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A melhor, mais prática e mais atualizada coleção de livros para enfermagem!

A preocupação com o dinamismo resultará em que novos assuntos serão agregados com rapidez à Série Práxis, de modo que esta será sempre a coleção de livros de enfermagem mais atualizada e mais completa. A Série Práxis não é estática: você terá sempre à sua disposição novos livros — e livros atuais. As obras que fazem parte da Série Práxis proporcionam consulta rápida e precisa: vão direto ao ponto, pois contêm somente informações de que os estudantes e profissionais necessitam para obterem os conhecimentos que lhes possibilitem prestar aos seus clientes uma assistência segura e eficaz.

Uma das áreas mais importantes e desafiadoras para o pessoal de enfermagem é a terapia intravenosa. As decisões precisam ser rápidas e precisas, e os procedimentos devem ser adotados e praticados com segurança e competência. Portanto, um ramo da enfermagem médico-cirúrgica que deveria contar com livros práticos, objetivos e de consulta rápida — livros que, contraditoriamente, ainda não existiam em português.

Terapia Intravenosa

A Série Práxis destina-se a atender a uma necessidade de estudantes e profissionais de enfermagem: literatura técnica de caráter prático e objetivo, porém dinâmica e atualizada.

Apenas fatos!

Terapia Intravenosa veio preencher essa lacuna. Essa obra abrangente estuda, de maneira objetiva e prática, desde os fundamentos até as técnicas avançadas utilizáveis na administração de quimioterápicos e de transfusões de sangue. Cada tema é abordado apenas em suas informações fundamentais, com o foco no assunto, sem informações irrelevantes. Neste texto você encontrará a informação necessária – e só ela – com mais rapidez do que em qualquer outra obra sobre o assunto: Terapia Intravenosa valoriza e otimiza o seu tempo.

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Terapia Intravenosa

Banton | Terapia Intravenosa. Amostras de páginas não sequenciais e em baixa resolução. Copyright © 2012 Editora Guanabara Koogan Ltda.


A Série Práxis destina-se a atender a uma necessidade de estudantes e profissionais de enfermagem: literatura técnica de caráter prático e objetivo, porém dinâmica e atualizada. A preocupação com o dinamismo resultará em que novos assuntos serão agregados com rapidez à Série Práxis, de modo que esta será sempre a coleção de livros de enfermagem mais atualizada e mais completa. A Série Práxis não é estática: você terá sempre à sua disposição novos livros — e livros atuais. As obras que fazem parte da Série Práxis proporcionam consulta rápida e precisa: vão direto ao ponto, pois contêm somente informações de que os estudantes e profissionais necessitam para obterem os conhecimentos que lhes possibilitem prestar aos seus clientes uma assistência segura e eficaz. Visite o site da Editora LAB e cadastre-se para receber avisos sobre os lançamentos dos livros da Série Práxis: www.editoralab.com.br

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Terapia Intravenosa Tradução Ivan Lourenço Gomes Médico

Revisão Técnica

Sônia Regina de Souza Doutoranda em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery – UFRJ. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Professora Assistente da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica.

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As autoras deste livro e a EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A. empenharam seus melhores esforços para assegurar que as dosagens dos fármacos e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação. Entretanto, tendo em conta a evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, aconselhamos enfaticamente que os leitores consultem sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de que não houve alterações nas dosagens recomendadas. Isso é particularmente importante quando se tratar de fármacos novos ou de medicamentos usados com pouca freqüência. n As autoras e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida. n Dada a natureza histórica da profissão, adotamos no texto a designação enfermeira, no feminino. n

Traduzido de: Just the Facts: I.V. Therapy, first edition Copyright © 2005 by Lippincott, Williams & Wilkins All rights reserved. Published by arrangement with Lippincott, Williams & Wilkins, Inc., USA. Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2005 by EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A. Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro — RJ — CEP 20040-040 Tel.: (21) 3970-9480 / Fax: (21) 2221-3202 Publicado pela Editora LAB, sociedade por cotas de participação e de parceria operacional da EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A. www.editoralab.com.br atendimento@editoralab.com.br Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, em quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição pela Internet ou outros), sem permissão, por escrito, da EDITORA GUANABARA KOOGAN S.A. Capa: Bernard Projeto gráfico: Editora LAB Editoração eletrônica: Anthares § Ficha catalográfica B171t Banton, Jane Terapia intravenosa / Jane Banton, Cheryl Brady, Sharon D. O’Kelley; [tradução de Ivan Lourenço Gomes]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005 il. : Tradução de I.V. therapy, 1st. ed Inclui bibliografia ISBN 95-277-1021-8 1. Terapia intravenosa. 2. Injeções intravenosas. 3. Enfermagem prática. I. Brady, Cheryl. II. O’Kelley, Sharon D. III. Título. 05-0277 Intravenosa. Amostras de páginas não sequenciais CDD 615.63 Banton | Terapia e CDU 615.456 em baixa resolução. Copyright © 2012 Editora Guanabara Koogan Ltda.


Colaboradoras e Consultoras Jane Banton RN, BSN, CRNI I.V. Therapy Coordinator University of Wisconsin Hospital & Clinics Madison, WI Cheryl Brady RN, MSN Nursing Instructor Mercy College Youngstown Toledo, OH Sharon D. O’Kelley RN, OCN I.V. Therapy Nurse Duke University Health Systems Durham, NC

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Prefácio A primeira aplicação de terapia intravenosa foi documentada no século XV, quando os equipamentos destinados a esse fim se resumiam a bexigas e penas. Desde então, a tecnologia e a pesquisa possibilitaram o desenvolvimento de produtos e equipamentos específicos para a administração parenteral de soluções e de fármacos. Cateteres de curta ou longa permanência, portas vasculares e reservatórios, além de sistemas computadorizados de infusão intravenosa, são apenas alguns dos dispositivos avançados para aplicação de terapia intravenosa de alta qualidade no século XXI. O tipo de cliente que recebe terapia intravenosa também mudou nos últimos anos. A maioria dos clientes que estão em ambientes de tratamento intensivo é submetida a terapia intravenosa, a qual também é amplamente empregada em instituições de assistência à saúde para clientes em estados subagudo, crônico e de reabilitação. O profissional de enfermagem tem um papel fundamental nessa terapêutica, seja no hospital, no ambulatório ou em domicílio. É por esse motivo que Terapia Intravenosa é uma obra tão importante. Bastante abrangente em termos de conteúdo, este livro aborda, de maneira objetiva e prática, desde os fundamentos até as técnicas avançadas utilizadas na administração de quimioterápicos e de trans-

fusões sangue.

de

Terapia Intravenosa aborda cada tema com informações precisas, claras e objetivas — e mantém o foco no assunto, eliminando informações irrelevantes. O livro apresenta apenas os fatos que você precisa conhecer para exercer com qualidade e segurança a sua ação assistencial. Aqui você encontrará a informação necessária — e só ela — com mais rapidez do que em qualquer outra obra sobre terapia intravenosa. Terapia Intravenosa otimiza o seu tempo. O texto é dividido em sete capítulos. O Capítulo 1 apresenta os fundamentos da terapia intravenosa e trata de assuntos como excesso ou deficiência de líquidos e cálculo de velocidades de infusão. Profissionais de enfermagem experientes podem usar esse capítulo para rememorar conhecimentos adquiridos no passado; os profissionais menos experientes vão encontrar nestas páginas informações importantes e realmente esclarecedoras. O Capítulo 2 trata dos detalhes da terapia intravenosa periférica. Você lerá sobre assuntos importantes, tais como a comparação de locais de punção venosa periférica, o uso de anestesia adequada e como conduzir o tratamento do cliente que necessita de terapia intravenosa periférica.

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O Capítulo 3 aborda a terapia venosa central e fornece uma ampla revisão do tema, incluindo uma análise de tipos e configurações de cateteres venosos centrais, e orientação para preparação, execução e manutenção desses dispositivos. O capítulo também traz informações sobre o uso de cateteres centrais subcutâneos implantados, inclusive sobre o tratamento de algumas das complicações mais graves. O Capítulo 4 discute em profundidade os medicamentos intravenosos. Resume os fatores que podem afetar a compatibilidade de medicamentos intravenosos, o cálculo das dosagens adequadas e a reconstituição de medicamentos em pó, além das vantagens e desvantagens de diferentes métodos de infusão. Se você administra medicamentos intravenosos, certamente é desse capítulo que você precisa como auxílio na sua rotina diária. O Capítulo 5 trata de transfusão de sangue e derivados, incluindo compatibilidade sanguínea, uma comparação dos hemoderivados, e instruções detalhadas para se fazer corretamente uma transfusão. Há destaques especiais sobre transfusões de sangue em clientes pediátricos e idosos. O Capítulo 6 discute a quimioterapia intravenosa — o tipo de terapia intravenosa que apresenta maior perigo inerente, por causa dos medicamentos muito tóxicos envolvidos. O capítulo analisa

as diferenças entre os diversos quimioterápicos disponíveis hoje, e enfatiza importantes medidas de segurança. O Capítulo 7 examina a nutrição parenteral. Você vai rever os diferentes tipos de deficiências nutricionais e as técnicas aprovadas para tratamento parenteral. Ao longo de Terapia Intravenosa você vai encontrar muitos outros itens importantes. Quadros, gráficos e ilustrações foram planejados para facilitar a compreensão de temas difíceis, e o tópico Alerta! chama sua atenção para fatos clínicos relevantes. A tabela de compatibilidade de medicamentos, no final do livro, é, além de prática, útil para esclarecer suas dúvidas sobre compatibilidade. Por tudo isso, Terapia Intravenosa é, definitivamente o livro de referência entre as obras de consulta rápida sobre esse assunto complexo. Por detalhar elementos fundamentais da terapia intravenosa, usando terminologia precisa, tornando prontamente acessível a informação, por ter como fundamento técnicas comprovadas por pesquisas e por ser redigido por uma equipe de especialistas, Terapia Intravenosa é um excelente acréscimo a qualquer biblioteca de referência. Eu o recomendo com ênfase. Deborah B. Benvenuto RN, BS, CRNI Education Manager Infusion Nurses Society Norwood, MA, USA

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Sumário

1. Fundamentos da Terapia Intravenosa,  2. Terapia Intravenosa Periférica, % 3. Terapia Venosa Central, # 4. Medicamentos Intravenosos, '! 5. Transfusões,  # 6. Quimioterapia Intravenosa, #! 7. Nutrição Parenteral, &! Apêndice Compatibilidade entre Medicamentos Intravenosos, # Bibliografia, ' Índice Alfabético,



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Medicamentos Intravenosos T Para entender o tratamento com medicamentos

intravenosos, '# TTerapia com medicamentos intravenosos,  TMétodos de infusão,  TAdministração de tratamento intravenoso, % TTratamento de clientes que têm necessidades especiais,  T Tratamento de complicações do tratamento com medicamentos intravenosos, #

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

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T Para entender o tratamento com medicamentos intravenosos Vantagens e desvantagens da via intravenosa Vantagens T T T T T

Resposta rápida Absorção eficaz Dosagem precisa Menor desconforto que com injeções intramusculares Alternativa possível à via oral

Desvantagens T T T

Incompatibilidades de soluções e medicamentos Esclerose venosa em alguns clientes Reações adversas imediatas

Fatores que afetam a compatibilidade de medicamentos Tempo de contato T

T

Um tempo maior de contato entre dois ou mais medicamentos torna mais provável a incompatibilidade Considerações de enfermagem Verifique os tempos de compatibilidade entre os medicamentos, antes da administração.

Concentração do medicamento T

T

Concentrações mais altas tornam mais provável a incompatibilidade Considerações de enfermagem Inverta o frasco com movimentos suaves após a adição de cada medicamento, para diluir completamente o medicamento na solução, impedindo a formação de altas concentrações. (Aja assim antes de iniciar uma infusão, ou após adicionar um novo medicamento ao frasco.)

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

T T

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Considerações de enfermagem Prepare a mistura imediatamente antes da administração, se possível. Se for preciso preparar com antecedência a mistura, mantenha-a refrigerada até a hora de uso, conforme recomendação do fabricante.

Como calcular a dosagem do medicamento intravenoso T

T

Para alguns medicamentos (tais como imunoglobulina IV), a dosagem é calculada com base no peso do cliente em quilogramas. Para outros medicamentos (tais como quimioterápicos), a dosagem é calculada com base na área corporal do cliente. n Nomograma: pode ser usado para se calcular área corporal.

Como usar um nomograma para adultos T T T T

T

Ache a altura do cliente na coluna da esquerda. Ache o peso na coluna da direita. Marque esses dois pontos e trace uma linha entre eles. O ponto de interseção dessa linha com a coluna do meio mostra a superfície corporal em metros quadrados (m2). No nomograma à direita, a altura do paciente é 160 cm, e o peso é 49,9 kg. A linha reta entre as duas colunas cruza a coluna do centro em 1,50. Isso mostra que a superfície corporal do cliente é 1,50 m2.

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Terapia Intravenosa

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Terapia Intravenosa

Como calcular a velocidade de infusão T

T

Em geral, uma prescrição de medicação IV determina o total de mililitros a serem infundidos em um determinado período. Para fazer uma infusão uniforme, determine quantos mililitros devem ser administrados em 1 h, dividindo o volume total da infusão pelo número de horas prescrito.

Exemplo: o médico prescreve para o cliente 1.000 ml de solução glicosada a 5% a cada 8 h. Antes da administração da solução, divida 1.000 ml por 8 h, determinando que você deve infundir 125 ml/h.

T Terapia com medicamentos intravenosos Reconstituição de medicamento em pó T T T

T

T

T T T

Reúna o equipamento adequado. Aspire com uma seringa a quantidade e o tipo de diluente especificados pelo fabricante. Diluentes comuns incluem: n soro fisiológico a 0,5% (SF 0,9%). n água para injeção n solução glicosada a 5% (SG 5%). Limpe a tampa de borracha do frasco-ampola do medicamento com algodão embebido em álcool, usando técnica asséptica. Insira a agulha conectada à seringa de diluente na tampa do frasco de medicamento, a um ângulo de 45 a 60 graus. Isso reduz a probabilidade de desprendimento de fragmentos de borracha, que ficariam flutuando no interior do frasco. Injete o diluente. Misture completamente, invertendo o frasco com suavidade. Se o medicamento não se dissolver em poucos segundos, deixe o frasco em repouso por alguns minutos.

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Terapia Intravenosa T

Após injetar o medicamento, inverta o frasco com suavidade várias vezes, para assegurar a mistura completa.

T Métodos de infusão Infusão contínua por meio de um equipo primário Indicações T

Para manter níveis sanguíneos constantes, se for improvável a interrupção súbita da infusão

Vantagens T T

Mantém níveis sanguíneos constantes Corresponde a um risco menor de choque rápido e de irritação venosa, por causa do grande volume de líquido em que se está diluindo o medicamento

Desvantagens T T T

O risco de incompatibilidade aumenta com o tempo de contato entre medicamentos Restringe a mobilidade do cliente Apresenta maior risco de infiltração não-detectada

Infusão contínua por meio de um equipo secundário Indicações T

T

Quando o cliente precisa de infusão contínua de duas ou mais misturas compatíveis administradas a velocidades diferentes Quando há uma significativa possibilidade de interrupção súbita de uma mistura sem se infundir o medicamento restante nos equipos

Vantagens T T

Possibilita diferentes velocidades de infusão entre a infusão primária e cada uma secundária Possibilita o fechamento total do equipo primário, mantendo-se o acesso venoso em caso de necessidade de interrupção súbita do equipo secundário

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos T

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O contato breve antes da infusão possibilita a administração de misturas incompatíveis — o que às vezes não é possível com um tempo longo de contato

Desvantagens T T T

Não pode ser usada para medicamentos que têm incompatibilidade imediata Implica maior risco de irritação venosa ou flebite, por causa do maior número de medicamentos O uso de vários equipos, em especial com bombas de infusão eletrônicas, pode criar barreiras físicas ao tratamento do cliente, limitando sua mobilidade

Injeção direta em uma veia (sem linha de infusão) Indicações T

Quando um medicamento não-vesicante que comporta baixo risco de reação adversa imediata é necessário para um cliente que não tem outras necessidades IV (p. ex., clientes ambulatoriais que precisam de injeções de contraste para exames radiológicos ou clientes oncológicos que estejam recebendo quimioterápicos)

Vantagens T T

Elimina o risco de complicações de dispositivos de punção venosa de maior permanência Elimina os inconvenientes de dispositivos de punção venosa de maior permanência

Desvantagens T T

T T

Exige punção venosa, que pode causar ansiedade no cliente Exige duas seringas — uma para se administrar o medicamento e outra para se lavar a veia após a administração Risco de infiltração pela agulha de aço Inclui risco de coagulação, com a administração de um pequeno volume em tempo longo

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos T T

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Possibilita administração repetida de medicamentos por um único acesso venoso Provoca níveis altos de medicamentos por períodos curtos, sem causar toxicidade do medicamento

Desvantagens T

Pode causar períodos em que os níveis de medicamento no sangue estão baixos demais para serem de eficácia clínica (tal como quando os tempos de nível máximo e mínimo não são considerados na prescrição)

Infusão intermitente por bloqueio com soro fisiológico Indicações T

Quando um cliente precisa de acesso venoso puncionado, mas não de uma infusão contínua

Vantagens T T T T

Fornece acesso venoso para clientes que estão sob restrição de líquidos Possibilita maior mobilidade do cliente entre as doses Preserva as veias, pela redução de punções venosas Reduz o custo, quando usada com um número limitado de medicamentos

Desvantagens T

Exige monitoração cuidadosa durante a administração, para que o dispositivo possa ser lavado logo após o término da infusão

Infusão intermitente por um dispositivo de controle de volume Indicações T Quando o cliente precisa de um volume pequeno Banton | Terapia Intravenosa. Amostras de páginas não sequenciais e de líquidos em baixa resolução. Copyright © 2012 Editora Guanabara Koogan Ltda.


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Terapia Intravenosa T

Para bebês, crianças pequenas e crianças que apresentam problemas cardiovasculares, por serem mais susceptíveis a sobrecarga de volume

Vantagens T T

Exige somente um frasco de grande volume Impede a sobrecarga de líquidos de uma infusão descontrolada

Desvantagens T T

Implica alto risco de contaminação Se o dispositivo não contém uma membrana para bloquear a passagem de ar quando está vazio, a pinça de fluxo deve ser fechada manualmente ao término da infusão

Ponta perfurante

Pinça-rolete

Y Câmara de controle de volume

Pinça

Orifício contagotas

Adaptador de agulha

Câmara de gotas

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Terapia Intravenosa

R

ALERTA! Se o cliente necessitar de mais medicação IV — ou se houver probabilidade de o medicamento causar uma reação adversa imediata —, considere a punção de um acesso venoso periférico.

T

Injeção de medicamento diretamente em uma linha existente T T

R

ALERTA! Se detectar sinais de complicações, mude o local de acesso antes de administrar o medicamento.

T T

T T

R

ALERTA! Não force a inserção; se sentir resistência, insira a agulha a um ângulo diferente.

R

Reúna o equipamento adequado. Verifique se há eritema, sensibilidade, edema ou vazamento no local da inserção. Se o novo medicamento e a mistura de infusão atual forem compatíveis, mantenha a infusão. Se o novo medicamento não for compatível com a solução de infusão mas for compatível com soro fisiológico, use uma seringa contendo soro fisiológico para lavar a linha antes de injetar o medicamento. Inverta a seringa e empurre o êmbolo devagar para retirar todo o ar. Usando um algodão embebido em álcool, limpe o adaptador de injeção o mais próximo possível do acesso venoso.

Após cumprir esses passos iniciais, prossiga com os seguintes: T T T

ALERTA! Nunca injete com rapidez tal que interrompa a infusão primária ou propicie refluxo de medicamento no equipo.

Descarte todos os equipamentos com risco de contaminação de forma adequada.

T

Firme o adaptador de injeção com uma mão e insira a agulha no meio da borracha. Injete o medicamento a uma velocidade uniforme, tal como prescrito. Observe sinais de reação do cliente durante e após a injeção. Retire a agulha e restabeleça a velocidade de infusão.

Como usar um bloqueio com soro fisiológico T T T

Reúna o equipamento adequado. Conecte o frasco que contém o medicamento ao equipo. Encha o circuito do equipo com a solução de medicamento.

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos T T

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Usando um algodão com álcool, limpe a ponta do adaptador de injeção. Firme o adaptador de injeção com o polegar e o indicador da mão não-dominante, tal como mostra a figura.

Quando o adaptador de injeção estiver firme, proceda aos passos seguintes:

R

ALERTA! Não force a inserção; se encontrar resistência, insira a agulha a um ângulo diferente.

T T

T

T T

T T

Insira no centro do adaptador de injeção a agulha de uma seringa contendo soro fisiológico. Puxe o êmbolo um pouco e observe o refluxo de sangue. Se o sangue aparecer, injete devagar o soro fisiológico. Se encontrar resistência ou o cliente se queixar de dor ou desconforto, pare imediatamente, porque é preciso trocar o dispositivo de acesso venoso. Se não encontrar resistência, verifique sinais de infiltração, enquanto injeta devagar o soro fisiológico. Se notar sinais de infiltração, retire o dispositivo de acesso venoso e insira um novo dispositivo em outro local; se não houver infiltração, o medicamento pode ser administrado. Conecte o equipo ao adaptador de injeção. Ajuste a velocidade de infusão tal como prescrito.

Para interromper a infusão:

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos T T T

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Monitore com freqüência o cliente e a velocidade de infusão. Quando a infusão secundária se completar, retire a agulha do adaptador de injeção. Ajuste a velocidade de infusão da solução primária.

Para entender a analgesia controlada pelo cliente T

T T

Permite que o cliente administre sua própria medicação, apertando o botão de um controle manual conectado a uma bomba. Deve ser programada para administrar doses especificadas a intervalos regulares, antes do uso. Unidade de tempo — impede o cliente de administrar doses excessivas acidentais, forçando a um intervalo de tempo mínimo entre as doses (em geral, 6 a 10 min, mas pode ser maior). n bolos IV — ajustar o intervalo mínimo tal como prescrito pelo médico. (O tempo normal de alívio da dor após uma injeção em bolo de opiáceo é 6 a 10 min.)

Indicações T T T

Clientes que necessitam de analgesia parenteral Clientes no pós-operatório Clientes portadores de doenças crônicas degenerativas, tais como câncer terminal e anemia falciforme

Vantagens T T

T T

Elimina o uso IM de analgésicos Fornece alívio individualizado da dor (cada cliente recebe a dose adequada para o seu tamanho e sua tolerância à dor) Proporciona ao cliente uma sensação de controle da dor Possibilita que o cliente repouse no período noturno, reduzindo a sonolência durante o dia

Desvantagens T

Pode provocar depressão respiratória (o principal efeito adverso dos opiáceos), exigindo monitoração da freqüência respiratória do cliente.

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

T

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teger o acesso contra deslocamento ou contaminação acidental. Use técnicas assépticas sempre que estiver administrando medicamentos IV.

Administração de medicamentos em crianças por meio de uma bomba de seringa T T T

T

Útil em especial para administrar medicamentos IV a clientes pediátricos Possibilita o máximo controle para infusão de pequenos volumes Deve ser protegida de manipulação acidental e contra velocidades de infusão não-controladas, e ter um alarme sensível a resistência de baixa pressão ao fluxo Deve funcionar com precisão com seringas de 5 a 60 ml de tubos de baixo volume

Administração de medicamentos em crianças por infusão retrógrada T

T

T T

T T

R

ALERTA! Se o medicamento se deslocar para dentro da seringa, esta deve ser descartada.

T

Faz uso de tubos de baixo volume em espiral e uma seringa de deslocamento, para impedir sobrecarga de líquidos Possibilita a administração IV de um antibiótico em 30 min, sem aumentar o volume de líquido infundido no cliente Precisa de uma linha única para administração de todos os líquidos e medicamentos IV Não necessita de alteração da velocidade de infusão primária para administração dos medicamentos IV A infusão do medicamento é lenta, em especial a velocidades de infusão mais baixas que 5 ml/h O tubo de baixo volume tem que conter todo o volume do medicamento diluído O medicamento deve ser diluído em um volume igual a metade do volume da infusão primária em uma hora, para possibilitar a infusão do medicamento em meia hora; por isso, se a velocidade de

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

T

T

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R

ALERTA! Se diluir um medicamento em um volume maior que o normal, monitore o cliente com cuidado durante a administração, porque muitos clientes idosos estão sujeitos a sobrecarga de líquidos.

T

T T

115

nistração de medicamentos IV — é prioritário (balanço hídrico). Ajustes cuidadosos e individualizados de dosagens são importantes, porque o envelhecimento pode aumentar ou diminuir o efeito dos medicamentos. Durante a administração de analgésicos IV em idosos, verifique com atenção sinais de depressão respiratória ou do sistema nervoso central, incluindo confusão. Avalie com cuidado, no local de acesso venoso, sinais e sintomas de infiltração e flebite, mais comuns em clientes idosos, cujas veias são frágeis. Muitos medicamentos IV são especialmente irritantes para veias frágeis, de modo que a necessitam de uma diluição maior que a normal. Se necessário, reinicie a infusão antes de aplicar um medicamento IV. Quando inserir um dispositivo de acesso venoso, use o mínimo possível de esparadrapo, para evitar traumatismo da pele frágil do cliente idoso.

T Tratamento de complicações do tratamento com medicamentos intravenosos Sobrecarga circulatória T T

T

Pode ocorrer quando um volume excessivo de solução IV é infundido com muita rapidez Pode também ser uma complicação freqüente da terapia IV em clientes que apresentam insuficiência cardíaca ou doença renal, e em clientes idosos A prevenção inclui monitoração cuidadosa da velocidade e do volume de todas as infusões IV

Sinais e sintomas T T T

Estertores durante a ausculta pulmonar Hipertensão arterial Distensão da veia jugular Balanço hídrico positivo Dificuldade respiratória

T Banton | Terapia Intravenosa. Amostras de páginas não sequenciais e T em baixa resolução. Copyright © 2012 Editora Guanabara Koogan Ltda.


Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

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Medidas preventivas T

T

Para impedir extravasamento de medicamentos vesicantes, siga com rigidez as técnicas adequadas de administração e obedecer às seguintes normas: n Não use um acesso IV existente sem se certificar de sua permeabilidade. n Use veias distais, o que possibilita punções venosas sucessivas. n Para impedir lesão de tendões e nervos por um possível extravasamento, evite usar o dorso da mão. n Evite também o pulso e os dedos (são de difícil imobilização), e áreas que apresentam lesões anteriores ou de má circulação. n Sempre inicie a infusão com soro fisiológico a 0,9%. n Antes de infundir o medicamento, verifique se há infiltração. Quando estiver pronta para administrar os medicamentos, siga as seguintes normas: n Aplique os medicamentos por injeção lenta por meio de uma linha IV patente ou por uma infusão de pequeno volume (50 a 100 ml). n Quando vários medicamentos estão prescritos, injete os vesicantes em último lugar. Se possível, evite usar bomba de infusão para administrar medicamentos vesicantes. A bomba continuará a infusão mesmo quando houver infiltração. n Durante a infusão, observe eritema ou infiltração no local. Instrua o cliente a relatar queimação, ardência ou sensação súbita de calor no local. n Use um curativo semipermeável transparente, que possibilita inspeção freqüente do local de inserção do acesso venoso. n Depois da administração do medicamento, infunda soro fisiológico a 0,9% para lavar o medicamento da veia e impedir vazamento quando o cateter for removido.

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

T T

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de líquidos e medicamentos IV nos tecidos circundantes Pode ocorrer em clientes idosos, por causa de suas veias finas e frágeis O risco aumenta quando um dispositivo de acesso venoso permanece na veia por mais de 2 dias ou quando a posição da ponta do cateter está próxima de uma área de flexão

Sinais e sintomas T T T T T T

Palidez Queimação Calor em torno do acesso venoso Velocidade de infusão lenta ou inalterada, mesmo quando a veia está obstruída. Edema no local do acesso IV ou acima dele Sensação de distensão no local do acesso venoso

Intervenções de enfermagem T T T T

Interrompa a infusão e retire o dispositivo. Verifique o pulso e o tempo de enchimento capilar do cliente. Providencie a punção de novo acesso e continue a infusão. Registre o estado do cliente e as suas intervenções.

Medidas preventivas T T

Verifique o local do acesso IV com freqüência. Não oculte com esparadrapo a área sobre o acesso venoso.

Flebite T

R

ALERTA! Fenitoína e diazepam, que são com freqüência aplicados por injeção direta, podem produzir flebite após uma ou mais injeções no mesmo local.

T T

Complicação comum da terapia IV Em geral, associada a medicamentos ou a soluções ácidas, alcalinas ou de alta osmolaridade Fatores predisponentes incluem traumatismo durante a inserção, uso de uma veia de fino calibre, uso de um dispositivo de acesso venoso calibroso, e uso prolongado do mesmo local

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos T T

121

3 = dor com eritema ou edema, formação de faixa, cordão venoso palpável 4 = dor com eritema ou edema, formação de faixa, cordão venoso palpável com mais de 2,5 cm de comprimento e secreção purulenta

Choque por velocidade de infusão excessiva T T

Reação sistêmica que pode ocorrer quando infusões IV são administradas com rapidez excessiva Pode ser evitada pela administração de líquidos IV à velocidade prescrita, nunca acelerando a infusão de um medicamento e usando uma bomba de infusão para infusão precisa de um medicamento

Sinais e sintomas T T T T T T T

Parada cardíaca Rubor facial Cefaléia Pulso irregular Choque Síncope Opressão torácica

Intervenções de enfermagem T T T

Interrompa a infusão. Chame o médico. Administre solução glicosada a 5% para manter o acesso venoso pérvio.

Medidas preventivas T T

Verifique as normas de infusão antes de administrar um medicamento. Dilua o medicamento com uma solução compatível.

Infecção sistêmica T T

Complicação grave da terapia IV Mais comum com dispositivos de acesso vascular centrais do que com dispositivos periféricos

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Capítulo 4 / Medicamentos Intravenosos

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Intervenções de enfermagem T T

Aplique compressas úmidas mornas sobre a veia e tecidos circundantes. Diminua a velocidade de infusão.

Medidas preventivas T T T

Use um aquecedor de sangue para sangue ou concentrado de hemácias. Deixe soluções IV e medicamentos chegarem à temperatura ambiente antes da administração. Dilua medicamentos irritantes.

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