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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS 2007

2007

Não se verificou a existência de qualquer relação entre a superfície ardida, em valor absoluto ou por unidade de tempo, e a quantidade de meios empregues, mesmo exprimindo os veículos e a guarnição por unidade de área (por ha). Da mesma forma não parece haver uma relação da área ardida com os elementos relativos ao PCO, CODIS e GRIF. Nos incêndios visitados pelas equipas de campo nem sempre se encontrou o PCO em funcionamento. Para incêndios com a mesma tipologia (duração, meios envolvidos, área ardida …) o modo de procedimento relativamente ao momento de montagem do PCO difere. Em alguns casos o planeamento do combate não existia, e a organização de informação no registo SITAC era variável ou inexistente.

Verifica-se que quando a activação do PCO ocorre após as duas primeiras horas, os meios presentes no TO (Figura 10) constituem mais de metade do total de meios presentes no combate até final. Esta percentagem corresponde na maioria dos casos a valores de 100 a 200 efectivos. Nos casos em que a activação do PCO se dá mais oito horas após o início da ocorrência, o número de efectivos no TO é mais reduzido, menos de 100, o que pode justificar a decisão tardia para montagem do PCO.

Protocolo ANPC/UTAD

Relatório final

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS  

Este trabalho foi realizado no âmbito do Protocolo entre a A...