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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS 2007

2007

Em muitos outros casos existiu alguma dificuldade, no momento de montagem do PCO, em conhecer a localização/posicionamento dos meios que já se encontravam no TO. Esta situação foi apontada por alguns COS como um contratempo na organização das operações de combate ampliado, sendo assinalada alguma dificuldade em conseguir a informação sobre posicionamento dos meios, para poder dar início ao planeamento do combate. Mesmo em TO onde não se verificou a presença e funcionamento do PCO, o combate foi organizado por sectores. Este procedimento evidencia alguma complexidade do incêndio, sendo demonstrativo da não existência de critérios homogéneos no modo como se determina o funcionamento de PCO. Tal variabilidade de procedimentos evidencia a necessidade de estabelecer normas de procedimento nos critérios que determinam a criação do PCO. A localização dos veículos na ZCR, em plena faixa de rodagem e sem a devida sinalização, é um aspecto menos positivo a assinalar, assim como o cuidado na condução. Este aspecto foi recorrente nos TO. Quando não existe alternativa para o posicionamento e concentração de veículos nos TO, tendo estes que ocupar a via de circulação, o seu posicionamento deveria ser identificado, e acautelada a circulação de veículos civis. A condução com velocidade excessiva, quando a situação de emergência está perfeitamente ultrapassada, é evidente em alguns casos e deverá ser acautelada com recurso a formação de condutores. Protocolo ANPC/UTAD

Relatório final

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS  

Este trabalho foi realizado no âmbito do Protocolo entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e a Universidade de Trás-os-Montes...

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