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Freitas e Py | Tratado de Geriatria e Gerontologia. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright© 2016 Editora Guanabara Koogan Ltda.


As editoras que integram o GEN, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, com obras decisivas na formação acadêmica e no aperfeiçoamento de várias gerações de pro magem, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Educação Física e muitas outras ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito. conveniente, a funcionários, colaboradores e acionistas.

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Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social e ambiental são reforçados pela natureza educacional de nossa atividade, sem comprometer o crescimento contínuo e a rentabilidade do grupo.

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O GEN | Grupo Editorial Nacional, a maior plataforma editorial no segmento CTP (cientísociais aplicadas, humanas e de concursos, além de prover serviços direcionados a educação, capacitação médica continuada e preparação para concursos. Conheça nosso catálogo, composto por mais de cinco mil obras e três mil e-books, em www.grupogen.com.br.

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Elizabete Viana de Freitas Doutora e Mestre em Medicina pela UERJ. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG e em Cardiologia pela AMB/SBC. Presidente da SBGG Nacional (2000-2002) e do DECAGE/SBC (20082009). Médica do Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ. Secretária (2015-2019) do Comitê Latino-americano e Caribe de Gerontologia e Geriatria (COMLAT).

Ligia Py Psicóloga. Doutora e Mestre pela UFRJ. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Membro da Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da SBGG. Orientadora de Aprendizagem do Curso de Envelhecimento e Saúde do Idoso da EAD/FIOCRUZ. Membro da Câmara Técnica de Cuidados Paliativos do CFM. Coeditores

Milton Luiz Gorzoni Professor Adjunto e Coordenador das Disciplinas de Clínica Médica, Geriatria e Fundamentos de Gerontologia do Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP. Chefe do Serviço de Clínica Médica e de Geriatria da ISCMSP. Ex-Presidente da Seção do Estado de São Paulo da SBGG.

Johannes Doll Pedagogo pela Universidade Koblenz-Landau/Alemanha. Gerontólogo pela Universidade Heidelberg/ Alemanha. Teólogo pela Universidade Tübingen/Alemanha. Doutor em Filosofia pela Universidade Koblenz-Landau/Alemanha. Mestre em Educação pela UFRGS. Docente na Faculdade de Educação da UFRGS. Coordenador do Grupo de Pesquisa Educação e Envelhecimento – UFRGS.

Flávio Aluizio Xavier Cançado Médico. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Pós-Graduação em Administração Hospitalar pela FIASAH e em Gerontologia pela FUMEC. Presidente da SBGG (1979-1982) e do COMLAT (1989-1993). Coordenador na Área de Ciências Sociais e do Comportamento no COMLAT (1981-1985). Quarta edição

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Editoras

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As autoras deste livro e a editora guanabara koogan ltda. empenharam seus melhores esforços para assegurar que as informações e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação, e todos os dados foram atualizados pelas autoras até a data da entrega dos originais à editora. Entretanto, tendo em conta a evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, recomendamos enfaticamente que os leitores consultem sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de que não houve alterações nas dosagens recomendadas ou na legislação regulamentadora. Adicionalmente, os leitores podem buscar por possíveis atualizações da obra em http://gen-io. grupogen.com.br. As autoras e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispon­ do-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida. Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2016 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro – RJ – CEP 20040-040 Tels.: (21) 3543-0770/(11) 5080-0770 | Fax: (21) 3543-0896 www.grupogen.com.br | editorial.saude@grupogen.com.br Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, em quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição pela Internet ou outros), sem permissão, por escrito, da editora guanabara koogan ltda.

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Capa: Bruno Sales

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Editoração eletrônica: Edel

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Ficha catalográfica F936t 4. ed. Freitas, Elizabete Viana de Tratado de geriatria e gerontologia/Elizabete Viana de Freitas, Ligia Py. – 4. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. il. ISBN 978-85-277-2940-6 1. Geriatria – Manuais, guias, etc. I. Py, Ligia. II. Título. 16-32033

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CDD: 618.97 CDU: 616-053-9

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Abrahão Afiune Neto

Doutor em Cardiologia pela USP. Professor Titular da Fa­ culdade Unievangélica de Anápolis. Professor Adjunto II e Professor de Pós-Graduação da Faculdade de Medicina da UFG. Fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Ada Maria Veras da Veiga

Graduação pela UFSC. Especialista em Geriatria pela PUC-PA. Mestre em Clínica Médica, área de concentração em Ge­ riatria.

Adriana Bastos Samara

Psicóloga. Mestre e Doutora em Neurologia pela FCM/ UNICAMP. Especialista em Neuropsicologia.

Adriana Carvalho

Pneumologista do Hospital Federal de Bonsucesso. Médica da Fundação de Assistência e Previdência Social do FAPES/ BNDES.

Adriana Polachini do Valle

Professora Doutora de Patologia Clínica do Departamento de Clínica Médica da FMB/UNESP. Especialista em Patologia Clínica pela SBPC.

Adriano Gordilho

Geriatra Titulado pela AMB/SBGG. Pós-Graduado em Geria­ tria e Gerontologia pelo Instituto de Geriatria da PUC-RS. Diretor Médico do Instituto Longevitat.

Alberto de Macedo Soares

Doutor em Medicina pela FMUSP. Professor Responsável pela Disciplina de Geriatria no Centro Universitário Lusíada – UNILUS. Orientador Didático do Ambulatório do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. MédicoAssistente do Núcleo Avançado de Geriatria do Hospital Sírio-Libanês – SP. Coordenador do Núcleo de Assistência à Pesquisa em Geriatria (NAGGER) – UNILUS.

Alberto Liberman

Professor Adjunto de Cardiologia da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas. Ex-Presidente do Departamento de Car­ dio­geriatria da SBC (2003-2004).

Alessandra Lamas Granero Lucchetti

Aline Thomaz Soares

Especialista em Clínica Médica e em Geriatria. Colaboradora Voluntária do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Almir Ribeiro Tavares Júnior

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Espe­ cialista em Psiquiatria, com atuação em Psicogeriatria, Me­ dicina do Sono e Psicoterapia pela AMB/ABP. Doutor pela EPM/UNIFESP. Pós-Doutorado no Johns Hopkins Hospital. Professor-Associado da Faculdade de Medicina da UFMG.

Ambrósio Rodrigues Brandão

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Médico Primeiro Assistente do Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II da ISCMSP.

Amit Nussbacher

Doutor em Cardiologia pela FMUSP. Médico do Hospital Is­ raelita Albert Einstein.

Ana Amélia Camarano

Economista. Doutora em Estudos Populacionais pela London School of Economics. Pós-Doutorado pela Universidade de Nihon no Japão. Atuação na área de envelhecimento populacional e arranjos familiares. Pesquisadora do IPEA e Professora do curso de especialização em Geriatria e Gerontologia da UERJ.

Ana Cristina Canedo Speranza

Especialista em Geriatria pela SBGG/UFRJ. Médica do Serviço de Geriatria da UERJ.

Ana Elizabeth dos Santos Lins

Terapeuta Ocupacional. Mestre em Ciências pela UNIFESP. Doutoranda em Gerontologia pela UNICAMP. Especialista em Saúde do Idoso pela UFPE e em Gerontologia pela SBGG.

Ana Lúcia de Sousa Vilela

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Especialista em Clínica Médica. Preceptora de Clínica Médica e Psicogeriatria no CPRJ. Geriatra do INTO.

Médica pela FCMSC-SP. Mestre em Psiquiatria pela USP. MBA pela FGV e Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde da UFJF. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela FCMMG/CIAPE. Professora-Assistente do Departamento de Clínica Médica da FAMED/UFJF. Co-coordenadora da Disci­ plina de Geriatria da FAMED-UFJF.

Enfermeira e Psicóloga. Doutorado de 3o Cycle em Psicologia na Universidade de Naterre, Paris. Especialista em Gerontologia pela PUC-PR e pela SBGG. Instituidora da Fundação de Apoio e Valorização do Idoso/FAVI. Atual Presidente da FAVI.

Alessandro Ferrari Jacinto

Ana Paula Maeda

Professor Doutor da Disciplina de Geriatria do Departamento de Clínica Médica da FMB/UNESP. Especialista em Geriatria pela SBGG.

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Ana Lucia Fiebrantz Pinto

Nutricionista pela USP. Mestre em Nutrição em Saúde Pública pela USP. Especialista em Nutrição em Saúde Pública pela UNIFESP e em Gerontologia pela SBGG.

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Colaboradores

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Ana Paula Rocha Veiga

Antonio Cláudio Lucas da Nóbrega

Ana Zahira Bassit

António Palma Seman

Doutora em Ciências Médicas pela FMUSP. Especialista em Infectologia pela AMB. Professora Responsável pela Disciplina de Imunologia e Imunopatologia e Professora-Assistente da Disciplina de Infectologia da UNILUS. Psicóloga. Doutora em Saúde Pública e Mestre em Psicologia Social pela USP. Especialista em Gerontologia pela SBGG.

Andréa Araújo Brandão

Professora-Associada de Cardiologia da UERJ. Coordenadora do Setor de Hipertensão Arterial e Lípides do HUPE – UERJ, do Setor de Hipertensão Arterial do Hospital Pró-Cardíaco e do curso de pós-graduação da FCM/UERJ (2016-2019). Presidente do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC (2006-2007). Fellow do American College of Cardiology e da European Society of Cardiology.

Andrea Barranjard Vannucci Lemonte

Especialista em Reumatologia pela SBR. Doutora em Ciências Médicas pela FMUSP. Membro da Diretoria da SPR. Gerente Científica do CEPIC.

Andrea Cabrita de Brito

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Médica-Assistente do serviço de Geriatria da ISCMSP. Preceptora de Clínica Médica do Hospital Fernando Mauro Pires da Rocha – SUS-SP.

Andréa Negrão Costa

Residência em Clínica Médica na FSCMPA (2010-2012) e em Geriatria no Hospital Universitário João de Barros Barreto – UFPA – (2012-2014), com registro no CRM/PA, RQE 4167. Médica do Pronto-atendimento Oncológico da UNACON – HUJBB/SESPA – (2010 até a presente data).

Andreia Assis Loures Valle

Cardiologista. Mestre em Biologia Molecular pela EPM/ UNIFESP. Head da Unidade de ImunoBiológicos na Genzyme do Brasil.

Ângela Maria Alvarez

Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem da UFSC. Atual Presidente da ABEn.

Doutor em Fisiologia. Research Fellow in Cardiology da University of Texas - Southwestern Medical Center Dallas. Professor Titular de Fisiologia e Farmacologia da UFF. PróReitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da UFF. Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Médico Concursado do Ambulatório de Geriatria da UBS Joaquim Antonio Eirado pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Médico da Equipe Multidisciplinar de Atendimento Domiciliar da UBS José Toledo Piza pela Organização Social da ISCMSP.

Arianna Kassiadou Menezes

Médica. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG, atuando como geriatra na UFF e nos serviços privados Longevus e Villa Vecchia. Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente pelo Centro Universitário Plínio Leite. Membro de A Tríplice Aliança, grupo internacional dedicado à cultura de não contenção.

Ariovaldo José Pires

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Clínica Médica pela AMB/SCM. Mestre em Geriatria pela PUC-RS. Assistente do Serviço de Nefrologia da UFU.

Arlete Portella Fontes

Psicóloga. Doutora e Mestre em Gerontologia pela UNICAMP. Especialista em Análise Bioenergética pelo International Ins­ titute Bionergetic Analysis e em Psicodrama Psicoterapêu­tico pelo Instituto de Psicoterapia e Psicodrama de Campinas.

Ayrton Pires Brandão

Professor Adjunto de Cardiologia da FCM/UERJ.

Beatrice de Barros Lima

Especialista em Cardiologia e Clínica da Dor. Mestranda da UFF. Enfermeira-Chefe da Unidade Clínica do Hospital PróCardíaco.

Beltrina Côrte

Psicóloga e Professora Titular na UNICAMP, na qual ensina Psicologia do Envelhecimento e Psicologia Educacional e realiza pesquisas sobre bem-estar psicológico na velhice.

Jornalista. Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA/ USP. Especialista em Programas Intergeracionais pela Universidad de Granada. Docente do Programa de Estudos Pós-Graduados em Gerontologia da PUC-SP. Coordenadora do grupo de pesquisa certificado pelo CNPq – Longevidade, Envelhecimento e Comunicação.

Antonio Carlos Melo Moreira

Carla Witter

Anita Liberalesso Neri

Especialista em Medicina de Família e Comunidade pela AMB/ SBMFC, em Gerontologia pela UFC e em Saúde da Família pela ESP-CE. MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

Antonio Carlos Silva Santos Jr.

Doutor e Mestre em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública – FIOCRUZ. Coordenador da Unidade de Tratamento de Osteoporose no NECBa do HUPES/UFBa.

Antonio Carlos Sobral Sousa

Doutor em Medicina pela FMRP/USP. Professor-Associado de Cardiologia do Departamento de Medicina e do Núcleo de pós-graduação em Medicina da UFS. Chefe da Unidade do Sistema Cardiovascular do Hospital Universitário — EBSERH/ UFS). Coordenador do Serviço de Ecocardiografia (ECOLAB) do Hospital São Lucas – Aracaju, SE – e do Centro de Ensino e Pesquisa da Fundação São Lucas – Aracaju, SE.

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Psicóloga. Doutora e Mestre pela USP. Professora Titular e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências do Envelhecimento pela USJT.

Carlos Augusto Reis Oliveira

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Mestre em Clínica Médica pela PUC-Campinas.

Carlos Montes Paixão Júnior

Professor Adjunto. Pesquisador Associado. Geriatra. Geron­ tólogo. Medicina Interna pela UERJ. Ex-Presidente da SBGGRJ. Ex-Residente de Geriatria no Hôpitaux de Paris. Capacité de Médecine Universités de Paris – França.

Carolina Toniolo Zenatti

Médica pela Faculdade de Medicina da UNISA. Infectologista pelo IIER.

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Célia Pereira Caldas

Enfermeira. Doutora em Enfermagem e Mestre em Saúde Coletiva pela UERJ. Docente da Faculdade de Enfermagem da UERJ. Líder do Grupo de Pesquisa Envelhecimento e Saúde –UnATI/UERJ.

Christiane Machado Santana

Geriatra. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela SBGG. Professora da disciplina de Geriatria da FM/UFBa.

Ciro Augusto Floriani

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Doutor em Ciências pelo Núcleo de Ética Aplicada e Bioética da ENSP/FIOCRUZ. Professor do Instituto Paliar.

Clarice Cavalero Nebuloni

Nutricionista-Assistente da Disciplina de Geriatria e Geron­ tologia da UNIFESP. Especialização em Gerontologia no HCFMUSP. Especialista em Gerontologia pela SBGG.

Claudia Burlá

Médica. Especialista em Geriatria com certificado de área de atuação em Medicina Paliativa pela AMB/SBGG. Doutora em Bioética pela Universidade do Porto/Portugal. Membro das Câmaras Técnicas de Cuidados Paliativos e de Geriatria do CFM. Membro da Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da SBGG. Sócia Fundadora e membro do Conselho Consultivo da Academia Nacional de Cuidados Paliativos. Membro Titular da Academia de Medicina do Rio de Janeiro.

Claudia Caciquinho Vieira de Souza

Mestre em Medicina do Adulto pela UFMG. Professora do Internato de Geriatria da FCMMG.

Claudia Felicia Gravina

Doutora em Cardiologia pela FMUSP. Médica-Assistente de Cardiogeriatria do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Post Doctoral Research Fellow na Emory University, Atlanta, Georgia, USA.

Claudio Tinoco Mesquita

Professor do Departamento de Medicina Clínica da Faculdade de Medicina no Setor de Medicina Nuclear do HUAP/UFF.

Cristiano Augusto de Freitas Zerbini

Diretor do CEPIC. Coordenador do Núcleo Avançado de Reumatologia do Hospital Sírio-Libanês.

Cristina Cristóvão Ribeiro

Fisioterapeuta e Professora Universitária. Mestre em Ge­ ron­to­logia pela PUC-SP. Doutoranda em Gerontologia na UNICAMP. Especialista em Gerontologia pela UNIFESP e pela SBGG.

Cristina S. Sader

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG.

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(2012-2016). Coordenador da Residência Médica em Geriatria da Casa Gerontológica de Aeronáutica Brigadeiro Eduardo Gomes. Membro do Conselho Editorial do Journal of Palliative Medicine.

Daniela Antonangelo

Médica do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMB/UNESP.

David Corrêa Alves de Lima

Membro Titular da SOBED. Diretor da Clínica BIOGASTRO - Núcleo de Gastroenterologia e Videoendoscopia Digestiva. Membro da SFED e da ASGE.

Débora Dias da Silva Harmitt

Cirurgiã-Dentista. Mestre em Cariologia e Doutora em Saúde Coletiva pela FOP/UNICAMP. Pós-Doutorado em Odon­ tologia pela FOP/UNICAMP. Professora Titular do curso de Odontologia da UNIP, Campinas-SP, na área de Saúde Coletiva.

Delia Catullo Goldfarb

Psicóloga Clínica pela UNLP. Doutora em Psicologia pela USP. Mestre em Psicologia pela PUC-SP. Especialista em Gerontologia pela SBGG e em Psicologia pela FLACSO.

Denise Ribeiro Stort

Psicóloga. Mestre e Doutoranda em Gerontologia pela FCM/ UNICAMP. Especialista em Psicologia da Saúde.

Deusivania Falcão

Psicóloga. Doutora em Psicologia pela UnB. Mestre em Psico­ logia Social pela UFPB. Professora Doutora da EACH/USP.

Dóris Firmino Rabelo

Psicóloga. Doutora em Educação e Mestre em Gerontologia pela UNICAMP. Docente do Centro de Ciências da Saúde da UFRB.

Edison Rossi

Mestre em Gerontologia pela UNICAMP. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG.

Eduardo Ferriolli

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Professor-Asso­ ciado (Livre-Docente) da Divisão de Clínica Médica Geral e Geriatria da FMRP/USP.

Einstein Francisco de Camargos

Geriatra Titulado pela SBGG. Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela UnB. Professor da Pós-Graduação em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da UnB. MédicoAssistente em Geriatria no CMI/HUB/UnB.

Elcyana Bezerra Carvalho

Geriatra titulado pela SBGG. Doutor em Ciências pelo Departamento de Neurologia da FMUSP.

Terapeuta Ocupacional. Mestre em Psicologia pela UNIFOR. Especialização em Gerontologia Social pela UECE. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Doutoranda em Gerontologia na UNICAMP. Coordenadora e Docente do curso de especialização em Gerontologia da UNIFOR. Atual Diretora Cientifica da ABRAz-CE.

Daniel Lima Azevedo

Elisa Franco de Assis Costa

Daniel Acioli Werner

Médico. Pós-Graduação em Geriatria pela PUC-RJ.

Daniel Apolinário

Médico. Especialista em Geriatria com certificado de área de atuação em Medicina Paliativa pela AMB/SBGG. Presidente da Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da SBGG

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Especialista em Clínica Médica e em Geriatria e Gerontologia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela UFG. Professora do Departamento de Clínica Médica da FMUFG.

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Tratado de Geriatria e Gerontologia 

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Elizabeth Johann Barham

Graduação em Psicologia pela Bishop’s University. Doutora em Psicologia Social e de Desenvolvimento na University of Guelph. Mestre em Psicologia Social na University of Waterloo. Docente no Departamento de Psicologia da UFSCar.

Elizabeth Regina Xavier Mendonça

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG.

Emílio Moriguchi

Professsor Adjunto do Departamento de Medicina Interna da FAMED/UFRGS. Coordenador do Ambulatório da Residência Médica em Cardiologia e Professor do programa de pósgraduação em Ciências da Saúde: Cardiologia da Fundação Universitária de Cardiologia - Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul.

Érika Maria Gonçalves Campana

Doutora em Cardiologia pela UERJ. Especialista em Cardio­ logia pela AMB/SBC. Médica Colaboradora do Setor de Hi­ pertensão Arterial e Lípides do HUPE – UERJ.

Estevão Alves Valle

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Doutorando em Ciências da Saúde pelo Centro de Pesquisa René Rachou/ FIOCRUZ.

Fabio Cimador

Enfermeiro. Mestre de 1o Nível em Gerenciamento e Funções de Coordenação de Profissões Sanitárias pela Università La Sapienza, Roma, Itália. Enfermeiro Coordenador na Azien­da per l’Assistenza Sanitaria no 1 Triestina, Trieste, Itália. Cola­ borador internacional acreditado pelo CNPQ junto à EEAAC/ UFF. Membro de A Tríplice Aliança, grupo internacional dedicado à cultura de não contenção.

Flavio Danni Fuchs

Professor Titular de Cardiologia da Faculdade de Medicina da UFRGS. Pesquisador 1A do CNPq.

Florindo Stella

Psiquiatra. Professor no Instituto de Biociências, Campus de Rio Claro da UNESP. Professor no Ambulatório de Neuro­ psiquiatria e Psiquiatria Geriátrica da FCM/UNICAMP. Pro­ fessor Visitante no Departamento e Instituto de Psiquiatria – Laboratório de Neurociências (LIM-27) – da FMUSP.

Francisca Magalhães Scoralick

Especialista em Geriatria pela SBGG e Ministério da Educação. Mestre em Ciências da Saúde pela UnB.

Francisco José Werneck de Carvalho

Professor do curso de Medicina da Universidade Estácio de Sá. Médico do Serviço de Clínica Médica do Hospital Municipal da Piedade – Rio de Janeiro. Membro Titular da ABMM. Título de Professor Livre-Docente.

Giancarlo Lucchetti

Médico pela FCMSCSP. Especialista em Clínica Médica e em Geriatria pela ISCMSP. Doutor em Neurologia/Neurociências pela EPM/UNIFESP. Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da FAMED/UFJF. Professor da Pós-Graduação stricto sensu em Saúde e em saúde coletiva da FAMED/UFJF. Coordenador do Núcleo de Geriatria e Gerontologia e da Disciplina de Geriatria da FAMED/UFJF.

Gisele de Cássia Gomes

Fisioterapeuta. Doutora em Neurociências pela UFMG. Mestre em Gerontologia pela UNICAMP. Especialista em Geron­ tologia pela SBGG. Docente do Departamento de Fisioterapia da UFMG.

Fabio Nasri

Giselle Helena de Paula Rodrigues

Mestre em Endocrinologia pela EPM/UNIFESP. Especialista em Geriatria e Gerontologia.

Doutora em Cardiologia pela USP. Pós-Graduação em Cardio­ geriatria pelo INCOR.

Felicio Savioli Neto

Gustavo Henrique de Oliveira Caldas

Doutor em Cardiologia pela FMUSP. Chefe da Seção de Cardiogeriatria do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

Fernando Neves Hugo

Cirurgião-Dentista. Doutor em Odontologia em Saúde Co­ letiva pela UNICAMP. Mestre em Gerontologia pela PUC-RS. Diretor do Centro de Pesquisas em Odontologia Preventiva e Social da Faculdade de Odontologia/UFRGS. Professor Permanente dos Programas de Pós-Graduação em Odontologia e Saúde Coletiva da UFRGS. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

Flávia Silva Arbex Borim

Fisioterapeuta. Doutora em Saúde Coletiva e Mestre em Gerontologia pela FCM/UNICAMP. Docente do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FCM/UNICAMP.

Flávio Chaimowicz

Professor-Associado do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG. Mestre em Epidemiologia Clínica pelo National Institute for Health Sciences, na Holanda. Doutor em Medicina pela UFMG. Pós-doutorado em Educação Médica pelo Institute of Medical Education Research da Erasmus University de Rotterdam. Especialista em Clínica Médica pela SBCM. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela SBGG.

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Residência Médica em Geriatria pela ISCMSP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar. Mestrando em Ensino na Saúde pela UFRN. Médico do Serviço de Geriatria da UFRN. Preceptor da Residência de Clínica Médica da UFRN.

Gustavo Vaz de Oliveira Moraes

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela SBGG. Mestre em Ciências da Saúde pela FIOCRUZ.

Hazem Ashmawi

Professor Livre-Docente da Disciplina de Anestesiologia da FMUSP. Supervisor da Equipe de Controle de Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Heloísa Gonçalves Ferreira

Doutora e Mestre em Psicologia pela UFSCar. Professora Adjunta na UFTM. Estágio de Doutorado Sanduíche na Universidade do Porto, Portugal e na Universidade de Alberta, Canadá. Especialista em Psicoterapia Comportamental pelo ITCR, Campinas-SP.

Heloísa Sawada Suzuki

Doutora em Ciências pela UNIFESP. Especialista em Geron­ tologia pela SBGG. Fonoaudióloga da Unidade de Referência à Saúde do Idoso de Santo Amaro – PMSP.

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Homero Marinho Teixeira Leite Junior

Médico. Doutor e Mestre pela UERJ. Pesquisador Associado no Departamento de Neurofisiologia da UERJ. Especialista em Geriatra pela AMB/SBGG e em Medicina Intensiva pela AMIB. Coordenador da Unidade Integrada de Prevenção do Hospital Adventista Silvestre/RJ. Médico Intensivista do INC-RJ.

Humberto Pierri

Professor Livre-Docente em Geriatria pela FMUSP.

Ibsen Bellini Coimbra

Graduação em Medicina (1984). Residência Médica em Reu­ matologia (1985-1988). Mestre e Doutor em Clínica Médica (1993/1998) pela UNICAMP. Pós-Doutorado em Biologia Molecular de Cartilagem na Thomas Jefferson University (EUA) (2000-2002). Professor Doutor do Departamento de Clínica Médica da FCM/UNICAMP, na área de Reumatologia.

Irineu Massaia

Diretor do Departamento de Medicina da ISCMSP. Professor Adjunto da FCMSCSP. Coordenador da Clínica Médica do HEVA/HESAP.

Isabella Figaro Gattás Vernaglia

Médica Geriatra Especialista pela SBGG. Geriatra pela FMUSP.

Isadora Crosara Alves Teixeira

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João Bastos Freire Neto

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG, em Clí­ nica Médica pela HRAN/MEC e em Medicina de Família e Comunidade pela AMB/SBMFC. Presidente da SBGG (20142016).

João Carlos Barbosa Machado

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Professor de Geriatria da FCMMG. Coordenador do Serviço de Medicina Geriátrica do Hospital Mater Dei. Diretor do Aurus IEPE-BH.

João Eduardo Nunes Salles

Endocrinologista. Doutor em Ciências pela EPM/UNIFESP. Professor da FCMSCSP. Vice-Presidente da SBEM (20152016).

João Marcos Domingues Dias

Fisioterapeuta. Doutor pela UNIFESP. Mestre em Ciências da Reabilitação pela Queen’s University, Ontario/Canadá. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professor e Orien­ tador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Rea­ bilitação da UFMG. Líder do Grupo de Pesquisa sobre Enve­ lhecimento e Bolsista de Produtividade do CNPq.

João Senger

Médica Especialista em Clínica Médica, Geriatria e em Cuidados Paliativos. Professora de Geriatria do Departamento de Clínica Médica da FMUFG.

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Nutrologia pela AMB/ABRAN. Mestrando em Saúde Coletiva na UNISINOS. Professor Colaborador do Instituto de Geriatria da PUC-RS.

Ivan Aprahamian

João Toniolo Neto

Médico. Especialista em Clínica Médica pela AMB/SBCM, em Geriatria pela AMB/SBGG e em Psiquiatria pela AMB/ ABP. Professor Adjunto e Chefe do Departamento de Clí­ nica Médica da FMJ. Médico-Assistente e Coordenador do Ambulatório de Alterações Comportamentais em Idosos do Serviço de Geriatria do HCFMUSP. Fellow do American College of Physicians.

Ivan Edward Choque Jilapa

Médico-Residente em Medicina de Família pela UERJ.

Médico. Especialista em Geriatria pela AMBSBGG. Doutor em Medicina Interna e Terapêutica e Mestre em Epidemiologia do Envelhecimento pela EPM/UNIFESP. Professor Adjunto da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/UNIFESP.

José A. Morais

Médico. Geriatra. Diretor e Professor-Associado da Division of Geriatric Medicine, McGill University, Montreal/Canadá.

José Antonio Gordillo de Souza

Izo Helber

Assistente Doutor. Coordenador do Setor de Cardiogeriatria da Disciplina de Cardiologia da EPM/UNIFESP.

Coordenador do Ambulatório de Doenças Cardiovasculares da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/UNIFESP. Especialista em Cardiologia pela SBC. Cardiologista do Serviço de Check-up do Hospital Sírio-Libanês – São Paulo.

Jairo Lins Borges

José Carlos Ferrigno

Professor do Departamento de Cardiologia, Divisão de Cardiogeriatria, da UNIFESP.

Jeanete Liasch Martins de Sá

Doutora em Serviço Social pela PUC-SP. Mestre em Filosofia da Educação pela PUC-Campinas. Especialista em Geronto­ logia pela SBGG. Professora Extensionista e Coordenadora da Uni­versidade da Terceira Idade na PUC-Campinas.

Jessica Myrian de Amorim Garcia

Especialista em Cardiologia pela SBC. Mestre em Cardiologia pela UFPE. Preceptora dos programas de residência médica em Cardiologia e Geriatria.

Jilliane Souza dos Santos

Enfermeira. Responsável pela Educação Continuada da Unidade Clínica do Hospital Pró-Cardíaco. Especialista em Cardiologia do Hospital Pró-Cardíaco.

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Psicólogo. Doutor e Mestre em Psicologia pela USP. Especialista em Programas Intergeracionais pela Universidade de Granada, Espanha. Professor Convidado dos cursos de especialização em Gerontologia na PUC-SP no Instituto Sedes Sapientiae e no Hospital Albert Einstein/SP.

José Elias Soares Pinheiro

Médico. Mestre em Medicina pela UFRJ. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Geriatra do Insti­ tuto de Neurologia Deolindo Couto – UFRJ. Membro da Câmara Técnica de Geriatria do CFM.

José Francisco P. Oliveira

Mestre em Filosofia pela Pontifícia Università Gregoriana, Roma/Itália. Supervisor acadêmico-pedagógico no Depar­ tamento de Gerontologia da SBGG-RJ (2014-2016). ProfessorOrientador do Curso Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa EAD/ ENSP/FIOCRUZ.

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

José Luiz da Costa Vieira

Professor Adjunto do Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUC-RS. Preceptor do Programa de Residência Médica em Geriatria e Gerontologia da Faculdade de Medicina no Hospital São Lucas da PUC-RS.

José Marcelo Farfel

Professor Doutor da Disciplina de Geriatria da FMUSP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Coordenador do Projeto Envelhecimento Cerebral da FMUSP.

José Maria Peixoto

Doutor em Patologia pela UFMG. Presidente do Departamento de Cardiogeriatria da SBC. Coordenador da Especialização em Clínica Médica do Hospital Viallis – Sanitas Internacional – BH. Professor de Cardiologia da UNIFENAS-BH.

Josmar de Castro Alves

Especialista em Cardiologia pela SBC e pelo Instituto de PósGraduação Médica Carlos Chagas. Ex-Presidente da Sociedade Norte Nordeste de Cardiologia (2008/2009). Presidente do Departamento de Cardiogeritria (2014-2015). Cardiologista e Ergometrista do Procardio Natal.

Julia Faria Campos

Médica da Clínica BIOGASTRO. Médica Gastrenterologista do Instituto Alfa do Hospital das Clínicas da UFMG. Membro Titular da SOBED.

Juliana Alcântara Ribeiro

Médica Clínica. Pós-Graduação em Geriatria Prática pela FAVI. Especialista em Geriatria pela Universidade Positivo/FAVI. Membro da Equipe Multidisciplinar em Gerontogeriatria da FAVI. Médica na Prefeitura Municipal de Curitiba.

Juliana Balbinot Hilgert

Graduação em Odontologia pela UFRGS. Mestre e Doutora em Epidemiologia pela UFRGS.

Juliana Marília Berretta

Médica Afiliada do Serviço de Geriatria e Gerontologia da UNIFESP no Ambulatório de Transição de Cuidados.

Juliana Martins Pinto

Fisioterapeuta pela PUC-Campinas. Mestre e Doutoranda em Gerontologia pela UNICAMP. Especialização em Geronto­ logia pela UNIFESP. Atua na reabilitação funcional de idosos e na pesquisa em saúde, qualidade de vida e bem-estar na velhice.

Juliana N. A. Costa

Graduação em Educação Física pela UFMG. Mestre e Dou­ toranda na UnB. Especialista em Fisiologia e Cinesiologia Aplicada à Atividade Física pela UGF-RJ. Pes­quisadora do Grupo de Doenças Neurodegenerativas da Faculdade de Educação Física da UnB.

Juliana Paula Venites

Fonoaudióloga. Doutora e Mestre em Ciências pela UNIFESP. Especialização em Motricidade Orofacial pelo CFFA. Especia­ lista em Gerontologia pela SBGG.

Júlio César Moriguti

Professor-Associado (Livre-Docente) da Divisão de Clínica Médica Geral e de Geriatria da FMRP/USP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG.

Jurilza Maria Barros de Mendonça

Assistente Social. Doutora em Política Social pela UnB. Mestre em Gerontologia pela UCB. Coordenadora da Política Nacional do Idoso (1995-2001) e Secretária Executiva do Conselho

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Nacional do Idoso (2003-2008). Consultora Pesquisadora do Núcleo de Estudo e Pesquisa em Política Social da no NEPPOS/CEAM/UnB.

Jussara Rauth

Assistente Social. Mestre em Inclusão Social e Acessibilidade pela FEEVALE. Especialista em Gerontologia Social pela SBGG. Membro do Conselho Consultivo da SBGG.

Kalil Lays Mohallem

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Cardiologia pela AMB/SBC. Mestre em Cardiologia pela PUC-RJ. Médico do Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras e do corpo clínico do Hospital Pró-Cardíaco – Rio de Janeiro.

Karla Cristina Giacomin

Médica. Doutora em Ciências da Saúde pela FIOCRUZ. Mestre em Saúde Pública pela UFMG. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Universidade Louis Pasteur, Strasbourg/ França e pela AMB/SBGG.

Karla Shimura Barea

Fonoaudióloga. Especialização em Gerontologia pelo HC/FMUSP. Mestranda em Ciências Médicas na disciplina de Neurologia da FMUSP.

Kátia Magdala de Lima Barreto

Terapeuta Ocupacional. Doutora em Saúde Pública do CPqAM/ FIOCRUZ. Especialista em Saúde do Idoso pela ENSP/FIOCUZ. Professora Adjunta do Departamento de Tera­pia Ocupa­cional da UFPE.

Kelem de Negreiros Cabral

Especialista em Clínica Médica e em Geriatria. Colaboradora Voluntária do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Laís Lopes Delfino

Bacharel em Gerontologia pela USP. Mestre e Doutoranda em Gerontologia pela UNICAMP. Coordenadora de cursos destinados ao aprimoramento de cuidadores de idosos na empresa Qualis.

Laura Magalhães Alanis

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Preceptora da Especialização em Geriatria do Hospital Mater Dei da FCMMG.

Laura Maria Carvalho de Mendonça

Médica. Coordenadora de Residência Médica e do Núcleo de Osteometabolismo no Serviço de Reumatologia da UFRJ.

Leani Souza Máximo Pereira

Fisioterapeuta. Doutora e Mestre pela UFMG. Pós-Doutorado pelo The George Institute for Global Health – Sydney Uninersity, Austrália. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professora e Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação da UFMG. Líder do Grupo de Pesquisa Estudos sobre Envelhecimento em Fisioterapia e Bolsista de Produtividade do CNPq.

Leo Pessini

Pós-Doutorado em Bioética no Instituto James Drane da Edinboro University, Pensilvânia, EUA. Professor Doutor no Programa de Bioética Stricto Sensu do Centro Universitário São Camilo/SP.

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Leticia Décimo Flasch

Psicóloga. Mestre em Psicologia da Saúde pela UnB. Douto­ randa em Gerontologia na UNICAMP.

Letícia Rocha Machado

Pedagoga com habilitação em Multimeios e Informática Edu­ cativa. Doutora em Informática na Educação pela UFRGS. Mestre em Gerontologia Biomédica pela PUC-RS. Pós-Dou­ toranda na UFRGS.

Lílian de Fátima Costa Faria

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Luís Cláudio R. Marrochi

Chefe Adjunto de Clínica do Departamento de Clínica Médica da ISCMSP. Especialista em Clínica Médica pela AMB. Diretor Técnico da Saúde Care - Atenção Domiciliar. MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV Management.

Luisa Helena Bastos de Paula e Souza Nedel

Graduação pela UNISA. Residência em Clínica Médica e Geriatria na Santa Casa de São Paulo. Médica Geriatra do Hospital Santa Helena – Goiânia.

Médica. Especialista em Geriatria e Gerontologia pele AMB/ SBGG. Mestre em Medicina e Especialista em Cuidados Pa­ liativos pela FCMSCSP. Médica Primeira Assistente do De­ partamento de Clínica Médica, setor de Geriatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II. Médica Geriatra da Prefeitura Municipal-SP, responsável pelo Ambulatório de Idoso Frágil São Vicente de Paula - Ipiranga (URSI).

Luiz Ronaldo Alberti

Lívia Terezinha Devens

Geriatra pela AMB/SBGG. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFMG. Professora do Internato em Saúde do Idoso da FCMMG.

Médica. Especialista pela SBGG. Coordenadora da Unidade Geriátrica do Hospital Metropolitano – ES. Preceptora de Residência Médica em Geriatria do Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, ES.

Loiane Moraes Ribeiro Victoy

Médica Especialista em Clínica Médica e Geriatria. Geriatra do Centro de Referência em Saúde do Idoso do Município de Goiânia, GO, e do Hospital-Dia do Idoso em Anápolis, GO.

Lucia Hisako Takase Gonçalves

Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela USP. Pós-Douto­ rado na University of California/San Francisco. Professora Titular aposentada da UFSC. Professora Visitante Sênior da CAPES na UFPA/PPGENF.

Luciana Bahia

Endocrinologista. Mestre em Endocrinologia e Doutora em Ciências Biológicas pela UERJ.

Luciana Cassimiro

Psicóloga. Especialista em Psicologia Hospitalar e Neuro­ psicologia. Mestranda em Ciências na FMUSP. Psicóloga do IPGG. Pesquisadora Colaboradora do GNCC e do CEREDIC do HCFMUSP.

Luciana de Almeida Nobile

Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO. Graduação e Especialização em Ginecologia pela FMUSP.

Luciana de Oliveira Assis

Terapeuta Ocupacional. Doutora em Neurociências e Mes­ tre em Projetos Mecânicos pela UFMG. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professora Adjunta do Departa­ mento de Terapia Ocupacional da UFMG.

Luciane de Fátima Viola Ortega

Mestre em Ciências pela USP. Doutoranda em Gerontologia na UNICAMP. Neuropsicóloga pela USP. Coor­denadora da PósGraduação em Geriatria e Gerontologia da FMJ. Supervisora de Estágio em Neuropsicologia do Adulto e Idoso do IPECS.

Luciane Teixeira Soares

Fonoaudióloga. Doutora em Ciências pela UNIFESP. Pro­ fessora Titular da Universidade Paulista. Espe­cialista em Ge­ rontologia pela UNIFESP e em Motricidade Orofacial e Voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia. Especialista em Gerontologia pela SBGG.

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Médico da Clínica BIOGASTRO. Professor Adjunto do De­ par­tamento de Cirurgia da UFMG e do Programa de PósGra­duação Strictu Sensu do Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte. Mestre e Doutor em Cirurgia pela UFMG. Membro Titular da FBG e da SGNMG. Membro Titular da SOBED.

Maira Tonidandel Barbosa

Maisa Carla Kairalla

Mestre pela UNIFESP. Diretora Científica da SBGG-SP. Médica-Assistente do Serviço de Geriatria e Gerontologia da UNIFESP no Ambulatório de Transição de Cuidados.

Marcella Guimarães Assis

Terapeuta Ocupacional. Doutora em Demografia pela UFMG. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professora Titular do Departamento de Terapia Ocupacional e Diretora de Políticas de Extensão da UFMG.

Marcelo Imbroinise Bittencourt

Mestre em Cardiologia pela UERJ. Médico da Clínica de Insuficiência Cardíaca e Cardiomiopatias do Hospital Uni­ versitário Pedro Ernesto – UERJ. Médico da Rotina da Unida­ de Coronariana do Hospital Pró-Cardíaco. Presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca e Cardiomiopatias da SOCERJ (2016-2017).

Marcelo Valente

Mestre em Saúde Baseada em Evidências pela UNIFESP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Médico-Assistente do Setor de Geriatria da SCMSP. Professor do Setor de Geriatria da Faculdade de Medicina do ABC.

Marcia Cristina Amélia da Silva

Doutoranda e Mestre em Ciências da Saúde pela UPE. Do­ cente de Cardiologia da Faculdade de Medicina do Centro Universitário Mauricio de Nassau. Coordenadora de Pre­ ceptoria dos cursos de pós-graduação e residência médica em Cardiologia da FUNCORDIS/PE. Cardiologista do ProntoSocorro Cardiológico da UPE.

Marcia Maria Pires Camargo Novelli

Terapeuta Ocupacional. Pós-Doutorado em Ciências pela FMUSP. Professora-Associada no curso de Terapia Ocupacio­ nal da UNIFESP. Coordenadora do Núcleo Interprofissional de Pesquisa e Atendimento no Envelhecimento da – NIPAE.

Márcio de Moura Pereira

Doutor em Educação Física pela UCB. Especialização em Ati­ vidade Física Terapêutica pela UnB e em Psicomotricidade pela UCAM. Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para Idosos do GEPAFI/UnB.

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Marco Antonio Prado Nunes

Mestre e Doutor em Cirurgia Cardiovascular pela UNIFESP. Especialista em Radiologia Vascular Intervencionista pela USP. Professor Adjunto da UFS. Cirurgião Vascular e Endo­ vascular.

Marco Oliveira Py

Médico. Doutor e Mestre em Clínica Médica/Setor de Neu­ rologia pela UFRJ. Presidente da ANERJ (2013-2015) e VicePresidente (2015-2017). Médico e Responsável Técnico do Instituto de Neurologia Deolindo Couto/UFRJ. Coordenador da Unidade Neurointensiva do Hospital Caxias D’or.

Marcos Alvinair

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Doutorando pela EPM/UNIFESP no Departamento de Psi­ quiatria. Professor Responsável pelo Módulo de Biologia Ge­ riátrica em Gerontologia Social na Faculdade de Medicina e Psicologia da UFU.

Marcos Daniel Saraiva

de Geriatria e Gerontologia e Coordenadora do programa de residência médica do Real Hospital Português de Beneficência. Membro da Câmara Técnica de Geriatria do CFM.

Maria do Carmo Sitta

Professora Colaboradora da Disciplina de Geriatria da FMUSP. Médica Supervisora da Disciplina de Geriatria da Comissão de Residência Médica do COREME/FMUSP edo Grupo de Interconsultas da Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Maria Eliane Campos Magalhães

Doutora em Cardiologia pela UFRJ. Médica-Assistente do Setor de Hipertensão Arterial e Lípides do HUPE – UERJ. Coor­denadora do Setor de Hipertensão Arterial do Hospital Pró-Cardíaco. Fellow do American College of Cardiology. Presidente do Departamento de Hipertensão Arterial da SOCERJ (2016-2018).

Maria Inês Sitta

Fisioterapeuta. Pós-Graduação em Gerontologia pelo Instituto Sedes Sapientae/SP. Especialista em Gerontologia pela SBGG.

Residência Médica em Geriatria pelo Hospital das Clínicas da FMUSP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Médico do Núcleo Avançado de Geriatria do Hospital Sírio-Libanês. Médico Preceptor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Maria José D’Elboux

Marcos de Lima Horta

Especialista em Reumatologia pela SBR. Médica-Assistente do Serviço de Reumatologia do Hospital Heliópolis e Médica Investigadora do Centro Paulista de Investigação Clínica.

Médico. Especialista em Geriatra pela AMB/SBGG. PósGraduação em Geriatria pela PUC-RS (1989). Médico Geriatra com atividade em clínica privada.

Maria Angélica dos Santos Sanchez

Assistente Social. Doutora e Mestre em Ciências pela FCM/ UERJ. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professora Visitante da FCM/UERJ. Coordenadora Adjunta do Labora­ tório de Pesquisa em Envelhecimento Humano da FCM/ UERJ. Presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG (2014-2016).

Maria Carolina Santos Vieira

Especialista em Geriatria pela SBGG e em Medicina Geriátrica pela FCMMG/Hospital Mater Dei.

Enfermeira. Doutora e Mestre pela USP. Especialista em Ge­rontologia pela SBGG. Livre-Docente pela UNICAMP. Docente na UNICAMP.

Maria José Nunes

Maria Lúcia Lebrão

Médica. Administradora hospitalar. Professora Titular Sênior do Departamento de Epidemiologia da FSP/USP. Coor­dena­ do­ra do Estudo SABE – Saúde, Bem-estar e Envelhecimento.

Maria Niures Pimentel dos Santos Matioli

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB-SBGG. Mestre e Doutoranda em em Neurologia pela FMUSP.

Mariana Miranda Suguino

Psicóloga. Acadêmica de Medicina na Faculdade de Medicina de Barbacena/MG.

Mariana Reis Santimaria

Maria Cecília de Souza Minayo

Fisioterapeuta. Mestre em Gerontologia pela FCM/UNICAMP. Professora na PUC-Campinas.

Maria Clara Moretto

Marianela F. de Heckman

Doutora em Saúde Pública e Pesquisadora Titular da FIOCRUZ. Nutricionista. Doutora e Mestre em Gerontologia pela FCM/UNICAMP. Especialização em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho (UGF).

Maria Cristina Guerra Passareli

Doutora em Ciências pela FMUSP. Médica Colaboradora do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. Professora da Disciplina de Clínica Médica da Faculdade de Medicina do ABC.

Maria da Luz Rosário de Souza

Professora Titular do Departamento de Odontologia Social da FOP/UNICAMP. Doutora, Mestre e Especialista em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública/USP. Pós-Doutora em Epidemiologia na University College London, Reino Unido.

Maria do Carmo Lencastre de Menezes e Cruz Dueire Lins

Médica. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/ SBGG. Diretora médica técnica do Real Hospital Português de Beneficência/Pernambuco. Preceptora da residência médica

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Médica Geriatra Titulada pela SBGG e pelo CFM. Membro do Centro Clínico do Hospital São Lucas da PUC-RS e do Núcleo de Geriatria e Gerontologia do Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre, RS. Professora Convidada do curso de pós-graduação em Geriatria da UCS.

Mariangela Perez

Médica. Mestre em Ciências Médicas pela UERJ. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Docente do curso de es­pecia­ lização em Geriatria da PUC-Rio.

Marilia Cristina Prado Louvison

Médica. Doutora e Mestre em Saúde Pública pela USP. Pro­ fessora Doutora da FSP/USP. Atual Presidente da Asso­ciação Paulista de Saúde Pública.

Marília Viana Berzins

Assistente Social. Doutora em Saúde Pública pela USP. Mes­ tre em Gerontologia Social pela PUC-SP. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Atual Presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (OLHE).

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Mario Amore Cecchini

Psicólogo Clínico e Neuropsicólogo. Especialista em Neuro­ psicologia pelo INESP. Mestrando em Neurociências pelo Instituto de Neurologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Docente do curso de Psicologia da UNIP e das especializações em Neuropsicologia do Instituto Neurológico de São Paulo e do Núcleo de estudos Prof. Dr. Fernando Gomes Pinto. Colaborador e Pesquisador do CEREDIC e do GNCC, ambos do HCFMUSP.

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Michel Batlouni

Consultor Científico do Instituto Dante Pazzanese de Car­ diologia. Professor de Pós-Graduação em Cardiologia da FMUSP. Livre-Docente de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFG.

Mirian Costa Lindolpho

Enfermeira. Mestre pela UFRJ. Doutoranda na UERJ. Professo­ ra Adjunta do Departamento de Fundamentos e Administra­ ção da EEAAC/UFF. Vice-Coordenadora do CASIC/UFF.

Marisa Accioly R. C. Domingues

Mônica Hupsel Frank

Marisete Safons

Monica Rodrigues Perracini

Professora da Faculdade de Educação Física/UnB. Doutora e Mestre pela UnB. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para Idosos (GEPAFI). Coordenadora de Programas de Extensão de Atividade Física para Idosos.

Professora Doutora do Programa de Mestrado e Doutorado em Fisioterapia da UNICID e do Programa de Mestrado e Doutorado em Gerontologia da UNICAMP. Pós-Doutorado em The George Institute for Global Health, Un. de Sydney, Austrália. Especialista em Gerontologia pela SBGG.

Martino Martinelli Filho

Mônica Sanches Yassuda

Assistente Social. Doutora e Mestre em Saúde Pública pela USP. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Docente do Bacharelado em Gerontologia da EACH/USP.

Professor Livre-Docente pela FMUSP. Diretor da Unidade Clínica de Estimulação Cardíaca Artificial do INCOR/ NCCAC/FMUSP.

Matheus Papaléo Netto

Médico. Livre-Docente de Clínica Médica pela FMUSP. Especialista em Geriatria pela SBGG. Coordenador de Ensino e Pesquisa do Núcleo de Gerontologia do Centro Universitário São Camilo/SP.

Mauricio da Silva Rocha

Cardiologista. Especialista pela SBC. Médico-Assistente da Unidade Clínica de Estimulação Cardíaca Artificial do INCOR/ HCFMUSP. Médico Primeiro Assistente da Unidade de Arrit­ mia e Marca-Passo da SCMSP.

Maurício Wajngarten

Professor Livre-Docente em Cardiologia pela FMUSP.

Maurílio José Pinto

Médico. Residência em Geriatria no Hôpital Charles Foix, França. Mestre em Cardiologia pela UFPR. Especialista em Geriatra pela AMB/SBGG e em Geriatria Clínica pela Universidade de Paris VI, França. Professor Adjunto no Curso de Medicina da Universidade Positivo (PR). Chefe do Serviço de Geriatria da FAVI.

Mauro Marcos Sander Leduc

Especialista em Geriatria e Gerontologia pelo CFM. PósGraduação em Geriatria pela University of Birmingham, Reino Unido. Professor-Assistente de Geriatria da FCMMG. Geriatra do Hospital de Geriatria e Reabilitação Paulo de Tarso, Belo Horizonte, MG.

Meire Cachioni

Psicóloga. Doutora em Gerontologia e Pós-Doutorado em Educação pela UNICAMP. Professora-Associada da USP. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Geron­ tologia da USP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FCM/UNICAMP.

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Geriatra pela SBGG. Mestre em Medicina e Saúde pela UFBa. Diretora do Centro de Referência Estadual da Atenção à Saúde do Idoso da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia.

Psicóloga. Doutora e Mestre em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela Un. Flórida, EUA. Professora-Associada da USP, atuando no Bacharelado em Gerontologia da EACH-USP e no Programa de Pós-graduação em Neurologia da FMUSP. Professora Colaboradora da UNICAMP, atuando no Programa de Pós-graduação em Gerontologia da FCM/UNICAMP.

Myrian Spinola Najas

Docente da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/ UNIFESP. Mestre em Epidemiologia pela UNIFESP. Espe­ cialização em Nutrição na UNIFESP. Especialista em Geron­ tologia pela SBGG.

Naira Dutra Lemos

Assistente Social. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Mestre e Doutora em Ciências pela UNIFESP. Professora da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da UNIFESP. Coor­ denadora do Programa de Assistência Domiciliar ao Idoso e o Ambulatório para Cuidadores (DIGG/UNIFESP). Membro da Comissão de Título de Especialista em Gerontologia da SBGG.

Neidil Espínola da Costa

Médica. Mestre em Ciências da Saúde pela UnB. Especialista em Bioética pela Cátedra de Bioética da UnB. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Professora do Internato de Atenção Primária e Saúde Coletiva da EMESCAM.

Nereida Kilza da Costa Lima

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Professora-Asso­ ciada (Livre-Docente) da Divisão de Clínica Médica Geral e Geriatria da FMRP/USP.

Nezilour Lobato Rodrigues

Mestre em Biologia Celular pela UFPR. Especialista em Clínica Médica pela CRM-PR e em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Diretora de Defesa e Ética profissional (20142016) e Ex-Presidente (2012-2014) da SBGG. Preceptora da Residência em Geriatria do Hospital Universitário João de Barros Barreto – UFPA. Curso de Educação Continuada em Medicina do Sono no Instituto do Sono – SP. Ex-Professora Adjunta IV de Fisiologia Médica e Neurofisiologia da UFPA.

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Norberto Seródio Boechat

Médico. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/ SBGG. Professor Convidado do Programa Interdisciplinar de Geriatria e Gerontologia da UFF.

Otávio de Tolêdo Nóbrega

Biólogo. Doutor em Patologia Molecular pela UnB e pela UCLA/EUA. Pós-Doutorado em Medicina pala USP. Professor Adjunto da Fundação Universidade de Brasília. Pesquisador da área do envelhecimento humano. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Consultor ad hoc de entidades de apoio à pesquisa, formação acadêmica e divulgação científica. Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora pelo CNPq.

Patricia do Nascimento Tavares

Psicóloga. Mestre em Ciências do Envelhecimento pela USJT.

Patrick Alexander Wachholz

Doutor em Saúde Coletiva pela FMB/UNESP. Especialista em Geriatria pela SBGG.

Paula Schimidt Brum

Bacharel em Gerontologia pela EACH/USP. Mestre pelo Ins­ tituto de Psiquiatria da FMUSP. Doutoranda no Departa­mento de Neurologia da FMUSP.

Paulo Caramelli

Neurologista. Professor Titular da Faculdade de Medicina da UFMG. Coordenador do Serviço de Neurologia do Hospital das Clínicas da UFMG.

Paulo F. Formighieri

Médico-Assistente da Divisão de Clínica Geral e Geriatria da FMRP/USP.

Paulo José Fortes Villas Boas

Professor Doutor da Disciplina de Geriatria do Departamento de Clínica Médica da FMB/UNESP. Especialista em Geriatria pela SBGG.

Paulo Renato Canineu

Médico. Doutor em Educação pela UNICAMP. Mestre em Ciências Biológicas pela PUC-SP. Especialista em Geriatra e Gerontologia pela AMB/SBGG. Professor Titular do curso de pós-graduação em Gerontologia da PUC-SP. Médico, Professor Convidado Voluntário e Supervisor de ambulatório didático de psiquiatria geriátrica do IPqHCFMUSP. Membro Afiliado da AAGP.

Pedro Rousseff

Especialista em Cardiologia pela SBC. Mestre em Clínica Mé­ dica pela UFMG.

Priscila Horta Novaes

Farmacêutica pela FCM/UFJF. Mestranda em Saúde Coletiva pela UFJF. Especialista em Farmacologia Clínica.

Rafael da Silveira Moreira

Cirurgião-Dentista. Doutor em Saúde Pública pela FSP/USP. Mestre em Saúde Coletiva pela UNESP e em Gerontologia pela UNICAMP. Especialista em Odontologia em Saúde Coletiva pela UFG. Docente e Pesquisador Associado do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães/FIOCRUZ. Docente Adjunto do Departamento de Medicina Social da UFPE.

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Rafael Thomazi

Médico do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMB/UNESP.

Regina Angela Viana Mesquita

Médica. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Master em Gerontologia Social pela Universidade Autônoma de Madrid, Espanha. Referência Técnica da Área de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria de Estado da Saúde – ES.

Renata Freitas Nogueira Salles

Geriatra Titulada pela SBGG. Mestre em Ciências pela FMUSP. Coordenadora da Seção Técnica de Geriatria do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo. Presidente da SBGG-SP (2014-2016).

Renata Rodrigues Teixeira de Castro

Doutora em Fisiopatologia Clínica e Experimental. Especialista em Clínica Médica pela AMB/SCM e em Medicina do Exercício e do Esporte pela AMB/SBMEE.

Renato Maia Guimarães

Mestre em Ciências da Saúde. XVIII Presidente da IAGG. Presidente da Academia de Medicina de Brasília. Membro da Academia Amazonense de Medicina.

Renato Moraes Alves Fabbri

Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Professor-Assistente do Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP. Especialista em Geriatria pela AMB. Presidente da SBGG-SP (2012-2014).

Renato Nogueira-Costa

Doutor em Medicina. Diretor do Instituto e Coordenador da Clínica Oncológica do Hospital Felício Rocho de Oncologia, Belo Horizonte, MG. Postdoctoral Fellow em Oncologia e Hematologiapela University of London Royal Marsden Hospital and Cancer Institute, London, U.K. e University of Texas M.D. Anderson Cancer Center, Houston, Texas, USA.

Ricardo Moreno Lima

Graduado em Educação Física. Doutor em Educação Física pela UCB/DF e pela Un. Maryland/EUA. Mestre em Educação Física pela UCB/DF. Especialização em Condicionamento Físico Aplicado à Cardiologia pela UNIME. Professor da UnB.

Ricardo Mourilhe Rocha

Doutor em Ciências Médicas e Mestre em Cardiologia pela UERJ. Chefe da Clínica de Insuficiência Cardíaca e Cardio­ miopatias do HUPE – UERJ. Médico da Rotina da Unidade Coronariana do Hospital Pró-Cardíaco. Fellow do American College of Cardiology. Presidente da SOCERJ (2016-2017).

Ricardo Vivacqua Cardoso Costa

Doutor em Cardiologia pela FMUSP. Diretor do Serviço de Medicina do Exercício do Hospital Pró-Cardíaco do Rio de Janeiro.

Roberto Alexandre Franken

Professor Titular de Cardiologia do Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP. Chefe do Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP.

Roberto Alves Lourenço

Médico. Especialista em Geriatra pela AMB/SBGG. ProfessorAssociado da FCM/UERJ. Professor Titular da Escola Médica de Pós-Graduação da PUC-RJ.

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Roberto Dischinger Miranda

Doutor em Cardiologia pela EPM/UNIFESP. Chefe do Serviço de Doenças Cardiovasculares da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/UNIFESP. Especialista em Cardiologia pela SBC e em Geriatra pela SBGG. Ex-Presidente do Depar­ tamento de Cardiogeriatria da SBC.

Roberto Gamarski

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Cardiologia pela AMB/SBC. Mestre em Medicina pela UFRJ. Médico do Hospital Universitário da UFRJ e do Hospital PróCardíaco-RJ.

Roberto Pozzan

Médico do Serviço de Cardiologia da UERJ. Doutor em Car­ diologia pela UFRJ.

Rodolfo Augusto Alves Pedrão

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG e em Terapia Intensiva pela AMIB. Médico nas Unidades de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da UFPR, do Hospital do Idoso Zilda Arns e do Hospital Vita Curitiba. Presidente da Comissão de Título de Especialista em Geriatria da SBGG (2015-2016).

Rodrigo Ávila de Melo

Residência em Clínica Médica e em Geriatria no Hospital Governador Israel Pinheiro do IPSEMG. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Médico da Polícia Militar do Es­ tado de Minas Gerais e da Atenção Domiciliar da Cooperativa de Trabalho Médico de Belo Horizonte – Unimed-BH.

Rodrigo Serafim

Médico. Mestre em Clínica Médica pela UFRJ. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Professor de Geriatria e Chefe do Serviço de Geriatria da UFRJ. Ex-Presidente da SBGG-RJ.

Rodrigo Buksman

Residência em Clínica Médica na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e em Geriatria no HUPE – UERJ. Especialista em Geriatria pela SBGG. Médico Visitante do Departamento de Geriatria do Hospital Mount Sinai (EUA-NY). Médico Concursado do INTO-RJ. Clínico Geriátrico no Centro Médico do Hospital Pró-Cardíaco (RJ).

Rodrigo Flora

Geriatra. Especialista pela AMB/SBGG. Preceptor do Am­ bulatório de Primeira Consulta da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/UNIFESP.

Rômulo Rebouças Lôbo

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Doutor em Clínica Médica pelo Departamento de Clínica Médica da FMRP/USP. Professor Adjunto do Departamento de Medicina Clínica da UFC. Médico-Assistente do Serviço de Geriatria do Hospital Universitário Walter Cantídio UFC.

Ronaldo F. Rosa

Professor de Cardiologia da FCMSCSP. Diretor do Depar­ tamento de Medicina da SCMSP. Ex-Presidente do De­ partamento de Cardiogeriatria da SBC.

Rosângela Corrêa Dias

Fisioterapeuta. Doutora em Ciências da Reabilitação pela UNIFESP. Mestre em Ciências da Reabilitação pela Queen´s University, Ontario, Canadá. Especialista em Gerontologia

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pela SBGG. Bolsista de Produtividade do CNPq. Professora e Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação da UFMG.

Rosimere Ferreira Santana

Enfermeira. Pós-Doutora em Enfermagem pela UFC. Espe­ cialista em Psicogeriatria na UFRJ. Professora-Associada da EEAAC/UFF. Líder do Núcleo de Estudos e Pesquisa em En­ fermagem Gerontológica da EEAAC/UFF. Diretora do De­ partamento Cientifico de Enfermagem Gerontológica do Estado do Rio de Janeiro/ DCEG/ABEn. Membro do grupo A Tríplice Aliança - grupo internacional dedicado à divulgação da cultura de não contenção.

Rosina Ribeiro Gabriele

Médica. Mestre em Saúde Coletiva pela UNIFOR. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Professora da UNIFOR.

Rubens de Fraga Junior

Médico. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/ SBGG. Professor Titular da disciplina de Gerontologia da Faculdade Evangélica do Paraná.

Salo Buksman

Médico. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Chefe do Serviço de Medicina Interna do INTO. Coordenador da Câmara Técnica de Geriatria do CRM-RJ.

Salvador Serra

Doutor em Cardiologia e Pós-Graduação em Medicina Des­ portiva pela Faculdade de Medicina da UFRJ.

Samila Sathler Tavares Batistoni

Psicóloga. Doutora em Educação e Mestre em Gerontologia pela UNICAMP. Docente nos cursos de graduação e pósgra­duação em Gerontologia da EACH/USP. Professora Co­ laboradora do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FCM/UNICAMP.

Sérgio Márcio Pacheco Paschoal

Médico. Doutor em Ciências Médicas e Mestre em Medicina pela FMUSP. Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Coordenador da Área Técnica de Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria da Saúde da Cidade de São Paulo.

Sergio Telles Ribeiro Filho

Médico. Residência em Clínica Médica no HUPE – UERJ (19821984). Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Geriatra integrante do corpo clínico do CIPI/UnATI. Presidente da SBGG-RJ (2006-2008).

Silvana de Araújo Silva

Doutora e Mestre em Medicina pela UFMG. Geriatra Titulada pela SBGG e pelo MEC. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFMG.

Silvia Maria Azevedo dos Santos

Enfermeira. Doutora em Educação pela UNICAMP. PósDoutorado na Universidade de Alicante/Espanha. ProfessoraAssociada da UFSC, Docente e Pesquisadora do Departamento de Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (mestrado e doutorado). É líder do Grupo de Estudos sobre Cuidados de Saúde de Pessoas Idosas/ GESPI/ PEN/UFSC.

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Silvia Regina Mendes Pereira

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela AMB/SBGG. Doutora em Ciências na Área de Envelhecimento e Saúde do Idoso pela ENSP/FIOCRUZ. Professora da Faculdade de Medicina da Universidade Estácio de Sá.

Silvio Carlos de Moraes Santos

Doutor em Cardiologia pelo INCOR/FMUSP. Ex-Presidente do Grupo de Estudos em Cardiologia da SBC. Ex-Titular da Disciplina de Cardiologia da FCMS.

Siulmara Cristina Galera

Especialista em Clínica Médica e em Geriatria. Mestre em Medicina, área de concentração em Cardiologia, pela UFPR. Doutora em Cirurgia, área de concentração Metabolismo e Estresse, pela UFC. Professora do curso de Medicina da UNIFOR.

Sofia Cristina Iost Pavarini

Pós-Doutorado em Gerontologia pela FCM/UNICAMP. Líder do Grupo de Pesquisa Saúde e Envelhecimento/UFSCar. Professora-Associada do Departamento de Gerontologia da UFSCar.

Solange Kanso

Doutora em Saúde Pública pela ENSP/FIOCRUZ. Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. Bacharel em Estatística pela UnB. Pesquisadora da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (DISOC) do IPEA.

Sônia Lima Medeiros

Assistente Social. Pós-Doutorado em Geriatria e Gerontologia pela Universidade de Malta. Doutora em Saúde Pública pela USP. Mestre em Serviço Social pela PUC-SP. Pesquisadora Científica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia/SP.

Sônia Maria da Rocha

Assistente Social. Mestre em Serviço Social pela PUC-RJ. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Coordenadora do Programa de Saúde do Idoso da Fundação Municipal de Saúde – Niterói/RJ. Membro do Conselho Consultivo da SBGG.

Stela Maris Grespan

Cardiologista. Membro do DECAGE da SBC. Preceptora de Residência Médica no Serviço de Cardiogeriatria do Hospital São Paulo – UNIFESP.

Sueli Luciano Pires

Especialista em Geriatria e Gerontologia pala AMB/SBGG. Mestre em Medicina pela FCMSCSP. Professora Instrutora do Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP.

Tarso Mosci

Médico. Graduação e Residência em Clínica Médica na UFRJ. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Presidente da SBGG- RJ (2014-2016).

Telma Cristiane Rodrigues Brandão

Dermatologista pela AMB/SBD.

Tereza Etsuko da Costa Rosa

Doutora e Mestre em Saúde Pública pela USP. Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Docente do programa de mestrado profissional em Saúde Coletiva da Coordenadoria de Recursos Humanos da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.

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Tereza Loffredo Bilton

Fonoaudióloga. Doutora em Ciências Radiológicas pela UNIFESP. Especialista em Audiologia pelo CRFa. Especialista em Gerontologia pela SBGG e CRFa. Professora-Associada da PUC-SP.

Thaís Bento Lima da Silva

Bacharel em Gerontologia pela EACH/USP. Especialista em Neuro­ciências pela Faculdade de Medicina do ABC. Mestre e Douto­ran­da em Neu­­rologia pela FMUSP. Membro do Grupo de Pesquisa em Neurologia Cognitiva e do Compor­tamento da USP. Coordenadora do Grupo de Apoio da Associação Bra­sileira de Doença de Alzheimer e Desordens Relacionadas (Unidade Arquidiocesano – Santa Cruz). Presi­dente da Associação Brasileira de Gerontologia (2013-2015).

Theodora Karnakis

Doutora em Ciências Médicas pela FMUSP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Representante Nacional da SIOG. Coordenadora do Serviço de Oncologia Geriátrica do Hospital Israelita Albert Einstein (2009-2013). Assistente do Serviço de Oncologia Geriátrica do ICESP/FMUSP. Médica do Núcleo Avançado de Geriatria do Hospital Sírio-Libanês.

Thiago Fraga Napoli

Endocrinologista. Membro da SBEM, ABESO e Endocrine So­ciety. Pós-Graduando em Endocrinologia na SCMSP. Coordenador do Ambulatório de Obesidade Grave do HSPE-SP.

Tiago Nascimento Ordonez

Bacharel em Gerontologia pela EACH/USP. Presidente da ABG (2015-2017). Conselheiro do Conselho Municipal do Idoso de São Caetano do Sul. Assessor de Políticas Gerontológicas na Coordenadoria Municipal de Políticas Gerontológicas de São Caetano do Sul.

Tomiko Born

Assistente Social. Especialista em Política Social pelo Institute of Social Studies/ Holanda. Mestre em Ciência pela Columbia University School Of Social Work/USA.

Toshio Chiba

Médico. Doutor em Medicina pela USP. Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Chefe da Equipe de Cuidados Paliativos/Clínicas de Base do ICESP.

Tulia Fernanda Garcia Meira

Fonoaudióloga. Doutoranda em Gerontologia na UNICAMP. Mestre em Educação pela UFC. Especialista em Gerontologia pela SBGG. Formación Docente en Gerontologia – Colômbia. Formación em Políticas Públicas de Envejecimiento Activo – AECID, Espanha.

Ulisses Gabriel de Vasconcelos Cunha

Membro Pesquisador Honorário em Medicina Geriátrica pela Universidade de Birmingham, Inglaterra. Mestre em Ciências da Saúde. Coordenador da Unidade de Geriatria e da Residência Médica em Geriatria do Hospital dos Servidores do Estado de Minas Gerais. Membro Titular da Academia Mineira de Medicina.

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Valéria Santoro Bahia

Doutora em Neurologia pelo Hospital das Clínicas da USP. Neurologista Pesquisadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento no Hospital das Clínicas da FMUSP. Docente da UNICID.

Vania Beatriz Merlotti Herédia

Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais pela PUCRS. PósDoutorado em Ciências Humanas na Università degli Studi di Padova, UNIPD, Itália, e na UFRJ. Doutora em História pela Università degli Studi di Genova, Itália. Mestre em Filosofia pela PUCRGS.

Vânia Ferreira de Sá Mayoral

Médica do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas FMB/ UNESP. Especialista em Geriatria pela SBGG.

Verônica Hagemeyer Santos

Especialista em Geriatria pela AMB/SBGG. Mestre em Me­ dicina pela UERJ. Preceptora da Pós-Graduação em Geriatria pela UNI-RIO/CEPESC. Geriatra do IGGMP – RJ. Médica Intensivista do Hospital São Lucas – Rio de Janeiro.

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Virgílio Garcia Moreira Mestre e Doutorando em Ciências Médicas pela UERJ. Pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Envelhecimento Humano – GeronLab – da UERJ.

Vitor Last Pintarelli Geriatra Titulado pela AMB/SBGG. Doutor em Ciências da Saúde pela UNIFESP. Coordenador da Pós-Graduação de Geriatria Prática da FAVI. Professor Adjunto do curso de Medicina da Universidade Positivo e da UFPR.

Wellington Bruno Santos Pós-Graduação em Geriatria e Gerontologia Interdisciplinar pela UFF. Especialista em Cardiologia pela AMB/SBC. Mestre em Cardiologia pela UFF. Doutor e Pós-Doutorando em Medicina pela UERJ. Fellow da European Society of Cardiology – FESC.

Wilson Jacob Filho Professor Titular de Geriatria da FMUSP. Diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas/USP.

Vilma Duarte Câmara

Yeda Aparecida de Oliveira Duarte

Vinícius Ribeiro Leduc

Enfermeira pela Escola de Enfermagem da USP. Pós-Doutorado em Epidemiologia pela FSP/USP com estágio no Sealy Center on Aging – University of Texas Medical Brunch. Doutora e Mestre em Enfermagem pela USP. Professora-Associada e Docente da Escola de Enfermagem da FSP/USP.

Doutora em Neurologia pela UFRJ. Especialista em Geriatra pela AMB/SBGG. Professora Doutora de Neurologia da UFF. Médico pela FCMMG. Especializando em Geriatria no Hospital Governador Israel Pinheiro do IPSEMG (2015-2016).

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Ao Professor Doutor Matheus Papaléo Netto Nosso Mestre e Amigo Médico de excelência Precursor da formação de profissionais da área do envelhecimento Inspirador de programas exemplares de atenção à saúde dos idosos Competência conjugada ao rigor e à doçura, ao bom humor e à emoção Arauto e praticante da interdisciplinaridade Defensor apaixonado da “impossibilidade de ser quebrado o vínculo existente entre as duas entidades: a Geriatria e a Gerontologia” Na nossa saudade, havemos sempre de lembrar o Mestre e o Amigo, já cantado, sabiamente, como: “Papaléo, dos grandes, o maior!”

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Homenagem

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Renova-se o Tratado de Geriatria e Gerontologia pela contribuição das experiências, dos estudos e das pesquisas dos que assinam os capítulos desta quarta edição. Nossos alegres agradecimentos por estarmos juntos, oferecendo aos leitores uma obra renovada, já tornada fonte de consulta e referência desde a primeira edição. Por isso mesmo, somos gratos a todos os colaboradores que figuram nas edições anteriores, fazendo conosco a história deste Tratado. Dessa história faz parte a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), parceira a qual somos imensamente gratas, desde a estrutura de trabalho que nos propiciou para a primeira edição, acompanhando-nos neste projeto durante todo o nosso percurso. Os agradecimentos à Editora Guanabara Koogan vêm permeados pela afeição que pauta as nossas relações, desde quando tudo começou, sempre demonstrando confiança no nosso trabalho, com a oferta calorosa de estímulo e apoio. À Renata Freitas, agradecemos o companheirismo e a atenção às nossas intermináveis solicitações, respondidas sempre com a delicadeza da sua atenção. Somos gratos a quem nos guia pelos caminhos das pedras. E o que dizer de alguém que também nos leva pelos caminhos das pérolas? Reafirmando o que já dissemos na edição anterior, para agradecer à Dra. Anita Liberalesso Neri, não nos ocorre nada menos que tudo, e por isso recorremos à poesia de Drummond: gratidão, essa palavra-tudo. Desde a primeira edição, suas mãos competentes e sensíveis teceram o sumário da Gerontologia, apontaram pesquisadores, revisaram conteúdos, acertaram métodos, entrelaçaram-se às nossas em momentos de dúvidas. Coroando o que nos oferece desta vez, a Dra. Anita Liberalesso Neri convida a Dra. Mônica Sanches Yassuda para contribuir com a atualização de temas gerontológicos, particularmente na área da psicologia, com preciosidades em pesquisas que certamente vão inspirar e fundamentar estudos, investigações e práticas de todos os profissionais, seja qual for a sua inserção disciplinar. E, então, da árdua travessia das nossas produções pelos inevitáveis caminhos das pedras, podemos seguir a sua sábia e generosa orientação, já vislumbrando posições mais seguras onde ancorar o nosso trabalho, caminhando, agora, pelos caminhos das pérolas! Elizabete Viana de Freitas Ligia Py

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Agradecimentos

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O domínio do conhecimento se torna a cada dia mais complexo. Voa através das asas da Internet, impondo ao profissional da saúde uma célere busca de atualização. Por outro lado, os pilares que sedimentam o conhecimento, que são as bases do entendimento de cada especialidade, ainda repousam sobre a metódica leitura dos compêndios. Assim, as publicações se fazem necessárias para o aprendizado e servem de ponto de partida para o alongamento do conhecimento. Os livros, mormente os Tratados, abrangentes dentro dos assuntos a que se propõem, são fundamentais nas Universidades, para concursos e consultas e, indiscutivelmente através de edições contínuas marcarem a história da especialidade que abordam. Não é diferente na Geriatria e Gerontologia. A população mundial apresenta um crescimento acelerado, em especial a população idosa com repercussões biológicas, sociais, culturais, econômicas e epidemiológicas para as quais ainda não estamos preparados. O grande aumento de custos com a saúde nos impõe condutas de atuação preventiva com a proposta de um envelhecimento saudável, reduzindo os elevados gastos com as doenças não transmissíveis tanto sob o ponto de vista financeiro como humano, traduzidos pela perda da autonomia e independência. O impacto da assistência às doenças não transmissíveis para os idosos sobre as verbas destinadas à saúde é expressivo, consumindo aproximadamente um quarto do montante. Esses fatos mostram a eminente necessidade do desenvolvimento de especialistas na área da Geriatria e Gerontologia através do estímulo ao ensino universitário, de pós-graduações de boa qualidade e da criação de mais residências médicas e multiprofissionais, conduzidas por especialistas titulados através da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), adquirindo, portanto conhecimentos e habilidades para uma boa prática na área. As mudanças relacionadas ao envelhecimento atingem ao amplo espectro biopsicossocial, com marcantes nuances que exigem conhecimentos específicos. Cientes dessas necessidades as editoras do Tratado de Geriatria e Gerontologia têm procurado trazer periodicamente a atualização da obra, impondo uma revisão ampla de todos os assuntos abordados e buscando incluir novos temas de ponta. As editoras esperam que esta nova edição atenda à expectativa de novos conhecimentos dos profissionais interessados na área. Elizabete Viana de Freitas Ligia Py

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Apresentação

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A primeira edição do Tratado de Geriatria e Gerontologia, em 2002, foi um marco de grande importância para todos os estudiosos no tocante ao envelhecimento em nosso país e denotou a visão e o pioneirismo de suas editoras. À Elizabete Viana de Freitas, minha homenagem pela concepção da ideia da obra e pela lucidez na escolha dos editores e colaboradores. Pela primeira vez tivemos uma coletânea de textos escritos por especialistas renomados de todo o Brasil: sem dúvida uma demonstração de liderança. Para um médico como eu, ainda em estudos de pré-graduação nos anos 1960, a palavra “geriatria” nem mesmo constava do vocabulário. Não era apenas não ter aprendido nada sobre envelhecimento: não havia nem mesmo ouvido “geriatria” ao longo de minha formação médica. De certo modo, isso se justificava. Éramos então um país de jovens. Poucos brasileiros chegavam à velhice: a expectativa de vida ao nascer (EVN) não chegava aos 60 anos. O número médio de filhos de uma mulher (taxa total de fecundidade, TFT), ao final de sua vida reprodutiva, beirava seis. Nossa prática e aprendizado eram dominados pelas mortes prematuras causadas por doenças infectocontagiosas. Não se falava de transições nem da demográfica muito menos da epidemiológica. Era compreensível que o ensino médico fosse dominado pelos temas relacionados ao desenvolvimento da criança, à mortalidade infantil, à saúde reprodutiva, às doenças de episódio agudo, infecciosas. E, de repente, tudo isso mudou. Desde as últimas décadas estamos literalmente vivendo uma revolução – a da longevidade. Ano após ano, a EVN aumenta – em 2015 ultrapassando o marco simbólico dos 75 aos. A TFT está abaixo do nível de reposição desde o ano 2000: uma tendência consolidada, não uma aberração pontual. Talvez possa causar estranheza eu associar as palavras “revolução” e “longevidade”. No entanto, a definição nos dicionários para revolução é “algo que ocorre subitamente em uma sociedade a partir do que ela não voltará a ser a mesma”. É exatamente o que se passa hoje no Brasil, com um aumento contínuo de idosos (passaremos de 24 milhões de pessoas acima de 60 anos no ano 2014 para 64 milhões em 2050) e a diminuição acelerada de jovens refletindo as quedas de TFT. Este Tratado não é apenas um livro de referência para os especialistas. Sua importância maior é a de servir como fonte de informações atualizadas e relevantes à realidade brasileira para o profissional não especializado. Parece-me óbvio que, com a “revolução da longevidade”, se tornou obrigatório para todos os profissionais da saúde e da esfera do cuidado social (médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais etc.) saber mais sobre o envelhecimento humano sob todos os ângulos. Consideremos um médico que venha a se especializar em pneumologia, ortopedia, cardiologia ou em gastrenterologia... os seus pacientes estarão envelhecendo. Todos necessitam conhecer melhor como cuidar das pessoas à medida que envelhecem.

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Prefácio

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Tratado de Geriatria e Gerontologia

Precisamos de mais geriatras – sem dúvida. Pouco passa de mil o número deles no país. São os detentores do conhecimento, a eles cabe estabelecer parâmetros e disseminar o saber geriátrico. Mas não iremos formar geriatras aos milhares para atender uma população de idosos que só faz crescer, chegando a 30% dos brasileiros em 2050. Consideremos os universitários que se formem nos próximos dois, três anos e que exerçam suas profissões pelos seguintes 40 anos, como eu. Estarão ativos justamente ao longo desta “revolução da longevidade” – e não estão sendo preparados para tal. Cometerão erros crassos. Poderão até mesmo matar seus pacientes inconscientes de que o estão fazendo, de diagnósticos equivocados a dosagens inadequadas, de interações medicamentosas perigosas à interpretação de resultados laboratoriais falhos. Novamente aqui, o mérito deste Tratado como referência essencial para suas práticas e formação profissional. O Tratado de Geriatria e Gerontologia serve também aos tomadores de decisão, aos responsáveis por elaboração de políticas adequadas às transições demográfica e epidemiológica que vivemos – outra contribuição essencial. Comparemos o Brasil com o Canadá. A proporção de idosos no país do Norte (25%) é, hoje, cerca de duas vezes a do Brasil. No ano 2050 estaremos, ambos, com a mesma proporção, em torno de 30%. Os canadenses estão preocupados! Estão investindo vastos recursos para a formação adequada de seus profissionais. Estão investigando maciçamente todos os temas relacionados ao envelhecimento populacional. E, no entanto, já têm a “casa em ordem” com boa infraestrutura, saneamento sofisticado, ensino público, empregos dignos, um sistema sociossanitário entre os melhores do mundo. Estão preocupados. Preparam-se. Nós, nestas mesmas próximas décadas, envelheceremos muito mais rapidamente em um contexto de múltiplas demandas, em meio à desigualdade social, a problemas graves de infraestrutura, com os mais baixos índices de competitividade e produtividade entre os países emergentes, que dirá os desenvolvidos. Despreparados e, relativamente, muito menos preocupados. O conteúdo deste Tratado nos indica pistas, sugere soluções, abre espaço para uma discussão profunda e inadiável para este futuro demográfico irreversível. A “revolução da longevidade” implica reformas curriculares profundas, sem as quais o despreparo de futuras gerações sociossanitárias de profissionais se perpetuará; e desenvolvermos uma atenção primária à saúde com um grau de competência sobre todos os aspectos ligados ao envelhecimento, que hoje inexiste. O Tratado de Geriatria e Gerontologia, que nos oferecem Elizabete Viana de Freitas, Ligia Py e os autores dos textos que o compõem, é uma contribuição extraordinariamente valiosa, assistindo-nos no processo. Uma vez mais, meus cumprimentos pela visão e competência. Alexandre Kalache, MD, PhD

Co-President, International Longevity Centre (ILC) Global Alliance and President, ILC-Brazil Senior Advisor on Global Aging, the New York Academy of Medicine HelpAge International Global Ambassador on Ageing

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Parte 1 Introdução ao Estudo do Envelhecimento e da Velhice, 1

1 Estudo da Velhice | Histórico, Definição do Campo e Termos Básicos, 3 Matheus Papaléo Netto Introdução, 3 Histórico, 3 Definição do campo, 7 Termos básicos, 9 Conclusões, 12 Bibliografia, 13

2 Biologia do Envelhecimento, 14 Virgílio Garcia Moreira Introdução, 14 Definições, 15 Perspectivas históricas, ideias e constructos, 16 Teorias biológicas do envelhecimento, 18 Hormese | Resistência ao estresse e estilo de vida, 24 Modulação do envelhecimento humano e longevidade | Perspectivas, 25 Bibliografia, 26

3 Teorias Psicológicas do Envelhecimento | Percurso Histórico e Teorias Atuais, 28 Anita Liberalesso Neri Paradigmas e teorias em Psicologia do Envelhecimento, 28 Conclusões, 39 Bibliografia, 39

4 Envelhecimento nos Caminhos da Filosofia, 41 José Francisco P. Oliveira Para começar a pensar, 41 Modos de pensar antes de um pensar sistematizado, 41 Envelhecimento no pensamento grego pré-socrático, 42 Fase áurea da filosofia grega, 43 Roma e sua filosofia sobre a vida, 45 Vivência de Agostinho | Um homem solitário, 45 Idade média, quando o pensamento entra em recesso, 46 Época renascentista plurifacetada, 46 Um novo espírito, o moderno, 46

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Kant, Hegel e Nietzsche | Subjetividade, Dialética e Crítica radical, 47 Visão da contemporaneidade, 47 Humanismo poé­tico, 48 Humanismo heroico, 49 Humanismo existencialista, 49 Humanismo personalista, 49 Humanismo marxista, 50 Humanismo científico, 50 Para finalizar, 50 Bibliografia, 51

5 Envelhecimento da População Brasileira | Uma Contribuição Demográfica, 52 Ana Amélia Camarano e Solange Kanso Introdução, 52 Envelhecimento populacional, 52 Mortalidade, 55 Perspectivas de con­ti­nuação do aumento da esperança de vida, 57 Inserção do idoso na família, 62 Sumário dos resultados, 64 Bibliografia, 64

6 Epidemiologia do Envelhecimento no Brasil, 66 Flávio Chaimowicz Introdução, 66 Visão geral da mortalidade de idosos no Brasil, 67 Taxas de mortalidade específicas por causas, 70 Análise das causas e razões das mortes de idosos, 72 Saú­de dos idosos brasileiros atualmente, 75 Mudança de paradigma, 76 Bibliografia, 77

7 Qualidade de Vida na Velhice, 79 Sérgio Márcio Pacheco Paschoal Evolução do conceito de qualidade de vida, 80 Dificuldades para definir qualidade de vida, 81 Definição de qualidade de vida, 81 O que é qualidade de vida na velhice?, 82 Questões associadas à avaliação da qualidade de vida dos idosos, 83 Qualidade de vida na velhice | Importância da dimensão psicossocial, 84 Qualidade de vida na velhice | Debate ético, 84 Envelhecimento, saú­de e qualidade de vida, 85 Bibliografia, 86

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Sumário

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8 Bioética, Envelhecimento Humano e Dignidade no Adeus à Vida, 87 Leo Pessini Introdução, 87 Nas origens da bioética, as instituições pioneiras de van Rensselaer Potter, 87 Redescobrindo o legado de Potter, 88 Bioética e sua obra fundamental | Encyclopedia of bioethics, 89 Envelhecemos e somos finitos, 90 Dimensão temporal da vida, 91 Os idosos são nossos mestres, 91 O envelhecer como caminho para as trevas, 91 O envelhecer como caminho para a luz, 92 O cuidado com os idosos, 92 Breve leitura bioética sobre a atenção médica dedicada aos pacientes idosos, 93 Dizer adeus à vida com dignidade e elegância, 94 Considerações finais, 95 Bibliografia, 96

9 Métodos de Pesquisa em Gerontologia, 97 Juliana Martins Pinto Características da pesquisa gerontológica, 97 Conceitos básicos, 97 Delineamentos, 99 Revisão da literatura, 101 Estudos metodológicos, 102 Estudos qualitativos, 103 Estudos mistos, 104 Questões éticas na pesquisa gerontológica, 104 Conclusões, 105 Bibliografia, 106

10 Multidimensionalidade do Envelhecimento e Interdisciplinaridade, 107 Johannes Doll, José Francisco P. Oliveira, Jeanete Liasch Martins de Sá e Vania Beatriz Merlotti Herédia Multidimensionalidade do envelhecimento, 107 Gerontologia | Caminho para a interdisciplinaridade, 109 Reflexos da interdisciplinaridade, 111 Considerações finais, 112 Bibliografia, 113

11 Pesquisa Científica On-line, 114 Rubens de Fraga Junior Introdução, 114 Definição do tema da pesquisa, 114 Escolha do recurso para a pesquisa, 115 Escolha das palavras-chave para a pesquisa, 115 Compilação de estratégia e execução da pesquisa, 115 Encontro do artigo completo, 116 Gerenciamento das informações, 116

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Outras fontes de pesquisa, 116 Conclusão, 116 Bibliografia, 116

12 Ensino Médico em Geriatria e Gerontologia, 117 Siulmara Cristina Galera e Elisa Franco de Assis Costa Bibliografia, 126

13 Metodologia do Trabalho Científico, 127 Flavio Danni Fuchs Desenvolvimento do método científico, 127 Desenvolvimento da pesquisa em medicina, 128 Qualificação dos desfechos clínicos, 132 Medidas de associação e de benefício, 132 Erro aleatório, 133 Erros sistemáticos, 134 Graus de recomendação, 135 Bibliografia, 135

Parte 2 Iniciação à Clínica Geriátrica, 137 14 Fisiologia do Envelhecimento, 139 Silvia Regina Mendes Pereira Introdução, 139 Composição corporal, 139 Pele, 139 Pálpebras, 139 Fâneros, 140 Musculatura, 140 Alterações cardiovasculares, 140 Sistema nervoso, 141 Sistema respiratório, 144 Sistema hematopoético, 145 Sistema urinário, 146 Sistema endócrino, 147 Sistema digestório, 148 Bibliografia, 150

15 Avaliação Geriá­trica Ampla, 152 Elizabete Viana de Freitas, Elisa Franco de Assis Costa e Siulmara Cristina Galera Introdução, 152 Definições, 152 Benefícios e evidências, 153 Estrutura e componentes, 154 Equilíbrio, mobilidade e risco de quedas, 154 Função cognitiva e condições emocionais, 156 Deficiên­cias sensoriais, 157 Capacidade funcional, 157 Estado e risco nutricional, 158 Condições socioambientais, 161 Polifarmácia e medicações inapropriadas, 162 Comorbidades e multimorbidade, 162 Outros parâmetros, 163

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Aplicação, 164 Conclusão, 164 Bibliografia, 166

16 Exame Físico do Idoso, 168 Ulisses Gabriel de Vasconcelos Cunha, Estevão Alves Valle e Rodrigo Ávila de Melo Exame da cabeça, 168 Membros superiores, 170 Exame do tórax, 172 Avaliação da coluna, 173 Exame do sistema cardiovascular, 173 Abdome, 175 Exame proctológico, 177 Membros inferiores, 178 Bibliografia, 182

17 O Idoso e os Órgãos dos Sentidos, 183 Rodolfo Augusto Alves Pedrão Introdução, 183 Paladar, 183 Olfato, 184 Visão, 185 Audição, 190 Tato, 192 Bibliografia, 193

Parte 3 Aspectos Biomédicos do Envelhecimento, 195 Seção 1 Sistema Nervoso, Transtornos Mentais e Comportamentais, 197 18 Envelhecimento Cerebral, 197 Flávio Aluizio Xavier Cançado, Laura Magalhães Alanis e Marcos de Lima Horta Introdução, 197 Considerações básicas neuroanatômicas e funcionais, 198 Principais repercussões do envelhecimento cerebral, 205 Reflexões, 211 Bibliografia, 215

19 Avaliação Clínica e Complementar para o Estabelecimento do Diagnóstico de Demência, 217 Paulo Caramelli Diagnóstico de síndrome demencial, 217 Investigação complementar no diagnóstico diferencial das síndromes demenciais, 218 Considerações finais, 219 Bibliografia, 219

20 Diagnóstico Diferencial das Demências, 221 Ana Cristina Canedo Speranza e Tarso Mosci Introdução, 221 Epidemiologia, 221 Fatores de risco, 221

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Propedêutica, 222 Classificação, 223 Depressão e demência, 226 Padrões cognitivos e comportamentais, 227 Exames laboratoriais, 228 Neuroimagem, 228 Conclusão, 228 Bibliografia, 229

21 Transtorno Neurocognitivo Leve, 231 Paulo Renato Canineu, Adriana Bastos Samara e Florindo Stella Introdução, 231 Alterações cognitivas que acompanham o envelhecimento | Área si­tua­da entre a saúde e a doen­ça, 231 Conceito de transtorno neurocognitivo leve, 232 Transtorno neurocognitivo leve e risco de progressão para doen­ça de Alzheimer, 234 Transtorno neurocognitivo leve como preditor de demência, 235 Sintomas neuropsiquiá­tricos associados ao transtorno neurocognitivo leve, 236 Controvérsias quanto ao tratamento do transtorno neurocognitivo leve, 237 Conclusões, 238 Bibliografia, 238

22 Doença de Alzheimer, 240 João Carlos Barbosa Machado Introdução, 240 Epidemiologia descritiva, 241 Epidemiologia analítica, 242 Neuropatologia, 245 Quadro clínico, 246 Diagnóstico, 248 Diagnóstico diferencial, 252 Processo de investigação, 255 Tratamento, 258 Considerações finais, 265 Bibliografia, 265

23 Demências Degenerativas Não Alzheimer, 269 Paulo Caramelli, João Carlos Barbosa Machado, Maira Tonidandel Barbosa e Valéria Santoro Bahia Introdução, 269 Demência frontotemporal, 269 Demência com corpos de Lewy, 273 Demência associada à doen­ça de Parkinson, 278 Bibliografia, 281

24 Comprometimento Cognitivo Vascular e Demência Vascular, 283 Karla Cristina Giacomin e Gustavo Vaz de Oliveira Moraes Introdução, 283 Histórico, 283

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Critérios diagnósticos, 284 Classificação, 288 Fisiopatologia, 290 Epidemiologia, 291 Fatores de risco, 292 Abordagem diagnóstica, 295 Achados neuropsicológicos, 296 Sintomas não cognitivos, comportamentais e psicológicos, 296 Achados radiológicos, 297 Abordagem terapêutica, 299 Consequências para o cuidador, 304 Conclusões e perspectivas, 304 Bibliografia, 305

25 Outras Causas de Demência | Demências Potencialmente Reversíveis, 307 Maira Tonidandel Barbosa, João Carlos Barbosa Machado e Maria Carolina Santos Vieira Introdução, 307 Epidemiologia, 307 Classificação, 308 Encefalopatias tóxicas, 309 Doenças compressivas intracranianas, 310 Encefalopatias infecciosas/infecções do sistema nervoso central, 313 Encefalopatias relacionadas com o ál­cool, 314 Encefalopatias endócrinas, metabólicas e carenciais, 315 Demência na depressão (“pseudodemência depressiva”), 316 Doenças autoimunes, 316 Diagnóstico, 317 Conclusões, 319 Considerações finais, 319 Bibliografia, 319

26 Depressão e Demência | Diagnóstico Diferencial, 321 Francisca Magalhães Scoralick, José Elias Soares Pinheiro, Silvana de Araújo Silva e Ulisses Gabriel de Vasconcelos Cunha Introdução, 321 Depressão e déficit cognitivo, 321 Depressão como fator de risco para demência, 322 Depressão em pacientes com demência, 322 Diagnóstico diferencial de depressão e demência, 323 Bibliografia, 324

27 Delirium, 326 Renato Moraes Alves Fabbri Introdução, 326 Definição, 326 Epidemiologia e importância, 326 Quadro clínico, 326 Etiologia, 327

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Fatores de risco, 327 Fisiopatologia, 328 Medidas para identificação dos casos, 329 Diagnóstico, 330 Diagnóstico diferencial, 330 Prevenção, 331 Tratamento, 331 Prognóstico, 332 Bibliografia, 333

28 Doenças Cerebrovasculares, 334 Marco Oliveira Py Introdução e dados epidemiológicos, 334 Classificação, 334 Fatores de risco e prevenção primária, 335 Diagnóstico das doen­ças cerebrovasculares, 336 Tratamento das doen­ças cerebrovasculares | Abordagem ao paciente idoso, 338 Prevenção das doen­ças cerebrovasculares, 343 Cuidados paliativos em pacientes com AVE, 344 Comentários finais, 344 Bibliografia, 345

29 Transtornos do Sono no Idoso, 346 Nezilour Lobato Rodrigues, Andréa Negrão Costa e Vilma Duarte Câmara Introdução, 346 Epidemiologia, 346 Sono e envelhecimento, 346 Principais alterações no sono do idoso, 347 Outros transtornos do sono no idoso, 354 Sono e comorbidades, 355 Medicações que podem interferir no sono do idoso, 358 Considerações finais, 358 Bibliografia, 358

30 Doença de Parkinson e Outros Distúrbios do Movimento em Idosos, 360 José Elias Soares Pinheiro e Maira Tonidandel Barbosa Introdução, 360 Doença de Parkinson, 360 Outros transtornos do movimento, 368 Bibliografia, 369

31 Sintomas Psicológicos e Comportamentais nas Demências, 371 Almir Ribeiro Tavares Júnior e Clau­dia Caciquinho Vieira de Souza Conceito, 371 Histórico, 371 Situação nosológica, 372 Relevância social, 372 Epidemiologia, 373

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Sintomas, 374 Tratamento, 381 Neuroestimulação, 389 Bibliografia, 390

32 Depressão, Ansiedade, Outros Transtornos Afetivos e Suicídio, 391 Mônica Hupsel Frank e Nezilour Lobato Rodrigues Depressão, 391 Ansiedade, 400 Outros transtornos afetivos, 401 Suicídio, 402 Bibliografia, 403

33 Transtornos Psicóticos de Início Tardio, 404 Christiane Machado Santana e Adriano Gordilho Introdução, 404 Definição de termos e critérios diagnósticos, 404 Epidemiologia e fatores de risco, 405 Apresentação clínica, 407 Diagnóstico diferencial, 407 Avaliação clínica e laboratorial, 410 Tratamento, 410 Considerações finais, 413 Bibliografia, 413

34 Convulsões, Crises Epilépticas e Epilepsia no Idoso, 414 Elisa Franco de Assis Costa, Aline Thomaz Soares e Kelem de Negreiros Cabral Histórico e conceitos, 414 Epidemiologia, 415 Classificação das crises epilépticas, 415 Etiologia das crises epilépticas, 416 Fisiopatologia, 417 Diagnóstico clínico, 417 Diagnóstico diferencial, 419 Exames complementares, 420 Tratamento, 420 Estado de mal epiléptico, 423 Considerações especiais sobre medicamentos antiepilépticos e perda óssea em idosos, 424 Bibliografia, 424

35 Psicofármacos em Idosos, 426 Homero Marinho Teixeira Leite Junior, Ivan Edward Choque Jilapa, Daniel Acioli Werner e José A. Morais Introdução, 426 Antidepressivos, 427 Psicoestimulantes, 430 Antipsicóticos, 430 Estabilizadores do humor, 433 Hipnóticos e ansiolíticos, 434 Conclusão, 436 Bibliografia, 436

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Seção 2 Sistema Circulatório, 438 36 Envelhecimento Cardiovascular, 438 Abrahão Afiune Neto e Izo Helber Introdução, 438 Teorias do envelhecimento cardiovascular, 439 Alterações morfológicas, 439 Sistema nervoso autônomo, 443 Função cardiovascular, 443 Alterações cardía­cas do envelhecimento, 443 Considerações finais, 444 Bibliografia, 444

37 Exames Subsidiários em Cardiogeriatria, 445 Wellington Bruno Santos, Ricardo Vivacqua Cardoso Costa, Salvador Serra, Antonio Carlos Sobral Sousa e Claudio Tinoco Mesquita Eletrocardiografia, 445 Ecodopplercardiografia, 451 Teste ergométrico, 457 Medicina nuclear, 461 Bibliografia, 470

38 Mudanças no Estilo de Vida na Prevenção da Doença Aterosclerótica, 473 Stela Maris Grespan e Claudia Felicia Gravina Introdução, 473 Obesidade, 474 Sedentarismo, 475 Tabagismo, 476 Bibliografia, 477

39 Síndrome Metabólica, 479 Maria Eliane Campos Magalhães, Andréa Araújo Brandão, Roberto Pozzan, Érika Maria Gonçalves Campana, Elizabete Viana de Freitas e Ayrton Pires Brandão Introdução, 479 Diagnóstico clínico, 480 Critérios diagnósticos, 480 Estudos longitudinais em idosos, 481 Recomendações para abordagem da síndrome metabólica em idosos, 482 Conclusões, 482 Bibliografia, 483

40 Aterogênese, 484 José Maria Peixoto, Pedro Roussef e Andreia Assis Loures Valle Introdução, 484 Modelos causais da doen­ça aterosclerótica | Considerações, 485 Contexto histórico, 485 Aterosclerose e resposta à lesão, 485 Heterogeneidade da aterosclerose, 487

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Papel do endotélio, 489 Papel do LDL | Estresse oxidativo (LDL-ox); crescimento da placa e remodelamento vascular, 490 Algumas questões atuais | Papel das células progenitoras endoteliais, neovascularização da placa e efeito hemodinâmico do shear stress, 491 Uma palavra sobre o efeito fisiopatológico/molecular da idade sobre a doen­ça aterosclerótica, 495 Ruptura da placa | Evento principal responsável pelas apresentações clínicas agudas, 496 Tipos de trombos, 498 Considerações finais, 498 Bibliografia, 499

41 Dislipidemia em Idosos, 501 Emílio Moriguchi e José Luiz da Costa Vieira Resumo, 501 Introdução, 501 Dislipidemia e doen­ça arterial coronariana em idosos, 501 Orientação prática, 504 Conclusão, 506 Bibliografia, 506

42 Hipertensão Arterial no Idoso, 507 Érika Maria Gonçalves Campana, Elizabete Viana de Freitas, Andréa Araú­jo Brandão, Maria Eliane Campos Magalhães, Roberto Pozzan e Ayrton Pires Brandão Introdução, 507 Aspectos epidemiológicos, 507 Fisiopatologia, 508 Avaliação clínica, 509 Hipertensão arterial secundária, 510 Tratamento, 510 Considerações gerais, 510 Estudos em população idosa, 510 Estudos em pacientes muito idosos, 512 Decisão terapêutica, 512 Tratamento não medicamentoso | Modificações no estilo de vida, 512 Tratamento medicamentoso, 513 Tratamento em situações especiais, 515 Conclusão, 520 Bibliografia, 520

43 Síncope no Idoso, 522 Roberto Gamarski, Kalil Lays Mohallem, Renata Rodrigues Teixeira de Castro e Antonio Cláu­dio Lucas da Nóbrega Definição, 522 Epidemiologia, 522 Causas de síncope, 522 Diagnóstico, 523 Tratamento, 527 Bibliografia, 528

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44 Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso, 529 Michel Batlouni, Elizabete Viana de Freitas e Felicio Savioli Neto Epidemiologia, 529 Diagnóstico, 530 Comorbidades e insuficiên­cia cardía­ca, 532 Etiologia e fatores precipitantes, 532 Exames complementares, 533 Fisiopatologia, 534 Tratamento, 537 Insuficiên­cia cardía­ca com fração de ejeção preservada, 546 Recomendações terapêuticas atuais, 548 Bibliografia, 548

45 Arritmias Cardíacas no Idoso, 550 Maurício Wajngarten, Mauricio da Silva Rocha e Martino Martinelli Filho Alterações cardiovasculares relacionadas com o envelhecimento, 550 Mecanismos das arritmias cardíacas, 550 Apresentação clínica e métodos diagnósticos, 551 Arritmias supraventriculares, 551 Arritmias ventriculares, 551 Terapêutica antiarrítmica medicamentosa, 552 Tratamento não farmacológico das arritmias cardíacas em idosos, 554 Fibrilação atrial, 556 Bibliografia, 559

46 Fibrilação Atrial no Idoso, 561 Roberto Alexandre Franken e Ronaldo F. Rosa Introdução, 561 Flutter atrial, 562 Prevenção, 562 Tratamento, 563 No pronto-socorro, 564 Bibliografia, 565

47 Doença Arterial Coronária Estável, 566 Alberto Liberman e Elizabete Viana de Freitas Introdução, 566 Idade como fator de risco, 566 Diagnóstico, 567 Tratamento, 570 Bibliografia, 576

48 Doença Coronariana, 577 Kalil Lays Mohallem e Roberto Gamarski Epidemiologia, 577 Peculiaridades da cardiopatia isquêmica no idoso, 577 Síndromes coronarianas estáveis, 578 Síndromes coronarianas agudas, 580 Bibliografia, 585

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49 Revascularização Miocárdica | Cirurgia ou Angioplastia?, 587 Amit Nussbacher Introdução | Linha do tempo: uso contemporâneo de angioplastia e cirurgia nos tempos atuais, 587 Estudos clínicos randomizados na era da angioplastia convencional e dos stents não farmacológicos | Resultados semelhantes quanto a mortalidade e infarto do miocárdio, 588 Estudos clínicos randomizados na era da angioplastia convencional e dos stents não farmacológicos/cirurgia | Melhor alívio sintomático e menor necessidade de reintervenção, mas maior risco de acidente ­vascular encefálico, 589 Diabéticos | Um grupo especial, 589 Idosos | Um grupo muito pouco estudado, 590 Comparação entre cirurgia e angioplastia em pacientes multiarteriais complexos na era dos stents farmacológicos, 591 Rapidez do avanço tecnológico torna os estudos obsoletos cada vez mais precocemente | O advento do stents farmacológicos de segunda geração e a redução da defasagem em relação à cirurgia, 592 Aplicabilidade/generalização dos resultados dos ensaios clínicos à vida real e contribuição de registros clínicos, 593 Resumo e conclusões, 593 Bibliografia, 595

50 Valvopatias, 597 Humberto Pierri e Giselle Helena de Paula Rodrigues Estenose aó­rtica, 597 Insuficiên­cia aó­rtica crônica, 600 Estenose mitral, 601 Insuficiên­cia mitral aguda, 602 Insuficiên­cia mitral crônica, 603 Bibliografia, 603

51 Endocardite Infecciosa e Pericardite, 605 Silvio Carlos de Moraes Santos Endocardite infecciosa, 605 Pericardites, 610 Bibliografia, 612

52 Cardiomiopatias Is­quêmica, Dilatada e Hipertrófica, 614 Ricardo Mourilhe Rocha e Marcelo Imbroinise Bittencourt Cardiomiopatia is­quêmica, 614 Cardiomiopatia dilatada, 615 Cardiomiopatia hipertrófica, 619 Bibliografia, 623

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53 Exames Subsidiá­rios em Doença Vascular Periférica e Carótidas, 625 Marco Antonio Prado Nunes e Antonio Carlos Sobral Sousa Exames subsidiá­rios em doen­ça arterial periférica, 625 Exames em carótidas, 627 Bibliografia, 629

54 Doenças Vasculares, 631 Roberto Dischinger Miranda, Jairo Lins Borges e José Antonio Gordillo de Souza Doença vascular periférica, 631 Afecção cerebrovascular e doen­ça carotídea, 638 Conclusões, 645 Bibliografia, 646

55 Tromboembolismo Venoso, 648 Salo Buksman, Ana Lúcia de Souza Vilela e Rodrigo Buksman Introdução, 648 Definição e etiopatogenia, 648 Diagnóstico, 651 Tratamento, 655 Prevenção e tratamento da síndrome pós-trombótica, 659 Profilaxia, 659 Bibliografia, 663

56 Atividade Física, 665 Josmar de Castro Alves e Elizabete Viana de Freitas Introdução, 665 Alterações cardiovasculares no envelhecimento, 666 Efeitos do envelhecimento e o exercício, 667 Atividade física e o idoso, 669 Aspectos práticos na prescrição de exercícios, 671 Exercícios contrarresistência nos idosos, 672 Exercícios de flexibilidade, 674 Conclusões, 674 Bibliografia, 675

Seção 3 Sistema Respiratório, 677 57 Envelhecimento Pulmonar, 677 Milton Luiz Gorzoni Introdução, 677 Alterações estruturais e funcionais, 677 Inflamação e imunidade, 677 Conclusões, 678 Bibliografia, 678

58 Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 679 Adriana Carvalho e João Senger Introdução, 679 Epidemiologia, 679 Desequilíbrio protease-antiprotease, 679

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Tratado de Geriatria e Gerontologia Patologia, 680 Manifestações clínicas, 680 Exames complementares, 680 Exames laboratoriais, 681 Outros estudos, 681 Estadiamento, 682 Diagnóstico diferencial, 682 Manejo do paciente com doen­ça pulmonar obstrutiva crônica estável, 683 Tratamento medicamentoso, 683 Outros tratamentos, 686 Comorbidades, 686 Indicadores do prognóstico, 686 Cuidados no final da vida, 686 Exacerbações da doen­ça pulmonar obstrutiva crônica, 687 Perspectivas terapêuticas, 687 Bibliografia, 688

59 Pneumonias, 690 Elisa Franco de Assis Costa, Isadora Crosara Alves Teixeira e Loiane Moraes Ribeiro Victoy Introdução, 690 Conceitos de pneumonite e pneumonia, 690 Classificação, 690 Epidemiologia, 691 Patogenia e fatores predisponentes, 692 Etiologia, 694 Quadro clínico, 695 Avaliação diagnóstica, 696 Prognóstico, 698 Critérios que definem o local de tratamento, 699 Tratamento, 700 Insucesso do tratamento e outros desfechos, 703 Pneumonia no final da vida, 703 Prevenção, 704 Bibliografia, 705

Seção 4 Sistema Digestório, 707 60 Envelhecimento do Sistema Digestório, 707 Júlio César Moriguti, Nereida Kilza da Costa Lima e Eduardo Ferriolli Introdução, 707 Esôfago, 707 Estômago, 708 Pâncreas, 709 Fígado, 709 Intestino delgado, 710 Cólon, 710 Reto e ânus, 710 Conclusões, 711 Bibliografia, 711

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61 Doenças do Aparelho Digestório Alto, 712 Rômulo Rebouças Lôbo, Nereida Kilza da Costa Lima, Eduardo Ferriolli e Júlio César Moriguti Cavidade oral, 712 Esôfago, 713 Estômago, 718 Bibliografia, 725

62 Hemorragia Digestiva, 727 David Corrêa Alves de Lima, Julia Faria Campos e Luiz Ronaldo Alberti Introdução, 727 Classificação, 727 Bibliografia, 738

63 Constipação Intestinal e Diarreia, 740 Milton Luiz Gorzoni e Luí­s Cláu­dio R. Marrochi Constipação intestinal, 740 Diarreia, 742 Bibliografia, 744

64 Fígado, Sistema Biliar e Pâncreas, 745 Elizabeth Regina Xavier Mendonça Introdução, 745 Doenças que acometem o fígado, 745 Doenças da ve­sícula e das vias biliares, 750 Doenças que acometem o pân­creas, 752 Bibliografia, 752

Seção 5 Sistema Geniturinário, 754 65 Envelhecimento do Sistema Urinário, 754 Francisco José Werneck de Carvalho Introdução, 754 Envelhecimento renal, 754 Envelhecimento do ureter, da bexiga e da uretra, 757 Bibliografia, 758

66 Doenças da Próstata, 759 Marcos Alvinair Introdução, 759 Prostatites, 759 Hiperplasia prostática benigna, 761 Adenocarcinoma de próstata, 770 Bibliografia, 778

67 Infecção do Trato Urinário, 780 Renato Moraes Alves Fabbri e Sueli Luciano Pires Introdução, 780 Definição e classificação, 780 Epidemiologia, 780 Patogênese, 780 Bacteriologia, 781 Diagnóstico, 782

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Tratamento, 783 Infecção do trato urinário e cateter vesical, 784 Perspectivas, 786 Bibliografia, 786

68 Incontinência Urinária, 787 Andrea Cabrita de Brito e Gustavo Henrique de Oliveira Caldas Epidemiologia, 787 Fisiologia, 787 Impacto do envelhecimento, 788 Classificação, 789 Abordagem, 790 Tratamento, 791 Conclusão, 796 Bibliografia, 796

69 Glomerulopatias em Idosos, 798 Francisco José Werneck de Carvalho Introdução, 798 Classificação, 798 Incidência, 799 Manifestação clínica, 800 Tratamento, 801 Conclusão, 801 Bibliografia, 801

70 Doença Renal, 802 Ariovaldo José Pires Introdução, 802 Abordagem ao paciente idoso com suspeita de doen­ça renal, 802 Lesão renal aguda, 803 Diagnóstico diferencial, interpretação e tratamento das doen­ças glomerulares e tubulointersticiais, 807 Doença ateroembólica renal, 808 Doença tubulointersticial, 808 Lesão renal crônica, 808 Diá­lise, 810 Hemodiá­lise, 810 Transplante, 811 Bibliografia, 811

71 Disfunção Erétil, 812 Sergio Telles Ribeiro Filho Introdução, 812 Epidemiologia, 812 Fisiopatologia da disfunção erétil, 813 Fatores de risco e causas da disfunção erétil, 813 Abordagem ao paciente, 814 Tratamentos, 814 Conclusão, 816 Bibliografia, 816

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72 Doenças Ginecológicas e Sexualmente Transmissíveis, 817 Maria do Carmo Sitta, Wilson Jacob Filho e Luciana de Almeida Nobile Introdução, 817 Anamnese e exame físico, 817 Doenças ginecológicas malignas, 818 Doenças ginecológicas benignas, 821 Bibliografia, 824

Seção 6 Sistema Endócrino, Nutrição e Metabolismo, 825 73 Alterações Endócrinas no Idoso, 825 Thiago Fraga Napoli, João Eduardo Nunes Salles e Renata Freitas Nogueira Salles Introdução, 825 Hormônio do crescimento, 825 Hipogonadismo masculi­no, 827 Função adrenal, 829 Bibliografia, 830

74 Climatério, 832 Elizabete Viana de Freitas, Andréa Araú­jo Brandão, Érika Maria Gonçalves Campana, Maria Eliane Campos Magalhães, Roberto Pozzan e Ayrton Pires Brandão Introdução, 832 Sintomas e efeitos da menopausa, 833 Diagnóstico, 839 Tratamento, 839 Conclusão, 842 Bibliografia, 843

75 Diabetes Melito, 845 Elizabete Viana de Freitas e Luciana Bahia Introdução, 845 Etiopatogenia, 846 Diagnóstico, 847 Complicações vasculares, 848 Comorbidades geriá­tricas comuns associadas ao diabetes, 850 Tratamento, 851 Considerações finais, 857 Bibliografia, 858

76 Alterações de Tireoide, 860 Fabio Nasri Tireoide, 860 Bibliografia, 866

Seção 7 Sistema Osteoarticular e Tecido Conjuntivo, 868 77 Envelhecimento do Sistema Osteoarticular, 868 Edison Rossi e Cristina S. Sader Introdução, 868 Osso, 868 Cartilagem ar­ticular, 869 Articulação diartrodial, 870

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Músculo esquelético, 871 Nervo, 873 Biologia do envelhecimento ar­ticular | Considerações adicionais, 873 Bibliografia, 874

78 Osteoporose e Osteomalacia, 875 Silvia Regina Mendes Pereira e Laura Maria Carvalho de Mendonça Osteoporose, 875 Osteomalacia, 889 Conclusão, 890 Bibliografia, 891

79 Doença de Paget, 892 Antonio Carlos Silva Santos Jr. Introdução, 892 Etiologia, 892 Patologia, 893 Diagnóstico, 893 Manifestações clínicas, 893 Parâmetros bioquí­micos da doen­ça de Paget, 893 Tratamento, 894 Bibliografia, 895

80 Osteoartrite, 896 Ibsen Bellini Coimbra e Edison Rossi Epidemiologia, 896 Etiologia, 896 Fisiopatogenia, 897 Quadro clínico, 897 Localizações menos frequentes de osteoartrite, 898 Osteoartrite na coluna vertebral, 898 Laboratório e outros procedimentos diagnósticos, 899 Tratamento, 899 Bibliografia, 900

81 Artrite Reumatoide e Outras Mesenquimopatias, 901 Andrea Barranjard Vannucci Lemonte, Maria José Nunes e Cristiano Augusto de Freitas Zerbini Artrite reumatoide, 901 Outras mesenquimopatias, 907 Bibliografia, 908

82 Polimialgia Reumática e Arterite de Células Gigantes, 910 Edison Rossi e Carlos Augusto Reis Oliveira Introdução, 910 Epidemiologia, 910 Etiologia/patogenia, 911 Apresentação clínica, 911 Exames laboratoriais, 913 Outros exames, 913 Diagnóstico/patologia, 914

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Biopsia da artéria temporal e exame histopatológico, 915 Tratamento, 916 Prognóstico, 917 Bibliografia, 917

83 Artropatias Próprias da Velhice e Outras, 919 Edison Rossi Introdução, 919 Artropatias microcristalinas, 919 Manifestações reumáticas associadas a endocrinopatias, 920 Manifestações reumáticas associadas a neo­pla­sias, 921 Outros distúrbios, 925 Bibliografia, 928

Seção 8 Sistema Imunológico, 929 84 Imunidade e Envelhecimento, 929 Ada Maria Veras da Veiga Introdução, 929 Função imune, 929 Imunidade mediada por célula e imunidade humoral, 931 Imunossenescência, 933 Fenótipo senescente e centenários, 935 Papel neuroendócrino, 936 Estudo do sistema imune, 936 Considerações gerais, 938 Bibliografia, 938

85 Vacinas, 939 João Toniolo Neto, Maisa Carla Kairalla, Rodrigo Flora e Carolina Toniolo Zenatti Introdução, 939 Vacinas contra difteria e tétano, 939 Vacinação contra influenza, 942 Vacina pneumocócica, 943 Outras vacinas, 944 Bibliografia, 945

86 AIDS no Idoso, 947 Alberto de Macedo Soares, Maria Niures Pimentel dos Santos Matioli e Ana Paula Rocha Veiga Introdução, 947 Epidemiologia, 948 Formas de transmissão, 949 Manifestações clínicas, 950 Manifestações clínicas decorrentes de doen­ças não infecciosas relacionadas com HIV/AIDS e terapia antirretroviral, 952 Diagnóstico laboratorial, 954 Tratamento antirretroviral, 955 Profilaxia das infecções oportunistas, 958 Considerações finais, 960 Bibliografia, 961

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87 Dengue, 962 Milton Luiz Gorzoni e Irineu Massaia Introdução, 962 Quadro clínico usual da dengue, 962 Dengue em idosos, 963 Bibliografia, 964

88 Apresentações Atípicas das Doenças nos Idosos, 965 Milton Luiz Gorzoni, Elisa Franco de Assis Costa, Maria do Carmo Lencastre de Menezes e Cruz Dueire Lins Introdução, 965 Comorbidade, multimorbidade, síndromes geriátricas e complexidade das apresentações das doenças nos idosos, 965 Apresentações atípicas das doen­ças nos idosos | Aspectos gerais, 967 Infecções, 968 Doenças cardiovasculares, 969 Embolismo pulmonar, 971 Abdome agudo, 972 Doenças endocrinometabólicas, 974 Neoplasias, 976 Iatrogenias e apresentações atípicas, 977 Recomendações para a prática clínica, 977 Bibliografia, 978

89 Infecção em Instituição de Longa Permanência, 980 Paulo José Fortes Villas Boas, Adriana Polachini do Valle, Alessandro Ferrari Jacinto, Patrick Alexander Wachholz, Vânia Ferreira de Sá Mayoral, Rafael Thomazi e Daniela Antonangelo Idoso e institucionalização, 980 Idoso e infecção, 980 Institucionalização e infecção, 980 Manifestações clínicas da infecção em institucionalizados, 981 Infecções prevalentes em institucionalizados, 981 Como instituições de longa permanência diferem dos hospitais no controle de infecção?, 988 Controle de infecção em instituição de longa permanência, 992 Bibliografia, 993

Parte 4 Temas Especiais em Geriatria, 995 90 Idoso Frágil, 997 Eduardo Ferriolli, Júlio César Moriguti e Paulo F. Formighieri Introdução, 997 Epidemiologia, 997 Fisiopatologia e fatores predisponentes, 998 Características clínicas e diagnóstico diferencial, 999 Critérios diagnósticos, 999 Abordagem terapêutica, 1000 Prevenção, 1001 Bibliografia, 1001

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91 Sarcopenia, 1002 Marcelo Valente Introdução, 1002 Envelhecimento e massa ­muscular, 1002 Sarcopenia | Nova síndrome geriátrica, 1003 Definição, 1003 Etiologia e patogênese, 1004 Classificação e estágios, 1006 Identificação da sarcopenia em pesquisas e na prática clínica, 1007 Definição dos pontos de corte, 1008 Questionário, 1009 Sarcopenia e outras condições, 1009 Tratamento, 1010 Pesquisas em sarcopenia, 1012 Considerações finais, 1013 Bibliografia, 1013

92 Farmacologia e Terapêutica, 1015 Milton Luiz Gorzoni e Maria Cristina Guerra Passarelli Introdução, 1015 Farmacocinética e farmacodinâmica, 1015 Peculiaridades da prescrição medicamentosa em idosos, 1017 Medicamentos e vias alternativas em idosos, 1019 Bibliografia, 1022

93 Polifarmácia e Adequação do Uso de Medicamentos, 1024 Giancarlo Lucchetti, Priscila Horta Novaes e Alessandra Lamas Granero Lucchetti Introdução, 1024 Polifarmácia, 1024 Cascata iatrogênica, 1025 Reação adversa a medicamento, 1026 Medicamentos inapropriados, 1026 Critérios de medicamentos inapropriados para idosos, 1027 Implicações clínicas, 1030 Conclusão, 1030 Bibliografia, 1030

94 Distúrbios de Postura, Marcha e Quedas, 1031 Carlos Montes Paixão Júnior e Marianela F. de Heckman Introdução, 1031 Controle postural e quedas, 1031 Marcha, 1034 Quedas, 1036 Bibliografia, 1042

95 Tonturas, 1044 Maria do Carmo Lencastre de Menezes e Cruz Dueire Lins Introdução, 1044 Anatomia, fisiologia e envelhecimento, 1044 Definição e classificação, 1047

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Epidemiologia, 1048 Etiologia, 1049 Avaliação geriá­trica ampla, 1050 Sintomas, 1052 Fatores de risco, 1053 Exame clínico, 1054 Diagnóstico, 1056 Tratamento, 1058 Reabilitação, 1060 Complicações, 1060 Doenças relacionadas com tonturas, 1061 Medicamentos, 1065 Bibliografia, 1066

96 Imobilidade e Síndrome da Imobilização, 1068 Mauro Marcos Sander Leduc, Vinícius Ribeiro Leduc e Mariana Miranda Suguino Introdução, 1068 Definição, 1068 Critérios para identificação, 1069 Causas da imobilidade, 1069 Prevalência e taxa de mortalidade, 1069 Conse­quências da imobilidade e características da síndrome de imobilização, 1070 Sistema tegumentar, 1071 Sistema esquelético, 1071 Sistema ­muscular, 1072 Sistema cardiovascular, 1073 Sistema urinário, 1073 Sistema digestório, 1074 Distúrbio neuropsiquiá­trico, 1075 Sistema respiratório, 1075 Metabolismo, 1076 Conclusão, 1076 Bibliografia, 1076

97 Traumas e Emergências no Idoso, 1078 Jessica Myrian de Amorim Garcia e Marcia Cristina Amélia da Silva Introdução, 1078 Epidemiologia, 1078 Avaliação clínica, 1079 Trauma no idoso, 1080 Emergências clínicas, 1081 Bibliografia, 1083

98 Pré e Pós-operatório no Idoso, 1084 Verônica Hagemeyer Santos Pré-operatório, 1084 Pós-operatório, 1088 Bibliografia, 1099

99 Hipertermia e Hipotermia, 1101 António Palma Seman, Lílian de Fátima Costa Faria e Luisa Helena Bastos de Paula e Souza Nedel Introdução, 1101 Termostase | Fisiologia de regulação térmica, 1101

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Termorregulação, 1101 Hipertermia, 1102 Hipotermia, 1104 Bibliografia, 1110

100 Distúrbios Hidreletrolíticos, 1111 Rodrigo Serafim Introdução, 1111 Dinâmica do sódio e da água, 1112 Distúrbios hidreletrolíticos, 1112 Alterações no equilíbrio do potássio, 1115 Alterações no equilíbrio do magnésio, 1115 Metabolismo do cálcio, 1116 Metabolismo do fosfato, 1117 Bibliografia, 1118

101 Os Pés do Idoso e suas Repercussões na Qualidade de Vida, 1119 Maurílio José Pinto, Vitor Last Pintarelli, Juliana Alcântara Ribeiro e Ana Lucia Fiebrantz Pinto Introdução, 1119 Noções biomecânicas, 1119 Modificações ocorridas com a idade, 1121 Avaliação e diagnóstico, 1122 Impressão plantar, 1123 Tratamentos urgentes e/ou específicos, 1124 Dor no pé, 1124 Pé e sistema ­vascular, 1125 Pé e sistema ­musculoesquelético, 1126 Pé e sistema neurológico, 1127 Pé e sistema reumatológico, 1128 Pé e sistema tegumentar, 1128 Condições das unhas, 1130 Conclusão, 1130 Bibliografia, 1130

102 Anemia, 1132 Lívia Terezinha Devens Introdução, 1132 Definição de anemia no idoso, 1132 Epidemiologia, 1132 Importância clínica da anemia, 1133 Causas, 1134 Fisiopatologia, 1134 Avaliação diagnóstica, 1137 Tratamento, 1139 Conclusões, 1142 Bibliografia, 1142

103 Envelhecimento Cutâneo, 1144 Ambrósio Rodrigues Brandão e Telma Cristiane Rodrigues Brandão Introdução, 1144 Fisiologia do envelhecimento, 1144 Fotoenvelhecimento, 1145 Outros fatores promotores do envelhecimento cutâ­neo, 1145

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Prurido, 1146 Asteatose, 1146 Dermatite seborreica, 1147 Herpes-zóster, 1147 Escabiose, 1147 Rosácea, 1148 Penfigoide bolhoso, 1148 Onicomicose, 1149 Erupções causadas por medicamentos (farmacodermias), 1149 Queratose seborreica, 1150 Hiperplasia sebácea senil, 1150 Queratose actínica, 1150 Neoplasias malignas, 1150 Micose fungoide, 1151 Síndromes paraneoplásicas, 1151 Bibliografia, 1152

104 Câncer no Idoso, 1153 Theodora Karnakis, Renato Nogueira-Costa e Marcos Daniel Saraiva Introdução, 1153 Câncer e envelhecimento, 1153 Avaliação geriá­trica ampla, 1154 Par­ticularidades da quimioterapia no idoso, 1156 Par­ticularidades da radioterapia no idoso, 1159 Par­ticularidades da cirurgia oncológica no idoso, 1160 Rastreamento do câncer no idoso, 1160 Principais neo­pla­sias do idoso, 1163 Bibliografia, 1169

105 Síndromes Mielodisplásicas, Leucemias, Linfomas e Mieloma Múltiplo, 1170 Paulo José Fortes Villas Boas, Adriana Polachini do Valle, Alessandro Ferrari Jacinto, Patrick Alexander Wachholz, Vânia Ferreira de Sá Mayoral, Rafael Thomazi e Daniela Antonangelo Síndromes mielodisplásicas, 1171 Leucemia mieloide aguda, 1174 Leucemia mieloide crônica, 1176 Leucemia linfoide aguda, 1176 Leucemia linfocítica crônica, 1178 Neoplasias malignas do tecido linfoide, 1178 Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados, 1181 Bibliografia, 1184

106 Diagnóstico e Tratamento da Dor, 1186 Toshio Chiba e Hazem Ashmawi Introdução, 1186 Definição e fisiopatologia da dor, 1186 Efeito da idade na percepção dolorosa e dores mais frequentes em idosos, 1187 Abordagem clínica da dor, 1188 Avaliação da dor no paciente idoso, 1189 Tratamento da dor, 1189 Bibliografia, 1196

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107 Cuidados Paliativos, 1198 Claudia Burlá, Daniel Lima Azevedo e Ligia Py Introdução, 1198 Conceito, 1198 Reflexo da modernidade | Doenças crônico-degenerativas, 1199 Equipe, 1200 Principais sintomas, 1201 Paciente geriátrico ao fim da vida, 1202 Avaliação e controle dos sintomas, 1203 O processo de morrer, 1205 Comunicação ao fim da vida, 1206 Considerações finais, 1207 Bibliografia, 1207

108 Idoso no Centro de Terapia Intensiva, 1209 Maria do Carmo Sitta, Wilson Jacob Filho e José Marcelo Farfel Introdução, 1209 Critérios de admissão, 1210 Alterações funcionais, 1210 Comorbidades, 1211 Complicações potenciais, 1211 Par­ticularidades da terapêutica no idoso, 1211 Medicamentos | Cuidados especiais, 1212 Equipe multiprofissional, 1212 Dilema ético, 1212 Bibliografia, 1213

109 Estresse Oxidativo, Antioxidantes e Envelhecimento, 1214 Siulmara Cristina Galera e Rosina Ribeiro Gabriele Introdução, 1214 Metabolismo oxidativo, 1214 Antioxidantes, 1215 Avaliação do estresse oxidativo e da capacidade antioxidante, 1215 Estresse oxidativo e envelhecimento, 1215 Estresse oxidativo e doen­ças neurodegenerativas, 1216 Estresse oxidativo e doen­ças cardiovasculares e metabólicas, 1217 Uso de substâncias antioxidantes, 1218 Uso de vitaminas, 1218 Uso de oligoelementos, 1220 Uso de aminoá­cidos e de outras substâncias, 1220 Considerações finais, 1221 Bibliografia, 1221

110 Terapias Antienvelhecimento, 1223 Renato Maia Guimarães, Einstein Francisco de Camargos e Otávio de Tolêdo Nóbrega Introdução, 1223 Bioquí­mica do envelhecimento, 1223 Restrição calórica e envelhecimento, 1225

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Intervenção farmacológica no envelhecimento, 1226 Futuro das terapias antienvelhecimento, 1229 Bibliografia, 1229

Parte 5 Cuidados ao Idoso e à Velhice, 1231 111 Transição de Cuidados, 1233 Maisa Carla Kairalla e Juliana Marília Berretta Introdução, 1233 Modelos de assistência à saú­de, 1233 Transição de cuidados na prática, 1234 Conclusão, 1236 Bibliografia, 1236

112 Política de Cuidados para a População Idosa | Necessidades, Contradições e Resistências, 1237 Ana Amélia Camarano Introdução, 1237 Quem cuida e quem é cuidado?, 1237 Contradições | Envelhecimento – conquista social ou amea­ça às gerações futuras?, 1241 Como estão sendo cuidados os idosos brasileiros?, 1242 Perspectivas futuras | A velhice ficou velha, mas não morreu, 1244 Bibliografia, 1245

113 Cuidados na Enfermagem Gerontológica | Conceito e Prática, 1247 Lucia Hisako Takase Gonçalves, Ângela Maria Alvarez e Silvia Maria Azevedo dos Santos Introdução, 1247 Breve contextualização histórica, 1247 Conceito de cuidado na enfermagem, 1248 Teorias mais aplicáveis à enfermagem gerontológica, 1249 Prática do cuidado na enfermagem gerontológica, 1250 Primórdios da enfermagem gerontológica e seu desenvolvimento, 1251 Desafios e perspectivas, 1253 Bibliografia, 1254

114 Promoção do Autocuidado na Velhice, 1255 Célia Pereira Caldas e Mirian Costa Lindolpho Conceito de autocuidado aplicado à prática da atenção à saú­de do idoso, 1255 Conceito de autonegligência, 1257 Promoção do autocuidado e manutenção da autonomia e da independência, 1257 Promoção do autocuidado e promoção da saú­de na velhice, 1258 Promoção do autocuidado na idade madura e na velhice, 1259 Promoção do autocuidado para idosos fragilizados e/ou dependentes, 1259 Considerações finais, 1260 Bibliografia, 1260

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115 Cuidados em Domicílio | Conceitos e Práticas, 1261 João Bastos Freire Neto e Antonio Carlos Melo Moreira Introdução, 1261 Demanda crescente, 1261 Organização do cuidado em domicílio, 1261 Vantagens e desvantagens, 1264 Cuidados paliativos em domicílio, 1265 Conclusões, 1265 Bibliografia, 1266

116 Práticas Assistenciais Restritivas e o Paradigma da Cultura de Não Contenção da Pessoa Idosa, 1267 Arianna Kassiadou Menezes, Rosimere Ferreira Santana e Fabio Cimador Conceitos, 1267 Aspectos normativos e legislação, 1269 Breve histórico, 1270 Intensidade do fenômeno | Prevalência do uso de meios de contenção, 1271 Riscos e conse­quências associados ao uso de meios de contenção | Paradoxo do processo assistencial, 1272 Cultura de não contenção e propostas alternativas de cuidado, 1273 Caminhos de mudança | Movimentos pela cultura de não contenção, 1274 Conclusão, 1275 Bibliografia, 1275

117 Cuidadores de Idosos, 1277 Yeda Aparecida de Oliveira Duarte, Maria José D’Elboux e Marília Viana Berzins Introdução, 1277 Cuidado e cuidadores, 1279 Cuidadores e políticas públicas, 1281 Cursos de formação de cuidadores, 1282 Profissionalização do cuidador, 1284 Bibliografia, 1285

118 Fragilidade e Envelhecimento, 1287 Yeda Aparecida de Oliveira Duarte e Maria Lúcia Lebrão Introdução, 1287 O que é fragilidade?, 1288 Potenciais mecanismos moleculares envolvidos na síndrome de fragilidade, 1295 Prevenção, diagnóstico e tratamento, 1296 Quem são os idosos frágeis em nosso contexto?, 1297 Conclusões, 1299 Bibliografia, 1300

119 Qualidade dos Cuidados ao Idoso Institucionalizado, 1301 Tomiko Born e Norberto Seródio Boechat Persistência das imagens negativas, 1301 Da assistência social à assistência gerontogeriá­trica, 1301 Desafios da quarta idade, 1301

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Um novo paradigma, 1302 Serviço de saú­de ou de assistência social, 1302 Fatores que predispõem à institucionalização, 1302 O que as instituições devem proporcionar?, 1302 Qualidade do cuidado na instituição, 1303 Visão do ser humano perante a instituição, 1303 Visão da instituição perante o homem, 1304 Preparação da transição, 1304 Equipe | Composição e atribuições, 1304 Instituição de longa permanência para idosos | Atribuições, 1304 Papel do médico, 1305 Guia para melhor escolha da instituição, 1305 Emergência de novos modelos, 1305 Conclusões e recomendações, 1305 Bibliografia, 1306

120 Úlcera por Pressão, 1307 Beatrice de Barros Lima e Jilliane Souza dos Santos Introdução, 1307 Definição, 1307 Etiologia, 1307 Classificação das úlceras por pressão NPUAP/EPUAP/ PPPIA, 1308 Estadiamento reverso, 1310 Diferença entre úlcera por pressão localizada em proeminência óssea e em mucosa, 1311 Escala preditiva de Braden, 1311 Avaliação do risco, 1312 Inspeção da pele, 1312 Cuidados com a pele, 1313 Nutrição, 1313 Reposicionamento para prevenção das úlceras por pressão, 1313 Educação para a prevenção da úlcera por pressão, 1313 Dor, 1314 Tratamento/curativos, 1314 Considerações finais, 1316 Bibliografia, 1317

121 Planejamento e Adaptação do Ambiente para Pessoas Idosas, 1318 Monica Rodrigues Perracini Introdução, 1318 Conceitos relacionados com o ambiente na velhice, 1319 Implicações funcionais do envelhecimento, 1319 Avaliação, planejamento e adaptação do ambiente, 1320 Ambiente nas instituições de longa permanência para pessoas idosas, 1322 Risco de quedas e ambiente, 1324 Conclusões, 1324 Bibliografia, 1325

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122 Violência Contra a Pessoa Idosa | Castigo do Corpo e Mortificação do Eu, 1326 Maria Cecília de Souza Minayo Introdução, 1326 Natureza da violência que afeta a pessoa idosa, 1327 Tipos mais comuns de violência contra a pessoa idosa, 1328 Violência que mata e provoca traumas em pessoas idosas, 1330 Queda e violências no trânsito | Vilões das mortes e incapacitações de idosos, 1330 É possível prevenir a violência contra a pessoa idosa?, 1331 Algumas conclusões, 1334 Bibliografia, 1334

123 Mal-estar, Luto e Envelhecimento na Contemporaneidade, 1336 Delia Catullo Goldfarb Introdução, 1336 Luto e depressão, 1336 O tempo que não passa, 1338 O corpo deprimido, 1339 Conclusão, 1340 Bibliografia, 1341

124 O Fim da Vida, o Idoso e a Construção da Boa Morte, 1342 Ciro Augusto Floriani Introdução, 1342 Construção de um conceito | Boa morte na contemporaneidade, 1343 Raí­zes históricas da boa morte, 1344 Kalotanásia e a jornada consciente para a morte, 1344 Contextualização da morte no Ocidente em distintas épocas, 1345 Morte nas sociedades ocidentais contemporâneas, 1347 Trajetória in­di­vi­dual na construção da boa morte institucionalizada, 1349 A morte de Ivan Ilitch como um retrato da morte contemporânea e da transformação interior, 1349 Conclusões, 1350 Bibliografia, 1351

Parte 6 Reabilitação em Gerontologia, 1353 125 Fonoaudiologia em Gerontologia, 1355 Tereza Loffredo Bilton, Heloí­sa Sawada Suzuki, Luciane Teixeira Soares e Juliana Paula Venites Linguagem, 1355 Voz, 1356 Audição, 1356 Deglutição, 1358 Considerações finais, 1364 Bibliografia, 1364

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126 Nutrição em Gerontologia, 1365 Myrian Spinola Najas, Ana Paula Maeda e Clarice Cavalero Nebuloni Introdução, 1365 Desenvolvimento, 1366 Avaliação nutricional, 1366 Sarcopenia, 1369 Obesidade sarcopênica, 1370 Desnutrição, 1370 Conclusões, 1371 Bibliografia, 1371

127 Saúde Bucal dos Idosos, 1373 Rafael da Silveira Moreira, Fernando Neves Hugo, Juliana Balbinot Hilgert, Débora Dias da Silva Harmitt e Maria da Luz Rosário de Sousa Introdução, 1373 Condições da saú­de bucal dos idosos, 1373 Avaliação da saú­de bucal | Aspectos normativos e subjetivos, 1379 Nutrição e perda dentária, 1380 Doenças sistêmicas e saú­de bucal do idoso, 1381 Idosos dependentes, 1382 Fragilidade, 1383 Comentários finais, 1383 Bibliografia, 1383

128 Fisioterapia em Gerontologia, 1385 Leani Souza Máximo Pereira, Rosângela Corrêa Dias, João Marcos Domingues Dias, Gisele de Cássia Gomes e Maria Inês Sitta Introdução, 1385 Independência funcional, 1385 Atuação da fisioterapia nas doen­ças do sistema locomotor, 1387 Atuação da fisioterapia nas doen­ças do sistema cardiovascular, 1390 Uso de técnicas de realidade virtual e reabilitação, 1392 Atuação da fisioterapia nas doen­ças do sistema nervoso, 1393 Bibliografia, 1395

129 Terapia Ocupacional em Gerontologia, 1397 Marcella Guimarães Assis, Kátia Magdala de Lima Barreto e Luciana de Oliveira Assis Introdução, 1397 Terapia ocupacional, 1397 Clientela idosa e níveis de atuação, 1397 Avaliação terapêutico-ocupacional, 1398 Intervenção terapêutico-ocupacional, 1400 Conclusões, 1402 Bibliografia, 1402

130 Suporte Social ao Idoso Dependente, 1404 Naira Dutra Lemos e Sônia Lima Medeiros Introdução, 1404

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Autonomia, independência e dependência, 1405 O que é suporte social?, 1406 Sistemas de suporte social, 1406 Atendimento domiciliar, 1407 Instituições de longa permanência, 1407 Sistemas informais de suporte social ao idoso, 1408 Conclusões, 1409 Bibliografia, 1409

131 Metodologias Gerontológicas Aplicadas ao Exercício Físico para o Idoso, 1410 Marisete Safons, Márcio de Moura Pereira, Juliana N. A. Costa e Ricardo Moreno Lima Introdução, 1410 Metodologias, 1411 Estruturação de programas de exercícios para idosos | Sugestões de atividades, 1411 Doenças prevalentes e riscos durante a prática de exercícios, 1414 Gerenciamento da implantação de projetos, 1417 Conclusão, 1418 Bibliografia, 1418

Parte 7 Aspectos Psicológicos do Envelhecimento e da Velhice, 1421 132 Envelhecimento e Cognição | Memória, Funções Executivas e Linguagem, 1423 Mario Amore Cecchini, Luciana Cassimiro, Karla Shimura Barea e Mônica Sanches Yassuda Memória e envelhecimento, 1423 Funções executivas e envelhecimento, 1424 Linguagem e envelhecimento, 1425 Bibliografia, 1425

133 Rastreio Cognitivo em Idosos, 1427 Ivan Aprahamian Introdução, 1427 Epidemiologia, 1427 Fatores de risco para o comprometimento cognitivo, 1428 Processo da avaliação cognitiva, 1428 Evidências para rastreio, 1431 Conclusão, 1431 Bibliografia, 1432

134 Avaliação Neuropsicológica em Idosos, 1433 Luciane de Fátima Viola Ortega, Denise Ribeiro Stort e Mônica Sanches Yassuda Introdução, 1433 Avaliação neuropsicológica, 1433 Anamnese, 1434 Funções cognitivas avaliadas, 1434 Avaliação da funcionalidade, 1436 Avaliação dos sintomas psicológicos e comportamentais, 1437 Interpretação dos resultados, 1437

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Devolutiva e encaminhamento, 1437 Bibliografia, 1437

135 Avaliação Direta e Indireta da Funcionalidade no Envelhecimento, 1439 Marcia Maria Pires Camargo Novelli e Thaís Bento Lima da Silva Atributos do constructo de funcionalidade, 1439 Funcionalidade no continuum do envelhecimento humano, 1439 Formas de avaliação da funcionalidade no envelhecimento, 1441 Estudos desenvolvidos no Brasil sobre a funcionalidade ao longo do envelhecimento, 1442 Considerações finais, 1443 Bibliografia, 1443

136 Estilo de Vida Ativo e Cognição na Velhice, 1444 Daniel Apolinário e Isabella Figaro Gattás Vernaglia Trajetórias de declínio cognitivo associadas ao envelhecimento, 1444 Reserva cognitiva, 1445 Contribuição relativa de diferentes tipos de atividades, 1445 Atividades intelectualmente estimulantes, 1446 Atividade física, 1447 Atividades sociais, 1448 Conclusões, 1448 Bibliografia, 1448

137 Intervenções Cognitivas para Idosos, 1450 Paula Schimidt Brum, Patricia do Nascimento Tavares e Mônica Sanches Yassuda Treino de memória episódica para idosos com cognição preservada, 1450 Treino com ênfase em memória operacional para idosos com cognição preservada, 1454 Intervenção cognitiva para idosos com comprometimento cognitivo leve, 1455 Considerações finais, 1456 Bibliografia, 1456

138 Bem-estar Psicológico, Saú­de e Longevidade, 1458 Anita Liberalesso Neri, Samila Sathler Tavares Batistoni e Cristina Cristóvão Ribeiro Relações entre saú­de e longevidade e bem-estar subjetivo relacionado com a satisfação com a vida e afetos positivos e negativos, 1459 Bem-estar eudaimônico, saú­de e longevidade, 1463 Conclusões, 1465 Bibliografia, 1466

139 Resiliência Psicológica e Velhice Bem-sucedida, 1468 Anita Liberalesso Neri e Arlete Portella Fontes Introdução, 1468 Resiliência psicológica na velhice à luz do paradigma life span, 1469

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Mecanismos de autorregulação do self | Elementos de proteção, de recupe­ração dos níveis habituais de funcionamento e de promoção de velhice bem-sucedida, 1470 Dados brasileiros, 1473 Conclusões, 1474 Bibliografia, 1474

140 Cuidado Familiar a Idosos Física e Cognitivamente Frágeis | Teoria, Pesquisa e Intervenção, 1476 Leticia Décimo Flasch, Ana Elizabeth dos Santos Lins e Elcyana Bezerra Carvalho Introdução, 1476 Modelos teó­ricos adotados por pesquisas sobre o cuidado desempenhado a idosos doentes e dependentes, no contexto familiar, 1477 Intervenções com cuidadores, 1479 Conclusões, 1481 Bibliografia, 1481

141 Comunicação com Idosos com Déficits Sensoriais e Cognitivos | Sugestões para Leigos e Profissionais, 1483 Laí­s Lopes Delfino e Tulia Fernanda Garcia Meira Barreiras cognitivas, sensoriais e sociais à comunicação eficaz na velhice, 1483 Sugestões visando à superação de barreiras na comunicação entre idosos e profissionais, 1485 Sugestões quanto a estratégias úteis para interação com pacientes idosos com comprometimentos auditivos e visuais, 1486 Estratégias comunicativas para serem usadas com idosos que apresentam doen­ça de Alzheimer e outras demências, 1487 Conclusões, 1488 Bibliografia, 1489

142 Relações Sociais, Saú­de e Bem-estar na Velhice, 1490 Heloísa Gonçalves Ferreira e Elizabeth Johann Barham Relações sociais, bem-estar e saú­de na velhice | Qual a relação?, 1491 Características das redes sociais de idosos | Quais predizem melhores desfechos de bem-estar e saú­de?, 1493 Como a inclusão digital tem afetado os relacionamentos sociais dos idosos?, 1494 Como tornar nossos idosos mais ativos socialmente e engajados em relações mais satisfatórias?, 1495 Conclusões, 1496 Bibliografia, 1497

143 Amor Romântico, Conjugalidade e Sexualidade na Velhice, 1498 Deusivania Falcão Perspectivas psicológicas acerca do amor, 1498 Relação de casal nas perspectivas sistêmica e life span, 1500

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Tratado de Geriatria e Gerontologia Qualidade conjugal e suas variações ao longo do relacionamento, 1501 Satisfação conjugal e conflitos amorosos em casais idosos, 1502 Sexualidade e relacionamento conjugal entre idosos, 1504 Namoro e recasamento na velhice, 1505 Conclusões, 1506 Bibliografia, 1506

144 Modelos de Intervenção Psicológica com Idosos, 1508 Samila Sathler Tavares Batistoni, Heloí­sa Gonçalves Ferreira e Dóris Firmino Rabelo Introdução, 1508 Metas para intervenções psicológicas com idosos, 1508 Aconselhamento psicológico | Temáticas, estruturas e especificidades, 1509 Psicoterapia com idosos e as aplicações da terapia cognitivo-comportamental, 1510 Modelo cognitivo-comportamental aplicado à psicoterapia com idosos, 1511 Psicoterapia com idosos no contexto brasileiro, 1512 Intervenções psicossociais: ampliando os contextos de atuação com idosos, 1512 Etapas da intervenção psicossocial, 1513 Instituições de longa permanência para idosos e intervenção psicossocial, 1514 Intervenção psicossocial na comunidade, 1514 Conclusões, 1515 Bibliografia, 1515

Parte 8 Aspectos Sociais do Envelhecimento, 1517 145 Os Idosos e as Relações Familiares, 1519 Dóris Firmino Rabelo Introdução, 1519 Velhice como último estágio do ciclo de vida familiar, 1519 Relacionamento com o cônjuge, 1522 Relacionamento com filhos adultos e transferências intergeracionais de recursos, 1523 Considerações finais, 1524 Bibliografia, 1525

146 Programas Intergeracionais | Estímulo à Integração do Idoso às Demais Gerações, 1526 Beltrina Côrte e José Carlos Ferrigno Relações intergeracionais, 1526 Campo intergeracional | Teorias, práticas, políticas e pesquisas, 1527 Conclusões, 1533 Bibliografia, 1533

147 Envelhecimento e Gênero, 1535 Ana Zahira Bassit e Carla Witter A categoria de gênero no envelhecimento, 1535 Gênero | Conceito, perspectivas históricas e atuais, 1538 Bibliografia, 1540

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148 Efeitos da Pobreza e da Desigualdade Social sobre a Saú­de dos Idosos, 1542 Flávia Silva Arbex Borim, Mariana Reis Santimaria e Maria Clara Moretto Introdução, 1542 Determinantes sociais da saú­de em idosos, 1543 Conclusões, 1545 Bibliografia, 1546

149 Participação Social e Envelhecimento, 1547 Juliana Martins Pinto e Anita Liberalesso Neri Definições de participação social em Gerontologia, 1547 Bases teó­ricas, 1548 Medidas, 1550 Implicações da participação social para o processo de envelhecimento, 1551 Voluntariado, 1552 Iniciativas e desafios, 1554 Conclusões, 1554 Bibliografia, 1555

150 O Idoso Brasileiro e as Leis | Garantindo Direitos, Conquistando Qualidade de Vida, 1556 Jurilza Maria Barros de Mendonça e Jussara Rauth Introdução, 1556 Normativas nacionais, 1556 Normativas internacionais, 1560 Considerações finais, 1561 Bibliografia, 1562

151 Redes de Atenção e Gestão de Cuidado ao Idoso, 1563 Marília Cristina Prado Louvison e Tereza Etsuko da Costa Rosa Introdução, 1563 Políticas públicas de cuidado ao idoso, 1564 Sistema Único de Saú­de e redes de atenção, 1565 Gestão do cuidado e linhas de cuidado, 1567 Bibliografia, 1569

152 Instrumentos de Avaliação de Rede de Suporte Social, 1570 Marisa Accioly R. C. Domingues, Tiago Nascimento Ordonez e Thaís Bento Lima da Silva Introdução, 1570 Definição de rede de suporte social, 1570 Validação de instrumentos de rede de suporte social, 1571 Instrumentos para avaliar a rede de suporte social do idoso validados para o português do Brasil, 1572 Outros instrumentos para avaliar a rede de suporte social do idoso, 1573 Instrumentos gráficos, 1574 Mapa mínimo de relações do idoso | Instrumento gráfico para avaliação de suporte social, 1575

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Considerações finais, 1576 Bibliografia, 1576

153 Significado da Aposentadoria na Vida da Pessoa Idosa, 1578 Neidil Espínola da Costa, Regina Angela Viana Mesquita e Sônia Maria da Rocha Introdução, 1578 Realidade demográfica brasileira e aposentadoria, 1578 Aposentadoria e a Constituição de 1988, 1578 Envelhecimento e impactos na previdência social, 1579 Aposentadoria | Tempo de atividade, produtividade e satisfação, 1579 Aposentadoria | Tempo de inatividade, adoecimento e pobreza, 1581 Programas de preparação para aposentadoria e treinamento pós-aposentadoria, 1582 Considerações finais, 1582 Bibliografia, 1583

Parte 9 Gerontologia e Educação, 1585 154 Formação de Recursos Humanos em Gerontologia e Desenvolvimento da Profissão | O Brasil em Face da Experiência Internacional, 1587 Anita Liberalesso Neri e Sofia Cristina Iost Pavarini Introdução, 1587 Construção da Gerontologia no Brasil | Breve histórico, 1587 Programas de pós-graduação em Gerontologia no Brasil, 1589 Cursos de graduação em Gerontologia no Brasil, 1593 A Gerontologia brasileira diante dos impasses criados pelas tentativas de estabelecer a profissão, 1594 Conclusões, 1597 Bibliografia, 1597

155 A Educação no Processo de Envelhecimento, 1598 Johannes Doll Introdução, 1598 Educação e Gerontologia | Distância e processos de aproximação, 1598 Estruturação do campo da gerontologia educacional, 1600 Conclusões, 1602 Bibliografia, 1603

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156 Universidade da Terceira Idade, 1604 Meire Cachioni e Tiago Nascimento Ordonez Aspectos históricos e evolução do programa, 1604 Universidades da Terceira Idade | A experiência brasileira, 1605 Princípios teó­ricos norteadores dos programas, 1606 Princípios metodológicos, 1606 Universidades da Terceira Idade | Revisão da literatura brasileira, 1607 Considerações finais, 1611 Bibliografia, 1611

157 O Idoso e as Novas Tecnologias, 1613 Johannes Doll, Letícia Rocha Machado e Meire Cachioni Introdução, 1613 Gerontotecnologia | Estruturação do campo, 1613 Pessoas idosas e o computador, 1614 Pessoas idosas e as tecnologias móveis, 1617 Tecnologias de apoio ao idoso, 1619 Considerações finais, 1620 Bibliografia, 1621

Apêndice, 1623 Instrumentos de Rastreio da Incapacidade Funcional | Uma Proposta de Uso Racional, 1625 Roberto Alves Lourenço, Maria Angélica dos Santos Sanchez e Mariangela Perez Introdução, 1625 Uso de instrumentos de avaliação, 1625 Avaliação funcional breve, 1626 Escalas de avaliação de ­áreas, 1626 Avaliação de funções físicas, 1627 Avaliação de funções cognitivas, 1627 Avaliação do humor, 1631 Informant Questionnaire on Cognitive Decline in the Elderly (IQCODE-Br), 1631 Questionário de atividades funcionais de Pfeffer, 1632 Short Physical Performance Battery (SPP), 1632 Caregiver abuse screen (CASE) | Rastreio de violência doméstica, 1632 Zarit Burden Interview | Escala para avaliação da sobrecarga do cuidador, 1634 Miniavaliação nutricional (MAN), 1635 Performance-oriented mobility assessment (POMA), 1635 Considerações finais, 1637 Bibliografia, 1637

Índice Alfabético, 1639

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Michel Batlouni, Elizabete Viana de Freitas e Felicio Savioli Neto

Insuficiên­cia cardía­ca (IC) é síndrome clínica complexa caracterizada pela incapacidade do coração de suprir adequadamente as demandas metabólicas dos tecidos, decorrente de disfunção ven­tricu­lar, seja por déficit de contração, configurando distúrbio sistólico, seja por alteração do enchimento ven­tricu­lar, refletindo disfunção diastólica. Aos distúrbios hemodinâmicos iniciais associam-se alterações de diversos sistemas neuro-humorais e da biologia do mió­cito, que contribuem para a sustentação do estado congestivo e intensificam o comprometimento cardía­co. Nas últimas décadas, a IC tem se tornado cada vez mais prevalente, fenômeno intimamente ligado ao envelheci­mento populacional, com crescente interesse em geriatria clínica.

in­di­ví­duos com idade igual ou superior a 65 anos. Com o envelhecimento o aumento expressivo da prevalência de IC atesta a importância do conhecimento desta entidade por todos os médicos que tratam de idosos (Figura 44.4). A prevalência estimada de IC nos EUA, de acordo com o National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI) e NCHS em 2012, para adultos com idade de 20 anos e mais foi de 5.700.000, com número semelhante de portadores de disfunção ven­tricu­lar esquerda. As projeções mostram que a prevalência irá crescer 46% de 2012 para 2030, resultando em 8 milhões de in­di­ví­duos com idade de 18 ou mais anos com IC (American Heart Association, 2015).

Epidemiologia

1.200.000

O significativo envelhecimento da população, e os impor­ tantes avanços terapêuticos, com otimização do tratamento clínico, intervencionista e cirúrgico das cardiopatias, con­ tribuí­ram para crescente e alarmante aumento na prevalência e incidência de IC. Nos últimos anos, entretanto, as taxas de mortalidade e de internação por IC apresentaram pequeno declínio na comparação entre 2013 e 2014, de acordo com os dados do Datasus de 2015 (http://tabnet.datasus.gov.br/cgi). Por outro lado, no mesmo perío­do, de acordo com a mesma fonte, houve aumento de internações por doen­ça is­quêmica, porém com pequeno declínio na mortalidade. Esse aspecto ressalta a importância da prevenção das doen­ças cardiovasculares (DCV), pelo controle rigoroso dos fatores de risco. A prevalência das DCV aumenta com o envelhecimento. Em 2014, no Brasil, do total das internações por doen­ça cardiovascular, 57,14% ocorreram em in­di­ví­duos com idade igual ou superior a 60 anos, sendo 50,88% do sexo masculi­no (Figura 44.1) (Datasus, 2015). Nos EUA a mortalidade por doen­ça cardiovascular em idade igual ou superior a 65 anos, de acordo com o CDC/NCHS, National Vital Statistics System, Mortality 2013 (CDC/NCHS 2013), alcançou 79,8% (Figura 44.2). As DCV permanecem como a primeira causa de mortalidade nos EUA em todas as idades, tanto no sexo masculi­ no como no feminino e também em in­di­ví­duos com mais de 65 anos, ficando as doen­ças neoplásicas como a segunda causa em ambos os sexos (Figura 44.3) (CDC/NCHS, 2013). A Figura 44.3 ilustra as principais causas de mortalidade em

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Total Homens Mulheres

1.000.000 800.000 600.000 400.000 200.000 0

Figura 44.1 Internação por doen­ça cardiovascular no Brasil em 2014. (Fonte: Datasus [http://tabnet.datasus.gov.br].)

700.000 600.000 500.000 400.000 300.000 200.000 100.000 0

Todas as idades

≥ 65 anos

DCV Figura 44.2 Mortalidade causada por doen­ça cardiovascular (DCV) por idade.

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44 Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso

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Parte 3  Aspectos Biomédicos do Envelhecimento

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Total Homens Mulheres

250.000 Total Homens Mulheres

25 20

200.000 150.000

15

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10

50.000

5

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Todas as idades

< 60 anos

≥ 60 anos

Figura 44.5 Internação por insuficiên­cia cardía­ca por idade e sexo no Brasil em 2014. (Fonte: Datasus [http://tabnet.datasus.gov.br].)

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Figura 44.3 Causas de mortalidade em idosos com idade superior a 65 anos. Ca: câncer; DCBV: doenças cerebrovasculares; DCV: doença cardiovascular; DM: diabetes melito; Resp cron: doenças respiratórias crônicas. (Fonte: CDC, NCHS, National Vital System, Mortality 2013.)

100 80 60 40 20 0

20 a 39

40 a 59

60 a 79

Homens

Mulheres

80 ou +

Figura 44.4 Prevalência de doen­ça cardiovascular por idade e sexo. (Fonte: NHANES, 2009-2012, American Heart Association.)

No Brasil não há estudos epidemiológicos, mas segundo estimativa do Datasus, 6,5 milhões de brasileiros sofrem de IC. Os dados comparativos, na última década, mostraram que o número total de internações e de óbitos por IC tem se mantido estável, evidenciando, contudo, maior incidência e prevalência em idade igual ou superior a 60 anos. O número de internações devido à IC reduziu-se em aproximadamente 5% de 2013 (236.443) para 2014 (223.974). Em 2014, dos 1.139.263 pacientes internados devido a DCV (Figura  44.1), 223.974, ou seja, 19,6% foram por IC, constituindo praticamente um quinto de todas as internações. Deste total, 160.044 (71,45%) ocorreram em in­di­ví­duos com idade igual ou superior a 60 anos, com maior percentual entre 70 e 79 anos (Figura 44.5) (Datasus, 2015). A associação de fatores de risco aumenta a taxa de IC. A idade é o maior fator de risco para IC, mas considerando-se as condições modificáveis a hipertensão arterial (HAS) é o mais importante fator de risco. Homens e mulheres hipertensos têm aumento substancial de risco para o desenvolvimento de IC em relação aos in­di­ví­duos normotensos. Entre as mulheres, a HAS foi responsável por 59% dos casos, entre os homens 39% de acordo com os dados de Framingham (Rodeheffer, 2011). A mesma fonte refere que 1/4  dos casos de IC ocorrem devido à HAS e nos in­di­ví­duos com idade de 65 ou mais anos contribui em 68% dos casos. A HAS e a doen­ça arterial

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coronária (DAC) são os mais potentes fatores de risco para IC em estudos que avaliaram pacientes na comunidade. Alguns estudos como The Systolic Hypertension in Elderly Program (SHEP) e Hypertension in the Very Elderly Trial (HyVET, Nigel et al., 2008) mostraram que o controle da hipertensão arterial em idosos era importante na prevenção da IC. No HyVET, em in­di­ví­duos com 80 ou mais anos, a redução foi de 64% de eventos. No Heart Outcomes Prevention Evaluation Study (HOPE, 2000), com a redução da pressão arterial em pacientes diabéticos ou portadores de doen­ça ­vascular a diminuição de eventos de IC foi de 13%. Estudo rea­li­zado em mulheres com doen­ça arterial coronária (DAC) constatou que o diabetes melito é forte preditor de IC (observou-se também que mulheres diabéticas com índice de massa corpórea aumentado, ou com clearance de creatinina reduzido, apresentaram incidência ­anual de IC maior (7 e 13%, respectivamente) (Aronow, 2003). Em mulheres não diabéticas, sem fatores de risco, a incidência ­anual foi de 0,4%. Mulheres não diabéticas com três ou mais fatores de risco tinham incidência ­anual de 3,4%. Nas diabéticas sem fatores de risco a incidência ­anual foi de 3% comparada com 8,2% nas diabéticas com pelo menos três fatores de risco adicionais. Além disso, diabéticas com glicose em jejum acima de 300 mg/d tinham risco ajustado três vezes maior de desenvolvimento de IC quando comparadas a diabéticas com níveis controlados de açúcar em jejum. A característica clínica da IC é de doen­ça altamente limitante, cuja evolução implica deterioração da qualidade de vida do paciente. Nos idosos, ao cortejo clínico adicionam-se as limitações próprias do envelhecimento, levando a importante comprometimento de sua autonomia, com restrições ao desempenho de suas atividades de vida diá­ria (AVD). As altas morbidade e mortalidade, o elevado custo do tratamento e o perfil de doen­ça limitante fazem com que a IC seja considerada problema relevante de saú­de pública. Considerando-se esses aspectos, é importante chamar a atenção para o diagnóstico e a instituição precoce da terapêutica, fundamentais para se preservar a qualidade e a expectativa de vida.

Diagnóstico Os sinais e sintomas da IC constituem a principal forma de diagnóstico, além de prover bases para o monitoramento da resposta ao tratamento instituí­do. A criteriosa análise dos sinais e sintomas é de fundamental importância para se estabelecer o diagnóstico; entretanto, nos idosos, frequentemente é de difícil interpretação, devido à concomitância de outras doen­ças e pela forma atípica com que se exteriorizam.

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A avaliação deve ser iniciada por anam­ne­se bem-conduzida, seguida de meticuloso exame físico e da rea­li­zação de exames complementares apropriados (Abdelhafiz, 2002). A IC pode manifestar-se de diferentes maneiras, dependendo do tempo de evolução da síndrome e da possibilidade de acionamento dos mecanismos compensatórios, variando desde insuficiên­cia ven­tricu­lar esquerda aguda até leve disfunção ven­tricu­lar assintomática. Dispneia de esforço, ortopneia, edema de membros inferiores e redução da tolerância ao exercício são os sintomas cardinais da IC, tanto no jovem quanto no idoso. A dispneia é o principal sintoma de IC, apresentando intensidade va­riá­vel e progressiva de acordo com a condição do desempenho cardía­co. A manifestação inicial é a dispneia de esforço. Entretanto, com o aumento da idade, frequentemente associado à vida cada vez mais sedentária, torna-se menos proeminente, sendo subs­ti­tuí­da pela astenia e pelo cansaço. A dispneia evolui para ortopneia, dispneia paroxística noturna, dispneia de repouso e, se não houver intervenção, edema agudo de pulmão. A dispneia é expressão clínica de hipertensão venocapilar pulmonar, enquanto fadiga e cansaço estão relacionados com a menor perfusão e a vasoconstrição da ­musculatura esquelética, com prejuí­zo de seu metabolismo. Tosse seca acompanhada por taquipneia, sem causa aparente, deve ser investigada, podendo ser manifestação de IC. Ao contrário, sintomas atípicos, como confusão, déficit de memória, sonolência, episódios de delirium, irritabilidade, estados sincopais, fadiga, anorexia e redução do nível de atividade tornam-se gradativamente manifestações comuns de IC nos idosos, especialmente após os 80 anos. Nictúria é observada nos quadros iniciais de IC. Resulta da redistribuição sanguí­nea para os rins, em repouso. A oligúria surge tardiamente, pela expressiva redução do débito cardía­co. Na população geriá­trica, os sintomas gastrintestinais, como náu­seas, vômitos, obstipação ou diarreia, ocorrem mais frequentemente. Associados à anorexia, podem levar à caquexia. Outros sinais de IC incluem pressão venosa jugular elevada, refluxo hepatojugular, terceira bulha e estertores pulmonares. Por outro lado, par­ticular­mente em idosos institucionalizados ou hospitalizados, as mudanças de comportamento e alterações na cognição podem passar de distúrbios sutis para franco quadro de delirium, acompanhando a IC. Com base nos sintomas da IC, a New York Heart Association elaborou, em 1973, um quadro de avaliação funcional, até hoje considerada uma das principais formas de classificação dos pacientes com IC. Além de apresentar boa correlação com os dados de morbi/mortalidade, é útil para balizar a conduta e avaliar a eficácia da terapêutica instituí­da (Quadro 44.1).

Quadro 44.1 Classificação funcional da insuficiência cardíaca segundo a New York Association. Classe I

Sem dificuldade para a realização das atividades físicas usuais, não havendo manifestação de dispneia, fadiga ou palpitação

Classe II

Discreta limitação para a realização das atividades físicas usuais. Paciente assintomático em repouso; em atividade física, manifestação de fadiga, dispneia e palpitações

Classe III

Limitação significativa da atividade física, apesar de confortável em repouso. Sintomas de dispneia, fadiga e palpitações ao mínimo esforço

Classe IV

Sintomas presentes até em repouso e desconforto com qualquer atividade física

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O diagnóstico da IC no idoso pode apresentar dificuldades devido a comorbidades, com crescente prevalência de sinais e sintomas atípicos. Habitualmente, o exame físico mostra sinais clínicos que variam de acordo com o grau e a gravidade da doen­ça. Nos estágios iniciais, o paciente pode apresentar estado clínico relativamente bom, enquanto os pacientes cronicamente enfermos podem estar desnutridos ou em caquexia (Wenger, 1992; Rich, 1999). O edema resultante do aumento da pressão hidrostática e da retenção de sódio é frequente nos idosos, merecendo atenção especial. Entretanto, com fre­quência é pouco valorizado como sinal de IC, pois pode ser decorrente de quadro clínico de desnutrição com hipoproteinemia, de distúrbio circulatório venoso ou de origem renal. O edema periférico é precedido por hepatomegalia, que pode evoluir para anasarca, com ascite e derrame pleural. O derrame pleural, quando unilateral, é em geral predominante no hemotórax direito. Os estertores finos nas bases pulmonares são característicos dos quadros de IC em fase congestiva, porém, nos idosos perdem a fidelidade, considerando-se que nessa faixa etária a falta de atividade física ou perío­dos prolongados de repouso no leito levam ao aparecimento de estertores nas bases. Na IC, em geral, eles são bilaterais, de alta fre­quência, ocorrendo principalmente no final da inspiração. A radiografia de tórax permanece como o mais proveitoso exame diagnóstico para determinar se há congestão pulmonar crônica, quando se suspeita de IC. Entretanto, as doen­ças pulmonares crônicas ou mudanças na geometria do tórax, como por exemplo a cifose, podem levar à confusão na interpretação do exame em idosos. Atualmente, a dosagem do peptídio natriurético cerebral (BNP) vem sendo considerada como importante avanço na distinção entre dispneia devido à IC ou a outras causas, como as de origem pulmonar, apresentando, contudo, menor especificidade e valor preditivo positivo nos idosos (Clarkson et al., 1996). O aumento da fre­quência cardía­ca decorrente da hiperatividade simpática tende a ser menos acen­tuado, devido ao menor tônus adrenérgico do coração do idoso. Por outro lado, a vasoconstrição periférica é causa de extremidades frias e cianose. A hipertensão venosa sistêmica leva a sinais congestivos, como estase jugular. Nos pacientes com IC, a pressão venosa jugular aumenta com o esforço, quando normalmente se reduz, gerando o sinal de Kussmaul. Nos idosos, entretanto, a dilatação da aorta pode provocar compressão da veia cava superior, com consequente estase jugular que, à inspiração profunda, mostra redução do ingurgitamento venoso. A grande variabilidade na detecção e na interpretação desses sinais e sintomas por parte dos examinadores, contudo, tem determinado baixa sensibilidade e especificidade clínica no diagnóstico da IC no idoso, levando alguns autores à elaboração de critérios com o objetivo de melhorar a precisão diagnóstica. Os pesquisadores de Framingham listaram, a partir dos sinais e sintomas de IC, critérios classificados em maiores e menores que foram utilizados nesse estudo. A presença de dois sinais maiores (critérios principais) ou de um sinal maior e dois menores (critérios secundários) seria necessária para o diagnóstico de IC (Quadro 44.2). Os critérios de Framingham são os mais difundidos. O critério de Boston, proposto em outro estudo, utilizou sistema de pontuação de acordo com sinais e sintomas, exames clínico e radiográfico. Entretanto, a determinação da fração de ejeção ven­tricu­lar esquerda é fundamental na avaliação da função cardía­ca sistólica e diastólica.

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Capítulo 44  Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso 

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Parte 3  Aspectos Biomédicos do Envelhecimento

Quadro 44.2 Critérios clínicos para o diagnóstico da insuficiência cardíaca (IC). Critérios principais

Critérios secundários

Dispneia paroxística noturna Turgência jugular Reflexo hepatojugular Estertores (crepitação, estertores crepitantes) Edema agudo de pulmão Cardiomegalia Terceira bulha em galope Perda ponderal ≥ 4,5 kg em 5 dias em resposta ao tratamento de IC

Edema de tornozelo Tosse noturna Hepatomegalia Derrame pleural Capacidade vital menor ou igual a um terço da máxima prevista Taquicardia ≥ 120 bpm

Fonte: Estudo de Framingham.

Assim sendo, mesmo na ausência de critérios clínicos, fração de ejeção ven­tricu­lar esquerda inferior a 40% sela o diagnóstico de disfunção ven­tricu­lar sistólica. A IC pode ser causada por disfunção sistólica (IC com fração de ejeção reduzida – ICFER), ou diastólica com fração de ejeção preservada (ICFEP), ou pela associação de ambas. O diagnóstico diferencial entre essas entidades clínicas, com a determinação do predomínio de uma sobre a outra, é indispensável para o sucesso terapêutico. Em 50% dos pacientes idosos, principalmente naqueles com 70 anos ou mais, a IC é causada por alteração na função diastólica. Quando a IC é causada por disfunção diastólica isolada, os sintomas congestivos resultam de hipertensão venosa pulmonar, sendo a função sistólica normal e sem ocorrência de aumento da ­área cardía­ca. A taxa de mortalidade nesses casos é comparável à da IC sistólica, alcançando cerca de 50% em 5 anos. O diagnóstico da IC deve, em qualquer situação, buscar a identificação da causa subjacente, condição fundamental para a aplicação terapêutica específica e in­di­vi­dualizada. Ressaltese, uma vez mais, que a análise dos sinais e sintomas nos idosos deve sempre considerar as características fisiológicas próprias do envelhecimento, as atipias das manifestações patológicas e as comorbidades presentes.

As alterações cognitivas são frequentes e interferem diretamente tanto no diagnóstico como no tratamento. A incapacidade de verbalizar e lembrar os sintomas mascara a doen­ça, enquanto a frequente perda da habilidade de manter o autocuidado influi na dieta, na medicação, no controle de peso, entre outros. Cerca de 20% dos idosos apresentam diagnóstico de depressão. Quadros de depressão com resultados adversos nos idosos portadores de IC, incluindo maior taxa de hospitalização e de mortalidade, estão provavelmente ligados a maior tônus adrenérgico e a arritmias. Doenças reumáticas frequentes, associadas a dores crônicas, determinam o uso habitual de anti-inflamatórios não hormonais. Esses agentes contribuem para aumentar a retenção de sódio e a reabsorção de água, agravando a IC. É necessário rigoroso levantamento dos medicamentos em uso que podem apresentar interações, tanto mais frequentes quanto maior o número de medicamentos prescritos. Vários medicamentos, além disso, contribuem para piorar a condição nutricional do idoso, muitas vezes prejudicada pela depressão, isolamento, limitação física para ter acesso ou preparar os alimentos, agravada pela própria IC, podendo chegar à caquexia. A condição de idoso frágil caracterizada por fraqueza, perda de peso, alentecimento de movimentos, baixa atividade física, perda de massa ­muscular e óssea, entre outros sinais, atingindo in­di­ví­duos com mais de 80 anos, confere pior prognóstico a esses pacientes.

Etiologia e fatores precipitantes Nos idosos, a IC é frequentemente multifatorial, sendo necessário identificar todas as causas potencialmente tratáveis. A hipertensão arterial sistêmica (HA) e a doen­ça arterial coronária (DAC) são responsáveis por 70 a 80% dos casos de IC em idosos. A HA é a causa mais comum na mulher idosa, principalmente na IC com função sistólica preservada, enquanto a DAC é mais frequente no homem. As principais causas etiológicas da IC estão expostas no Quadro 44.3.

Quadro 44.3 Causas comuns de insuficiência cardíaca.

Comorbidades e insuficiên­cia cardía­ca O envelhecimento aumenta a fre­quência de doen­ças crônicas e das grandes síndromes geriá­tricas (abordadas em outro capítulo desta obra), que exigem cuidados adicionais aos pacientes com IC, pois são capazes de influenciar o prognóstico da síndrome. As doen­ças crônicas aumentam o risco de anemia, que contribui para a má oxigenação te­ci­dual, levando à intolerância ao exercício e à dor anginosa nos portadores de DAC. A anemia é referida hoje como preditor independente de mau prognóstico na IC. A função renal declina com o envelhecimento, refletindo comprometimento da filtração glomerular cerca de 8 m/min a cada década de vida. Os muitos idosos octogenários apre­ sentam clearance de creatinina baixo mesmo na ausência de doen­ça renal. Consequentemente, há menor excreção do excesso de sódio, com tendência à retenção hídrica. Os diuré­ ticos tiazídicos, os anti-inflamatórios e alguns anti­bió­ticos podem contribuir para piorar a função renal. Além disso, o uso de diuréticos pode agravar os quadros de incontinência urinária, o que pode levar à transgressão terapêutica.

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Doença arterial coronária

Infarto agudo do miocárdio Cardiomiopatia isquêmica crônica

Doença cardíaca hipertensiva

Cardiomiopatia hipertrófica hipertensiva

Doença valvar

Estenose e insuficiência aórtica Estenose e insuficiência mitral Má função de prótese valvar Endocardite infecciosa

Cardiomiopatia

Dilatada não isquêmica (álcool, quimioterapia, miocardite inflamatória, cardiomiopatia idiopática) Hipertrófica (obstrutiva, não obstrutiva) Restritiva

Doença pericárdica

Pericardite constritiva

Síndromes hipercinéticas

Anemia crônica Deficiência de tiamina Hipertireoidismo Fístula arteriovenosa

Disfunção diastólica relacionada com a idade

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Além das causas etiológicas, é importante a identificação dos fatores precipitantes ou aqueles que podem exacerbar a IC, principalmente nos pacientes idosos, usuá­rios de muitos medicamentos, de dietas inadequadas e de condições médicas associadas. Os principais fatores precipitantes estão assinalados no Quadro 44.4.

Quadro 44.4 Fatores precipitantes de insuficiência cardíaca nos idosos. Doença miocárdica isquêmica Hipertensão incontrolável Ingestão excessiva de sódio Não adesão terapêutica Excesso de ingestão de líquido; autoinduzida; iatrogenia Arritmias: supraventricular (fibrilação atrial principalmente), ventricular, bradicardias (doença de nó sinusal) Condições médicas associadas: febre; infecções; hipertireoidismo e hipotireoidismo; anemia; insuficiência renal; deficiência de tiamina; embolia pulmonar; doença pulmonar obstrutiva crônica Substâncias: álcool; bloqueadores beta-adrenérgicos (incluindo colírios); antagonistas dos canais de cálcio; medicamentos antiarrítmicos; anti-inflamatórios não esteroides; estrogênios; glicocorticoides; mineralocorticoides; certos agentes antihipertensivos (clonidina, minoxidil)

Exames complementares Os exames complementares auxiliam no diagnóstico da IC, especialmente por contribuí­rem para a identificação do fator causal ou precipitante. O eletrocardiograma, embora pouco específico, habitualmente encontra-se anormal, apresentando valor preditivo negativo de cerca de 90%. Pode apresentar distúrbios de ritmo, bloqueios de ramo, sobrecarga de câmaras cardía­cas, bem como sinais de isquemia miocárdica. De acordo com as II Diretrizes de Cardiogeriatria (2010), tem grau de recomendação I, nível de evidência C. A radiografia de tórax nos idosos necessita de avaliação criteriosa. Alguns sintomas de IC podem ser confundidos com os das doen­ças pulmonares obstrutivas crônicas e das infecções respiratórias, comuns em pacientes de idade avançada. O achado de cardiomegalia favorece o diagnóstico de IC, principalmente se associado a congestão pulmonar e hipertensão pulmonar, com inversão do padrão ­vascular, presença de linhas de Kerley e derrame pleural. Nos idosos, as deformidades torácicas próprias do envelhecimento dificultam a interpretação da ­área cardía­ca, podendo in­di­ví­duos normais apresentar índice cardiotorácico aumentado. É o método diagnóstico mais utilizado na prática clínica (grau de recomendação I e nível de evidência C). O ecodopplercardiograma deve ser rea­li­zado rotineiramente, sendo elemento indispensável para o diagnóstico preciso de IC, pois fornece dados para a avaliação funcional e anatômica. É fundamental para o diagnóstico diferencial das cardiopatias por sua propriedade de quantificar lesões valvares, gradientes pressóricos, diâ­me­tro das cavidades cardía­cas, espessura parietal, contratilidade miocárdica, além de quantificar a fração de ejeção ven­tricu­lar e a complacência e o relaxamento dos ven­trículos. Fração de ejeção abaixo de 45%

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estabelece o diagnóstico de disfunção ven­tricu­lar esquerda. Por outro lado, fração de ejeção ≥ 45%, com sinais e/ou sintomas de IC e com anormalidades ecocardiográficas compatíveis com alterações do enchimento ven­tricu­lar esquerdo, caracterizam disfunção do ven­trículo esquerdo com fração de ejeção preservada (grau de recomendação I e nível de evidência B). Nos idosos, as deformidades torácicas podem dificultar a rea­li­zação do exame por inadequação da janela acústica, sendo o ecocardiograma transesofágico necessário nessa circunstância. O teste ergométrico (TE) tem valor limitado para o diagnóstico de IC. Um teste máximo normal em paciente sem tratamento afasta o diagnóstico. Por outro lado, em pacientes sob terapia medicamentosa, a análise dos parâmetros obtidos no TE pode apresentar limitações decorrentes dos efeitos farmacológicos. O cansaço e a fadiga, comuns na IC, podem estar presentes em outras doen­ças, condicionando limitação para rea­li­zação do TE. Entretanto, o TE é útil na avaliação da capacidade funcional e na resposta do paciente ao tratamento instituí­do. Além disso, o TE é essencial nos programas de reabilitação e na atualização da prescrição dos exercícios físicos de maneira segura e eficiente. O teste de caminhada de 6 min é uma boa opção para a avaliação funcional dos pacientes com IC. É mais bem tolerado que o TE, de baixo custo, e pode fornecer importantes informações, tanto prognósticas como de avaliação terapêutica, em programas de reabilitação. Diversos trabalhos têm demonstrado a relação entre a distância percorrida e o prognóstico da IC. Distâncias inferiores a 300 metros são de mau prognóstico, enquanto as superiores a 450 metros se relacionam com menores taxas de mortalidade e de hospitalização. A medicina nu­clear, pelos estudos cintigráficos, é capaz de estimar as funções ven­tricu­lares esquerdas sistólica e diastólica e de identificar isquemia e viabilidade miocárdica. A ven­tricu­ lografia radioisotópica é de escolha para avaliação da fração de ejeção ven­tricu­lar, apresentando maior precisão em relação ao ecodopplercardiograma. Tem como desvantagem o custo elevado, o tempo de rea­li­zação e a exposição à radiação, além da dificuldade na avaliação da função valvar e na mensuração da hipertrofia ven­tricu­lar (grau de recomendação I, nível de evidência A). O peptídio natriurético tipo B (PNB) é um hormônio produzido principalmente pelos cardiomió­citos ven­tricu­lares, cuja secreção está associada ao estiramento da fibra miocárdica. Análises quantitativas das concentrações plasmáticas do PNB são úteis para confirmar o diagnóstico, estimar o prognóstico e orientar o tratamento nos pacientes com IC. Elevadas concentrações plasmáticas do PNB apresentam sensibilidade de 97% e especificidade de 84% para o diagnóstico de IC por disfunção sistólica, com valor preditivo negativo ao redor de 98% (valores normais < 100 pg/d). Na disfunção diastólica, apesar da sensibilidade elevada, a baixa especificidade limita seu valor diagnóstico. No entanto, tais concentrações podem estabelecer o diagnóstico diferencial entre dispneia por IC diastólica daquela por doen­ças não cardía­cas em ambiente de emergência (grau de recomendação I, nível de evidência A). É um método de aplicação fácil e rápida, com boa relação custo-efetividade, par­ticular­mente indicado quando o acesso ao exame ecocardiográfico for limitado. Nos idosos com sinais e sintomas de IC, o teste do BNP pode aumentar a precisão do diagnóstico clínico em cerca de 1/4 dos casos (grau de recomendação I, nível de evidência A) (II Diretrizes Brasileiras de Cardiogeriatria, 2010).

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Capítulo 44  Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso 

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Parte 3  Aspectos Biomédicos do Envelhecimento

Os exames laboratoriais são rea­li­zados com o objetivo de identificar doen­ças associadas e de avaliar a glicemia, distúrbios eletrolíticos e função renal. Outros testes devem ser rea­li­ zados com indicações clínicas específicas, como avaliação das funções tireoidiana, respiratória e hepática.

Fisiopatologia Até os anos 1970, a fisiopatologia da IC restringia-se às manifestações dos distúrbios hemodinâmicos que se instalam nessa síndrome, decorrentes da falência do coração como bomba: redução do débito cardía­co, elevação da pressão venocapilar, pulmonar e sistêmica e perfusão inadequada das redes vascula­res regionais, inclusive da ­musculatura e dos rins. Os conhecimentos acumu­lados nas duas últimas décadas estabeleceram que, aos distúrbios hemodinâmicos inicialmente deflagrados, se associam alterações da economia sistêmica e da biologia do mió­cito que contribuem para a sustentação do estado congestivo e intensificam o comprometimento cardía­co, permitindo compreender o caráter evolutivo da IC (Bristow, 1993). Na visão atual da fisiopatologia, a IC é entidade com declínio progressivo da função ven­tricu­lar, devido à disfunção miocítica progressiva causada por alterações na expressão de genes, perda de células por necrose e apoptose e consequente remodelamento celular e das câmaras cardía­cas. O processo de remodelamento resulta em dilatação e hipertrofia ven­tricu­ lar, estresse parietal elevado, isquemia miocárdica relativa, depleção de energia e fibrose intersticial. Essa série de eventos é mediada essencialmente pela ativação de sistemas neuro-hormonais e autócrino/parácrinos, decorrentes da queda do débito cardía­co, que afetam o aparelho cardiovascular de maneira complexa, tornando a IC não apenas uma doen­ça do coração, mas da circulação como um todo. Tais alterações destinam-se a restaurar o volume sanguí­ neo, o débito cardía­co e a homeostase circulatória e funcionam inicialmente como mecanismos compensatórios úteis. Subsequentemente, porém, muitas respostas podem tornar-se deletérias, passando a atuar como fatores patogenéticos que agravam o estado hemodinâmico e clínico, afetando o prognóstico desfavoravelmente. As alterações ou respostas neuro-humorais (hormonais e autócrino/parácrinas) na IC podem ser consideradas em dois grupos antagônicos: (1) sistemas que provocam vasoconstrição, retenção de sódio e água e proliferação celular: ativação do sistema nervoso simpático e do sistema renina-angiotensinaaldosterona, liberação de arginina, vasopressina, endotelina(s) e citocinas; (2) sistemas que causam vasodilatação, natriurese e diurese e são antiproliferativos: peptídios natriuréticos, prostaglandinas, bradicinina e óxido nítrico (fator de relaxamento dependente do endotélio) (Figura 44.6). Embora influenciando-se mutuamente, as ações vasoconstritoras, retentoras de sódio e água, e proliferativas sobrepujam as oponentes, resultando em aumento da resistência ­vascular periférica, da pré e pós-carga, edema e congestão visceral e efeitos proliferativos. Tais conhecimentos levaram à mudança do paradigma do controle hemodinâmico e sintomático da IC, apenas para o tratamento adicional dos processos fisiopatológicos subjacentes ao remodelamento cardía­co, que agravam a biologia do mió­cito e a evolução da IC. Entretanto, a sistemática exclusão dos idosos, observada na grande maioria desses estudos, torna questionável a aplicabilidade de tais resultados na população

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Fisiopatologia da insuficiência cardíaca Alterações neuro-hormonais e locais Disfunção ventricular –

Débito cardíaco

SNC SRAA AVP Endotelinas Citocinas

PNA Bradicinina Prostaglandina EDRF/NO Dopamina

Vasoconstrição Retenção sódio/água

Vasodilatação Natriurese/diurese

Proliferação celular

Antiproliferação

Figura 44.6 Principais alterações neuro-hormonais, autócrinas e parácrinas, consequentes a disfunção ven­tricu­lar esquerda e queda do débito cardía­co. AVP: arginina-vasopressina; EDRF/NO: fator de relaxamento dependente do endotélio/óxido nítrico; PNA: peptídio natriurético atrial; SNC: sistema nervoso central; SRAA: sistema renina-angiotensina-aldosterona.

geriá­trica. Além do mais, ainda são insuficientes e inconsistentes os estudos desenvolvidos com a intenção de comparar o perfil fisiopatológico da insuficiên­cia cardía­ca dos pacientes idosos com aquele dos mais jovens. Todavia, as alterações cardiovasculares associadas ao envelhecimento, as frequentes comorbidades e o estilo de vida sedentário são importantes razões que sugerem ser a fisiopatologia da IC diferente nos pacientes idosos. O envelhecimento está associado a importantes alterações na estrutura e na função cardiovascular, que comprometem a reserva cardía­ca e predispõem os idosos a desenvolverem IC (Quadro 44.5). Fre­quência cardía­ca, pré-carga, pós-carga e estado contrátil, principais determinantes da função cardía­ca, são afetados pelo processo natural de envelhecimento. Assim, a diminuição da resposta b1-adrenérgica associada às alterações degenerativas do nó sinusal limitam a resposta cronotrópica durante o estresse. O comprometimento do relaxamento miocárdico e a menor complacência do ven­trículo esquerdo dificultam seu enchimento e reduzem a pré-carga. O enrijecimento ­vascular e a menor resposta vasodilatadora mediada pelos receptores b2-adrenérgicos elevam a pós-carga. O declínio da capacidade produtiva de ATP pelas mitocôndrias associada à menor resposta dos receptores b1 frente à estimulação adrenérgica diminui a reserva contrátil do coração.

Quadro 44.5 Principais alterações cardiovasculares associadas ao envelhecimento. Enrijecimento arterial Hipertrofia miocárdica Diminuição da complacência ventricular Diminuição da resposta beta-adrenérgica Comprometimento da função endotelial Diminuição da função do nó sinusal Diminuição da resposta barorreceptora Redução da reserva cardiovascular Menor produção de ATP pelos cardiomiócitos ATP: adenosina trifosfato.

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Na ausência de doen­ças cardiovasculares, tais alterações não afetam a função cardía­ca, mesmo nas idades mais avançadas. Entretanto, situações de estresse fisiológico (atividade física) ou patológico (isquemia, HAS, taquicardia, processos infecciosos), condições comumente bem toleradas por in­di­ví­ duos jovens, podem precipitar insuficiên­cia cardía­ca nos pacientes idosos. Além do mais, o envelhecimento também interfere em outros sistemas do organismo e compromete vários mecanismos compensatórios da IC: redução da função renal; diminuição da capacidade ventilatória; aumento da resistência ­vascular pulmonar; menor capacidade autorregulatória do sistema nervoso central; e diminuição da ­musculatura esquelética. Estudo inicial de Cody et al. (1989) avaliou os perfis hemodinâmico, renal e hormonal de pacientes com IC, comparando jovens com idosos. A resistência ­vascular sistêmica, os níveis plasmáticos de norepinefrina e os níveis séricos de ureia e de creatinina foram significativamente maiores nos pacientes idosos, enquanto a taxa de filtração glomerular foi maior nos mais jovens. Portanto, pacientes idosos com insuficiên­cia cardía­ca apresentam vasoconstrição relativamente mais intensa, menores elevações da fre­quência cardía­ca e níveis plasmáticos de norepinefrina mais elevados. Nos pacientes do estudo Val-HeFT (Valsartan Heart Fai­l­­ ure Trial), Baruch et  al. (2004) compararam o perfil neuro­humonal de 2.350  idosos com o de 2.660  não idosos. Concentrações plasmáticas do peptídio natriurético B, norepinefrina e endotelina foram maiores nos idosos, enquanto os níveis de renina plasmática foram mais elevados nos não idosos. Os autores concluí­ram que, nos idosos com IC, baixos níveis plasmáticos de renina estão associados ao processo de envelhecimento, enquanto elevadas concentrações plasmáticas do BNP e da norepinefrina correlacionam-se com a maior gravidade da IC. jj

Sistema nervoso simpático | Catecolaminas

Aumento da atividade simpática e níveis plasmáticos elevados de norepinefrina são respostas que ocorrem precocemente nos pacientes com IC. Podem ser detectados mesmo na disfunção ven­tricu­lar esquerda assintomática e elevam-se adicionalmente à medida que a síndrome se agrava. Paralelamente, ocorre depleção de catecolaminas miocárdicas, em conse­ quência da liberação aumentada e da recaptação diminuí­da do neurotransmissor. A ativação simpática eleva a fre­quência cardía­ca, causa vasoconstrição arteriolar, aumento da resistência ­vascular periférica e renal, redução do fluxo sanguí­neo renal e excreção de sódio e água, com o consequente aumento das pressões e volumes ven­tricu­lares. O trabalho cardía­co e o consumo de oxigênio aumentam. A norepinefrina pode induzir hipertrofia miocárdica, mas reduz a capacidade da circulação coronária de suprir sangue adequadamente a parede ven­tricu­lar espessada, levando à isquemia miocárdica. A ativação simpática pode também causar arritmias, por aumento da automaticidade cardía­ca e da isquemia (receptores b1 e b2), além de hipopotassemia mediada pelos receptores b2. A norepinefrina exerce, ainda, efeitos tóxicos diretos no miocárdio, causando disfunção dos mió­citos cardía­cos e necrose, por vários mecanismos (Figura 44.7). A estimulação dos receptores b1 e b2  provoca sobrecarga de cálcio nos mió­citos cardía­cos, mediada pelo monofosfato de adenosina cíclico (cAMP), ativa as ATPases cálcio-dependentes, reduz os fosfatos altamente energéticos

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Hiperatividade simpática

Norepinefrina

Efeitos tóxicos no miocárdio (�1, �2) Hipertrofia miócitos

Taquicardia TC MVO

Fibrose intersticial

Vasoconstrição (�1)

Necrose/apoptose Remodelamento Disfunção VE Isquemia Arritmogênese

RVP Pós-carga

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AVP

SRAA

Angiotensina

FS renal Na+/H2O

Pré-carga Hipertrofia Dilatação VE

Aldosterona Fibrose

Figura 44.7 Conse­quências hemodinâmicas, eletrofisiológicas e neuro-humorais da hiperatividade simpática. AVP: arginina-vasopressina; FS: fluxo sanguíneo; MVO: consumo miocárdico de oxigênio; RVP: resistência vascular periférica; SRAA: sistema renina-angiotensina-aldosterona; TC: trabalho cardíaco; VE: ventrículo esquerdo.

e compromete a função mitocondrial. Ademais, estimulando o crescimento e o estresse oxidativo em células terminais diferenciadas, a norepinefrina pode desencadear apoptose. O estado de estimulação simpática persistente condiciona redução do número (densidade) e dessensibilização dos betarreceptores da membrana, gerando a chamada regulação inferior, caracterizada por resposta deficiente ao estímulo adrenérgico. Estimulação b-adrenérgica crônica induz a expressão de citocinas pró-inflamatórias, as quais podem afetar a contração cardía­ca, promover dilatação das câmaras e, assim, desempenhar importante papel no desenvolvimento do fenótipo da miocardiopatia dilatada. Finalmente, a ativação dos receptores b1 estimula a secreção de renina pelas células justaglomerulares do néfron, ativando o sistema renina-angiotensinaaldosterona, que, por sua vez, estimula a liberação adicional de catecolaminas, estabelecendo um círculo vicioso. Estudos diversos mostraram que o aumento da atividade simpática cardía­ca é uma das principais causas do progressivo declínio da função miocárdica e do prognóstico desfavorável dos pacientes com IC. Concentrações plasmáticas de norepinefrina têm alto valor prognóstico, independentemente de outras va­riá­veis relacionadas com a função ven­tricu­lar esquerda. De outra parte, a atividade parassimpática e os reflexos barorreceptores encontram-se deprimidos na IC, contribuindo, respectivamente, para a taquicardia típica do estado descompensado e para a ate­nua­ção das elevações da fre­quência cardía­ca e da resistência periférica às mudanças de postura e à hipotensão (Ferrara et al., 2002). jj

Sistema renina-angiotensina-aldosterona

O sistema renina-angiotensina-aldosterona é ativado em pacientes com IC. A atividade da renina plasmática encontrase discretamente aumentada na disfunção ven­tricu­lar esquerda assintomática, mas se eleva acen­tuadamente à medida que a IC se manifesta e progride. A renina ­atua sobre o angiotensinogênio produzido no fígado para formar angiotensina I, decapeptídio inativo, a qual é convertida em angiotensina II, octapeptídio extremamente ativo, pela enzima conversora da angiotensina (ECA). A ECA circulante representa apenas pequena parcela (10%) da ECA do organismo; a maior proporção (superior a 90%) é encontrada nos tecidos. Todos os componentes necessários do SRA estão presentes em diversos órgãos e tecidos, incluindo a vasculatura, o coração, os rins

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Capítulo 44  Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso 

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Parte 3  Aspectos Biomédicos do Envelhecimento

e o cérebro. A produção tissular de angiotensina II pode ocorrer também por vias não dependentes da ECA, como a quimase, a CAGE e a catepsina (Figura 44.8). As ações da angiotensina II são mediadas por receptores específicos da superfície celular. Dois deles já foram clonados e caracterizados farmacologicamente: AT1 e AT2. Todos os efeitos farmacológicos da angiotensina II parecem ser mediados pelos receptores AT1. Não existem dados inequí­vocos sobre as ações mediadas pelos receptores AT2, embora haja fortes sugestões de que sua ativação exerça efeito antiproliferativo. A angiotensina II exerce muitas ações biológicas (Quadro 44.6), entre as quais se incluem: vasoconstrição arteriolar periférica potente, aumentando a resistência ­vascular sistêmica; facilitação da liberação de norepinefrina das terminações nervosas simpáticas e do efluxo simpático cerebral; liberação de arginina-vasopressina pela hipófise; constrição das arterío­las eferentes pós-glomerulares; reabsorção de sódio no túbulo proximal; estimulação da sede; liberação de aldosterona pela suprarrenal, a qual acen­tua a retenção de sódio na IC. A angiotensina II exerce também ações diretas na estrutura e função ­vascular e miocárdica. É potente estimulador de diversas vias de sinalização, da expressão de fatores de transcrição relacionados com o crescimento, induzindo hipertrofia das células ­muscula­res lisas vascula­res e dos mió­citos cardía­cos e proliferação de fibroblastos e síntese da matriz extracelular. A angiotensina é, ainda, mediador de apoptose miocítica induzida por sobrecarga mecânica e outros estímulos. A aldosterona exerce uma série de atividades, algumas conhecidas de longa data, outras identificadas mais recentemente, e que podem ser classificadas em três grupos: JJ

JJ

JJ

As dependentes de sua ação mineralocorticoide. Agindo no túbulo distal e coletor, a aldosterona aumenta a reabsorção de sódio e reduz sua eliminação, induzindo à formação de edema e à congestão visceral, além da perda de potássio e magnésio, distúrbio eletrolítico esse que favorece a arritmogênese Aumento da atividade do SNS, redução da atividade do parassimpático, disfunção dos barorreceptores e disfunção endotelial Produção de fibroblastos cardía­cos, aumentando a síntese de colágeno e da matriz extracelular, levando à fibrose miocárdica, o que resulta em aumento da rigidez e da dilatação

ven­tricu­lar esquerda, acen­tuando o remodelamento e a progressão da disfunção ven­tricu­lar e da IC. A aldosterona causa também fibrose perivascular e lesão ­vascular, induzindo à isquemia. jj

Arginina-vasopressina

A arginina-vasopressina (AVP), também conhecida como hormônio antidiurético, secretado pela pituitária, desempenha papel central na regulação do clearance da água livre e da osmolaridade plasmática. A concentração plasmática da AVP está aumentada na IC e também na disfunção ven­tricu­lar esquerda assintomática. Sua secreção é regulada por receptores de estiramento atriais e pela osmolaridade plasmática. O controle da concentração de AVP circulante é anormal em pacientes com IC, não havendo a redução habitual desse hormônio, com a redução da osmolaridade. Dois tipos de receptores de AVP (V1 e V2) foram identificados em vários tecidos. Os receptores V1 das células ­muscula­res lisas medeiam a vasoconstrição sistêmica potente da AVP. A estimulação dos receptores V2 nos túbulos coletores renais provoca retenção seletiva de água (antidiurese), desencadeando e agravando a hiponatremia dilucional da IC. jj

Endotelina

A endotelina (ET) é um peptídio com 21 aminoá­cidos existente no homem em três isoformas – ET1, ET2 e ET3 –, todas potentes vasoconstritoras. A mais investigada e conhecida é a ET1, secretada principalmente pelas células endoteliais. A liberação da endotelina das células endoteliais in vitro pode ser

Quadro 44.6 Ações biológicas da angiostensina II. Alterações na resistência vascular periférica

Vasoconstrição direta Aumento da neurotransmissão noradrenérgica

↑ liberação de norepinefrina ↑ recaptação de norepinefrina ↑ responsividade vascular

↑ descarga simpática central Liberação de catecolaminas da medula adrenal

Autócrino/parácrino

Endócrino Fígado

Alterações na função renal

Liberação de aldosterona do córtex suprarrenal e aumento da reabsorção de Na+ e da excreção de K+ (no néfron distal)

Coração, vasos, rim, cérebro

Alterações da hemodinâmica renal

Angiotensinogênio Renina renal

Renina tissular Angiotensina I

ECA pulmonar (Cininase II)

ECA tissular Angiotensina II

Não ECA Quimase CAGE Catepsina

Receptores AT1 e AT2 Figura 44.8 Principais efeitos da angiotensina II. ECA: enzima conversora da angiotensina; CAGE: enzima geradora de angiotensina II sensível à quimiostatina.

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Efeito direto no aumento da reabsorção de Na+ no túbulo proximal

Alterações na estrutura cardiovascular

Vasoconstrição renal direta ↑ neurotransmissão de norepinefrina no rim ↑ atividade simpática renal

Efeitos não ↑ expressão dos hemodinamicamente proto-oncogenes mediados ↑ produção de fatores de crescimento ↑ síntese de proteínas da matriz extracelular Efeitos mediados ↑ pós-carga (cardíaca) hemodinamicamente ↑ tensão na parede (vascular)

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aumentada por diversos agentes vasoativos, entre os quais norepinefrina, angiotensina II, trombina e citocinas. Pelo menos dois subtipos de receptores de endotelina foram identificados: ETA e ETB. Os receptores ETA são predominantes nas células ­muscula­res lisas, ligam-se preferencialmente à ET1 e são responsáveis pela potente vasoconstrição, tanto no território arterial como venoso. Além disso, a endotelina exerce grande variedade de ações biológicas em diferentes tecidos: inotropismo e cronotropismo miocárdicos positivos; aumento da resistência ­vascular renal e redução do fluxo plasmático renal e do ritmo de filtração glomerular; aumento das concentrações plasmáticas de catecolaminas, renina, aldosterona e peptídios natriuréticos; ações pró-mitogênicas e na transcrição de genes, com estimulação da proliferação de células ­muscula­res lisas vascula­res, fibroblastos e síntese de colágeno; acen­tuação do remodelamento cardía­co. Diversos estudos documentaram aumento dos níveis circulantes de ET1 em pacientes com IC. A endotelina plasmática correlaciona-se diretamente com a pressão da artéria pulmonar e, em par­ticular, com a resistência da artéria pulmonar e com o índice de resistência ­vascular pulmonar/resistência ­vascular sistêmica. Esses achados sugeriram que a endotelina desempenha um papel fisiopatológico mediador da hipertensão pulmonar em pacientes com IC. Exerce, ainda, efeitos sinérgicos com catecolaminas, angiotensina e arginina-vasopressina e antagônicos com o fator de relaxamento dependente do endotélio (óxido nítrico), prostaciclina e peptídios natriuréticos. A administração de antagonistas da endotelina em pacientes com IC melhora a função hemodinâmica, porém, seus efeitos a longo prazo na progressão da síndrome e na sobrevida são desconhecidos. jj

Citocinas inflamatórias

Citocinas inflamatórias são substâncias proteicas produzidas pelos linfócitos e macrófagos e mediadoras da resposta inflamatória. Têm ação predominantemente local, autócrina ou parácrina. As principais são o fator de necrose tumoral alfa (TNF-a), interleucina 1b, interleucina 6, interferona d, que desempenham importante papel na patogênese da IC. Suas concentrações circulantes estão aumentadas em pacientes com IC. As citocinas inflamatórias podem regular o crescimento e a expressão de genes nos mió­citos cardía­cos e outras células miocárdicas, estimulam a hipertrofia miocítica, a fibrose intersticial, a degradação do colágeno, promovem depleção intracelular de antioxidantes e estresse oxidativo, a ativação de caspases e apoptose, contribuindo para o agravamento do remodelamento e da disfunção ven­tricu­lar. Ativam também a óxido nítrico sintetase induzível (NOSi), provocando explosão de produção do NO, que é um radical livre. Dopamina e dobutamina aumentam a expressão de citocinas, enquanto digital, amiodarona, carvedilol e nesiritide a reduzem. Essas citocinas podem induzir disfunção endotelial e ven­ tricu­lar e remodelamento, por ação direta ou via produção de espécies reativas de oxigênio. A produção de radicais livres de oxigênio (RLO) está aumentada em pacientes com IC, resultando em estresse oxidativo, isto é, desequilíbrio entre a produção de RLO e os mecanismos de defesa antioxidantes. O estresse oxidativo ativa uma família de fatores de transcrição envolvidos no processo de remodelamento cardía­co e ­vascular. Ademais, RLO estão implicados no processo de apoptose, isto é, morte celular programada, que pode ser responsável por perda con­tí­nua de células miocárdicas e endoteliais.

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Peptídios natriuréticos

Em humanos, foram identificados três peptídios natriuréticos – peptídio natriurético A ou atrial (ANP), peptídio natriurético B ou cerebral (BNP) e peptídio natriurético C (CNP). O ANP é armazenado principalmente no átrio direito e liberado em resposta ao aumento da pressão e distensão atriais. É um agente vasodilatador e natriurético potente, que contrabalança os efeitos vasoconstritores e retentores de sódio e água dos sistemas nervoso simpático, renina-angiotensina e argininavasopressina. BNP é sintetizado sobretudo no miocárdio ven­ tricu­lar e liberado por alterações nas pressões de enchimento dos ven­trículos. É estruturalmente homólogo ao ANP e, como esse, causa vasodilatação e natriurese. O papel fisiológico do CNP não está ainda esclarecido. A secreção de ANP e BNP parece ser regulada principalmente pela tensão parietal. Os peptídios natriuréticos antagonizam os efeitos da hiperatividade do sistema nervoso simpático, sistema renina-angiotensina e arginina-vasopressina. Além de seus efeitos hemodinâmicos, renais e neuro-hormonais benéficos, os peptídios natriuréticos podem inibir diretamente a hipertrofia miocítica e da ­musculatura lisa ­vascular, bem como a fibrose intersticial. A inibição da degradação dos peptídios natriuréticos por inibidores da endopeptidase neutra acen­tua os efeitos desses peptídios, causando redução das pressões de enchimento cardía­co direito e esquerdo, redução das concentrações plasmáticas de norepinefrina, vasopressina, aldosterona e da atividade da renina. jj

Óxido nítrico

A vasodilatação periférica induzida pelo exercício é diferente em pacientes com IC, provavelmente devido à disfunção endotelial. A vasodilatação dos membros superiores provocada pela acetilcolina, um vasodilatador dependente do endotélio, encontra-se reduzida na IC. A resposta vasodilatadora pode ser restaurada pela administração de l-arginina, um precursor do fator de relaxamento derivado do endotélio, o óxido nítrico (NO). Esses achados sugerem que a disfunção endotelial contribua para o comprometimento da vasodilatação na IC. Admitem-se como mecanismos potencialmente responsáveis: defeitos na função dos receptores das células endoteliais, deficiên­cia do substrato l-arginina, expressão anormal da óxido nítrico sintase constitutiva (NOSe), redução da liberação ou rápida degradação do NO. O exercício regular melhora a função endotelial anormal. jj

Bradicinina e prostaglandinas

Bradicinina e algumas prostaglandinas, PGE2 e PGI2 (prostaciclina) são substâncias integrantes das respostas neurohumorais da IC. Têm propriedades vasodilatadoras sistêmica e renal, natriuréticas e antiproliferativas que se contrapõem às tendências opostas predominantes na IC. Muitos dos efeitos benéficos dos inibidores da ECA são atribuí­dos à sua capacidade de inibirem a degradação da bradicinina, provocando acúmu­lo desse peptídio, que estimula a secreção de NO, prostaciclina e PGE2.

Tratamento O melhor conhecimento da fisiopatologia da IC e dos mecanismos celulares e moleculares que exacerbam sua progressão propiciou consideráveis avanços na terapêutica da síndrome.

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Capítulo 44  Insuficiên­cia Cardía­ca no Idoso 

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Parte 3  Aspectos Biomédicos do Envelhecimento

O tratamento atual visa não apenas aliviar os sintomas e melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida, mas também atenuar o remodelamento ven­tricu­lar, prevenir o desenvolvimento e a progressão da IC e reduzir a mortalidade. Atenção especial deve ser dada às alterações neuro-humorais associadas à disfunção ven­tricu­lar esquerda sistólica e ao controle apropriado das mesmas (Ferrara et al., 2002). De outra parte, sobretudo em idosos, a disfunção ven­tricu­lar diastólica, isolada ou associada à sistólica, tem sido mais bem reconhecida, diagnosticada e valorizada. A esquematização terapêutica da IC é complexa, incluindo medidas preventivas, medidas gerais não farmacológicas, medicamentos diversos, procedimentos cirúrgicos, uso de marca-passo cardía­co e dispositivos eletromecânicos (Quadro 44.7). O tratamento da IC no idoso não difere substancialmente do estabelecido para os pacientes mais jovens, porém algumas peculiaridades devem ser consideradas (Guidelines ESC, 2008). jj

Identificação e tratamento de etiologias reversíveis

O diagnóstico preciso da etiologia da IC e seu tratamento específico constituem medida fundamental. O controle da hipertensão arterial, inclusive da hipertensão sistólica isolada, comum no idoso, deve ser rigoroso e constante. Quando a isquemia miocárdica é fator importante na manifestação da disfunção ven­tricu­lar esquerda, a terapêutica medicamentosa anti-is­quêmica, as intervenções percutâ­neas e a cirurgia de revascularização miocárdica podem resultar em grande benefício, especialmente se a disfunção ven­tricu­lar for devida à isquemia miocárdica transitória (miocárdio atordoado ou hibernante). A estenose mitral pode ser tratada pela valvoplastia com balão ou cirurgicamente. Quando a insuficiên­cia mitral é importante, ainda que secundária à dilatação do anel nas grandes cardiomegalias, a plastia mitral ou a prótese valvar podem contribuir significativamente para a melhora do quadro clínico. Na estenose aó­rtica grave, sintomática, o tratamento cirúrgico está indicado, independentemente da idade. Em

geral, no paciente geriá­trico, sobretudo muito idoso, a tendência é atuar-se de maneira mais conservadora que nos pacientes mais jovens. Entretanto, os procedimentos intervencionistas e cirúrgicos devem ser considerados e empregados de forma judiciosa, após avaliação criteriosa do estado geral, físico e psíquico do paciente e das comorbidades. A cardiopatia induzida por agentes tóxicos, como ál­cool, anabolizantes e principalmente certos quimioterápicos, pode ser reversível após a supressão desses agentes. De outra parte, independentemente de sua correção, o diagnóstico etiológico correto é importante para o planejamento terapêutico.

Eliminação ou correção de fatores precipitantes ou agravantes e comorbidades

Determinadas condições cardía­cas e extracardía­cas associadas podem precipitar ou agravar a IC (Quadro 44.8). A supressão ou a correção desses fatores pode contribuir de maneira importante para a melhora da insuficiên­cia cardía­ca. Em idosos, a presença de anemia, infecções e distúrbios da tireoide e disfunção renal deve ser investigada rotineiramente.

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Anemia: é preditor independente de prognóstico negativo em pacientes com IC e pode ser responsável pela redução da tolerância ao esforço físico e piora da isquemia miocárdica. Idosos apresentam aumento do risco de anemia devido à ingestão inadequada de ferro, vitamina B12 e ácido fólico, e comorbidades crônicas (nefropatia, neo­pla­sia). Além disso, o uso de medicamentos como ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não esteroides (AINE) e anticoa­gulantes contribui para o aumento do risco de perda sanguí­nea Insuficiên­cia renal: a função declina com a idade. Octo­ genários podem apresentar clearance da creatinina < 50 m/ min, mesmo sem nefropatia específica. O envelhecimento associa-se também à propensão a menor excreção de sódio e água, contribuindo à sobrecarga de volume em pacientes predispostos a IC. Diuréticos são menos eficazes nessa faixa etária, porém, associam-se mais comumente a distúrbios eletrolíticos (ver adiante). Além disso, podem agravar ou precipitar incontinência urinária, causa não rara de abandono do tratamento. Em qualquer idade, mas, sobretudo em idosos, os AINE devem ser evitados pelo potencial de piora da função renal e agravamento da IC

Quadro 44.7 Esquematização do tratamento da insuficiência cardíaca. Determinação da etiologia e remoção da causa Eliminação ou correção de fatores precipitantes Identificação dos mecanismos fisiopatológicos preponderantes Medidas não farmacológicas e modificação dos hábitos de vida Inibidores da enzima conversora da angiotensina Digitálicos Inotrópicos não digitálicos Vasodilatadores Bloqueadores beta-adrenérgicos Antiarrítmicos Anticoagulantes Marca-passo – desfibrilador implantável Circulação assistida Procedimentos cirúrgicos Transplante cardíaco

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Quadro 44.8 Condições cardíacas e extracardíacas que precipitam ou agravam a insuficiência cardíaca. Atividade reumática Endocardite infecciosa Embolismo pulmonar Arritmias cardíacas, taquiarritmias, bradiarritmias, extrassistolia ventricular frequente e complexa, bloqueio atrioventricular avançado, bloqueio de ramo esquerdo com QRS muito largo Anemia Infecção Tireotoxicose Administração excessiva de sal e líquidos Fármacos com atividade inotrópica negativa (antiarrítmicos, antagonistas dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos, antidepressivos tricíclicos, lítio) Substâncias que deprimem a função cardíaca: álcool, cocaína Fármacos retentores de sódio e água: anti-inflamatórios não hormonais

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Freitas e Py I Tratado de Geriatria e Gerontologia  

Este Tratado não é apenas um livro de referência para os especialistas. Sua importância maior é a de servir como fonte de informações atuali...

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