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Copyright Copyright © 2011 by Editora Guanabara Koogan Ltda. Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro — RJ — CEP 20040-040 Tel.: (21) 3543-0770 editorial.saude@grupogen.com.br Publicado pela Editora Guanabara Koogan Ltda. Reservados todos os direitos.

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Sumário Introdução, 4 O padrão fundamental, 4 Instalação da LaudaGEN2009.dot, 4 Para instalar o arquivo LaudaGEN2009.dot, 5

Como digitar seus originais, 7 Abertura do arquivo LaudaGEN, 7 Títulos de partes, seções, capítulos e autores, 7

Instruções gerais, 8 Hierarquia dos subtítulos, 8 Formatações, 8 Legendas das ilustrações, 8 Quadros (tabelas), 9 Desenhos, 9 Dísticos de ilustrações, 9 Fotografias, 10 Bibliografia | Referências bibliográficas, 11 Bibliografia , 11 Referências bibliográficas, 11

Generalidades: SIM / NÃO , 12 O processo de produção: o que ocorre com seus originais, 13 Outras etapas: índice alfabético, capa, caderno zero, 14

Para saber mais: leitura recomendada, 15 Apêndice 1 Hierarquia de subtítulos, 16 Apêndice 2 Conjuntos de botões e teclas disponíveis no modelo LaudaGEN, 17 Apêndice 3 Símbolos disponíveis na LaudaGEN, 18 Apêndice 4 Formato adquirido pela LaudaGEN, 19 Apêndice 5 Formato adquirido pelo livro após sua paginação, 20 Apêndice 6 Nomes de arquivos, 21 Apêndice 7 Sinais de revisão tipográfica, 22

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Introdução As instruções apresentadas neste manual têm um único objetivo: Produzir o seu livro da melhor e mais rápida maneira, com os mais baixos custos.

O manual não é uma prisão burocrática, mas um instrumento organizacional que evita dores e contratempos, além de dar origem a livros melhores. A palavra-chave é qualidade. Vale ressaltar uma regra de ouro da publicação de livros: Originais entregues em acordo com as especificações da editora resultam em livros com menos erros, publicados mais rapidamente e com menor custo.

Outro aspecto que deve ser destacado é o de que a Guanabara Koogan promove tantas revisões quantas forem necessárias para que as obras sejam publicadas em um padrão de qualidade que pode ser considerado similar aos melhores do mundo. Além disso, esta editora proporciona aos autores a oportunidade de lerem os originais e as provas de seus livros tantas vezes quantas desejarem. Por julgar que esse procedimento é suficiente para que os livros sejam publicados sem erros graves, a Guanabara Koogan não imprime erratas. Não hesite em telefonar ou enviar e-mail para seu editor sempre que precisar de ajuda ou informação adicional. Esta recomendação é especialmente importante quando se trata de algo que pode acarretar erros recorrentes ou de difícil resolução. Nosso papel nesta parceria que se inicia não é apenas o de vender seu livro; queremos que ele seja bem elaborado, não apenas sob o ângulo do conteúdo – isso você garante –, mas também quanto aos aspectos gráficos e editoriais, de modo a satisfazer plenamente os seus anseios e os do mercado. Sabemos que erros em livros são inevitáveis, mas, com sua ajuda, podemos reduzi-los a um nível mínimo, absolutamente aceitável. Neste manual vamos usar os termos autor e autores para nos referirmos aos autores das obras, os principais detentores de direitos sobre elas.

O padrão fundamental A Guanabara Koogan fornece a seus autores um arquivo denominado LaudaGEN2009.dot, que constitui o que o Word chama de modelo (ou template), uma estrutura que conta com todos os elementos necessários a determinado fim. O Word provê modelos para cartas, fax e folhetos; a LaudaGEN, por sua vez, proporciona um padrão – como se fosse uma unidade de medida –, que norteia todas as etapas de produção. Ela apresenta, dentre outras especificações, as definições padronizadas de margens, corpo e fonte de texto, entrelinhas, bem como uma série de ferramentas embutidas: por exemplo, o programa depura o texto, eliminando ocorrências de espaços duplos, linhas em branco e espaços antes de pontuação, além de fazer outros ajustes tipográficos e ortográficos.

Instalação da LaudaGEN2009.dot Caso você receba o arquivo LaudaGEN2009.dot por e-mail ou de outra maneira qualquer (CD, DVD, pen drive), salve-o em seu computador, em uma pasta de sua escolha.

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Para instalar o arquivo LaudaGEN2009.dot 1) 2) 3) 4)

Localize o arquivo LaudaGEN2009.dot na pasta em que o salvou Clique com o botão direito do mouse para selecioná-lo Escolha a alternativa “Copiar” Siga os procedimentos relativos à versão do Word que está instalada em seu computador (veja abaixo): 4a) No Word 97/98/2000 ■■ No menu do Word, escolha os itens Arquivo | Novo ■■ clique com o botão direito dentro da janela que se abre ■■ escolha a alternativa “Colar”

4b) No Word 2002/2003/XP ■■ ■■ ■■ ■■

No menu do Word, escolha os itens Arquivo | Novo na barra lateral que se abrirá à direita selecione a opção “No meu computador...” clique com o botão direito dentro da janela que se abre escolha a alternativa “Colar”

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4c) No Word 2007/2010 ■■ ■■ ■■ ■■

No botão “Office” do Word escolha o item Novo na janela que se abrirá selecione “Meus modelos...” clique com o botão direito dentro da nova janela que se abre escolha a alternativa “Colar”

Caso tenha alguma dificuldade em executar essa tarefa, telefone ou envie e-mail para seu editor.

Advertência O modelo LaudaGEN2009.dot foi desenvolvido pela Guanabara Koogan para seu uso exclusivo, é propriedade intelectual desta e não pode ser usado para a preparação de textos para outras editoras.

Advertimos também que nosso sistema insere nos originais codificações que provocam erros caso não seja feita a complementação do processo por ações executadas pela editora após a entrega dos originais pelos autores. Além disso, como proteção, o arquivo LaudaGEN2009.dot tem prazo de funcionamento pre­ determinado, deixando de funcionar após certa data.

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Como digitar seus originais Abertura do arquivo LaudaGEN A partir da instalação, o modelo poderá ser carregado no menu Arquivo | Novo. Dê um duplo clique no ícone da LaudaGEN2009.dot, e o modelo abrirá um documento em branco. Este documento deve ser salvo e nomeado segundo as especificações do Apêndice 6, p. 21. Exemplos: ADOL-05-2 é a segunda versão do capítulo 5 do livro de Adolescência. NEON-02-1 é a primeira versão do capítulo 2 do livro de Perinatologia. GEPE-10-3 é a terceira versão do capítulo 10 do livro de Gastroenterologia Pediátrica.

Títulos de partes, seções, capítulos e autores Caso a obra tenha divisões em partes (ou seções) você deve acionar, em conjunto, a tecla ALT e a tecla P, procedimento que fará aparecer na tela o código <TITPAR>Parte ou <TITSEC>Seção (que significam, para todas as etapas de fabricação do livro, que existe uma divisão de parte — ou de seção). Você deve digitar, então, o número (arábico; não use romano) da parte e do título da parte (ou seção, conforme o caso): <TITPAR>Parte 1 Sistema Cardiovascular

Em seguida, tecle Enter (apenas uma vez). As aberturas de capítulos são marcadas de maneira similar, porém com o emprego do conjunto de teclas ALT e N (antes de digitar o número do capítulo) e ALT e C (antes do nome do capítulo). Exemplo de resultado: <NUMCAP>1 <TITCAP>Doenças do Coração

Em seguida a cada um, tecle Enter (apenas uma vez). Os nomes dos autores também devem ser codificados. Para tal, acione o conjunto de teclas Alt e A e digite os nomes dos autores separados por vírgulas (entre o penúltimo autor e o último, use e em vez de vírgula). Exemplo: <AUT>Francisco Carneiro, Marisa Albuquerque e Jorge Martins

Inicie a digitação do texto. Quando houver um subtítulo a ser digitado, aplique os critérios relativos a ele. Por exemplo, ao digitar um subtítulo de primeira importância hierárquica (veja explicação mais detalhada no item Hierarquia dos subtítulos, adiante), digite ALT e 1; para os de segunda, ALT e 2 — e assim por diante.

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À medida que você digitar os títulos e subtítulos, o texto e demais componentes do capítulo, seu original tomará o aspecto mostrado no exemplo do Apêndice 4, p. 19. Relacionamos no Apêndice 2 (p. 17) os conjuntos de botões e teclas disponíveis no modelo LaudaGEN2009.dot, tanto os destinados a formatar títulos e subtítulos quanto aqueles que servem para outras funções. Talvez não seja necessário aplicar todos eles em seu livro, pois não são todas as obras que têm subtítulos de todas as hierarquias ou demais formatações. Apesar de as informações necessárias para a boa elaboração de seus originais estarem todas nesse manual, há uma recomendação importante a reiterar: Se tiver alguma dúvida relativa às informações e aos procedimentos deste manual, telefone ou envie e-mail para seu editor. Dar suporte aos autores para que os originais sejam entregues da maneira correta é uma das principais atribuições dele.

Instruções gerais Não custa repetir a regra de ouro da publicação de livros: Originais entregues em acordo com as especificações da editora resultam em livros com menos erros, publicados mais rapidamente e com menor custo.

Hierarquia dos subtítulos Um dos pontos cruciais para a boa elaboração de um livro é determinar corretamente a hierarquia dos subtítulos – e apenas os autores podem fazê-lo corretamente. Ao digitar um subtítulo de primeira importância, pressione, em conjunto, as teclas ALT e 1; aparecerá a instrução <TIT1>. Digite o subtítulo imediatamente depois, sem nenhum espaço. Faça o mesmo com os subtítulos de segunda importância, de terceira etc. Veja exemplo no Apêndice 1, p. 16. Os códigos referentes às hierarquias dos subtítulos somente devem ser utilizados para os que não fazem parte de um parágrafo. Veja, adiante, as observações referentes à formatação em itálico (grifo) e negrito.

Formatações Não formate com negrito ou itálico (grifo) os títulos, subtítulos, nomes de autores ou qualquer item codificado pelo uso do conjunto de teclas. Você deve aplicar essa formatação apenas quando os subtítulos fizerem parte do parágrafo. Por exemplo: Hérnia diafragmática. Uma das condições encontradas nos casos descritos, a hérnia diafragmática (...).

No caso, você deve marcar “Hérnia diafragmática” com negrito e “nos casos descritos”, com itálico.

Legendas das ilustrações As legendas das ilustrações devem ser digitadas, na lauda, no local aproximado ao que corresponde ao ponto de entrada delas no livro original. Não interrompa o parágrafo para fazer a inserção da legenda; insira-a depois de terminá-lo. Não salte linhas nem coloque a indicação “Entra Figura 25.10” ou algo similar. 8


Quadros (tabelas) Sob o aspecto da formatação de colunas, as tabelas (que, para efeito de padronização, a editora chama de quadros) devem ser digitadas na forma básica como entrarão no livro. Os quadros devem ser digitados no local em que deverão estar no livro impresso, e não à parte do texto.

Desenhos Os autores devem fornecer à editora uma ou mais amostras de uma ilustração que desejem publicar, para que elas possam servir de orientação ao desenhista que criará a figura.

Dísticos de ilustrações Dísticos são as palavras que se localizam dentro da figura – seja um desenho ou uma fotografia ­– e descrevem partes delas. Veja, como exemplo, a figura abaixo, que reproduz como o rascunho de um desenho deve ser entregue à editora.

Se forem imagens digitais, os desenhos devem ser colocados nas laudas finais dos respectivos capítulos. Se forem entregues impressos, as folhas dos desenhos devem estar identificadas com os números das figuras e reunidas em um envelope identificado com o nome da obra (autor) e do capítulo a que se referem. Os dísticos das ilustrações são os últimos itens a ser digitados em um capítulo, após a bibliografia. Cada dístico deve ser precedido de um número, o qual indicará na ilustração a que parte ele se refere. Você deve digitar o título “Dísticos das ilustrações” e, abaixo dele, os números das figuras e os respectivos dísticos. Veja: Dísticos das ilustrações Figura 5.1 1. Pleura parietal 2. Pulmão 3. Coração 4. Cavidade pleural 5. Pleura visceral Figura 5.2 1. Local da drenagem 2. Dreno de Penrose

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Digite tantos dísticos quantos houver, sempre um abaixo do outro, para tantas figuras quantas existirem no capítulo. Repare que os números são os mesmos assinalados na ilustração. Eles servem para referenciar onde se deve compor cada palavra. No caso de ilustrações finais – originais únicos –, para não estragá-las, você pode fotocopiá-las e escrever nas cópias. Veja abaixo o formato final que a ilustração tomará depois de processada pela editora.

Fotografias Quando digitais, as fotografias devem ser entregues à editora em arquivos de formato jpg ou tif. Cada fotografia deve ser um arquivo separado, independente, cujo nome deve ser constituído da seguinte maneira: Autor-01-Fig-01.jpg

Ou seja, em acordo com a orientação para nomes de capítulos, acrescentando o complemento que identifica a fotografia. Exemplo: Freitas-01-Fig-01.jpg

Caso a fotografia fornecida seja em cores, os autores devem indicar se é indispensável que elas sejam publicadas desse modo. Se não houver indicação, a editora entenderá que elas devem ser publicadas em preto e branco. Radiografias, slides ou fotografias em papel devem ser entregues à editora com indicação precisa quanto a seu número e o capítulo a que pertencem.

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Importante! ■■ Fotografias digitais não devem ser entregues coladas em arquivos de Word ou PowerPoint, mas, reiterando, em arquivos jpg ou tif, independentes. ■■ As fotografias digitais devem ser fornecidas em alta resolução. Fotos retiradas da internet não são apropriadas para impressão, por apresentarem baixa resolução. ■■ É necessário obter autorização formal, escrita, dos detentores dos direitos para reproduzir, em livro, material de terceiros (desenhos, tabelas, textos e fotos), sejam ou não retirados da internet. Essa tarefa cabe aos autores. ■■ Caso haja fotos de pessoas identificáveis, estas deverão fornecer autorização escrita para publicação (consulte seu editor a respeito do documento a ser preenchido). A tarefa de providenciar esse documento cabe aos autores. ■■ Por princípio, e por respeito ao direito autoral, a Guanabara Koogan não publicará o livro enquanto não receber os documentos de autorização.

Bibliografia | Referências bibliográficas A editora não determina uma norma bibliográfica específica a ser seguida (ABNT, Vancouver ou qualquer outra); contudo, é necessário que o autor escolha um padrão que, uma vez definido, seja adotado em toda a obra.

Bibliografia O título Bibliografia é usado quando não há, no texto do capítulo, indicação às publicações utilizadas para consulta; as publicações, neste caso, devem ser ordenadas em ordem alfabética.

Referências bibliográficas O título Referências bibliográficas é usado quando, no texto do capítulo, há referência direta às publicações utilizadas; neste caso, números sobrescritos deverão ser inseridos no texto – no trecho ou no termo referente à publicação de consulta. Quando esta for a situação escolhida, as referências devem ser numeradas e ordenadas de acordo com a indicação no texto. Exemplos de referências para livro e periódico segundo a ABNT: SILVA, Jefferson. Princípios de biologia. 19. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2011. Castro, F. Farmacologia Clínica. Ciência Farmacológica, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997. 

Exemplos de referências para livro e periódico segundo as normas de Vancouver: Eyre HJ, Lange DP, Morris LB. Informed decisions: the complete book of cancer diagnosis, treatment, and recovery. 2nd ed. Atlanta: American Cancer Society; 2002. Petitti DB, Crooks VC, Buckwalter JG, Chiu V. Blood pressure levels before dementia. Arch Neurol. 2005 Jan;62(1):112-6.

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Generalidades: SIM / NÃO ■■

Coloque ponto final após os subtítulos que fazem parte de parágrafos: Tratamento. Como primeira escolha deve (...).

■■

Em títulos de partes, de seções e de capítulos, cada palavra se inicia com letra maiúscula (exceto aquelas, como as preposições, que não justificam maiúscula)

■■

Em subtítulos e nas cabeças de quadros, use maiúsculas apenas na primeira palavra e em nomes próprios; por exemplo:

Quadro 23.1 Terapêutica antibiótica para sepse e meningite.

E não: Quadro 23.1 Terapêutica Antibiótica Para Sepse e Meningite.

■ ■

■■

■ ■

■ ■

Utilize o mesmo critério nos dísticos, nas legendas de figuras e nos subtítulos

■■

Utilize letras maiúsculas iniciais apenas em nomes próprios. Substantivos devem ser es­ critos em minúsculas. Cargos (professor, diretor etc.) e substâncias (ifosfamida, ibuprofano etc.), por exemplo, não devem ser escritos com a primeira letra maiúscula

■■

Depois de dois pontos, letra minúscula:

■ ■

■■

■ 12

São reconhecidos três subtipos histológicos: típico, sólido e misto

E não: São reconhecidos três subtipos histológicos: Típico, sólido e misto

■■

Siglas e abreviaturas, no plural, não devem ser seguidas de “s”. Exemplo: “As NR (normas regulamentadoras)...”, e não “As NRs (normas regulamentadoras)...”. Muito menos, NR’s (o apóstrofo, colocado dessa maneira, tem origem inglesa e significa possessão: das NR)

■■

No ser humano, e não no homem (a não ser, claro, quando for referência específica ao sexo masculino)

■■

Quando mencionar medicamentos, não use os seus nomes comerciais. Refira-se apenas às substâncias que os compõem

■■

Coletar, e não colher (no caso de amostras, sangue etc.)

■■

Uso abusivo de fármacos (ou de drogas ilícitas ou de substâncias psicoativas), e não abuso de fármacos (ou abuso de drogas)

■■

Confira as chamadas e remissões dentro do texto: verifique se as referências feitas a partes, seções, capítulos e subtítulos correspondem a como esses itens estão grafados nos locais nos quais eles aparecem

■■

Atingir: só quando o sentido for de “pôr-se em contato com” ou de impacto; se a ideia é a de

■■

Através: se o sentido não for o de atravessar, trocar por pelo(a), por intermédio de etc. Por

alcançar (um objetivo, por exemplo), use alcançar

exemplo: A luz passa através do vidro. O aluno aprende por intermédio do professor (e não através do professor)


■■

Droga:

■■

Forma: se o texto se refere ao aspecto externo de algo, permanece; se não for, na medida do possível, o termo deve ser substituído por modo, maneira, tipo

■■

Gerar: se o sentido for o de procriar ou reproduzir, permanece; senão, mude para provocar, causar, dar início a etc.

■■

Onde: só se aplica se relacionado a um lugar, com sentido geográfico; caso contrário, empregue no qual, pelo qual

■■

Permitir: só no sentido de autorização, consentimento, licença. Se a ideia for a de tornar

■■

Possuir: empregue esse verbo apenas quando o sentido for de posse; caso contrário, use ter

■■

Quantidade: utilize o substantivo quantidade, e não número, para casos como o seguinte:

use apenas para se referir a substância ilícita; nas demais situações, quando o significado for o de medicamento, empregue medicamento, fármaco, agente, substância

possível, trocar por esse termo ou por possibilitar

(principalmente se o sujeito for um ser inanimado): “O hospital possui 20 leitos / O hospital tem 20 leitos / O hospital dispõe de...”) “A quantidade de microrganismos (...)”, e não “O número de microrganismos (...)”.

O processo de produção: o que ocorre com seus originais Relacionamos, a seguir, em linhas gerais, as etapas do processo normal de produção. Assim, você saberá o que irá acontecer com seu livro depois da entrega dos originais. Não falaremos sobre prazos, pois cada obra tem seu tempo, o qual depende da dimensão do livro, de sua diversidade e complexidade. Fique certo, todavia, de que somos os maiores interessados em produzir os livros o mais rapidamente possível. Afinal, livro não publicado significa livro não vendido.

1) Primeira avaliação crítica dos originais. É feita internamente, na editora, para verificar se o

material entregue pelos autores está em acordo com o que foi descrito neste manual. Caso tudo esteja correto, o material segue para a etapa 2; caso contrário, é devolvido aos autores, para os ajustes indispensáveis. Portanto, procure seguir as orientações deste manual.

2) Preparação de originais.

O material é submetido na editora a um processo eletrô­nico  de depuração que substitui termos errados ou que não são de nossa preferência por aqueles corretos ou de nossa preferência. O processo auto­mático   também padroniza nomes de medicamentos segundo as Denominações  Comuns Brasileiras, divulgadas pela Anvisa (www.anvisa.gov.br/hotsite/farmacopeia/index.htm). Por fim, o texto é também corrigido segundo as regras do Acordo ortográfico adotado em 2009. O objetivo, além do rigor do conteúdo, é padronizar a terminologia utilizada no livro. Após o processamento do material é utilizado o revisor ortográfico do dicionário Aurélio para depurar ainda melhor o texto. O material que segue para a etapa 3 conterá praticamente apenas aqueles erros gramaticais que são impossíveis de serem detectados pelos processos automatizados que o software consegue realizar.

3) Copidesque. Consiste em uma revisão gramatical, de estilo, com ajustes finos, realizada sobre

provas impressas ou em computador, na tela. O tipo de revisão, tela ou papel, depende do revisor que esteja disponível. Esse trabalho é efetuado por profissionais muito experientes em revisão de livros da área da saúde.

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4) Primeira devolução aos autores. Após o copidesque, o material é integralmente devolvido aos

autores do livro, para que aprovem ou não as correções efetuadas e sanem eventuais dúvidas. Se as dúvidas não tiverem sido resolvidas, o material é integralmente devolvido aos autores, para solução do que faltou – o que atrasa o lançamento.

5) Segunda avaliação crítica de originais. Feita na editora, para avaliar o trabalho dos profissionais envolvidos na preparação de originais e no copidesque, bem como para verificar se as dúvidas foram sanadas pelos autores. Após essa avaliação, os originais se tornam “sagrados”, intocáveis, não podendo mais ser modificados – a não ser em casos de erros.

6) Composição.

Os originais são entregues a digitadores que inserem no texto as emendas pedidas pelo copidesque e pelos autores.

7) Emendas e paginação. A empresa de composição dá ao livro seu formato final. Veja um fac‑símile de página pronta no Apêndice 5, p. 20.

8) Revisão tipográfica. Feita por um profissional experiente, o qual avalia se as emendas foram

feitas de maneira correta pela empresa de composição. Além disso, o revisor verifica se os quadros e as ilustrações (e seus respectivos dísticos) foram colocados nos locais certos.

9) Segunda devolução aos autores. As provas de páginas são remetidas aos autores, em papel,

para que estes tenham a oportunidade de avaliar o livro em seu conjunto, verificando posicionamento de figuras, dísticos e quadros. Alterações inseridas nessa etapa causam problemas difíceis de resolver, encarecem tremendamente os custos e retardam a publicação dos livros. Por essa razão, a editora somente aceita modificações em casos extremos, realmente indispensáveis. As marcações de revisões tipográficas são feitas por intermédio de sinais próprios, particulares dessa atividade. O Apêndice 7, p. 22, apresenta uma lista desses sinais. Consulte-a em caso de dúvidas, para familiarizar-se com o significado dos símbolos.

10) Terceira avaliação crítica de originais. Feita na editora, para verificar se as emendas pedidas pelo revisor tipográfico procedem e se houve alterações feitas pelos autores.

11) Emendas finais. A empresa de editoração faz as correções finais e envia uma prova limpa à editora.

12) Quarta avaliação crítica de originais. A editora avalia o trabalho de inserção de emendas feito na etapa anterior.

13) Impressão e acabamento. Antes de imprimir o livro, a gráfica fornece provas heliográficas à

editora, que avalia o trabalho de montagem e assina as provas, autorizando a impressão. A impressão e a encadernação requerem cerca de um mês para serem executadas com bom padrão de qualidade.

Outras etapas: índice alfabético, capa, caderno zero Enquanto as fases finais descritas anteriormente estão em andamento, a editora, paralelamente, providencia a confecção do índice alfabético (quando a obra justifica a existência de um), a ficha catalográfica, a criação da capa (provida pela editora e submetida aos autores) e o material de divulgação.

Caderno zero. Este é o nome que se dá ao conjunto das páginas iniciais de um livro. Ele reúne o frontispício (composto por título, nomes dos autores, número da edição e logomarca da editora), a página de copyright, o sumário, o prefácio, os agradecimentos e dedicatórias e a relação de colaboradores. Cabe aos autores providenciar estes quatro últimos tópicos e entregá14


los à editora tão logo seja possível. Agradecimentos e dedicatórias são dispensáveis, mas o prefácio é fundamental, especialmente para conter explicações quanto a critérios e preferências adotadas, especialmente quando há correntes de pensamento distintas ou conflitantes.

Importante! A lista de colaboradores deve conter, além dos títulos universitários, o CPF, o e-mail e o endereço completo destes. Somente com essas informações a editora poderá enviar os exemplares dos colaboradores. Ressaltamos, também, que a Guanabara Koogan só publicará os livros quando tiver recebido todos os contratos assinados por todos os autores e colaboradores.

Para saber mais: leitura recomendada Caso você queira aprofundar-se na preparação de originais ou apenas ter em mãos fontes de consulta úteis, sugerimos os seguintes títulos. FOLHA DE SÃO PAULO. Manual da Redação, São Paulo, 2010. Uma preciosa fonte de consulta sobre normas de estilo, erros mais frequentes, grafia de palavras e convenções gráficas. É o melhor e mais completo dos manuais elaborados por órgãos da imprensa. PINTO, Ildete Oliveira. O livro: manual de preparação e revisão. São Paulo, Ática, 1993. Com apenas 200 páginas, simples, é fortemente recomendado.

15


Apêndice 1 Hierarquia de subtítulos

1

2

3

4

5

6

7

8

Bexiga Anomalias congênitas Inflamações Cistites agudas Cistites crônicas Cistite por irradiação Cálculos Distúrbios funcionais Esclerose do esfíncter Alterações da bexiga por obstrução urinária Neoplasias Neoplasias uroteliais Etiologia Papiloma Neoplasia urotelial de baixo potencial de malignidade Carcinoma de células transicionais Displasias. Carcinoma in situ Outros tumores Prognóstico Tratamento Clínico Farmacológico Fisioterapêutico Cirúrgico Invasivo Não invasivo

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Apêndice 2 Conjuntos de botões e teclas disponíveis no modelo LaudaGEN

Botão

Função

Marcação no texto

Teclas

Par

Título de parte

<TITPAR>

Alt + P

Sec

Título de seção

<TITSEC>

Alt + S

Nºcap

Número de capítulo

<NUMCAP>

Alt + N

Cap

Título de capítulo

<TITCAP>

Alt + C

Aut

Autores do capítulo

<AUT>

Alt + A

t1 a t9

Subtítulos de 1 a 9

<TIT1> ... <TIT9>

Alt + 1 ... Alt + 9

Leg

Legenda de figuras

<LEG>

Alt + L

Dist

Iníco de lista de dísticos

<DIST>

Alt + D

Quad

Título de quadro

<QUAD>

Alt + Q

Tabl

Título de tabela

<TABL>

Alt + T

boxE

Título de boxe

<BOXE>

Alt + E

Men

Texto em corpo menor, citações

<TXTMEN>

Alt + M

Form

Fórmulas ou equações

<FORM>

Alt + F

Glo

Texto de glossário, notas, destaques no texto

<GLO>

Alt + G

Ico

Ícone no início do parágrafo

<ICONE>

Alt + I

Kom

Texto na margem, comentários

<KOM>

Alt + K

pRog

Início de trecho de programação

<PROG>

Alt + R

1º marcador (bullet)

Alt + B

°

2º marcador (bullet secundário)

▪ ▫

3º marcador (bullet terciário) 4º marcador (bullet quaternário)

°

Alt + /   (°)

Alt + ]   (o)

Alt + [   (a)

17


Apêndice 3 Símbolos disponíveis na LaudaGEN

α

alfa

AltGr + A

Α

alfa

Shift + AltGr + A

β

beta

AltGr + B

Β

beta

Shift + AltGr + B

χ

csi

AltGr + Ç

Χ

csi

Shift + AltGr + Ç

δ

delta

AltGr + D

Δ

delta

Shift + AltGr + D

ε

épsilon

AltGr + ~

Ε

épsilon

Shift + AltGr + ~

φ

fi

AltGr + F

Φ

fi

Shift + AltGr + F

γ

gama

AltGr + G

Γ

gama

Shift + AltGr + G

η

heta

AltGr + H

Η

heta

Shift + AltGr + H

ι

iota

AltGr + I

Ι

iota

Shift + AltGr + I

ο

ômicron

AltGr + J

Ο

ômicron

Shift + AltGr + J

κ

kapa

AltGr + K

Κ

kapa

Shift + AltGr + K

λ

lambda

AltGr + L

Λ

lambda

Shift + AltGr + L

μ

miu

AltGr + M

Μ

miu

Shift + AltGr + M

ν

niu

AltGr + N

Ν

niu

Shift + AltGr + N

ω

ômega

AltGr + O

Ω

ômega

Shift + AltGr + O

π

pi

AltGr + P

Π

pi

Shift + AltGr + P

ρ

ro

AltGr + R

Ρ

ro

Shift + AltGr + R

σ

sigma

AltGr + S

Σ

sigma

Shift + AltGr + S

θ

teta

AltGr + T

Θ

teta

Shift + AltGr + T

υ

upsilon

AltGr + U

Υ

upsilon

Shift + AltGr + U

τ

tau

AltGr + V

Τ

tau

Shift + AltGr + V

ξ

chi

AltGr + X

Ξ

chi

Shift + AltGr + X

ψ

psi

AltGr + Y

Ψ

psi

Shift + AltGr + Y

ζ

zeta

AltGr + Z

Ζ

zeta

Shift + AltGr + Z

AltGr + seta

AltGr + seta

AltGr + seta

AltGr + seta

AltGr + Num 5

±

AltGr + Num +

AltGr + Num –

AltGr + =

·

AltGr + Num . (ponto)

AltGr + <

AltGr + >

ponto (V.)

18

AltGr + Acento agudo


Apêndice 4 Formato adquirido pela LaudaGEN

1) GEN (2

70

3543 07

2011

03/03/

2 laudas

1/2

15.doc

Freitas-

va s da Sil io Santo >15 n P tô A n C A va e o <NUM Urinári gton Sil istema Washin S , > a z P u A o nio S rtância <TITC à impo va, Antô to il n S a a u d q idas José am dúv ua <AUT> destaco não deix l a n a io ig c x a Saúde a e d rn B l > te ia 1 d in <TIT tava da o Mun cional e já cons anizaçã o tura na rg m ra o O c te a , li da 2009 ência Dados erável a que em e emerg ais vuln ações d m u ão, tanto ç it o s p ta n m ru e Freitao m ã s- o g idas” e da ama morte uenas s 15.doc salva-v risco de ças peq o como “ n o o a ã d ri ç n c a ta s n da triplic que a amame adequa 102 ma vez ou ndãeos,envolvim entação aturais m bal, u a n e lo n s m g to a la e ia cognitiv 89 bém é GEN (2 ão. A ejam 1) 3543 estratég 0770 esqnuuetrfiç ntais, s e otam(inclusiv avorece 03/03/ s ambie mente, onia e d e 2011 ia te o m m c n u a n e e e d ê u n lh 2 laud e q rr p q e o , s u r n ia a as h e d o u c o rr m interco esiv in d ia o d e d c r ú s lu a o e e s n m c v e o o o d c m e lv e s p p im a l, r o ç o a r n e te ta n e n ç m o io to ã d e ic o d a n tr c o to ontra d bebê, e matern 30 devido Todavia tado nu oenças ntre vá o ), o bom es , bebês crônica rias ou ara um p n tr s a i a n s u s c ã ib id o vantage os muit transm contr suplem ns, issíveis op ta entação te. em ida to de vis recocemente poicnio de futu 52 penden dnoutr podem 11 o o s d ã n a s ç a it a r dele de a l, n ta c a p ê . n ti r necessit g oapm viarís riaedo p ar de alg lias con ara o oseaté as caracte parenteral oau uar a am Anoma uma tivo sit <T rn u bebê, l, d oral. As je te ti b a n o <TIT2> m r fa e o e I in s T p it s im p o 3 s le e ã > o c , o C iç ia m o d tr is lmente te le u is ti , n a it te n lo e a s u io d ít té a e cada gçuãdoaas aqueles ap nutric O mãe é Neste c nascido leiterapnrte a gesta ssim, rísticas s pré-te ra-se, a caracte du ecoce, c e s a p a s d rn E r l, . te m a a is uja o n a m . n io o c io ic ã o tr ic m l iç período tos nutr posição triciona nu a nutr mdene cerca o ensutá expr fantil, d de ra essadenoe rientaçã de suple ento in o o 2 a s im 6 u c 0 s o a a d re Quadro p c ia c té o s a s lo o s d s ic e to tr n eãs de id n gem osétéacpr s e 3.1, co e s m ta li ç a io is e e íd o im s rrespon d s , b is o e té u ã ir a to s ç a o u e é s d d iv , de a um e o ú s 2 c a tr r 0 lu s e a c in a d ç p x ã d ia . ó e o l e s s o a d d o a n ú a rn n a p s io te te a S s g a r s s a lâ to fi m d d n , o ro o d c to p p u o ri n a la m e o té r a s to m is v r a m o e in a termo luomM amária aleit 62 e fornec .O s, ocorr ando ao dias. O cleoitmeendação d que varia de endo n ntil, vis 2 a 20 de tran re fa e n a -i p rm o r im m fo s iç n l e o ã p ir c m o o c , a u matern r o o is s e lostro e mamad corre n a emana a dução d a nos tr o leite os ou m ês prim maduro ez com a pserogunda sem dois an a id e , n leite de v ir ta q total até a n o u ra e p s e aconte s ós-parto transdiçuãrante a g ções cecaoce apre e é o elo Inflama m início o ocorre oncaes. O leite pre partir da setagm ém entre o b te e le s <TIT2> e it u n ê e e c nda qu gunda b maduro gê e re b p to c o e d d la in s i e to u A , z m n q . q e e a e a u n s n e a o e im a pós-p acontec pós-par ên volv batizad aretobêe, é to. O Lactog ee daepsaerntir d losptraorti, r da seg o elo en a soegpuanra o seu b cqimento u te ao co s n n re a d tr c a e lh o e d o d a a u m a c in a ri e o q d s p z l lo a u < e e a ro u in n s p q >F tro e o a zenicion leit aLdEeG igura 1 cada mãepéósa-part ão nutr a pós-parto q icional ue acon ão nutr omposiç ite d5e.1 Compo iç c le s o la o p e , m p m é te < s siç ce a co TA ITssim enãao do le s tamb mente. 3>Cistites -tcer rmo, não ap ite pim to), ma precoce ré ônicas sc reecnoce. o p re s id c c o o s A id a d n enneasc equa aqueles rgia f2orneceidpermite o ad 6 e melhor ) lmente u a pelo le (q a demrm d a especia tipação it s in e n a o n a c d u te a o m e d c d e r n in ” e ta s lu te c c n entes (in com a came N matura doença por calorias “geneti o gaevráari ção do para o l, aascom tr n leite, a o c c o r p escime osição çã tenden te ro p nto e d do leite do à isto é, a pela esenvo é cresc umenta lvimen ente ou do leite to d in e precoce crescen fantis. para o te conf para o leite m orme s colostr aduro, u o o a , u m d d e aturaçã iminui ste para pelo le o, na mes ite aum o leite ma ord enta co de tran e m s m iç , a ã d caloria o m e e a a tu c d o e r r s a do com s para o te ção do leite, a a energ crescim tenden ia forne ento e desenv do à de desenv c id olvidos a manda olvime na Euro crescen nto infa pa, nos te por fornecid ntis. A E s lg ta a pelo uns tra dos Un leite au balhos idos e n menta a Amér crescen com a ic te por c a Latina 84 matura alorias ção do . A ene para o rgia leite, a crescim tenden ento e d o à d e ma desenv nda olvime nto inf antis

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Apêndice 5 Formato adquirido pelo livro após sua paginação

1is5tema Urinário S

ouza tônio S

An Silva ■ José da da Silva s to n Sa Antônio

n Silva

ingto ■ Wash

Bexiga

a o seu ado par enas apropri ap a mãe é -termo, não inada2 d ca e d ré determ , o leite cidos p . Assim aqueles nas eticamente” ém pela prote en m Capítu al “gen te b ce lo m co ion15 mas tam 6 e melhor ecialmen ão deixa to bebê, esp posição nutric crescimento), nstipação ) e comco ional n o n m cluindo melhor humor deseninternac amentação, ta a pela co ite o adOeqleuitad n e (i s al n ça e u m de tr89 doen an(isinçãclousive o adequado clusive ra nacio tância da am úde destaco n- (que per tra vári elas o en oco literatu cee Sa or treitiv n gê rerr o ocoqlouste fa vo gens, in idade nva a nsetagu ados da quanto à imp Mundial da ões de emer as teção co lvimensetogucongn ro e o tr o nvedis doa30q),uin e em aç ão a se ou leas n ite m man er dúvidas a Organizaç idas” em situ 102 uma vez qu n- desenvo to m at q uinzen entrezevánri adisusíro sm a as p s-par póns-ão podaem an tr rê , en -v 09 a qute al p or m va b p ê, ar 20 ta rc o to e é o e aco enó al ós-pôn topqreuco as cem, en beb aric e to ac cr que em tação como “s a estratégia gl lnerável a inte o o risco por imento do N o pen . s o on,11tece viaaparntece a çaeiro dos muit rim d o lv al d vu d en n a n s vo a m pparti a rod partir da  io ai av ca l de colo ês nasdciia de la o nutric ntr m ipli amam o já const o co es o tr p d o , u ad a segun e çã ão gr ri eb ct st n çã te ia p b o ro. A m , ro entita ação ap da h p é á ar le odeiavroiase cia, com pequenas são as naturais ou eia, pneumon um bom pro ra.52 Tm p ãe a r ddaía, m m rom a su duo.ção mes rr el s tu tr itemde ca o vo ré-tper A ener criança entais, sejam ças como dia ntribui para mbém é fu essitardedeoitaloguestu, o ele31au entanco gia forn cida oslupme de leite de cerca de 10 co bi ta en es asm nec s aqdueselen es le produzi ec idade e taald. oAnssuim dote cias am devido a do o adequada entemente, e or do no p 0 cr ite, atendend ida pelo leite volvido o peso d tricen l ouind ecialm çã u te ra io q ta te or n se ri en oà s m al au n escimen o bebê. com nu icpa 637 ), que am co es de e ê, d am ú eb A A m b sa to e des demanda cr menta com a tr m . m e antivera izes eu l no pri édia desen seu terceiro escente m envolv tr nutrição utricional, e d m m vo ó , 774 m ficate eiro mês amamen lvidos s im por ca aturação do n (b o en 87 l o L n d n , m at en to 5 a ta 69 84 o quar . ina ml n Euro lm cl lori esta 2 m no é toçã infa endente o gundta o ex nse decorren o sétimo mês. to, 816 ml nomatl er ituesiva, cerca d mostram qu pa, nos Estad ntis. Alguns as para o le O dele dep o, . e e A e 20 os U trab te da in o pnars,tior dleit quointo ente 725pmo.l no em  trodunçã aín, haiásdd la,ct85 3mmol nteom bora su % menor do teor de calori nidos e na A alhos tage va o im io q d co as mér se as fi ic u e in ci e xttrimen variávuelição d al (pré inúmer sidades nual toas na d stacioanprod o e que reforça ente para o as recomend do leite hum ica n ímic m das u es an lé ad u q  a aç ie a ec çã ge A o am n ta eq or te õ o o, çã h . es se u ericanas ado cres nutricio o é do raçã o às de sup a posi ma u o m ad at co çã u co a m ta eq . ri e ta cimento erestim nais, va oa od sen d amen ionais ad p o re ém m b m am ap sã te aç e m a o in d ão das an ), o ta mo tuar tric  recomenfantil, o geradl,e avariar co o leite human (começo e fim s e às necesl, Nhoum cas nu etivo si çã m dações por obj as característi mento infanti l, coAnlé co  par potosi, ção da mamada cas fisiológica mo. s-m form) eesu temos ex po do lera ísti pítulo, nutricional, d ticas do cresci trição infanti o co to póa mat -ter m er ar ca ré te p ct p o te it e u es u ou ís m lostia ração, N é crteesrm o er io co an eno àstoca ic ct e ro é vista tr te ra at , u ce is e d d en ca n a d es ão , s n o te ou d te am é, autemen o até as rante a gestaç e suplemento de sub-madduro, oap ponto par tar plepnarnaaios le ec doiteladcten ú matern u d seidad u dim in io e transi ta do leite pre rescente l, rnec do leite ão materna d tos até o uso fissional da sa -infantifo satu a peselnutricui na mes coce ção No que ad iç o en ro e dosiàddem o leite aumen ma ordem, de e deste para para se da nutr ução de alim fornecer ao p ional matern eses dden d re e ne fere às acordo o leite te d m ta com ic , m anda cr 1, des com da intro era-se, assim ientação nutr usivo até seis endaç ãoenvo am es doco uadron3.as , maior teor do proteínas, ob Qgi Europa, lvimento infa cente por calo aturação dporessaa nenoer serva-se que aq agestaçãocidos a te nais. Espcnicos para a or materno excl nforme recom n ex le ri ti n u e it as tá o el s. qu rm doeibraeb e ara o cr260 de,iasatden- m uns osiçãopes A en  s Estados Unid Algco ê e gara o, atendend proveniente e o leite preco sídios té ao aleitamento os ou mais, co e escimen é a pricr d o ja mptrabdal o n ■ N osrcdaesden an do leite, ergia fornec e hce o éric colvloidstrotonea primeseiciramento. N tindo as sub às necessid e mães de beb ce eo coacep,elcus epneraíoAdm visando total até dois o. Ovo enle itedpreid stâncias ades ricol pem a prim ateLrm o leite ês e. den m crescim atO u or at a 84 rrendoos na a in to e o ei a m d p au co idade e tério da Saúd ar ra sem oco. nstruto de proteção 20secr e roteínas ento erresponà demanteds do p mentaárco a de m s, 2 ia is an e d in p co d ra a o leit etórrria A rotetora esenvo s para s an a crlaesscemam m uaemvaatria co ia o do M d o e 20 çã lv n o h s, q u (I si um im ânto te lu d se es GsA), q pomrecalo e udra e çãan O carb isto é, e tr o men inco ue agem pecialmente ano, colostro u das glen e otaler.itO famtivo riit o 62 O le as paracolostnroutr a im ,é  . leite m co um dis secreção após o parto, nro ss.dias. tre o o ós-itpivarastoque o coaduro, por su ntra infecçõ unoglobulin sa mana os três primei arto e é o elo ena quinzenacapse a es a p se lo ín elas glân ve e st a z, al o ro e n p er contém . As pro as p3ro2te nd a gia aliósduçã ad gu p 1 ro li a se p am so a an 1 M a te d m ín m h zi umano ínas ais ma, as com uitopsrees ced. partir da sem As pro albumina sé do soro (a-lac presentes no proteínas avidez os tênm a segun ue acontece a demp cotuao para a  te to nte a gr izado aquaico ri si o ,re q m siação q m uoad total do ínas do soro ca e as imu albumina, la leite são a io dura at adudro alizado além d i adseq al ai noglob - uímic ctoferr represe de d le s tem iníc ao colostro, b nutricionm re a it n p e e 20 d e, o o es o 0 n se en u in aminogr subst leite nta ci li ntid gê q a, Essas tidades en nassu A lacto ite semelhante composição ê também ama es uanto a caseín m cerca de nas A, G e M bstânci âncias, nem humano. O le o de identifi de d ta p 72 le e eb n ). ec a to ca b 2, as % si se m re ífi it 5 das r mples são clas e pre co para d apre de u to do ■ Espec sificadas completamen humano tem madu entre soropro a espéc 64senta 28%, te a proteína precoce esenvolvimen nham p ou teín ro, ie. ífi em três te n O leite ento e d grupos: estudadas. estômag garante a form as e caseína n Essa proporç do ainda por ex cas para a espéc dus, al apel crescim o, perm o colost ão, cerc ação de ie (imu ém de ■ Espec emplo) m itindo ais ráp ro e 1, a noglob um co dade n ulinas e o ■ Espec íficas para o tempo ida. Dessa fo uma digestão águlo fino e 5 no leite antígen neuroló leite organis íficas p no estô rma, o poroso en o zi s, gi m m ar o m p le átic no por exem a a esp roteínas (l ag it lactação co. 98 écie e p actose, por ex e caseín o. No leite pre e humano per a mais fácil plo). ara o o e a chega manece coce, a lactose , enqu Todavia rganism emplo) p a au p ro n , o 59 p o u a ve. orção en co variação o (lipíd extração gossacar ment ios, tre soro ídeos d tação (e , estado nutr própria do le icional it xc e lu al si ia vo, pre d fatores matern d ■ Ca o, esqu a à sua forma tê  mas pró m gerado re ominante ou ema de rc d e in oma d su co do leite ximos. O Qu ltados diferen mplementa amamenOs min r) ad er tes refe humano para ro 3.1 most tes (o que é e outros  minerai ais pres ra a co rências algumas esperad s (p m . otássio o), p substân aqueles cias, co osição químic nforme a Os cobre, ioem maior lipídios diferen d o,  cromo, - com menor do leite q post aum lentes (s uantidade. cerca d os principalm entam com o e O com sio, citr ódio, potáss 98 a 99 50% da energi ente por trig tempo de lact ponente at % li aç totalmen mais ab que ga o), sais não de 95% da gordura a do leite. Os cerídios, que ão e são ra tr to água des te suficiente undante do tica pró nte às crianç a três ácde ácido grax tal do leite e iglicerídios re fornecem p le xima à o e 5% são com presenta ratura co empenha pap ara as necessi ite é a água, id o s sã fisioló gr o d diferen d cu sem el tes, em axos. Contêm e glicerol, um postos (em p m ção pulm rporal, elimin fundamenta ades hídricas jo teor é lar. A ra elhantes em p eso geral tr ál d pelo m l zão cálc ês. sos ou onar e dérmicando grande p na regulação o bebê. A enos d cool que se li ) d io im ois ácid /f d ga ar inuem proteic ispersos as pro a. Na água estã te do calor vi da tempe- ■ Etiolo os grax com o ósfo de íons o temp os a gia m e as vita s, os carboid teínas, os com o dissolvidos evapora- T (cálcio, onovalentes ra o o (s magnés (gordu minas hidross tos, os miner postos nitroge u suspen- n davia, no leit io, citrat ra e o n o as prote s) formam um olúveis (C e ais (íons mon ados não e colostro 97% precoce os tr co ; ig ín ■ D cerídio as e alguns m a emulsão, em mplexo B). ovalentes) n ésteres de cole a diferença é licerídios re is plasias. C dad pre O s, mono st as a gliceríd inerais, veicula equilíbrio qu s lipídios es celulares. 62 O erol, importan a por fosfoli sentam 93% rc in O o m ím m píd ios, ácid se agn e n te le 1322 os grax do trigliceríd ico com im nciais (linole ite humano s na formação ios, colestero ína (cas ésio, além da também ios, os livres ico e li po l fo das mem no fo e fosfoli digli- ner rtantes para organis einato) e ao fo rm o desen lênico) ao re rnece ácidos bravoso. O pídios. m sf o at ; su o cé vo grax a absorç co m e encon lv replica ão tr ção e a lesterol é fun imento do cé -nascido, que os necessi a-se em mai no re manute d sã o d nção. amental para bro e do sist o dios e ades do lacten r qua ema o cresci às te mento, sua abso proteínas, d . O a im criança rção chega a inuin 40 em vida, 26,85 aleitamento %, ga m exclus an ten a introd ução de do o excelente outros alimen to

D

Esclerose

gudas Cistites a Cistite po r irradiaç ão

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as co Anomali

rônicas

s

Cálculos

Neoplasia

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20

s

Neoplasic a

Distúrbio

ais

ter

Alteraçõ obstruçã es da bexiga por o urinária

Cistites c

õe Inflamaç

do esfínc

is


Apêndice 6 Nomes de arquivos

A fim de facilitar nossa colaboração e troca de arquivos da Série SOPERJ de Pediatria, solicitamos que todos utilizem os seguintes códigos para denominar seus respectivos capítulos. Cada capítulo deve receber o seguinte nome: Código de 4 letras citado abaixo + número do capítulo precedido de 0 (até o capítulo 9) + hífen + número da versão.

Alguns exemplos: ADOL-05-2 é a segunda versão do capítulo 5 do livro de Adolescência. NEON-02-1 é a primeira versão do capítulo 2 do livro de Perinatologia. GEPE-10-3 é a terceira versão do capítulo 10 do livro de Gastroenterologia Pediátrica.

Nomes dos livros para efeito de nomeação de arquivos: Adolescência = ADOL Alergia = ALER Cardiologia Pediátrica = CORI Emergência Hematológica em Pediatria = HEMO Endocrinologia Pediátrica = ENDO Gastroenterologia Pediátrica = GEPE Infectologia Pediátrica = INPE Neurologia Pediátrica = NEPE Pediatria Ambulatorial = PAMB Perinatologia = NEON Pneumologia Pediátrica = PNEU Saúde Escolar = SESC Saúde Mental = SAME Semiologia Pediátrica = SEMP

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Apêndice 7 Sinais de revisão tipográfica

Em produção.

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Manual SOPERJ