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9 Anos... E D I T O R I A L

Não vou falar sobre o mercado de imóveis dessa vez, apesar de saber que está indo cada vez melhor, com as vendas em alta e muitos lançamentos aqui na região. Vou falar sobre como sobreviver 9 anos com uma revista de segmento dirigido sem falhar uma única edição, cumprindo minha obrigação com os anunciantes e leitores todo mês. Vieram as crises e ainda assim mantivemos nosso compromisso de sair com nossa revista. E isso não seria possível se não tivéssemos a confiança e a parceria comercial com todos nossos anunciantes. A maioria está conosco desde a edição piloto, outros entraram e saíram, mas, com certeza, um dia voltarão. Eu quero deixar registrado nesse pequeno espaço o meu agradecimento mais profundo a todos que acreditaram nesse projeto e que ainda acreditam, pois, se não acreditassem, não estariam conosco por todos esses anos. MUITO OBRIGADO DE CORAÇÃO PELA CONFIANÇA E PELA PARCERIA. Continue nos enviando críticas e sugestões que sempre ajudam a melhorar nosso Guia.

Diretor Geral André Takuma andre@guiaseuimovel.com.br Colaboradores Mauro Contesini paisagismo@guiaseuimovel.com.br Criação e Arte Final Takmídia Projeto gráfico e diagramação Takmídia Editora e Propaganda Ltda Sugestão de matérias, anúncios e correspondências deverão ser enviadas para: Rua Cientista Albert Bruce Sabin, 85 Jd. Mírian CEP: 13280-000 . Vinhedo . SP ou através do e-mail: falecom@guiaseuimovel.com.br Tel: (19) 7812-9717

Sucesso a todos e bons negócios!

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.” Friedrich Nietzsche

Grande abraço e até o próximo mês! André Takuma EDITOR

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As matérias assinadas são de inteira responsabilidade dos autores, não expressam necessariamente a opinião da revista. Os textos, fotos e outros dados que constam nos anúncios são de total responsabilidade dos anunciantes.

GUIA SEU IMÓVEL é uma publicação mensal da Takmídia Editora e Propaganda Ltda. Tiragem: 10.000 exemplares Impressão: LogPrint Gráfica e Logística


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Política Nacional de Resíduos Sólidos

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Por Antônio Javarez Junior

m dos grandes desafios das sociedades contemporâneas é dar destinação correta aos resíduos gerados nos processos de produção industrial. Um cidadão ocidental produz, em média, a cada ano, 500 quilos de lixo urbano – o brasileiro é responsável por 352 quilos anuais. Dados do Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil 2011, divulgado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), contabilizam quase 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos gerados no Brasil naquele ano. O grave é que 42% desses resíduos foram parar em lixões e locais ambientalmente inadequados. Parte do que se torna irrecuperável nas lixeiras poderia ser reaproveitada. Das 183 mil toneladas de resíduos que descartamos todos os dias, 73 mil são compostas de resíduos recicláveis. Por isso, parece urgente a criação de mecanismos de regulação do uso e descarte de resíduos com enfoque preventivo, acompanhados de medidas de conscientização e de estímulo a práticas que visem o melhor aproveitamento dos recursos naturais, a minimização do desperdício e a reutilização dos resíduos. Passo importante nessa direção foi dado em 2010 com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que resultou na Lei 12305/10, regulamentada pelo Decreto 7404/10. A lei estabelece princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão integrada e o gerenciamento dos resíduos sólidos, trazendo como grande inovação o conceito de responsabilidade compartilhada, no qual propõem-se responsabilizar o fabricante, importadores, distribuidores e comerciantes pelas embalagens produzidas. Os benefícios dessa medida serão percebidos a médio e longo prazo, quando as empresas revisarem e repensarem o padrão de produção, pois excesso de embalagens terão custos no pós-consumo e isto deverá ser um estímulo para a reprogramação de produtos e embalagens. A instituição da PNRS mobilizou o setor público e o setor privado, bem como a sociedade civil, tendo gerado inúmeros debates que cumprem o papel de formação e conscientização ambiental. Contudo, quem cuida do lixo é o prefeito. Quem se elegeu agora não pode descuidar do cumprimento da Politica Nacional de Resíduos Sólidos, que determina o anos de 2014 como o prazo limite para que todos os lixões do pais sejam desativados. Um dos desafios da PNRS é justamente a adesão dos municípios. Cerca de quatro mil municípios têm menos de 30 mil habitantes, quer dizer, mais de 90% dos municípios brasileiros são pequenos. Os principais problemas são a questão do custo e a falta de recursos públicos, que impedem os municípios de investirem na implantação da coleta seletiva dos resíduos secos e úmidos domiciliares. Preocupado com o tema dos resíduos, da sustentabilidade e do consumo sustentável, o governo federal oferece instrumentos importantes para impulsionar a sociedade e as empresas a cumprir as novas determinações da PNRS. Em novembro de 2011, o Ministério do Meio Ambiente, lançou o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, que prevê ações a serem realizadas pelo governo, pelo setor produtivo e pela sociedade nos próximos dez anos. O plano articula as principais políticas ambientais e de desenvolvimento do país, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Política Nacional de Mudança do Clima e o Plano Brasil Maior. Seu objetivo é direcionar o Brasil para padrões mais sustentáveis de produção e consumo. No seu primeiro ciclo, de 2012 a 2014, o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis terá seis eixos prioritários: aumento da taxa de reciclagem de resíduos sólidos; educação para o consumo sustentável; fortalecimento da Agenda Ambiental na Administração Pública; compras públicas sustentáveis; construções sustentáveis; e varejo e consumo sustentáveis. A implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos deve ser coletiva, onde a responsabilidade é compartilhada pelo poder público, pelas empresas e pela sociedade civil. Democracia saudável é aquela em que, além de votar, o cidadão acompanha passo a passo as ações daqueles que foram eleitos para nos servir. Prefeito inteligente é aquele que sabe ouvir, reconhece o mérito de soluções que eventualmente tenham sido testadas em sua cidade por seu antecessor ou em outras cidades e está pronto para replicar essas experiências, com os devidos ajustes, em favor da qualidade de vida da população.

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Para comprar imóvel com segurança, é preciso até saber se o dono tem namorada

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ara comprar com segurança um imóvel, é preciso verificar documentos do proprietário. Um deles é algo que comprove se o dono ou dona tem uma namorada ou namorado. Isso porque uma relação estável pode dar margens a divisão de bens, numa eventual disputa judicial.

O alerta é da advogada Ivone Zeger. Ela diz que é preciso solicitar ao vendedor do imóvel uma declaração de que ele tem ou não uma relação estável. “Uma namorada pode fazer um pedido de reconhecimento de união estável.” Com isso, a pessoa pode solicitação a divisão do bem, cobrar isso do comprador e causar problemas na negociação. A advogada também ressalta que, para comprar a posse legal do imóvel, o vendedor tem de apresentar a escritura definitiva e o registro. Só com esses dois documentos em mãos ele pode vender o imóvel. Quem está comprando o imóvel também tem de pedir certidões cíveis e criminais dos últimos dez anos do vendedor. “É por aí que se vê se ele tem dívidas, por exemplo”, diz a advogada Ivone Zeger. E é preciso ter a certidão de casamento ou a averbação da separação, se for o caso. Nos cartórios, peça títulos e protestos dos últimos cinco anos do vendedor. Ïsso para evitar que a compra do imóvel seja inviabilizada”, afirma Zeger. Quem vende o imóvel deve exigir do comprador os mesmos documentos. É preciso fazer um compromisso de compra e venda, mostrando a quantidade de prestações e números dos cheques ou das promissórias, para evitar problemas futuros.

Fonte: http://www.uol.com.br

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Deixe de lado o preconceito e efetue parcerias Fazer parcerias pode trazer muito mais vantagens do que se imagina

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m primeiro lugar, o Consultor Imobiliário de sucesso precisa ter como foco fidelizar o cliente, ganhar sua preferência. Entender a necessidade de seu cliente, descobrindo exatamente qual é o imóvel que ele precisa, não é o suficiente se no final você disser: “Infelizmente não tenho uma opção como esta para lhe oferecer...” Certamente, o cliente entenderá esta mensagem como: “Este Corretor não me ajudará em nada”. O mesmo ocorre quando seu cliente proprietário possui um imóvel, com valor justo e fica parado por muitos meses, sem que você encontre um comprador para ele. Estes exemplos mostram exatamente que o 100% que o Corretor espera de comissão, acabará em 0%. Agora, se logo ao se esgotarem as possibilidades de encontrar sozinho o que seu cliente procura, o Corretor contatar um parceiro que tenha esta opção, o que passou de 100% para 0%, volta a ser 50%. A vantagem é obvia. Além do lucro, o cliente passará a ver o Corretor como seu consultor, deixando de correr de imobiliária em imobiliária, direcionará tudo em quem o atendeu, eliminará a concorrência e trará futuros clientes a ele. Outro ponto positivo em uma parceria é estabelecer contatos. Quando uma parceria é feita de forma correta e devidamente documentada, a probabilidade de dar algo errado é mínima, sendo assim, o laço de parceria renderá bons frutos. Os parceiros envolvidos criam a confiança e continuam recorrendo ao outro sempre que necessário, além de indicá-lo a outros do meio, então, de uma única negociação é possível obter muitas outras. Com o fluxo de negócios aumentando, seu reconhecimento no mercado imobiliário também crescerá, além de sua reputação como bom negociante. Isso, de certa forma, é o Networking tão comentado e necessário no mundo dos negócios. Se comunicar com as pessoas, não só com o objetivo primário de lucrar ou fazer amigos, mas sim com o intuito de estabelecer relações estratégias, que trarão benefícios futuros, tornando a pessoa/empresa mais confiante e aumentando a possibilidade de expandir no mercado. O ponto inicial para ser requisitado é ser reconhecido. Aprimorar seus conhecimentos também é possível em uma parceria. Diversos corretores estão habituados com uma política de trabalho por não conhecer outras. É possível evoluir aprendendo como o parceiro atende seu cliente, gerencia seus negócios e até mesmo em como divulga seus imóveis. Os tipos de imóveis também entram nesta lista, pois cada tipo tem sua particularidade, regras e regulamentações específicas, por exemplo: os terrenos, que nem todos os Corretores possuem prática para comercializar. Trabalhar em conjunto é uma ótima oportunidade de aprender na prática e com segurança novas opções. Estes são alguns pontos que precisam ser avaliados antes de dizer não a uma parceria, o que não significa que trabalhar individualmente fará o lucro despencar, pelo contrário, quando o profissional consegue caminhar com suas próprias pernas é porque chegou a um nível de maturidade que ainda é o objetivo de muitos. Parceria é o complemento essencial para o sucesso nos negócios. Fonte: www.universidadegaia.com.br

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Guia Seu Imóvel - N° 108 - Novembro 2012