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FUNDAMENTOS DE ANATOMIA CLÍNICA Uma referência essencial para estudantes de Anatomia Clínica! Fundamentos de Anatomia Clínica | 4a edição apresenta, em formato conciso, todos os conceitos anatômicos fundamentais descritos no livro Anatomia Orientada para a Clínica | 6a edição, do mesmo autor. Trata-se de uma obra moderna e de fácil leitura, que apresenta boxes azuis clínicos, anatomia de superfície e imagens. Esta edição foi totalmente revisada, e seu design foi aprimorado, tornando o texto ainda mais claro. Além disso, inclui: • Capítulo introdutório exclusivo com conceitos básicos e informações importantes sobre os sistemas do corpo, que facilitam a compreensão da anatomia apresentada nos demais capítulos • Mais de 100 ilustrações novas, que, combinadas com o texto claro e objetivo, ajudam o leitor a visualizar e compreender conceitos essenciais • Boxes azuis clínicos, que representam um excelente recurso para o estudante e foram categorizados por ícones para facilitar a consulta e o aprendizado • Tabelas com informações complexas sobre veias, artérias, nervos e outras estruturas, em um formato ideal para estudo.

FUNDAMENTOS DE ANATOMIA CLÍNICA

QUAR TA EDIÇ ÃO

MOORE AGUR DALLEY

Fundamentos de

ANATOMIA CLÍNICA Q UA R TA E D I Ç ÃO

KEITH L. MOORE ANNE M. R. AGUR ARTHUR F. DALLEY

Sumário

Introdução à Anatomia Clínica, 1 Capítulo 1 | Tórax, 47 Capítulo 2 | Abdome, 116 Capítulo 3 | Pelve e Períneo, 203 Capítulo 4 | Dorso, 273 Capítulo 5 | Membro Inferior, 315 Capítulo 6 | Membro Superior, 404 Capítulo 7 | Cabeça, 494 Capítulo 8 | Pescoço, 592 Capítulo 9 | Revisão dos Nervos Cranianos, 642 Referências e Leituras Sugeridas, 672 Índice Alfabético, 673

QUARTA EDIÇÃO

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Fundamentos de

Anatomia Clínica

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O GEN | Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, Roca, AC Farmacêutica, Forense, Método, LTC, E.P.U. e Forense Universitária, que publicam nas áreas científica, técnica e profissional. Essas empresas, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, com obras que têm sido decisivas na formação acadêmica e no aperfeiçoamento de várias gerações de profissionais e de estudantes de Administração, Direito, Enfermagem, Engenharia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Educação Física e muitas outras ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito. Nossa missão é prover o melhor conteúdo científico e distribuí-lo de maneira flexível e conveniente, a preços justos, gerando benefícios e servindo a autores, docentes, livreiros, funcionários, colaboradores e acionistas. Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social e ambiental são reforçados pela natureza educacional de nossa atividade, sem comprometer o crescimento contínuo e a rentabilidade do grupo.

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Fundamentos de

Anatomia Clínica

QUARTA EDIÇÃO

Keith L. Moore, PhD, FIAC, FRSM, FAAA Professor Emeritus, Division of Anatomy Department of Surgery Former Chair of Anatomy and Associate Dean for Basic Medical Sciences Faculty of Medicine, University of Toronto Toronto, Ontario, Canada

Anne M.R. Agur, BSc(OT), MSc, PhD Professor, Division of Anatomy Department of Surgery, Faculty of Medicine Department of Physical Therapy Department of Occupational Science & Occupational Therapy Division of Biomedical Communications Institute of Medical Science Graduate Department of Rehabilitation Science Graduate Department of Dentistry University of Toronto Toronto, Ontario, Canada

Arthur F. Dalley II, PhD Professor, Department of Cell and Developmental Biology Adjunct Professor, Department of Orthopaedics and Rehabilitation Director, Structure, Function and Development and Anatomical Donations Program Vanderbilt University School of Medicine Adjunct Professor for Anatomy Belmont University School of Physical Therapy Nashville, Tennessee, U.S.A.

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�  Foram tomados os devidos cuidados para confirmar a exatidão das informações aqui apresentadas e para des-

crever as condutas geralmente aceitas. Contudo, os autores e a editora não podem ser responsabilizados pelos erros ou omissões nem por quaisquer eventuais consequências da aplicação da informação contida neste livro, e não dão nenhuma garantia, expressa ou implícita, em relação ao uso, à totalidade e à exatidão dos conteúdos da publicação. A aplicação desta informação em uma situação particular permanece de responsabilidade profissional do médico. �  Os autores e a editora envidaram todos os esforços no sentido de se certificarem de que a escolha e a posologia dos medicamentos apresentados neste compêndio estivessem em conformidade com as recomendações atuais e com a prática em vigor na época da publicação. Entretanto, em vista da pesquisa constante, das modificações nas normas governamentais e do fluxo contínuo de informações em relação à terapia e às reações medicamentosas, o leitor é aconselhado a checar a bula de cada fármaco para qualquer alteração nas indicações e posologias, assim como para maiores cuidados e precauções. Isso é particularmente importante quando o agente recomendado é novo ou utilizado com pouca frequência. �  Alguns medicamentos e dispositivos médicos apresentados nesta publicação foram aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para uso limitado em circunstâncias restritas de pesquisa. É da responsabilidade dos provedores de assistência de saúde averiguar a postura da FDA em relação a cada medicamento ou dispositivo planejado para ser usado em sua atividade clínica. �  Os autores e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida. �  Traduzido

de: ESSENTIAL CLINICAL ANATOMY, FOURTH EDITION Copyright © 2011, 2007, 2002, 1995 Lippincott Williams & Wilkins, a Wolters Kluwer business. All rights reserved. 530 Walnut Street Philadelphia, PA 19106 USA LWW.com Published by arrangement with Lippincott Williams & Wilkins, Inc., USA. Lippincott Williams & Wilkins/Wolters Kluwer Health did not participate in the translation of this title.

�  Direitos

exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2013 by editora guanabara koogan ltda. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional

Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro – RJ – CEP 20040-040 Tels.: (21) 3543-0770/(11) 5080-0770 | Fax: (21) 3543-0896 www.editoraguanabara.com.br | www.grupogen.com.br/editorial.saude@grupogen.com.br �  Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, sob

quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição na internet ou outros), sem permissão expressa da Editora.

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Editoração eletrônica: Arte & Ideia

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Ficha catalográfica

M813f Moore, Keith L. Fundamentos de anatomia clínica / Keith L. Moore, Anne M. R. Agur, Arthur F. Dalley II; [revisão técnica­Carlos­ Romualdo Rueff Barroso; tradução Alexandre Lins Werneck]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,­2013. il.; 21 × 28 cm Tradução de: Essential clinical anatomy, 4th ed. Inclui bibliografia e índice ISBN 978-85-277-1840-0 1. Anatomia humana. I. Agur, Anne M. R. II. Dalley II, Arthur F. III. Título. IV. Título: Fundamentos de anatomia clínica. 11-1651.

CDD: 611 CDU: 611

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Revisão técnica Carlos Romualdo Rueff Barroso, M. Sc., Ph.D.

Professor Adjunto do Departamento de Morfologia do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutor em Ciências (Biologia Humana e Experimental) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Morfologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Membro da Sociedade Brasileira de Anatomia (SBA).

Tradução Alexandre Lins Werneck

Mestrado em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Eixo temático: Medicina e Ciências Correlatas. Bacharel em Letras – Português-Inglês com Habilitação em Tradução e Interpretação pela Unilago.

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Em memória carinhosa de Marion, minha melhor amiga, esposa, colega, mãe de nossos cinco filhos e avó de nossos nove netos, por seu amor, apoio incondicional e compreensão. —Keith L. Moore

Para meu marido, Enno, e meus filhos, Erik e Kristina, por seu apoio e incentivo. —Anne M.R. Agur

Para Muriel, minha noiva, melhor amiga, conselheira e mãe de nossos filhos, e para nossa família – Tristan, Lana, Elijah e Finley; Denver e Skyler –, com amor e grande estima por seu apoio, compreensão, bom humor e, principalmente, paciên­cia. —Arthur F. Dalley

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Prefácio Esta edição foi totalmente revisada, lembrando sempre dos muitos comentários inestimáveis recebidos de estudantes, colegas e revisores. As principais características desta obra são: • Texto revisado com maior ênfase na orientação clínica • Várias ilustrações novas foram criadas, e muitas das já existentes foram revistas, recoloridas e redimensionadas. A maioria das figuras é em cores e elaborada para realçar fatos importantes, mostrando sua relação com a medicina clínica e cirúrgica. Buscou-se tornar ainda mais claras as legendas, posicionando as ilustrações no local mais próximo em que são citadas no texto e eliminando interrupções na fluência da leitura • Mais correlações clínicas ilustradas, apresentadas como “boxes azuis”, foram incluí­das para ajudar na compreensão do valor prático da anatomia. Para indicar o tipo de informação clínica incluída, em resposta às sugestões de nossos leitores, os boxes azuis foram classificados pelos seguintes ícones:­

KEITH L. MOORE PHD, FIAC, FRSM, FAAA

Passaram-se 15 anos desde a publicação da primeira edição do Fundamentos de Anatomia Clínica. Como nas três primeiras edições, o objetivo principal desta quarta é oferecer um livro didático conciso e completo de anatomia clínica para estudantes e profissionais nas á­ reas da saú­de e disciplinas relacionadas. Além disso, tornamos esta obra ainda mais atraente para o estudante. As apresentações: • Proporcionam um texto básico de anatomia humana para uso nos currículos atuais dos cursos de Ciên­cias da Saú­de • Apresentam um conteúdo apropriado de material anatômico clinicamente relevante de modo objetivo e compreensível • Enfatizam a anatomia clínica importante para a prática­ • Proporcionam uma visão geral anatômica clinicamente orientada e concisa para futuros cursos clínicos • Servem como um guia de revisão rápida na preparação para exames, especialmente os dos National Board of Medical Examiners • Oferecem informação suficiente para aqueles que desejam atualizar seus conhecimentos sobre anatomia clínica.

Variações anatômicas. Esses boxes azuis representam as variações anatômicas que podem ser encontradas no laboratório de dissecação ou na prática, enfatizando a importância clínica do conhecimento dessas variações. Ciclo da vida. Esses boxes azuis enfatizam fatores pré-natais que afetam a anatomia pós-natal e fenômenos anatômicos especificamente associados aos estágios da vida – infância, adolescência, idade adulta e velhice (terceira idade). Trauma. O efeito de eventos traumáticos – como, por exemplo, fraturas dos ossos ou luxações das ar­ticulações – na anatomia normal e as manifestações e disfunções clínicas resultantes dessas lesões são incluí­dos nesses boxes azuis.

azuis.

Procedimentos diagnósticos. Aspectos anatômi­ cos­e observações que exercem uma função no diagnóstico físico são apresentados nesses boxes

Procedimentos cirúrgicos. Esses boxes azuis consideram tópicos como a base anatômica dos procedimentos cirúrgicos, como, por exemplo, o planejamento das incisões e a base anatômica da anestesia regional. Patologia. O efeito da doen­ça na anatomia normal, como o câncer de mama, e estruturas anatômicas ou princípios incluí­dos no confinamento ou disseminação da doen­ça no corpo são exemplos dos tópicos abordados nesses boxes azuis.

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viii  Fundamentos de Anatomia Clínica

• A anatomia de superfície é integrada no capítulo no momento em que cada região é estudada, para demonstrar a relação entre anatomia e exame físico, diagnóstico e procedimentos clínicos • Técnicas de imagem (radiografias, TC, RM e ultrassonografia) foram incluí­das, a maioria com ilustrações correlacionadas. Técnicas de imagem atuais mostram a anatomia como ela é ­visua­lizada clinicamente. Os termos adotados obedecem à Terminologia Anatômica (1998) aprovada pela International Federation of Association of Anatomists (IFAA). Epônimos, embora não endossados pela IFAA, aparecem entre parênteses para auxiliar os estudantes durante seus estudos clínicos. O “pai” deste livro, o Anatomia Orientada para a Clínica (AOC), do mesmo autor, é recomendado como uma fonte para descrições mais detalhadas da anatomia humana e sua relação e importância para a medicina e a cirurgia. É um

prazer­dar as boas-vindas a Arthur F. Dalley II à nossa equipe de autores. Fundamentos de Anatomia Clínica, além de suas próprias ilustrações e originais exclusivos, utilizou material dos livros Anatomia Orientada para a Clínica e Grant – Atlas de Anatomia. A competência, amplo conhecimento da anatomia clínica e métodos de ensino inovadores realçam esta quarta edição. Novamente, aguardamos seus comentários e sugestões para aprimorarmos ainda mais as futuras edições. Keith L. Moore – University of Toronto, Faculty of Medicine Anne M.R. Agur – University of Toronto, Faculty of Medicine Arthur F. Dalley II – Vanderbilt University, School of Medicine

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Agradecimentos Agradecemos aos seguintes colegas que foram convidados pela editora para auxiliar no desenvolvimento desta quarta edição.

Gene Giggleman Parker College of Chiropractic Dallas, Texas

Colaboradores Saad Al-Ali Department of Anatomy with Radiology University of Auckland Auckland, New Zealand

Thomas H. Gillingwater, PhD Senior Lecturer in Anatomy University of Edinburgh College of Medicine & Veterinary Medicine Edinburgh, Scotland, United Kingdom

Claire Aland School of Biomedical Sciences The University of Queensland Brisbane, Queensland, Australia

Roland A. Giolli, PhD Professor (Recalled) Department of Anatomy and Neurobiology University of California School of Medicine Irvine, California

Dr. Roscoe Bowen Human Performance & Natural Science Campbellsville University Campbellsville, Kentucky

Seth Goldstein Johns Hopkins University Baltimore, Maryland

Richard Boyd Physiology, Anatomy and Genetics University of Oxford Oxford, United Kingdom

Lisa Grossman, MD Resident Physician in Obstetrics and Gynecology Columbia University Medical Center New York–Presbyterian Hospital New York, New York

Peter Clark National Heart and Lung Institute Imperial College London London, United Kingdom Anjanette Clifford, MS, DC Instructor, Gross Anatomy and Neuroanatomy Logan College of Chiropractic Chesterfield, Missouri

David Hepworth Department of Nursing and Midwifery Saint Martins College Lancaster, United Kingdom Edward E. Hurwitz, MD Department of Internal Medicine Boston Medical Center Boston, Massachusetts

Jason Cox School of Medicine University of Missouri Columbia Columbia, Missouri

George J.R. Maat Professor, Department of Anatomy Leiden University Medical Center Leiden, Netherlands

William C. Forbes, DDS Associate Professor, Anatomy University of Detroit Mercy School of Dentistry Detroit, Michigan

Charles Marshall Department of Natural Science Spalding University Louisville, Kentucky

Janene H. Fuerch, BS Medical Student SUNY Buffalo School of Medicine and Biomedical Sciences­ Buffalo, New York

Elizabeth A. Martin, DO, MPH Resident Physician Jersey Shore University Medical Center Neptune, New Jersey

Geraldine Gaik Anatomical Sciences Parker College of Chiropractic Dallas, Texas

Lisa McElroy, MD General Surgery Resident Medical College of Wisconsin and Affiliated Hospitals Milwaukee, Wisconsin

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x  Fundamentos de Anatomia Clínica

Ruth Morgan Albany Medical College Albany, New York

Rayapati Sreenathan, PhD Chairman and Professor of Anatomical Sciences St. Matthew’s University School of Medicine Grand Cayman, British West Indies

Arash Mozayan Isfahani, MD Surgery Resident St. Joseph’s Hospital Phoenix, Arizona

Jason Ting Oklahoma State University Center for Health Sciences Tulsa, Oklahoma

Nina Nandy, MD, MS, PGY-l Internal Medicine Beth Israel Deaconess Medical Center Boston, Massachusetts

Asha Venkatesh Teaching Fellow in Anatomy School of Medicine and Dentistry University of Aberdeen Aberdeen, United Kingdom

Tara Neubrand School of Medicine University of Texas Galveston, Texas Sonja Parisek Department of Medicine University of Miami School of Medicine Miami, Florida Kirtan Patel University of Medicine and Dentistry New Jersey–New Jersey Medical School Newark, New Jersey Shalu Patel University of Miami School of Medicine Miami, Florida Rebecca L. Pratt, PhD Assistant Professor of Histology/Anatomy Structural Biology Department West Virginia School of Osteopathic Medicine Lewisburg, West Virginia Logan Schneider Medical Student University of Florida College of Medicine Jacksonville, Florida Mark Schuenke, PhD Assistant Professor of Anatomy University of New England College of Osteopathic Medicine Biddeford, Maine Scott W. Simpson, PhD Department of Anatomy Case Western Reserve University School of Medicine Cleveland, Ohio

Lawrence M. Witmer, PhD Professor of Anatomy Ohio University College of Osteopathic Medicine Athens, Ohio Kimberly Yang, MD University of Michigan Ann Arbor, Michigan Além dos revisores, muitas pessoas, algumas delas sem compromisso formal, ajudaram-nos comentando partes do original e/ou fazendo críticas construtivas sobre o texto e as ilustrações, tanto nesta edição como nas anteriores: • Dr. Peter Abrahams, Consultant Clinical Anatomist, University of Cambridge and examiner to the Royal College of Surgeons of Edinburgh, Cambridge, UK • Dr. Robert D. Acland, Professor of Surgery/Microsurgery, Division of Plastic and Reconstructive Surgery, University of Louisville, Louisville, Kentucky • Dr. Edna Becker, Associate Professor of Medical Imaging, University of Toronto Faculty of Medicine, Toronto, Ontario • Dr. Donald R. Cahill, Professor of Anatomy (retired; former Chair), Mayo Medical School; former Editor-in-Chief of Clinical Anatomy, Rochester, Minnesota • Dr. Joan Campbell, Assistant Professor of Medical Imaging, University of Toronto Faculty of Medicine, Toronto, Ontario • Dr. Stephen W. Carmichael, Professor Emeritus, Mayo Medical School, Editor-in-Chief of Clinical Anatomy, Rochester, Minnesota • Dr. Carmine D. Clemente, Professor of Anatomy and Cell Biology and Professor of Neurobiology, Emeritus (Recalled), University of California Los Angeles School of Medicine, Los Angeles, California • Dr. James D. Collins, Distinguished Professor of Radiological Sciences, University of California Los Angeles School of Medicine/Center for Health Sciences, Los Angeles, California • Dr. Raymond F. Gasser, Emeritus Professor of Cell Biology­ and Anatomy and Adjunct Professor of Obstetrics and ­Gynecology, Louisiana State University School of Medicine, New Orleans, Louisiana

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• Dr. Ralph Ger, Professor of Anatomy and Structural Biology, Albert Einstein College of Medicine, Brome, New York • Dr. Douglas J. Gould, Associate Professor, The Ohio State University, Columbus, Ohio • Dr. Daniel O. Graney, Professor of Biological Structure, University of Washington School of Medicine, Seattle, Washington • Dr. David G. Greathouse, former Professor and Chair, Belmont University School of Physical Therapy, Nashville, Tennessee • Dr. Masoom Haider, Associate Professor of Medical Imaging, University of Toronto Faculty of Medicine, Toronto, Ontario • Dr. John S. Halle, Professor and Chair, Belmont University School of Physical Therapy, Nashville, Tennessee • Dr. Jennifer L. Halpern, Associate Professor, Department of Orthopaedic Surgery and Rehabilitation, Vanderbilt University, Nashville, Tennessee • Dr. Walter Kuchareczyk, Professor, Department of Medical Imaging, Faculty of Medicine, University of Toronto, Toronto, Ontario • Dr. Nirusha Lachman, Professor of Anatomy, Mayo Medical School, Rochester, Minnesota • Dr. H. Wayne Lambert, Associate Professor, Department of Neurobiology and Anatomy, West Virginia University School of Medicine, Morgantown, West Virginia • Dr. Michael von Lüdinghausen, University Professor, Anatomy Institute, University of Würzburg, Würzburg, Germany • Dr. Shirley McCarthy, Director of MRI, Department of Diagnostic Radiology, Yale University School of Medicine, New Haven, Connecticut • Dr. Lillian Nanney, Professor of Plastic Surgery and Cell and Developmental Biology, Vanderbilt University School of Medicine, Nashville, Tennessee • Dr. Todd R. Olson, Professor of Anatomy and Structural Biology, Albert Einstein College of Medicine, Bronx, New York • Dr. Wojciech Pawlina, Professor and Chair of Anatomy, Mayo Medical School, Rochester, Minnesota • Dr. T.V.N. Persaud, Professor Emeritus of Human Anatomy and Cell Science, Faculties of Medicine and Dentistry, University of Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canada; Professor of Anatomy and Embryology, St. George’s University, Granada, West Indies • Dr. Cathleen C. Pettepher, Professor of Cancer Biology and Cell and Developmental Biology, Vanderbilt University School of Medicine, Nashville, Tennessee • Dr. Thomas H. Quinn, Professor of Biomedical Sciences, Creighton University School of Medicine, Omaha, Nebraska

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• Dr. George E. Salter, Professor of Anatomy, Department of Cell Biology, University of Alabama, Birmingham, Alabama • Dr. Tatsuo Sato, Professor and Head (retired), Second Department of Anatomy, Tokyo Medical and Dental University Faculty of Medicine, Tokyo • Ryckie Wade, MB BS, MClinEd; Yr4, President; UEA Surgical Society, University of East Anglia, School of Medicine, Norwich, United Kingdom • Professor Colin P. Wendell-Smith, Department of Anatomy and Physiology, University of Tasmania, Hobart, Tasmania, Australia • Dr. Andreas H. Weiglein, Associate Professor, Institut für Anatomie, Medical University Graz, Graz, Austria • Dr. David G. Whitlock, Professor of Anatomy, University of Colorado Medical School, Denver, Colorado Todas as novas ilustrações, bem como as alterações nos desenhos e nas fotografias já existentes foram rea­li­zadas por Paulette Dennis e Valerie Oxorn, ambas ilustradoras talentosas da área médica, cujo meticuloso trabalho e discernimento da anatomia são inestimáveis. Agradecemos também a Kam Yu, que preparou as ilustrações para a primeira edição. Outras ilustrações, provenientes da sexta edição do livro Anatomia Orientada para a Clínica e da décima segunda edição do Grant – Atlas de Anatomia, foram preparadas por Angela Cluer, Nina Kilpatrick, Stephen Mader, David Mazierski, Sari O’Sullivan, Bart Vallecoccia, Valerie Oxorn, J/B Woolsey Associates e Dragonfly Media Group. Continuamos a nos beneficiar do projeto de anatomia de superfície fotografado por E. Anne Raynor, Fotógrafa Sênior, Vanderbilt Medical Art Group, sob a direção dos autores Art Dalley e Anne Agur, com o apoio da Lippincot Williams and Wilkins. Nossa estima e agradecimentos são extensivos à equipe de produção e de editorial da Lippincott Williams & Wilkins, que contribuiu com sua experiência no desenvolvimento desta edição: Crystal Taylor, Editor de Aquisições; Julie Montalbano, Gerente de Produto; Jennifer Clements e Doug Smock, Diretores de Arte; e Catherine Noonan, Assistente Editorial. Agradecemos também a Kathleen Scogna, Ex-Editora Sênior de Desenvolvimento, por seu trabalho na parte inicial desta edição. Somos igualmente gratos à Divisão de Vendas da LWW, que exerceu um papel fundamental no sucesso deste livro. Keith L. Moore Anne M.R. Agur Arthur F. Dalley II

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Sumário Introdução à Anatomia Clínica, 1 Abordagens para o estudo da anatomia, 2 Terminologia anatômica, 3 Posição anatômica, 3 Planos anatômicos, 3 Termos de relação e comparação, 4 Termos de lateralidade, 5 Termos de movimento, 5 Variações anatômicas, 5 Tegumento comum, 7 Sistema esquelético, 9 Ossos, 11 Articulações, 14 Sistema muscular, 17 Músculos estriados esqueléticos, 17 Músculo estriado cardía­co, 20 Músculo liso, 20 Sistema cardiovascular, 23 Artérias, 23 Veias, 25 Capilares, 28 Sistema linfático, 28 Sistema nervoso, 30 Parte central do sistema nervoso, 30 Parte periférica do sistema nervoso, 31 Divisão somática do sistema nervoso, 34 Estrutura e componentes de um nervo espinal típico, 34 Divisão autônoma do sistema nervoso, 36 Inervação motora visceral simpática, 38 Inervação motora visceral parassimpática, 42 Sensibilidade aferente visceral, 42 Técnicas de imagem dos sistemas do corpo, 42 Radiografia convencional/simples, 42 Tomografia computadorizada, 44 Ultrassonografia, 44 Ressonância magnética, 44 Tomografia por emissão de pósitrons, 46

1 Tórax, 47 Parede torácica, 48 Esqueleto da parede torácica, 48 Aberturas do tórax, 48 Articulações da parede torácica, 51 Movimentos da parede torácica, 51 Mamas, 53 Músculos da parede torácica, 60

Nervos da parede torácica, 61 Vasculatura da parede torácica, 62 Anatomia de superfície da parede torácica, 65 Cavidade e vísceras torácicas, 68 Fáscia endotorácica, 68 Pleuras e pulmões, 68 Anatomia de superfície das pleuras e dos pulmões, 70 Mediastino, 77 Mediastino anterior, 80 Mediastino médio, 80 Coração e grandes vasos, 82 Anatomia de superfície do coração, 93 Mediastino superior, 100 Mediastino posterior, 106 Técnicas de imagem do tórax, 114

2 Abdome, 116 Cavidade abdominal, 117 Parede abdominal anterolateral, 117 Fáscia da parede abdominal anterolateral, 118 Músculos da parede abdominal anterolateral, 119 Face interna da parede abdominal anterolateral, 121 Anatomia de superfície da parede abdominal anterolateral, 124 Nervos da parede abdominal anterolateral, 125 Vasos da parede abdominal anterolateral, 126 Região inguinal, 127 Peritônio e cavidade peritoneal, 135 Vasos e nervos do peritônio, 136 Formações peritoneais, 136 Subdivisões da cavidade peritoneal, 138 Vísceras abdominais, 140 Esôfago, 142 Estômago, 143 Intestino delgado, 146 Anatomia de superfície do estômago, 148 Intestino grosso, 154 Anatomia de superfície do baço e pâncreas, 161 Baço, 161 Pâncreas, 162 Fígado, 164

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xiv  Fundamentos de Anatomia Clínica

Anatomia de superfície do fígado, 167 Ductos bilíferos e vesícula biliar, 171 Veia porta do fígado e anastomoses portossistêmicas, 173 Rins, ureteres e glândulas suprarrenais, 174 Resumo da inervação das vísceras abdominais, 180 Anatomia de superfície dos rins e ureteres, 180 Diafragma, 186 Aberturas do diafragma, 186 Vasculatura e nervos do diafragma, 189 Parede abdominal posterior, 189 Fáscia da parede abdominal posterior, 190 Músculos da parede abdominal posterior, 190 Nervos da parede abdominal posterior, 190 Vasculatura da parede abdominal posterior, 194 Linfáticos da parede abdominal posterior, 196 Técnicas de imagem do abdome, 198

3 Pelve e Períneo, 203 Pelve, 204 Cíngulo do membro inferior, 204 Articulações e ligamentos do cíngulo do membro inferior, 207 Peritônio e cavidade peritoneal da pelve, 208 Paredes e assoalho da cavidade pélvica, 210 Fáscia da pelve, 214 Nervos da pelve, 216 Artérias e veias da pelve, 219 Linfonodos da pelve, 221 Vísceras pélvicas, 222 Órgãos urinários, 222 Órgãos genitais masculinos internos, 231 Órgãos genitais femininos internos, 235 Reto, 244 Períneo, 246 Fáscias e espaços da região urogenital, 246 Características da região anal, 254 Períneo masculino, 258 Períneo feminino, 266 Técnicas de imagem da pelve e do períneo, 270

4 Dorso, 273 Coluna vertebral, 274 Curvaturas da coluna vertebral, 275 Anatomia de superfície das curvaturas da coluna vertebral, 275 Estrutura e função das vértebras, 276 Características regionais das vértebras, 277 Anatomia de superfície da coluna vertebral, 283 Articulações da coluna vertebral, 287 Movimentos da coluna vertebral, 291

Vasculatura da coluna vertebral, 293 Inervação da coluna vertebral, 293 Medula espinal e meninges, 295 Estrutura dos nervos espinais, 296 Meninges espinais e líquido cerebrospinal, 296 Vasculatura da medula espinal e raí­zes dos nervos espinais, 300 Músculos do dorso, 300 Músculos extrínsecos do dorso, 302 Músculos intrínsecos do dorso, 302 Anatomia de superfície dos músculos do dorso, 303 Músculos suboccipitais e profundos do pescoço, 310 Técnicas de imagem do dorso, 313

5 Membro Inferior, 315 Ossos do membro inferior, 316 Osso do quadril, 317 Fêmur, 317 Patela, 321 Tíbia, 321 Fíbula, 321 Tarso, metatarso e falanges, 321 Fáscia, vasos e nervos cutâneos do membro inferior, 324 Tela subcutâ­nea e fáscia, 324 Anatomia de superfície dos ossos do membro inferior, 326 Drenagem venosa do membro inferior, 330 Drenagem linfática do membro inferior, 331 Inervação cutânea do membro inferior, 332 Coxa e região glútea, 335 Músculos anteriores da coxa, 335 Músculos mediais da coxa, 337 Estruturas neurovasculares e relações na parte anteromedial da coxa, 340 Trígono femoral e canal dos adutores, 340 Nervo femoral, 341 Bainha femoral, 341 Artéria femoral, 342 Veia femoral, 345 Artéria obturatória e nervo obturatório, 345 Regiões glútea e femoral posterior, 345 Músculos da região glútea, 345 Bolsas da região glútea, 347 Músculos da região femoral posterior, 348 Nervos da região glútea e da região femoral posterior, 348 Vasculatura das re­giões glútea e femoral posterior, 351 Fossa poplítea, 355 Fáscia da fossa poplítea, 355

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Vasos na fossa poplítea, 355 Nervos na fossa poplítea, 355 Perna, 356 Compartimento anterior da perna, 356 Compartimento lateral da perna, 356 Compartimento posterior da perna, 362 Pé, 370 Fáscia do pé, 370 Músculos do pé, 371 Nervos do pé, 375 Artérias do pé, 375 Drenagem venosa do pé, 376 Drenagem linfática do pé, 376 Caminhada: o ciclo da marcha, 376 Articulações do membro inferior, 378 Articulação do quadril, 378 Articulação do joelho, 384 Articulações tibiofibulares, 388 Articulação talocrural, 394 Articulações do pé, 396 Arcos do pé, 397 Técnicas de imagem do membro inferior, 402

6 Membro Superior, 404 Ossos do membro superior, 405 Clavícula, 406 Escápula, 406 Úmero, 409 Ulna e rádio, 409 Ossos da mão, 410 Anatomia de superfície dos ossos do membro superior, 414 Estruturas superficiais do membro superior, 416 Fáscia do membro superior, 416 Nervos cutâ­neos do membro superior, 418 Drenagem venosa do membro superior, 420 Drenagem linfática do membro superior, 421 Músculos toracoapendiculares anteriores, 421 Músculos toracoapendiculares posteriores e ­músculos escapuloumerais, 422 Músculos toracoapendiculares posteriores superficiais, 423 Músculos toracoapendiculares posteriores profundos, 423 Músculos escapuloumerais, 426 Axila, 426 Anatomia de superfície das regiões peitoral e escapular (­músculos toracoapendiculares anteriores e posteriores e ­músculos escapuloumerais), 427 Artéria e veia axilares, 428 Linfonodos axilares, 431 Plexo braquial, 432 Braço, 439 Músculos do braço, 439

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Artérias e veias do braço, 442 Nervos do braço, 442 Fossa cubital, 445 Antebraço, 445 Músculos do antebraço, 445 Anatomia de superfície do braço e da fossa cubital, 446 Nervos do antebraço, 455 Artérias e veias do antebraço, 455 Mão, 460 Fáscia palmar, 460 Músculos da mão, 461 Tendões flexores dos ­músculos extrínsecos da mão, 465 Artérias e veias da mão, 465 Nervos da mão, 467 Anatomia de superfície do antebraço e da mão, 472 Articulações do membro superior, 474 Articulação esternoclavicular, 474 Articulação acromioclavicular, 475 Articulação do ombro (glenoumeral), 475 Articulação do cotovelo, 481 Articulação radiulnar proximal, 482 Articulação radiulnar distal, 484 Articulações da mão, 485 Técnicas de imagem do membro superior, 491

7 Cabeça, 494 Crânio, 495 Norma frontal do crânio, 495 Norma lateral do crânio, 495 Norma occipital do crânio, 495 Norma vertical do crânio, 497 Norma basilar externa do crânio, 497 Norma basilar interna do crânio, 498 Couro cabeludo, 501 Meninges cranianas, 501 Dura‑máter (parte encefálica), 502 Aracnoide‑máter e pia‑máter, 507 Espaços meníngeos, 507 Encéfalo, 508 Partes do encéfalo, 510 Sistema ven­tricu­lar do encéfalo, 511 Vasculatura do encéfalo, 513 Face, 518 Músculos da face, 518 Nervos da face, 518 Vasculatura superficial da face e do couro cabeludo, 521 Glândula parótida, 525 Órbitas, 528 Pálpebras e aparelho lacrimal, 529 Bulbo do olho, 532 Músculos extrínsecos do bulbo do olho, 539

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Nervos da órbita, 543 Vasculatura da órbita, 544 Região temporal, 548 Fossa temporal, 548 Fossa infratemporal, 549 Articulação temporomandibular, 554 Região oral, 556 Cavidade oral, 556 Vestíbulo da boca, 556 Dentes e gengivas, 557 Palato, 559 Língua, 562 Glândulas salivares, 566 Fossa pterigopalatina, 569 Nariz, 572 Parte externa do nariz, 572 Cavidades nasais, 572 Seios paranasais, 573 Orelha, 577 Orelha externa, 577 Orelha média, 579 Orelha interna, 582 Técnicas de imagem da cabeça, 588

8 Pescoço, 592 Fáscias do pescoço, 593 Tela subcutâ­nea cervical e platisma, 593 Fáscia cervical, 593 Estruturas superficiais do pescoço: re­giões cervicais, 595 Região esternocleidomastói­dea, 595 Região cervical posterior, 597 Região cervical lateral, 597 Região cervical anterior, 603 Anatomia de superfície das re­giões cervicais e trígonos do pescoço, 610 Estruturas profundas do pescoço, 612 Músculos pré‑vertebrais, 612 Raiz do pescoço, 612 Vísceras do pescoço, 617 Camada endócrina de vísceras cervicais, 618 Camada respiratória de vísceras cervicais, 622 Anatomia de superfície da laringe, 623 Camada alimentar de vísceras cervicais, 630 Vasos linfáticos do pescoço, 637 Técnicas de imagem do pescoço, 640

9 Revisão dos Nervos Cranianos, 642 Considerações gerais sobre os nervos cranianos, 643 Nervo olfatório (NC I), 649 Nervo óptico (NC II), 651 Nervo oculomotor (NC III), 653

Nervo troclear (NC IV), 654 Nervo abducente (NC VI), 655 Nervo trigêmeo (NC V), 656 Nervo facial (NC VII), 659 Motor somático (branquial), 659 Motor visceral (parassimpático), 659 Sensitivo somático (geral), 659 Sensitivo especial (paladar), 659 Nervo vestibulococlear (NC VIII), 659 Nervo glossofaríngeo (NC IX), 663 Motor somático (branquial), 663 Motor visceral (parassimpático), 663 Sensitivo somático (geral), 663 Sensitivo especial (paladar), 664 Sensitivo visceral, 664 Nervo vago (NC X), 664 Motor somático (branquial), 665 Motor visceral (parassimpático), 665 Sensitivo somático (geral), 667 Sensitivo especial (paladar), 667 Sensitivo visceral, 668 Nervo acessório (NC XI), 668 Nervo hipoglosso (NC XII), 670 Referências e Leituras Sugeridas, 672 Índice Alfabético, 673

Correlação Clínica nos Boxes Azuis Introdução à Anatomia Clínica, 1 Incisões e feridas cutâneas, 8 Ossos heterotópicos, 11 Dinâmica do osso, 12 Ossos acessórios, 14 Determinação da idade óssea, 14 Deslocamento e separação das epífises, 14 Necrose avascular, 14 Doença articular degenerativa, 17 Teste muscular, 22 Eletromiografia, 22 Atrofia muscular, 23 Hipertrofia, 23 Anastomoses, circulação colateral e artérias terminais, 25 Arteriosclerose: isquemia e infarto, 25 Veias varicosas, 28 Linfangite, linfadenite e linfedema, 30 Lesão da PCSN, 31 Degeneração do nervo periférico, 34 Capítulo 1  Tórax, 47 Função das cartilagens costais, 54 Fraturas das costelas, 54 Tórax instável, 54 Costelas supranumerárias, 54 Fraturas do esterno, 54 Esternotomia mediana, 54

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Bio­psias do esterno, 54 Paralisia do diafragma, 54 Toracotomia, incisões no espaço intercostal e excisão de costela, 55 Síndrome do desfiladeiro torácico, 55 Luxação das costelas, 55 Quadrantes da mama, 58 Alterações nas mamas, 58 Papilas mamárias e mamas supranumerárias, 58 Carcinoma de mama, 58 Mamografia, 59 Incisões cirúrgicas da mama, 59 Infecção por vírus herpes‑zóster, 64 Dispneia — dificuldade respiratória, 64 Bloqueio de nervo intercostal, 64 Colapso pulmonar, 77 Pneumotórax, hidrotórax, hemotórax e quilotórax, 77 Pleurite, 77 Variação nos lobos dos pulmões, 77 Toracocentese, 77 Ausculta dos pulmões e percussão do tórax, 78 Aspiração de corpos estranhos, 78 Ressecções pulmonares, 78 Lesão às pleuras, 78 Toracoscopia, 78 Embolia pulmonar, 79 Inalação de partículas de carbono, 79 Carcinoma broncogênico, 79 Broncoscopia, 79 Importância cirúrgica do seio transverso do pericárdio, 82 Pericardite e derrame pericárdico, 83 Tamponamento cardía­co, 84 Níveis das vísceras no mediastino, 84 Percussão do coração, 92 Defeitos dos septos interventricular e interatrial, 92 Trombos, 92 Valvopatias cardíacas, 92 Doença arterial coronariana ou coronariopatia, 100 Cirurgia de revascularização do miocárdio, 101 Angioplastia coronariana, 101 Variações das artérias coronárias, 101 Ecocardiografia, 101 Dor referida cardía­ca, 102 Lesão do complexo estimulante do coração, 102 Laceração do ducto torácico, 112 Vias de circulação colateral venosa para o coração, 112 Aneurisma da parte ascendente da aorta, 112 Lesão dos nervos laríngeos recorrentes, 112 Variações das grandes artérias, 112 Coarctação da aorta, 113 Alterações do timo relacionadas à idade, 113

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Capítulo 2  Abdome, 116 Importância clínica da fáscia e dos espaços fasciais da parede abdominal, 122 Incisões cirúrgicas abdominais, 123 Cirurgia endoscópica, 123 Hérnia incisional, 123 Protuberância do abdome, 123 Palpação da parede abdominal anterolateral, 123 Hidrocele e hematocele, 132 Vasectomia, 132 Varicocele, 132 Câncer do testículo, 132 Reflexo cremastérico, 132 Descida das gônadas, 133 Hérnias inguinais, 134 Palpação do anel inguinal superficial, 135 Cistos e hérnias do canal de Nuck, 135 Peritônio e procedimentos cirúrgicos, 141 Peritonite e ascite, 141 Aderências peritoneais e adesiotomia, 141 Paracentese abdominal, 141 Funções do omento maior, 141 Disseminação de líquidos patológicos, 141 Visão geral da rotação embriológica do intestino médio, 155 Hérnia de hiato, 159 Carcinoma do estômago e gastrectomia, 159 Úlceras gástricas, úlceras pépticas, Helicobacter pylori e vagotomia, 159 Úlceras duodenais (pépticas), 160 Divertículo ileal, 160 Diverticulose, 160 Apendicite, 160 Apendicectomia, 160 Colite, colectomia e ileostomia, 160 Colonoscopia, 161 Ruptura do baço e esplenomegalia, 165 Ruptura do pâncreas, 165 Câncer de pâncreas, 165 Abscessos subfrênicos, 167 Biopsia do fígado, 173 Ruptura do fígado, 173 Cirrose hepática, 173 Lobectomias e segmentectomia hepáticas, 173 Cálculos biliares, 173 Colecistectomia, 174 Hipertensão portal, 174 Abscesso perinéfrico, 181 Transplante renal, 181 Vasos renais acessórios, 181 Cálculos renais e ureterais, 181 Injeção intraperitoneal e diá­lise peritoneal, 181 Anomalias congênitas dos rins e ureteres, 181 Dor visceral referida, 185 Secção de um nervo frênico, 191 Dor referida do diafragma, 191

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Ruptura do diafragma e herniação das vísceras, 191 Hérnia diafragmática congênita, 191 Abscesso do músculo psoas, 197 Dor abdominal posterior, 197 Vias colaterais para o sangue venoso abdominopélvico, 197 Aneurisma aórtico abdominal, 197 Capítulo 3  Pelve e Períneo, 203 Diferenças sexuais nas pelves ósseas, 208 Fraturas da pelve, 208 Relaxamento dos ligamentos da pelve e aumento da mobilidade articular durante a gravidez, 210 Lesão ao assoalho da pelve, 216 Lesão dos nervos pélvicos, 217 Cálculos ureterais, 224 Cistostomia suprapúbica, 227 Ruptura da bexiga urinária, 227 Cistoscopia, 228 Esterilização dos homens, 232 Hipertrofia, câncer da próstata e prostatectomia, 234 Distensão e exame da vagina, 237 Culdocentese, 237 Histerectomia, 241 Exame do colo do útero e esfregaço de Papanicolaou, 241 Anestesia regional para o parto, 242 Exame manual do útero, 242 Infecções do sistema genital feminino, 248 Permeabilidade das tubas uterinas, 248 Exame laparoscópico das vísceras pélvicas, 248 Laqueadura das tubas uterinas, 248 Gravidez ectópica tubária, 248 Ressecção do reto, 248 Exame retal, 249 Ruptura do corpo do períneo, 252 Episiotomia, 252 Ruptura da uretra em homens e extravasamento de urina, 255 Abscessos isquioanais, 257 Hemorroidas, 259 Cateterização uretral, 261 Disfunção erétil, 264 Fimose, parafimose e circuncisão, 264 Dilatação da uretra feminina, 269 Inflamação das glândulas vestibulares maiores, 269 Bloqueios dos nervos pudendo e ilioinguinal, 269 Capítulo 4  Dorso, 273 Curvaturas anormais da coluna vertebral, 275 Laminectomia, 277 Fraturas de vértebras, 277 Espinha bífida, 284 Luxação das vértebras, 285 Estenose vertebral lombar, 285

Envelhecimento das vértebras e discos intervertebrais, 289 Lesão e doença das articulações dos processos articulares, 289 Hérnia do núcleo pulposo, 292 Ruptura do ligamento transverso do atlas, 292 Ruptura dos ligamentos alares, 292 Dor nas costas, 294 Punção lombar, 299 Anestesia (bloqueio) peridural, 299 Isquemia da medula espinal, 302 Vias de circulação alternativa, 302 Diminuição da irrigação do tronco encefálico, 311 Distensões e entorses do dorso, 312 Capítulo 5  Membro Inferior, 315 Fraturas do osso do quadril, 317 Fraturas do fêmur, 324 Coxa vara e coxa valga, 324 Fraturas da tíbia e da patela, 325 Enxertos ósseos, 325 Fraturas comprometendo as lâminas epifisiais, 325 Fraturas dos ossos do pé, 326 Anormalidades da função sensitiva, 334 Síndromes compartimentais na perna e fasciotomia, 334 Dissecação da veia safena e lesão do nervo safeno, 334 Varizes, trombose e tromboflebite, 334 Linfonodos inguinais aumentados, 335 Bloqueios dos nervos regionais dos membros inferiores, 335 Contusões do quadril e da coxa, 339 Reflexo patelar, 339 Paralisia do músculo quadríceps femoral, 339 Condromalacia patelar, 339 Transplante do músculo grácil, 339 Distensão da região inguinal, 339 Hérnia femoral, 344 Artéria obturatória substituta ou acessória, 344 Pulso e canulação da artéria femoral, 344 Canulação da veia femoral, 344 Bursites trocantérica e isquiá­tica, 352 Lesão do nervo glúteo superior, 353 Lesões dos músculos isquiotibiais, 353 Lesão do nervo isquiá­tico, 353 Injeções intraglúteas, 353 Pulso poplíteo, 356 Aneurisma poplíteo, 356 Síndrome do estresse tibial medial (“canelite”), 360 Contenção e disseminação de infecções dos compartimentos da perna, 360 Lesão do nervo fibular comum e pé caí­do, 360 Compressão do nervo fibular profundo, 360 Compressão do nervo fibular superficial, 361 Palpação da artéria dorsal do pé, 361

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Distensão do músculo gastrocnêmio, 366 Pulso da artéria tibial posterior, 366 Lesão do nervo tibial, 367 Ausência de flexão plantar, 367 Reflexo calcâneo, 367 Inflamação e ruptura do tendão do calcâneo, 367 Bursite do calcâneo, 367 Fasciite plantar, 376 Feridas hemorrágicas da planta, 376 Enxertos do nervo sural, 376 Reflexo plantar, 378 Contusão do músculo extensor curto dos dedos, 378 Compressão do nervo plantar medial, 378 Fraturas do colo do fêmur (“fraturas do quadril”), 383 Substituição cirúrgica do quadril, 383 Luxação da articulação do quadril, 383 Joelho valgo e joelho varo, 390 Síndrome patelofemoral, 391 Luxação da patela, 391 Cistos poplíteos, 391 Lesões da articulação do joelho, 391 Artroscopia da articulação do joelho, 393 Substituição do joelho, 393 Bursite na região do joelho, 393 Compressão do nervo tibial, 396 Entorses do tornozelo, 396 Fratura‑luxação do tornozelo de Pott, 396 Hálux valgo, 401 Pé plano, 401 Capítulo 6  Membro Superior, 404 Fratura da clavícula, 411 Ossificação da clavícula, 412 Fratura da escápula, 412 Fraturas do úmero, 412 Fraturas da ulna e do rádio, 413 Fraturas da mão, 413 Paralisia do músculo serrátil anterior, 423 Punção venosa, 423 Lesão do nervo axilar, 426 Lesões do manguito rotador e do ­ músculo supraespinal, 426 Compressão da artéria axilar, 430 Anastomoses arteriais em torno da escápula, 430 Lesão da veia axilar, 431 Aumento dos linfonodos axilares, 432 Variações do plexo braquial, 437 Lesões do plexo braquial, 437 Bloqueio do plexo braquial, 438 Tendinite do músculo bíceps braquial, 443 Ruptura do tendão da cabeça longa do músculo bíceps braquial, 443 Reflexo miotático bicipital, 443 Lesão do nervo radial, 444 Lesão do nervo musculocutâ­neo, 444

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Oclusão ou laceração da artéria braquial, 444 Aferindo a pressão arterial, 444 Compressão da artéria braquial, 444 Teste dos músculos flexores superficial e profundo dos dedos, 459 Tendinite do cotovelo ou epicondilite lateral, 459 Cisto sinovial do punho, 459 Dedo em martelo ou do jogador de beisebol, 459 Contratura de Dupuytren da fáscia palmar, 469 Infecções da mão, 469 Laceração dos arcos palmares, 469 Lesões e incisões cirúrgicas na palma, 469 Isquemia dos dedos, 469 Tenossinovite, 469 Síndrome do túnel do carpo, 470 Traumatismo do nervo mediano, 470 Lesão do nervo ulnar, 471 Lesão do nervo radial, 471 Lesões do manguito rotador, 479 Luxação da articulação acromioclavicular, 479 Luxação da articulação do ombro, 480 Tendinite calcificada do músculo supraespinal, 480 Capsulite adesiva da articulação do ombro, 480 Bursite do cotovelo, 485 Avulsão do epicôndilo medial, 485 Luxação da articulação do cotovelo, 485 Reconstrução do ligamento colateral ulnar, 486 Subluxação e luxação da cabeça do rádio, 486 Fraturas e luxações do punho, 490 Capítulo 7  Cabeça, 494 Fraturas do crânio, 497 Lesões e infecções do couro cabeludo, 502 Oclusão das veias do cérebro e dos seios da dura‑máter, 507 Metástase de células tumorais para os seios da dura‑máter, 507 Fraturas da base do crânio, 507 Origem dural das cefaleias, 507 Traumatismos cranianos e hemorragia intracraniana, 510 Lesões cerebrais, 511 Punção da cisterna, 513 Hidrocefalia, 513 Extravasamento de líquido cerebrospinal, 513 Acidentes vasculares cerebrais, 517 Ataques is­quêmicos transitórios, 517 Lesões da face, 518 Neuralgia do trigêmeo, 523 Lesões do nervo trigêmeo, 523 Paralisia de Bell (lesão do nervo facial), 523 Pulsos das artérias da face, 524 Compressão da artéria facial, 524 Carcinoma espinocelular do lábio, 526

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Parotidectomia, 527 Infecção da glândula parótida, 527 Fraturas da órbita, 529 Tumores orbitais, 529 Lesão dos nervos que suprem as pálpebras, 532 Inflamação das glândulas palpebrais, 532 Oftalmoscopia, 537 Descolamento da retina, 537 Papiledema, 538 Presbiopia e cataratas, 538 Glaucoma, 538 Úlceras e transplantes da córnea, 538 Desenvolvimento da retina, 538 Obstrução da artéria central da retina, 547 Obstrução da veia central da retina, 547 Reflexo pupilar à luz, 547 Reflexo corneano, 547 Paralisia dos músculos extrínsecos do bulbo do olho/paralisia dos nervos da órbita, 547 Paralisia do nervo oculomotor (NC III), 547 Paralisia do nervo abducente (NC VI), 547 Bloqueio do nervo mandibular, 555 Bloqueio do nervo alveolar inferior, 555 Luxação da articulação temporomandibular, 555 Artrite da ATM, 556 Cáries dentárias, pulpite e dor de dente, 559 Gengivite e periodontite, 559 Sialografia, 568 Reflexo de vômito, 568 Paralisia do músculo genioglosso, 568 Lesão do nervo hipoglosso, 568 Absorção sublingual de medicamentos, 568 Carcinoma da língua, 568 Fraturas do nariz, 576 Desvio do septo nasal, 576 Rinite, 576 Epistaxe, 576 Sinusite, 576 Infecção das células etmoidais, 576 Infecção dos seios maxilares, 576 Relação entre os dentes e o seio maxilar, 577 Lesão da orelha externa, 586 Exame otoscópico (otoscopia), 586 Otite externa aguda, 587 Otite média, 587 Perfuração da membrana timpânica, 587

Capítulo 8  Pescoço, 592 Disseminação de infecções no pescoço, 596 Torcicolo congênito, 597 Lesões à raiz espinal do nervo acessório (NC XI), 602 Punção da veia subclávia, 602 Proeminência da veia jugular externa, 602 Secção e bloqueio do nervo frênico, 603 Bloqueios nervosos na região cervical lateral, 603 Ligadura da artéria carótida externa, 609 Dissecação cirúrgica do trígono carótico, 609 Pulso da artéria carótida, 609 Oclusão da artéria carótida e endarterectomia, 609 Pulso da veia jugular interna, 609 Punção da veia jugular interna, 610 Bloqueio do gânglio cervicotorácico, 618 Lesão cervical do tronco simpático, 618 Lobo piramidal da glândula tireoide, 619 Tireoidectomia, 619 Glândula tireoide acessória, 621 Lesão dos nervos laríngeos, 629 Fraturas do esqueleto da laringe, 629 Laringoscopia, 629 Aspiração de corpos estranhos, 629 Traqueostomia, 630 Dissecações radicais do pescoço, 638 Adenoidite, 638 Corpos estranhos na parte laríngea da faringe, 638 Tonsilectomia, 638 Zonas de traumatismo do pescoço por instrumento penetrante, 639 Capítulo 9  Revisão dos Nervos Cranianos, 642 Anosmia – perda do olfato, 649 Defeitos do campo visual, 652 Doenças desmielinizantes e o nervo óptico, 653 Paralisias oculares, 656 Lesão do nervo trigêmeo, 659 Lesão do nervo facial, 659 Reflexo corneano, 661 Lesões do nervo vestibulococlear, 663 Surdez, 663 Neuroma acústico, 663 Lesões do nervo glossofaríngeo, 665 Lesões do nervo vago, 668 Lesão do nervo acessório, 669 Lesão do nervo hipoglosso, 670

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Crédito das Figuras Todas as fontes são publicadas pela Lippincott Williams & Wilkins, salvo menção em contrário. INTRODUÇÃO Figura I.3, corte transverso Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.4, p. 8. Figura I.4L Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.51, p. 10. Figura I.8A&D Cortesia do Dr. David Cormack, Professor Emeritus, Division of Anatomy, Department of Surgery, University of Toronto. Figura I.9 Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.15 p. 24. Figura I.11, detalhe Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.18, p. 31. Figura I.13 Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.22A, p. 38. Figura I.14 E&F Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th edition, 2006, Fig. I.23. Figura I.16 B Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.25, p. 41. Figura I.17 Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.27, p. 44. Figura I.19 Ba­sea­da em Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th edition, 2006, Fig. I.41. Figura I.23B Moore KL, Dalley AF, Agur AMR. Clinically Oriented Anatomy, 6th edition, 2009, Fig. I.36, p. 51. Figura I.25 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th edition, 2006, Fig. I.38, p. 59. Figura I.28 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th edition, 2006, Fig. I.40, p. 61. Figura I.29 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th edition, 2006, Fig. I.41, p. 63. Figura I.32 Wicke L. Atlas of Radiologic Anatomy, 6th English ed. Ed. and Trans.: Taylor AN. 1998. [Wicke L. Roentgen-Anatomie Normalbefunde, 5 th ed. Munich: Urban & Schwarzenberg, 1995.] Figura I.33B Cortesia de A.M. Arenson, University of Toronto, Canada. Figura I.33C Wicke L. Atlas of Radiologic Anatomy, 6th English ed. Ed. and Trans.: Taylor AN. 1998. [Wicke L. Roentgen-Anatomie Normalbefunde, 5th ed. Munich: Urban & Schwarzenberg, 1995.] Figura I.34 A. Moore KL. Clinically Oriented Anatomy, 3rd ed., 1992, Fig. 1.30 B. Dean D, Herbener TE. Cross-Sectional Human Anatomy, 2000. Figura I.35 Posner MI, Raichle M. Images of Mind. New York: Scientific American Library, 1994. Figura BI.1 Willis MC. Medical Terminology: The Language of Health Care, 1995. Figura BI.2 Rassner G, Steinert U. Dermatologie. Urban & Schwarzenberg Verlag, Munchen, 1992. CAPÍTULO 1 Figura 1.7D&E Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. l.9D&E, p. 89. Figura 1.11 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009.

Figura 1.19A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 1.20A Cortesia de DE Sanders, University of Toronto, ­Canada. Figura 1.21 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.30, p. 129. Figura 1.22 Baseada em Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Figs. 1.62, 1.64; p. 180, 182. Also Agur AMR, Ming JL. Grant’s Atlas of Anatomy, 10th ed., 1999. Figura 1.25 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.36, p. 138. Figura 1.27C Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 1.59, p. 146. Figura 1.28 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.38, p. 139. Figura 1.30 Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed., 1991. Figura 1.37 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 1.45 A&B, p. 52. Figura 1.38 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 1.46 A&B, p. 53. Figura 1.40 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.39, p. 142. Figura 1.41D Torrent-Guasp F, Buckberg GD, Clemente C, et al. The structure and function of the helical heart and its buttress wrapping. I. The normal macroscopic structure of the heart. Semin Thoracic Cardiovasc Surg 13:30, 2001. Figura 1.42 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.58 A&B(2), p. 172-173. Figura 1.46 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 1.72, p. 75. Figura 1.48 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 1.62, p. 180. Figura 1.49A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 1.80G, p. 87. Figura 1.49B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 1.79C, p. 85. Figura 1.50 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 1.47, p. 54; fotos cortesia de I. Morrow, University of Manitoba, Canada. Figura 1.51 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 1.84BDE, pp. 92-93. Figura B1.1 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B1.2, p. 90. Figura B1.2 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B1.1, p. 84. Figura B1.4AB Bickley LS, Szilagyi PG. Bates’ Guide to Physical Examination, 8th ed, 2002. Figura B1.5 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B1.3, p. 101. Figura B1.6 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B1.4, p. 102. Figura B1.9 Stedman’s Medical Dictionary, 27th ed. (artist: Mikki Senkarik, San Antonio, TX). Figura B1.10 Stedman’s Medical Dictionary, 27th ed (artist: Neil Hardy); fotos de brônquios, carina e traqueia de Fein-

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silver SH, Fein A. Textbook of Bronchoscopy, W&W, 1995; foto cortesia da Temple University Hospital, Philadelphia. Figura B1.11 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. l.34B, p. 135. Figura B1.12 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.16, p. 132. Figura B1.13 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.20, p. 153. Figura B1.14 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.25, p. 155. Figura B1.15 Anatomical Chart Company. Figura B1.16 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.27, p. 157. Figura B1.17 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.17, p. 157. Figura B1.18 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, B1.32, p. 174. Figura B1.19 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, B1.35, p. 176. Figura AS1.1A-C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, SA1.3, p. 92. Figura AS1.2 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, SA1.6, p. 134. Figura AS1.5 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, l.40, p. 45. Figura AS1.6 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, 1.39, p. 44. Figura AS1.7 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, 1.39, p. 44. CAPÍTULO 2 Figura 2.5, detalhe Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 2.8 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.11, p. 195. Figura 2.10A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.15A, p. 204. Figura 2.11 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 2.12E, p. 113. Figura 2.12 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 2.15, p. 222. Figura 2.14 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.33, p. 217. Figura 2.16 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 2.6, p. 105. Figura 2.19 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.27B, p. 223. Figura 2.21A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 1.80E, p. 87. Figura 2.22C, direita Cortesia de EL Landsdown, University of Toronto, Canada. Figura 2.29A Stedman’s Medical Dictionary, 27th ed., 2000 (artist: Neil O. Hardy, Westport, CT). Figura 2.29D Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.48A, p. 244. Figura 2.34A&B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 260A&B, p. 266. Figura 2.34C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 2.22, p. 240. Figura 2.34D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 2.35C Cortesia de GB Haber, University of Toronto, Ontario, Canada. Figura 2.37 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 2.12, p. 323.

Figura 2.38 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.65, p. 270. Figura 2.39A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009. Figura 2.39D&E Karaliotas C et al. Liver and Biliary Tract Surgery: Embryological Anatomy to 3D-Imaging and Transplant Innovations. Vienna: Springer, 2007. Figura 2.40 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 2.54, p. 299. Figura 2.41A&C Cortesia do Dr. GB Haber, University of Toronto, Ontario, Canada. Figura 2.42 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 2.53A, p. 296. Figura 2.44 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 2.57, p. 150. Figura 2.47 Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed., 1991, Fig. 2.108. Figura 2.49 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 2.66, p. 158. Figura 2.51 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.82, p. 294. Figura 2.52 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.86, p. 297. Figura 2.53 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.87, p. 297. Figura 2.55 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table Fig. 2.12, p. 323. Figura 2.56 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 2.69, p. 322. Figura 2.61A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.95A, p. 310. Figura 2.61B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 2.71, p. 171. Figura 2.61C Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed., 1991. Figura 2.62 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.96, p. 311. Figura 2.64 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 2.82C, p. 175. Figura 2.65A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 2.75A (vista anterior), p. 167. Figura 2.65B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.98, p. 314. Figura 2.67 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.100, p. 316. Figura 2.68A-E Cortesia de MA Haider, University of Toronto, Ontario, Canada. Figura 2.69 Cortesia de Tom White, Department of Radiology, The Health Sciences Center, University of Tennessee, Memphis, Tennessee. Figura 2.70 Cortesia de AM Arenson, University of Toronto, Canada. Figura 2.71A Cortesia de M Asch, University of Toronto, Canada. Figura 2.71B Dean D, Herbener TE. Cross-Sectional Human Anatomy, 2000. Figura 2.71C Cortesia de CS Ho, University of Toronto, Canada. Figura B2.1 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.15, p. 204. Figura B2.2 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B2.1, p. 208. Figura B2.3 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.4ABC, p. 214. Figura B2.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Figs. 2.13 and 2.14, p. 218-219. Figura B2.5 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Table Fig. B2.1, p. 213.

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Figura B2.6 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B2.3AC, p. 214. Figura B2.7 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B2.14, p. 269. Figura B2.8 Radiografia de Brant WE, Helms CA. Fundamentals of Diagnostic Radiology, 2nd ed., 1999. Figura B2.9, inserção Stedman’s Medical Dictionary, 28th edition, 2005. Figura B2.11A Moore KL, Persaud TVN. Before We Are Born, 7th ed., Saunders (Elsevier), Philadelphia, 2008, Fig. 9.10, p. 100. Cortesia do Dr. Nathan E. Wiseman, Professor of Surgery, Children’s Hospital, University of Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canada. Figura B2.11B Moore KL, Persaud TVN. The Developing Human, 8th ed., Saunders (Elsevier), Philadelphia 2008, Fig. 8.12C, p. 156. Cortesia do Dr. Prem S. Sahni, formerly of Department of Radiology, Children’s Hospital, Winnipeg, Manitoba, Canada. Figura B2.12C Eckert P et al., Fibrinklebung, Urban and Schwarzenberg Verlag, Munchen, 1986. Figura AS2.2 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.36, p. 232. Figura AS2.3 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.5A-C, p. 264. Figura AS2.5 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 2.78, p. 292. CAPÍTULO 3 Figura 3.1 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 3.1, p. 328. Figura 3.2 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.4AB Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.5 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, 4.27 and 4.28, p. 526 and 528. Figura 3.7AB Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 3.3, p. 374. Figura 3.8A&C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Figs. 3.49D e Fig. 3.39A, p. 259 and 258. Figura 3.8BD&E Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Figs. 3.13 B&D, 3.14B, p. 346-247. Figura 3.10 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 3.10B, p. 380. Figura 3.20B Modificada de Tank, PW. Grant’s Dissector, 13th ed., 2005, Fig. 5.31, p. 117. Figura 3.24 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.27A, esquerda Dauber W. Pocket Atlas of Human Anatomy. Rev. 5th ed., New York: Thieme, 2007, p. 195. Figura 3.27A, direita Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 3.21A, p. 217. Figura 3.36B&D Cortesia de AM Arenson, University of Toronto, Canada. Figura 3.37 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 3.15A, p. 211; Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, p. 199. Figura 3.41 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.42A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, 3.51A. Figura 3.42B Modificada de Clemente CD. Anatomy: A Regional Atlas of the Human Body, 5th ed. 2006, Fig. 272.I. Figura 3.44 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 3.53A-F, p. 407.

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Figura 3.45 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 3.54BC, p. 408. Figura 3.46 Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed. 1991, Fig. 3.60B&C. Figura 3.47 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 3.55, p. 265. Figura 3.49 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 3.55B, p. 264. Figura 3.51 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.52 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.55 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 3.56 Cortesia de MA Haider, University of Toronto, Canada. Figura 3.58A Beckmann CRB et al., Obstetrics and Gynecology, 5th ed, 2006. Figura 3.58B Cortesia do Dr. A. M. Arenson, Assistant Professor of Medical Imaging, University of Toronto, Ontario, Canada. Figura 3.58C. Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 3.40, p. 384. Figura 3.58D&F Daffner RH, Clinical Radiology: The Essentials, 2nd ed., 1998. Figura 3.58E Erkonen WE, Smith WL, Radiology 101: Basics and Fundamentals of Imaging, 1998. Figura B3.1 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.24B, p. 436. Figura B3.2 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.7, p. 401. Figura B3.3 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.9, p. 409. Figura B3.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.14B, p. 418. Figura B3.5 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.18, p. 421. Figura B3.6 Stedman’s Medical Dictionary, 27th ed., 2000. Figura B3.8 Fuller J, Schaller-Ayers J. A Nursing Approach, 2nd ed. Philadelphia: Lippincott, 1994. B3.11 (artist: Larry Ward, Salt Lake City, UT). Figura B3.9 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura B3.10 Foto cortesia de RE Bristow, Johns Hopkins School of Medicine, Baltimore, MD. Figura B3.11 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.25., p. 442. Figura B3.12 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.26A, p. 450. Figura B3.13 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.26B, p. 450. Figura B3.14 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B3.29, p. 466. CAPÍTULO 4 Figura 4.1 AB&D Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 4.1, p. 444. Figura 4.1C Olson TR. Student Atlas of Anatomy, 1996. Figura 4.2 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 4.3A&B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.10, p. 295. Figura 4.3C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 4.3D&E Modificada de Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed. 1991, p. 211.

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Figura 4.4 AB&D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.12ABD, p. 297. Figura 4.4C Cortesia de D. Salonen, University of Toronto, Canada. Figura 4.4E Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.12E, p. 297. Figura 4.5A-C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 4.5D Becker RF et al. Anatomical Basis of Medical Practice. Williams & Wilkins, 1974. Figura 4.6A-C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 4.3, p. 49l. Figura 4.6D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.16B, p. 302. Figura 4.7A&C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.24AB, p. 313. Figura 4.7B&D Olson TR. Student Atlas of Anatomy, 1996. Figura 4.8D-F Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 4.9B-D, p. 500. Figura 4.11 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 4.19, p. 470. Figura 4.13 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 4.22A-C, p. 473. Figura 4.15 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 4.22C-E Olson TR. Student Atlas of Anatomy, 1996. Figura 4.23D&E Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, T4.7, p. 539. Figura 4.25A Cortesia de D. Salonen, University of Toronto, Canada; B. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, T7.2, p. 63l. Figura 4.26C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 4.39, p. 551. Figura 4.27A&B Cortesia de Visible Human Project; National Library of Medicine; Visible Man 1715. Figura 4.27C Cortesia de D. Armstrong, University of Toronto, Canada. Figura B4.1 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B4.16, p. 515. Figura B4.2 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura B4.3 van de Graaff K. Human Anatomy, 4th ed. Dubuque, IA: WC Brown, 1995, p. 163. Figura B4.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B4.15, p. 513. Figura B4.5 Clark CR et al. The Cervical Spine, 1998. Figura B4.6 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B4.6, p. 464. Figura B4.7 Atlas SW, MD. Magnetic Resonance Imaging of the Brain and Spinal Cord, 3rd ed., 2001, Fig. 28.44 B&C. Figura SA4.2A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 4.6A, p. 452. Figura T4.6 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. T4.8A-D, p. 54l. Figura T4.7 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 4.35, p. 491. Figura T4.10 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. T4.11, 546. Figura T4.11 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. T4.11, p. 494. CAPÍTULO 5 Figura 5.1B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005 and Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., Figs. 5.14 and 5.3, p. 588 e 558.

Figura 5.3A Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 5.6 A&B, p. 56l. Figura 5.3B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.23B, p. 312. Figura 5.3C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 4.23A, p. 312. Figura 5.7 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 5.9A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 5.11C, p. 365. Figura 5.9C Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.14D, p. 534. Figura 5.10 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.14C&E, p. 534. Figura 5.12F Rose J, Gamble JG. Human Walking, 2nd ed. Baltimore: Williams & Wilkins, 1994. Figura 5.12G Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002. Figura 5.13C Agur AMR, Ming JL. Grant’s Atlas of Anatomy, 10th ed. Figura 5.14B Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 5.20A, p. 602. Figura 5.19D&E Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002. Figura 5.23E Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed and Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.43C, p. 575. Figura 5.26A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.14E, p. 534. Figura 5.28B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, p. 423. Figura 5.28C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 5.91B, p. 472. Figura 5.31B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 5.59B, p. 433. Figura 5.31C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 5.91B, p. 472. Figura 5.34 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 5.11, p. 643. Figura 5.35 Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002. Figura 5.38 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 5.43C, p. 662. Figura 5.40 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 5.14-IIA, p. 659. Figura 5.41 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.72, p. 618. Figura 5.43 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 5.32A, p. 380. Figura 5.45 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 5.52B, p. 677. Figura 5.47 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.82, p. 632. Figura 5.48B&D Cortesia de P. Bobechko, University of Toronto, Canada. Figura 5.51D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 5.50B, p. 401. Figura 5.55A Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002, plate 10-1. Figura 5.55B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 5.95B, p. 647. Figura 5.55C Cortesia de P. Bobechko e E. Becker, Department of Medical Imaging, University of Toronto, Toronto, Ontario, Canada.­

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Figura 5.59 Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002, plate 10-1. Figura 5.61C Cortesia de Visible Human Project: National Library of Medicine; Visible Man 2105. Figura 5.61D MRI cortesia de D. Salonen, University of Toronto, Canada. Figura 5.62D-F Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 5.91D-E, p. 472-473. Figura 5.4 ©eMedicine.com, 2008. Acessível em: http://emedicine. medscape.com/article/411842-overview. Figura B5.7 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.16B, p. 561. Figura B5.8 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.l5, p. 560. Figura B5.9 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.18BC, p. 562. Figura B5.11 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.20, p. 606. Figura B5.12 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.27, p. 625. Figura B5.13 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. B5.25, p. 632. Figura B5.14, desenhos Willis MC. Medical Terminology: A Programmed Learning Approach to the Language of Health Care. Lippincott Williams & Wilkins: Baltimore, 2002. Figura B5.14, radiografia Daffner RH: Clinical Radiology – The Essentials. Lippincott Williams & Wilkins: Baltimore, 1993. Figura B5.15 Modificada de Palastanga NP et al. Anatomy and Human Movement, 4th ed. Oxford, UK: Butterworth-Heinemann, 2002. Figura B5.16D Stedman’s Medical Dictionary, 27th ed., 2000. Figura B5.16E Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B5.31, p. 701. Figura B5.16F Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B5.29, p. 700. CAPÍTULO 6 Figura 6.1 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.1, p. 672. Figura 6.2 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.2, p. 672. Figura 6.6 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.7BC, p. 677. Figura 6.9 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.9C, p. 679. Figura 6.10 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 6.10A, p. 744. Figura 6.15A-D Clay JH, Pounds DM. Basic Clinical Massage Therapy: Integrating Anatomy and Treatment, 2002. Figura 6.15E Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.38 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 6.10, p. 820. Figura 6.39, esquerda Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.39, direita Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.43 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.44 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.45 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.76, p. 774. Figura 6.47 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005.

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Figura 6.48B Cortesia de D. Armstrong, University of Toronto, Canada. Figura 6.50 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.86AB, p. 785. Figura 6.54A Cortesia de E. L. Landsdown, University of Toronto, Canada. Figura 6.55A Cortesia de E. Becker, University of Toronto, Canada. Figura 6.55B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 6.58C Cortesia de J. Helsin, University of Toronto, Canada. Figura 6.61A Dean D, Herbener TE. Cross-Sectional Anatomy, 2000, plate 7.2, p. 140-141. Figura 6.61B Dean D, Herbener TE. Cross-Sectional Anatomy. 2000, plate 7.5, p. 140-141. Figura 6.61C Dean D, Herbener TE. Cross-Sectional Anatomy. 2000, plate 7.8. Figura 6.62A Cortesia de Walter Kucharczyk, University of Toronto, Canada. Figura 6.62B&C Lee JKT et al. Computed Body Tomography with MRI Correlation, 2003, p. 1491, Fig. 22.13 AC. Figura B6.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.4, p. 738. Figura B6.5 Rowland LF. Merritt’s Textbook of Neurology, 9th ed., 1995. Figura B6.7 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.15, p. 793. Figura B6.8 Hall-Craggs. Anatomy as a Basis of Clinical Medicine, 3rd ed., 1995. Figura B6.10 Anderson MK et al. Foundations of Athletic Training, 3rd ed., 1995. Figura B6.12 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.19A, p. 813. Figura B6.13 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.21, p. 814. Figura B6.16C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura B6.18 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.10, p. 712. Figura B6.21 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.33, p. 862. Figura B6.22 MCT/Landov. Figura B6.23 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B6.36, p. 866. Figura AS6.1A Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. SA6.1, p. 739. Figura AS6.1B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 6.11, p. 682. Figura AS6.3 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. SA6.8 and 6.9, p. 800. Figura AS6.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. SA6.1.5, p. 845. CAPÍTULO 7 Figura 7.1 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.3B, p. 613. Figura 7.2 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.4, p. 614. Figura 7.3A&C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.6B, p. 619. Figura 7.4 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.16, p. 634. Figura 7.7B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.21A, p. 639.

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xxvi  Fundamentos de Anatomia Clínica Figura 7.9A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.17A, p. 635 Figura 7.9B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.20B, p. 638. Figura 7.11ABC Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 7.26C, B, F, p. 626-627. Figura 7.14 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 7.3, p. 929. Figura 7.16A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Table 7.1 (left), p. 629. Figura 7.16B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Table 7.2 (right), p. 631. Figura 7.17 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 7.6, p. 948. Figura 7.24A Cortesia de W. Kucharczyk, University of Toronto, Canada. Figura 7.24B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 7.39B, p. 645. Figura 7.24C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 7.23A, p. 938. Figura 7.26 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.49, p. 894. Figura 7.27 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.50, p. 895. Figura 7.28A Melloni JL. Melloni’s Illustrated Review of Human Anatomy: By Structures – Arteries, Bones, Muscles, Nerves, Veins, 1988, p. 149. Figura 7.28B van de Graaf K, Human Anatomy, 4th ed., Dubuque, IA: WC Brown, 1995, Fig. 15.18, p. 479. Figura 7.29 Welch Allyn, Inc., Skaneateles Falls, NY. Figura 7.30 van de Graaf K, Human Anatomy, 4th ed., Dubuque, IA: WC Brown, 1995, Fig. 15.17, p. 479. Figura 7.31 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.54A, p. 900. Figura 7.32 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.55B, p. 902. Figura 7.33A Melloni JL. Melloni’s Illustrated Review of Human Anatomy: By Structures – Arteries, Bones, Muscles, Nerves, Veins, 1988, p. 143. Figura 7.33B Melloni JL. Melloni’s Illustrated Review of Human Anatomy: By Structures – Arteries, Bones, Muscles, Nerves, Veins, 1988, p. 141. Figura 7.33C Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.54D, p. 901. Figura 7.33D Hall-Craggs, ECB, Anatomy as the Basis of Clinical Medicine, 3rd ed., 1995. Figura 7.34A-D Modificado de Girard, Louis: Anatomy of the Human Eye. II. The Extra­ocular Muscles. Teaching Films, Inc. Houston, TX. Figura 7.35 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.59, p. 904. Figura 7.37A Melloni JL. Melloni’s Illustrated Review of Human Anatomy: By Structures – Arteries, Bones, Muscles, Nerves, Veins, 1988, p. 189. Figura 7.37B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.55A, p. 902. Figura 7.37C Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.58, p. 904. Figura 7.38A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Table 7.6, p. 647. Figura 7.38B Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.62, p. 907. Figura 7.40C Cortesia de D. Armstrong, University of Toronto, ­Canada.

Figura 7.43 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.73, p. 923. Figura 7.45A Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.75, p. 926. Figura 7.45B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 7.49A, p. 661. Figura 7.46A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.46A, p. 675. Figura 7.46B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.46C (esquerda), p. 675. Figura 7.46C&D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.46B (middle) and 7.46C (middle), p. 675. Figura 7.49 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 7.45, p. 990. Figura 7.51B Cortesia de M. J. Pharaoah, University of Toronto, Canada. Figura 7.52 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.79, p. 687. Figura 7.56 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 7.62A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 7.62B Modificada de Paff, GH. Anatomy of the Head & Neck, Philadelphia: WB Sanders Co., 1973, Figs. 238-240, p. 142-143. Figura 7.64AB Modificada de Paff, GH. Anatomy of the Head & Neck, Philadelphia: WB Sanders Co., 1973, Figs. 238-240, p. 142143. Figura 7.64D&E Modificada de Hall-Craggs ECB. Anatomy as the Basis of Clinical Medicine, 2nd ed. Baltimore: Williams & Wilkins, 1990. Fig. 9.100, p. 536. Figura 7.67B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Table 9.7, p. 809. Figura 7.68B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.65C, p. 698. Figura 7.69C&D Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.68CD, p. 703. Figura 7.70A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.71C, p. 706. Figura 7.70B Cortesia de Welch Allyn, Inc., Skaneateles Falls, NY. Figura 7.72 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.11B, p. 968. Figura 7.73A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 7.77A Agur AMR, Ming JL. Grant’s Atlas of Anatomy, 10th ed., 1999. Figura 7.77B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 7.77C&D Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.17C&D, p. 974. Figura 7.78 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.118, p. 976. Figura 7.79 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 7.78A, p. 715. Figura 7.80 Seeley RR, Stephens TR, and Tate P. Anatomy & Physiology, 6th ed., New York: McGraw-Hill, 2003. Fig. 15.28, p. 532. Figura 7.81A&B Cortesia de E. Becker, University of Toronto, Canada. Figura 7.81C Cortesia de D. Armstrong, University of Toronto, Canada. Figura 7.82C-F Fotos Cortesia de The Visible Human Project: National Library of Medicine; Visible Man 1107 and 1168. Figura B7.3 Visuals Unlimited, Hollis, New Hampshire. Figura B7.4, embaixo Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 7.15, p. 931. Figura B7.6 Skin Cancer Foundation.

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Figura B7.7 Welch Allyn, Skaneateles Falls, NY. Figura B7.8 Cohen BJ. Medical Terminology, 4th ed., 2003. Figura B7.9 Mann IC. The Development of the Human Eye. New York: Grune & Stratton, 1974. Figura B7.10 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.30, p. 913. Figura B7.11 Moore KL et al. Clinically Oriented Anatomy, 6th ed., 2009, Fig. 7.31 (inset), p. 927. Figura B7.12 Cortesia do Dr. Joseph B. Jacobs, NYU Medical Center, New York, NY. Figura B7.13 Hall-Craggs ECB. Anatomy as the Basis of Clinical Medicine, 3rd ed., 1995. Figura B7.14 Reproduzida, com autorização, de Bechara Y. Ghorayeb MD, Houston, TX. CAPÍTULO 8 Figura 8.1 Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 8.3, p. 1048. Figura 8.2 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 8.4, p. 1050, e Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 8.1, p. 747. Figura 8A Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 8.2A, p. 748. Figura 8.4C Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 8.5C, p. 755. Figura 8.5C Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 8.18, p. 1070. Figura 8.7 Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 8.5, p. 1094. Figura 8.10B Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 8.41C, p. 1108. Figura 8.17A-C Liebgott B, The Anatomical Basis of Dentistry. Philadelphia: Saunders, 1982, Fig. 9.22. Figura 8.19A&B Modificada de KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 8.41A&B, p. 1108. Figura 8.21A Cortesia de M. Keller, University of Toronto, Canada. Figura 8.21B&C Cortesia de Walter Kucharczyk, University of Toronto, Canada. Figura 8.22 Siemens Medical Solutions EUA, Inc. Figura B8.4 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. B8.4, p. 1073.

Fundamentos de Anatomia Clínica   xxvii

Figura B8.5 Agur AMR. Grant’s Atlas of Anatomy, 9th ed., 1991. Figura B8.6 Rohen JW et al. Color Atlas of Anatomy: A Photographic Study of the Human Body, 5th ed., 2002. Figura B8.9, esquerda Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 8.26C, p. 793. Quadro 8.1C Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 8.1F, p. 1052. Quadro 8.2 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 8.3, p. 1069. Quadro 8.5 Moore KL, Dallev AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Table 8.5, p. 1094. Figura AS 8.1 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. SA 8.1A-D&F, p. 1074. CAPÍTULO 9 Figura 9.2, inserção Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th ed., 2009, Fig. 4.50C, p. 345. Figura 9.3B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 7.6B, p. 619. Figura 9.4 Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 9.3A&B, p. 798-799. Figura 9.6A Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005, Fig. 9.4A, p. 802. Figura 9.10 Modificada de Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 9.6, p. 1140. Figura 9.13A Modificada de Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Figura 9.13B Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Fig. 7.78A, p. 715. Figura 9.14 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Table 9.11, p. 834. Figura 9.15 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Table 9.11, p. 835. Figura 9.16 Moore KL, Dalley AF. Clinically Oriented Anatomy, 5th ed., 2006, Fig. 9.11, p. 1149. Figura 9.19 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 11th ed., 2005. Quadro 9.1 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Table Fig. 9.1, p. 814. Figura B9.7 Agur AMR, Dalley AF. Grant’s Atlas of Anatomy, 12th edition, 2009, Table Fig. 9.1, p. 841.

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Introdução à Anatomia Clínica Abordagens para o estudo da anatomia, 2 Terminologia anatômica,  3

Sistema linfático,  28 Sistema nervoso,  30 Parte central do sistema nervoso,  30

Posição anatômica,  3

Parte periférica do sistema nervoso,  31

Planos anatômicos,  3

Divisão somática do sistema nervoso, 34

Termos de relação e comparação,  4 Termos de lateralidade,  5 Termos de movimento,  5 Variações anatômicas,  5

Estrutura e componentes de um nervo espinal típico,  34 Divisão autônoma do sistema nervoso, 36

Tegumento comum,  7

Inervação motora visceral simpática,  38

Sistema esquelético,  9

Inervação motora visceral parassimpática, 42

Ossos, 11 Articulações, 14 Sistema muscular,  17 Músculos estriados esqueléticos,  17 Músculo estriado cardía­co,  20 Músculo liso,  20 Sistema cardiovascular,  23 Artérias, 23 Veias, 25

Sensibilidade aferente visceral,  42 Técnicas de imagem dos sistemas do corpo,  42 Radiografia convencional/simples,  42 Tomografia computadorizada,  44 Ultrassonografia, 44 Ressonância magnética,  44 Tomografia por emissão de pósitrons, 46

Capilares, 28

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2  Introdução

Fundamentos de Anatomia Clínica relaciona a estrutura e a função do corpo com o que é comumente necessário à práti‑ ca geral da medicina, odontologia e das ciên­cias da saú­de correlatas. Como a quantidade de detalhes em anatomia oprime muitos estudantes iniciantes, Fundamentos de Ana­ tomia Clínica simplifica, correlaciona e integra a informação, de modo que seja mais fácil compreendê‑la. Os boxes de ­correlação clínica (boxes azuis) e os estudos de caso clínico (que acompanham o website) ilustram as aplicações clínicas de anatomia. Os boxes de anatomia de superfície (boxes la‑ ranja) fornecem uma compreensão do que existe sob a pele, e as técnicas de imagem (boxes verdes), incluí­das no fim de cada capítulo, ilustram como a anatomia é ­visua­lizada clini‑ camente.

Abordagens para o estudo da anatomia Existem três abordagens principais para o estudo da anatomia humana macroscópica: regional, sistêmica e clínica (aplica‑ da). Neste capítulo introdutório, a abordagem sistêmica é usada; nos capítulos subsequentes, as abordagens regional e clínica são usadas. Anatomia regional baseia‑se na organização do corpo em partes: cabeça, pescoço, tronco (ainda subdividido em tó‑ rax, abdome, pelve/períneo, dorso) e um par de membros su‑ periores e inferiores. Enfatizam‑se as relações das várias es‑ truturas sistêmicas (p. ex., ­músculos, nervos e artérias) dentro da região (Figura I.1). Cada região não é uma parte isolada e

tem de ser colocada no contexto de re­giões adjacentes e do corpo como um todo. A anatomia de superfície é uma parte essencial da abordagem regional, revelando quais estruturas são visíveis e palpáveis no corpo vivo em repouso e em movi‑ mento. O exame físico dos pacientes é a extensão clínica da anatomia de superfície. Nas pessoas com ferimentos perfuro‑ cortantes, por exemplo, o profissional de saú­de tem de ser ca‑ paz de ­visua­lizar as estruturas profundas que podem ter sido laceradas. Anatomia sistêmica é uma abordagem para o estudo anatômico organizado por sistemas orgânicos que ­atuam em conjunto para rea­li­zar funções complexas. Nenhum dos sis‑ temas orgânicos ­atua isoladamente. Por exemplo, grande parte dos sistemas esquelético, ar­ticular e m ­ uscular constitui o aparelho locomotor. E embora as estruturas diretamente responsáveis pela locomoção sejam os ­músculos, os ossos, as ar­ticulações e os ligamentos, outros sistemas também parti­ cipam. As artérias e veias do sistema cardiovascular forne‑ cem oxigênio e removem re­sí­duos, e os nervos do sistema nervoso estimulam os movimentos. A seguir, descrições bre‑ ves dos sistemas do corpo e seus campos de estudo (entre parênteses): • O tegumento comum (dermatologia): consiste em pele (te‑ gumento) e seus apêndices, tais como os pelos e as unhas. A pele, um órgão sensorial extenso, forma um revestimen‑ to protetor para o corpo. • O sistema esquelético (osteo­logia; ortopedia): consiste em ossos e cartilagem. Fornece apoio para o corpo e protege os órgãos vitais. O sistema ­muscular ­atua sobre o sistema esquelético para produzir movimento. • O sistema ar­ticular (artrologia): consiste em ar­ticulações e seus ligamentos associados. Une as partes ó­ sseas do siste‑ ma esquelético e fornece os locais nos quais o movimento ocorre. ­ úsculos que • O sistema ­muscular (miologia): consiste em m se contraem para mover ou posicionar partes do corpo (p. ex., os ossos que se ar­ticulam nas ar­ticulações). • O sistema nervoso (neurologia): consiste na parte central (encéfalo e medula espinal) e na parte periférica (nervos e gânglios, juntamente com suas terminações motoras e re‑ ceptores sensitivos). O sistema nervoso controla e coorde‑ na as funções dos sistemas orgânicos. • O aparelho circulatório (angiologia): consiste nos sistemas cardiovascular e linfático, que funcionam em paralelo, para distribuir líquido no corpo. • O sistema cardiovascular (cardiologia): consiste no co‑ ração e nos vasos sanguí­neos que impulsionam e condu‑ zem o sangue pelo corpo. • O sistema linfático: é composto de uma rede de vasos linfáticos que retira o líquido tissular em excesso (linfa) do compartimento de líquido intersticial (intercelular) do corpo, filtra o líquido através dos linfonodos e o re‑ torna para a corrente sanguí­nea. • O sistema digestório (gastrenterologia): é composto por ór‑ gãos e glândulas associados à ingestão, mastigação, deglu‑ tição, digestão e absorção de alimentos, e à eliminação de fezes (re­sí­duos sólidos) após a absorção dos nutrientes.

Moore | Fundamentos de Anatomia Clínica. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2013 by Editora Guanabara Koogan Ltda. Figura I.1

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  Posição anatômica e regiões do corpo.

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4  Introdução

— por exemplo, um plano frontal através das cabeças da mandíbula. • Planos transversos são planos que atravessam o corpo em ângulos retos aos planos mediano e frontal. Um plano transverso divide o corpo em partes superior e inferior — por exemplo, um plano transverso através do umbigo. Ra‑ diologistas referem‑se aos planos transversos como planos transaxiais ou simplesmente planos axiais.

Superior

Vários adjetivos, dispostos como pares de opostos, descrevem a relação de partes do corpo na posição anatômica, comparan‑ do a posição relativa de duas estruturas entre si. Esses pares de adjetivos são explicados na Tabela I.1 e ilustrados na Figu‑ ra I.3. Por exemplo, os olhos são superiores ao nariz, enquan‑ to o nariz é inferior aos olhos.

Superior Plano mediano

Superficial Superficial Proximal

Posterior

Medial

Termos de relação e comparação

Deep Profundo Corte transverso do braço

Distal

Proximal

Palma

Intermediate Intermediário

Anterior

Lateral

Dorso

Mão Dorso

Planta

Distal Pé Inferior

Inferior Figura I.3

  Termos de relação e comparação.

Tabela I.1  Termos de relação e comparação comumente usados Termo

Significado

Exemplo

Superior (cranial)

Mais perto da cabeça

O coração é superior ao estômago.

Inferior (caudal)

Mais perto dos pés

O estômago é inferior ao coração.

Anterior (ventral)

Mais perto da frente do corpo

O esterno é anterior ao coração.

Posterior (dorsal)

Mais perto do dorso

Os rins são posteriores ao intestino.

Medial

Mais perto do plano mediano

O dedo mínimo está no lado medial da mão.

Lateral

Mais longe do plano mediano

O polegar está no lado lateral da mão.

Proximal

Mais perto do tronco ou do ponto de origem (p. ex., de um membro)

O cotovelo é proximal ao punho; a parte proximal da artéria é sua origem.

Distal

Mais longe do tronco ou do ponto de origem (p. ex., de um membro)

O punho é distal ao cotovelo; a parte distal do membro inferior é o pé.

Superficial

Mais perto da superfície ou nela

Os ­músculos do braço são superficiais ao seu osso (úmero).

Profundo

Mais longe da superfície

O úmero é profundo aos ­músculos do braço.

“Intermediá­rio”

Entre pares opostos dos termos superficial e profundo

Os ­músculos são in­ter­me­diá­rios entre a pele e os ossos.

Dorso

Superfície da mão, pé, nariz ou pênis, voltada para cima na posição quadrúpede

As veias são visíveis no dorso da mão.

Palma

Face anterior da mão

Vincos de pele são visíveis na palma.

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Planta

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Face inferior do pé

A pele é espessa na planta do pé.

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14  Introdução

Ossos acessórios

Necrose avascular

Ossos acessórios (supranumerários) desenvolvem‑se quando centros de ossificação adicionais aparecem e formam ossos extras. Muitos ossos desenvolvem‑se a partir de diversos centros de ossificação, e as partes separadas normalmente se fundem. Algumas vezes um desses centros não se funde com o osso principal, dando a aparência de um osso extra; entretanto, uma avaliação cuidadosa mostra que o osso extra é, na verdade, uma parte ausente do osso principal. Áreas circunscritas de osso chamadas ossos suturais (ossos wormianos) são frequentemente vistas ao longo das suturas do crânio, onde os ossos planos se juntam. É importante saber que ossos acessórios são comuns no pé, para não confun­ sseos nas imagens (p. ex., radiodi‑los com fragmentos ó grafias).

A perda do suprimento sanguí­neo para uma epífise ou outras partes de um osso resulta na morte do tecido ósseo ou necrose avascular (G. nekro‑ sis, morte). Após toda fratura, pequenas á­ reas de osso adjacente sofrem necrose. Em algumas fraturas, pode ocorrer necrose avascular de um grande fragmento de osso.

Determinação da idade óssea O conhecimento dos locais dos centros de ossificação, das épocas de seu aparecimento, da velocidade de crescimento e das épocas de fusão (si‑ nostose) dos locais é usado para determinar a idade de uma pessoa na medicina clínica, ciên­cia forense e antropologia. Os principais critérios para determinar a idade óssea são: (1) aparecimento de material calcificado na diá­fise e/ou nas epífises e (2) desaparecimento da linha escura que representa a lâmina epifisial (ausência dessa linha indica que a fusão da epífise ocorreu; a fusão ocorre em épocas específicas para cada epífise). A fusão das epífises com a diá­fise ocorre 1 a 2 anos mais cedo nas meninas do que nos meninos. A determinação da idade óssea é útil para prever a altura na vida adulta em adolescentes que amadurecem precoce ou tardiamente e para estabelecer a idade aproximada de restos de esqueleto humano em casos médico‑legais.

Deslocamento e separação das epífises Uma lesão que provoca uma fratura em um adulto geralmente provoca o deslocamento de uma epífise em uma criança. Sem o conhecimento do crescimento ósseo e do aspecto dos ossos nas radiografias e em outras imagens em idades variadas, uma lâmina epifisial deslocada poderia ser confundida com uma fratura, e a separação de uma epífise poderia ser interpretada como um pedaço deslocado de osso fraturado. O osso é suavemente curvado em cada lado da lâmina epifisial, enquanto fraturas deixam margens afiadas, frequentemente irregulares, de osso.

Articulações Uma ar­ticulação é o local de união ou junção entre dois ou mais componentes rígidos (ossos, cartilagens ou partes do mesmo osso). As ar­ticulações apresentam várias formas e fun‑ ções. Algumas articulações não têm movimento; outras possi‑ bilitam apenas um pequeno movimento, e há aquelas que são livremente móveis, como a ar­ticulação do ombro. Classificação das articulações Os três tipos de ar­ticulação (fibrosa, cartilagínea e sinovial) são classificados de acordo com a maneira ou o tipo de mate‑ rial com o qual os ossos que se articulam são unidos (Tabela I.2): • Nas ar­ticulações fibrosas, os ossos são unidos por tecido fibroso. O grau de movimento que ocorre em uma ar­ ticulação fibrosa depende, na maioria dos casos, do com‑ primento das fibras que unem os ossos que se articulam. A sindesmose, um tipo de articulação fibrosa, une os ossos com uma lâmina de tecido fibroso, um ligamento ou uma membrana fibrosa. Consequentemente, esse tipo de ar­ ticulação é parcialmente móvel. Uma gonfose (sindesmo­ se dentoalveolar) é um tipo de ar­ticulação fibrosa na qual um processo fibroso em forma de pino estabiliza um dente e proporciona informação proprioceptiva (p. ex., sobre a intensidade da mastigação ou do cerramento dos dentes). • Nas ar­ticulações cartilagíneas, as estruturas são unidas por cartilagem hialina ou fibrocartilagem. Articulações cartilagíneas primárias (sincondroses) são unidas por car‑ tilagem hialina. Essas ar­ticulações possibilitam o cresci‑ mento do comprimento do osso e leve curvatura durante o início da vida, até que a lâmina epifisial se converta em osso e as epífises se fundam com a diá­fise. Articulações cartilagíneas secundárias (sínfises) são resistentes, leve‑ mente móveis, unidas por fibrocartilagem. • A cavidade ar­ticular das ar­ticulações sinoviais é um es‑ paço potencial que contém um pequeno volume de sinó‑ via, que tem a função dupla de nutrir a cartilagem ar­ticular e lubrificar as faces da ar­ticulação. As características distin‑ tivas de uma ar­ticulação sinovial estão ilustradas e descritas na Tabela I.2. As ar­ticulações sinoviais, o tipo mais comum de ar­ticulação, são geralmente reforçadas por ligamentos acessórios que, ou são separados (extrínsecos) ou são um

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20  Introdução

M. orbicular do olho M. esternocleidomastóideo

M. trapézio

M. deltoide M. peitoral maior M. bíceps braquial

M. trapézio M. deltoide

M. oblíquo externo do abdome

M. latíssimo do dorso

M. tríceps braquial

M. braquiorradial Músculos flexores do antebraço

Músculos extensores do antebraço

M. adutor longo M. sartório M. reto femoral

M. glúteo máximo

M. vasto medial

M. tibial anterior

A

Vista anterior

Figura I.10

M. bíceps femoral M. semitendíneo M. semimembranáceo

M. gastrocnêmio

B

Vista posterior

  Músculos estriados esqueléticos.  Alguns ­músculos maiores estão nomeados.

A unidade estrutural de um m ­ úsculo é a fibra ­­muscular (Figura I.12). O tecido conjuntivo que recobre fibras ­muscula­res in­di­vi­duais é chamado endomísio, um feixe de fibras é revestido pelo perimísio, e todo o ­músculo é envol‑ vido pelo epimísio. A unidade funcional de um m ­ úsculo, que consiste em um neurônio motor e nas fibras ­muscula­res que ele controla, é a unidade motora. Quando um neurô‑ nio motor, na medula espinal, é estimulado, inicia um im‑ pulso que leva todas as fibras ­muscula­res supridas por aquela unidade motora a se contraí­rem simul­taneamente. A quan‑ tidade de fibras ­muscula­res em uma ­unidade motora varia de uma a várias centenas, de acordo com o tamanho e a fun‑ ção do músculo. Grandes unidades motoras, nas quais um neurônio supre várias centenas de fibras m ­ uscula­res, são en‑ contradas nos grandes ­músculos do tronco e da coxa. Nos pequenos ­músculos do bulbo do olho e da mão, nos quais movimentos precisos são necessários, as unidades motoras incluem apenas algumas fibras ­muscula­res. Os ­músculos têm funções específicas, movimentando e po‑ sicionando o corpo. O mesmo m ­ úsculo pode atuar como um agonista, antagonista, sinergista ou fixador, sob condições es‑ pecíficas. As funções incluem: • Um agonista é o m ­ úsculo principal responsável pela pro‑ dução de um movimento específico do corpo (p. ex., con‑ tração concêntrica).

• Fixadores estabilizam as partes proximais de um membro, enquanto os movimentos estão ocorrendo nas partes distais. • Um sinergista complementa a ação dos agonistas — por exemplo, impedindo o movimento da ar­ticulação interpos‑ ta quando um agonista passa por cima de mais de uma ar­ ticulação. • Antagonista é um ­músculo que se opõe à ação de um agonista. À medida que um agonista se contrai, o antago‑ nista relaxa progressivamente, produzindo um movimen‑ to suave.

Músculo estriado cardía­co O ­músculo estriado cardía­co forma a parede ­muscular do co­ ração — o miocárdio (Tabela I.4). Também existe uma pe‑ quena quantidade de m ­ úsculo cardía­co nas paredes da aorta, da veia pulmonar e da veia cava superior (Figura I.13). As contrações do músculo cardía­co não estão sob controle volun‑ tário. A frequência cardía­ca é regulada intrinsecamente por um marca‑passo, composto de fibras m ­ uscula­res cardía­cas es‑ peciais que são influenciadas pela divisão autônoma do siste‑ ma nervoso (estudada adiante neste capítulo).

Músculo liso O ­músculo liso, assim chamado por causa da ausência de es‑ triações microscópicas, forma uma grande parte da túnica mé‑

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22  Introdução

Fibras motoras somáticas

Corpos celulares dos neurônios motores

Unidade motora 1 Unidade motora 2

Perimísio

Axônios dos neurônios motores

Endomísio Placas motoras

Tendão

Medula espinal Fibra muscular Fibras musculares

Epimísio

Sarcolema (membrana celular)

Músculo esquelético Miofibrila Endomísio Fascículo

Actina Miosina Perimísio Fibras musculares revestidas pelo endomísio Sarcômero   Estrutura do ­músculo esquelético e unidade motora.  Uma unidade motora consiste em um único neurônio motor e todas as fibras Figura I.12 ­muscula­res inervadas por ele. Filamentos de actina (finos) e miosina (grossos) são elementos contráteis nas fibras ­muscula­res.

dia das paredes da maioria dos vasos sanguí­neos e a parte ­muscular da parede e dos ductos do sistema digestório (Figura I.14A; Tabela I.4). O ­músculo liso também é encontrado na pele (­músculo eretor dos pelos, associado a folículos pilo­sos­ [Figura I.5]) e no bulbo do olho (para controlar a espessura da lente e o tamanho da pupila). Como o ­músculo cardía­co, o músculo liso é inervado pela divisão autônoma do sistema ner‑

Teste muscular O teste m ­ uscular ajuda o examinador a diagnosti­ car lesões nervosas. A técnica permite ao examinador aferir a potência de um movimento da pessoa. Geralmente, os ­músculos são testados em pares bilaterais para comparação. Existem dois métodos de teste comuns: 1. A pessoa rea­li­za movimentos que resistem àqueles produzidos pelo examinador (ativos). Quando se testa a flexão do antebraço, o examinador, por exemplo, pede à pessoa para fletir o antebraço, enquanto o examinador resiste ao esforço.

voso (Tabela I.4); por essa razão, é um ­músculo involuntário que consegue manter contração parcial por longos perío­dos. Isso é importante na regulação do tamanho do lúmen das es‑ truturas tubulares; nas paredes do sistema digestório, tubas uterinas e ureteres, as células do músculo liso sofrem contrações rítmicas (ondas peristálticas). Esse processo (peristaltismo) impulsiona o conteú­do ao longo dessas estruturas tubulares.

2. O examinador rea­li­za movimentos contra a resistência produzida pela pessoa. Por exemplo, a pessoa mantém o antebraço fletido, enquanto o examinador tenta estendê‑lo.

Eletromiografia A estimulação elétrica dos m ­ úsculos por meio da eletromiografia (EMG) é outro método para testar a ação do ­músculo. O examinador coloca eletrodos de superfície sobre um ­músculo e pede à pessoa para rea­li­zar certos movimentos. O examinador, então, amplifi-

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(habitualmente contrastantes), mas coordenados (Tabela I.5). A condução de impulsos provenientes da parte central do sistema nervoso para o órgão efetor compreende uma série de dois neurônios nas partes simpática e parassimpá‑ tica. O corpo celular do neurônio pré‑ganglionar (pré‑si‑ náptico), o primeiro neurônio, está localizado na substân‑ cia cinzenta da parte central do sistema nervoso. Sua fibra (axônio) faz sinapse no corpo celular de um neurônio pós‑ganglionar (pós‑sináptico), o segundo neurônio na série (Figura I.24). Os corpos celulares dos segundos neurô‑ nios estão ­localizados nos gânglios autônomos fora da parte central do sistema nervoso, e as fibras pós‑ganglionares ter‑

Fundamentos de Anatomia Clínica   37

minam no órgão efetor (­músculo liso, ­músculo cardía­co ­modificado ou glândulas). Uma distinção funcional de im‑ portância ­farmacológica na prática médica é que os neurô‑ nios pós‑ganglionares das duas partes geralmente liberam substâncias neurotransmissoras diferentes: norepinefrina pela parte simpática (exceto no caso das glândulas sudorí‑ feras) e acetilcolina pela parte parassimpática. A distinção anatômica entre as partes motoras simpática e parassim‑ pática da DASN é ba­sea­da, principalmente, (1) na locali‑ zação dos corpos celulares pré‑ganglionares e (2) nos ner‑ vos que conduzem as fibras pré‑ganglionares provenientes da PCSN. Tais diferenças são estudadas com mais detalhes adiante neste capítulo.

Tabela I.5  Funções da divisão autônoma do sistema nervoso Órgão ou sistema Olhos

Pupila

Efeito da estimulação simpáticaa

Efeito da estimulação parassimpáticab

Dilata a pupila (possibilita a entrada de mais luz para aumento da acuidade a distância).

Contrai a pupila (protege a pupila contra a luz excessivamente forte)

Corpo ciliar

Contrai o ­músculo ciliar, possibilitando que a lente se dilate para a visão de perto (acomodação)

Músculo eretor do pelo

Faz com que os pelos fiquem em pé (pele arrepiada).

Sem efeito (não alcança)c

Vasos sanguí­neos periféricos

Vasoconstrição (empalidecimento da pele e dos lábios; torna as pontas dos dedos das mãos azuis — cianose).

Sem efeito (não alcança)c

Glândulas sudoríferas

Promove a sudoresed

Sem efeito (não alcança)c

Glândulas lacrimais

Diminui levemente a secreçãoe

Promove a secreção

Glândulas salivares

Diminui a secreção, torna‑a mais espessa, mais viscosae

Promove secreção aquosa abundante

Coração

Aumenta a frequência e a força da contração; inibe o efeito da parte parassimpática da divisão autônoma do sistema nervoso sobre os vasos coronários, promovendo dilatação dos mesmos.e

Diminui a frequência e a força da contração (conservando energia); contrai os vasos coronários em relação à redução da demanda

Pulmões

Inibe o efeito da parte parassimpática da divisão autônoma do sistema nervoso, resultando em broncodilatação e redução de secreção, possibilitando a troca gasosa máxima.

Faz a constrição dos brônquios (conservando energia) e promove a secreção brônquica

Sistema digestório

Inibe o peristaltismo e faz a constrição dos vasos sanguí­neos para o sistema digestório, de modo que o sangue esteja disponível para o ­músculo esquelético; contrai o músculo esfíncter interno do ânus para auxiliar a continência fecal

Estimula o peristaltismo e a secreção de sucos digestivos; contrai o reto e inibe o ­músculo esfíncter interno do ânus para provocar defecação

Fígado e vesícula biliar

Promove a decomposição do glicogênio em glicose (para aumento de energia)

Promove a formação/conservação de glicogênio; aumenta a secreção de bile

Sistema urinário

A constrição dos vasos renais reduz a formação de urina; contrai o músculo esfíncter interno da bexiga para manter a continência urinária

Inibe a contração do ­músculo esfíncter interno da bexiga, contrai o ­músculo detrusor da parede da bexiga urinária, provocando a micção

Sistema genital

Provoca ­ejaculação e vasoconstrição, resultando em remissão da ereção

Produz ingurgitamento (ereção) dos tecidos eréteis dos genitais externos

Medula da glândula suprarrenal

Libera adrenalina no sangue.

Sem efeito (não inerva)

Pele

Outras glândulas

a

Em geral, os efeitos da estimulação simpática são catabólicos, preparando o corpo para as respostas de fuga ou luta. Em geral, os efeitos da estimulação parassimpática são anabólicos, promovendo o funcionamento normal e conservando energia. A parte parassimpática apresenta distribuição restrita a cabeça, pescoço e cavidades do corpo (exceto os tecidos eréteis dos órgãos genitais); por outro lado, as fibras parassimpáticas nun‑ ca são encontradas na parede do corpo e nos membros. As fibras simpáticas, por comparação, são distribuí­das para todas as partes vascularizadas do corpo. d Com exceção das glândulas sudoríferas, a secreção glandular é estimulada pela parte parassimpática. e Com exceção das artérias coronárias, a vasoconstrição é estimulada pela parte simpática; os efeitos da estimulação simpática sobre as glândulas (com exceção das glândulas sudoríferas) são os efeitos indiretos da vasoconstrição. b c

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38  Introdução

Inervação motora visceral simpática Os corpos celulares dos neurônios pré‑ganglionares da parte simpática da DASN estão localizados nas colunas intermé‑ dias (CM) ou núcleos intermediolaterais da medula espinal (Figura I.25). Os pares de colunas intermédias (direita e es‑ querda) fazem parte da substância cinzenta, estendendo‑se entre o primeiro segmento torácico (T1) e o segundo e o ter‑ ceiro segmento lombares (L2 e L3) da medula espinal. Nos cortes horizontais dessa parte da medula espinal, as colunas intermédias aparecem como pequenos cornos laterais de substância cinzenta em forma de H, parecendo‑se relativa‑ mente com uma extensão da barra transversal do H entre os cornos posterior e anterior da substância cinzenta. Os corpos das células dos neurônios pós‑ganglionares da parte simpática do sistema nervoso ocorrem em dois locais, nos gânglios para‑ vertebrais e pré‑vertebrais (Figura I.26): • Os gânglios paravertebrais são ligados para formar os troncos simpáticos direito e esquerdo de cada lado da co‑ luna vertebral que se estendem praticamente por todo o comprimento dessa coluna. O gânglio paravertebral supe‑ rior — o gânglio cervical superior de cada tronco sim‑ pático — situa‑se na base do crânio. O gânglio ímpar for‑ ma‑se inferiormente onde os dois troncos se unem no nível do cóccix (Figura I.26). • Os gânglios pré‑vertebrais estão si­tua­dos nos plexos que circundam as origens dos principais ramos da parte abdo‑ minal da aorta (pelos quais são denominados), como, por exemplo, os dois grandes gânglios celía­cos que circun‑ dam a origem do tronco celía­co (um importante vaso que se origina da aorta). Visto que são fibras motoras, os axônios dos neurônios pré‑ganglionares deixam a medula espinal por meio das raí­

Estruturas parietais

Estruturas viscerais T1

Colunas celulares intermédias (IM) Corno posterior

Membro superior T1-T6 Corno lateral

T2 T3 T4 T5 T6 T7

T1– L2(3)

Corno lateral

Parede do corpo T7-T11

T8 T9 T10

Corno anterior

T11 Membro inferior T11-L2(3)

zes anteriores e penetram nos ramos anteriores dos nervos espinais T1 até L2 ou L3 (Figura I.25). Quase imediatamente após penetrarem nos ramos anteriores, todas as fibras sim‑ páticas pré‑ganglionares deixam os ramos anteriores desses nervos espinais e passam para os troncos simpáticos por meio de ramos comunicantes brancos. Dentro dos troncos sim‑ páticos, fibras pré‑ganglionares seguem um desses quatro tra‑ jetos possíveis: (1) sobem ou (2) descem no tronco simpático para fazer sinapse com um neurônio pós‑ganglionar de um gânglio paravertebral superior ou inferior; ou (3) entram e fa‑ zem sinapse imediatamente com um neurônio pós‑ganglionar do gânglio paravertebral naquele nível; ou (4) passam pelo tronco simpático sem fazer sinapse, con­ti­nuando por meio de um nervo esplâncnico abdominopélvico (inerva as vísceras abdominais e pélvicas) para alcançar os gânglios pré‑verte‑ brais (Figura I.27). Fibras simpáticas pré‑ganglionares que fornecem inervação autônoma dentro da cabeça, do pescoço, da pa‑ rede do corpo, dos membros e da cavidade torácica seguem um dos três primeiros trajetos, fazendo sinapse nos gânglios paravertebrais. Fibras simpáticas pré‑ganglionares que iner‑ vam as vísceras dentro da cavidade abdominopélvica seguem o quarto trajeto. Fibras simpáticas pós‑ganglionares excedem em muito o número de fibras pré‑ganglionares; elas são destinadas à dis‑ tribuição dentro do pescoço, da parede do corpo e dos mem‑ bros, passando dos gânglios paravertebrais dos troncos simpá‑ ticos para ramos anteriores adjacentes dos nervos espinais por meio dos ramos comunicantes cinzentos. Dessa maneira, penetram em todos os ramos dos 31 pares de nervos espi‑ nais, incluindo os ramos posteriores, para estimular a contra‑ ção dos vasos sanguí­neos (vasomotricidade) e dos ­músculos eretores dos pelos (piloereção, que deixa a “pele arrepiada”),

Cabeça, glândulas salivares T1-T3

Olho T1-T2

Coração, pulmões, esôfago T4-T6 Estômago, fígado, vesícula biliar, pâncreas T7-T9 Apêndice, vermiforme, colo T10-T11

T12 L1 L2 L3

Reto, bexiga urinária, útero T12-L2(3)

Cabeça, membro superior, vísceras torácicas (intestino anterior) T1-T6

Intestino delgado T8-T10

Rim T11-L1

Glândula suprarrenal T10-L1

Parede do corpo, vísceras abdominais (intestino médio) T7-T11

Membro inferior, vísceras pélvicas (intestino posterior) T12-L2(3)

  Colunas intermédias.  As colunas intermédias pares ou núcleos intermediolaterais constituem o corno lateral da substância cinzenta, Figura I.25 vistas em cortes de segmentos da medula espinal T1 até L2 ou L3, e consistem em corpos celulares de neurônios pré-ganglionares da parte periférica do sistema nervoso. A distribuição de fibras pós-ganglionares também é mostrada.

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44  Introdução

Costela Clavícula

Arco da aorta Artéria Traqueia pulmonar

Coração

Cúpula direita do diafragma

Ápice do coração

Incidência posteroanterior (PA)

Gordura Água e a maioria dos tecidos

Ultrassonografia

Tabela I.6  Princípios básicos da formação da imagem por raios X. Ar

Menos radiopaco

Osso esponjoso Menos radiolúcido

Tomografia computadorizada A tomografia computadorizada (TC) mostra imagens do corpo que se assemelham a cortes anatômicos transversais (Figura I.32). Um feixe de raios X atravessa o corpo enquan‑ to o tubo de raios X e o detector movem‑se ao redor do eixo do corpo. A radiação absorvida por cada tipo diferente de tecido do plano do corpo escolhido varia com o teor de gor‑ dura, osso e água em cada elemento. Um computador com‑ pila e gera imagens como fatias bidimensionais (2D) e re‑ construções tridimensionais (3D) totais.

  Radiograf ia do tórax. (Cortesia do Dr. E. L. Lands­ Figura I.31 down, Professor of Medical Imaging, University of Toronto, Toronto, Ontario, Canada.)

Mais radiolúcido

radiografias laterais (perfil), letras radiopacas (D ou E) são usadas para indicar o lado colocado mais próximo do filme ou do detector, e a imagem é vista a partir da mesma direção em que o feixe foi projetado. Os meios de contraste (líquidos radiopacos como os com‑ postos de iodo ou de bário) possibilitam o estudo de vários órgãos com lúmen ou vascula­res e espaços virtuais ou reais — como sistema digestório, vasos sanguí­neos, rins, cavida‑ des sinoviais e espaço subaracnói­deo — que não são visíveis nas radiografias simples. A maioria dos exames radiológicos é rea­li­zada em pelo menos duas incidências perpendicula‑ res. Como cada radiografia apresenta uma representação bi‑ dimensional de uma estrutura tridimensional, há sobrepo‑ sição das estruturas sequencialmente penetradas pelo feixe de raios X. Logo, mais de uma incidência é geralmente ne‑ cessária para detectar e localizar com acurácia uma anor‑ malidade.

Osso compacto

Mais radiopaco

grãos de prata desenvolvem‑se nessa ­área quando o filme é revelado. Uma substância muito densa é radiopaca, en‑ quanto uma substância de densidade menor é radiolúcida (radiotransparente). Muitos dos mesmos princípios que se aplicam para fazer uma sombra se aplicam à radiografia convencional. As ra‑ diografias são feitas com a parte do corpo do paciente que está sendo estudada próximo do filme ou do detector, para maximizar a clareza da imagem e minimizar artefatos de ampliação. Na nomenclatura radiológica básica, incidência posteroanterior (PA) refere‑se a uma radiografia na qual os raios X atravessam o paciente da parte posterior (P) para a anterior (A), ou seja, o tubo de raios X está posterior ao pa‑ ciente e o filme ou detector está à frente. Uma radiografia usando uma incidência anteroposterior (AP) é o oposto. As radiografias com incidências PA e AP são ­visua­lizadas como se você e o paciente estivessem de frente um para o outro (o lado direito do paciente aparece à sua esquerda); isto é referido como vista anteroposterior (AP). (Portanto, a ra‑ diografia de tórax tradicional, feita para examinar o coração e os pulmões, é uma vista AP de uma incidência PA.) Para

A ultrassonografia é uma técnica que possibilita a ­visua­lização das estruturas superficiais e profundas no corpo, registrando pulsos de ondas ultrassônicas refletidas pelos tecidos (Figu‑ ra I.33). As imagens podem ser vistas em tempo real para demonstrar o movimento das estruturas e o fluxo nos vasos sanguí­neos (US Doppler) e, em seguida, registradas como imagens simples ou como filme. Como a US é um procedi‑ mento não invasivo e não usa radiação, é o método padrão de avaliação do crescimento e desenvolvimento do embrião e do feto. Ressonância magnética A ressonância magnética (RM) mostra imagens do corpo se‑ melhantes àquelas produzidas pela TC, mas é melhor para diferenciação de tecido (Figura I.34). Ao usar RM, o profis‑ sional consegue reconstruir os tecidos em qualquer plano, mesmo planos oblíquos arbitrários. A pessoa é colocada em um scanner com um forte campo magnético e o corpo rece‑ be pulsos de ondas de rádio. Os sinais emitidos, em seguida, pelos tecidos do paciente são armazenados em um compu‑ tador e podem ser reconstruí­dos em imagens 2D ou 3D. A aparência dos tecidos nas imagens geradas pode variar de acordo com o controle do envio e da recepção dos pulsos de radiofrequência. Os scanners podem ser ligados ou regula‑

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46  Introdução

Seio preenchido com ar

A

Encéfalo

Espaço subaracnóideo preenchido com líquido

Figura I.34 grandes vasos.

Medula espinal

Átrio direito

Seio venoso (preenchido com líquido)

Cerebelo

Aorta

Átrio esquerdo

Tela subcutânea (gordura)

B

Ventrículo direito

Ventrículo esquerdo

  RM. A.  RM sagital da cabeça e da parte superior do pescoço. B. Angio-RM do coração e dos

dos para ­visua­lizar estruturas em movimento, como o cora‑ ção e o fluxo sanguí­neo, em tempo real. Tomografia por emissão de pósitrons A tomografia por emissão de pósitrons (PET) usa isótopos produzidos por cíclotron de meia‑vida extremamente curta que emitem pósitrons. A PET é usada para avaliar de forma dinâmica as funções fisiológicas de órgãos como o encéfalo. Áreas de aumento de atividade encefálica mostram captação seletiva do isótopo injetado (Figura I.35).

Detectores de fótons

  PET.  Observe as diferenças na atividade encefálica asFigura I.35 sociada ao planejamento e execução de uma tarefa específica, em contraste com um encéfalo controle. Stimulation, estimulação; Control, controle; Differ­ ence, diferença.

Fóton

Emissão de pósitron

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FUNDAMENTOS DE ANATOMIA CLÍNICA Uma referência essencial para estudantes de Anatomia Clínica! Fundamentos de Anatomia Clínica | 4a edição apresenta, em formato conciso, todos os conceitos anatômicos fundamentais descritos no livro Anatomia Orientada para a Clínica | 6a edição, do mesmo autor. Trata-se de uma obra moderna e de fácil leitura, que apresenta boxes azuis clínicos, anatomia de superfície e imagens. Esta edição foi totalmente revisada, e seu design foi aprimorado, tornando o texto ainda mais claro. Além disso, inclui: • Capítulo introdutório exclusivo com conceitos básicos e informações importantes sobre os sistemas do corpo, que facilitam a compreensão da anatomia apresentada nos demais capítulos • Mais de 100 ilustrações novas, que, combinadas com o texto claro e objetivo, ajudam o leitor a visualizar e compreender conceitos essenciais • Boxes azuis clínicos, que representam um excelente recurso para o estudante e foram categorizados por ícones para facilitar a consulta e o aprendizado • Tabelas com informações complexas sobre veias, artérias, nervos e outras estruturas, em um formato ideal para estudo.

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QUAR TA EDIÇ ÃO

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ANATOMIA CLÍNICA Q UA R TA E D I Ç ÃO

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Sumário

Introdução à Anatomia Clínica, 1 Capítulo 1 | Tórax, 47 Capítulo 2 | Abdome, 116 Capítulo 3 | Pelve e Períneo, 203 Capítulo 4 | Dorso, 273 Capítulo 5 | Membro Inferior, 315 Capítulo 6 | Membro Superior, 404 Capítulo 7 | Cabeça, 494 Capítulo 8 | Pescoço, 592 Capítulo 9 | Revisão dos Nervos Cranianos, 642 Referências e Leituras Sugeridas, 672 Índice Alfabético, 673

QUARTA EDIÇÃO

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Sem título-4 1

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