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Edição 01 / Abril 2013

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Mustaine

Expulso do Metallica, líder do Megadeth, considerado o melhor guitarrista do mundo em 2009 emwww.revistaheadbanger.com.br entrevista exclusiva.


Ao Leitor

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Editora

A revista:

Fundadores: Guilherme Assis Vitor Ussui Editor: Guilherme Assis Conselho Editorial: Guilherme Assis, Jéssica Castilho Presidente Executivo Banana com Cebola mídia: Guilherme Assis Diretor de Assinaturas: Guilherme Assis Diretor Financeiro: Guilherme Assis

HeadBanger é uma revista sobre rock e Metal em Todos seus Sub-estilos (clássico, Hard Rock, Heavy Metal, Punk, etc). A filosofia da revista é investir na comunidade que existe em torno deste estilo; Criada em 2013 por Guilherme Assis, é uma revista quinzenal que procura trazer todas as notícias dentro do mundo do rock e metal, sem frescuras, desde a mais desconhecida banda nórdica de Viking Metal até a mais famosa banda de Heavy Metal.

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Editor: Guilherme Assis Conselho Editorial: Jéssica Castilho Presidente Executivo Banana com Cebola Mídia: Guilherme Assis Publicidade Digital: Guilherme Assis Coordenador de Processo: Guilherme Assis

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Edição 01

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2013 05-O sangue do selvagem

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06-Trooper Ale, a cerveja do iron maiden

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08-Entrevista: Mustaine

12-Tabela Periódica do metal

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13-Rir 2013


Zakk Wylde

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O sangue do

Selvagem www.revistaheadbanger.com.br

ão teve quem não reparou: as mãos do guitarrista Zakk Wylde, da banda do Ozzy Osbourne, sangraram durante a apresentação toda no sábado, em São Paulo. Você deve estar pensando que ele cortou os dedos nas cordas da guitarra, em meio aos solos virtuosos, mas a verdade é outra. Wylde é um cara problemático. Não dá para dizer exatamente o quão problemático, mas dizer que ele carrega um abridor de garrafas pendurado no cinto já é uma ótima dica. Minutos antes do show do Ozzy começar, o guitarrista estava no camarim do Black Label Society (a banda da qual é líder) gritando furiosamente – sozinho. O cara gritava coisas sem sentido, do tipo "você precisa me respeitar" e vários "motherfucker". Como se não bastasse, o cara começou a chutar e socar os móveis e as paredes do lugar. E aí acabou se machucando. Com o esforço de tocar a guitarra, o sangue jorrou mais ainda e ensopou o instrumento do moço. Isso é rock’n’roll! Ou caso de hospício, dependendo do ponto de vista. Parece que o comporttamento de Zakk já estava assim, agressivo, desde antes do show. No hotel ele teria tido um chilique e ameaçado quebrar um piano. Já no camarim do Parque Antártica, o local da apresentação, até o chefão Ozzy Osbourne deu uma passada pelo camarim do guitarrista para tentar acalmá-lo. Talvez seja o caso de seguir o exemplo do marido de Sharon (Três anos sem álcool) e do companheiro de festival Jonathan Davis, vocalista do Korn (10 anos sem álcool).

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THE TROOPER ALE 6

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A CERVEJA DO IRONMAIDEN!

s deuses do rock’n'roll devem estar todos realmente loucos em festa. Ou querem esvaziar as contas dos fãs das grandes grupos de rock. Isso porque agora é a vez de Bruce Dickinson e cia lançar a The Trooper Ale, a cerveja do Iron Maiden. A banda heavy metal se uniu com os cervejeiros Cheshire Robinsons para criar uma bitter ale, com 4,8% de teor alcoólico. Aficcionado pela Ale, o próprio vocalista Bruce Dickison desempenhou um papel importante para criar o sabor original da cerveja, visitando a cervejaria e fazendo cursos. O nome Trooper foi escolhido por representar uma das canções mais populares do Iron Maiden e ponto alto de qualquer espetáculo da banda – música essa escrita pelo baixista Steve Harris. Oliver Robinson, diretor da cervejaria, disse: “Trooper é

uma cerveja premium britânico com verdadeira profundidade de caráter e sabor. Por mais de 30 anos, o ícone inconfundível de Eddie, mascote da banda instantaneamente reconhecível, decorou cada capa de álbum, camiseta e cartaz -, por isso, é justo que o Eddie irá agora adornar a bomba do barril e tomar o centro do palco no rótulo do frasco de Trooper.

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Três semanas atrás, a banda AC/DC tinha lançado sua nova cerveja. Bandas como Motorhead, KISS, Velhas Virgens já têm seus nomes ligados à cerveja, especialidade que Maiden está próximo de alcançar, apostando no estilo britânico tradicional. Ao anunciar a parceria, Oliver Robinson, ainda afirmou: “Esta colaboração – entre duas grandes histórias de sucesso britâ-


Iron Maiden nicas – faz para um jogo ideal e natural. Bruce Dickinson ama sua cerveja real e Robinsons Brewery se estabeleceu como uma das mais respeitadas famílias independente de cerveja da Grã-Bretanha”. E Bruce Dickinson acrescentou: “Sou um fã de longa data de cerveja tradicional Inglesa, pensei que tinha morrido e ido para o céu quando fomos convidados para criar a nossa própria cerveja eu tenho que dizer que estava muito nervoso. Sua magia tem sido a de criar o casamento químico de sabor e textura que representa o nosso soldado. Eu amo isso”. Maiden são uma das bandas mais influentes e reverenciados da Grã-Bretanha, com cerca de 90 milhões de álbuns vendidos, mais de 2.000 apresentações ao vivo em 58 países e 15 álbuns de estúdio descrito por críticos como sendo de

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“qualidade infalível e poder”, incluindo o mais recente – A Final Frontier – que é o seu maior sucesso gráfico nunca alcançar posições No.1 em mais de 28 países, incluindo o Reino Unido. ‘The Trooper’ Ale será produzida pela cervejaria Robinson em Stockport, Inglaterra, casa de cerveja forte “Old Tom”, que foi recentemente nomeada “melhor cerveja do mundo’, pela revista Beers of the World. Lembrando que a cervejaria Escocesa Haviestoun já tinha produzido a English Strong Ale The Number of the Beast com exatos 6,66% de álcool. Agora, porém, Bruce Dickinson colocou a mão na massa, digo, na cevada. Fãs de Iron Maiden já podem se inscrever para receber notícias e atualizações sobre cerveja premium The Trooper Ale britânica na página do facebook

ou no site oficial da breja, onde garrafas estarão disponíveis para compra por clientes britânicos e estrangeiros, a partir de Maio de 2013. As cervejas da Robinsons são importadas pela On Trade.

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Cerveja com a marca da banda brasileira Sepultura, seguindo a tradição alemã das cervejas de trigo. Esse rótulo tem 4,4% de alcool, é puro malte e tem um aroma de cravo e maçã.

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Mustaine

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ENTREVISTÃO:

Expulso do Metallica, líder do Megadeth, o frontman fala sobre sua biografia

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Capa

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pesar da insalubre quantidade de calúnias durante os anos - algumas delas justificadas, outras nem tanto - Dave Mustaine é, em termos de heavy metal, ainda um dos maiores sucessos de bilheteria. Há pouca dúvida de que suas emoções sempre estiveram à flor da pele e, quando você considera suas bem-documentadas batalhas contra as drogas e o álcool durante os anos, não é de se surpreender que algumas de suas entrevistas tenham sido tão controversas. Entretanto, os últimos anos foram um pouco mais gentis com o 'Megadave', e com uma nova e altamente proclamada devoção ao Cristianismo e álbuns recentes que sugerem uma criatividade renovada, a sua autobiografia intitulada simplesmente "Mustaine: A Life In Metal" não poderia ter sido escrita em hora melhor.

Se qualquer bagunça precisasse ser limpa, os recentes shows do Big Four na Europa, que finalmente o colocou no mesmo palco que o Metallica, indicaram que 2010 representa o fim de um capítulo e o amanhecer depois de um dos períodos mais negros de sua vida. Mustaine está com quase 50 e enquanto ele sempre será uma das vozes mais inteligentes e dolorosamente honestas na cena metal atual, ele ainda mantém a habilidade de dividir a opinião dos fãs com o que sai de sua boca às vezes - e há quem suspeite que este será sempre o caso. Sua autobiografia é honesta, com certeza - e não sem aquela acidez característica - mas há também uma maturidade considerável em suas palavras agora, o que sugere que Dave Mustaine está mais feliz em viver e deixar rolar do que sempre esteve.

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Megadeth

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Etrevista por Mark Eglinton. HeaDBanger: A Life In Metal já foi lançado há algumas semanas. Quanto tempo durou o período de gestação deste projeto? Dave Mustaine: Bem, originalmente o livro seria totalmente diferente. Seria sobre as músicas, com o foco em o que cada uma delas significa e as entrelinhas em todas estas músicas e também a quem elas foram direcionadas. Então o que aconteceu? Eu mandei o livro terminado para a Sanctuary e então aquela empresa fechou. Eles apenas me disseram: "Estamos fechando a editora, aqui está o seu livro de volta." Eu apenas disse "Oh, ok," e eu achei que foi bem legal eles terem me pago pelo livro e não terem pedido o dinheiro de volta. Apenas tomamos nossos rumos e eu fiquei com o livro. Eu pensei, "Bem, lá se foi meu jornalismo!" [risos] Mas você não desistiu disto? Não, não desisti, mas quando eu arrumei um novo manager, eu falei com ele sobre tudo que eu tinha sonhado em relação ao livro. Porque nossa companhia de gerência é uma das maiores do mundo, isto nos deu tanta influência aqui nos EUA e para lá, e por causa disto que nós fomos direto a Harper Collins e assinamos um contrato para o livro - a Mercedes Benz das editoras. Todo este pessoal tanto nos escritórios dos EUA quanto no Reino Unido foram tão fáceis de lidar, e como resultado, o processo todo não foi nada senão diversão para mim. Desde o momento em que me apresentei ao meu co-autor, até o livro ser lançado, foi provavelmente em torno de um ano. O quanto de envolvimento na escrita física você teve de fato? Você está me dizendo que você sentou na frente do teclado e escreveu? Nós conversamos diariamente durante uns seis meses; tínhamos uma conversa toda manhã. Eu tomava meu café da manhã e ele as suas chamadas de telefone da manhã. Algumas destas ligações, entretanto, eram bem mortas e eu nem me lembro de algumas delas. Naqueles dias eu ficava trabalhando até tarde e então me levantar às seis da manhã para conversar no telefone foi muito difícil para mim. Nós conver-

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Megadeth

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O quanto de poder direcional Joe Layden teve? O legal foi que às vezes quando estávamos escrevendo o livro, houve algumas histórias que eu lhe contei que o fizeram dizer, "Cara, tem certeza que quer colocar isto aqui?" Às vezes eu dizia "Sabe, talvez não," e a razão é que isto iria apenas machucar alguem. Há coisas que acontecem no decorrer de nossas vidas que são engraçadas, mas no fim de toda piada há a parte engraçada, e esta parte engraçada geralmente é alguém. Nós apenas olhamos para isto e decidimos nos focar nos fatos. Queríamos manter o elemento rock & roll - mantê-lo sexy, engraçado e feliz. Eu olho para todas as coisas ruins que eu fiz na minha vida de um ponto de vista de solução, ao invés do jeito "Foda-se, eu não consigo consertar isto". Uma vez alguém disse - e deve ter sido H.G Wells - que ou você é parte do problema, ou você é parte da solução, e é assim que eu tento viver minha vida.

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O quão catártico foi o precesso de escrever o livro? Muito. Foi com certeza importante para mim no meu papel de figura representativa do gênero heavy metal. Como você sabe, em 1992 eu cobri a Democratic National Convention no Madison Square Garden para a MTV. Claro que eu apareci lá com cabelo longo, uma camisa de flanela e eles não sabiam o que pensar. Eu fui não oficialmente eleito representante da juventude excluída da América e eu estava lá fazendo perguntas perfeitas e fiz um discurso eloquente. Claro que eu beijei o castelo de Blarney primeiro, então a sorte estava do meu lado! [Risos] Então, poder lançar este livro fez as pessoas pensarem: "Wow, este cara pode realmente formar uma sentença sem dizer 'fuck'." Dado que você foi sempre muito sincero na imprensa durante os anos, foi supreendente ver o quão contido você foi em lidar com os problemas com o Metallica no livro - poucas cutucadas são dadas na verdade... Eu não acho que haja um motivo para cutucadas, ponto. Digo, se você tem um oponente, entre no ringue - não fique jogando porcarias um em cima do outro. Se você tem algo a dizer, apenas diga. Se são palavras de combate, então vamos lá. Eu tenho quase 50 agora e quando você chega na minha idade, você não luta mais. Quando eu obtive minha primeira faixa preta, eu estava falando com meu mestre e ele era metade Mexicano e metade Nativo Americano. Eu falei com ele e tive uma grande ideia do que acontece quando os caciques Nativo Americanos ficam muito velhos para competir; eles entram em estado de guerra mentalmente. Eu adorei tanto este cara que quando eu fiz meu projeto paralelo MD45, havia uma música neste disco chamada "The Creed", que era sobre pessoas que conheciam artes marciais e o credo dos guerreiros em geral. Digo, só porque você conhece uma arte marcial, não signi-

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Megadeth

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fica que você sabe como lutar, e há vários caras com títulos em artes marciais que não durariam dez segundos em uma briga de rua. É a esta mentalidade de guerreiro que eu estava me referindo. Você temeu algum retorno judicial de alguma forma, quando estava lidando com alguns dos aspectos mais controversos da sua história? Bem, não, porque eu já tinha confessado qual foi minha parte em todo o rolo com o Metallica - tanto as coisas que deram certo, quanto as coisas que deram errado. Somos amigos agora e meu objetivo não era contar a história para que as pessoas gostassem de mim, era apenas contar a história direito. Eu apenas queria dizer "Ei, eu fiz isso e eu não fiz isto, também" - se é que faz sentido. Com certeza faz. A reunião do Big Four foi significante, ou mais significante, do que escrever seu livro? O livro poderia ter passado despercebido, e nada poderia garantir que haveria algum progresso na reabilitação da nossa amizade. Entretanto, no negócio do Big Four nós estávamos juntos e pudemos nos ver e fazer o que palavras não conseguem. Nos olhamos nos olhos. James [Hetfield, guitarrista/ vocalista do Metallica] e eu tivemos um momento onde nós dois nos desculpamos por alguma coisa e então nos abraçamos, e este é o tipo de coisas que as pessoas não vêem. A imprensa apenas fica alimentando as coisas e eventualmente você fica com vontade de dizer "Vocês não estão vendo que não há rixa alguma?" Digo, nós já tocamos no mesmo palco. [Risos] James e eu precisamos ter um filho juntos para mostrar que está tudo bem? Então houve um momento decisivo onde sua amizade foi re-estabelecida? Sim, houve. Antes de irmos para o palco tocarmos juntos, eu abracei Lars [Ulrich, baterista do Metallica] - ele estava todo feliz, e eu também abracei Kirk [guitarrista do Metallica]. Então depois disso, eu fui e abracei James e o grito do público quando eu fiz isso foi mais alto do que quando estávamos tocando, foi realmente marcante. James Hetfield e eu somos como os grandes pais disto tudo; algo como o cara com o chapéu branco e o cara com o chapéu preto. Infelizmente, eu fui o cara com o chapéu preto. Estamos todos na mesma página, e o bom é que no fim desta experiência nós nos cumprimentamos, nos abraçamos e eu sabia que seria outro dia. E até então, meu amigo, "Até mais".

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Infográfico

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Tabela periódica do Metal Alternative Metals

Drone Metals

Grindcores

British new wave Metals

Proto Metals

Symphonic Metals

Avant-Garde Metals

Folk Metals

Groove Metals

Nu Metals

Rap Metals

Technical Death Metals

Black Metals

Funk Metals

Industrial Metals

Post Metals

Sludge Metals

Thrash Metals

Death Metals

Glam Metals

Melodic Death Metals

Power Metals

Speed Metals

Unblack Metals

Doom Metals

Gothic Metals

Metalcores

Progressive Metals

Stoner Metals

Viking Metals

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RiR - 2013

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m meio à festa do último dia de Rock in Rio, foi anunciado na tarde deste domingo (2), na Cidade do Rock, a parceria entre prefeitura do Rio, patrocinadores e o organizador oficial do festival, Roberto Medina, para a realização do evento em setembro de 2013. Segundo Medina, a próxima edição terá a capacidade máxima de público reduzida de 100 mil para 85 mil pessoas. “Isso será feito para que as pessoas possam transitar com mais conforto. Além disso, o impacto no trânsito e no abastecimento de comida é menor”, afirmou. A ideia do publicitário e idealizador do festival é criar novas opções de entretenimento na Cidade do Rock, como a Street Dance. “Vou fazer um pequeno palco perto do Sunset para cada apresentações de grupos de street dance norte-americanos.

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Inclusive já estou fazendo o cenário”, adiantou Medina, que ainda não decidiu se o Rock in Rio terá seis ou sete dias de duração. O projeto de “ampliação da plataforma da marca Rock in Rio”, como definiu o próprio Medina, também passa pelo teatro, cinema e games. “Em setembro do ano que vem vamos lançar um musical sobre o Rock in Rio. Também estamos estudando games, em que o sujeito vai poder construir sua própria Cidade do Rock. Além disso, um longa-metragem está sendo filmado aqui. O filme contará a história de um caso de amor em 1985 e que recomeça nesta edição”, comentou o empresário, que gostaria de levar o festival para mais um país latino-americano no ano que vem. “Provavelmente será o México. Posteriormente, acho que os caminhos

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nos levarão para a Inglaterra e os Estados Unidos”, ressaltou Medina. A coletiva não foi aberta para perguntas dos jornalistas. Após a entrevista, foi divulgado um balanço parcial do festival atual: nos seis dias desta edição, 600 mil pessoas já assistiram as apresentações dos Palcos Mundo e Sunset, e são aguardados mais 100 mil visitantes neste domingo, último dia do evento. A área Vip recebeu 4 mil convidados por dia. Das 700 mil pessoas que compraram ingressos para o Rock in Rio, 45% são turistas de fora do estado e 55% do Rio (cariocas e região metropolitana). Até a noite de sexta-feira (30), cerca de 24 mil pessoas já tinham passado pela Roda Gigante, quase 21 mil pela Montanha Russa, em torno de 4 mil pela Tirolesa e cerca de 7 mil pelo Free Fall.

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