Page 1


Abertura_Barros.p65

1

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.


Sonia Maria Oliveira de Barros Livre-docente em Saúde da Mulher pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Doutora em Enfermagem Materna e Infantil, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Associada e Chefe da Disciplina de Enfermagem Obstétrica do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Assessora do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. Pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Membro da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde.

ROCA

Abertura_Barros.p65

3

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Organizadora


Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, guardada pelo sistema “retrieval” ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, seja este eletrônico, mecânico, de fotocópia, de gravação, ou outros, sem prévia autorização escrita da Editora.

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

B282e 2ed. Barros, Sonia Maria Oliveira de Enfermagem obstétrica e ginecológica : guia para a prática assistencial / Sonia Maria Oliveira de Barros. - 2.ed. - São Paulo : Roca, 2009. Inclui bibliografia e índice ISBN 978-85-7241-809-6 1. Enfermagem ginecológica. 2. Enfermagem obstétrica. I. Título. 09-1030.

CDD: 618.10231 CDU: 618.1-083

2009 Todos os direitos para a língua portuguesa são reservados pela EDITORA ROCA LTDA. Rua Dr. Cesário Mota Jr., 73 CEP 01221-020 – São Paulo – SP Tel.: (11) 3331-4478 – Fax: (11) 3331-8653 E-mail: vendas@editoraroca.com.br – www.editoraroca.com.br Impresso no Brasil Printed in Brazil

Abertura_Barros.p65

4

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Copyright © 2009 da 2ª Edição pela Editora Roca Ltda. ISBN: 978-85-7241-809-6


Este livro apresenta as bases do conhecimento para a prática da enfermagem obstétrica. Na época da sua primeira edição, havia um imperativo nacional para fundamentar a prática de acordo com o cenário das maternidades e ambulatórios brasileiros. Neste sentido, as evidências nos indicam que a primeira edição foi útil, pois estava esgotada há dois anos. Sete anos se passaram desde a primeira edição e, embora as abordagens básicas para o cuidado em enfermagem obstétrica permaneçam as mesmas, houve grandes avanços. Amadurecemos como autoras em função de mais sete anos de prática assistencial, em parte em função da experiência adquirida ensinando mais 856 alunos do Curso de Graduação em Enfermagem, formando mais 94 especialistas em enfermagem obstétrica e concluindo as orientações de 24 teses de mestrado e 8 de doutorado na Universidade Federal de São Paulo. Procuramos nesta segunda edição manter a simplicidade, por meio de instrumentos criteriosos para a assistência de enfermagem obstétrica e ginecológica que fossem, ao mesmo tempo, de fácil compreensão e leitura. Não foi fácil concluí-la. A maioria das colaboradoras compõem um time com longa vivência assistencial e educativa, são docentes universitárias com agenda ocupada e compromissos que estendem além da enfermagem obstétrica, sua especialidade. Foram convidadas, também, jovens e promissoras especialistas, com as quais dividimos os desafios e as conquistas profissionais em nossa universidade. Temos a convicção de que a prática da enfermagem obstétrica apresenta desafios e novas oportunidades. As enfermeiras obstetras precisam estar preparadas para assimilar conhecimentos, desenvolver pensamento crítico e habilidades técnicas para aplicar o conhecimento na prática. Acreditamos que as oportunidades são extraordinárias e que a enfermagem obstétrica é uma das mais gratificantes especialidades da Enfermagem. SONIA MARIA OLIVEIRA DE BARROS

Abertura_Barros.p65

7

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prefácio da 2ª Edição


O nascimento é uma experiência única que apresenta importantes aspectos fisiológicos, psicológicos e sociais. O nascer representa o recomeço da vida a cada paternidade e influencia a forma como o indivíduo vê a si próprio, o mundo e o futuro. As enfermeiras obstetras têm o privilégio de ajudar as famílias a responder positivamente ao nascimento e a responsabilidade de assegurar-lhes um nascimento tão seguro quanto possível. Ao estudar a Enfermagem Obstétrica, os estudantes têm a oportunidade de participar do maravilhoso e misterioso processo do nascer, assim como de examinar as suas próprias crenças e valores sobre o nascimento e a paternidade. Nosso texto propicia uma introdução abrangente para alunos de cursos técnicos de enfermagem, de graduação em enfermagem e de especialização em enfermagem obstétrica. Aos estudantes de mestrado e doutorado, o texto apresenta as bases para o cuidado de enfermagem por meio da experiência clínica de importantes colaboradoras do cenário da enfermagem obstétrica nacional. Colaboradoras que durante a sua trajetória profissional tornaram-se hábeis em avaliar as evidências de pesquisas e utilizá-las no desenvolvimento da prática de enfermagem obstétrica, o que resultou no aprimoramento dos programas educativos da Universidade Federal de São Paulo e na implementação das evidências de acordo com o cenário das maternidades e ambulatórios onde vêm desenvolvendo a prática assistencial. Sendo a enfermagem uma das profissões que contribui para preservar a qualidade de vida e a saúde, e a sua essência o cuidar do ser humano, nosso objetivo ao organizar este livro foi contribuir para a fundamentação de conhecimentos na área de enfermagem obstétrica e no desenvolvimento de habilidades, valores e atitudes associados à sensibilidade ética e a integridade moral. SONIA MARIA OLIVEIRA DE BARROS HEIMAR DE FÁTIMA MARIN ANA CRISTINA FREITAS DE VILHENA ABRÃO

Abertura_Barros.p65

9

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prefácio da 1ª Edição


Em 1949, a Disciplina de Enfermagem Obstétrica do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo iniciou o Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica. Esse curso foi temporariamente interrompido em 1972, quando a Resolução 04/72 criou as habilitações, e a disciplina passou a oferecer a Habilitação em Enfermagem Obstétrica. O Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica voltou a ser oferecido em 1979, tendo sido reconhecido pelo Conselho Federal de Educação através da Portaria nº 61/93. Os objetivos desse curso são: qualificar profissionais na área de Enfermagem Obstétrica para a participação eficiente na assistência materno-infantil; preparar profissionais capazes de melhorar, em curto prazo, o ensino da Enfermagem Obstétrica no País, e de preparar profissionais capazes de conduzir levantamento de dados; analisar e procurar soluções para os problemas de assistência em Enfermagem Obstétrica empregando o método científico na investigação. A partir disso, o Curso especializou enfermeiras obstetras de diferentes regiões do País e de vários países da América Latina e Caribe. Muitas dessas enfermeiras especialistas ingressaram na pós-graduação stricto sensu tendo obtido os títulos de mestra e doutora. Outras retornaram às suas universidades ou hospitais de origem onde organizaram serviços ambulatoriais especializados. A disciplina Enfermagem Obstétrica realizou convênios com universidades de outros estados brasileiros para ministrar o curso. Como exemplo, em 1996, o Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica foi oferecido na forma extramuro, na cidade de Campo Grande, em convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Foram especializadas enfermeiras obstetras que estão atuando nas maternidades locais ou em outros serviços de saúde de cidades próximas e também em escolas de enfermagem da região. Em 1997, o curso foi desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, Bahia. E posteriormente com a Universidade do Oeste Paulista. Os trabalhos científicos realizados pelas pós-graduandas sob a orientação das docentes vêm fortalecendo a linha de pesquisa adotada pelo grupo de pesquisadores do Centro de Estudos em Enfermagem Obstétrica, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e vêm sendo apresentados em eventos científicos nacionais e internacionais, tendo sido, muitos deles, publicados em periódicos indexados, livros, vídeos educativos e sob a forma de comunicação eletrônica. Este livro representa o desenvolvimento profissional do corpo docente da disciplina Enfermagem Obstétrica. Todos os seus capítulos foram escritos por profissionais com experiência em assistência obstétrica, pesquisa científica e educação em enfermagem obstétrica e representam o estado da arte desta especialidade na Universidade Federal de São Paulo.

Abertura_Barros.p65

11

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Introdução da 1ª Edição


Introdução da 1ª Edição

A Seção 1 aborda o modelo para a prática assistencial e processo de enfermagem como um método deliberativo que se orienta pelo uso de habilidades cognitivas, interpessoais e psicomotoras, utilizado para ajudar a paciente a alcançar a mais alta qualidade de saúde por maior período de tempo possível. E o processo de enfermagem é a base deste Guia para Prática Assistencial apresentada nas partes seguintes. A Saúde Reprodutiva é um conceito empregado desde 1980, que adquiriu expressão como área de conhecimento em 1994 e que envolve os eventos biológicos, psicológicos e sociais relacionados à reprodução humana. É o tema da Seção 2 deste livro e envolve o planejamento familiar, a infertilidade, o aconselhamento genético e a sexualidade feminina e masculina. As seções seguintes apresentam a assistência de enfermagem durante a gravidez, o parto, o período puerperal e o aleitamento materno, e visam satisfazer as necessidades, despertar as qualidades, estimular as potencialidades e instrumentalizar a realização profissional e pessoal dos alunos e dos profissionais em exercício. Nossa convicção de que é necessário preparar os profissionais de saúde para acolher as mulheres e suas demandas, respeitando-se sua individualidade, está evidenciada na Seção 7, na qual abordamos a assistência de enfermagem em Ginecologia. Estamos vivendo intensamente um tempo de crise de concepções e paradigmas. Também é um momento novo e rico de possibilidades. É isto que apresentamos na Seção 8: perspectivas e tendências na prática de enfermagem obstétrica. Para encerrar, concordamos com Roberto Macedo, economista e pesquisador da FIPE/USP, ao discorrer sobre as profissões do futuro: são antigas as profissões do futuro. Vamos continuar precisando de médicos, engenheiros, pintores, encanadores... e enfermeiras. O que muda mais são as formas de trabalho, em face do avanço da ciência e da tecnologia e da realidade social, ou seja, amplia-se o leque de funções, cargos ou atividades que podem ser exercidas. O remédio para as enfermeiras, e demais profissionais, tem dois nomes: competência e flexibilidade. Competência para aprender, aprender e aprender, dominando e atualizando os conhecimentos exigidos pela carreira e profissão escolhida. Flexibilidade para assimilar conhecimentos novos, na mesma profissão ou fora dela, e para buscar outras ocupações, novas ou antigas, típicas ou não da profissão escolhida. SONIA MARIA OLIVEIRA DE BARROS

Abertura_Barros.p65

12

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

XII


Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo. Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina de Enfermagem Obstétrica e Diretora do Centro de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno da Universidade Federal de São Paulo. Anelise Riedel Abrahão. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina de Enfermagem em Saúde Pública e Administração Aplicada à Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Mestre em Morfologia. Responsável pelo Setor de Aconselhamento Genético Reprodutivo da Disciplina de Medicina Fetal do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo. Bartira de Aguiar Roza. Mestre e Doutora pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira Master do Instituto Israelita de Responsabilidade Social. Membro da Câmara Técnica Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos do Ministério da Saúde. Coordenadora do Departamento de Enfermagem da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos. Dieime Elaine Pereira de Faria. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Instrutora do Departamento de Saúde da Mulher da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. Erika Vieira. Psicóloga e Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Mestre e Especialista em Enfermagem Obstética pela Universidade Federal de São Paulo. Especialista em Educação Sexual pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana/Faculdade de Medicina do ABC. Psicóloga voluntária no Centro de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno/Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano – Universidade Federal de São Paulo. Flavia Westphal. Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira da Disciplina de Enfermagem Obstétrica do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Francisca das Graças Salazar Pinelli. Doutora em Enfermagem, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Abertura_Barros.p65

13

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Colaboradoras


Colaboradoras

Professora-chefe do Departamento de Enfermagem da Saúde da Criança/Adolescente e Saúde da Mulher, do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Gislaine Eiko Kuahara Camiá. Doutora em Ciências da Saúde, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES). Coordenadora da Disciplina de Enfermagem em Saúde Coletiva e Saúde da Mulher da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Heimar F. Marin. Doutora em Ciências da Saúde, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Titular do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Fellow do American College of Medical Informatics. Adjunct Professor do Decision Systems Group da Harvard Medical School. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Janine Schirmer. Livre-docente pela Universidade de São Paulo. Doutora em Enfermagem Materna e Infantil, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Titular do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Kelly Pereira Coca. Doutoranda em Enfermagem na Universidade Federal de São Paulo. Mestre em Ciências da Saúde e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Lenir Honório Soares. Mestre em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora da Disciplina de Enfermagem Ginecológica e Obstétrica do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Márcia Barbieri. Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Professora Associada da Disciplina de Enfermagem Obstétrica e Docente Assistencial do Setor de Planejamento Familiar da Universidade Federal de São Paulo Maria Auxiliadora de Souza Gerk. Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Maria Cristina Gabrielloni. Doutora em Ciências da Saúde, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina de Enfermagem Obstétrica da Universidade Federal de São Paulo. Maria José Rodrigues Vaz. Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica, e Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira do Núcleo de Patologias Infecciosas na Gravidez da Universidade Federal de São Paulo. Professora do Centro Universitário Nove de Julho.

Abertura_Barros.p65

14

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

XIV


XV

Patrícia de Souza Melo. Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira da Disciplina de Enfermagem Obstétrica do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Rose Mary do Valle Bóz Laçava. Doutoranda em Enfermagem, e Mestre Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Coordenadora das Atividades Assistenciais de Enfermagem no Setor de Pré-natal da Disciplina Enfermagem Obstétrica da Universidade Federal de São Paulo. Rosely Erlach Goldman. Doutora em Enfermagem Materna e Infantil, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina de Enfermagem Obstétrica do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Satie Lucia Nishimaru Sumita. Doutora em Enfermagem Materna e Infantil, e Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina Enfermagem Obstétrica da Universidade Federal de São Paulo. Solange Maria Fustinoni Magalhães. Pedagoga pela UniCapital. Psicopedagoga pela Universidade São Judas Tadeu. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu, na área de Percepção e Representação do Espaço Habitado. Professora de Didática e Prática de Ensino dos cursos de Pedagogia, História e Geografia do Centro Universitário Assunção (UniFAI) e de História da Educação do Centro Universitário Sant’Anna (Uni Sant’Anna). Suzete Maria Fustinoni. Doutora em Enfermagem pela Universidade de São Paulo. Mestre e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Professora Adjunta da Disciplina de Enfermagem Obstétrica da Universidade Federal de São Paulo. Telma Regina Sanches Ranzani da Silva. Doutoranda em Enfermagem na Universidade Federal de São Paulo. Mestrado Profissionalizante em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Mestre em Educação pela Universidade do Oeste Paulista. Viviane Rodrigues Graner. Mestre em Ciências da Saúde e Especialista em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira do Hospital e Maternidade Santa Joana, São Paulo.

Abertura_Barros.p65

15

06.04.09, 13:30

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Colaboradoras


SEÇÃO 1

O Processo de Enfermagem Capítulo 1 Modelo para a Prática Assistencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

3

Heimar F. Marin

SEÇÃO 2

Saúde Reprodutiva Capítulo 2 Planejamento Familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

19

Gislaine Eiko Kuahara Camiá Márcia Barbieri

Capítulo 3 Infertilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

49

Sonia Maria Oliveira de Barros Viviane Rodrigues Graner Dieime Elaine Pereira de Faria

Capítulo 4 Aconselhamento Genético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

67

Anelise Riedel Abrahão

Capítulo 5 Sexualidade Feminina no Ciclo Gravídico-puerperal . . . . . . . . . . Erika Vieira

Abertura_Barros.p65

17

06.04.09, 13:30

75

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Índice


Índice

SEÇÃO 3

Assistência de Enfermagem durante a Gravidez Capítulo 6 Saúde Materna e Fetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

93

Sonia Maria Oliveira de Barros Telma Regina Sanches Ranzani da Silva

Capítulo 7 Prática de Enfermagem durante a Gravidez . . . . . . . . . . . . . . . .

102

Rose Mary do Valle Bóz Lacava Sonia Maria Oliveira de Barros

Capítulo 8 HIV/AIDS na Gestação: Profilaxia da Transmissão Vertical . . . . .

131

Maria José Rodrigues Vaz Sonia Maria Oliveira de Barros

Capítulo 9 Doenças Infecciosas e Infecções Congênitas . . . . . . . . . . . . . . . .

142

Sonia Maria Oliveira de Barros

Capítulo 10 Cuidados Especiais no Ciclo Gravídico-puerperal de Alto Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

163

Janine Schirmer Satie Lucia Nishimaru Sumita Suzete Maria Fustinoni Patrícia de Souza Melo

SEÇÃO 4

Assistência de Enfermagem durante o Parto Capítulo 11 Incentivando o Parto Normal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Janine Schirmer Maria Cristina Gabrielloni Márcia Barbieri Patrícia de Souza Melo Suzete Maria Fustinoni

Abertura_Barros.p65

18

06.04.09, 13:30

179

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

XVIII


XIX

Capítulo 12 Prática de Enfermagem durante o Parto . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

189

Rosely Erlach Goldman

Capítulo 13 Cuidados Imediatos ao Recém-nascido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

206

Flavia Westphal

SEÇÃO 5

Assistência de Enfermagem no Período Puerperal Capítulo 14 Adaptação Materna e Neonatal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

221

Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão Kelly Pereira Coca Francisca das Graças Salazar Pinelli Erika Vieira

Capítulo 15 Cuidados com a Puérpera e o Recém-nascido . . . . . . . . . . . . . . .

238

Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão Kelly Pereira Coca Francisca das Graças Salazar Pinelli Erika Vieira

Capítulo 16 Prevenção da Infecção Hospitalar em Maternidades . . . . . . . . .

266

Maria Cristina Gabrielloni Márcia Barbieri

SEÇÃO 6

Aleitamento Materno Capítulo 17 Leite Materno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

279

Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão Kelly Pereira Coca Francisca das Graças Salazar Pinelli

Capítulo 18 Prática de Enfermagem no Aleitamento Materno . . . . . . . . . . . Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão Kelly Pereira Coca Francisca das Graças Salazar Pinelli

Abertura_Barros.p65

19

06.04.09, 13:30

303

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Índice


Índice

Capítulo 19 Dificuldades no Processo de Aleitamento Materno . . . . . . . . . .

332

Ana Cristina Freitas de Vilhena Abrão Kelly Pereira Coca Francisca das Graças Salazar Pinelli Erika Vieira

SEÇÃO 7

Assistência de Enfermagem em Ginecologia Capítulo 20 Promoção à Saúde da Mulher . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

373

Francisca das Graças Salazar Pinelli Lenir Honório Soares

Capítulo 21 Prática de Enfermagem em Assistência Ginecológica . . . . . . . . .

386

Maria Auxiliadora de Souza Gerk

SEÇÃO 8

Perspectivas Gerais e Tendências na Prática de Enfermagem Obstétrica Capítulo 22 Aspectos Legais e Éticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

427

Janine Schirmer Bartira de Aguiar Roza

Capítulo 23 Recursos Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

432

Heimar de Fátima Marin

Capítulo 24 Desenvolvendo e Implementando a Pesquisa . . . . . . . . . . . . . . .

435

Sonia Maria Oliveira de Barros

Capítulo 25 Dimensão Educadora na Assistência de Enfermagem Obstétrica e Ginecológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

451

Solange Maria Fustinoni Magalhães

Índice Remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Abertura_Barros.p65

20

06.04.09, 13:30

459

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

XX


Prática de Enfermagem durante o Parto Rosely Erlach Goldman

978-85-7241-809-6

Introdução A atenção à saúde da gestante e a adequada assistência ao parto contribuíram para a promoção da saúde da mulher e do recém-nascido. O período de gestação e parto são experiências marcantes para a vida reprodutiva do ser humano. As mudanças que a mulher enfrenta nesse período são significativas na sua vida pessoal e no relacionamento familiar1,2. O parto, um evento singular na vida da mulher, recebe diversas influências, tais como: percepções e experiências afetivas inerentes às pessoas envolvidas no processo de nascimento, contexto socioeconômico e grau de informação da gestante3. As diversas formas de atenção ao parto, ao longo dos tempos, estão associadas aos conceitos sociais, influenciados pelos costumes da época, aspectos sociais e conhecimentos técnicos. Os novos conhecimentos da área obstétrica e o desenvolvimento de uma anestesia segura disseminaram um modelo de assistência hospitalar ao parto4,5 e impuseram à mulher um conjunto de procedimentos como afastamento de seu companheiro, familiares e pertences pessoais, além de imposição da posição no momento do parto, utilização de ocitócitos e episiotomia em todas primíparas6. A eficácia e benefícios desses novos conhecimentos geraram procedimentos rotineiros durante o parto como: tricotomia perineal, enema, posição de litotomia, ruptura artificial de membranas e episiotomia. Esses procedimentos devem ser questionados1 para evitar um favorecimento à técnica invasiva e despersonalizada. Nesse momento são imprescindíveis o estímulo, o apoio e a compreensão à mulher5-7. O demasiado uso de tecnologias no parto, o aumento de intervenções cirúrgicas e a crescente “medicalização” não contribuíram para a redução da morbimortalidade materna e perinatal, ponto crítico na assistência à saúde da mulher2,7. Diante da situação apresentada, grupos especializados nesse tema sistematizam esse modelo de assistência à gestação, parto e pós-parto, com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), que constata os resultados contraditórios entre as evidências sobre efetividade e segurança e a organização das práticas5,8. A Conferência sobre Tecnologia Apropriada no Parto (Appropriate Technology for Birth-World), promovida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), pelos Escritórios 189

Barros_04.12.p65

189

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

12


191

B

978-85-7241-809-6

A

C

D

E

Figura 12.1 – Dilatação do colo uterino. (A) Colo grosso e impérvio. (B) Colo apagado. (C) Colo apagado e pérvio para 2 a 3cm. (D) Colo semidilatado. (E) Colo completamente dilatado e retraído.

É necessário salientar que alguns sinais e sintomas precedem ao período de dilatação, chamado de período premunitório, que apresenta como característica a queda do ventre, adaptação da apresentação fetal, percepção das metrossístoles intermitentes e eliminação do tampão vaginal ou rolha de Schroder.16

Avaliação do Início do Trabalho de Parto Pode-se dividir o primeiro período em duas fases: latente e ativa, conforme representa a curva de Friedman (Fig. 12.2), com contrações lentas no período latente, acelerando no período da fase ativa. A fase latente corresponde ao período inicial e lento do trabalho de parto, caracterizada por

Barros_04.12.p65

191

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


193

Liberdade de Posição e Movimentação Estimular e orientar a movimentação da mulher, especialmente durante o início do trabalho de parto, facilita seu progresso e propicia o conforto materno. A deambulação frequente, associada à permanência em posições ortostáticas (pé, caminhar, sentar), influencia de forma favorável o trabalho de parto, diminui a sua duração e contribui para uma eficaz dinâmica uterina. Estudos mostram os benefícios maternos e neonatais na posição lateral-esquerda com redução no uso de ocitocina; diminuição da indicação de episiotomia, redução da perda sanguínea materna e do trauma perineal18. Para compreender e interpretar o fenômeno clínico que ocorre durante o trabalho de parto é necessário algumas observações cuidadosas acerca dos vários acontecimentos que se desenrolam simultaneamente. A utilização do partograma para o acompanhamento do trabalho de parto tem sido recomendada pela Organização Mundial da Saúde desde 1984. O correto preenchimento da ficha de partograma permite o acompanhamento da avaliação clínica da parturiente, com o controle da frequência cardíaca fetal, a vigilância das contrações uterinas, avaliação da dilatação cervicouterina, descida da apresentação, integridade da bolsa das águas, característica do líquido amniótico e fluidos intravenosos administrados, de forma gráfica simples e eficaz19,20. 978-85-7241-809-6

Monitoramento Fetal

A ausculta dos batimentos cardiofetais, que permite avaliar a vitalidade fetal e detectar possíveis desacelerações, constitui técnica propedêutica clinicamente indispensável durante o trabalho de parto. Pode-se utilizar o estetoscópio monoauricular chamado Pinard ou o Sonnar-Doppler, sendo a vantagem principal deste a ausculta independente da posição materna. A frequência cardíaca fetal de base, que é definida como a frequência predominante que o feto assume entre as contrações uterinas, varia entre 112 a 160 batimentos por minuto (bpm). Acima de 160 batimentos por minuto é denominada taquicardia e deve ser observada com cautela. Possíveis fatores deverão ser levados em consideração como: atividade uterina excessiva, hipotensão materna ou hipertermia. A frequência cardíaca fetal de base, inferior a 120 bpm, é denominada bradicardia. Períodos prolongados de bradicardia, particularmente com frequência inferior a 80 bpm, podem ser indicativos de bloqueio cardíaco-fetal ou doença cardíaca estrutural. A verificação dos batimentos cardiofetais deve ser realizada antes, durante e após a contração uterina, no intervalo de uma hora ou a cada trinta minutos no período de dilatação e a cada quinze minutos no período expulsivo19. A ocorrência de complicações, dependendo da situação, requer a sua verificação em menor intervalo ou a instalação da monitoragem contínua intraparto, que permite o controle simultâneo dos batimentos cardíacos fetais e das contrações uterinas. A associação da monitoragem à bioquímica, com a determinação do pH do sangue fetal, permite o diagnóstico mais seguro do sofrimento fetal16. A monitorização contínua intraparto é um procedimento que deve ser utilizado com critério, pois o uso rotineiro em gestações de baixo risco é contraindicado devido aos índices de resultado falsos-positivos19.

Barros_04.12.p65

193

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


195

A

B

Figura 12.4 – Identificação ao toque vaginal e posição fetal. (A) Identificação da fontanela posterior. (B) Identificação da fontanela anterior.

Com relação ao número de toques vaginais durante o trabalho de parto, a maioria dos autores aceita que este exame deve ser realizado no menor número de vezes possível22,23. Após sua realização, o examinador obterá todas as informações adequadas quanto às características do colo uterino, apresentação fetal com identificação das fontanelas (Fig. 12.4), bacia obstétrica e proporcionalidade. Esses dados necessitam ser anotados no prontuário da parturiente. Existem relatos de que o excessivo manuseio do canal de parto (número grande de toques vaginais) está relacionado à morbidade infecciosa, com ruptura das membranas ovulares22.

Avaliação da Coloração do Líquido Amniótico Outro parâmetro empregado no acompanhamento da vitalidade fetal durante o trabalho de parto é a coloração do líquido amniótico, que deve estar claro, com presença de grumos para as gestações próximas a termo. A incidência de eliminação de líquido meconial durante o trabalho de parto tem sido descrita variando entre 0,5 a 3%, a sua ocorrência está relacionada a elevadas taxas de morbimortalidade neonatal24. A eliminação do mecônio tinge de verde o líquido aminiótico, guardando relação com a coloração e densidade do material. O líquido meconial é uma preocupação constante para o profissional que assiste o parto, sendo a síndrome da aspiração do mecônio uma grave ocorrência na clínica neonatal, relacionando-se com o aumento de mortalidade neonatal e nascimento de fetos deprimidos25.

Técnicas de Relaxamento e Massagens: Métodos não Invasivos e não Farmacológicos de Alívio da Dor As técnicas de relaxamento têm o objetivo de reduzir a ansiedade e tensão muscular, possibilitando a redução de consumo de oxigênio. Além disso, a parturiente tem a sensação de controle da dor. As técnicas que podemos utilizar são: respiração e relaxamento, balanço pélvico, bola

Barros_04.12.p65

195

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

978-85-7241-809-6

Prática de Enfermagem durante o Parto


197

978-85-7241-809-6

Prevenção do Trabalho de Parto Prolongado

Barros_04.12.p65

Durante a evolução do trabalho de parto pode-se enfrentar um eventual retardo, e o profissional responsável pelo acompanhamento da parturiente deverá estar habilitado a interpretar o partograma e corrigir precocemente os partos disfuncionais e reduzir os riscos de morte perinatal. A amniotomia ou rotura artificial das membranas constitui uma prática utilizada no manejo ativo do trabalho de parto, procedimento que requer a utilização de um amniótomo, necessidade de dilatação cervical superior a cinco centímetros e insinuação da apresentação fetal. Deve ser praticada logo após a contração, na porção anterior, promovendo escoamento lento de líquido amniótico. É importante, nesse momento, a observação da coloração do líquido e verificar a presença de grumos19, 26. Sua utilização baseia-se na argumentação de que a intervenção acelera o trabalho de parto com a descida mais rápida da apresentação para o canal pélvico, entretanto, o risco do procedimento incluiria a infecção materna e fetal, prolapso de cordão ou compressão funicular. Após ocorrer a ruptura artificial das membranas ou amniotomia, é necessário realizar imediatamente a ausculta da frequência cardíaca fetal. A intervenção pode levar a alterações nos padrões dos batimentos cardíacos fetais com desacelerações variáveis e precoces15,26. Alguns trabalhos de parto, embora considerados clinicamente normais, desenvolvem-se de forma lenta, e o conhecimento sobre a fisiopatologia da contração uterina leva ao uso de substâncias químicas para estimulação da contração uterina. A ocitocina é um octapetídeo produzido nos núcleos supra-ópticos e paraventriculares do hipotálamo. Este hormônio percorre as vias nervosas supra-óptica-neuro-hipofisárias, sendo armazenado na hipófise superior. Atua como indutor e estimulador das contrações e também é usado no combate às hemorragias uterinas pós-parto, tanto na prevenção como no controle terapêutico do sangramento, promovendo a contração do útero. Para estimular a contração uterina, a ocitocina atua na membrana da célula miometrial, aumentando a excitabilidade do músculo, sem acrescentar novas propriedades. A resposta uterina à ocitocina inicia-se por volta da 20ª semana de gestação e mantém-se estável a partir da 34ª semana até o termo, uma vez iniciado o trabalho de parto espontâneo, a sensibilidade uterina eleva-se rapidamente27. A finalidade da indução é produzir contrações uterinas coordenadas e efetivas, capazes de causar apagamento e dilatação cervical. No entanto, é preciso cautela, pois durante o trabalho de parto pode ocorrer a hiperestimulação uterina com comprometimento fetal27. Da mesma forma que o aparecimento da ocitocina representou uma melhora substancial na qualidade da assistência ao trabalho de parto, o uso indiscriminado do medicamento, desrespeitando os conceitos mais básicos de indicação e contraindicação, contribui para a elevação dos riscos maternos e fetais. A ocitocina, amplamente empregada na prática obstétrica, apresenta como contraindicações formais a ocorrência de desproporção cefalopélvica, gestação múltipla, apresentações anômalas, útero previamente cesariado e grande multiparidade28. A ocitocina sintética é o único agente uterolítico com aprovação do United States Food and Drug Administration para a indução de trabalho de parto em seres humanos com fetos vivos. A utilização pressupõe como cuidado básico o controle frequente da atividade uterina e dos batimentos cardiofetais, permitindo a análise constante da evolução do trabalho de parto induzido.

197

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


Barros_04.12.p65

199

Neste momento, a oxigenação fetal está gradualmente reduzida pela contração uterina e diminuição da circulação placentária. A vitalidade do concepto deve ser rastreada pela ausculta fetal a cada cinco minutos. Nesta fase, podem ocorrer compressão funicular e diminuição da perfusão cerebral30. Através do canal de parto, impulsionado pelas contrações uterinas e da parede abdominal, o feto é compelido a executar movimentos cujo conjunto constitui mecanismo do parto; o canal de parto passa a distender lenta e progressivamente. A apresentação fetal progride rodando internamente, desprendendo-se com movimento de extensão e deflexão, em torno de um ponto de apoio ou hipomóclio, rotação externa ou movimento de restituição. Posteriormente, tem-se o desprendimento das espáduas (ombro) e do restante do ovoide córmico, cintura escapular e cintura pélvica. Atualmente, existe a integração das unidades de trabalho de parto, parto e pós-parto conhecido como PPP, derivado do sistema americano Labor-Delivery-Recovery, que favorece o parto vaginal. A posição para o parto deve ser opção da parturiente. Estudos demonstram que qualquer posição materna, elevada ou lateral, comparativamente com a posição supina ou de litotomia, está associada à redução do tempo no segundo período do parto (expulsivo), redução da necessidade de partos assistidos, de episiotomias, da sensação dolorosa no expulsivo e das alterações da frequência cardíaca fetal31. Após a opção da posição para o parto, deve-se orientar e posicionar o acompanhante. Em seguida, proceder a antissepsia das mãos e antebraços, a paramentação necessária, realizar a antissepsia da região perineal e focalizar o atendimento às necessidades da mulher, visando à parturição como experiência positiva e fortalecedora. Estudos mostram que o suporte emocional intraparto contribui para a melhora nos resultados obstétricos, diminui as taxas das diversas intervenções e promove a saúde psicoafetiva da mãe e do vínculo mãe-bebê32. No momento do desprendimento da cabeça fetal, deve-se realizar a chamada “proteção do períneo”, que consiste em aplicar de forma constante um apoio firme em direção ao ânus, protegendo-o com uma das mãos aberta e coberta pela compressa, ao mesmo tempo em que a outra faz um leve apoio sobre a cabeça com a intenção de controlar a velocidade do desprendimento cefálico33. Esse desprendimento ocorre após o movimento de báscula, que consiste no aparecimento do couro cabeludo enrugado no introito vaginal no momento da contração uterina e, ao cessar, o assoalho pélvico elástico força o pólo cefálico para trás, o que permite a oxigenação dos tecidos e estiramento paulatino do períneo (Fig. 12.7). O cordão umbilical ou funículo umbilical é uma estrutura de vital importância ao feto, liga-o à placenta e estende-se do abdômen fetal à superfície da placenta. Apesar de sua extensão ser variável, possui em média 55cm, com diâmetro oscilando entre 1 e 2,5cm. Quando curto, pode resultar em atraso da descida fetal, sofrimento fetal, descolamento da placenta, inversão uterina e ruptura, ocasionando hemorragias. O cordão longo pode produzir nós circulares ou mesmo prolapso de cordão15. Após o desprendimento cefálico, pode-se notar a circular de cordão, habitualmente cervical, pode também ser observada ao redor do tronco ou dos membros, podendo ser única, dupla, tripla e, excepcionalmente, quádrupla. É importante detectar sua presença em razão da possibilidade de desencadear brevidade relativa, distocias e anóxia, particularmente durante o período expulsivo. Estudos demonstraram que a circular de cordão está associada ao maior risco de mecônio, batimentos cardíacos fetais anômalos em período avançado do parto e acidose da artéria umbilical34.

199

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

978-85-7241-809-6

Prática de Enfermagem durante o Parto


201

proposta, em 1742, por Sir Fielding Oud, que recomendava a incisão na saída da vagina em direção ao ânus em mulheres com dificuldade no parto baseado na crença de que se poderia “vencer a resistência perineal e facilitar a expulsão do feto”33. Em 1799, ocorre em Hapsburg, Alemanha, o primeiro relato de incisão perineal. Porém, o termo episiotomia foi, inicialmente, utilizado por Carl Braun, em 1857, sendo o primeiro a opor objeções na sua execução, considerando-a inadmissível e desnecessária36. Os artigos de Pomeroy (1918) e De Lee (1920) impulsionaram essa técnica, passando da indicação seletiva para o uso rotineiro e profilático, principalmente, em primíparas36. Os efeitos favoráveis, possivelmente induzidos pela episiotomia, correspondem à redução da probabilidade de lacerações de terceiro grau, preservação do assoalho pélvico e do músculo perineal, redução do risco de distócia do ombro. Quanto ao recém-nascido, os fatores benéficos seriam a redução da asfixia, do traumatismo craniano, da hemorragia cerebral e do retardo mental37. Estudos demonstraram que a episiotomia tem efeito nulo na proteção do períneo no trauma grave, enfatizando a sua utilização de forma criteriosa ao invés do procedimento rotineiro. Acredita-se que sua incidência acima de 30% é injustificável, além de apresentar uma série de efeitos adversos como38: • • • • • • •

Resultados anatômicos insatisfatórios. Perda excessiva de sangue. Formação de hematomas. Infecção. Fístula até abcesso perianal. Dor ou edema na região da episiotomia. Disfunção sexual.

A anestesia locorregional, ou bloqueio do nervo pudendo, é utilizada com o objetivo de permitir a incisão e o reparo da episiotomia, realizada por infiltração local com um agente anestésico, próximo da extremidade da espinha isquiática. O bloqueio induz à anestesia do períneo e vulva. A episiotomia deve ser seletiva e executada quando a cabeça fetal começa a solicitar o músculo elevador do ânus, sendo visível em uma extensão de 2 a 3cm. A incisão deve ser feita com lâmina de bisturi e tesoura e abrange a pele, mucosa vaginal, aponeurose superficial do períneo e os músculos bulbocavernoso e transverso superficial do períneo. Há três tipos de episiotomia: mediana, médio-lateral e lateral, esta não mais utilizada. Estudos sugerem a preferência pela episiotomia médio-lateral, que apresenta menor risco de extensão para o reto e esfíncter anal19. 978-85-7241-809-6

Assistência durante o Terceiro Estágio do Parto O secundamento ou terceiro período do parto, também chamado de decedura, delivramento ou dequitação, inicia-se após a expulsão do feto e termina com a expulsão da placenta. Neste momento, a mulher experimenta um período de bem-estar e alegria, definido como repouso

Barros_04.12.p65

201

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


203

puerperal e dequitação prolongada. A conduta ativa deve ser procedimento de rotina nos partos por via vaginal. Não há evidência da conduta ativa em partos realizados em outras situações, incluindo partos domiciliares40. Na expulsão da placenta, realiza-se a manobra de rotação contínua no sentido horário, denominada manobra de Jacobs (Fig. 12.8), que visa à redução da ocorrência de retenção de membranas ovulares. Após a dequitação, deve ser realizado o exame cuidadoso da placenta para verificar a sua integridade, com restituição das membranas ovulares. Pode-se considerar o secundamento como um período bastante susceptível a acidentes e complicações. A retenção placentária ocorre quando o terceiro período do parto não se completa após 30 minutos da expulsão do feto. O descolamento retardado pode ter como fator etiológico uma hipocinesia, aderências placentárias (placenta acreta), retenção de fragmentos placentários onde as membranas ficam fixas, sobretudo, no mecanismo de descolamento Boudelocque-Schultze e de retenção de cotilédones.

Assistência durante o Período de Greenberg O período de Greenberg é definido como a primeira hora após a saída da placenta, período suscetível a hemorragias na ocorrência de hipotonia ou atonia uterina. Essas complicações solicitam habilidade e conhecimento profissional que assiste o parto, no intuito de detectá-las precocemente. A revisão do canal de parto deve ser efetuada para verificar as possíveis lacerações no trajeto vaginal e reparação das mesmas. A palpação abdominal para análise do tônus e volume uterino mostra um útero firme e arredondado na altura ou abaixo da cicatriz umbilical. Essa situação assegura a hemostasia uterina. O exame clínico completo com o controle dos sinais vitais, avaliação das mamas, palpação abdominal, verificação de sangramento vaginal e anormalidade de membros inferiores completam a assistência neste período. A vigilância surpreende e corrige oportunamente quaisquer desvios do mecanismo fisiológico. 978-85-7241-809-6

Referências Bibliográficas 1. RODRÍGUEZ, C.; RIVIÈRES-PIGEON,C. A literature review on integrated perinatal care. Int. J. Integr. Care, v. 7, p. 28, Jul.-Sep. 2007. 2. ODENT, M. O. Renascimento do Parto. Florianópolis: Saint Germain, 2002. 3. DAVIM, R. M. B.; MENEZES, R. M. P. Assistência ao parto normal no domicílio. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 9, n. 6, p.62-68, 2001. 4. GRILO, C. S. Humanização da assistência ao parto no Brasil: os muitos sentidos de um movimento. Ciênc. Saúde Coletiva, v.10, n. 3, p. 627-637, Set. 2005. 5. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Maternal And Newborn Health. Safe Motherhood Unit. Care in Normal Birth: a practical guide. Geneva: WHO, 1996. 6. ENKIN, M.; KIERSE, M.; NIELSON, J. et al. A Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth. Oxford: Oxford University Press, 2000. 7. BARROS, F.; VICTORA, C. et al. The challenge of reducing neonatal mortality in middleincome countries: findings from three Brazilian birth cohorts in 1982, 1993, and 2004. Lancet, v. 365, p. 847-854, 2005. 8. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM n. 569, 01 jun. 2000. Disponível em: http://www. saude.gov.br/Programas/mulher/human. Acesso em: 20/12/2007.

Barros_04.12.p65

203

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


Assistência de Enfermagem durante o Parto

Barros_04.12.p65

204

03.04.09, 10:29

978-85-7241-809-6

9. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Appropriate Technology for Birth. The Lancet, v. 8452, n. ii, p. 436-437, 1985. 10. ENKIN, M.; KEIRSE, M. J. N. C.; NEILSON, J. et al. Suporte social e profissional no parto. In: Guia para a Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005. p. 133-136. 11. WORLD HEALTH ORGANIZATION. World Health Day: safe motherhood. Geneva: WHO, 1998. 12. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 13. LARGURA, M. Assistência ao Parto no Brasil: aspectos espirituais, psicológicos, biológicos e sociais – Uma análise crítica por um parto mais humano e solidário. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2000. 14. QUEIROZ, M. V. O.; SILVA, A. O.; BESSA, M. S. Cuidado de Enfermagem à puérpera em uma unidade de internação obstétrica: perspectiva de humanização. Rev. Baiana Enfermagem, v. 18, p. 29-37, 2003. 15. NEME, B. Parto: assistência. In: Obstetrícia Básica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 16. GUARIENTO, A.; AMARO, A. R. Assistência ao parto. In: GUARIENTO, A.; MAMEDE, J. A. V. Medicina Materno Fetal. São Paulo: Atheneu, 2001. 17. HODNETT, E. D.; DOWNE, S.; EDWARDS, N.; WALSH, D. Home-like versus cenário institutional convencionais para o nascimento (revisão de Cochrane). A Biblioteca de Cochrane, (Oxford), 2007. (Software do Update., 2. ed.). 18. BASILE, A. L. O. Riscos e Benefícios Maternos e Neonatais das Posições Lateral-esquerda e Vertical Semi-sentada no Parto. São Paulo: Unifesp, 2005. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de São Paulo. 19. CAMANO, L.; SOUZA, E. Assistência ao parto e tococirurgia. In: Manual de orientação da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. São Paulo, 2002. Disponível em: http://www.gosites.com.br/sggo/pdf. Acesso em: 20/12/2007. 20. KUHN DOS SANTOS, J. F.; ANDRADE, C. M. A.; TRAINA, E. Uso do partograma. In: CAMANO, L.; SOUZA, E.; SASS, N.; MATTAR, R. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar. São Paulo: Unifesp/Escola Paulista de Medicina/Manole, 2003. p. 225-234. 21. MORAIS, E. N.; MAUAD FILHO, F. O. Monitorização da atividade uterina. In: Medicina Materna e Perinatal. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. p. 25-29. 22. SUMITA, S. L. N. O Processo de Enfermagem na Assistência à Parturiente: diagnósticos e intervenções. São Paulo: Unifesp, 2002. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de São Paulo. 23. ZUGAIB, M. Assistência ao trabalho de parto. In: Zugaib Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. cap. 19, p. 363-369. 24. MORAIS, E. N. Mecônio no líquido amniótico. In: MORAIS, E. N.; MAUAD FILHO, F. O. Medicina Materna e Perinatal. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. p. 207-216. 25. MADI, J. M.; MORAIS, E. N.; LOCATELLI, E. et al. Meconium aspiration syndrome: obstetric and perinatal outcome analysis. Rev. Bras. Ginecol. Obstet., v. 25, n. 2, 2003. 26. MATTAR, R.; SOUZA, E.; CAMANO, L. Normas assistenciais básicas aos períodos clínicos na parturição. In: CAMANO, L.; SOUZA, E.; SASS, N.; MATTAR, R. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar. São Paulo: Unifesp/Escola Paulista de Medicina/Manole, 2003. cap. 30, p. 219-223. 27. PASSOS, E. P.; FREITAS, F.; BASTOS SOUZA, C. A. Indução do parto. In: FREITAS, F.; MARTINS-COSTA, S. H.; RAMOS, J. G. L. et al. Rotinas em Obstetrícia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. p. 234-238. 28. MAUAD FILHO, F. M.; RANGEL, M. A. R. Drogas que atuam sobre a contratilidade uterina. Femina, v. 18, p. 326, p. 331-334, 1990. 29. KELLY, A. J.; KAVANAGH, J.; THOMAS, J. Prostaglandina vaginal (PGE2 e PGF2a) para indução do trabalho de parto de termo (Cochrane Review). Resumos de Revisões Sistemáticas em Português, (Oxford), issue 4, 2007. (Update Software).

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

204


205

30. MARTINS-COSTA, S. H.; VIDAL, A. M. C.; CHAVES, M. T. P.; RAMOS, J. G. L. Assistência ao trabalho de parto. In: FREITAS, F.; MARTINS-COSTA, S. H.; RAMOS, J. G. L. et al. Rotinas em Obstetrícia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. p. 219-233. 31. GUPTA, J. K.; HOFMEYR, G. J. Position in the second stage of labour for women without epidural anaesthesia. Cochrane Database Syst Rev., 2005 32. HODNETT, E. D.; GATES, S.; HOFMERY, G. J.; SAKALA, C. Continuous support for women during childbirth (Cochrane Review). The Cochrane Library, issue 3, 2003. 33. SILVA, S. F. Sutura do Trauma Perineal no Parto Normal: estudo comparativo entre duas técnicas. São Paulo: USP, 2002. Dissertação (Mestrado) – Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. 34. MASTROBATTISTA, J.; HOLLIER, L.; YEOMANS, E. R. et al. Effects of nuchal cord on birthweight and immediate neonatal outcomes. Am. J. Perinatol, v. 22, p. 83-85, 2005. 35. ANDERSON, G. C.; MOORE, E.; HEPWORTH, J.; BERGMAN, N. Contato pele a pele precoce das mães com recém-nascidos saudáveis (Cochrane Review). Resumos de Revisões Sistemáticas em Português, (Oxford), issue 4, 2007. (Update Software). 36. TOMASSO, G.; ALTHABE, F., CAFFERATA, M. L. et al. Debemos seguir haciendo la episiotomía en forma rutinaria? Rev. Obstetr. y Ginecol. de Venezuela, v. 62, p. 115-121, 2002. 37. CARROLI, G.; BELIZAN, J. Episiotomy for vaginal birth. Cochrane Database Syst. Rev., 2005. 38. SCETTIM, M. R.; SERRACANI, G. S.; ZALAZAR, L. A. Uso selectivo de la episiotomía. Revista de Posgrado de La Via Cátedra de Medicina, v. 146, p. 6-9, 2005. 39. CARVALHO SILVA, J. L. Assistência a dequitação. In: FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA. Manual de Orientação da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. São Paulo: FEBRASGO, 2002. Disponível em: http://www.gosites.com.br/sggo/pdf. Acesso em: 20/12/2007. 40. PRENDIVILLE, W. J.; ELBOURNE, D.; MC DONALD, S. Active versus expectant management in the trird stage of labor (Cochrane review). Cochrane Library, (Oxford), issue 1, 2007. (Update Software). 978-85-7241-809-6

Barros_04.12.p65

205

03.04.09, 10:29

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2009 Editora Roca Ltda.

Prática de Enfermagem durante o Parto


Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica  

Barros | Enfermagem Obstétrica e Ginecológica

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you