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HISTÓRIA DO CIRCO • Pode-se dizer que as artes circenses surgiram na China, onde foram descobertas pinturas de quase 5.000 anos em que aparecem acrobatas, contorcionistas e equilibristas.


PREPARAÇÃO DOS GUERREIROS • A acrobacia era uma espécie de condicionamento físico, a fim de se trabalhar a força , agilidade e flexibilidade • Com o tempo foi acrescentado a beleza, a graça e harmonia nos movimentos.


UMA FESTA QUE VIROU TRADIÇÃO • Em 108 a.C. houve uma grande festa em homenagem a visitantes estrangeiros, que foram brindados com apresentações acrobáticas surpreendentes. A partir daí, o imperador decidiu que todos os anos seriam realizados espetáculos do gênero durante o Festival da Primeira Lua.


EGITO • Nas pirâmides do Egito existem pinturas de malabaristas e paradistas. Nos grandes desfiles militares dos faraós se exibiam animais ferozes das terras conquistadas, caracterizando os primeiros domadores.


ÍNDIA - GRÉCIA • ÍNDIA > Contorção e saltos, fazem parte dos milenares espetáculos sagrados. • GRÉCIA > Paradas de mãos, equilíbrio de mão a mão, eram modalidades Olímpicas. Existiam também os sátiros – que faziam o povo rir, hoje são os palhaços.


• O circo no Brasil • No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já haviam os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a doma de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.


• O circo brasileiro tropicalizou algumas atrações. O palhaço brasileiro falava muito, ao contrário do europeu, que era mais mímico. Era mais conquistador e malandro, seresteiro, tocador de violão, com um humor picante.


• O público também apresentava características diferentes: os europeus iam ao circo apreciar a arte; no Brasil, os números perigosos eram as atrações: trapézio, animais selvagens e ferozes.


TEATRO DO OPRIMIDO • Todo teatro é necessariamente político, porque políticas são todas as atividades do homem, e o teatro é uma delas. • Os que pretendem separar teatro da política, pretendem conduzir-nos ao erro – e esta é uma atitude política.


TEATRO DO POVO โ€ข Teatro era o povo cantando livremente ao ar livre: o povo era o criador e o destinatรกrio do espetรกculo. Era uma festa em que podiam todos livremente participar.


ARISTOCRACIA • Veio a aristocracia e estabeleceu divisões: algumas pessoas iriam ao palco e só elas podiam representar enquanto todas as outras permaneceriam sentadas, receptivas, passivas: estes seriam os espectadores, a massa, o povo. E para que o espetáculo pudesse refletir eficientemente a ideologia dominante, a aristocracia estabeleceu uma nova divisão: alguns atores seriam os protagonistas (aristocratas) e os demais seriam o coro, de uma forma ou de outra simbolizando a massa.


BURGUESIA • Veio depois a burguesia e transformou estes protagonistas (personagem principal): deixaram de ser objetos de valores morais, superestruturais, e passaram a ser sujeitos multidimensionais, indivíduos excepcionais, igualmente afastados do povo, como novos aristocratas.


DESTRUIÇÃO DAS BARREIRAS • Todos devem representar e todos devem protagonizar as necessárias transformações


O TEATRO COMO LUTA DOS OPRIMIDOS • O autor desenvolveu um projeto que através de técnicas dos mais variados segmentos, consegue utilizar da ética, da política, da história, da filosofia, que para ele são os nutrientes da árvore (seiva).


• TEATRO IMAGEM dispensa-se o uso das palavras, para que possamos desenvolver outras formas perceptivas. Usamos o corpo, fisionomias, objetos, distâncias e cores, que nos obrigam a ampliar nossa visão sinalética – onde significantes e significados são indissociáveis, como o sorriso da alegria no rosto, ou as lágrimas da tristeza e do pranto.


• TEATRO JORNAL doze técnicas de transformação de textos jornalísticos em cenas teatrais, consiste na combinação de imagens e palavras revelando, naquelas, significados que, nestas, se ocultam. Mostrando que o jornal usa técnicas de ficção, assim como na literatura, porém com diagramação, tamanho de manchetes, a colocação de cada notícia dentro da página. O teatro jornal serve para desmistificar a pretensa imparcialidade dos meios de comunicação. Se jornais, revistas, rádio e tvs vivem economicamente dos seus anunciantes, não permitirão jamais que informações ou notícias verdadeiras revelem a origem e a veracidade daquilo que publicam, ou a quais interesses servem – a mídia será sempre usada para agradar aqueles que a sustentam; será sempre a voz do seu dono.


• TEATRO FORUM talvez a forma do TO mais democrático e certamente, a mais conhecida e praticada, pode ser usado todo o tipo de recursos teatrais conhecidos; a essas, acrescentando uma característica essencial: os espectadores – aos quais chamamos de Spect-atores – são convidados a entrar em cena e, atuando teatralmente e não apenas usando palavras, revelar seus pensamentos, desejos e estratégias que podem sugerir, ao


• TEATRO INVISÍVEL O espetáculo invisível pode ser apresentado em qualquer lugar onde sua trama poderia realmente ocorrer ou teria já ocorrido (na rua, na praça, no supermercado ou na feira, na fila do ônibus ou do cinema ...). Atores e espectadores encontram-se no mesmo nível de diálogo e de poder, não existe antagonismo entre a sala e a cena, existe superposição.


• TEATRO LEGISLATIVO é um conjunto de procedimentos que misturam o Teatro-forum e os rituais convencionais de uma Câmara ou Assembléia, com o objetivo de se chegar à formulação de Projetos de Lei coerentes e viáveis. A partir daí, temos que seguir o caminho normal da sua apresentação às Casas da Lei e pressionar os legisladores para que os aprovem.


HISTÓRIA DO CIRCO TEATRODOOPRIMIDO