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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS 2007

2007

Além do efeito do combate ampliado, os resultados espelham porém a conjugação dos esforços de prevenção de ignições, gestão de combustíveis, vigilância, detecção e primeira intervenção, bem como da topografia. O número de ocorrências de fogo pode indirectamente pesar bastante no desempenho do ataque ampliado, através da influência que tem nos recursos disponíveis para o combate. O índice FFMC constitui o indicador mais adequado da facilidade de ignição. Convertendo-o no teor de humidade do combustível morto e fino à superfície verifica-se que está fortemente (e negativamente) associado ao nº de ignições registadas em 2007 (Figura 6). Por não ter sido disponibilizada em tempo útil a informação relativamente ao FFMC para 2000-06 recorreu-se ao índice FWI, ajustando-se para este período a curva que consta da Figura 7. A Figura 7 sugere que para um determinado nível de perigo meteorológico, especialmente em condições mais severas, o nº de fogos foi em 2007 substancialmente inferior.

Figura 6. Associação entre o nº de ocorrências e a humidade do combustível morto à superfície (estimada a partir do FFMC) no período de 15 de Maio a 15 de Outubro de 2007.

Protocolo ANPC/UTAD

Relatório final

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ATAQUE AMPLIADO A INCÊNDIOS FLORESTAIS  

Este trabalho foi realizado no âmbito do Protocolo entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e a Universidade de Trás-os-Montes...

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