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Q u e rid o s v e c in o s /a s : U n a ñ o m á s te n g o e l h o n o r d e d irig ir m e a to d o s v o s o tro s a tra v é s d e e s ta e d ic ió n d e la R e v is ta d e F e ria . E s ta m o s a p u n to d e c o n c lu ir u n añ o m a rc a d o p o r la s p a la b ra s c ris is , a ju s te s ,… to d a s e lla s d e s a g ra d a b le s p e ro q u e c u a lq u ie ra , a n iv e l fa m ilia r e s ta m o s s u frie n d o . E l A y u n ta m ie n to n o e s a je n o a e s to y n o p u e d e h a c e r to d o lo q u e e l E q u ip o d e G o b ie rn o q u is ié r a m o s , s o m o s c o n s c ie n te s d e la s n e c e s id a d e s q u e e x is te n , y q u e la s itu a c ió n d e d e s e m p le o e s a la r m a n te , p e ro la f a lta d e re c u rs o s , a d ía d e h o y , n o s h a c e n a d a p ta r la re a lid a d a la e c o n o m ía m u n ic ip a l. H a y q u e g o b e rn a r c o n s e n s a te z y s a b e r q u e n o p o d e m o s e le v a r e l n iv e l d e g a s to s p o r e n c im a d e lo s in g r e s o s . M e g u s ta r ía q u e s e v a lo ra s e la g e s tió n re s p o n s a b le , p ru d e n te y a u s te r a , c re e d m e q u e n o e s fá c il, p e ro e s lo q u e m o ra lm e n te s e d e b e h a c e r. E s ta e s la n o r m a b á s ic a d e c u a lq u ie r e c o n o m ía f a m ilia r . E s é p o c a d e e s fu e rz o s q u e , s in d u d a , p e rm itir á n u n fu tu ro c o n m á s a liv io p a ra e l p u e b lo y p a ra la In s titu c ió n q u e p re s id o . S o y c o n c ie n te d e q u e n o s h a to c a d o g e s tio n a r la e ta p a m á s d if íc il d e la D e m o c ra c ia p u e s , a e s ta g r a v e c ris is e c o n ó m ic a s e le u n e la s e q u ía d e n u e s tro s c a m p o s q u e h a p ro v o c a d o q u e e l p u e b lo te n g a u n a d e la s p e o r e s c o s e c h a s d e la h is to ria y q u e , d e s g ra c ia d a m e n te , v e n d rá a m e r m a r e l n ú m e ro d e jo rn a le s a g ríc o la s . S e d e la s e n o rm e s d ific u lta d e s q u e e s ta m o s a tra v e s a n d o , p e ro e l A y u n ta m ie n to n o tie n e c a p a c id a d e c o n ó m ic a p a ra a m o rtig u a r e l d e s e m p le o a c tu a l, e s to d e b e e n te n d e rlo c u a lq u ie r v e c in o . C re o q u e la s A d m in is tra c io n e s m a s p o te n te s , C e n tr a l y A u to n ó m ic a , d e b e ría n a u n a r e s fu e rz o s p a r a d a r a p o y o a z o n a s ru ra le s c o m o la n u e s tra d o n d e e n m e s e s v e n id e ro s v e re m o s c o m o la s d if ic u lta d e s a u m e n ta n . S in e m b a rg o , e s to y c o m p le ta m e n te s e g u ro d e q u e s a ld re m o s a d e la n te , c o n e l e s fu e rz o d e to d o s , e n te n d ie n d o la s itu a c ió n y h a c ie n d o s a c rif ic io s , p o d re m o s a fro n ta r la s a d v e rs id a d e s c o n v a le n tía y d e m a n e ra f ru c tíf e ra . M e s ie n to c o n la s g a n a s , e l e m p u je y la ilu s ió n d e l p rim e r d ía p a ra p o d e r a y u d a r a l p u e b lo y a lo s v e c in o s e n to d o a q u e llo q u e e s té a m i a lc a n c e . A d ia r io m e c u e s tio n o c o m o h u b ie s e s id o g o b e rn a r e n tie m p o s d e b o n a n z a p e ro te n g o fu e rz a s , p u e s lo s g e s to re s p ú b lic o s d e b e m o s c o n c ie n c ia r n o s d e q u e n o v e n im o s a la A d m in is tra c ió n a d is fru ta r d e e lla s in o a s e rv ir a l p u e b lo q u e p a ra e s o n o s e lig e . A g ra d e z c o la c o m p re n s ió n y e l c a riñ o q u e m e m o s tr á is c u a n d o v is ito v u e s tr a s c a lle s , c u a n d o n o s re u n im o s p a ra c u a lq u ie r fin o s im p le m e n te c u a n d o n o s e n c o n tr a m o s p o r e l p u e b lo . C o n fie s o p ú b lic a m e n te q u e s o is m i m o to r, s a c r ific o lo q u e s e a n e c e s a r io c o n ta l d e p o d e r a y u d a r a m e jo ra r n u e s tro q u e rid o p u e b lo . S i to d o s re m a m o s e n la m is m a d ir e c c ió n , q u iz á s c o n m a s d if ic u lta d e s q u e e n é p o c a s a n te rio re s , p e ro lle g a r e m o s a b u e n p u e rto . L a r e c u p e ra c ió n d e u n p u e b lo d e p e n d e d e to d o s y c a d a u n o d e s u s v e c in o s . E s p e ro q u e e s ta s fe c h a s q u e s e a v e c in a n p o d a m o s s e r c a p a c e s d e h e rm a n a r n o s c o n la a le g r ía d e v iv ir e n e l m is m o p u e b lo y e n la m is m a é p o c a , d e b e m o s s e r e x tr e m a d a m e n te s o lid a r io s y a y u d a rn o s u n o s a o tro s . H a y p e r s o n a s d e l p u e b lo , c a d a d ía m a s , q u e n e c e s ita n d e n u e s tra a y u d a . Q u ie ro p o r u ltim o a g ra d e c e r la c o la b o r a c ió n d e to d o s , e s p e c ia lm e n te a m is c o m p a ñ e ro s d e l E q u ip o d e G o b ie rn o , a lo s c o n c e ja le s d e la o p o s ic ió n p o r e s ta r a la a ltu r a d e la s c ir c u n s ta n c ia s , e l p e r s o n a l té c n ic o m u n ic ip a l y a lo s c o m e r c ia n te s , q u e a p e s a r d e la g r a v e s itu a c ió n , s ig u e n c o la b o ra n d o c o n la fin a n c ia c ió n d e l p ro g r a m a d e fe r ia . A le g r é m o n o s d e lo s e v e n to s o r g a n iz a d o s d e s d e la D e le g a c ió n d e F e s te jo s e n e s ta F e r ia R e a l d e S a n M ig u e l y c o m o d e c ía a l p r in c ip io , a y u d é m o n o s y m a n te n g a m o s lo q u e s ie m p re n o s h a c a ra c te r iz a d o a lo s c a ñ e te ro s , s e r b u e n a s p e r s o n a s . C o n c lu yo c o n u n a fr a s e q u e m e h iz o lle g a r u n v e c in o e l d ía q u e e s c r ib ía e s ta s lín e a s … “ D is fru te n c o m o s i n o h u b ie ra m a ñ a n a , b a ile n c o m o s i n a d ie le s v ie r a y c a n te n c o m o s i n a d ie le s e s c u c h a r a ”

U n fu e rte a b ra z o d e v u e s tro A lc a ld e F é lix R o m e ro C a r r illo


El fin de septiembre anuncia la llegada del otoño y Cañete de las Torres, año tras año, le da la bienvenida con la Feria Real de San Miguel, unas fiestas que se celebran del 27 al 30 de septiembre. Las fiestas y ferias de cada una de las localidades de nuestra provincia se convierten no sólo en un reclamo turístico de cada comarca, sino que también suponen ese momento del año en que los vecinos se reencuentran, recuerdan los avatares de la vida y comparten el disfrute. Además, nuestras fiestas y tradiciones representan una excelente oportunidad para dar a conocer la riqueza de nuestro patrimonio, para poner en valor a nuestros pueblos, para abrir nuestra hospitalidad a los que nos visitan y para dar un respiro a la difícil situación de las economías locales. Los vecinos de Cañete os dais cuenta de ello y mostráis vuestra hospitalidad y buen hacer en cualquiera de vuestras fiestas. La Diputación de Córdoba es consciente de que estos eventos constituyen una seña de identidad única y que muestran el arraigo y el orgullo de los cordobeses por su tierra. Como presidenta de la institución provincial quiero dirigirme a vosotros, los cafeteros y cañeteras, para expresaros que trabajamos para promocionar la riqueza de nuestros pueblos de manera transversal, es decir, desde las fiestas, pasando por la gastronomía, la cultura, el patrimonio y sin olvidar aquellos sectores que también repercuten en el desarrollo económico, como en vuestro caso, es el agrícola. Entre las responsabilidades de esta institución está el garantizar el bienestar social y el desarrollo económico de los pequeños municipios como garantía de equidad territorial. Como prueba de esta filosofía, la institución provincial, a través del Consorcio Provincial de Desarrollo Económico, ha colaborado de manera intensa difundiendo la II Feria Agroganadera de Cañete, Surcos, al resto de la provincia y, entre otras actuaciones, ha acometido las obras de reforma y mejora de la guardería infantil y el comedor escolar de vuestra localidad. Sin más sólo me queda recordaros que vamos a seguir apoyando a Cañete en todas aquellas actuaciones que contribuyan a su desarrollo económico. A través de estas líneas os envío un afectuoso abrazo y os invito a seguir recibiendo a los que vienen a Córdoba, al Alto Guadalquivir y a Cañete de las Torres con la amabilidad que os caracteriza. Disfrutad de vuestra Feria como siempre lo habéis hecho, con alegría y hospitalidad hacia los visitantes.

María Luisa Ceballos Casas Presidenta de la Diputación de Córdoba


Antonio Vilches Romero Concejal de Festejos ESTIMADOS PAISANOS,

VUELVO A COORDINAR LA FERIA REAL EN HONOR A SAN MIGUEL, SIN HABER PERDIDO NADA DE ILUSIÓN, NI MUCHO MENOS DE RESPONSABILIDAD EN MI COMPROM ISO. ESTO ES DEBIDO A VOSOTROS. NO SOLO LA FERIA ES EL ÚNICO EVENTO QUE TENEM OS DURANTE EL AÑO. SON MUCHOS MÁS. Y EN ESE ELENCO ME HE ENCONTRADO CON LA COLABORACIÓN DE ASOCIACIONES, COFRADÍAS Y DE PERSONAS. A TODOS Y A CADA UNO DE ELLOS, GRACIAS. ENTRE TODOS LO HEM OS CONSEGUIDO Y DESDE NUESTRO AYUNTAM IENTO, SEGUIREMOS TRAZANDO Y TRABAJANDO POR NUEVOS OBJETIVOS QUE CREAMOS SEAN BENEFICIOSOS PARA NUESTRO PUEBLO. LA CULTURA Y LAS TRADICIONES, FORMAN PARTE DE LA HISTORIA Y LA IDIOSINCRASIA DE UN PUEBLO. LEGADO QUE HEMOS TOMADO DE NUESTROS ANTEPASADOS Y “TESTIGO” QUE PASAREMOS A LA NUEVA SAVIA TAMBIÉN QUIERO DAR LA BIENVENIDA A TODAS LAS PERSONAS QUE NOS VISITAN EMBORRIZADAS EN NOSTALGIA. PERSONAS QUE TUVIERON QUE MARCHAR Y VUELVEN PARA COMPARTIR CON SU PUEBLO, UNOS DÍAS DE CONVIVENCIA. A ELLOS MI GRATITUD POR HACER APOLOGÍA (POSIBLEMENTE SIN DARSE CUENTA) DE CAÑETE DE LAS TORRES. DE SU CASTILLO, DE SU ACEITE, DE LA VIRGEN DEL CAMPO, SAN ISIDRO,SEMANA SANTA, COSTUMBRES… NO PUEDO DEJAR EN EL OLVIDO A LOS VECINOS DE NUESTROS PUEBLOS MÁS CERCANOS, SEAN DE CÓRDOBA O JAÉN. CAÑETE DE LAS TORRES, SIEMPRE ABRE SUS BRAZOS SINCEROS DE HOSPITALIDAD A TODOS LOS QUE POR ESTAS FECHAS QUIERAN COMPARTIR CON NOSOTROS NUESTRA FERIA.LA CUAL ESTE AÑO DESDE LA CONCEJALIA DE FESTEJOS, HEMOS QUERIDO ELABORAR UN PROGRAMA DE FERIA DIFERENTE AL DEL AÑO ANTERIOR PARA RECUPERAR NUESTRA TRADIC IONAL Y ULTIMA NOCHE DE FERIA. AGRADECER A TODOS LOS TRABAJADORES DE ESTE AYUNTAM IENTO SU ESFUERZO Y TRABAJO PARA QUE NUESTRA FERIA LUZCA SUS MEJORES GALAS. FELIZ FERIA DE SAN MIGUEL 2012, Y EN ELLA APARCAD LOS PROBLEM AS. YA TENDREMOS TIEMPO DURANTE EL RESTO DEL AÑO, DE AFRONTAR Y SOLUCIONAR LO QUE NOS VENGA. ANTONIO VILCHES ROMERO CONCEJAL DE CULTURA, FESTEJOS ,TURISMO Y PARTICIPACION CIUDADANA


PREGON A LA VIRGEN DEL CAMPO JosØ Antonio Tapia Luque 1 septiembre 2012 El pueblo entero allí estaba la gran noche de verano. Delante iba el del pendó n, y el cohetero iba a su lado; seguían las mujeres y hombres con sus velas alumbrando; despuØ s, entre las dos filas, cruz y ciriales alzados, avanzaba el sacristÆ n Panera con dos monagos; venia despuØ s la Patrona, Nuestra Seæ ora del Campo, con su resplandor de plata y candelabros dorados, a hombros de unos zagalones que se iban relevando; y dando la escolta iban dos civiles con el cabo, los tres vestidos de gala y con el barbuquejo “ echao” ; seguían despuØ s los chiquillos de los vivas encargados; y, en fin, cerrando el cortejo, iba la banda marchando (dos clarinetes, requinto, dos cornetines, un bajo, dos trombones, redoblante,

de otras gentes que velaban en nuestros dos camposantos! ¿Có mo pasar al romance la trascendencia de algo que fue vivido por mi hace cuarenta y mas aæ os? Y que dirían los de ahora, si leyeran mi relato? ¡Ay tradició n, tradició n, que es lo que a ti ha quedado! Así, el desfile seguía ruidosamente avanzando... Repicaban las campanas de la iglesia y, animado, el esquiló n de la ermita rØ plica les iba dando. El cohetero sus cohetes lanzaba de vez en cuando Que iban subiendo subiendo hasta estallar en lo alto. Los que la imagen llevaban avanzaban golpeando las “ jorquillas” que, cuando se iban cansando, servían para apoyar las andas durante un rato. De la banda resonaban los casi bien acordados sonidos, mientras la voz bien timbrada de un muchacho lanzaba al aire su grito por medios intervalos, arrastrando las palabras con monó tono arrebato: “ ¡Viva la Patrona Divina de Caæ ete de las Torres!


Sr. Alcalde y miembros de la Corporación Municipal. Sr. Cura Párroco, sacerdotes. Hermano Mayor y Junta de Gobierno de la Cofradía de Ntra. Sra. del Campo. Representantes de las demás Cofradías de Cañete de las Torres Amigos, amigas, querida familia. He querido comenzar con este precioso relato que hacía Andrés María del Carpio de la Procesión de la Virgen del Campo a principio del siglo pasado. Aunque en el primer pregón a la Virgen del Campo realizado en el

año 1983 ya se hiciera una referencia del mismo, he querido

recuperarlo al completo pues, a pesar del paso acompasado de los años, se mantiene casi sin cambios este

acto litúrgico y popular,

donde desde los ancianos a los niños, el sentimiento religioso se muestra profundo y emocionado. Hace un año exactamente que Rafael Huertas, Hermano Mayor de la Cofradía, me hizo la proposición de ser Pregonero de las fiestas patronales de la Santísima Virgen del Campo que ahora celebramos. Jamás se me hubiera ocurrido que tal distinción pudiera recaer en mi persona ya que no soy hombre de elevado prestigio en ninguna actividad de relevancia social. Tuve muchas dudas en un primer momento para aceptar la propuesta. Me desanimaba la responsabilidad y, sobre todo, mi poca habilidad para hablar en público. Luego reflexioné, me animé a mí mismo y, algunos días después, acepté la invitación. Cómo negarme a


tan alto honor: Ser pregonero de mi Virgen, mi Patrona, mi Protectora. Me convencí de que todas mis carencias iban a ser superadas con creces pues solamente tenía que hablar desde el corazón, desde mi fervor hacía la Santísima, desde mi veneración hacia una Madre. Desde ese instante me di cuenta de la verdadera responsabilidad que había adquirido, de hasta qué punto sería capaz de hacerme digno del encargo. Esta es la razón por la que seguí adelante, el motivo por el que hoy estoy aquí ante vosotros, amigos, que a buen seguro sabréis disculpar los nervios, el titubeo y los efectos que la gran emoción de este momento puedan ocasionar en mi intervención. La mayoría devosotros me conocéis bien y sabéis que los sentimientos pronto oprimen mi pecho, atenazan mi garganta, las palabras se atascan y atropellan y con gran facilidad aparecen en forma líquida por mis ojos, seguramente en su máxima e inequívoca

expresión de veracidad.

Entonces tomar aire se convierte en un momento interminable y recuperar el aliento es un trabajo ímprobo. Esto ocurre cuando lo que digo sale del corazón. No se puede hacer otra cosa, entonces, más que seguir adelante, a pecho descubierto ante la Venerable y ante todos vosotros. Espero que esta noche, en compañía de tantas personas queridas, tenga la templanza necesaria para afrontar la situación y el acto pueda desarrollarse con la elocuencia y serenidad que os merecéis, aunque la emoción me embargue por momentos. ¡VIRGEN SANTÍSIMA DEL CAMPO! ¿Qué puedo decirte yo, con mis torpes palabras, que no te hayan dicho una y mil veces, en tantos y tan bellos poemas, piropos salidos del corazón, de esos ilustres pregoneros que, antes que yo, estuvieron aquí, ocupando este lugar, poniendo su corazón y su alma al escribir,


(y luego decir el pregón), en cantar de forma sentida y apasionada sus amores hacia Tí.? Contentarme debo en que, lo que me falte en altura de conceptos, en galanura de estilo, en datos eruditos, tendré que suplirlo con creces en el entusiasmo y en el cariño que al pronunciarlo pongo. Amigos, os hablaré desde mi corazón, desde el sentimiento hacia el lugar que me vio nacer. Soy hijo del pueblo y como tal deseo expresarme. Quiero hacer de este acto una manifestación de amor y devoción ferviente a mi Virgen, a mi Parroquia y a mi Pueblo. Poner de manifiesto ante todos vosotros los motivos por los que estos días del año son tan especiales para mí. Los pueblos son mucho más que sus términos municipales, sus calles, sus fuentes o sus plazas. Los pueblos son y los hacen perdurar en el tiempo las personas que apuestan por vivir juntas y se comprometen en proyectos comunes. Este es, sin lugar a dudas, el legado inmaterial más importante que hemos recibido de nuestros antepasados y que tenemos la obligación de inculcar y transmitir a los que nos suceden, en una sociedad que se muestra, por muchos y muy distintos motivos, cada vez más desarraigada. Un pueblo lo hacen su Iglesia, sus tradiciones, sus fiestas, su escuela y, de manera altamente significativa de identidad común en nuestro caso, su Patrona, nuestra muy amada Virgen del Campo. Si somos capaces de poner todo nuestro empeño colectivo en mantener y potenciar todos estos sentimientos comunes, que son capaces de identificarnos como hijos de Cañete de las Torres, en cualquier parte del mundo donde nos encontremos, nuestro proyecto de Pueblo, en su concepto más elevado tendrá sentido y se perpetuará en el tiempo. Es nuestra


obligación hacerlo así, y, especialmente, en estos momentos difíciles que estamos viviendo. Como si de un río se tratara, la memoria me trae recuerdos que fluyen desde aquellos años de la infancia. Vivencias en torno a la Santísima Virgen del Campo, que mencionaré brevemente, hasta mi reciente paso por la Junta de Gobierno de la Cofradía. Recuerdo cuando, siendo muy niño, mi madre me llevaba junto con mis hermanas y mi hermano a visitar a mis abuelos maternos; la sala donde nos reuníamos con ellos, alrededor de la mesa camilla. Presidía la estancia un cuadro de la Virgen del Campo que a mí me llamó desde un principio la atención; y pregunté por qué brillaba tanto. Mi madre me explicó que su abuela lo había bordado con hilo de oro sobre seda en 1892, hace exactamente 120 años, dicho cuadro sigue en poder de la familia. Ese cuadro lo heredó mi abuela de mi bisabuela, mi madre de mi abuela y mi hermana Marilena de mi madre. El mismo que presidió una sala de nuestra casa mientras mi madre vivió; hoy igualmente preside una de las estancias principales de la vivienda de mi hermana. Algún tiempo después, con ocho años, quiso la Providencia que la catequesis preparatoria para la primera comunión la impartiera el sacerdote D. Francisco Cobo en la ermita de Madre de Dios. Jamás podré olvidar aquellos días de primavera en el jardín de la ermita, visitando a diario a la Virgen del Campo. No puedo olvidarme de mi abuela Magdalena, pues fue ella quien de su mano me traía muy de pequeño a la novena. Ella fue la que me enseñó mis primeras oraciones y la que desde mi mas tierna infancia me inculcó el amor, el respeto y devoción a la Virgen, a una Madre. Sirva este recuerdo como homenaje hacia ella y a todas las abuelas que mantienen viva la fe en la Virgen y transmiten a sus nietos nuestras bellas tradiciones.


Años después, formé parte activa de la Cofradía, ocupando distintos cargos en varias Juntas Directivas. En 1980 se hizo la segunda

y

definitiva

reorganización

de

la

misma,

eligiéndose

Hermano Mayor a Don Francisco Relaño, a cuya Junta pertenecí como vocal 1º. Posteriormente, en 1992, fui nombrado Secretario, siendo entonces hermano mayor Don Narciso García. Seria interminable ahora comentar aquí tantos recuerdos y anécdotas vividas en estos años, tales como la reorganización de la Cofradía,

la

recuperación

del

acompañamiento

musical

en

las

procesiones, los fuegos artificiales, la adquisición del nuevo trono procesional, y tantos otros proyectos, pero sobre todo si quiero transmitirles el grato recuerdo que tengo de todas las buenas personas con las que compartí ilusiones en torno a nuestra Patrona. En

1995

fui

elegido

Hermano

Mayor

de

la

Cofradía,

permaneciendo cuatro años en el cargo y siendo estos años los que he vivido con mayor intensidad hacia mi Virgen. Fueron años de buenos momentos, aunque también debo resaltar la vivencia de los días más desagradables y de mayor desasosiego que pasé junto con los miembros que componían mi Junta de Gobierno, pues fue cuando se derrumbó parte del tejado del presbiterio de la ermita, cayendo sobre la bóveda de yesería de la misma, con el consiguiente peligro de desplome de una de las mas bellas, mayores y mas notorias obras de arte que posee Cañete, pero, una vez más, con la ayuda de todo el pueblo, se pudo rehacer el tejado y salvar de la ruina la cúpula barroca de Madre de Dios. De nuevo el pueblo de Cañete de las Torres demostró su devoción a la Virgen del Campo y su generosidad tantas veces puesta a prueba. Hoy, aunque he hecho mención de este suceso, solo quiero acordarme de los buenos momentos que pasé junto con los miembros de la junta de Gobierno que me acompañaron y a los que desde aquí deseo darles las gracias por el apoyo que siempre tuve de ellos.


En estos años que fui Hermano Mayor tuve el privilegio de estar muy cerca de la imagen de la Virgen del Campo, de tenerla en mis brazos al bajarla desde su camarín a la sacristía para que las camareras la engalanaran con motivo de sus fiestas patronales. Este es un acto que se hace cada año y son muy pocas las personas que tienen el privilegio de tenerla a tan poca distancia, de contemplar su dulce, sereno y gozoso rostro tan cerca, casi a un palmo, de cruzar su intensa mirada.

MIRADA QUE EL POETA MARIO LOPEZ EN SU “GEÓRGICA A NTRA. SRA. DEL CAMPO” DICE ASÍ:

Miras los surcos, miras las palomas de la campiæ a trasvolando alcores de Noviembre, el invierno de las nubes a sol traspuesto, los silencios de oro. Sueæ as las serranías, los rebaæ os de ovejas, sus apriscos, los pastores quemando brezo, el agua cristalina hacia los valles y sus regadíos. Piensas sin duda en nuestra Agricultura, la sementera, el olivar, la viæ a las cosechas de aceite, el pan, el vino, las eras, los lagares y almazaras. La mÆ s dispersa variedad de cosas y seres insensibles armonizas bajo tu manto, universal cobijo: la bucó lica esquila, los tractores.


los animales mansos y queridos, las gallinas, los perros, los jumentos, aperos, flores, piedras, mariposas, el oloroso pan de cada día... En toda parte que la luna cubra de cal celeste el rostro de los pueblos, en las encinas, en las amapolas, en los abonos de las tierras pobres, en los estercoleros, en las huertas, en los tibios pesebres de las cuadras, en la mirada de los bueyes en la docilidad de las caballerías estÆ s... En el rocío de los humildes lirios campestres, en los caracoles de las umbrías, la niebla de los leæ os y en el agua potable de los pozos... Y al alba te sonríe en las alondras, en las perdices, en los labradores, y ellos, soæ ando, piensan en la lluvia, frente al lucero azul de la maæ ana Como no recordar también hoy aquí, sería imposible no hacerlo, aquel gran acontecimiento que fue la coronación. De aquel día nos queda la inmensa alegría y el recuerdo imborrable de aquellos momentos vividos con profundo cariño y emoción. Mucho se ha escrito ya de aquellos actos celebrados con tanta brillantez y, al mismo tiempo, con tanta devoción, pero, de entre todos, yo quiero resaltar un momento de aquel recorrido triunfal de


nuestra Patrona Coronada por las calles de Cañete de las Torres que me llenó de emoción, un momento sin precedentes, un momento histórico: Fue cuando su Hijo Jesús, el Nazareno, la esperó en la puerta de su ermita, con la cruz a cuestas, esa que todos los pecadores le hicimos cargar para siempre, con su corona de espinas, mientras ella lucía la de oro………, allí, en aquel momento inefable y único, sus miradas se cruzaron, y quedaron para la eternidad. ¡Cómo os contemplasteis en ese instante indescriptible!

“No cabe mayor consuelo, ni más dulce compañía, que una madre con su hijo” ¿Qué son, esas joyas y esa Corona, si no el sentimiento de los hijos cañeteros, de los presentes y de los que se fueron, que han querido que alguna ofrenda suya la acompañe por lo siglos de los siglos? Ojalá que cada destello de esa Corona ilumine el corazón de todos nosotros y nos haga mejores con los demás y ante los ojos de la Virgen cada día Como madre nos enseñas a amar, a través de tu hijo, como dice Juan en su primera epístola: “En esto hemos conocido el amor: En que Él ha dado su vida por nosotros”. Por ello aliéntanos para que seamos capaces de poner ese amor en práctica. Pero como también nos advierte el evangelista: “no amemos de palabra y de lengua, sino con obras y de verdad”. Permitidme que rinda mi pequeño homenaje a todas las madres, a todas esas mujeres que, caminando, cualquier día del año, haga calor o haga frío, suben al altozano donde se encuentra Madre de Dios, para postrarse bajo la mirada de su Patrona. Solo ellas, que todo lo dan sin pedir nada, saben qué les impulsa a subir a la ermita, a


hablar a la Virgen del Campo con devoción infinita, rogando por sus seres queridos, olvidándose siempre, estoy seguro, de pedir nada para ellas mismas. Quiero, como tanta gente sencilla de tu pueblo, decirte ¡qué guapa luces hoy, Madre!. Aunque lo estás siempre porque tu pueblo te cuida con singular cariño, hoy lo estás más. Tu imagen visible, revestida de nuevos mantos que resaltan tu belleza, se convierte en puente de unión entre tu y tus hijos. Espejo donde mirarse en tu sereno esplendor. Llega la hora de recorrer tus calles, de salir a dar consuelo a cuantos te siguen sin dejar de mirarte con la emoción contenida en el rostro. “ROSTRO SERENO Y ACORDE EN SU TOTALIDAD EL DE LA ALCALDESA PERPETUA DE CAÑETE DE LAS

TORRES QUE MIRA AL

FRENTE, PERO A LA VEZ PARECE COMO SI OBSERVARA DESDE LA LEJANIA A LOS FIELES ENTRANDO DE LLENO EN SU CORAZON, EL GOCE DE LA PROPIA IMAGEN SE TRASLADA AL FIEL DE MANERA ESPIRITUAL, INCLUSO SU MIRADA CREA EL ESPACIO DE RESPETO SILENCIOSO..., ES EL ARTE QUE SE RESPIRA CUANDO EL AIRE HA SIDO TALLADO Y SE SIENTE LA PRESENCIA DE MARIA, ALGO QUE SÓLO HAN CONSEGUIDO TRANSMITIR LOS GRANDES MAESTROS DE LA HISTORIA DEL ARTE Y ENTRE ELLOS DEBEMOS AÑADIR A RUIZ OLMOS, PUES FUE CAPAZ DE AÑADIR ALMA A LA MADERA Y SI UNA VEZ LO CONSIGUIÓ A LA PERFECCION EN UNA GOZOSA DE SANTUARIO FUE EN LA PATRONA DE CAÑETE DE LAS TORRES”. (De esta forma describe Pablo Jesús Lorite Cruz, Doctor en Iconografía, la imagen de la Santísima Virgen del Campo. En otro apartado de su artículo en la revista Coronación del año pasado, se atreve a manifestar que la imagen de la Virgen del Campo se puede considerar como la principal gozosa que modeló las gubias de Ruiz Olmos.)


N o quisiera despedirm e sin pedirte, Virgen m ía, que, por m uchos contratiem pos que se nos presenten en la vida, nos asista el gran consuelo de tenerte com o M adre de este pueblo, para venerarte y hablar contigo de cam ino a tu erm ita, de las cosas que a diario nos suceden. A veces para darte gracias por nuestras alegría s y otras para pedirte ayuda en los m om entos de congoja y am argura, pues el hablar contigo nos da aliento y fuerza para afrontar los m om entos difíciles de la vida. C om o R eina del C ielo y m adre de am or infinito, quiero, com o pregonero

y

en

nom bre

de

tu

pue blo,

hacerte

llegar

nuestras

peticiones para, con tu intercesión, procurar un m undo m ás justo y habitable, donde no existan ni el ham bre ni la s guerras, de donde desaparezca el odio, la sequía, el paro, donde todos podam os ser y sentirnos com o herm anos. Tam bién, com o no, querem os darte gracias por tantas cosas herm osas com o en la vida nos rodean. G racias por nuestros hijos que nos llenan de alegría, gracias por nuestros nietos que nos alegran la vida. A ti los confiam os y te pedim os qu e los guíes, que no los d ejes de tu m ano, qu e los cubras con tu m anto para que no les ocurra nada m alo. G racias por todas las buena s gentes

que pusiste en nuestro

cam ino, fam ilia res pues siem pre están ahí en lo bueno y en lo m alo, y tam bién

por

los

am igos,

que

nos

acom pañan

y

lo

hacen

m ás

agradable. G racias especialm ente a las que ya no están, aunque su s buenas obras vivirán en nosotros para siem pre. En estos tiem pos en los que es difícil encontrar el valor de lo com ún, de com partir, las fiestas d e la Virgen del C am po nos invitan a estrechar m anos, a acoger, a ensanchar nuestras casa s y nuestros corazones, a encontrar el tiem po para recordar y convivir con los que nos visitan, fam iliares y am igos. R ecibám oslos con los brazos abiertos. Leí que el m ejor pregón es el silencio, y que el silencio es tan nuestro com o el aire. Silencio que de rom perse es m ejor que lo hagan los vivas a nu estra Santísim a Virgen del C am po. P or eso, dándoles las gracias por acom pañarm e, por su silencio, por su com prensión con m is fallos, he de callarm e.

VIVA LA PATRONA DIVINA DE CAÑ ETE DE LAS TORRES. VIVA LA VIRGEN D EL CAM PO


FERIA REAL DE 1966, UN SALTO EN EL TIEMPO El Centro Guadalinfo de Cañete de las Torres ha estado buscando en los baúles de los Cañeteros y ha encontrado el Libro de Festejos de la Real Feria de San Miguel 1966 que trasladará en el tiempo a generaciones de los Años 50 y anteriores cuando lean este artículo. Curioso el Programa Oficial de Fiestas que comenzaba con las Alegres Dianas de Gigantes y Cabezudos a las 6 de la Mañana, Feria de Ganados, Concursos de Tiro al Plato, Exposiciones, Bailes de Sociedad, Concurso de Bailes y sobre todo mucho Fútbol. Sin duda, un Programa austero acorde con aquella época, pero seguramente cargado de muchísima ilusión entre los Cañeteros que esperaban con ansia la llegada de su Feria Real. Pensemos que entonces no existía la tecnología moderna, apenas había televisiones en Cañete, ni teléfonos. No habia Facebook, ni Tuenti, ni Twitter, una sociedad de otro Siglo, sin duda que vivía de una manera diferente a la actual. Los paisanos socializaban en la calle, quedaban o se encontraban para ir a la Feria y luego al Fútbol.


En el libro de Feria que se editaba no existía el “Saluda” típico de la Autoridad, solamente algún artículo sobre alguna noticia curiosa. En este caso el invento realizado por Lorenzo Martos titulado “Un invento revolucionario” relacionado con el invento de un motor de Aire Comprimido. Algunas imágenes de los rincones del pueblo con la calidad propia de la imprenta y en lo que si no ha cambiado es en los artículos de publicidad, siempre en el contexto de la época. Anuncios curiosos vistos desde la perspectiva del mundo en que vivimos pero que muchos de los lectores del libro de Feria recordarán con nostalgia. ¡Como han cambiado las costumbres y la celebración de la Feria! Ahora se celebran una multitud de actividades entorno a la Feria de ocio, cultura, exposiciones, actuaciones, etc.. Los horarios para ir a la Feria también han dado un giro radical. Los Cañeteros “abren” la Feria a partir de las 5 de la tarde hasta las 11 de la noche y después vuelven a partir de las 1 de la madrugada para terminar sobre las 7 de la mañana. Ahora la Feria se vive con más intensidad de noche, con casetas más parecidas a una discoteca que a una caseta de Feria típica de música de nuestra tierra. Pensemos ¿Se está desvirtualizando la Feria con estas nuevas costumbres? O ¿Es fruto de la normalidad en la evolución de nuestra sociedad? La esencia de la Feria siempre se ha vivido durante el día; la música flamenca, las Cañeteras vestidas con nuestros trajes típicos, los caballistas paseando por el Real, el baile, el cante, las tapas, el refrigerio, las atracciones para niños y mayores… ¡Eso si que era Feria! ¡Echemos un vistazo al pasado y conservemos la esencia de la Feria! Si quieres ver el libro completo de la Feria Real de San Miguel 1966 puedes visitar la página web: guada-canete.blogspot.com. Amador Villanueva Centro Guadalinfo de Cañete de las Torres .


BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL Feria 2012 Cañete de las Torres

CASA DE CULTURA Y JUVENTUD

Este año, de nuevo acercamos a todos vosotros cañeteros y cañeteras y a todos los visitantes de nuestra Feria. En estos tiempos de dificultades nos gustaría presentaros a los jóvenes el Programa Juventud en Acción, que se desarrollará durante el periodo 2007-2013. El programa, de aprendizaje no formal e informal, se articula en torno a 5 acciones abiertas a la participación de jóvenes con edades comprendidas entre los 13 y 30 años y de quienes trabajan en el ámbito de la juventud. Mediante la participación en el programa se pretende la obtención de los siguientes objetivos: · Promover

la ciudadanía activa de los jóvenes, en general, y su ciudadanía europea, en particular. · Potenciar la solidaridad y promover la tolerancia de los jóvenes a fin de reforzar la cohesión social de la Unión Europea. · Favorecer el entendimiento mutuo entre jóvenes de países diferentes. · Contribuir a mejorar la calidad de los sistemas de apoyo a las actividades juveniles y a reforzar las capacidades de las organizaciones de la sociedad civil en el ámbito de la juventud. · Favorecer la cooperación europea en el ámbito de la juventud. Las acciones en las que se puede participar son: Acción 1. La juventud con Europa · Intercambios

de jóvenes (Sub-acción 1.1): ofrecen a grupos de jóvenes, procedentes de diferentes países, la posibilidad de encontrase y de conocer mejor sus culturas respectivas. Los grupos planifican juntos el intercambio en torno a un tema de interés mutuo. Para jóvenes entre 13-25 años. · Iniciativas de jóvenes (Sub-acción 1.2): permiten prestar apoyo a proyectos de grupos diseñados a nivel local, regional y nacional, así como a proyectos en red similares entre distintos países, con el fin de reforzar el aspecto europeo y de ampliar la cooperación y el intercambio de experiencias entre jóvenes. Para jóvenes entre 18-30 años. · Proyectos de democracia participativa (Sub-acción 1.3): apoyan la participación de jóvenes en la vida democrática de su comunidad a nivel local, regional, nacional o internacional. Para jóvenes entre 13-30 años Acción 2. Servicio Voluntario Europeo Servicio Voluntario Europeo (Sub-acción 2.1): fomenta la participación de los jóvenes en distintas formas de actividades de voluntariado. Dirigida a jóvenes


Feria 2012 Cañete de las Torres

· entre

18-30 años que participan colectiva o individualmente en actividades no lucrativas y no remuneradas en un país distinto a su país de residencia.

Acción 3. La Juventud en el mundo · Cooperación

con países vecinos asociados de la Unión Europea (Sub-acción 3.1): apoya proyectos con países socios vecinos, principalmente intercambios de jóvenes, formación y proyectos de conexión en red en el ámbito de la juventud. Las limitaciones de edad están en función del tipo de proyecto que se presente.

Acción 4. Sistemas de apoyo a la juventud · Formación

y proyectos en red de trabajadores juveniles y organizaciones juveniles (Sub-acción 4.3): respalda actividades de formación de quienes trabajan en el ámbito de la juventud y en organizaciones juveniles, a través del intercambio de experiencias, conocimientos y buenas prácticas, así como actividades que puedan conducir a proyectos de calidad de larga duración y el establecimiento de partenariados y redes. Sin límite de edad.

Acción 5. Apoyo a la cooperación europea en el ámbito de la juventud. · Encuentros

de jóvenes y responsables de las políticas juveniles (Sub-acción 5.1): respalda el diálogo estructurado entre jóvenes y responsables de las políticas de juventud a través de seminarios, conferencias y otros eventos organizados a nivel local, regional, nacional o internacional con el fin de establecer una plataforma de debates entre todas la partes interesadas que les permita formular propuestas y

traducirlas en acciones concretas. El programa Juventud en Acción dispone de más de tres millones de euros para financiar proyectos diseñados por y para jóvenes. Tú aportas la idea, Juventud en Acción puede financiarla. ¡Presenta tu proyecto antes del 1 de octubre! Sobre todo esto podéis venir a asesoraros al servicio de atención juvenil, en la Biblioteca Municipal, segunda planta de la Casa de la Cultura. Además de ofreceros información sobre cursos, ofertas de empleo, formación reglada, becas, gestionaros el Carnet Joven. Con las asociaciones la localidad, trabajamos en sus trámites y actividades. Estamos en las redes sociales (Tuenti y Facebook) para aportaciones y demás. Pero en estas fechas no tenemos que olvidarnos de la diversión, por eso desde aquí queremos desearos una muy


Es para nosotros un auténtico placer presentarnos ante todos vosotros, cañeteros, por primera vez como un grupo de jóvenes emprendedores que nos denominamos “Nuevas Generaciones”. Nuestro grupo está integrado por aquellos cuyas ideas frescas y renovadas se hacen eco en el pueblo y le dan vida, puesto que representamos a una parte de la sociedad que marcará el principio de un futuro no muy lejano para el pueblo. Nuevas Generaciones promueve las ganas y la dedicación a este pueblo, siempre a favor del mismo, por eso nos ceñimos a lo verdaderamente importante, que es el pueblo en sí. El pensar que existe la posibilidad de hacer ver a los jóvenes que hay caminos que nos incentiven a crear, innovar, escuchar cualquier tipo de peticiones, y como no, de transmitirlas de una forma transparente, lo mejor que podemos. Nuestro fin es ayudar al pueblo y al Ayuntamiento, para que la relación de ambas partes sea más fácil y fluida, aunque sabemos que es complicado contentar a todos y que en esta ocasión con intentarlo no basta, pero haremos todo lo posible por conseguirlo. Es cierto, que este grupo se ha impulsado a raíz de la alcaldía de Félix Romero, como representante del PP, pero no es razón para señalarnos como “políticos” con ideales ya definidos. Nuestra ilusión representa entre otras cosas el carisma que ponemos en cada gesto a la hora de decidir sobre qué cosas tendrían una mejor y mayor aceptación para todos. Para nosotros sería un logro conseguir que el pueblo avance en cuanto a ganas de expresar sus pensamientos, por eso la colaboración de todos, no solo de jóvenes, es necesaria. Con mucha ilusión y con grandes proyectos que demostrar, nos despedimos con la tranquilidad de habernos presentado ante vosotros como algo positivo para el pueblo. Os deseamos un feliz disfrute de la Real Feria de San Miguel. Atentamente, Nuevas Generaciones de Cañete de las Torr es.


SANTO SEPULCRO Feria 2012 Cañete de las Torres

Fechas festivas son las que se acercan. Y no son fiestas cualquiera para los cañeteros. Tampoco es cualquiera la situación en la que, como el resto de españoles, nos encontramos en nuestro pueblo. La crisis económica es la protagonista en casi todas las tertulias vecinales, familiares o de taberna. Nuestra hermandad no es ajena a todo esto, es más, intentamos reorientar nuestros objetivos en pos de que, además de seguir engrandeciendo nuestro patrimonio y el del pueblo, podamos contribuir en la medida de nuestras posibilidades a atenuar los efectos negativos que nos deja esta complicada situación.

No obstante, son estas fechas importantes para que la pequeña economía del pueblo se reactive, y desde estas líneas, quisiera invitar a todos los vecinos de Cañete a disfrutar plenamente de nuestra Real Feria de San Miguel, donde las hermandades, colectivos y empresarios ponen toda la carne en el asador para que estos días sean al menos, un bálsamo entre tanto pesimismo. Son muchos los actos y eventos a lo largo del año organizados por las hermandades, no solo estando presentes en casi todas las celebraciones que tienen lugar en nuestro pueblo, sino jugando además un papel protagonista en la mayoría de ellos. Véase en fechas como la feria (Gran Bingo de nuestra hermandad, Patio Nazareno y Burra Margarita), Semana Santa (con su correspondiente impacto económico en el sector hostelero y comercial), Navidad (belenes, cabalgata, obras caritativas), cuartelillos, cruces, verbenas de verano, eventos deportivos y culturales varios, y un largo etcétera de razones por las que se debería seguir apostando por las hermandades de nuestro pueblo, desde los vecinos hasta las instituciones que nos representan , pues contamos con un buen puñado de argumentos para que así sea.

Por último desear que paséis una agradable Feria de San Miguel y desde nuestra Hermandad del Santo Sepulcro, invitaros a que participéis en el ya tradicional “Gran Bingo”, que se celebrará el sábado 29 de septiembre en la caseta municipal. Se otorgarán 1300 euros de premio en un bingo que cada año cuenta con más aceptación y arraigo entre los vecinos de Cañete, creando esa tarde un momento ya reconocido y con sello propio dentro de nuestra feria.


Feria 2012 Cañete de las Torres

CERTAMEN DE FOTOGRAFIA 2º PREMIO


27 se Septiembre

28 se Septiembre “DIVERTILANDIA”

RUTA 80

Trio FENIX


29 de Septiembre

Alto Guadalquivir

FUSAN Y MULHACEN MARIA VOLCAN

BARON

30 de Septiembre

CANTARES

AL-ANDALUS DOLCE LUNA


2º Premio Lema: “Aromas de mi tierra” Autor: Jesús Sánchez Moreno


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Cañete de las Torres

HERMANDAD DE NUESTRO SEÑOR RESUCITADO Y DE NUESTRO SEÑOR DE LOS REYES EN SU ENTRADA TRIUNFAL EN JERUSALEM Un año más se acerca el fin del verano y con él, la vuelta para todos a la rutina cotidiana. Pero antes, aún nos quedan por vivir esos momentos divertidos y entrañables que hacen de la feria de Cañete uno de los momentos más esperados de todo un año. Pero pensemos ahora un poco más hacia adelante…. En la próxima cuaresma, presentaremos nuestra nueva titular, María Santísima de la Esperanza. Un proyecto que viene a completar el paso de Ntro. Sr. Resucitado y que nos colma de alegría y motivación. Además tenemos en el horizonte el 20 aniversario de nuestro titular el Sr. de los Reyes, por lo que queremos adecentarle un lugar fijo en nuestra parroquia. Son dos proyectos importantes, pero no los únicos y por ello más que nunca, necesitamos trabajar mucho y contar con el apoyo de este pueblo que tanto disfruta y vive Nuestra Semana Grande. Es un año muy complicado para todos y no lo iba a ser menos para las cofradías y hermandades de este pueblo, sin embargo, con el espíritu de superación que siempre nos ha caracterizado, este año tenemos ante nosotros el mayor reto de nuestra joven andadura por la semana santa. Continuamos con el habitual concurso de la burra Margarita que tantas alegrías ha repartido ya a nuestros vecinos. Como novedad este año, por vez primera para esta junta directiva, tenemos el reto de presentaros nuestra Caseta de Feria ’’La Revirá’’ situada en la carpa del molino Pata Negra. En esta esquina y con esta maniobra tan semana santera queremos ofrecerles a las gentes de cañete un ambiente jovial y sobre todo de hermanamiento y convivencia. En el que poder disfrutar de un “Rico Borrico” plato estrella de nuestra cocina casera, para esas horas de apetito, como del mejor ambiente fiestero y rumbero para compartir una copa con nuestros vecinos y amigos. Como hemos dicho es un reto para nosotros, será una gran satisfacción ofrecerles a nuestros vecinos este nuevo espacio en la feria para compartir esas horas de alegría y diversión, pero sobre todo para con la ayuda de todos, lograr esos proyectos que año tras año engrandecen Nuestra Semana Santa un poquito más.

Asique os esperamos…. y sobre todo os deseamos Feliz Feria 2012. LA JUNTA DIRECTIVA


HERMANDAD DE NUESTRO PADRE JESÚ S NAZARENO DE LA SANTA FAZ, JESÚ S AMARRADO A LA COLUMNA Y NUESTRA SEÑ ORA DE LA SOLEDAD Como cada año, nuestro ayuntamiento nos brinda esta ocasión para poder dirigirnos a todos nuestros paisanos con motivo de nuestra feria real y eso es una inmensa alegría para nosotros porque no hay muchas ocasiones de que esto ocurra a lo largo del año por eso, antes de nada, nos gustaría mandar un afectuoso saludo a todos los cañeter@s. Llega septiembre y con él, llegan nuestros días, días de fiesta y armonía que esperamos con ansia después de un año entero cargado de momentos e ilusiones que poco a poco han ido fructificando ya que en este año se han hecho realidad muchos de los proyectos que en años anteriores se comenzaron como son el poder ver terminadas por completo los tronos para la Santa Faz y ntro. Señor Amarrado a la Columna y, sobre todo, poder volver a disfrutar de nuestra propia agrupación acompañando a sus titulares en Semana Santa. Es para ellos para los que queremos dejar un mensaje de infinito agradecimiento porque es mucho el trabajo realizado hasta ese momento y también el que siguen haciendo para ir mejorando día a día. De todos es conocida la situación que hoy en día tenemos en el país y, más concretamente, en nuestro municipio. Son tiempos difíciles donde hay que abrocharse el cinturón e ir tirando con lo que se pueda por eso, es complicado pedir a muchos de ellos que se olviden de la realidad y disfruten de estos días sin tener en cuenta eso, pero sí queremos mandar un mensaje de ánimo para que el optimismo sea la fuerza que nos empuje a salir a la calle y conseguir llenarnos del ambiente festivo que traen estos días para Cañete. Un año más, y ya van once, tendremos en el recinto ferial nuestro querido patio nazareno. Un año más os invitamos a acompañarnos en estos días para que vuelvan a repetirse momentos tan especiales como los de los últimos diez años. Esta caseta, que surgió como cosa eventual para sufragar un proyecto, se ha convertido en un lugar familiar para todos ya que pasamos allí muchos de los mejores ratos de tertulia, baile y alegría de estos últimos días de Septiembre. Este año volveremos a estar presentes, en la carpa de Blas Casero, esperando con los brazos abiertos vuestro apoyo para poder haceros pasar unos días inolvidables rodeados del mejor ambiente. No nos gustaría dejar pasar la oportunidad de agradecer a todo el que colabora, de una forma u otra, en la caseta. Sin vosotros este sueño de once años no hubiera sido posible, por eso es pedimos un año más vuestra colaboración, al igual que a todo el que lo desee, poniéndose en contacto con cualquier miembro de la directiva. Sin más, esperemos que todos pasemos estos días con armonía y felicidad, disfrutando al máximo de ellos. ¡¡¡OS ESPERAMOS EN EL PATIO NAZARENO!!! ¡¡¡FELIZ FERIA A TODOS!!! LA JUNTA DE GOBIERNO


Y por una vez, y sin que sirva de precedente, se pisa el acelerador más de la cuenta. Y llegamos a Almedinilla… tan temprano que aún falta un mes para la actuación. Sí, es el día diez, pero de septiembre. ¡Olé!

25 Años Cantando por SevIllanas

Imagino veranos sin kilómetros, en una C15, en una Ford Transit, en nuestros coches, en la Sprinter; siempre muy bien equipados, TV, nevera, DVD, video beta adosado al techo y rodeado de gomaespuma para evitar golpes, nuestro GPS, que a veces confunde más que

25 años de Alto Guadalquivir En un ejercicio de imaginación miro hacia atrás y veo que nadie quedó un día de invierno de 1987 en el pub Casero para intentar montar una misa para la patrona Ntra. Sra. Del Campo; o que no cuajó la idea de formar un grupo para cantar sevillanas y rumbas. Sigo imaginando y veo veinticinco años sin actuaciones, sin ensayos, sin viajes… Una vida normal, si así se puede decir. Sin quedar los lunes y los miércoles, siempre dependiendo del fútbol, como no, sin llamadas o mensajes telefónicos. -El veintidós a Martos. -Yo no puedo que me voy unos días a la playa, a ver si se puede cambiar, y si no, me vengo un día antes, qué vamos a hacer. Veranos enteros, veinticinco, sin llegar a mediodía a una feria, cada vez más escasas, y comenzar a montar el equipo a cuarenta grados a la sombra, con lo bien que se está a esas horas en el bar con el aire acondicionado y tomando una cervecita. -¡Para que luego no venga nadie! -Es igual, nos pagan por esto, además somos profesionales del asunto. -De qué, ¿de pasar calor? -No, del cante. Nunca hubiéramos discutido con los municipales de Jaén, que tras cinco días de feria siempre nos paran en la primera rotonda de la carretera de Granada. -¿Adónde vais? -Pues a montar el equipo a la caseta Municipal. -Pero, ¿a estas horas? (son las 13.00 horas y no hay nadie todavía en la feria). La carga y descarga es hasta las 11.00. -Pero si son diez minutos. -Nada, aparcáis ahí y lleváis el equipo andando. -Vale, ahora mismo. Se para la furgoneta y el municipal se va. -¡Que tú te lo has creído!-se oye casi al unísono. La furgoneta atraviesa la feria y llega hasta el mismísimo escenario de la caseta Municipal. De todas formas cuando terminemos nos van a dejar salir, no nos vamos a quedar a vivir allí. Siempre hemos dicho que se podría escribir un libro de anécdotas, bueno, dos o tres de trescientas páginas cada uno. Volver desde Ávila, madrugando mucho después de terminar una actuación a las cuatro de la madrugada. -Hay que avivar la marcha que no llegamos a Almedinilla con hora.

ayuda y el gasoil, que sube y sube y sube…

Alto Guadalquivir. En dos palabras se encierran tantos recuerdos, tantos viajes, tantas risas, también tantas discusiones, pero sobre todo la seguridad de que el tiempo no se ha perdido. Vivimos tiempos difíciles, tiempos en los que el pesimismo, el fracaso se ha instalado en el lugar y no nos deja mirar hacia adelante como quisiéramos. Quién no tiene un amigo, un conocido, un familiar que lo está pasando mal; las cosas no marchan. La música no es ajena ni mucho menos a esta situación, hay gente que vive de ella, hay gente para la que la música no es un hobby ni un pasatiempo, es un medio de vida y desde aquí también quiero mandar mi apoyo y quisiera hacerles llegar la idea de que esto pasará, o al menos mejorará; habrá que buscar nuevas fórmulas, deberán surgir nuevas ideas que devuelvan a los que se dedican a este bello oficio la alegría, pues es lo que la música pretende llevar allá por dónde pasa. MÚSICA. Escribiendo este artículo, que ni mucho menos pretende ser un resumen de nuestra trayectoria, se necesitarían muchas revistas como ésta, me he propuesto expresar mi sentimiento; qué sería hoy de nuestra vida si un día ya lejano no hubiéramos decidido formar Alto Guadalquivir. No quiero ser transcendente, y con casi total seguridad, nuestra vida sería muy parecida a la que ahora llevamos, nuestro trabajo y la lucha diaria para sacar adelante a nuestras familias; una cosa sí que nos faltaría y es lo que quiero destacar por encima de todo: las personas, toda la gente que en estos veinticinco años hemos conocido, una lista interminable que en algún momento se ha cruzado en nuestra vida; quisiera reflejar a todos y cada uno de ellos y por eso mismo no voy a escribir ningún nombre en concreto. Es lo que personalmente más me llena, ver la cantidad de conocidos, de amistades que, de otra forma,

jamás hubiera podido ni siquiera imaginar; gente que ofrece lo que tiene, que te invita a visitar su ciudad, o su pueblo, que se interesa por tu estado: ¿Cómo ha ido el viaje?, ¿Qué necesitáis?, Tomaros algo antes de comenzar, ¿Habéis comido?. Sin duda, me reitero, es lo mejor de estos años. Si habéis leído otros artículos sobre el grupo, a estas alturas comprenderéis que aún nos lo pasamos bien, aún nos divertimos y nos ponemos nerviosos cuando nos subimos a un escenario. Son 25 años. A día de hoy no sabemos aún lo que haremos cuando el sábado 29 de Octubre nos subamos al escenario de la Caseta Municipal y nos demos cuenta que un cuarto de siglo nos contempla. Yo, seguramente cogeré la guitarra y haré lo que, mal que bien, sé hacer, tocar y cantar; mis compañeros y amigos de Alto Guadalquivir imagino que pensarán lo mismo (y si no que hubieran escrito ellos el artículo). Suerte es dedicarse a lo que a uno le gusta, suerte es provocar en la gente sentimientos positivos, suerte es tener familia (padres, madres, esposas, hijos e hijas) que apoyen y comprendan lo que haces y por qué lo haces; por qué has faltado a un cumpleaños, a una fiesta, por qué regresas antes de unos días de descanso en la playa, por qué vuelves tan tarde… Y suerte es también haber coincidido estos últimos (o primeros) veinticinco años con mi amigo Juan, mi amigo Antonio, mi hermano Serafín y ahora también con Jose, cuñado y no por ello menos amigo; haciendo lo que más nos gusta a todos, cantar y tocar pues al fin y al cabo ¿Qué son veinticinco años?

-A qué hora pone en el contrato. -A las dos y media. -No hay problema. Y por una vez, y sin que sirva de precedente, se pisa el acelerador más de la cuenta. Y llegamos a Almedinilla… tan temprano que aún falta un mes para la actuación. Sí, es el día diez, pero de septiembre. ¡Olé!

Imagino veranos sin kilómetros, en una C15, en una Ford Transit, en nuestros coches, en la Sprinter; siempre muy bien equipados, TV, nevera, DVD, video beta adosado al techo y rodeado de gomaespuma para evitar golpes, nuestro GPS, que a veces confunde más que ayuda y el gasoil, que sube y sube y sube… Alto Guadalquivir. En dos palabras se encierran tantos recuerdos, tantos viajes, tantas risas, también tantas discusiones, pero sobre todo la seguridad de que el tiempo no se ha perdido. Vivimos tiempos difíciles, tiempos en los que el pesimismo, el fracaso se ha instalado en el lugar y no nos deja mirar hacia adelante como quisiéramos. Quién no tiene un amigo, un conocido, un familiar que lo está pasando mal; las cosas no marchan. La música no es ajena ni mucho menos a esta situación, hay gente que vive de ella, hay gente para la que la música no es un hobby ni un pasatiempo, es un medio de vida y desde aquí también quiero mandar mi apoyo y quisiera hacerles llegar la idea de que esto pasará, o al menos mejorará; habrá que buscar nuevas fórmulas, deberán surgir nuevas ideas que devuelvan a los que se dedican a este bello oficio la alegría, pues es lo que la música pretende llevar allá por dónde pasa. MÚSICA.

Diego Torralbo Huertas


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres

Antonio Luque Tapia


CERTAMEN DE VERANO Feria 2012 Ca単ete de las Torres

1 PREMIO DE POESIA (La tierra que pisaba)


Feria 2012 Cañete de las Torres

2º PREMIO (Poesia)


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres

Francisco Gallardo Calzado


j

Mi silencio ya es inerte En mi pluma si ha llovido, En mi mente está presente La palabra del dormido Sazona la leña en azufre Que arda tras nuestro camino, Que arda, limpiando la mugre, ¡SIGAMOS!....mojando el olvido.

Autor Francisco Gallardo Calzado


1º PREMIO (Relato Corto) Feria 2012 Cañete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres

Autora Rosa Caceres


Feria 2012 Cañete de las Torres

BANDA DE MÚSICA TUBAMIRUM Desde 1999…

Un año más tenemos la oportunidad de poder dirigirnos a todos los cañeteros a través de este medio y volver a daros las gracias por el apoyo y el reconocimiento que mostráis hacía esta, vuestra Banda de Música Tubamirum, sin el cual sería difícil seguir adelante. Esta joven formación musical trabaja día a día, semana a semana, para que su pueblo se sienta orgulloso de ella y pueda disfrutar con ella. Este año, el décimo cuarto, es de nuevo un año especial, ya que, si todo va bien, los componentes de la banda de música emprenderán un proyecto difícil pero emocionante e ilusionante, nuestro TERCER TRABAJO DISCOGRÁFICO. La grabación tendrá lugar en el mes de Octubre y se llevará a cabo en los estudios de Alta Frecuencia de Sevilla, bajo el sello de la discográfica Pasarela(Sevilla). Hemos acogido este acontecimiento como un hecho importantísimo, por la gran repercusión que está teniendo, pues ya hemos sido noticia en los periódicos Diario Córdoba, El Día de Córdoba, Diario de Sevilla y numerosas webs, y porque ayudará a que la calidad de la banda se vea en aumento, debido al enorme esfuerzo musical que estamos realizando. Por todo ello esperamos que nuestro pueblo acoja esta iniciativa, este ilusionante proyecto, como algo que también le pertenece, pues el patrimonio artístico de Tubamirum también lo es de Cañete de las Torres y todos los Cañeteros. Aprovechamos la ocasión que nos brinda el Ilustre Ayuntamiento de Cañete de las Torres para invitaros a formar parte de esta asociación y, como no, a entrar en su ESCUELA DE MÚSICA. Una iniciativa que se ha consolidado y cuenta ya con cerca de 30 alumnos y 3 profesores y que es el orgullo de nuestra banda, pues inicia a los niños y niñas de Cañete en el arte de la cultura musical. Sabed que esta banda tiene sus puertas abiertas a todo aquel que ame la música y quiera formar parte de ella. Sin más, nos despedimos deseándoos una feria cargada de buenos momentos, risas rodeados de buenos amigos, de buena comida, buen ambiente y sobretodo…¡MUCHA MÚSICA! ¡Feliz Feria de San Miguel! La Junta Directiva


KÑT


A S O C IA C IÓ N D E M U JE R E S H E R A “N U E ST R O S D E R E C H O S A M E N A ZA D O S” E n lo s ú ltim o s d ía s d e A g o s to la s e n te n c ia d e l S u p re m o h a s id o c o n tu n d e n te : re tira r la c o n c e rta c ió n e n a y u d a s e c o n ó m ic a s a lo s c o le g io s d e A n d a lu c ía q u e a p u e s ta n p o r u n a e d u ca c ió n se g re g a d a ; e s d e cir, lo s n iñ o s co n lo s n iñ o s y la s n iñ a s co n la s n iñ a s . A l m in is tro W e rt (e l d e E d u c a c ió n y C u ltu ra y e l m is m o q u e re c o rta e n b e c a s a lo s e s tu d ia n te s ) n o le h a g u sta d o p a ra n a d a la se n te n c ia d e l T rib u n a l: “ … m a n te n g o ta n b e llo s re c u e rd o s d e m i i n fa n c ia … ” .,. C o n la s m ism a s, é s te s e h a a lin e a d o c o n e l p e n s a m ie n to m in o rita rio d e a lg u n o s p a d re s y n i co rto n i p e re zo s o a n u n c ia q u e m o d ific a rá la L O E (L e y O rg á n ic a p a ra la E d u c a c ió n ) p a ra q u e d e e s ta fo rm a p u e d a e l E s ta d o (co n e l d in e ro d e to d o s ) s u b ve n c io n a r u n a e d u c a c ió n p r iv a d a y d ife re n c ia d a q u e a p u e s ta p o r ro m p e r la s b a s e s d e u n a e v o lu c ió n in te g ra d o ra e n tre a m bo s sexo s. S o b re e s te a s p e c to lo s im p lic a d o s m á s d ire c to s h a n te n id o s u s p a la b ra s : L A C O D A P A ( C o n fe d e ra c ió n A n d a lu za d e P a d re s y M a d re s p o r la E s c u e la P ú b lic a ) q u ie re q u e s e a p liq u e la r e s o lu c ió n o s e n te n c ia d e l s u p re m o , y p o r o tro la d o la m is m a C O M C A P A (C o n fe d e ra c ió n d e P a d re s y M a d re s C a tó lic o s ) te x tu a lm e n te c o n te s ta n a l m in is tro W e rt: “ la e d u c a c ió n d i fe re n cia d a n o e s e l m a y o r p ro b le m a d e la e d u ca c ió n e n A n d a lu cía ” . E l tra s to q u e e d u c a c io n a l q u e s e v is lu m b ra n o s p re o cu p a a to d a s la s m u je re s , d a d o q u e é sta e s l a b a s e d e la in te g ra c ió n e ig u a ld a d e n tre lo s h o m b re s y la s m u je re s (tie m p o y s a n g re h a c o s ta d o ): la e d u c a c ió n e s la b a s e d e la d ig n id a d y e l re s p e to q u e s e m e re ce to d o s e r h u m a n o d e s d e la cu n a a la tu m b a . O tro d e lo s m in is tro s q u e p a re c e q u e n o h a c o n o c id o la h is to ria d e la d e m o c ra c ia (tr e in ta y c in c o a ñ o s n a d a m e n o s ) e s e l a c tu a l d e Ju s tic ia : G a lla rd ó n , q u e n a d a m á s lle g a r a s u c a rg o e n p le n a c ris is e co n ó m ic a s e le o c u rre re fo rm a r la L e y d e P la zo s ; a q u e llo s q u e p ro te g e n a la m u je r q u e p u e d a ve rs e a b o c a d a o b ie n h a y a d e c id id o a b o rta r (a s u n to m á s q u e tra s n o c h a d o y l e y m á s q u e tra b a ja d a ). E s u n a p é rd id a d e tie m p o y d in e ro p o r p a rte d e e s te m in is tro b a s ta n te c a v e rn íco la , y a q u e n o s d u e le la b o c a d e d e c ir q u e : u n a m u je r tie n e d e re c h o a d e c id ir, a la v e z q u e p o r le y d e b e e sta r p ro te g id a s u s a lu d e in te g rid a d fís ic a y p s íq u ic a . S in o lv id a r q u e si e m p re h a b rá a lg u n a in s titu c ió n o b s o le ta y d e s co n te x tu a liz a d a so c ia lm e n te q u e c ritiq u e la p o s ició n d e la g ra n m a y o ría d e la s m u je re s . L a s re fe re n c ia s a e s to s d e lic a d o s a s u n to s co m o so n e d u ca c ió n y p la n ific a c ió n fa m ilia r e s tá n p ro vo ca n d o in q u ie tu d e n to d a s n o s o tra s , q u e ve m o s n u e s tro s d e re ch o s a m e n a za d o s y u n fu tu ro in m e d ia to re g re s iv o y d e so la d o r. O tro a ta q u e a la m u je r h a s id o la c o n g e la c ió n d e L a le y d e D e p e n d e n c ia y re d u c c ió n a la m ita d d e la s a y u d a s (u n o d e ta n to s d e lo s re c o rte s s o c ia le s ), d a d o q u e e n la s zo n a s ru ra le s s e h a n c re a d o p u e s to s d e tra b a jo p a ra m u je re s d e b a ja c u a lific a c ió n , p e ro e s p e c ia liza d a s e n a y u d a a m a y o re s y d e p e n d ie n te s d e a lto g ra d o : E n la a ctu a lid a d n o s o n p o c a s la s c a s a d e C a ñ e te e n la s q u e e n tra a lg ú n d in e ro d e l e sm e ra d o tra b a jo d e to d a s e lla s . P e ro cie rto e s , q u e e s to s p u e s to s d e tra b a jo s e e s tá n v ie n d o a m e n a za d o s y e s m u y p ro b a b le q u e m u c h a s d e e lla s s e v a y a n a s u s ca s a s y o tra s p u e d a n v e rs e s o b re sa tu ra d a s , y p o r p o co d in e ro . Y re p e tim o s y re p e tim o s q u e e s ta m o s in d ig n a d a s , y n o s s e n tim o s c a s i a g re d id a s c a d a v e z q u e u n m in is tro / a a b re la b o c a : e l d e E d u c a c ió n , e l d e Ju s tic ia , la d e Ig u a ld a d y A s u n to s S o c ia le s , la d e E m p le o . L o ú ltim o : 4 5 0 € s i e n u n a c a s a h a y m á s d e d o s m ie m b ro s d e se m p le a d o s , ¡q u é v e rg ü e n za !. Y s e q u e d a n ta n a n c h o s p e n s a n d o q u e n o e s c a rid a d , s in o ju s tic ia s o c ia l y r e p a rto d e la riq u e za . Y p o r ú ltim o , e l d e In d u s tria y T u ris m o (e l m in is tro ), a é s te n o s e le o c u rre , n i p o r a s o m o , e sta r e n lo s m e d io s d e co m u n ic a c ió n o rie n ta n d o y p ro y e cta n d o p u e s to s d e tra b a jo (e n f ín … , q u e co n la s C a n a ria s tie n e b a s ta n te ). A s í q u e n o s o tra s e sta m o s c a b re a d a s , p e ro q u e m u y c a b re a d a s , y a q u e h ila n d o u n p o c o d e lo q u e d e c im o s e n e s ta s lín e a s p a re ce q u e lo q u e s e b u s c a a c tu a lm e n te d e s d e lo s “ p o d e re s fá c tic o s ” e s q u e s e a m o s (to d a s n o s o tra s , n o se e sc a p a u n a ) la s m á s s u frid o ra s d e e ste p la n e ta tie rra , y a q u e co n e llo g a n a re m o s e l c ie lo : “ la m u je r e n c a s a y co n la p a ta ro ta ” (re frá n q u e s e rá e l m á s “ b a ra to ” p a ra to d o s lo s tro g lo d ita s co n s e rv a d o re s q u e n o s e stá n to c a n d o e n c a s i to d a s l a s in s titu c io n e s d e n u e s tro p a ís . A s í q u e n u e s tra F e ria q u e rid a d e S a n M ig u e l se rá e s te a ñ o b a sta n te s o b ria ; m u y s o b ria d e b id o a la s ta n ta s c ris is , co m o : fa lta d e a g u a , fa lta d e v a lo re s , fa lta d e d in e ro y o tra s fa lta s q u e v e n d ría b ie n re fle x io n a r; p o r lo q u e n o s o tra s , d e s d e la D ire c tiv a d e la A s o c ia c ió n d e M u je re s H e ra d e s e a m o s q u e p o r e n c im a d e to d o lo p a s e m o s m u y b ie n y co n a le g ría . Y p o r ú ltim o , n u e s tro m a y o r d e se o e s q u e n o fa lte n e n n in g u n a fa m ilia u n o s e u ro s p a ra d is fru ta r d e la s F ie s ta s d e S a n M ig u e l 2 0 1 2 .

L a Ju n ta D ire ctiv a


AGRUPACIÓN LOCAL CAÑETE DE LAS TORRES

Querid@s vecin@s: Llega el mes de Septiembre, un mes lleno de actividad para nuestro pueblo que tiene como referencia la fiesta en honor nuestra Patrona, la Virgen del Campo, y la celebración de nuestra Feria Real. Para nosotr@s es un orgullo tener cabida en esta revista para poder compartir unas palabras con nuestr@s vecin@s en estos días de celebración. Estamos ante un año especialmente difícil debido a la situación económica en la que nos encontramos. La recesión actual y los continuos recortes a los que estamos siendo sometidos crean un caldo de cultivo nada halagüeño para las familias españolas y nuestro pueblo como no podía ser de otra forma lo está padeciendo. Además de todo esto, nos encontramos ante un año en el que estamos padeciendo una sequía pronunciada, por lo que nuestros campos están sufriendo y la inminente campaña de recolección de aceituna se presenta cuanto menos preocupante. En cuanto a nuestra labor dentro de la corporación municipal, deciros que está marcada por la responsabilidad, realizando continuas propuestas para la mejora de nuestro municipio, atendiendo a las demandas de l@s vecin@s que nos solicitan, facilitando respuestas reales a problemas concretos. Nos comprometimos en su momento a trabajar sin descanso para solicitar las oportunidades que las personas están reclamando, utilizando la Política como instrumento de trabajo, y seguiremos en esta senda para la mejora de nuestras vidas en sociedad. Sin duda alguna estamos viviendo una época complicada, es verdad que tenemos la sensación de que no aparece la luz al final del túnel, pero ahora más que nunca el pueblo debe permanecer unido, luchando y reivindicando aquello que con tanto esfuerzo nuestros antepasados consiguieron. Debemos utilizar el ejercicio de la política como medio para la mejora, dejando fuera a tod@s aquell@s que intentan beneficiarse de manera particular y fomentando a los buenos gestores de lo público. Cañete es un pueblo obrero, un pueblo de trabajadores/as y como tales vamos a salir de esta situación. La Agrupación Socialista de Cañete de la Torres estará al lado de todo aquel vecin@ que nos solicite porque creemos firmemente que otra forma de gobierno es posible, para eso trabajamos y juntos lo vamos a conseguir. Sin duda, os animamos a participar en nuestra Feria Real, esperando que sean días de convivencia y reencuentro, agradeciendo un año más el trabajo y esfuerzo de todas aquellas personas y colectivos que hacen de nuestra Real Feria de San Miguel un evento tan especial. Por último no quisiera olvidarme de tod@s aquell@s Cañeter@s que por distintos motivos no podrán compartir estos días de fiesta con tod@s nosotr@s, a los que nos gustaría mandarle un saludo muy especial.

¡¡¡Feliz Feria de San Miguel a Tod@s!!!


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


Feria 2012 Ca単ete de las Torres


LIBRO DE FERIA 2012