-se preocupados com o que os filhos fazem na Internet O TIC Kids Online Brasil também apontou que o uso da Internet por jovens deixa os responsáveis preocupados. Do total de pesquisados, 10% afirma que não têm controlo algum do que os filhos fazem online. Apenas 38% dos entrevistados afirmaram ter noção de todas as ações que os filhos realizam na web. A maior preocupação dos pais em relação ao uso aos filhos na Internet é que eles sejam vítimas de um crime. Mais de 50% dos entrevistados ainda têm preocupação com o uso de drogas, contacto com desconhecidos e que o desempenho na escola seja prejudicado pela exposição na Internet. Como principal medida de segurança, os pais afirmam verificar o histórico da Internet dos filhos. No entanto, 50% dos utilizadores de 9 a 16 anos afirmam saber apagar o histórico.

Fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2012/10/pesquisa-tic-kids-online-brasil

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Cyberbulling – O que é? Como combater.

O mundo da tecnologia, tal como tudo tem o seu lado bom, e o seu lado mau. E os serviços que nos põe à disposição podem, facilmente, aliciar para criticarmos e humilharmos o outro. Este tipo de comportamento é o que hoje se chama de CyberBullying. Cyber por acontecer num meio tecnológico. Bullying foi um conceito que apareceu recentemente, mas o comportamento que nele está adjacente sempre existiu, nomeadamente nas escolas. Segundo a psicóloga Ana Tomás Almeida, o Bullying ocorre “quando se pensa existir perseguição e humilhação prolongada por parte de uma ou mais pessoas que se servem do seu poder para intimidar outro mais fraco que passa a ser vitima num relacionamento em que, precisamente o poder e a desigualdade dificultam que a ultima se proteja.” No entanto, com o aparecimento e uso das tecnologias, nomeadamente das redes sociais da Internet, apareceu o Cyberbullying, onde os agressores aproveitavam, por exemplo, as fotos das vítimas para difamarem a sua imagem, ou o e-mail do MSN. Cyberbullying é, segundo Belsey, o uso e difusão de uma informação para fins difamatórios, em formato eletrónico, através de meios de comunicação como correio electrónico, MSN ou Rede Sociais (Facebook, HI5, etc.), em plataformas eletrónicas, de difusão de conteúdos, onde um individuo ou grupo pretendem, de forma deliberada e repetida, causar mal estar a outro. A grande diferença do Bullying para o Cyberbullying é que neste, o agressor vale-se das tecnologias para se manter no anonimato. É importante que pais, professores a amigos da vítima de Bullying e Cyberbullying estejam atentos aos sinais desta agressão, tais como:      

Isolamento; Decréscimo no rendimento académico ou profissional ou aumento das horas de estudo [atenção virada para uma tarefa]; Não querer estar com amigos e colegas Não querer sair de casa Não atender o telefone Outros.

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[APLICAÇÕES INFORMÁTICAS] 2012/2013 Existem medidas que se podem realizar para combater este tipo de agressão. Ao mais pequeno sinal de Cyberbullying, é bom que as tenhamos em mente: Denunciar a Agressão Em vários sites e redes sociais, há a opção de “Reportar Abuso”, que serve para comunicarmos que algo naquele local não está a funcionar conforme os termos e regras estabelecidos, ou alguma informação e conteúdo é difamatória. Coloque o Computador num local comum O simples facto de o Computador estar num local onde toda a gente passa, previne que muitas vezes se deixe que os agressores vão mais longe. Principalmente em crianças, que são mais inocentes e não têm tantas defesas, assim sempre podem ter um adulto por perto a verificar o que se passa online. E caso suceda algo, deve-se conversar com a criança e explicar-lhe que ela não tem o direito de ser humilhada e agredida. Não partilhar dados pessoais Apesar de ser algo se já se devia saber, ainda há quem partilhe dados pessoais, como fotos e nº de telemóvel à disposição no Facebook, e isso facilita a vida aos agressores. Guardar as mensagens de Cyberbullying Podem não ser muito agradáveis de ler, mas são uma prova caso o assunto se torne mais problemático e necessite da intervenção de entidades especializadas. Mude de correio electrónico Quando sentir que estão a usar o seu correio electrónico em sites, mude-o. Isto aplica-se também a palavras-chave, contas de redes sociais, etc.. Fonte: http://pplware.sapo.pt/informacao/cyberbullying-o-que-como-combater/

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Fonte: http://pplware.sapo.pt/informacao/cyberbullying-o-que-como-combater/

Fonte: http://www.kidshelp.com.au/grownups/news-research/hot-topics/cyberbullying.php

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Redes sociais – relação pais/filhos Os adolescentes portugueses são utilizadores cada vez mais assíduos do Facebook. Consultam a página várias vezes por dia, partilham textos e fotografias – quer a partir do PC, quer a partir do telemóvel ou de outros gadgets – e são particularmente sensíveis às reações dos amigos. Mais: em muitos casos, há praticamente uma dependência dessas reações. A cada post surgem níveis de ansiedade mais ou menos elevados, relacionados com a necessidade de obter feedback do grupo de pares, tal como acontece noutras formas de dependência. Os “gostos” e os comentários positivos acarretam picos de bem-estar que são naturalmente muito transitórios (ainda que viciantes) e a ausência de reações e os comentários negativos implicam um vazio muito semelhante ao que os adictos sentem na ausência do seu vício. Pontualmente há até situações de aparente desespero. Na medida em que esta é a rede social mais utilizada em Portugal, o Facebook pode servir – e serve, infelizmente – como plataforma para a disseminação de boatos e/ou para algumas formas de bullying. Como a adolescência é a fase do ciclo de vida em que aquilo que os outros pensam ou dizem de nós tem maior peso, qualquer rumor ou falsa acusação se transforma rapidamente num “facto” difícil de desmentir. Nessas alturas é provável que o adolescente atingido se sinta profundamente desesperado e procure fazer o que estiver ao seu alcance para repor a verdade – ainda que isso implique duplicar ou triplicar o tempo em frente ao ecrã e haja perdas em termos da concentração que os afazeres académicos exigem. E como a maioria das famílias portuguesas é composta por casais de dupla carreira que dificilmente têm tempo para acompanhar os filhos tanto quanto gostariam, a monitorização resume-se muitas vezes à avaliação escolar. Por outras palavras, ainda que haja algum desacordo em relação ao tempo gasto no Facebook, se as notas se mantiverem estáveis, a tolerância é normalmente grande. Pelo contrário, se as notas baixarem o Facebook surge como oportunidade de castigo - “Olha que te tiro o computador!”… Tal como tenho referido aqui algumas vezes, as crianças e os adolescentes aprendem e mudam maioritariamente incentivados por esquemas de recompensas, mais do que com ameaças de castigos, e é fundamental que cresçam capazes de valorizar os benefícios que tantas vezes são dados como adquiridos. Se a utilização do Facebook é um bem adquirido, que sentido fará ameaçar o seu filho com a retirada do computador? Pelo contrário, parece muito mais razoável a ideia de cada benefício constituir uma conquista. Isto é, compete aos adultos (interiorizarem e) transmitirem a mensagem de que este benefício (tal como outros) só existe(m) na condição de as responsabilidades serem cumpridas. Aí sim, fará sentido retirar o benefício em caso de incumprimento. Parece complicado mas não é. Afinal, a maior parte dos pais só acede ao seu ordenado (benefício) na medida em que trabalhar para isso (responsabilidade) e a regra pode e deve vigorar também em termos familiares. Independente disso, não será razoável esperar que um adolescente seja sempre capaz de dosear a atenção que é dada ao Facebook.

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A verdade é que até para os adultos, é muitas vezes mais fácil cair na tentação de ir espreitando os respetivos murais e, sem darmos conta, prejudicarmos os nossos deveres profissionais. A maior parte dos adolescentes já passou pelo mesmo. Perante a necessidade de elaborar um trabalho para a escola, abre o Word, atribui um título ao documento, escolhe o tipo de letra e… faz uma pausa para “espreitar” o seu mural. Uma hora depois volta ao documento de Word e escreve qualquer coisa. Mas bastar-lhe-á a necessidade de pesquisar alguma informação na Wikipedia ou noutra página qualquer para voltar a sentir o apelo do Facebook. Além das dificuldades óbvias de concentração, pode ser difícil retomar o trabalho académico se houver algum retorno negativo. Nenhum adolescente será capaz de continuar a estudar ou a concretizar um trabalho se estiver preocupado com o que está a ser dito sobre si na rede social do momento. A estas dificuldades acrescem outras, relacionadas com a dicotomia, privacidade exposição. Se é verdade que muitos adultos fazem escolhas conscientes que traduzem as suas próprias convicções em relação ao que deve ser partilhado online e ao que deve manter-se privado, também é um facto que a maior parte dos adolescentes não tem ferramentas que permitam que o discernimento se sobreponha ao impulso. Nesse sentido, existem demasiados exemplos dos riscos, desnecessários, que decorrem de algumas escolhas. Alguns têm a preocupação de, aquando da criação da conta no Facebook, reivindicar que aquilo que é publicado no mural dos filhos seja partilhado apenas com os amigos. Ora, isso é nivelar por baixo, na medida em que, por exemplo, somos confrontados diariamente com a possibilidade de os nossos adolescentes aceitarem amigos que, na realidade, não conhecem (e que podem não ser propriamente adolescentes como se apresentam). Além disso, o próprio Facebook está constantemente a mudar e com ele mudam as definições de privacidade. Infelizmente, é muito fácil para um adulto malintencionado aceder a informações tão específicas quanto o nome da escola ou a turma em que um adolescente estuda, os seus hábitos, as suas rotinas, os seus interesses ou os lugares por que habitualmente circula. Quantos pais conseguem explicar aos seus filhos como podem alterar as definições de privacidade de modo a impedir que as fotografias em que estes são identificados por amigos (e não apenas aquelas que os próprios publicam no respetivo mural) sejam vistas por desconhecidos? Quantos pais criaram já regras claras a respeito daquilo que esperam que seja uma utilização responsável do Facebook (por parte dos adolescentes)? As respostas ajustadas aos desafios identificados até aqui não passam por tentar impedir que os adolescentes utilizem o Facebook. Esta é uma plataforma que faz parte dos dias de hoje e somos nós, adultos, que temos de nos ajustar aos desafios que a modernidade oferece. Não sendo fácil (para ninguém) travar a força associada a tantos estímulos e solicitações, a resposta começa, evidentemente, pela modelagem. “Faz o que eu digo e não o que o que eu faço” pura e simplesmente não funciona, pelo que o exemplo tem de partir dos pais. O uso do Facebook pelos Jovens – uma preocupação?

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Se um adulto procrastina diariamente à conta da utilização do Facebook ou de outro “vício” qualquer, os riscos são maiores. Depois é preciso que cada pai ou mãe dê o seu melhor no sentido de se inteirar dos recursos que a própria rede social oferece. Isso também passa por mantermo-nos atualizados acerca das regras e das definições do Facebook. E há ainda a necessidade de criar regras que devem ser ajustadas a cada família e que devem ser muito claras. Aos pais não compete serem polícias capazes de controlar cada passo que os filhos dão online. Mas compete serem suficientemente responsáveis para incutir liberdade com responsabilidade – e isso pode implicar, por exemplo, que os pais sejam amigos dos filhos na rede social (sim, os filhos odeiam!), ou que fique claro que, de vez em quando, os pais vão pedir aos filhos para mostrarem os seus murais, ou que os pais conheçam a password dos filhos e que estes saibam que pontualmente os pais farãologin em nome dos filhos para fazer a tal monitorização (isso não os autoriza a bisbilhotar sorrateiramente). Na prática, estamos a falar de confiança com supervisão. Há uns tempos uma mãe mostrava-se preocupada porque entrara no Facebook do filho (sem que este soubesse) e viu uma fotografia publicada por um amigo em que o filho (de 12 anos) aparecia ao lado de um colega com uma cerveja na mão. Alarmada, não sabia como confrontar o filho com esta informação, já que, ainda que a sua preocupação fosse legítima, acedera à tal fotografia de forma ilícita. A adolescência é a fase em que os filhos lutam arduamente pela definição clara da sua individualidade e isso implica que queiram muitas vezes distanciar-se das convicções e dos hábitos dos pais. Mas há demasiados riscos associados à inexistência de regras claras a propósito daquilo que os pais esperam que sejam comportamentos responsáveis dos filhos. Se as regras forem do conhecimento de todos, se estiver claro o que é que os pais vão fazer para monitorizar esses comportamentos, ninguém se sentirá invadido ou amedrontado e a probabilidade de existirem conflitos sérios diminui. Fonte: http://www.apsicologa.com/2012/03/os-adolescentes-e-o-facebook.html

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Fonte: MBI

Fonte: MBI

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Conclusão

Com este trabalho ficamos a perceber melhor o que são as redes sociais, como é que nós jovens as vemos, os seus aspetos positivos e negativos, como o Cyberbulling, e também a relação que os pais devem ter com os seus filhos, e como devem aborda-los acerca deste assunto sensível.

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Bibliografia

Cláudia Morais: http://www.apsicologa.com/2012/03/os-adolescentes-e-ofacebook.html Edgard Matsuki PortalEBC: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2012/10/pesquisa-tic-kids-online-brasil

1. Beale, A. and Hall, K. (2007). Cyber bullying: What school administrators (and parents) can do. The Clearing House, vol.81, no.1, Sept/Oct. 2. Kids Helpline. (2009). Cyberbullying: Experiences, impacts and interventions as described by Australian young people. Unpublished research report. Brisbane, Queensland: Megan Price. 3. Cross, D., Shaw, T., Hearn, L., Epstein, M., Monks, H., Lester, L. & Thomas, L. (2009) Australian Covert Bullying Prevalence Study (ACBPS). Child Health Promotion Research Centre, Edith Cowna University, Perth. 4. As cited in Campbell, M. (2007) Cyber bullying and young people: Treatment principles not simplistic advice. Paper of the week 23rd February 2007. http://www.scientist-practitioner.com 5. Cross, D., Shaw, T., Hearn, L., Epstein, M., Monks, H., Lester, L. & Thomas, L. (2009) Australian Covert Bullying Prevalence Study (ACBPS). Child Health Promotion Research Centre, Edith Cowna University, Perth. 6. Campbell, M. 2005: 71 7. Campbell, M. 2005: 71, Kulig, J., et al., 2007: 3-4, Patchin J., & Sameer, H. 2006: 151-2, Roberts, L., 2008: 5-6. http://www.kidshelp.com.au/grownups/news-research/hot-topics/cyberbullying.php

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Correção do trabalho Uso do Facebook