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Nilton Alves

CAPÍTULO 1 ESQUELETO CRANIOCERVICAL, 1

Professor do Departamento de Odontologia Integral, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile

Paulo L. Cândido Professor do Departamento de Morfologia, Universidade de Santo Amaro – UNISA

CAPÍTULO 2 CAVIDADES, FOSSAS E BASE EXTERNA DO CRÂNIO, 9 CAPÍTULO 3 MAXILA E MANDÍBULA, 25

O texto didático e claro combinado com ilustrações primorosas faz deste livro uma obra que oferece a estudantes e profissionais prazer em sua leitura. Essa combinação perfeita de um texto de fácil compreensão com imagens que podem ser comparadas às dos melhores atlas de Anatomia Humana simplifica muito o aprendizado. Seu conteúdo contempla as regiões da cabeça e do pescoço, respeitando sempre a Terminologia Anatômica Internacional. Trata-se de um livro que, pela objetividade e praticidade, torna suave o caminho daqueles que se dedicam ao estudo da Anatomia.

CAPÍTULO 4 TOPOGRAFIA DENTOALVEOLAR, 35 CAPÍTULO 5 PONTOS CRANIOMÉTRICOS, 43 CAPÍTULO 6 ANÁLISE FUNCIONAL DO ESQUELETO FACIAL (ZONAS DE RESISTÊNCIA E DE FRAGILIDADE), 49

2a Edição

CAPÍTULO 7 ANATOMIA RADIOGRÁFICA DO CRÂNIO, 57

2a Edição

CAPÍTULO 8 ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (ATM), 61 CAPÍTULO 9 DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR , 67 CAPÍTULO 10 MÚSCULOS DA FACE (MÚSCULOS DA MÍMICA OU DA EXPRESSÃO FACIAL), 69

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E OUTROS 25

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2a edição Nilton Alves ●● Professor do Departamento de Odontologia Integral, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile ●● Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile

Paulo L. Cândido ●● Professor do Departamento de Morfologia, Universidade de Santo Amaro – UNISA

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ANATOMIA PARA O CIRURGIÃO-DENTISTA

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Anatomia para o Cirurgião-dentista

Autores:

Nilton Alves e Paulo L. Cândido

Diagramação:

Jair R. Ferreira

Capa:

Gilberto R. Salomão

2a edição, 2013

Copyright © 2013 by LIVRARIA SANTOS EDITORA LTDA. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional Todos os direitos reservados à Livraria Santos Editora Com. Imp. Ltda. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida sem a permissão prévia do Editor.

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ A477a 2. ed. Alves, Nilton Anatomia para o cirurgião-dentista / Nilton Alves, Paulo L. Cândido. - 2. ed. - São Paulo : Santos, 2013. 189 p. : il. ; 24 cm Inclui bibliografia ISBN 978-85-412-0224-4 1. Odontologia. 2. Anatomia. I. Cândido, Paulo L. II. Título. 13-00405 CDD: 617.643 CDU: 616.314

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APRESENTAÇÃO

Os profissionais da Odontologia, aqueles que se dedicam às suas especialidades buscando sempre o aprimoramento de suas técnicas, foram sem dúvida os que nos motivaram a realizar esta obra. Embora já existam livros enfocando a Anatomia da cabeça e do pescoço, a crescente cons­ cientização da importância do domínio das disciplinas básicas na diferenciação profissional, nos levou a pensar que caberia oferecer mais essa opção a esse importante segmento da área da saúde. Nossa proposta neste livro é fundamentalmente a de oferecer praticidade ao leitor, por isso procuramos tratar os

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temas com objetividade. Trata-se de uma obra de Anatomia específica, voltada tanto para o profissional que se dedica às atividades clínicas como aos que se dedicam à cirurgia. A Anatomia Dental, em função de suas peculiaridades, não foi aqui abordada, uma vez que pode ser estudada à parte. Esperamos, assim, somar esforços com todos aqueles que tem como ideal de vida tornar mais prático e objetivo o estudo da Anatomia para o Cirurgião-dentista. Nilton Alves Paulo L. Cândido

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SUMÁRIO Capítulo 1

Esqueleto Cranio­cer­vi­cal . ..................1 Conceito.........................................1 Crânio ou cabeça óssea....................1 Vértebras cervicais...........................5

Capítulo 2 Cavidades, Fossas e Base Externa do Crânio­ .............9 Generalidades.................................9 Cavidade do crânio..........................9 Base externa do crânio...................13 Cavidade orbital............................15 Cavidade nasal .............................17 Cavidade oral................................20 Fossa temporal..............................21 Fossa infratemporal.......................21 Fossa pterigopalatina.....................21 Capítulo 3 Maxila e Mandíbula .........25 Maxila..........................................25 Mandíbula....................................28 Capítulo 4 Topografia Den­to­al­ve­o­lar­ . ................35 Generalidades...............................35 Relação dos dentes superiores com as lâminas (tábuas) ósseas vestibular e palatina...................35

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Relação dos dentes inferiores com as lâminas (tábuas) ósseas vestibular e lingual.....................37 Relação dos dentes superiores com regiões ósseas vizinhas...............37 Relação dos dentes inferiores com regiões ósseas vizinhas...............37

Capítulo 5

Pontos Craniométricos .43 Generalidades...............................43 Pontos craniométricos localizados no neurocrânio..........................43 Pontos craniométricos localizados no viscerocrânio........................44

Capítulo 6 Análise Funcional do Esqueleto Facial (ZONAS DE RESISTÊNCIA E DE fRAGILIDADE) ..............49 Generalidades...............................49 Zonas de resistência da maxila.......49 Zonas de resistência da mandíbula...51 Fraturas do esqueleto facial . .........54 Capítulo 7 ANATOMIA RADIOGRáFICA do crânio .............................57 Generalidades...............................57 Exames radiográficos....................57

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Anatomia para Cirurgião-dentista

Capítulo 8 Articulação Temporomandibular (ATM) ..............61 Generalidades...............................61 Classificação.................................61 Faces articulares............................61 Disco articular...............................62 Meios de união..............................62 Capítulo 9 DISFUNÇÃO TEMPOROmandibular ...................................67 Generalidades...............................67 Diagnóstico...................................67 Tratamento...................................68 Capítulo 10 Músculos da Face (músculos da mímica ou da expressão facial) ..............69 Generalidades...............................69 Primeiro grupo: músculo da região cervical......................................69 Segundo grupo: músculos localizados ao redor das cavidades oral e nasal.......................................70 Terceiro grupo: músculos localizados ao redor da cavidade orbital..........74 Quarto grupo: músculos localizados ao redor do pavilhão da orelha...................................75 Quinto grupo: músculos do couro cabeludo....................................75 Capítulo 11 Músculos da Língua ........77 Generalidades...............................77 Músculos extrínsecos da língua......77 Músculos intrínsecos da língua......78

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Capítulo 12 Músculos do Palato Mole (VÉU PALATINO) e da Fauce . .....................................81 Generalidades...............................81 Músculo tensor do véu palatino.....81 Músculo levantador do véu palatino.....................................81 Músculo da úvula..........................81 Músculo palatoglosso....................83 Músculo palatofaríngeo.................83 Capítulo 13 Músculos da Mastigação, Músculos Supra e Infra hiÓideos – Movimentos Mandibulares .......................85 Generalidades...............................85 Músculos da mastigação................85 Músculos supra-hióideos...............90 Músculos infra-hióideos.................90 Principais movimentos mandibulares.................................93 Capítulo 14 INVOLUÇÃO DO APARELHO MASTIGATÓRIO . ................95 Generalidades...............................95 Causas da involução......................95 Consequências da involução........ 100 Capítulo 15 ARTÉRIAS DA CABEÇA E DO PESCOÇO ............................... 105 Generalidades ............................ 105 Sistema carótico ......................... 105 Artéria tireóidea superior ............ 107 Artéria lingual ............................ 107 Artéria facial............................... 110 Artéria occipital . ........................ 112 Artéria auricular posterior . ......... 112

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Artéria faríngea ascendente ......... 112 Artéria maxilar ........................... 112 Artéria temporal superficial......... 118

Capítulo 16 SISTEMAS DAS VEIAS JUGULARES .......................... 121 Generalidades ............................ 121 Veia jugular interna..................... 121 Veia jugular externa..................... 124 Veia jugular anterior.................... 124 Capítulo 17 DRENAGEM LINFÁTICA DA CABEÇA E DO PESCOÇO...... 127 Generalidades............................. 127 Drenagem linfática da cavidade oral e dos dentes...................... 127 Linfonodos submentuais.............. 127 Linfonodos submandibulares....... 128 Linfonodos cervicais profundos... 128 Capítulo 18 NARIZ, CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS . ............ 131 Generalidades ............................ 131 Nariz ......................................... 131 Cavidade Nasal .......................... 131 Seios Paranasais ......................... 136 Capítulo 19 CaVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES .................... 137 Generalidades ............................ 137 Cavidade oral ............................. 137 Glândulas salivares . ................... 143 Capítulo 20 Nervo Facial....................... 149 Capítulo 21 Nervo Trigêmeo . .............. 153

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Generalidades............................. 153 Nervo oftálmico.......................... 153 Nervo maxilar............................. 155 Nervo mandibular....................... 156

Capítulo 22 Nervo Glossofaríngeo . . 161 Capítulo 23 Nervo Hipoglosso............. 163 Capítulo 24 Resumo da Vasculariza­ ção e Inervação da Cavidade Oral, dos Músculos Relacionados à Mastiga­ção e dos Órgãos Dentais . ............................... 165 Cavidade oral.............................. 165 Músculos relacionados à mastigação.............................. 167 Órgãos dentais............................ 168 Capítulo 25 ANATOMIA RELACIONADA ÀS ANESTESIAS LOCAIS . ....... 171 Generalidades............................. 171 Técnicas anestésicas para ramos do nervo maxilar..................... 171 Técnicas anestésicas para ramos do nervo mandibular................ 177 Capítulo 26 ANATOMIA RELACIONADA À DISSEMINAÇÃO DAS INFECÇÕES DENTAIS ..................... 185 Generalidades ............................ 185 Disseminação das infecções dentais . .................................... 186 REFERÊNCIAS ............................. 189

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TOPOGRAFIA DENTOALVEOLAR

Generalidades O conhecimento da relação existente entre os dentes superiores e inferiores com processos alveolares e regiões ósseas vizi­ nhas é de grande importância para muitas especialidades em Odontologia. Sabemos, por exemplo, que a disseminação de uma in­fecção de origem dental pelas regiões vizinhas depende dessa relação. Vejamos primeiramente a relação dos dentes superiores e inferiores com os processos alveolares e em seguida com as regiões ósseas vizinhas. Vale lembrar, antes de mais nada, que os processos alveolares são partes das maxilas e mandíbula, que envolvem grande parte das raízes dentais e, ainda, que as lâminas (tábuas) ósseas ves­tibular e palatina (lingual, no caso dos dentes inferiores) são constituídas pela cortical vestibular ou palatina (lingual), esponjosa alveolar e cortical alveolar (Figs. 4.1 e 4.2).

Relação dos Dentes Superiores com as Lâminas (Tábuas) Ósseas Vestibular e Palatina (Fig. 4.1) Dentes incisivos e caninos A lâmina óssea vestibular apresenta

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sa­l iências, as eminências alveo­l a­r es, pro­vo­­cadas pelas raízes dentais. Essa lâ­mina, nos­terços cervical e médio, apresenta a cor­t ical alveolar praticamente unida à cor­ti­cal vestibular, enquanto a lâmina óssea pa­latina apresenta tecido ósseo esponjoso­ entre as corticais palatina e alveolar.

Dentes pré-molares e molares Nos pré-molares, a lâmina óssea vestibular é semelhante à dos dentes anterio­ res,­no entanto, não apresenta a formação de eminências alveolares, uma vez que a cor­tical vestibular nessa região apresentase li­geiramente mais espessa. A lâmina óssea pa­latina tem uma quantidade de tecido ósseo esponjoso menor do que na região an­terior e maior do que na região de molares. Na região dos molares a lâmina óssea­ ves­tibular é mais espessa principalmente na região do primeiro molar, em função da pre­sença da crista zigo­ma­­ticoalveolar, ­a­pre­sentando certa quan­­tidade de tecido ós­­seo esponjoso. A lâ­­mina óssea palatina a­presenta as cor­ticais ósseas palatina e al­veo­lar com pouco tecido ósseo esponjoso­ interposto, podendo este até estar ausente.­ 35

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Capítulo

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Relação dos Dentes Inferiores com as Lâminas (Tábuas) Ósseas Vestibular e Lingual Dentes incisivos e caninos (Fig. 4.3A) Nessa região, tanto a lâmina óssea ves­tibular como a lâmina óssea lingual a­presentam-se com as respectivas corticais ós­seas fortemente unidas, sendo que a lâ­mina óssea vestibular, por ser um pouco mais delgada, evidencia as eminências al­veo­lares.

Dentes pré-molares e molares (Fig. 4.3B) Nos pré-molares, a lâmina óssea vestibular, bem como a lâmina óssea lingual, apresentam-se com pequena quantidade de tecido ósseo esponjoso entre as cor­ticais. Na região dos molares, devido ao desvio do arco dental para lingual e ao aparecimento da linha oblíqua da mandíbula (Fig. 4.2), a lâmina óssea vestibular apresenta um grande espessamento da cortical óssea ves­tibular, em função disso, observa-se con­­siderável quantidade de tecido ósseo esponjoso entre as corticais ósseas. Na lâmina óssea lingual, a cortical lingual, bastante delgada, funde-se à cortical al­veo­lar determinando, assim, ausência de te­cido ósseo esponjoso interposto.

Relação dos Dentes Superiores com Regiões Ósseas Vizinhas

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nasal. Essa relação pode ser muito íntima, dependendo de dois fatores: o com­pri­ mento das raízes e a altura da porção óssea infranasal das maxilas.

Com o seio maxilar (Fig. 4.4B) As raízes dos posteriores, em es­pecial as dos molares, relacionam-se com a pa­rede inferior do seio maxilar (soalho si­nusal). Algumas vezes essa relação é tão ín­tima, que podem existir elevações no soalho sinusal promovidas pelas raízes desses dentes.

Com o túber da maxila (Fig. 4.4C) Esta, que é a região mais posterior do corpo da maxila, apresenta-se constituída por tecido ósseo muito delgado. Relacionase com os últimos molares, daí o cuida­do que se deve ter durante as exo­dontias desses dentes. É importante lembrar que o túber da ma­xila está em íntimo contato com o processo pterigoide do esfenoide, no qual encontra-se o hâmulo pterigóideo (na extremidade inferior da lâmina medial), local por on­de passa o músculo tensor do véu palatino. Isso explica o que acontece quando num movimento intempestivo durante a cirurgia para remoção do terceiro molar ocorre fratura do hâmulo pterigóideo, temos aí a queda do palato mole no lado em que houve a fratura.

Relação dos Dentes Inferiores com Regiões Ósseas Vizinhas

Com o canal da mandíbula Com a cavidade nasal (Fig. 4.4A) (Fig. 4.5) Os anteriores mantêm relação com a porção anterior do soalho da cavida­de

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O canal da mandíbula, que abriga os vasos e nervos alveolares inferiores,

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Capítulo 4 – Topografia Dentoalveolar

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Fig. 4.4A Relação dos dentes superiores com a cavidade nasal. Vista anterior.

Fig. 4.4B Vista superior do soalho sinusal, mostrando as raízes dos últimos molares salientandose no interior do seio maxilar.

Fig. 4.4C Relação dos dentes com o túber da maxila. Vista lateral do crânio. Observe a coroa do terceiro molar no interior do túber.

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Capítulo 4 – Topografia Dentoalveolar

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Fig. 4.5E Corte vestíbulo-lingual da mandíbula no nível do germe do terceiro molar.

Forame mentual Canal da mandíbula

Fig. 4.6 Corte vestíbulo-língual da mandíbula no nível do forame mentual.

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Capítulo 4 – Topografia Dentoalveolar

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MÚSCULOS DA FACE (MÚSCULOS DA MÍMICA OU DA EXPRESSÃO FACIAL) Generalidades Esses músculos são também chamados cutâneos da cabeça, músculos da mímica ou músculos da expressão fa­cial. Apresentam em comum o fato de terem sua inserção na camada profunda da pele. Uma vez inseridos na pele da face, esses mús­cu­los podem movê-la, modificando assim as expressões faciais. Além dessa função, atuam no fechamento das pál­pebras, na abertura e fechamento dos lá­bios e auxiliam na preensão dos alimentos e na fala. Esses músculos apresentam ainda em co­mum a sua inervação, proporcionada pelo nervo facial. Para facilitar seu estudo, agruparemos essa musculatura da seguinte maneira:  Primeiro grupo – músculo da região

cer­vical  Segundo grupo – músculos localizados ao redor das cavidades oral e nasal­  Terceiro grupo – músculos localizados ao redor da cavidade orbital  Quarto grupo – músculos localizados ao redor do pavilhão da orelha

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 Quinto grupo – músculos localizados

no couro cabeludo

Primeiro Grupo: Músculo da Região Cervical Platisma O platisma (Figs. 10.1A e B) é uma lâmina mus­cular achatada e larga que recobre a maior parte da região lateral e anterior do pescoço. Sua margem posterior estende-se do acrômio da escápula ao ângulo da man­díbula, e sua margem ante­rior da região es­ternoclavicular ao mento.  Origem – no esterno, clavícula, articu-

lação esternoclavicular e acrômio da es­cápula  Inserção – base da mandíbula e al­gu­

mas­fibras (que se prolongam pela fa­ce­) no ângulo da boca  Função – mantém a pele do pescoço

dis­ten­dida (facilitando o fluxo venoso) e tra­ciona o ângulo da boca no sentido lateroinferior. 69

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Capítulo

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Anatomia para o Cirurgião-dentista

Platisma Platisma

Fig. 10.1A Vista anterolateral do pescoço.

Fig. 10.1B Vista anterolateral do pescoço com o platisma rebatido.

Segundo Grupo: Músculos Músculo levantador do lábio superior (levantador próprio) Localizados ao Redor das Cavidades Oral e Nasal  Origem – margem infraorbital (Figs. 10.2, 10.3A e B, 10.4  Inserção – lábio superior  Função – levantar o lábio supe­rior, e 10.5) projetando-o anteriormente (levemente)

Músculo levantador do lábio superior e da asa do nariz (levantador comum)

Músculo zigomático menor

 Origem – processo frontal da maxila

 Origem – corpo do osso zigomático

 Inserção – pele da asa do nariz e lábio

 Inserção – lábio superior

su­perior  Função – levantar a asa do nariz (di­ la­tan­­do assim as narinas) e o lábio su­pe­ri­or

 Função – tracionar o lábio superior no

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sentido su­pe­rolateral Esse músculo apresenta-se ausente em 20% dos casos.

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Músculo levantador do lábio superior e da asa do nariz

Músculo zigomático menor

Músculo nasal (parte transversa)

Músculo zigomático maior

Músculo nasal (parte alar)

Músculo levantador do lábio superior

Fig. 10.3A Músculos do terço médio da face.

Músculo abaixador do lábio inferior (quadrado do lábio inferior)

Músculo risório (músculo do sorriso franco)

 Origem – região lateral do mento

bochecha  Inserção – ângulo da boca  Função – tracionar lateralmente o ângulo da boca (tração leve)

 Inserção – lábio inferior  Função – tracionar inferiormente

o lábio inferior e levemente para lateral

Músculo mentual

 Origem – fáscia parotídea e pele da

 Origem – fossa mentual

Músculo bucinador (músculo da bochecha)

 Inserção – lábio inferior e pele do

 Origem – processo alveolar da maxila

­ en­­­­­­to­ m  Função – tracionar superiormente a pele do mento e everter o lábio infe­rior (“dobrar para fora”)

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na altura do primeiro molar, processo pi­r a­­midal do palatino, hâ­mulo pteri­góideo, face medial do ramo da mandíbula, trí­go­no retromolar e parte

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Músculo bucinador

Fig. 10.4 Vista lateral da cabeça. Uma parte do ramo e do corpo da mandíbula foi removida.

Transversa  Inserção – atravessa a porção infe­rior do dorso do nariz, unindo-se ao feixe do lado oposto  Função – comprimir a narina

 Inserção – pele ao redor da órbita

Esse músculo circunda toda a rima das pálpebras (“abertura das pálpebras”)  Função – aproximar as pálpebras

Músculo prócero

Terceiro Grupo: Músculos Localizados ao Redor da Cavidade Orbital (Figs. 10.2 e 10.5)

 Origem – osso nasal próximo à sutura

Músculo orbicular do olho

Músculo corrugador do supercílio

Esse músculo pode ser dividido em duas partes principais: orbital e palpebral.  Origem – região da margem medial da órbita no processo frontal da maxila e osso lacrimal

 Origem – osso frontal na extremidade

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fron­tonasal  Inserção – pele da região de glabela  Função – tracionar inferiormente e ­a­pro­ximar os supercílios

medial do arco superciliar. Os feixes estendem-se lateralmente  Inserção – porção lateral da pele do su­per­cílio

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Músculo frontal – ou ventre frontal do músculo occipitofrontal (Fig. 10.5)

Músculo occipital – ou ventre occipital do músculo occipitofrontal

 Origem – margem anterior da aponeu­

 Origem – linha nucal suprema e base

rose epicrânica  Inserção – pele do supercílio e raiz do nariz  Função – elevar o supercílio, ocasio­nan­ do pregas horizontais na pele da fronte

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do processo mastoide do temporal  Inserção – aponeurose epicrânica  Função – fixar a aponeurose epicrâ­nica

para a ação do frontal

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CAVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES

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Generalidades

Divisão

Os alimentos ingeridos, precisam ser solubilizados e sofrer modificações químicas para que sejam absorvidos e assimilados, e nisso consiste a digestão dos alimentos, ou seja, num conjunto de fenômenos que tem por finalidade transforma-los em compostos químicos mais simples e assimiláveis pelo organismo. Esse processo se inicia na primeira porção do tubo digestório, a cavidade oral, através da mastigação e da ação de enzimas digestivas produzidas pelas glândulas salivares.

A cavidade oral é dividida em duas porções: vestíbulo da boca e cavidade própria da boca. O vestíbulo da boca é o espaço situado entre os lábios e bochechas de um lado e as gengivas e dentes do outro. O restante, até o limite posterior, constitui a cavidade própria da boca. No vestíbulo da boca a mucosa labial, bem como a mucosa da bochecha, sofrem uma reflexão passando a recobrir o osso alveolar. Exatamente esse local, onde ocorre a reflexão, é denominado fórnice do vestíbulo. No plano mediano do vestíbulo, encontram-se duas pregas da mucosa denominadas frênulos labiais (frênulo do lábio superior e frênulo do lábio inferior). Na região de bochecha, essas pregas recebem o nome de frênulos laterais (bridas) (Figs. 19.1A e 19.1B).

Cavidade Oral Limites  Anterior – lábios  Lateral – bochechas  Superior – palato  Inferior – músculos que constituem o

soalho da boca  Posterior – istmo das fauces (passagem que comunica a cavidade oral com a parte oral da faringe)

Lábios Os lábios da boca, superior e inferior, são constituídos de músculos e glândulas cobertos por pele (externamente) e mucosa 137

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Anatomia Anatomia para o Cirurgião-dentista

(internamente). O lábio superior limita-se com o nariz e está separado da bochecha por um sulco variável, o sulco nasolabial (Fig. 19.2). A partir da asa do nariz de cada lado, esse sulco estende-se no sentido inferolate­ral ao ângulo da boca. Em indivíduos jovens, o lábio inferior não tem limites com a bochecha. Com o passar do tempo, forma-se um sulco que se inicia próximo ao ângulo da boca e estende-se no sentido lateroinferior à base da mandíbula. Esse sulco é denominado sulco labiomarginal. O lábio inferior limita-se com o mento por uma depressão denominada sulco mentolabial (Fig. 19.2). Os lábios, superior e inferior, unem-se no nível do ângulo da boca. Nesse local nota-se uma discreta depressão denominada comissura dos lábios, melhor visualizada quando a boca está entreaberta (Fig. 19.3). A pele dos lábios termina numa linha evidente e ligeiramente elevada, sendo substituída por uma zona de transição entre a pele e a mucosa, denominada zona vermelha dos lábios. Na zona vermelha do lábio superior há uma saliência mediana denominada tubérculo. Desse local observa-se uma ligeira depressão que se dirige para o nariz, denominada filtro (Fig. 19.2).

Bochechas As bochechas, que constituem os li­m ites laterais da cavidade oral, são constituídas por músculos (bucinador e masseter) e revestidas internamente por mucosa e externamente por pele. A bochecha contém uma formação especial de tecido gorduroso, denominada

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corpo adiposo da bochecha (bola adiposa de Bichat). O corpo adiposo da bochecha (Fig. 19.4) é uma estrutura arredondada, biconvexa, localizada entre os músculos bucinador e masseter. Essa estrutura apresenta grande volume no recém-nascido e na criança, desse modo, chegou-se a pensar que ela auxiliaria nos movimentos de sucção. Atualmente acredita-se que funcione como um amortecedor entre os músculos bucinador e masseter. O ducto parotídeo abre-se na mucosa da bochecha no nível do segundo molar superior. A abertura deste ducto é geralmente evidenciada por uma elevação da mucosa denominada papila do ducto parotídeo (Fig. 19.5).

Palato O palato (Figs. 19.6 e 19.7) constitui o limite superior da cavidade oral, vulgarmente chamado “céu da boca”. É dividido em palato duro e palato mole (ou véu palatino). O palato duro (Fig. 19.6) corresponde à parte anterior e óssea do palato, enquanto que o palato mole (Fig. 19.7) é posterior e muscular. No palato duro observa-se uma crista mediana, a rafe do palato, que termina anteriormente logo atrás dos incisivos centrais superiores, numa saliência lisa, piriforme, denominada papila incisiva. Irradiando-se a partir da papila inci­ siva, verifica-se uma série de rugas irregulares cruzando o palato transversalmente, denominadas pregas palatinas transversas. No palato mole encontra-se uma saliência cônica mediana, a úvula palatina (Fig. 19.7).

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Sulco nasolabial

Filtro

Ângulo da boca

Zona vermelha dos lábios

Sulco mentolabial

Tubérculo

Fig. 19.2 Terço inferior da face.

Língua Comissura dos lábios

Fig. 19.3 Cavidade oral. Boca entreaberta com a língua tocando o palato.

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Papila incisiva

Pregas palatinas transversas Rafe do palato

Fig. 19.6 Palato duro.

Soalho da boca No soalho da boca (Figs. 19.8 e 19.9) observa-se na linha mediana uma prega delgada que se estende até a face inferior da língua, denominada frênulo da língua (Fig. 19.8). Lateralmente, de cada lado do frênulo, há uma pequena papila denominada carúncula sublingual (Fig. 19.8), onde se abre o ducto submandibular e o ducto sublingual maior. A glândula sublingual e o ducto da glândula submandibular produzem uma elevação na mucosa do soalho da boca – a prega sublingual. O órgão mais evidente e saliente no soalho da boca é a língua. A língua é um órgão muscular revestido por mucosa, que exerce importantes funções na mastigação,

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na deglutição, como órgão gustativo e na própria articulação da palavra. Sua face superior é denominada dorso da língua (Fig. 19.10). Nessa face, na junção dos dois terços anteriores (parte pré-sulcal) com o terço posterior (parte pós-sulcal), existe um sulco em forma de “V”, o sulco terminal (Fig. 19.10). Observando-se a mucosa que reveste o dorso da língua nota-se a presença de vários tipos de projeções, as papilas linguais (Figs. 19.10 e 19.11). As maiores, facilmente identificáveis, estão dispostas geralmente em “V”, logo adiante do sulco terminal e são denominadas papilas circunvaladas. Além destas, existem as papi­ las filiformes, fungiformes e folhadas. Todo o dorso da língua apresenta um aspecto aveludado, mais ou menos

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uniforme, proporcionado pelas papilas filiformes (mais numerosas). As papilas fungiformes distribuem-se isolada e irregularmente entre as filiformes (menor quantidade). As papilas folhadas apresentam-se como pequenas pregas verticais paralelas entre si, encontradas na parte posterior da margem da língua. Na face inferior da língua chama atenção uma prega irregular denominada prega franjada da língua (Fig. 19.8). Os dentes, que também fazem saliência na cavidade oral, serão melhor estudados em compêndios específicos.

Istmo das fauces (Fig. 19.7) Comunica a cavidade oral com a parte oral da faringe. Limites:  Superior – palato mole  Laterais – arcos palatoglossos  Inferior – dorso da língua

Glândulas Salivares As glândulas salivares são responsáveis pela secreção da saliva. Anatomicamente podemos dividi-las em glândulas salivares maiores e menores. As glândulas salivares maiores são: parótida, submandibular e sublingual. Todas essas glândulas são pares. As glândulas salivares menores compreendem as glândulas labiais, da bochecha, molares, palatinas e linguais. Essas glândulas são pequenas e situam-se nos lábios, nas bochechas, no palato e na língua. O conjunto das secreções de todas essas glândulas, maiores e menores, denomina­‑se saliva. Esta tem em parte

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função física e em parte função química. A primeira corresponde à propriedade que tem a saliva de umedecer e lubrificar os alimentos. A função química corresponde à ação das enzimas existentes na saliva que iniciam a primeira fase da digestão. Segue abaixo a descrição das glândulas salivares maiores. — Glândula parótida (Fig. 19.12): é a maior das três glândulas salivares maiores. Está em posição inferior ao arco zigomático, anteroinferior ao meato acústico externo, anterior ao processo mastoide (sobre o músculo masseter) e posterior ao ramo da mandíbula. Existe uma íntima relação entre a parótida e a mandíbula e isso se torna evidente quando a parótida é acometida por algum processo patológico, como a parotidite epidêmica ou caxumba (uma infecção viral da parótida). Em decorrência disso, o indivíduo sente dor durante a mastigação devido à íntima relação mandíbula/ parótida. A parótida encontra-se envolvida por uma bainha denominada fáscia parotídea. Apresenta a forma grosseira de uma pirâmide invertida, onde se destacam um ápice, uma base e faces lateral, anterior e posterior. O ápice situa-se entre o músculo esternocleidomastóideo e o ângulo da mandíbula, já a base se relaciona com o arco zigomático e colo da mandíbula. Portanto, a base corresponde à porção mais superior e o ápice à porção mais inferior. A face lateral, superficial, é coberta pela pele e a face anterior pelo ramo da mandíbula e pelo músculo masseter. Numa situação mais lateral na face anterior encontra-se, às vezes, uma porção destacada, conhecida como glândula parótida acessória. A face posterior relaciona-se acima com o meato acústico externo.

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Capítulo 19 – Cavidade Oral e Glândulas Salivares

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Capítulo 19 – Cavidade Oral e Glândulas Salivares

Língua

Prega sublingual

Fig. 19.9 Soalho da boca.

Sulco terminal

Tonsila lingual

Papilas circunvaladas

Papilas filiformes

Papilas fungiformes

Fig. 19.10 Dorso da língua.

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na cavidade oral no nível da coroa do segundo molar superior. Essa abertura normalmente é acentuada por uma projeção denominada papila do ducto parotídeo (Fig. 19.5). — Glândula submandibular (Figs. 19.12 e 19.13): apresenta-se como um corpo arredondado biconvexo. Sua extremidade superior encontra-se junto à face medial do corpo da mandíbula, na fóvea submandibular, e sua extremidade inferior cobre o tendão intermediário do músculo digástrico. Sua face medial está posteriormente em contato com os músculos estilo-hióideo, estiloglosso e digástrico, e anteriormente com o músculo hioglosso e margem posterior do músculo milo-hióideo. O ducto submandibular (Fig. 19.13) sai da parte superior da face

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medial da glândula, estende-se anteriormente e abre-se na cavidade oral, ao lado do frênulo da língua, na carúncula sublingual (Fig. 19.8). — Glândula sublingual (Fig. 19.13): é um órgão longo e achatado localizado junto à face medial do corpo da mandíbula numa depressão conhecida como fóvea sublingual. Na sua face superior é recoberta pela fina mucosa do soalho da boca, produzindo nessa região do soalho uma saliência, a prega sublingual (Fig. 19.9). A glândula sublingual apresenta ductos sublinguais menores (de 8 a 20, raramente mais de 20), que se abrem separadamente na prega sublingual e alguns no ducto submandibular, e o ducto sublingual maior que drena junto ao ducto submandibular na carúncula sublingual.

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Nilton Alves

CAPÍTULO 1 ESQUELETO CRANIOCERVICAL, 1

Professor do Departamento de Odontologia Integral, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências Morfológicas, Universidad de la Frontera – UFRO, Chile

Paulo L. Cândido Professor do Departamento de Morfologia, Universidade de Santo Amaro – UNISA

CAPÍTULO 2 CAVIDADES, FOSSAS E BASE EXTERNA DO CRÂNIO, 9 CAPÍTULO 3 MAXILA E MANDÍBULA, 25

O texto didático e claro combinado com ilustrações primorosas faz deste livro uma obra que oferece a estudantes e profissionais prazer em sua leitura. Essa combinação perfeita de um texto de fácil compreensão com imagens que podem ser comparadas às dos melhores atlas de Anatomia Humana simplifica muito o aprendizado. Seu conteúdo contempla as regiões da cabeça e do pescoço, respeitando sempre a Terminologia Anatômica Internacional. Trata-se de um livro que, pela objetividade e praticidade, torna suave o caminho daqueles que se dedicam ao estudo da Anatomia.

CAPÍTULO 4 TOPOGRAFIA DENTOALVEOLAR, 35 CAPÍTULO 5 PONTOS CRANIOMÉTRICOS, 43 CAPÍTULO 6 ANÁLISE FUNCIONAL DO ESQUELETO FACIAL (ZONAS DE RESISTÊNCIA E DE FRAGILIDADE), 49

2a Edição

CAPÍTULO 7 ANATOMIA RADIOGRÁFICA DO CRÂNIO, 57

2a Edição

CAPÍTULO 8 ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (ATM), 61 CAPÍTULO 9 DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR , 67 CAPÍTULO 10 MÚSCULOS DA FACE (MÚSCULOS DA MÍMICA OU DA EXPRESSÃO FACIAL), 69

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E OUTROS 25

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9788541202244_Alves quinta-feira, 16 de maio de 2013 11:27:40


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