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Síndrome De Down e Def/ Intelectual Quem São? como identificamos ?

A pessoa com Síndrome de Down

1. Cada pessoa com SD é um ser humano único. Não generalize o comportamento (bom ou ruim) de uma pessoa como se todas as outras fossem iguais. 2. Todas as pessoas, incluindo as pessoas com SD, têm capacidade para aprender qualquer coisa, desde que lhe sejam oferecidas as condições para tal. Se você assumir que alguém não vai aprender algo, você não vai fazer nenhum esforço para ensinar. 3. Esqueça-se do mito da idade mental. Um adolescente com SD se comporta como um adolescente, um adulto como um adulto. Trate cada um deles de acordo com a fase da vida em que está. 4. Não se deixe influenciar pela opinião de pessoas que nunca conviveram diretamente com uma pessoa com Síndrome de Down. Muitas vezes elas têm informações desatualizadas que podem induzir ao preconceito e ao erro, inclusive a mídia e os médicos podem se colocar algumas vezes de forma equivocada e desatualizada. Por isso fiquem atentos. 5. A pessoa com SD tem direito ao trabalho (de forma apoiada ou não) como qualquer outro cidadão e nunca pode ser considerada como incapaz. A inclusão no mercado de trabalho é um direito que pode e deve ser exercido. Pessoas com Síndrome de Down que exercem esse direito exercitam também a cidadania. 6. As pessoas com SD não precisam, obrigatoriamente, ser interditadas e, mesmo quando julgado necessário, existe a possibilidade de interdição parcial.

2 Qual a porcentagem na população? A convivência com as pessoas que têm Down é uma realidade e cada vez mais presente. Esta convivência é benéfica para todos e não só para as pessoas que nasceram ou adquiriram uma deficiência, uma população que corresponde, segundo a Organização Mundial da Saúde, a 10% dos habitantes do planeta. A mesma porcentagem é atribuída à população brasileira: ou seja,0, 17 % de brasileiros sensorial ou mental e down. Deficiência intelectual é de 0,95 %. As evidências históricas indicam que é provável que sempre tenha havido pessoas com síndrome de Down na humanidade. Por que Acontece?


O síndroma de Down é a causa mais comum de atrasos de desenvolvimento psicomotor (cerca de 1/3 dos casos). Aparece em todas as raças com uma incidência de cerca de 1 para 800 nascimentos. O aumento da incidência com a idade da mãe é bem conhecido. No entanto, a maioria das crianças são filhas de mães com menos de 30 anos. A explicação reside no fato de haver muito mais gravidezes neste grupo etário do que no grupo com mais idade, e de se oferecer, de um modo geral, o diagnóstico pré-natal às grávidas com mais de 35 anos. Há Tratamento ? Ao nascer, uma criança com Síndrome de Down, além do acompanhamento  pediátrico normal, é necessário que se lhe ofereça orientação de geneticista e  de outros eventuais especialistas. Além disso, a criança deve ser submetida a  um tratamento através de estímulos ( terapia ocupacional ) entre outros que  minimizarão os efeitos das alterações neuro­motoras e fonoarticulatórias. Este  tratamento deve iniciar­se tão logo seja diagnosticada a Síndrome e precisa ser  desenvolvido   por   equipe   integrada   de   fisioterapeuta,   terapeuta   ocupacional,  fonoaudiólogo   e  psicólogo,   que   irão   estimular  a   criança   para  que   tenha   um  melhor  desenvolvimento   motor  e  intelectual.  É  importante   não   se   perder  de  vista a família e as dificuldades que enfrenta desde o nascimento de seu filho  com   Síndrome   de   Down.   Sabe­se   que   as   crianças   que   estão   desde   o  nascimento   se   submetendo   a   esses   tratamentos   têm   melhoras   em   seu  desempenho,   mas   ainda   não   se   conhece   sua   efetiva   contribuição   na   vida  adulta. Então, o objetivo do tratamento que atualmente se faz é colaborar para  acelerar   e   melhorar   as   condições   motoras   e   intelectuais   do   portador   da  Síndrome de Down.

Comprometimentos: como lidar ? Cognitivos?

Afetivos?

Motores?


Síndrome De Down e Def.doc otavio.doc zéé  

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