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MdS Manual de Sobrevivência para

Enfermagem

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O GEN | Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Forense, LTC, Santos, Método e LAB, que publicam nas áreas científica, técnica e profissional. Essas empresas, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, com obras que têm sido decisivas na formação acadêmica e no aperfeiçoamento de várias gerações de profissionais e de estudantes de Administração, Direito, Enfermagem, Engenharia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia e muitas outras ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito. Nossa missão é prover o melhor conteúdo científico e distribuí-lo de maneira flexível e conveniente, a preços justos, gerando benefícios e servindo a autores, docentes, livreiros, funcionários, colaboradores e acionistas. Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social e ambiental são reforçados pela natureza educacional de nossa atividaKowalski | MdS Manual de Sobrevivência para do Enfermagem de, sem comprometer o crescimento contínuo e a rentabilidade grupo.

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Karren E. Kowalski, RN, PhD, FAAN Project Director. Colorado Center for Nursing Excellence Adjunct Faculty. School of Nursing. University of Colorado. Denver, Colorado, USA

Patricia S. Yoder-Wise, RN, EdD, CNAA, FAAN Professor. Texas Tech University Health Sciences Center. Lubbock, Texas, USA

Tradução

Ivan Lourenço Gomes Revisão técnica

Alessandra Cabral de Lacerda Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Alfredo Pinto (EEAP) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Professora Assistente da Escola de Enfermagem da Universidade UNIGRANRIO. Especialista em Enfermagem Clínica e Cirúrgica na Área de Traumatologia e Ortopedia pela EEAP/UNIRIO. Especialista em Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar pela Universidade Gama Filho. Especialista em Enfermagem Intensivista pela Escola de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Enfermeira do Centro de Educação de Pacientes e Familiares do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia – INTO.

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„ A autora deste livro e a EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A. empenharam seus melhores esforços para assegurar que as dosagens dos fármacos e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação. Entretanto, tendo em conta a evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, recomendamos enfaticamente que os leitores consultem sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de que não houve alterações nas dosagens recomendadas. Isso é particularmente importante quando se tratar de fármacos novos ou de medicamentos utilizados com pouca freqüência. „ As autoras e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida. „ Dada a natureza histórica da profissão, adotamos no texto a designação enfermeira, no feminino. Traduzido de Rapid Reference for Nurses, First Edition Original English Language Edition Published by Jones & Bartlett Publishers, Inc. 40 Tall Pine Drive Sudbury, MA 01776 Copyright © 2007 by Jones & Bartlett Publishers, Inc. All rights reserved Direitos exclusivos para língua portuguesa Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A.

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Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro–RJ — CEP 20040-040 Tel.: (21) 3970-9480 | Fax: (21) 2221-3202 www.editoralab.com.br atendimento@editoralab.com.br Capa: Bernard Design Projeto gráfico: Editora LAB Editoração eletrônica: Anthares „ Ficha catalográfica K89m Kowalski, Karren MdS, Manual de Sobrevivência para eEnfermagem / Karren E. Kowalski, Patricia S. Yoder-Wise ; tradução Ivan Lourenço Gomes. - Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2008. Tradução de: Rapid reference for nurses Apêndice Inclui índice ISBN 978-85-277-1410-5 1. Enfermagem - Manuais, guias, etc. 2. Serviços de enfermagem. I. Yoder-Wise, Patricia S., 1941-. II. Título. III. Título: Manual de Sobrevivência para Enfermagem. 08-0759. | MdS Manual de Sobrevivência para Enfermagem CDD: 617.73 Kowalski CDU: 617.7 Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.

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Prefácio

O MdS | Manual de Sobrevivência para Enfermagem foi desenvolvido para constituir uma fonte de consulta rápida e prática que contivesse o máximo possível de informações de que as enfermeiras e as estudantes necessitam com mais freqüência no ambiente clínico e na sala de aula. É importante ressaltar que não pretendemos criar uma obra completa. Afinal, já há uma infinidade de tratados volumosos que abordam os mesmos temas, com muito mais profundidade, e nosso objetivo foi alcançar o equilíbrio entre portabilidade e abrangência. Ou seja, o máximo de informação em um livro fácil de transportar. Não quisemos redigir um livro que criasse a memória, mas um que servisse para refrescá-la. Por esse motivo, é importante registrar que este manual não substitui os textos sobre procedimentos e que ele não contempla protocolos e rotinas específicos recomendados pelas diversas instituições de saúde. Por exemplo, embora haja uma seção sobre valores laboratoriais normais, ela serve como orientação geral, não como uma fonte única e definitiva. Isso significa que, se determinada instituição tem uma definição diferente quanto a valores normais, são esses valores da entidade que devem prevalecer. Qualquer livro sobre a saúde, seja um tratado ou um manual, traz conhecimentos que têm meia-vida específica. Por este motivo, recomendamos que as leitoras procurem atualizar-se constantemente por intermédio de publicações periódicas, impressas ou eletrônicas. Imediatamente após o Sumário há seis páginas que reúnem informações de grande utilidade diante de acontecimentos de emergência: um guia rápido de suporte básico de vida, a manobra de Heimlich para adultos e crianças, lembretes sobre eletrocardiograma e precauções-padrão. Esses conhecimentos possibilitam uma pronta resposta em determinadas situações em que ações seguras e rápidas fazem a diferença. O Apêndice A relaciona símbolos e sinais usados com freqüência na área de saúde. Recomendamos cuidado no uso de símbolos e abreviações porque eles podem provocar erros. Antes de empregar um símbolo é fundamental que haja certeza absoluta quanto ao seu significado. A Parte 1, Terminologia Relacionada com a Área de Saúde, é uma referência muito útil Manual que se aplica os ramos da enfermagem. Ela começa Kowalski | MdS dea todas Sobrevivência para Enfermagem com um pequeno dicionário que inclui termos fundamentais para a área

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de saúde, e é indispensável conhecer seus significados para poder prover cuidados clínicos, para compreender prescrições médicas, para ler textos técnicos e para redigir relatórios de enfermagem. Em seguida ao dicionário encontra-se uma extensa relação de prefixos e sufixos que contribuem para aumentar a capacidade de compreender o significado das palavras. Por intermédio dessa lista é possível determinar o significado até mesmo de palavras que não estão no dicionário. A Parte 2, Processos Básicos, reúne informações sobre comunicação, processo de enfermagem e estratégias de avaliação que podem ser usadas para diferentes populações de indivíduos, em diversos ambientes. A seção final dessa parte aborda diretrizes úteis para o registro de enfermagem adequado. A Parte 3, Aspectos Específicos, focaliza problemas que ocorrem em diversas populações e ambientes e com freqüência são considerados fatores críticos na qualidade dos cuidados com os clientes e suas famílias. Por exemplo, a segurança do cliente tem importância máxima e influencia o modo como os cuidados são fornecidos. Cada um dos itens incluídos aqui, como controle da dor, administração de medicamentos e violência, é um foco que extrapola especialidades, e as enfermeiras podem ter grande influência sobre esses problemas. A Parte 4, Populações Especiais, fornece informações específicas sobre quatro populações de clientes. Tendo em vista que o trabalho na Enfermagem é muito abrangente e envolve pessoas com necessidades peculiares, é importante que haja uma compreensão ampla e geral dessas áreas específicas. Como exemplo dessa diversidade de situações podemos mencionar as necessidades diferenciadas de um cliente idoso com diabetes melito e de uma jovem em período gestacional, que requerem conhecimentos nos campos da gerontologia e da obstetrícia, respectivamente. A Parte 5, Informações Gerais para a Prática Clínica, inclui ilustrações sobre anatomia e fisiologia, tabelas de medidas e conversões, listas de exames e resultados laboratoriais, classificações variadas e informações fundamentais sobre nutrição. Cada elemento dessa parte pode ser usado para interpretações gerais (como no caso dos exames laboratoriais) ou significados exatos. Espera-se que as informações apresentadas na Parte 1 tenham sido aprendidas em fontes de conhecimentos mais aprofundados, e que MdS | Manual de Sobrevivência para Enfermagem seja usado para sua função primordial: reavivar a memória.

Localização de assuntos e significados A capacidade de localizar com rapidez uma informação em um livro depende muitas vezes da qualidade do índice alfabético. Por isso, procuramos fazer com que as informações e a terminologia fossem relacionadas de todas |asMdS maneiras possíveis, de modo a facilitarpara o acesso às palavras Kowalski Manual de Sobrevivência Enfermagem desejadas. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução.

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O índice alfabético é o melhor lugar para começar, a não ser que a leitora saiba exatamente que assunto ou palavra que procura e possa relacioná-los com um local preciso no livro. Se não houver referência no índice, a alternativa seguinte é o dicionário; se não estiver no dicionário, deve-se recorrer à lista de prefixos e sufixos para determinar o sentido geral da palavra. Se o objeto de consulta deriva do prontuário de um cliente, o assunto estará no corpo dos capítulos. Isto é: uma palavra registrada num prontuário de avaliação poderá ser encontrada nas áreas de texto que tratam de avaliação. Um exemplo disso pode ser o uso da palavra tíbia sob extremidades no prontuário. Procurar tíbia nas ilustrações relacionadas com a parte inferior do corpo pode ser um outro caminho para se chegar ao assunto desejado. Por fim, queremos reiterar uma afirmativa que fizemos no início deste prefácio: jamais pretendemos que este livro substituísse os tratados mais extensos e consagrados. MdS | Manual de Sobrevivência para Enfermagem foi planejado para ser uma fonte de referência rápida, conveniente e portátil que ajude profissionais e estudantes de enfermagem a praticarem suas atividades de maneira segura e resolutiva. Karren E. Kowalski | Patricia S. Yoder-Wise

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Sumário

ƒ 1 Terminologia Relacionada com a Área de Saúde, 1 X X

Dicionário, 2 Prefixos e sufixos, 175

ƒ 2 Processos Básicos, 183 X X

X X

Comunicação, 184 Sistematização da assistência da enfermagem, 191 Protocolos de avaliação, 192 Normas de documentação, 206

X

X

ƒ 5 Informações Gerais para a Prática Clínica, 365 X X

X

X X

ƒ 3 Aspectos Específicos, 221 X X X X X X X X X X

Orientação ao cliente, 222 Segurança do cliente, 223 Controle da dor, 225 Medicamentos, 227 Imunização, 236 Bioterrorismo, 237 Controle de infecção, 238 Convulsões, 240 Violência, 240 Cuidados no final da vida, 243

ƒ 4 Populações Especiais, 247 X

X

Enfermagem psiquiátrica e de saúde mental, 332 Enfermagem gerontológica, 346

X

X X

Anatomia e fisiologia, 366 Medidas, cálculos, equivalências e conversões, 387 Exames diagnósticos e laboratoriais, 393 Desenvolvimento humano, 417 Tabelas de crescimento, 435 Exemplos de diagnósticos da NANDA (Taxonomia I), 441 Nutrição, 442 Determinação do IMC (índice de massa corporal), 458

ƒ Apêndice A Símbolos Comuns Utilizados na Área de Saúde, 465 ƒ Apêndice B Acidose e Alcalose, 467 ƒ Índice Alfabético, 471

Enfermagem materno-infantil, 248 Enfermagem pediátrica, 296

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Suporte básico de vida

Observação. As informações apresentadas a seguir constituem um guia rápido para as pessoas que já têm capacitação em suporte básico de vida. Tendo em vista serem ações que envolvem suporte à vida, recomendamos que sejam sempre verificados os padrões da instituição em que você trabalha ou leciona. fO ABC do suporte básico de vida O acrônimo ABC vem do inglês Airway (via respiratória), Breath (ventilação) e Compression (compressão). f Vias respiratórias. Mantenha as vias respiratórias desobstruídas e verifique se há ventilação espontânea. A manobra para manter as vias respiratórias desobstruídas consiste em inclinar a cabeça da pessoa para trás ou puxar a mandíbula para a frente. Se a pessoa não estiver em decúbito dorsal, coloque-a nessa posição. f Ventilação. Se não houver ventilação espontânea, use as abordagens de ventilação boca-a-boca, boca-a-nariz ou boca-a-estoma, de preferência com dispositivo de ajuda (por exemplo, Ambu) ou de barreira (máscara de reanimação cardiopulmonar — RCP). Veja (observe a elevação e a queda do tórax), ouça (o som do ar entrando e saindo) e sinta (encoste a bochecha na cânula e sinta a entrada e a saída de ar). Se for necessário, reposicione a cânula. Lembre-se sempre de que, quanto menor o corpo do cliente, menos ar deve ser administrado (sopradelas no caso de lactentes e ventilação plena no caso de adultos). f Compressões. Se não houver pulso arterial, comece a fazer compressões torácicas. Lembre-se sempre de que, quanto menor o corpo do cliente, menos força deve ser aplicada na compressão torácica. Verifique freqüentemente o pulso arterial usando um vaso primário, como a artéria carótida. Certifique-se de colocar o dedo da mão (no caso de lactentes) ou a(s) mão(s) sobre o esterno, acima do processo xifóide. fUso do desfibrilador externo automático (DEA)

Etapas 1, 2 e 3 (instituídas quando a pessoa não está consciente, não apresenta ventilação nãoSobrevivência apresenta pulso arterial). Kowalski | MdS espontânea Manual ede para Enfermagem 1. Ligue o DEA. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Kowalski 0.indd XI

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2. Abra a embalagem que contém as placas auto-adesivas e coloque-as no cliente como é mostrado no DEA. 3. Siga as instruções impressas no aparelho. Pressione o botão de aplicação de choque elétrico apenas quando houver instrução para fazê-lo. fManobra de Heimlich

Na posição ortostática

1. Cerre o punho. 2. Apoie o polegar contra o abdome da pessoa (na linha média, abaixo do diafragma). Cubra o punho com a outra mão. 3. Comprima o abdome em direção ao diafragma.

No decúbito dorsal

1. Ajoelhe ao lado do paciente. 2. Entrelace os dedos das mãos. 3. Apóie a base da mão no abdome. 4. Comprima o abdome em direção ao diafragma.

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Lactentes e crianças

O aspecto mais importante é o emprego da força, que deve ser menor em lactentes e crianças. No caso de um lactente, aproveite a força da gravidade e comprima o tórax e tapote as costas (apenas com os dedos das mãos). Não comprima o abdome.

Eletrocardiografia

Intervalo QT

Componentes básicos do complexo do ECG. Fonte: Garcia, T., & Holtz, N. (2001). 12-lead ECG: The art of interpretation. Sudbury, MA: Jones and Bartlett.

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Linha hemiclavicular Braço esquerdo

Braço direito

Quarto espaço intercostal Frente

Perna direita

Perna esquerda Linha axilar anterior Linha axilar média

Colocação das 12 derivações. Fonte: Garcia, T., & Holtz, N. (2001). 12-lead ECG: The art of interpretation. Sudbury, MA: Jones and Bartlett.

Ritmo sinusal normal. Fonte: Garcia, T., & Holtz, N. (2001). 12-lead ECG: The art of interpretation. Sudbury, MA: Jones and Bartlett.

Precauções universais (padrão) As precauções universais (padrão) têm como objetivo a redução do risco de transmissão de doenças. A meta é a utilização das precauções nas unidades de saúde e em todos os pacientes. Os principais aspectos são:

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f

Sangue e líquidos corporais contaminados com sangue Soluções de continuidade na pele f Mucosas 1. Use proteção de barreira contra a contaminação da pele e das mucosas. Use esse tipo de proteção sempre e com todas as substâncias. Os exemplos desse tipo de proteção são luvas, óculos especiais, proteção facial (escudo facial) e capotes. 2. Sempre calce luvas quando houver a possibilidade de contato com sangue e superfícies ou líquidos corporais. 3. Use dispositivos de proteção facial e ocular quando houver a possibilidade de respingos de sangue ou líquidos corporais. 4. Use capote (vestimenta descartável para cobrir as roupas habituais) quando houver a possibilidade de esguicho de sangue ou líquidos corporais. 5. Ao retirar as luvas, os dispositivos de proteção ocular e facial e o capote, evite o contato da pele com a superfície externa desses elementos. Descarte-os nos recipientes de segurança adequados. 6. Lave as mãos e outras superfícies cutâneas expostas imediatamente após o contato com sangue ou líquidos corporais e imediatamente depois de tirar as luvas. Quanto a agentes de base alcoólica, siga as recomendações específicas da instituição em que você trabalha. 7. Tenha cuidado com agulhas e outros instrumentos cortantes. Para evitar acidentes, descarte agulhas, seringas e outros itens cortantes em um recipiente apropriado. f

Fonte: Adaptado de National Institutes of Environmental Health Sciences.

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Enfermagem materno-infantil, 248 Enfermagem pediátrica, 296 Enfermagem psiquiátrica e de saúde mental, 332 Enfermagem gerontológica, 346

MdS Parte 4

Populações Especiais

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Enfermagem materno-infantil Esta seção é um resumo dos conceitos e habilidades necessários para os cuidados com mães, bebês e suas famílias durante o ciclo da gravidez. Para informações em profundidade, veja um compêndio de saúde materno-infantil.

Aconselhamento antes da concepção O aconselhamento antes da concepção varia de opções de contracepção à preparação para a gravidez. Como as mulheres com freqüência não têm consciência da gravidez ou estão inseguras quanto a ela mesmo depois de 8 semanas de gestação, elas podem estar mal informadas sobre muitos problemas importantes que podem afetar o feto em desenvolvimento. Uma parte decisiva do desenvolvimento fetal ocorre entre 17 e 56 dias após a fertilização. É nesse intervalo que uma carência de ácido fólico na mãe pode causar defeitos no tubo neural. Por exemplo, para diminuir a incidência de anomalias neurológicas, mulheres em idade fértil devem tomar suplementos diários de ácido fólico (presente na maioria dos suplementos de vitaminas). Mulheres que estão pensando em engravidar devem se preocupar em ter um estilo de vida saudável, que pode ser discutido em uma avaliação anterior à gravidez. Entre os tópicos que podem ser discutidos e ensinados incluem-se: Cuidados antes da concepção Nutrição Dieta saudável (incluindo ácido fólico) Peso ideal Exercício e repouso (boa forma física) Substâncias que devem ser evitadas (tabaco, álcool, drogas) Uso abusivo de substâncias (tratamento antes da gravidez) Práticas sexuais saudáveis Kowalski | cação MdSdeManual Sobrevivência Enfermagem Identifi fatores dede risco de saúde (a serem para considerados antes da gravidez) Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução.

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Populações Especiais

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Doenças crônicas, como diabetes melito (o controle adequado da glicose reduz a incidência de anormalidades e complicações fetais) Considerar os efeitos de qualquer medicamento de uso constante Identificar portadoras de doenças hereditárias (p. ex., anemia falciforme, fibrose cística etc.) Infecções (sexualmente transmissíveis e ou aquelas que causam problemas congênitos Riscos à saúde no trabalho ou em casa Preparação psicossocial para a gravidez e a maternidade Orientação e aconselhamento relacionados com problemas de saúde ou de saúde geral tal como identificados anteriormente

ƒ Sinais de presunção Podem ser causados por outros problemas de saúde; sendo assim, não confirmam o diagnóstico de gravidez. Amenorréia Náuseas e vômitos (matinais) Fadiga excessiva Freqüência urinária (no primeiro trimestre) Alterações das mamas (aumento, escurecimento das aréolas) Primeiros movimentos do feto

PARTE 4

Confirmação da gravidez

ƒ Sinais de probabilidade Sinais físicos de gravidez documentados pelo exame, mas que podem também ser causados por outros problemas de saúde. Aumento do útero Sinal de Goodell (amolecimento do colo uterino) Sinal de Chadwick (alteração da coloração das membranas vaginal, cervical e vulvar de rósea para púrpura-azulada) Sinal de Hegar (amolecimento do segmento uterino inferior) Rechaço (ocorre somente quando o feto é pequeno — do 4o ao 5o mês — o feto bate no lado oposto quando é empurrado pelo examinador, pela vagina ou pelo abdome.) ƒ Sinais de certeza Dados objetivos que confirmam a gravidez: Batimentos cardíacos fetais (BCF) Movimentos ativos do feto Visualização do feto por ultra-sonografia

História específica da gravidez Essa história é obtida junto com a história clínica comum de um adulto. ExisKowalski | MdS Manual de Sobrevivência para Enfermagem tem formulários padronizados para se estruturarem a história e o exame físico. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Kowalski Parte 4 novo.indd 249

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Figura 4.1 Manobras de Leopold.

b. Alterações e ajustes físicos e emocionais maternos. c. Crescimento e desenvolvimento fetais. d. Importância dos cuidados pré-natais. e. Sinais de complicações iminentes (ver próxima seção). f. Amamentação e avaliação das mamas. g. Exercícios, dieta e vitaminas no pré-natal. 2. Conteúdo do segundo trimestre (reforço dos ensinamentos anteriores) a. Desenvolvimento fetal. b. Avaliação dos movimentos fetais. c. Sinais de possíveis complicações (revisão). d. Controle das alterações físicas e emocionais maternas (p. ex., pirose, dor nas costas, medidas de conforto, higiene e imagem corporal). e. Inscrição em aulas de preparo para o parto. f. Iniciação do plano do parto. g. Preparação dos irmãos, da casa e da família para a chegada do bebê. h. Escolha do pediatra. 3. Conteúdo no terceiro trimestre a. Anatomia e fisiologia, e sinais e sintomas de trabalho de parto (revisão). b. Medicamentos e anestesia para o parto. Kowalski | MdS Manual de Sobrevivência para Enfermagem c. Preparo para o trabalho de parto.

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Tratamento • Normalmente o tratamento é cirúrgico. • Pode haver hemorragia interna abdominal. 3. Hiperemese da gravidez Descrição: vômitos intensos, causando perda de peso, desidratação, acidose, alcalose e/ou hipopotassemia. Sintomatologia • Náuseas e vômitos que se estendem até o segundo trimestre. Tratamento • Pode exigir hospitalização. • Líquidos e eletrólitos IV. • Administração de antieméticos. 4. Doença hipertensiva específica da gravidez (DHEG) (também conhecida como pré-eclampsia ou toxemia). Descrição: hipertensão arterial, edema de face e extremidades e proteinúria, que ocorre em geral após a 20a semana de gravidez. Etiologia desconhecida. Sintomatologia • Pressão arterial elevada: duas medidas com pressão sistólica acima de 130 mmHg ou diastólica acima de 80 mmHg, ou uma medida acima de 140/90 mmHg. • Edema não aliviado por repouso no leito. • Cefaléia. • Proteinúria. • Ganho excessivo de peso (mais de 900 g por semana). • Alterações visuais. • Dor epigástrica. Tratamento • Repouso no leito com monitoração cuidadosa da pressão arterial. • Verificação diária de proteínas na urina e do peso corporal; anti-hipertensivos. • Hospitalização necessária se não houver resposta. • Monitoração cuidadosa de ingestão e eliminações, presença e localização de edema, reflexos tendinosos profundos, náuseas, vômitos e dor epigástrica ou no quadrante superior direito. • Monitoração cuidadosa do feto. 5. Trabalho de parto prematuro Descrição: trabalho de parto espontâneo antes de 37 semanas de gestação e causando dilatação do colo do útero. O maior fator de risco de trabalho de parto prematuro é um trabalho de parto prematuro anterior; outros incluem gestação múltipla, infecções, abortos espontâneos anteriores,| história de tabagismo idade materna abaixo de 19Enfermagem anos ou acima Kowalski MdS Manual deeSobrevivência para de 30 anos. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução.

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• Placenta prévia marginal ou parcial. A placenta localiza-se a 2 a 3 cm do óstio, mas não o cobre completamente. • Placenta baixa. A distância entre a placenta e o óstio é indeterminada, mas é suficientemente pequena para que ocorra sangramento significativo durante o trabalho de parto e a dilatação cervical. A incidência de placenta prévia é avaliada em 1 em 200 partos; parto cesáreo ou aborto induzido anterior parecem estar relacionados com um aumento da incidência dessa complicação. Sintomatologia • A mãe apresenta sangramento vaginal súbito e indolor no segundo ou no terceiro trimestres. • A intensidade do sangramento pode variar de uma pequena quantidade, que pode cessar espontaneamente, até sangramento intenso. • A hemorragia pode representar risco de vida. Tratamento • Hospitalização e repouso no leito com o objetivo de cessar a hemorragia. • Se o tratamento não for bem-sucedido ou o sangramento for intenso, devese induzir o trabalho de parto independentemente da idade gestacional. • Em geral, cesariana. 8. Descolamento prematuro da placenta Descrição: separação da placenta no local da implantação antes do parto • O sangramento pode ficar mascarado atrás da placenta (em cerca de 10% dos casos). • Pode haver sangramento vaginal. • Ocorre em 1 a cada 150 partos. • Associado a DHEG, ruptura prematura das membranas e traumatismo materno (como acidente de automóvel). Sintomatologia • Sangramento vaginal. • Sensibilidade, dor e rigidez abdominais (abdome em tábua). • Os batimentos cardíacos fetais podem estar ausentes ou pode haver anormalidades da freqüência cardíaca fetal. • A mãe pode apresentar choque hipovolêmico. Tratamento • Visa estabilizar a mãe e minimizar o sangramento. • O plano de tratamento é baseado na idade gestacional. • A mãe é hospitalizada para observação. • Hemorragia grave exige parto cesáreo.

Sinais e sintomas de início do trabalho de parto Encaixe (a parte de apresentação do feto se encaixa na pelve)

• Primíparas: ocorre 2 a de 3 semanas antes do iníciopara do trabalho de parto. Kowalski | MdS Manual Sobrevivência Enfermagem • Multíparas: pode ocorrer no início do trabalho de parto. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Kowalski Parte 4 novo.indd 256

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Populações Especiais

PARTE 4

A

B

C

Figura 4.2 Placenta prévia. A, completa; B, parcial; C, marginal.

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Populações Especiais

e

Vértic

nc Si cio

ú ip

Sutura temporal Sutura lambdóide

Sutura coronal

Diâmetro suboccipitobregmático = 9,5 cm Diâmetro submentalbregmático = 9,5 cm

Diâmetro occipitomental = 12,5 cm

PARTE 4

io úc cip

Oc

Diâmetro occipitofrontal = 11,5 cm

Figura 4.3 A cabeça do feto.

Apresentação fetal • A parte do corpo do feto que penetra em primeiro lugar na passagem — cefálica, pélvica, de ombro ou córnica (situação transversal) (ver Figuras 4.4 e 4.5). • Apresentações pélvica, córnica e de ombro estão relacionadas com partos cesáreos. Posição fetal • Posição do feto em relação à coluna vertebral da mãe (ver Figura 4.6). • Nas apresentações cefálica e pélvica a posição é longitudinal. • Na apresentação de ombro a posição é transversa (em relação à coluna vertebral da mãe). • Um feto oblíquo está a 45° da coluna vertebral da mãe. • A posição em geral se modifica para longitudinal ou transversa. Atitude fetal • Relação entre as partes do feto. • Cabeça do feto: mostra-se estendida ou flexionada em relação ao tronco. • A cabeça estendida apresenta um maior diâmetro para a passagem — pode necessitar de parto cesáreo. ƒ Relacionados ao canal de parto Formado pelos ossos da pelve: ílio, espinhas isquiáticas, púbis, sacro e Kowalski | MdS Manual de Sobrevivência para Enfermagem cóccix.

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A

B

Figura 4.6 Posição fetal. A, longitudinal; B, transversa.

• O método correto de palpação das contrações é mostrado na Figura 4.8. • Uma representação das fases das contrações uterinas é mostrada na Figura 4.9.

Crista ilíaca

Espinha isquiática

Figura 4.7 Altura (plano), ou relação a parte de apresentação do feto e as espinhas Kowalski | MdS Manual deentre Sobrevivência para Enfermagem isquiáticas. A altura ilustrada é +2. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Kowalski Parte 4 novo.indd 262

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ƒ Primeiro estágio do trabalho de parto 1. Fase latente a. Início do trabalho de parto verdadeiro, começando com contrações regulares, que podem ter um intervalo de 10 a 15 min. b. Contrações mais freqüentes e de maior intensidade e maior duração. c. Dor nas costas e cólicas abdominais. d. A mãe pode permanecer em casa. e. Ocorre sangue no colo uterino e descolamento do tampão ceroso. 2. Fase ativa a. Dilatação do colo: Primíparas: 1,2 cm por hora. Multíparas: 1,5 cm por hora. b. Início com cerca de 4 a 5 cm; final com 8 cm. c. Contrações a cada 2 a 5 min, com duração de 40 a 50 s e intensidade moderada. d. A descida do feto continua (ver Figura 4.11). Ruptura das membranas

Admissão

Parto espontâneo

Fase de desaceleração

Plano

Dilatação cervical (cm) |

Fase de inclinação máxima

Fase de aceleração

Fase latente

Fase ativa Horas de trabalho de parto

Dilatação cervical Estágio da apresentação

Kowalski | MdS Manual de Sobrevivência para Enfermagem Figura 4.11 Gráfico do progresso do trabalho de parto em uma primípara (gráfico de Friedman). Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2008 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Kowalski Parte 4 novo.indd 266

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Populações Especiais

PARTE 4

Extensão completa

Rotação externa

Rotação externa do ombro

Expulsão

Figura 4.12 Continuação

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