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Cristiane Duque Angela Scarparo Caldo-Teixeira Apoena de Aguiar Ribeiro Michelle Mikhael Ammari Fernanda Volpe de Abreu Livia Azeredo Alves Antunes

Uma visão contemporânea

Duque | Caldo-Teixeira | Ribeiro | Ammari | Abreu | Antunes

Este livro tem por objetivo auxiliar acadêmicos e cirurgiões-dentistas no estudo da Odontopediatria. Para isso, os assuntos mais abordados nessa área foram reunidos em 43 capítulos, buscando associar o ensino à atualização científica. Procuramos distribuir os capítulos de forma lógica e sequencial, considerando o nível de complexidade na abordagem integral do paciente infantil. O estudante terá todos os subsídios para o aprendizado da Odontopediatria com uma visão contemporânea, e o cirurgião-dentista, que já conhece o assunto, terá acesso à literatura mais recente. Nossa principal meta é apresentar os temas de maneira moderna e não impositiva, mostrando os prós e contras do uso dos materiais, das técnicas e das abordagens clínicas, a fim de desenvolver o senso crítico dos interessados na área. Reunimos neste livro professores renomados de diferentes universidades do Brasil e do exterior, mostrando que a cooperação nacional e internacional amplia os horizontes do conhecimento também nos livros didáticos.

Uma visão contemporânea

Uma visão contemporânea

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Odontopediatria Uma visão contemporânea

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Odontopediatria Uma visão contemporânea Cristiane Duque Angela Scarparo Caldo-Teixeira Apoena de Aguiar Ribeiro Michelle Mikhael Ammari Fernanda Volpe de Abreu Livia Azeredo Alves Antunes

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Título:

Odontopediatria – Uma visão contemporânea

Autoras:

Cristiane Duque Angela Scarparo Caldo-Teixeira Apoena de Aguiar Ribeiro Michelle Mikhael Ammari Fernanda Volpe de Abreu Lívia Azeredo Alves Antunes

Diagramação:

Fabricio Picone

Revisão:

Patricia Vidal Romano

Capa:

Gilberto Rodrigues Salomão

Copyright © 2013 by LIVRARIA SANTOS EDITORA LTDA. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional Todos os direitos reservados à Livraria Santos Editora Com. Imp. Ltda. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida sem a permissão prévia do Editor. CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ _______________________________________________________________________________________ D494o Duque, Cristiane Odontopediatria: uma visão contemporânea / Cristiane Duque. - São Paulo: Santos, 2013. 698p. : il. ; 28 cm Inclui bibliografia ISBN 978-85-412-0084-4 1. Odontopediatria. 2. Odontologia pediátrica. I. Título. 12-4499

CDD: 617.643 CDU: 616.314-089.23 _______________________________________________________________________________________

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Autoras

Cristiane Duque • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, UNESP • Pós-doutorado em Microbiologia e Imunologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com estágio na Forsyth Institute (afiliada à Harvard Medical/ Dental School) – Boston/ EUA. • Professora assistente Doutora da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Ex-professora adjunta da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do curso de pós-graduação em Ciência Odontológica (Odontopediatria) da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (UNESP) e do curso de pós-graduação em Biologia Bucodental (Microbiologia e Imunologia) da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Angela Scarparo Caldo-Teixeira • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade São Francisco (USF) • Especialista em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Mestre em Materiais Dentários pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Doutora em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Professora adjunta das Disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil e Materiais Dentários da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Apoena de Aguiar Ribeiro • Cirurgiã‑dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) • Especialista e mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Doutora em Microbiologia e Imunologia pelo Instituto de Microbiologia Dr. Paulo Goés da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta das disciplinas de Odontopediatria, Odonto-hebiatria e Unidade de Adequação Clínica (Cariologia) da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Michelle Mikhael Ammari • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) • Especialista em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) • Mestre em Odontopediatria pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) • Doutoranda em Odontopediatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora assistente das disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Fernanda Volpe de Abreu • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) • Mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta das disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Lívia Azeredo Alves Antunes • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo (FONF) • Especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta das disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do curso de Pós-graduação em Clínica Odontológica da Faculdade de Odontologia de Niterói, Universidade Federal Fluminense (UFF)

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Colaboradores

Abel Silveira Cardoso • Mestre em Ciência Odontológica na área de Diagnóstico e Medicina Oral pela Indiana University School of Dentistry (IUSD) • Professor titular do departamento de Patologia e Diagnóstico Oral da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Adalberto Bastos de Vasconcellos • Cirurgião-dentista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) • Especialista em Prótese Dentária pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Mestre em Prótese Dentária pela Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo (USP) • Doutor em Dentística pela Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo (USP) • Professor adjunto da Disciplina de Dentística, Prótese Fixa e Odonto-hebiatria da Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF).

• Professor e chefe do departamento de Odontologia Restauradora, Preventiva e Odontopediatria da Universidade de Berna, Suíça

Alessandro Leite Cavalcanti • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) • Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo (USP) • Doutor em Estomatologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) • Professor do Departamento de Odontologia, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) • Professor do programa de pós-graduação em Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)

Aline Rogéria Freire de Castilho

• Cirurgião-dentista, mestre e doutor em Estomatopatologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professor adjunto da área de Estomatologia da Faculdade de Odontologia do Pólo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

• Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Sagrado Coração (USC) • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – HRAC - USP • Mestre em Biologia Oral pela Universidade do Sagrado Coração (USC) • Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutoranda na área de Bioquímica pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP)

Adrian Lussi

Ana Eliza Lemes Bressani

Ademar Takahama Junior

• Cirurgião-dentista pela Universidade de Berna, Suíça • Mestre em Engenharia Química pela Universidade de Zürich, Suíça • Doutor em Medicina Dentária pela Universidade de Berna, Suíça

• Cirurgiã-dentista, especialista e mestre em Odontopediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Professora do curso de especialização em Odontopediatria da Associação Brasileira de Odontologia, seção RS

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Ana Flávia Sanches Borges • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade de Uberaba (UNIUBE) • Mestre e doutora em Materiais Dentários pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora doutora da disciplina de Materiais Dentários da Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP)

Ana Maria Gondim Valença • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) • Mestre em Odontopediatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Doutora em Odontologia Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do departamento de Clínica e Odontologia Social da Universidade Federal da Paraí­ ba (UFPB) • Professora do programa de pós-graduação em Modelos de Decisão e Saúde da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Andréa Neiva da Silva • Cirurgiã-dentista, mestre em Odontologia Social pela Faculdade de Odontologia de Niterói, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Professora adjunta do Instituto de Saúde da Comunidade, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Andréa Videira Assaf • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Especialista em Periodontia pela Faculdade de Odontologia de Campos • Especialista em Odontologia em Saúde Coletiva pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Mestre e doutora em Odontologia (Cariologia e Saúde Coletiva) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Professora adjunta das disciplinas de Odontologia em Saúde Coletiva e Estágio Supervisionado da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Andreia Bolzan de Paula • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal de Alfenas (UFAL) • Especialista em Prótese Dentária pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre, doutora e pós-doutoranda em Materiais Dentários na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora da Universidade São Francisco (USF)

Andreza Maria Fábio Aranha • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araraquara (UNESP) • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Estágio sanduíche de doutorado na Universidade de Michigan, Ann Arbor, MI, USA • Pós-doutorado em Osteoimunologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Professora doutora de Odontopediatria, departamento de Odontopediatria da Universidade de Cuiabá (UNIC), Cuiabá, MT

Beatriz Bravo Damian • Médica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Pós-graduação em Gestação de Alto Risco no Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Pós-graduação em Reprodução Humana pelo Instituto Sapientiae (RJ)

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Colaboradores • Mestre em Ginecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Doutora em Saúde Pública no Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Professora da pós-graduação e médica do departamento de Obstetrícia e Endoscopia Ginecológica do Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)

Beatriz Costa • Cirurgiã-dentista pela Universidade de São Paulo (USP) • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Odontopediatra da seção de Odontopediatria e Saúde Coletiva do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

Bente Nyvad • Doutora pela Royal Dental College, Universidade de Århus, Dinamarca • Pós-doutorado pela Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Århus , Dinamarca • Professora associada de Cariologia da Escola de Odontologia, Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Århus, Dinamarca

Carla Moreira Pitoni • Cirurgiã-dentista, mestre em Clínica Odontológica (Odontopediatria) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Doutora em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Professora do curso de especialização em Odontopediatria da Associação Brasileira de Odontologia, seção RS

Carlos Estrela • Especialista em Endodontia pela Associação Brasileira de Odontologia, GO, Brasil • Mestre em Endodontia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

• Doutor em Endodontia pela Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo (USP) • Livre-docente em Endodontia pela Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (USP) • Professor titular de Endodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás • Professor do programa de pós-graduação em Odontologia nas Universidades Federais de Goiás e Uberlândia • Professor do programa de pós-graduação em Ciências da Saúde na Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Goiás (UFG) • Professor do programa de pós-graduação em Biologia Celular e Molecular no Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Cinthya Cristina Gomes • Especialista em Endodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Doutora em Endodontia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) • Professora adjunta de Endodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do curso de especialização em Endodontia da Faculdade de Odontologia de Niterói, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Cleide Felício de Carvalho Carrara • Cirurgiã-dentista pela Universidade de São Paulo (USP) • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Doutora em Ciências da Reabilitação pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Odontopediatra e chefe da seção de Odontopediatria e Saúde Coletiva do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Cleverton Roberto de Andrade • Cirurgião-dentista pelo Centro Universitário Hermínio Ometto (UNIARARAS) • Patologista e estomatologista (reconhecido pelo Conselho Federal de Odontologia) • Mestre em Biologia e Patologia Bucodental e doutor em Estomatopatologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professor assistente doutor da disciplina de Patologia, departamento de Fisiologia e Patologia, Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Cynthia Amaral Moura Sá • Médica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Residência médica em Pediatria na Universidade de São Paulo (USP) e Neonatologia no Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Mestre em Saúde da Mulher e da Criança pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Doutoranda em Saúde da Mulher e da Criança pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Médica pediatra intensivista neonatal da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)

Cynthia Rodrigues de Araújo Estrela • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Goiás (UFG) • Especialista em Epidemiologia pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Universidade Federal de Goiás (UFG) • Mestre em Microbiologia pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Universidade Federal de Goiás (UFG) • Doutora em Biologia Celular e Molecular pelo Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Goiás (UFG) • Professora responsável pela disciplina de Biossegurança dos cursos de especialização em Endodontia e Prótese da Associação Brasileira de Odontologia, seção GO

Daniela Gamba Garib • Cirurgiã-dentista, mestre e doutora em Ortodontia pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP)

• Pós-doutorado na School of Dental Medicine, Harvard University • Professora associada de Ortodontia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

Denise Madalena Palomari Spolidorio • Bióloga pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) • Mestre e doutora em Biologia e Patologia Bucodental pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba (UNICAMP) • Pós-doutorado pela Universidade de Calgary, Canadá • Professora adjunta da disciplina de Patologia, departamento de Fisiologia e Patologia e professora da pós-graduação em Periodontia e Ciên­ cias Odontológicas da Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Eliana Rodrigues Rosselli • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Especialista em Odontopediatria pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) • Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Pós-doutorado em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pesquisadora colaboradora da área de Odontopediatria, departamento de Odontologia Infantil da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Fábio Correia Sampaio • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) • Mestre em Odontologia (área de Odontologia Social), Universidade Federal Fluminense (UFF) • Doutor em Cariologia pela Universidade de Oslo, Noruega

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Colaboradores • Professor associado da disciplina de Cariologia Clínica e professor do curso de pós-graduação em Odontologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) • Pesquisador colaborador do Academic Centre for Dentistry, Amsterdã, Holanda

Fábio Ramôa Pires • Cirurgiã-dentista e especialista em Estomatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Mestre em Biologia e Patologia Bucodental e doutor em Estomatopatologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). • Professor adjunto da área de Patologia Bucal da Faculdade de Odontologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). • Professor titular da área de Estomatologia e professor do programa de pós-graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia, Universidade Estácio de Sá (UNESA)

Fabíola Galbiatti de Carvalho • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Especialista em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Doutora em Materiais Dentários pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta das disciplinas de Clínica Infantil, Pré-clínica e Clínica Multidisciplinar do curso de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Fernando Borba de Araujo • Mestre e doutor em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo (USP) • Professor associado e responsável pela disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Flávia Konishi • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Psicóloga pela Universidade Paulista (UNIP) • Mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Especialista em Periodontia pela APCD – Regional de Araraquara, SP • Coordenadora do curso de especialização em Odontopediatria e do curso de Capacitação em Odontologia Intrauterina, APCD – Regional de Araraquara, SP

Flávia Maia Silveira • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Niterói, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais (Conselho Federal de Odontologia) • Mestre e doutora em Odontologia (Odontologia Social e Coletiva) pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora adjunta da disciplina de Odontologia em Saúde Coletiva I e coordenadora do programa de extensão “Atenção à Saúde Bucal de Pessoas com Necessidades Especiais” da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Flávio Mauro Ferrari Júnior • Especialista em Ortodontia pela Sociedade de Promoção Social do Fissurado Lábio-palatal (PROFIS), Bauru, SP • Mestre em Fissuras Orofaciais pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Professor do curso de Ortodontia Preventiva e Interceptiva da Sociedade de Promoção Social do Fissurado Lábio-palatal (PROFIS), Bauru, SP.

Franklin Delano Soares Forte • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal da

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea • Mestre em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Doutor em Odontologia Preventiva e Social pela Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professor adjunto do curso de Graduação e pós-graduação em Odontologia do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

• Mestre em Ciências da Reabilitação pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Doutora em Patologia Bucal pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Odontopediatra da seção de Odontopediatria e Saúde Coletiva do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

Gabriela Alessandra da Cruz Galhardo Camargo

Glaucio Serra Guimarães

• Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Rosário Vellano (UNIFENAS) • Mestre em Biopatologia Bucal pela Faculdade de Odontologia de São José dos Campos, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre e doutora em Clínica Odontológica (área de Periodontia) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta da disciplina de Periodontia, Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Gilson Cesar Nobre Franco • Cirurgião-dentista pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) • Especialista em Farmacologia Clínica pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) • Doutor em Farmacologia Anestesiologia e Terapêutica pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual Paulista (UNICAMP), com estágio sanduíche na Forsyth Institute (Harvard Medical/Dental School), Boston, EUA • Professor da pós-graduação da Universidade de Taubaté (UNITAU) e pesquisador voluntário da disciplina de Farmacologia Anestesiologia e Terapêutica da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual Paulista (UNICAMP)

Gisele da Silva Dalben • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

• Mestre em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Doutor em Ciências dos Materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) • Professor adjunto de Ortodontia, Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Glória Fernanda Barbosa de Araujo Castro • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro • Especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta e responsável pela disciplina de Odontopediatria, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Coordenadora da Clínica de Pacientes com Necessidades Especiais, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora do programa de pós-graduação em Odontologia, área de concentração Odontopediatria, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Isabela Almeida Pordeus • Mestre em Odontopediatria pela Universidade de São Paulo (USP) • Doutora em Epidemiologia e Saúde Pública pela University College of London • Professora titular do Departamento de Odontopediatria e Ortodontia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

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Colaboradores

Isabelita Duarte Azevedo • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) • Mestre em Odontologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) • Doutora em Odontologia (Odontopediatria) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Professora adjunta da disciplina de Clínica Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Jacques Eduardo Nör • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Especialista em Odontopediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Mestre em Odontopediatria pela Universidade de Michigan, Ann Arbor/EUA • Doutor em Ciências de Saúde Oral e pós-doutorado em Biologia Celular do Câncer pela Universidade de Michigan, Ann Arbor, EUA • Professor doutor de Dentística, departamento de Cariologia, Ciências Restauradoras e Endodontia e professor doutor de Engenharia Biomédica, Departamento de Engenharia Biomédica, Universidade de Michigan, Ann Arbor, EUA

Janaína de Cássia Orlandi Sardi • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Lins • Especialista em Saúde Pública pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre em Microbiologia Clínica pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Doutora em Microbiologia e Imunologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutoranda na área de Micologia Clínica pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Jonas de Almeida Rodrigues • Cirurgião-dentista, mestre e doutor em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

• Doutor em Medicina Dentária e pós-doutorado pela Universidade de Berna, Suíça • Professor adjunto da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Professor dos programas de pós-graduação em Odontologia, área de Clínica Odontológica/ Odontopediatria da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

José de Albuquerque Calasans-Maia • Doutor e mestre em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professor adjunto de Ortodontia da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

José Francisco Höfling • Graduação em História Natural pela Faculdade de Ciências e Letras de Rio Claro, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre e doutor em Ciências (Imunologia) pela Faculdade de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Orientador de pós-graduação em Biologia Bucodental na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professor titular das disciplinas de Microbiologia e Imunologia do departamento de Diagnóstico Oral da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Juliana Sarmento Barata • Especialista, mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Doutora em Cariologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Julio Orrico de Aragão Pedra e Cal-Neto • Especialista, mestre e doutor em Ortodontia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea • Professor adjunto de Ortodontia da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Karin Soares Gonçalves Cunha • Especialista em Estomatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). • Mestre e doutora em Patologia Bucodental pela Universidade Federal Fluminense (UFF). • Professora adjunta da área de Patologia Oral da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do Programa de Pós-graduação em Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Karina Cogo • Graduada em Farmácia pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) • Mestre e doutora em Farmacologia, Anestesiologia e Terapêutica pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora da pós-graduação da Universidade de Taubaté (UNITAU) e pesquisadora voluntária em Farmacologia, Anestesiologia e Terapêutica da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Karla Bianca Fernandes da Costa Fontes • Especialista em Estomatologia pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) • Mestre e doutora em Patologia Bucodental pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora adjunta da área de Estomatologia da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do programa de pós-graduação em Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Lêda Bezerra Quinderé • Cirurgiã-dentista e mestre em Odontologia (Odontopediatria) pela Universidade de São Paulo (USP)

• Doutora em Patologia Oral pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) • Professora da disciplina de Clínica Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Leonardo dos Santos Antunes • Cirurgião-dentista pela Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo (FONF) • Especialista em Endodontia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) • Mestre em Clínica Odontológica pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) • Doutor em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professor adjunto das disciplinas de Endodontia, Clínica Infantil, Clínica Interdisciplinar II e trabalho de campo supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Leonardo Rigoldi Bonjardim • Mestre e doutor em Fisiologia Oral pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professor adjunto do departamento de Fisiologia da Universidade Federal de Sergipe (UFSE)

Lidiany Karla Azevedo Rodrigues • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal do Ceará (UFC) • Mestre e doutora em Cariologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutorado em Bioquímica Oral pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta da área de Dentística e coordenadora do programa de pós-graduação em Odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC)

Lourdes dos Santos-Pinto • Cirurgiã-dentista, mestre e doutora em Ciências Odontológicas pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

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Colaboradores • Pós-doutorado na Baylor College of Dentistry, Dallas, EUA • Livre-docente em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professora titular do departamento de Clínica Infantil, Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Luciana Monti Lima • Especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professora do programa de pós-graduação em Biologia Oral da Universidade do Sagrado Coração (USC)

Luciana Pomarico • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) • Especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Pós-doutorado pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta das disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Luciano Casagrande • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) • Mestre e doutor em Odontopediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Professor adjunto das disciplinas de Manejo do Comportamento Infantil e Clínica Infantojuvenil da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Luciano José Pereira • Mestre e doutor em Fisiologia Oral pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Professor adjunto do Setor de Fisiologia e Farmacologia, Universidade Federal de Lavras (UFLA)

Lucimara Teixeira das Neves • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de São Paulo, Universidade de São Paulo (USP) • Doutora em Biologia Oral pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Professora doutora da disciplina de Genética, departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Professora do programa de pós-graduação em Ciências da Reabilitação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

Luís Carlos Spolidorio • Cirurgião-dentista, mestre e doutor em Biologia e Patologia Bucodental pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutorado pela Universidade de Calgary, Canadá • Professor adjunto da disciplina de Patologia, departamento de Fisiologia e Patologia e professor da pós-graduação em Periodontia da Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Luís Eduardo Lavigne Paranhos Quintanilha • Especialista em Prótese Dental pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Mestre em Dentística / Materiais Dentários pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Doutor em Odontologia Preventiva e Comunitária pela Faculdade de Odontologia da Universidade de Buenos Aires, Argentina

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea • Professor associado da disciplina de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Marcia Bertolossi Hirata • Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Especialista em Periodontia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Especialista em Estomatologia pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) • Major dentista da Força Aérea Brasileira (FAB) • Membro da comissão de infecção hospitalar do Hospital Central da Aeronáutica (HCA)

Marcia Ribeiro Gomide • Especialista em Odontopediatria pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP) • Mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo (USP) • Odontopediatra da seção de Odontopediatria e Saúde Coletiva do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo (HRAC/USP)

Maria Beatriz Duarte Gavião • Cirurgiã-dentista pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUC • Especialista, mestre, doutora e livre-docente em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutorado pela Utrecht University, Holanda • Professora titular do departamento de Odontologia Infantil da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Maria de Lourdes Andrada Massara • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade de Itaúna • Especialista e mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

• Doutora em Biologia Celular pelo Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) • Membro da diretoria da Associação Brasileira de Odontopediatria • Professora associada do departamento de Odontopediatria e Ortodontia da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Maria Isabel Bastos Valente • Especialista em Periodontia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) • Especialista em Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) • Mestre em Periodontia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) • Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) • Professora adjunta da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Marinês Nobre dos Santos Uchôa • Mestre em Odontologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) • Doutora em Ciências Odontológicas pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, São Francisco, EUA • Livre-docente pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora associada da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Marlus Roberto Rodrigues Cajazeira • Cirurgião-dentista pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) • Especialista em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Mestre em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

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Colaboradores • Doutorando em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professor assistente das disciplinas de Odontopediatria, Unidade de Adequação Clínica e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Meire Coelho Ferreira

Natalia Leal Vizoto • Biomédica pelo Centro Universitário Barão de Mauá • Mestre e doutoranda em Biologia Bucodental (área de Microbiologia e Imunologia), pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Omar Gabriel da Silva Filho

• Especialista em Odontopediatria pela Universidade do Vale do Rio Doce (UNIVALE) • Mestre e Doutora em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Pós-doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

• Cirurgião-dentista e especialista em Ortodontista pela Universidade de São Paulo (USP) • Mestre em Odontologia (Ortodontia) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Coordenador do curso de Ortodontia Preventiva e Interceptiva da Sociedade de Promoção Social do Fissurado Labiopalatal (PROFIS), Bauru, SP

Michele Baffi Diniz

Paula Midori Castelo

• Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Especialista, Mestre e Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professora assistente doutora das disciplinas de Odontopediatria e de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL) • Professora dos programas de pós-graduação em Odontopediatria e Ciências da Saúde da Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)

Nancy Tomoko Sacono • Cirurgiã-dentista, especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Pós-doutoranda do programa de pós-graduação em Odontologia da Universidade Federal de Goiás (UFG) • Professora titular da disciplina de Odontopediatria da Universidade Paulista (UNIP) • Professora do curso de especialização da escola de Aperfeiçoamento Profissional de Cirurgiões-dentistas de Goiânia (EAP-GO)

• Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) • Mestre e doutora em Fisiologia Oral e pós-doutora em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta do departamento de Ciências Biológicas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) • Professora do curso de pós-graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Pedro Luiz Rosalen • Graduado em Farmácia Bioquímica pela Universidade de São Paulo (USP) • Doutor em Odontologia (área de Farmacologia) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutorado em Cariologia pela University of Rochester, NY, EUA e professor visitante do Center for Oral Biology da University of Rochester, NY, EUA • Professor titular em Farmacologia da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Rafael Gomes Ditterich • Especialista e doutor em Odontologia em Saúde Coletiva pela Pontifica Universidade Católica (PUC) • Especialista em Gestão em Saúde pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) • Mestre em Odontologia (Clínica Integrada) pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) • Professor Adjunto do Departamento de Saúde Comunitária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) • Professor colaborador adjunto do departamento de Odontologia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Raphael Hirata Júnior • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Mestre e doutor em Ciências (Microbiologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professor adjunto das disciplinas de Microbiologia e Imunologia do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) • Professor da pós-graduação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

Rebeca de Souza Azevedo • Especialista em Estomatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Mestre e doutora em Estomatopatologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta da área de Patologia Oral da Faculdade de Odontologia do Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF) • Professora do Programa de Pós-graduação em Estomatopatologia da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Regina Maria Puppin-Rontani • Cirurgiã-dentista e especialista em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Mestre em Farmacologia pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) • Pós-doutorado em Materiais Dentários e Odontopediatria pela Universidade do Texas, Health Science Center, San Antonio, Texas, EUA (UTHSCSA) • Professora titular da área de Odontopediatria, departamento de Odontologia Infantil da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora e pesquisadora dos programas de pós-graduação em Materiais Dentários e Odontologia (Odontopediatria) da Faculdade de Odon­tologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Rita de Cássia Loiola Cordeiro • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia do Triângulo Mineiro • Mestre, doutora e livre-docente pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professora adjunta do Departamento de Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Roberta Barcelos • Cirurgiã-dentista, especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta das disciplinas de Odontopediatria, Clínica Infantil, Odontohebiatira e Trabalho de Campo Supervisionado da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Rodrigo Alex Arthur • Cirurgião-dentista, mestre e doutor em Odontologia (Cariologia) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com estágio sanduíche na Universidade de Zurich (Suíça)

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Colaboradores • Pós-doutorado no departamento de Odontologia Preventiva da escola de Odontologia da Universidade de Indiana, EUA • Professor adjunto do departamento de Odontologia Preventiva da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Roselis Soares • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo (FONF) • Mestre em Educação na Universidade Católica de Petrópolis (UCP) • Professora colaboradora da disciplina de Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia, Polo Universitário de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Saul Martins Paiva • Mestre em Odontopediatria pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Doutor em Odontopediatria pela Universidade de São Paulo (USP) • Pós-doutorado pela McGill University • Professor titular do Departamento de Odontopediatria e Ortodontia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

• Mestre em Biologia Bucodental (Microbiologia e Imunologia), pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Doutora em Biociências e Biotecnologia aplicadas à Farmácia, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Thassia Souza Emídio • Graduada, mestre e doutora em Psicologia pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Professora assistente doutora do departamento de Psicologia Clínica da Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Tulio Silva Lara • Cirurgião-dentista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) • Mestre e doutor em Odontologia (Ortodontia) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Ortodontista e professor do Curso de Ortodontia Preventiva e Interceptiva da Sociedade de Promoção Social do Fissurado Labiopalatal (PROFIS), Bauru – SP

Terumi Okada Ozawa • Cirurgiã-dentista e doutora pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) • Mestre pela Faculdade de Odontologia da Tokyo Medical and Dental University, Japão • Ortodontista e diretora da divisão de Odontologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC – USP) • Professora do curso de especialização em Ortodontia da Sociedade de Promoção Social do Fissurado Labiopalatal (PROFIS), Bauru/SP • Professora do curso de atualização em Ortodontia Interceptiva da Sociedade de Promoção Social do Fissurado Labiopalatal (PROFIS), Bauru, SP

Thais de Cássia Negrini • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Vanessa Pardi • Cirurgiã-dentista, especialista em Odontologia em Saúde Coletiva, mestre e doutora em Odontologia (área de Cariologia) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba , Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Pós-doutorado na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), New York University College of Dentistry, University of Rochester, EUA

Vania Regina Camargo Fontanella • Cirurgiã-dentista pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPE) • Especialista em Radiologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) • Mestre em Cirurgia e Traumatologia Craniofacial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC)

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea • Doutora em Estomatologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC) • Pós-doutorado pela Universidade de Londres, RU • Professora adjunta da disciplina de Radiologia e Imaginologia da Universidade Luterana do Brasil e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Vera Soviero • Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) • Especialista, mestre e doutora em Odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) • Professora adjunta da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Vita Machiulskiene • Mestre em Estomatologia pelo Instituto de Estomatologia de Kaunas, Lituânia • Doutora em Biomedicina pela Universidade de Medicina de Kaunas, Lituânia • Professora e coordenadora da Clínica Odontológica e de Patologia Oral da Universidade de Ciências da Saúde de Kaunas, Lituânia • Professora da Universidade de Medicina de Kaunas, Lituânia

Viviane Veroni Degan • Fonoaudióloga pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) • Mestre e doutora em Odontologia (Fisiologia Oral) pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) • Professora adjunta do curso de mestrado em Ortodontia do Centro Universitário Hermínio Ometto de Araras (UNIARARAS)

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Prefácio

Foi com muito prazer que recebi o honroso convite para prefaciar o livro “Odontopediatria - Uma visão contemporânea”, formulado pelas professoras Cristiane Duque, Angela Scarparo Caldo-Teixeira, Apoena de Aguiar Ribeiro, Michelle Mikhael Ammari, Fernanda Volpe de Abreu e Lívia Azeredo Alves Antunes. Ao analisar os títulos dos quarenta e três capítulos que compõem a obra, ficam patentes a preocupação e o cuidado das autoras em idealizar um livro que abranja todos os aspectos da prática em Odontopediatria. Os capítulos estão agrupados em oito partes, abordando procedimentos em crianças, adolescentes e crianças com necessidades especiais. Temas clássicos que integram os livros-texto de Odontopediatria, como Psicologia, cirurgia, traumatismo, Ortodontia preventiva, entre outros, são apropriadamente apresentados ao leitor com conteúdo atualizado e redigidos de maneira clara e objetiva. Outros tópicos, igualmente clássicos, como cárie e os diferentes métodos para o seu tratamento, são exaustivamente discutidos em diversos capítulos. Por fim, vale ressaltar que uma obra que se propõe a fornecer a visão contemporânea do atendimento odontológico à criança e ao adolescente deve abordar também temas menos usuais, porém de grande relevância como qualidade de vida relacionada à saúde bucal de crianças e adolescentes, maus-tratos à criança, fissuras labiopalatinas, biossegurança e gerenciamento de resíduos em clínica odontológica. Ao longo das páginas deste livro pode ser comprovada quão exitosa foi a reunião de profissionais de diferentes especialidades, com grande experiência em ensino e pesquisa no seu campo de atuação. Esse “amálgama” resultou em um compêndio de grande relevância para alunos de graduação e pós-graduandos e todos os profissionais da área da saúde que têm a importante missão e satisfação de atender a uma criança.

Ivete Pomarico Ribeiro de Souza

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Sumário

Parte 1 Cap. 1 –

Qualidade de vida relacionada à saúde bucal

de Crianças e adolescentes.................................................................................................................................... 1 Meire Coelho Ferreira | Lívia Azeredo Alves Antunes | Isabela Almeida Pordeus | Saul Martins Paiva

Cap. 2 –

Promoção da saúde: Uma estratégia

no cuidado da criança . ......................................................................................................................................... 11 Andréa Neiva da Silva | Andréa Videira Assaf | Maria Isabel Bastos Valente | Rafael Gomes Ditterich

Cap. 3 – Cap. 4 –

Odontologia para gestantes

. ............................................................................................................................... 23 Michelle Mikhael Ammari | Flávia Konishi | Beatriz Bravo Damian

Odontologia para bebês

. .............................................................................................................................................. 33

Michelle Mikhael Ammari | Lívia Azeredo Alves Antunes | Cynthia Amaral Moura Sá | Fernanda Volpe de Abreu

Cap. 5 – Psicologia em Odontopediatria.................................................................................................................. 47

Luciana Pomarico | Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Michelle Mikhael Ammari Cristiane Duque | Thassia Souza Emidio

Parte 2 Cap. 6 – Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento

em Odontopediatria.................................................................................................................................................... 61

Marlus Roberto Rodrigues Cajazeira | Luciana Pomarico | Roberta Barcelos

Cap. 7 –

Radiologia em Odontopediatria

............................................................................................................. 85

Paula Midori Castelo | Cristiane Duque | Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Vania Regina Camargo Fontanella

Cap. 8 –

Terapêutica medicamentosa em Odontopediatria

. ........................................... 99

Gilson Cesar Nobre Franco | Karina Cogo | Pedro Luiz Rosalen

Cap. 9 – Sedação em Odontopediatria. ................................................................................................................... 115

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Sumário

Cap. 10 –

Anestesiologia em Odontopediatria

. ...................................................................................... 123

Cristiane Duque | Fernanda Volpe de Abreu | Gilson Cesar Nobre Franco Karina Cogo | Pedro Luiz Rosalen

Cap. 11 – Cirurgia em Odontopediatria.............................................................................................................. 139

Fernanda Volpe de Abreu | Cristiane Duque | Roseli Soares

Cap. 12 –

Traumatismo dentário

...................................................................................................................................... 157 Andreza Maria Fábio Aranha | Jacques Eduardo Nör

Parte 3 Cap. 13 – Cárie dentária:

Aspectos microbiológicos e imunológicos ...................................................................... 177 Cristiane Duque | Thais de Cássia Negrini | Natalia Leal Vizoto

Diagnóstico clínico da cárie dentária Cap. 15 – Métodos para detecção de lesões de cárie Cap. 14 –

. ............................................................................... 189

Vita Machiulskiene | Bente Nyvad |Apoena de Aguiar Ribeiro

.................................................................... 205

Apoena de Aguiar Ribeiro | Adrian Lussi | Michele Baffi Diniz | Jonas de Almeida Rodrigues |

Parte 4 Cap. 16 –

Nutrição e controle da dieta aplicada

à Odontopediatria..................................................................................................................................................... 221 Fernanda Volpe de Abreu | Cristiane Duque | Michelle Mikhael Ammari | Angela Scarparo Caldo-Teixeira

Cap. 17 –

Métodos de controle mecânico e químico

do biofilme dental. .................................................................................................................................................... 235 Lívia Azeredo Alves Antunes | Cristiane Duque | Fernanda Volpe de Abreu | Rodrigo Alex Arthur

Cap. 18 –

Uso do flúor na prevenção e no tratamento

da cárie dentária........................................................................................................................................................ 249 Cristiane Duque | Rodrigo Alex Arthur | Apoena de Aguiar Ribeiro Fábio Correia Sampaio | Franklin Delano Soares Forte

Cap. 19 –

Planejamento e decisão de tratamento

em Odontopediatria............................................................................................................................................... 267

Duque | Odontopediatria - Uma visão contemporânea. Amostras de páginas xxiii não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2013 Livraria Santos Editora Ltda. Carla Moreira Pitoni | Fernando Borba de Araujo | Juliana Sarmento Barata

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Cap. 20 –

Remoção mêcanico-química de tecido cariado

............................................... 277

Apoena de Aguiar Ribeiro | Michelle Mikhael Ammari | Vera Soviero

Cap. 21 –

Dentística restauradora em dentes decíduos

........................................................ 291

Marlus Roberto Rodrigues Cajazeira | Luciano Casagrande | Adalberto Bastos de Vasconcellos Apoena de Aguiar Ribeiro | Angela Scarparo Caldo-Teixeira

Parte 5 Cap. 22 –

Tecnologias alternativas no tratamento

restaurador do paciente infantil.................................................................................................. 309 Luciana Monti Lima | Lourdes dos Santos-Pinto | Rita de Cássia Loiola Cordeiro

Cap. 23 –

Estratégias empregadas na prevenção e no controle

da cárie dentária com a tecnologia laser....................................................................... 321 Lidiany Karla Azevedo Rodrigues | Marinês Nobre dos Santos Uchôa

Cap. 24 –

Materiais odontológicos aplicados à Odontopediatria

...................... 329

Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Ana Flávia Sanches Borges | Eliana Rodrigues Rosseli Fabíola Galbatti de Carvalho | Regina Maria Puppin Rontani

Cap. 25 –

O uso de selantes em Odontopediatria

. .............................................................................. 345

Cristiane Duque | Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Aline Rogéria Freire de Castilho | Vanessa Pardi

Cap. 26 –

Tratamento restaurador atraumático

em Odontopediatria............................................................................................................................................... 355 Fernanda Volpe de Abreu | Cristiane Duque | Angela Scarparo Caldo-Teixeira Luís Eduardo Lavigne Paranhos Quintanilha

Cap. 27 –

Terapia pulpar conservadora em dentes decíduos

. .................................. 365

Cristiane Duque | Michele Mikhael Ammari | Roberta Barcelos | Maria de Lourdes Andrada Massara

Cap. 28 –

Terapia pulpar radical em dentes decíduos

. ........................................................ 379

Cristiane Duque | Michelle Mikhael Ammari | Roberta Barcelos | Maria de Lourdes Andrada Massara

Cap. 29 –

Terapia pulpar em dentes permanentes jovens

. ............................................... 399

Carlos Estrela | Cinthya Cristina Gomes | Cynthia Rodrigues de Araújo Estrela | Leonardo dos Santos Antunes

Cap. 30 –

Prótese em Odontopediatria

.................................................................................................................... 415

Nancy Tomoko Sacono | Andreia Bolzan de Paula | Ana Eliza Lemes Bressani | Carla Moreira Pitoni

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Sumário

Parte 6 Cap. 31 –

Doença periodontal em crianças e adolescentes

.............................................. 429

Cristiane Duque | Denise Madalena Palomari Spolidorio | Gabriela Alessandra da Cruz Galhardo Camargo Luis Carlos Spolidorio | Cleverton Roberto de Andrade

Cap. 32 –

Estomatologia aplicada à Odontopediatria

. ........................................................... 449

Abel Silveira Cardoso | Ademar Takahama Junior | Fábio Ramôa Pires Karin Soares Gonçalves Cunha | Karla Bianca Fernandes da Costa Fontes | Rebeca de Souza Azevedo

Parte 7 Cap. 33 –

Desenvolvimentos da dentição e da oclusão

............................................................ 481

Paula Midori Castelo | Maria Beatriz Duarte Gavião

Cap. 34 –

Hábitos bucais

..................................................................................................................................................................... 497

Angela Scarparo Caldo-Teixeira | Lívia Azeredo Alves Antunes | Michelle Mikhael Ammari | Viviane Veroni Degan

Cap. 35 – Indicadores de risco para sinais e

sintomas de disfunção temporomandibular e bruxismo na infância.................................................................................................................................. 511 Luciano José Pereira | Leonardo Rigoldi Bonjardim | Paula Midori Castelo

Cap. 36 –

Ortodontia preventiva

........................................................................................................................................ 519

Glaucio Serra Guimarães | José de Albuquerque Calasans-Maia | Julio Orrico de Aragão Pedra e Cal-Neto

Cap. 37 – Diagnóstico e tratamento das alterações

oclusais na dentadura decídua...................................................................................................... 533 Omar Gabriel da Silva Filho | Flávio Mauro Ferrari Júnior | Tulio Silva Lara

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Parte 8 Cap. 38 –

Diagnóstico e tratamento do apinhamento

na dentadura mista.............................................................................................................................................. 557 Omar Gabriel da Silva Filho | Terumi Okada Ozawa | Daniela Gamba Garib

Cap. 39 –

Odonto-hebiatria: Atendimento odontológico

ao paciente adolescente................................................................................................................................... 585 Roberta Barcelos | Cristiane Duque | Apoena de Aguiar Ribeiro | Angela Scarparo Caldo-Teixeira

Cap. 40 –

Tratamento odontológico de crianças

com necessidades especiais........................................................................................................................603 Apoena de Aguiar Ribeiro | Flávia Maia Silveira | Glória Fernanda Barbosa de AraujoCastro

Cap. 41 –

Fissuras labiopalatinas

. .................................................................................................................................... 633

Beatriz Costa | Cleide Felício de Carvalho Carrara | Gisele da Silva Dalben | Lucimara Teixeira das Neves | Márcia Ribeiro Gomide

Cap. 42 – Crianças vítimas de maus-tratos...................................................................................................645

Alessandro Leite Cavalcanti | Ana Maria Gondim Valença | Fernanda Volpe de Abreu

Cap. 43 –

Biossegurança e gerenciamento de resíduos

em clínica odontológica.................................................................................................................................. 655 Raphael Hirata Júnior | Marcia Bertolossi Hirata | Janaína de Cássia Orlandi Sardi | José Francisco Höfling

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Parte 3 - Capítulo 13 Cristiane Duque | Thais de Cássia Negrini | Natalia Leal Vizoto

Cárie dentária:

Aspectos microbiológicos e imunológicos 2w

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Introdução A cárie dentária é uma doença infecciosa causada por ácidos provenientes da fermentação microbiana dos carboidratos da dieta que, com o tempo, causam a desmineralização dos tecidos duros do dente. Apresenta etiologia multifatorial envolvendo fatores primários e secundários relacionados ao hospedeiro, ao substrato (dieta) e à microbiota em determinado período de tempo.1 Esses fatores interagem direta ou indiretamente na colonização e estabelecimento de microrganismos cariogênicos na comunidade microbiana, denominada de biofilme dental (anteriormente placa bacteriana).1 O grupo bacteriano considerado mais cariogênico é o dos estreptococos mutans, especialmente Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus, devido à sua habilidade em formar biofilme na superfície dentária (por meio da aderência e produção de polissacarídeos extra e intracelulares), acidogenicidade (produção de ácidos a partir de uma variedade de açúcares fermentáveis) e aciduricidade (tolerância ao baixo pH do ambiente).2,3 A progressão da cárie, geralmente, ocorre de forma lenta e alguns fatores do hospedeiro podem auxiliar na sua formação ou controlar o seu crescimento. Dentre eles, a anatomia dos dentes e arcadas com a presença de sulcos profundos e apinhamentos dentários que favorecem a colonização bacteriana, devido à dificuldade de sua remoção durante a higienização bucal. A ingestão de carboidratos derivados da dieta, como a sacarose, associados a uma má higiene bucal, podem favorecer o acúmulo de bactérias cariogênicas no biofilme dental.1,2 A frequência e intensidade de contato com indivíduos infectados com S. mutans são fatores iniciais na transmissão de microrganismos cariogênicos e influenciam na formação do biofilme.4,5 Entretanto, o hospedeiro apresenta mecanismos de resposta imunológica que objetivam controlar a proliferação de microrganismos que penetram no organismo. A cavidade bucal é a principal porta de entrada de agentes infecciosos que enfrentam a primeira barreira de defesa do organismo: a saliva. Esta, por sua vez, apresenta células e moléculas na sua composição, pertencentes às imunidades inata e adaptativa, que atuam diretamente sobre os microrganismos.6 Esses mecanismos podem influenciar na colonização microbiana, sendo cruciais para a defesa contra infecções, como a cárie dentária. A composição e o fluxo da saliva, higiene bucal e exposição ao flúor participam da regulação da progressão

da doença, controlando não só a quantidade como o tipo de microbiota relacionados com a instalação da cárie.1

Aspectos microbiológicos da cárie dentária Formação e estrutura do biofilme dental Biofilmes são comunidades microbianas ligadas a uma superfície. Os microrganismos estão espacialmente organizados de forma tridimensional e incluídos em uma matriz extracelular derivada do seu metabolismo.7,8 Praticamente todos os ambientes podem formar biofilmes, com exceção das profundezas dos oceanos. Eles são responsáveis por um grande número de doenças humanas, porque podem habitar catéteres, próteses e órgãos humanos, apresentando resistência intrínseca a antibióticos e aos sistemas de defesa do hospedeiro, dificultando o tratamento de tais doenças.7,8 Na cavidade bucal é encontrada grande diversidade de microrganismos, sendo que já foram identificadas pelo menos 700 diferentes espécies bacterianas que podem formar biofilme.9 Desequilíbrios das comunidades microbianas bucais, promovidos pela dieta, fatores imunológicos, entre outros, podem oferecer vantagens competitivas para infecções oportunistas, como a cárie dentária e doenças periodontais. O biofilme dental inicia seu desenvolvimento a partir da deposição de uma camada amorfa, acelular, carregada negativamente que se deposita sobre a superfície dentária denominada película adquirida. É formada pela interação entre os íons cálcio e grupos fosfato na superfície do esmalte e os grupos carregados opostamente nas macromoléculas salivares, plasmáticas (glicoproteínas, fosfoproteínas, lipídeos) ou produtos bacterianos por meio de forças iônicas, pontes de hidrogênio, interações hidrofóbicas e forças de van der Waals.10 Essa película atua como uma proteção da estrutura dentária contra a atrição, uma barreira para a difusão de ácidos, entretanto é um sítio para adesão de microrganismos.11 Componentes microbianos, como adesinas (estreptococos) e fímbrias (Actinomyces), interagem com moléculas específicas originárias da película, denominadas receptores. A figura 13.1 mostra um esquema didático do início de formação do biofilme dental. Os primeiros constituintes do biofilme, chamados de colonizadores primários, são cocos ou cocobacilos que inicialmente se aderem às peque-

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Capítulo 13 ♦ Cárie dentária: Aspectos microbiológicos e imunológicos

Receptor Adesina

S. mutans

Lactobacillus spp.

Veillonella ssp.

Actinomyces naeslundii

Eikenella corrodens

S. oralis

S. mitis

S. sanguinis

S. gordonii

S. oralis

S. gordonii

Película adquirida Superfície dentária

Fig. 13.1 - Esquema didático mostrando o início da formação do biofilme dental com as principais bactérias colonizadoras primárias e seu inter-relacionamento.

nas irregularidades, fissuras ou áreas com imperfeições, protegidas das forças de limpeza bucais naturais. Entre eles estão Streptococcus sanguinis, Streptococcus oralis, Streptococcus mitis e Streptococcus gordonii,12 além de outras espécies como, Haemophilus spp., Eikenella corrodens, Veillonella spp. e Neisseria spp. A adesão de células bacterianas e seu crescimento levam à formação de microcolônias distintas de 4 a 24 horas.1 Estima-se que estreptococos são responsáveis por 60 a 80% do biofilme dental formado durante as 8 horas iniciais após a limpeza dos dentes e que continuem a predominar durante 24 horas. Com o amadurecimento da microbiota ocorre o princípio da sucessão bacteriana, no qual as bactérias pioneiras criam um ambiente atrativo para os colonizadores secundários e cada vez mais desfavorável para si mesmas devido à redução de nutrientes e da concentração de oxigênio, acúmulo de produtos bacterianos, quedas no pH.13 Dessa forma, ocorre

aderência dos novos colonizadores via interações adesina-receptor denominadas co-agregação ou co-adesão, sendo o gênero Actinomyces predominante nessa fase.13 Na presença de sacarose, ocorre a formação de matriz extracelular intermicrobiana, responsável por aproximadamente 25% do volume do biofilme. É composta por um complexo proteico-polissacarídico (glucanos, frutanos) produzido pelos microrganismos e que não atua somente como arcabouço, mas também como reservatório de nutrientes e substâncias tóxicas microbianas como enzimas proteolíticas, substâncias antigênicas e endotoxinas10. A figura 13.2A e B mostra imagens de microscopia eletrônica de varredura de biofilme de S. mutans na presença ou não de sacarose. Com a redução na concentração do oxigênio no biofilme, as bactérias anaeróbias facultativas ou estritas começam a proliferar e predominam após 9 dias.14 Após 2 ou mais semanas de crescimento não

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Capítulo 13 ♦ Cárie dentária: Aspectos microbiológicos e imunológicos

Nível socioeconômico

Escolaridade

Hospedeiro Dente: Morfologia Idade Calcificação

HOSPEDEIRO

Saliva: Capacidade tampão Fluxo salivar

MICROBIOTA

Uso de flúor Estado do sistema imune

Comportamento

Composição Fase de infecção

CÁRIE

SUBSTRATO

Tempo Higiene bucal

Microbiota

Substrato Tipo (sacarose) Frequência de consumo Retentividade

Conhecimento

Fig. 13.3 - Principais fatores primários (hospedeiro, microbiota e substrato) e secundários (demais) relacionados ao processo da cárie dentária. A imagem foi baseada em conceitos determinados em Thylstrup e Fejerskov (1995)18 e Mattos-Graner et al. (2005).4 A amamentação noturna traz riscos maiores à saúde bucal da criança pelo declínio do fluxo salivar associado à maior estagnação de carboidratos no biofilme bacteriano durante esse período. Além da ingestão de líquidos açucarados, a amamentação natural por mais de 18 meses é apontada como um fator predisponente à doença cárie.21 O uso contínuo de medicamentos contendo sacarose por via oral também é considerado fator de risco, quando a higiene bucal não é realizada, principalmente antes de dormir.22 O grupo bacteriano considerado mais cariogênico é o dos estreptococos do grupo mutans, especialmente S. mutans e S. sobrinus,1 devido à grande acidogenicidade (produção de ácidos a partir de açúcares fermentáveis, como sacarose) e aciduricidade (tolerância aos ácidos) e produção de polissacarídeos extracelulares que participam da estrutura do biofilme dental.3 Outros microrganismos relacionados à progressão, não ao desenvolvimento da cárie, são os lactobacilos principalmente do grupo casei (L. casei, L. acidophilus), Actinomyces, Veillonella, entre outros.10 De Car-

valho et al. (2006) encontraram, além de alta prevalência de S. mutans (85,4%), grande quantidade de leveduras da espécie Candida (60,4%) no biofilme de crianças com cárie, sendo que naquelas com destruição severa dos dentes, a frequência de Candida foi maior quando comparada aos grupos com poucas lesões ou livres de cárie.23 O esmalte dentário está sob constante estado de desmineralização e mineralização em condições fisiológicas, perdendo ou ganhando íons cálcio e fosfato da cavidade bucal. Essa solubilidade da hidroxiapatita do esmalte é dependente da temperatura, pH e força iônica do solvente que envolve o cristal. A presença dos ácidos bacterianos leva a uma redução brusca do pH (abaixo de 5,5), que aumenta a solubilidade do cristal de hidroxiapatita para um ponto em que a dissolução ocorre. Se a capacidade-tampão da saliva não conseguir equilibrar o pH novamente (acima de 6), inicia-se o processo de desmineralização, que, se não revertido, leva ao desenvolvimento das lesões de cárie.1,10 As cáries podem causar, além de infecção e dor, diversos problemas de ordem estética, fonéti-

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Capítulo 13 ♦ Cárie dentária: Aspectos microbiológicos e imunológicos H+ (F0F1 ATPase). Esse mecanismo controla a entrada desses íons e mantém o pH citoplasmático mais básico que o meio extracelular.3 Além disso, o sistema F-ATPase tem papel dual na tolerância ácida, eliminando prótons das células e, em certas circunstâncias, gera ATP (energia) para o crescimento e persistência da espécie no microambinente bucal.32 O flúor, comum aditivo nos dentifrícios, inibe o sistema F-ATPase e a enzima enolase que atua também na produção de ATP, afetando a habilidade da célula em manter o pH intracelular, tornando-se um importante aliado na proteção contra o desenvolvimento das lesões de cáries.32

Enzimas envolvidas na adesão de S. mutans à superfície dentária S. mutans e outros estreptococos comensais da cavidade bucal (S. sanguinis, S. gordonii, S. mitis) apresentam algumas adesinas chamadas de Antígeno I/II (AgI/II), que são capazes de se ligar especificamente a componentes da película adquirida2. Dessa forma, AgI/II não são proteínas exclusivas de S. mutans, não se tornando fatores de virulência verdadeiros. Além dessas, proteínas ligantes de glucanos (Gbps, de glucan binding proteins), estão envolvidas na adesão de S. mutans promovendo a ligação entre as superfícies celulares de S. mutans à matriz extracelular de glucanos. Existem quatro tipos distintos de Gbps: a GbpA, GbpB, GbpC e GbpD. Estas proteínas são bem diferentes entre si, mas têm como característica comum a afinidade a glucanos.2 A participação de cada um dos tipos de Gbps na virulência é variável. Na verdade, apenas a GbpB tem sido sistematicamente associada à virulência de S. mutans. A sequência genética de GbpB apresenta alta homologia (de 55% a 69%) a um grupo de hidrolases de mureína, que são enzimas envolvidas no processo de divisão celular, identificadas em diferentes espécies patogênicas de Gram-positivos, como Streptococcus pneumoniae, estreptococos grupo B e Enterococcus faecium.33 Além disso, GbpB foi considerada essencial para a viabilidade de S. mutans, devido à impossibilidade de inativação do gene e sobrevivência celular.33 Dessa forma, tecnologias para controle da expressão gênica mostraram que essa proteína pode estar envolvida na formação de biofilme dependente de sacarose e apresenta influência na resistência aos estresses ambientais.34 GbpB mostra-se uma proteína promissora para o estudo de vacinas anticárie. Experimentos em animais demonstram que a imunização com GbpB é capaz de prote-

ger contra o desenvolvimento de cárie induzida por uma dieta rica em sacarose2. A figura 13.4 mostra o papel das enzimas e antígenos de Streptococcus mutans na patogênese da doença cárie.

Mutacinas S. mutans produzem diversas bacteriocinas denominadas mutacinas, que são substâncias capazes de inibir o crescimento de outras espécies relacionadas, como S. sanguinis, S. mitis, S. gordonii, S. oralis, S. sobrinus e até mesmo outras cepas da espécie S. mutans. Cepas de S. mutans com maior produção de mutacinas são as mais frequentemente transmitidas para os filhos, quando comparadas a outras cepas da cavidade bucal das mães com menor produção e/ou diversidade de mutacinas.35 Kamiya36 et al. (2005) avaliaram a relação entre a diversidade genética e a produção de mutacinas em isolados de S. mutans de indivíduos livres de cárie ou afetados por cárie e verificaram alta diversidade interespécie e que a produção de mutacina parece ser de grande importância para a colonização bacteriana e o desenvolvimento da cárie dentária.36

Fatores de virulência de outras espécies cariogênicas Assim como S. mutans, S. sobrinus são capazes de se acumular nas superfícies dos dentes na presença de sacarose e também de aderir aos dentes e produzir/tolerar grandes quantidades de ácidos, porém utilizando sistemas diferentes, como outros tipos de Gtfs, adesinas, bactericinas, mas ainda pouco estudados. S. sobrinus não conseguem degradar açúcares como rafinose, melibiose e sorbitol, característica importante para diferenciação bioquímica das espécies. Já os lactobacilos, apesar de também apresentarem grande acidogenicidade e aciduricidade, não conseguem se aderir às superfícies dentárias, sendo encontrados em lesões estabelecidas de cárie, auxiliando na sua progressão.17,26

Janela de infectividade e transmissibilidade de S. mutans Como as crianças nascem com a cavidade bucal livre de microrganismos, a colonização destes dependerá da transmissão por outros indivíduos. Em crianças ainda desdentadas, estreptococos do grupo mutans compreendem apenas 2% ou menos da microbiota inicial, predominando S. salivarius, S. mitis, S. oralis. Porém, S. mutans agregam-se

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

A

Legendas sacarose

glucano

sacarose

GTF

glicose

GTF

frutose

glucano

B

S. mutans GTF

S. mutans

S. mutans

adesina

receptor

proteína ligante de glucano

S. mutans

S. mutans

pH

Película adquirida

Superfície dentária

Fig. 13.4 - Streptococcus mutans na patogênese da doença cárie. A. Quebra das moléculas de sacarose e produção de glucanos

pelas enzimas glucosiltransferases (GTF). B. Papel das GTF, GBPs (proteínas ligantes de glucano) e adesinas na adesão e acúmulo de S. mutans na superfície dentária. Reprodução autorizada pelo Prof. Daniel J. Smith (Forsyth Institute – Boston/USA), baseada em Smith (2003).2

posteriormente ao biofilme, a partir da erupção dos dentes decíduos. A colonização inicial por S. mutans foi investigada por Caufield et al.37 (1993) em crianças dos EUA de 0 a 5 anos de idade, cujas mães apresentavam altos índices dessa espécie bacteriana. Este estudo determinou a chamada janela de infectividade no período de 19 a 31 meses de idade, em que o risco de aquisição de S. mutans foi aparentemente alto.37 Em crianças brasileiras, essa janela inicia-se mais cedo, a partir dos 12 meses.4,5 Diversos fatores podem influenciar a aquisição precoce de S. mutans, entre eles, o padrão de ingestão de sacarose e a frequência de contato salivar com indivíduos colonizados. Apesar de as mães serem consideradas a principal fonte de transmissão dessas bactérias, denominada de transmissão vertical,37,38,39 outras fontes familiares ou não, como por exemplo, cuidadoras (babás) em escolas ou em casa ou outras crianças, podem contribuir para a trans-

missão horizontal de S. mutans e outras espécies microbianas.5,40,41,42

Controle da microbiota cariogênica Para controlar os níveis de microrganismos cariogênicos devem ser definidas estratégias com base na etiologia multifatorial da cárie dentária. O controle mecânico do biofilme bacteriano, utilizando métodos de higiene bucal associados a dentifrícios fluoretados, e o controle do consumo de sacarose poderiam ser os primeiros passos para reduzir a interferência da microbiota nesse processo. Crianças jovens necessitam do auxílio de um adulto para realizar corretamente a higienização, devido à sua imaturidade e menor coordenação motora. Alimentos pastosos aderem-se com facilidade em sulcos e fissuras dificultando a remoção. Deve-se evitar esses alimentos, principalmente aqueles ricos em car-

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea ciamento de genes de virulência têm levado ao desenvolvimento de peptídeos sintéticos para vacinas. Os principais antígenos da superfície celular que estão sendo indicados são o Ag I/II, glucosiltransferases (Gtfs) e proteínas ligantes de glucano (Gbps).55 Alguns estudos demonstraram proteção contra a cárie dentária induzida experimentalmente para ambas as vacinas contendo um antígeno único – Ag I/II, GTF ou Gbp2 e as vacinas que contêm uma combinação de antígenos – conjugado Gtf-Gbp ou Gtf-Atg I/II administrado como uma mistura ou uma fusão proteica.56 Esta vacinação ativa tem a vantagem de induzir a produção endógena de anticorpos salivares e o estabelecimento da memória imunológica, mas requer a utilização de ensaios em humanos necessários para determinar sua segurança e eficácia. Devido ao fato de as vacinas com antígenos também poderem induzir algum tipo de reação adversa no organismo, técnicas de imunização passiva em modelos animais, utilizando transferência de anticorpos do leite materno, específicos para S. mutans, têm sido investigadas e os resultados têm demonstrado proteção contra a cárie dentária. Resultados positivos foram observados com os suplementos de anticorpos na dieta, incluindo anticorpos específicos para Gtf de ou GbpB de S. mutans.57-59 Outros estudos, utilizando plantas transgênicas para produzir anticorpos artificiais, têm sido desenvolvidos. Ma et al.59 utilizaram IgA secretora humana específica para o antígeno I/II, obtida por uma planta de tabaco transgênica, e verificaram que após o tratamento com clorexidina e aplicação passiva desses anticorpos, os indivíduos permaneceram livres de S. mutans por mais de 4 meses. A imunização passiva com anticorpos exógenos pré-formados oferece a vantagem de se evadir dos riscos de autoinfecção, no entanto, é necessário fornecer uma fonte contínua de anticorpos para que se consiga manter a proteção durante um tempo prolongado. Algumas vias de administração para esses anticorpos têm sido propostas, como a via mucosa, bucal ou intranasal.2 Com essas vias é possível atingir mais rapidamente os níveis de anticorpos salivares e elas também são bem mais aceitas pelas crianças. Entretanto, diversos fatores ainda devem ser avaliados experimentalmente, incluindo a alteração da microbiota bucal por antibióticos, dieta elevada de sacarose, grandes doses de infecção, entre outros, antes da efetiva aplicação em crianças.60 Estudos têm sugerido a imunização passiva por meio de suplementos alimentares contendo anticorpos IgG para Gtf, Gbps ou outros, que apresentam especificidade para antígeno de superfície da lesão de cárie.2

Idealmente, a população-alvo para uma vacina contra a cárie dentária deveria ser de crianças com idade em torno de 12 meses, por causa da história natural da colonização por bactérias bucais (janela de infectividade) e da resposta imune salivar em crianças jovens.2 Apesar da natureza multifatorial da cárie, existem diversos estudos mostrando que indivíduos com baixos ou não detectáveis níveis de estreptococos mutans em fase precoce da vida apresentam melhor saúde bucal na maturidade, mostrando que o controle da microbiota cariogênica é crucial para prevenir o desenvolvimento de lesões de cárie.60

Agradecimentos Os autores agradecem a Luis Fernando Custódio Talora pela confecção dos esquemas que ilustram o capítulo. Também agradecem a Adriano Luis Martins e Eliene Aparecida Orsini Narvaes, responsáveis pelo setor de Microscopia da FOP-UNICAMP, pelo auxílio na obtenção das imagens de MEV contidas no capítulo.

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10. Nisengard RJ, Newman MG. Microbiologia oral e ImuDuque | Odontopediatria - Uma visão contemporânea. Amostras nologia. Editora Guanabara Koogan. 1997.de páginas 186 não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2013 Livraria Santos Editora Ltda.

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Parte 2 - Capítulo 12 Andreza Maria Fábio Aranha | Jacques Eduardo Nör

Traumatismo dentário

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea to metálico, podendo indicar dano no ligamento periodontal, e o teste de sensibilidade pulpar que fornece informações a respeito das condições da polpa dentária.17 Em crianças pequenas, é preciso cuidado especial e avaliação criteriosa do risco-benefício da realização dos teste de percussão e de sensibilidade pulpar imediatos. As respostas aos testes podem não ser precisas em função da imaturidade psicológica das crianças, além de provocarem dor e comprometerem a adaptação comportamental durante atendimento. Logo após os traumas, os dentes afetados podem falhar nas respostas ao teste pulpar, indicando inapropriadamente necrose tecidual, em função de traumas anteriores ou de choque pela injúria recente.19,20,21,22 Dentre os exames complementares destaca-se o exame radiográfico, importante para avaliação da extensão do dano ao dente afetado e às estruturas associadas, do envolvimento do germe do sucessor permanente e para permitir o acompanhamento do caso ao longo do tempo (ver capítulo 7: Radiologia em Odontopediatria).. Nos dentes decíduos, o profissional deve analisar a presença, o grau e a direção do deslocamento dentário, a presença e a localização de fraturas radiculares, a presença e o espessamento do espaço periodontal, o grau de rizólise, alterações decorrentes de traumatismos anteriores, como calcificações pulpares, reabsorções internas e externas patológicas, e a relação do decíduo afetado com seu sucessor.19,20,21,22 Nos dentes permanentes, as posições do germe do permanente sucessor em relação aos germes adjacentes devem ser avaliadas durante o exame radiográfico para detectar possíveis deslocamentos, bem como o grau de rizogênese e a presença de alterações decorrentes de traumatismos anteriores.19,20,21,22 Além do exame radiográfico, outros exames podem ser indicados, tais como fotografias pré e pós-operatórias e tomografias computadorizadas que permitem a análise de cortes e imagens em tamanho real, facilitando o estabelecimento de condutas terapêuticas mais eficientes para os casos de injúrias traumáticas.21

Classificação e tratamento das lesões traumáticas Atualmente, a classificação das injúrias traumáticas mais utilizada é a proposta por Andreasen e Andreasen (2001)20 baseada no sistema adotado pela Organização Mundial da Saúde 23 (Quadro 12.1).

Neste capítulo, serão especialmente discutidas as lesões do ligamento periodontal e as injúrias dos tecidos duros e polpa nos dentes decíduos e permanentes jovens.

Lesões dos tecidos duros dentários e polpa As lesões dos tecidos duros dentários e polpa são mais comuns em dentes permanentes, enquanto injúrias traumáticas nos tecidos de sustentação são mais frequentes em dentes decíduos, em função da maior maleabilidade do osso alveolar que favorece os deslocamentos dentários.12,13,20,24 As fraturas coronárias ocorrem quando a força do impacto sobre o dente é maior do que a resistência dos tecidos dentários, resultando em trincas ou fraturas de esmalte e dentina.19

Trincas de esmalte As trincas ou fissuras de esmalte são fraturas incompletas, sem perda de estrutura tecidual, que seguem a orientação dos prismas de esmalte.19 Clinicamente, são diagnosticadas como rachaduras na coroa dentária através da variação na iluminação, alterando a direção e a intensidade da luz. As lesões não são visualizadas radiograficamente. Embora não exista tratamento específico para as trincas de esmalte, o acompanhamento clínico e radiográfico deve ser realizado, já que existe a possibilidade de outras injúrias estarem associadas ao trauma, envolvendo os tecidos de sustentação e a polpa.

Fraturas de esmalte As fraturas de esmalte são conhecidas também como fraturas não complicadas da coroa e envolvem a perda de estrutura do tecido (Fig. 12.1). São as mais frequentes das lesões coronárias, apresentando prevalência de 41% nos dentes decíduos 12,13,20,24 e 20,8% nos dentes permanentes.8 Os ângulos incisais dos dentes anteriores são mais afetados e essas injúrias podem estar associadas a lesões no tecido de sustentação. O tratamento indicado para os casos de fraturas de esmalte sem a exposição da dentina consiste no arredondamento das bordas do esmalte fraturado e na realização de restaurações estéticas com resina composta. O acompanhamento clínico e radiográfico deve ser realizado para identificação precoce de possíveis alterações do periodonto ou polpa.

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Capítulo 12 ♦ Traumatismo dentário Quadro 12.1 - Classificação das lesões traumáticas proposta por Andreasen e Andreasen (2001). 18 Lesões de mucosa e gengiva Laceração – corte superficial ou profundo sem perda estrutural. Contusão – injúria arroxeada, seguida de edema, ausência de corte. Abrasão – corte superficial sem perda de estrutura.

Lesões do osso de sustentação Comunicação da cavidade alveolar. Fratura da parede alveolar. Fratura do processo alveolar. Fratura de maxila/mandíbula.

Lesões dos tecidos duros dentários e polpa Fratura de esmalte. Fratura de esmalte e dentina sem exposição pulpar. Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar. Fratura coronorradicular sem exposição pulpar. Fratura coronorradicular com exposição pulpar. Fratura radicular.

Lesões do ligamento periodontal Concussão – injúria das estruturas de suporte sem deslocamento dentário, mas com forte reação à percussão. Subluxação – injúria das estruturas de suporte sem deslocamento dentário, presença de sangramento via sulco e mobilidade dentária. Luxação intrusiva – deslocamento dentário para o interior do alvéolo. Luxação extrusiva – deslocamento dentário parcial para fora do alvéolo. Luxação lateral – deslocamento dentário parcial lateral para fora do alvéolo. Avulsão dentária – deslocamento dentário completo do alvéolo.

Fig. 12.1 - Desenho esquemático de fratura do esmalte dentário. Adaptado de Andreasen e Andreasen17.

Fig. 12.2 - Aspecto clínico de fratura dentária envolvendo esmalte e dentina nos dentes 51 e 61. Fratura de esmalte no dente 52.

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Capítulo 12 ♦ Traumatismo dentário

Fig. 12.4 - Desenho esquemático de fratura coronorradicular. Adaptado de Andreasen e Andreasen.17

em zona de compressão cervical na lingual do dente afetado e apical na região vestibular da raiz.19 As fraturas apresentam extensão subgengival variável, sendo mais comum nos dentes decíduos na altura do rebordo alveolar,28,29 embora essas injúrias traumáticas não sejam muito frequentes em crianças pequenas. Clinicamente, são identificadas quando há afastamento dos fragmentos. Entretanto, quando estão justapostos, o diagnóstico clínico e radiográfico é mais difícil. Os pacientes podem relatar dor e mobilidade durante a mastigação, favorecendo o diagnóstico. O tratamento das lesões coronorradiculares em ambas as dentições depende da extensão subgengival da fratura e do envolvimento do espaço biológico.19,20,28,29 Primeiramente, o fragmento deve ser removido para melhor avaliação clínica da injúria. Quando a extensão da fratura não envolver o espaço biológico, recomendam-se restaurações funcionais e estéticas com resina composta ou colagem de fragmentos. Em dentes decíduos, se a fratura invadir o espaço biológico (extensão da fratura maior do que 2 mm subgengival), a exodontia e a manutenção do espaço, quando necessárias, estão indicadas.22,29 Nos dentes permanentes, há a possibilidade de colagem do fragmento dentário por meio de retalho cirúrgico após tratamento endodôntico.30 No caso de invasão do espaço biológico (extensão da fratura maior do que 3 mm subgengival), o aumento da coroa clínica pode ser indicado para posterior reabilitação estética.1,20 Quanto à proteção do complexo dentinopulpar, a conduta terapêutica é semelhante à adotada nas fraturas coronárias com e sem exposição da polpa. O acompanhamento clínico e radiográfico é fundamen-

tal em função da complexidade da injúria traumática e do tratamento restaurador. Entretanto, é importante ressaltar que podem haver dificuldades no tratamento de dentes permanentes jovens traumatizados com necessidade de terapia endodôntica.31 Se os dentes permanentes, antes da completa formação e do fechamento do ápice radicular, sofrerem uma injúria com comprometimento pulpar, o desenvolvimento da raiz será interrompido, o que poderá provocar complicações. Primeiramente, o debridamento do canal radicular, quando necessário, é dificultado pela extensão do diâmetro apical, o qual é frequentemente maior do que o diâmetro coronário, resultando em paredes radiculares finas, com maior risco à fratura. Além disso, a ausência do stop apical impossibilita a obturação completa do canal radicular, requerendo tratamentos alternativos, como a apexificação, obturação retrógada utilizando o cimento MTA (Agregado de Trióxido Mineral) ou pastas antibióticas e, finalmente, a utilização dos conceitos da engenharia de tecidos, a qual será abordada mais adiante neste capítulo.

Fraturas radiculares As fraturas de raiz são resultantes de impacto horizontal sobre o dente que tende a forçar a porção coronária no sentido palatino e em direção levemente extruída.19,20,29 Podem ser classificadas de acordo com a região fraturada (terços cervical, médio e apical) (Fig. 12.5A-C) e a orientação da fratura (horizontal, longitudinal e oblíqua) (Fig. 12.6A-C). Estas injúrias não são frequentes em dentes decíduos em função da maleabilidade do osso alveolar e elasticidade das fibras do ligamento periodontal, características que favorecem as luxações.12,13,20,24 Quanto à polpa, as fraturas radiculares raramente desencadeiam a necrose tecidual, pois a força do impacto é dissipada na linha de fratura e não no ápice radicular, reduzindo o risco de rompimento do feixe vasculonervoso.19,20,22,29 Entretanto, o prognóstico do tecido pulpar depende da justaposição e imobilização dos fragmentos radiculares e da ausência de contaminação na linha de fratura. Clinicamente, o dente apresenta-se levemente extruído com deslocamento para a lingual e há queixa do paciente de dor ao toque e contato prematuro. Pode haver mobilidade dentária, a qual depende do local da fratura.5,29 Quando os fragmentos estão justapostos, o diagnóstico radiográfico é dificultado, sendo necessárias várias exposições em diferentes angulações, pois o feixe central deve incidir paralelamente à linha de fratura 29. Nestes casos, o diagnóstico é determinado pelos sinais clínicos e queixa do paciente. 163

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A

B

C

Fig. 12.5 - Desenho esquemático da localização de fraturas radiculares em dente decíduo: (A) terço cervical; (B) terço médio; (C) terço apical. Adaptado de Andreasen e Andreasen.17

A

B

C

Fig. 12.6 - Desenho esquemático dos tipos de fraturas radiculares em dente decíduo: (A) horizontal; (B) longitudinal; (C) oblíqua. Adaptado de Andreasen e Andreasen.17

A abordagem terapêutica das fraturas radiculares, nos dentes decíduos e permanentes jovens, baseia-se na análise de alguns fatores: localização e orientação da fratura, presença de justaposição e/ ou imobilização de fragmentos, grau de contaminação local e saúde geral do paciente. O reparo das fraturas de raiz consiste na cicatrização do tecido pulpar e periodontal. Segundo Andreasen e Andreasen,20 existem quatro tipos de respostas teciduais em dentes permanentes: deposição entre os fragmentos de tecido calcificado, tecido conjuntivo, tecido ósseo ou tecido de granulação quando da presença de contaminação bacteriana.

Nos casos de fraturas transversais nos terços apical ou médio, com justaposição dos segmentos radiculares, o acompanhamento clínico e radiográfico é indicado. Acredita-se que o fragmento apical, nos dentes decíduos, seja reabsorvido durante reabsorção fisiológica da raiz.22,29,32 Por outro lado, quando há deslocamento dos fragmentos, é necessário o reposicionamento coronário para redução destes através de pressão digital suave, sob anestesia local para maior conforto do paciente. Para a manutenção da posição dentária e reparação da linha de fratura, a contenção semirrígida deve ser realizada, utilizando-se fio ortodôntico 0,5 mm e

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Fig. 12.8 - Luxação extrusiva: (A) desenho esquemático do deslocamento parcial do dente para fora do alvéolo; (B) aspecto clínico de extrusão do dente 51 em desnível oclusal com o dente 61. vocam o deslocamento parcial do dente no sentido palatino, vestibular, mesial ou distal (Fig. 12.9), favorecendo fratura da parede alveolar.19,20 Ambas as lesões traumáticas resultam no rompimento do ligamento periodontal e de vasos sanguíneos, determinando mobilidade dentária e hemorragia local, além de contusão ou fratura de uma das paredes alveolares.20 Nas luxações laterais, há o rompimento de fibras do ligamento periodontal de um lado do dente afetado e a compressão de fibras do lado oposto ao deslocamento, expondo o espaço entre a raiz do dente e o espaço vazio do alvéolo. Radiograficamente, a técnica periapical da bissetriz é realizada para o diagnóstico das luxações extrusivas, enquanto as luxações laterais são mais bem observadas através da técnica oclusal de exposição, já que a imagem depende da angulação do feixe central. A reparação após a extrusão dentária depende do correto posicionamento do dente no alvéolo, e desta forma, a revascularização pulpar e a cicatrização do tecido de sustentação ocorrem como no reimplante dentário.19,20,22,29 Nos deslocamentos laterais, a reparação tecidual depende do prognóstico da lesão pulpar e periodontal, podendo resultar de regeneração tecidual até reabsorção radicular externa e necrose pulpar. Para o tratamento das luxações extrusivas e laterais, alguns fatores devem ser analisados: o tempo decorrido entre trauma e atendimento, a magnitude do deslocamento, a presença de fratura da parede alveolar, interferências oclusais, e no caso dos dentes decíduos, o grau de rizólise do dente afetado e a relação com o germe do dente permanente.19,20,22,29 A conduta terapêutica consiste no reposicionamento cauteloso do dente envolvido e da fixação semirrí-

gida por 2 a 4 semanas para facilitar o reparo tecidual, nos casos de mobilidade dentária excessiva. O reposicionamento dentário deve ser realizado por meio de uma pressão apical suave e gradual para o deslocamento do coágulo formado entre o ápice radicular e alvéolo.22,29,32 Nos deslocamentos laterais, o diagnóstico de fratura do processo alveolar é fundamental para o planejamento do reposicionamento dentário subsequente, o qual deve ser realizado com pressão digital suave para liberação do travamento radicular apical. A anestesia local é recomendada para maior conforto do paciente e como meio auxiliar de êxito do profissional. Nos dentes decíduos, a exodontia é a conduta de escolha quando o deslocamento e/ou a fratura do processo alveolar forem severos, o grau de rizólise

Fig. 12.9 - Desenho esquemático de luxação lateral com

fratura da parede óssea vestibular. Adaptado de Andreasen e Andreasen.17

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea Para o reimplante dentário tardio, o preparo da superfície radicular para remoção de debris celulares, manutenção da viabilidade celular do ligamento periodontal e tentativa de impedir a resposta inflamatória e/ou substituição do cemento danificado por um novo tecido, tem sido amplamente discutido38,39,41 e é fortemente influenciado pela maturidade do dente avulsionado (ápice radicular aberto ou fechado) e pelo tempo em que foi deixado em ambiente seco antes de ser inserido no meio de armazenamento.38 Diferentes protocolos têm sido utilizados, como o condicionamento da raiz do dente avulsionado com ácido, hipoclorito de sódio, fluoreto estanhoso a 2%, doxiciclina, corticosteroides e tetraciclina;37,38 entretanto, ainda não existe um protocolo internacionalmente aceito. No reimplante imediato, o dente avulsionado deve ser lavado cuidadosamente com soro fisiológico para a remoção da proteína bovina presente no leite (meio de armazenamento) e de qualquer contaminação do local do acidente. O alvéolo dentário deve ser preparado previamente ao reimplante, removendo-se suavemente, por meio de lavagens com soro fisiológico, qualquer interferência, como a formação de coágulos, para facilitar o reposicionamento do dente avulsionado.19,32,38 Se houver fratura do osso alveolar, um instrumento deverá ser cuidadosamente inserido no alvéolo para o reposicionamento da parede.19,32,38 Finalmente, o dente deverá ser reposicionado sua­ vemente com pressão digital. A técnica de contenção deve permitir o movimento fisiológico do dente durante o processo de cicatrização, e deve ser mantido o mínimo de tempo possível para reduzir a ocorrência da anquilose dentária 20. A fixação semirrígida do dente reimplantado, por meio de fio ortodôntico 0,5 mm e resina composta, é recomendada por 7-10 dias ou por um período de 4-8 semanas, em caso de fratura óssea alveolar 19,32,38 (Fig. 12.12). Após a contenção, devem ser realizados o ajuste da oclusão, impedindo traumas oclusais, e uma radiografia periapical para a avaliação inicial do posicionamento dentário e o acompanhamento nas sessões seguintes. Em casos de lacerações nos tecidos moles, estas devem ser suturadas, e o paciente orientado quanto à manutenção da área limpa, impedindo que uma infecção local afete o processo de reparo e a estética. Para prevenir a de invasão bacteriana e consequente reabsorção inflamatória, a antibioticoterapia profilática e bochechos com digluconato de clorexidina são recomendados durante 7 dias. A administração de analgésico é indicada apenas na presença de dor.19,32,38

O paciente deve ser encaminhado a um médico responsável para avaliar se há necessidade de vacinação contra o tétano em até 48 horas após o acidente. Inicialmente, o retorno do paciente é recomendado após 7-10 dias para remover a contenção dentária e avaliar o reposicionamento do dente avulsionado. Em seguida, acompanhamentos mensais são indicados para avaliação clínica, por meio de testes de sensibilidade do tecido pulpar, de palpação, da coloração da coroa dentária e de aspectos da saúde gengival, bem como para avaliação radiográfica, observando-se sinais de reabsorção radicular externa e de necrose tecidual, como o desenvolvimento de lesão periapical.19,32,38 Diante de sinais de necrose do tecido, a terapia endodôntica imediata é recomendada. O preparo biomecânico do canal radicular deve ser realizado e, em seguida, é indicado o uso prolongado de hidróxido de cálcio para desinfecção do espaço pulpar por período de 6-12 meses.19,32,38 Tradicionalmente, o restabelecimento da lâmina dura representa o sinal radiográfico de controle da infecção bacteriana, indicando o momento para obturação final do canal radicular.38 Em casos de dentes permanentes jovens com necrose tecidual, após o preparo biomecânico do canal radicular, as trocas de hidróxido de cálcio são recomendadas até o final do processo da apexificação e subsequentemente a obturação do canal radicular e a restauração dentária final devem ser realizadas.

Sequelas dos traumas nos dentes decíduos As injúrias traumáticas podem provocar sequelas nos dentes decíduos após os traumas, sendo de fundamental importância o acompanhamento periódico dos casos de lesões traumáticas para avaliação da polpa e dos processos de reparação tecidual. As con-

Fig. 12.12 - Contenção semi-rígida com fio ortodôntico 0,5mm e resina composta Z100, cor A2, de dente 11 avulsionado.

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Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Fig. 12.14 - Efeito de trauma em dentes decíduos sobre os germes dos dentes sucessores permanentes: hipoplasia de esmalte dos dentes 11 e 21.

perdas dentárias por lesões de cáries ou avulsões traumáticas. A reparação de tecidos danificados envolve a deposição de matriz de colágeno, angiogênese (neovascularização) e crescimento de novo tecido. As atividades celulares durante o reparo estão relacionadas com os níveis de oxigênio do tecido. Nos casos de deslocamentos de dentes traumatizados, como nas luxações extrusivas parciais, luxações intrusivas e principalmente nas avulsões dentárias, ocorre redução severa do suprimento vascular sanguíneo pelo rompimento do feixe vasculonervoso e ruptura do ligamento periodontal,37,39,40 sendo a necrose do tecido pulpar inevitável, a menos que ocorra a revascularização tecidual, processo observado em 34% dos dentes reimplantados com ápice aberto.40 Como já discutido anteriormente neste capítulo, o reimplante de dentes decíduos após avulsões traumáticas é contraindicado por aumentar o risco para o germe do dente sucessor permanente. Entretanto, nas avulsões de dentes permanentes jovens, nos quais há formação de até 1/3 da raiz e, portanto, maior capacidade de resposta da polpa dentária frente a estímulos – como a redução dos níveis de oxigênio tecidual –, o reimplante do elemento deslocado representa o tratamento de escolha,40 embora possam ocorrer complicações, como dor, anquilose, necrose pulpar, obliteração dos canais radiculares, reabsorção radicular externa e perda dos tecidos de sustentação.37,39 Alguns fatores são determinantes para a revascularização do tecido, processo indicador de sucesso no tratamento de dentes reimplantados, como o próprio estágio de formação radicular, o período de tempo entre o trauma e o tratamento, a presença de contaminação e o meio de armazenamento da estrutura dentária.39

O tecido pulpar é um tecido conjuntivo altamente vascularizado, situado entre paredes rígidas de dentina mineralizada, o que lhe confere várias características especiais.22 A polpa dentária apresenta funções importantes para a sustentação dos dentes: fornece o suprimento de nutrientes e oxigênio para o metabolismo da dentina e do próprio tecido; apresenta inervação, sinalizando a profundidade das cavidades de cárie; é responsável pela formação de dentina reacional e reparadora durante o processo de cura após estímulos nocivos como a cárie dentária; procedimento restaurador, atrição, abrasão e trauma; além de fornecer resposta imunológica frente à infiltração bacteriana.45 Portanto, é de fundamental importância a preservação da viabilidade desse tecido. A regulação da angiogênese, processo de neovascularização a partir de vasos sanguíneos preexistentes, pela hipóxia é uma estratégia importante dos mecanismos de controle homeostático que ligam o suprimento vascular de oxigênio dos sistemas cardiopulmonar às necessidades locais metabólicas dos tecidos.46 Quando em hipóxia, células pulpares secretam fatores de crescimento pró-angiogênicos que estimulam a reorganização estrutural de células endoteliais, a proliferação e a formação de estruturas vasculares.47 A polpa dentária é composta por diferentes tipos celulares, como fibroblastos, odontoblastos, células endoteliais e células-tronco.27 Os fibroblastos são as células mais numerosas do tecido pulpar27 e apresentam papel importante na formação de novos vasos sanguíneos, expressando fatores de crescimento pró-angiogênicos como o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF)48 e o fator de crescimento fibroblástico básico (bFGF).49 O VEGF é considerado o principal fator de crescimento pró-angiogênico que regula processos fisiológicos e patológicos de angiogênese.50 A expressão de VEGF influencia a resposta angiogênica, sendo responsável pela estimulação da degradação da matriz extracelular ao redor das células endoteliais, promovendo a proliferação, a migração e a organização destas células em estruturas tubulares.51,52,53 Não menos importante, o bFGF também está envolvido com a regulação da angiogênese in vitro 54 e in vivo, induzindo proliferação e quimiotaxia de células endoteliais e produção de proteases.49 A descoberta de células-tronco na polpa de dentes permanentes humanos (DPSC)55 e de dentes decíduos (SHED)56 sugeriu a possibilidade de se utilizar estas células na engenharia de tecidos e nos casos de avulsão/revascularização, por serem uma fonte eficiente e

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Cristiane Duque Angela Scarparo Caldo-Teixeira Apoena de Aguiar Ribeiro Michelle Mikhael Ammari Fernanda Volpe de Abreu Livia Azeredo Alves Antunes

Uma visão contemporânea

Duque | Caldo-Teixeira | Ribeiro | Ammari | Abreu | Antunes

Este livro tem por objetivo auxiliar acadêmicos e cirurgiões-dentistas no estudo da Odontopediatria. Para isso, os assuntos mais abordados nessa área foram reunidos em 43 capítulos, buscando associar o ensino à atualização científica. Procuramos distribuir os capítulos de forma lógica e sequencial, considerando o nível de complexidade na abordagem integral do paciente infantil. O estudante terá todos os subsídios para o aprendizado da Odontopediatria com uma visão contemporânea, e o cirurgião-dentista, que já conhece o assunto, terá acesso à literatura mais recente. Nossa principal meta é apresentar os temas de maneira moderna e não impositiva, mostrando os prós e contras do uso dos materiais, das técnicas e das abordagens clínicas, a fim de desenvolver o senso crítico dos interessados na área. Reunimos neste livro professores renomados de diferentes universidades do Brasil e do exterior, mostrando que a cooperação nacional e internacional amplia os horizontes do conhecimento também nos livros didáticos.

Uma visão contemporânea

Uma visão contemporânea

Cristiane Duque Angela Scarparo Caldo-Teixeira Apoena de Aguiar Ribeiro Michelle Mikhael Ammari Fernanda Volpe de Abreu Livia Azeredo Alves Antunes

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9788541200844_Duque quinta-feira, 18 de abril de 2013 10:19:57


Duque | Odontopediatria - Uma visão contemporânea