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Sumário 31 Asma no Adulto, 346

1 Tosse, 1

32 Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 361

2 Dispneia, 12

33 Oxigenoterapia e Ventilação Não Invasiva Domiciliar, 380

3 Dor Torácica, 22 4 Hemoptise, 34

34 Ventilação Mecânica Domiciliar, 388

5 Semiologia do Aparelho Respiratório, 43

35 Tabagismo, 399

6 Radiografia Simples do Tórax, 54

36 Programas de Cessação do Tabagismo, 416

7 Tomografia Computadorizada do Tórax, 77

37 Insuficiência Respiratória Aguda, 434

8 Ultrassonografia, 108

38 Ventilação Mecânica Invasiva e Não Invasiva, 440 39 Pneumotórax e Pneumomediastino, 461 40 Síndrome do Derrame Pleural, 471 41 Câncer de Pulmão, 480 42 Tumores de Mediastino, 493 43 Pneumopatias Induzidas por Fármacos, 500 44 Doenças Pulmonares Parenquimatosas Difusas, 512 45 Manifestações Pulmonares de Doenças Primárias de Outros Sistemas, 532 46 Vasculites Pulmonares e Hemorragia Alveolar, 546

9 Medicina Nuclear em Pneumologia, 116

Prática, didática e abrangente, esta obra representa uma excelente ferramenta para orientar e apoiar as necessidades do dia a dia na prática clínica do pneumologista e do clínico. Aprimorada, esta 2ª edição de Prática Pneumológica apresenta texto minuciosamente revisado, ilustrações e algoritmos redesenhados, bem como novos capítulos e imagens que abordam e ilustram temas de grande relevância na área. Os organizadores e colaboradores, altamente gabaritados, realizaram atualizações consistentes, com base nas mais recentes pesquisas, que proporcionam ao leitor um conteúdo com novos conceitos, métodos e avanços terapêuticos.

10 Avaliação de Circulação Pulmonar | Ecocardiograma, 129 11 Avaliação da Circulação Pulmonar | Cateterismo Cardíaco Direito, 135 12 Provas de Função Respiratória, 145 13 Espirometria em Crianças, 155 14 Gasometria Arterial e Equilíbrio Acidobásico, 164 15 Exame de Escarro, 174 16 Investigação de Alergia em Pacientes com Doenças das Vias Respiratórias, 183

Tópicos importantes

17 Endoscopia Respiratória, 189

48 Tromboembolia Pulmonar, 580

• Exame clínico, avaliação de sintomas respiratórios e primeiros socorros em pneumologia

18 Avaliação Invasiva da Pleura, 202

49 Embolia Pulmonar de Natureza não Tromboembólica, 601

• Enfoque de doenças pulmonares e outros distúrbios respiratórios

20 Avaliação e Manejo do Risco Pré-operatório, 214

47 Eosinofilias Pulmonares, 563

50 Profilaxia de Tromboembolismo Venoso, 612

• Principais recursos diagnósticos em pneumologia

51 Hipertensão Pulmonar, 622

• Prevenção, reabilitação e promoção da saúde

52 Distúrbios Respiratórios do Sono, 628

• Registro individualizado da Classificação Internacional de Doenças 10ª edição.

53 Doenças Respiratórias Ocupacionais, 638 54 Reabilitação do Pneumopata Crônico | Guia Prático de Reabilitação Pulmonar, 686 55 Transplante Pulmonar, 697 56 Poluição do Ar | Efeitos Pulmonares, 711 57 Primeiros Socorros em Pneumologia, 723 58 Dispositivos Inalatórios, 734

19 Avaliação Invasiva do Mediastino, 206

21 Infecção das Vias Respiratórias Superiores, 232 22 Pneumonia Adquirida na Comunidade, 237 23 Pneumonia Adquirida no Hospital, 248 24 Abscesso de Pulmão, 262 25 Bronquiectasias, 269 26 Fibrose Cística, 282 27 Tuberculose, 293 28 Micoses Pulmonares | Paracoccidioidomicose e Histoplasmose Capsulata, 311

59 Tabelas e Algoritmos, 746

29 Infecções Pulmonares em Pacientes Infectados pelo HIV, 324

Índice Alfabético, 761

30 Asma na Criança e no Adolescente, 333


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As editoras que integram o GEN, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, com obras decisivas na formação acadêmica e no aperfeiçoamento de várias gerações de profissionais e de estudantes de Administração, Direito, Engenharia, Enfer­ magem, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Educação Física e muitas outras ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito. Nossa missão é prover o melhor conteúdo científico e distribuí­lo de maneira flexível e conveniente, a preços justos, gerando benefícios e servindo a autores, docentes, livreiros, funcionários, colaboradores e acionistas. Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social e ambiental são reforçados pela natureza educacional de nossa atividade, sem comprometer o cresci­ mento contínuo e a rentabilidade do grupo.

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O GEN | Grupo Editorial Nacional, a maior plataforma editorial no segmento CTP (cientí­ fico, técnico e profissional), publica nas áreas de saúde, ciências exatas, jurídicas, sociais aplicadas, humanas e de concursos, além de prover serviços direcionados a educação, capacitação médica continuada e preparação para concursos. Conheça nosso catálogo, composto por mais de cinco mil obras e três mil e­books, em www.grupogen.com.br.

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Organizadores Renato Maciel Miguel Abidon Aidé

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) Presidente: Renato Maciel (MG) Secretário-geral: Paulo Henrique Ramos Feitosa (DF) Diretor de Defesa Profissional: José Eduardo Delfini Cançado (SP) Diretor-financeiro: Saulo Maia D’avila Melo (SE) Diretor-científico: Miguel Abidon Aidé (RJ) Diretor de Ensino e Exercício Profissional: Clystenes Odyr Soares Silva (SP) Diretora de Comunicação: Simone Chaves Fagondes (RS) Presidente do Congresso (SBPT 2016): Marcus Barreto Conde (RJ) Presidente Eleito (2017-2018): Fernando Luiz Cavalcanti Lundgren (PE) Editor-chefe do Jornal Brasileiro de Pneumologia: Rogério Souza (SP)

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 Os autores e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida.  Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2017 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro – RJ – CEP 20040-040 Tels.: (21) 3543-0770/(11) 5080-0770 | Fax: (21) 3543-0896 www.grupogen.com.br | editorial.saude@grupogen.com.br  Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, em quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição pela Internet ou outros), sem permissão, por escrito, da Editora Guanabara KooGan Ltda.  Capa: Bruno Sales Editoração eletrônica: Diretriz  Ficha catalográfica P925 2. ed. Prática pneumológica / organização Renato Maciel, Miguel Abidon Aidé. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. il Inclui bibliografia e índice ISBN 978-85-277-3053-2 1. Pneumologia. 2. Pulmões – Doenças. I. Maciel, Renato. II. Aidé, Miguel Abidon. 16-36082

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 Os autores deste livro e a Editora Guanabara KooGan Ltda. empenharam seus melhores esforços para assegurar que as informações e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação, e todos os dados foram atualizados pelos autores até a data da entrega dos originais à editora. Entretanto, tendo em conta a evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, recomendamos enfaticamente que os leitores consultem sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de que não houve alterações nas dosagens recomendadas ou na legislação regulamentadora.

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Renato Maciel Medico-assistente da Santa Casa de Belo Horizonte. Título de Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Coordenador da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Mestre em Ciências da Saúde pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG).

Miguel Abidon Aidé Diretor-científico da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Professor-associado IV da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutor em Pneumologia pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/USP).

Colaboradores Abel de Barros Araújo Filho Residência em Clínica Médica e Pneumologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC/FMUSP). Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Médico-assistente da Unidade de Emergência do HC-FMUSP. Pós-doutorando em Clínica Médica da FMUSP. Adalberto Sperb Rubin Professor adjunto de Pneumologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS. Chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre. Alberto José de Araújo Médico Pneumologista, Sanitarista e do Trabalho. Doutor e Mestre em Ciências pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ). Fellow in Environmental & Occupacional Medicine (NIH/PAHO), Mt. Sinai School of Medicine. Coordenador do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo do Instituto de Doenças do Tórax da UFRJ. Membro da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOPTERJ), da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM). Álvaro A. Cruz Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Coordenador do Núcleo de Excelência em Asma. Pesquisador 1B do CNPq. Membro do Conselho Diretor da Iniciativa

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Global Contra a Asma (GINA). Membro do Comitê Executivo da Aliança Global contra Doenças Respiratórias Crônicas (GARD/OMS). Ana Beatriz Hortense Pneumologista no Hospital Estadual Américo Brasiliense. Título de Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Pós-graduanda pelo Departamento de Clínica Médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Ana Luisa Godoy Fernandes Professora titular de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ana Luiza Panico Pneumologista e doutoranda em Pneumologia pela Faculdade de Medicina na Universidade de São Paulo (USP). Ana Luiza Schneider Moreira Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre, RS. Doutora em Medicina (Ciências Pneumológicas) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professora adjunta de Pneumologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Ana Thereza Rocha Professora adjunta e Chefe do Departamento de Saúde da Família da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pneumologista/Intensivista do Hospital Jorge Valen-

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Organizadores

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vi Prática Pneumológica

Angelo Xerez Cepêda Fonseca Pós-graduando da disciplina de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Antonio Carlos Moreira Lemos Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Doutor em Medicina e Saúde. Antonio Fernando Furlan Pinotti Chefe do Laboratório de Cardiologista do Hospital Moinhos de Vento, RS. Cardiologista e Ecocardiografista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Arthur Vianna Pneumologista e Coordenador da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Clínica São Vicente, RJ. Mestre em Pneumologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Bernardo Maranhão Professor da disciplina de Pneumologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Médico do Hospital Federal de Ipanema, RJ. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Bruno Hochhegger Professor de Radiologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Pós-doutorado em Radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutor em Ciências Pneumológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Carlos Alberto de Castro Pereira Doutor em Pneumologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Grupo de Assistência e Pesquisa em Doenças Intersticiais da Unifesp. Carlos Pereira Nunes Professor-assistente em Clínica Médica do curso de Graduação em Medicina do Centro Universitário da Fundação Educacional Serra dos Órgãos (Unifeso), RJ. Carlos Viana Poyares Jardim Médico-assistente da disciplina de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Coordenador da Comissão

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de Circulação Pulmonar da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Título de Especialista pela SBPT. Carlos Alberto de Assis Viegas Médico e Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em Pneumologia pela Universitat de Barcelona, Espanha. Mestre em Pneumologia e Medicina do Sono Universidade Pablo Olavide, Espanha. Carmen Sílvia Valente Barbas Livre-docente da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Carolina Montemór Soares Messina Pós-graduanda do grupo de Circulação Pulmonar da disciplina de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/ Unifesp). Christiano Perin Pneumologista e Internista. Doutor em Pneumologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Daniela Graner Schuwartz Tannus Silva Pneumologista do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Doutora em Ciências da Saúde pela UFG. Danny Warszawiak Radiologista do Grupo IMED, Curitiba, PR. Professor adjunto de Imaginologia da Universidade Positivo, Curitiba, PR. Dante Luiz Escuissato Professor-associado de Radiologia do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Radiologista da Clínica DAPI, Curitiba, PR. Dany Jasinowodolinski Doutor em Pneumologia pela Universidade de São Paulo (USP). Radiologista do Hospital do Coração da USP. Denise Rossato Silva Professora adjunta de Pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pneumologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Pós-doutorado pela Harvard Medical School. Doutora e Mestre em Ciências Pneumológicas pela UFRGS. Edjane Burity Professora adjunta de Pediatria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutora em Saúde Materno Infantil do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), PE. Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente pela UFPE. Especialista em Pneumologia Infantil pelo IMIP. Especia-

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te, BA. Pneumologista e Intensivista – Duke University (DU), Durham-NC, EUA. Doutora em Medicina e Saúde pela UFBA. Mestre em Ciências da Saúde para Pesquisa Clínica – Duke Clinical Research Institute, DU, Durham-NC, EUA. Fellow do American College of Chest Physicians, EUA.

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Prática Pneumológica vii

Edson Marchiori Professor titular emérito de Radiologia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor titular de Radiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Elie Fiss Professor titular de Pneumologia da Faculdade de Medicina do ABC e da Universidade Santo Amaro (Unisa), SP. Coordenador do Centro de Pneumologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, SP. Emilio Pizzichini Professor de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutor em Pneumologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e McMaster University. Mestre em Ciências Médicas pela UFSC. Evaldo Marchi Professor-associado de Cirurgia Torácica da Faculdade de Medicina de Jundiaí, SP. Coordenador de Pesquisa e Pós-graduação da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Fernando Luiz Westphal Pós-doutorado em Cirurgia Torácica pela Universidade de São Paulo (USP). Doutor em Cirurgia Cardiovascular pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Mestre em Cirurgia Torácica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT). Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC). Fernando Luiz Cavalcanti Lundgren Coordenador de Residência em Pneumologia do Hospital Otávio de Freitas. Presidente eleito da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) (2017-2018). Filippe Moura de Gouvêa Médico residente da disciplina de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Flavio José Magalhães da Silveira Diretor médico do SLEEP – Laboratório do Sono e da Clínica de Pneumologia do Centro Médico Barra Shopping, RJ. Título de Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia (SPTP) e Medicina do Sono pela Associação Médica Brasileira (AMB). Guilherme Heiden Teló Cardiologista e Ecocardiografista do Hospital Moinhos de Vento, RS. Diretor-científico do Departa-

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mento de Ecocardiografia da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (Socergs). Mestre em Cardiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Ilma Paschoal Professora titular da disciplina de Pneumologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Irma de Godoy Professora titular da disciplina de Pneumologia do Departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Iunis Suzuki Doutora em Pneumologia pela Toukai University School of Medicine, Japão. Especialista em Broncoscopia pelo National Cancer Center, Tóquio, Japão. Título de Especialista em Pneumologia (Endoscopia Respiratória). Serviço de Broncoscopia do Hospital A. C. Camargo, SP. Serviço de Broncoscopia do Hospital Israelita Albert Einstein, SP. Serviço de Broncoscopia do Hospital Sírio Libanês, SP. Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, SP. Jairo Sponhoz Araujo Pneumologista. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Ex-diretor de Divulgação e Defesa Profissional da SBPT (20042005). Vice-diretor do Departamento de Defesa Profissional da Associação Médica do Paraná desde 2000. Ex-diretor médico do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ex-responsável pelo Ambulatório Geral da disciplina de Pneumologia do HC da UFPR. Jaquelina Sonoe Ota Arakaki Professora adjunta e Coordenadora do Setor de Circulação Pulmonar da disciplina de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). José Alberto Neder Professor titular, Livre-docente e Coordenador do Setor de Função Pulmonar e Fisiologia Clínica do Exercício (Sefice) da disciplina de Pneumologia da Escola de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). José Ângelo Rizzo Professor-associado do Departamento de Medicina Clínica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Especialista em Pneumologia e Alergia. Chefe do Serviço de Pneumologia do Hospital das Clínicas da UFPE. José Antônio de Figueiredo Pinto Chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio

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lista em Espirometria pelo Hospital dos Servidores do Estado de São Paulo. Pneumologista Infantil do Hospital Infantil Helena Moura, PE. Membro do Centro de Pesquisas em Alergia e Imunologia do Hospital das Clínicas da UFPE.

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viii Prática Pneumológica

José Baddini Martinez Professor-associado da Divisão de Pneumologia, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). José Carlison Oliveira Médico do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital Universitário Professor Edgar Santos da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestre em Ciências da Saúde pela UFBA. José da Silva Moreira Professor orientador da Pós-graduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS. Médico do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre.

José R. Jardim Professor de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Diretor da Unidade de Reabilitação Pulmonar da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. Júlio Maria de Oliveira Professor adjunto de Clínica Médica do curso de Graduação em Medicina do Centro Universitário da Fundação Educacional Serra dos Órgãos (Unifeso), RJ. Leticia Kawano-Dourado Pneumologista. Grupo de Doenças Intersticiais Pulmonares da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Doutora em Pneumologia pela USP. Liana Pinheiro Médica. Doutora em Medicina (Pneumologia) pelo Departamento de Medicina da Escola Paulista de Medicina Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Jose Dirceu Ribeiro Mestre em Clínica Médica, Doutor, Livre-docente e Professor titular de Pediatria. Pesquisador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do CNPq. Coordenador do Setor de Pneumologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Luciana Dias Chiavegato Fisioterapeuta da disciplina de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Coordenadora da Residência Multiprofissional em Distúrbios Respiratórios Clínicos e Cirúrgicos da Unifesp e Professora do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

José Eduardo Delfini Cançado Professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Pós-doutorado pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Universidade de Miami, Miller School of Medicine. Doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) (2015-2016).

Luis Carlos Sell Diretor-técnico da Clínica Respirar, Campos dos Goitacazes, RJ. Ex-diretor de assuntos científicos da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

José Leonidas Alves Júnior Pneumologista do Grupo de Circulação Pulmonar do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Médico do Centro de Atendimento de Intercorrências Oncológicas (ICESP). Pneumologista do Hospital Municipal Dr. Cármino Caricchio, SP. Médico da UTI do Grupo Santa Joana e Pro Matre Paulista. Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e pela European Respiratory Society (HERMES) José Miguel Chatkin Professora titular de Medicina Interna/Pneumologia da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Chefe do Serviço de Pneumologia do Hospital São Lucas da PUC-RS.

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Luis Gustavo Abdalla Médico-assistente da disciplina de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Médico-assistente do grupo – Transplante Pulmonar do InCor/HCFMUSP. Cirurgião-torácico do grupo – Transplante Pulmonar do Hospital Israelita Albert Einstein, SP. Luiz Carlos Corrêa da Silva Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre, RS. Professor de Pneumologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e da Universidade de Passo Fundo (UPF), RS. Membro da Comissão de Tabagismo e do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Colaborador para o Controle do Tabagismo da Santa Casa de Porto Alegre, da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT). Doutor em Pneumologia pela UFRGS. Título de Especialista em Pneumologia pela SBPT.

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Grande do Sul (PUC-RS). Professor titular da Faculdade de Medicina da PUC-RS. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT).

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Prática Pneumológica ix

Mara Rúbia Fernandes de Figueiredo Pneumologista do Hospital de Messejana, CE. Membro do Conselho Cientifico (Comissão de Infecção Respiratória) da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Presidente da Sociedade Cearense de Pneumologia e Cirurgia Torácica. Título de Especialista pela SBPT. Marcelo Basso Gazzana Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pneumologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Chefe do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, RS. Marcelo Fouad Rabahi Professor titular de Pneumologia da Universidade Federal de Goiás (UFG). Pnemologista da Clínica do Aparelho Respiratório e Medicina do Sono – CLARE – Pesquisa & Clínica. Marcia Margaret Menezes Pizzichini Professora de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora em Pneumologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e McMaster University. Mestre em Medicina Interna pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Marco Antônio Soares Reis Pneumologista e Intensivista do Hospital Madre Teresa, MG. Professor auxiliar da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Marcos Naoyuki Samano Professor da disciplina de Cirurgia Torácica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Coordenador do Grupo de Transplante Pulmonar do Núcleo de Transplantes do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor/HCFMUSP). Médico-assistente da Divisão de Cirurgia Torácica do InCor/HCFMUSP. Presidente do Departamento de Cirurgia Torácica da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) (2015-2017). Marcos Soares Tavares Pneumologista e Intensivista do Hospital Nove de Julho, SP. Médico do Ambulatório de Vasculites Pulmonares da Universidade de São Paulo (USP). Doutorando em Pneumologia pela USP. Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Marcus Barreto Conde Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Coordenador do Laboratório de Pesquisa Clínica em Tuberculose do Instituto de Doenças de Tórax da UFRJ. Professor convidado da Faculdade de Medicina de Petrópolis/FASE. Pesquisador bolsista do CNPq. Título de Especialista em Pneumologia e Tisiologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Mestre e Doutor pela UFRJ. Marcus Jones Pneumologista Pediátrico. Coordenador do Laboratório de Fisiologia Respiratória do Centro Infant – Instituto de Pesquisas Biomédicas. Professor da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Maria Christina Lombardi de O. Machado Coordenadora do Ambulatório de Doença Pulmonar Avançada (DPA) e Oxigenoterapia da disciplina de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Doutora em Ciências da Saúde (Pneumologia) pela Unifesp. Maria da Penha Uchoa Salles Coordenadora do Programa de Controle do Tabagismo do Hospital de Messejana, CE. Presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Cearense de Pneumologia e Cirurgia Torácica (SCPT). Doutora em Pneumologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Maria Enedina Aquino C. Scuarcialupi Pneumologista e Clínica Geral. Diretora do Departamento de Ensino e Pesquisa da Sociedade Paraibana de Tisiologia e Pneumologia. Professora da Faculdade de Medicina e Ciências Médicas da Paraíba. Preceptora do Programa de Residência em Clínica Médica da Prefeitura de João Pessoa, PB. Maria Marta Ferreira Amorim Supervisora do Laboratório de Análises Clínicas do Departamento de Análises Clínicas da Associação Sanatório Sírio/Hospital do Coração, SP. Doutora em Ciências Médicas e Biológicas pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mestre em Medicina (Pneumologia) pela Unifesp. Marina Dornfeld Cunha Castro Médica. Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Pós-graduanda de Pneumologia na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Marianna Alegro Fontes Ribeiro Professora do curso de Medicina da Universidade Federal do Oste da Bahia. Médica residente de Pneumologia do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), BA. Mário Terra Filho Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Presidente da Comissão de Pós-graduação da USP.

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Luiz Fernando Ferreira Pereira Chefe do Serviço de Pneumologia do Hospital Biocor de BH/MG. Coordenador do Estágio de Pneumologia para Clínicos do Hospital Biocor. Coeditor da Diretriz de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) (2012).

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Marli Maria Knorst Pneumologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Professora titular do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina e do Programa de Pós-graduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

do Hospital Regional da Asa Norte, DF. Ex-coordenador-geral da Especialidade de Pneumologia da Secretaria de Saúde do DF. Ex-secretário-geral da SBPT. Fellow pelo American College of Chest Physicians (ACCP). Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (UnB).

Matheus Zanon Acadêmico de Medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS. BSc Diagnostic Imaging, Glasgow Caledonian University. Membro Diretor da Liga de Diagnóstico por Imagem da UFCSPA.

Paulo José Zimermann Teixeira Professor adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS. Professor titular da Universidade Feevale de Novo Hamburgo. Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre.

Mauro M. Zamboni Pneumologista do Setor de Tórax do HC I – Instituto Nacional de Câncer (INCA). Doutor e Mestre pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Miguel L. Tedde Assistente Doutor do Serviço de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Oliver Augusto Nascimento Médico-assistente da disciplina de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Vice-diretor da Unidade de Reabilitação Pulmonar da EPM/Unifesp. Patricia Salerno de Almeida Picanço Fisioterapeuta da Unidade de Reabilitação Pulmonar da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Professora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário São Camilo, SP. Mestre em Reabilitação pela Unifesp. Paulo Cesar de Oliveira Professor titular de Clínica Médica e Propedêutica Médica do curso de Graduação em Medicina do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), RJ. Mestre em Pneumologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Paulo de Tarso Roth Dalcin Professor titular do Departamento de Medicina Interna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pneumologista Coordenador do Programa para Adultos com Fibrose Cística do Serviço de Pneumologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Paulo Henrique Ramos Feitosa Pneumologista. Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e Associação Médica Brasileira (AMB). Ex-chefe da Unidade de Tisiopneumologia do Hospital Regional do Gama, DF. Ex-chefe do Serviço de Doenças Torácicas

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Paulo Manuel Pêgo Fernandes Professor titular da disciplina de Cirurgia Torácica do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Diretor da Divisão de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor/HCFMUSP). Paulo Ricardo Masiero Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Medicina (Ciências Médicas) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Médico contratado do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Paulo Roberto Goldenfum Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre, RS. Mestre em Pneumologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Regina Célia Carlos Tibana Pneumologista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Pós-graduanda da disciplina de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ricardo de Amorim Corrêa Professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Membro do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital das Clínicas da UFMG. Coordenador Geral do Centro de Pesquisas Clínicas do Hospital das Clínicas da UFMG. Doutor e Mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFMG. Ricardo Luiz de Menezes Duarte Pneumologista do Instituto de Doenças do Tórax da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IDT/UFRJ). Diretor-técnico do SLEEP – Laboratório de Estudo dos Distúrbios do Sono, Centro Médico Barra Shopping, RJ. Membro da Comissão Científica do Departamento de Distúrbios do Sono da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Mestre em Pneumologia pela UFRJ. Especialista em Pneumologia, Endoscopia Respiratória e Medicina do Sono pela SBPT e Associação Médica Brasileira (AMB).

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x Prática Pneumológica

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Prática Pneumológica xi

Ricardo Mingarini Terra Livre-docente da disciplina de Cirurgia Torácica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Coordenador do Serviço de Cirurgia Torácica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). Roberta Karla Barbosa de Salés Doutora em Pneumologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Médica do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor/HCFMUSP) e do HGT com atuação na área de Pleura. Roberto Guidotti Tonietto Pneumologista e Internista. Professor de Pneumologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), RS. Roberto Rodrigues Jr. Professor da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina do ABC, SP. Vice-presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) (20162017). Coronel Médico e Diretor de Saúde da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Doutor em Ciências da Segurança Pública pelo Centro de Altos Estudos em Segurança da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Mestre em Clínica Médica pelo Serviço de Doenças do Aparelho Respiratório do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). MBA em Gestão de Saúde pelo Insper. Roberto Stirbulov Professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Coordenador da disciplina do Sistema Respiratório. Coordenador da Comissão de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) (2015-2016). Coordenador da Comissão de DPOC da ALAT (2015-2016). Rodrigo Abensur Athanazio Médico-assistente do Serviço de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Rogério Souza Professor, Livre-docente da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Responsável pela Unidade de Circulação Pulmonar do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor/HCFMUSP). Editor-associado do European Respiratory Journal. Chair do Comitê de Circulação

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Pulmonar da European Respiratory Society. Editorchefe do Jornal Brasileiro de Pneumologia (JBP). Samia Zahi Rached Médica-assistente do Grupo de Doenças Obstrutivas (Pneumologia) do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Saulo Maia D’Ávila Melo Pneumologista e Intensivista. Doutor e Mestre em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Professor titular do curso de Medicina da Universidade Tiradentes, SE. Preceptor da Residência de Clínica Médica do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). Diretor-financeiro da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) (2015-2016). Sérgio Saldanha Menna-Barreto Professor titular do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tatiana Senna Galvão Nonato Alves Pneumologista do Serviço de Pneumologia do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES e HEOM). Professora adjunta da Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EMSP). Professora adjunta da Faculdade Tecnológica de Ciências e Saúde (FTC). Doutora em Medicina Interna pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Thaís Brasil Modkovski Residência médica em Clínica Médica, Cardiologia e Ecocardiografia pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, RS. Médica do Hospital de Clinicas de Porto Alegre e do Hospital Moinhos de Vento, RS. Ubiratan de Paula Santos Médico-assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP). Doutor pela FMUSP. Vanessa Cristina Hartmann dos Santos Pneumologista e Internista. Aluna do curso de Pósgraduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Vinicius Duval da Silva Professor adjunto do Departamento de Patologia e Radiações da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Chefe do Laboratório de Anatomia Patológica e Citologia do Hospital São Lucas da PUC-RS. Virgilio Tonietto Professor adjunto do Departamento de Medicina Interna (Pneumologia) da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Ricardo Luiz de Melo Martins Professor de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). Integrante do Serviço de Pneumologia do Hospital Universitário da UnB e da Comissão de Infecções Respiratórias e Micoses da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Título de Especialista pela SBPT.

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A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) agradece a dedicação de todos os colaboradores na realização da 2a edição deste livro.

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Este livro é dedicado à Pneumologia Brasileira

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A SBPT, fiel aos princípios de educação médica continuada, reeditou este manual de Prática Pneumológica. Os constantes elogios dos alunos dos cursos de graduação foi um incentivo e um desafio para esta nova edição. O objetivo operacional desta obra é auxiliar o clínico na consulta rápida e atualizada dos principais temas das doenças do aparelho respiratório, em seus vários níveis: ambulatórios, consultórios, enfermarias, serviço de emergência e pronto atendimento. Nesta edição, mantivemos a proposta de uma abordagem precisa, sucinta e abrangente das doenças essenciais da Pneumologia. Este manual não irá responder a todas as questões da prática pneumológica, mas a SBPT irá sentir-se realizada se ele continuar sendo um companheiro assíduo do pneumologista no encaminhamento de suas dúvidas. Os Organizadores

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Apresentação

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A SBPT tem como um de seus principais objetivos a difusão do conhecimento pneumológico atualizado e de excelência. Por isso, decidimos fazer uma nova edição deste Prática Pneumológica, que já completou seis anos de publicação. Procuramos manter os capítulos e os autores em uma ordenação próxima à da edição anterior. A proposta inicial, desde a 1a edição, é a de um livro de fácil consulta para orientar e apoiar as necessidades do dia a dia na prática clínica. Esta 2a edição traz as atualizações que ocorreram neste período com novos conceitos, métodos, práticas e avanços terapêuticos. Aqui recorremos ao conhecimento, à contribuição e ao desprendimento de diversos colegas dos mais variados domínios da Pneumologia para alcançarmos a nossa finalidade de habilitar os interessados nesta área a aprimorar o desenvolvimento de uma visão contemporânea e renovada no diagnóstico, conduta e tratamento das doenças do aparelho respiratório. Obrigado a todos os colaboradores que enriqueceram este livro com sua sabedoria, competência e experiência aplicadas na confecção de 59 capítulos. Agradeço, também, àqueles que, junto com a diretoria da SBPT, contribuíram para a realização desta obra. Boa leitura! Renato Maciel Presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)

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Prefácio

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Este livro conta com o seguinte material suplementar: ■

Imagens da obra em formato de apresentação.

O acesso ao material suplementar é gratuito. Basta que o leitor se cadastre em nosso site (www.grupogen.com.br), faça seu login e clique em Ambiente de Aprendizagem, no menu superior do lado direito. É rápido e fácil. Caso haja alguma mudança no sistema ou dificuldade de acesso, entre em contato conosco (sac@grupogen.com.br).

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Material Suplementar

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1 Tosse, 1 Elie Fiss | Jairo Sponhoz Araujo

2 Dispneia, 12 Oliver Augusto Nascimento | Bernardo Maranhão | Carlos Viana Poyares Jardim

3 Dor Torácica, 22 Marli Maria Knorst | Marcelo Basso Gazzana

4 Hemoptise, 34 Tatiana Senna Galvão Nonato Alves | Marianna Alegro Fontes Ribeiro

5 Semiologia do Aparelho Respiratório, 43

Carlos Pereira Nunes | Júlio Maria de Oliveira | Paulo Cesar de Oliveira

6 Radiografia Simples do Tórax, 54 Dante Luiz Escuissato | Edson Marchiori | Danny Warszawiak | Bruno Hochhegger

7 Tomografia Computadorizada do Tórax, 77

Dante Luiz Escuissato | Dany Jasinowodolinski | Danny Warszawiak

8 Ultrassonografia, 108 Bruno Hochhegger | Matheus Zanon

9 Medicina Nuclear

em Pneumologia, 116

Paulo Ricardo Masiero | Sérgio Saldanha Menna-Barreto

10 Avaliação de Circulação Pulmonar | Ecocardiograma, 129

Antonio Fernando Furlan Pinotti | Guilherme Heiden Teló | Thaís Brasil Modkovski

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11 Avaliação da Circulação Pulmonar | Cateterismo Cardíaco Direito, 135

Carolina Montemór Soares Messina | Angelo Xerez Cepêda Fonseca | Jaquelina Sonoe Ota Arakaki

12 Provas de Função Respiratória, 145 José Alberto Neder | Roberto Rodrigues Jr. | Carlos Alberto de Castro Pereira

13 Espirometria em Crianças, 155 Marcus Jones | Edjane Burity

14 Gasometria Arterial e Equilíbrio Acidobásico, 164

Saulo Maia D’Ávila Melo

15 Exame de Escarro, 174 Virgilio Tonietto | Vinicius Duval da Silva | Roberto Guidotti Tonietto

16 Investigação de Alergia em

Pacientes com Doenças das Vias Respiratórias, 183 José Ângelo Rizzo | José Carlison Oliveira | Álvaro A. Cruz

17 Endoscopia Respiratória, 189 Iunis Suzuki | Miguel L. Tedde

18 Avaliação Invasiva da Pleura, 202 Evaldo Marchi

19 Avaliação Invasiva do Mediastino, 206

Fernando Luiz Westphal

20 Avaliação e Manejo do Risco Pré-operatório, 214 Liana Pinheiro

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Sumário

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xviii Prática Pneumológica

33 Oxigenoterapia e Ventilação Não

Superiores, 232

Invasiva Domiciliar, 380

Ricardo Luiz de Melo Martins

Maria Christina Lombardi de O. Machado | Maria Enedina Aquino C. Scuarcialupi

22 Pneumonia Adquirida na Comunidade, 237 Mara Rúbia Fernandes de Figueiredo | Fernando Luiz Cavalcanti Lundgren

23 Pneumonia Adquirida no Hospital, 248 Ricardo de Amorim Corrêa

24 Abscesso de Pulmão, 262 José da Silva Moreira | Paulo José Zimermann Teixeira | Ana Luiza Schneider Moreira

25 Bronquiectasias, 269 Rodrigo Abensur Athanazio | Samia Zahi Rached | Paulo de Tarso Roth Dalcin

26 Fibrose Cística, 282 Ilma Paschoal | Paulo de Tarso Roth Dalcin

27 Tuberculose, 293 Marcus Barreto Conde | Marcelo Fouad Rabahi

28 Micoses Pulmonares | Paracoccidioidomicose e Histoplasmose Capsulata, 311 Miguel Abidon Aidé

29 Infecções Pulmonares em Pacientes Infectados pelo HIV, 324 Antonio Carlos Moreira Lemos

30 Asma na Criança e no Adolescente, 333 Jose Dirceu Ribeiro

31 Asma no Adulto, 346 Marcia Margaret Menezes Pizzichini | Emilio Pizzichini

32 Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 361 Marcelo Fouad Rabahi | Roberto Stirbulov | Daniela Graner Schuwartz Tannus Silva

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34 Ventilação Mecânica Domiciliar, 388

Marco Antônio Soares Reis | Luis Carlos Sell

35 Tabagismo, 399 Irma de Godoy | José Miguel Chatkin

36 Programas de Cessação do Tabagismo, 416

Luiz Carlos Corrêa da Silva | Alberto José de Araújo | Maria da Penha Uchoa Salles

37 Insuficiência Respiratória Aguda, 434 Arthur Vianna

38 Ventilação Mecânica Invasiva e Não Invasiva, 440

Marco Antônio Soares Reis

39 Pneumotórax e

Pneumomediastino, 461 Filippe Moura de Gouvêa | Ricardo Mingarini Terra

40 Síndrome do Derrame Pleural, 471 Roberta Karla Barbosa de Salés

41 Câncer de Pulmão, 480 Mauro M. Zamboni

42 Tumores de Mediastino, 493 José Antônio de Figueiredo Pinto

43 Pneumopatias Induzidas por Fármacos, 500

Adalberto Sperb Rubin | Paulo Roberto Goldenfum

44 Doenças Pulmonares

Parenquimatosas Difusas, 512 Carlos Alberto de Castro Pereira | Marina Dornfeld Cunha Castro | Regina Célia Carlos Tibana

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21 Infecção das Vias Respiratórias

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Prática Pneumológica xix

Doenças Primárias de Outros Sistemas, 532

Ana Beatriz Hortense | Abel de Barros Araújo Filho | José Baddini Martinez

46 Vasculites Pulmonares

e Hemorragia Alveolar, 546 Carmen Sílvia Valente Barbas | Marcos Soares Tavares | Leticia Kawano-Dourado

47 Eosinofilias Pulmonares, 563 Luiz Fernando Ferreira Pereira

48 Tromboembolia Pulmonar, 580 Paulo Henrique Ramos Feitosa | Renato Maciel

49 Embolia Pulmonar de Natureza não Tromboembólica, 601

Marcelo Basso Gazzana | Marli Maria Knorst

50 Profilaxia de Tromboembolismo Venoso, 612

Ana Thereza Rocha

51 Hipertensão Pulmonar, 622 José Leonidas Alves Júnior | Carlos Viana Poyares Jardim | Rogério Souza

52 Distúrbios Respiratórios do Sono, 628 Ricardo Luiz de Menezes Duarte | Carlos Alberto de Assis Viegas | Flavio José Magalhães da Silveira

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53 Doenças Respiratórias Ocupacionais, 638

Ubiratan de Paula Santos | Mário Terra Filho

54 Reabilitação do Pneumopata Crônico | Guia Prático de Reabilitação Pulmonar, 686

José R. Jardim | Luciana Dias Chiavegato | Patricia Salerno de Almeida Picanço | Oliver Augusto Nascimento

55 Transplante Pulmonar, 697 Luis Gustavo Abdalla | Marcos Naoyuki Samano | Paulo Manuel Pêgo Fernandes

56 Poluição do Ar | Efeitos Pulmonares, 711

José Eduardo Delfini Cançado | Ana Luiza Panico | Ubiratan de Paula Santos

57 Primeiros Socorros em Pneumologia, 723 Christiano Perin

58 Dispositivos Inalatórios, 734 Ana Luisa Godoy Fernandes | Maria Marta Ferreira Amorim

59 Tabelas e Algoritmos, 746 Denise Rossato Silva | Vanessa Cristina Hartmann dos Santos

Índice Alfabético, 761

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45 Manifestações Pulmonares de

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Avaliação Invasiva do Mediastino Fernando Luiz Westphal

Introdução

O mediastino é uma região do organismo que contém importantes estruturas anatômicas. Portanto, consiste em sede de várias doenças inflamatórias, infecciosas ou neoplásicas que requerem diagnóstico preciso para o tratamento adequado. Os exames de bioimagem estão evoluindo exponencialmente com aparelhos que adquirem imagens cada vez mais detalhadas e são importantes no estudo das doenças do mediastino. No entanto, eles não conseguem concluir o diagnóstico definitivo, pela ausência da possibilidade de confirmar o diagnóstico histopatológico. Assim, é fundamental a obtenção de um espécime para confirmar o diagnóstico presumido e para traçar a estratégia terapêutica mais apropriada. Em algumas situações, o exame invasivo escolhido poderá servir para o diagnóstico e o estadiamento da doença, como no caso das neoplasias pulmonares. A divisão anatômica utilizada neste capítulo será a preconizada por Shields (2009)1 na qual divide o mediastino em três compartimentos – o anterior, o visceral e o sulco paravertebral, demonstrados na Figura 19.1. As estruturas contidas em cada compartimento estão discriminadas na Tabela 19.1. O objetivo deste capítulo é apresentar as principais técnicas disponíveis, tais como por acesso transcutâneo, endoscópico ou cirúrgico (Figura 19.2) para a obtenção de espécimes teciduais, visando ao diagnóstico histopatológico, e as respectivas indicações para a utilização de cada uma.

Biopsia transcutânea

Trata-se de um procedimento minimamente invasivo que possibilita a obtenção de material da lesão e é orientado pela tomografia computadorizada (TC) de tórax, pela ultrassonografia ou pela fluoroscopia. O método de imagem mais utilizado na atualidade é a TC, pois torna possível a escolha do melhor trajeto para a agulha até a lesão. A biopsia só se inicia após a confirmação da extremidade distal da agulha na lesão mediastinal. Assim, conseguem-se evitar áreas de vasos e regiões necróticas da lesão sob investigação diagnóstica.2 As vantagens deste método são a rapidez em que é executada, a tolerabilidade à dor, a realização em âmbito ambulatorial e o encaminhamento a rádio ou quimioterapia mais rápido, pois não há ferida operatória para retardar o início do tratamento.3 As biopsias transcutâneas podem ser por agulha fina ou lancetante. As contraindicações absolutas para a realização das biopsias transcutâneas são tosse incontrolável, suspeita de cisto hidático e lesões vasculares. As contraindicações relativas são diáteses hemorrágicas, hipertensão pulmonar, paciente não cooperativo e enfisema avançado.4

Biopsia por agulha fina A biopsia transcutântea por agulha fina (BTAF) costuma ser realizada sob anestesia local, podendo ser associada a uma sedação leve. Essa técnica pode ser utilizada para tumores localizados em todos os compartimentos, porém a indicação se faz normalmente para as lesões localizadas nos mediastinos anterior e médio.

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Compartimento anterior

Sulco paravertebral

Compartimento visceral

Figura 19.1 Divisão anatômica do mediastino. (Fonte: Shields, 2009.)1 Tabela 19.1 Órgãos contidos em cada compartimento. Compartimento anterior

Compartimento visceral

Sulco paravertebral

• Timo • Gordura mediastinal • Tecido conectivo • Tecido linfático • Vasos torácicos internos

• Pericárdio • Coração • Traqueia • Porção proximal dos brônquios • Grandes vasos da base • Tecido linfático • Nervos vago e frênico • Esôfago • Aorta descendente • Ducto torácico • Sistema venoso das ázigos

• Porção proximal das artérias e veias intercostais • Porção proximal do ramo anterior e comunicante dos nervos intercostais • Tecido conectivo • Tecido linfático

As desvantagens baseiam-se na pequena amostra obtida pela BTAF, que leva a pouca acurácia nas seguintes situações: classificação de um linfoma; diferenciação entre um timoma invasivo e um não invasivo; diferenciação entre timoma e linfoma;5 diagnóstico de doença de Castleman; e dificuldade em virtude do escasso material de realizar o estudo imuno-histoquímico.

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Capítulo 19 • Avaliação Invasiva do Mediastino 207

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208 Prática Pneumológica Doença mediastinal

Procedimentos cirúrgicos

Agulha fina lancetante

Mediastinoscopia Videotoracoscopia Mediastinostomia anterior

Procedimentos endoscópicos

Broncoscopia

Endoscopia

Aspiração por agulha fina

Ultrassonografia esofágica Agulha fina

Ultrassonografia broncoscópica Agulha fina

Figura 19.2 Avaliação invasiva do mediastino: métodos disponíveis.

Biopsia por agulha lancetante Neste tipo de biopsia, utiliza-se uma agulha mais calibrosa com um dispositivo interno que possibilita a secção de um pequeno fragmento da lesão biopsiada, o que aumenta significativamente o espectro diagnóstico. Assim, o espécime tecidual obtido será submetido à análise histológica e não somente à análise citológica, conforme ocorre nos casos da BTAF. A utilização de agulhas calibrosas em situações específicas está sendo cada vez mais difundida.6 A principal vantagem dessas agulhas calibrosas seria a maior acurácia diagnóstica, uma vez que o material obtido poderia ser submetido não só à análise citológica, como também à histológica, além da possibilidade de se realizar o estudo imuno-histoquímico do material obtido.5,7,8 A biopsia lancetante produz mais alto índice de amostras adequadas no diagnóstico de doenças mediastinais quando comparada com a biopsia por agulha fina (89,6% versus 75,5%), assim como maior índice de diagnóstico específico (81,3% versus 53,1%).9 As complicações decorrentes deste método podem ser pneumotórax, hemotórax, infecção, embolia aérea e implante de tecido neoplásico no trajeto da agulha. Algumas complicações mais raras são descritas, como hemomediastino, tamponamento cardíaco, reflexo vasovagal e enfisema mediastinal e subcutâneo.4,10

Procedimentos cirúrgicos

Mediastinostomia paraesternal anterior | Cirurgia de Chamberlain As indicações estão restritas aos casos de massas no mediastino anterior em posição retroesternal ou paraesternal e na avaliação de neoplasias pulmonares em lobos superiores com invasão do mediastino anterior.11 Este procedimento consiste em uma incisão de 4 cm, transversa, localizada na região anterior da parede torácica, no 2o ou 3o espaço intercostal direito ou esquerdo. Após a incisão cutânea, disseca-se o subcutâneo até alcançar o tecido muscular, que é seccionado com bisturi elétrico até alcançar a cartilagem costal. Neste ponto, pode ser necessário ressecar a cartilagem para melhor exposição do campo operatório ou realizar a biopsia pelo espaço intercostal. Após a secção do pericôndrio posterior, acessa-se o mediastino anterior e, assim, faz-se a biopsia de fragmentos da lesão em estudo. É possível realizar tal acesso sem a abertura da pleura mediastinal, mas deve-se ter cuidado com os vasos torácicos internos, que devem ser identificados. Outra tática que auxilia esta técnica é a utilização de um mediastinoscópio convencional por meio da incisão, o que possibilita uma incisão menor ser utilizada.

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Biopsia transcutânea

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As vantagens desta técnica são a obtenção de significativo material para a biopsia, com a sensibilidade de 63% e a especificidade de 100%.12,13 Nos casos de compressão traqueal, pode ser realizada com anestesia local e tem baixa morbidade. As desvantagens deste método são a invasividade, a necessidade de internação e a anestesia geral. A abertura da cavidade pleural pode acarretar a disseminação de células do tumor e o paciente necessita de internação. Na eventualidade de perfuração da pleura mediastinal, o ar da cavidade pleural pode ser retirado por um cateter em selo d’água e o pulmão expandido antes do término da cirurgia.

Mediastinoscopia cervical As indicações da mediastinoscopia estão mais direcionadas ao estadiamento do fator N (linfonodo) do câncer de pulmão, mas, em princípio, ela pode ser utilizada em todas as lesões localizadas em regiões paratraqueal, pré-traqueal e subcarinal, assim como em lesões no mediastino visceral localizadas superiormente. É possível realizar, com esse método, o diagnóstico de linfoma, sarcoidose e tuberculose e o tratamento definitivo de lipoma mediastinal, além, mais raramente, o de adenoma de paratireoide. Com relação ao câncer de pulmão, as cadeias linfonodais acessíveis pela mediastinoscopia são as paratraqueais altas e baixas (estações 2D, 2E, 4D e4E), a pré-traqueal anterior (estação 3) e a subcarinal anterior (estação 7). A introdução da videomediastinoscopia no arsenal diagnóstico possibilitou um avanço nesta técnica, com melhor visualização do campo, além de permitir o ensino para residentes e pós-graduandos. Isso porque este exame, sem estar acoplado ao vídeo, ou seja, a olho nu, só possibilita que apenas um examinador visualize o campo operatório por vez.14 Mais recentemente, técnicas de linfadenectomia por videomediastinoscopia têm sido propostas como mais um avanço nas técnicas minimamente invasivas.15,16 A introdução da tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) no arsenal diagnóstico do câncer de pulmão reduziu a indicação da mediastinoscopia, mas deve-se ter em mente que a PET-CT é um exame de bioimagem e, portanto, não há obtenção de espécime para análise histopatológica. Atualmente, a mediastinoscopia tem sido mais utilizada nos casos de diagnóstico e reestadiamento do paciente após a realização de quimioterapia neoadjuvante.17 É realizada por meio de uma incisão cervical transversa, localizada 1 cm superiormente ao esterno, semelhante à incisão de uma traqueostomia. A abertura segue os planos: pele, tecido celular subcutâneo, músculo platisma, músculo esternotireóideo, músculo omoióideo, istmo da tireoide e fáscia pré-traqueal. Nesse ponto, procede-se à abertura desta fáscia e alcança-se o plano em que o mediastinoscópio entrará no mediastino visceral. A dissecção romba é realizada inicialmente com o dedo indicador e, após, com o próprio mediastinoscópio, e depois a passagem pela artéria inominada, com a pinça de biopsia protegida por uma gaze. O mediastinoscópio segue até a bifurcação traqueal, alcançando a região subcarinal. A mediastinoscopia apresenta morbidade de 2% e mortalidade de 0,08%. A média da sensibilidade deste método é de 80% e de 10% de falso-negativos, com uma acurácia diagnóstica de cerca de 90%. Após a introdução da videomediastinoscopia, houve aumento na sensibilidade de 90% e diminuição de falso-negativos para 7%.13,14 As vantagens da mediastinoscopia são a obtenção de um bom espécime para diagnóstico e um aspecto estético razoável. As desvantagens são a necessidade de anestesia geral, a permanência no hospital e as complicações, como pneumotórax, hemorragia, perfuração esofágica e lesão do nervo laríngeo recorrente.

Videotoracoscopia No estudo dos tumores de mediastino, a videotoracoscopia provê uma excelente visualização de todo o mediastino em, praticamente, todos os compartimentos. A importância desta técnica está na possibilidade de avaliação de massas mediastinais localizadas em áreas de difícil acesso. Isso porque permite, com segurança, visualizar as estruturas neurovasculares do estreito torácico superior ou os vasos mediastinais.

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Nos casos de lesões pequenas, entre 4 e 5 cm de diâmetro, a biopsia é excisional, com retirada da lesão e encaminhamento para a análise histopatológica, tal como em cistos mediastinais, tumores tímicos encapsulados e tumores neurogênicos da goteira costovertebral. A videotoracoscopia pode ser utilizada no estudo do câncer de pulmão para a exploração das estações linfonodais não acessíveis pela mediastinoscopia, como a para-aórtica, a subaórtica, a paraesofágica, o ligamento pulmonar ou a região subcarinal posterior.18 Outra indicação é para o estudo do fator T (tumor), nos casos em que a avaliação dos achados radiológicos evidencia a existência de um tumor avançado que contraindicaria a ressecção pulmonar por comprometimento de estruturas irressecáveis. A frequência desta situação foi observada em cerca de 38% dos pacientes (29 a 50%) em uma série de pacientes.19 As vantagens da videotoracoscopia são um melhor acesso cirúrgico em quase todos os compartimentos do mediastino. O diagnóstico é confirmado na maioria das vezes, os resultados estéticos são excelentes e, além do mais, pode iniciar-se como um procedimento diagnóstico e terminar como um terapêutico. As desvantagens são: o procedimento é invasivo e requer anestesia geral, o paciente permanece internado por 1 a 3 dias e a dor torácica crônica pode acometer de 5 a 10% dos pacientes e é limitada a somente um lado do mediastino.

Procedimentos endoscópicos

Broncoscopia Broncoscopia deve sempre ser indicada na avaliação de doenças com efeito de massa que acometem o mediastino ou nos casos de avaliação do mediastino no estudo do carcinoma brônquico. A importância nos casos de grandes massas é a avaliação da perviedade da árvore traqueobrônquica e, desse modo, nos casos de diminuição do lúmen traqueal ou brônquico, indicar precocemente uma órtese. Tal método visualiza a árvore respiratória e pode ser utilizado tanto para fins diagnósticos quanto terapêuticos. O trajeto intratorácico da via respiratória pode ser avaliado quanto à existência de invasão direta pelo tumor20 (Figuras 19.3 a 19.5) ou de compressão extrínseca. Por meio da broncoscopia, podem ser acessadas lesões ou gânglios mediastinais, quando este procedimento for acoplado a uma sonda de ultrassonografia e a dispositivos que possibilitem a obtenção de espécimes teciduais, conforme descrito a seguir.

Figura 19.3 Radiografia de tórax demonstrando alargamento mediastinal, em topografia paratraqueal direita.

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Figura 19.4 Achado broncofibroscópico demonstrando lesão endotraqueal (1 e 2) e após a ressecção endoscópica (3 e 4).

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Figura 19.5 Tomografia computadorizada de tórax demonstrando processo expansivo sólido de contornos laterais lisos, medindo 3,9 × 3,5 cm de diâmetro transverso, paratraqueal direito, com extensão intraluminal.

Aspiração transbrônquica endoscópica por agulha As biopsias de gânglios mediastinais infracarinais e tumores paratraqueais podem ser realizadas como descrito por Wang et al. (1978),21 em que uma agulha realiza a punção transbrônquica ou traqueal e faz o aspirado do linfonodo ou da massa mediastinal. A taxa de obtenção do espécime é de 89 a 90%. A análise de vários trabalhos, que incluíram um número expressivo de 1.339 casos, avaliou os resultados obtidos por este método e demonstrou sensibilidade de 78% e especificidade de 99%, com um valor preditivo negativo de 28%.13,22 As estações linfonodais alcançáveis são a infracarinal (7) e as pré- e paratraqueais (3 e 4), sendo que nestas há certa complicação decorrente da dificuldade de angulação da agulha. Outro aspecto importante dessa técnica é a necessidade da existência de gânglios aumentados para sua indicação, e o resultado negativo não descarta o envolvimento mediastinal. Apesar da inovação tecnológica dos broncoscópios acoplados ao aparelho de ultrassonografia, o valor da aspiração transbrônquica endoscópica por agulha (ATEA) foi demonstrado em uma recente revisão sistemática, na qual se evidenciou que tal técnica tem um alto índice de eficácia de 62% para o diagnóstico de sarcoidose.23

Ultrassonografia endobrônquica e aspiração por agulha A broncoscopia pode ser associada à utilização de uma sonda de ultrassonografia, que possibilita a visualização das estruturas mediastinais paratraqueais, sobretudo as cadeias linfonodais mediastinais, sendo atualmente um importante método de avaliação de doenças que acometem o mediastino e incluído no rastreamento de metástase linfonodal do carcinoma brônquico. Esta é uma técnica relativamente nova, pouco invasiva e mais econômica, pois possibilita a investigação sem a necessidade de internação hospitalar. É possível o acesso às estações linfonodais altas (estações 2 esquerda e direita), paratraqueais (estações 4 esquerda e direita), infracarinais (estação 7), hilares (estação 10) e intrapulmonares (estações 11 e 12).24 A sensibilidade de tal método foi de 90% e a especificidade de 100%, e o sucesso na obtenção de espécime tecidual para análise foi também de 100%. Tais dados foram verificados em metanálise realizada com oito trabalhos em um total de 918 pacientes.25 Alguns serviços de cirurgia torácica utilizam a ultrassonografia endobrônquica e aspiração por agulha (UEAA) como um método complementar à broncoscopia ou à biopsia por agulha fina guiada pela TC de tórax, quando estes exames forem inconclusivos para definir o diagnóstico.26 Entretanto, encontra-se na literatura um número crescente de publicações sobre a UEAA, com ampliação de suas indicações, inclusive o diagnóstico de lesões mediastinais.27

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212 Prática Pneumológica Atualmente, com a utilização de uma sonda convexa houve uma ampliação nas indicações para a UEAA, tais como diagnóstico de embolia pulmonar e diferenciação entre possível linfonodo benigno e maligno. Terapeuticamente, pode ser utilizada para drenagem de cistos e injeção de fármacos.28 Este método possibilita a obtenção de aspirado dos linfonodos por agulha fina, por acesso transesofágico das estações (2) esquerda, (4) esquerda, ligamento pulmonar inferior (9), paraesofágico (8) e subcarinal (7), fator importante no estadiamento do carcinoma brônquico ou de doenças que acometam os linfonodos. Além disso, torna possível a biopsia de massas mediastinais situadas no mediastino médio.24 Pode ser utilizado para biopsia de fígado e da suprarrenal esquerda. Este método tem valor diagnóstico, quando consegue estabelecer um diagnóstico, mas quando este é negativo não exclui a doença. A sensibilidade encontrada em uma recente metanálise publicada foi de 84%, e a especificidade, de 99,5%. Entretanto, o limite desta técnica encontra-se no acesso às cadeias linfonodais mediastinais anteriores e deve ser um método complementar às técnicas de mediastinoscopia, ou mesmo associado à ultrassonografia transbrônquica, para ampliar o alcance das estações mediastinais. Assim, alcança-se nesta associação uma sensibilidade de 97%, com uma taxa de falso-negativo de 2%.29,30 As vantagens da ultrassonografia endoscópica do esôfago com aspiração por agulha (USE-AA) são a possibilidade de realizar o exame em âmbito ambulatorial, com diminuição expressiva do custo, e a de utilizar-se a anestesia tópica com sedação.31

Considerações finais

O mediastino apresenta uma grande diversidade de doenças que determinam sintomas e sinais clínicos, geralmente acompanhados por alterações de bioimagem, detectadas à radiografia simples de tórax ou em exames mais sofisticados, como a captação de radiomarcador, conforme encontrado em PET-Scan. Entretanto, devemos sempre ter em mente a necessidade da comprovação cito ou histopatológica da alteração encontrada. Os novos métodos disponíveis, tais como ultrassonografia endoscópica ou broncoscópica, são exclusividade dos grandes centros e devem ser úteis em um futuro próximo. No entanto, devemos lembrar que, em grande parte do nosso país, os médicos dispõem das técnicas de mediastinoscopia, biopsias transcutâneas e videotoracoscopia que, quando bem indicadas, conseguem realizar a maioria dos diagnósticos das doenças que acometem o mediastino.

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Ultrassonografia endoscópica do esôfago com aspiração por agulha

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Sumário 31 Asma no Adulto, 346

1 Tosse, 1

32 Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 361

2 Dispneia, 12

33 Oxigenoterapia e Ventilação Não Invasiva Domiciliar, 380

3 Dor Torácica, 22 4 Hemoptise, 34

34 Ventilação Mecânica Domiciliar, 388

5 Semiologia do Aparelho Respiratório, 43

35 Tabagismo, 399

6 Radiografia Simples do Tórax, 54

36 Programas de Cessação do Tabagismo, 416

7 Tomografia Computadorizada do Tórax, 77

37 Insuficiência Respiratória Aguda, 434

8 Ultrassonografia, 108

38 Ventilação Mecânica Invasiva e Não Invasiva, 440 39 Pneumotórax e Pneumomediastino, 461 40 Síndrome do Derrame Pleural, 471 41 Câncer de Pulmão, 480 42 Tumores de Mediastino, 493 43 Pneumopatias Induzidas por Fármacos, 500 44 Doenças Pulmonares Parenquimatosas Difusas, 512 45 Manifestações Pulmonares de Doenças Primárias de Outros Sistemas, 532 46 Vasculites Pulmonares e Hemorragia Alveolar, 546

9 Medicina Nuclear em Pneumologia, 116

Prática, didática e abrangente, esta obra representa uma excelente ferramenta para orientar e apoiar as necessidades do dia a dia na prática clínica do pneumologista e do clínico. Aprimorada, esta 2ª edição de Prática Pneumológica apresenta texto minuciosamente revisado, ilustrações e algoritmos redesenhados, bem como novos capítulos e imagens que abordam e ilustram temas de grande relevância na área. Os organizadores e colaboradores, altamente gabaritados, realizaram atualizações consistentes, com base nas mais recentes pesquisas, que proporcionam ao leitor um conteúdo com novos conceitos, métodos e avanços terapêuticos.

10 Avaliação de Circulação Pulmonar | Ecocardiograma, 129 11 Avaliação da Circulação Pulmonar | Cateterismo Cardíaco Direito, 135 12 Provas de Função Respiratória, 145 13 Espirometria em Crianças, 155 14 Gasometria Arterial e Equilíbrio Acidobásico, 164 15 Exame de Escarro, 174 16 Investigação de Alergia em Pacientes com Doenças das Vias Respiratórias, 183

Tópicos importantes

17 Endoscopia Respiratória, 189

48 Tromboembolia Pulmonar, 580

• Exame clínico, avaliação de sintomas respiratórios e primeiros socorros em pneumologia

18 Avaliação Invasiva da Pleura, 202

49 Embolia Pulmonar de Natureza não Tromboembólica, 601

• Enfoque de doenças pulmonares e outros distúrbios respiratórios

20 Avaliação e Manejo do Risco Pré-operatório, 214

47 Eosinofilias Pulmonares, 563

50 Profilaxia de Tromboembolismo Venoso, 612

• Principais recursos diagnósticos em pneumologia

51 Hipertensão Pulmonar, 622

• Prevenção, reabilitação e promoção da saúde

52 Distúrbios Respiratórios do Sono, 628

• Registro individualizado da Classificação Internacional de Doenças 10ª edição.

53 Doenças Respiratórias Ocupacionais, 638 54 Reabilitação do Pneumopata Crônico | Guia Prático de Reabilitação Pulmonar, 686 55 Transplante Pulmonar, 697 56 Poluição do Ar | Efeitos Pulmonares, 711 57 Primeiros Socorros em Pneumologia, 723 58 Dispositivos Inalatórios, 734

19 Avaliação Invasiva do Mediastino, 206

21 Infecção das Vias Respiratórias Superiores, 232 22 Pneumonia Adquirida na Comunidade, 237 23 Pneumonia Adquirida no Hospital, 248 24 Abscesso de Pulmão, 262 25 Bronquiectasias, 269 26 Fibrose Cística, 282 27 Tuberculose, 293 28 Micoses Pulmonares | Paracoccidioidomicose e Histoplasmose Capsulata, 311

59 Tabelas e Algoritmos, 746

29 Infecções Pulmonares em Pacientes Infectados pelo HIV, 324

Índice Alfabético, 761

30 Asma na Criança e no Adolescente, 333

SBPT I Prática Pneumológica  

Prática, didática e abrangente, esta obra representa uma excelente ferramenta para orientar e apoiar as necessidades do dia a dia na prática...

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